A Bolsa de Valores de São Paulo registrou a maior queda desde janeiro do ano de 1995. Na sexta-feira, ela fechou 0,84% em alta, acumulando 47.638 pontos. Mas no mês de janeiro obteve 7,51% em queda. Ela teve o terceiro mês e a quinta semana seguida de quedas constantes, fato que prejudicou o cenário global ao risco e fazendo com que investidores desconfiem ainda mais do Brasil.

Essa foi considerada a maior queda desde 1995, ano que houve a perda de 10,77% segundo a consultoria Economatica. Em toda a semana, a baixa foi de 0,31%, acumulando em janeiro o índice de 7,51%. Segundo estatísticas, a queda da acumulação de janeiro de 2014 foi metade da desvalorização registrada em 2013, de 15,5%.

Na sexta-feira, a valorização foi feita por ações da Vale, BM&FBovespa e de diversos bancos, logo após passar a primeira parte negativa do pregão, pela Bolsa de Valores.

Uma das ações da Petrobras acabou tendo seu fechamento estável, cotada a R$ 14,70. Já as principais bolsas da Europa tiveram seu fechamento devido às dificuldades que países emergentes estão enfrentando e ao temor de uma nova deflação nas bolsas europeias.

“Podemos ver um rali de curto prazo, mas o cenário mais provável é que o índice busque a mínima do ano passado, de 44.100 pontos. Tem muitos estrangeiros tirando dinheiro do Brasil”, disse Hugo Rosa, estrategista da emrpesa Citi Corretora.

Segundo analistas, os preços estão pressionados, e consideram que a bolsa deverá em breve sofrer um repique. A tendência para o futuro ainda é a queda dos valores. Em Paris, o CAC 40 teve uma regressão de 0,34%, o DAX de Frankfurt teve queda de 0,71%, o FTSE-Mib teve uma pequena alta de 0,03% em Milão, em Madri o IBEX 35 registrou 0,44% e o FTCE-100 de Londres perdeu 0,43%.

Com a saída do Brasil da lista, o dólar será ainda mais valorizado. Segundo Hugo Rosa, essa situação foi gerada pelo baixo crescimento da economia do Brasil, certa desconfiança com a política econômica do país e a pressão monetária do Banco Central.

Por Danilo Gonçalves


O governo do estado de São Paulo divulgou nesta semana que irá liberar recursos de precatórios para cerca de 3.508 credores que aguardam valores de até R$20.934,72.

Este dinheiro, que representa um montante total de R$25,3 milhões, consiste em dívidas do governo que depois de processos judiciais se tornaram Obrigações de Pequeno Valor ou Precatórios que são liberados mais rapidamente pelo Estado.

O dinheiro já foi depositado no dia 20 de dezembro de 2012, mas o credor precisa aguardar a finalização do processo na Justiça para realizar a retirada dos valores.

Para verificar se o seu recurso foi liberado basta o credor interessado acessar o site da PGE-SP (Procuradoria-Geral do Estado de São Paulo) e realizar a consulta.

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE informou no início de dezembro de que a inflação do país está sendo contida por ações importantes do estado de São Paulo.

Segundo o instituto a decisão deste estado de não mudar o preço das passagens de ônibus e de reduzir em 1,45% as tarifas de energia elétrica está mantendo o indicador inflacionário abaixo do normal.

Apesar destes auxílios houve vilões que geraram o aumento da inflação como o setor de alimentos (arroz ficou 35,06% mais caro e as carnes subiram em 11,73% ao ano) e de bebidas.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo de São Paulo realizou recentemente uma reunião com as concessionárias de energia elétrica do estado.

O motivo da convocação foi para que as empresas tomem providências para garantir a qualidade dos serviços de energia elétrica durante o Verão 2012/2013.

Esta questão foi suscitada depois de mais de 2.000 reclamações no último verão junto ao Procon-SP com relação às empresas de energia elétrica paulistas.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana foi divulgado um levantamento da Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico, Ciência, Inovação e Tecnologia de São José do Rio Preto no estado de São Paulo com os valores da inflação na cidade para o mês de novembro.

A pesquisa foi feita com base nos preços de 20 mil produtos tendo como base o IPC Geral (Índice de Preços ao Consumidor).

Segundo o estudo, a inflação na cidade de São José do Rio Preto está em 3,818% que é um valor 76% mais alto do que no mês de outubro e há a tendência de que este indicador econômico feche o ano com 4,3%.

Os principais responsáveis por esta alta na inflação foram os aparelhos eletrodomésticos – correspondendo a 0,286% da inflação – e os alimentos.

Por isso, analistas econômicos alertam a população a realizar uma pesquisa de preços e programar as compras, pois com a proximidade do Natal os valores dos produtos irão subir.

Por Ana Camila Neves Morais


A inadimplência no Brasil teve um importante aumento durante o ano de 2012 que teve um reflexo na cidade de Piracicaba.

Isto ocorre porque no período de 17 de novembro e 10 de dezembro foram registrados no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) da cidade um montante de R$852,3 mil referentes a dívidas de consumidores locais.

Este valor consiste em um aumento de 53,5% em comparação com o mesmo período de 2011.

Esta situação de aumento da inadimplência esta ocorrendo, segundo a Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) desde o mês de agosto e está se acelerando no final do ano devido ao volume maior de consumo.

No acumulado do ano houve um aumento nos calotes na cidade de Piracicaba de 27% com um total de 23.179 inclusões nos órgãos de proteção ao crédito; enquanto isso, as exclusões cresceram apenas 7% neste mesmo período analisado com 9.876 exclusões entre janeiro e outubro de 2012.

Para tentar resolver esta situação a Acipi realizou a Campanha “Acertando suas Contas” que realizou a renegociação dos débitos e que teve um saldo positivo com 1.458 exclusões de devedores e a obtenção de 349,3 mil reais em pagamentos de contas atrasadas.

Por Ana Camila Neves Morais


No dia 07 de dezembro de 2012, quinta-feira, a Arsesp (Agência Reguladora de Saneamento e Energia de São Paulo) informou o reajusta no valor do gás canalizado para o estado.

Segundo a agência, o valor do reajuste será de até 6,97% para o concessionário Gás Basiliano Distribuidora e de no máximo 6,09% para o Gás Natural Veicular (GNV).

Este aumento foi calculado com base nos valores da margem de distribuição da concessionária cujo ajuste foi de 6,96% e acordo com o IGPM além do valor para o transporte e obtenção da molécula de gás.

Para os consumidores comerciais esse reajuste irá variar entre 1,93% e 1,25% de acordo com o consumo.

Já para os consumidores industriais, o novo valor teve uma redução de 4,47% para consumo de até 10.000.000 metros cúbicos por mês e de 1,19% a menos para um consumo de até 50.000 metros cúbicos por mês.

Ao considerar os consumidores finais, nas residências, este reajuste da Arsesp representará um aumento de 3,21% no valor do gás para quem consome 30 metros cúbicos por mês e de 6,97% para um consumo de 5 metros cúbicos mensais.

Os novos valores do gás canalizado para o estado de São Paulo começam a vigorar em 10 de dezembro de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A Lenovo, empresa chinesa que atua no mercado de computadores pessoais e notebooks, informou recentemente que investiu US$ 30 milhões na construção de uma fábrica no Estado de São Paulo.

A nova fábrica da companhia, que deverá estar em funcionamento até o final deste ano, será construída na cidade de Itu.

A capacidade para funcionários será de 700 pessoas. Com isso, a empresa pretende dobrar a quantidade de negócios aqui no Brasil.

A nova fábrica deverá produzir notebooks e desktops. Haverá também um Centro de Distribuição para diversas partes do Brasil.

A Lenovo espera que com o aumento da fabricação de seus produtos, os preços baixem ainda mais.

Sobre a Empresa:

A Lenovo é uma empresa chinesa que tem fábricas espalhadas no mundo todo. Ela foi formada pela fusão da antiga IBM Personal Computing Division com a Lenovo Group, herança da Legend Holdings da China, empresa que tinha na época de sua formação, somente 11 cientistas da informação.

Os produtos da companhia são conhecidos pela alta qualidade e já receberam diversos prêmios.

A empresa possui Centros de Testes para seus produtos também no Japão e nos Estados Unidos.

Por Monique Mota


O MEI, modalidade de formalização para o Microempreendedor Individual, já atingiu a marca de 500 mil cadastros no Estado de São Paulo.

Segundo dados da Jucesp (Junta Comercial do Estado de São Paulo) e da RFB (Receita Federal do Brasil), das 133.656 empresas que foram abertas entre janeiro e março deste ano, 85.051 estão no MEI. Isso significa 64%. O mesmo período do ano anterior registrou 51%.

O MEI garante aos microempreendedores estar legalizado e poder trabalhar com emissão de nota fiscal e todos os direitos previdenciários, como auxílio doença, licença maternidade e aposentadoria.

Para José Constantino, presidente da Jucesp, os registros do MEI continuarão crescendo até atingirem um nível de estabilização, que deve ser em longo prazo.

O comércio varejista e de artigos de vestuário foram os que mais tiveram adesões no MEI.

Mais informações sobre a inclusão no MEI podem ser consultadas no site www.portaldoempreendedor.gov.br.

Por Natali Alencar


As micro e pequenas empresas situadas no Estado de São Paulo tiveram alta de 8,2% em seu faturamento no mês de fevereiro quando comparado ao mesmo período do ano passado. Esse percentual representa uma ampliação de R$ 2,1 bilhões em suas receitas. Os dados foram divulgados pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

De acordo com a pesquisa do Sebrae, os setores que mais se destacaram foram os da indústria, com alta de 1,9%, do comércio, com 13,5% e de serviços, com 3,4%. O bom resultado apresentado pelo comércio foi influenciado pelo aumento do salário mínimo que teve reajuste de 14% no final do mês de janeiro.

O estudo também fez uma comparação entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, e nesse caso o resultado foi de – 3,5% no faturamento. Para o consultor do Sebrae, Pedro Gonçalves, essa queda é normal e é um efeito do calendário brasileiro, já que fevereiro teve três dias úteis a menos que o mês anterior, devido ao carnaval.

Com relação ao primeiro bimestre do ano, as empresas paulistas fecharam o período com aumento de 8,5% quando comparado ao primeiro bimestre de 2011.

Por Joyce Silva


Depois da folia do carnaval, a Bovespa, que só pode parar na segunda e terça-feira, operou em queda durante toda a quarta-feira de cinzas. Os índices registrados foram acompanhados por outras bolsas de valores, como as norte-americanas e as europeias.

A exatamente uma hora da tarde do dia 22 de fevereiro, a Bovespa já abriu com valores oscilantes mais sempre decrescentes. O Ibovespa acabou despencando cerca de 0,44%, chegando aos 65.914 pontos em queda. Na última sexta-feira, o índice estava operando com leves altas e valores próximos a 1%, indo a 66.203 pontos.

Já na Europa, era a segunda vez consecutiva que os índices registravam queda. Depois de muitas preocupações com as recessões referentes à zona do euro, os índices das bolsas europeias começaram a recuar. A crise grega e os contratos para oferecer melhorias à economia do país já haviam sido motivo para a queda dos valores percentuais. Mesmo assim, o regaste econômico vem registrando bons resultados.  

Durante o mês, a Bovespa divulgou um valor de alta acumulativa com números próximos a 5%. No ano, o ganho é de exatos 16,65%.

Por Jéssica Monteiro 


A geração de empregos pelo Brasil permanece em alta. Os investimentos de inúmeras empresas, nos últimos meses, traduziram-se no transcorrer dos últimos anos, com destaque para 2010, quando aproximadamente 2,5 milhões de vagas formais foram criadas.

Ampliando sua qualidade na prestação de serviços, a LG Electronics anunciou a inauguração de um CRM Center no interior de São Paulo, em Taubaté. O investimento destinado pela empresa foi de R$ 15 milhões, possibilitando a edificação de um prédio de 2.800 mil metros quadrados capaz de acolher 800 funcionários.

Deste modo, a LG passa a gerir o atendimento ao público diretamente, pois antes era realizado por uma companhia terceirizada. A empresa prevê atender toda a demanda necessária em menos de um minuto.

Humberto de Biase, gerente-geral de marketing da LG Electronics Brasil, assegura que o intuito através dessa central é o de prestar agilidade e transparência ao consumidor. O atendimento pode ser acessado pelos números 4004-5400, capitais e regiões metropolitanas e 0800 707 5454, outras localidades brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: LG Electronics


A economia brasileira ainda propicia às empresas nacionais e estrangeiras maiores investimentos. Em vários setores o montante destinado a expansão, fusão e outros termos relacionados cresceram de maneira muito positiva no ano passado, tal como ocorreu ao segmento de veículos automotores, que observou o ingresso de novas montadoras por aqui.

O setor alimentício, por sinal, é um que tende sempre a crescer, apontado por muitos como sinônimo de altos ganhos. A rede Bon Grillê, um desses casos, inaugurou quatro lojas nos últimos três meses. Os locais contemplados foram os tradicionais Shoppings Metrô Itaquera e Anália Franco, ambos em São Paulo, além de outros no interior do Estado paulista.

Neste ano, prevê a rede, 15 lojas serão inauguradas pelo país. Isto significa novos investimentos e mais empregos com registro em carteira de trabalho. Aos que têm interesse em atuar na área e na rede, está dado o recado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Com dívida superior a R$ 221 milhões, a Imbra, especializada em tratamentos odontológicos voltados ao público de baixa renda, decretou há algumas semanas sua autofalência, pegando muitos de seus consumidores de surpresa – que em algum determinado momento, muito provavelmente, observaram campanhas sobre campanhas de incentivo à utilização dos serviços oferecidos.

No início desta semana, entretanto, a Justiça de São Paulo por meio de Caio Marcelo Mendes de Oliveira, da 2ª Vara de Falência e Recuperação Judicial, rejeitou o pedido da Imbra. Com essa determinação, a empresa permanece em atuação e deve prestar os serviços aos seus clientes.

Pela decisão, o juiz afirmou que a empresa deveria ter convencionado a autofalência em assembleia antes de se dirigir à Justiça, pois é necessário que sócios e demais membros aprovem o pedido, como rege a lei. A partir do fato, o processo foi extirpado.

Uma fatia dos funcionários da Imbra relatou à reportagem do portal de notícias R7 que estão com salários e benefícios atrasados, entre os quais o Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS).

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil foi considerado pelo Banco Mundial como o 127º país (de um total de 183 nações) com maior facilidade de execução de negócios. Apesar dessa constatação, uma cidade brasileira, em específico, foi considerada como a terceira do mundo preferida por empresários europeus para suas atividades.

De acordo com estudo realizado pela consultoria americana Cushman & Wakefield, a cidade de São Paulo é a mais almejada para a abertura de escritórios na próxima meia década. Xangai e Nova Déli, situadas, respectivamente, na China e na Índia, aparecem à frente da localidade brasileira. Até Tóquio (Japão) e Nova Iorque (Estados Unidos), tradicionalmente interessantes, estão atrás (nesse ranking) das regiões emergentes.

Artigo veiculado pela Folha UOL indica que a Cushman consultou as 500 maiores companhias em nove países europeus, abordando, entre vários questionamentos, o interesse de expansão para além do continente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Entidades e especialistas têm expressado preocupação em torno do segmento industrial brasileiro. Alguns acreditam, tais como Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em algo chamado desindustrialização devido ao setor operar com capacidade folgada, mesmo em condições de acolher amplamente a robusta demanda interna, a qual é abastecida, porém, por grande quantidade de produtos importados.

Dados divulgados na última quinta-feira, 28 de outubro, pela Fiesp assinalaram que a atividade da indústria paulista recuou 0,1% em setembro em comparação ao mês imediatamente anterior, já com ajuste sazonal. Sem o devido acerto, o Índice de Nível de Atividade (INA) arrefeceu 0,4% na mesma base. Conforme veiculado pela agência de notícias Reuters, no confronto anual, o indicador, diferentemente, apresentou progressão de 7,3%.

Outra queda perceptível ocorreu no nível de utilização da capacidade instalada na indústria, que chegou em 81,9% no mês passado, com ajuste sazonal, ante 82,5% em agosto e outros 81,3% em comparação a setembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor habitacional brasileiro vive um momento diferenciado. Fontes oficiais e de representantes do segmento indicam altas vendas, ratificando, deste modo, o acesso ao crédito mais amplo do consumidor, o aumento do número de empregos e, por que não, da renda do trabalhador.

Mesmo com o ritmo forte, em agosto a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caiu 48,4% em comparação a julho. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram vendidas 1.638 unidades.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, os resultados de agosto ocorreram devido a impasses para a viabilidade de projetos, acarretando em diminuição da participação de São Paulo no total de lançamentos para 34,1% do total. Em nota, ressalta que a cidade representava parcela acima de 83% no princípio de 2004.

Em contrapartida, segundo a agência de notícias Reuters, no acumulado anual mais de 21,8 mil unidades foram comercializadas, número superior em 8,9% às vendas realizadas no período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas na última terça-feira, 19 de outubro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) assinalaram que a inflação ao consumidor, em São Paulo, avançou acima do aguardado, puxada principalmente por preços maiores em todos os grupos pesquisados.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou aumento de 0,96% na segunda quadrissemana deste mês, superior ao 0,76% da primeira quadrissemana. O percentual está aquém da expectativa de analistas sondados pela agência de notícias Reuters, que acreditavam num índice de 0,86% com base em medianas de respostas variantes entre 0,80% e 0,91%.

O destaque ficou por conta do grupo de Alimentação, com incremento de 2,79% no atual levantamento e acima dos 2,24% anteriores. A esfera de Transportes, por sua vez, avançou 0,51% ante 0,24% abalizado na primeira quadrissemana. Vestuário, assim como os anteriores, cresceu dos anteriores 0,31% para 0,42%, mesmo caso da camada de Saúde, que aumentou para 0,30% sobre os antecedentes 0,19%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


São Paulo é com toda certeza o coração financeiro do Brasil e sua pulsação, de uma forma ou de outra, acaba ditando o ritmo da vida brasileira em muitos setores e aspectos, principalmente no que se refere à economia. E como não poderia deixar de ser neste momento em que todos os indicadores apontam para uma tendência de aceleração dos preços, por enquanto ainda dentro das margens de meta oficial inflacionária, a inflação da cidade de São Paulo parece ditar este ritmo apresentando uma subida no IPC-FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o índice que mede a inflação na cidade de São Paulo.

O índice apurado na terceira quadrissemana do mês de Setembro chegou a 0,35%, quando na segunda quadrissemana havia ficado na faixa de 0,21%. O IPC-FIPE é composto por sete grupos de itens dos quais são pesquisadas as variações de preços dentro dos períodos do mês. Neste universo apenas os grupos transportes e educação registraram diminuição no ritmo dos preços. Os cinco grupos restantes registraram aumento de preço, sendo que o grupo que mais contribuiu para que o índice atingisse este patamar, foi o grupo alimentação tendo sua alta nesta terceira prévia ficado na casa de 1%, quando na prévia semanal anterior o aumento registrado foi de 0,42%. Os outros itens que contribuíram com seus aumentos para a elevação do IPC-FIPE foram: habitação (0,31%), despesas pessoais (-0,08%), saúde (0,23%) e vestuário (0,44%).

Resta agora aguardar para verificar se esta subida de preços é algo eventual ou reflete realmente uma tendência que persistirá para os próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


As dessemelhanças sociais são, infelizmente, comuns no Brasil. Enquanto milhares de pessoas sobrevivem com poucos salários mínimos, ou menos de um, ainda, menor parcela angaria altas remunerações mensais. Considerações à parte, do ponto de vista econômico a diferença tem caído, embora longe de ser totalmente erradicada.

O Shopping Iguatemi, localizado numa das áreas mais nobres de São Paulo, foi avaliado pela consultoria Cushman & Wakefield como o quinto endereço comercial mais custoso da América, duas posições acima do estudo anterior (emitido no ano passado). Somente outros lugares de grande referência internacional, como é o caso da Quinta Avenida, estão à frente nesse quesito de análise.

Para instalar uma loja dentro das dependências do shopping, indica o Estadão, o comerciante precisa dispensar anualmente mais de US$ 4,3 mil dólares a cada metro quadrado.

Considerando todo o globo terrestre, o Brasil aparece na 11ª posição, justamente pela representatividade exercida pelo Shopping Iguatemi. Entre os países americanos só os Estados Unidos ultrapassam a nação brasileira.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quem precisou alugar um imóvel em São Paulo em Agosto, gerando um contrato novo de locação, teve que fechá-lo com um aumento em média de 1,3% se comparado com o mês de Julho. Foi este o aumento dos valores de contratos novos registrados em São Paulo no mês passado conforme divulgado pelo SECOVI-SP (Sindicato da Habitação) no último dia 20 de Setembro representando o segundo maior índice de aumento mensal do ano, ficando atrás apenas do índice do mês de Abril, que teve um aumento de 1,7%.

Em grande parte, segundo os diretores do SECOVI-SP, este aumento deveu-se a pouca oferta de imóveis para locação aliada a uma alta da procura no período, o que fez com que os valores cobrados subissem apertando ainda mais quem necessitou alugar um imóvel. Ainda mais se for levado em consideração que para os contratos já em vigor o IGP-M, índice geral de preços – mercado, que calcula o valor dos reajustes também vem apresentando aceleração nos últimos meses, assim como já apresentou alta na primeira prévia do mês de Setembro. Resumindo: está caro tanto contratar um novo aluguel, quanto pagar os reajustes daqueles contratos já assinados há um ano.

No acumulado dos aumentos nos últimos doze meses a alta dos valores dos contratos novos na capital paulista fechou em 11,4%. O IGP-M no mesmo período subiu 5,79%, valores acima da meta oficial do governo para a inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Ao tratar o tema investimentos várias são as considerações a serem levantadas, tais como público alvo, possibilidades de negócios prósperos, longevidade e retorno financeiro. Algumas empresas estrangeiras, em proveito da economia brasileira em crescimento, têm apostado fichas no país, como é o caso das montadoras.

Companhias nacionais também não deixam por menos, caso o da rede capixaba Hortifrutti, que anunciou sua volta a São Paulo após seis longos anos. Com atividade focada na comercialização de verduras, legumes e frutas, um novo sócio anunciou a disposição de investimentos próximos de R$ 36 milhões para a promoção e abertura de meia dúzia a oito lojas.

O intento, previsto para ser edificado somente em 2011, ainda levará em consideração as oportunidades e possibilidade de estabelecimento de parcerias no intuito de apressar a expansão da rede. Segundo Tiago Miotti, presidente da Hortifruti, a intenção é conferir à capital paulista desempenho similar ao pratica no Rio de Janeiro, com alocação de lojas onde prevalecem consumidores das classes A e B.

Reportagem da Folha UOL ressalta que a projeção de investimentos totais até 2014 – ano da Copa do Mundo no país – alcance R$ 160 milhões, sem, no entanto, abarcar expansão da área de atuação das mercadorias oferecidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao setor industrial paulista foi estimado crescimento de 15% para 2010, avaliado com base inicial em acordo com o desenvolvimento positivo da economia. Entretanto, Paulo Francine, diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), anunciou nas últimas horas que o Indicador do Nível de Atividade (INA) deverá se aproximar de 11%, algo que técnicos da entidade ponderam como consequência da compressão da esfera econômica entre abril e junho.

Em termos percentuais, o Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano incidiu negativamente à indústria paulista, que em junho decresceu 0,6% em confronto direto a maio, com ajuste sazonal, e 0,3%, sem o devido tratado. Segundo Francine em reportagem divulgada pelo Estadão, mesmo se a economia brasileira melhorar seu ritmo de crescimento dificilmente o indicador conseguirá ultrapassar o percentual recentemente revisado.

A atividade da economia, de acordo com prerrogativas emitidas pelo Ministério da Fazenda, deverá contribuir para crescimento do PIB a aproximados 6,5% em 2010. Mesmo assim, Francine indica que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) no Estado de São Paulo chega a níveis cômodos, pois entre junho e julho o percentual caiu 0,3%, conquistando na atual avaliação 81,5% com ajuste sazonal.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ingressar no mundo dos negócios sempre gera expectativa aos intencionados, tais como a ausência de um superior para dizer o que fazer ou deixar de fazer e, além disso, prosperidade financeira. Há duas modalidades amplamente analisadas pelos especialistas referentes à abertura de um empreendimento, que são por oportunidade (indicada) e por necessidade.

Contudo, nem sempre tudo sai como planejado. Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Estado de São Paulo uma média de 84 mil empresas, por ano, decretam falência, situação que gera custos aproximados de R$ 1,4 bilhão, atinentes ao capital investido nas negociatas, aos empreendedores.

Estudo amplo feito pela entidade com base em informações recolhidas em 2008 abaliza que 27% dos empreendimentos com um ano de vivência deixam de existir e 58% do total não consegue atuar durante cinco anos. Apesar desses dados negativos, segundo o portal de Economia Terra, existe certa tendência de longevidade das companhias em comparação às informações obtidas em 1998, ocasião na qual 32% das empresas não ultrapassaram 365 dias de atividades e outras 71% não conseguiram estabelecimento em meia década.

O levantamento diagnosticou que são vários os motivos diagnosticados com relação ao fechamento dos empreendimentos, o principal, segundo os próprios gestores, é a falta de clientes, seguido por ausência de capital e por último, impasses na administração do negócio e planejamento ineficaz.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ponto de vista econômico é altamente favorável ao Brasil, capaz de situar o país em um dos locais mais rentáveis para investimentos. O mercado interno, que abarca a mesma positividade, observou crescimento ascendente principalmente nos primeiros meses de 2010, pois atualmente, queda em algumas das atividades é considerada normal após a forte expansão inicial.

Um dos setores que melhor se posicionou nesse ínterim foi o habitacional, em partes pelo famigeradíssimo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. A cidade de São Paulo, uma das regiões mais beneficiadas em toda a nação devido a possibilidades de alocação de novas residências e poder de consumo da população apresentou alta nas vendas de imóveis novos em 18,4% nos primeiros seis meses deste ano em confronto anual totalizando 17 mil unidades.

O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) diagnosticou as residências de dois quartos como as maiores representantes dessa ascensão, correspondente a 35,3% de todo o crescimento, bem pouco à frente dos lares com três dormitórios, que chegaram a 35,1% da parcela comercializada.

Somente em junho, segundo a agência de notícias Reuters, foram vendidas 3,4 mil residências na cidade paulistana, arrefecimento de 5,6% em comparação ao período igual do ano passado, porém superior em 79% ao constatado em maio último.

Por outro lado, o portal de notícias G1 salientou que as vendas de novos lares em São Paulo caíram 10,4% no segundo trimestre de 2010 em comparação ao intervalo similar de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A FIPE (Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas) divulgou que o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) de São Paulo ficou na faixa de 0,20% na segunda prévia referente ao mês de Agosto, registrando a mesma elevação ocorrida na primeira prévia do mês.

No grupo dos itens que apresentaram uma queda maior na segunda quadrissemana figura a alimentação, que em relação à primeira prévia teve um índice de 0,43%, e agora alcançou o índice de 0,53%. No grupo daqueles que tiveram uma elevação maior no período apurado está transportes, que na primeira prévia foi registrado em 0,41% e nesta subiu para 0,58%. E entre aqueles que apresentaram pouca variação de uma prévia para outra se encontram habitação e saúde, com variações de 0,01% e 0,03% respectivamente.

Esta segunda prévia parece indicar certa estabilidade no fluxo inflacionário, que se mantém dentro das estimativas, inclusive com os grupos que vinham apresentando variações positivas e negativas mantendo suas respectivas tendências, o que parece indicar que ao final das apurações de todos os índices que medem a inflação para o mês de Agosto, ela deverá se manter dentro das estimativas previstas.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


A primeira semana de Agosto, conforme o IPC (índice de preços ao consumidor) apurado pela FIPE (Federação Instituto de Pesquisas Econômicas) mostrou aceleração da alta de preços na cidade de São Paulo, uma das principais cidades do país em termos econômicos e um termômetro da economia brasileira. No período citado a taxa acelerou para 0,20%. 0,03% a mais do que o índice apurado na última semana de Julho e em comparação com igual período do mês de Julho, houve avanço também. Na primeira semana de Julho a taxa havia alcançado 0,10%.

No universo dos sete grupos que compõem este índice, quatro apresentaram aumento entre a última semana de Julho e a primeira de Agosto, sendo que o grupo que apresentou a maior alta foi o grupo vestuário que passou de uma deflação de 0,25% para uma desaceleração de somente 0,04%. Em seguida veio o grupo transportes que teve alta de 0,16% passando de 0,25% para um aumento de 0,41% no índice apurado na primeira semana de Agosto.

Nos grupos que apresentaram uma redução de preços a maior diminuição ocorreu no grupo alimentação, tendência que vem se mantendo, que registrou uma passagem de queda de 0,40% para -0,46% e grupo habitação que passou de 0,37% para 0,36%.

Estes números refletem certa tendência de alta que vem se mantendo nos últimos meses, mas que ainda se encontra dentro de níveis de controle, mesmo estando um pouco acima do centro da meta de inflação determinada pelo governo.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio do Departamento de Economia e Estatística do sindicato, realizou uma pesquisa sobre a venda de imóveis na região metropolitana de São Paulo durante o mês de abril.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta sexta-feira, o número de imóveis residenciais novos vendidos no mês foi 46,3% menor em relação ao volume registrado em maio.

Do total de residências vendidas no período, cerca de 47% foram comercializadas na região metropolitana. Com o número menor de unidades vendidas no período, o Indicador Vendas sobre Oferta, que mede a relação existente entre unidades vendidas e a oferta de imóveis no mercado, caiu de 26,2% no mês de abril para 15,7% no mês seguinte.

Os imóveis com dois quartos foram os mais procurados pelos compradores e representou 39,9% do total de residências vendidas no mês de maio. Os imóveis com três dormitórios representaram 34,2% das vendas.

Por Luana Neves


O Indicador de Nível de Atividade (INA), medido pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) caiu 0,6% no mês de julho. A queda foi identificada após 15 meses de alta das atividades industriais.

De acordo com o diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos (Depecon) da Fiep, no entanto, não há motivos para alarde, já que a economia tem se recuperando bem da crise financeira que teve início em 2008.

No acumulado dos seis primeiros meses de 2010, o crescimento do Nível de Atividade industrial foi de 14,3%, considerado o melhor resultado desde 2003, quando a pesquisa foi criada.

Por Luana Neves


De acordo com o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), o número de aluguéis contratados para imóveis usados no estado aumentou no mês de maio deste ano em 14,26% em relação ao mês anterior.

No total foram quatro mil e cinquenta e quatro novos contratos firmados em maio deste ano, com um resultado positivo tanto na capital paulista, quanto no interior, litoral e na Grande São Paulo. Com relação à preferência da população, as casas tiveram mais procura do que os apartamentos, atingindo 57,84%.

Os aluguéis firmados no interior, bem como em Osasco, Guarulhos e no Grande ABC foram em sua maioria de valores até R$600,00. Já no litoral e na capital paulista, a maior parte dos valores dos aluguéis ficou na faixa de até R$800,00.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Vem aí o 20º Curso de Introdução ao Mercado de Capitais promovido pela Associação dos Analistas e Profissionais de Investimento do Mercado de Capitais de São Paulo (Apimec). O evento será um ciclo de palestras destinado a futuros profissionais de investimento, jornalistas, investidores e universitários interessados na temática.

Com duração de 24 horas/aula, a inscrição para o curso tem valor de R$ 50,00 e pode ser feita pelo e-mail eventos@apimecsp.com.br ou pelo telefone (11) 3107-1571. Compareça no Auditório da Apimec na Rua São Bento, 545, das 9h às 12h e conheça as tendências apresentadas por profissionais reconhecidos no mercado de ações.

Por Camila Porto de Camargo


A cultura empírica afirma que São Paulo é o centro financeiro e comercial do Brasil, devido às grandes empresas instaladas no estado, bem como o poder aquisitivo geral da região. Há oportunidades para todo mundo, dizem alguns, mas a realidade não é bem essa.

Ideias à parte, um levantamento conferido pelo Sebrae-SP indica que as micro e pequenas empresas situadas dentro de São Paulo concluíram os primeiros meses de 2010 com crescimento em seus faturamentos de 10,2% em relação ao período igual de 2009. Em março, por exemplo, a ascensão foi superior em mais de 11% se comparada ao mesmo mês do ano passado.

De acordo com a entidade, conforme relata o portal de notícias G1, o setor de maior destaque foi o industrial, com desenvolvimento superior a 24%, seguido pelo segmento de serviços, com 14%, e à frente do comércio, que obteve crescimento de 5%.

O Sebrea assinala que somente em São Paulo mais de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas atuam, respondendo por 67% dos postos de trabalho no âmbito privado e 28% da receita bruta do setor com registro em carteira de trabalho.

Fonte: G1

Por: Luiz Felipe Erdei


A cidade de São Paulo e Mato Grosso do Sul acabam de receber três empréstimos de US$ 494,496 milhões concedidos pelo Banco Mundial (BM). O prazo de amortização do crédito está fixado em duas décadas e meia, bem como período de carência, em 10 anos.

Segundo o portal de economia Terra, do total conferido, US$ 300 milhões são voltados a um projeto em Mato Grosso do Sul para a reabilitação das vias do Estado, enquanto US$ 64,496 a um planejamento para a expansão da rede de distribuição de água no estado de SP.

Os outros US$ 130 milhões, segundo informa o Terra, serão aplicados na ampliação da linha 4 do metrô localizado na cidade de São Paulo.

Com essas injeções, o Brasil será capaz de planejar com maior cuidado suas obras de infraestrutura. Vale salientar que é de sumaa importância adequar o país aos moldes das grandes economias mundiais, uma vez que a nação poderá ser, até 2016, a quinta potência global – conforme algumas autoridades supõem.

Fonte: Terra

Por Luiz Felipe Erdei


Um estudo indicativo feito em parceria entre a Empresa chilena de Inteligência de Negócios e o Centro de Pensamento colombiano em Estratégias Competitivas (Cepec) sobre quais cidades latino-americanas são as mais atrativas para se investir indicou São Paulo como a principal. As metrópoles do Rio de Janeiro, Santiago, Cidade do México, Bogotá e Buenos Aires são outras que merecem destaque, segundo o estudo.

A pesquisa assinala que São Paulo é a cidade que aglomera condições interessantes para investimentos na região, decido ao bom clima para investidores, seu tamanho de mercado e, também, seu concreto panorama proporcionado a empresários.

Segundo o portal de notícias Terra, 48 cidades latino-americanas fizeram parte do levantamento, executado no ano passado, que contemplou desempenho e atributos, tanto em âmbito regional como nacional. Além disso, o Produto Interno Bruto (PIB) de cada local, bem como sua reputação, presença de empresas estrangeiras, número de habitantes e mais outras características foram levados em consideração.

Saiba mais diretamente no Terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um levantamento publicado em 30 de março, terça-feira, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) assinala que o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de São Paulo ascendeu 1,1% no mês passado, já com ajuste sazonal, em comparação a janeiro deste ano. A Fiesp relatou que o comparativo entre fevereiro de 2010 ante o mês igual de 2009 teve crescimento de 16,2%.

Embora esses dados tenham sido conquistados com veemência, o grau de utilização da capacidade instalada decresceu 0,4% em fevereiro, também com ajuste sazonal; passou a conceber, pois, 78,5%.

O portal de economia do Estadão indica outro mote: a alta na confiança dos empresários, que subiu de 54,7 pontos no segundo mês deste ano para 57,7 pontos em março. O indicador Sensor, medidor dessa análise, aprecia 50 pontos como equilíbrio.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com base em um balanço levantado no ano passado, Francisco Luna, secretário de Economia e Planejamento, avalia que embora a crise mundial tenha assolado o Brasil com força, para este ano acredita que a economia paulista crescerá até 6% em virtude dos estímulos lançados pelas lideranças políticas.

Para ele, diversas medidas anti-crise foram adotadas pelo Governo do Estado, tanto que houve tentativa de manutenção, com sucesso, do programa de investimentos em R$ 20 milhões; isso permitiu, inclusive, a conservação de 800 mil postos de trabalho.

Ainda para 2010, o secretário acredita que o investimento total, em obras, será de aproximadamente R$ 22 bilhões pelo Estado. Em ano eleitoral, obviamente, tudo o que não foi feito nos três anos antes sai do papel. Mesmo assim, caso haja contribuição para a sociedade, a população até poderá perdoar – como sempre!

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um levantamento feito pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) por meio da Pesquisa de Investimento Anunciados no Estado (Pies) relata que o investimento produtivo no Estado de São Paulo apresentou um tombo de 37% nos primeiros seis meses do ano passado, ante o semestre inicial de 2008.

Apesar dessa informação negativa, técnicos da Seade afirmam que a região já apresenta sinais de recuperação, pois a justificativa para o efeito inferior é à desaceleração assinalada durante a crise econômica mundial no Brasil – mas que agora tem a possibilidade de melhorar. Em termos monetários e ilustrativos, os investimentos das companhias caíram de quase US$ 16 bilhões para aproximadamente US$ 10 bilhões.

De acordo com reportagem da Agência Estado apregoada no Portal de notícias online do Estadão, o tombo só não foi maior que esse por causa da quantidade de investimentos executados em São Paulo e a própria infra-estrutura vigente no Estado. Por outro lado, ressalta o Estadão, entre abril e maio houve melhorias nesses aspectos, pois o volume de investimentos nesse trimestre foram quase 100% maiores em relação aos meses de janeiro, fevereiro e março.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para Francisco Vidal Luna, secretário de Economia e Planejamento de São Paulo, o Estado deve encerrar este ano dentro da arrecadação calculada no Orçamento, mesmo após os efeitos sentidos pela crise econômica financeira mundial, no país. A previsão é angariar R$ 116 bilhões em 2009.

Luna disse acreditar que o arrecadamento apresenta melhoras. Segundo ele, a nação não apresenta uma recuperação consideravelmente excepcional, porém, São Paulo pode conquistar e colher bons frutos.

Nos primeiros seis meses deste ano, Francisco declara que o Estado arrecadou R$ 1,3 bilhão a menos que o conjeturado, no entanto, os números atuais sugerem um prosseguimento melhor para até o final de 2009. Ainda para ele, a melhora deve-se ao reaquecimento econômico e às medidas fiscais ostentadas por José Serra, governador de São Paulo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.

No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.

Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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