Montadora superou a Volkswagen e alcançou a marca de 10,15 milhões de unidades comercializadas ao redor do mundo.

A marca japonesa Toyota dominou novamente, pelo quarto ano consecutivo, as vendas de veículos ao redor do mundo no ano de 2015, atingindo uma cifra de 10,15 milhões de exemplares comercializados, segundo informações disponibilizadas pela AFP (Agência France Press).

A montadora alemã Volkswagen chegou a liderar o segmento durante todo o primeiro semestre, porém, Toyota conseguiu manter sua hegemonia, se recuperando diante da marca concorrente, que foi afetada pela desaceleração da economia chinesa, país onde se concentra seu maior mercado e também pelo escândalo, onde a empresa adulterava a emissão de gases poluentes dos motores, por meio de um software.

O grupo germânico, que soma 12 marcas, entre elas Skoda, Audi, Scania e Porsche, comercializou 9,93 milhões de unidades neste último ano.

Já GM, General Motors, que esteve no topo das vendas por 70 anos, até ser ultrapassada pela Toyota no ano de 2008, ficou com a terceira posição, vendendo 9,8 milhões de unidades.

A montadora japonesa conseguiu manter a liderança e acabou superando a marca de 10 milhões somando todas suas marcas, como Hino, Toyota, Daihatsu e Lexus, apesar de ter um pequeno decréscimo de 0,8 % em suas vendas.

A empresa teve dificuldades especialmente em seu país, tendo uma diminuição em 6,5 pontos percentuais, em uma situação de frágil recuperação da terceira maior economia do mundo.

Antes desses números terem sido divulgados, o jornal econômico Nikkei anunciou uma possível aliança entre a Suzuki e a Toyota, que pretendem realizar uma aliança focada nas tecnologias verdes e nos modelos compactos, centrado nos mercados emergentes, assim como a Índia.

Porém, a Suzuki chegou a negar a ocorrência de uma aliança através de um comunicado, dizendo que a mesma não mantém conversações com a Toyota.

A montadora Suzuki, contabilizou em 2014, 2,8 milhões de automóveis vendidos, desconsiderando as motos. A mesma também já foi parceira de montadoras como Volkswagen e General Motors.

Nádia Neves


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério de Defesa divulgou nesta semana que fechou contrato com a Colômbia para a aquisição de quatro Lanchas Patrulheiras de Rio no valor total de 8 milhões de dólares

O objetivo deste material é a sua utilização em operações policiais nos rios da região amazônica efetuadas pelo Exército e pela Marinha.

As lanchas serão fabricadas pela Cotecmar (Corporação de Ciência e Tecnologia para o Desenvolvimento da Indústria Naval, Marítima e Fluvial) na Colômbia e tem a sua entrega prevista para abril de 2014.

Esta negociação representa um marco importante, pois é a primeira vez que o Brasil realiza negócios deste tipo com a Colômbia e oferece, com isso, sinais para o surgimento de uma indústria de base naval nos países da América do Sul.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um negócio importante foi realizado no mercado brasileiro, pois a WEG – especializada na produção de motores elétricos – informou que comprou a Paumar que fabrica tintas e vernizes.

Com esta aquisição, a WEG passa a ser proprietária da fábrica da Paumar em Mauá no estado de São Paulo em um terreno de 37,5 mil metros quadrados.

Apesar desta compra, a WEG informou que não terá nenhum tipo de direito com relação aos acionistas da empresa já que o valor da compra não irá interferir nesta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


Com uma grande lucratividade conquistada por meio da venda dos aparelhos eletrônicos iPhone e iPad neste primeiro trimestre, a Apple já pensa no desenvolvimento de outras inovações no decorrer do ano de 2012.

De acordo com informações divulgadas pela própria Apple, durante os três primeiros meses do ano, foram vendidos 35,1 milhões de iPhones e 11,8 milhões de iPads. Neste contexto, também foram vendidos 4 milhões de Mac e 7,7 milhões de iPods.

Conforme os dados apresentados pela empresa, o resultado das vendas do primeiro trimestre rendeu a Apple um lucro de R$ 11,6 bilhões, o que mostra um grande crescimento comparando com a lucratividade dos R$ 6 bilhões informados no mesmo período do ano passado.

Segundo a companhia, as vendas internacionais correspondem a 64% da receita deste período e, por isso, são em sua maioria responsáveis pelos resultados dos lucros obtidos.

No entanto, a Apple sabe que o mercado de eletrônicos é bastante competitivo e mantém seus pés no chão, trabalhando para que os resultados positivos impulsionem ainda mais a criatividade de inovação tecnológica e a capacidade da empresa em se reinventar. 

Por Anne A. Matioli Dias


A Apple anunciou neste mês de outubro seus lucros após o fim de mais um ano fiscal, entre outubro de 2010 e setembro de 2011. O resultado representa mais um recorde quebrado pela companhia. As vendas subiram cerca de 85% em relação ao ano fiscal anterior e o lucro passa dos 25 bilhões de dólares. Ainda assim, no último trimestre as vendas estiveram abaixo das metas estabelecidas pela gigante da tecnologia. A arrecadação total superou pela primeira vez os 100 bilhões de dólares.

No último ano de Steve Jobs (falecido no último dia 5) a frente da companhia, a Apple vendeu mais de 72 milhões de celulares iPhone em todo o mundo. Também foram vendidos mais de 32 milhões de iPads, a mesma quantidade das vendas de iPods. Segundo os executivos da Apple, os números revelam que as vendas têm duplicado a cada trimestre, exceção ao último.

As maiores vendas da história da gigante foram registradas no trimestre que vai de abril a junho. O aumento se justifica pelo lançamento do novo iPhone, que ocorreu nesse período, e a contratação de Tim Cook, novo CEO da companhia.

Por Mozart Artmann


O LinkedIn, uma das maiores redes sociais do mundo corporativo, irá expandir seu capital. Conforme anuncio oficial divulgado pela imprensa, serão postas a venda cerca de 7,84 milhões de ações, através da chamada IPO (sigla em inglês para “oferta pública inicial”), perfazendo um total de US$ 3 bi. Não é o primeiro IPO feito pela empresa, que no início do ano já havia captado 175 milhões de dólares na mesma modalidade de investimento, mas pode ser considerado o mais impactante até o momento.

Com essa decisão, a empresa pretende captar investidores dentre os, aproximadamente, 100 milhões de usuários de seus serviços (mas não apenas estes) e ganhar cada vez mais força globalmente. Ficou estabelecido que o preço mínimo por cada ação será em torno de 32 a 35 dólares, mas o projetado pelo grupo é atingir os US$ 33,50 e, com isso, auferir algo em torno de 146,6 milhões de dólares.

Entre os grupos de acionistas da companhia podem ser citados o Goldman Sachs e a Bain Capital Venture Integral Investors. Ficarão de fora da abertura os atuais investidores Greylock Partners, Sequoia Capital e Bessemer Venture Partners.

Por Alberto Vicente

Fontes: Administradores, Reuters


Enquanto vários setores estão atentos e focados para o Carnaval, outros segmentos já miram um pouco mais além: a Páscoa. A ocasião, em especial, marca a ressurreição de Cristo segundo as crenças religiosas mais tradicionais do país, mas também sinaliza época de compras de ovos de chocolate.

A Associação Paulista de Supermercados (Apas) acredita que as vendas dessa data subirão 5% neste ano em comparação a 2010. A previsão é de que o consumidor não observará diferenças de preços nos ovos, mas sim maior variedade de trufados e a continuidade dos brinquedos-surpresa ao público infantil.

A manutenção do valor do chocolate ao consumidor final será alimentada pelo não repasse do incremento do papel e da manteiga de cacau, uma vez que a indústria continua com a ideia de diminuir a gramatura das embalagens.

Em 2011, de acordo com a Apas, os empresários estimam vendas de até cinco mil toneladas a mais de chocolates em comparação aos resultados do ano passado.

Enquanto aos ovos os preços devem se manter, aos bolos podem crescer cerca de 10%. Em relação ao bacalhau, bons prognósticos: comercialização 4% superior ante 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As festas empresariais de final de ano estão próximas. O comércio prevê bom cenário para este ano, período que poderá refletir as boas conquistas econômicas desde o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009.

Informações divulgadas na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram aumento de 0,4% nas vendas varejistas no mês de setembro em comparação a agosto, ou seja, o quinto período seguido de expansão. A entidade afirma que o dólar desvalorizado contribuiu para o índice.

No confronto anual, mensura o IBGE, a alta constatada chegou a 11,8%, outro recorde para o mês de setembro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam resultados inferiores, de 0,15% e 11,1% respectivos.

Para Reinaldo Pereira, economista do IBGE, o câmbio transita por todos os segmentos e aqueles que apresentaram maior crescimento certamente foram favorecidos. Os destaques ficaram para eletrodomésticos e móveis e equipamentos para informática, escritório e comunicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que ainda conta com a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), os materiais de construção tiveram vendas menores no mês passado em comparação a setembro. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Material de Construção (Anamaco), a baixa foi de 7% entre um período e outro, com caixas d’água e telhas como as únicas a apresentar crescimento.

O grande destaque (negativo) relacionado pela associação foi o cimento, que obteve arrefecimento de 10% entre setembro e outubro. No acumulado anual, porém, a comercialização no varejo prosperou positivamente para 9% e nos últimos 12 meses finalizados no mês passado, de 10% sobre o período análogo de 2009.

Para 2010 de acordo com o portal R7, a Anamaco acredita no avanço de 11% na comercialização de itens de materiais de construção em comparação ao ano passado, ocasião na qual o segmento contabilizou recorde de faturamento de aproximados R$ 45 bilhões.

Embora a queda entre um mês e outro possa preocupar alguns, segundo Cláudio Conz, presidente da entidade, as vendas deverão se recuperar e novembro poderá se situar como um mês de recorde, dado o otimismo direcionado pelos comerciantes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança do brasileiro tem espalhado efeitos positivos em vários setores. Caso inserido neste contexto foi constatado na comercialização real dos supermercados, que avançou 4,83% no mês passado em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Brasileira dos Supermercados (Abras), porém, houve arrefecimento de 0,55% em comparação a agosto deste ano.

Entre janeiro e setembro, de acordo com agência de notícias Reuters, as vendas progrediram 4,75% em comparação ao período similar do ano passado. O valor da cesta AbrasMercado, por sua vez, abalizou crescimento de 6,73% em confronto a setembro de 2009 e avanço de 2,15% ante agosto.

Constituído por mais de 30 produtos de alto consumo, então analisados pela GfK, a cesta içou valor de R$ 276,77. Para a entidade, os supermercados aguardam ascensão superior a 12,5% durante o período do Natal em relação à época análoga de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O varejo brasileiro tem apresentado bom crescimento neste ano, sobretudo se levada em consideração a baixa taxa comparativa de 2009. Segundo o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) por meio do Índice Antecedente de Vendas (IAV), o avanço nas vendas pelo setor aumentou 7,9% no mês passado em comparação ao período igual de um ano atrás.

Um pouco mais ameno em relação ao percentual acima conferido, para outubro o instituto avalia que o crescimento será de 7,7%, também no confronto anual, podendo subir para 7,9% em novembro, mas decrescendo, mais uma vez, no mês de dezembro. De acordo com o portal R7, pelo Índice a média anual da comercialização realizada pelo comércio abarcará 7,1%, portanto, a maior da série histórica, uma vez quem no ano passado e em 2008 se observou percentagens de 3,9% e 3,6, respectivamente.

Ratificando informações oficiais emitidas por institutos especializados e pelo governo brasileiro, o ingresso de cidadãos na classe média do país (cerca de 50,5% do total de pessoas) explica o aquecimento do consumo.

Por segmento, o de bens duráveis é o que melhor se comportou no período base em questão, com incrementos acima de 10%. No trimestre iniciado em setembro, estima-se que as vendas extrapolem o índice de 13% em relação ao período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor habitacional brasileiro vive um momento diferenciado. Fontes oficiais e de representantes do segmento indicam altas vendas, ratificando, deste modo, o acesso ao crédito mais amplo do consumidor, o aumento do número de empregos e, por que não, da renda do trabalhador.

Mesmo com o ritmo forte, em agosto a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caiu 48,4% em comparação a julho. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram vendidas 1.638 unidades.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, os resultados de agosto ocorreram devido a impasses para a viabilidade de projetos, acarretando em diminuição da participação de São Paulo no total de lançamentos para 34,1% do total. Em nota, ressalta que a cidade representava parcela acima de 83% no princípio de 2004.

Em contrapartida, segundo a agência de notícias Reuters, no acumulado anual mais de 21,8 mil unidades foram comercializadas, número superior em 8,9% às vendas realizadas no período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança e o otimismo da população e dos empresários são considerados reflexos do atual ambiente econômico do país. Emprego em abundância, dizem fontes oficiais, acesso facilitado ao crédito e maior poder aquisitivo compõem uma das tríades mais mensuradas nas últimas semanas.

Mônica Bergamo, colunista da BandNews FM, acredita que neste ano o varejo terá um dos melhores resultados em toda sua história. Buscando anteceder informações a serem veiculadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços  e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) possivelmente neste semana, assinala que o faturamento do comércio extrapolou a barreira de R$ 8 bilhões em agosto passado. Se confirmado, incremento de 6% em comparação ao mês igual de 2009.

O lucro entre janeiro e agosto de 2010, revela a Band Online, poderá ultrapassar o índice de 6% em confronto aos oito meses iniciais do ano passado. Por enquanto, faz-se necessário aguardar dados oficiais. A tendência converge para essa previsão, uma vez que o resultado, além de outros fatores, poderá ter ajuda das férias escolares no caso de pagamentos parcelados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta na renda da população, o aumento do número de empregos pelo país desde o início deste ano e a desvalorização do dólar ante o real impulsionaram as vendas no varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ascensão chegou a 2% entre agosto e julho e 10,4% em relação ao oitavo mês do ano passado.

Coordenadas enunciadas pelo IBGE em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters apontam que a comercialização no varejo brasileiro conquistou, com a percentagem, o melhor resultado para um mês de agosto desde 2000, ano em que a série histórica foi iniciada. Para Reinaldo Pereira, economista do Instituto, a desvalorização da moeda norte-americana é importante, pois por meio dos importados mais rentáveis, o equilíbrio de preços tem considerável contribuição.

Outro ponto positivo observado por Pereira são as variáveis emprego e massa salarial, que permanecem como cruciais motivadores para o aumento das vendas. Como exemplificador, o economista observa o efeito do dólar em hipermercados e supermercados, eletrodomésticos e móveis, tornando cada item importado mais barato.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As estimativas calculadas para as vendas do comércio ao Dia das Crianças parecem ter sido atendidas e até extrapoladas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, a comercialização de produtos entre 5 e 11 de outubro foram maiores em 12% em comparação à mesma semana do ano passado. Somente nos dias 8 e 10, o percentual abalizado foi superior em 8,5% ao final de semana correspondente de 2009.

O crescimento na cidade de São Paulo, segundo o portal de notícias G1, avançou 7,5% ante a semana similar do ano passado. No final de semana, diferente e positivamente, as vendas realizadas na capital paulista cresceram 11,9% no confronto ao final de semana análogo de um ano atrás.

A Serasa pondera que o crescimento das oportunidades de emprego formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, incidirá no número de consumidores que receberão a primeira parcela do 13º salário, possibilitando, portanto, parcelamentos mais extensos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que movimenta a economia com grande tenacidade é o de materiais de construção, que no mês passado apresentou avanço nas vendas de 1,5% em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), no acumulado anual até setembro a alta chegou a 10,6% em comparação ao mesmo período de um ano antes.

A Anamaco também pondera que nos 12 meses encerrados em setembro, o crescimento foi de 9,5% sobre o período igual e imediatamente anterior. Dividido por esferas de atuação, fios, cabos, aço e tinta cresceram 2% (cada), diferentemente de tubos, argamassas e conexões, que arrefeceram entre 3,5% e 4%.

Claudio Conz, presidente da Anamaco, examina que a atuação da comercialização a ser realizada em outubro deverá sofrer influência do anunciado fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), previsto para encerrar no último dia deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


O varejo brasileiro mantém-se otimista para a contabilização das vendas a serem realizadas neste ano. Segundo Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a comercialização do setor deverá crescer a até 11% em comparação aos números constatados em 2009.

A confederação pondera que o crescimento de parcelamentos e a confiança dos consumidores incidirão, especialmente, no Natal. No mês passado, por exemplo, houve contração de 4,65% nas consultas realizadas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) entre agosto e setembro, algo que para Pellizaro já era esperado. Para isso resume ser uma queda natural, incidindo, portanto, no resultado abalizado.

Antes do Natal, porém, virá o Dia das Crianças. Para essa eventualidade, a CNDL estima aumento de 8,5% nas vendas deste ano em comparação a 2009. O grande incremento deverá ser sentido nos grandes centros em virtude do maior apelo publicitário, diferentemente do interior, que não conta com os mesmos recursos e necessidades.

Para Pellizaro, de acordo com o Estadão, a compra média para cada criança deverá manter a mesma constatação de 2009, ou seja, de R$ 50.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com crescimento amplo nos últimos anos, principalmente nos meses iniciais de 2010, o comércio eletrônico pelo país mantém a tendência pela qual analistas e especialistas têm conjeturado: contínuo desenvolvimento. Entre janeiro e julho o incremento observado pelo setor foi superior em 41,2% ao diagnosticado no período similar do ano passado.

De quebra, avalia reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, o faturamento, de R$ 7,8 bilhões, foi mais amplo em relação às vendas realizadas pelos shopping centers da Grande São Paulo, que arrecadou R$ 7,2 bilhões. Segundo pesquisa divulgada pela E-bit em sociedade com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), a região metropolitana do Estado foi responsável por R$ 1,25 bilhão, avanço de 29,3% sobre o período similar de 2009.

Para Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Fecomercio-SP, se o crescimento continuar na mesma tendência, certamente as vendas realizadas pela rede mundial de computadores ultrapassarão as realizadas pelas lojas de departamento e de móveis e decoração.

À 2010, crê a E-bit, o comércio online deverá movimentar R$ 14,3 bilhões, cifra superior em 25% à constada em 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Datas comemorativas são tidas pelo comércio brasileiro (e mundial) como altamente positivas às vendas pretendidas, pois em ocasiões natalinas, por exemplo, os cidadãos tendem a dispensar maiores quantias em favorecimento a si e ao próximo. Presentes, comidas e bebidas movimentam todo e qualquer final de ano, algo que deverá ser interessante a 2010, conforme previsões dos empresários.

Estudo divulgado na última quinta-feira, 23 de setembro, pela empresa de análise de crédito Serasa Experian indica que a maioria dos empresários (57%) deverá rever suas perspectivas para o fim deste ano, enquanto outros 87% aguardam comercialização acima das previsões anteriores. Os segmentos comerciais e de serviços, sobretudo de pequeno e médio porte, deverão ser os responsáveis pelo aumento dos índices de expectativas.

Matéria divulgada pelo portal de notícias R7 menciona ser a região do Nordeste a mais otimista por 94% dos empresários, seguida pelo Norte, com representação de 87%, e depois pelo Sudeste, 86%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Algumas empresas têm aproveitado bem a retomada das atividades econômicas mundiais, sobretudo os países emergentes, que por meio de suas várias ações conseguiram diminuir os principais e nocivos efeitos da crise financeira do biênio 2008 e 2009. A Basf, considerada a maior fabricante de produtos químicos do globo, elevou a previsão de vendas neste ano e de quebra assinalou que a atuação no atual bimestre, o terceiro, superará as perspectivas do mercado.

A justificativa, avalia Juergen Hambrecht, presidente-executivo da companhia, é a forte demanda da China, que contribuirá num todo ao aumento dos negócios da Basf entre julho e agosto deste ano. Analistas acreditam que o lucro operacional acertado ascenderá 57% no terceiro trimestre, para 1,96 bilhão de euros.

A agência de notícias Reuters avalia que costumeiramente o setor químico em todo o mundo apresenta os piores resultados entre julho e setembro, sobretudo no hemisfério norte. O presidente-executivo da Basf avalia correlativamente aos resultados aguardados para o terceiro bimestre que 2010 trará alta nas receitas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O empresariado e os consumidores brasileiros procuram expandir, respectivamente, tanto suas áreas de atuação como suas compras. O cenário do país reflete os atuais números e as projeções futuras, proferidas inclusive ao número empregatício.

Boas prerrogativas também se estendem a outras áreas, como é o caso do varejo, que deve apresentar expansão em seu faturamento real de 7,4% em setembro em comparação ao nono mês do ano passado – com desconto inflacionário. De acordo com o Índice Antecedente de Vendas (IAV) enunciado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), um motivador é o aquecimento do mercado de trabalho, algo que incide na ampliação da renda do brasileiro.

O IDV acredita que no acumulado anual entre janeiro e setembro em confronto aos nove meses iniciais do ano passado o faturamento real das vendas deverá abalizar expansão de 6,7% puxada pelo setor de bens duráveis, o mais otimista para com o futuro, pois prevê avanço médio mensal de 13% entre o mês em questão (setembro) e novembro.

O IDV tem por base, de acordo com o Estadão, as previsões das mais de três dezenas de varejistas sondadas (Riachuelo, Livraria Cultura, Lojas Renner entre outras), que por sua vez acreditam na continuidade de crescimento oriundo de produtos de telefonia, imóveis, materiais de construção, informática e eletrodomésticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A agricultura brasileira movimenta altas cifras todos os anos, tanto a partir dos pequenos produtores rurais como, também, por meio das grandes empresas do setor. Para assegurar boa saúde ao plantio são inúmeros os recursos empregados, dentre eles os defensivos agrícolas, ou como a própria Embrapa cita, agrotóxicos.

A comercialização de fertilizantes, eficazes para prover as carências em substâncias essenciais à sobrevivência dos vegetais, sintetizou 13,58 milhões de toneladas desde o inicio de 2010 até o mês passado, avanço de 2,4% em comparação ao período idêntico de 2009. Segundo a Associação para a Difusão de Adubos (Anda), somente em agosto o crescimento chegou a 5,4%, ou mais de 2,7 milhões de toneladas. A entidade pondera que a expansão observada nas vendas de fertilizantes espelha a robusta demanda para as culturas de algodão, café e cana-de-açúcar.

Informações emitidas pelo portal de Economia Terra assinalam que a produção brasileira de fertilizantes intermediários, ou seja, aqueles utilizados na confecção do produto final tal como os produtores tem em mãos, abrangeu 6,04 milhões de toneladas, ascensão de 13,9% entre janeiro e agosto de 2010 ante o período semelhante de 2009.

Bifurcado por regiões, o maior volume de entregas ficou a cargo de Mato Grosso, com quase 2,6 milhões de toneladas, diferentemente da situação no Paraná, onde houve arrefecimento de 13,7%, correspondente, pois, à menor demanda para o milho como maneira de compensação à redução da área destinada ao trigo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor de construção civil tem conquistado bons frutos nos últimos meses graças ao momento de expansão da economia pelo qual o Brasil atravessa. O programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” é um dos responsáveis, avaliam alguns, apesar de várias unidades residenciais não se enquadrarem em suas diretrizes.

No mês passado a comercialização de materiais de construção pela nação cresceu 9,86% em agosto ante o mês similar de 2009. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), na comparação mensal a ampliação cerceou singulares 2,58%, enquanto no acumulado anual, diferentemente, o índice ultrapassou a barreira de 16,9%.

A Abramat pondera que no mês passado os materiais de acabamento obtiveram resposta mais positiva em comparação aos insumos básicos, com avanço anual de 14,82%. No confronto mensal a tendência se repetiu, com crescimento de apenas 0,29% do segundo e 0,38% do primeiro.

Se as vendas refletem bem o cenário brasileiro, de acordo com a agência de notícias Reuters em paráfrase aos dados emitidos pela Abramat o nível de novas oportunidades no mercado de trabalho também cresce proporcionalmente por meio do índice 12,33% em agosto perante o mês igual de 2009 e 0,63% em relação a julho.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nova geografia econômica mundial, segundo alguns especialistas, poderá mudar nos próximos anos. Após a crise financeira global do biênio 2008 e 2009, parte dos países desenvolvidos custa em restabelecer suas atividades e índices de grande incômodo, tais como desemprego. As nações emergentes, no sentido inverso, parecem ter conseguido lidar bem com o colapso, caso como este o Brasil.

A Caterpillar, empresa especializada na composição de maquinário a agricultura e construção civil, anunciou recentemente que a comercialização de suas máquinas cresceu 37% entre junho e agosto deste ano em comparação ao período similar de 2009. A América Latina, admite a companhia, é o grande destaque, pois representou ampliação de 57% nas vendas.

Aproveitando o ensejo mesmo sem os detalhes anteriormente descritos em mãos, o grupo asseverou que Campo Largo, no Paraná, receberá sua segunda fábrica dentro do país, unidade que será responsável pela confecção de carregadeiras e retroescavadeiras, com estimativa de início das atividades no segundo semestre do ano que vem.

Os dados obtidos no bloco latinoamericano foram bem altos ante às vendas contabilizadas na América do Norte, que aumentaram 40% entre junho e agosto de 2010 e o período análogo de 2009. Na região oriental asiática o avanço foi de 32%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Considerado termômetro da economia, o papelão ondulado conseguiu contabilizar no mês de agosto a comercialização de quase 124 mil toneladas, superior em 10,34% ante o período igual de 2009. Segundo a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), entidade representante do setor, em confronto a julho de 2010, por outro lado, baque de 1,78% foi sentido.

No acumulado anual até agosto, avalia a ABPO em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters, as vendas aglomeram expansão de 17,19% ante o período compreendido entre janeiro e agosto do ano passado, situação que totaliza exatas 1.687.592 toneladas, ou média mensal de quase 211 mil toneladas.

O papelão ondulado, item muito conhecido entre a população brasileira, é utilizado para a expedição de acessórios e caixas de vários modelos e tamanhos. É considerado como um termômetro porque reflete, segundo a Folha UOL, o ritmo de expansão da atividade econômica. Ecoa, por exemplo, o ritmo da produção do segmento e o número de encomendas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da atividade econômica do Brasil é um assunto que se estende desde alguns meses atrás até a atualidade, justamente devido à postura adotada pelo governo e pela população brasileira, a última, que se aproveitou dos benefícios fiscais para adquirir bens. Fogões, geladeiras e máquinas de lavar (linha branca) participaram de todo o processo, mas não em sua totalidade, porque o setor habitacional também alavancou bons percentuais ao Produto Interno Bruto (PIB) – mais alguns exemplos podem figurar.

Durante a Copa do Mundo da África o país do futebol e todos os brasileiros que por aqui ficaram dispensaram montante considerável para comprar televisores, pois o comércio soube muito bem aproveitar o clima de euforia para angariar mais lucros. E se o assunto é eletroeletrônico, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) o faturamento do segmento ascendeu 18% nos seis meses iniciais de 2010 ante o período igual do ano passado.

Mesmo com o mundial de futebol as categorias que mais conseguiram alta nas vendas foram os de utilidades domésticas, com crescimento de 42%, e de equipamentos industriais, com expansão de 29%. O mercado interno, segundo menção da Abinee em reportagem veiculada pela Folha UOL, foi o percussor do desempenho positivo, pois as empresas ainda encontram certa resistência na exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ponto de vista econômico é altamente favorável ao Brasil, capaz de situar o país em um dos locais mais rentáveis para investimentos. O mercado interno, que abarca a mesma positividade, observou crescimento ascendente principalmente nos primeiros meses de 2010, pois atualmente, queda em algumas das atividades é considerada normal após a forte expansão inicial.

Um dos setores que melhor se posicionou nesse ínterim foi o habitacional, em partes pelo famigeradíssimo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. A cidade de São Paulo, uma das regiões mais beneficiadas em toda a nação devido a possibilidades de alocação de novas residências e poder de consumo da população apresentou alta nas vendas de imóveis novos em 18,4% nos primeiros seis meses deste ano em confronto anual totalizando 17 mil unidades.

O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) diagnosticou as residências de dois quartos como as maiores representantes dessa ascensão, correspondente a 35,3% de todo o crescimento, bem pouco à frente dos lares com três dormitórios, que chegaram a 35,1% da parcela comercializada.

Somente em junho, segundo a agência de notícias Reuters, foram vendidas 3,4 mil residências na cidade paulistana, arrefecimento de 5,6% em comparação ao período igual do ano passado, porém superior em 79% ao constatado em maio último.

Por outro lado, o portal de notícias G1 salientou que as vendas de novos lares em São Paulo caíram 10,4% no segundo trimestre de 2010 em comparação ao intervalo similar de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou na semana passada que o comércio varejista teve crescimento de 1% em junho em relação ao mês anterior. Este é o segundo aumento no volume de vendas no varejo seguido, de acordo com a pesquisa do IBGE.

Em maio, o aumento nas vendas do varejo foi de 1,4%. Entre os meses de janeiro a junho de 2010, o crescimento na rede varejista foi de 11,5%. Já entre o período de junho de 2009 e junho de 2010, o crescimento nas vendas do setor foi de 9,3%.

O maior aumento nas vendas foi identificado nos setores de material para escritório, informática e comunicação. A venda de artigos de uso pessoal e doméstico também tiveram bons resultados no mês, de acordo com o IBGE.

Por Luana Neves


O Rio de Janeiro já começou a se preparar para receber a Copa do Mundo de 2014 por meio do Maracanã, dos meios de transportes e da rede hoteleira, bem como as Olimpíadas de 2016 (a serem realizadas unicamente dentro do Estado). O ritmo de obras, preocupante, deverá ser acelerado nos próximos meses como parte do cumprimento para com as exigências dos comitês internacionais, entre eles a Federação Mundial de Futebol (Fifa).

Enquanto os eventos parecem distantes, a cidade carioca tem conseguido bons números no seu varejo. De acordo com a Fecomercio-RJ, o mês de junho foi o melhor para o comércio local desde o início da série, em 2002. Somente no primeiro semestre deste ano o segmento apresentou alta de 2,5% em comparação ao período igual de 2009.

João Carlos Gomes, superintendente de economia e pesquisas da Fecomercio-RJ, avalia em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 que nos primeiros seis meses do ano passado os efeitos da crise financeira global emitiram base fraca comparativa a 2010 contra 2009. Entretanto, o crescimento no número de empregos e na renda, bem como o maior acesso ao crédito, foram importantes para o índice conquistado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com o IBGE as vendas do varejo cresceram, em Junho de 2010, 11,3% sobre o mesmo mês do ano passado. Apesar da forte queda nas vendas em abril, a estimativa é positiva, tendo em vista o crescimento consecutivo da receita nominal desde os últimos seis meses apontado pelos indicadores de base fixa

O aumento nas vendas cresceu em cinco das dez atividades pesquisadas que estão a seguir: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação(5,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,2%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%); Tecidos, vestuário e calçados (1%); Móveis e eletrodomésticos (0,6%); Veículos e motos, partes e peças (-0,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,9%); Combustíveis e lubrificantes (-1,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%) e Material de construção (-3,1%).

Os cinco estados que obtiveram melhor resultado nas vendas do varejo foram, em 1º lugar o TO, 2º RO, 3º AC, 4º RR e 5º MS. Vale ressaltar que desde 2004 quando os índices sobre o comércio passam a ser analisados semestralmente e apresentar resultados positivos, esse foi o melhor percentual  já conseguido.

Para mais informações acesse o site do IBGE.

Por Roberta Lima


De acordo com a Associação Brasileira de Empresas de Vendas Diretas (ABEVD), o setor de vendas por profissionais autônomos vem crescendo nos últimos tempos.

Segundo a ABEVD, no primeiro semestre deste ano foi registrado um valor de R$11,8 bilhões em movimentações no negócio, o que indica um crescimento de 21,2% em relação ao mesmo período do ano anterior. Desconsiderando a inflação, tem-se um valor real de 16,4% de aumento no volume de vendas do setor. Além disto, também houve elevação no número de revendedores cadastrados, com um valor 16,7% maior nos primeiros seis meses de 2010 em relação ao primeiro semestre de 2009.

A maior parte do setor de vendas diretas é formada por produtos de cuidados pessoais, que representa 88% do segmento. A ABEVD possui atualmente 46 associados, onde estão inclusos empresas de vendas diretas, fornecedores e consultores.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Band


A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou nesta quinta-feira, 29 de julho de 2010, que no mês de junho deste ano as vendas nos supermercados aumentaram em relação ao mesmo mês do ano anterior, numa porcentagem de 4,92%. Com isto, o lucro destas empresas aumentou, o que gerou a contratação de novos funcionários.

Um dos responsáveis pelo crescimento nas vendas do setor foi a Copa do Mundo deste ano, que promoveu uma maior saída das bebidas em geral, em especial as alcoólicas, cujo aumento foi de 15%. Já com relação ao mês anterior, o mês de junho deste ano apresentou uma maior elevação nos preços da mandioca, seguido por xampu e queijo prato.

Ainda no primeiro semestre deste ano houve uma contratação recorde de novos funcionários, num total de 1.473 milhão, em relação às 299.506 vagas oferecidas no mesmo período de 2009.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Com a comodidade proporcionada pela internet, trabalhar com revenda pode ser muito fácil, lucrativo e dispensar altos investimentos. Para isso, compre da China e obtenha grandes lucros.

Quem sabe como importar da China, consegue comercializar produtos adquiridos de forma barata e com redução de impostos de importação a preços de mercado.

Importar da China funciona da seguinte forma: o importador compra de seu fornecedor na China através do sistema de Drop Shipping, ou seja, entrega o produto em outro endereço e para outro destinatário. O importador trabalha como uma espécie de representante comercial. A diferença é que o preço de venda é estipulado por ele e não pelo fabricante. Em resumo, o importador vende ao cliente o produto do fornecedor, que por sua vez recebe o pedido e o pagamento do importador, mas entrega o pedido ao cliente, que pagou para o importador.

Embora pareça fácil e lucrativo, o negócio precisa ser bem administrado, pois mesmo o investimento financeiro sendo quase nulo, o sucesso se dará pela qualidade do serviço prestado, logo, o cliente precisa receber o produto e com certa presteza.

É muito importante não mentir para o cliente. Alguns vendedores oferecem produtos com prazo de entrega muito curto e não conseguem cumprir, perdendo a credibilidade. Nesse tipo de negociação, a entrega do produto pode demorar até 25 dias para acontecer.

Quando alguém resolve comprar da China e vender os produtos aqui no Brasil, deve ter em mente que, se o produto for tarifado na Receita Federal, o lucro pode ficar todo ali, pois em média a cobrança gira em torno de 60% do preço real do produto no nosso país. Por isso, ter boas indicações de fornecedores confiáveis e experientes pode representar a solução para esse problema.

Muitos empreendedores têm conseguido ganhar muito dinheiro com esse tipo de comércio, que não exige, sequer, estoque mínimo, muito menos emissão de nota fiscal, uma vez que não é o vendedor quem realmente fatura o produto, ficando a cargo do fornecedor esta tarefa.

Para aprender mais sobre o assunto, pesquise alguns casos de sucesso e manuais de quem tem experiência e lucro nesse negócio.

Por Juliana Fernandes


O crescimento do Brasil pode ser conjeturado sob várias ópticas, uma delas, em especial, o Produto Interno Bruto (PIB), que somente no primeiro trimestre deste ano alçou o percentual de 2,7% em comparação aos três meses anteriores e 9% em confronto anual. Além desse perfil, por assim dizer, existe a ampliação em outras áreas, como é o caso do aumento nos índices de emprego.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a comercialização no varejo do país voltou a ascender em maio, incentivada pelos segmentos de combustíveis, construção e supermercados. A entidade avalia que o baque em abril foi somente uma expressa ocasião de acomodação após 90 dias de expansão acentuada.

O percentual conquistado foi de 1,4% em maio em comparação a abril e outros 10,2%, conforme reportagem da agência de notícias Reuters, sobre mês similar do ano passado. Reinaldo Pereira, economista do IBGE, indica que existe, na atualidade, circunstâncias favoráveis a isso, tais como aumento da massa salarial da população, maior acesso ao crédito, equilíbrio de preços e percentuais inflacionários dentro da meta apregoada pelo governo.

Juntamente a fatores, atesta Pereira, as compras antecipadas à Copa do Mundo e o próprio Dia das Mães contribuíram para a melhora no varejo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mês de maio deste ano apresentou um aumento nas vendas do comércio varejista em relação ao mês anterior em 1,4%. Já com relação ao mesmo mês do ano anterior a variação é de 10,2%.

O segmento do comércio que mais se destacou no resultado positivo das vendas foi o de material de construção, com elevação de 2,4%, seguido pelos estabelecimentos das áreas de combustíveis e lubrificantes e, em terceiro, ficou o ramo de papelaria e publicações impressas. Em relação ao ano passado, os dois Estados brasileiros que apresentaram maior destaque no volume de vendas foram Rondônia e Tocantins, com alta de mais de quarenta por cento.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, IG Economia


Em toda copa do mundo o McDonald's, que também é um dos patrocinadores,  aproveita para lançar seus lanches especiais, criados com pães, carnes, saladas e molhos diferenciados, inspirados e em homenagem aos países favoritos da copa do mundo.

Os sete sanduíches (Mc Espanha, McArgentina, Mc França, McBrasil, Mc EstadosUnidos, Mc Itália e Mc Alemanha) se despedem este ano. As vendas terminam na sexta feira, dia 25 de junho, e representaram para a marca de Fast Food um crescimento de 13% nas vendas e um total aproximado de 1,2 milhões de lanches.  

Agora ou corra já para um McDonald's e aproveite os últimos momentos, ou só daqui quatro anos na próxima copa. 

Por Teresa Almeida


Dados divulgados nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que as vendas no comércio varejista registraram quedas de 3% em abril em comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2009, houve alta de 9,1%. É a maior queda mensal desde o inicio do registro em 2000.

Das 10 atividades pesquisadas pelo IBGE, apenas duas registram crescimento: Produtos de uso doméstico e pessoal (+2,5%) e Vestuário, Tecidos e calçados (+2,2%)

Móveis e eletrodomésticos ficaram estáveis. Esse resultado pode ser atribuído as vendas relacionadas à Copa do Mundo.  Já os hipermercados, supermercados, alimentos e bebidas apresentaram queda de 0,7%. Veículos e motos também apresentaram queda de 11,7%. Em relação ao ano passado, todas as áreas avaliadas demonstraram crescimento.

Fonte G1

Por Fernanda Peixoto


Há apenas algumas horas de terminado o Dia dos Namorados, o setor varejista do país já conseguiu emitir informações sobre as vendas do segmento, data coincidente à Copa do Mundo de 2014 – que muito provavelmente estimulou a comercialização de produtos pertinentes ao evento, como é o caso de camisetas e acessórios da seleção brasileira e celulares ou televisores de última geração.

A Serasa Experian divulgou na segunda-feira, 14 de junho, que as vendas do comércio varejista cresceram quase 11% entre os dias 6 e 12 deste mês em comparação ao período similar do ano passado, índice que superou a expectativa de ampliação da comercialização do segmento (4,2%).

O portal de economia do Estadão relata que na capital paulista as vendas conseguiram ascensão de 6,5% na semana da comemoração e 12,7% no sábado e domingo. A entidade avalia que o fator clima somado às promoções e a maior probabilidade de parcelamento motivaram o crescimento.

O comércio deverá projetar novas estratégias para manter os percentuais, não tão elevados, claro, mas suficientes para manter o setor aquecido. A já relacionada Copa do Mundo é um meio imediato, dependente, praticamente, do resultado a ser obtido pela equipe do técnico Dunga na África.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia do país pode ser medida a partir de vários setores, como é o caso do segmento de veículos automotores e, em especial, o da construção civil, que muito tem crescido em virtude do programa “Minha Casa, Minha Vida” e das obras de construção, reforma e ampliação de estádios e dependências voltados à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016.

Não muito atrás, nesse sentido, figura o papelão ondulado. De acordo com a Associação Brasileira do Papelão Ondulado (ABPO), em maio houve aumento de 9,74% na comercialização dessa matéria ante abril e outros 22,5% em relação ao período igual do ano passado. Segundo o portal mercado UOL, os dados ainda são provisórios e deverão ser revistos em breve.

A explicação para ser considerado termômetro da economia tem por base a expectativa dos empresários, pois reflete o ritmo da produção do segmento e as encomendas a partir de várias empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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