A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado de ações é muito instável e, por isso, um grande risco para quem investe dinheiro nele. É como se fosse um jogo e os jogadores tivessem que adivinhar quais as ações certas para se investir. Recentemente, porém, um estudo realizado na London Business School provou que há grandes chances de o especulador que aposta em ações que tiveram boa lucratividade no último ano ter um desempenho superior ao da média no próximo ano. Por outro lado, se apostar nas que não tiveram bons ganhos, perderá dinheiro.

Para realizar a hipótese do estudo, foi utilizada uma libra investida em ações com maus desempenhos em 1900. Após 109 anos, ela havia sido transformada em 49 libras, enquanto o investimento em boas ações gerou 2,3 milhões de libras.

Esse estudo funcionou em 18 mercados, tendo apenas o Japão como exceção. Se você é corajoso e audacioso, essa é uma boa dica.

Por Flávia Yoshitani


Quem não gosta de lucros? Certamente haverá, entre estas linhas, respostas vazias; ou melhor, nenhuma resposta. Pois bem, os empresários do setor industrial brasileiro estão contentes com a margem de lucro operacional e o estado financeiro de suas empresas. Por quê?, certamente cada um deve estar se perguntando.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio da pesquisa Sondagem Industrial realizada entre julho e setembro deste ano, o percentual de satisfação com a margem de lucro citada abarcou 50,7 pontos, ultrapassando a divisão dos 50 pontos pela primeira vez desde 2007, quando o estudo começou a ser realizado. Em relação à situação financeira, o mesmo indicador abrangeu 54,8 pontos, considerado, pois, o maior da série histórica.

Com resultados possíveis entre zero e 100 pontos, quando há transposição de 50 pontos existem indicativos de perspectiva positiva ou evolução. Pela Sondagem, ocorreu avanço da atividade no terceiro trimestre analogamente ao trimestre imediatamente anterior, com 55,2 pontos, assinalando, portanto, a satisfação observada no segmento.

Além desses pontos acima mensurados, segundo o Canal Executivo UOL o número de empregados também sofreu avanço entre julho e setembro, para 55,2 pontos, portanto o quinto trimestre consecutivo em que as companhias do setor adicionam profissionais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como já se podia prever devido aos investimentos anunciados nas últimas semanas, a rede varejista Marisa, especialista em moda feminina, anunciou lucro superior a R$ 41,6 milhões no terceiro trimestre, expansão de 57,9% ante os ganhos conquistados entre julho e setembro do ano passado, quando R$ 26,363 milhões foram abiscoitados.

A boa comercialização realizada por meio de seus produtos, segundo a Marisa, deveu-se às coleções de inverno nas regiões Sudeste e Sul brasileiras durante o período de férias (julho), agregada, pois, ao ambiente econômico do país e ao crescimento do poder de renda da classe média.

No terceiro trimestre em questão a receita líquida da empresa, de acordo com o portal de notícias G1, amontoou valor acima de R$ 483,6 milhões, acréscimo de 16,2% ante os três meses análogos do ano passado. Na mesma base comparativa, o rendimento operacional calculado pelo lucro antes de juros, impostos, amortização e depreciação (Ebitda) cresceu 26,5%, cerceando, pois, R$ 73,6 milhões, com margem referente ao lucro operacional líquido ampliando 1,2% em 12 meses, para 15,2%.

Com aumento de 18 unidades em um ano, abraçando, portanto, 240 delas em setembro, a Marisa almeja atingir 278 unidades até o final de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apesar da dificuldade que a AmEx vem tendo na realização de novos financiamentos, devido ao alto índice de desemprego e da relutância dos clientes em estarem adquirindo dívidas, o American Express conseguiu atingir, apenas neste trimestre, um lucro acima do esperado e muito superior ao obtido no mesmo período do ano passado, referindo-se a um lucro líquido de aproximadamente US$ 1,1 bilhão, ou US$ 0,90 por ação, sendo que no período do ano passado o ganho registrado foi de US$ 640,00 milhões, ou US$ 0,54 por ação.

A explicação válida para este avanço, é a dos benefícios que o cartão oferece a seus usuários, como juros mais baixos, e ganhos com taxas e programas fidelidade relacionados a viagens. A AmEx, apesar dos bons resultados obtidos no trimestre, permanece atenta a economia, e esperam continuar com estes resultados, investindo na fortificação do bom relacionamento com os donos de cartões corporativos e da linha premium.

Por Bruna Coradete


O cenário econômico brasileiro tem possibilitado o cidadão sonhar alto, seja num curto, médio ou longo prazo. Há pessoas que investem suas remunerações em bens materiais, outras em passeios e viagens pelo mundo afora, enquanto outras, ainda, planejam de maneira mais minuciosa o que fazer com cada centavo conquistado.

Ao adquirir um imóvel, geralmente o agente imobiliário, ou corretor – como preferir –, questiona se a intenção é para fazer desse um novo lar ou, então, tê-lo como investimento. Eis uma opção rentável, investimento! Em São Paulo, há meia década, os imóveis obtiveram valorização de 50%, bem acima, inclusive, da poupança, que rendeu 47%.

Estudo edificado pelo Laboratório de Mercado de Capitais do Ibmec Minas Gerais assinala que investimentos em imóveis do padrão popular foram os mais lucrativos em 2009, tanto que aqueles que optaram por esse meio conquistaram mais dinheiro em relação aos que preferiram o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), poupança, dólar e, acredite, o Ibovespa.

Reportagem veiculada pelo portal R7 assevera que na capital mineira os apartamentos de três dormitórios conseguiram valorização superior a 296% entre 1998 e 2008. Apesar disso, profissionais do segmento imobiliário pedem atenção aos investidores, pois comprar imóvel na planta tem seus riscos, entre os quais atrasos e o não recebimento da habitação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil vive momento favorável à sua economia, sinais indicados conforme crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre, além de fatores como maior poder aquisitivo da população, retomada das vendas em setores que antes contavam com o apoio do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) e a ampliação de residências comercializadas com o apoio do “Minha Casa, Minha Vida”.

Os investimentos no Brasil, outro ponto de destaque, são tidos como referência devido a gama de empresas que tem acreditado no poderio econômico do país, estrangeiras ou nacionais. Um estudo levantado pela Serasa Experian no princípio desta semana indicou que entre mais de mil empresários questionados, 73% deles acreditam em lucros durante este ano, enquanto outros 19% supõem manutenção e outros 8%, diferentemente, temem queda.

Dividido por setores, o de serviços é aquele que se mantém mais otimista, com 75% dos empresários julgando faturamentos além dos vistos no ano passado. As grandes companhias, revela reportagem do portal de economia Terra, são aquelas que projetam melhorias.

Segregado por regiões, o estudo assinala que executivos do Norte e Nordeste do Brasil configuram a casta com maior expectativa, superior a 84%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Tim divulgou seus resultados financeiros na ultima terça-feira, dia 04/05. A operadora encerrou o primeiro trimestre deste ano com lucro líquido de R$ 30 milhões. Bem diferente do prejuízo de 165 milhões no mesmo período de 2009.

Segundo o presidente da TIM, Luca Luciani, os bons índices são resultados do foco nos serviços de voz, com o plano pré-pago Infinty e o pós-pago Liberty. A operadora também investiu em infraestrutura de rede de segunda e terceira geração. O total de R$ 567 milhões em investimento resultou no aumento de números de estações 3G, atingindo a marca de 1 mil. O presidente afirmou também que no segundo semestre deste ano deve voltar a investir no marketing  e na oferta de produtos 3G.

Fonte: Telesintese

Por: Fernanda Santos


A Google, considerada a maior empresa operante na rede mundial de computadores, tem conquistado, mês a mês, ano a ano, alta em seus lucros líquidos. Desta vez, o primeiro trimestre deste ano foi superior, nesse quesito, em 37% ante os três primeiros meses de 2009.

Segundo a empresa, o faturamento no período especificado ascendeu 23%, ao mesmo instante em que o lucro operacional foi 32% acima do período igual do ano passado. Patrick Pichette, responsável de finanças da empresa, pondera que o aumento nas receitas se deve à presença dos negócios em todas as regiões e áreas do globo.

Os cliques pagos, que serão auditados em breve, representam um bom rendimento à companhia segundo o portal de notícias G1, tanto que cresceram cerca de 15% de janeiro a março de 2010 em comparação aos mesmos meses do ano passado.

Confira mais dados sobre a matéria aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi um dos eventos mais sufocantes dos últimos tempos, levando, inclusive, inúmeras companhias de grande porte à redução de lucros e, vez ou outra, prejuízos, bem como a falência de micro e pequenas empresas espalhadas pelo mundo. Inúmeros setores sofreram, também, com perdas em importação e exportação.

O JBS Friboi, considerado o maior grupo de proteína animal do planeta, finalmente conseguiu se livrar de maus momentos. No último trimestre de 2008, por exemplo, o prejuízo angariado foi de R$ 53,2 milhões, porém, nos últimos três meses do ano passado, o lucro líquido assinalado alcançou aproximadamente R$ 128 milhões.

De acordo com o Portal de Notícias G1, Joesley Batista, presidente do grupo, avalia que as melhorias no mercado daqueles países em que a empresa tem seus produtos como destino foi um dos principais motivos para JBS transformar prejuízo em lucro.

Para saber mais, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em 2009, o lucro do Banco do Brasil atingiu R$10,15 bilhões, sendo o maior lucro de um banco já registrado pela história, no Brasil. O banco não só superou o seu último resultado, de R$8,803 bilhões, em 2008, apresentando um crescimento de 15,2%; como também superou o outro maior resultado do ano de 2009, do Itaú Unibanco, que foi de R$10,067 bilhões.

Esse crescimento foi impulsionado pelo segmento ‘pessoa física’, que apresentou um aumento de quase 90% nos seus financiamentos. Além disso, houve uma diminuição da inadimplência, que chegou a 3,6% em setembro, mas que recuou para 3,3% em todo o terceiro semestre.

Com isso, no fim de 2009, os ativos totais do banco aumentaram cerca de 36%, chegando a R$708,549 bilhões.


Depois de ter um semestre difícil em 2009, a HP (Hewllett-Packard) volta a se destacar com grandes lucros e se firma mais uma vez com segurança na posição de líder na venda de tecnologia, na frente da IBM e Oracle.

A empresa anunciou seus lucros no último trimestre: 8% a mais que os anteriores, com um resultado líquido de US$ 31,2 bilhões. O valor supera as expectativas dos analistas e aumenta os valores previstos para 2010.

A maior parte dos lucros da HP é originada da venda de computadores pessoais e dos lucros resultantes das empresas agregadas da HP meio da fusão. Agora, com a recente aprovação de reguladores antitruste da União Européia para a aquisição da 3com, a HP encontra maior espaço para reforçar sua entrada na região e no mercado de equipamentos de rede. Por isso, esperam-se que as ações custem US$ 4,44 dólares e a receita aumente de US$ 121,5 bilhões para US$ 122,5 bilhões.


A Net, conhecida operadora de TV a cabo, internet e telefonia encerrou o último trimestre de 2009 positivamente. Nos últimos três meses de 2008, a empresa havia terminado o ano com um prejuízo estimado em mais de R$ 75 milhões, mas no período mensurado anteriormente, o lucro líquido verificado alcançou as cifras de R$ 306 milhões.

Em reportagem veiculada pelo portal de Notícias G1, 2009, como um todo, representou um lucro líquido de R$ 736 milhões à companhia, muito superior, então, a 2008, que teve apenas R$ 20 milhões nesse ponto de vista.

Segundo a própria empresa, os dados positivos ocorreram em virtude do reflexo nas melhorias do sistema operacional da NET e o importante impacto da variação cambial adotada no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Diferentemente de empresas como Ericsson e Sony – para efeito exemplificativo –, a Samsung Electronics divulgou que encerrou suas atividades do ano passado com um lucro líquido 75% maior que 2008. As vendas, no mesmo período citado, atingiram pouco mais de US$ 114 bilhões.

Por conta desse resultado extraordinário, o Portal de Economia UOL, em paráfrase à agência de notícias EFE, revelou que as informações apregoadas pela Samsung foram maiores, em vendas, que a norte-americana Hewlett-Packard (HP) e a empresa de origem alemã Siemens.

A receita total da Siemens em suas vendas pelo globo inteiro foi de quase US$ 117,5 bilhões, enquanto a HP somou exatamente US$ 114,6 bilhões. Ainda de acordo com o UOL, a companhia pretende manter os bons resultados obtidos no transcorrer de 2009 para este ano.

Para tanto, a Siemens almeja aumentar as vendas de telefones em 10% – atualmente, quatro em cada dez telefones vendidos no globo pertencem à Samsung.

Leia mais sobre o assunto aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Grande parte das montadoras espalhadas pelo mundo conseguiu bons resultados diante da crise financeira. Há pouco, a fábrica Ford divulgou que conquistou seu primeiro lucro líquido desde 2005, permitindo, inclusive, que 2010 seja avaliado como um ano de maior participação no mercado e de melhor recuperação nas vendas de veículos aos Estados Unidos.

Segundo a Agência de notícias Reuters, para identificar seus ganhos, a Ford divulgou que o lucro líquido de 2009 foi de US$ 2,7 bilhões devido a cortes em custos, redução de dívidas, fortes resultados na divisão financeira e preços cada vez mais competitivos no mercado.

A Ford, ao final das contas, tem muito a comemorar. Com os índices positivos obtidos no ano passado, ainda com chances de melhorarem em 2010 e somados aos inúmeros problemas das concorrentes General Motors e Chrysler, a montadora se deu ao luxo, de acordo com a Reuters, de não participar do resgate financeiro proposto pelo governo.

Por fim, a receita da montadora, que antes figurava exatamente US$ 29 bilhões, subiu para US$ 35,4 bilhões.

Leia mais aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Conselho de Administração da Companhia de Saneamento Básico do Estado de São Paulo (Sabesp) aprovou a republicação do balanço de 2008 do órgão. Por conta disso, foi constatada uma redução de quase R$ 945 milhões no lucro líquido no período citado.

A diferença, conforme veiculado pela Reuters, deve-se a despesas da Sabesp com o pagamento de pensões e aposentadorias a funcionários. Quase R$ 410 milhões referem-se à complementação de benefícios que eram de responsabilidade do governo do Estado, então controlador da empresa, mas que tiveram de ser quitados por conta de decisões judiciais.

Com base nisso, revela a Reuters, o lucro líquido de 2008, que antes cerceava pouco mais de R$ 1 bilhão, ficou em “apenas” R$ 63,6 milhões.

Leia mais aqui

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Serasa Experian, entidade especializada em análise de crédito, afirmou, por meio de dados, que apesar dos esforços do governo para diminuir os efeitos da crise no Brasil, o faturamento das empresas nacionais apresentou uma queda de 6,3% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, já com desconto inflacionário.

Segundo os técnicos da Serasa, os indicadores ilustram que o comércio foi o único setor a apresentar um real desenvolvimento no faturamento, com 2,7%. Os bens de consumo não duráveis, em particular os alimentos, puxaram esse desempenho, pois são mais independentes do crédito.

O segmento de serviços descreveu um retrocesso de 4,1% em seu faturamento também no primeiro semestre deste ano, e o setor de energia elétrica denotou uma contração de 7,6%. Ainda de acordo com a Serasa, devido ao agravamento da crise em nosso território, o arrefecimento da produção industrial acarretou na queda do consumo de energia elétrica, o que prejudicou o comportamento das prestadoras de serviços.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Ford Motors, uma das mais tradicionais montadoras do mundo, anunciou que seu lucro líquido alcançou a cifra de 997 milhões de dólares somente no terceiro trimestre deste ano. De acordo com a companhia, corte de custos, ganho de participação no competitivo mercado e as vendas estimuladas pelo programa do governo “Dinheiro por Sucata” foram as causas positivas para esse saldo.

A Ford almeja, para daqui dois anos, ser uma empresa concretamente lucrativa. Isto segue um contra-fluxo estimado pela própria montadora, que em ocasiões anteriores, apreciava terminar ano após ano com um lucro insignificante, ou, mais otimista, com um lucro próximo do modesto.

O grupo estadunidense da montadora assinalou um rendimento, antes do imposto de renda, de 357 milhões de dólares no terceiro trimestre de 2009, o primeiro saldo positivo desde os primeiros três meses de 2005. Apesar de todos os seus ganhos, a Ford registrou uma queda em sua receita de 800 milhões de dólares, isto em relação ao resultado conquistado em 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Coca-Cola, uma das marcas mais conhecidas em todos os cantos do mundo, anunciou a obtenção de um lucro estável no terceiro trimestre deste ano em relação ao mesmo período de 2008. As somas chegam a US$ 1,89 bilhão, mas a receita apresenta queda de 4%, ou seja, US$ 8 bilhões.

Em termos de volume, a Coca-Cola apresentou ascendência em suas vendas globais de 2%, ecoando um crescimento internacional de 4% na comercialização liderada pelo Brasil, Índia e China, mesmo instante em que os Estados Unidos ilustram uma pequena queda.

Segundo a companhia, mercados de rápida expansão, tais como a China, continuam como principais enfoques. Pela tendência mundial, a gigante centra suas energias na expansão de sua produção de bebidas saudáveis e bebidas com baixo valor calórico. Isto resultou, pois, na compra da fabricante de água de coco ZICO, em setembro deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em anúncio feito nesta terça-feira, a Cargill informou que o lucro trimestral da companhia despencou 65%. Este percentual tem por origem, segundo a empresa, o deficitário desempenho da fabricante de fertilizantes Mosaic, na qual é acionista majoritária.

A Cargill, sediada em Minneapolis e considerada uma das maiores corporações privadas do mundo, noticiou que o lucro percebido no primeiro ano fiscal encerrado no último dia de agosto foi de US$ 525 milhões, versus US$ 1,49 bilhão no mesmo período do ano anterior.

Esse resultado negativo da Cargill deve ter deixado alguns investidores da Vale bastante satisfeitos, pois, no início do ano, a mídia brasileira cogitou interesses dessa companhia em torno da Mosaic. Entretanto, o negócio não foi confirmado e muito menos concretizado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Levantamento da consultoria Economatica aponta que a estatal brasileira apresentou, no segundo semestre de 2009, o maior lucro entre as empresas da América Latina com ações negociadas em bolsa. Se as empresas norte-americanas forem incluídas no ranking, a Petrobrás é a única empresa brasileira a aparecer entre os 10 maiores lucros, só ficando atrás do Citigroup se consideradas as empresas financeiras.

O valor registrado de abril a junho, US$3,96 bilhões é mais que o dobro do atingido pela segunda colocada no ranking, US$ 1,7 bilhão da mexicana América Movil, durante o mesmo período. Também se destacaram os bancos: Itaú Unibanco com US$1,3 bilhão, Banco do Brasil, com US$1,2 bilhão e Bradesco com US$ 1,17 bilhão.


Muitos investidores, cansados dos baixos juros da caderneta de poupança ou fundos de investimento, pensam em tentar arriscar alguma parte de seu dinheiro em ações. Você está preparado para isso?

Nós aconselhamos que antes de você investir em ações, você procure se informar sobre todos os detalhes inerentes a esse tipo de investimento. Trata-se de uma aplicação que pode lhe trazer muitas alegrias, ou também muito arrependimento. Você como investidor em ações, precisa possuir sangue frio suficiente para poder suportar os altos e baixos das cotações, principalmente em época de crise econômica mundial.

Muitos são os casos de sucesso nas bolsas, como o de um jovem brasileiro de 30 anos que conseguiu obter nada mais nada menos que 1 milhão de reais, iniciando com apenas R$ 5 mil. Mas nem sempre é assim. Muitas vezes é preciso contar com a sorte para obter o sucesso.


Para comprar ações
 

Não. O limite é igual ao capital que você tem disponível para investir. Apenas saiba que comprar ações no momento mais agitado do dia é como pegar um ônibus em uma grande capital em horário de rush – uma verdadeira lata de sardinha.

Enquanto você luta para que sua ordem seja executada, existe um batalhão de investidores do outro lado que ficam torcendo pelo seu fracasso. 

E para vender as ações?
 

Você pode vendê-las a qualquer tempo, porém, existe um fator crítico para que esta seja realizada de forma rápida ou não: a liquidez do papel.

A liquidez é basicamente a quantidade de compradores dispostos em adquirir suas ações no momento que você quer vendê-las, e essencialmente no preço que você estipulou. Ações com baixa liquidez podem demorar meses para serem vendidas no preço desejado.

Geralmente as ações de primeira linha (blue chips) possuem uma boa liquidez. Na seqüência será comentado um pouco mais sobre elas.


Pode ser óbvio para alguns, nem tanto para outros… Contudo, muitos investidores aplicam seu capital em ações sem sequer saberem o que elas significam.

Para aqueles indivíduos já consolidados financeiramente, sem problemas – podem deixar a tarefa da análise de mercado na mão das corretoras. No entanto, se você deseja realmente colocar a “mão na massa” e iniciar as suas operações, não deixe conceitos como este para trás. 

Uma ação é a menor fração do Capital Social de uma empresa, ou seja, uma partilha do Capital Social em partes iguais. Em outras palavras, quem investe em ações torna-se um sócio da Sociedade Anônima, cujos poderes podem variar de acordo com o tipo da ação adquirida (ordinária ou preferencial) e também pela quantidade de ações. 

As ações ordinárias – ON – proporcionam participação no resultado econômico da empresa, permitem o direito a voto, mas não concedem prioridade quanto ao recebimento de dividendos. 

As ações preferenciais – PN – ao contrário das ON, priorizam o recebimento de dividendos e também de reembolso (em caso de falência, dissolução, etc.). 

As empresas podem emitir ambos os papéis na Bolsa de Valores, assim como as ações PN podem ter variações do tipo “PNA” e “PNB”. Como exemplo, podemos citar as ações da Petrobrás – PETR3 (ON) e PETR4 (PN). 

As ações também podem ser classificadas quanto a sua liquidez:

  • Primeira linha (blue chips): alto volume negociado, muitos compradores e vendedores;
  • Segunda linha: papéis menos negociados, geralmente são de empresas menores, e em que geralmente há uma maior especulação (é comum de se observar variações acima de 5% ao dia – para baixo ou para cima). 

Existem duas possibilidades básicas de se obter lucro com ações: a primeira é recebendo dividendos (geralmente ocorrem de forma semestral ou anual); e a segunda é realizando a tradicional compra e venda (especulação), que no curtíssimo prazo pode ser chamada de operação de day-trade

Se o seu objetivo é o longo prazo, procure ações que tradicionalmente oferecem bons dividendos, e que sejam de empresas com uma boa saúde financeira. De nada valerá investir em uma empresa com excelentes dividendos, e com suas ações em queda-livre – você ganhará de um lado e perderá do outro, podendo esse jogo acabar no zero-a-zero ou no prejuízo.

Para investimentos de longo prazo é recomendado o uso da Análise Fundamentalista, cuja essência está em obter informações contábeis sobre a empresa, sua situação de mercado, patrimônio, valor, dentre outras métricas.

Do outro lado, estão os investidores que tem objetivos orientados no curto prazo (comumente chamados de especuladores). Essa prática exige um acompanhamento praticamente diário do mercado (ambiente externo e interno da Economia), além de necessitar do apoio da Análise Técnica e Gráfica.

Se você não possui experiência no mercado de ações, estude sobre médias móveis e exponenciais, osciladores, rastreadores de tendência (farejadores), dentre outros indicadores que poderão lhe auxiliar no momento da compra e venda de papéis. 

Como diria aquele velho ditado: “nunca coloque os ovos na mesma cesta”. Equilibre-se entre a Análise Fundamentalista e a Análise Técnica / Gráfica. Uma excelente estratégia, principalmente para iniciantes, é repartir o capital entre a calmaria (longo prazo) e a agressividade (curto prazo). Dificilmente você visualizará perdas agindo dessa maneira.


Para se tornar um investidor bem sucedido, antes de mais nada, é necessário disciplinar a mente de tal forma que se possa agir com calma e tranqüilidade, mesmo em momentos difíceis. De nada será útil conhecer várias técnicas de estudo de ações, sem conseguir dominar a ansiedade que muitas vezes é responsável por enormes perdas e até mesmo pela ruína financeira. 

Vejo a importância de citar um pensamento de John Davison Rockefeller, fundador da primeira companhia petrolífera dos Estados Unidos (Standard Oil Company), que mais tarde deu origem a grandes empresas como a Shell, Mobil, Exxon, Chevron, e mais outras 29 empresas no ramo de combustíveis. 

“The road to happiness lies in two simple principles: find what it is that interests you and that

 you can do well, and when you find it, put your whole soul into it — every bit of energy

 and ambition and natural ability you have.” 

“O caminho para a felicidade recai em dois simples princípios: encontre o que lhe interessa e

aquilo que você faz bem, e quando você encontrar, ponha toda a sua alma nisso – cada

pedacinho de energia, ambição e habilidade natural que você tiver.”

Quando se investe em ações é necessário pensar de uma forma similar e também acreditar firmemente que os seus estudos surtirão o efeito esperado na prática. 

Muitas pessoas consideram a bolsa um tipo de “jogo”, mas tome cuidado para que isso não vire um vício perigoso. Os amadores buscam dinheiro e perdem. Tentam novamente, e perdem ainda mais. Por quê? Porque não sabem jogar. Há dois pontos fundamentais para se evitar a derrota no mercado acionário: disciplina (controle das emoções) e conhecimento (manter-se informado sobre o mercado, realizar estudos técnicos e se orientar pela experiência anterior). 

Se você deseja investir em ações baseado em palpites, sugiro que pare a sua leitura agora, pense em seis números, e compre alguns bilhetes de loteria. 

O seu sucesso ocorrerá naturalmente a partir do momento que considerar essa atividade um empreendimento intelectual sério. Se você usar a emoção ao invés da razão, fatalmente encontrará o fracasso.

O bom investidor é aquele que administra as suas reservas financeiras da mesma forma que um pára-quedista faz a checagem minuciosa de seu equipamento. Se o pára-quedas não abrir, a morte é certa. Se a administração financeira de suas ações é ruim, a falência será uma questão de tempo.





CONTINUE NAVEGANDO: