Segundo o IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo deverá encerrar este ano abaixo dos 10%, influenciado por diversos aspectos.

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novas informações sobre suas expectativas relacionadas à inflação do país. De acordo com o IBGE o instituto está trabalhando e considerando seriamente o fato de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o chamado IPCA, deverá fechar o ano de 2015 abaixo dos 10%.

A conta feita pelo IBGE leva em consideração diversos aspectos. Um deles é a questão de que a inflação fechou o último mês com alta de 9,49% quando considerado o acumulado dos doze últimos meses. Além disso, considera também que os aumentos referentes à gasolina e ao etanol irão contribuir para que a inflação tenha uma subida em outubro.

O IBGE, por meio de sua gerente, também comentou sobre os números divulgados em relação ao mês de setembro. É importante lembrar que obteve-se uma variação positiva na faixa dos 0,54%. Isso é praticamente mais do que o dobro registrado em agosto com 0,22%. Para ser mais exato esses números apontam um crescimento de 0,32%.

Ainda sobre a alta do mês de setembro o IPCA diz que houve uma grande influência vinda do aumento das passagens aéreas devido à realização do Rock in Rio. A participação do aumento do gás de cozinha bem como de tarifas sobre a água e o esgoto em regiões específicas do país também foram consideradas.

De acordo com o IPCA, convém também lembrar o fato de que mesmo tendo pela frente a perspectiva do aumento de preços os últimos três meses de 2014 acabaram sendo encerrados com taxas altas sendo 0,42%, 0,51% e 0,78% sendo cada uma dessas representadas por outubro, novembro e dezembro, respectivamente.

Outro ponto a ser considerado ainda sobre esses fatos é a questão de que 2015 começou com uma alta de 1,24% e que teve como principal alavanca o aumento dos preços das contas de luz. Na sequência, o IPCA fechou com 1,22% e depois subiu para 1,32% e somente depois que começou a cair para ficar na faixa dos 0,7%.

Por Denisson Soares

IPCA


Economistas preveem que no encerramento do ano o IPCA registrará 9,53%.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, conhecido também como IPCA, é o meio oficial de medir a inflação. Este índice é avaliado por meio de uma consulta feita às famílias que tenham remuneração de um a quarenta salários mínimos.

O recolhimento de informações até dezembro de 2013 era realizado nas Regiões Metropolitanas de Salvador, Fortaleza, Recife, Belém, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Brasília. A partir do mês de janeiro de 2015, a comarca de Campo Grande e a Região Metropolitana de Vitória também foram incluídas no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chamado de INPC, e também no IPCA.

De acordo com a informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano corrente este índice atingiu o seu apogeu com a taxa mais elevada desde 2003, quando chegou a alcançar 8,05%. Os preços dos produtos, nos meses de janeiro a setembro de 2015, têm alta de 7,64%.

Não é a toa que todos os brasileiros estão sentindo muitas dificuldades na hora de pagarem suas contas. A conta de gás, água, luz, transporte (incluindo passagens aéreas e ônibus), alimentos, bebidas, vestuários, calçados e saúde aumentaram de forma acelerada, afetando assim a economia em geral.

Dentre as cidades citadas, em Brasília houve a inflação mais alta, de 1,25%. Isso foi justificado pelo aumento da conta de luz que foi de aproximadamente 12%. Em contrapartida, o município de Campo Grande registrou uma queda da inflação ou deflação de 0,28%. A explicação para essa baixa é em decorrência do valor da energia elétrica.

A previsão dos economistas é que no encerramento deste ano o IPCA seja de 9,53%. Se isso ocorrer, será o índice máximo desde 2002 em que a porcentagem foi de 12,53%. Há pouco tempo, o Banco Central informou que prevê um IPCA para 2015 de 9,5%.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Inflação já ultrapassou o teto da meta neste ano, e em 2016 a previsão é de que chegue a 5,4%.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – já ultrapassou o teto da meta que era de 6,5% para este ano de 2015, agora já tem previsão de alcançar 5,4% em 2016, de acordo com os dados disponíveis na proposta enviada pelo Governo, sobre o Orçamento para 2016, que já foi enviado na última segunda-feira, dia 31 de agosto, para o Congresso Nacional.

De acordo com a equipe econômica do Governo, os trabalhos estão sendo feitos baseados nas estimativas do mercado e nos indicadores da economia, como, por exemplo, o PIB – Produto Interno Bruto. Desta forma, a equipe espera conseguir maior credibilidade. E o Banco Central tenta controlar os juros, para que eles fiquem dentro das metas antes estipuladas e, para isso, vem utilizando o sistema de metas de inflação.

Tanto para este ano, como também para o ano que vem, a meta da inflação é de 4,5%, só que o IPCA, que é referência, acaba oscilando e tem um limite de tolerância que vai de 2,5% e 6,5% e, por isso, a meta estipulada acaba não sendo descumprida, pelo menos de maneira formal, mas na realidade, o que pode-se ver é que a inflação vai superar sim, pelo menos o centro da meta, já que em 2016 poderá alcançar 5,4%.

A previsão do Banco Central para 2016 é que o centro da meta para o IPCA fique em 4,5%, mas a previsão do Governo ficou bem acima deste centro da meta e para o Governo a previsão para o ano que vem é de 5,4% para o IPCA e é a meta que consta no Orçamento.  

O Banco Central vem subindo os juros básicos da economia como forma de alcançar a meta central da previsão e por 7 vezes seguidas subiu os juros que foram para 14,25% ao ano, sendo este o maior patamar já alcançado nos últimos 9 anos.

Só que, deixando o crédito e o investimento mais caros, os juros ficam elevados e isso prejudica não só a economia brasileira como também o mercado de trabalho que não consegue gerar tantos empregos como gostaria.

Por Russel

Inflação


Previsões indicam que inflação e juros irão subir e PIB baixar em 2015.

Nesta semana, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) manteve as projeções relacionadas a uma nova alta dos juros básicos. Uma pesquisa realizada pelo órgão monetário brasileiro na semana passada, mostrou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA 2015, sofreu alterações em sua previsão, passando de 8,37% para 8,39%. O órgão ouviu mais de 100 instituições.   

A inflação de 2015, se confirmada a pesquisa, atingirá o maior patamar desde 2003, quando a economia registrou uma inflação de 9,3%. Com isso em mente, os economistas do mercado ajustaram suas previsões para a inflação e o PIB neste ano. De acordo com eles, a forte alta do dólar e dos preços administrados, que compreende água, energia, telefonia, tarifas de ônibus, entre outros, pressionam significativamente os preços em 2015.

Impulsionada pelos ganhos reais de salários, a inflação de serviços também segue elevada.  Com base nos dados econômicos divulgados, os economistas reduziram suas previsões em relação ao PIB, na semana passada. Agora, eles acreditam que haverá um recuo de 1,27% na economia brasileira. Antes, a estimativa do mercado era de uma retração de 1,24%. O resultado é preocupante, visto que é o pior em 25 anos, quando o país obteve uma queda de 4,35% da soma de todos os bens e serviços. 

Para o próximo ano, a previsão do PIB também não é muito otimista. O mercado manteve sua estimativa em uma alta de apenas 1%.   

Semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, divulgou uma queda de 0,2% da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano. Tal desempenho foi puxado pela negativa econômica nos setores de serviços e da indústria. Além disso, os recuos dos investimentos e do consumo das famílias impactaram no número.

A agropecuária foi o setor com melhor desempenho neste ano, o que evitou uma queda ainda maior do PIB.   

O mercado brasileiro conseguiu manter a previsão de que os juros avançarão para 13,75% ao ano ainda esta semana, quando o Copom se reunirá para a possível elevação da taxa. Para o final do ano, os economistas subiram a estimativa de 13,75% para 14% ao ano. Isso denota que o mercado financeiro espera que os juros continuem a subir após a reunião do Copom. A projeção para o próximo ano é que a taxa fique estável, em 12% ao ano

A variação da taxa básica de juros é o principal meio que o Banco Central utiliza para tentar conter as pressões da inflação. O órgão monetário tem de calibrar a taxa de juros para que consiga atingir objetivos pré-determinados. Com taxas elevadas, para a contribuição do controle de preços, há uma redução significativa no consumo e no crédito.

Por William Nascimento

Previsão da economia


Relatório Focus divulgado pelo Banco Central (BC) na segunda-feira (11) voltou a apresentar estimativas mais elevadas para a inflação medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Para 2011, a taxa de 6,02% da semana passada foi substituída pelo índice 6,26%, comportamento de alta que se repete pela quinta semana consecutiva. Para 2012, porém, o índice de 5,00% se manteve.

Pela segunda semana seguida o BC decidiu nutrir o percentual de 12,25% da Selic, a taxa básica de juros da economia, para este ano. Para o próximo período, porém, o BC elevou o índice para 11,50%, ou seja, 0,25 ponto percentual acima dos 11,25% do levantamento precedente.

O prognóstico de expansão do Produto Interno Bruto (PIB) permanece inalterado. Para 2011, o índice projetado é de 4,00%, mas para 2012 a taxa cedeu, de 4,30% para 4,24%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Banco Central (BC) por meio do relatório Focus indicaram que o mercado elevou, após semanas de manutenção, o índice do Produto Interno Bruto (PIB) 2011 de 4,50% para 4,60%. Para 2012, por outro lado, o índice permaneceu em 4,50%.

Além dessa informação, o Focus aumentou a projeção da meta de 2011 da taxa básica de juros da economia, a Selic, de 12,25% para 12,50%, porém manteve o índice de 2012 em 11,00%.

No relatório constam, também, informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), que após subir para 5,53% na semana passada, voltou a avançar, desta vez para 5,64%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Banco Central


Relatório Focus divulgado recentemente pelo Banco Central (BC), assinala que o mercado brasileiro majorou as perspectivas para a inflação deste ano e de 2012, mantendo, com isso, os índices fora do centro da meta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltou de 5,42% calculado na semana passada para 5,53% no atual relatório. A estimativa para o ano que vem cresceu de 4,50% para 4,54%.

Apesar de afastados do centro da meta, de 4,50%, ambos permanecem próximos ao almejado pelo governo, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com relação à taxa básica de juros da economia, Selic, o relatório nutriu a perspectiva de 12,25% ao ano para 2011, e de 11%, também ao ano, para 2012.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o BC prevê expansão de 4,50%, índice calculado neste patamar há semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de acordo com matéria do site Economia IG, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve forte aceleração no mês de Outubro com a taxa de 0,75% sendo a maior para o mês de Outubro desde o ano de 2005 e a maior deste ano de 2010, desde o mês de Fevereiro quando o índice ficou em 0,78%. A inflação acumulada nos dez meses de 2010 chegou a 4,38%, já superando o resultado de 4,31% que foi registrado em 2009. Na comparação de doze meses o índice de preços ao consumidor amplo teve uma forte variação de 5,20% em comparação à variação registrada de 4,70% verificada nos doze meses imediatamente anteriores.

O principal responsável por esta alta, que já vem se registrando nos últimos dois meses, foi o grupo alimentação, com participação de 57% da variação do IPCA, onde as carnes (com variação de 3,48%) continuaram sendo a vilã do aumento da inflação. Fora do grupo alimentação, os combustíveis apresentaram a maior contribuição para o aumento do índice com alta de 1,56%. O etanol teve reajuste de 7,41% e a gasolina teve seu preço aumentado em 1,13% no mês de Outubro.

E o panorama para os próximos meses parece indicar que o IPCA continuará em alta, mesmo descontando o peso do grupo alimentação que envolve alterações de oferta e a eventualidade do clima, segundo economistas, logo no inicio do ano as pressões inflacionárias continuarão com o aumento das mensalidades escolares, normalmente acima da inflação, aumento de transportes, entre outros itens que sempre apresentam aumentos no inicio de cada ano.

E talvez seja esse o primeiro desafio do governo Dilma a partir de Janeiro, se o aumento atual da inflação, que se afasta do centro da meta pré-definida, não for algo sazonal e persistir e com o governo, que quer trabalhar com juros menores, acreditando em não aumentar os juros em função do câmbio, segundo especialistas, estaria neste primeiro desafio, o governo perdendo uma arma para controlar a inflação.

Por Mauro Câmara


Depois de um dia muito comemorado pelo Partido dos Trabalhadores devido à vitória de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno das eleições presidenciais, o mercado aumentou delicadamente, em 1º de novembro, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, porém, manteve o mesmo percentual para 2011.

Segundo o Banco Central por meio do relatório Focus, o índice da economia sofreu elevação para 7,60% ante os 7,55% anteriores, enquanto ao ano que vem a percentagem de 4,5% permaneceu.

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o BC incrementou, pela sétima semana seguida, para novos 5,29%, pouco acima dos 5,27% relacionados no relatório anterior. Para 2011 a tendência de alta foi nutrida, de 4,99% contra 4,98% de sete dias atrás.

O prognóstico para a inflação dos próximos 12 meses, de acordo com a agência de notícias Reuters, foi baixado para 5,16%, contra 5,17% precedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados na última quarta-feira, 20 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que a inflação abalizada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA) cresceu com grande vigor no atual mês devido aos preços maiores dos alimentos.

No mês vigente o indicador avançou 0,62% após ter subido 0,31% em setembro. O percentual é superior em relação ao estimado por analistas questionados pela Reuters, que previam incremento de 0,54%. O grupo de Bebidas e Alimentação ascendeu 1,70% entre um período e outro, bem acima dos anteriores 0,30% do último levantamento.

Em nota, o IBGE aponta que as carnes foram as que mais contribuíram para o acréscimo do IPCA-15 em outubro, de 0,11%, com alta de 4,93%. O Frango também acompanhou a elevação, seguido do pão francês e do biscoito.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters sopesa que outras esferas também contribuíram significativamente para o avanço do IPCA-15, tais como Habitação, com aceleração de 0,49% em outubro sobre os 0,32% anteriores, e Artigos de Residência, para 0,70% contra o índice precedente de 0,18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Relatório Focus emitido pelo Banco Central neste início de semana ilustrou alta na previsão inflacionária para este ano, de 5,07% para 5,15%, e 2011, de 4,92% para 4,98%, com manutenção dos prognósticos à Selic, a taxa básica de juros da economia, estipulada em 10,75% a 2010.

Por outro lado, a expectativa para a inflação aos próximos 12 meses manteve o índice de 5,16% depois de seis semanas consecutivas de avanço. Segundo a agência de notícias Reuters, levando-se em consideração somente a mediana das projeções da meia dezena de instituições que mais previram com acerto, a estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 cedeu de 5,73% para 5,54%.

Voltando ao tema da Selic, para 2011 o mercado acredita que chegará ao patamar de 11,75% e o percentual do Produto Interno Bruto (PIB), diferentemente, continua em 7,55% em 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Além dos dados enunciados anteriormente, as projeções para o câmbio estimadas pelo BC é de dólar a R$ 1,75 no final de 2010 e R$ 1,80 em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), usado para medir a inflação, apresentou alta de 0,45% em setembro, registrando o maior crescimento desde abril, quando atingiu 0,57%.

De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em agosto, o índice teve alta de 0,04%. Já em setembro do ano passado, houve variação positiva de 0,24%.

Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,7%, número acima da meta do governo para a inflação, de 4,5%.

O crescimento do índice em setembro foi puxado, principalmente, pelo avanço de 1,08% nos produtos alimentícios, principalmente a carne, que subiu 5,09%.

Por BFF


Termômetro das previsões do mercado financeiro a respeito da economia nacional e informado pelo Banco Central, o Relatório de Mercado Focus, divulgado no último dia 20 de Setembro, antevendo a tendência do aumento da taxa inflacionária medida pelo IPCA, que no indicador IPCA-15 na prévia de Setembro já registrou uma aceleração de preços na ordem de 0,31%, trouxe a análise dos especialistas que acreditam em um aumento do IPCA tanto para este ano quanto para o ano que vem. No relatório anterior a expectativa em relação ao IPCA era de que ele fechasse 2010 em 4,97%. Neste novo relatório esta previsão foi revista para cima. Segundo os analistas o IPCA neste ano deverá chegar a 5,01%. Para o ano que vem a previsão aumentou de 4,90% para 4,95% ao ano, conforme matéria do site G1.

O governo brasileiro trabalha com uma meta de inflação, na qual o Banco Central para atingi-la, necessita ajustar a taxa de juros. Atualmente esta meta de inflação gira em torno de 4,5%, podendo ter um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Esta flexibilização permite uma variação na taxa sem que a meta seja descumprida. Pelas previsões desta semana do relatório Focus a taxa inflacionária irá se situar acima da meta central, mas ainda dentro do intervalo determinado.

Quanto aos juros a previsão é de que permaneça na faixa de 10,75% ao ano, mas com a tendência de subida da inflação, os economistas acreditam que a política de aumento das taxas de juros para conter o fluxo inflacionário seja mantida e a expectativa é que em Dezembro de 2011 a taxa esteja em 11,75% ao ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no último dia 09 de Setembro a taxa de inflação oficial referente ao mês de Agosto, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou 0,04% e em comparação com as taxas registradas em meses de Agosto é a menor apurada desde o ano de 1998, quando a taxa foi de -0,51%.

No acumulado do ano a taxa inflacionária está em 3,14%, superior ao registrado no mesmo período de 2009, que foi de 2,97%. Levando-se em conta o período dos últimos doze meses a taxa do IPCA encontra-se em 4,49%.

O grupo alimentação que vinha contribuindo com quedas seguidas em seus preços, desta vez apresentou na composição do índice em Agosto, tendência de queda menor. Enquanto em Julho foi verificado uma variação negativa na casa de -0,76% nos preços, no último mês apurado essa variação caiu para -0,24%. Conforme relatório da Consultoria LCA, citado na matéria do site Economia IG, o grupo alimentação e bebidas deverá a partir de agora apresentar tendência de elevação de preços, como aliás já se verificou na primeira prévia do IPC-S referente à primeira semana de Setembro, o que é normal nos últimos meses do ano, mas sem contudo apresentar o mesmo ritmo de aceleração verificado no primeiro quadrimestre do ano. A consultoria também cita que a alta esperada para o IPCA neste ano de 2010 não deve chegar à casa dos 5 %.

Por Mauro Câmara


O relatório FOCUS, boletim semanal divulgado pelo Banco Central, que traduz a expectativa do mercado com os principais índices da economia brasileira, entre elas a expectativa da taxa de inflação e a projeção do crescimento da economia, que foi divulgado no último dia 06 de Setembro contém uma previsão de crescimento maior do que a prevista no último relatório FOCUS da semana passada.

Conforme a avaliação do mercado houve uma elevação da última estimativa, que foi de 7,09% para uma estimativa de crescimento da economia em torno de 7,34% para o ano de 2010, de acordo com o relatório deste dia 06 de Setembro. Já para a inflação, apurada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a previsão anterior foi mantida, se mantendo nos mesmos 5,07% para este ano, verificada na edição anterior do relatório. Projetando o índice inflacionário para o ano de 2011 houve uma queda em relação à projeção da semana anterior. O mercado tem a expectativa que a inflação do IPCA no ano que vem ficará em torno de 4,85%.

As expectativas em relação às taxas de crescimento e inflação para o ano de 2010 indicam que se mantém o quadro de bom desempenho dos diversos setores da economia nacional, inclusive com o crescimento industrial indicando recuperação e a taxa inflacionária próxima do centro da meta determinada pelo governo federal. O que mostra que o crescimento sustentado deverá se manter até o final deste ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) que mede a inflação oficial no país, conforme apuração do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, registrou um índice de apenas 0,01% no mês de Julho, confirmando o que a economia vinha indicando nos meses anteriores. Uma tendência se não de queda total dos índices inflacionários, pelo menos uma estabilização em patamares mais baixos.

O índice de 0.01% de Julho é a taxa mais baixa registrada para este mês desde 1998 quando houve uma deflação de 0,12% nos preços apurados naquela época e também o índice que mede a inflação da faixa de baixa renda também registrou seu menor patamar em dois anos.

Esses índices indicam uma estabilização da inflação em um nível razoável e que permite o desenvolvimento da economia como vem se verificando. A inflação acumulada ao ano chegou a 3,10%, ficando acima do índice que foi registrado no mesmo mês em 2009. Levando-se em consideração o período de um ano, os últimos doze meses o índice do IPCA atingiu 4,60%, ficando abaixo do índice do período de um ano anterior, que foi de 4,84%.

Embora com uma queda menor em relação ao mês anterior, o grupo alimentação contribuiu para este índice baixo do IPCA, pois apresentou uma variação -0,76%. Já entre os grupos que apresentaram elevação de seus índices neste período encontram-se habitação e transporte.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 06 de agosto, que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pelo qual se mede a inflação oficial do país, ficou estável durante último mês de julho, apresentando uma variação de 0,01% apenas.

No mês anterior o índice já se apresentava em estabilidade, com 0,00%. No mês de julho de 2009 o índice foi de 0,24% e nos últimos doze meses o IPCA praticamente atingiu a meta do governo de alta de 4,5%, registrando uma taxa de 4,6%.

Os produtos alimentícios apresentaram deflação neste último índice medido pelo IBGE e já os não alimentícios tiveram uma diminuição na taxa, que passou de 0,27% em junho para 0,24% em julho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, O Globo


A pesquisa Focus, divulgada nesta segunda-feira pelo Banco-Central (BC), mostrou que o mercado financeiro está ligeiramente mais otimista quanto à projeção de inflação para 2010. A previsão é de que a elevação de preços – medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) – acumulada ao final deste ano atinja 5,42%, contra os 5,45% esperados anteriormente.

Ainda assim, o valor projetado pelos analistas segue superior ao centro de média definido para 2010, que está em 4,5%. A projeção estipulada para a taxa básica de juros (Selic) para o fim do ano foi mantida nos 12% da pesquisa anterior, enquanto a previsão para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro não saiu de 7,2%.

Marcos Santos


De acordo com dados informados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira, 07 de julho de 2010, o mês de junho apresentou estabilidade na inflação oficial do país, indicada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

No mês de maio, o valor registrado foi um aumento de 0,43%. A estabilidade adquirida no momento deve-se à deflação apresentada pelo setor de bebidas e alimentos, que havia sido o responsável pelos maiores índices da inflação nos primeiros meses de 2010, onde destacou-se a batata-inglesa, que teve um diminuição de preço de 23,97%.

Além disto, a diminuição do preço do álcool e da gasolina levou a um valor negativo na inflação do setor de transportes, que fechou em -0,21% no mês de junho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


Seguindo a tendência que se verifica desde o começo do ano as projeções para as taxas inflacionárias para o ano de 2010 mostram, segundo o relatório focus encomendado pelo Banco Central, um aumento dos índices.

A meta da inflação a ser atingida seria de 4,5%, mas a pesquisa indica tendências de um IPCA de 5,16%, embora ainda na faixa de tolerância de dois pontos percentuais. Tendo o crescimento do PIB sido projetado em 5,51%. A taxa de Juros (selic) tende a um índice de 11,25%, com o câmbio mantendo-se na faixa de R$ 1,80.

Para 2011 os analistas consultados projetaram uma leve queda da inflação, prevendo uma taxa em torno de 4,70%.

Fonte: Reuters

Contrariando a expectativa do ministro Guido Mantega, que aposta num crescimento de 1% para o PIB em 2009, estudos apresentados no Boletim Focus do Banco Central não são assim tão otimistas.

A verdade é que a retração do Produto Interno Bruto está em torno de 0,16% e a Inflação experimenta uma ligeira alta, mas não chega a assustar.

Em relação ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), não surpreende no momento. A meta estabelecida pelo governo é de 4,5% e não foi alcançada, ainda e, como a taxa básica de juros ficou mantida em 8,75% ao ano, houve equilíbrio com a taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).





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