Copom manteve a taxa de juros em 14,25% ao ano, e com isso ela é a mais alta desde julho de 2006.

Em reunião na última quarta-feira, 21 de outubro, o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco do Brasil decidiu manter os juros em 14,25% ao ano. Trata-se de uma decisão muito importante, haja vista o atual cenário econômico do nosso país que é marcado por recessão e inflação alta. A decisão em si foi tomada de forma unânime, dessa forma, a taxa não deve ser alterada até dezembro, data da próxima reunião.

Dessa forma, a taxa de 14,25% ao ano é a mais alta desde julho de 2006. Apesar disso, a expectativa de grande parte dos analistas do mercado financeiro era de que, de fato, o Banco Central manteria a taxa em alta.

Para aqueles que não sabem, a política econômica em relação à alta ou a manutenção da atual taxa de juros está diretamente relacionada com a tentativa por parte do Banco Central de controlar o crédito e o consumo. O grande objetivo é segurar a inflação, bem com os seus efeitos.

Porém, tudo tem as suas consequências. A elevação das taxas de juros acaba tornando o crédito e o investimento mais caros. Sendo assim, tal medida influencia diretamente de forma negativa no nível de atividade da economia do nosso país, trazendo assim baixas nos empregos.

Além disso, após o final de reunião o Banco Central divulgou uma nota oficial onde deixa claro que a inflação só deve voltar à meta estabelecida no ano de 2017. No comunicado oficial o BC destaca “a convergência da inflação para a meta no horizonte relevante”, que se trata da definição dos juros que visam conter pressões inflacionárias. O período para o chamado novo horizonte é de 24 meses, ou seja, a inflação só deve ser controlada em 2017. Vale ressaltar que a metal central é de 4,5%.

Um detalhe importante é que até tal reunião o BC venha firmando veementemente que o IPCA iria conseguir fechar o ano de 2016 na meta central, ou seja, 4,5%. Entretanto, tal expectativa acaba de ser descartada.

Por Bruno Henrique

Juros


Juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro, sendo a maior marca desde 1995.

O Brasil está mergulhado em crise. E que os juros bancários são os maiores em 20 anos, de acordo com uma pesquisa feita pelo Procon. Esse é um número bastante alto, pois os juros do cheque especial alcançaram 12,28% no mês de outubro. Esse é a maior marca desde 1995 quando a taxa chegou ao valor de 12,58%.

Dos grupos bancários que foram analisados, no entanto, a Caixa Econômica foi a que teve o maior revés. Já em relação aos empréstimos em termos pessoais, o aumento dos juros foi de 6,27%, enquanto que no mês anterior, ou seja, setembro, o valor foi de 6,26%. O Procon afirmou que é preciso ficar atento a esses números, afinal os bancos estão entre os principais órgãos.

De acordo com o grupo de pesquisas em economia da UFC, Universidade Federal do Ceará, esses números já eram esperados por conta da situação complexa vivida pelo nosso país. Como foi informado, no entanto, esses são os maiores juros bancários dos últimos 20 anos. Além da Caixa Econômica Federal, outros bancos também participaram da pesquisa como o Banco do Brasil, Bradesco e Santander. O Bradesco elevou a taxa de 6,57% para 6,61% ao mês. Os outros bancos, por seu turno, conseguiram manter suas taxas. Essas notícias são importantes não apenas para os bancos, mas para todo o povo brasileiro, afinal a crise cresce a cada dia, e o Governo e a população querem resultados e mudanças. Sem contar que os bancos entraram em greve, o que dificulta ainda mais nossa situação.

Sete bancos passaram por essa avaliação, sendo que 1 elevou a taxa do empréstimo pessoal, 5 aumentaram o cheque especial e 1 não teve alterações.  De todos, a alta maior ocorreu na Caixa, que foi de 10,35% para 11,38%.

Por Madson Lima de Oliveira

Juros


Alta nos juros bancários em operações de Pessoa Física bateu recorde da série registrada pelo Bacen.

A crise econômica parece ter se instalado confortavelmente e sem previsão de ir embora. O brasileiro já sente no bolso há alguns meses que chegou aquele momento em que o caminho mais seguro é "apertar os cintos". Para coroar esse momento de instabilidade, os juros bancários em operações de pessoa física continuam a subir e em julho bateram um recorde da série registrada pelo Banco Central

A elevação das taxas de juros para pessoas físicas tem a sua sétima alta consecutiva e o juro bancário subiu mais que a taxa básica, a taxa Selic – que é um índice que o Banco Central fixa a cada 45 dias, com o objetivo de tentar conter a inflação. 

A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito também subiu em relação a junho – o crédito rotativo é aquele saldo que fica quando o cliente paga somente parte da fatura e o restante volta no próximo mês, recalculado. O crédito rotativo é o que forma a famosa 'bola de neve' e que muitas vezes acaba se transformando em inadimplência, uma vez que a fatura seguinte vem como se pagamento nenhum tivesse sido feito. Considera também crédito rotativo o saque na função crédito

A taxa de juros do cheque especial – outro vilão das finanças pessoais – subiu 5,6% de junho para julho. Compras parceladas com juros tiveram uma alta de 1,3 ponto percentual. A taxa de empréstimos subiu 1,1 ponto percentual e a taxa de juros para o empréstimo consignado subiu 0,50 ponto percentual. 

Com os bancos elevando suas taxas ao consumidor de maneira mais intensa, o consumidor deve organizar-se e frear um pouco o uso de limites de cheque especial, cartão de crédito e operações com juros. O índice de inadimplência teve um leve aumento de junho para julho, mas com os juros aumentando e se o consumidor não se conscientizar de que esse é o momento em que precisa controlar a sua vida financeira, a situação só tende a piorar. 

Por Elia Macedo

Juros bancários


Bancos cobram até 14,24% ao mês pela utilização do cheque especial. Santander foi o banco que apresentou a maior taxa de juros do País.

A Fundação Procon – SP divulgou na última quinta-feira, dia 6 de agosto, a informação que os bancos estão chegando a cobrar até 14,24% ao mês pelo serviço de crédito extra, ou mais popularmente conhecido cheque especial.

Essa pesquisa foi realizada no dia 03/08 coletando dados no Banco do Brasil, no Banco Bradesco, na Caixa Econômica Federal, no HSBC, no Banco Itaú, no Banco Safra e ainda no Banco Santander.

A taxa média do cheque especial é considerada para o período de 30 dias e entre os bancos pesquisados teve uma elevação para a marca de 11,67% ao mês para agosto, ou simplesmente 257,87% ao ano, bem maior que o valor de 11,49% do mês de julho.

Abaixo temos uma listagem do valor cobrado no cheque especial, para os seguintes bancos:

  • Santander apresenta a maior taxa de juros no país, passando de 13,74% para 14,24% ao mês no período, que significa um aumento real de 0,50 pontos percentuais;
  • HSBC conseguiu apresentar um valor de 13,21%, idêntico ao mês passado;
  • Itaú vem na sequência com um registro que passou de 11,29% para 11,63%, que representa um aumento real de exatamente 0,34 pontos percentuais;
  • Bradesco foi outro que realizou a alteração na sua taxa do cheque especial e passou de 11,26% para 11,30%, com um acréscimo de 0,04 pontos percentuais;
  • Banco do Brasil registrou uma taxa de 10,53%, mesmo valor cobrado no mês anterior;
  • Caixa Econômica Federal é a que apresenta as melhores condições, mas também teve uma alteração de 9,99% para 10,53%, que representa um acréscimo real de 0,36 pontos percentuais.

Já que temos a taxa cobrada pelo cheque especial não podemos esquecer-nos de mencionar a taxa para a realização do empréstimo pessoal, que é cobrada com base no período de 12 meses e com os seguintes valores:

  • Santander apresenta um valor de 7,99%;
  • Banco do Brasil que passou de 5,46% para 5,50%;
  • Caixa Econômica Federal registrou o menor valor de todos com a marca de 4,6%;
  • E ainda temos uma média geral que foi inalterada em justamente 6,23%.

Para cada uma dessas informações foram considerados os dados que se baseiam nas taxas máximas que são cobradas para clientes que não são preferenciais, mas que não apresentam um especifico tipo de canal para realizar a contratação do serviço.

Por Fernanda de Godoi

Juros do cheque especial


Taxa básica de juros aumentou ainda mais e a previsão é que ocorra mais um aumento nesta semana.

Os juros básicos no Brasil tiveram uma alta, indo de 13,75% para 14,25% ao ano e os aumentos não param por aí, pois até esta semana poderá ser anunciado mais um aumento, de pelo menos mais 0,50 ponto percentual, conforme informou o COPOM – Comitê de Política Monetária.

Já foram 7 elevações da taxa Selic, fazendo com que ela atingisse seu maior patamar desde julho de 2006, quando chegou a 14,75% ao ano. Se o COPOM anunciar na próxima semana, um aumento na taxa básica de juros de mais 0,50%, a taxa vai igualar à de 2006.

O COPOM, além de anunciar que os juros básicos da economia ainda podem subir mais um pouco nesta semana, também informou que este deverá ser o cenário para os próximos meses, não havendo nenhuma perspectiva de redução nos juros básicos, pelo menos até o próximo ano. Para o comitê, a manutenção da taxa básica de juros neste patamar por um período prolongado é necessária para que até o final de 2016 a inflação possa ser decretada como totalmente controlada.

Agora, tendo que conviver com uma alta nos juros, o Banco Central vem tendo muito trabalho para conseguir controlar o crédito e também o consumo, no intuito de conseguir segurar a inflação que este ano tem se mostrado como uma das mais difíceis de serem controladas.

O lado ruim de toda esta história é que aumentando os juros, o país vai registrar um baixo nível de atividade econômica, assim como poderá aumentar o número de demissões.

Para os economistas mais experientes, os juros deverão chegar ao final de 2015 a 14,25% ao ano e já a partir do início do próximo ano, deverão começar a cair lentamente, até mesmo para que o mercado possa ser analisado com mais calma e vá se adaptando aos juros mais baixos sem nenhuma surpresa que venha a comprometer novamente o controle da inflação.

No primeiro trimestre deste ano, o PIB encolheu 0,2% e o desemprego em junho avançou para 6,9%. Os juros altos atrapalham novos investimentos e este quadro poderá agravar ainda mais, levando o país até mesmo a uma recessão.

Por Russel

Selic


Previsões indicam que inflação e juros irão subir e PIB baixar em 2015.

Nesta semana, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) manteve as projeções relacionadas a uma nova alta dos juros básicos. Uma pesquisa realizada pelo órgão monetário brasileiro na semana passada, mostrou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA 2015, sofreu alterações em sua previsão, passando de 8,37% para 8,39%. O órgão ouviu mais de 100 instituições.   

A inflação de 2015, se confirmada a pesquisa, atingirá o maior patamar desde 2003, quando a economia registrou uma inflação de 9,3%. Com isso em mente, os economistas do mercado ajustaram suas previsões para a inflação e o PIB neste ano. De acordo com eles, a forte alta do dólar e dos preços administrados, que compreende água, energia, telefonia, tarifas de ônibus, entre outros, pressionam significativamente os preços em 2015.

Impulsionada pelos ganhos reais de salários, a inflação de serviços também segue elevada.  Com base nos dados econômicos divulgados, os economistas reduziram suas previsões em relação ao PIB, na semana passada. Agora, eles acreditam que haverá um recuo de 1,27% na economia brasileira. Antes, a estimativa do mercado era de uma retração de 1,24%. O resultado é preocupante, visto que é o pior em 25 anos, quando o país obteve uma queda de 4,35% da soma de todos os bens e serviços. 

Para o próximo ano, a previsão do PIB também não é muito otimista. O mercado manteve sua estimativa em uma alta de apenas 1%.   

Semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, divulgou uma queda de 0,2% da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano. Tal desempenho foi puxado pela negativa econômica nos setores de serviços e da indústria. Além disso, os recuos dos investimentos e do consumo das famílias impactaram no número.

A agropecuária foi o setor com melhor desempenho neste ano, o que evitou uma queda ainda maior do PIB.   

O mercado brasileiro conseguiu manter a previsão de que os juros avançarão para 13,75% ao ano ainda esta semana, quando o Copom se reunirá para a possível elevação da taxa. Para o final do ano, os economistas subiram a estimativa de 13,75% para 14% ao ano. Isso denota que o mercado financeiro espera que os juros continuem a subir após a reunião do Copom. A projeção para o próximo ano é que a taxa fique estável, em 12% ao ano

A variação da taxa básica de juros é o principal meio que o Banco Central utiliza para tentar conter as pressões da inflação. O órgão monetário tem de calibrar a taxa de juros para que consiga atingir objetivos pré-determinados. Com taxas elevadas, para a contribuição do controle de preços, há uma redução significativa no consumo e no crédito.

Por William Nascimento

Previsão da economia


O clima da economia brasileira encontra-se em péssimo momento. Há diversos indicadores que mostram que o ano de 2015 será bastante difícil para os brasileiros. Alta do dólar, inflação acima da meta do governo e recessão do PIB, mostram que há muito para ser feito para que a economia do país volte a trilhar bons rumos.

Outro indicador nada animador é o aumento das taxas de juros. Neste mês de março elas voltaram a subir.  

As taxas de juros cobradas pelos bancos que atuam no Brasil referentes a cheque especial e empréstimo pessoal obtiveram aumento no terceiro mês do ano, segundo informa uma pesquisa da Fundação Procon do Estado de São Paulo. Dos sete bancos pesquisados pelo órgão, um aumentou a taxa de empréstimo pessoal e outros dois a do cheque especial.  

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos estudados na pesquisa foi de 6,02% ao mês, superior ao mês anterior, onde se encontrou em 6,01% ao mês. Nesta linha de crédito para pessoas físicas, a única alteração foi promovida pelo Bradesco, que elevou a taxa de 6,53% para 6,57% ao mês. O que significa variação positiva de 0,61% em relação ao mês de fevereiro.  

Já no cheque especial, a taxa média praticada pelos bancos pesquisados foi de 10,55% ao mês, acima dos 10,5% do mês de fevereiro. A alta mais expressiva foi verificada no Banco Santander que alterou de 12,99% para 13,24% ao mês. Isso representa uma variação positiva de 1,92% em relação à taxa do mês anterior. 

A seguir você pode conferir as taxas de juros praticadas pelos principais bancos em relação ao empréstimo pessoal:

– Santander: 7,49%;

– HSBC: 7,3%;

– Bradesco: 6,57%;

– Itaú: 6,22%;

– Safra: 5,40%;

– Banco do Brasil: 5,11%;

– Caixa Econômica Federal: 4,04%.

Por causa da alta dos juros, a Fundação Procon/SP alerta os consumidores para terem cautela antes de contratar alguma linha de crédito. Avaliar bem a real necessidade do empréstimo também é algo a ser levado em conta. Caso precise fazer um empréstimo, é importante comparar as taxas cobradas pelos bancos que atuam em sua localidade.

Por William Nascimento

Juros


Na quarta-feira, 04/03, o Copom elevou a taxa básica de juros (Selic) em 0,50 ponto percentual, para 12,75% ao ano. A decisão foi unânime e já era prevista pelo mercado. Esse percentual é o maior desde janeiro de 2009. A decisão foi tomada com base nas perspectivas da inflação e no cenário macroeconômico.

Em uma pesquisa realizada com economistas, a grande maioria já esperava a alta de 0,5 ponto percentual devido ao cenário de inflação elevada.

Em outubro, o Copom já havia elevado a Selic em 0,25 ponto percentual por conta do ciclo de aperto monetário. Em dezembro elevou a taxa em 0,5 ponto percentual e em janeiro mais 0,5 ponto percentual. Nos dias 28 e 29 de abril ocorrerá a próxima reunião do Copom. Há previsão de que a taxa de juros subirá mais 0,25 ponto porcentual em abril, chegando a 13% até o fim do ano.

O Banco Central manifestou que fará o que for preciso para frear a alta dos preços, fazendo a inflação ultrapassar o teto da meta oficial que era de 4,5%, a margem é de dois pontos percentuais para mais ou para menos.

Em janeiro, subiu em 1,24% o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), estando em 7,14% em 12 meses. Uma pesquisa aponta que a inflação possivelmente subiu 0,08% em fevereiro e 7,54% nos 12 meses até fevereiro.

O Banco Central aponta que a atual alta do dólar contribui para o aumento dos preços. No mês de fevereiro, a moeda subiu 6,19%, e nos últimos seis meses o acumulado chega a 27,56%. As medidas de ajuste fiscal colocadas em prática pelo governo, que incluem aumento dos tributos, também pressionam a inflação no curto prazo. Porém, o BC aponta na nova política fiscal e acredita que a inflação está começando a se dirigir para o centro da meta em 2016.

Por Rafaela Fusieger

Taxa Selic


De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Focus desta semana, a previsão ficou ainda mais negativa para uma série de índices importantes na nossa economia. Em clima de recessão e de muita desconfiança, o relatório trouxe a confirmação de notícias que ninguém queria ouvir. As projeções para a inflação e para o crescimento econômico do nosso país pioraram, nada foi diferente com a taxa de juros, esta também aumentou. Outro indicador que teve uma projeção negativa foi o Produto Interno Bruto, a diferença entre a semana passada é esta é de -0,08%.

Os analistas financeiros mais conceituados no país parecem ter entrado no consenso de que a nossa economia está passando por uma etapa crítica. Os juros estão subindo, o crescimento do país está numa fase de estagnação, a inflação continua imprudente e o PIB sofreu cortes, todos estes indicadores podem ser traduzidos na constatação da desaceleração do crescimento e em dias difíceis para toda a população brasileira.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros, tinha previsão de fechar o ano em 12,75% na semana passada. Nesta semana, o valor aumentou para 13%. Mesmo sem saber o valor que a taxa de juros do Banco Central ainda não tenha sido definida, espera-se que ela não tenha comportamento diferente dos índices apresentados pelo Boletim Focus, já que a taxa básica aumentou nesta semana. Na semana anterior ela fechou em 12,25%.

O PIB tinha registrado uma queda de -0,5% na semana anterior, nesta ele marcou uma queda de 0,08%, ficando em -0,58%.

No que se refere à inflação, na semana passada ela tinha sido registrada em 7,33%, neste período mais atual ela fechou em 7,47%.

Outro dado divulgado pelo Boletim Focus desta semana foi o aumento do Dólar. A moeda americana estava em R$ 2,90, agora ela assumiu o valor R$ 2,91.

Muito se fala sobre os índices do Boletim Focus, no entanto, grande parte da população não tem conhecimento sobre o que é este relatório. O Boletim é realizado e divulgado pelo Banco Central, ele é resultado de um estudo configurado pelo BC para prever de forma bastante transparente os principais indicadores economistas do país. Ele é elaborado pelos principais economistas e analistas financeiros do Brasil. Ao todo, o BC ouve 100 instituições, aproximadamente, e após, o BC descarta os valores extremos e faz a mediana das perspectivas para diversos índices.

Por Melina Menezes

Economia


Mais uma movimentação financeira importante aconteceu nesta semana, pois a Lojas Americanas informou nesta segunda-feira – dia 31 de dezembro de 2012 – que o seu conselho de administração aprovou a realização do pagamento de juros sobre seu capital.

Este pagamento complementar será no valor total de R$11 milhões que será descontado dos dividendos mínimos da empresa que devem ser pagos.

Com isso, a ação ordinária terá um valor de R$0,011 e será paga no dia 01 de abril de 2013, sendo que após esta data as ações serão negociadas como ex-dividendos; sendo que este valor a ser pago de juros poderá ter retenção de Imposto de Renda na fonte.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta semana dados sobre a taxa de juros no país durante o mês de novembro.

Segundo a instituição de controle bancário, a taxa média de juros ficou em 28,9% ao ano representando, assim, uma diminuição em 0,5% quando comparada ao mês de outubro.

Com estes resultados, novembro registrou a nona redução consecutiva neste indicador econômico demonstrando a efetividade das ações feitas pelo governo e pelo Banco Central.

De forma mais específica, a taxa de juros das famílias ficou em 34,8% ao ano com queda de 0,6% e a taxa para as empresas ficou em 21,7% ao ano que consiste em um valor 0,4% menor do que o mês de outubro.

Mas nem todas as notícias dadas pelo Banco Central foram agradáveis, pois a taxa de juros do cheque especial fechou em 145,4% ao ano com um aumento de 2% quando comparada com o período anterior.

Por Ana Camila Neves Morais


A Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgou a última contabilização da taxa de juros do cartão de crédito a qual, no mês de outubro, foi menor do que 10% sendo este o valor mais reduzido deste tipo de juro desde o ano de 1995.

A média da taxa de juros para o cartão de crédito foi no valor de 5,50% para pessoas físicas no último mês alcançando, assim, uma taxa menor do que os 5,83% obtidos no mês de setembro.

Ao considerar estes dados de forma mais específica, a taxa de juros deste tipo de empréstimo alcançou o valor de 9,37% ao mês sendo que no mês de outubro ela tinha sido registrada no valor de 10,41% representando, assim, uma redução de 1,04% que ocorreu em todas as linhas de crédito inseridas nesta análise.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Tema sempre polêmico, independente do ponto de vista, a taxa básica de juros da economia, a Selic, ganha novos contornos. Na última semana o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou o índice para 12,00% ao ano, ou seja, mais 0,25% em comparação à demarcação anterior.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não encarou bem a decisão, praticamente da mesma maneira que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) enxergaram: com ressalvas.

Leia mais: Elevação da taxa Selic é criticada pela CNI

Na ideia de Paulo Skaf, presidente da federação, o incremento de 0,25% na taxa é insustentável, pois a medida não diminuirá os preços globais de commodities que incidem nos valores internos. Além dessa teoria, o ex-candidato ao governo de São Paulo avalia que a iniciativa elevará ainda mais o gasto público, excedente o qual poderia ser revertido em áreas como educação, infraestrutura e saúde.

Para o leitor ter uma base da recheada taxa de juros brasileira, nos Estados Unidos ela é de apenas 0,25% ao ano, enquanto na Europa chega a 1,25%, na Malásia 2,75% e no Chile 3,78%. A competitividade, termo tão salientado antes mesmo de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar o poder, pode ser bastante comprometida, pois a desvalorização do dólar perante o real já acontece há meses.

Cada parte endossa sua teoria. O governo quer, com isso, controlar uma provável alta da inflação, enquanto entidades como as citadas neste artigo acreditam que a iniciativa só atende uma minoria. A população brasileira é a grande prejudicada, pois ao analisar essa questão sob um prisma mais distante pode-se chegar à conclusão de que é possível diminuir gastos públicos e atrelar essa medida em investimentos para a própria indústria e outros setores. O país precisa dar um breque em alguns motes para investir em outros. Os eventos esportivos nos próximos anos surgem como um chamariz para medidas menos paliativas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A decisão do aumento de 0,5% sobre a taxa básica de juros da economia, a Selic, pelo Comitê de Política Monetária (Copom) deve gerar opiniões controversas nos próximos dias. Algumas instituições bancárias viram bem a medida, enquanto a Confederação Nacional da Indústria (CNI) e a Federação das Indústrias de São Paulo (Fiesp), por outro lado, como negativa.

Cálculos realizados pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio) indicam que esse acréscimo tira, ao menos, aproximadamente R$ 3 bilhões dos investimentos das companhias brasileiras e do consumo dos lares em 2011.

Para Abram Szajman, presidente da Fecomercio, a iniciativa dificulta o bom andamento da atividade econômica brasileira por fazer com que os financiamentos se tornem mais custosos, diminuindo, consequentemente, o consumo.

De acordo com a federação, a cada ponto de aumento da taxa básica de juros da economia (1%), os cofres públicos são sobrecarregados em aproximadamente R$ 10 bilhões por ano, ou seja, a subida do índice para 11,25%, contra 10,75% de antes, acarreta aumento de R$ 5 bilhões aos gastos públicos em pagamento contendo juros.

No ano passado, segundo a Fecomercio, os lares brasileiros despejaram R$ 128 bilhões em juros e as empresas, por sua vez, outros R$ 105 bilhões. Somando-se ambos, o valor chega a R$ 233 bilhões, cerca de 6% do Produto Interno Bruto (PIB). A entidade, como maneira de comparar e elucidar os brasileiros, revela que esse montante é 22% acima de todo o consumo efetivado no varejo na região metropolitana de São Paulo no ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Fecomercio (release)


Um produto gerado nos Estados Unidos, por exemplo, tem custos bem menores em relação à mesma mercadoria que aporta no Brasil meses depois. As situações dessa recorrência vão desde aparelhos eletroeletrônicos a iPads e similares. Obviamente, existe diferença de cotações entre o dólar e a moeda brasileira, fator que vem acompanhado das temidas e altas tributações.

Matéria do portal R7 assinala que a manutenção da Selic, a taxa básica de juros, em 10,75% pelo Conselho de Política Monetária (Copom) sustenta o Brasil no topo da lista de nações com o maior índice de juros real de todo o planeta. Descontada a perspectiva da inflação, a taxa de juros real do país girará em torno de 4,8% nos próximos 12 meses.

Preparado por Jason Vieira, analista internacional do Cruzeiro do Sul, e Thiago Davino, analista de mercado da Weisul Agricultura, o ranking assinala a África do Sul como 2ª colocada, com percentagem de 2%, seguida pela Austrália, com índice de 1,9%.

Entre as 40 taxas de juros mais elevadas do globo, a Selic tupiniquim situa-se no 2º lugar, atrás apenas dos vizinhos venezuelanos, onde o índice praticado ultrapassa 18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Insatisfeita com as recentes declarações de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a presidente eleita, Dilma Rousseff, parece mesmo inclinada em não renovar a atuação da autoridade junto à instituição a partir do ano que vem. Luiz Inácio Lula da Silva parece também não ter gostado de algumas palavras do líder do BC.

Em evento realizado no início desta semana na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), Meirelles afirmou que almeja terminar o mandato de Lula à frente do BC no intuito de zelar pelo equilíbrio macroeconômico do Brasil. Em dado momento, afirmou que emitirá informações sobre seu futuro numa ocasião ideal – provavelmente após a famigerada reunião com Dilma.

Procurando justificar seu ponto de vista sobre a condição de permanecer no cargo desde que o BC tenha autonomia para fixar juros, Meirelles afirmou que ao receber o convite de Lula para dirigir a instituição, em 2002, esse requisito foi negociado. De acordo com a Band Online, o presidente do BC afirma ser esse o ponto importante para a condução da política monetária atual, pois o Brasil conseguiu manter a inflação dentro da média, questão favorecedora, inclusive, à própria atividade econômica.

Por enquanto não há uma data certa para o encontro entre Meirelles e Dilma. Certamente ocorrerá daqui a poucos dias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Na pesquisa de Outubro referente às taxas de juros médios cobrados em operações de crédito para pessoas físicas, fundamentalmente relacionadas ao consumo que no Brasil continua em alta, constatou-se que a taxa média apresentou queda de 0,05 ponto, chegando ao seu menor nível desde o inicio da série histórica de pesquisa de juros realizada pela Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (ANEFAC), conforme matéria do site G1.

Nos dados levantados na pesquisa os juros médios para o consumidor em Outubro ficou em 6,69%, representando um recorde para a pesquisa. Em Setembro a taxa média ficara em 6,74%. Ao ano a taxa média de juros para o consumidor ficou em 117,51%, no geral ainda bastante elevada.

Foram pesquisadas seis linhas de crédito e a queda maior foi registrada no CDC (Crédito Direto ao Consumidor) que apresentou uma redução de 3,38%, saindo de 2,37% em Setembro para 2,29% em Outubro (31,22% ao ano).

No comércio os juros tiveram redução de 1,77% caindo em Outubro para 5,55%, também a menor taxa do mês na pesquisa histórica. A linha de crédito do cartão de crédito rotativo foi à única que não apresentou diminuição entre os juros médios permanecendo na casa de 10,69%.

Os juros do cheque especial em média em Outubro ficaram em 7,44%, perfazendo uma taxa de 136,59% ao ano. Com certeza uma das mais altas do mercado tornando este tipo de crédito quase proibitivo.

Por Mauro Câmara


Os técnicos do Banco Central que investigam o PanAmericano suspeitam que taxas de juros pagas aos clientes eram propositalmente altas para mascarar saída de recursos. Um único cliente recebia mais de R$120 milhões de rendimento ao ano, acima de 30%, em uma aplicação de R$400 milhões em CDB (Certificado de Depósito Bancário) do banco em questão.

O CDB é um mecanismo que os bancos usam para obter recursos. O investidor empresta dinheiro ao banco e recebe juros baseados no CDI, que é a taxa cobrada nas transações entre instituições financeiras e segue a taxa básica da economia (SELIC), que está girando em torno de 10,75% ao ano.

No caso, o banco pagou ao cliente 20% além do CD, ou seja, 30,75% ao ano em uma aplicação de cinco anos.

A descoberta de uma aplicação tão fora do usual é um forte indício de falha da fiscalização do Banco Central. E por lei, o PanAmericano deveria avisar o BC do ocorrido, já que estas aplicações geralmente são feitas por pessoas jurídicas de grandes corporações, e não físicas. Neste caso, ambos falharam.

Também foram constatadas irregularidades como carteiras de créditos já vendidas a outras instituições, mais ainda constando na contabilidade.

Foi instaurado inquérito policial para apuração de possíveis crimes contra o Sistema Financeiro. Segundo a Polícia Federal serão investigados os crimes de gestão fraudulenta, prestação e inserção de informações falsas na contabilidade.

Por Cintia Santoro


Um dos pilares da política de combate a inflação nos últimos tempos, as altas taxas de juros, que tem ajudado a manter o controle sobre os índices inflacionários, mas que por outro lado também sufocam a economia e oneram o setor produtivo pode estar com os dias contados. De Seul, onde se encontra para a reunião de cúpula que reúne as vinte maiores economias do mundo, o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse, conforme matéria do site Economia UOL, que a partir de 2011 no governo Dilma haverá a possibilidade da baixa dos juros, sem se descuidar em nenhum momento do controle da inflação.

O que possibilitará esta queda de juros, além de outras medidas para continuar se mantendo a inflação sobre controle, será a diminuição nos gastos públicos, uma meta que a presidenta Dilma reiterou diversas vezes que vai buscar como objetivo principal, assim como o recuo dos subsídios do BNDES.

Sobre a inflação oficial que vem aumentando conforme indica os últimos índices divulgados, o ministro disse que isto está acontecendo em função da alta das commodities e do preço dos alimentos, consequências, segundo o ministro, da atual conjuntura internacional e não quer dizer necessariamente que o problema seja local em função do planejamento de controle da inflação realizado pelo governo. E reafirmou que nem o governo Lula e nem o governo Dilma não descuidarão do controle da inflação, que é sem dúvida nenhuma a base fundamental da política econômica do governo para poder desenvolver todos os seus planos e projetos.

Por Mauro Câmara


Nesta quinta-feira, 11 de novembro, a Anefac (Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade) divulgou que no último mês de outubro, houve uma queda pela quarta vez consecutiva na taxa de juros média referente às operações de crédito, alcançando 6,69%.

No mês de setembro deste ano, a taxa se apresentou em 6,74%, ou seja, houve uma diminuição de 0,74% em outubro, o qual registrou a taxa média menor desde a série iniciada no início do ano de 1995.

Dentre as seis linhas de crédito avaliadas pelo estudo, o CDC (Crédito Direto ao Consumidor) foi o que apresentou o maior declínio, o qual ficou em 2,37% em setembro contra 2,29% em outubro.

Por Elizabeth Preático


Uma das preocupações capitais para o futuro, o debate sobre a economia a partir de Dilma Rousseff, presidente eleita, e José Serra, candidato derrotado, foram pouco aprovisionados nas oportunidades em que tiveram à frente dos eleitores, tanto em cadeia nacional como por meio de seus discursos inflamados nos jornais – obviamente, em relação às denúncias envolvendo Erenice Guerra e Paulo “Preto”, são bem amenos.

Dilma afirmou durante entrevista a um canal de televisão, nas últimas horas, que a diminuição da dívida pública deve colaborar para a redução do juro ao consumidor final. Para ela, quanto mais esse movimento de queda do PIB com a dívida acontecer, maiores serão as possibilidades de redução dos juros.

A ex-ministra, pupila de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial, assentiu que há uma grande distância, na atualidade, entre a alíquota cobrada pelas instituições financeiras ao tomador final e a Selic, a taxa básica de juros da economia. Por outro lado, crê na tendência de diminuição, cujo objetivo é que ocorra de maneira sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


Estudo veiculado pela Fundação Procon de São Paulo (Procon-SP) na sexta-feira passada, 22 de outubro, indicou que a taxa média de juros do cheque especial chegou a 9,11% em outubro, leve crescimento em comparação ao mês imediatamente anterior, quando o percentual alcançou 9,10%. A entidade assevera que o incremento ocorreu em virtude de uma alteração ocorrida na alíquota do HSBC, dos anteriores 9,51% para novos 9,55%.

Mesmo com essa alta, a taxa praticada no empréstimo pessoal proveniente das instituições financeiras não sofreu qualquer alteração, permanecendo em 5,35% ao mês. Segundo o portal de Economia Terra, o estudo foi verificado mediante índices emitidos pelos bancos Santander, Safra, Itaú, Caixa Econômica Federal, Bradesco e Banco do Brasil, além do HSBC.

Como existe probabilidade de modificação da taxa do empréstimo pessoal devido à função do prazo do contrato, foi mensurado o período de um mês para o cheque especial e um ano para o empréstimo pessoal.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A China tem se consolidado como uma das maiores economias do planeta. Com a mais vasta população mundial e a consequente mão de obra relativamente numérica, o país atua amplamente além de sua fronteira, tal como o é no Brasil e os produtos etiquetados “Made In China”.

Uma medida que pegou o mundo de surpresa, agradando boa parte de economistas e analistas, foi fixada em 19 de outubro, terça-feira, na página virtual do Banco Central do país. Desde a crise financeira global a China evitava endurecer sua política monetária, porém, decidiu elevar a taxa de depósitos a um ano de 2,25% para 2,50%, e a dos empréstimos, pelo mesmo percentual a um ano, de 5,31% para 5,56%, cada qual em vigor desde esta quarta-feira.

A última ascensão no aumento das taxas de juros no país de que se tem notícia ocorreu em dezembro de 2007. Segundo o portal de Economia UOL, entre setembro e dezembro do ano seguinte as alíquotas foram abrandadas gradualmente como maneira de responder ao colapso financeiro.

De acordo com Lu Ting, economista do Bank of America Merrill Lynch, o anúncio é uma surpresa para os mercados porque existia consonância à estimativa de que a possibilidade de uma elevação das alíquotas era delicada. Notícias veiculadas antes do fechamento deste artigo parecem indicar que as medidas surtiram efeito positivo, entre elas o fortalecimento da moeda norte-americana.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores reclamações da população brasileira é a elevada taxa de juros em vários setores. Mesmo com tal insatisfação, a alíquota média para a pessoa física caiu em setembro, abrangendo 6,74% ao mês. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), esta é a quarta queda seguida, com o menor nível já constatado desde 1995.

Mesmo com os incrementos da Selic, entre agosto e setembro a taxa de juro média à pessoa física arrefeceu 0,01% (ou 0,25% ao ano). Segundo o portal de Economia Terra, em relação à pessoa jurídica a diminuição foi de 0,04% no mesmo período comparativo (ou 0,72% ao ano).

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, responsável pela pesquisa e conselheiro da Anefac, a contração nos juros deve-se ao bom cenário enfrentado pela economia brasileira, à queda do número de inadimplentes e à normalização do mercado externo e do crédito global depois do colapso mundial nas nações europeias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A oferta de imóveis e a viabilidade para a aquisição por parte dos brasileiros são um dos motores que têm contribuído para o crescimento da economia. Embora os cidadãos tenham se aproximado do imóvel próprio, as taxas de juros dos empréstimos imobiliários do país se apresentam como um dos mais altos em todo o globo terrestre.

Estudo emitido pela consultoria ATKearney revela que o percentual, no Brasil, chega a 11,3%, inferior ao praticado nos Estados Unidos, 14,5%, porém superior aos 5% observados na Espanha, 4,9% na Rússia e outros 3,4% no Chile. Como adendo à pesquisa, dados do Banco Central relacionam que os empréstimos aumentaram 51% nos 12 últimos meses (encerrados em agosto) versus 19% do crédito total da economia.

Informações veiculada pelo portal R7 com base em dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) ilustram que poderá faltar dinheiro para a habitação no ano da Copa no Brasil, em 2014, se o nível atual dos negócios continuar, sobretudo com maiores investimentos em confronto a captação de recursos, ou spread (diferença entre a taxa paga pelos bancos para deter o dinheiro no mercado e o valor que estipulam ao transmiti-los ao cliente).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros geralmente reclamam das altas taxas praticadas em vários segmentos e em diversas modalidades. Empréstimos pessoais por meio de instituições financeiras comportam uma das maiores, mas em setembro os juros médios praticados nesse quesito recuaram 5,35% ao mês, situação semelhante observada pela última vez em novembro de 2009.

Enquanto empréstimos pessoais obtiveram desaceleração nas taxas, as alíquotas praticadas sobre o cheque especial continuaram em 9,10% ao mês, sem qualquer alteração. De acordo com a Fundação de Proteção e Defesa do Consumidor (Procon-SP), a contração ocorreu em virtude da extração, na pesquisa, do banco Real, unificado ao Santander, e do Unibanco, pelo Itaú.

Apesar desse decréscimo geral, segundo a Band Online o Itaú foi a único a majorar as taxas, em particular cheque especial, de 7,79% para 7,95%, mesma tendência apresentada pelo Banco do Brasil, com incremento dos anteriores 8,71% para novos 8,75% ao mês.

Apesar de os juros se apresentarem inalteráveis ou em baque, o Procon-SP pede aos brasileiros atenção e cuidado na contração de crédito, pois estudo recente divulgado pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea) relacionou aumento de 12% no endividamento das famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O aquecimento da economia brasileira registrado nos dois primeiros trimestres do ano e que teve uma diminuição no terceiro trimestre não foi o suficiente para diminuir em Agosto um número importante do universo econômico: as falências. Segundo dados apurados pelo Serasa Experian, que compõem o seu indicador Falências e Recuperações, que foi divulgado no último dia 06 de Setembro, no mês passado foram decretadas 63 falências, distribuídas desta forma: 55 micro e pequenas empresas faliram, enquanto médias foram 5 e grandes 3 falências. Este total representa um aumento de 18,9% na comparação com o mês anterior. Já os números de pedidos de falência registrados tiveram um aumento de 5,1%. Neste item também as micro e pequenas empresas lideram com 119 pedidos.

De acordo com analistas do órgão os principais fatores para a subida no número de falências são a própria desaceleração da atividade econômica que se registrou no terceiro trimestre, apesar dos números da economia como um todo ainda serem bons e indicar um bom crescimento para o PIB neste ano, e o peso do aumento dos juros do capital de giro, que estrangulou diversas empresas, especialmente as micro e pequenas como indica a apuração do Serasa Experian.

Mesmo com todo o apoio que o governo vem dando as micro e pequenas, este indicador mostra o quanto elas, que representam uma parcela importante da atividade econômica, necessitam de uma política especial de proteção para que possam se desenvolver e se manterem atuando no mercado e sejam menos vulneráveis as oscilações tanto do risco de seu ramo de negócio quanto das pesadas taxas de juros.

De qualquer forma na comparação com igual período do ano passado se constata uma diminuição tanto no requerimento de pedidos de falências, que diminuiu 11,4% como no número de falências confirmas que teve queda de 4,5%. E como o final de ano se aproxima a tendência é que a economia se reaqueça e estes números devam diminuir até o final do ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


As taxas de juros do cheque especial e empréstimo pessoal subiram no mês de agosto, de acordo com pesquisa realizada pelo Procon-SP. Segundo os dados divulgados pelo órgão, dois bancos aumentaram as taxas na categoria de empréstimo pessoal e quatro instituições financeiras registraram aumento de juros para o cheque especial.

Esta foi a quarta alta consecutiva registrada pelo Procon-SP. Os bancos Itaú Unibanco e o Bradesco elevaram, em média, 0,02 ponto percentual nas taxas de empréstimo, chegando a 5,44% ao mês. Para o cheque especial, o Itaú Unibanco, Bradesco, HSBC e Banco do Brasil aumentaram suas taxas, passando de 9,06% para 9,10% ao mês.

Os bancos Real, Santander, Safra e a Caixa Econômica Federal não aumentaram suas taxas de empréstimo ou cheque especial, de acordo com a pesquisa do Procon-SP.

Por Luana Neves


O COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central) decidiu manter a taxa básica de juros do país, a Selic, em 8,75% ao ano, interrompendo uma sequência de cinco cortes consecutivos, iniciados em janeiro deste ano. A decisão, já esperada pelo mercado financeiro, reforça a idéia de que o Banco Central não efetuará mais cortes na taxa básica este ano. Para 2010 especialistas acreditam em aumento dos juros, em função da retomada nas taxas de crescimento econômico.

Desde janeiro de 2009, quando a Selic era de 13,75% a.a, a taxa já perdeu 5 pontos percentuais. Mesmo assim, o Brasil ocupa a quarta posição entre os países com taxas de juros real (descontando-se a inflação) mais altas do mundo, ficando atrás apenas da China, Tailândia e Argentina.


A Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) divulga queda nas taxas dos juros cobrados ao consumidor em financiamentos.

De acordo com o acompanhamento realizado pela Anefac, todas as modalidades de crédito, com exceção do cartão de crédito, apresentam queda nas taxas de juros entre os meses de junho e julho de 2009.

A direção da Anefac alega que a queda, que já marca 5 pontos-base entre o sexto e o sétimo mês deste ano, pode ser consequência das reduções na taxa Selic promovidas pelo Banco Central. Além disso, a melhora representativa no plano econômico pode ter contribuído para esse novo cenário.





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