IBGE afirma que queda do PIB no último trimestre marca o quinto semestre consecutivo de baixa.

No primeiro semestre de 2016, o PIB brasileiro teve uma queda de 0,3% em comparação com o último trimestre de 2015. O produto interno bruto, soma de todos os bens e serviços produzidos nos país, caiu pelo quinto semestre seguido segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, IBGE, em nota divulgada na quarta-feira (1°).

Além desse triste fato, no ranking da agência classificadora de risco Austin Rating, divulgado também no dia primeiro desse mês, o Brasil aparece em 31° lugar no PIB do primeiro trimestre. Com previsão para encolher 3,81% da nossa economia esse ano e crescer apenas 0,55% em 2017, nosso país se encontra atrás de outros países da América Latina como México e Peru. Como se não bastasse, ainda estamos com o PIB menor que países que passam por crises ou são pouco representativos nesse tipo de ranking. Ucrânia, Grécia e Rússia, países que por muito tempo tiveram economias menores que a nossa, hoje estão na nossa frente.

O 1,47 trilhão de reais vindo de bens e serviços do país nos primeiros três meses desse ano é 5,4% menor do que o mesmo período do ano passado. Além disso, a crise econômica que afligi o país se espalha por outras áreas. Em relação com o último trimestre do ano passado, os investimentos caíram 2,7%, o consumo das famílias caiu 1,7%, as exportações caíram 6,5% e os serviços caíram 0,2%. Essa queda na economia ainda se estende para a indústria e a agropecuária. Os únicos setores que cresceram dentro da indústria foram os de eletricidade e gás, esgoto e limpeza urbana (1,9%).

No meio de toda essa recessão, existem os economistas que se mantêm otimistas. A queda de 0,3% do PIB foi a quinta seguida, porém, a menor desde o primeiro semestre de 2015. O pior pode já ter passado se considerarmos que essa queda já foi de 2% no segundo trimestre de ano passado. “Algumas quedas diminuíram… a indústria, o comércio, os serviços tão negativos, mas elas ficaram um pouquinho menos negativas do que estavam no quarto semestre do ano passado”. Afirma Cláudia Dionísio, gerente de contas trimestrais do IBGE, em entrevista. Segundo ela, existem pequenas melhoras, mas estamos muito longe de poder falar em uma recuperação.

T.Ferreira


Economistas pioraram as estimativas para o crescimento da economia brasileira neste ano. Queda poderá ser de 2,26%.

A crise econômica no Brasil parece não ter fim. Novas estimativas sobre o Produto Interno Bruto (PIB) do País são piores que as anteriores, colocando o País na ladeira da desaceleração. Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) apresentar que o PIB do segundo trimestre recuou 1,9%, as projeções econômicas dos analistas pioraram para este ano. Com os dados do IBGE já é possível afirmar que o País está em recessão técnica.   

Segundo o levantamento publicado nesta segunda-feira (31) pelo Banco Central (BC), a expectativa dos economistas é que o PIB nacional apresente resultado de -2,26%. Na semana anterior, essa projeção era de -2,06%. Isso mostra que os ajustes realizados pelo Governo, até então, não estão sendo suficientes para manter a economia, no mínimo, estável.   

A inflação é outro fator de peso na economia do País. Pela segunda semana, os especialistas diminuíram a previsão. Agora, é esperado que o índice da inflação fique em torno dos 9,28%. A previsão anterior dos analistas era de 9,29%, praticamente estável. No entanto, a previsão fica muito além do teto fixado pelo Governo.

O objetivo inicial do Governo era manter a inflação em 4,5% ao ano, com uma tolerância de dois pontos percentuais. Sendo assim, a variação é de 2,5% a 6,5%.  

De acordo com os números do IBGE, a prévia do índice inflacionário no mês de agosto desacelerou e ficou em 0,43%. No entanto, em 12 meses o índice atingiu 9,57%.   

A previsão em relação ao dólar e a taxa básica de juros, a Selic, ficou estável. A estimativa é de R$ 3,50 para a moeda americana e 14,25% para a Selic. O Banco Central subiu a taxa Selic em 0,5% na última reunião. Atualmente a taxa é de 14,25%, a maior em nove anos, desde agosto de 2006.   

Semanalmente, o Banco Central publica um relatório, o boletim Focus, que traz as principais apostas dos analistas e economistas para os índices econômicos do Brasil.

Por William Nascimento

PIB em queda


Brasil está em recessão técnica e há esperanças de que no 3º trimestre a retração do PIB seja menor.

Oficialmente em recessão, a economia do País vai ainda enfrentar muitos altos e baixos e se ouve que entre o 3º e 4º trimestre do ano ainda chegue ao fundo do poço. Considerando a situação atual, o País está em "recessão técnica", pois o indicador do PIB (Produto Interno Bruto) registrou números negativos por dois trimestres seguidos – no primeiro trimestre houve uma queda de 0,7% e no segundo a marca de 1,9%. Esse último resultado é o mais alto desde 2009, quando o PIB também atingiu esse número.

Estima-se que no 3º trimestre a retração do PIB deva ser menor, o que não significa uma rápida recuperação, uma vez que a conjuntura do País está representada por aumento no desemprego, falência de empresas, alta no dólar, queda na produção das indústrias e comércio enfraquecido. Mas há ainda outros fatores e enquanto esses não se ajustarem, o País fica desestabilizado financeiramente. Esses fatores são a atual crise política e os ajustes na economia. O grande problema está na identificação real do que depende de quem. Enquanto houver crise política e incertezas nas definições da economia, tudo fica retraído e enquanto está tudo retraído fica difícil da crise política estabilizar.

O povo brasileiro vê todos os dias os meios de comunicação anunciando que o governo está tomando providências para conter a inflação e reequilibrar as contas públicas. Mas esse reequilíbrio, em grande parte, afeta a vida financeira do cidadão e, consequentemente, afetará o comércio – ver como exemplo o não pagamento do abono salarial PIS de parte dos brasileiros, para ajustar as contas públicas.

De acordo com assessores presidenciais, o governo estava preparado para a retração, só não esperava que fosse nessa proporção, tendo inclusive, derrubado a taxa de investimento, o que dificulta ainda mais a recuperação. O passo mais certeiro agora é o governo recuperar a confiança de investidores e empresários, para que cresça novamente o investimento e que a retração do 3º trimestre seja bem menor de verdade.

Por Elia Macedo

PIB


Principal fator que influenciou a alta do PIB da Alemanha foram as exportações. Expectativas indicam um crescimento de 1,8% no PIB do País em 2015.

O Produto Interno Bruto (PIB) da Alemanha teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano. O País teve uma aceleração discreta, alimentada principalmente pelas suas exportações. No primeiro trimestre, o resultado do PIB do País foi de 0,3%. Os dados foram confirmados pela agência Destatis, especializada em estatística.

O que mais motivou o crescimento do PIB na Alemanha foi o comércio exterior, ou em outras palavras, a diferença entre o valor das exportações e das importações.

Quando comparado com o segundo trimestre do ano passado, o PIB alemão cresceu um pouco mais: aumento de 1,6%.

O Governo da Alemanha prevê um crescimento de 1,8%, levemente maior do que o obtido no ano passado, de 1,6%. Mesmo com a piora das expectativas para a zona do Euro, o País conseguiu ter bom crescimento trimestral e após baixar drasticamente suas previsões durante o ano passado, o País retomou a sua confiança e tem novamente boas previsões de crescimento. O prognóstico dos especialistas no final do ano de 2014 era de que a economia Alemã fecharia 2015 em torno de 1,4%. Agora, com o crescimento expressivo no resultado do primeiro para o segundo trimestre, os especialistas já se sentem mais confiantes para fazer previsões levemente melhoradas.

Mesmo com o crescimento de 0,4%, o resultado não agrada a todos os especialistas. Alguns consideram o resultado da Alemanha e de países como França e Itália frustrantes. A média do PIB dos países que utilizam o Euro cresceu somente 0,3% na mudança do primeiro para o segundo trimestre. Resultado que promete medidas mais drásticas para a retomada do crescimento expressivo. Podemos esperar mais cortes nas economias desses países, em nome do tão desejado crescimento.

O resultado obtido pela Alemanha não é nenhum feito histórico, mas é capaz de deixar a nós, brasileiros, com inveja. Enquanto nossa economia está em maus lençóis e o crescimento do PIB cada dia se afasta mais de nossa realidade, ver um País com um crescimento, mesmo que discreto, como o da Alemanha, e com boas previsões para fechar o ano, só aumenta a sensação que a crise está realmente se agravando.

Por Patrícia Generoso

Bandeira da Alemanha


A recessão técnica acontece quando o PIB sofre recuo em 2 trimestres consecutivos, o que pode se confirmar no dia 28 de agosto, quando o IBGE revelar o resultado oficial do PIB do Brasil do 2º trimestre deste ano.

Dados oficiais do Banco Central mostram que a economia brasileira está se encaminhando para um cenário de recessão técnica. Essa é uma consequência direta da retração que foi registrada no primeiro trimestre de 2015. Vale destacar que esse é um resultado dos números oficiais do Banco Central e que foram divulgados na última quarta-feira, 19 de agosto. Caso não saiba, o cenário de recessão técnica está caracterizado quando o Produto Interno Bruto sofre recuo em dois trimestres consecutivos.

O chamado cenário de recessão técnica passou a ser considerado após o resultado negativo no segundo trimestre de 2015. Com isso, o Índice de Atividade Econômica, o IBC-Br, mostrou que o PIB no segundo trimestre de 2015 registrou baixa de 1,89%.

Além disso, é importante destacar que o resultado negativo não é algo exclusivo do segundo trimestre de 2015. Nos três primeiros meses de 2015, janeiro a março, houve uma retração de 0,88% no PIB brasileiro, segundo o valor revisado. Porém, segundo o IBGE, essa retração foi de 0,20%. Sendo assim, os dois cenários apresentados são de baixa, logo, aliado ao segundo trimestre que também foi negativo pode-se considerar que a economia brasileira entrou em recessão técnica.

Um detalhe importante é que o resultado oficial do PIB brasileiro é de exclusiva responsabilidade do IBGE, sendo o IBC-Br apenas um indicador de prévia. Dessa forma, o resultado oficial do segundo trimestre do PIB do Brasil ainda será divulgado em 28 de agosto pelo IBGE.

Se confirmado, o cenário de recessão técnica será o primeiro desde o início do ano de 2009. Nesta ocasião, o PIB brasileiro registrou recuo de 4,1% nos três últimos meses de 2008 e, logo em seguida, registrou recuo de 2,2% nos primeiros três meses de 2009. O resultado em 2009 foi uma das consequências da forte crise internacional que se espalhou pelas economias de todo o mundo.

O PIB é nada menos que a soma de todos os bens e serviços produzidos no país. A grande aplicação deste índice é justamente avaliar a evolução de determinada economia.

Por Bruno Henrique

Recessão técnica


Nova previsão do Boletim Focus indica o PIB do Brasil será ainda menor em 2015.

A perspectiva de uma melhora na economia brasileira continua cada vez mais distante para a população e para os empresários.  E isso pode ser comprovado após a divulgação do Relatório de Mercado Focus que aponta uma diminuição maior do PIB – Produto Interno Bruto – do País em 2015. Antes, esperava-se que esta diminuição fosse de 1,76%, mas após a divulgação do relatório este percentual de queda subiu para 1,80% para este ano.

Este relatório é divulgado todas as segundas-feiras na parte da manhã pelo BC – Banco Central e comparando com o divulgado no dia 10, observa-se que as projeções anteriores apresentavam uma queda menor na economia brasileira, de 1,50%.

Para 2016, a confiança na recuperação da economia também anda em níveis baixos. Na segunda-feira do dia 3 de agosto, essa perspectiva não passou de 0,20%, sendo o mesmo percentual registrado uma semana antes.

No mês de julho, essa mesma confiança foi de 0,50%, mas mesmo o Banco Central revisando negativamente este percentual de 0,60% para 1,1%, a instituição se mostra confiante na recuperação da economia brasileira.

Já o Relatório Trimestral da Inflação para o mês de junho mostrou um recuo na expectativa para a indústria, onde o PIB apresentou uma queda não de 2,3% como se esperava, mas sim de 3%.

O Banco Central atribui está queda no PIB à reação em cadeia que vem acontecendo em alguns setores da economia, como por exemplo, na indústria de transformação, onde o impacto negativo saltou de 3,4% para 6%, na indústria de fabricação e distribuição de eletricidade, água e gás, com uma redução de menos 5,6% ao todo, ao aumento na utilização de usinas termoelétricas para a produção de energia, a diminuição do consumo de água devido à seca nos principais reservatórios do País, juntamente com o alto valor das tarifas que vem sendo cobrado.

Ainda de acordo com as informações divulgadas no boletim Focus desta segunda-feira, a previsão de queda na produção industrial será de 5%, mantendo-se estável em relação às últimas 3 divulgações do informativo.

Vale ressaltar que em 16 de julho, a agência de classificação de risco Moody’s já havia divulgado um relatório apontando esta mesma retração de 1,8% do PIB brasileiro para o ano de 2015. No relatório a agência assegura ainda que a baixa atividade econômica do país afetaria as empresas até os primeiros seis meses de 2016.

Por André F.C.

PIB brasileiro


Previsões indicam que o superávit primário do setor público pode fechar o ano de 2015 em 0,15% do valor do PIB.

Com a falta da adoção de novas medidas na área de despesas do país, a previsão do governo de Dilma Rousseff é que o superávit primário do setor público possa fechar o ano bem próximo de zero.

O superávit é o indicador que mede o valor das receitas menos as despesas do governo. A equipe presidencial vem investigando dados para ver se mantém ou se diminui a meta fiscal para o ano de 2015 e segundo o anunciado na última segunda-feira, dia 20, o superávit pode fechar o ano de 2015 em 0,15% do valor do PIB, bem abaixo da meta estabelecida para o ano, que era de 1,1%.

Para evitar esse cenário, a presidente decidiu adotar nos próximos dias algumas medidas de aumento da receita e mais cortes na despesa.

Na última segunda, Dilma Rousseff se reuniu com os ministros da fazenda (Joaquim Levy), da casa civil (Aloízio Mercadante) e do planejamento (Nelson Barbosa) para tratar sobre a meta fiscal do país. A presidente decidiu deixar a meta fixada para este ano, seguindo o que vem sido defendido pelo ministro Joaquim Levi. Já a ala política responsável pelo ministério do planejamento quer fazer a presidente reduzir a meta, para uma meta "realista e crível". Assessores da presidência, no entanto, afirmam que Dilma deseja manter a posição de não mexer na meta fiscal para este ano e deixar uma possível decisão sobre o assunto para setembro, onde trataria também sobre o pagamento da dívida do Brasil.

Dentro do Palácio do Planalto, no entanto, a crença é de que mais cedo ou mais tarde a presidente terá que reduzir a meta, pois o cenário fiscal do país mostra que o cumprimento das metas fixadas atualmente ficou quase impossível. A dúvida é em quanto a meta teria que ser reduzida, para que possa ser alcançada. Os responsáveis pelo planejamento acreditam que a redução para 0,6% do PIB já deixaria a meta mais alcançável no atual cenário econômico.

Para aumentar o superávit o máximo possível a equipe econômica prepara medidas em conjunto que renderiam até R$ 50 bilhões para os cofres públicos, ainda no decorrer deste ano. Dentre as medidas, há um corte adicional de despesas, que está atualmente em estudo pelo governo. O corte ainda não foi definido, pois há uma divisão na equipe de Dilma sobre o assunto. O valor aproximado do corte seria de R$ 20 bilhões. Algumas medidas, como a tributação sobre a repatriação de dinheiro de brasileiros que estão no exterior não agradaram a todos da equipe e não é mais garantida no pacote de medidas.

Há a necessidade da equipe econômica do Governo Federal chegar a um acordo o mais rápido possível, pois a cada dia de discordância a economia do país afunda ainda mais em incertezas. Se as medidas necessárias para a manutenção econômica não forem anunciadas e postas em prática o quanto antes o cenário econômico do país pode se complicar ainda mais.

Por Patrícia Generoso

Superávit


De acordo com os bancos, o PIB brasileiro deverá ser ainda menor e em 2016 haverá recessão.

O impacto na economia brasileira deverá ser maior do que o previsto. De acordo com as estimativas de consultorias e bancos, o PIB nacional está piorando ainda mais nas últimas semanas. Há um grande risco de que em 2016 o país também esteja mergulhado em uma recessão econômica. Sendo assim, a recuperação da economia brasileira está longe de se acontecer.   

Tais estimativas negativas contrariam a projeção inicial da equipe econômica. O governo esperava que, com o ajuste na política monetária e fiscal, a economia se recuperasse no fim deste ano ou no início de 2016. No entanto, não é isso que os analistas estão projetando. A deterioração econômica esperada para o próximo ano está acompanhada de um cenário ainda mais adverso para 2015. Os bancos privados, Bradesco e Itaú, nos últimos dias, projetaram um tom de piora nas expectativas para este biênio.   

O Itaú modificou sua projeção de recessão para este ano, saltando de -1,7% para -2,2%, índice bastante preocupante. Já para 2016, o banco privado passou a ter uma estimativa de contração de 0,2%, ante previsão anterior de crescimento em 0,3%. Um relatório da instituição informou que "uma recuperação moderada ao longo de 2016 não deve ser suficiente para compensar a queda já ocorrida na atividade no crescimento médio do próximo ano".  

 Já o Bradesco indica que a economia brasileira deverá apresentar um índice de -1,8% em 2015 e, para o próximo ano, o Produto Interno Bruto deverá ficar estagnado. Segundo o economista-chefe do Bradesco, Octavio de Barros, "o ano de 2016 herdará um carrego estatístico muito negativo que virá de 2015".  

O banco Santander também fez sua projeção. De acordo com as estimativas do banco, o PIB deverá sofrer uma contração de 1,5% neste ano, e se manterá estagnado em 2016, ante uma previsão de crescimento em 0,5%.   

O principal motivo para piorar as previsões, está relacionado à maioria dos setores que não tem apresentado sinais de recuperação. A desaceleração neste ano também está afetando o mercado de trabalho, onde milhares de vagas de trabalho estão sendo reduzidas nos grandes centros. Isso dificulta a saída do país da recessão.   

A turbulência política também colabora negativamente para o quadro econômico. A presidente Dilma Rousseff tem tido grandes dificuldades para conseguir negociar medidas de ajuste com o Congresso. Além disso, há os efeitos da Operação Lava Jato e as "pedaladas fiscais" no TCU. Sendo assim, o governo terá de encontrar meios eficientes e conseguir aprová-los para que o Brasil possa voltar a respirar ainda em 2016.

Por William Nascimento

PIB


O Banco Central divulgou o resultado de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras onde informa que a estimativa de encolhimento do PIB aumentou, bem como a estimativa da inflação. Vale ressaltar que os dados desse relatório foram levantados na semana passada e divulgados nesta segunda-feira, 09 de março.

Através da pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições foi apurado que a previsão de encolhimento do PIB passou de 0,58% para 0,66%, ou seja, o PIB brasileiro deve sofrer a maior contratação da economia desde 1990. Vale ressaltar que esses resultados vão confirmando o que já é esperado por muitos especialistas: saldo negativo. Essa é nada menos que a décima piora na projeção do PIB projetada pelo mercado.

Além disso, os dados divulgados pelo Banco Central também informam que um cenário de recessão econômica no fim de 2014 e início de 2015 pode ser considerado uma realidade. Para aqueles que não sabem, a chamada recessão técnica é resultado de dois trimestres consecutivos de contração do PIB.

Dessa forma, é evidente que o Brasil está em um cenário econômico extremamente complicado. É importante destacar que enquanto a projeção do PIB diminui para 2015 a projeção da inflação aumenta.

Caso ainda não saiba, a expectativa dos analistas é que a inflação feche o ano acima de 7%. Neste último relatório os analistas subiram a projeção da inflação para 7,77%. Vale destacar que na semana retrasada essa projeção era de 7,47%. É importante destacar que esta foi nada menos que a décima alta consecutiva para a inflação de 2015. Essa pode ser a maior taxa desde 2003, quando a inflação fechou em 9,3%.

Um detalhe muito importante é que esta atual projeção da inflação, 7,77%, é um valor acima do teto de metas do governo. A meta central de inflação para 2015 e 2016 é de 4,5%, sendo a tolerância de dois pontos para mais ou para menos. Com isso, o teto da inflação é de 6,5%, sendo assim, o atual cenário inflacionário é bastante preocupante.

Por Bruno Henrique

Infla??o e PIB


De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Focus desta semana, a previsão ficou ainda mais negativa para uma série de índices importantes na nossa economia. Em clima de recessão e de muita desconfiança, o relatório trouxe a confirmação de notícias que ninguém queria ouvir. As projeções para a inflação e para o crescimento econômico do nosso país pioraram, nada foi diferente com a taxa de juros, esta também aumentou. Outro indicador que teve uma projeção negativa foi o Produto Interno Bruto, a diferença entre a semana passada é esta é de -0,08%.

Os analistas financeiros mais conceituados no país parecem ter entrado no consenso de que a nossa economia está passando por uma etapa crítica. Os juros estão subindo, o crescimento do país está numa fase de estagnação, a inflação continua imprudente e o PIB sofreu cortes, todos estes indicadores podem ser traduzidos na constatação da desaceleração do crescimento e em dias difíceis para toda a população brasileira.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros, tinha previsão de fechar o ano em 12,75% na semana passada. Nesta semana, o valor aumentou para 13%. Mesmo sem saber o valor que a taxa de juros do Banco Central ainda não tenha sido definida, espera-se que ela não tenha comportamento diferente dos índices apresentados pelo Boletim Focus, já que a taxa básica aumentou nesta semana. Na semana anterior ela fechou em 12,25%.

O PIB tinha registrado uma queda de -0,5% na semana anterior, nesta ele marcou uma queda de 0,08%, ficando em -0,58%.

No que se refere à inflação, na semana passada ela tinha sido registrada em 7,33%, neste período mais atual ela fechou em 7,47%.

Outro dado divulgado pelo Boletim Focus desta semana foi o aumento do Dólar. A moeda americana estava em R$ 2,90, agora ela assumiu o valor R$ 2,91.

Muito se fala sobre os índices do Boletim Focus, no entanto, grande parte da população não tem conhecimento sobre o que é este relatório. O Boletim é realizado e divulgado pelo Banco Central, ele é resultado de um estudo configurado pelo BC para prever de forma bastante transparente os principais indicadores economistas do país. Ele é elaborado pelos principais economistas e analistas financeiros do Brasil. Ao todo, o BC ouve 100 instituições, aproximadamente, e após, o BC descarta os valores extremos e faz a mediana das perspectivas para diversos índices.

Por Melina Menezes

Economia


As projeções do PIB e da inflação vão continuar a ser questões problemáticas para a economia brasileira em 2015. Economistas de instituições financeiras voltaram a fazer projeções assustadoras, reafirmando o triste cenário para a política monetária para este ano.

Uma pesquisa realizada pelo Focus do Banco Central divulgada no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 diminuiu pela oitava semana seguida, chegando a uma contração de 0,50%, afirmando uma queda de 0,42% ante ao levantamento anterior.

Com um grande peso em relação à atividade, a indústria terá uma perspectiva de recuo, passando de 0,35% para 0,43%. Outros fatores determinantes para o resultado do estudo são os preços cada vez mais altos de bens de consumo e alimentos, além do risco de racionamento de energia elétrica e água.

A inflação também mostra que o país tem dificuldade em mostrar uma recuperação, gerando um panorama de confiança abalado. A projeção no Focus é de alta de 10,4%, sendo este 0,4% superior ao estudo realizado na semana anterior. Levando em consideração à alta do IPCA neste ano, a pesquisa também mostrou a oitava piora seguida neste ano. O estudo projeta um avanço de 7,33% ante 7,27% na semana anterior.

Com este cenário, os especialistas sustentaram que a Selic encerrará 2015 a 12,75%. A projeção é de alta de 0,5% referente à taxa básica de juros, que está cravada atualmente em 12,25%. Os dados são do Comitê de Política Monetária (Copom).

Apesar da notícia, em 2016 a projeção para o PIB permanece com o aumento de 1,5%. Contudo a expectativa de avanço do IPCA será de 5,6%, representando uma alta de 5,5% dos preços administrados. Até o momento a projeção permanece a mesma. Já a Selic se mostrou mediana de acordo com as projeções para o ano que vem, podendo encerrar o ano 11,50%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

PIB e Infla??o


As previsões sobre o Produto Interno Bruto brasileiro divulgadas no Boletim Focus são bem mais animadoras do que as realizadas pelos economistas do Banco HSBC. Em meio a uma economia desacelerada e um cenário internacional de incertezas devido aos escândalos e acontecimentos que têm assolado a política do Brasil, a situação do PIB pode ser bem mais preocupante do que tinha sido previsto pelo Focus.

As especulações sobre a real situação econômica do país são muitas, alguns especialistas acreditam que ela está estagnada e outros acham que ela está passando por uma etapa de restrições e baixas. Esta última opinião é a manifestada pelos economistas do HSBC. Conforme as informações achadas por eles, o desempenho do PIB para este ano deverá ser de -1,2% e não 0,5% como foi divulgado pelo boletim Focus. O boletim tinha estimado um PIB de zero este ano, porém os especialistas do banco encontraram um valor bem menos animador. O outro estudo não considerava os racionamentos que já estão acontecendo no país como o de energia elétrica e água, já neste do Banco eles foram considerados e agregados à conta que fechou em baixa de 1,2%. Ainda de acordo com os economistas do banco privado, este valor pode alcançar um valor bem menor caso o racionamento persistir por mais tempo. Explicam também que o valor de -1,2% foi alcançado calculando o PIB agora, se continuar a situação de escassez, o panorama do PIB poderá chegar ao valor de -2%. Caso este valor se confirme, muitas consequências econômicas ocorrerão, a taxa básica de juros (Selic) subirá dos 12,25% atuais para 13,5%, aumento do IPCA de 70 pontos em um ano e o dólar poderia alcançar um valor superior a R$ 3,00.

A desvalorização do dólar e por consequência a desvalorização do Real são fatores de muita preocupação na indústria tanto pelas questões relacionadas à exportação e à importação, assim como a compra de matérias primas, entre outros aspectos. Não são somente estes resultados que preocupam, há também o risco de crédito que diminui.

Levando em consideração os resultados obtidos pelo HSBC, vê-se que o país está com a economia enfraquecida e sujeito a mudanças sérias ainda neste ano.

Por Melina Menezes

PIB


No ano de 2014 foi registrada a primeira retração da economia em cinco anos. Essa informação foi divulgada nesta quarta-feira pelo Banco Central. Conforme os dados divulgados pelo Banco Central, o índice que reflete uma prévia do Produto Interno Bruto (PIB) teve uma contração de 0,15% em 2014.

Se as previsões do IBC-Br forem confirmadas, o Brasil assistirá a sua primeira retração depois da que ocorreu no ano de 2009 quando o país teve uma diminuição de 0,33%. Nos anos posteriores, em 2010, 2011 e 2012, o PIB registrou crescimento.

Esse índice registrado pelo BC foi bem pior do que os analistas financeiros dos bancos esperavam. Estes profissionais previram uma alta de 0,7%, já o governo previu uma alta de apenas 0,5%.

O Índice de Atividade Econômica do Banco Central tem como objetivo oferecer uma previsão do que será o PIB do ano. Ele concede previsões para os setores de serviço, indústria, agropecuária e impostos. Embora haja a necessidade de acudir esse índice para conseguir uma precisão sobre o PIB, os últimos resultados do IBC-Br não têm tido muita relação com os resultados reais do PIB ao longo dos anos. O Banco Central considera o índice como uma ferramenta útil para o seu uso e para o setor privado. O BC usa o indicador para definir a taxa Selic que é a taxa básica de juros do país. Os juros básicos chegaram a 12,25% ao ano, a expectativa é que esse valor seja reajustado para 12,5% em março e para 12,75% no final do ano.

Vale lembrar que o Produto Interno Bruto é composto pela soma dos bens e serviços que o Brasil produz, ele serve para medir a economia do país. 

Outros dados informados pelo Banco Central apontam que houve uma queda na economia brasileira no ano passado. Para este e o próximo ano, estima-se uma inflação de 4,5% aproximadamente, sempre considerando o intervalo de tolerância (-2%; +2%).

Por Melina Menezes

PIB


Um dos grandes problemas econômicos do Brasil neste ano de 2012 foi o baixo crescimento de 2012 do seu Produto Interno Bruto o qual, segundo analistas do setor econômico, não irá passar de 1%.

Tendo em vista esta situação, o Banco Central divulgou a estimativa do PIB para o ano de 2013 com uma mediana de 3,30% ao contrário dos 3,70% esperados no início de dezembro.

Com relação à produção industrial, que apresentou sérios problemas e prejuízos durante o ano de 2012, a autoridade bancária espera um crescimento de 3,50% no setor.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A grande notícia durante o mês de novembro no mercado financeiro foi o fraco crescimento do PIB brasileiro no terceiro trimestre de 2012.

Este desempenho causou frustração no Palácio do Planalto o qual esperava um efeito maior das diversas medidas realizadas pelo governo no período para estimular a economia do país.

Dentre as medidas realizadas pelo governo estão a redução de impostos como o IPI, corte na taxa básica de juros e desoneração da folha de pagamento em diversas áreas.

Segundo a presidente Dilma Rousseff as ações do governo ainda não tiveram seus efeitos amplos e espera a sua difusão no mercado econômico do Brasil; além disso, a presidente quer acelerar o processo de recuperação da economia para voltar a um crescimento adequado e acredita que os incentivos oferecidos terão seus efeitos sentidos apenas em longo prazo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o IBGE divulgou dados individuais do PIB de todos os municípios do Brasil e a cidade de Fortaleza obteve o maior valor para o nordeste com R$ 37.106.309.000 e ocupou o 9o lugar no Brasil como um todo.

Ainda segundo a pesquisa realizada cerca de 20,8% do PIB de 2010 corresponderam às cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo que corresponde a uma redução de 0,6% neste percentual do ano de 2009.

Além disso, ocorreu uma redução no PIB de São Paulo equivalendo a 12% do PIB nacional principalmente em decorrência do mau desempenho do setor de serviços, comércio e da indústria de transformação.

Ao considerar o PIB per capita, o valor global do Brasil foi de R$19.766,33 no ano de 2010 com cerca de 4.800 cidades com este indicador abaixo da média. Confira a seguir uma tabela com os principais PIB´s do país no ano de 2010.

Por Ana Camila Neves Morais


Os dados do PIB no terceiro trimestre de 2012 mostraram outro dado importante no qual os investimentos na área da educação equivaleram a 5,3% do total do PIB com um valor total de R$219,5 bilhões.

Este valor corresponde a um acréscimo de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior e foram gastos em diversas ações como assistência estudantil, material didático, alimentação e transporte de alunos, capacitação e remuneração de professores, dentre outros.

Por Ana Camila Neves Morais


A notícia do momento no mundo da economia é o fraco desempenho do PIB brasileiro no terceiro trimestre com um simplório aumento de apenas 0,6% neste período.

Apesar disso, o ministro da fazenda Guido Mantega manteve a sua opinião de que a economia do país irá se recuperar e que o PIB vai ter um crescimento de 4% em 2013.

Segundo o ministro, a economia está no caminho da recuperação que teve neste último período um descuido com o setor de serviços cuja estagnação ajudou muito para o mau resultado do PIB brasileiro.

Na análise de Mantega o desempenho insatisfatório no setor de serviços ocorreu principalmente na intermediação financeira devido à queda dos spreads bancários que não foi compensado com um aumento do crédito por medo da inadimplência cada vez maior no Brasil com o índice de 5,98% no mês de outubro.

Com relação ao setor de investimentos, Guido Mantega afirmou que esta área demora mais tempo para reagir e acredita em sua evolução no 4º trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


O valor do PIB para o terceiro trimestre com crescimento de apenas 0,6% decepcionou a todos os setores da economia brasileira e a Sobratema (empresa vinculada ao setor de máquinas do ramo de construção civil) informou que irá rever as expectativas de vendas para o ano de 2013.

Esta revisão se justifica porque o crescimento do país ficou muito abaixo do esperado anteriormente indicando, assim, um ritmo menor na recuperação da economia brasileira.

A situação mostrada pelos dados do PIB vai diminuir a confiança dos empresários que irão repensar antes de fazer investimentos e irão, por conseqüência, aguardar para ter maior clareza dos riscos no mercado do país.

Por isso, a Sobratema pretende rever a projeção feita para 2013 com uma expectativa de crescimento nas vendas de equipamentos para construção civil em 13% de modo que ela se adeque ás novas configurações da economia brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Brasil se movimentou com uma notícia veiculada nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012 pelo IBGE.

Todos os comentários se voltaram para o resultado da pesquisa feita pelo instituto que mostrou um crescimento da economia brasileira de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 além do aumento de 0,9% do PIB.

Estes resultados apresentaram um crescimento menor do que o esperado pelo mercado – 1% – e pelo governo – 1,2% -, mas significou a maior taxa de crescimento econômico desde o primeiro trimestre de 2011.

O PIB, segundo o IBGE, teve uma alta acumulada de 0,6% no período de janeiro a setembro de 2012 que foi bem abaixo dos 3,2% obtidos neste mesmo período do ano anterior chegando a um valor corrente de R$1,0983 trilhão.

Ao analisar a contribuição dos setores econômicos para este cenário, o maior aumento foi na agropecuária com o crescimento de 2,5% entre abril e junho, mas que foi inferior aos 6,8% obtidos no último trimestre por este mesmo setor.

No ramo da indústria houve um crescimento de 1,1% ocasionados principalmente pela construção civil e indústria de transformação; enquanto isso, o setor de serviços se manteve do mesmo modo do período anterior sem aumentos nem diminuições, sendo este o pior resultado dos últimos quatro trimestre para esta área.

Além disso, os investimentos no país tiveram uma queda de 2% com um acumulado do ano 3,9% menor; este desempenho foi a quinta queda consecutiva deste setor.

Esta diminuição se deve, principalmente, à queda de investimentos nos bens de capital além da diminuição na importação de máquinas e equipamentos.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou a última avaliação do IBC-Br (Índice de Atividade Econômica) o qual apresentou uma diminuição no PIB (Produto Interno Bruto) do Brasil no valor de 0,52% no comparativo entre agosto e setembro, que foi a maior queda deste padrão no ano de 2012, mas indica também uma alta no 3o trimestre para o PIB de aproximadamente 1,15%.

Este indicador consiste em um estudo que permite obter uma prévia do valor do PIB nacional além de possibilitar a avaliação de estimativas de produção com relação a setores importantes como a indústria, serviços e agropecuária.

A situação apresentada pelo IBC-Br é justificada segundo economistas por situações como o fraco movimento de vendas no ramo do varejo e a diminuição da produção da indústria durante o mês de setembro.

Mas apesar desta queda o sistema econômico tem a expectativa, segundo Carlos Kawall do Banco J. Safra, de que a recuperação do PIB brasileiro se mantenha mesmo que em uma proporção menor do que a esperada; no entanto, existe uma necessidade de recuperar mais fortemente os investimentos nacionais para manter o PIB com indicadores positivos.

Outros dados importantes fornecidos pelas estimativas do IBC-Br mostram a manutenção do crescimento do PIB no mês de outubro além da expectativa de um aumento de 1% para a economia brasileira como um todo no ano de 2012.

Esta melhoria no PIB será devida no final de ano principalmente em decorrência de um aumento das vendas no ramo de varejo com o período de festas além da recuperação da indústria pelo aumento no consumo de carros, produtos eletrônicos através da diminuição de impostos realizada pelo Governo federal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou na terça-feira (dia 17 de abril) um relatório que aponta que o Brasil deixará de ser a sexta maior economia do mundo para ficar na sétima colocação. Quem deverá superar o Brasil é o Reino Unido.

De acordo com o relatório World Economic Outlook, que divulga estimativas para a economia dos países, o Brasil deve crescer mais do que o Reino Unido. No entanto, isso não será suficiente, porque o Produto Interno Bruto (PIB) nominal brasileiro ficará num patamar abaixo do registrado na economia britânica.

Além disso, a entidade econômica acredita que o PIB do Brasil deverá aumentar 3% este ano, já o PIB do Reino Unido deverá ter alta de 0,8%. Em números absolutos, o PIB brasileiro ficará com valor de US$ 2,449 trilhões e o britânico com US$ 2,452 trilhões.

O posto de sexta maior economia do mundo foi conquistado pelo Brasil no ano passado, quando ficou com US$ 2,492 trilhões. No mesmo ano, o Reino Unido registrou US$ 2,421 trilhões. Esta foi a primeira vez que a economia brasileira superou a britânica e o resultado foi influenciado pelo crescimento da economia e a valorização do real.

Fonte: FMI

Por Matheus Camargo


O PIB total dos países agregados que formam o G20 foi divulgado pela primeira vez por meio de uma iniciativa conjunta que envolve órgãos como o FMI (Fundo Monetário Internacional), OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico), BIS (Banco de Compensações Internacionais), BCE (Banco Central Europeu), Eurostat, ONU (Organização das Nações Unidas) e Banco Mundial.

O G20 é um grupo composto por economias mais industrializadas e países emergentes. Fazem parte do grupo: África do Sul, Arábia Saudita, Alemanha, Argentina, Brasil, Austrália, Canadá, Coreia do Sul, China, Estados Unidos, Índia, França, Indonésia, Japão, Itália, México, Rússia, Reino Unido, Turquia, além da União Europeia. Juntos, estes membros apresentaram um crescimento no PIB de 2,8% em 2011, de acordo com informação da OCDE. Um resultado um pouco desapontador se comparado ao crescimento de 5% em 2010.

Os principais destaques que influenciaram o número do PIB foram os Estados Unidos, Índia, Indonésia, China, Japão e a União Europeia.

Enquanto os Estados Unidos, a Índia e a Indonésia apresentaram crescimento, a China, o Japão e a União Europeia tiveram uma desaceleração e recuaram na comparação trimestral.

A partir de agora, os dados serão sempre divulgados pela OCDE cerca de 70 dias após o último trimestre analisado. É uma forma de observarmos o andamento econômico do G20.

Por Anne A. Matioli Dias


O resultado do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro foi divulgado e, segundo o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), a economia do Brasil obteve um crescimento de apenas 2,7% em 2011, dado que surpreende se comparado com o crescimento de 7,5% de 2010.

Entretanto, para o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, o número não causa espanto, visto que a estimativa apontada era de 3%, em virtude do esforço para conter a inflação e da estagnação da economia no período de julho a setembro.

Já a presidente Dilma Rousseff, acredita que a aceleração econômica foi realmente baixa e responsabiliza a crise europeia pela desaceleração. O principal motivo citado pela presidente são as medidas adotadas pelos países desenvolvidos, que não cooperam com o crescimento dos países emergentes.

Assim, é possível entender que os países estão buscando soluções individuais, enquanto deveriam se unir para obter resultados satisfatórios a todas as economias envolvidas. Com isso, o Brasil se mantém na defensiva e, caso seja necessário, também deve adotar medidas próprias que estimulem mais a economia e valorizem a moeda brasileira.

Por Anne A. Matioli Dias


Segundo dados divulgados pelo boletim Focus, realizado por analistas especializados no mercado financeiro, a projeção do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro deverá permanecer estável esse ano e no ano seguinte.

Segundo o estudo, o crescimento do PIB para 2012 irá permanecer em 4,10%, já para 2013 a previsão de crescimento segue acima dos 3%.

A aposta para a Selic esse ano é que ela permaneça em 9,50%, sendo que para 2013 os especialistas preveem que ela fique em 10,50%.

O Focus também estimou a inflação para os dois anos. Em 2012 a estimativa é que ela fique em 5,24%, já para 2013 a previsão é que a inflação chegue a 5,02%.

Com relação à produção industrial, o estudo apontou que esse ano a expectativa é de queda, assim como para 2013, sendo que no próximo ano essa queda poderá atingir os 4,00%.

A taxa de câmbio também foi analisada pelos especialistas, para 2012 a tendência é que ela fique em R$ 1,75, esse valor deverá ser mantido em 2013.

O saldo da balança comercial registrou um leve aumento este ano, passou de US$ 19,10 bilhões para US$ 19,50 bilhões. Em 2013 estima-se que o aumento seja ainda maior.

Por Joyce Silva


Na última terça-feira, 06 de dezembro, o IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) constatou que o PIB do 3º trimestre de 2011 não teve crescimento em relação ao anterior.

A queda no período de julho a setembro pode ser um reflexo do aumento da taxa de juro de 12,25% para 12,50%, medida tomada pelo Copom para contenção da inflação no meio do ano.

Ainda assim, de acordo com a Fecomércio-SP, o faturamento do comércio subirá 7% em relação ao ano de 2010, o que equivale a R$ 1,15 trilhão.

Para Thais Herédia, colunista do G1, outro fator que pode ter contribuído para essa queda foi o medo dos efeitos da crise europeia no Brasil. O que, naturalmente, deixa investidores mais receosos, acarretando certa desaceleração no processo de crescimento pelo qual o país passa.

Contudo, o governo mantém o objetivo de crescer 3% ainda esse ano.

Para não prejudicar as vendas de natal, o ministro da Fazenda, Guido Mantega, reduziu o IPI (Imposto sobre Produtos Industrializados) da chamada linha branca. A medida vigorará até março de 2012 e busca manter o consumo doméstico do país.

Por Felipe Ogawa


Corroborando análises já feitas (inclusive pelo próprio diretor do Banco Central), o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou no começo do mês que os fatores que levaram ao crescimento do nosso PIB em 2010 foram os fortes investimentos e o mercado interno robusto.

O índice de 7,5% atingido no ano passado é maior do que o de 1986. É reflexo também do aumento da geração de empregos, da ordem de 2,5 milhões de oportunidades de trabalho.

O destaque dado pelo ministro foi para o crescimento de 21,8% nos investimentos (ou, para ser mais preciso, a Formação Bruta de Capital Fixo), fato que por si só, indica que estamos “crescendo, expandindo a nossa capacidade produtiva, porque investimento significa que novos sistemas de produção estão sendo implantados no Brasil”, completou o ministro.

Entretanto, um ponto negativo na avaliação se deve ao desequilíbrio de nossa balança comercial, haja vista o fato de que nossas importações aumentaram em 36,2%, ao passo  que as exportações diminuíram cerca de 11,5%.

Por Alberto Vicente


Informações divulgadas pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus indicaram que o mercado elevou, após semanas de manutenção, o índice do Produto Interno Bruto (PIB) 2011 de 4,50% para 4,60%. Para 2012, por outro lado, o índice permaneceu em 4,50%.

Além dessa informação, o Focus aumentou a projeção da meta de 2011 da taxa básica de juros da economia, a Selic, de 12,25% para 12,50%, porém manteve o índice de 2012 em 11,00%.

No relatório constam, também, informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que após subir para 5,53% na semana passada, voltou a avançar, desta vez para 5,64%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central


Relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica haver, atualmente, crescimento da economia global, mas ressalta serem necessárias inúmeras medidas para combater problemas relacionados à questão empregatícia, bem como entraves em bancos situados nas nações desenvolvidas.

Um mote específico às economias emergentes também está descrito no World Economic Outlook (WEO), ou Perspectivas da Economia Mundial. Nos países que abrangem a concepção ‘emergente’, o FMI indica existir perigos de superaquecimento. No relatório, o fundo expressa crescimento global em 4,4%, 0,2% acima do prognosticado em outubro do ano passado. Para 2012, por outro lado, acredita num índice de 4,5%.

Ao Brasil, o FMI prevê alta de 4,5% para 2011, 0,4% superior em relação ao documento anterior. Deste modo, as projeções do Banco Central (BC) por meio do relatório Focus acabam por convergir com as do fundo. Para 2012, porém, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro averiguado pela entidade é de 4,1%, inalterado ante a perspectiva anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FMI


O crescimento das importações gera preocupação para vários dos segmentos no país. Algumas justificativas têm por base a desvalorização do dólar diante do real, embora outras características relacionadas sejam passíveis de análise e relação ao fluxo maior de produtos importados em território nacional.

Cálculos feitos por Paulo Levy, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que esse crescimento apanhou três pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre de 2010. No período, de acordo com o Estadão, o crescimento da demanda interna chegou a 10,1% em comparação aos mesmos três meses de 2009.

Segundo Levy, as exportações líquidas responderam com 3,3% do resultado da demanda, que agrega, por sua vez, o consumo do governo, investimentos e da família, além da variação de estoques existente na indústria. Em sua concepção, o câmbio é, sim, o principal motivador da alta nas importações, mas não o único.

Entre julho e setembro, a alta nas importações abraçou percentagem de 40,9% ante os mesmos três meses de 2009. O dólar, nesse período, valia R$ 1,87 e na ocasião comparativa de 2010, cerca de R$ 1,75.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Segundo a Abrapp (Associação Brasileira das Entidades Fechadas de Previdência Complementar), os fundos de pensão brasileiros movimentam cerca de 16% do PIB (Produto Interno Bruto). Esse número chega a ser equivalente ao valor de R$ 500 bilhões e ainda há muito espaço para crescer.

A estimativa da associação é de que os investimentos nos fundos de pensão subam para valores próximos a 40% do PIB, em um tempo de 10 anos. Desde 2003, os investimentos chegaram a atingir uma enorme rentabilidade. A informação veio do 31º Congresso Brasileiro dos Fundos que Pensão, que acontece a partir de hoje até sexta-feira (19) em Olinda, Pernambuco.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa


O crescimento da economia brasileira foi largamente vislumbrado no início deste ano, quando, no primeiro trimestre, houve avanço de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores. Como o país conseguiu manter bons índices no transcorrer de 2010, o Banco Central voltou a manter a percentagem estimada anteriormente nesse quesito.

Por meio do boletim Focus, o BC acredita que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) chegará a 7,6% em 2010 e 4,5% no ano que vem, o último índice, em especial, nutrido no mesmo patamar há 48 semanas.

Além desses dados, o boletim Focus contempla, de acordo com a Band Online, a perspectiva para o crescimento da produção do setor industrial, que apresentou contração de 11,22% para 11,12%, caso diferente do prognosticado para 2011, com estimado avanço de 5,20% para 5,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Instituições bancárias e o Banco Central têm estimado bom percentual para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2010, entre 7,5% e 8%. O índice a 2011, por outro lado, deverá chegar ao patamar de 4,5%, ambos os casos bem acima dos dados confirmados de 2009, ocasião na qual houve retração do desenvolvimento econômico em 0,2% devido à crise financeira mundial.

Um pouco distante da atualidade, porém não menos importante, foi a veiculação dos números do PIB de 2008 pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). De acordo com a entidade, o crescimento nesse ano sobre 2007 foi de 5,2%, pouco acima da previsão anterior de 5,1%. Matéria emitida pelo portal de Economia Terra assegura que a revisão já era delineada, pois o Produto Interno Bruto definitivo é assoalhado até dois anos após o encerramento do ano-calendário.

Naquela ocasião, a soma de todas as riquezas e bens produzidos no país chegou a R$ 3,032 trilhões, com PIB per capita de R$ 15.989,75.

O desenvolvimento constatado no segmento agropecuário também foi revisado para cima, em 6,1%, contra prévia anterior de 5,7%. A dilatação sentida na indústria, diferentemente, passou de 4,4% para 4,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ressabiado com a injeção de US$ 600 bilhões de dólares por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a economia dos Estados Unidos, Guido Mantega, ministro da Fazenda, se focou em mensurar nas últimas horas, porém, algumas projeções para o Brasil ainda a 2010.

Antes do encontro realizado nesta quinta-feira, 4 de novembro, Mantega avaliou, de acordo com uma fonte próxima, que a economia do país poderá crescer entre 7,5% e 8%. Segundo a agência de notícias Reuters, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, não pode comparecer devido a uma viagem previamente marcada.

Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil e “tutor” de Dilma Rousseff, presidente eleita, mostrou preocupação com o tema assinalado anteriormente (medidas de estímulo dos Estados Unidos), bem como as ações a serem adotadas nos próximos dois meses para uma transição segura entre sua gestão e a da ex-ministra-chefe da Casa Civil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao projetar a situação do Brasil pelos próximos quatro anos, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, avaliou que o debate será de como o país deve majorar a eficácia do Estado e aperfeiçoar a qualidade de seus investimentos, principalmente na esfera social. Para ele, a necessidade de adequação do superávit primário (lucro, num sentido simplificado) será, possivelmente, tema do passado.

Apesar de esse discurso ter ocorrido antes da confirmação da vitória de Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno da eleição presidencial, Bernardo pondera que a petista pegará a economia brasileira destravada, tanto que existem pessoas inquietadas com possibilidade de excesso do crescimento, algo que não considera como problema.

Conforme reportagem emitida pelo Estadão, Bernardo prevê que o Brasil tem condições de, daqui quatro anos, obter crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4,5% e 5% anuais, com juros abaixo dos praticados nos dias atuais e inflação sob controle. Para ele, o Brasil é uma democracia do ponto de vista político, contudo, salienta ser necessário findá-la com trabalhos nas áreas sociais e econômicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Depois de um dia muito comemorado pelo Partido dos Trabalhadores devido à vitória de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno das eleições presidenciais, o mercado aumentou delicadamente, em 1º de novembro, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, porém, manteve o mesmo percentual para 2011.

Segundo o Banco Central por meio do relatório Focus, o índice da economia sofreu elevação para 7,60% ante os 7,55% anteriores, enquanto ao ano que vem a percentagem de 4,5% permaneceu.

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o BC incrementou, pela sétima semana seguida, para novos 5,29%, pouco acima dos 5,27% relacionados no relatório anterior. Para 2011 a tendência de alta foi nutrida, de 4,99% contra 4,98% de sete dias atrás.

O prognóstico para a inflação dos próximos 12 meses, de acordo com a agência de notícias Reuters, foi baixado para 5,16%, contra 5,17% precedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo às expectativas de especialistas, a economia norte-americana avançou dentro do aguardado no terceiro trimestre, porém, ainda insuficiente para diminuir o alto patamar de desemprego observado na nação ou modificar a intuição de que o Banco Central local (Federal Reserve, ou Fed) assumirá mais estímulos econômicos nos próximos dias.

Segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense avançou ao índice anual de 2% em virtude dos gastos mais evidentes dos consumidores nos maiores níveis desde 2006 e as empresas mantendo a tendência de reconstrução de seus estoques. No trimestre anterior a economia sofreu ampliação de 1,7%, com o desenvolvimento entre julho e setembro correspondendo às perspectivas de economistas.

Para Scott Brow, economista-chefe da Raymond Hames & Associates, a expansão ainda é positiva, mas mesmo assim um pouco desapontador. Para ele, o patamar atual não figura em conformidade ao realmente almejado no sentido de recuperação.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, economistas ponderam que para diminuir o índice de desemprego faz-se viável desenvolvimento econômico de, ao menos, 3,5%, incitado por uma demanda doméstica robusta e exportações intensas durante bom tempo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na última terça-feira, 26 de outubro, assinalaram que o crédito total no país avançou em setembro, enquanto o índice de inadimplência arrefeceu para o menor patamar desde janeiro de 2009. O crescimento do estoque total disposto pelo sistema financeiro, o qual inclui recursos direcionados e livres, alçou alta de 1,8%, para R$ 1,6 trilhão.

Para Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico da instituição, o crédito ascende num percentual bem plausível e concernente à própria dinâmica sentida na economia. Segundo ele, como alguns indicadores abalizam, o terceiro trimestre ilustra certa manutenção no nível da atividade e ao crédito não poderia soar diferenciado.

A analogia entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o crédito avançou para 46,7% no mês passado, superior aos 46,2% contabilizados em agosto deste ano. A inadimplência, por sua vez, tombou para 4,7%, ou seja, 0,1% abaixo do percentual diagnosticado anteriormente.

A alíquota média de juros cobrada pelos bancos decresceu em setembro ante o mês imediatamente anterior, para 35,1% sobre os antecedentes 35,2%. De acordo com a agência de notícias Reuters, em pessoas físicas o juro aumentou 0,1%, para 29% em setembro, diferentemente do observado nas empresas, as quais tiveram taxa elevada em 0,5%, para 39,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Levantamento divulgado em 22 de outubro pela Serasa Experian revelou que a economia brasileira deverá apresentar expansão quase nula no atual trimestre. Pelo Indicador de Atividade Econômica, o Produto Interno Bruto (PIB) cresceu 0,3% em agosto sobre julho, mas o trimestre finalizado nesse mês arrefeceu 0,2% em comparação ao período anterior.

Pelo estudo, caso seja comparada a percentagem de agosto com o mês simular do ano passado, o patamar atual delineou avanço de 6,7%, no mesmo instante em que o acumulado deste ano apresenta-se 8,3% acima do mesmo intervalo de 2009.

A Serasa pondera em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra que os principais fatores para a contração econômica no trimestre provêm da retirada dos incentivos fiscais para bens duráveis, dos alarmes sobre uma possível volta da recessão juntamente à desaceleração da economia de nações desenvolvidas, além do cerco monetário expelido pelo Banco Central desde abril.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Relatório Focus emitido pelo Banco Central neste início de semana ilustrou alta na previsão inflacionária para este ano, de 5,07% para 5,15%, e 2011, de 4,92% para 4,98%, com manutenção dos prognósticos à Selic, a taxa básica de juros da economia, estipulada em 10,75% a 2010.

Por outro lado, a expectativa para a inflação aos próximos 12 meses manteve o índice de 5,16% depois de seis semanas consecutivas de avanço. Segundo a agência de notícias Reuters, levando-se em consideração somente a mediana das projeções da meia dezena de instituições que mais previram com acerto, a estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 cedeu de 5,73% para 5,54%.

Voltando ao tema da Selic, para 2011 o mercado acredita que chegará ao patamar de 11,75% e o percentual do Produto Interno Bruto (PIB), diferentemente, continua em 7,55% em 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Além dos dados enunciados anteriormente, as projeções para o câmbio estimadas pelo BC é de dólar a R$ 1,75 no final de 2010 e R$ 1,80 em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo à estimativa conjeturada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) há poucas horas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevou a perspectiva de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) para 7,5% ante os 7,2% anteriormente examinados. Segundo o portal de notícias G1, o prognóstico é superior aos cálculos mensurados pelo governo federal, de 7,2%, e pelo Banco Central, de 7,3%.

A entidade sopesa que a economia tupiniquim continua ratificando grande alento, algo proveniente da demanda doméstica de consumo em alta e dos investimentos. De acordo com a CNI, o resultado poderia ser bem melhor se a forte valorização da moeda brasileira sobre o dólar, não viesse à tona.

Mesmo com esse estimado crescimento com base nos movimentos econômicos do inicio do ano até o atual momento, entre julho e setembro a atuação econômica do país foi a mais amena entre os países que integram o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Vasta reportagem veiculada pela Folha UOL relaciona que a tendência acontece pelo segundo trimestre seguido e corrobora com a ideia de que os dias mais prósperos de desenvolvimento do país parecem ter acabado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Considerada uma das maiores economias do planeta, a China apresenta altos índices em vários setores, tais como o empregatício. É impossível, nesta conjuntura, deixar de relacionar os números do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que no terceiro trimestre deste ano apresentou avanço de 11,9% em comparação ao período descrito entre abril e junho.

Mesmo com tais discursos otimistas sobre a China, para Larry Brainard, economista-chefe e diretor de pesquisa da consultoria Trusted Sources, a agricultura é o ponto mais delicado da asiática, principalmente após o adiamento das reformas do trabalho e das terras rurais, permitindo, portanto, ofertas na potencial demanda urbana do país superiores às rurais.

Em sua avaliação, Brainard acredita que cada vez mais a China será conhecida como primordial importadora de alimentos, principalmente nas culturas do milho e da soja, amplamente utilizadas pela nação para a fabricação de ração animal. De acordo com o Estadão, além dessa constatação o economista pondera que o baixo nível dos estoques globais e o desenvolvimento da produção etanol deverão favorecer o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em mais uma ocasião, o mercado brasileiro decidiu elevar a estimativa para a inflação deste ano. De acordo com relatório Focus emitido nesta segunda-feira pelo Banco Central, o índice de 5,05% foi suplantado para 5,07%. Para o ano que vem houve outro ajuste, mas para baixo, dos anteriores 4,94% para 4,92%.

Esta é a terceira semana consecutiva de adequações. Segundo a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária dos dois anos possui centro em 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outro ajuste foi o concernente ao prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses, de 5,15% para 5,16%. Para 2010 e 2011 a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu inalterada em, respectivamente, 10,75% e 11,75%.

A estimativa para o crescimento econômico brasileiro, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB), saltou de 7,53% abalizado na semana passada para novos 7,55%. Para 2011 o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil poderá surtir positivamente ao longo dos próximos anos para os países latinoamericanos, segundo estudo emitido pela agência Moody’s. Em alguns casos, observado por acadêmicos até como uma espécie de Estados Unidos da região, a nação brasileira tem elevado mês a mês as projeções do Produto Interno Bruto (PIB) a 2010.

Num âmbito mais geral, elucidado pela Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), o PIB da América Latina crescerá cerca de 5% neste ano, e em alguns países mais específicos o índice tende a superar 6%. Ao Caribe e América Central, porém, a estimativa de desenvolvimento é mais moderada.

Reportagem divulgada pelo portal Economia Terra abaliza que essas estimativas tiveram como parcial ponto de “apoio” a reorientação das políticas macroeconômicas adotadas radicalmente pelo bloco latinoamericano após a crise financeira asiática, ocorrida no final da década de 1990, e a crise da dívida da Argentina, entre 2001 e 2002. A partir desses fatos, os governos situados na América Latida abraçaram políticas monetárias mais ajustadas e políticas de taxas de câmbio norteadas para a manutenção da concorrência global.

Pelo estudo da Unctad, as medidas características voltadas ao mercado de trabalho foram consideráveis, entre elas incremento remuneratório sobre o salário mínimo e a reativação de órgãos responsáveis por negociar interesses coletivos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O país tem superado expectativas no relativo ao seu crescimento. Governo e especialistas dão crédito ao atual ambiente com base no poder de consumo do trabalhador, no aumento das oportunidades de emprego e no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este e aos próximos anos.

Neste início de semana a pesquisa Focus voltou a realçar o PIB, desta vez estimando avanço de 7,34% para 2010, índice superior ao especulado anteriormente (de 7,09%). A 2011, segundo o Estadão, o percentual prezado pelos analistas permanece em 4,5%. A produção industrial, também ressaltada no levantamento, foi conservada pela quarta vez consecutiva, para 5%.

Outro mote levantado na pesquisa Focus foi a expectativa do IPCA, em 5,07%, pouco abaixo do projetado pelo mercado financeiro, que aguardava incremento de 5,19%. Para 2011, segundo levantamento, a mediana foi baixada de 4,87% para 4,85%.

A taxa Selic, correspondente ao juro básico da economia brasileira, não deverá ser modificada até o final deste ano. A previsão emitida na semana passada de 10,75% foi mantida, enquanto para 2011, 10,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão econômica do Brasil é assunto dentro das fronteiras tupiniquins e a partir de veículos estrangeiros especializados. Dentro do grupo BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), o Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro ficou atrás somente do chinês no segundo trimestre deste ano, com alta de 1,2% em confronto ao período imediatamente anterior.

Prevendo bons números, Guido Mantega, ministro da Fazenda, acredita que a economia do país apresentará pelo menos 7% de ampliação em 2010, situação que adjudica ao país um dos PIBs mais elevados entre todas as nações, atrás da já citada China. Em reportagem aferida pelo portal de notícias G1, avalia o desempenho do campo econômico como um dos maiores nos últimos 24 anos.

Entre altas e otimismo, Mantega, por outro lado, estima que no segundo semestre de 2010 uma desaceleração econômica deverá ocorrer. Com base nos dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), ressalta que o estímulo do governo às companhias e os investimentos estrangeiros diretos passaram a cair, algo visto com bons olhos porque o subsídio precisa ser fixado a projetos quando inexiste falta de interesse da origem privada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o primeiro trimestre de este ano contrair alta de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% em confronto anual, especialistas acreditavam, à época, que a economia brasileira reteria manutenção, porém amena.

Contrariando expectativas, a economia brasileira cresceu 1,2% entre abril e junho ante o primeiro trimestre de 2010 e mais 8,8% na comparação anual. Segundo a agência de notícias Reuters, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica o segmento agropecuário do país e o número de investimentos como os responsáveis pelo resultado.

Mesmo com as informações significativas, o IBGE assinala que o crescimento do Brasil ficou abaixo da expansão observada no Chile, no México e na Alemanha, porém, acima da União Europeia, dos Estados Unidos e do Japão. Relacionado ao BRIC, o país tupiniquim foi considerado o segundo de melhor resultado, atrás somente da China, que abiscoitou dilatação de 10,3%.

A ascensão do segmento agrário, segundo Rebeca Palis, economista do IBGE, só foi possível e mais bem posicionada em detrimento a 2009 porque a crise financeira mundial ainda assolava o globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A recente crise financeira global, tão negativa quanto à de 1929 (colapso da bolsa de Nova Iorque), tem marcado uma nova geografia econômica mundial. Os Estados Unidos, que até 2008 rumavam tranquilamente em todo o globo terrestre, sentem dificuldades em restabelecer suas atividades; o Brasil, por sua vez, passou a comandar uma espécie de revolução, se assim pode ser dito, entre os países latinoamericanos.

No primeiro trimestre de 2010, o Produto Interno Bruto (PIB) contabilizou alta de 2,7% em comparação aos três meses finais do ano passado. Contudo, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta quarta-feira, 1º de setembro, que o PIB per capita de 2009 foi abaixo em 1,17% ante a soma de todos os bens e serviços observada em 2008. Em valores, no ano passado somou-se R$ 5,405 mil; anteriormente, contabilizou-se R$ 5,469 mil.

Apesar da baixa na comparação anual, segundo o IBGE em matéria emitida pelo portal Economia Terra, o número é o segundo mais avançado desde 1995, ano em que o estudo começou a ser realizado. O balancete do PIB per capita é abordado como um indicador da cadência do crescimento econômico do país.

A principal e mais óbvia justificativa – mas não a única – para essa retração do ano passado é a crise financeira mundial, que ainda condiciona alguns ajustes por parte de vários países do globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dois dos principais favoritos para a conquista da última Copa do Mundo, Inglaterra e França levaram pouco perigo aos adversários, mesma situação vivenciada pela equipe liderada pelo ex-técnico Dunga, que amargou revés contra a Holanda em plena quarta-de-final do mundial. Apesar da derrocada tupiniquim no futebol, nas terras brasileiras algumas situações estão bem diferentes.

A economia, por exemplo, atravessa um momento de arrefecimento após um primeiro trimestre com alta de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB) ante os três últimos meses do ano passado e outros 9% em confronto anual. O ambiente é tão favorável, apesar do desaquecimento econômico, que algumas estimativas extrapolam, inclusive, os empresários e políticos mais otimistas.

Carlos Ivan Simonsen Leal, presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que ainda neste ano a economia do país conseguirá superar o PIB da Inglaterra e da França. A consideração não é proferida ao acaso, pois segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, os países da zona do euro crescerão somente 1% em 2010, enquanto a expectativa para o Brasil é dilatação de 7 pontos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Especialistas já previam desaceleração do crescimento da economia entre abril e junho deste ano em relação aos dados conquistados no primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) reteve expansão de 2,7% em comparação ao período anterior (referente entre novembro e dezembro de 2009).

Guido Mantega, ministro da Fazenda, reafirmou no início desta semana que a economia brasileira manterá a tendência anteriormente diagnosticada e deverá apresentar arrefecimento no segundo trimestre, com ascensão de 0,5% a 1% do PIB ante o princípio de 2010. O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) lançará os números oficiais na próxima sexta-feira, 3 de setembro.

Mesmo com essa já aguardada queda, em reportagem da agência de notícias Reuters Mantega acredita que o crescimento do país em comparação ao período similar do ano passado chegará em até 7%, o melhor resultado dos últimos 24 anos, conforme emitida ao portal Terra, conjeturando percentual acima da média cogitada de 5,8% a 6% ao período 2011-2014.

Questionado por jornalistas sobre o atual ambiente vivido pelos Estados Unidos, o ministro prevê que os norte-americanos não deverão regressar à recessão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O momento econômico pelo qual o Brasil atravessa tem permitido a população sonhar mais alto, pois as medidas de incentivo vigentes até o final do primeiro trimestre de 2010 concederam acesso a bens duráveis, tais como aquisição da casa própria e veículos automotores. Ok, o período não abarca somente essas duas esferas, mas elas já são base para análises mais aprofundadas.

O Produto Interno Bruto (PIB) do país atingiu, nos três primeiros meses do ano em vigência, expansão de 9% em confronto anual, reflexo da superação brasileira ante a crise financeira econômica global. Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), acredita que em 2010 a economia crescerá 7,2% e em 2011, 4,5%.

Para Coutinho, segundo retratação emitida por meio do Estadão, a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) também deverá atingir níveis altos, de aproximadamente 21% neste ano e 9% em 2011. Acredita ser importante, também, o atual ritmo de ampliação dos investimentos, pois esses impulsionam a evolução do Brasil.

Com relação aos investimentos totais na economia do país em detrimento ao PIB, Coutinho prevê ascensão de 19%, 2,3% superior ao constatado no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da atividade econômica do Brasil é um assunto que se estende desde alguns meses atrás até a atualidade, justamente devido à postura adotada pelo governo e pela população brasileira, a última, que se aproveitou dos benefícios fiscais para adquirir bens. Fogões, geladeiras e máquinas de lavar (linha branca) participaram de todo o processo, mas não em sua totalidade, porque o setor habitacional também alavancou bons percentuais ao Produto Interno Bruto (PIB) – mais alguns exemplos podem figurar.

Durante a Copa do Mundo da África o país do futebol e todos os brasileiros que por aqui ficaram dispensaram montante considerável para comprar televisores, pois o comércio soube muito bem aproveitar o clima de euforia para angariar mais lucros. E se o assunto é eletroeletrônico, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) o faturamento do segmento ascendeu 18% nos seis meses iniciais de 2010 ante o período igual do ano passado.

Mesmo com o mundial de futebol as categorias que mais conseguiram alta nas vendas foram os de utilidades domésticas, com crescimento de 42%, e de equipamentos industriais, com expansão de 29%. O mercado interno, segundo menção da Abinee em reportagem veiculada pela Folha UOL, foi o percussor do desempenho positivo, pois as empresas ainda encontram certa resistência na exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A medida que os índices gerais da economia brasileira sejam apurados mês a mês, vão oferecendo um retrato da atividade econômica atual, que indicam uma razoável estabilidade da economia, embora nos últimos três meses a produção industrial venha apresentando uma tendência de queda. E esta estabilidade permite projeções otimistas como a da FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos) que elevou a estimativa para o Produto Interno Bruto Brasileiro para este ano.

Segundo a Pesquisa de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercados o crescimento estimado para o PIB deverá ser de 7,2%. A última estimativa da FEBRARAN, em pesquisa com os bancos, havia projetado um crescimento na faixa de 7,1%.

Quanto à inflação, a estimativa da Federação dos Bancos indica que haverá uma redução do índice inflacionário, devendo, segundo a pesquisa, ocorrer uma variação de 5,3% do IPCA contra os 5,5% de alta previstos anteriormente. Também a projeção do IGPM sofreu uma redução. Antes projetado em 8,9%, agora foi estimado em 8,4%.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


De acordo com documento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) divulgado nesta quinta-feira, 05 de agosto de 2010, há uma expectativa de que o setor de eletroeletrônicos no país tenha um faturamento de R$ 125,643 bilhões neste ano de 2010. Este valor é maior do que o faturado no ano de 2009, onde foram contabilizados R$ 111,839 bilhões.

A maior área responsável pelos resultados positivos continua sendo a de informática, que deverá crescer de R$35,27 bilhões no ano de 2009 para R$40,4 bilhões em 2010. A informática e as áreas de equipamentos industriais e utilidades domésticas, foram responsáveis por um crescimento de 15% no faturamento.

De acordo com a Abinee há uma meta de que o setor de eletroeletrônicos passe de um faturamento de 5% para 7% do PIB até o ano de 2020.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Abril


A crise financeira global trouxe sérias consequências ao mundo. Alguns países, por sinal, não conseguiram superar os efeitos mais comuns do colapso, enquanto outros, entre eles o Brasil, apresentam momento econômico favorável em que aumento no número de empregos e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) configuram as principais características.

O setor de turismo, no Brasil, deverá angariar fundos exorbitantes em 2014, ocasião na qual o país receberá as 32 seleções para a Copa do Mundo, e em 2016, quando os Jogos Olímpicos serão o mote no Rio de Janeiro e, com certeza, em todo o globo. Reportagem apregoada pelo portal Estadão indicou que o segmento crescerá, em 2010, o dobro do projetado ao PIB.

Estudo feito pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) com várias companhias da esfera, no Brasil, revelou que o volume de negócios relacionados ao setor deverá crescer, em média, 14,6% no transcorrer de 2010 em confronto a 2009, ao mesmo instante em que o PIB está projetado para ascender em, aproximadamente, 7%.

Luiz Barreto, ministro do Turismo, afirma que isso acontecerá, efetivamente. Segundo ele, embora a participação do segmento represente uma pequena talha do PIB, existe o potencial de crescimento (em referência aos eventos esportivos anteriormente citados).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Até bem pouco tempo atrás, quando se falava em crise econômica, dívida pública e problemas econômicos em geral, era certo que se tratava de países do terceiro mundo. Esta realidade hoje está no passado. A crise dos últimos anos atingiu muito mais fortemente os países europeus, Japão e EUA.

Segundo pesquisa do McKinsey Global Institute publicada na revista The Economist, os países com as maiores dívidas em % do PIB são a Grã-Bretanha (466%) e Japão (471%). O Brasil, por sua vez, tem uma dívida equivalente a 142% do PIB.

Num ranking elaborado pela revista, analisando a sustentabilidade da dívida dos países, quem aparece na pior situação é a Espanha, seguida da Grã-Bretanha, Japão, Portugal e Irlanda.

Por Guilherme Carnevalli


Estudo recente da Serasa Experian demonstra que os empresários brasileiros estão bem otimistas com relação aos lucros para este ano, fator delegável e consequente dos bons resultados adquiridos pelo país nos últimos meses. Construção civil, em especial, aguarda índices positivos, não à toa devido ao aumento de residências vendidas, ao Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e aos dois eventos esportivos no país (Copa do Mundo de 2014 e Olimpíadas de 2016).

Agrega-se a isso, conforme já citado inúmeras vezes neste espaço, o maior poder aquisitivo da população – embora endividamentos sejam aguardados durante o segundo semestre de 2010 – e a ampliação de investimentos em várias áreas. O Boletim Focus, enunciado pelo Banco Central (BC), avalia que a economia do país, em todo o contexto levantado nos últimos meses e na atualidade, deverá apresentar ascensão de 7,06% neste ano, taxa acima da suposta anteriormente, de 6,99%.

Conforme reportagem veiculada pelo portal de economia UOL, o BC aguarda dilatação do Produto Interno Bruto (PIB) de 4,5% ao próximo ano, índice interessante se considerado que a base referencial é 2010, ocasião conhecida pela recuperação financeira diante do colapso mundial vigente entre 2008 e 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia brasileira atravessa bom momento, com expansão do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,7% em maio em comparação a abril deste ano e 9% em confronto anual. As expectativas por parte de empresários e do próprio governo é um contínuo aumento, com arrefecimento leve no segundo semestre deste ano.

Semanalmente, quinzenalmente ou mensalmente, líderes de empresas e figuras políticas de referência discursam positivamente em torno do crescimento do país, alguns aguardando aumento de 5,5% na economia, outros de 6% e, mais recentemente, de 6,99% segundo o próprio Banco Central por meio do Boletim Focus.

Ao próximo ano, acompanhando um movimento aguardado de julho a dezembro de 2010, a expansão deverá ser de 4,5% por enquanto, sem quaisquer modificações, conforme palavras reportadas pelo portal de notícias G1.

Entretanto, deve-se considerar que a transição entre o mandato de Luiz Inácio Lula da Silva ao próximo governo poderá afetar os mercados em qualquer sentido. Como o mundo político é instável, restará aguardar até o próximo ano para o Brasil perpetuar novos resultados.

Fonte G1

Por Luiz Felipe T. Erdei


O desenvolvimento de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) do país no primeiro trimestre deste ano em comparação aos três meses finais de 2009 e 9% em confronto anual, de acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), posiciona a nação entre aquelas com maior crescimento mundial, atrás de China e Índia, integrantes dos BRICs.

Apesar do crescimento acelerado do país, o Itaú Unibanco, umas das principais instituições bancárias atuantes pelo Brasil, acredita existir um movimento de desaceleração da economia, tanto que sua projeção de crescimento ao próximo semestre é de 1% no PIB.

Ilan Goldfajn, economista-chefe do Itaú, se questiona, em reportagem apregoada pelo portal UOL, em como a economia do Brasil se comportará no próximo semestre. Mesmo assim, crê na probabilidade de o crescimento em 2010 ser de 6%, percentual estimado caso a expansão nessa modalidade não crescer mais nos próximos meses.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


O otimismo dos líderes políticos, tais como Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, reproduzem justamente o ambiente econômico vivido pelo Brasil desde os primeiros indícios de saída da recessão global.

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, afirmou recentemente que o governo brasileiro refará a projeção de desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB) neste ano. A atual previsão de 5,5%, de acordo com ele, já está ultrapassada para uma provável proeminência de 6%. Outro acontecimento relatado por Bernardo é o fato de a economia brasileira, durante o governo Lula, ter superado a inflação, algo não acontecido em mandatos anteriores.

No princípio desta semana, de acordo com o Canal Executivo do UOL, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) relacionou crescimento da economia do país em 2,7% no primeiro trimestre de 2010 ante os três meses finais do ano passado e 9% em confrontação anual.

Resta saber se o crescimento brasileiro se manterá sustentável. Entidades internacionais, tais como o Fundo Monetário Internacional (FMI), têm alertado para riscos de bolhas econômicas e superaquecimento. Caberá nos últimos dias de Lula diante do planalto e a transição de líderes adotarem medidas cabíveis para o país não ceder às especulações.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Entidades e líderes políticos comemoram com exaltação os resultados do Produto Interno Bruto (PIB) do país no 1º trimestre deste ano, elevação correspondente a 2,7 pontos percentual em comparação aos três meses finais de 2009. A Federação Brasileira de Bancos (Febraban) ratificou, com base nesse indicativo, o que muitos já falaram anteriormente: o Brasil está em situação privilegiada. Entretanto, admite a entidade, a manutenção dessa escala deverá ser arcada com mais investimentos.

Em reportagem veiculada pelo portal de economia Terra, Fabio Barbosa, presidente da federação, pondera que a nação brasileira precisará deliberar sobre o tipo de crescimento pretendido, pois o nível de crescimento conquistado, por ora estimado, é de 5% anuais.

A produção nacional de equipamentos e máquinas ocasionou, correlatamente, aumento na formação bruta de capital fixo em 26% no trimestre inicial de 2010 em comparação ao período igual do ano passado. De acordo com Barbosa, isso não denota superaquecimento da economia brasileira, porém, uma restrição monetária do Banco Central tem de ser energizada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente brasileiro de especulações positivas pode ser traduzido por números infindáveis, desde as taxas de emprego em ascensão até o Produto Interno Bruto (PIB), que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao último caso, apresentou elevação de 2,7% no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2009.

Além desse comparativo, a agência de notícias Reuters indica aumento de 9% do PIB em relação ao trimestre inicial do ano passado. O IBGE atesta destaque para o crescimento a grande contribuição dos investimentos feitos dentro do país e o desempenho do setor industrial.

Rebeca Palis, economista da entidade, assegura que o desenvolvimento do Brasil foi similar ao indiano e um pouco inferior ao chinês. Apesar disso, revela, a fraca base comparativa gerida pelo período citado do ano passado foi o percussor do alto índice.

A indústria obteve expansão de 4,2% no período em análise ante o último trimestre do ano passado e 14,6% ante os três meses iniciais de 2009. Os investimentos, por sua vez, suplantaram o percentual de 7,4% na comparação trimestral e 26% na base comparativa anual.

Leia mais na Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mundo tem visto comportamentos distintos de um país em relação a outro. Algumas nações, como é o caso dos Estados Unidos, têm apresentado dificuldades em se adequar ao novo momento pós-crise financeira, enquanto emergentes como o Brasil, por exemplo, vêm se saindo bem.

Economistas da Organização das Nações Unidas (ONU), cientes do contexto global, admitem que o Produto Interno Bruto (PIB) mundial terá elevação de 3% neste ano e de até 3,1% em 2011, percentuais inferiores aos estimados para o Brasil, que de acordo com o Fundo Monetário Internacional (FMI) poderá chegar a 7%.

Analistas da ONU afirmam, contudo, que a recuperação econômica ainda é delicada para conseguir resgatar os postos de trabalhados encerrados e herdados durante e após a recessão global.

Fonte: UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Estremecido pelos abalos sísmicos em 27 de fevereiro, o Chile tem conseguido se reerguer a curtos passos, porém amplos se se considerar os estragos causados em vários locais do país. O Produto Interno Bruto (PIB) de 1% constatado no mês passado foi algo visivelmente positivo, o que dá novo fôlego e confiança à nação.

Sebastián Piñera, presidente chileno, assegurou que criará 200 mil empregos num período de um ano, além de propiciar facilidades e condições – por ele estimadas – para a geração de pequenas e médias empresas dentro das fronteiras do país.

O presidente, conforme discurso espelhado pelo Folha UOL, divulgou uma reforma trabalhista e maior apoio ao empreendimento individual e coletivo. Entre as intenções figura a redução de trâmites para o estabelecimento das já citadas pequenas e médias companhias.

A qualificação profissional é outra medida a ser adotada por Piñera, que acredita, por meio de projetos governamentais, conseguir capacitar cinco milhões de trabalhadores do país.

Confira mais informações deste artigo aqui.


O Brasil continua como um dos grandes destaques no cenário internacional, embora a crise europeia estampe, 24 horas diárias, as manchetes dos principais jornais do mundo. O Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou em 18 de maio, terça-feira, que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), atualmente em 5,5%, poderá ser revisto, para mais.

Murilo Portugal, vice-diretor-gerente do Fundo, indica possibilidades de a nação brasileira conquistar um índice ainda maior, percentual que ultrapassará com amplitude as estimativas à economia mundial, que é de 4,2% para 2010. Segundo ele, que teve voz emitida pelo portal de notícias G1, números iniciais em relação ao segundo trimestre assinalam o cumprimento da previsão.

Portugal avalia existir uma discrepância entre o desenvolvimento administrado pelos países desenvolvidos, atualmente fracos, e os emergentes, que têm obtido números expressivos, tidos como norteadores para investimentos.

Para o Brasil, Murilo assinala que a nação deve aumentar seus investimentos na finalidade de manter seu crescimento sustentado, bem como gerar de reformas estruturais, mesma dica dada por várias autoridades e veículos de comunicação estrangeiros nas últimas semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


Os fenômenos naturais têm sido decorrentes em vários locais do planeta. Nos últimos meses a população mundial acompanhou o grave terremoto no Haiti, dizimando inúmeras pessoas, tremores fortes no Chile e, mais recentemente, cinzas de um vulcão situado na Islândia, prejudicando, até então, voos internacionais.

Um dos casos que ainda se menciona, embora o vulcão continue dando problemas, é o chileno, pois além de cidadãos morrerem, a economia daquele país foi prejudicada quase que instantaneamente. Números iniciais emitidos há poucos meses indicavam queda no Produto Interno Bruto da nação, porém, segundo informações exprimidas pelo banco central do Chile, seu PIB foi 1% maior nos primeiros três meses deste ano em comparação ao período igual de 2009.

Informações divulgadas pelo portal de notícias do Estadão indicam que não somente o PIB cresceu, mas também a demanda interna, com elevação de 11,1% no trimestre inicial de 2010 em relação a um ano antes. O principal fator, neste caso, foi a alta oferecida pelos bens duráveis e serviços, além de investimentos no setor privado.

Confira outros dados mencionados pelo Estadão aqui.

Por Luiz Felipe Erdei


O Produto Interno Bruto parece ser um dos pontos mais cobiçados pelo Brasil na atualidade, além, é claro, das questões envolvendo a infraestrutura e o aumento no número de postos de trabalho. Nelson Barbosa, secretário de política econômica do Ministério da Fazenda, afirmou, recentemente, que o governo brasileiro almeja um desenvolvimento de 7,5% a 8,5% do PIB nos três primeiros meses de 2010 ante o último trimestre do ano passado.

Apesar da euforia tão criticada entre alguns órgãos da imprensa estrangeira, Barbosa admite, em reportagem veiculada pelo portal de economia do Estadão, que esse crescimento não deverá se conservar ao longo deste ano, pois a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), por exemplo, teve término oficial em março último, embora alguns setores ainda adotem o benefício de maneira sensível.

Caberá ao setor da construção civil e suas divisões, em especial, fazer a manutenção dos índices, primeiro porque eleva a procura por materiais de construção, ou seja, mais dinheiro circulante, e segundo porque passa a empregar maior número de trabalhadores. Se tudo correr bem, Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, conseguirá ver sua meta de 2 milhões de novos postos de trabalho até o final de 2010.

Quer ler mais informações sobre o tema discorrido por Nelson Barbosa? Acesse aqui.

Por: Luiz Felipe Erdei


Entidades, órgãos, especialistas e analistas acreditam que o Produto Interno Bruto (PIB) do país deverá alcançar índices de 6% neste ano. Entretanto, a Serasa Experian relata, com mais precaução, que o crescimento, no primeiro trimestre em torno de 7% deverá ter ritmo diminuído nos seis meses finais de 2010.

Artigo confeccionado pelo portal de economia UOL com base no Valor Online indica queda de 0,3% no comportamento da economia em fevereiro deste ano em relação a seu mês anterior, terceiro baque consecutivo diagnosticado pela Serasa.

Economistas da entidade crêem em fatores relacionados ao aumento de compulsórios sobre os depósitos bancários e término dos benefícios fiscais concedidos pelo governo, dentre eles a redução do IPI para automóveis e linha branca, como justificativas para a queda.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os comentários mundiais em torno da economia brasileira são meramente otimistas se comparados, obviamente, aos dados conquistados em outros países, tais como China e Índia.

Mesmo assim, passada a crise financeira global, o Boletim Focus – com base em fontes do Banco Central – mencionado em 5 de abril indica que a economia do país deverá crescer 5,52% ao ano, com aumento do Produto Interno Bruto (PIB) em 4,5% no ano que vem.

O portal de notícias G1 ressalta, por outro lado, que o otimismo se estende aos investimentos estrangeiros diretos no país, que margeiam, aproximadamente, US$ 38 bilhões para 2010.

Apesar de o momento seja de desconfiança na Europa e nos Estados Unidos, diversas empresas poderão recorrer ao território tupiniquim para alavancarem suas economias. A nação tem potencial, recursos e mão de obra. Quem sabe, futuramente, não venha mesmo a se tornar a 5ª maior potência do mundo?

Clique aqui e consulte a matéria base deste artigo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os incessantes anúncios feitos pelo governo brasileiro em relação à economia, nos últimos meses, parecem ter atingido a cabeça de analistas e especialistas, não algo forçado, mas natural na medida em que institutos e órgãos divulgam dados estatísticos e informações variadas.

Newton Camargo Rosa, economista-chefe da SulAmérica Investimentos, acredita que a atuação da produção industrial do país, em fevereiro, denotou que a atividade do segmento segue aquecida e que configura, principalmente, bons índices para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) nos três primeiros meses de 2010.

Sua opinião, expressa por meio do portal de economia do Estadão, compactua com informações divulgadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), quando este relatou um desenvolvimento de 1,5% da produção industrial da nação em fevereiro ante o primeiro mês deste ano, já na série com ajuste sazonal, e quase 18,5% em relação a fevereiro de 2009.

Para Newton Rosa, o gradual processo de retirada dos incentivos fiscais contribuiu para que a atividade econômica do país não apresentasse ligeira desaceleração. Além disso, o economista especula que o PIB para o primeiro trimestre deste ano conquistará dilatação de 1,2%.

Confira mais opiniões de Newton Camargo Rosa diretamente no Estadão online.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, ostenta números positivos depois da crise financeira mundial e, sobretudo, poucos meses antes do término de seu mandato. Um dos destaques mais comentados pela autoridade brasileira é o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com anúncio de início de sua segunda fase já na próxima semana.

De acordo com o Portal de Notícias G1 com informações da Agência Estado, a projeção de crescimento médio anual com o PAC será de 5,5% entre 2011 e 2014. O governo indica que deverá conservar a meta de 3,33% do Produto Interno Bruto (PIB) ao superávit primário.

Com o segundo capítulo do plano, o Brasil almeja içar o percentual de investimentos da economia em 18% do PIB neste ano e outros 20% em 2013. Para a equipe econômica do país, a partir dessa iniciativa o potencial de desenvolvimento do país subirá dos atuais 4,5% a 5% ao ano para, aproximadamente, 5,5%, índice praticamente igual ao proferido anteriormente por inúmeras autoridades do país, tais como o otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A emergente China continua com previsões positivas para sua economia, segundo, então, o Produto Interno Bruto (PIB) de mais de 8%, em 2009, constatado há poucos dias. De acordo com o Banco Mundial (BM), a economia do país apresentará crescimento de 9,5% neste ano.

Apesar de extremamente favorável, a situação de crescimento acentuado em relação aos demais países do planeta sofreu ressalvas da entidade, que alerta sobre o endividamento dos Governos da nação e os perigos de bolha imobiliária, que pode chegar em até 30%. Para conter a euforia, o BM pede mais flexibilização do iuane, a moeda chinesa.

O Governo do país havia estabelecido, anteriormente, segundo o portal de Economia UOL, objetivo de 8% para o crescimento de 2010, porém, o percentual acima constatado significa, consequentemente, ascensão trimestral média de 8,8% da economia do país.

Embora fiquem os alertas proferidos pelo Banco Mundial, a instituição pondera que a China mudou o papel do Estado ao reconhecer, por exemplo, a importante interação que o mundo globalizado exerce sobre sua economia.

Para conferir o desdobramento deste artigo, na íntegra, clique aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgar pequena retração de 0,2% no Produto Interno Bruto (PIB) em 2009, o Boletim Focus apregoou, em 15 de março, segunda-feira, sua estimativa revisada para o crescimento da economia brasileira a este ano.

De acordo com dados iniciais, a expectativa de 5,5% de desenvolvimento caiu, singelamente, para 5,45%. Para 2011, porém, espera-se que o avanço alcance 4,5%, embora seja cedo para prever qualquer percentual neste sentido.

Conforme revelado na semana passada, embora a contração de 0,2% no ano passado seja, teoricamente, negativa, na prática é positiva, pois nos últimos três meses do ano o PIB ascendeu 2% em comparação ao período igual de 2008, denotando crescimento gradual e constante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novamente, o Produto Interno Bruto (PIB) torna-se notícia neste espaço. Desta vez, o instrumento medidor tem por referência o setor agropecuário do país, que de acordo com Rebeca Palis, gerente de Contas Trimestrais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), apresentou baque devido aos problemas climáticos e à crise financeira global.

O segmento recebeu a notícia de que a queda no ano passado foi de 5,2% em relação ao ano anterior e de 4,6% no último trimestre de 2009 ante os últimos três meses de 2008. Milho, café, soja e laranja tiveram contrações de 13,5%, 12,8%, 4,8% e 0,3%, respectivamente.

Em contrapartida, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, Rebeca ressalta que houve aumento significativo na produção de cana-de-açúcar, com alta de 5,8%, e de fumo, com índice de 0,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pela Agência Estado revelam que a economia chinesa encerrou 2009 com um desenvolvimento de 8,7% no Produto Interno Bruto (PIB), um pouco abaixo do constatado em 2008, quando o percentual atingiu 9,6%.

Apesar de parecer uma queda negativa, informações levantadas sobre dezembro do ano passado indicam que uma dilatação de 10,7% em relação ao mesmo período anterior fora constatado.

Outro ponto favorável foi o índice de preços ao consumidor, com alta anual de 1,9%, acima do índice de 0,6% constatado em novembro do ano passado. Com isso, avalia a AE, a pressão para o governo reduzir os estímulos econômicos ganha força.

Outro ponto focado pela Agência Estado foi o crescimento do índice de preços ao produtor, com aumento percebido em 1,7% em dezembro ante o mês igual de 2008. Confrontado com o mesmo mês do ano anterior, houve baque de 2,1% em novembro.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar de o Brasil ter criado menos postos de trabalho do que o estimado por Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, acredita que o país está em um momento muito favorável globalmente, tanto que arriscou uma previsão de crescimento econômico em 5,8%.

No ano passado, conforme atestado pela Agência Estado, o desenvolvimento no continente latino-americano ficou próximo do zero. Preocupado com taxas inflacionárias, Meirelles também se mantém otimista e acredita que no biênio 2010-2011 os índices ficarão na meta estabelecida anteriormente, de 4,5%.

Para este ano, o presidente do BC acredita que grande parte do crescimento brasileiro terá origem a partir de investimentos das empresas. Um dos segmentos sugeridos por ele é o de produção de bens de capital, que envolve máquinas e equipamentos, pois este atravessa uma importante recuperação.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sempre evidente nos principais noticiários do país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a moeda nacional está, atualmente, sobrevalorizada. Em seu discurso, que ocorreu durante o 2º Fórum Econômico Brasil Itália, declarou que a intensa atração da economia do Brasil conduziu a nação a estabelecer uma tarifa pequena com o objetivo de restringir a apreciação de câmbio e atalhar uma bolha na Bolsa de Valores.

Para Mantega, essa valorização é fruto das boas perspectivas criadas em torno do Brasil. Considera, ainda, que o Produto Interno Bruto (PIB) deve finalizar 2010 com um crescimento em 5%, mesmo percentual que poderá ser sentido nos anos decorrentes, segundo ele. Para 2016, o mesmo discurso de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef: o país será a quinta maior economia do globo.

Na ocasião do Fórum, Mantega enfatizou aos empresários italianos que há boas oportunidades de investimento nas terras tupiniquins, principalmente na área de infra-estrutura. A Copa do Mundo, por exemplo, é um bom foco para que todos se saiam e ganhem bem, principalmente o setor turístico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Pela primeira vez em mais de um ano, a economia norte-americana apresentou crescimento no terceiro trimestre de 2009. Esse desenvolvimento deve-se à retomada nos gastos de consumo, porém, pode proporcionar uma recuperação lenta devido ao fraco mercado de trabalho daquele país.

De acordo com o Departamento do Comércio dos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense subiu acima do que se esperava e chegou a uma taxa anual convencionada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano. Os economistas previam um crescimento de 3,2% para o mesmo período.

Para os especialistas da área, estes índices indicam que a mais extensa e marcante recessão desde a vista na denominada “Grande Depressão” cessou. Porém, isto é apenas um desenho não oficial do momento norte-americano. Para os Estados Unidos, isto será confirmado, de fato, quando o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER) indicar sua posição.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Cada vez mais otimista, Guido Mantega, ministro da Fazenda, articulou que aguarda um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste terceiro trimestre entre 2% e 2,2% ante os três meses anteriores. Para ele, o governo tem alcançado um novo padrão de desenvolvimento.

Seu discurso se refere a uma avaliação macroeconômica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que em 2007 apresentava uma previsão de crescimento de 4,5%, mas que em 2010 deve aportar dados entre 4,5% e 5%.

Na mesma linha, o ministro destacou a recuperação da produção industrial do Brasil, bem como a geração de 700 mil empregos em 2009. Assim, acredita que até o final deste ano o número de novos empregados chegará à marca de 1 milhão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma revisão de previsões apregoadas pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) espera que o desenvolvimento zero do Produto Interno Bruto (PIB) seja conquistado neste ano, diferentemente do que previu em junho, quando se aguardava uma retração de 0,4% em termos econômicos.

Para a entidade, essa revisão está atrelada ao crescimento do Produto Interno Bruto no segundo trimestre de 2009 perante o primeiro trimestre do ano, tracionado, principalmente, pela ampliação do consumo das famílias brasileiras.

Além desses fatores, a CNI avaliou o caso de os investimentos terem atravancado o movimento de queda que vinha sendo anotado. Apesar da melhora nessa estimativa, a entidade piorou a projeção do PIB industrial deste ano em 4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Cada vez mais novos dados e relatórios sugerem melhorias no desempenho da economia brasileira para este e para o próximo ano. O último divulgado foi proferido pelo Focus, que prevê estabilidade no Produto Interno Bruto (PIB) ante refração de 0,15 por cento há uma semana.

Para 2010, o prenúncio do Focus sugere crescimento de 4% com propagação para 4,20%. No entanto, em inflação avaliada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2009, o panorama ascendeu 0,1%, dos 4,30% da semana anterior, o que detona atuais 4,31%.

Ainda segundo o IPCA, a predição para o ano que vem caiu para 4,30%, diferentemente do que se previu há uma semana, quando indicadores apontaram que os números girariam em torno de 4,35%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Realmente, as inúmeras informações a respeito da saída técnica do Brasil da crise financeira parecem ter surtido efeito. Isto porque Jackson Schneider, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), alegou que a venda de veículos no mercado interno baterá recordes ainda neste ano.

Tal declaração já era de se esperar por parte dos grandes empresários envolvidos no setor. Muitas fontes veicularam dados importantes para a economia brasileira, tais como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atrelado à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como a criação de postos de trabalho em vários segmentos.

Pelo que se sabe, até por seus discursos proferidos nos últimos dias, Guido Mantega, ministro da Fazenda, não é muito fã da prorrogação do IPI. De qualquer maneira, enquanto esta medida permanecer, os números poderão continuar otimistas. Até Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza, aprovou o que o governo tem feito. Aliás, ela tem agradecido devido à expansão de sua rede de lojas.

O importante, neste ínterim, é o progresso do Brasil e o fortalecimento do poderio econômico. Quem sabe, um dia, a nação figurará entre as mais fortes do globo?


Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a economia brasileira se desenvolverá em passos mais largos nos meses que compreendem julho a setembro. A estimativa, para ele, é que os números sejam avaliados com segurança, na teoria, entre 2 e 3%.

O progresso de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), anunciado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um sinal verde para que especialistas e outros envolvidos no setor presumam um crescimento vertiginoso para a questão econômica nacional.

Mantega exalta as medidas adotadas pelo Governo em relação à crise financeira. Para ele, em momento algum a população deixou de consumir, mesmo que em determinados departamentos, por assim dizer, sejam perceptíveis leves declínios.


A economia brasileira conquistou um importante progresso rumo à recessão em relação à crise financeira mundial. Segundo os últimos dados veiculados, o percentual positivo obtido no segundo semestre chegou a 1,9%, atestando que o Brasil se afastou tecnicamente da estagnação nas finanças.

Os principais trunfos para tal sucesso, até o momento, se devem a fatores como as exportações e, principalmente, à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que alavancou a venda de veículos, eletrodomésticos e outros segmentos do mercado nacional.

No entanto, em relação ao mesmo período consultado no ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,2%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os especialistas, apesar desse aspecto aparentemente negativo, muito tem a se comemorar, pois o mesmo número representa, para 2009, uma recuperação consideravelmente otimista em relação à crise.


Petrobrás, uma das estatais com maior poderio econômico mundial, passará, em meados de 2015, a processar o intenso volume de óleo do pré-sal. As refinarias da empresa, originalmente voltadas a apurar o diesel Premium, serão adaptadas para tal fim, segundo Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da companhia.

Para ele, a empreitada pode diminuir o custo de construção, com previsão inicial em 20 bilhões de dólares para as unidades do Maranhão, que produz 600 mil barris por dia, e Ceará, em torno de 300 mil barris diários.

Entretanto, as duas divisões não serão satisfatórias para acolher toda a produção do pré-sal. Por isso, abre-se espaço para que apareçam novas unidades produtoras pelo Brasil.


Contrariando a expectativa do ministro Guido Mantega, que aposta num crescimento de 1% para o PIB em 2009, estudos apresentados no Boletim Focus do Banco Central não são assim tão otimistas.

A verdade é que a retração do Produto Interno Bruto está em torno de 0,16% e a Inflação experimenta uma ligeira alta, mas não chega a assustar.

Em relação ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), não surpreende no momento. A meta estabelecida pelo governo é de 4,5% e não foi alcançada, ainda e, como a taxa básica de juros ficou mantida em 8,75% ao ano, houve equilíbrio com a taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).


por Lindomar Vieira

Com a estabilidade da economia, embora vivamos em meio a uma forte crise mundial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega está otimista e acredita em crescimento.

De acordo com a verificada retomada da produção industrial e do crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano na ordem de 2%, é esperado um avanço ainda maior.

Serão mantidas as medidas adotadas para combater a crise, pois estão surtindo um efeito positivo. Contudo, medidas mais ousadas estão descartadas no momento, é mais seguro acompanhar muito de perto a evolução do mercado mundial, isso é certo.

Se para este ano Guido Mantega espera crescimento de 1% para o PIB, para o próximo ano, 2010, aposta em ambiciosos 5%, contudo sempre mantendo a cautela.

“Estamos no rumo certo, sem necessidade de correção.”, disse o ministro.


O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, prevê o recuo do valor do PIB em até 6% até o final deste ano. No entanto, há também uma perspectiva de melhora no quadro econômico nacional a partir de janeiro de 2010, mantendo índices de crescimento durante os dois primeiros trimestres.

A análise foi apresentada nesta semana durante o 27º Encontro Econômico Brasil-Alemanha que aconteceu na capital do Espírito Santo, Vitória. A expectativa é otimista e, segundo ele, a maior parte do crescimento da economia brasileira se dará através dos investimentos que totalizam R$ 60 bilhões ao ano que beneficiarão principalmente os setores de petróleo e gás.

O desempenho econômico do país foi elogiado pelo Ministro da Economia e Tecnologia da Alemanha, Karl-Theodor zu Guttenberg, que prevê que o Brasil será um dos primeiros países a sair da crise.


Segundo dados fornecidos por economistas de grandes corporações financeiras do Brasil, como o Itaú Unibanco e o Bradesco, a economia brasileira voltou a se expandir após dois trimestres seguidos de retração, o que caracterizava recessão técnica no Brasil.

De acordo com o IBGE, a economia brasileira havia encolhido 3,6% no último trimestre de 2008. Dados do Itaú já revelam uma recuperação vigorosa da economia, com o PIB crescendo em torno de 2% em relação ao primeiro trimestre de 2009, mas apesar da retomada do cresimento, o país ainda deve fechar o ano com o PIB em ligeira queda, algo em torno de 0,5%.

A pesquisa revelou que o os principais fatores relacionados a esse avanço estão relacionados ao setor automobilístico – que recebeu redução das alíquotas de IPI.


A Rússia está ainda sentido forte os problemas associados a crise econômica mundial. Comparando com o mesmo período do ano de 2008, a Rússia teve queda de 10,5% em seu Produto Interno Bruto – PIB.

As previsões também não são nada boas, uma vez que o PIB russo deve sofrer retração entre 6 e 8% em 2009.





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