Saiba aqui o que levou as ações da Petrobrás a subirem de valor neste ano de 2016.

Em janeiro deste ano, a Petrobrás (PETR4) chegou a atingir as cotações ais baixas dos últimos 13 anos, com suas ações chegando a cair dos R$ 5,00. Porém, a empresa vem em franca recuperação no ano de 2016 e os valores dos papeis da PETR4 já triplicaram em relação aos baixos valores do começo do ano.

Na última segunda-feira, 5 de setembro, as ações da Petrobrás fecharam em R$ 13,83, o maior valor desde maio de 2015. Os números, porém, ainda ficam muito aquém do pico de maio de 2008, quando a empresa registrou o recorde nos valores de seus papeis, com as ações custando R$ 50,56.

De acordo com uma análise de Thiago Salomão, no InfoMoney, existem alguns motivos para essa forte retomada da petroleira no mercado nos último oito meses. Um deles foi o impeachment da presidente Dilma Rousseff. Desde sua reeleição no final de 2014, o governo de Dilma ficou marcado por intervenções na Petrobrás e pelo congelamento dos preços da gasolina no país, com a finalidade de se conter a inflação. Desde as eleições, podia-se observar a cada notícia negativa em relação ao governo do PT, o mercado reagia positivamente e as ações da PETR4 subiam.

Mas, para o analista, o principal motivo não foi nem a conjuntura política do Brasil, mas sim a recuperação dos preços do petróleo no mercado mundial. O barril de petróleo, que chegou a custar US$ 27,88 em janeiro, hoje está custando por volta de US$ 45. Houve também uma mudança na gestão da empresa, estimulando a venda de ativos.

A expectativa é que o preço do petróleo continue crescendo, atingindo a marca de US$ 75 em 2019. Em julho e em agosto, o Santander, o Itaú BBA e o Bradesco BBI elevaram a recomendação para as ações da estatal. O UBS também elevou as recomendações e, comparando a Petrobrás a Fênix, que renasce das cinzas, prevê uma máxima de R$ 18,20 para as ações da PETR4.

Os números do primeiro balanço da empresa sob a tutela de Michel Temer agradaram ao mercado. No balanço do 2º trimestre de 2016, a Petrobrás registrou um lucro líquido de R$ 370 milhões, frente a um déficit de R$ 1,24 bilhão no 1º trimestre.

Renato Senna Maia


Na semana passada a presidente Dilma Rousseff causou muitos comentários em todo o país com o veto ao projeto dos royalties do petróleo que irá ser votado no Congresso com a possibilidade de ser derrubado.

Ao se questionada sobre o assunto nesta quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – Dilma afirmou que não pode fazer mais nada para impedir essa ação do legislativo nacional que pode tomar a decisão que considerar mais adequada.

Segundo a presidente sua maior ação com relação a este assunto foi o veto, mas que não irá impedir que cada um vote de acordo com a sua consciência já que vivemos em uma democracia com independência e autonomia dos poderes.

Apesar disso, Dilma mantêm a sua defesa com relação ao veto que foi tomado para não descumprir contratos vigentes e acredita, ainda, ser muito importante manter o destino dos lucros com royalties para a educação.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) informou que não irá alterar a cota conjunta de produção de petróleo.

Com isso, os países que exportam petróleo e seus derivados continuam com o compromisso de produzir, de forma conjunta, 30 milhões de barris diários destes produtos.

Esta decisão ocorreu pela satisfação dos integrantes da Opep com a estabilidade e o valor do barril de petróleo acima de US$110,00.

Segundo o presidente da organização Abdul-Kareem Luaibi Bahedh o mercado do petróleo está estável, mas com um grau de incerteza pela falta de uma visão clara do futuro econômico mundial em virtude da crise na zona do euro.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A China continua a expansão de seus negócios no mundo e agora estreitou seus laços econômicos com a Venezuela.

Isso porque foram assinados neste dia 01 de dezembro de 2012 acordos de cooperação entre estes países para a realização de projetos na área petrolífera e elétrica.

Segundo no Ministro do Petróleo da Venezuela Rafael Ramírez haverá o desenvolvimento dos campos de petróleo existentes, a criação de novas áreas para prospecção além da geração de 900 megawatts de energia elétrica.

Por Ana Camila Neves Morais


A decisão da presidente Dilma Roussef de vetar mudanças feitas na lei dos royalties do petróleo já causou reação dos estados não produtores de petróleo e seus derivados.

Por isso, os governadores destes estados vão, nesta semana, fazer uma reação a este veto já que a lei sancionada diminui a sua participação nos royalties da produção do petróleo que terão maiores valores apenas com a ocorrência de novos contratos.

Em razão disso, os governadores se reuniram nesta terça-feira – dia 04 de dezembro de 2012 – em Brasília para discutir que medidas devem tomar para buscar a derrubada do veto presidencial.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma contrariou as opiniões do Congresso Nacional e vetou o projeto da casa legislativa com mudanças na distribuição dos royalties vindos do petróleo.

O autor do projeto, senador Vital do Rego, solicitou uma reunião urgente do Congresso para avaliar os vetos feitos pela presidente.

Ainda segundo o senador, os vetos de Dilma surpreenderam a todos, mas respeita a opinião da chefe do executivo sobre este assunto dilemático.

Apesar disso, Vital solicita a derrubada do veto bem como pede uma avaliação mais criteriosa do Congresso Nacional com relação ao destino de todo o valor dos royalties ser revertido apenas para o setor de educação.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado financeiro teve mais um indicador interessante divulgado nesta última sexta-feira dia 30 de novembro de 2012.

Desta vez a novidade foi relacionada com o barril de Brent que fechou na Bolsa Intercontinental de Futuros de Londres com alta de 0,42%.

Com isso, o barril para entrega em janeiro de 2013 está sendo cotado a US$113,23 a unidade sendo que este valor está diretamente relacionado com a incerteza dos Estados Unidos em seu possível cisma na área fiscal.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Uma notícia movimentou o mercado financeiro nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – quando a chefe da Casa Civil Glesi Hoffmann divulgou a sanção pela presidente Dilma do polêmico projeto que regula a distribuição de royalties do petróleo brasileiro.

A lei sancionada conta com seis vetos presidenciais ao projeto aprovado no Congresso Nacional, sendo que o mais relevante refere-se à manutenção dos contratos de áreas já licitadas.

Segundo Hoffman os vetos de Dilma Rousseff buscam garantir o respeito aos contratos já firmados e determinar regras claras para o uso do petróleo presente no pré-sal.

Outra mudança relevante com os vetos ocorridos é a diminuição para apenas 2% da participação dos municípios afetados pela camada de pré-sal.

Além disso, Dilma mudou a distribuição dos recursos vindos dos royalties do petróleo que serão destinados totalmente para a educação brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Uma informação interessante movimentou o mercado econômico nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – já que a Petrolífera Rosneft localizada na Rússia anunciou que irá assinar até o mês de dezembro um acordo de compra com o consórcio AAR.

Nesta negociação, a Rosneft irá comprar metade da empresa TNK-BP que pertence ao consórcio por um valor de US$ 28 bilhões.

Além da TNK pertencente ao consórcio AAR, a petrolífera Rosneft já assinou termos de compra para obter a outra parte desta empresa em uma transação com um valor total de US$55 bilhões.

Esta outra parte da terceira maior petrolífera da Rússia está hoje nas mãos do grupo britânico BP.

O negócio da Rosneft como um todo com o grupo de magnatas russos da AAR deve estar concluído já no início de 2013 fazendo com que esta petrolífera se torne uma das maiores do mundo com cerca de 4,6 milhões de barris de óleo sendo produzidos por dia.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Trabalhando com um novo preço do barril de petróleo, a Petrobras estima que haverá um reajuste de preços ainda este ano. A afirmação foi dita pela presidente da empresa, Maria das Graças Foster, durante um evento realizado no Rio de Janeiro.

De acordo com a estatal, o preço do barril de petróleo do tipo Brent está em US$ 118,5, mas a Petrobras trabalha com o preço de US$ 119. No plano de negócios da empresa, feito para o período 2011-2015, a estimativa era de que o preço do barril estaria entre US$ 80 e US$ 95. Já o novo plano da companhia, para o período 2012-2016, ainda não foi publicado.

No entanto, a presidente da Petrobras afirma que vai haver aumento de preço do barril de petróleo devido ao novo patamar.

Graça Foster ainda diz que está em tratativas com o governo para o repasse direto ao consumidor, mas o governo pretende segurar o reajuste por medo do impacto que isso terá na inflação. A Petrobras, por sua vez, possui uma política de não repassar as mudanças internacionais para os preços de derivados do petróleo.

Fonte: Reuters

Por Matheus Camargo


Cada vez mais o Brasil se dispõe a esbanjar grandes reservas de petróleo e, o mais importante, produtos relacionados ao pré-sal e que estão fazendo o nosso país crescer ainda mais neste segmento.

Depois de todas as descobertas feitas em torno de bacias profundas de petróleo e gás natural, mais uma vez o anúncio de que novas fontes estão em nossas terras chega aos ouvidos do povo e dos grandes interessados internacionais.

Segundo informações da própria Petrobras, o bloco BM-S-8 está escondendo produtos importantes para a economia em águas consideradas “ultraprofundas”, onde o inovador pré-sal pode estar sendo extraído da conhecida Bacia de Santos.

Para comprovar a real existência do produto nestas águas, a própria companhia deu um comunicado bastante direto: "O resultado foi comprovado por meio de amostragem de petróleo de cerca de 31º API em reservatórios situados a 5.750 metros de profundidade".

Para quem achava que o Brasil era o próximo dependente do Petróleo de outros países, se enganou redondamente, pois a cada dia, novas descobertas são feitas para comprovar justamente o contrário. 

Por Jéssica Monteiro


Depois das altas dos preços internacionais do petróleo (que devem culminar no aumento do combustível por todo o mundo), algumas economias que estão fazendo um grande esforço para se recuperar podem estar por um fio.

Na semana passada os efeitos já começaram em Londres, quando o barril do tipo Brent atingiu o valor de US$ 125. Este número foi o maior em nove meses e, por isso, se tornou alvo de grande observação por parte de alguns investidores.

As oscilações no preço do petróleo já começaram a afetar o Brasil, pois recentemente a presidente da Petrobras já cogitou aumentar o preço da gasolina.

A presidente Dilma Rousseff já deu seu parecer, afirmando que precisamos de mais refinarias para que este aumento de preços não ocorra.

Caso ocorra mesmo o aumento do preço no combustível, a renda familiar, o custo energético e as despesas com a matéria-prima também deverão crescer. Este fato poderá ter consequências graves para países que ainda tentam ter fôlego para se recuperar da crise. Isso inclui muitos países da Zona do Euro, por incrível que pareça.

Por Jéssica Monteiro 


Além do dólar, o petróleo também teve os seus momentos de leves quedas nesta segunda-feira, dia 27 de fevereiro. Depois de reuniões do famoso G-20, o produto quebrou uma sequência de altas consecutivas para dar lugar a um pequeno decréscimo.  

A Europa acelerando um projeto de embargo ao óleo do Irã e as preocupações em torno do programa nuclear no país foram fatores que acabaram culminando em uma reunião urgente do G-20. Os 20 países mais ricos do mundo garantem que tais acontecimentos podem gerar um forte impacto nos valores da exportação do petróleo.

Para muitos, ainda existem instituições financeiras muito fracas para aguentar a pressão que vem por aí. A queda do valor do petróleo só foi o começo, já que os ministros das finanças pertencentes ao G-20 não tomaram uma providência urgente. Uma proposta séria deveria visar à ampliação das resistências relacionadas aos choques, que levariam a um colapso no peço do produto em questão.

Na cidade de Nova York, o contrato do WTI recuou para um valor de US$ 108,56, por exemplo. Em Londres, o famoso Brent caiu para US$ 124,17 no mesmo mês.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


As cotações para o produto mais cobiçado das últimas décadas foi uma das mais altas no ano em Nova York. O barril de petróleo para entrega avançou um valor equivalente a 93 centavos no mês de março e agora apresenta valores em uma escala crescente e desde maio de 2011.

Como já é conhecida, a situação da Grécia não é das melhores e isso vem influenciando economias no mundo todo, inclusive a brasileira. Porém, nesses últimos meses, uma onda de otimismo se abateu sobre as altas do próprio petróleo. Quem diria.

Aconteceram recentemente, alguns investimentos para que um impulso pela recuperação dos investidores fosse alcançado. Tudo indica que, aparentemente, uma solução para a crise grega está bem próxima de acontecer e a probabilidade é grande, já que nesta segunda-feira (20/02) um dos ministros de Finanças da Zona Euro permitirá o então desbloqueio para um segundo plano de resgate para a Grécia.

Os governos alemães e italianos também estão esperançosos para que um acordo seja fechado em breve. Assim, a economia de muitos lugares poderá ganhar a estabilidade tão desejada. A Grécia que o diga.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


Mais uma notícia da Petrobras para abalar os pilares da economia brasileira. A empresa acaba de anunciar a descoberta de uma nova reserva de Petróleo e Gás, que se encontra no Amazonas. Os poços já foram perfurados e calcula-se uma capacidade produtiva de cerca de 1.400 barris por dia. A partir disso, segue-se mais um projeto de instalar um novo polo produtor na Bacia do Solimões.

A reserva encontrada está localizada no município de Coari e indicou uma alta produtividade de óleo de qualidade, levando em consideração mais de 45 metros cúbicos de gás que ainda poderão ser extraídos. A perfuração do poço atingiu uma profundidade de quase 3.300 metros, o que é um valor bastante elevado.  

Para levar as descobertas a outro patamar, serão necessários ainda muitos estudos e pesquisas.

A viabilidade econômica do local deve ser levada em consideração e quando confirmada, será posta em prática a criação de um novo polo petroquímico na Bacia do Solimões, no Amazonas.

Este já é o segundo processo exploratório do Bloco SOL-T-171, pelo qual o Plano de Avaliação de Descoberta já havia sido viabilizado desde 2010.

Fonte: G1

Por Jéssica Monteiro 


Maria das Graças Foster, futura presidente da Petrobras, terá um orçamento de R$224,7 bilhões para administrar a empresa. A quantia está prevista no Plano de Negócios da companhia e deve ser utilizada entre 2011 e 2015.

José Sergio Gabrielli, atual presidente da Petrobras, lembrou que desde a posse do cargo ele assumiu que os investimentos da estatal seriam basicamente voltados para o segmento de produção e exploração de petróleo e gás.

O presidente também afirma que nós temos muito petróleo e gás, tanto no pré-sal quanto no pós-sal, e é por esse motivo que a empresa também vai aumentar a demanda de gás nacional no mercado, porém sem prejudicar o contrato de importação de gás da Bolívia, que vai até 2019.

Gabrielli também informou que a nossa participação na produção de etanol, dada por parcerias feitas com grandes grupos nacionais, está aumentando cada vez mais.

O atual presidente da Petrobras também disse que após deixar a presidência da empresa, vai assumir um posto no Governo da Bahia.

O nome de Maria das Graças Foster deve ser ratificado pela Administração da Petrobras na reunião do dia 9 de fevereiro.

Por Thiago Polido.


Após a decisão da OPEP (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) em aumentar a produção de petróleo para até 30 milhões de barris por dia, o preço do produto despencou 5,18% para as entregas em janeiro (dados para o Petróleo Intermediário do Texas ou WTI).

Essa decisão representou a primeira elevação na produção em cerca de três anos, já que desde o início da crise econômica mundial em 2008, a entidade não modificava o volume de petróleo produzido diariamente.

A medida envolve também o Iraque e a Líbia, muito embora este último ainda necessite regularizar sua produção, que apresentou uma queda brusca durante a queda civil que culminou com a morte do ditador Muammar Kadafi. 

Essa redução dos preços não deve impactar, a princípio, no custo dos insumos para o consumidor (gasolina e derivados de petróleo), já que as variações são constantes, e eventualmente podemos ter um aumento em função de variações no volume produzido por outros países, como Rússia e Venezuela, por exemplo.

De qualquer modo isso pode representar um alento para as combalidas economias europeias e também para os Estados Unidos, que sofrem com uma prolongada crise e necessitam de formas para gerar receita e economizar recursos.

Por Luiz Moreira


O ano de 2010 foi maravilhoso para a Petrobras. A Empresa divulgou recentemente o balanço do ano passado e fechou o ano com um lucro líquido nada menos do que R$ 35,189 bilhões (isso mesmo), 17% acima do arrecadado no ano anterior.

Segundo o comunicado da empresa, este resultado se deu pelo fato da alta da cotação do petróleo e pelo aumento de 11% na venda de derivados.

A Petrobrás prevê a ampliação neste ano em 2,5% da produção de petróleo, podendo chegar a incríveis 2,100 milhões de barris por dia. Com essa produção e o fato de sermos um país auto-suficiente, não consigo entender porque pagamos pela alta do petróleo no exterior, e quando seu preço é recuado aqui no Brasil ele continua o mesmo.

Talvez esse seja o motivo para o belo lucro da Petrobrás, afinal de contas, quem paga quase R$ 3,00 pelo litro da gasolina somos nós.

Por Henrique Pereira


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) informou ao mercado nesta sexta-feira (29) que o poço Libra, que está em processo de perfuração no pré-sal da Bacia de Santos, deve ter um volume recuperável de ao menos 3,7 bilhões de barris de petróleo. O volume, no entanto, pode chegar a 15 bilhões de barris.

De acordo com estimativas da ANP, deve ser recuperado do poço 7,9 bilhões de barris de petróleo. Se a reserva alcançar seu potencial máximo previsto, o poço Libra deverá concentrar um volume de petróleo superior a toda a reserva atual do óleo em todo o país.

O poço Libra está localizado a 183 quilômetros da costa do Rio de Janeiro, a quase 2 quilômetros da superfície do mar.

Por Luana Neves


A produção de petróleo no país, de acordo com a Agência Nacional do Petróleo (ANP), teve recorde no mês passado.

Segundo informações divulgadas pela ANP, foram produzidos mais de 2 milhões de barris por dia no período. em relação ao mesmo período do ano passado, o número cresceu 6,02%.

A produção de óleo e gás do Brasil no mês de agosto, ainda segundo a Agência, atingiram, juntas, 2,4 milhões de barris por dia, número superior aos 2, 3 milhões de barris produzidos no mesmo período do ano passado.

A Bacia de Campos, no Rio de Janeiro, foi responsável por 84,9% da produção de petróleo no mês de agosto, seguida pelo Espírito Santo, que produz 67,7 mil barris por dia.

Por Luana Neves


A companhia de petróleo e gás do grupo EBX, do empresário multimilionário Eike Batista, informou nesta segunda-feira que descobriu hidrocarbonetos em um dos poços explorados pela empresa na Bacia de Campos, no estado do Rio de Janeiro.

Segundo uma nota divulgada ao mercado pela empresa , foi encontrado hidrocarboneto em 2 pontos distintos nos reservatórios arenosos. A perfuração do poço deverá ter profundidade média de 3.600 metros.

O local onde foi realizada a descoberta dos hidrocarbonetos fica a, aproximadamente, 85 quilômetros da Costa do Rio de Janeiro. Não foram divulgadas outras informações ou estimativa da quantidade de hidrocarbonetos descobertos pela companhia na Bacia de Campos.

Por Luana Neves


Os investimentos das empresas estrangeiras no Brasil têm por base alguns princípios que, sobretudo no atual momento, valem à pena: ambiente econômico rentável, perspectivas futuras de crescimento e ampliação nos negócios. Recentemente, companhias francesas relataram interesse em reatar negócios no país sob tais motes.

Vince Cable, ministro de Empresas britânico, asseverou na última sexta-feira, 3 de setembro, que o Reino Unido precisa priorizar as relações comerciais na nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva em virtude do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) constatado nos últimos meses e do potencial brasileiro. A intenção principal é levar companhias brasileiras ao outro continente.

O objetivo de Cable, ao que tudo indica, não são quaisquer setores. Dois deles, em especial, chamam a atenção: biocombustíveis e petróleo, ambos do segmento energético. A delegação que acompanhou o ministro, segundo a Folha UOL, estimulou acordo de cunho bilateral em engenharia avançada, por meio da utilização de novas tecnologias, e de cooperação industrial no domínio de defesa, em auxílio à Marinha do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o grande susto gerado pela crise financeira mundial, o Brasil continua a ser o foco em investimentos e referência econômica, seja aos estrangeiros, seja às empresas e estatais nacionais. Paulo Roberto Costa, diretor de Abastecimento da Petrobras, ambiciona ampliar a participação da companhia no mercado de etanol entre 10% e 20% até 2014.

Usinas existentes e projetos novos são um dos álibis de Costa para essa avaliação. Segundo ele, que teve idéias veiculadas pela Agência Estado, a estratégia está estabelecida no Plano de Negócios da Petrobras, num período de 2009 a 2013.

Por enquanto, Paulo não sabe a quantidade de usinas prospectadas. O que tem por certo é o aumento da participação da estatal brasileira no mercado interno e de exportação. A união entre a Shell e a Cosan é observada sem grandes preocupações pelo diretor, pois este examina que o intento entre as duas empresas só tem a favorecer as companhias brasileiras – ou seja, não se sente ameaçado.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novamente questionada sobre o andamento das obras do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Petrobras declarou que não há falta de cimento asfáltico de petróleo (CAP) em suas refinarias às distribuidoras, diferentemente do relatado em diversos veículos noticiosos nos últimos dias.

De acordo com a estatal brasileira, sua capacidade de produção é de 3 milhões de toneladas anuais, enquanto que a demanda total estimada às obras do PAC é de 2,4 milhões de toneladas por ano.

A Petrobras alegou que, atualmente, realiza testes piloto de importação de CAP, com a finalidade de oferecer maior tranqüilidade no sentido operacional. A carga inicial, de acordo com a empresa, é de 7 mil toneladas a serem entregues até o final de outubro. A carga seguinte, de 9 mil toneladas, estará disponível já em novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.

No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.

Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Na medida em que o tempo passa, Brasil e Venezuela selam acordos a fim de favorecer os dois países, bem como alavancar a força da América do Sul perante o globo terrestre. Recentemente, foi anunciado que as duas nações construirão, em parceria, uma nova refinaria em nosso território.

O acordo inicial, previsto para ser assinado neste final de semana, foi adiado para outubro. Luiz Inácio Lula da Silva pediu que o tratado seja firmado somente no próximo encontro com o presidente venezuelano Hugo Chávez, previsto para o dia 17 de outubro.

Rafael Ramírez, ministro do Petróleo da Venezuela, também presidente da estatal Petróleos de Venezuela S.A., articulou que o país fará um sinal de US$ 300 milhões somente para o projeto.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Com a euforia pelas novas conquistas em torno da pauta “pré-sal”, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, ratificou que a empresa está executando análises no litoral da Bahia a fim de verificar se existe petróleo na camada de lá.

Essas pesquisas foram iniciadas após o discurso de Jacques Wagner (PT), governador do Estado baiano, que supôs uma provável existência da matéria-prima na região. Entretanto, Gabrielli não afirma com veemência essa possibilidade. Para ele, será necessário perfurar alguns locais a fim de obter confirmação.

Se a moda pegar pelo Brasil, provavelmente a população escutará inúmeros rumores em torno de novas pesquisas em busca do petróleo. É esperado, de todo jeito, que cada indivíduo coma a sua parte do bolo – já crescido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Com um investimento que promete chegar à casa de 1,6 bilhão de dólares, a petrolífera de origem espanhola Repsol-YPF afirmou que destinará inúmeros projetos para a exportação de gás natural à Argentina providos, então, da Bolívia durante os próximos cinco anos.

O investimento, que será feito no país liderado pelo presidente Evo Morales, promete alavancar o setor naquela nação, pois, segundo Carlos Villegas, presidente da estatal boliviana YPFB, a própria Repsol-YPF reconheceu que pouco investiu na Bolívia.

O anúncio, de qualquer maneira, que tem por fim selar e fazer cumprir tal intento, será executado no início de outubro, ocasião em que os executivos da Repsol estarão na Bolívia.


Petrobrás, uma das estatais com maior poderio econômico mundial, passará, em meados de 2015, a processar o intenso volume de óleo do pré-sal. As refinarias da empresa, originalmente voltadas a apurar o diesel Premium, serão adaptadas para tal fim, segundo Paulo Roberto Costa, diretor de abastecimento da companhia.

Para ele, a empreitada pode diminuir o custo de construção, com previsão inicial em 20 bilhões de dólares para as unidades do Maranhão, que produz 600 mil barris por dia, e Ceará, em torno de 300 mil barris diários.

Entretanto, as duas divisões não serão satisfatórias para acolher toda a produção do pré-sal. Por isso, abre-se espaço para que apareçam novas unidades produtoras pelo Brasil.


Por Lindomar Vieira

Os Estados Unidos têm agora mais um fato do qual se lamentar, além da crise interna recebeu mais um golpe na sua influência externa. Foi fechado um acordo no qual a Venezuela se tornou fornecedora de petróleo para o Irã depois de um longo período de negociações.

O acordo gira em torno de $ 800 milhões e o fornecimento será de 20 mil barris por dia.

Embora o Irã seja um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, não dispõe de suficiente tecnologia para a produção de derivados, com isso abrem-se novas portas de parcerias no mercado petrolífero mundial e a Venezuela, de Chávez, está se beneficiando com a oportunidade surgida.


Em um comunicado feito nesta semana, a BP, companhia britânica no setor petroleiro, relatou que fez um gigantesco achado da matéria-prima no Golfo do México.

Segundo a empresa, esse poço, localizado na jazida Tiber, quase 1300 metros sob a água, é um dos mais profundos já perfurados – quase 11 mil metros.

No entanto, a BP informou que há a necessidade de se avaliar mais profundamente para determinar as proporções da descoberta e a rentabilidade futura. De qualquer maneira, a Petrobrás é uma das empresas envolvidas na perfuração e extração do petróleo na região, esta, situada a 400 km ao sudeste de Houston.


A empresa multinacional do Reino Unido, British Petroleum (BP), anunciou nesta semana a descoberta de um poço profundo de petróleo situado no Golfo do México. A região tem a BP como a maior produtora individual, que opera a jazida Tiber com 62% da participação, seguida pela Petrobrás, que representa 20%, e a ConocoPhilips, com 18%.

A descoberta de enorme proporção na representatividade do setor só equivale a Kaskida, jazida descoberta em 2006. A perfuração do poço chega a 10.685 metros de profundidade, mas o petróleo ainda será avaliado pela companhia para garantir qual é a taxa de recuperação do combustível. Analistas esperam que, devido a leveza do petróleo encontrado no Tiber, em torno de 25% do petróleo possa ser recuperável em outros campos da região do Golfo do México.





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