Ex-CEO afirma que empresa está no caminho certo e que seu futuro está no mercado Mobile.

Já faz pouco mais de 2 anos que Steve Ballmer deixou de ser o CEO da Microsoft, sendo sucedido por Satya Nadella no comando da empresa. Agora, Steve Ballmer, em entrevista ao Business Insider, opinou sobre o futuro da Microsoft e sobre o que espera da empresa para os próximos anos.

Para Ballmer, a Microsoft vem sendo extremamente feliz quanto ao ramo da nuvem. Ele acredita que no futuro todos os sistemas serão baseados na nuvem, sendo essa a inovação que veremos no futuro não somente na empresa, mas no mercado. Além disso, Ballmer acredita que haverá uma integração cada vez maior entre a nuvem e os smartphones.

Ainda para o ex-CEO da empresa norte-americana, o setor Mobile de fato é o futuro da empresa, sendo a compra da Nokia inclusive uma recomendação de Ballmer antes de deixar o cargo de CEO da empresa. O antigo executivo da empresa também elogiou o trabalho feito pelo atual CEO, Satya Nadella, quanto aos investimentos feitos no mercado de mobiles e que a empresa deve apostar cada vez mais nesse mercado.

Aliás, Satya Nadella não parece pensar de forma muito distinta do antigo CEO da empresa, visto que a Microsoft, mesmo com as notícias extremamente negativas divulgadas recentemente a respeito da queda no número de usuários do Windows Phone, continua insistindo e investindo no mercado de smartphones e principalmente em seu sistema, que está agora recebendo maior atenção das demais empresas, graças a possibilidade das mesmas em lançar seus dispositivos com o SO da Microsoft, abrindo um pouco mais o sistema operacional da empresa ao mercado.

Ballmer também elogiou o trabalho realizado pela Microsoft com o Surface, com o HoloLens e com o Xbox, que vem trazendo um bom retorno para a empresa tanto no sentido financeiro como de maior espaço no mercado.

Ballmer já chegou a participar de uma palestra na USP, em 2010, onde também destacou o sistema na nuvem e citou que o Brasil pode acabar sendo prejudicado na transição para essa tecnologia graças ao fato do governo não entender a importância da banda larga como uma estrutura básica para a tecnologia.

Por Isis Genari.


China apresenta queda nos seus mercados acionários e grande desvalorização de sua moeda, o Yuan, podendo afetar diversos países.

No começo do ano, houve uma queda nos mercados acionários chineses, um fato econômico que afeta diversas nações, uma vez que a China é a segunda maior potência econômica do mundo. Entenda o que causou a queda.

A economia chinesa está cada vez mais dependente de serviços e não de indústrias como foi por um bom tempo. Essa dependência tem afastado os investimentos estatais, causando uma retração na atividade industrial, intimamente ligada à queda dos mercados.

O dia da queda também foi o primeiro dia que foi implementada uma medida conhecida como Circuit Breaker. Trata-se de uma espécie de mecanismo de defesa contra oscilações do mercado. Quando a bolsa fecha com valores negativos, todos os negócios na Bovespa são paralisados por alguns minutos.  Na China, com uma queda de 5% as negociações foram interrompidas por 15 minutos. No entanto, quando as negociações voltaram a ser feitas, foram registradas quedas ainda maiores.

Outro fator que contribuiu para a queda dos mercados foi a desvalorização da moeda chinesa, o Yuan. Há especulações de que o Banco Central não pretende mais manter o yuan mais valorizado que o dólar.

Conforme as ações caem, os investidores tendem a parar de investir nelas. O efeito é como um efeito dominó, se um deixa de investir, as ações cairão mais ainda e o outro deixará de investir também e assim por diante. O movimento de desvalorização das ações continua, causando consequências.

No cenário brasileiro, a recessão econômica na China pode ter um grande impacto até mesmo para a recuperação de nosso próprio cenário econômico. Investidores vão seguir a tendência de retirar os recursos dos países emergentes, o BRICS, no qual o Brasil está inserido. O mercado brasileiro também é bem aberto, logo a China que antes importava muito material brasileiro, com um recesso econômico diminuirá as importações.

Em questões econômicas é importante ter em mente que, em um mundo globalizado, o que acontece em uma nação, principalmente quando se trata de uma potência grande exportadora e importadora, irá afetar todas as demais nações do globo terrestre economicamente e, consequentemente, socialmente também, uma vez que parte dos recursos econômicos são destinados a investimentos sociais para melhora de vida da população.

Por Isabela Palazzo

Yuan


E mais uma vez o dólar fechou em alta e todos aguardam quais serão os próximos passos do Governo. A alta do dólar afeta a todos, desde os investidores, importadores e exportadores, população em geral, comércio, indústria e o dólar continua subindo e teve uma alta de 0,2% nesta terça-feira (04/11), sendo vendido a R$ 2,5054. E na parte da tarde a moeda norte-americana apontava uma alta ainda maior, atingindo um aumento de 0,42% mas até o fim do dia, recuou um pouco.

E o mercado está muito instável principalmente por causa da indefinição do Governo que não anuncia qual será a sua equipe econômica, mas o Ministério que mais tem agitado o mercado é o da Fazenda, pois os investidores, principalmente, querem saber quem irá assumir a Fazenda, para saber se de fato o Governo pretende trazer mudanças para a política econômica do Brasil. Há vários nomes sendo cogitados para o cargo, mas Dilma Rousseff não deu nem sinal de qual será a sua escolha.

O mercado está na torcida de que o Ministro escolhido seja alguém mais "amigável" e que ao substituir Guido Mantega, traga mudanças na economia do país que favoreçam a todos. Entre os nomes mais cotados para o Ministério da Fazenda, estão: Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central;
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco; Nelson Barbosa, ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda.

Mas o que está deixando o mercado tão agitado nos últimos dias é a indefinição de Dilma, reeleita nas últimas eleições. Se Dilma Rousseff anunciasse um nome ainda esta semana, certamente o mercado iria se acalmar e até a confiança dos investidores estrangeiros iria aumentar e certamente o dólar iria recuar um pouco, mas como não há nem sinal do nome do novo Ministro da Fazenda ser anunciado, até semana que vem o mercado continuará nervoso.

No início da manhã desta quinta-feira (06/11), o dólar começou em R$ 2,505 e pode até aumentar um pouco mais.

Por Russel

D?lar em alta

Foto: Divulgação


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) divulgou nesta semana que diminuiu as suas expectativas para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) para o início do ano de 2013.

Segundo a organização, em janeiro este indicador deve ficar em 0,58% e em fevereiro no valor de 0,47% que são valores , respectivamente, 0,02% e 0,11% mais baixos do que os esperados antes pela Anbima.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Os empréstimos e financiamentos oferecidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são concedidos em grande quantidade para diversos setores do país.

Mas, apesar disso, o banco ainda não atingiu a meta de desembolsos para 2012 no valor de 150 bilhões de reais.

Para alcançar este patamar será preciso que a instituição de fomento financeiro libere no mínimo mais R$28,2 bilhões durante este mês de dezembro já que até o momento o BNDES liberou R$121,8 bilhões.

Nesta reta final do ano, o banco deve liberar recursos para investimentos como o PSI (Programa de Sustentação do Investimento, projetos de infraestrutura e para melhorias em estados e municípios).

Por Ana Camila Neves Morais


Os consumidores dos Estados Unidos estão preocupados com a crise financeira do país e a iminência de um possível abismo fiscal.

Por isso, estão menos confiantes causando, assim, uma queda nos movimentos de vendas de produtos para o Natal.

Toda esta preocupação dos norte-americanos tem fundamento em virtude dos impasses entre republicanos e o presidente Barack Obama na definição das medidas a serem utilizadas para evitar esta situação.

Com isso, os consumidores estão comprando menos e poupando para enfrentar possíveis tempos difíceis em 2013 com aumento dos impostos e no preço dos produtos em geral.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma empresa européia fará mudanças em sua estrutura acionária e desta vez a alteração irá ocorrer na EADS a qual confirmou discussões de seus acionistas sobre as mudanças a serem feitas.

Segundo informações extra-oficiais, os acionistas da EADS estariam querendo reduzir a participação dos governos para menos de 30% causando, assim, a retirada da empresa de acionistas que representam o executivo como a alemã Daimler e a francesa Lagardère.

Não foram divulgados maiores detalhes sobre esta negociação sendo preciso aguardar para conferir os resultados destas discussões e sua transformação em efetivas mudanças para os acionistas da EADS.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central Francês informou, neste mês de dezembro, uma vontade que causará muitas discussões e embates no mercado financeiro.

Isto porque a autoridade bancária francesa quer que o centro de negociações da zona do euro se transfira de Londres para Paris.

O grande problema neste pedido da França reside no fato de que Londres é o local onde toda a Europa negocia e possui aproximadamente 40% das negociações de toda a comunidade européia.

Com a mudança muito deste potencial para negociações na economia iriam se perder já quer a França não possui tradição e nem mesmo força neste tipo de mercado como a Inglaterra.

Por isso, diversos especialistas acreditam que a vontade do Banco Central Francês irá demorar muito para se concretizar com a grande tendência desta mudança não ocorrer nunca.

Por Ana Camila Neves Morais


Os cartões eletrônicos são cada vez mais utilizados pela população brasileira para a compra dos mais variados tipos de produtos e serviços.Mas o seu uso foi expandido neste ano de 2012.

Isso é o que conta a pesquisa feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) a qual mostra o uso nacional de cartões de débito e crédito em segmentos pouco tradicionais como em farmácias e drogarias (53%), restaurantes e lanchonetes (48%) e em atividades de lazer (34%).

A inovação causada pelo uso do cartão magnético nestas áreas comerciais reside no fato de que elas tradicionalmente usavam como forma de pagamento o dinheiro em espécie e agora estão se rendendo à atração do cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


Segundo analistas do banco Rabobank é esperado um aumento de 3% na produção de carne brasileira para o ano de 2013.

Assim, é esperado uma melhora nas margens de produção das empresas brasileiras que produzem carne.

No entanto, nem todas as questões deste setor são positivas, pois pode haver uma queda nos preços da carne bovina em decorrência de limitações no seu fornecimento para outros países além da estagnação do produto vindo de outros países.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, o banco Credit Suisse divulgou relatório no qual afirmou que o mercado financeiro está superestimando a recuperação da Usiminas e rebaixou a sua recomendação para underperform.

Com isso, a instituição bancária espera um desempenho da siderúrgica abaixo da média do mercado.

De acordo com analistas financeiros, a Usiminas está melhorando, no entanto os investidores estão com um otimismo exagerado já que situações macroestruturais podem diminuir o seu crescimento como a compra da CSA (Companhia Siderúrgica do Atlântico) e o ritmo baixo de crescimento do PIB nacional.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou nesta semana a unificação de ofertas publicas para aquisição de ações da NET e ainda concordou com a saída da empresa do Nível dois de governança da BM&FBovespa.

Estas solicitações foram feitas em junho de 2012 pelos controladores da empresa (Embratel, Itaú BBA, GB Empreendimentos e Participações e Embrapar).

No entanto, as ações foram questionadas pelos acionistas minoritários da NET (Mainstay, Nest e UV) que queriam revisão dos preços formulados sob a argumentação de protestos dos acionistas para a unificação das ofertas destinadas ao fechamento de capital.

Diante deste impasse, a CVM foi consultada e o colegiado do órgão confirmou que não há a necessidade de realizar uma revisão de preços para a retirada de segmentos especiais de governança corporativa como o Nível dois mantendo as decisões do grupo controlador da NET.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica) aprovou nesta semana mais uma aquisição importante no ramo empresarial.

Desta vez a novidade consiste na autorização para a Ri-Happy comprar a PBKids sem nenhum tipo de restrição.

O início da operação ocorreu em junho de 2012 e para o Cadê o mercado e brinquedos no Brasil ainda não tem barreiras para a entrada de novas empresas e existe rivalidade suficiente para evitar tentativas de dominar este mercado específico.

Agora, a transação entre as empresas terá prosseguimento com a concretização do negócio com valores não revelados para a imprensa.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Os medicamentos genéricos consistem em uma opção interessante e acessível para grande parte da população brasileira e segundo a PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) o terceiro trimestre de 2012 apresentou um crescimento de 16,6% na venda deste tipo de medicamento.

De forma geral foram vendidos medicamentos no valor de R$2,8 bilhões entre os meses de julho e setembro de 2012 em um global de 179,7 milhões de unidades; além disso, entre os meses de janeiro e setembro de 2012 o mercado de genéricos teve um crescimento de 19,8% nas unidades comercializadas que, no entanto, foi menor do que a evolução do mercado de genéricos neste mesmo período nos anos de 2010 e 2011 quando o crescimento oscilou entre 30%.

Apesar dos valores de 2012 serem contundentes eles mostram uma redução no crescimento das vendas deste tipo de remédio que pode indicar um desaquecimento da economia nacional ou uma redução na renda dos brasileiros.

Mesmo com esta tendência negativa, a PróGenéricos espera obter um aumento de 30% nas vendas destes medicamentos no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A notícia do momento no mundo da economia é o fraco desempenho do PIB brasileiro no terceiro trimestre com um simplório aumento de apenas 0,6% neste período.

Apesar disso, o ministro da fazenda Guido Mantega manteve a sua opinião de que a economia do país irá se recuperar e que o PIB vai ter um crescimento de 4% em 2013.

Segundo o ministro, a economia está no caminho da recuperação que teve neste último período um descuido com o setor de serviços cuja estagnação ajudou muito para o mau resultado do PIB brasileiro.

Na análise de Mantega o desempenho insatisfatório no setor de serviços ocorreu principalmente na intermediação financeira devido à queda dos spreads bancários que não foi compensado com um aumento do crédito por medo da inadimplência cada vez maior no Brasil com o índice de 5,98% no mês de outubro.

Com relação ao setor de investimentos, Guido Mantega afirmou que esta área demora mais tempo para reagir e acredita em sua evolução no 4º trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


O anúncio feito pelo IBGE de que o PIB brasileiro cresceu apenas 0,6% no terceiro trimestre de 2012 ocasionou um pronunciamento de Guido Mantega, Ministro da Fazenda no Brasil.

Em suas palavras, Mantega informou que novas medidas serão tomadas pelo governo federal para aumentar o setor de investimentos no país.

Esta informação específica se justifica porque o grande vilão no  PIB foi o baixo nível do setor de investimentos com a formação bruta de capital fixo tendo uma queda de 2% no último trimestre de 2012.

Sobre este assunto, Mantega informou que o governo irá fornecer novas maneiras para financiar investimentos no país e acredita que, com isso, haverá melhorias e crescimento deste setor já no próximo trimestre.

O ministro justificou também a situação econômica afirmando que inicialmente era preciso obter uma recuperação das indústrias, que tiveram crescimento neste trimestre, para depois haver a demanda para o setor de investimentos que, segundo ele, terá um aumento já no quarto trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


O valor do PIB para o terceiro trimestre com crescimento de apenas 0,6% decepcionou a todos os setores da economia brasileira e a Sobratema (empresa vinculada ao setor de máquinas do ramo de construção civil) informou que irá rever as expectativas de vendas para o ano de 2013.

Esta revisão se justifica porque o crescimento do país ficou muito abaixo do esperado anteriormente indicando, assim, um ritmo menor na recuperação da economia brasileira.

A situação mostrada pelos dados do PIB vai diminuir a confiança dos empresários que irão repensar antes de fazer investimentos e irão, por conseqüência, aguardar para ter maior clareza dos riscos no mercado do país.

Por isso, a Sobratema pretende rever a projeção feita para 2013 com uma expectativa de crescimento nas vendas de equipamentos para construção civil em 13% de modo que ela se adeque ás novas configurações da economia brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Outra informação importante chegou ao mercado financeiro, pois o Índice Standard & Poor´s 500 teve uma diminuição de 1,39% fechando com 1.55 pontos que o nível mais baixo desde o final do mês de julho deste ano.

A queda neste indicador econômico ficou abaixo da média móvel nos últimos 200 dias pela quinta vez indicando a possibilidade de uma manutenção na queda da economia.

Esta diminuição aconteceu, principalmente, pelas incertezas financeiras no governo dos Estados Unidos e a instabilidade no Oriente Médio com revoltas e conflitos armados em Israel e no Egito.

Com relação à melhoria do cenário econômico, o presidente Barack Obama indicou um aumento na quantidade de impostos para diminuir os déficits orçamentários dos Estados Unidos e isto está causando uma diminuição na busca por compras de títulos e um aumento na liquidação de investidores para evitar o pagamento maior sobre seus ganhos em impostos sobre ganhos de capital e dividendos obtidos nas bolsas de valores.

Além disso, segundo Michael Cheah gestor de portfólio da SunAmerica Asset Management a solução para impedir o surgimento de um abismo fiscal norte-americano pode surgir a qualquer momento com uma combinação de mais impostos e diminuição nos gastos em 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá divulgar até o final do mês de novembro os resultados de uma pesquisa que indica melhorias importantes na economia brasileira.

Segundo o estudo, a economia nacional teve um crescimento importante no terceiro trimestre de 2012 que foi mais forte desde os três primeiros meses do ano de 2010.

Este crescimento foi no terceiro semestre de 1,15% a mais do que o segundo semestre, mas apesar da sua ocorrência a aceleração da economia brasileira, segundo analistas do mercado financeiro, está abaixo da intensidade esperada.

Além disso, em decorrência desta situação o PIB pode fechar o ano de 2012 com um valor menor do que o 1,5% previstos anteriormente.

O principal fator relacionado com este lento crescimento é a recuperação lenta no setor de investimentos no país no qual, segundo Guido Mantega, o governo irá investir R$25 bilhões apesar de poder gastar até R40,6 bilhões neste setor.

Outro dado relevante com relação ao crescimento da economia brasileira refere-se ao fato de que o setor público não irá alcançar a meta de um superávit primário para o ano de 2012 no valor de R$139,8 bilhões, sendo que deste valor devem ser abatidos aproximadamente R$25 bilhões com obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Por Ana Camila Neves Morais


O Ibope divulgou mais uma pesquisa com relação ao mercado brasileiro e a notícia do momento está relacionada com produtos de beleza os quais irão corresponder a aproximadamente R$36,24 bilhões de reais gastos pelos brasileiros até o final do ano de 2012.

Este valor, segundo a ferramenta Pyxis Consumo utilizada pelo Ibope para realizar este estudo, representa um aumento de 15% nas vendas deste setor com relação ao ano de 2011.

Os produtos de beleza mais comprados foram os seguintes: creme hidratante, perfume, desodorante, filtro solar, colônia, tinta para o cabelo, maquiagem e esmalte.

Outro dado desta pesquisa foi a divisão deste consumo pelas regiões do Brasil e o resultado obtido demonstrou que o gasto com produtos de beleza está concentrado em 50% na Região Sudeste, 18% na região Nordeste, de 16% na região Sul e 16% nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Com relação às classes que mais compraram produtos de beleza neste ano de 2012 a Classe B corresponde a 41,52% deste consumo (R$ 15,05 bilhões) enquanto a Classe C comprou cerca de 42,6% (R$15,43 bilhões) deste tipo de mercadoria.

Um outro dado interessante desta avaliação revela que, apesar da região Sudeste possuir a maior quantidade de consumo global em produtos de beleza ao se considerar os gastos por habitante a Região Sul possui um valor de R$252,83, a região Centro-Oeste tem um gasto de R$245,86 e a região Sudeste apresenta um valor de R$239,45 por pessoa.

Por Ana Camila Neves Morais


Corroborando análises já feitas (inclusive pelo próprio diretor do Banco Central), o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou no começo do mês que os fatores que levaram ao crescimento do nosso PIB em 2010 foram os fortes investimentos e o mercado interno robusto.

O índice de 7,5% atingido no ano passado é maior do que o de 1986. É reflexo também do aumento da geração de empregos, da ordem de 2,5 milhões de oportunidades de trabalho.

O destaque dado pelo ministro foi para o crescimento de 21,8% nos investimentos (ou, para ser mais preciso, a Formação Bruta de Capital Fixo), fato que por si só, indica que estamos “crescendo, expandindo a nossa capacidade produtiva, porque investimento significa que novos sistemas de produção estão sendo implantados no Brasil”, completou o ministro.

Entretanto, um ponto negativo na avaliação se deve ao desequilíbrio de nossa balança comercial, haja vista o fato de que nossas importações aumentaram em 36,2%, ao passo  que as exportações diminuíram cerca de 11,5%.

Por Alberto Vicente


A época das fitas VHS já está esquecida, ao menos para as novas gerações. A tecnologia Digital Video Disc (DVD) veio para substituir esse formato e mais recentemente, eis que blu-ray veio para destronar ambos. Entre suas características diferenciadas, destaca-se maior definição de imagem e som, transformando uma simples película numa projeção de altíssimo nível.

Os discos blu-rays, aliás, parecem ter dado novo fôlego às videolocadoras, que nos últimos anos registravam queda no aluguel de DVDs e em casos mais gritantes, fechamento de empreendimentos. De acordo com o Sindicato das Empresas Videolocadoras do Estado de São Paulo (Sindemvideo), os lucros do setor avançaram 6% em 2010 sobre 2009.

Para Luciano Damiani, presidente do sindicato, a tecnologia de gravação de discos de dados juntamente aos serviços pagos no concernente a download de jogos e filmes incita mudanças no ramo, tanto que a tendência é as locadoras unirem suas atividades com empreendimentos de segmentos semelhantes, como é o caso de livrarias, concessionárias de telecomunicações e lojas de departamento.

De 2004 a 2005, de acordo com o Sindemvideo, 4,8 mil locadoras exerciam atividades dentro do estado de São Paulo, número que caiu para 1,8 mil unidades em 2010. A pirataria, principal fator para essa brusca queda, por sinal, causou a demissão de 60% da mão de obra que atuava no ramo.

Para suportar isso, as videolocadoras passaram a incluir outros serviços em seu interior, entre os quais comercialização de brinquedos, eletroeletrônicos, alimentos, roupas e presentes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da atividade econômica do Brasil é um assunto que se estende desde alguns meses atrás até a atualidade, justamente devido à postura adotada pelo governo e pela população brasileira, a última, que se aproveitou dos benefícios fiscais para adquirir bens. Fogões, geladeiras e máquinas de lavar (linha branca) participaram de todo o processo, mas não em sua totalidade, porque o setor habitacional também alavancou bons percentuais ao Produto Interno Bruto (PIB) – mais alguns exemplos podem figurar.

Durante a Copa do Mundo da África o país do futebol e todos os brasileiros que por aqui ficaram dispensaram montante considerável para comprar televisores, pois o comércio soube muito bem aproveitar o clima de euforia para angariar mais lucros. E se o assunto é eletroeletrônico, de acordo com a Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) o faturamento do segmento ascendeu 18% nos seis meses iniciais de 2010 ante o período igual do ano passado.

Mesmo com o mundial de futebol as categorias que mais conseguiram alta nas vendas foram os de utilidades domésticas, com crescimento de 42%, e de equipamentos industriais, com expansão de 29%. O mercado interno, segundo menção da Abinee em reportagem veiculada pela Folha UOL, foi o percussor do desempenho positivo, pois as empresas ainda encontram certa resistência na exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nos últimos cinco anos 900 locadoras foram fechadas no estado de São Paulo. No total 1900 estabelecimentos continuam funcionando no estado. O mercado concorre com os downloads, a Tv por assinatura e a pirataria, e ainda concorrem com as locadoras on-line, cada vez mais presente no dia a dia das pessoas. Algumas locadoras oferecem além dos dvds para locação, serviços de fast-food, brinquedos e até show ao vivo.

Outro destaque é para o pacote de fidelidade oferecido por algumas locadoras, onde é possível locar filmes com descontos.

A rede de locadora 100% Vídeo teve no último ano 25% de sua receita gerada por produtos que não tem ligação com os filmes, como lanches e brinquedos.  Na contramão, as locadoras on-line continuam em plena expansão, a NetMovies, maior locadora on-line do pais, tem 10 milhões de DVDs locados por ano com 22 mil títulos em acervo.

Por Fernanda Peixoto


O mercado de shoppings centers continua em plena expansão. As pessoas vão aos shoppings não apenas para fazer compras, mas também para pagar contas, consertar uma peça de roupa, ir à academia, assistir uma peça de teatro ou um filme, ver e ser visto.

Para a Alshop (Associação Brasileira de Lojistas de Shopping) o shopping reúne um pouco de tudo que o visitante pode querer e precisar, com serviços indispensáveis à vida, e outros supérfluos.

Dente as tendências apontadas pela Alshop para os novos empreendimentos, destaque para o estacionamento vip com manobristas, utilidade cada vez mais procurada em shoppings que já possuem o serviço. Outro destaque é a segmentação de mercado. A segmentação é determinante para a definição das lojas e serviços de cada shopping.

Por Fernanda Peixoto


De acordo com pesquisa efetuada pela Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro (Firjan), para se abrir uma empresa no Brasil, há um custo médio de R$ 2.038, o que representa três vezes o valor necessário na China, Índia e Rússia, que também são países com economia em rápido desenvolvimento.

No Brasil, para se abrir um negócio é preciso pagar uma série de taxas, que variam de doze a dezesseis, além de serem necessários quarenta e três documentos. Só os gastos com advogado representam cerca de trinta e cinco por cento dos custos totais.

Além disso, dentro do próprio país a variação nos preços é bem grande, chegando a uma diferença de 431%. O local mais caro para se abrir um negócio é Sergipe, com custo aproximado de R$ 3.597.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, 24 News


O mercado cervejeiro tumultuou os comerciais de televisão, já há algum bom tempo, devido à guerra declarada entre companhias. Grande exemplo foi a inserção de Zeca Pagodinho em uma propaganda da Nova Schin e, tempos depois, volta à marca que sempre o ilustrou: Brahma.

A nova opção de cerveja aos brasileiros é a Devassa Bem Loura, conhecida primeiramente pela publicidade envolvendo Paris Hilton e, em segundo lugar, pelos preços competitivos com as já existentes no país. Pertencente ao grupo Schincariol, a bebida conseguiu ingressar em locais antes não habitados pela companhia, como é o caso de restaurantes chiques e diversos bares da Vila Madalena, em São Paulo.

Adriano Schincariol, presidente da companhia, comemora os resultados. Segundo o portal Folha UOL, após a aparição de Paris vinculada à Devassa, a marca abiscoitou mais de 15 mil estabelecimentos de entretenimento no Rio de Janeiro e São Paulo, fatia importante se se levar em conta que representa 65% de sua comercialização no Sudeste.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados pela Agência Estado revelam que a economia chinesa encerrou 2009 com um desenvolvimento de 8,7% no Produto Interno Bruto (PIB), um pouco abaixo do constatado em 2008, quando o percentual atingiu 9,6%.

Apesar de parecer uma queda negativa, informações levantadas sobre dezembro do ano passado indicam que uma dilatação de 10,7% em relação ao mesmo período anterior fora constatado.

Outro ponto favorável foi o índice de preços ao consumidor, com alta anual de 1,9%, acima do índice de 0,6% constatado em novembro do ano passado. Com isso, avalia a AE, a pressão para o governo reduzir os estímulos econômicos ganha força.

Outro ponto focado pela Agência Estado foi o crescimento do índice de preços ao produtor, com aumento percebido em 1,7% em dezembro ante o mês igual de 2008. Confrontado com o mesmo mês do ano anterior, houve baque de 2,1% em novembro.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei


Desde o final da Segunda Guerra Mundial, o mundo viu a ascensão do Japão em vários âmbitos, desde sociais a econômicos. Porém, a nação chama mesmo atenção quando o assunto é tecnologia e carros, este último, um setor que nunca pára de crescer.

Recentemente, a montadora Toyota Motor afirmou que sua produção global deverá apresentar dados otimistas e superar a estimativa inicial para 2009 em mais de meio milhão de unidades. Avalia-se, com isto, que a comercialização neste ano atingirá aproximadamente 6,5 milhões de veículos.

Com estas informações em posse, acredita-se que o precursor deste levantamento está atrelado à popularidade do veículo Prius e à rápida diminuição dos estoques de automóveis da montadora pelo globo terrestre. Mesmo assim, dados revelam que a produção será menor que em 2008, quando foram fabricados mais de 8 milhões de carros.

Entretanto, como recessão é o assunto da moda, se as estimativas estiverem corretas, os dados são extremamente positivos.


O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, recebeu uma importante notícia por parte dos líderes da gigante Unilever. Segundo Kees Kruythoss e Luiz Carlos Dutra, respectivamente presidente e vice-presidente de Assuntos Corporativos da empresa no Brasil, os investimentos na nação devem continuar até 2012.

A visita dos dois teve por fim apresentar o novo presidente da companhia no país, bem como reafirmar o comprometimento e estratégias da Unilever para com nossas terras tupiniquins.

Mesmo assim, os executivos não informaram, ao certo, qual o montante, em valores, será empregado pelo grupo no Brasil. Mas lembraram que no final do ano passado, quase 90 milhões de reais foram concentrados para a expansão da unidade localizada em Pernambuco, exatamente no ápice da crise econômica alastrada pelo mundo.


O varejo da cidade de Belo Horizonte registra um crescimento de 4% nas vendas entre os meses de janeiro e julho em relação ao mesmo período do ano passado. O estudo foi realizado pela Câmara dos Dirigentes Lojistas (CDL/BH), que aponta o aumento da massa salarial e das taxas de emprego como motivadores desse resultado positivo. Além disso, também colaborou para esse resultado a antecipação das liquidações durante o mês de férias, atraindo os consumidores para um aumento de 1,46% nas vendas de julho em relação ao mês anterior.

Os economistas estão otimistas, alegando ser um sinal de que a crise já passou. Os setores que mais impulsionam o novo cenário nas vendas são do gênero alimentício, com 6,9%; tecidos, vestuários e calçados, com 6%; e produtos farmacêuticos, responsável por 4,7% desse aumento.

Fonte: www.uai.com.br

Análise: pelo menos o comércio começa a mostrar bons sinais de reação. Mas a crise ainda continua por um tempo, graças à diminuição do nível de investimento.


Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, enfatizou os resultados assinalados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) em relação à economia brasileira. Para ele, o fundamental de o Brasil ter apresentado esse bom rendimento deve-se, em grande número, à movimentação no mercado interno.

Por essas e outras, Bernardo acredita que o Natal do brasileiro será além das expectativas presumidas no início do ano, se é que isso foi pensado com veemência pelos especialistas. Obviamente, ao estimular a população a comprar produtos com base em reduções nos impostos, o resultado teria um aumento positivo. E talvez, por isso, tais medidas foram adotadas.

Em 2010, presume Paulo, o desenvolvimento será maior. O cálculo, para ele, é que o percentual neste sentido alcance 4,5%, com possibilidades de ir mais adiante, ultrapassar tal balanço.


Por Lindomar Vieira

Os Estados Unidos têm agora mais um fato do qual se lamentar, além da crise interna recebeu mais um golpe na sua influência externa. Foi fechado um acordo no qual a Venezuela se tornou fornecedora de petróleo para o Irã depois de um longo período de negociações.

O acordo gira em torno de $ 800 milhões e o fornecimento será de 20 mil barris por dia.

Embora o Irã seja um dos maiores exportadores de petróleo do mundo, não dispõe de suficiente tecnologia para a produção de derivados, com isso abrem-se novas portas de parcerias no mercado petrolífero mundial e a Venezuela, de Chávez, está se beneficiando com a oportunidade surgida.


Os supermercados estão alavancando seu faturamento através do aumento do uso e disponibilidades de pagamento por meio de cartões de crédito e débito. De acordo com a rede de cartões Redecard, houve um aumento de mais de 17% no faturamento obtido com cartão de crédito no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado. Embora menor, o índice de faturamento obtido com cartões de débito teve um aumento de 14%.

A Redecard aumenta as possibilidades de pagamento nos supermercados do país, estimulando o uso do cartão ao invés de realizar pagamentos com cheque ou espécie. Segundo o presidente da empresa, Roberto Medeiros, as expectativas são de ampliar as possibilidades do uso nesta área, devido a grande representação que o mercado dos cartões possui no progresso da economia nacional.

Fonte: Revista Fator

Análise: há uma tendência de crescimento forte nesta área. Caso a expansão continue, se bem administradas,  empresas como Visanet (VNET3) tendem a ter boa valorização no longo prazo.





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