O IBGE divulgou nesta última quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – dados atualizados com relação ao comércio de varejo no Brasil.

O estudo foi realizado a partir da análise de dez setores de comércio com sete deles tendo resultados satisfatórios no mês de outubro de 2012.

Segundo as pesquisas houve um aumento nas vendas de 0,8% no mês de outubro e de 9,1% quando comparado com o mesmo período do ano de 2011.

Ao considerar o faturamento das empresas, o comércio de varejo teve um aumento de 1,1% em outubro e de 13,9% na comparação com o ano anterior.

Esta alta no setor de comércio é um bom indicador já que o consumo consiste no pilar da economia do Brasil e o seu crescimento aponta para uma melhora econômica do país como um todo.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o Banco do Brasil divulgou a preparação para emitir cerca de 8 milhões de reais em Letras de Crédito Imobiliário.

Estes papéis públicos serão vendidos para investidores do varejo e possuem como grande objetivo aumentar a capacidade da entidade bancária para oferecer financiamentos voltados para imóveis.

No momento, o Banco do Brasil possui uma carteira de financiamento imobiliário de 12 bilhões de reais apenas no mês de novembro de 2012 que representou um aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com relação à data para esta venda, Ivan Monteiro – executivo do Banco do Brasil – afirmou que será em breve esperando apenas os ajustes finais da Bovespa para realizar a ação.

Por Ana Camila Neves Morais


As festas empresariais de final de ano estão próximas. O comércio prevê bom cenário para este ano, período que poderá refletir as boas conquistas econômicas desde o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009.

Informações divulgadas na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram aumento de 0,4% nas vendas varejistas no mês de setembro em comparação a agosto, ou seja, o quinto período seguido de expansão. A entidade afirma que o dólar desvalorizado contribuiu para o índice.

No confronto anual, mensura o IBGE, a alta constatada chegou a 11,8%, outro recorde para o mês de setembro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam resultados inferiores, de 0,15% e 11,1% respectivos.

Para Reinaldo Pereira, economista do IBGE, o câmbio transita por todos os segmentos e aqueles que apresentaram maior crescimento certamente foram favorecidos. Os destaques ficaram para eletrodomésticos e móveis e equipamentos para informática, escritório e comunicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O varejo brasileiro tem apresentado bom crescimento neste ano, sobretudo se levada em consideração a baixa taxa comparativa de 2009. Segundo o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) por meio do Índice Antecedente de Vendas (IAV), o avanço nas vendas pelo setor aumentou 7,9% no mês passado em comparação ao período igual de um ano atrás.

Um pouco mais ameno em relação ao percentual acima conferido, para outubro o instituto avalia que o crescimento será de 7,7%, também no confronto anual, podendo subir para 7,9% em novembro, mas decrescendo, mais uma vez, no mês de dezembro. De acordo com o portal R7, pelo Índice a média anual da comercialização realizada pelo comércio abarcará 7,1%, portanto, a maior da série histórica, uma vez quem no ano passado e em 2008 se observou percentagens de 3,9% e 3,6, respectivamente.

Ratificando informações oficiais emitidas por institutos especializados e pelo governo brasileiro, o ingresso de cidadãos na classe média do país (cerca de 50,5% do total de pessoas) explica o aquecimento do consumo.

Por segmento, o de bens duráveis é o que melhor se comportou no período base em questão, com incrementos acima de 10%. No trimestre iniciado em setembro, estima-se que as vendas extrapolem o índice de 13% em relação ao período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança e o otimismo da população e dos empresários são considerados reflexos do atual ambiente econômico do país. Emprego em abundância, dizem fontes oficiais, acesso facilitado ao crédito e maior poder aquisitivo compõem uma das tríades mais mensuradas nas últimas semanas.

Mônica Bergamo, colunista da BandNews FM, acredita que neste ano o varejo terá um dos melhores resultados em toda sua história. Buscando anteceder informações a serem veiculadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços  e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) possivelmente neste semana, assinala que o faturamento do comércio extrapolou a barreira de R$ 8 bilhões em agosto passado. Se confirmado, incremento de 6% em comparação ao mês igual de 2009.

O lucro entre janeiro e agosto de 2010, revela a Band Online, poderá ultrapassar o índice de 6% em confronto aos oito meses iniciais do ano passado. Por enquanto, faz-se necessário aguardar dados oficiais. A tendência converge para essa previsão, uma vez que o resultado, além de outros fatores, poderá ter ajuda das férias escolares no caso de pagamentos parcelados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta na renda da população, o aumento do número de empregos pelo país desde o início deste ano e a desvalorização do dólar ante o real impulsionaram as vendas no varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ascensão chegou a 2% entre agosto e julho e 10,4% em relação ao oitavo mês do ano passado.

Coordenadas enunciadas pelo IBGE em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters apontam que a comercialização no varejo brasileiro conquistou, com a percentagem, o melhor resultado para um mês de agosto desde 2000, ano em que a série histórica foi iniciada. Para Reinaldo Pereira, economista do Instituto, a desvalorização da moeda norte-americana é importante, pois por meio dos importados mais rentáveis, o equilíbrio de preços tem considerável contribuição.

Outro ponto positivo observado por Pereira são as variáveis emprego e massa salarial, que permanecem como cruciais motivadores para o aumento das vendas. Como exemplificador, o economista observa o efeito do dólar em hipermercados e supermercados, eletrodomésticos e móveis, tornando cada item importado mais barato.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O varejo brasileiro mantém-se otimista para a contabilização das vendas a serem realizadas neste ano. Segundo Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a comercialização do setor deverá crescer a até 11% em comparação aos números constatados em 2009.

A confederação pondera que o crescimento de parcelamentos e a confiança dos consumidores incidirão, especialmente, no Natal. No mês passado, por exemplo, houve contração de 4,65% nas consultas realizadas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) entre agosto e setembro, algo que para Pellizaro já era esperado. Para isso resume ser uma queda natural, incidindo, portanto, no resultado abalizado.

Antes do Natal, porém, virá o Dia das Crianças. Para essa eventualidade, a CNDL estima aumento de 8,5% nas vendas deste ano em comparação a 2009. O grande incremento deverá ser sentido nos grandes centros em virtude do maior apelo publicitário, diferentemente do interior, que não conta com os mesmos recursos e necessidades.

Para Pellizaro, de acordo com o Estadão, a compra média para cada criança deverá manter a mesma constatação de 2009, ou seja, de R$ 50.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O empresariado e os consumidores brasileiros procuram expandir, respectivamente, tanto suas áreas de atuação como suas compras. O cenário do país reflete os atuais números e as projeções futuras, proferidas inclusive ao número empregatício.

Boas prerrogativas também se estendem a outras áreas, como é o caso do varejo, que deve apresentar expansão em seu faturamento real de 7,4% em setembro em comparação ao nono mês do ano passado – com desconto inflacionário. De acordo com o Índice Antecedente de Vendas (IAV) enunciado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), um motivador é o aquecimento do mercado de trabalho, algo que incide na ampliação da renda do brasileiro.

O IDV acredita que no acumulado anual entre janeiro e setembro em confronto aos nove meses iniciais do ano passado o faturamento real das vendas deverá abalizar expansão de 6,7% puxada pelo setor de bens duráveis, o mais otimista para com o futuro, pois prevê avanço médio mensal de 13% entre o mês em questão (setembro) e novembro.

O IDV tem por base, de acordo com o Estadão, as previsões das mais de três dezenas de varejistas sondadas (Riachuelo, Livraria Cultura, Lojas Renner entre outras), que por sua vez acreditam na continuidade de crescimento oriundo de produtos de telefonia, imóveis, materiais de construção, informática e eletrodomésticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) informou na semana passada que o comércio varejista teve crescimento de 1% em junho em relação ao mês anterior. Este é o segundo aumento no volume de vendas no varejo seguido, de acordo com a pesquisa do IBGE.

Em maio, o aumento nas vendas do varejo foi de 1,4%. Entre os meses de janeiro a junho de 2010, o crescimento na rede varejista foi de 11,5%. Já entre o período de junho de 2009 e junho de 2010, o crescimento nas vendas do setor foi de 9,3%.

O maior aumento nas vendas foi identificado nos setores de material para escritório, informática e comunicação. A venda de artigos de uso pessoal e doméstico também tiveram bons resultados no mês, de acordo com o IBGE.

Por Luana Neves


O Rio de Janeiro já começou a se preparar para receber a Copa do Mundo de 2014 por meio do Maracanã, dos meios de transportes e da rede hoteleira, bem como as Olimpíadas de 2016 (a serem realizadas unicamente dentro do Estado). O ritmo de obras, preocupante, deverá ser acelerado nos próximos meses como parte do cumprimento para com as exigências dos comitês internacionais, entre eles a Federação Mundial de Futebol (Fifa).

Enquanto os eventos parecem distantes, a cidade carioca tem conseguido bons números no seu varejo. De acordo com a Fecomercio-RJ, o mês de junho foi o melhor para o comércio local desde o início da série, em 2002. Somente no primeiro semestre deste ano o segmento apresentou alta de 2,5% em comparação ao período igual de 2009.

João Carlos Gomes, superintendente de economia e pesquisas da Fecomercio-RJ, avalia em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 que nos primeiros seis meses do ano passado os efeitos da crise financeira global emitiram base fraca comparativa a 2010 contra 2009. Entretanto, o crescimento no número de empregos e na renda, bem como o maior acesso ao crédito, foram importantes para o índice conquistado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento do Brasil pode ser conjeturado sob várias ópticas, uma delas, em especial, o Produto Interno Bruto (PIB), que somente no primeiro trimestre deste ano alçou o percentual de 2,7% em comparação aos três meses anteriores e 9% em confronto anual. Além desse perfil, por assim dizer, existe a ampliação em outras áreas, como é o caso do aumento nos índices de emprego.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a comercialização no varejo do país voltou a ascender em maio, incentivada pelos segmentos de combustíveis, construção e supermercados. A entidade avalia que o baque em abril foi somente uma expressa ocasião de acomodação após 90 dias de expansão acentuada.

O percentual conquistado foi de 1,4% em maio em comparação a abril e outros 10,2%, conforme reportagem da agência de notícias Reuters, sobre mês similar do ano passado. Reinaldo Pereira, economista do IBGE, indica que existe, na atualidade, circunstâncias favoráveis a isso, tais como aumento da massa salarial da população, maior acesso ao crédito, equilíbrio de preços e percentuais inflacionários dentro da meta apregoada pelo governo.

Juntamente a fatores, atesta Pereira, as compras antecipadas à Copa do Mundo e o próprio Dia das Mães contribuíram para a melhora no varejo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mês de maio deste ano apresentou um aumento nas vendas do comércio varejista em relação ao mês anterior em 1,4%. Já com relação ao mesmo mês do ano anterior a variação é de 10,2%.

O segmento do comércio que mais se destacou no resultado positivo das vendas foi o de material de construção, com elevação de 2,4%, seguido pelos estabelecimentos das áreas de combustíveis e lubrificantes e, em terceiro, ficou o ramo de papelaria e publicações impressas. Em relação ao ano passado, os dois Estados brasileiros que apresentaram maior destaque no volume de vendas foram Rondônia e Tocantins, com alta de mais de quarenta por cento.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, IG Economia


Quando, aos estrangeiros, é perguntado qual estado ou cidade brasileira conhecem, provavelmente inúmeros responderão “Rio de Janeiro” e/ou “São Paulo”. Algumas regiões do país ainda são desconhecidas no exterior, infelizmente – pois o Brasil possui diversidade riquíssima de costumes e hábitos de norte a sul em seus territórios, desde o famigerado triângulo mineiro até o clima requintado visto no sul, bem como o calor estonteante do Norte.

A Avenida Paulista, considerada o coração financeiro do Brasil, abarca empresas de micro a grande porte, independente da área em que atuam. Porém, um estudo divulgado no princípio desta semana indica que o Centro-Oeste e Nordeste da nação, devido ao aumento de oportunidades nesses locais, fez o país ascender três posições em um ranking global da consultoria AT Kearney.

O estudo, espelhado pelo portal de economia UOL, revela que o varejo do país passou a ostentar a quinta posição nessa lista, que conta, também, com Rússia, China e Índia, além de Chile, Peru e Uruguai entre os dez principais. Devido à alta competitividade na região Sudeste brasileira, esses locais citados anteriormente deverão puxar, de alguma maneira, novos olhares por parte de empresários, principalmente se se considerar as possíveis obras de infraestrutura à Copa do Mundo de 2014 e aos Jogos Olímpicos de 2016. A China, assoalha a consultoria, lidera o ranking.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados nesta semana pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) apontam que as vendas no comércio varejista registraram quedas de 3% em abril em comparação com o mês anterior. Em relação ao mesmo período de 2009, houve alta de 9,1%. É a maior queda mensal desde o inicio do registro em 2000.

Das 10 atividades pesquisadas pelo IBGE, apenas duas registram crescimento: Produtos de uso doméstico e pessoal (+2,5%) e Vestuário, Tecidos e calçados (+2,2%)

Móveis e eletrodomésticos ficaram estáveis. Esse resultado pode ser atribuído as vendas relacionadas à Copa do Mundo.  Já os hipermercados, supermercados, alimentos e bebidas apresentaram queda de 0,7%. Veículos e motos também apresentaram queda de 11,7%. Em relação ao ano passado, todas as áreas avaliadas demonstraram crescimento.

Fonte G1

Por Fernanda Peixoto


Analistas estimam que no segundo semestre deste ano uma queda na comercialização de produtos de várias áreas deverá ocorrer devido a inúmeros fatores. No primeiro trimestre de 2010, porém, alta nas vendas em alguns segmentos foi contabilizada, puxada, principalmente, pela exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores automotivo, materiais de construção e linha branca.

Em abril, mês em que a redução do benefício deixou de existir amplamente, uma queda de 1,3% em comparação a março nas atividades do varejo foi constatada. Em contrapartida, maio voltou a apresentar ascensão, desta vez de 1,4% sobre seu mês anterior.

Segundo a Serasa Experian, órgão responsável por esse levantamento, o crescimento de 2,7% nas vendas em lojas de materiais de construção foi fator predominante na alta, pois, anteriormente, um arrefecimento de 2,5% fora verificado em abril ante março. Outra esfera que obteve elevação foi motos, veículos e peças, bem como alimentos e bebidas, hipermercados e supermercados, com aumento de 0,2% e 0,6%, respectivamente.

No sentido contrário, de acordo com o portal de economia UOL, figuraram em maio em relação a abril o setor de combustíveis e lubrificantes, com baixa de 0,4%, e tecidos, vestuário, acessórios e calçados, com recuo de 0,3%

Para ler mais informações, acesse o UOL aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou que as vendas no setor varejista do país cresceram acima do esperado pelos analistas da Reuters. Segundo a entidade, a elevação foi de 1,6% em fevereiro ante janeiro deste ano e 12,3% em relação ao período igual de 2009.

Especialistas da agência de notícias estimavam alta singela de 0,6% no segundo mês ante os primeiros 31 dias de 2010, bem como exatos 10% em relação a fevereiro do ano passado. Reinaldo Silva Pereira, economista do IBGE, realça que os números indicam crescimento sólido do comércio.

Oito das dez atividades estudadas pelo órgão conquistaram crescimento. Os destaques ficaram por conta de artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos e de perfumaria e cosméticos, além do segmento de tecidos, vestuário e calçados.

A Pereira, o poder de compra dos trabalhadores e os incentivos fiscais adotados pelo governo brasileiro foram os motivos que impulsionaram o crescimento das vendas.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Neste primeiro trimestre de 2010 o grupo Pão de Açúcar tem o que comemorar. Após a incorporação do grupo Ponto Frio de eletrodomésticos, suas vendas líquidas aumentaram 50,2% neste período, em comparação com o ano de 2009.

Desconsiderando as empresas Ponto Frio, o grupo obteve um aumento de 15% nas vendas brutas. Explica-se o bom resultado principalmente por causa da antecipação da campanha da Páscoa, que neste ano ocorreu na primeira semana do mês de abril, ampliando as vendas do mês de março, enquanto que em 2009 a data comemorativa aconteceu na segunda semana de abril.

Dentro do grupo Pão de Açúcar, os nomes que mais se destacaram nas últimas vendas foram: Extra Supermercados, Extra Hipermercados, Extra Eletro e Assaí.

Por Márcia V. L. Galvão


Uma sequência de treze variações mensais positivas mantinha o varejo em evidência. No entanto, em janeiro de 2010, um recuo de 0,8% em relação a dezembro de 2009 foi constatado pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

O principal precursor dessa queda foi o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que assinalou baque de 0,5% no mesmo período analisado devido às recentes elevações do preço do etanol no varejo nacional. Por conta disso, constata-se o segundo mês seguido de queda no setor.

Por outro lado, Materiais de Construção, Hipermercados, Supermercados, Alimentos e Bebidas conquistaram dados positivos. O primeiro segmento mencionado neste parágrafo conquistou destaque em detrimento aos demais ramos, com avanço de 10%.

As medidas de estímulos fiscais fizeram com que o setor de Veículos, Moto e Peças ascendesse 20,8%, seguido por Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, com expansão de 20,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar dos esforços do governo para equacionar e aplicar o desenvolvimento atual em todos os segmentos do comércio, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que, das dez atividades do varejo estudadas, três apresentaram quedas nas vendas em setembro ante agosto deste ano.

A pesquisa envolveu atividades de hipermercados, supermercados, bebidas, fumo e produtos alimentícios, nos quais foi percebido um baque de 0,5% no período. Artigos farmacêuticos, medicamentos e perfumaria ilustraram, por sua vez, recuo de 1,1%. No caso dos materiais de construção, 1,5% foi a queda percebida.

Mesmo assim, se se considerar todas as atividades, as vendas no comércio varejista tiveram um desenvolvimento de 0,3% no mês de setembro em detrimento a agosto, na série com os devidos ajustes sazonais. Os destaques de desenvolvimento ficaram por conta de veículos, motos, partes e peças, com avanço de 9,1%, e de materiais de escritório e informática, com alta de 8,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio divulgou que a atividade varejista do mês passado obteve um crescimento de 7,1% em relação ao mesmo período de 2008, o maior índice de aumento registrado desde dezembro do ano passado. Para a entidade, o estímulo para o setor foi a proximidade do fim do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos produtos da linha branca. Entretanto, esse tributo foi prorrogado para até 31 de janeiro de 2010.

Em comparação com setembro deste ano, percebeu-se um desenvolvimento de 1,3% para o segmento, com dados já convencionados sazonalmente. O setor de eletroeletrônicos, informática e móveis obteve um aumento de 1,1% em outubro ante o mês anterior.

Outros setores que apresentaram crescimento foram os de supermercados, hipermercados, alimentos e bebidas, com 0,4%, bem como o de tecidos, vestuário, calçados e acessórios, com 0,7%. Para o lado negativo da história, os que mais se destacam são os segmentos de material de construção, com baque de -1,9%, e de veículos, motos e peças, com 0,9%. Neste último caso a explicação é bem clara: a volta gradativa do IPI.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Conforme dados levantados pela Associação Brasileira de Shoppings Centers (Abraese), o mês de setembro deste ano assinalou uma alta de 9% nas vendas em detrimento ao mesmo período de 2008. De acordo com o órgão, as áreas de lazer e de entretenimento contribuíram em 40% para esse aumento.

Outros setores que colaboraram para esse índice positivo foram os de conveniência e serviço, com 23%, lojas satélites, com 12%, e alimentação, com exatos 10%. Para a Abraese, essas informações atestam que o segmento de empreendimentos é muito além do que simplesmente centro de compras.

Segundo Luiz Fernando Veiga, presidente da Abraese, há muito otimismo por parte da instituição devido à abertura de novas lojas, o que pode colaborar, e muito, para crescimento das vendas no Natal deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um estudo destacado pela consultoria Nielsen revelou que as classes sociais D e E foram responsáveis por praticamente 50% do crescimento das vendas de alimentos e de artigos de limpeza e higiene nos supermercados.

A pesquisa, que fez o levante desses dados nos seis primeiros meses de 2009, mostra uma ampliação de 3% em relação ao mesmo período do ano passado. Divididos em 44 categorias, as mercadorias foram pesquisadas em quase 8.500 domicílios.

Para Sergio Pupo, executivo de atendimento da Nielsen, estes números revelam que o índice de desemprego se manteve controlado, além de denotar uma retomada da confiança do consumidor e a volta às compras da população de baixa renda.

O estudo mostrou, ainda, que as famílias pertencentes à Classe C apresentaram uma redução de 1% na compra média, apesar de um aumento de 5% na frequência de compras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Por conta da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), pesquisas apontam que o feriado de Dia das Mães, a melhor ocasião para o comércio depois do Natal, apresentou um crescimento notável em até 35% na comercialização de geladeiras, máquinas de lavar e fogões entre maio e outubro de 2009 ante o mesmo período de 2008.

No princípio da exoneração do imposto, em abril, estudos assinalaram que as redes de lojas focadas no segmento repassaram, em média, somente a metade do benefício ao consumidor final. Antes disso, porém, o comércio de eletrodomésticos apresentava um preço elevado que atingia até 70%.

A exasperação percebida na concorrência dos hipermercados do setor de eletrodomésticos fez os preços despencarem consideravelmente. Os varejistas especializados, então, retransmitiram a redução do IPI em sua totalidade por conta do risco de perdas de clientes aos seus rivais comerciais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com discurso feito por Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, empresários dos setores de eletrodomésticos, varejo e construção civil voltaram a solicitar prorrogação de desoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Ainda de acordo com Jorge, o governo ainda não possui decisão final sobre o assunto. Acredita que se houvesse, no entanto, isto já teria sido anunciado. Como esse imposto reduzido permanece até 31 de outubro, caso alguma declaração seja feita neste momento, as vendas tenderão a reduzir.

O discurso foi feito durante a reunião do Grupo de Avanço da Competitividade, que substitui o Grupo de Acompanhamentos da Crise. Durante essa agregação, empresários apontaram dados do desempenho dos setores com a redução do IPI. Por exemplo, para o segmento de materiais de construção, os envolvidos argumentaram que o prazo entre a compra de material e o início efetivo de obras é extenso.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O comércio varejista pela internet não é mais novidade para inúmeros consumidores. Várias empresas passaram a investir com veemência na reformulação de suas páginas, de maneira a torná-las mais atrativas e mais acessíveis, principalmente à Classe C, que entra definitivamente na era da informática.

Alejandro Padron, líder da área de varejo da IBM Brasil, revela que a nação está entrando em uma nova etapa no comércio pela internet. De acordo com ele, a forte concorrência em vendas pela rede mundial de computadores pode ser percebida na entrada das Casas Bahia e do Wal Mart nesse meio, no ano passado.

O Brasil deve fechar 2009 com um total de 17 milhões de consumidores online, um número quase 25% maior do que o representado em 2008. Pedro Guasti, diretor geral da E-bit, consultoria especializada em dados sobre o comércio eletrônico, observa que quase a totalidade desses novos clientes pertence à Classe C. Por fim, crê que esse segmento movimente mais de R$ 10 milhões até o final deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Conforme estatísticas da agência Eurostat, as vendas no varejo na denominada zona do euro, conjunto dos 16 países que adotam a cédula euro como moeda oficial, desabaram 0,2% em agosto diante julho deste ano, além de retroceder 2,6% em detrimento ao mesmo período de 2008.

Para os economistas, porém, os dados não foram positivos. Eles esperavam um tombo menor, de 0,5% em comparação mensal, bem como 2,4% em base anual. O mês de julho revelou, ainda, que as vendas declinaram 0,2% ante junho de 2008, e 1,9% diante de julho do ano passado.

Alguns segmentos apresentaram, no entanto, ascendências notáveis, entre eles os setores de bebidas, alimentos e tabacos, com exatos 0,5% em agosto em detrimento a seu antecessor, isto após três meses seguidos de queda. Entretanto, a comercialização de produtos não-alimentícios declinaram 0,6% no período, a mais notável queda desde fevereiro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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