Na campanha presidencial deste ano, ouvimos falar muito sobre economia, mas muitas pessoas não entendem nada sobre o assunto, pois bem, o setor público, comumente conhecido como governo, possui grande participação nas sociedades atuais. Sua existência é decorrente da necessidade de regulação da atividade econômica, em que de um lado encontram-se empresas produzindo bens e serviços e, do outro lado, as famílias, responsável pelo consumo destes bens e serviços.

A participação do governo nas inter-relações entre os agentes privados pressupõe a necessidade de financiamento das atividades por este realizadas. O estudo desta mesma atividade é denominado na literatura econômica de Economia do Setor Público, também chamada de Finanças Públicas.

O conceito microeconômico das Finanças Públicas relaciona-se às políticas específicas (ou pontuais) realizadas pelo governo, a exemplo da imposição de um tributo em um determinado setor da atividade econômica. No conceito macroeconômico, o termo finanças públicas associa-se ao estudo dos diversos impactos que as políticas econômicas individualizadas (políticas microeconômicas) geram sobre a sociedade.

Podemos dizer que o estudo das Finanças Públicas abrange a emissão de moeda e títulos públicos, a captação de recursos pelo Estado, sua gestão e seu gasto, para atender às necessidades da coletividade e do próprio Estado. Na captação dos recursos são estudadas as diversas formas de receitas, obtidas em decorrência do patrimônio do Estado, do seu endividamento ou por força do seu poder tributário. Uma vez captados os recursos impõe-se a sua administração até o efetivo dispêndio.

As fontes geradoras de receitas é a tributação, classificada como receita derivada do poder coercitivo do Estado e o endividamento público, representado pela emissão e resgate de títulos da dívida pública. A capacidade do Estado de tomar empréstimos está determinada pelo potencial de recursos compulsórios que, ano a ano, ele tem condições de mobilizar da sociedade. Deste ponto, ressalta-se o porquê da tributação constituir um dos principais condicionantes do endividamento público. Quando a economia vai bem ou mal, afeta sem dúvidas  sua vida por isso é importante estar informado, sobre como está a economia no país.

Por Paulo Victor Bragança


Desde o início de seu governo, Dilma Roussef buscou aumentar os relacionamentos com países europeus, com a China e os Estados Unidos.

Nesta política internacional, o Brasil deixou de lado a América Latina e o reflexo disso já é sentido, pois as exportações do Brasil para países latinos diminuíram até outubro de 2012 em 11,3%.

Além disso, os investimentos do país na América Latina tiveram uma redução de 34% causando, com isso, um menor volume de negócios na região o que, de certa forma, está atrapalhando as tentativas de manter o crescimento da economia no Brasil.

Desta forma está ocorrendo uma perda do valor político e econômico do Brasil na região da América Latina que causa desconfiança dos outros países e diminuição em seu papel de liderança local.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma contrariou as opiniões do Congresso Nacional e vetou o projeto da casa legislativa com mudanças na distribuição dos royalties vindos do petróleo.

O autor do projeto, senador Vital do Rego, solicitou uma reunião urgente do Congresso para avaliar os vetos feitos pela presidente.

Ainda segundo o senador, os vetos de Dilma surpreenderam a todos, mas respeita a opinião da chefe do executivo sobre este assunto dilemático.

Apesar disso, Vital solicita a derrubada do veto bem como pede uma avaliação mais criteriosa do Congresso Nacional com relação ao destino de todo o valor dos royalties ser revertido apenas para o setor de educação.

Por Ana Camila Neves Morais


A ‘guerra cambial’, designação na boca de praticamente todos os especialistas de economia, gera uma centena de controversas. O Brasil, singularmente, já se preocupa com a desvalorização da moeda norte-americana, o dólar, ante o real, que desde de 2009 computa diferença de 39%.

A injeção de US$ 600 milhões na economia dos Estados Unidos pelo Federal Reserve (banco central do país) aumentou ainda mais a preocupação. Para Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, nenhuma nação está em busca de políticas de atenuação cambial, e as oscilações demasiadas de moedas podem vir a prejudicar o crescimento mundial.

De acordo com artigo apregoado pelo portal de Economia Terra, Trichet mensurou que os banqueiros centrais não discutiram o recuo ao Gold Standard no intuito de controlar moedas. Em sua visão, esse é um tema que ocorre, de vez em quando, nos EUA.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta competitividade do mundo contemporâneo é visualizada tanto de empresa para empresa como de profissional para profissional. Cada vez mais são exigidos diferenciais dentro de cada campo; um “quê” a mais é capaz de causar boa vantagem, independente da área de atuação.

Antônio Batista, professor de estratégia empresarial da Fundação Dom Cabral, avalia que o alto índice de falência das empresas do país ainda em seu primeiro ano de atuação está conexa à ausência de preparo dos empresários em levar o intento adiante. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada 100 empresas abertas em 2007, duas dúzias terminaram suas atividades no ano posterior.

Apesar de avaliar como falta de preparo, de acordo com matéria apregoada pela Band Online, Batista acredita que eles, os empresários, não são os principais responsáveis por essa situação. A falta de políticas públicas para o aparelhamento de empreendedores é um ponto alto.

Temas fundamentais, entre eles acesso a linhas de crédito, são desconhecidos pelos novatos executivos. Mesmo assim, o índice de empreendedorismo no país cresce anualmente, chegando a ser superior em 75% no confronto com outras nações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os postulantes à sucessão do presidente Luiz Inácio Lula da Silva endossam medidas ímpares para efetivar a manutenção econômica do país entre 2011 e 2014 – e quem sabe de 2015 a 2020, caso o próximo líder consiga se reeleger. Melhorias nas áreas de educação, saúde e transporte são as mais mensuradas, embora todos os brasileiros, no geral, saibam que há muito mais para se fazer.

Reforma… palavra que sugere uma série de significados; se posicionada a um segmento específico, pode gerar controversas. Pois bem, o presidente avaliou existir ausência de consenso em relação às práticas nessa esfera – da terminologia supracitada mais acima – no âmbito político e tributário. Segundo Lula, todo mundo diz serem elas, as reformas, altamente necessárias, porém cada município ou estado almeja ter as suas.

Durante evento presidido pela Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base (Abdib) em 23 de agosto, segunda-feira, Lula escudou Guido Mantega, ministro da Fazenda, ao asseverar que ninguém no país poderá cobrá-lo em relação a esse tema. Segundo artigo emitido pelo portal de notícias G1, o ex-sindicalista afirmou que ele (Mantega) as tentou por duas vezes, porém sem sucesso.

Apesar de chegar ao final de seu governo sem medidas nesse sentido, Lula garantiu que após deixar o cargo lutará pela sanção da reforma política.

O presidente terá condições de administrar todas as suas intenções? Citou ajudar Dilma, mencionou viajar pelo país para conferir obras iniciadas durante sua gestão e, agora, a reforma.

Obviamente todos os brasileiros, sem distinções, irão querer que tudo seja levado adiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das personagens mais importantes da política nacional, Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil, enalteceu o momento econômico e político brasileiro em discurso inicial do congresso “O pré-sal e o futuro do Brasil”, este, acontecido em Brasília, DF.

Dilma afirmou, na ocasião, que as reservas do pré-sal fazem parte de uma nação, no caso a nossa, com níveis extremamente propícios e positivos. Afinal, para ela, a pátria brasileira possui estabilidade social, econômica e política muito significativas.

Cabe, aqui, porém, uma observação. Ela, Dilma, se refere aos últimos dados de vários institutos em relação ao plano econômico, ou, então, não conhece a realidade do Brasil? Basta ir às ruas, por fim, fazer uma mediana – e não média – salarial dos brasileiros e rever suas opiniões. Grande parte da população se encontra em estado de miséria, trabalhando, somente, para sobreviver, ao invés de ocupar postos de trabalhos para viver com dignidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei

A aprovação aconteceu na noite de ontem, 1º, após mais de 13 horas de discussões.

A candidatura de Uribe para 2010 conta com índices de aprovação até 70%, mas, para que ela se consume, o projeto de referendo ainda tem de passar pela Corte Constitucional, que tem um prazo de 120 dias para determinar a legalidade da proposta e então encaminhar à Procuradoria Geral que tem um mês para autorizar a convocação dos colombianos para decidirem através do referendo, a legalidade ou não do terceiro mandato do atual presidente.

A oposição, liderada pelo Partido Liberal, se retirou do Parlamento durante a votação do projeto. O deputado Guillermo Rivera, membro do partido, classifica o terceiro mandato como terrível para a democracia colombiana. O líder do partido Rafael Pardo acusou o governo de utilizar recursos públicos para a compra de votos parlamentares com o intuito de garantir a aprovação do projeto. Segundo ele o Governo teria destinado 220 bilhões de pesos (US$ 110 milhões) para esse fim através da construção de 52 sedes de prefeituras pelo país. O dinheiro seria originalmente destinado à projetos de segurança. Se confirmada a denúncia será a segunda vez que Uribe utiliza a compra de votos para tentar a reeleição.


O atual chefe de estado da Nigéria, Umaru Yar’Adua, esteve em Brasília nesta semana para reforçar relações comerciais com o Brasil. Durante reunião com Yar’Adua, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva lembrou que, em 2008, o comércio entre os dois países movimentou cerca de US$ 8 bilhões – o que situa a Nigéria como o décimo maior parceiro comercial do Brasil. O presidente disse acreditar que, com o crescimento da extração petrolífera em solo nigeriano, a Nigéria se tornará a base mais importante da estatal fora do Brasil.

Lula mais uma vez não poupou comparações com o governo FHC e afirmou que as relações com os nigerianos quintuplicaram desde 2002. Descontraído, Lula presenteou  Yar’Adua com uma bola autografada por Pelé. Esperamos que não seja o mesmo tipo de mimo dado à Obama.

Por Diego Diniz


Uma pesquisa promovida pelo instituto Exata aponta fracasso na reeleição de Roseana Sarney (PMDB) para o governo do Estado do Maranhão. A causa mais provável dos baixos números de intenção de voto é o grande acúmulo de escândalos envolvendo o senador José Sarney (PMDB) e outros membros de sua família.

Segundo pesquisa, Roseana tem apenas 10% de intenção de votos no município de Imperatriz, segunda maior cidade do estado. Jackson Lago (PDT), seu maior oponente, tem 79% dos eleitores.

Aliados de Roseana lembram que Imperatriz é uma cidade dominada pela oposição. Eles ainda afirmam que Roseana pode querer ceder sua candidatura ao ministro das Minas e Energia, Edison Lobão (PMDB).


Apesar de anunciar um pacote de medidas que reduzirão para pela metade o tempo do licenciamento ambiental para projetos de pesquisa ou de infraestrutura, o ministro do Meio Ambiente, Carlos Minc, reiterou que os critérios de avaliação para a concessão da licença não perderão seu rigor.

Temos no Ibama 1.400 pedidos de licença em tramitação, todos para ontem, mas não vamos dar sem rigor. No grito não vai sair licença. Tem que cumprir os requisitos. – afirmou Minc.

Para o ministro, rigorosidade e agilidade não são contraditórias no processo de concessão: “Temos que concentrar naquelas realmente impactantes e simplificar naquelas cujo impacto é quase nenhum”.

Por Diego Diniz


Durante a comemoração aos 50 anos do Sindicato Nacional da Indústria da Construção Pesada, nesta quarta-feira (29), o presidente Luiz Inácio Lula da Silva declarou que deseja mudanças na lei de licitações e na legislação ambiental, esse conjunto de mudanças visa acelerar e destravar obras de infraestrutura com entraves com a legislação ambiental.

“É hora de a gente sentar, preparar um grupo de trabalho e começar a preparar a lei de licitação que seria importante para esse país, o marco regulatório ambiental que precisamos para preservar tudo direitinho, mas com um pouco mais de agilidade. É o que precisamos para evitar tanta pendenga no Poder Judiciário” – falou o presidente à plateia de empreiteiros.


A assessoria de imprensa de José Sarney (PMDB-AP), presidente do Senado, divulgou resposta às acusações do jornal O Estado de S. Paulo, que mostram a existência de uma funcionária fantasma no gabinete do presidente.

Veja a nota:

“Com relação à matéria publicada hoje no jornal O Estado de São Paulo, intitulada “Gabinete emprega filha de auxiliar como fantasma”, esclarecemos que a servidora do Senado Federal, Gabriela Aragão Guimarães Mendes, lotada no gabinete do senador José Sarney, tomou posse em 16 de janeiro de 2007 e foi imediatamente cedida ao Conselho Editorial do Senado Federal onde exerce as suas atribuições. Seu horário de trabalho – 7h às 13h -, é cumprido com assiduidade. Nomeada Assistente Parlamentar, ela recebe salário bruto mensal de R$ 1.247,48. Gabriela faz ainda estágio obrigatório na Caixa Econômica Federal (onde almoça), em horário compatível com suas atividades no Senado, conforme declaração da CEF, em arquivo anexo”.


Hoje uma mais uma nova suspeita foi acumulada contra o presidente do Senado, José Sarney (PMDB-AP). Ele é acusado de empregar uma funcionária fantasma em seu gabinete.

A funcionária é Gabriela Aragão Guimarães Mendes, filha do ajudante de ordem de Sarney, Aluísio Mendes Filho. Segundo o jornal “O Estado de São Paulo”, Gabriela é estudante, foi nomeada em janeiro de 2007 pelo ex-diretor geral Agaciel Maia, recebe salário, e não trabalha.

Ontem o presidente do Senado foi denunciado ao Conselho de Ética pelo PSDB e pelo PSOL, entre outras acusações, por ter favorecido a nomeação de aliados e familiares através dos atos secretos.





CONTINUE NAVEGANDO: