A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


No Natal e final de ano é comum a reunião de famílias e amigos com mesas cheias de pratos saborosos.

Mas, segundo a Fundação Getúlio Vargas, a cesta de Natal em 2012 ficou mais cara para os consumidores brasileiros.

De acordo com a pesquisa, os alimentos para esta época tiveram um aumento médio de 18,6% em relação ao ano de 2011 como lombo, arroz e bacalhau.

Apesar deste grande aumento outros produtos como azeite e vinho apresentaram um aumento de aproximadamente 3% em seus valores enquanto que o pernil suíno apresentou redução de 1,26% em seus valores comerciais.

De acordo com analistas da FGV estes aumentos ocorreram, principalmente, em alimentos in natura devido às alterações climáticas que dificultaram as colheitas em todo o país.

Por isso, a grande dica para fazer a ceia deste Natal é pesquisar e trocar marcas famosas pelas mais comuns e baratas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fundação Getúlio Vargas anunciou recentemente dados referentes ao setor comercial do Brasil.

De acordo com a pesquisa realizada o Icom (Índice de Confiança no Comércio) apresentou uma elevação de 1,4% durante o terceiro trimestre de 2012 que corresponde a um melhor desempenho em comparação ao período anterior que teve queda de 0,7% neste mesmo indicador.

Ao considerar informações mais específicas, no Varejo Ampliado houve o crescimento de 0,5% no Icom em setores como peças, motos e veículos; já no Varejo Restrito a alta registrada foi de 0,4% no terceiro trimestre.

Outro aspecto avaliado pela FGV foi o ISA-COM que verifica a percepção de setores específicos com relação à demanda por produtos e serviços na economia.

Segundo as avaliações, este indicador teve um aumento de 2,4% durante o período analisado com 24,8% das empresas considerando o nível de demanda forte.

Com isso, é possível verificar um início de crescimento do setor comercial no país, mas de forma muito discreta e pequena.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os cartões eletrônicos são cada vez mais utilizados pela população brasileira para a compra dos mais variados tipos de produtos e serviços.Mas o seu uso foi expandido neste ano de 2012.

Isso é o que conta a pesquisa feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) a qual mostra o uso nacional de cartões de débito e crédito em segmentos pouco tradicionais como em farmácias e drogarias (53%), restaurantes e lanchonetes (48%) e em atividades de lazer (34%).

A inovação causada pelo uso do cartão magnético nestas áreas comerciais reside no fato de que elas tradicionalmente usavam como forma de pagamento o dinheiro em espécie e agora estão se rendendo à atração do cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


No mês de dezembro de 2012 foi divulgada uma pesquisa realizada na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba, que avaliou a oferta de alimentos orgânicos nas casas brasileiras.

Este estudo foi baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE entre maio de 2008 e maio de 2009 e abordou 55.970 domicílios em todo o Brasil.

Segundo a pesquisa há uma relação direta e importante entre o aumento da renda familiar e o consumo de alimentos orgânicos.

O uso de alimentos orgânicos está aumentando cada vez mais tanto para garantir uma melhoria na qualidade de vida tanto para auxiliar na preservação do meio ambiente.

O estudo mostrou um maior consumo de produtos orgânicos de origem animal, como laticínios, em detrimento de alternativas mais baratas como frutas, verduras e legumes.

Ao analisar o Valor Energético Total que avalia a presença de macronutrientes energéticos como vitaminas, fibras e carotenóides vindos dos alimentos orgânicos consumidos foi percebido um valor baixo para todas as regiões.

Enquanto isso, a energia média diária obtida por meio destes alimentos tem uma tendência crescente que se eleva à medida que a renda familiar também aumenta.

Sobre o perfil da população que consome alimentos orgânicos ela se constitui, na maioria das vezes, em pessoas acima de 60 anos, em domicílios com poucos moradores e em um aumento na disponibilidade à medida que a renda se eleva.

Diante destas questões, a pesquisa sugere a criação de ações voltadas para fortalecer a agricultura orgânica bem como para realizar mudança de hábitos alimentares na população brasileira.

Por Ana Camila Neves Morais


O ano de 2012 está sendo um dos períodos com grande nível de dívidas dos brasileiros. Apesar desta questão, o número de pessoas que regularizam seus débitos está aumentando.

De acordo com avaliação do instituto Serasa Experian houve um número recorde de brasileiros que procuraram limpar seus nomes com um total de 16 milhões de consumidores que representou um aumento de 16,3% em relação ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, esta melhoria se deve ao bom momento do setor de trabalho no país com baixos índices de desemprego e ganhos salariais acima da inflação que permitem, assim, a negociação e quitação de dívidas em atraso.

Além disso, outras iniciativas permitem a volta da credibilidade dos brasileiros endividados como feirões Limpa Nome e o serviço online da Serasa Experian chamado de Limpa Nome.

Esta facilidade pode ser utilizada desde o mês de outubro de 2012 e cria uma comunicação entre as empresas e consumidores com pendências financeiras possibilitando descontos e negociações para a quitação dos débitos existentes.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional do Comércio divulgou dados importantes sobre a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

De acordo com as análises realizadas, aproximadamente 59% das famílias brasileiras possuem dívidas, sendo este valor 0,2% menor do que o registrado em novembro de 2011.

Apesar desta queda, o montante de famílias com contas atrasadas aumentou para 21% em novembro ficando 0,5% maior do que o valor registrado no mês de outubro.

Outro dado relevante apontado por este estudo indica que dentre as famílias endividadas 6,8% delas não possuem condições financeiras de quitar seus débitos e aquelas que se consideram muito endividadas foi de 12,1%.

As principais ocorrências de débitos dos brasileiros são em cheque especial, empréstimo pessoal, financiamento de veículos, cartão de crédito e carnê de lojas.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE informou no início de dezembro de que a inflação do país está sendo contida por ações importantes do estado de São Paulo.

Segundo o instituto a decisão deste estado de não mudar o preço das passagens de ônibus e de reduzir em 1,45% as tarifas de energia elétrica está mantendo o indicador inflacionário abaixo do normal.

Apesar destes auxílios houve vilões que geraram o aumento da inflação como o setor de alimentos (arroz ficou 35,06% mais caro e as carnes subiram em 11,73% ao ano) e de bebidas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Interbrand divulgou recentemente o seu ranking com as marcas mais valiosas do Brasil em diversos setores.

O critério para a elaboração da lista é com base em seus resultados financeiros, em sua capacidade de garantir ganhos e na influência da marca nas escolhas do consumidor.

A relação é composta por aproximadamente 25 marcas presentes no país  com as maiores empresas sendo a Petrobrás e a cerveja Skol.

No ramo bancário, as instituições mais valiosas são o Bradesco, Banco do Brasil e Itaú. No varejo, a grande vencedora foi a rede Magazine Luíza e as Casas Bahia. Outras contempladas foram a Hering, Cielo e a Totvs que produz softwares.

Uma informação interessante da pesquisa da Interbrand foi a entrada de empresas do ramo de tecnologia além da valorização da maioria das empresas integrantes do ranking com relação ao ano passado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, a última edição da Carta Conjuntura de 2012.

Este conjunto de indicadores da economia do Brasil se refere ao período de dezembro de 2012 mostra que a recuperação depende dos investimentos nacionais.

No entanto, esta área está sendo impedida de ter uma maior progressão em virtude da diminuição do consumo de bens duráveis pela população.

Esta diminuição da compra de bens como veículos e imóveis está muito relacionada com o alto grau de endividamento do brasileiro neste ano de 2012 que está optando por pagar as dívidas pendentes e obter produtos essenciais para a vida rotineira.

A Carta Conjuntura 2012 revelou ainda a discrepância presente na economia brasileira que possui um baixo consumo, mas manteve níveis adequados de emprego bem como a demora em responder aos diversos estímulos e incentivos feitos pelo governo.

Em virtude de todas estas questões, o Ipea não fez projeções para a economia do país em 2013 e anunciaram que estarão divulgando as mesmas apenas em março com um novo modelo de avaliação da economia.

Por Ana Camila Neves Morais


Foi divulgada nesta última semana pesquisa realizada pelo Ibope/CNI que mostrou os últimos dados sobre a avaliação da população com relação ao governo de Dilma Rousseff.

Esta pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 06 e 09 de dezembro em cerca de 142 municípios de todo o país.

Segundo o estudo, cerca de 62% dos brasileiros consideram o governo atual como ótimo e bom e a aprovação pessoal de Dilma na chefia do Poder Executivo está em 78% sendo este o maior valor desde o início de seu mandato.

Com isso, é perceptível que as denúncias de corrupção e o fraco desempenho da economia do Brasil no ano de 2012 não afetaram a população ao considerar a avaliação da condução do país feita pelo governo federal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, dados sobre a questão cambial nacional.

Segundo as informações o saldo cambial (entre a saída e entrada de dólares do país) ficou negativo no valor de 1,350 bilhões de dólares durante a primeira semana de dezembro.

Este valor corresponde a um aumento na negatividade com relação a este mesmo período do ano anterior quando o saldo negativo foi de apenas 247 milhões de dólares.

Além disso, houve um saldo negativo no fluxo da conta comercial do país na primeira semana de dezembro em 1,244 bilhões de dólares. Houve a inda a saída líquida de 107 milhões de dólares do Brasil no período analisado.

Outras informações desta pesquisa do Banco Central mostram 3,303 bilhões de dólares gastos em exportações e 4,547 bilhões de dólares usados para as importações causando esta deficiência financeira.

No entanto, nem todos os resultados foram negativos já que o saldo cambial final ficou positivo no início de dezembro com 22,158 bilhões de dólares, mas este valor indica uma redução importante neste saldo que, no ano de 2011, foi de 66,975 bilhões.

Segundo especialistas esta redução se deve, principalmente, às saídas líquidas que ocorreram tanto na área comercial quanto financeira durante o período analisado.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A consultoria IDC divulgou resultado de pesquisa nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que mostra a diminuição nas vendas de computadores no Brasil.

Segundo o estudo, os 4,05 milhões de computadores vendidos representam uma queda de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 que ao ser comparado com o período anterior passa a ter o valor de 7,9% a menos.

Conforme a IDC, no terceiro trimestre, cerca de 61% dos aparelhos vendidos foram notebooks com um consumo doméstico destes aparelhos em 65% dos casos.

Esta redução no comércio de computadores já era prevista, pois desde o início de 2012 este mercado estava bem abaixo do esperado.

Ainda conforme a avaliação divulgada,é esperado que ocorra um crescimento nas vendas deste setor de 2% contrastando em muito com os 15% esperados no início de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


O Brasil se movimentou com uma notícia veiculada nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012 pelo IBGE.

Todos os comentários se voltaram para o resultado da pesquisa feita pelo instituto que mostrou um crescimento da economia brasileira de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 além do aumento de 0,9% do PIB.

Estes resultados apresentaram um crescimento menor do que o esperado pelo mercado – 1% – e pelo governo – 1,2% -, mas significou a maior taxa de crescimento econômico desde o primeiro trimestre de 2011.

O PIB, segundo o IBGE, teve uma alta acumulada de 0,6% no período de janeiro a setembro de 2012 que foi bem abaixo dos 3,2% obtidos neste mesmo período do ano anterior chegando a um valor corrente de R$1,0983 trilhão.

Ao analisar a contribuição dos setores econômicos para este cenário, o maior aumento foi na agropecuária com o crescimento de 2,5% entre abril e junho, mas que foi inferior aos 6,8% obtidos no último trimestre por este mesmo setor.

No ramo da indústria houve um crescimento de 1,1% ocasionados principalmente pela construção civil e indústria de transformação; enquanto isso, o setor de serviços se manteve do mesmo modo do período anterior sem aumentos nem diminuições, sendo este o pior resultado dos últimos quatro trimestre para esta área.

Além disso, os investimentos no país tiveram uma queda de 2% com um acumulado do ano 3,9% menor; este desempenho foi a quinta queda consecutiva deste setor.

Esta diminuição se deve, principalmente, à queda de investimentos nos bens de capital além da diminuição na importação de máquinas e equipamentos.

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá divulgar até o final do mês de novembro os resultados de uma pesquisa que indica melhorias importantes na economia brasileira.

Segundo o estudo, a economia nacional teve um crescimento importante no terceiro trimestre de 2012 que foi mais forte desde os três primeiros meses do ano de 2010.

Este crescimento foi no terceiro semestre de 1,15% a mais do que o segundo semestre, mas apesar da sua ocorrência a aceleração da economia brasileira, segundo analistas do mercado financeiro, está abaixo da intensidade esperada.

Além disso, em decorrência desta situação o PIB pode fechar o ano de 2012 com um valor menor do que o 1,5% previstos anteriormente.

O principal fator relacionado com este lento crescimento é a recuperação lenta no setor de investimentos no país no qual, segundo Guido Mantega, o governo irá investir R$25 bilhões apesar de poder gastar até R40,6 bilhões neste setor.

Outro dado relevante com relação ao crescimento da economia brasileira refere-se ao fato de que o setor público não irá alcançar a meta de um superávit primário para o ano de 2012 no valor de R$139,8 bilhões, sendo que deste valor devem ser abatidos aproximadamente R$25 bilhões com obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Por Ana Camila Neves Morais


O consumo está em alta entre os brasileiros e a procura por empréstimos também. Está é a constatação da última pesquisa da Serasa Experian a qual identificou uma alta de 17,2% na busca de empréstimos variados pelos brasileiros durante o mês de outubro e que contrastaram com a queda de 16,5% neste mesmo aspecto que aconteceu durante o mês de setembro.

Ao desmembrar os dados deste estudo verifica-se que o maior crescimento na solicitação de empréstimo foi de 26,8% na região Sudeste.

Ao analisar a estratificação da população de acordo com a demanda para empréstimos, os brasileiros com salários entre R$1.000,00 e R$2.000,00 representam 18,2% deste total enquanto que aqueles que ganham entre R$500,00 e R$1.000,00 corresponderam a 17,4% do montante de empréstimos realizados.

E as camadas da população que menos precisaram realizar empréstimos no mês de outubro estas entre as pessoas que ganham mais de R$10.000,00 por mês e que contribuíram com 13% do global de solicitações feitas.

Estes dados obtidos demonstram, segundo os economistas da Serasa Experian, uma melhoria progressiva da economia brasileira que está fazendo o consumidor voltar aos poucos para o mercado de crédito diminuindo, ainda, a inadimplência dos brasileiros.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O setor financeiro obteve recentemente mais uma notícia importante para a economia brasileira, pois foi publicada a última pesquisa Focus do Banco Central com diversos dados relevantes para o mercado econômico nacional.

As principais informações revelam que a inflação de forma geral irá terminar o ano de 2012 em 5,46% e uma perspectiva de que a Selic (taxa básica de juros) para o ano de 2013 seja em torno de 7,25%.

Com relação a estas perspectivas houve um aumento da inflação de 0,02% e uma diminuição da última projeção da Selic de 0,38%.

Além disso, a pesquisa Focus apresentou uma previsão para o ano de 2013 de que o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) seja no valor de 5,4% com a inflação para o próximo ano tendo uma redução de 5,37% para 5,33% e o IGP-M (Índice Geral de Preços-Mercado) diminuirá em 0,19%.

Deste modo, apesar de uma alta relativa nos preços principalmente ocasionada pela elevação nos valores para compra de alimentos, a tendência é de que haja uma desaceleração no IGP-M e no IPCA para o final de 2012 e durante o ano de 2013 garantindo a redução projetada para a inflação.

Uma última análise feita por esta pesquisa aponta mais uma diminuição de 1% na expectativa de crescimento do setor industrial com relação ao mês de outubro, sendo que agora se espera uma redução na indústria de 2,32% para o ano de 2012 e uma expectativa de crescimento de 4,1% a qual está 0,05% em relação a análise do mês anterior.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O setor imobiliário tem vivenciado um período de extremo crescimento que aumenta a cada dia que passa. Agora a elevação nos valores está sendo vivenciada nas locações de imóveis residenciais na cidade de São Paulo que estão com valores até 14% mais altos do que os praticados neste mesmo período em 2011.

Este dado foi proveniente de uma pesquisa realizada pela Lello Imóveis, empresa do ramo imobiliário com escritórios presentes em 12 regiões diferentes da cidade de São Paulo, que obteve um valor médio de aluguel de R$2.000,00 por mês.

Estes imóveis possuem uma distribuição de aluguel de acordo com o seu tamanho na seguinte proporção: com um dormitório (18%), com dois dormitórios (59%) e acima de três dormitórios (23%); além disso, apesar do preço elevado, os imóveis ficam em média de 30 a 60 dias em espera até a sua efetiva locação.

Apesar da situação de elevação dos valores no aluguel, Roseli Hernandes – diretora comercial da Lello Imóveis – afirma que os interessados em alugar imóvel têm grandes quantidades vagas devido ao número crescente de lançamentos imobiliários que são criados na capital paulista.

Além disso, o mercado de locação de imóveis residenciais deve continuar aquecido nos próximos meses mantendo este patamar de valores que podem até ser elevados no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


O Fundo Monetário Internacional (FMI) divulgou na terça-feira (dia 17 de abril) um relatório que aponta que o Brasil deixará de ser a sexta maior economia do mundo para ficar na sétima colocação. Quem deverá superar o Brasil é o Reino Unido.

De acordo com o relatório World Economic Outlook, que divulga estimativas para a economia dos países, o Brasil deve crescer mais do que o Reino Unido. No entanto, isso não será suficiente, porque o Produto Interno Bruto (PIB) nominal brasileiro ficará num patamar abaixo do registrado na economia britânica.

Além disso, a entidade econômica acredita que o PIB do Brasil deverá aumentar 3% este ano, já o PIB do Reino Unido deverá ter alta de 0,8%. Em números absolutos, o PIB brasileiro ficará com valor de US$ 2,449 trilhões e o britânico com US$ 2,452 trilhões.

O posto de sexta maior economia do mundo foi conquistado pelo Brasil no ano passado, quando ficou com US$ 2,492 trilhões. No mesmo ano, o Reino Unido registrou US$ 2,421 trilhões. Esta foi a primeira vez que a economia brasileira superou a britânica e o resultado foi influenciado pelo crescimento da economia e a valorização do real.

Fonte: FMI

Por Matheus Camargo


Nos três primeiros meses deste ano, o número de empresas que pediram falência no Brasil aumentou, afirma a Serasa Experian. De acordo com a instituição, foram feitos 449 pedidos de falência no país nos primeiros três meses do ano. No mesmo período de 2011, o total de falências requeridas tinha sido de 437.

O maior índice de empresas que pediram falência ficou com o setor das micro e pequenas. Do total, 253 foram neste segmento. Já as médias foram responsáveis por 116 destes pedidos e as grandes tiveram 80 pedidos de falência.

Quando comparado março com fevereiro, foi registrado aumento nos pedidos de falência, nas falências decretadas e também nas recuperações judiciais. O motivo para este aumento e ampliação da estatística em março foi o carnaval em fevereiro, o que fez com que o mês tivesse menos dias e muitos pedidos fossem registrados em março.

Os analistas da Serasa Experian chegaram à conclusão que o aumento no índice de pedidos de falência é resultado das taxas de juros altas, do nível alto de inadimplência dos consumidores, além da atividade econômica em oscilação.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) sofreu alta de 0,5% no primeiro decêndio de abril. No mesmo período do mês anterior a variação tinha sido de 0,23%.

Além disso, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também registrou crescimento, sendo de 0,47% nos primeiros 10 dias de abril. A variação tinha sido de 0,21% no mesmo período do mês anterior.

Os Bens Finais passaram de 0,09% para 0,58%. O grupo que mais contribuiu para a elevação foi o dos alimentos processados, que passou de -0,84% para 1,33%.

Já a taxa das Matérias Brutas teve alta de 0,39%. Neste quesito, o item que mais cresceu foi a soja, que passou de 2,23% para 7,59%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) sofreu variação de 0,47%. Na análise anterior, o índice tinha sido de 0,25%. No IPC, sete dos oito itens avaliados tiveram crescimento. O principal grupo foi o da alimentação, que passou de 0,06% para 0,46%.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve variação de 0,76% no primeiro decêndio de abril. O setor de Materiais, Equipamentos e Serviços teve alta de 0,43%. Somente o índice da Mão da Obra teve variação de 1,08%.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


De acordo com um estudo realizado pela Grant Thornton International, os empresários brasileiros estão entre os que sofrem menos estresse.

A Grécia é a primeira da lista com 67%, na sequência estão China, Taiwan e Vietnã, respectivamente com 60%, 57% e 56%. Já o Brasil ocupa a 30ª posição com 19%, bem abaixo da média global de 28%.

Dinamarca, Austrália, Holanda e Rússia são os países com menos empresários estressados nos últimos 12 meses, respectivamente com 6%, 9% e os dois últimos com 13%.

No caso do Brasil, os motivos pelo estresse levantados na pesquisa são: pressão para atingir as metas, conflitos internos políticos e volume de informação.

O estudo também revelou que 42% dos executivos tiram férias para diminuir o estresse.

O estudo é feito há 19 anos e tem como meta levantar informações sobre o cenário econômico global.

Participaram do estudo diretores, presidentes e executivos que foram entrevistados por telefone com ligações de 15 minutos, com exceção do Japão, Filipinas, Armênia, China continental e Índia, onde foram feitas por Correio ou pessoalmente. 

Por Natali Alencar


Um estudo da Serasa Experian registrou que a atividade econômica em janeiro sofreu alta de 0,7%, recuperando parte das perdas registradas no segundo semestre de 2011. A taxa ficou acima dos indicadores de novembro e dezembro do ano passado, quando o crescimento foi de 0,4% e 0,5%, respectivamente.

Se comparar com o primeiro mês do ano passado, o resultado de janeiro de 2012 foi mais positivo, tendo crescimento de 2,6%. No entanto, o resultado ainda foi inferior ao registrado durante todo o ano passado, de 2,7%.

A atividade econômica foi principalmente impulsionada pela indústria, que teve alta de 0,7% se comparado a dezembro do ano passado. O setor de serviços ficou em segundo lugar, com 0,5% de crescimento. Já a agropecuária não obteve alta nem queda.

Outro ponto que incentivou a economia foi o crescimento do consumo das famílias. Em janeiro, as famílias brasileiras consumiram 0,9% a mais do que em dezembro.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising, ABF, o mercado de franquias cresceu 16,9% em 2011. O número representa uma alta acima do crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, que foi de apenas 2,7%.

Segundo o estudo, no ano passado o número de novas franquias foi de seis mil, o que representou a criação de 60 mil postos de trabalho. 

A ABF divulgou que a participação do setor no PIB foi de 2,3%. Em 2012 os especialistas preveem que esse crescimento continue acentuado e atinja o patamar de 15%, sendo que o segmento de alimentação foi o que mais se destacou e atingiu um faturamento de 14,5%.  Ao todo foram consultados mais de duas mil marcas que atuam no setor de franquias no Brasil.

Para a entidade, esse crescimento segue a tendência da economia nacional.  A abertura de novos shoppings irá contribuir para esse crescimento, mas os custos elevados desses espaços fazem com que os empreendedores se sintam intimidados em investir em novos pontos de venda. De acordo com o estudo, esse gasto cresceu entre 2% a 4% em 2011. 

Dentro do setor de Franchising, cresceu o número de microfranquias que exigem um investimento inicial menor, em 2010 elas somavam 213 unidades, sendo que 2011 fechou o ano com 336 lojas. 

Por Joyce Silva


O ICS (Índice de Confiança de Serviços) apresentou queda de 3,2% no mês de fevereiro, as informações foram divulgadas pela FVG (Fundação Getúlio Vargas). Vale ressaltar que em janeiro o índice já havia apresentado queda de 1%.

Um dos fatores que influenciou essa redução foi o subíndice da Situação Atual, que teve queda de 8,1% no período de 12 meses, sendo que a demanda atual foi o motivo principal para essa queda.

Ao todo foram pesquisadas mais de duas mil empresas, sendo que do valor total 20,8% consideraram forte a demanda atual (no mesmo mês do ano passado esse índice foi de 25,9%). O percentual das empresas que avaliaram a demanda como fraca foi de 18,2%.

Com relação às expectativas no setor de serviços, o subíndice apresentou um aumento de 0,7%, confirmando a tendência apresentada no mês anterior, quando e elevação foi de 1,5%.

A maioria das empresas que foram consultadas acredita em um aumento da demanda. Do total, 53,7% confiam que haverá crescimento, enquanto 4,5% esperam uma possível queda. No mesmo período em 2011, esse número foi de 50,3% e 4,8%, respectivamente.

Por Joyce Silva


O Brasil têm boas previsões para os próximos anos. É o que diz uma pesquisa realizada pelo Banco HSBC, que revelou que o Brasil poderá ser a sétima maior economia global.

A pesquisa realizada pela instituição bancária teve início em 2011 e procurou levantar quais serão as maiores economias do mundo no ano de 2050. Vale lembrar que em 2010 o Brasil já ocupava o nono lugar.

O estudo ainda revelou que a renda per capita, nos próximos 40 anos, pode crescer 190%. Segundo o levantamento, o que pode impedir essa expansão é a mão de obra (ainda pouco qualificada) e o nível de escolaridade dos brasileiros (que ainda é baixo).

Na lista apontada pela pesquisa, as 30 maiores economias em 2050 serão os países que hoje são considerados “emergentes”.

Confira a lista com as dez maiores economias em 2050, segundo estudo do HSBC:

  1. China
  2. EUA
  3. Índia
  4. Japão
  5. Alemanha
  6. Reino Unido
  7. Brasil
  8. México
  9. França
  10. Canadá

Por Natali Alencar


O Imea (Instituto Mato-Grossense de Economia Agropecuária) juntamente com a UFMT (Universidade Federal de Mato Grosso) utilizaram-se de uma ferramenta que apoia o planejamento de políticas públicas, chamada Matriz Insumo-Produto de Mato Grosso, que permite fazer a verificação dos setores influentes, geradores de produção/renda/emprego. É o que informa o site www.sonoticias.com.br.

Margarida Garcia de Figueiredo, professora da UFMT (Faculdade de Economia do Mato Grosso), é quem coordena a pesquisa. Ela afirma que este tipo de trabalho faz a avaliação das atividades econômicas de Mato Grosso e confirma sua importância.

São retratados no estudo os setores fundamentais para a economia do Estado. Apesar da economia de Mato Grosso apresentar como característica a dinamicidade, este trabalho permite identificar certos indicadores, como o de renda, produção e fazer um registro dos gargalos econômicos do Mato Grosso.

Para fazer a verificação destes setores, a pesquisa faz uso de índices que apontam as atividades que mais interagem (compra/venda) com outros setores.

A pesquisa é fundamental para fazer o mapeamento da região e mostrar quais são as atividades na economia do Mato Grosso, que exercem grande representação. O trabalho ainda permite apontar segmentos/setores que podem sofrer grande exploração, e que por hora este fato ainda não tenha ocorrido.

De 78 setores, 36 apresentaram estar acima da média, sendo assim, são considerados importantes por apresentarem poder de demanda, ou seja, adquirem muitos produtos de outro setor, considerando que: índice maior que um = setor avaliado acima da média.

Sendo assim, a Matriz Insumo-Produto de Mato Grosso, mostra-se uma importante ferramenta para mapear economicamente a região. 

Por Mônica Palácio


O país tem superado expectativas no relativo ao seu crescimento. Governo e especialistas dão crédito ao atual ambiente com base no poder de consumo do trabalhador, no aumento das oportunidades de emprego e no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB) para este e aos próximos anos.

Neste início de semana a pesquisa Focus voltou a realçar o PIB, desta vez estimando avanço de 7,34% para 2010, índice superior ao especulado anteriormente (de 7,09%). A 2011, segundo o Estadão, o percentual prezado pelos analistas permanece em 4,5%. A produção industrial, também ressaltada no levantamento, foi conservada pela quarta vez consecutiva, para 5%.

Outro mote levantado na pesquisa Focus foi a expectativa do IPCA, em 5,07%, pouco abaixo do projetado pelo mercado financeiro, que aguardava incremento de 5,19%. Para 2011, segundo levantamento, a mediana foi baixada de 4,87% para 4,85%.

A taxa Selic, correspondente ao juro básico da economia brasileira, não deverá ser modificada até o final deste ano. A previsão emitida na semana passada de 10,75% foi mantida, enquanto para 2011, 10,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A rede mundial de computadores é uma plataforma eficaz para a compra de diversos produtos que anteriormente eram contraídos somente em meios físicas. A expansão de 170% do comércio online em 2009 suscita pontos característicos, como é o caso do aumento no interesse do consumidor pela internet e a possibilidade de comparativo de preços por meio de poucos cliques do mouse.

Se o mundo contemporâneo não permite total acesso de grande parte da população aos comércios em shoppings e ruas (fator tempo), entidades se encarregaram de levantar algumas informações cruciais, tais como a associação Pro Teste, que recentemente arrolou pesquisa envolvendo os supermercados mais rentáveis em 21 cidades de 15 estados do país.

De acordo com a Folha UOL, o estudo, que percorreu mais de um mil pontos de venda, cerceou 104 mercadorias de marca, desde alimentos e hortigranjeiros a limpeza e higiene.

Confira, a seguir, algumas localidades levantadas pelo Pro Teste e divulgadas pelo veículo de comunicação fonte deste artigo:

– Belo Horizonte: Supermercado BH (Liberdade, Jardim América e Carlos Prates);

– Brasília: Atacadão (Asa Norte);

– Campinas: Covabra (Vila Nova);

– Curitiba: Mercadorama (Tarumã);

– Florianópolis: Imperatriz (Saco dos Limões e Fátima);

– Porto Alegre: Bom (Espírito Santo);

– Rio de Janeiro: Atacadão (Vicente de Carvalh);

– São Paulo: Dia (Pinheiros);

– Natal: Atacadão (Igapó e Candelária).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Pesquisa da FIESP, denominada INA (Indicador de Nível de Atividade), que visa dar uma idéia da atividade industrial, monitorando o desempenho de dezessete setores industriais, acompanhando o desempenho de vendas, horas trabalhadas e salários reais, teve a sua medição referente ao mês de Julho divulgada pela entidade e segundo o diretor do departamento de pesquisas e estudos econômicos da entidade, Paulo Francini, o estímulo do crescimento da produção industrial continuará vindo do consumo interno, que embora mais acomodado, continuará alavancando a produção industrial, de acordo com matéria do site UOL.

De acordo com o diretor da FIESP o mercado manterá a oferta de crédito e há no momento na economia do país renda suficiente para estimular o dinamismo econômico. Com este aquecimento do mercado interno a geração de demanda continuará existindo e estes fatores continuarão impulsionando a produção industrial.

As apurações do INA de Julho de 2010 indicaram um aumento de 2,6%, sem ajuste sazonal, em relação a Junho e um aumento de 7,2% quando comparado com o mês de Julho do ano passado. Os setores que mais apresentaram expansão, de acordo com a pesquisa FIESP, foram: alimentos e bebidas, petroquímicos, farmacêuticos, químicos e minerais não-metálicos. Também ocorreu aumento nas horas trabalhadas (10%) e no total de salários reais (5,7%) na comparação entre Julho deste ano e Julho de 2009.

Por Mauro Câmara


De acordo com pesquisa divulgada nesta segunda-feira, 09 de agosto, pelo Programa de Administração do Varejo (PROVAR) da Fundação Instituto de Administração (FIA), o terceiro trimestre deste ano terá como produtos líderes de compras através da internet os eletroeletrônicos e de informática.

A pesquisa foi realizada em parceria com a e-bit, empresa de informações sobre comércio eletrônico e a Felisoni Consultores Associados. Os resultados apontam uma elevação 6,3% no número de consumidores que pretendem adquirir produtos via internet no terceiro trimestre de 2010, em relação ao mesmo período do ano de 2009.

De acordo com o coordenador geral do PROVAR, Claudio Felisoni de Ângelo, isto reflete a confiança que o consumidor está tendo no uso do cartão de crédito, em função de um maior rendimento profissional e da estabilidade da economia do país nos últimos tempos.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Uma pesquisa realizada pela revista britânica “The Economist” apontou que o preço do lanche Big Mac, o mais conhecido dos adoradores do McDonald’s é o quarto mais caro do mundo.

A pesquisa foi efetuada com quarenta e quatro países em que o lanche é vendido e o Brasil ficou atrás apenas da Noruega, Suécia e Suíça. O Big Mac americano têm preço menor do que o brasileiro, numa diferença de US$1,18.

De acordo com a pesquisa, o valor justo a ser cobrado pelo sanduíche brasileiro deveria ser o mesmo que o dos EUA, havendo no preço atual uma sobrevalorização do Real. Esta moeda foi a que teve a maior valorização em relação ao dólar no ano passado e só neste ano já teve um aumento de 1%.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, R7


De acordo com pesquisa efetuada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), para se abrir uma empresa no Brasil, há um custo médio de R$ 2.038, o que representa três vezes o valor necessário na China, Índia e Rússia, que também são países com economia em rápido desenvolvimento.

No Brasil, para se abrir um negócio é preciso pagar uma série de taxas, que variam de doze a dezesseis, além de serem necessários quarenta e três documentos. Só os gastos com advogado representam cerca de trinta e cinco por cento dos custos totais.

Além disso, dentro do próprio país a variação nos preços é bem grande, chegando a uma diferença de 431%. O local mais caro para se abrir um negócio é Sergipe, com custo aproximado de R$ 3.597.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, 24 News


Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Centro de Políticas Sociais (CPS) revela que a região metropolitana de São Paulo, um dos pólos financeiras mais importantes do mundo, foi a que mais sofreu com os efeitos gerados pela crise econômica mundial entre as seis principais regiões do Brasil.

O relatório declara, ainda, que a região foi a única que apresentou aumento na miséria em agosto ante o mesmo período do ano passado, com expansão da classe E em 5,91%. Para Marcelo Neri, economista chefe do Centro de Políticas Sociais, isto acontece porque em São Paulo estão situadas inúmeras indústrias, bem como um importante sistema financeiro.

A observação é fundamentada em apreciação de dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ilustra, também, que São Paulo apresentou o menor crescimento em detrimento às demais regiões de pessoas relacionadas às classes A, B e C em 0,19% no mês de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Conforme notícias veiculadas no transcorrer deste mês, o comércio brasileiro está otimista com as vendas para o Natal deste ano – o primeiro, de fato, após a crise financeira mundial. As primeiras iniciativas dos comerciantes foram as de reforçar seus estoques.

Uma pesquisa da Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomércio-SP), a pedido do Grupo Estado, ilustra que 77% dos lojistas, dos 300 inquiridos, encomendaram produtos na mesma proporção do ano passado ou em volume maior do que o representado em 2008.

A projeção, segundo Fabio Pina, economista da Fecomércio e responsável pelo estudo, é que haja crescimento entre 4% e 5% no faturamento concreto do comércio. Com isso, dados apontam volta ao mesmo patamar comercial visto em 2007. Os setores mais otimistas são os varejistas de alimentos e bebidas e o comércio de bens duráveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a proximidade do Dia das Crianças, a confiança do comércio brasileiro poderá ser medida e projetada para apurar se o Natal deste ano será melhor que seu antecessor (2008). De acordo com pesquisa realizada pela Serasa Experian de Expectativa Empresarial, 49% dos comerciantes esperam elevação nas vendas e, consequentemente, no faturamento.

Mesmo assim, o “12 de outubro” de 2009 apresenta uma expectativa inferior àquela apresentada no ano passado, quando, à ocasião, o mesmo índice apontou otimismo um pouco maior, em 52%.

Ao “separar” o levantamento em portes empresariais, as grandes empresas foram as que mais se mostraram otimistas, com 68%. Com isso, superou a expectativa dos médios empresários, que aguardam elevação no faturamento em 57%, diante de 46% das pequenas empresas. A pesquisa contou com a opinião de 1.011 executivos do varejo entre os dias 4 e 17 de setembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Com a euforia pelas novas conquistas em torno da pauta “pré-sal”, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, ratificou que a empresa está executando análises no litoral da Bahia a fim de verificar se existe petróleo na camada de lá.

Essas pesquisas foram iniciadas após o discurso de Jacques Wagner (PT), governador do Estado baiano, que supôs uma provável existência da matéria-prima na região. Entretanto, Gabrielli não afirma com veemência essa possibilidade. Para ele, será necessário perfurar alguns locais a fim de obter confirmação.

Se a moda pegar pelo Brasil, provavelmente a população escutará inúmeros rumores em torno de novas pesquisas em busca do petróleo. É esperado, de todo jeito, que cada indivíduo coma a sua parte do bolo – já crescido.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, enfatizou os resultados assinalados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em relação à economia brasileira. Para ele, o fundamental de o Brasil ter apresentado esse bom rendimento deve-se, em grande número, à movimentação no mercado interno.

Por essas e outras, Bernardo acredita que o Natal do brasileiro será além das expectativas presumidas no início do ano, se é que isso foi pensado com veemência pelos especialistas. Obviamente, ao estimular a população a comprar produtos com base em reduções nos impostos, o resultado teria um aumento positivo. E talvez, por isso, tais medidas foram adotadas.

Em 2010, presume Paulo, o desenvolvimento será maior. O cálculo, para ele, é que o percentual neste sentido alcance 4,5%, com possibilidades de ir mais adiante, ultrapassar tal balanço.


Se por todo o mundo a crise está fazendo muitos estragos, no Brasil há equilíbrio econômico e estabilidade financeira que fortalece nosso mercado no cenário internacional.

Numa pesquisa do Fórum Econômico Mundial, que envolveu um total de 133 economias do mundo, a nossa economia ficou em 56.° lugar. Pelo visto, nem tudo é tão mau como dizem os pessimistas de plantão.

Estamos crescendo economicamente e temos prestígio no cenário econômico mundial. Entre os países do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), por exemplo, o Brasil está à frente na pesquisa realizada, estamos nos destacando.

Para os brasileiros é gratificante estar subido no ranking e se destacando por aspectos positivos. Esperamos que isso venha a ser revertido em benefícios para o nosso povo.





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