A crise econômica que está arrasando a Europa e os Estados Unidos está passando longe da China que registrou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, um índice PMI para o setor de compras de 51,5 pontos.

Este valor indica um crescimento da economia chinesa e representa o maior aumento da produção industrial do país nos últimos 19 meses reforçando, assim, a confiança do mercado financeiro na recuperação da segunda maior economia no mundo atual.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


Um dos grandes problemas econômicos do Brasil neste ano de 2012 foi o baixo crescimento de 2012 do seu Produto Interno Bruto o qual, segundo analistas do setor econômico, não irá passar de 1%.

Tendo em vista esta situação, o Banco Central divulgou a estimativa do PIB para o ano de 2013 com uma mediana de 3,30% ao contrário dos 3,70% esperados no início de dezembro.

Com relação à produção industrial, que apresentou sérios problemas e prejuízos durante o ano de 2012, a autoridade bancária espera um crescimento de 3,50% no setor.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa Vale informou neste mês de dezembro que pretende produzir cerca de 36 milhões de toneladas de minério de ferro no próximo ano mantendo, assim, o crescimento da produção e de seu faturamento vivenciado em 2012.

Deste modo, a companhia de mineração irá manter o seu desempenho econômico e continuar em seu avanço na economia durante o ano de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou a última avaliação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) o qual apresentou uma diminuição no PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil no valor de 0,52% no comparativo entre agosto e setembro, que foi a maior queda deste padrão no ano de 2012, mas indica também uma alta no 3o trimestre para o PIB de aproximadamente 1,15%.

Este indicador consiste em um estudo que permite obter uma prévia do valor do PIB nacional além de possibilitar a avaliação de estimativas de produção com relação a setores importantes como a indústria, serviços e agropecuária.

A situação apresentada pelo IBC-Br é justificada segundo economistas por situações como o fraco movimento de vendas no ramo do varejo e a diminuição da produção da indústria durante o mês de setembro.

Mas apesar desta queda o sistema econômico tem a expectativa, segundo Carlos Kawall do Banco J. Safra, de que a recuperação do PIB brasileiro se mantenha mesmo que em uma proporção menor do que a esperada; no entanto, existe uma necessidade de recuperar mais fortemente os investimentos nacionais para manter o PIB com indicadores positivos.

Outros dados importantes fornecidos pelas estimativas do IBC-Br mostram a manutenção do crescimento do PIB no mês de outubro além da expectativa de um aumento de 1% para a economia brasileira como um todo no ano de 2012.

Esta melhoria no PIB será devida no final de ano principalmente em decorrência de um aumento das vendas no ramo de varejo com o período de festas além da recuperação da indústria pelo aumento no consumo de carros, produtos eletrônicos através da diminuição de impostos realizada pelo Governo federal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou na quinta-feira (22/03) que a presidente Dilma Rousseff pretende implantar medidas que deverão incentivar a produção industrial. A expectativa é que o anúncio das iniciativas seja feito já nos próximos dias.

A informação foi obtida pela CNI durante uma reunião realizada entre 28 representantes de grandes empresas e a presidente. O encontro aconteceu na quinta-feira (22). De acordo com o presidente da Confederação, Robson Braga de Andrade, Dilma Rousseff também pediu para que os empresários continuem investindo. Para Andrade, o ideal seria aumentar os investimentos para 25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Além disso, a presidente prometeu que o Governo continuará tentando equilibrar a relação entre taxa de juros e câmbio. “Tais medidas darão maiores condições às empresas brasileiras para competir com os produtos importados. O câmbio é hoje um obstáculo à competição das empresas brasileiras”, comentou Andrade.

Outro assunto discutido durante o encontro foi o custo da produção brasileira, conhecido por Custo Brasil. Andrade comentou este assunto, dizendo que há vários entraves para a redução do custo de produção, entre eles a guerra fiscal entre os Estados, alta carga tributária, elevados encargos trabalhistas e problemas nos setores de transporte e logística.

Por Matheus Camargo

Fonte: CNI


Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) demonstram que, pelo sexto mês consecutivo, a produção industrial caiu no Brasil. O índice chegou a 46,5 pontos. Além disso, o uso da capacidade instalada também teve baixa e ficou abaixo do costumeiro, ficando em 42,9 pontos. A taxa da CNI varia de zero a 100, sendo que índices acima de 50 indicam aumento da produção industrial e da capacidade econômica.

O levantamento da Confederação também mostrou que foi utilizado, em média, 71% da capacidade instalada da indústria brasileira. Em março, o índice reduziu para 69%, demonstrando que, apesar da melhora suave, as atividades das indústrias continuam desaquecidas.

Outro ponto negativo relacionado à pesquisa foi o índice de evolução de emprego, que atingiu 46,5 pontos em fevereiro, indicando que houve retração de vagas no setor.

Um dos motivos para o desaquecimento da produção foi o fato de a indústria não estar conseguindo diminuir o volume de estoques, que estão acima do previsto desde o mês de março do ano passado.

Apesar deste cenário negativo, outro levantamento da CNI demonstrou que os empresários continuam otimistas e esperam uma melhora.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria

Por Matheus Camargo


O setor industrial brasileiro é habitualmente relatado nos principais portais de comunicação por meio de dados estatísticos, perspectivas futuras e toda a cadeia que o envolve. A indústria do país tem sofrido um pouco quanto à competitividade em relação a outras nações, gerando inquietação entre os compreendidos no segmento, como é o caso do ramo de máquinas e equipamentos, que comumente cobra do governo soluções para melhorar a competição.

No último mês de 2010, a produção do setor arrefeceu 0,7% sobre os 30 dias imediatamente anteriores após apresentar estabilidade nos quatro períodos antecessores (agosto a novembro). Contudo, na comparação com dezembro de 2009 ocorreu progresso de 2,7%, mas inferior aos 5,3% no mesmo sistema de confronto de novembro.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2010 terminou com índice 10,5% no quesito produção industrial, abaixo, porém, do crescimento médio registrado entre janeiro e novembro, de 11,2%.

O IBGE revela que a produção no segmento, no 4º trimestre do ano passado, foi maior em 3,3% que o período igual de 2009, porém apresentou basicamente estabilidade em relação aos três meses imediatamente anteriores ao contabilizar índice negativo de 0,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Sondagem recente divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abaliza que a produção industrial do país cresceu em outubro, porém abaixo do esperado. Em setembro, a contagem registrou 53 pontos, já no mês seguinte avançou para 53,6 pontos. Toda vez que esse indicador ultrapassa 50 pontos elucida crescimento.

O levantamento assoalha que a utilização da capacidade instalada (UCI) do setor industrial recuou de 50,4 pontos para 48,9 pontos entre setembro e outubro. Marcelo Azevedo, economista da CNI, assevera, porém, que as fábricas estavam aparelhadas para uma produção mais ampla.

Por portes, as pequenas empresas produziram menos em outubro, de anteriores 52,5 pontos para novos 51,2 pontos. Por outro lado, as grandes companhias aumentaram o ritmo, de 53,6 pontos para 56,1 pontos.

Realizada com base em dados de quase 1,5 mil empresas entre 29 de outubro e 19 de novembro, a pesquisa assinala que o otimismo industrial sobre a demanda do mercado continua superior a 50 pontos apesar do baque mensal, de 59,8 pontos para 57 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Com o Dia das Crianças já ultrapassado e o Natal próximo, crianças em todo o país já comemoraram e devem comemorar ainda mais os possíveis presentes a receber, desde os mais baratos até os mais caros. Recentemente, dirigentes da Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq) receberam a visita de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, para, juntos, comemorarem a produção de um bilhão de brinquedos desde 2003.

Synésio Batista da Costa, presidente da associação, aproveitou o ensejo para entregar ao ex-sindicalista um carrinho de plástico, momento oportuno em que avisou a Lula a pretensão de a indústria nacional faturar R$ 5 bilhões em 2010. A ocasião também foi marcada, segundo o Estadão, pela reclamação de concorrência desleal dos produtos chineses, mesma queixa já observada em outros setores.

O segmento, que emprega 26 mil trabalhadores, segundo Synésio, conta com bonecos e bonecas como principal fonte de faturamento, cerca de 41% do total. Lula, por sua vez, disse que a nação brasileira continuará a abrir sua economia, porém, fará todo o necessário para assegurar concorrência franca entre fabricantes nacionais e estrangeiros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Responsável por gerir diversos levantamentos no país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou na última sexta-feira, 1º de outubro, baque de 0,10% na produção industrial em agosto perante julho, o qual foi tracionado principalmente pelos bens de consumo intermediários, que arrefeceram 1,5% nesse período.

Para André Macedo, técnico da coordenação de indústria do instituto, as paralisações ocorridas no setor petrolífero e a atuação negativa no setor de metalurgia básica incidiram na contração. Em números, a produção do refino de álcool e petróleo reduziu 3,6% entre julho e agosto depois de conseguir, na base de comparação mensal anterior, avanço de 2,6%. O segundo ponto em questão registrou aperto de 5,8% na mesma base de confronto.

Em reportagem veiculada pelo Estadão, Macedo pondera que esse setor ilustra estoque superiores aos níveis almejados e, inclusive, da própria média histórica. Com o resultado em mãos, sopesa que o quadro industrial de agosto ratifica que o terceiro trimestre deste ano vem apresentando um ambiente melhor em comparação aos três meses anteriores, embora num ritmo mais ameno ao observado entre janeiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 31 de agosto, no mês de julho deste ano a indústria teve um crescimento de 0,4% na sua produção, após três meses anteriores consecutivos  em queda.

Com relação ao mês de julho do ano passado, o crescimento registrado foi de 8,7%. Nos sete primeiros meses deste ano a produção sofreu uma elevação de 15%. Os setores responsáveis pelo resultado positivo de julho foram o farmacêutico, de veículos automotores, outros equipamentos de transportes e outros produtos químicos.

Dos 76 subsetores analisados, constatou-se que 56 deles aumentaram sua produção em julho deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, G1


Pesquisa da FIESP, denominada INA (Indicador de Nível de Atividade), que visa dar uma idéia da atividade industrial, monitorando o desempenho de dezessete setores industriais, acompanhando o desempenho de vendas, horas trabalhadas e salários reais, teve a sua medição referente ao mês de Julho divulgada pela entidade e segundo o diretor do departamento de pesquisas e estudos econômicos da entidade, Paulo Francini, o estímulo do crescimento da produção industrial continuará vindo do consumo interno, que embora mais acomodado, continuará alavancando a produção industrial, de acordo com matéria do site UOL.

De acordo com o diretor da FIESP o mercado manterá a oferta de crédito e há no momento na economia do país renda suficiente para estimular o dinamismo econômico. Com este aquecimento do mercado interno a geração de demanda continuará existindo e estes fatores continuarão impulsionando a produção industrial.

As apurações do INA de Julho de 2010 indicaram um aumento de 2,6%, sem ajuste sazonal, em relação a Junho e um aumento de 7,2% quando comparado com o mês de Julho do ano passado. Os setores que mais apresentaram expansão, de acordo com a pesquisa FIESP, foram: alimentos e bebidas, petroquímicos, farmacêuticos, químicos e minerais não-metálicos. Também ocorreu aumento nas horas trabalhadas (10%) e no total de salários reais (5,7%) na comparação entre Julho deste ano e Julho de 2009.

Por Mauro Câmara


Mesmo com o aquecimento da economia se mantendo a produção industrial brasileira vem nos últimos três meses apresentando uma tendência de redução que se manteve em Julho, conforme dados apurados pelo IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Mas mesmo esta tendência na redução da produção industrial ainda não foi suficiente para reduzir o total apurado nos primeiros seis meses do ano de 2010, cujo resultado foi o melhor desde 2002 quando se deu o inicio da série histórica.

Nos seis primeiros meses de 2010 a produção industrial brasileira teve uma alta de 16,2% em relação ao primeiro semestre de 2009. E a queda ficou evidenciada nos resultados apurada na comparação entre Junho e Maio deste ano, ficando em torno de 1%.

Esta queda afetou 20 ramos dos 27 que compõem o universo de pesquisa do setor industrial. E os que apresentaram a maior queda no nível de produção foram: produtos químicos, máquinas para escritório e equipamentos de informática, material eletrônico e equipamentos de comunicações, farmacêutica e veículos automotores.

Já os ramos que apresentaram crescimento foram à produção e refino de petróleo, produção de álcool, edição e impressão e bebidas.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


A produção industrial brasileira caiu 1% em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O recuo é o maior desde dezembro de 2008, quando o índice apresentou retração de 12,2% ante o mês anterior.

Na avaliação trimestral, a produção industrial acumulou perda de 2%, o que reforça os indícios de que a economia do país está em processo de desaquecimento. A queda foi puxada pelo setor de bens duráveis, influenciado pela redução da produção automobilística.

Apesar dos números negativos nos últimos meses, a produção indústria encerrou o primeiro semestre do ano com alta de 16,2%, em relação ao mesmo período de 2009.

Por Beatriz Farrugia


A crise financeira mundial deixou marcas profundas para inúmeros países do globo, exceto alguns, em particular, que conseguiram obter êxito perante os principais resquícios, como, por exemplo, Brasil, China e Índia. No caso brasileiro, o crescimento da economia foi um dos bons resultados, entre eles a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,7% no primeiro trimestre deste ano.

Fatores devem ser considerados, como é o caso da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, materiais de construção e linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar). A indústria brasileira também foi um dos setores beneficiados devido ao otimismo dos consumidores. Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 relatou que a produção do segmento teve elevação em maio de 3,9 pontos percentuais perante os 51 obtidos em abril.

Em março, o resultado, porém, foi bem superior aos últimos dois meses analisados, de 62,9 pontos. Embora abaixo desse mês, a constatação de maio indica crescimento da produção para índices superiores a 50 pontos.

Renato Fonseca, gerente executivo da unidade de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pela Sondagem Industrial acima diagnostica, avalia que a economia brasileira tem crescido sem, com isso, colocar em xeque o equilíbrio de preços.

Para Fonseca, o mercado interno é o grande percussor pelo desenvolvimento econômico deste ano, tanto que empresários admitem aumento da demanda dentro da nação no próximo semestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial teve por consequência "básica" a queda dos mercados mundiais, falência de pequenas, médias e grandes empresas ou instituições, bem como incertezas ao futuro global. O Brasil, segundo Lula um dos últimos a entrar no colapso e o primeiro a sair, aproveitou a problemática e o crescimento visto na atualidade para conferir maior eficiência às companhias por aqui instaladas.

Pesquisa divulgada pelo Instituto de Estudos para o Desenvolvimento da Indústria (Iedi), com base em dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou na última segunda-feira, 14 de abril, que nos primeiros três meses deste ano a produção por hora remunerada, nas fábricas, ascendeu aproximadamente 16% em comparação ao período igual de 2009 e 4,3% em confronto ao trimestre inicial de 2008.

O portal de notícias G1, pautado na Agência Estado, relaciona que o desenvolvimento da eficiência dentro de instalações fabricantes de produtos variados propiciou elevação de 0,7% nas oportunidades de emprego e 1,8% nas horas pagas aos trabalhadores.

Segundo a reportagem, com o aumento da produtividade constatado o custo da produção teve queda, conferindo, portanto, maior competitividade de mercadorias nacionais em detrimentos às estrangeiras.

Fonte G1

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria brasileira, segmento capaz de ilustrar ao país sua capacidade de crescimento, apresentou retrocesso de 0,7% em abril em relação a março, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatísticas (IBGE). Com isso, as quatro altas seguidas anteriores ao período citado sofreram interrupção, embora em comparação ao mês igual de 2009 o setor tenha configurado alta de 17,4%.

O percentual conquistado é positivo se relacionado às projeções de analistas da Reuters, que aguardavam contração mensal de 1,1%. Segundo o portal de economia Terra, se ponderado o mês de abril ante março, a produção da indústria tem queda em 12 de seus setores, avanço em outros 14 e estabilidade em apenas um. As esferas que mais decepcionaram, grosso modo, foram Bebidas, com queda de 11%, e Celulose & Papel, com arrefecimento de 6,1%.

Devido à crise financeira global, em comparação a abril do ano passado foi constatado crescimento em quase todos os segmentos avaliados, tais como veículos automotores, com avanço de 32,2% e Máquinas & Equipamentos, com alta de 47,8%.

Via Terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com alicerce nas informações propagadas em outubro é que será possível determinar um novo e primordial cenário para a produção industrial. É o que afirma Isabella Nunes, gerente de análise da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além dessas palavras iniciais, Isabella prevê, ainda, que as informações de setembro perante o ano de 2008 podem denotar dados ilusórios. Portanto, aguardar mais um pouco será essencial para modelar o quanto a produção industrial se desenvolveu entre outubro e seu mês anterior.

De acordo com André Macedo, economista da coordenação de indústria do IBGE, as regiões com melhor comportamento na produção industrial, no mês de setembro, em comparação com agosto, foram aquelas envoltas em eletrodomésticos e metalurgia, máquinas e equipamentos.

Os Estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina respondem, vinculados, por 70% da produção existente no país; deram, pois, o principal reforço para o desempenho positivo da produção nacional no mês de setembro ante agosto. É esperado, claro, que isso se repita em outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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