Saiba aqui quais são as previsões realizadas pela Empiricus em seu novo documentário sobre o Brasil.

A empresa de consultoria e análises financeiras Empiricus, desde as últimas eleições presidenciais de 2014, vem dando o que falar. Com teses econômicas e políticas bem polêmicas, a empresa já foi processada pela campanha eleitoral do PT e pelo governo de Dilma Rousseff.

A organização é formada por estudiosos e economistas que fazem análises da situação política e econômica atual e que publicam e divulgam teses em que muitas vezes vão contra a maioria das análises de economistas conhecidos e da grande mídia.

Em 2014, a Empiricus divulgou um estudo chamado “Fim do Brasil”, em que dizia que se a candidata Dilma Rousseff se reelegesse, o Brasil iria entrar em uma recessão sem precedentes e que o título da pesquisa realmente poderia se tornar realidade para todos os brasileiros. Daí a empresa teve um processo aberto pela campanha eleitoral do PT em que, segundo o partido político, a empresa estava apoiando o candidato adversário Aécio Neves e recebendo para divulgar esses relatos que, segundo o Partido dos Trabalhadores, eram mentirosos. A Empiricus nega qualquer vínculo com a campanha de Aécio Neves, relatando que a divulgação do projeto “Fim do Brasil” foi feito com base em estudos econômicos profundos e como forma de alerta para sociedade brasileira, que segundo a empresa, estava correndo perigo caso Dilma Rousseff realmente se reelegesse.

Hoje os diretores da empresa, ao mesmo tempo em que vangloriam ter acertado a análise, lamentam que o Brasil tenha chegado a essa recessão atual. Na época em que o estudo “Fim do Brasil” foi divulgado, muitos pontos da situação político-econômica em que os brasileiros sabem hoje pela grande mídia, já tinham sido alertados pelos consultores da organização. Os principais pontos que os estudiosos afirmam ter acertado a previsão são desemprego em alta, contas públicas em déficit (que na época das eleições presidenciais o governo afirmava não existir), pedaladas fiscais, inflação na casa de dois dígitos, corrupção enraizada e recessão econômica. No fim das contas, a Empiricus afirma que a gestão petista cometeu o que se chama de estelionato eleitoral, ou seja, segundo eles o governo maquiou as contas públicas e os dados públicos da economia do país para afirmar que o país não estava passando por nenhuma crise.

Nesse mês de agosto a empresa divulgou um novo documentário em que afirma que o país agora está tomando um novo rumo. Eles dizem não apoiar o novo presidente Michel Temer por ele fazer parte da “mesma turma” do último governo. Contudo, afirmam que algumas medidas tomadas por Temer podem dar uma nova guinada no país e na nossa economia. A Empiricus diz que a inflação já está mais dentro do controle da meta, que a indústria já dá seus primeiros sinais de recuperação, que o nosso câmbio está atrativo para investimentos e que o ambiente externo para 2017 está bem favorável para dar um fim na recessão. Muitos economistas ainda não conseguem fazer essas projeções, o que mais uma vez a empresa de consultoria polemiza. Agora é esperar para ver se o país realmente consegue caminhar para uma nova perspectiva.

Por Carolina Costa


2014 promete ser um ano com a inflação acima do previsto. A meta de 6,5%, estipulada pelo Banco Central, certamente terá seu teto superado. Essa previsão é tida com base em situações como: a aceleração dos preços administrativos (os quais estavam em baixa no ano passado devido a medidas utilizadas pelo governo, mas que não devem permanecer em 2014), a alta de preços em decorrência da Copa e a desvalorização do câmbio provocada possivelmente pelas eleições. Analistas acreditam que esses fatores levem o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) a desandar em 2014.

Na última sexta-feira, 10 de janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação oficial de 2013, que ficou em 5,91%. Embora o governo tenha adotado medidas para conter a inflação, essa porcentagem ficou abaixo do esperado. O governo possuía como meta encerrar o ano com o IPCA abaixo do obtido em 2012, que foi de 5,84%.

Especialistas afirmam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) em 2013 deve ser visto como preocupando para a inflação, pois este ano (2014) improvavelmente a alta de preços será inferior que a registrada em 2013.

Porém, para o ministro da Fazenda em exercício, Dyogo Henrique de Oliveira, o índice de inflação no Brasil em 2013 não é motivo de pânico, ele salienta que a situação está controlada, sem risco algum de um futuro descontrole em relação aos preços no Brasil. Conforme ele, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5%, por isso ele afirma que o índice de 5,91% está dentro da meta.

A mesma pesquisa do IBGE apontou que no mês de dezembro de 2013 o IPCA atingiu 0,92% de alta em relação a novembro, a maior variação desde abril de 2003. Conforme o ministro, isso já era previsto devido ao aumento da gasolina, bem como pelo período de férias e pelas passagens aéreas.

Por Rafaela Fusieger


Um dos grandes problemas econômicos do Brasil neste ano de 2012 foi o baixo crescimento de 2012 do seu Produto Interno Bruto o qual, segundo analistas do setor econômico, não irá passar de 1%.

Tendo em vista esta situação, o Banco Central divulgou a estimativa do PIB para o ano de 2013 com uma mediana de 3,30% ao contrário dos 3,70% esperados no início de dezembro.

Com relação à produção industrial, que apresentou sérios problemas e prejuízos durante o ano de 2012, a autoridade bancária espera um crescimento de 3,50% no setor.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) divulgou nesta semana que diminuiu as suas expectativas para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) para o início do ano de 2013.

Segundo a organização, em janeiro este indicador deve ficar em 0,58% e em fevereiro no valor de 0,47% que são valores , respectivamente, 0,02% e 0,11% mais baixos do que os esperados antes pela Anbima.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O setor de aviação recebeu uma notícia animadora nesta quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, pois as companhias aéreas com cobertura global anunciaram novas expectativas de lucro.

Nesta nova previsão, a IATA (Associação Internacional de Transporte Aéreo) informou que o setor espera ter um lucro de 6,7 bilhões de dólares em 2012.

Este valor representa um importante aumento frente à projeção anterior de um lucro de 4,1 bilhões de dólares.

Além disso, a organização que representa 240 companhias aéreas em todo o mundo informou a expectativa de lucrar em 2013 cerca de 8,4 bilhões de dólares que também consiste em um aumento na previsão anterior de 7,5 bilhões de dólares.

 Ao estratificar esta estimativa para as diversas áreas do mundo, é esperado um lucro zero, mas sem prejuízos na Europa e um lucro de 3 bilhões de dólares na Ásia com um mercado crescente.

Este otimismo das companhias aéreas se deve, principalmente, nos cortes de custos e na consolidação do mercado na América do Norte; no entanto, a IATA alerta para riscos como a crise na eurozona e o abismo fiscal norte-americano que podem afetar este setor.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O valor do PIB para o terceiro trimestre com crescimento de apenas 0,6% decepcionou a todos os setores da economia brasileira e a Sobratema (empresa vinculada ao setor de máquinas do ramo de construção civil) informou que irá rever as expectativas de vendas para o ano de 2013.

Esta revisão se justifica porque o crescimento do país ficou muito abaixo do esperado anteriormente indicando, assim, um ritmo menor na recuperação da economia brasileira.

A situação mostrada pelos dados do PIB vai diminuir a confiança dos empresários que irão repensar antes de fazer investimentos e irão, por conseqüência, aguardar para ter maior clareza dos riscos no mercado do país.

Por isso, a Sobratema pretende rever a projeção feita para 2013 com uma expectativa de crescimento nas vendas de equipamentos para construção civil em 13% de modo que ela se adeque ás novas configurações da economia brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O setor financeiro obteve recentemente mais uma notícia importante para a economia brasileira, pois foi publicada a última pesquisa Focus do Banco Central com diversos dados relevantes para o mercado econômico nacional.

As principais informações revelam que a inflação de forma geral irá terminar o ano de 2012 em 5,46% e uma perspectiva de que a Selic (taxa básica de juros) para o ano de 2013 seja em torno de 7,25%.

Com relação a estas perspectivas houve um aumento da inflação de 0,02% e uma diminuição da última projeção da Selic de 0,38%.

Além disso, a pesquisa Focus apresentou uma previsão para o ano de 2013 de que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) seja no valor de 5,4% com a inflação para o próximo ano tendo uma redução de 5,37% para 5,33% e o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) diminuirá em 0,19%.

Deste modo, apesar de uma alta relativa nos preços principalmente ocasionada pela elevação nos valores para compra de alimentos, a tendência é de que haja uma desaceleração no IGP-M e no IPCA para o final de 2012 e durante o ano de 2013 garantindo a redução projetada para a inflação.

Uma última análise feita por esta pesquisa aponta mais uma diminuição de 1% na expectativa de crescimento do setor industrial com relação ao mês de outubro, sendo que agora se espera uma redução na indústria de 2,32% para o ano de 2012 e uma expectativa de crescimento de 4,1% a qual está 0,05% em relação a análise do mês anterior.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Apple anunciou o seu balanço essa semana e os analistas já especulam que para o próximo ano as suas ações podem alcançar um valor histórico na bolsa de valores.

Segundo alguns especialistas, cada papel da empresa poderá chegar a valer cerca de US$ 1.111 em 2013.

De acordo com analistas da consultoria Topeka Capital, o anúncio da Apple confirmou a sua força em todo o mundo, os seus produtos são verdadeiras febres mundiais e isso influencia diretamente os resultados econômicos. Vale lembrar que os papéis da gigante de tecnologia apresentaram quedas nos últimos tempos, mas os especialistas apostam que no futuro haverá uma nova aceleração das ações.

Se essa expectativa for confirmada, a Apple será a única empresa a superar o valor de US$ 1 trilhão de capitalização, ou seja, cada ação da companhia teria um valor de US$ 1.072.

As vendas do iPhone e do iPad foram os principais motivos para o aumento do lucro da Apple. O lucro divulgado pela empresa foi referente ao primeiro trimestre do ano. Nas últimas semanas as ações da Apple tiveram queda de 4%, sendo que no dia 25 de abril os papéis apresentaram uma elevação de 9% na Nasdaq.

Por Joyce Silva


De acordo com um estudo realizado pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico, os investimentos na indústria brasileira irão alcançar um patamar de R$ 597 bilhões até 2015.

Esse volume representa um aumento de 29,75% quando comparado às projeções realizadas pela instituição para o período 2007 a 2010. Para esse período o investimento foi de R$ 461 bilhões. 

Os investimentos mais significativos foram apresentados na área industrial, mais especificamente nos segmentos de petróleo e gás, que abrange as atividades de refino e extração, somente nesse setor serão investidos um montante de aproximadamente R$ 354 bilhões, o que representa uma fatia de 59% de todo o investimento da indústria do país. A participação desse segmento no estudo realizado anteriormente foi de 52%. 

Na avaliação de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, a tendência é que os investimentos em infraetrutura também acompanhem esse bom resultado. 

Segundo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura e Insumos Básicos do banco, espera-se que os setores de logística e energia recebam mais de R$ 30 bilhões em recursos para serem investidos em infraestrutura, o que representa um crescimento de 26% quando comparado ao estudo anterior.    

Por Joyce Silva


Relatório Focus divulgado recentemente pelo Banco Central (BC), assinala que o mercado brasileiro majorou as perspectivas para a inflação deste ano e de 2012, mantendo, com isso, os índices fora do centro da meta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltou de 5,42% calculado na semana passada para 5,53% no atual relatório. A estimativa para o ano que vem cresceu de 4,50% para 4,54%.

Apesar de afastados do centro da meta, de 4,50%, ambos permanecem próximos ao almejado pelo governo, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com relação à taxa básica de juros da economia, Selic, o relatório nutriu a perspectiva de 12,25% ao ano para 2011, e de 11%, também ao ano, para 2012.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o BC prevê expansão de 4,50%, índice calculado neste patamar há semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A temática importação versus exportação tem surgido com certa recorrência nas últimas semanas por meio de diversos segmentos, entre os quais o representado pela Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Embora a ansiedade venha à tona e emita sinal amarelo para o país quanto à verificação de perda de competitividade das empresas nacionais, de acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as exportações do Brasil para os Estados Unidos devem crescer aproximadamente 20% neste ano, algo em torno de US$ 17 bilhões emitidos para o norte.

Apesar de assegurar aumento da participação brasileira no mercado norte-americano, Barral indica que as vendas para lá ainda não regressaram ao patamar de antes da crise econômica, pois o país ainda pena com problemas relacionados à infraestrutura e com o sistema tributário. Entre 2007 e 2008, de acordo com o UOL, as exportações provenientes do país passaram de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões, sem o devido comboio de desenvolvimento das estradas, portos e aeroportos.

Em relação ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), Barral prevê incremento de vendas com origem brasileira em 50% e para o mercado asiático pouco menos, aproximadamente 40%. De acordo com o secretário, o câmbio tem surtido efeito nas negociações comerciais com outras nações, mas o impacto não seria tão intenso se questões logísticas fossem mais bem resolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria brasileira tem reportado quase diariamente insatisfação com o aumento das importações ante as exportações. Constatações assinalam que várias foram as empresas que começaram a adquirir produtos estrangeiros, significando, portanto, perda de competitividade nacional.

Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio do estudo Investimentos na Indústria assinalam que 89,6% das companhias situadas no país investiram neste ano e 92%, de acordo com o Estadão, pretendem investir em 2011.

Das 454 empresas consultadas, em média cada uma aplicou R$ 6,344 milhões, alta de 80% em comparação aos R$ 3,526 milhões do ano passado. A perspectiva é que 2011 perpetue valor próximo de R$ 6,8 milhões.

A intenção para 77,8% das indústrias ao ano que vem são investimentos focados exclusiva ou singularmente para o mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das nações que mais tem sofrido com a crise financeira mundial, os Estados Unidos voltou a sentir o peso dos efeitos do colapso. Economistas estadunidenses depreciaram as previsões para a expansão da economia do país em 2010 e 2011 e acreditam, ainda, que o índice de desemprego deverá permanecer em crescimento.

Conforme pesquisa da National Association of Business Economics (Nabe), o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano crescerá 2,6% neste ano, 0,6% abaixo do levantamento de maio (3,2%), mesma estimativa respectiva para 2011. Em relação às compras para o Natal e datas festivas próximas, os economistas sopesam que poderão ser efetivamente fracas, com gastos dos consumidores aumentando 2,5% no confronto com 2009.

Para Richard Wobbekind, novo presidente da instituição, a confiabilidade na duração do crescimento apresenta-se ileso, porém a extenuação econômica recente fez com que vários participantes do estudo rebaixassem seus diagnósticos para ano que vem. Além desse ponto, crê que a desaceleração observada neste verão revelou a sensibilidade da economia a diminuições de riqueza, ao arrefecimento do estímulo econômico e a contenção de dívidas.

A pesquisa também revela, de acordo com o Estadão, que os economistas acreditam que o número médio de oportunidades de trabalho gerados mensalmente alcance o valor de 150 mil entre julho e dezembro do ano que vem, para depois ascender entre 170 mil e 175 por mês. A taxa de desemprego, atualmente em 9,6%, poderá chegar a 9,5% no princípio de 2011 e 9,2% em seu final.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira pelo Banco-Central (BC), mostrou que o mercado financeiro está ligeiramente mais otimista quanto à projeção de inflação para 2010. A previsão é de que a elevação de preços – medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumulada ao final deste ano atinja 5,42%, contra os 5,45% esperados anteriormente.

Ainda assim, o valor projetado pelos analistas segue superior ao centro de média definido para 2010, que está em 4,5%. A projeção estipulada para a taxa básica de juros (Selic) para o fim do ano foi mantida nos 12% da pesquisa anterior, enquanto a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro não saiu de 7,2%.

Marcos Santos


Seguindo uma tendência que se alastrou euforicamente pelo Brasil, Abílio Diniz, presidente do conselho de administração do Grupo Pão de Açúcar, comentou que o consumo esperado para o fim deste ano superará o que se previu há alguns meses, mesmo com a crise financeira vigente em grande parte dos 365 dias de 2009.

Com o objetivo de atender o crescimento conjeturado de 5% do Produto Interno Bruto (PIB), o empresário afirmou que a companhia ampliará seus investimentos, ainda mais cooperada e impulsionada pelo chamado “efeito Copa do Mundo”, que certamente puxará, e muito, as vendas de bens duráveis.

Diniz realçou os efeitos da retomada da construção civil sobre o varejo em virtude do programa “Minha Casa, Minha Vida”. Para ele, isto contribuiu para o crescimento geral do mercado imobiliário, o que impulsionará, brevemente e consequentemente, as vendas de eletroeletrônicos, eletrodomésticos e móveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o mundo viu a ascensão do Japão em vários âmbitos, desde sociais a econômicos. Porém, a nação chama mesmo atenção quando o assunto é tecnologia e carros, este último, um setor que nunca pára de crescer.

Recentemente, a montadora Toyota Motor afirmou que sua produção global deverá apresentar dados otimistas e superar a estimativa inicial para 2009 em mais de meio milhão de unidades. Avalia-se, com isto, que a comercialização neste ano atingirá aproximadamente 6,5 milhões de veículos.

Com estas informações em posse, acredita-se que o precursor deste levantamento está atrelado à popularidade do veículo Prius e à rápida diminuição dos estoques de automóveis da montadora pelo globo terrestre. Mesmo assim, dados revelam que a produção será menor que em 2008, quando foram fabricados mais de 8 milhões de carros.

Entretanto, como recessão é o assunto da moda, se as estimativas estiverem corretas, os dados são extremamente positivos.


Cada vez mais novos dados e relatórios sugerem melhorias no desempenho da economia brasileira para este e para o próximo ano. O último divulgado foi proferido pelo Focus, que prevê estabilidade no Produto Interno Bruto (PIB) ante refração de 0,15 por cento há uma semana.

Para 2010, o prenúncio do Focus sugere crescimento de 4% com propagação para 4,20%. No entanto, em inflação avaliada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2009, o panorama ascendeu 0,1%, dos 4,30% da semana anterior, o que detona atuais 4,31%.

Ainda segundo o IPCA, a predição para o ano que vem caiu para 4,30%, diferentemente do que se previu há uma semana, quando indicadores apontaram que os números girariam em torno de 4,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Segundo dados da Votorantin levantados por Luís Eduard Woolcott, gerente comercial da empresa, a unidade de refinaria de metais em Cajamarquilla, localizada no Peru, produzirá 320 mil toneladas de zinco em 2010 após uma ampliação nesse lugar.

Atualmente, a produção anual desse metal é de 160 mil toneladas anuais. Para o aumento pretendido, a companhia investirá 500 milhões de dólares, uma quantia importante, que revela, então, o potencial financeiro da Votorantin.

Woolcott comenta, ainda, que os concentrados de zinco sumariamente destinados para a fundição executada pela Doe Run Peru, que no momento está paralisada, provavelmente não serão mais demandados pela refinaria situada em Cajamarquilla. Tal discurso foi dito porque, segundo ele, tais concentrados serão exportados a outras localidades.


O mundo da informática é, realmente, algo diferenciado, algo que não pára de crescer, inovar, se reinventar e permitir às pessoas sua utilização sob variadas formas, diversas ópticas. O e-bit, portal de consultoria em comércio eletrônico, divulgou a informação de que esse tipo de segmento movimentará, durante o terceiro bimestre, 2,6 milhões de reais, 30% a mais em relação ao mesmo momento de 2008.

Os dados são surpreendentes, mas já esperados, pois após as férias do meio do ano, geralmente o comércio eletrônico apresenta baixas, obrigando os vendedores a elaborarem campanhas estimulantes ao consumidor. Uma delas, veiculadas há pouco, é a Detonaweb, empreitada que oferece descontos de até 50%, além de outras vantagens aos usuários.

Para constar, neste ano essa avaliação teve uma notável contribuição, pois conta com a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que atingiu tanto o segmento de veículos automotores como eletrodomésticos, entre outros.


L’Occitane, uma das empresas mais atuantes no setor voltado à beleza estética, tais como produtos para o rosto e corpo, bem como perfumes de altíssima qualidade, prevê um crescimento financeiro de 30% para este ano.

Com faturamento estimado em 560 milhões de euros distribuído em todos os cantos do mundo, a companhia, que possui 41 unidades no Brasil, planeja sua expansão pelo país com a criação de 15 novas lojas nas regiões Nordeste e Sul. No entanto, os líderes da L’Occitane querem mais: abranger todos os Estados da nação até 2012, num total de cem localidades.

O propósito pode ser de fato alcançado se depender da nova gerente-geral da empresa, Anna Chaia. Afinal, beleza e mulher são as combinações perfeitas para o sucesso de uma companhia voltada ao levante da auto-estima da população mundial.


A partir de uma meta que será conduzida ao Congresso Nacional nos próximos dias, a taxação da caderneta de poupança terá por fim equacionar futuros desequilíbrios no mercado, na medida em que as aplicações se tornam mais interessantes. É o que revelou Nelson Barbosa, secretário de Política Econômica do Ministério da Fazenda.

Para ele, no atual momento não há como destilar possibilidades de estimulação de fundos de investimentos, tais como a redução de sua taxação, mas não existe um possível descarte de qualquer hipótese.

A verdade é que o momento pede maior cautela, pois o Brasil caminha a passos curtos, ora largos, rumo a um equilíbrio financeiro mais estável. Perguntado por jornalistas, Barbosa afirmou que sempre se analisam fundos, mesmo que na atual conjuntura, conforme já mencionado, não seja possível a tomada de decisões.


Parafraseando os últimos dados levantados em relação à atual situação da economia brasileira, o então presidente Luiz Inácio Lula da Silva afirmou que a nação apresentará, em 2010, uma condição interessante de crescimento econômico.

Para o representante do Brasil, se na atual conjuntura o Brasil parece se destacar – pelo menos tecnicamente – no cenário internacional, o ano que vem deverá começar plausível já partindo do Natal deste ano, pois há poucos dias especialistas afirmaram que o final de ano da população brasileira será gordo.

Em seu programa de rádio “Café com o presidente”, Lula afirmou que usará parte do fundo social do pré-sal para investimentos na educação brasileira, pois, segundo ele, este setor é de fundamental importância para o país figurar entre as potências mais desenvolvidas do globo.


Conforme previsto pelos envolvidos na Procter & Gamble, o lucro da empresa para o atual trimestre deve se manter. O esperado, também, é que as vendas nos meses subsequentes continuem no mesmo ritmo.

Além disso, a companhia aguarda lucros por ação entre 0,95 e 1 dólar em um período que compreende os meses de julho a setembro, ou, entras palavras, o primeiro trimestre fiscal da empresa. A estimativa se estende, também, em relação às suas vendas orgânicas, com estabilidade e queda previstas em 3%.

A companhia crê que para o próximo trimestre, no entanto, essas mesmas vendas orgânicas cresçam de 1 a 4%, alavancadas, pois, a partir da inserção de novos produtos no mercado.


Se por todo o mundo a crise está fazendo muitos estragos, no Brasil há equilíbrio econômico e estabilidade financeira que fortalece nosso mercado no cenário internacional.

Numa pesquisa do Fórum Econômico Mundial, que envolveu um total de 133 economias do mundo, a nossa economia ficou em 56.° lugar. Pelo visto, nem tudo é tão mau como dizem os pessimistas de plantão.

Estamos crescendo economicamente e temos prestígio no cenário econômico mundial. Entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), por exemplo, o Brasil está à frente na pesquisa realizada, estamos nos destacando.

Para os brasileiros é gratificante estar subido no ranking e se destacando por aspectos positivos. Esperamos que isso venha a ser revertido em benefícios para o nosso povo.


por Lindomar Vieira

Com a estabilidade da economia, embora vivamos em meio a uma forte crise mundial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega está otimista e acredita em crescimento.

De acordo com a verificada retomada da produção industrial e do crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano na ordem de 2%, é esperado um avanço ainda maior.

Serão mantidas as medidas adotadas para combater a crise, pois estão surtindo um efeito positivo. Contudo, medidas mais ousadas estão descartadas no momento, é mais seguro acompanhar muito de perto a evolução do mercado mundial, isso é certo.

Se para este ano Guido Mantega espera crescimento de 1% para o PIB, para o próximo ano, 2010, aposta em ambiciosos 5%, contudo sempre mantendo a cautela.

“Estamos no rumo certo, sem necessidade de correção.”, disse o ministro.





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