No mês de maio, o movimento de empresas com dívidas em atraso foi 2,2% menor se comparado com o mês de abril, a redução vai para 3,4% se comparada com o mesmo período do ano passado. Em abril, a inadimplência subiu 1,7% comparada ao mês de março.

Os dados retirados da pesquisa Indicador Serasa Experian de Inadimplência de Empresas, mostraram que no período a insolvência foi a mais baixa da última década para o mês de maio.

O melhor desempenho das empresas está associado ao comportamento conservador e cauteloso. Segundo Carlos Henrique de Almeida, economista da Serasa Experian, a economia brasileira tem crescido de forma mais lenta devido à elevação dos juros, a incerteza gerada pelo cenário político, a inflação e a desvalorização cambial, assim as empresas tem menor demanda por crédito.

Contando janeiro, fevereiro, março, abril e maio, a inadimplência subiu 0,9%. A inadimplência com dívidas não bancarias (água, energia elétrica, telefonia, lojas e cartões de crédito) tiveram alta de 3,4% no acumulado se comparado ao mesmo período do ano passado.

As dívidas com banco atingiram o valor médio de R$ 5.212,82 ocorrendo recuo de 1,1% comparado aos números obtidos no ano passado.

Por Jéssica Posenato


O ano de 2012 está sendo um dos períodos com grande nível de dívidas dos brasileiros. Apesar desta questão, o número de pessoas que regularizam seus débitos está aumentando.

De acordo com avaliação do instituto Serasa Experian houve um número recorde de brasileiros que procuraram limpar seus nomes com um total de 16 milhões de consumidores que representou um aumento de 16,3% em relação ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, esta melhoria se deve ao bom momento do setor de trabalho no país com baixos índices de desemprego e ganhos salariais acima da inflação que permitem, assim, a negociação e quitação de dívidas em atraso.

Além disso, outras iniciativas permitem a volta da credibilidade dos brasileiros endividados como feirões Limpa Nome e o serviço online da Serasa Experian chamado de Limpa Nome.

Esta facilidade pode ser utilizada desde o mês de outubro de 2012 e cria uma comunicação entre as empresas e consumidores com pendências financeiras possibilitando descontos e negociações para a quitação dos débitos existentes.

Por Ana Camila Neves Morais


O consumo está em alta entre os brasileiros e a procura por empréstimos também. Está é a constatação da última pesquisa da Serasa Experian a qual identificou uma alta de 17,2% na busca de empréstimos variados pelos brasileiros durante o mês de outubro e que contrastaram com a queda de 16,5% neste mesmo aspecto que aconteceu durante o mês de setembro.

Ao desmembrar os dados deste estudo verifica-se que o maior crescimento na solicitação de empréstimo foi de 26,8% na região Sudeste.

Ao analisar a estratificação da população de acordo com a demanda para empréstimos, os brasileiros com salários entre R$1.000,00 e R$2.000,00 representam 18,2% deste total enquanto que aqueles que ganham entre R$500,00 e R$1.000,00 corresponderam a 17,4% do montante de empréstimos realizados.

E as camadas da população que menos precisaram realizar empréstimos no mês de outubro estas entre as pessoas que ganham mais de R$10.000,00 por mês e que contribuíram com 13% do global de solicitações feitas.

Estes dados obtidos demonstram, segundo os economistas da Serasa Experian, uma melhoria progressiva da economia brasileira que está fazendo o consumidor voltar aos poucos para o mercado de crédito diminuindo, ainda, a inadimplência dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O número de empresas que pediram falência no Brasil foi menor em abril quando comparado ao mês de março. De acordo com a Serasa Experian, o total de falências requeridas em abril foi de 165, enquanto que em março foram registrados 173 pedidos. No entanto, o dado de abril deste ano é maior do que o verificado no mesmo mês do ano passado, quando foram feitos 133 pedidos de falência no país.

O levantamento ainda apontou que, de janeiro a abril deste ano, já houve 614 pedidos de falência, resultado maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram feitos 570 requerimentos.

O setor que mais efetuou pedidos de falência foi o de micro e pequenas empresas (MPEs). Do total registrado no mês de abril, 89 eram MPEs. Ainda houve o requerimento por parte de 51 médias empresas e 25 grandes companhias.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o que motivou o resultado de abril foi a redução dos juros e também o número menor de dias úteis em abril se comparado a março. Além disso, o número de empresas que decretaram falência também foi menor em abril. Neste mês, foi decretada falência de 64 empresas, enquanto que em março houve 70 companhias que fecharam as portas nesta condição.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


O nível de inadimplência das empresas aumentou 0,2% em fevereiro, segundo dados da Serasa Experian apresentados na quarta-feira (18/04). Com a alta, o indicador atingiu o nível de 103,3 pontos. Os especialistas da empresa acreditam que, como o patamar ainda está acima dos 100 pontos, a inadimplência deve continuar crescendo até fechar os primeiros seis meses do ano.

Os fatores que deverão impulsionar esse resultado negativo são a crise internacional, o custo financeiro elevado das empresas, a alta inadimplência dos consumidores e a reativação lenta do processo econômico brasileiro. Além disso, as quedas na taxa Selic devem contribuir para manter o nível de inadimplência elevado.

Já o oposto foi registrado no levantamento feito sobre o nível de inadimplência do consumidor. O indicador sofreu retração de 1,3% no mesmo período analisado, sendo esta a oitava redução consecutiva. O patamar do índice ficou em 95,8 pontos, o que significa que o nível de inadimplência relativa aos consumidores deve continuar diminuindo, mas terá um ritmo maior a partir de agora.

Os fatores que impulsionaram o resultado foram o aumento do salário mínimo, a retração da inflação, o nível baixo de desemprego, a redução contínua das taxas de juros e a alta mais moderado do endividamento do consumidor.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


O nível de crédito oferecido às empresas deverá sofrer alta no segundo semestre do ano. Pelo menos é isso que aponta o indicador de perspectiva de crédito da Serasa Experian, que demonstra que em fevereiro o índice cresceu 0,2%, chegando ao patamar de 97,9 pontos.

Os analistas da entidade acreditam que o resultado aponta que, nos próximos seis meses, o setor de crédito às empresas deverá crescer ainda mais devido aos estímulos da economia brasileira. Por enquanto, o valor atingido em fevereiro foi influenciado pelo aumento dos incentivos fiscais, melhora do cenário internacional e retração da taxa Selic.

Já a projeção de financiamento aos consumidores diminuiu 0,3% em fevereiro, chegando a 100,8 pontos. Esta foi a quinta queda consecutiva, mas o indicador continua superior a 100 pontos, o que demonstra que os financiamentos a pessoas físicas continuarão em alta, mas num ritmo menor do que o registrado no ano passado.

O motivo do crescimento menor do crédito ao consumidor deve-se à alta inadimplência. No entanto, a tendência é que a situação seja revertida no segundo trimestre do ano.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


Uma pesquisa da Serasa Experian revela que as micros e pequenas empresas continuam sendo pontuais no pagamento.

No indicativo da entidade, a pontualidade chegou a 95,2% em fevereiro deste ano, o que significa que, a cada mil pagamentos feitos, 952 tiveram quitação à vista ou com atraso de sete dias, no máximo. Com relação a fevereiro do ano passado, houve alta de 0,4 ponto percentual no indicador. Esta já é a terceira alta consecutiva na pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas.

O nível positivo demonstra que a situação das empresas enquadradas neste segmento está melhorando depois da queda apresentada em comparação anual entre março e novembro de 2011. Além disso, o levantamento apontou que vários fatores estão contribuindo para o resultado obtido nos últimos três meses, como a redução da taxa Selic, a reativação do crescimento da economia brasileira e a tendência de normalização da inadimplência dos consumidores.

O setor de micro e pequenas empresas que teve a maior pontualidade de pagamento foi o comercial, com 95,6%. Já os segmentos de serviços chegaram a 94,8%, enquanto o industrial ficou em 94,3%.

O estudo ainda demonstrou que o valor médio dos pagamentos pontuais sofreu alta de 20,2% se comparado a fevereiro do ano passado, passando de R$ 1.416,00 a R$ 1.703,00.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


A economia brasileira, tomando como base dados do Indicador Serasa Experian de Perspectiva da Atividade Econômica, cresceu 0,2% no mês de outubro, alcançando o valor de 98,3. O indicador prevê um aumento na economia nos próximos seis meses de 2012, apesar da estagnada que sofreu nesse segundo semestre de 2011.

O dinamismo na economia é visto pelo Serasa Experian como o principal fator para tal crescimento econômico. Uma justificativa para um maior consumo de mercadorias será o aumento de 14,3% no salário mínimo. Além disso, acontecerá também a redução da taxa básica de juros e a busca pela isenção fiscal.

Além de rever a economia nos próximos seis meses, o índice do Serasa avalia a confiança dos consumidores, a atividade econômica e a inadimplência.

Com um reaquecimento da economia será possível uma maior estabilidade financeira. Cinco variáveis na economia poderão ser notadas: concessões de crédito ao consumidor, concessões de crédito às empresas, inadimplência do consumidor e inadimplência das empresas.

O Produto Interno Bruto (PIB) é que demonstra em números tal crescimento nos países. A partir dele podem-se calcular os bens produzidos em uma região em determinado período. Sendo assim, é ele que apresentará um aumento numérico no primeiro semestre do ano que vem.

Por Anaí Barbieri


Manter um negócio acarreta em decisões que podem, ou não, vigorar positivamente ao empresário. Deliberações certas em meio ao atual cenário econômico brasileiro nutrem as atividades das empresas. Determinações errôneas ou outros motivos atrelados levam as companhias a decretarem falências ou atravessarem longos períodos de turbulência.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, janeiro de 2011 foi o mês com o menor número de falências decretadas para o período desde 2005. A instituição revela que 41 decretos foram realizados no período, 35 a partir de micro e pequenas empresas, quatro entre as grandes empresas e duas pelas médias.

O panorama econômico do país em 2010, de acordo com economistas da Serasa, foi o fator determinante para o mês passado ter atingido o menor número de falências estabelecidas. Em comparação a dezembro, as falências solicitadas aumentaram, porém no confronto anual, recuaram.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


Efetuar pagamentos em dia traz alívio não somente ao consumidor, mas também para as pessoas que dele dependem, de alguma forma. O mesmo acontece entre as empresas, uma vez que estão sujeitas a outras para exercerem suas atividades, desde uma simples aquisição de pregos até maquinários altamente valiosos para, assim, adentrarem e permanecerem no mercado.

De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas, a inadimplência das pessoas jurídicas encerrou o ano passado com recuo de 5,3% em comparação a 2009, o maior decréscimo já constatado em seis anos.

Apesar desse bom dado, na variação mensal entre novembro e dezembro de 2010 a inadimplência nos negócios aumentou 3%. No confronto anual com dezembro de 2009, por outro lado, ocorreu avanço de 1,6%.

Economistas da entidade ponderam que a inadimplência das empresas diminuiu em 2010 sobre 2009 devido à normalização da oferta de crédito, bem como pela robusta expansão da atividade econômica. Para este ano, prevê a Serasa, as empresas não enfrentarão dificuldades semelhantes como as observadas em 2009, mesmo com a elevação nas taxas de juros e outras diretrizes adotadas pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


Crescimento econômico não é mais novidade para os brasileiros, ou pelo menos parte deles. A já mencionada ampliação no número de empregos no primeiro semestre deste ano, o maior acesso ao crédito e o poder aquisitivo navegando paulatinamente bem conferem vários pontos positivos aos próprios cidadãos.

O comércio, em especial, tem conseguido se valorizar do ambiente propício atual. Em agosto, por exemplo, a atividade pelo segmento apresentou alta de 0,3% ante julho e 8,5% em confronto anual. Segundo a Serasa Experian, entidade responsável pelos dados, essa é quarta elevação mensal consecutiva.

Economistas da Serasa relacionam que o resultado obtido em julho assinala a volta do consumo tupiniquim (mês que abre o terceiro trimestre), bem diferente dos três meses anteriores quando baixas foram constatadas, possivelmente devido à retirada dos estímulos fiscais.

O portal de notícias G1, fonte deste artigo, aponta que o segmento de materiais de construção obteve expansão de 1%, seguido proximamente pelo setor de móveis, informática e eletroeletrônicos, com alta de 0,6%. Em contrapeso, a atividade da esfera de veículos, motos e peças recuou 1,3% após a alta de 5,3% diagnosticada em julho ante seu mês imediatamente anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Gerir micro ou pequena empresa, no Brasil, tem sido mais acessível nos últimos anos em virtude de diversos órgãos e instituições, que tornaram sonhos em realidade. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é um dos meios pelos quais empresários conseguem financiamento, bem como o Serviço de Apoio à Micro e Pequenas Empresas de São Paulo (Sebrae-SP), que oferece a oportunidade de qualificação e outros tipos de incentivos.

Manter negócios, principalmente no primeiro ano de vigência, é tarefa árdua e geralmente conquistada por aqueles preparados, pois o âmbito financeiro, por exemplo, é ligado diretamente ao sucesso do empreendimento. A Serasa Experian divulgou na última quinta-feira, 24 de junho, que a adimplência das micro e pequenas empresas foi de 95,2% no mês passado, considerado o maior índice do indicador desde o início da série histórica (janeiro de 2006). De acordo com a entidade, o nível é o mesmo percebido em dezembro último.

O portal de economia Terra afirma serem considerados pontuais os pagamentos executados dentro de uma semana de atraso. Economistas da própria Serasa revelaram que embora exista declínio no valor médio dos pagamentos efetivados (atualmente de R$ 1.540,96) em maio deste ano ante abril do ano passado – 5,3% –, a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010 propiciou acesso ao crédito pelas micro e pequenas empresas, tanto que poderão elevar, gradualmente, seus volumes médios comercializados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil vive momento favorável à sua economia, sinais indicados conforme crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre, além de fatores como maior poder aquisitivo da população, retomada das vendas em setores que antes contavam com o apoio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a ampliação de residências comercializadas com o apoio do “Minha Casa, Minha Vida”.

Os investimentos no Brasil, outro ponto de destaque, são tidos como referência devido a gama de empresas que tem acreditado no poderio econômico do país, estrangeiras ou nacionais. Um estudo levantado pela Serasa Experian no princípio desta semana indicou que entre mais de mil empresários questionados, 73% deles acreditam em lucros durante este ano, enquanto outros 19% supõem manutenção e outros 8%, diferentemente, temem queda.

Dividido por setores, o de serviços é aquele que se mantém mais otimista, com 75% dos empresários julgando faturamentos além dos vistos no ano passado. As grandes companhias, revela reportagem do portal de economia Terra, são aquelas que projetam melhorias.

Segregado por regiões, o estudo assinala que executivos do Norte e Nordeste do Brasil configuram a casta com maior expectativa, superior a 84%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O momento positivo da economia brasileira, inúmeras vezes mencionado neste veículo comunicador, seduz os cidadãos do país a adquirir novos produtos, investir mais dinheiro em viagens e arriscarem, quando possível, a aquisição de veículo automotor ou residência própria. O crédito facilitado e o maior poder de compra da população fizeram os índices de inadimplência caírem gradualmente, denotando maior rotatividade de capital a partir de empresários e dos trabalhadores.

A Serasa Experian, entidade responsável por conferir levantamentos relacionados à atividade econômica do país, revela que nos próximos meses, principalmente no segundo semestre deste ano, a queda da inadimplência sofrerá reviravolta, situação justificada sob diversas maneiras, uma delas a extinção da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a automóveis e produtos da linha branca.

Economistas do órgão avaliam, por meio de reportagem emitida pelo portal mercado UOL, que o maior endividamento da população nos últimos meses – principalmente a partir de janeiro – e o atual ciclo de ajustes monetários, como é o caso do aumento da Selic, deverão ser fatores determinantes ao aumento do número de inadimplentes.

Mesmo assim, o percentual a ser alcançado não será nem próximo do visto durante a crise financeira mundial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) ponderou a possibilidade de superaquecimento e bolhas econômicas ao país caso o crescimento continue em plena expansão, lógica que poderá não ser vista em virtude da diminuição do poder de compra dos cidadãos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Analistas estimam que no segundo semestre deste ano uma queda na comercialização de produtos de várias áreas deverá ocorrer devido a inúmeros fatores. No primeiro trimestre de 2010, porém, alta nas vendas em alguns segmentos foi contabilizada, puxada, principalmente, pela exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos setores automotivo, materiais de construção e linha branca.

Em abril, mês em que a redução do benefício deixou de existir amplamente, uma queda de 1,3% em comparação a março nas atividades do varejo foi constatada. Em contrapartida, maio voltou a apresentar ascensão, desta vez de 1,4% sobre seu mês anterior.

Segundo a Serasa Experian, órgão responsável por esse levantamento, o crescimento de 2,7% nas vendas em lojas de materiais de construção foi fator predominante na alta, pois, anteriormente, um arrefecimento de 2,5% fora verificado em abril ante março. Outra esfera que obteve elevação foi motos, veículos e peças, bem como alimentos e bebidas, hipermercados e supermercados, com aumento de 0,2% e 0,6%, respectivamente.

No sentido contrário, de acordo com o portal de economia UOL, figuraram em maio em relação a abril o setor de combustíveis e lubrificantes, com baixa de 0,4%, e tecidos, vestuário, acessórios e calçados, com recuo de 0,3%

Para ler mais informações, acesse o UOL aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Serasa Experian, divulgou nesta quinta-feira, 13 de maio de 2010, um estudo que apontou uma redução da inadimplência dos consumidores nos primeiros quatro meses deste ano, com um resultado maior durante os dez anos de realização da pesquisa. Especialistas conferem a causa desta queda ao crescimento atual da economia brasileira, com uma maior renda e ofertas de emprego para a população, além de uma maior motivação para renegociação de dívidas.

As que tiveram maior destaque na redução da inadimplência foram as dívidas por protesto e feitas através de cheques. Já o segundo semestre deste ano pode sofrer influência do aumento da Selic, taxa básica de juros, que deverá sofrer aumento neste período.

Fonte: Estadão e O Globo

Por Elizabeth Preático


Em comparação a inúmeros países do globo terrestre, o Brasil pode ser considerado o alto da montanha numa planície. Essa frase não é de toda errada se se considerar os dados obtidos pela nação nos últimos meses, principalmente do segundo semestre do ano passado até a presente data.

Apesar do crescimento galopante, a Serasa Experian admite que até o final do ano, do ponto atual em diante, o país apresentará desenvolvimento mais ameno, segundo informações obtidas do Indicador Serasa Experian de Perspectiva do Crédito ao Consumidor, que em março teve baque de 1,1% em comparação ao mês anterior.

A alta de 0,75% da Selic, a taxa básica de juros da economia, é um dos indicativos que deve acarretar redução na cadência de empréstimos a pessoas físicas até 31 de dezembro. Além disso, a retirada de incentivos fiscais à aquisição de bens duráveis e o fim da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) são outros motes a se considerar.

Apesar desses fatores, alguns setores deverão equacionar essa balança para os próximos anos, tais como o da construção civil, que incentivado pelos eventos esportivos no país promete liberar mais dinheiro à população e movimentar a economia do Brasil.

Leia mais no Estadão.


A fim de estabelecer uma reorganização societária no Santander do Brasil, a empresa consagrou a venda de ações que detém das empresas Companhia Brasileira de Soluções e Serviços, Serasa, Tecnologia Bancária S.A., Visa e Visanet. As participações serão comercializadas, digamos, para a Santusa Holdings, empreendimento integrado ao Grupo Santander.

A medida, informada por meio de nota ao mercado, trará ganhos capitais de 2,1 bilhões de reais, segundo estimativas até então, isto anteriormente a quaisquer impostos deduzidos. De todo jeito, isso deve ser contra-balanceado com as despesas da instituição, que somam valores aproximados de 2,3 bilhões de reais, também nas mesmas condições envoltas pelos impostos.

Conforme a direção do Santander, tais gastos se devem à integração do ABN AMRO Real com o banco, a aquisição da folha de pagamento e as injeções monetárias adicionais em devedores hipotéticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Os índices de inadimplência reduziram 6,9% no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado apesar do aumento de 2,8% em relação a junho, é o que informam os dados do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Segundo o Serasa, essa desaceleração se deve a uma melhora nas atividades econômicas e à redução das taxas de juros.

A perspectiva dos economistas para os próximos meses é de que haja uma queda gradual, fator que indica um resgate da confiança do consumidor, após um significativo aumento da inadimplência registrado especialmente no primeiro trimestre do ano em decorrência da crise econômica.

De qualquer forma, o ano de 2009 deve fechar com um acréscimo em relação a 2008, quando a economia vivia um período de crescimento.





CONTINUE NAVEGANDO: