Entenda aqui um pouco mais sobre o CDB e o seu funcionamento.

Os grandes estudiosos economistas já explicavam que a precípua e mais lucrativa atividade de qualquer banco é a de emprestar dinheiro para, em seguida, oferecer empréstimo. É necessário que esse conceito esteja bem claro para que se possa compreender o que significa a sigla CDB. Os Certificados de Depósitos Bancários são modos de investimentos que podem dar retorno lucrativo. Para compreender bem essa atividade entre banco e cliente, são necessários alguns esclarecimentos.

Toda pessoa pode realizar depósitos em sua conta corrente, depósito à vista ou a prazo, esse valor pode ser pego emprestado pelo banco onde a pessoa possui conta. Essa soma, depósito à vista, que pode ser tomada emprestada pelo banco, é limitada, ou seja, a empresa é freada em sua ação sobre esse dinheiro, porém, ela não recompensa financeiramente o cliente por isso. Entretanto, o tipo de depósito intitulado CDB é uma ação financeira em que o cliente cede ao banco uma parcela do montante depositado. Esse valor, cedido voluntariamente pela pessoa que realiza o depósito, obriga o banco a uma restituição conforme taxa de juros, portanto, se trata de uma espécie de acordo pré-estabelecido e com prazo definido. Assim, o banco tem o compromisso de devolver o valor emprestado acrescido da taxa de juros. O CDB funciona deste modo.

Para que uma pessoa possa investir de modo mais lucrativo é necessário consultar profissionais no ramo, que poderão aconselhar e conduzir o futuro investidor nesse empreendimento. O especialista Bernardo Pascowitch, que é sócio fundador da startup YUBB, tem sempre excelentes dicas para que auxiliar as pessoas a encontrar as melhores opções de investimentos de uma maneira fácil, segura e muito simples, indicando meios e referências sobre empreendedorismo, startups, aplicação financeira e negócios. Esse profissional em investimentos realizou um longo levantamento sobre os CDBs de maior rendimento que estão disponíveis no mercado para pessoas que desejam investir, por exemplo, o valor de R$ 5.000 ou R$ 10.000, em um prazo de um ano. Ele selecionou as melhores opções a disposição, as quais são ofertas sempre sujeitas a mudanças. Uma série de opções de maior ou menor retorno financeiro, porém, ao final, quem investe tem um bom rendimento, mesmo com o desconto da alíquota do Imposto de Renda incluída.

Qualquer pessoa pode começar um bom investimento financeiro. Para que isso comece a acontecer ela precisa entrar em contato com o gerente de seu banco, estabelecer acordo para a abertura de uma Conta Investimento. O pretendente a investidor deve portar RG, CPF e comprovante de residência para iniciar a atividade. É claro que os valores a serem investidos variam entre mínimo e máximo, de acordo com a instituição financeira com que se tem contato. É uma atitude de extrema responsabilidade, pois o indivíduo não pode focar apenas na ideia de quanto esse investimento rende, pois olhar só para quanto é pago pode ser uma armadilha. Todo investimento é complexo e possui seus riscos, como nesse caso, se o banco quebrar e não devolver o dinheiro aplicado, porém, mesmo nessa possibilidade os riscos são muito poucos. O mesmo especialista, acima citado, explica que todo investidor precisa estar atento e sintonizado com seus negócios quase vinte e quatro horas por dia, sempre pensando na qualidade de seu empreendimento, que vai envolver uma série de relações comerciais e marketing. Toda a atenção é pouca nessas questões financeiras, pois o investidor é um estrategista que deve conhecer bem os tipos de mercados existentes. É importante, diz o profissional da startup YUBB, que se estabeleça uma educação financeira, ou seja, aplicação de matérias de educação econômica no Ensino Fundamental e Médio, para que cedo as noções mais básicas de finanças, tais como imposto de renda e inflação, por exemplo, possam integrar a consciência e a inteligência da população sobre essas questões e orientá-la qualitativamente na vida econômica, impulsionando para melhor todo o mercado de trabalho, a produção, o PIB e, consequentemente, a vida privada de cada um.

No site da UOL há uma pequena matéria sobre esse assunto, com referências e outros links para simulação de processos de investimentos. Acesse aqui. Como disse o próprio especialista, o pior investimento é aquele que a pessoa não realiza.

Paulo Henrique dos Santos


Conheça aqui um pouco mais sobre a operação financeira Hedge.

Hedge são operações que tem como objetivo proteger. A palavra é derivada do inglês (em tradução livre: CERCA). É uma posição contrária daquela que se tem no mercado físico, por exemplo, um produtor de milho necessita da proteção contra a queda nos valores, desta forma, no mercado futuro assume posição vendida, é como se vendesse sua safra de maneira antecipada.

Confira alguns exemplos:

Este produtor confere que a saca do milho no mês de maio é comercializada por R$ 30,00 na BM&F, tendo um custo de produção no valor de R$ 20,00 por saca, o mesmo deseja garantir a margem de lucro de R$ 10,00 por saca, antecipadamente, isso porque ele não sabe o comportamento do mercado e então decide garantir essa margem de lucro. Vamos supor um cenário de baixa e um de alta dos valores:

Primeiro cenário:

O milho, em setembro, está R$ 40,00.

O débito do produtor é de R$ 10,00 a saca na BM&F, porém, no mercado físico ganha R$ 10,00.

Na BM&F, preço Hedge: R$ 30,00.

Em Setembro preço de: R$ 40,00.

O produtor paga um ajuste o valor de R$ 10,00 por saca, mas vende seu o produto por R$ 40,00 no mercado físico, sendo assim, garantiu os R$ 30,00. Ou seja, o que foi perdido na BM&F foi recuperado no mercado físico pela valorização da saca, isto é, pela operação de proteção, onde o mesmo, ao montar sua operação, prevê seu ganho.

Segundo cenário:

O milho em setembro no valor de R$ 20,00. Na BM&F, o produtor tem um crédito no valor de R$ 10,00 a saca, porém, no mercado físico perde R$ 10,00.

Na BM&F preço Hedge: R$ 30,00.

Em Setembro preço de: R$ 20,00.

Produtor tem ajuste no valor de R$ 10,00 a saca, mas no mercado físico vende seu milho por R$ 20,00, garantindo os R$ 30,00 por saca. Isto é o ganho adquirido na BM&F compensou a desvalorização da saca que ocorreu no mercado físico, operação de proteção.

O Hedge não tem como objetivo obter lucros, mas de travar o preço, assim se protegendo em um cenário adverso.

FILIPE R SILVA


Saiba como funciona o Tesouro Direto, os rendimentos e como investir.

Em tempos de crise, muitas pessoas estão começando a repensar a forma de usar seu dinheiro. Grande parte da população não sabe investir o seu dinheiro e por conta disso acaba se enrolando e entrando em muitas dívidas.

Porém, outras pessoas, que aprenderam e tem o hábito de guardar o dinheiro que sobra no final do mês, depositam em uma poupança.

Para aqueles que buscam por mais informações sobre educação financeira ousam um pouco mais, investem seu capital em ações e chegam até ter bons rendimentos e um retorno bem maior do que a poupança, onde os rendimentos são bem pequenos.

No entanto, existe uma outra forma de guardar seu dinheiro e que os rendimentos podem ser até 50% maiores que o de uma poupança convencional. Quer entender um pouco mais sobre este investimento? Continue lendo este texto que você vai ter uma nova alternativa de como aplicar seu dinheiro de forma mais rentável.

O que é o Tesouro Direto? É uma poupança?

Alguém já deve ter escutado que o Tesouro Direto é a nova poupança que o governo quer que as pessoas apliquem seus rendimentos.

Você fica na dúvida e se pergunta: Tesouro Direto? Uma nova poupança?

A poupança todos já entendem e conhecem como funciona por ser mais simples, não tem cobrança de imposto, não existe qualquer custo. E muita gente gosta de guardar suas economias nela.

Muitos pensam a poupança é a melhor forma de guardar dinheiro! Será mesmo?

Estudar um pouco de educação financeira é muito importante, porque você vai encontrar novas alternativas para rentabilizar seu capital e também vai ter mais clareza em relação a este assunto.

Mas, o que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto foi desenvolvido em parceria com o BMF&F, é um Programa criado pelo Tesouro Nacional que utiliza a internet para venda de títulos públicos para pessoas físicas.

Para que você possa entender melhor, o Tesouro Direto é uma ferramenta que o governo criou para que qualquer pessoa possa comprar títulos públicos pela internet sem precisar contratar um especialista em investimentos.

Seria mais ou menos assim, você empresta dinheiro para o governo e recebe juros por este empréstimo.

O que é um Título Público?

É uma forma que o governo criou para financiar atividades como investimento em educação, saúde e infraestrutura. São opções de renda que são fixas e elas são usadas para captar estes recursos para custear a dívida pública com os investimentos que foram citados acima.

Quais são os títulos?

São 3 tipos: o Tesouro Selic, o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA. O Selic você ganha de acordo com a variação da taxa, por exemplo, se estiver em 15% a taxa, seu rendimento será sobre esta porcentagem.

O Prefixado você já sabe quanto é a sua rentabilidade e quando será o resgate. Esta é uma opção para quem quer ter mais segurança e uma rentabilidade mais sólida é uma boa opção.

O IPCA é de acordo com a variação da inflação e mais uma taxa que é prefixada. Quem quer garantir o poder de compra e não que perder dinheiro para inflação em longo prazo, este tipo é uma boa opção.

Investimento mínimo

Com apenas R$ 30,00 você já pode começar a investir no Tesouro Direto, ou seja, na compra de títulos públicos. A rentabilidade é bem maior que a poupança e chega ser em média 50% maior.

Como investir?

A primeira exigência é ter um CPF e uma conta corrente em uma instituição financeira. Em seguida, escolha o banco ou uma corretora que vai intermediar suas transações com o Tesouro Direto.

No site do tesouro direto www.tesouro.fazenda.gov.br você vai encontrar todas as informações necessárias e uma lista das instituições que são autorizadas para trabalhar com os títulos federais.

Entre em contato com o banco que você escolheu e se cadastre. A partir daí você deverá enviar todas as documentações necessárias para que o seu banco possa abrir uma conta em seu nome para o Tesouro Direto.

Uma senha provisória será enviada da BM&FBovespa para acessar a área restrita do Tesouro Direto, onde poderá visualizar todas as transações e consultar extratos e saldos.

Troque a senha por outra com pelo menos 8 à 16 caracteres com letras e números e alguns caracteres especiais. A partir deste momento você já é um investidor do Tesouro Direto.

Como você já sabe quais são os títulos, agora é só verificar qual é o que encaixa em seu objetivo e começar as aplicações.

Por Marcio Ferraz

Tesouro Direto


Saiba aqui como funciona e como investir no Tesouro Direto.

O Tesouro Direto, é um meio elaborado pelo Tesouro Nacional pra que o cidadão consiga adquirir Títulos Públicos pela Internet com ou sem o assessoria de um profissional. O investidor entrega um determinado valor ao governo, que o gratifica pelo empréstimo. É permitido aplicar a partir de R$ 30,00.

Títulos públicos são uma ótima opção de aplicação em renda fixa, utilizados para angariar recursos para saldar a dívida pública e custear ações do Governo Federal.

Segue um passo-a-passo para quem deseja começar a investir no Tesouro Direto e não tem noção de como fazê-lo.

Passo1 – Registre-se numa Instituição Financeira

O seu banco pode aplicar o seu dinheiro, mas vai lhe cobrar altos valores. As mínimas taxas ou sem cobrança de taxas, estão em Instituições financeiras direcionadas aos investimentos, denominadas também como corretoras de valores ou agentes de custódia.

O investidor localiza todas as instituições com habilitação para investir no Tesouro Nacional e as taxas cobradas para aplicar o seu dinheiro neste site http://www3.tesouro.gov.br/.

Após definir, o investidor deve realizar o cadastro pelo site da corretora escolhida, encaminhar a documentação solicitada e esperar a aprovação do cadastro, para conseguir ter acesso ao home broker da instituição e assim estar apto a comprar e vender títulos públicos.

Passo 2 – Conhecer o Títulos

Os Títulos do Tesouro Direto são:

  • Tesouro SELIC – O investidor recebe conforme a alteração da Taxa Selic. O título mais recomendado para quem pretende ter a disponibilidade de retirar o valor aplicado a qualquer momento.
  • Tesouro Prefixado – O Investidor sabe precisamente qual será os rendimentos no momento do resgate.
  • Tesouro IPCA+ – Recebe de acordo com a alteração da Inflação mais uma taxa prefixada.

Os investimentos podem ser a curto, médio e longo prazo.

No programa de negociação online existe uma lista de vários títulos públicos disponíveis, cada qual com a sua forma de rendimento.

Passo 3 – Risco dos Títulos

Verifique quais títulos estão com disponibilidade para compra naquele instante e defina aquele que melhor se enquadre com seu propósito, prazo de investimento e perfil de risco.

É de suma importância conhecer os riscos dos títulos. Ao passo que títulos pós-fixados, como o Tesouro Selic, não apresentam riscos de perdas ao serem negociados antes do vencimento, os títulos que apresentam taxa prefixada, como o Tesouro IPCA+ e o Tesouro Prefixado, podem apresentar grandes prejuízos se forem negociados antes do prazo.

Passo 4 – Compra do Título

Após definir um dos títulos o investidor pode escolher pela aquisição tradicional ou a programada. A quantia mínima para aquisição é 1% do título, mas precisa considerar o valor mínimo de aplicação que é de R$ 30,00.

Passo 5 – Após a Confirmação da Compra

Depois de confirmada a compra, o Tesouro Direto comunicará a data limite na qual o dinheiro deve ser colocado na conta da corretora. O investidor precisará se comunicar com a Instituição Financeira para solicitar os dados bancários no qual deverá realizar o depósito.

Lucineia Fatima Campos


Investimento registrou mais de 181 mil operações somente no mês de novembro de 2016.

O Tesouro Direto, programa desenvolvido no ano de 2002 com o objetivo de permitir a pessoas físicas que efetuassem a compra de títulos públicos via internet, por banco ou por corretora, sem que para isso fosse necessário fazer aplicações em algum fundo de investimento, conseguiu registrar a marca de 181.498 operações de investimento no último mês (novembro). A título de curiosidade, esse é o maior número já alcançado pelo programa em sua história.

Em novembro, quando a grande maioria dos trabalhadores brasileiros receberam a primeira parcela referente ao 13° salário, as aplicações no programa chegaram a atingir a cifra de R$ 1,8 bilhão, enquanto que os resgastes somaram R$ 715,2 milhões. Desse total R$ 669,1 milhões são de recompras e outros R$ 46 milhões de vencimentos.

Segundo o Tesouro Nacional, o valor médio envolvido em cada operação no último mês foi de cerca de R$ 10.142,00. Sendo que a maior fatia das operações realizadas (71,9%) dizem respeito a aplicações de montantes de até R$ 5.000,00. Esses dados deixam claro a popularização do Tesouro Direto entre os chamados pequenos investidores.

No decorrer do mês de novembro os títulos que mais foram solicitados pelos investidores foram aqueles indexados ao IPCA. Neles a participação em cima do volume total de investimentos chegou a atingir 58,4%.

No caso dos títulos prefixados o percentual de investimentos foi de 17,4% do total, enquanto que dos indexados à taxa Selic foi de 24,2%, segundo o Tesouro Nacional.

Agora, no início do mês de dezembro, o governo lançou o aplicativo do Tesouro Direto. Por meio dele os investidores irão poder fazer as principais transações a exemplo dos investimentos, consultas de extratos, agendamentos e resgates. Também foi ampliado o horário de venda dos papéis, além de outras facilidades.

O aumento com relação ao interesse dos investidores no Tesouro Direto ainda coincide com a queda significativa da rentabilidade e atratividade na poupança. Enquanto que nos fundos de renda fixa os rendimentos aumentam de acordo com a Selic, nas cadernetas eles ficam limitados a 6,17% ao ano mais a variação da TR quando então, a Selic ultrapassa 8,5% ao ano.

Os títulos do Tesouro Direto atraem as pessoas ainda pelo fato de que oferecem rentabilidade acima da inflação e ainda há a incidência do Imposto de Renda. A perda de atratividade das cadernetas, fizeram com que entre os meses de janeiro e outubro de 2016, os saques dos recursos investidos na poupança superassem os depósitos realizados em R$ 53,25 bilhões.

Por Denisson Soares


Saiba aqui o que é e para que serve a Análise Técnica ou Gráfica.

Nos tempos atuais é cada vez mais comum encontrar pessoas físicas interessadas em investir e atuar no mercado financeiro, seja para trabalho ou para hobby. Para saber trabalhar neste mercado, pequenos e grandes investidores devem ser capazes de analisar gráficos e identificar as oportunidades que o mercado financeiro lhe oferece. Se você tem interesse em atuar nesta área, conheça agora um pouco mais sobre a análise gráfica ou análise técnica, que é o tipo de análise mais utilizada por profissionais e amadores em todo o mundo.

A análise gráfica, também conhecida como análise técnica, é conhecida por utilizar-se das informações que o gráfico de um determinado ativo passa através de um histórico de preços. Para utilizar a análise técnica não é necessário ser conhecedor de questões econômicas, matemática, contabilidade, como a análise fundamentalista – outro tipo de análise utilizada no mercado financeiro e, por isso, requer apenas atenção, treino e conhecimentos sobre tendências, ciclos e padrões de preços.

Através da análise de gráficos, o investidor consegue identificar padrões de preços, tendências do mercado em períodos curtos ou mais longos de tempo, além de linhas de suporte e linhas de resistência, as quais os preços costumam respeitar. Não importa se estamos falando de índices, ações ou commodities, os padrões costumam sempre se repetir e tendem a permitir que o operador se antecipe ao próximo movimento do mercado e tenha êxito em suas operações financeiras.

A premissa mais importante da análise técnica é identificar justamente estes movimentos dos preços, deixando de lado tudo o que está externo ao elemento gráfico, como notícias, economia, política, e outros motivos, embora muitos destes fatores externos tenham o poder de alterar o preço do ativo sem respeitar qualquer padrão ou tendência. Por conta disso, muitos operadores preferem ficar longe das operações financeiras em períodos de notícias ou momentos turbulentos da economia ou política.

Entre os padrões gráficos utilizados pelos investidores que fazem uso da análise gráfica para operar no mercado estão as tendências altistas e baixistas, lateralidade (quando os preços estão laterais, com pouca volatilidade), topos e fundos de preços, pontos de suporte e resistência, entre outros. Também são bastante utilizadas ferramentas que permitem ao analista identificar tendências e os próximos passos do mercado, como as Ondas de Elliot, Pontos de Pivot Gráficos e a Sequência de Fibonacci.

É importante ressaltar, no entanto, que conhecimento em análise gráfica ou técnica não garante ao investidor sucesso em todas as suas operações. Além do conhecimento necessário para operar no mercado financeiro, é imprescindível que o investidor possua outras características particulares fundamentais para se obter sucesso, como paciência, controle psicológico e de risco, além da aplicação correta dos seus conhecimentos na prática.

Por Luana Neves


Nesse período de Páscoa o consumo de chocolates cresce impressionantemente. Chocolates são as guloseimas mais consumidas do mundo e, apesar de crises e outros problemas econômicos, o consumo aumenta anualmente a ponto da demanda por esse tipo de doce superar a produção. Dessa forma, investir em chocolates artesanais é uma opção para quem quer aumentar a renda.

Por que empreender no setor?

O primeiro motivo está na clientela que, obviamente, é grande. A possibilidade de vendas é notável e para os chocolates artesanais ela atinge uma parte bem especial do mercado. Quem busca ovos de páscoa ou qualquer tipo de chocolate artesanal está procurando uma alternativa mais saudável, produtos mais frescos e também de caráter mais pessoal para presentear seus entes queridos. Esse tipo de cliente busca o sabor acima de tudo, portanto está até disposto a pagar um pouco mais caro pelo produto. 

As possibilidades de expandir também são muitas. Muita gente começa o negócio com utensíliossimples e forminhas em casa e com a ajuda da família nos fins de semana, vendendo só para amigos próximos e acaba crescendo e abrindo uma empresa.

Como começar seu negócio

Planejar é preciso. Um bom planejamento dá a noção de custos, previsão de gastos e necessidades ao longo do caminho. Saber todos os materiais que serão necessários: máquina de banho maria, mangas de confeitaria, embalagens, refrigerador, fogão, formas e outros itens, é essencial para o investimento e o controle do orçamento. Existem cursos específicos para fazer e decorar ovos de páscoa que podem ser encontrados com facilidade pela internet.

Depois de ter feito um teste de mercado utilizando utensílios caseiros e com clientes próximos, você conseguirá dimensionar o potencial do seu negócio e ver se isso mesmo é o que você quer investir. Após essas considerações, é necessário realizar um levantamento das formas de financiamento para investir, pois, nesse negócio é preciso correr atrás de capital financeiro porque provavelmente as coisas custarão caro e então é bom ter uma garantia de capital. Quando for decidir se quer utilizar financiamento, de onde ele virá e quanto pegará emprestado é bom lembrar que o negócio pode demorar em trazer retorno financeiro, então tenha certeza de que será capaz de pagar o dinheiro de volta. Também é bom combinar um prazo estendido para o pagamento, assim fica mais fácil de arcar com o valor da dívida.

Matéria-prima

A qualidade dos produtos é muito importante, por isso a matéria-prima deve ser escolhida com cautela. O passo mais importante é decidir por um produto de qualidade já que é isso que seus clientes buscam. 

A Barion oferece uma linha variada para atender às necessidades dos profissionais do ramo dos chocolates. A Loja da Fábrica oferece produtos de qualidade com preços acessíveis. Saiba mais no site.  


Confira aqui algumas dicas de como aplicar o dinheiro para garantir retorno financeiro.

Com o cenário de crise vivenciado no país, o brasileiro procura altenativas de investimento com garantia de lucratividade. Apesar disso, é preciso pensar e pesquisar opções de aplicações que rendam dinheiro momentaneamente como é o caso da renda fixa.

De acordo com o economista-chefe da TOV Corretora, Pedro Paulo Silveira, o cenário está bastante positivo para aplicações em renda e muito incerto para o mercado de ações. Outra alternativa de aplicação, não recomendável por especialistas, é a poupança. Isso porque, essa opção no momento tá gerando lucro de 0,5% ao mês mais TR. A poupança, ainda, só é melhor do que o rendimento gerado pelo dinheiro parado na conta-corrente. 

Outro investimento financeiro comum entre os brasileiros é no dólar, mas mesmo com a alta da moeda, esse tipo de aplicação não é recomendada pelos especialistas financeiros. Porém, há exceção, isso para quem tem investimentos no exterior ou tem viagem planejada pra fora do país este ano. De acordo com o consultor financeiro André Massaro, é arriscado investir em moeda estrangeira, mesmo investidores experientes costumam se "dar mal".

O melhor investimento, neste período de baixa financeira do Brasil, é aplicar no Tesouro Nacional. Pois essa aplicação vai ter a vantagem de acompanhar a alta dos juros e, ainda, não sofre com a marcação do mercado que altera o preço do papel diariamente. Segundo o diretor de operações da FN Capital, uma taxa de juros alta, torna a renda fixa muito atraente, principalmente os títulos do Tesouro que pagam uma remuneração atrelada à taxa Selic. Além de investir em títulos do Tesouro Nacional, é sugerido ainda acompanhar toda a movimentação referente aos juros gerados pela aplicação e comparar em relação a outras aplicações disponíveis. 

De acordo com levantamentos de empresas especialistas em investimentos financeiros, a procura de novos investidores em poupança reduziu muito em relação ao ano de 2014.

Stephanie Rodrigues do Nascimento


As agências de avaliação de risco são importantes para o Brasil, pois anunciam aos credores internacionais o quanto o país é mau pagador.

Como consequência de adiamentos para anunciar o pacote fiscal que visa reequilibrar a economia brasileira, o país acabou sendo rebaixado por duas agências de classificação de risco. Mas você sabe por que as avaliações das agências são tão importantes para o Brasil?

Trocando em miúdos, é como se a agência anunciasse aos possíveis credores internacionais que o Brasil é um possível mau pagador, que sua situação financeira está complicada e que investimentos no país são arriscados. E nada pior para o Brasil do que ficar com fama de mau pagador logo em uma época de crise, onde a ajuda internacional poderia ser uma solução para diminuir o sufoco, não é mesmo?

No mundo existem três importantes agências de avaliação de risco: A Standard & Poor’s, a Moody’s e Fitch, que juntas dominam quase 90% do mercado especulativo. O Brasil já foi rebaixado por duas delas (S&P e Moody’s), o que pode complicar a situação financeira do país.

Isso se explica porque há investidores que só podem colocar dinheiro em países com etiqueta de grau de investimento, e se o país acaba de perder a sua em duas importantes agências, o número de investidores diminui consideravelmente. E o Brasil tem que pagar mais caro para conseguir crédito no exterior, sujeitando-se a juros mais altos dos investidores. E quem pagaria a conta?

Acertou se pensou nós. Isso mesmo! O resultado do rebaixamento é a queda de investimento no país, e juros bem mais altos dos possíveis credores e quem paga essa conta somos nós cidadãos, com alta de impostos, juros e corte de gastos.

Outro aspecto negativo do rebaixamento do país é que como consequência suas grandes empresas também são rebaixadas, tendo a mesma dificuldade do país para conseguir investidores.

O governo está tentando a passos lentos retomar as rédeas da economia do Brasil. Talvez, se as medidas fiscais anunciadas semanas atrás, fossem anunciadas no começo do ano, onde percebeu-se a crise, o país já estaria a caminho de solucionar seus problemas econômicos e possivelmente não teríamos esse rebaixamento da nota de crédito.

Os esforços agora são para evitar um segundo rebaixamento, o que complicaria ainda mais a situação brasileira. Para tentar evitar o fato, o governo tenta apertar ainda mais os gastos e ressuscitar a CPMF, como forma de arrecadação para o pagamento da dívida e para convencer as agências de que algo está sendo feito, que o lado fiscal do país não está estacionado.

Por Patrícia Generoso

Avaliação de risco


Queda prevista pelo Banco Central para os investimentos no Brasil é de 12,1%. Já neste ano de 2015 a previsão é de recuo de 12,3%.

De acordo com as previsões feitas pelo Banco Central, os investimentos no Brasil continuarão em queda para o próximo ano. Segundo o banco, a denominada Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) que é acumulada por 12 meses, até o mês de junho do próximo ano, vai ter um recuo de 12,1%. No ano de 2015, a previsão do Banco Central é que a queda dos investimentos fique em torno de 12,3%.

Para a indústria brasileira, o cenário continuará em recessão com queda prevista de 5% em um ano, até o final do segundo semestre do ano de 2016. Este ano, o Banco Central prevê uma redução de 5,6% para o setor industrial.

Outro setor que também está ameaçado pelas quedas é o de serviços, que terá queda de 1,2% no acumulado de 12 meses até o mês de junho. Para este ano, a previsão é de que o índice de recuo fique em 1,6%.

Dentre os setores analisados, o único que manterá o dinamismo para o próximo ano é o agropecuário, que contrariando os outros pesquisados, tem previsão de expansão para o próximo ano de 1,9%, no acumulado de 12 meses, até o final do primeiro semestre do ano de 2016. Mas, mesmo com a previsão de alta o setor tem um resultado pior do que o esperado para este ano, onde os especialistas do BC projetavam uma alta de 2,6%.

É natural que as previsões para o próximo ano na economia brasileira não sejam tão otimistas. Como já estamos quase no final do ano, e as tão esperadas medidas fiscais ainda não foram efetivamente postas em prática, é normal que a previsão seja de uma recuperação lenta.

O governo Dilma apenas precisa se apressar para colocar o pacote de medidas fiscais logo em prática, para evitar que o cenário pessimista e as constantes quedas não se prolonguem também para o segundo semestre de 2016, culminando com possíveis novos rebaixamentos da nota de crédito do país. A esperança é de que as medidas sejam efetivas, e de que o país estabilize e volte a crescer no segundo semestre de 2016, ou no mais tardar, no primeiro semestre de 2017.

Por Patrícia Generoso

Investimentos no Brasil


Agência Standard & Poor?s rebaixou 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A situação econômica do país está se agravando cada vez mais. Com isso, algumas empresas, responsáveis por avaliar o grau de investimento do país e de suas empresas estão cada vez mais desconfiadas. Primeiro, a agência Moody’s diminuiu a nota do Brasil, como bom pagador, e agora a Standard & Poor’s rebaixou a nota de 31 empresas brasileiras na última quinta-feira (dia 10). Dentre as empresas que tiveram o rebaixamento, destaca-se a Petrobras. A agência também rebaixou outras 13 instituições financeiras, retirando o selo de bom pagador de 11 delas.

A ação é consequência do rebaixamento da nota de crédito do Brasil, pela agência Moody’s. O fato, que aconteceu na véspera, fez com que o Brasil fosse visto com desconfiança pela S&P. Isso, porém, não quer dizer que as empresas estejam em crise, mas somente sob desconfiança, pelo cenário ruim de nossa economia.

7 das 31 companhias conseguiram manter o seu grau de investimento, porque segundo a S&P, existe uma distância máxima que estas empresas conseguem manter, com relação ao rating do país. Dentre as empresas que conseguiram manter seu grau estão Ambev, Globo e Votorantim.

Petrobras:

A estatal foi rebaixada em dois níveis: de BBB-, para BB, com perspectiva ainda de poder ser rebaixada novamente. A S&P, disse que a perspectiva de um novo rebaixamento da Petrobras deve-se à situação econômica e política do Brasil.

A S&P disse que continuará avaliando a qualidade de crédito das empresas brasileiras baseada na qualidade do crédito soberano do Brasil e das perspectivas econômicas do país.

A agência acredita que para sair da crise, o Brasil tem que mostrar um comprometimento sólido e consistente. Somente assim poderá reverter sua situação econômica pessimista e voltar a ter um bom grau de investimento.

A Petrobras por sua vez, em comunicado à imprensa afirmou que a financiabilidade de seus projetos deste ano foi alcançada com a ajuda de financiamentos de instituições financeiras do próprio país e do exterior e esclareceu que acredita que seus financiamentos não possuem relação com o rating das agências, que não possui nenhuma cláusula ligando-a a estas. Dessa forma, acredita que seu rebaixamento não alterará os seus contratos vigentes.

Por Patrícia Generoso

Moedas


Agência que tirou o grau de investimento do Brasil apontou que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo.

A agência Standard & Poor’s apontou na última quinta-feira (dia 10), que o Brasil precisa demonstrar consistente e sólido comprometimento para que possa reverter a sua situação e voltar a ter um grau de investimento positivo. Para eles, a combinação de um bom ambiente político e medidas para que o país possa voltar a crescer são fatores chamados de questões desafiadoras.

Ainda segundo a agência, para que o Brasil saia da atual situação, o ministro da Fazenda Joaquim Levi, deve implementar corretamente as medidas do ajuste fiscal e conseguir reverter o déficit primário registrado para o orçamento de 2016.

A agência diz entender que o Governo está trabalhando para reverter a sua situação econômica, mas acredita que ainda existam riscos causados pela instabilidade do congresso nacional e também pela deterioração econômica do país. Segundo eles, os riscos estão bem revelados, “em cima da mesa”.

Quando foram questionados sobre a possibilidade de uma segunda queda do país, os especialistas afirmaram que uma grande decisão já foi tomada (rebaixar o Brasil para grau especulativo) e que é preciso avaliar as decisões importantes que serão tomadas, para só então avaliar novamente a situação do Brasil. Os especialistas também não deram prazos para uma nova avaliação da nota de risco do Brasil.

A S&P afirmou também que para chegar à decisão final sobre a nota de risco do Brasil, levaram em conta toda a situação econômica do país, não somente a crise no Governo. A agência elogiou a investigação da corrupção atual no Brasil, já que mostra que o Brasil tem uma política institucional forte. Ela acredita que o bom andamento das investigações pode ser um dos caminhos para trazer de novo uma boa avaliação para a nota brasileira.

A agência ainda avaliou positivamente as medidas tomadas pelo ministro da Fazenda, Joaquim Levi, e disse que muitas outras opções podem ser implementadas, seja de forma temporária ou estrutural, mas que está avaliando a combinação dessas decisões para repensar a nota dada ao país. Quanto mais cedo as ações forem implementadas, melhor a impressão transmitida para agência, e mais rápido recuperaremos a nota de crédito perdida.

Parece que o futuro da economia brasileira, mais do que nunca, está nas mãos de Levi.

Por Patrícia Generoso

Economia Brasil


Com a crise financeira do Brasil e a alta dos juros, a Renda Fixa está sendo o melhor investimento atualmente.

O brasileiro continua com o péssimo hábito de investir seu dinheiro na poupança. Apesar das vantagens oferecidas, os juros da poupança não conseguem nem mesmo manter o valor do dinheiro depositado e hoje, quem tem investido na poupança, na verdade está perdendo dinheiro.

O Copom – Comitê de Política Monetária, do Banco Central vai manter a mesma taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano e, assim, com os juros mais altos é preciso fazer uma reavaliação para saber onde é melhor aplicar seu dinheiro.

E com juros altos, a melhor opção de investimento está sendo mesmo a Renda Fixa, mas atenção: colocar todo seu dinheiro em um só lugar é um grande erro.

Atualmente as pessoas estão muito interessadas em investir principalmente no dólar, que não para de subir, mas com os juros nas alturas, o melhor é não optar por um investimento de risco, a não ser que o investidor tenha muito dinheiro e poderá se manter com tranquilidade, caso seu investimento não dê o resultado esperado. Imagine que você pegue seu dinheiro, compre dólar e de repente o dólar começa a cair.
Se você investe em uma LCI que está pagando 97% do CDI em apenas 1 ano, já terá uma rentabilidade líquida de quase 14%.

Para fazer um bom investimento no dólar ou mesmo na Bolsa, seria preciso ter uma certeza muito grande de que conseguiria um rendimento maior que 14% no período de 1 ano, e ninguém pode lhe dar esta certeza.

Vale lembrar ainda que, com um rendimento de 13% ao ano, em um período de 6 anos o seu capital passa a ter o dobro do valor.

Um dos melhores investimentos no momento é o Tesouro Direto, justamente por causa da alta taxa de juros, mas o bom mesmo é diversificar suas aplicações, por exemplo, o Tesouro Selic pode ser um bom início para quem está começando agora, tem o Tesouro IPCA e o Prefixado, sendo que neste caso é importante o investidor saber quando vai precisar de dinheiro para optar pelos títulos que estarão vencendo justamente neste período.

Esqueça a poupança, pois ela está dando é prejuízo! Invista seu dinheiro na Renda Fixa, fazendo todos os cálculos e verá que o rendimento será bem melhor.

Por Russel

Investimentos


Com a crise econômica pela qual o Brasil está passando, os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre de 2015. No mês de julho, por exemplo, o recuo foi de cerca de 37%.

Os reflexos da crise política e econômica sofrida pelo Brasil em 2015 são sentidos em quase todos os dados econômicos do País. De acordo com números do Banco Central (BC), os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre deste ano.

No mês de julho, o órgão monetário afirmou que os investimentos diretos recuaram cerca de 37%, para US$ 6 bilhões.   

A expectativa é que os números continuem apresentando quedas. Para agosto, o BC espera uma entrada de US$ 3 bilhões, número bem inferior ao do mesmo período do ano passado, quando registrou US$ 10 bilhões. Até o final dos três primeiros meses do ano, o recuo acumulado estava em 33%

Segundo Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, a redução da chegada de capital internacional é comparada ao que tem acontecido em relação aos investimentos com recursos nacionais no País. Ele acredita que há um recuo significativo dos investimentos, independente de ser externo ou nacional. O comportamento dos investidores estrangeiros é reflexo do que se tem observado em dados das contas nacionais.   

O chefe do departamento ainda afirma que o recuo no investimento direto não afeta o financiamento do déficit brasileiro em suas transações envolvendo serviços, bens e rendas com o exterior.    

O BC também divulgou dados do mercado de viagens internacionais. Como era de se esperar, os destinos fora do Brasil recuaram cerca de 30% levando em conta os meses de janeiro a julho. O valor atingido foi o menor desde o ano de 2010. Maciel afirma que os dados do BC refletem um aprofundamento dessa tendência, projetando que a queda nas despesas líquidas chegará a 46%.   Certamente a taxa do câmbio tem influenciado diretamente a queda da procura por viagens internacionais. A fraca atividade econômica do País também colabora para a queda acentuada nesse índice, visto que os consumidores tendem a escolher destinos nacionais ou até mesmo não viajarem.

Por William Nascimento

Investimentos estrangeiros


O mês de julho de 2015 teve recorde em número de investidores registrados no Tesouro Direto. 15.095 novos cadastrados foram realizados no mês.

Julho de 2015foi um mês bastante memorável para o Tesouro Direto, haja vista o programa ter alcançado um grande número de investidores. Para aqueles que não conhecem esse programa, saibam que o Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 e através dele é possível que investidores do tipo pessoa física adquiram títulos públicos de forma simples e fácil. Portanto, é possível comprar títulos públicos por meio da internet, banco ou corretora, sem que seja necessária a aplicação em um fundo de investimentos.

O grande destaque do mês de julho se deu pelos 15.095 novos cadastrados que o programa registrou no sétimo mês de 2015. Esse resultado representa nada menos que o maior volume mensal desde a sua criação em 2002. Com o volume de novos cadastrados o programa chegou a 536.979 investidores no total.

Além do grande resultado em relação aos novos investidores, o mês de julho também foi positivo quando o assunto são as vendas de títulos públicos utilizando o Tesouro Direto. Com isso, o volume total de vendas em julho chegou a R$ 1,21 bilhão, enquanto que as vendas líquidas chegaram a R$ 922,9 milhões. Vale ressaltar que ambos os resultados citados são as segundas melhores marcas da série.

Já o estoque de títulos vendidos através do Tesouro Direto, o volume total de mercado, chegou a incrível marca de R$ 19,47 bilhões no mês de julho. Tal resultado representa um aumento de nada menos que 6,1% em relação a junho de 2015 que registrou R$ 18,35 bilhões. E quando a comparação é feita com julho de 2014, o resultado é ainda melhor: aumento de 41,8%, haja vista os R$ 13,73 bilhões registrados na ocasião.

Em relação a este resultado, os títulos remunerados através de índices de preços são os responsáveis pelo grande volume atual, pois tais títulos representam o maior volume do estoque: 60,6%. Logo em seguida temos os títulos prefixados que representam um volume total de 21,1% do estoque. Já os títulos que são indexados com a Selic representam volume de 18,3%.

Por Bruno Henrique

Tesouro Direto


Rentabilidade da poupança é menor que a inflação pelo 7º mês seguido, o que faz dela o pior investimento deste ano.

A poupança conseguiu pelo sétimo mês seguido render menos que a inflação e, com isso, amarga a marca do pior investimento neste ano de 2015.

A poupança sempre foi uma forma considerada pela população simples e segura para guardar o dinheiro e com isso garantir o futuro através dos juros e sem ter que pagar o Imposto de Renda, mas atualmente ela apresenta um rendimento de 6% ao ano mais a TR (Taxa Referencial), enquanto que a inflação em 12 meses tem acumulado uma alta que chegou a 8,89% somente no mês de junho e com isso temos uma população que a cada dia tem o seu poder de compra diminuindo significantemente.

Esses dados foram levantados pela consultoria Economatica e ela ressalta que esse tipo de cálculo de rendimento negativo é muito preocupante e não pode ser resolvido em um piscar de olhos, realizando simplesmente a subtração das porcentagens para chegar ao tão esperado resultado final.

A poupança, infelizmente, é considerada o pior investimento neste ano, pois o seu rendimento mensal, menos a inflação do período, é negativo desde o último mês de dezembro.

Em junho de 2015 ela teve uma perda de 0,11% e, com isso, manteve-se bem distante dos outros tipos de investimentos, onde podemos destacar que o Ouro chegou a ficar em 10,43%, o Dólar Ptax Venda na marca de 10,02%, o Ibovespa em -0,02%, o CDI em -0,23% e a Poupança somente registrou -2,26%.

A Poupança é um dos piores investimentos atualmente, ela conseguiu este ano uma diferença negativa quando se trata de depósitos e saques, pois realizada a retirada de R$ 6,261 bilhões a mais do que foi depositado no último mês de junho.

Quais os motivos levaram a toda essa retirada do dinheiro da poupança?

Podemos classificar que a população fez tudo isso diante dos seguintes fatos:

  • Aumento do desemprego;
  • Alta do endividamento;
  • Taxas de juros mais altas, direcionando para outros investimentos.

Agora devemos investir em outros meios como o CDB, os Fundos de Renda Fixa, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), a Previdência Privada e o Tesouro Direto para garantir um futuro bem mais tranquilo.

Por Fernanda de Godoi

Poupança


Algumas ações e dividendos são as melhores opções para lucrar mais no mês de agosto.

Quem investe na bolsa de valores deve estar sempre atento às projeções para este mês, para fazer bons investimentos e obter o máximo de lucros que puder. Algumas ações são altamente recomendadas para o mês de agosto, segundo 20 corretoras famosas pesquisadas pela revista Exame.com. Confira quais são:

Itaú Unibanco e Ambev:

14 das 20 carteiras indicaram as ações do Itaú Unibanco e da Ambev que lideram a preferência dos investidores para o mês de agosto.

O Itaú (ITUB4) teve alta recomendação, pois o banco teve um aumento de spreads, ou seja, a diferença entre o pago para captar seus recursos e o cobrado ao cliente ao conceder um empréstimo. O aumento dos spreads do Itaú foi impulsionado pelo aumento da Taxa Selic e é um dos fatores pelos quais o banco possui bons resultados para os investidores.

Já a Ambev (ABEV3) teve bons resultados no segundo trimestre do ano, segundo o relatório Planner. E Apesar do registro de uma pequena queda na venda de cervejas no país a fabricante conseguiu mesmo assim elevar seu lucro durante o período e é uma excelente aposta de investimentos para o mês.

Suzanno:

12 das 20 carteiras sugeriram as ações da Suzanno (SUZB5) para o corrente mês. Segundo os analistas, os papéis da empresa se beneficiam muito com a alta do dólar, pois grande parte de sua produção (celulose e fibra de eucalipto) é vendida em outros países e boa parte de sua receita é recebida em dólar.

Boas pagadoras de lucros (dividendos):

A revista Exame.com também pesquisou quais as ações melhores pagadoras de dividendos para o mês de agosto. Dentre estas podem estar algumas que não têm tanta variação no seu capital, mas que oferecem bons lucros aos investidores. A pesquisa contou com 12 corretoras do mercado de ações.

As empresas que pagam dividendos aos acionistas geralmente são líderes de mercado e altamente estáveis (geralmente da área de energia ou financeira) e, portanto, não sofrem tantas alterações na bolsa, como as outras empresas cujo capital oscila de acordo com o cenário econômico do país. Os investimentos nessas carteiras são recomendados para investidores mais tradicionais, que não querem correr tanto risco com as variações de mercado.

Alupar – Transmissora e geradora de energia: Ocupa o primeiro lugar de 8 dentre as 12 pesquisadas.

Telefônica Vivo: Ocupa o segundo o lugar no ranking das que mais pagam lucros aos seus investidores.

– Em terceiro lugar empatam as empresas: BB Seguridade (seguradora do Banco do Brasil) e a Valid, empresa que atua no setor de certificação digital e meios de pagamento informatizados.

Seja em meio de Dividendos ou ganho de capitais o importante para quem aposta em investimentos na Bolsa de Valores é acompanhar de perto não só o cenário econômico do pais, mas também o histórico das empresas e suas notícias internas, como forma de se prevenir de perdas de grandes quantias.

Por Patrícia Generoso

Bolsa de valores


Alguns fundos de investimentos foram os que mais renderam em junho. Já a poupança e Títulos Públicos com prazos mais longos foram considerados maus investimentos.

Quem está em busca de bons investimentos deve ficar atento às variações no cenário financeiro do país. Uma forma disso é acompanhar os melhores e piores investimentos dos meses anteriores.

Confira os dados coletados no mês de junho:

Os fundos que registraram maior alta no último mês de junho foram os referenciados DI. Segundo pesquisas, esses fundos registraram rentabilidade de 1,07%. Quem investe nesse tipo de fundo investe pelo menos 95% de seu patrimônio em títulos de renda fixa ou em operações que variam de acordo com a taxa de juros CDI ou Selic.

O segundo tipo de fundo que mais rendeu foi o de renda fixa, que tiveram alta de 1,05% no último mês. Os consumidores que optam pela renda fixa investem 80% de seus investimentos em títulos públicos e ativos de menor risco no mercado.

Os títulos Multimercados, Juros e Moedas renderam 1% em junho e ocupam o terceiro lugar no balanço mensal de aplicações. Esse tipo de produto tem o investimento voltado a ativos de renda fixa.

Todos os dados referem-se à data de 29 de junho. Os fundos citados acima registraram os melhores rendimentos, por serem consideradas mais conservadoras e serem beneficiadas pela alta taxa de juros. Em sua grande maioria, os investimentos citados acompanham o crescimento da Taxa Selic.

Já a poupança anda perdendo espaço na preferência dos consumidores, e já é considerada pela maioria deles um mau investimento, pois sua a elevação da taxa básica dos juros foi de 0,50 ponto percentual no começo desse mês, chegando a 13,75%. A poupança segue a Taxa Referencial do mês mais 0,5%, deixando seu rendimento bem menos atrativo do que os outros investimentos que acompanham a alta da taxa Selic, que rende mais que 8,5% ao ano. 

Outro tipo de investimento que está em queda no gosto dos consumidores são os Títulos Públicos com prazos mais longos, que no último mês ocuparam a lanterna na preferência dos investidores. A rentabilidade do título IPCA+2035 caiu cerca de 3,7% no último mês e o IPCA+com juros semestrais 2050 teve queda de 2,32%. Como a taxa Selic tende a aumentar até o final do ano, segundo uma projeção de mercado, esses títulos registraram altas quedas no mês passado.      

Por Patrícia Generoso

Investimentos


A companhia Telecom, operadora que possui o controle majoritário da brasileira TIM, anunciou que está disposta a investir no Brasil R$ 14 bilhões até o ano de 2017. O pronunciamento ficou por conta do Presidente da Telecom, Marco Patuano, através de uma teleconferência na sexta-feira, 20 de fevereiro.

A empresa desenhou como plano estratégico, o investimento de até 14,5 bilhões de euros entre os anos de 2015 e 2017 a nível mundial. Deste valor total de investimentos, 10 bilhões são reservados à Itália. 

No Brasil, a empresa pretende financiar os seus investimentos por meio dos recursos de torres vendidas e a redução do pagamento dos dividendos aos acionistas da operadora TIM. O valor a ser investido nesta empresa de telefonia brasileira é R$ 2 bilhões superior ao que era previsto em termos de crescimento.

De acordo com o Presidente do Grupo italiano, os investimentos que serão feitos no Brasil serão destinados, principalmente, à banda larga móvel e doméstica (fibra e rede com alta velocidade). A intenção da Telecom é ampliar o raio de alcance da cobertura 4G para que ela possa estar funcionando em 15 mil locais e que a cobertura 3G seja aumentada para 14 mil locais. Esses números estão previstos para serem alcançados até 2017. 

Ainda de acordo com as expectativas da organização em terras brasileiras, é esperado que o lucro da Telecom apresente um crescimento contínuo durante estes três anos até 2017, ano-meta. Já na Itália o lucro deverá ser estabilizado em 2016 e voltará a crescer em 2017. Este lucro esperado pela companhia italiana é o calculado antes do desconto de juros, amortização, impostos e depreciação, chamado de Ebitda.

Durante a teleconferência, o CEO da Telecom, Giuseppe Recchi, informou que a empresa está buscando lidar da melhor forma possível com as leis regulatórias de países como Espanha e Estados Unidos que reprimem investimentos de forma mais dura.

O plano estratégico realizado para os anos de 2015 a 2017 indica que realizando esses investimentos bilionários, em três anos o Grupo economizará 1 bilhão de euros com atividades relativas à eficiência.

Por Melina Menezes

Telecom

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Alguns especialistas em economia e carteira de investimentos indicam quais as melhores ações para se investir neste mês de fevereiro. Muitas empresas que possuem ações no mercado estão em baixa e as opções de recomendações são poucas.

A maior comprovação desse fato é que em janeiro todas as corretoras de valores tiveram um desempenho negativo, juntamente com a bolsa brasileira Ibovespa, que teve uma piora de 6,20% somente no mês passado.

Neste cenário de instabilidades principalmente por causa dos escândalos da Petrobras, as recomendações ficam para as ações do Itaú Unibanco em primeiro lugar, com sugestão de 16 das 22 carteiras mais recomendadas por especialistas. Logo após, empatadas, vêm a BRF e BB Seguridade com 11 recomendações.

Investir em ações de bancos é a recomendação mais segura ao longo do ano. O Itaú Unibanco (ITUB4) tem rumores de aumento considerável de lucro, o que valoriza ainda mais as ações. Além disso, o aumento da taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação, faz com que os bancos aumentem seus spreads (diferença entre a taxa de captação de capital entre investidores da taxa pedida pelas instituições financeiras para seus empréstimos para clientes). E a tendência, de acordo com o mercado, é de que o governo faça mais reajustes da taxa de juros este ano.

E não é só isso. Especialistas também afirmam que não basta apenas investir em ações de bancos, é preciso saber qual das instituições está mais preparada para lidar com a expectativa negativa de desaceleração de crescimento do país e consequentemente do maior número de inadimplentes no mercado. Segundo relatório da Citi Corretora, o Itaú Unibanco é o mais preparado para enfrentar esse cenário econômico atual e futuro.

A segunda empresa mais recomendada, a BRF (BRFS3), surgiu após a fusão da Perdigão com a Sadia no ano de 2009 e tem a sugestão de crescimento para os estudiosos no assunto. Por a empresa realizar muitos negócios internacionais a tendência é que as exportações da companhia aumentem neste cenário de desvalorização cambial, ou seja, com o real fraco a exportação de produtos sai mais barata. Segundo relatório da Um Investimentos, a BRF é a terceira exportadora do Brasil e 45% do seu retorno financeiro é obtido no mercado internacional.

A também segunda indicação de compra de ações de investimentos tem uma grande tendência de crescimento no mercado. A BB Seguridade (BBSE3) é uma das diretorias do Banco do Brasil e agrega muito valor pela grandiosa potência que o mercado de seguros tem para crescer e desenvolver, já que o Brasil ainda tem uma baixa penetração neste setor em comparação com outros países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A BB Seguridade, especificamente, foi a escolhida dentre outras famosas instituições de seguros pela sua condição de ampliação da base de clientes, afinal a empresa aumentou consideravelmente a sua proporção de agências e existe expectativas de mais crescimento.

Por fim, dez corretoras também indicam para fevereiro o investimento nas ações do Bradesco (BBDC4) e da Suzano (SUZB5).

Por Carolina Costa

A?es para investir

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Está pensativo neste ano que se iniciará e cheio de vontade de fazer aquele investimento que não pôde ser feito? Pois então, o melhor momento de se decidir é agora, um pouco antes deste ano começar.

Pensando nisso, apresentaremos algumas dicas que podem ser úteis se a sua decisão for pelo investimento em ações. Mas antes de falar sobre quais são as empresas que podem gerar mais lucro em 2015, precisamos relembrar no que consiste o investimento em ações.

Como sabemos, investir em ações significa que você irá investir em um fundo que lhe proporcionará uma renda variável.

É a mesma lógica dos fundos de ações e dos fundos imobiliários, por exemplo, isto é, eles podem render bem, até mais do que as outras modalidades (fundos de renda fixa, poupança, CDB), mas é preciso lembrar que, como se trata de investimentos que envolvem mais riscos do que o normal, é necessário que você tenha duas características: um perfil de investidor e uma base sólida em outros investimentos de baixo risco (algo como uma reserva de capital).

Passamos agora para listar algumas boas promessas de ações que podem satisfazer os investidores em 2015, segundo analistas:

A primeira delas é a BRFS3, uma empresa do ramos de alimentos, considerada por muitos como bastante sólida. Basta lembrar que é a detentora de marcas como Sadia, Batavo e Perdigão. Ela é uma empresa que possui baixa dívida e vende produtos consolidadamente efetivos, ou seja, com imensas chances de vender sempre, já que são "artigos" de primeira necessidade.

O grupo Itaú/Unibanco também está entre os bem cotados para o próximo ano. É uma instituição financeira privada muito bem sucedida, com uma carteira sólida de clientes, com mais de 4 mil agências pelo mundo, e um excelente valor de mercado: cerca de 215 bilhões de reais.

A Telefônica Brasil é a terceira bem cotada da nossa lista. Tem mais de 90 milhões de clientes, cobrindo serviços de telefonia móvel e fixa, internet e TV privada. Tem tudo para atrair investidores.

Por fim, lembremos que os analistas ainda dão crédito à Estácio e ao grupo Pão de Açúcar. A primeira, atuante do setor educacional, vem cada vez mais se firmando no setor de educação à distância. O segundo é nada menos do que a maior  empresa do ramo varejista da América Latina, possuindo cerca de 154 mil empregados em todas as suas unidades.

Mas se estiver ainda em dúvidas sobre qual investimento escolher, o melhor a fazer é avaliar seu perfil. Para isso, acesse o link: http://www.euqueroinvestir.com/teste-de-perfil-suitability/.

Por Alberto Vicente

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A caderneta de poupança continua sendo o maior investimento escolhido pelas pessoas, outra forma de investimento é o chamado Tesouro Direto que significa compra e venda de títulos públicos federais pela internet. Esse investimento, apesar de não ser o mais escolhido, está crescendo e já soma 420 mil pessoas.

Aparentemente as pessoas não conhecem como funciona o Tesouro Direto e por isso não investem nele, segundo o diretor da Easynvest Corretora, Amerson Magalhães, o programa ganha novos investidores apenas quando eles adquirem conhecimento sobre o Tesouro Direto.

O rendimento da poupança este ano foi de 6,99% em 12 meses, o título público federal que é considerado o mais seguro de oscilações de mercado permaneceu com rentabilidade bruta de 10,42% no mesmo período, possuindo um ganho liquido de 8,60% ao ano.

Para uma pessoa querer investir no título federal basta apenas possui um valor mínimo de R$ 70 e ter cadastro em qualquer banco a sua escolha. Existem taxas de administração em alguns bancos que variam entre 0,40% e 0,50% ao ano. Outra taxa que todos cobram é a de custodia da BM&FBovespa, de 0,3% ao ano, sendo cobrada na venda do título, no pagamento dos juros, no vencimento do título, ou semestralmente nas datas de 1º de janeiro e 1º de julho do ano corrente e o investidor deve possuir ainda os papeis.

Passo-a-passo de como investir no Tesouro Direto:

1.     Após o cadastro e com sua senha provisória do banco ou da corretora, é realizada transferência de recursos para esta conta;

2.    O investidor deve acessar o site pelo link www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto procurar o ícone chamado “Invista Agora” e acessar;

3.    Conectar com seu CPF e senha provisória (poderá ser efetuada a troca de senha caso o investidor desejar);

4.    Verificar quais são os títulos públicos federais que estão disponíveis para compra. São identificados por tipo, data de vencimento, indexador e taxa de juros ao ano. Existem três tipos em cinco papéis diferentes, o de juros pós-fixados [LFT], os de juros pré-fixados, em que o investidor já conhece o quanto vai receber [LTN e NTN-F], e os de inflação [NTN-B e NTN-B Principal], que pagam juros reais mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA];

5.    Na página do Tesouro Direto resume-se em agendar a compra selecionando o item "agendar" ou comprar diretamente selecionado o item "comprar";

6.    Identificar o agente de custodia;

7.    Escolha da quantidade a ser comprada, sendo o mínimo 10% de um título;

8. Confirmação da compra do título, terá todas as informações e terá a opção de cancelamento ou adicionar títulos.

9. E por ultimo, caso queira vender o título basta acessar sua conta no site e procurar o item “vender”.

Por Igor Teixeira

Dicas de investimento

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Em setembro o dólar foi o campeão de valorização para aplicação. Com o aumento de 9,33%, liderou o ranking como principal investimento. Foi seguido pelo ouro, bem menos expressivo no período, com seus 2,7% e em terceiro lugar pelas Notas do Tesouro Nacional série B principal NTN-B Principal (vencimento 15/05/2015) que subiu 1,04%.

Ao consultarmos o desempenho anual desses investimentos temos revelada uma espécie de inversão da pirâmide: as NTN-B principal estão com 9,03%, o Ouro com 4,97% e o dólar com aumento de 4,68%.

A expectativa inicial da vitória da presidente Dilma Rousseff pode ser considerada a principal responsável pela alta do câmbio no último mês. Porém, a votação no candidato Aécio Neves promete reverter a situação até o segundo turno, além de gerar certo aquecimento na economia.

Após a eleição, a Ibovespa começou o dia com valorização de 8% e desacelerou até 4,7% com destaques nos setores financeiros e estatais. Nessa brincadeira de eleições o dólar terminou em queda de 1,43%.

O que podemos depreender é a preferência do mercado pelo candidato Aécio Neves, que prega uma economia mais liberal e com menos intervencionismo estatal em detrimento da candidata Dilma Rousseff.

Os economistas alertam que essa queda do câmbio devido ao resultado das eleições é um fenômeno temporário e de curto prazo e que o dólar deve continuar em alta até o próximo ano. Segundo especialistas, portanto, mesmo diante da queda atual, o investimento ainda se mostra seguro.  

O aumento das intenções de voto na atual presidente ao longo do mês passado alimentou nos investidores preocupações com a inflação e consequente aumento dos preços dos produtos importados. Essa situação foi responsável pelo maior aumento mensal do dólar no país nos últimos três anos segundo a revista Reuters.

Os três piores investimentos mensais foram: NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) com déficit de 14,82%, Ibovespa com défcit mensal de 11,70% e NTN-B (vencimento 15/05/2050) com déficit de 10,48%.

Os desempenhos anuais dos NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) e NTN-B (vencimento 15/05/2050) apresentam desempenho anual 11,93% e 13,48%.

Por João Flávio Gomes Faria


O Brasil vem se desenvolvendo bastante na área do mercado de capitais, isso faz com que as pessoas pesquisem e se interessem mais por outros tipos de investimento além da já conhecida poupança.

Uma modalidade de investimento que tem se tornado mais comum aqui no país é o FIP, Fundo de Investimento em Participações, voltado principalmente para quem deseja atuar mais efetivamente para o desenvolvimento das empresas que investiu. Os recursos deste fundo permitem ao investidor participar das decisões e definições estratégicas da companhia.

Embora o FIP esteja em crescimento cabe destacar que esse tipo de investimento possui cotas caras e o tempo de carência é alto, se comparado a outros tipos de fundo. Isso quer dizer que o investidor desse tipo de fundo deve ser aquele que aceita um certo risco e que quer uma boa renda, mas a longo prazo.

O Fundo de Investimento Imobiliário, FII, é bastante parecido com o FIP, mas seus ganhos são obtidos através do aluguel, arrendamento ou da alienação de unidades empreendidas investidas, ou seja, o lucro é gerado pela cobrança de parte do valor arrecadado, ou de uma porcentagem do valor total do imóvel.

Esse fundo exige do investidor um conhecimento de valorização de imóveis por região, para saber melhor onde e como aplicar. Além disso, os riscos são relativamente altos e a rentabilidade, nem sempre grande, é de longo prazo.

Já o FIDC, Fundo de Investimento em Direitos Creditórios, está relacionado à aquisição de títulos e direitos de créditos de operações financeiras, comerciais, imobiliárias, entre outros. Esse tipo de fundo pretende garantir a segurança do crédito em nosso mercado, amenizando o risco de crédito do cedente. São diversos os tipos de crédito que podem ser adquiridos pelo FIDC, como créditos consignados, imobiliários, financiamentos, duplicadas e etc.

Para os interessados em investir neste tipo de fundo vale uma boa análise do cedente para que possa fazer as negociações em segurança. O FIDC se diferencia dos outros fundos por apresentar uma maior segurança para o investidor, além de possuir uma maior rentabilidade.

Por Joana Junqueira Borges


A empresa de comércio online Alibaba, fez sua estreia na bolsa de valores na última sexta-deira (19/09), e seu fundador acompanhou tudo de perto. A empresa escolheu oito clientes para tocar a compainha, que anunciou a abertura da sessão.

Jack Ma, fundador da empresa, estava eufórico com o início das negociações dos títulos. Com um inglês para ninguém botar defeito, declarou "confiem em nós", em entrevista ao canal financeiro CNBC, em referência às dúvidas sobre os riscos que cercam o seu grupo. Logo após a sua abertura, as ações da Alibaba dispararam em Wall Street, em meio a muito otimismo sobre as perspectivas da empresa chinesa de varejo eletrônico.

Com o símbolo "BABA", a empresa chinesa é cotada na bolsa de valores de Nova York. Depois do lance inicial, a ação do Alibaba subiu 41%. De US$ 68 a ação chegou a US$ 95,90. Devido a essa alta, leva a companhia ao valor de mercado de mais US$ 229 bilhões, superando as gigantes empresas como Facebook,Cisco, e a suas rivais Amazon e eBay.

Os investidores, interessados no crescimento rápido da China e na evolução do setor de internet, têm escolhido ações da companhia desde que iniciaram as apresentações na semana passada. Segundo, Scott Wingo, presidente da ChannelAdvisor, fornecedora de software e e-commerce, a Alibaba está na classe do Facebook e Google, pela escala que têm, além de perspectivas de crescimento e rentabilidade.

A empresa captou mais de US$ 25 bilhões na sua chegada triunfal na Wall Street. É a maior entrada da história da bolsa de valores.

A empresa quer expandir seus negócios nos Estados Unidos e na Europa, mas ainda é desconhecida dos americanos, pelo menos, embora seja uma das maiores empresas de comércio eletrônico na China, responsável por mais de 80% das vendas pela internet. A empresa faturou em 12 meses, encerrados em março deste ano, US$ 3,7 bilhões. Uma alta de US$ 2 bilhões comparados ao ano anterior.

Um levantamento feito em 2013, mostrou que a empresa encerrou o ano com 231 milhões de compradores, uma média de 49 compras por cliente, de acordo com a rede de TV "NBC".

Por Camilla Batista


Você gostaria de aprender a investir na bolsa de valores e não sabe como começar?

O primeiro passo é aplicar seu dinheiro e gerar lucros, mas, para isso, é preciso se informar muito a respeito do assunto, por meio de cursos, treinamentos ou mesmo pesquisando em sites especializados.

Uma notícia boa sobre isso, é que a própria BM&Bovespa, instituição financeira brasileira que faz intermediações de operações no mercado de capitais, oferece cursos e treinamentos presenciais e online para pessoas amadoras que queiram se aprofundar no assunto. Há também muito material disponível na internet para os autodidatas.

Os cursos da Bovespa vão do nível básico ao intermediário, e são realizados periodicamente em diferentes estados.

Primeiramente, os cursos de nível básico são gratuitos e não exigem nenhum pré-requisito. Já os cursos de nível intermediário são todos presenciais e possuem um custo que pode variar entre R$ 120 e R$ 980.

Para poder participar, é necessário ter o Ensino Médio completo.

Os principais assuntos abordados são “Como investir em ações”, “Conceitos básicos do mercado de ações”, “Finanças pessoais e mercado de ações”, “Guia do mercado de ações”, entre outros. Você pode conferir a lista completa no link: www.bmfbovespa.com.br.

Outros sites especializados em educação e formação de investidores disponibilizam também muita informação de qualidade sobre como investir bem no mercado de ações. Confira abaixo alguns endereços para se preparar antes de começar a aplicar seus investimentos:

– Portal Como Investir – Iniciativa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA), o portal não só ensina o investidor leigo a investir em ações, mas também oferece muitas informações a respeito de finanças pessoais, fundos, títulos públicos, entre outras;

– Win Trade – A página da corretora conta com um canal forte em educação financeira. Através de palestras online, os interessados no assunto terão a chance de aprender mais sobre a história financeira no país, o perfil do mercado brasileiro e também de como começar um investimento na bolsa de valores;

– Guia de Investimento – A plataforma é especializada em oferecer aprendizado financeiro, além disso, o site possui um canal com informações básicas para investidores iniciantes aprender a investir na bolsa. É possível também ter acesso a apostiladas gratuitas com cursos sobre bolsa de valores e assuntos relacionados a controle financeiro.

Por Daniela Almeida da Silva


A Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou no dia 19 de março, o Projeto de Lei que tinha como objetivo o aumento do capital social da Companhia de Saneamento do Paraná, conhecida popularmente como Sanepar. O objetivo era justamente um maior lançamento de ações na Bolsa de Valores, Mercadoria e Futuros. É importante destacar que o autor do projeto foi o próprio atual governo do Paraná, onde o mesmo utilizou manobras que visaram acelerar a votação e garantir a aprovação do Projeto de Lei.

Caso ainda não saiba muito a respeito do assunto em questão é importante destacar que o Projeto de Lei aprovado autoriza o Governo Estadual do Paraná a negociar R$ 4 bilhões em ações, um valor bastante superior aos R$ 2,6 bilhões atuais. Outro detalhe importante é que não se devem ter limitações para a aquisição de ações, no entanto, o Governo do Paraná é quem irá continuar com o controle da empresa. Um dos argumentos para a aprovação do Projeto de Lei por parte do governo local é que a medida busca valorizar ativos do estado do Paraná, visando assim manter a qualidade dos serviços ofertados pela Sanepar, bem como assegurar investimentos com a mesma.

Em meio às promessas e garantias do atual governo em relação ao projeto de lei, a proposta sofreu grande resistência por parte da oposição. Na primeira votação foram 32 votos a favor e 15 contra e, na segunda 31 votos a favor contra 16. Dentre os argumentos dos deputados de oposição a aprovação do projeto é quando a crítica de que as manobras do governo com a Sanepar serão apenas para equilibrar as contas do governo atual. Abaixo segue declaração de deputados de oposição ao projeto:

“Hoje as ações estão em torno de R$ 5,00 a R$ 6,00. A gente está suspeitando que possa estar havendo uma transação para não acontecer, para desovar recursos em consultoria, que é uma forma de fazer caixa para outros fins”.

Por Bruno Henrique


Especialistas indicam vantagens para quem usa o Canal Eletrônico do Investidor (CEI) da BM&FBOVESPA para conhecer via internet informações sobre as transações eletrônicas na Bolsa de Valores de São Paulo.

Entre as principais vantagens está o aumento no nível de segurança. Representantes da BOVESPA dizem que o sistema conta com tecnologia de ponta para defender com máxima eficácia os dados dos investidores.

Ao fazer o acesso na rede mundial de computadores (internet) é possível diminuir as chances dos dados ficarem disponíveis para outras pessoas, assim como acontece com a divulgação em papéis impressos, por exemplo.

Não se pode ignorar outra vantagem fundamental aos dias de hoje em que tempo é dinheiro. O CEI permite com que investidores acessem informações de maneira rápida. Quem usa esse serviço pode economizar em tempo, ou com o Correio, para estabelecer comunicação ao sistema da BOVESPA.

Comodidade também representa ponto positivo do CEI. Em qualquer local que tenha internet investidores podem acessar as movimentações que aconteceram nos últimos dezoito meses. O extrato se encontra disponível em formato PDF no qual internautas podem salvar ou fazer a consulta online.

Vale ressaltar que ao usar o CEI os investidores colaboram de forma direta com maior preservação do meio ambiente em terras nacionais, indica o site oficial da Bovespa. Papéis possuem como matéria-prima principal as árvores que servem de abrigos aos animais, dispõem alimentos, regulam o clima e trazem equilíbrio ao meio ambiente.

Depois de fazer acesso ao sistema, o investidor pode escolher em que forma deseja receber o conteúdo informativo do CEI: e-mail, impresso ou ambas as opções. Caso não exista movimento de operação no mercado, quem investe deve acessar o sistema a cada noventa dias, e assim evitar que aconteçam problemas de acesso no futuro.

Conheça mais vantagens do CEI ao acessar a matéria publicada no site BM&FBOVESPA.

Por Renato Duarte Plantier


Para comemorar os dois anos de atividade, a empresa paulista Shift Mobilidade Corporativa anunciou o investimento de R$ 2 milhões na frota própria. Ela é especializada na logística de transporte para eventos, serviço receptivo e aviação para executivos brasileiros.

A empresa, que investirá em ônibus e micro-ônibus, está entusiasmada com o fato de aumentar a sua frota e assim passar na frente da concorrência, que geralmente usa veículos terceirizados.

As novas aquisições da Shift possuem a bordo: aparelho de DVD, frigobar e internet wi-fi, além de ter capacidade para 46 pessoas (ônibus) ou 26 pessoas (micro-ônibus).

As quatro vans que também compõem a frota são do modelo Ford Transit, este é considerado o mais seguro utilitário fabricado no Brasil, pelo fato de possuir cintos de segurança de três pontos em todos os assentos.

Os seis sedans que completam a frota são do modelo Corolla GLI.

Os executivos da Shift afirmam que para fins de uniformização da qualidade e serviços, eles padronizarão os veículos.

A Shift, além de comemorar os dois anos de funcionamento, também está muito satisfeita com o aumento de 25% no faturamento entre o primeiro e segundo ano de logística corporativa.

Por Melina Menezes.


Alguns investidores têm retirado seu dinheiro de países emergentes devido ao temor do Fed – Banco Central norte-americano (Federal Reserve) de reduzir os incentivos para dinamizar a economia. A coisa não anda muito bem. Os países emergentes perderam 5% do mercado acionário.

O principal fator que desencadeou a ação do Fed foram os temores quanto aos mercados. Assim não só o Fed mas também o Banco Central do Japão modificaram suas políticas referentes à compra de ativos estatais, aumentando assim o dinheiro circulante.

Muitos países emergentes passaram a valorizar sua moeda após os investimentos estrangeiros, o que prejudicou as exportações. Para não haver muitos problemas, o Brasil reduziu a tarifa sobre operações em dólar de 1% para zero, nos mercados futuros.

Isso se deve, entre outras coisas, aos temores de que tanto o Fed quanto o Banco Central do Japão modificarão suas políticas de compra de ativos estatais para aumentar o dinheiro circulante.

Nos últimos 12 meses, o real teve desvalorização de 24% em relação ao dólar. Essa desvalorização aumentou os produtos importados e a inflação. Outros países com Indonésia e Índia tomaram medidas semelhantes. 

Por Robson Quirino de Moraes


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os empréstimos e financiamentos oferecidos pelo BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) são concedidos em grande quantidade para diversos setores do país.

Mas, apesar disso, o banco ainda não atingiu a meta de desembolsos para 2012 no valor de 150 bilhões de reais.

Para alcançar este patamar será preciso que a instituição de fomento financeiro libere no mínimo mais R$28,2 bilhões durante este mês de dezembro já que até o momento o BNDES liberou R$121,8 bilhões.

Nesta reta final do ano, o banco deve liberar recursos para investimentos como o PSI (Programa de Sustentação do Investimento, projetos de infraestrutura e para melhorias em estados e municípios).

Por Ana Camila Neves Morais


O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Itaú está realizando ações financeiras em diversos ramos como ferrovia e exploração de óleo e gás para aumentar o seu capital econômico.

E agora o seu rol de investimentos deve aumentar, pois a instituição financeira divulgou que irá investir em 2013 de forma maciça no setor de construção civil o qual deve manter o seu ritmo de crescimento no próximo ano.

Além disso, o Itaú Unibanco pretende ainda aumentar o montante de financiamento imobiliário disponível para seus clientes em decorrência do grande sucesso desta linha de crédito durante este ano que está terminando.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ipea (Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada) divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, a última edição da Carta Conjuntura de 2012.

Este conjunto de indicadores da economia do Brasil se refere ao período de dezembro de 2012 mostra que a recuperação depende dos investimentos nacionais.

No entanto, esta área está sendo impedida de ter uma maior progressão em virtude da diminuição do consumo de bens duráveis pela população.

Esta diminuição da compra de bens como veículos e imóveis está muito relacionada com o alto grau de endividamento do brasileiro neste ano de 2012 que está optando por pagar as dívidas pendentes e obter produtos essenciais para a vida rotineira.

A Carta Conjuntura 2012 revelou ainda a discrepância presente na economia brasileira que possui um baixo consumo, mas manteve níveis adequados de emprego bem como a demora em responder aos diversos estímulos e incentivos feitos pelo governo.

Em virtude de todas estas questões, o Ipea não fez projeções para a economia do país em 2013 e anunciaram que estarão divulgando as mesmas apenas em março com um novo modelo de avaliação da economia.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta terça-feira, dia 11 de dezembro de 2012, foi anunciado um importante investimento para o estado do Paraná.

A nova atuação consiste no investimento de aproximadamente 750 milhões de dólares no setor de biogás para um período de cinco anos.

Todo este valor a ser realizado no Paraná será proveniente das empresas austríacas Entec Biogás GMBH e da Catallini Bioenergia que irão produzir gás com base em resíduos de lixo orgânico.

Com isso, todas as 150 toneladas diárias de lixo orgânico produzidos em Curitiba e de suas cidades próximas serão utilizadas para a geração do biogás.

Para dar andamento a esta parceria, as empresas austríacas irão realizar um projeto piloto da atuação na Região Metropolitana de Curitiba para mostrar os benefícios e viabilidade do projeto produzir gás e eletricidade.

Além do recurso internacional, haverá contrapartida do governo paranaense como o auxílio da Compagás (Companhia Paranaense de Gás) e Copel (Companhia de Energia do Paraná) para a distribuição do gás e da eletricidade obtidas a partir do biogás.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff afirmou em visita à França que é preciso investimento de empresas francesas no mercado brasileiro.

Para a presidente as empresas francesas e brasileiras devem explorar as possibilidades que a crise oferece com as alternativas dos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo que serão realizadas por aqui.

Na contrapartida o ministro da indústria da França, Arnaud Montebourg, sugeriu o uso do país pelas empresas brasileiras para realizar a sua inserção no mercado europeu além da necessidade de proteger as economias contra a economia predatória da Ásia.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado de café recebeu nesta semana uma notícia interessante, pois foi publicado no Diário Oficial do Estado do dia 12 de dezembro de 2012 o Decreto 46.103.

Este decreto regulamenta a Lei 20.313 de 2012 que criou o Fecafé (Fundo Estadual do Café) para proporcionar o desenvolvimento e competitividade da produção do café.

Para isso, o Fecafé oferece apoio financeiro para projetos relacionados à agricultura cafeeira.

O novo decreto determinou que, a partir de agora, para conseguir recursos reembolsáveis é preciso certidão de regularidade no FGTS e INSS.

Já para financiamentos de recursos não reembolsáveis é preciso certidão negativa de débitos trabalhistas, com a União, Estados e Município.

Além disso, o novo decreto determinou a suspensão de financiamento para beneficiários com situação fiscal irregular junto aos Cadin – MG Cadastro Informativo de Inadimplência em Relação à Administração Pública do Estado de Minas Gerais ou de qualquer outra irregularidade fiscal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O grande problema do baixo crescimento do PIB brasileiro no 3o trimestre foi o baixo nível de investimentos no país.

Para melhorar esta situação, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta semana que o Brasil precisa aumentar os investimentos no setor de infra-estrutura e tecnologia.

Segundo Dilma, estas ações são essenciais para melhorar a competitividade do país e voltar ao crescimento econômico com um aumento de até 2 vezes a renda per capita do Brasil em até 20 anos.

De forma mais específica, a presidente afirmou que serão feitos investimentos nos aeroportos regionais, nas ferrovias e a criação de um trem com alta velocidade ligando as cidades de Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo.

Além disso, Dilma disse que o governo irá realizar a redução nos custos de produção bem como buscará resolver gargalos sistêmicos no setor de infra-estrutura e indústria nacional que são setores estratégicos para a volta ao crescimento e prosperidade econômica.

Fonte: BBC

Por Ana Camila Neves Morais


O anúncio feito pelo IBGE de que o PIB brasileiro cresceu apenas 0,6% no terceiro trimestre de 2012 ocasionou um pronunciamento de Guido Mantega, Ministro da Fazenda no Brasil.

Em suas palavras, Mantega informou que novas medidas serão tomadas pelo governo federal para aumentar o setor de investimentos no país.

Esta informação específica se justifica porque o grande vilão no  PIB foi o baixo nível do setor de investimentos com a formação bruta de capital fixo tendo uma queda de 2% no último trimestre de 2012.

Sobre este assunto, Mantega informou que o governo irá fornecer novas maneiras para financiar investimentos no país e acredita que, com isso, haverá melhorias e crescimento deste setor já no próximo trimestre.

O ministro justificou também a situação econômica afirmando que inicialmente era preciso obter uma recuperação das indústrias, que tiveram crescimento neste trimestre, para depois haver a demanda para o setor de investimentos que, segundo ele, terá um aumento já no quarto trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


De acordo com um estudo realizado pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico, os investimentos na indústria brasileira irão alcançar um patamar de R$ 597 bilhões até 2015.

Esse volume representa um aumento de 29,75% quando comparado às projeções realizadas pela instituição para o período 2007 a 2010. Para esse período o investimento foi de R$ 461 bilhões. 

Os investimentos mais significativos foram apresentados na área industrial, mais especificamente nos segmentos de petróleo e gás, que abrange as atividades de refino e extração, somente nesse setor serão investidos um montante de aproximadamente R$ 354 bilhões, o que representa uma fatia de 59% de todo o investimento da indústria do país. A participação desse segmento no estudo realizado anteriormente foi de 52%. 

Na avaliação de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, a tendência é que os investimentos em infraetrutura também acompanhem esse bom resultado. 

Segundo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura e Insumos Básicos do banco, espera-se que os setores de logística e energia recebam mais de R$ 30 bilhões em recursos para serem investidos em infraestrutura, o que representa um crescimento de 26% quando comparado ao estudo anterior.    

Por Joyce Silva


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse na segunda-feira (dia 16 de abril) que a instituição pretende investir R$ 58 milhões no setor de infraestrutura. O montante será aplicado neste ano.

De acordo com Coutinho, a aplicação justifica-se pelo crescimento da economia do país, que vem se fortalecendo nos últimos meses e tende a crescer ainda mais no segundo semestre de 2012.

O presidente ainda informou que pode investir até 4% mais neste ano se comparado a 2011.

O BNDES ainda deverá investir R$ 1 bilhão até 2014 para ajudar a desenvolver empresas através dos fundos de private equity, capital semente ou venture capital. Além disso, o banco deverá trazer duas novas opções de private equity neste ano. Atualmente, o BNDES possui 29 fundos de private equity, capital semente e venture capital. O banco ajuda a financiar 199 empresas do país.

Fonte: BNDES

Por Matheus Camargo


De acordo com os dados divulgados pela Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais), investir em um fundo de Small Caps pode ser bem vantajoso atualmente. O fundo de Small Caps se refere aos papéis de pequenas e médias empresas que são negociados na Bolsa de Valores.

Segundo o estudo, esse tipo de investimento rendeu 14,55% até o mês de março, enquanto os fundos de ações que seguem o índice do Ibovespa apresentaram rendimentos de 13,03% no mesmo período.

De acordo com especialistas, esse investimento ainda é pouco procurado, pois envolve um risco maior, mas as pequenas e médias empresas representam um bom retorno em época de crescimento econômico, justamente o momento que o Brasil passa.

O Small Caps possui um patrimônio líquido superior a R$ 2 bilhões, porém alguns investidores desconhecem esse tipo de investimento.

Na lista que compõe o Small Caps estão empresas de calçados, companhias do mercado doméstico, drogarias, faculdades, fábricas de autopeças, entre outras.

Se as previsões se confirmarem, esse tipo de investimento irá continuar em alta. Segundo alguns gestores, a previsão é que o país continue crescendo, sendo que esse crescimento será de 3% a 4%. Além disso, o mercado de trabalho deverá continuar sendo ampliado fazendo com que o ganho médio dos trabalhadores continue aumentando, o que contribui ainda mais para a lucratividade do Small Caps.

Por Joyce Silva


A empresa Cisco anunciou a criação de um Centro de Inovação na cidade do Rio de Janeiro. De acordo com a empresa, esse será um investimento estratégico no Brasil, que tem como principal objetivo promover a inovação e o desenvolvimento social e econômico no país.

A empresa também falou sobre a importância de investir em iniciativas voltadas para as áreas de TI e de Comunicação. A expectativa é que o investimento total da Cisco chegue a R$ 1 bilhão em quatro anos, sendo que além da abertura do Centro de Inovação, outras medidas serão adotadas.

Entre os objetivos da Cisco estão: investir em algum fundo de Venture Capital que seja voltada para a área de TI, expandir a produção no país, fazer acordos que sejam voltados para a propriedade intelectual, além de realizar parcerias com empresas brasileiras que tenham interesse em investir nessa área.

A previsão é que com a vinda da empresa para a cidade do Rio sejam criados mais de 800 postos de trabalho, levando em consideração os empregos diretos e indiretos, além de criar uma plataforma voltada para o empreendedorismo e inovação.

Fonte: Marketwire

Por Joyce Silva


O governo brasileiro pretende igualar os investimentos públicos e privados em tecnologia, a informação foi divulgada pelo ministro Marco Antonio Raupp, responsável pela pasta da Ciência, Tecnologia e Inovação.

Atualmente existe uma diferença significativa entre os dois setores, enquanto o governo disponibiliza cerca de 0,61% do PIB do país, as empresas privadas costumam investir o equivalente a 0,55% do Produto Interno Bruto.

De acordo com o ministro, esse objetivo deverá ser alcançado nos próximos quatro anos. Para ele, essa questão, assim como o desenvolvimento sustentável, é de responsabilidade de toda a sociedade brasileira, não apenas um problema do governo federal. O discurso foi feito para um grupo de empresários da CNI (Confederação Nacional da Indústria).

Raupp ainda falou que a posição do governo é fazer com que os empresários se tornem peças-chaves no setor da ciência e tecnologia, essa medida irá gerar uma troca maior entre o setor público e o setor privado.

O ministro falou também sobre a Empresa Brasileira de Pesquisa Industrial e Inovação, que está sendo criada para que sejam geradas mais tecnologias para as empresas. Raupp adiantou que duas instituições já estão participando do projeto, o Instituto de Pesquisa Tecnológica e o Instituto Nacional de Tecnologia.

Por Joyce Silva


Um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE-FGV) mostrou que os empresários da indústria estão otimistas com este ano e deverão investir mais. No levantamento, foram pesquisadas 779 empresas, que foram responsáveis por vender R$ 492 bilhões em 2010.

Baseando-se nos dados de planejamento ou em decisões de investimentos, o índice médio de aumento da capacidade instalada é de 21,7% para o triênio 2012-2014. A taxa, no entanto, ficou abaixo do triênio anterior, quando a previsão era de 21,7%. Mesmo assim, os analistas avaliam que a projeção é positiva e equivale a uma alta anual média de 6,8%.

De todos os setores da indústria, o que tem previsão de maior expansão é o de bens não duráveis, alcançando 24,5%. Em seguida está o segmento de bens duráveis, com 23%. A maior alta, no entanto, foi registrada entre os materiais de construção, com aumento da capacidade prevista de 19,7% para 22,3%.

Entre os fatores que influenciam positivamente o resultado está o nível da demanda interna, considerado por 70% dos empresários. Já o nível de demanda externa foi considerado positivo para 27% das empresas.

O ambiente macroeconômico foi positivo para 53%, enquanto a taxa de câmbio é influência positiva para 28% das empresas. O único segmento avaliado com negativo pela maioria foi o fato situação econômica, que teve alta de 22% para 33%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Portal IBRE – FGV


Realizada a assembleia geral ordinária de acionistas da Petrobras, novos rumos serão tomados para a economia brasileira. Segundo decisões da própria reunião, foram aprovados investimentos equivalentes a R$ 58,8 bilhões para 2012.

O valor não chegou a incluir companhias relacionadas, como a Transpetro, mas já possui orçamentos gigantes. São R$ 55,5 bilhões investidos em recursos próprios da Petrobras e um valor de R$ 3,3 bilhões colocados para melhorar os recursos de terceiros.

Referindo-se a um total de capital, 59,02% irão se destinar para a área mais importante atualmente: a de exploração e produção do petróleo, gás e pré-sal. Outros 33,10% serão para abastecimento populacional, junto com mais 5,42% para gás e questão energética. O restante (2,46%) será aplicado em outros segmentos da Petrobras.

Os acionistas não se restringiram a investimentos totais para a empresa e trataram de assuntos relacionados às propostas de dividendos, que equivalem a um valor de R$ 12 bilhões. Este número é relativo aos resultados do ano passado, equivalendo a 0,92 real por ação.

Por Jéssica Monteiro 


Com a economia em alta, é cada vez mais comum ouvir pessoas falando em investimento. Porém, não tem como falarmos em investimentos sem falarmos da bolsa de valores. No Brasil, a maior bolsa de valores é a Bovespa, responsável pela maioria das negociações dentro do país.

Atualmente é possível optar por alguns caminhos para os seus investimentos, dentre eles há aqueles que devem ser seguidos apenas por pessoas com mais experiência na área. 

O caminho que exige mais experiência é a compra de ações através de corretoras. Dessa forma você irá escolher em qual empresa investir e será total responsável pela quantidade de dinheiro investido. Nessa forma de investimento você ganhará mais, porém estará mais propício a ter prejuízo, justamente porque uma queda em suas ações resulta em um prejuízo direto e de sua responsabilidade.

Outra forma de investimento é através de grupos ou fundos. O grupo muitas vezes é formado por amigos de trabalho ou família, onde os ganhos são dividos, assim como o prejuízo. Já o fundo de investimento é sempre oferecido por instituições financeiras, elas ficam totalmente responsáveis pelos investimentos, ou seja, elam estudam as empresas e escolhem qual a melhor hora de investir. Essa com certeza é a opção mais segura, porém é a que rende menos.

Você também pode contar com empresas de Home Broker, que cuida das suas negociações e lhe oferece dicas de investimentos.

Fonte: Guia de Investimento

Por Matheus Camargo


Thiago Borges, no artigo "Posturas Sustentáveis" da Revista Cidade Nova, afirma que a Bolsa de Valores foi eleita uma das principais responsáveis pela falência de várias corporações financeiras, que são paliativas as medidas tomadas pelas grandes potências para lutar contra essa crise global que já dura quatro anos.

Assim, está se consolidando no mercado um novo modo de conceber operações financeiras: são os chamados Investimentos Responsáveis.

Segundo Thiago Borges, tais investimentos apresentaram uma rentabilidade maior que os convencionais. Os números confirmam, o Ibovespa registrou alta de 4,5% em um ano, já a valorização dos papéis de empresas socialmente responsáveis foi de 10,54% durante o mesmo período.

Pode-se dizer, portanto, que há uma mudança dos critérios na hora de investir, sugerindo uma mudança no perfil de quem investe.

Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que conhecer a forma como a instituição utiliza seus recursos naturais e acompanhar a sua conduta ética são critérios importantíssimos na hora de escolher em quem investir.

Para isso, o investidor pode consultar um dos quatro indicadores de compromisso social oferecidos pela Bovespa: o ISE (Índice de Sustentabilidade da Empresa), o ICO2 (Carbono Eficiente), IGC (Governança Corporativa) e IGTC (Governança Corporativa Trade).

Por Christiane Suplicy Curioni


Investir com responsabilidade é tendência no mercado e não se limita à escolha de instituições idôneas e éticas. A maneira como o operador age no mercado também é fundamental para que o investimento permita, de fato, o desenvolvimento econômico da sociedade.

Sobre isso, Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que o trading (comprar e vender aproveitando-se de uma anomalia do sistema) é uma postura tóxica. Assim, ela defende que não se deve buscar o lucro rápido e fácil, mas montar carteiras baseadas em operações de longo prazo, pois no investimento deve-se levar em conta uma responsabilidade moral.

Nesse sentido, a ONU propõe desde 2006 seis princípios para o Investimento Responsável, que podem ser lidos na íntegra aqui. Essa preocupação tem em vista o fato de que esses investimentos responsáveis podem deixar de ser alternativos e se tornarem o negócio principal das grandes corporações.

A estimativa da consultoria Robeco and Booz & Company é de que até 2015 esse tipo de aplicação deva acumular US$ 26,5 trilhões.

Por Christiane Suplicy Curioni


Mais uma empresa automotiva, desta vez produtora de caminhões, está para ampliar seus negócios no Brasil. A sueca Scania anunciou nesta segunda-feira (dia 20 de fevereiro) que pretende construir um novo centro logístico na cidade de Campinas (SP).

O investimento por parte da montadora deverá ser de aproximadamente 45 milhões de euros, o equivalente a R$ 102,3 milhões.

O novo centro logístico deve ter 16 mil metros quadrados, que permitirão a empresa ampliar em aproximadamente 60% a sua capacidade de distribuição em toda América do Sul.

A partir do momento que as novas instalações estejam construídas, o fornecimento de peças que era responsabilidade de uma filial da fábrica será transferido para Campinas.

No primeiro trimestre de 2013, as construções começarão a ser executadas.

A empresa sueca ainda promete levantar um centro também na Bélgica, para que a comercialização por lá também seja aumentada ao máximo. Junto com o aumento das plantas da empresa, a Scania visa também atingir um bom crescimento lucrativo para o próximo ano.

Por Jéssica Monteiro 


Desde 2009, ano de início da primeira fase da crise econômica mundial, os investimentos em ações permanecem como uma aposta incerta.

Quem aplica em ações sabe muito bem que este é um investimento de risco, pois os ganhos tanto podem ser grandes como nulos, e em certos casos pode-se perder todo o investimento.

O sobe e desce das bolsas acontece a todo momento em função do fluxo de compra e venda das ações, e dos preços envolvidos nessas negociações, mas ultimamente estão ocorrendo mais quedas do que altas, e isso se deve principalmente aos problemas no continente europeu, onde muito se discute mas pouco se faz com relação à crise das dividas soberanas que atinge países como Grécia e Portugal, e ameaçam outros como a Itália.

Os grandes investidores, em certos casos, retiram seu dinheiro das bolsas de ações por todo o mundo e deslocam o capital para outros investimento mais seguros, embora menos rentáveis. Fazem isso porque embora estejam acostumados a uma certa exposição ao risco, sabem que em situações como a atual o risco se torna muito maior do que poderia ser tolerado por qualquer apostador.

Para o pequeno investidor que viu seu dinheiro encolher durante as últimas movimentações da bolsa, resta retirar o dinheiro com perdas, para talvez não perder mais, ou manter o capital onde está, aguardando as coisas voltarem ao normal. A decisão deve ser tomada por cada um em função do risco que está disposto a aceitar.

Por Luiz Moreira


Em momentos tensos como os de hoje, em que uma crise econômica mundial paira no ar outra vez, nos indagamos instigados: o que podemos fazer para nos esquivar das dificuldades e ainda sair por cima?

Segundo  Rodolfo Lorenzato, autor do livro "Como investir seu dinheiro", é possível usufruir momentos críticos para começar a investir com baixo capital inicial.

Claro que para obter sucesso, antes, é preciso embasamento econômico e fazer uma boa pesquisa sobre o assunto.

“A expectativa é que haja apenas uma desaceleração. O Brasil deve crescer em um ritmo mais lento, com certeza será positivamente”, afirma Roberto Castello Branco, diretor de relações com investidores da Vale.

Mas, e agora? É hora de “segurar as calças” ou “sair à caça” de bons investimentos?

A resposta é imparcial, o momento é propício para comprar e investir, pois a taxa de juros (Selic) baixou para 11% e, segundo especialistas, essa política de afrouxamento monetário tende a perdurar até o final de 2012. O percentual já é significativo. No entanto, ainda é praticamente o dobro da taxa de imposto cobrado na Hungria, que ocupa o segundo lugar no ranking mundial dos países que cobram mais impostos.

A dica é aguardar, pois até a metade do ano que vem a taxa de juros poderá ter caído ainda mais e, o que hoje é uma preocupação, amanhã poderá significar uma nova fase com grandes perspectivas para todos.

Por Gabriel Motta

Fonte: Banco Central


A consultora Gartner estima que o investimento em tecnologia da informação (TI) no Brasil deve chegar a 143,8 bilhões de dólares (cerca de 253 bilhões de reais) em 2011, o que representa um crescimento de aproximadamente 10% em relação ao ano anterior. Ainda segundo a companhia, os gastos nessa área devem subir entre 9% e 10% ao ano até 2014.

O investimento no país ainda é menor que em outros emergentes, como Índia e China, mas deve chegar a um patamar parecido até o ano da copa do mundo. Quem mais investe em TI no Brasil são as grandes empresas, que estão priorizando a automatização e adequação de processos com tecnologia da informação, pois ajudam a otimizar a produção e reduzir custos a médio e longo prazo.

Segundo Peter Sondergaard, vice-presidente da Gartner, em entrevista concedida à revista 'Info', o fato do Brasil ter apostado no consumo interno e em diversificar o mercado de exportação na época das crises financeiras mundiais ajudou no crescimento das tecnologias de informação no país, que por sua vez ajudou a impedir que o país quebrasse.

“A recessão mundial foi uma oportunidade de crescimento para o Brasil, com a tecnologia como fator essencial nesse processo”, afirma Sondergaard.

Por Mozart Artmann


Por um acordo de R$ 83 milhões, a rede de lojas de varejo Magazine Luiza comprou as lojas do Baú da Felicidade (Grupo Sílvio Santos). A partir de agora, quem comandará as 121 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná será uma das empresas que mais tem crescido nos últimos anos, atrás apenas dos três grupos mais poderosos do ramo, que são o Carrefour, o Pão de Açúcar e o Walmart.  

O acordo foi fechado no último dia 10 de junho, mas o Magazine Luiza terá um prazo até 31 de julho para fechar o pagamento integral dessa aquisição.

As lojas do Baú deixaram de ser as mesmas há um bom tempo, fato que se agravou principalmente após o desfalque descoberto nas contas do Banco Panamericano (hoje de propriedade do BGT Pactual, que o comprou por cerca de 450 milhões de reais).

De acordo com um dos executivos da empresa, Frederico Trajano, a incorporação das lojas do Baú trará ao Magazine Luiza um reforço nos “mercados onde já atua” e aumentará significativamente a cartela de clientes da rede, favorecendo inclusive a expansão do seu e-commerce (lojas virtuais) nos Estados em que o Baú atuava.

Por Alberto Vicente

Fonte: R7


A cerveja é consumida amplamente em todo o mundo. Existem versões mais comuns, para serem servidas totalmente geladas, e existem séries em que um pequeno resfriamento é o suficiente para revelar o verdadeiro sabor. Sobre este assunto surgiram boas notícias, pois a Ambev anunciou investimentos de R$ 160 milhões para aumentar em 35% o processo produtivo da bebida produzida em sua unidade na cidade carioca de Piraí.

O investimento divulgado pela empresa faz parte de um primeiro pacote, cujo total chega a R$ 2,5 bilhões apenas para 2011. Na etapa recém-apregoada estima-se a geração de 600 oportunidades de trabalho diretas e indiretas, com obras já em maio.

A ampliação, que abrangerá também fins estruturais, é uma estratégia de acordo com as pretensões da Ambev. Cerca de 19% da produção total da cerveja da empresa provém das fábricas de Piraí e Nova Rio (esta última recebeu investimentos de R$ 55 milhões em 2010).

Os interessados em trabalhar na Ambev devem ficar atentos, pois novos postos podem ser abertos em breve.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Assessoria de Imprensa


Criticado pela oposição, o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu, de acordo com dados do próprio governo e de outras instituições, diminuir as desigualdades sociais no país – embora isso esteja longe de acontecer em sua totalidade. Antes de seu primeiro mandato, desconfianças em função de sua baixa escolaridade foram substituídas, durante os últimos anos de sua gestão, por euforia e contentamento por parte da população.

Um pouco antes e após a crise financeira global do biênio 2008 e 2009, que assolou não apenas o Brasil, mas o mundo num contexto geral, empresas estrangeiras passaram a enxergar a nação atualmente dirigida pela presidenta Dilma Rousseff como viável para novos investimentos e projetos de expansão.

A Coca-Cola Femsa divulgou na quarta-feira (4 de maio) um protocolo de intenções para a construção de uma fábrica de refrigerantes em Minas Gerais. Em termos monetários, o grupo deve destinar R$ 250 milhões para o intento, o que deve gerar, durante o período de obras, 500 oportunidades diretas de trabalho.

A unidade mineira será responsável por produzir todo o menu de refrigerantes da Coca-Cola. Por enquanto, não há informações sobre data de conclusão das obras, bem como local de instalação. Partindo-se do pressuposto de que a expectativa de produção chegue a 2,1 bilhões de litros de refrescos gaseificados anualmente, as oportunidades de trabalho devem ser variadas e amplas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


Corroborando análises já feitas (inclusive pelo próprio diretor do Banco Central), o ministro da Fazenda Guido Mantega afirmou no começo do mês que os fatores que levaram ao crescimento do nosso PIB em 2010 foram os fortes investimentos e o mercado interno robusto.

O índice de 7,5% atingido no ano passado é maior do que o de 1986. É reflexo também do aumento da geração de empregos, da ordem de 2,5 milhões de oportunidades de trabalho.

O destaque dado pelo ministro foi para o crescimento de 21,8% nos investimentos (ou, para ser mais preciso, a Formação Bruta de Capital Fixo), fato que por si só, indica que estamos “crescendo, expandindo a nossa capacidade produtiva, porque investimento significa que novos sistemas de produção estão sendo implantados no Brasil”, completou o ministro.

Entretanto, um ponto negativo na avaliação se deve ao desequilíbrio de nossa balança comercial, haja vista o fato de que nossas importações aumentaram em 36,2%, ao passo  que as exportações diminuíram cerca de 11,5%.

Por Alberto Vicente


A concorrência entre os principais supermercados do país é extremamente positiva para os consumidores. Algumas redes garantem preços mais baixos e no caso da rival apresentar valores mais brandos, prometem fazer a cobertura do custo desde que o cliente traga a oferta anunciada.

O Grupo Pão de Açúcar, para dar continuidade à expansão no Brasil, investiu R$ 15,3 milhões na conversão das bandeiras Comprebem para as do Extra, ocasionando, portanto, reinauguração de 17 lojas nesta semana. Os novos locais contemplados foram Belém, Bosque da Saúde, Cambuci, Campo Belo, Sacomã, Santa Cecília, Vila das Mercês e Vila Mariana.

O Grupo Pão de Açúcar assegura que as primeiras lojas transformadas apresentaram crescimento de 30% no faturamento em relação às antigas bandeiras. Na Vila dos Remédios, Zona Oeste de São Paulo, a mudança foi significativa. Dentro do mercado houve repaginação das gôndolas e incremento de novas marcas. Os corredores das prateleiras, antes estreitos, ganharam maior espaço sem, no entanto, perderem a diversidade de produtos.

Com as 17 lojas reinauguradas, sobe para 118 o número de pontos de venda da bandeira Extra pelos Estados de São Paulo, Ceará, Pernambuco e Rio de Janeiro. Até o final do ano, aprecia o Grupo Pão de Açúcar, a quantia deverá subir para 170.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Paulista de Shoppings


A geração de empregos pelo Brasil permanece em alta. Os investimentos de inúmeras empresas, nos últimos meses, traduziram-se no transcorrer dos últimos anos, com destaque para 2010, quando aproximadamente 2,5 milhões de vagas formais foram criadas.

Ampliando sua qualidade na prestação de serviços, a LG Electronics anunciou a inauguração de um CRM Center no interior de São Paulo, em Taubaté. O investimento destinado pela empresa foi de R$ 15 milhões, possibilitando a edificação de um prédio de 2.800 mil metros quadrados capaz de acolher 800 funcionários.

Deste modo, a LG passa a gerir o atendimento ao público diretamente, pois antes era realizado por uma companhia terceirizada. A empresa prevê atender toda a demanda necessária em menos de um minuto.

Humberto de Biase, gerente-geral de marketing da LG Electronics Brasil, assegura que o intuito através dessa central é o de prestar agilidade e transparência ao consumidor. O atendimento pode ser acessado pelos números 4004-5400, capitais e regiões metropolitanas e 0800 707 5454, outras localidades brasileiras.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: LG Electronics


Com bons investimentos nos últimos meses, o Brasil tem solidificado sua estratégica posição de mercado emergente. Juntamente a China, Rússia e Índia, o país continua a atrair o interesse de empresários de todo o mundo e até 2020, preveem alguns especialistas, poderá integrar o sonhado ranking de ser uma das cinco maiores potências econômicas.

O setor de veículos automotores é um bom exemplo de crescimento, embora atualmente e daqui em diante, o ramo deva sofrer baixa em seus números. Participante ativa das conquistas, a Della Via, considerada a maior revendedora de pneus Pirelli do continente latinoamericano, anunciou investimentos de R$ 20 milhões, durante dois anos, voltados a inauguração de 30 lojas no Paraná, no Rio de Janeiro e em São Paulo. Do total, cinco unidades truck centers e o restante para veículos leves.

Segundo Sergio Delamuta, diretor comercial da empresa, a alta do parque circulante automotivo brasileiro e os bons números relacionados à renda da população acabaram por estimular esse investimento.

Em 2010, para se ter ideia, a Della Via acredita que seus números relacionados a vendas progredirão 20% em relação a 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Utilizar o potencial que as redes sociais têm para atrair novos investidores. Esse parece ser objetivo da BM&FBOVESPA ao disponibilizar um aplicativo de simulação de investimentos no Facebook e no Orkut, as duas redes mais acessadas pelo internauta brasileiro.

A instituição financeira anunciou que o aplicativo nada mais é do que “um simulador de compra e venda de ações, que oferece aos participantes uma quantia virtual para a composição de uma carteira de investimentos”.

A finalidade dessa composição é fazer com que os potenciais investidores “experimentem como funcionam as negociações neste mercado”. A utilização do aplicativo é bastante facilitada, sendo necessário apenas que o usuário preencha um simples cadastro e, pronto, poderá começar a “operar”.

Por Alberto Vicente


A economia brasileira ainda propicia às empresas nacionais e estrangeiras maiores investimentos. Em vários setores o montante destinado a expansão, fusão e outros termos relacionados cresceram de maneira muito positiva no ano passado, tal como ocorreu ao segmento de veículos automotores, que observou o ingresso de novas montadoras por aqui.

O setor alimentício, por sinal, é um que tende sempre a crescer, apontado por muitos como sinônimo de altos ganhos. A rede Bon Grillê, um desses casos, inaugurou quatro lojas nos últimos três meses. Os locais contemplados foram os tradicionais Shoppings Metrô Itaquera e Anália Franco, ambos em São Paulo, além de outros no interior do Estado paulista.

Neste ano, prevê a rede, 15 lojas serão inauguradas pelo país. Isto significa novos investimentos e mais empregos com registro em carteira de trabalho. Aos que têm interesse em atuar na área e na rede, está dado o recado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Empresa reconhecida no mundo inteiro pelos seus produtos, a Coca-Cola é presença certa em todo o território tupiniquim. Suas vendas, em 2010, cresceram 5% pelo planeta; no último trimestre do ano, 6%. No Brasil, especificamente, os números comerciais da companhia avançaram 7% acima da média global entre outubro e dezembro.

Os dados brasileiros ratificam a tendência de crescimento da Coca-Cola, que há 27 trimestres seguem em escalada. Segundo Xiemar Zarazúa, presidente da companhia no Brasil, a nação tem desempenhado bem seu papel no cenário internacional, confirmando a ideia de que o local está apto a abranger negócios de sucesso.

Devido a fatores como este é que o Sistema Coca-Cola Brasil investirá R$ 2,5 bilhões neste ano. Somente entre 2010 e 2014, segundo dados da empresa, R$ 11 bilhões devem ser contabilizados em termos de investimentos.

Relacionado a volumes de vendas, a empresa registrou avanço de 12% no primeiro trimestre do ano passado, 13% no segundo e terceiro trimestres e mais 7% no último período. No acumulado anual, portanto, alta foi de 11%.

Apesar de haver muitas contestações sobre algumas das políticas da Coca-Cola (senso geral), a empresa tem procurado contribuir para um meio-ambiente cada vez mais sustentável ao lançar, na América Latina, a garrafa PlantBottle, a qual contempla 30% de sua constituição à base de planta.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Associação Brasileira de Supermercados


Investir no Brasil parece ser a intenção de inúmeras empresas estrangeiras. Em 2010, muitas se dispuseram em destinar milhares de dólares para expandir suas vendas e horizontes. O caso mais recente, já em 2011, é do grupo de produtos químicos AkzoNobel, da Holanda.

Segundo informações divulgadas nos anais da imprensa, o valor de investimento da companhia é de aproximadamente R$ 204 milhões, os quais possuem intenção de dobrar suas vendas por aqui para cerca de R$ 3,41 bilhões.

A AkzoNobel afirma ser esse investimento o maior realizado na América Latina, focado, portanto, na edificação de uma unidade com início de atividades no ano que vem, que será administrada pela Eldorado Celulose e Papel. Para Wim Hoste, analista da KBC Securities, a região latinoamericana é uma importante área de desenvolvimento para celulose e papel, e esse investimento é uma fase lógica – já aguardada.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


A economia brasileira tem propiciado investimentos oriundos de empresas situadas em outras nações, que miram o mercado interno como fonte motivadora para tal – além, é claro, da desvalorização do dólar diante do real. As companhias brasileiras não ficam atrás, como é o caso da Tigre, fabricante de tubos e conexões em PVC.

De acordo com Evaldo Dreher, presidente da Tigre, a companhia pretende investir R$ 250 milhões em 2011 para diversos fins, entre os quais expansão para além das fronteiras tupiniquins por meio de fusões, aquisições e introdução de novas unidades, dentro e fora do país.

Somente em 2010, a empresa investiu R$ 200 milhões em inúmeros projetos, como é o caso da compra da Isariego, do Equador, e da expansão de sua capacidade de produção em 25%. Entretanto, assoalha Dreher, o ingresso no mercado mexicano, um dos mais amplos de toda a América Latina, ainda não está acertado.

Para finalizar seu discurso, Dreher ratificou o crescimento de 17% na comercialização de produtos da Tigre em 2010, propiciando, pois, faturamento de R$ 2,7 bilhões no ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


A expansão imobiliária brasileira agrega aumento no número de empregos por todo o país, além de propiciar às pessoas o acesso à moradia própria. Em regiões de periferia, por exemplo, é possível observar que quando um empreendimento fica pronto passa a movimentar mais amplamente a economia local.

Em breve, o Brasil será palco da Copa do Mundo de 2014 e um pouco mais adiante, das Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro. Enxergando esses dois eventos como positivos, a Mills, considerada uma das líderes no setor de soluções de engenharia no país, anunciou investimentos superiores a R$ 337 milhões para 2011, voltados à aquisição de equipamentos.

Neste ano, em particular, vias expressas no Rio de Janeiro, além de linhas de metrô na cidade, bem como em São Paulo, terão suporte da Mills. Os estádios destinados à Copa do Mundo e o Rodoanel paulista, entre outras obras, serão abrangidas pelas atividades da empresa.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


Sucessor de Henrique Meirelles frente à presidência do Banco Central, Alexandre Tombini já iniciou, juntamente a Dilma Rousseff, presidente do país, suas atividades anunciando novas medidas. Enquanto a ex-ministra-chefe da Casa Civil propôs a privatização de dois aeroportos, o líder do banco decidiu instituir o depósito compulsório para bancos que apostam na valorização do real.

Nutrindo ativamente seus afazeres, Tombini assinalou que o mercado de crédito de consumo poderá avançar aproximadamente 10% em 2011, portanto inferior aos 15% contabilizados em 2010. Assegura que o BC tem prestado atenção a bolhas que possam vir a ocorrer no segmento.

Para Tombini, em matéria veiculada pelo portal R7, essa disposição não assinala algo que precise de medidas prudenciais, porém o consumo continuará a crescer num patamar ameno. Para tanto, prevê que o principal incentivo a ser adotado é sobre o crédito do ramo imobiliário.

Em sua opinião, a maior disposição financeira da população propicia oportunidades de expansão, mas essa prática precisa ser feita de maneira sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Prosperidade financeira é algo que todos os brasileiros almejam em qualquer fase da vida. Quitar tranquilamente as dívidas, viajar ao menos uma vez por ano, adquirir casa própria e carro novo são algumas das possibilidades que consumidores endinheirados têm a seu dispor quando o menor dos problemas é dinheiro.

Parte da população investe numa vida acadêmica ou em concursos públicos para alcançar o sonho. Alguns, porém, fixam-se durante vários anos numa mesma empresa enquanto outros, com visão mais estratégica, optam por negócio próprio. Uma das possibilidades, neste sentido, é se valer de franquias.

Diversos casos podem ser citados. Pequenos lava-rápido a seco, lojas de alimentação e vestuário são algumas das recorrências, mas existe a opção pelo segmento de cartuchos e tonners de impressoras remanufaturados. Uma das companhias com mais de uma década de existência nesse setor e com essa possibilidade (franquia) é a Lemar Ink, também especializada no sistema outsorcing.

Para Letícia Bonato, diretora-executiva da empresa, muitas pessoas ainda possuem a concepção estigmatizada de que remanufaturados possuem baixa qualidade, porém garante: a Lemar investe em técnicas e processos como maneira de assegurar a qualidade da mercadoria, algo, portanto, transpassado aos interessados em abrir uma franquia da rede.

As franquias da Lemar Ink são estruturadas para atender uma demanda de recarga de 1200 toners e 500 cartuchos de tinta ao mês. Os franqueados pagam um taxa de 6% do faturamento bruto, que podem chegar de R$ 25.000 até 60.000.

A Lemar é somente um dos inúmeros exemplos passíveis de ilustração, independente se do mesmo ramo ou de outro. O interessante é pesquisar, estudar e arriscar dentro de um valor em mãos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Maxpress


O segmento imobiliário brasileiro sofreu grande expansão nos últimos anos. Lançamentos, entregas e novas obras são observados em várias regiões do país, tanto em meio às classes A e B como nas C, D e E. Apesar de todo o otimismo, empresários do setor apontam alguns problemas, entre os quais mão de obra qualificada em número insuficiente.

Constatações à parte, estudo realizado pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em língua inglesa) constatou que o país foi mais bem visto pelos investidores estrangeiros em relação à China, a grande potência emergente da atualidade.

Matéria veiculada pelo Estadão revela que o Brasil não foi considerado somente como o mercado emergente mais propício e interessante para investimentos, como, também, o quarto entre os demais com maiores possibilidades de valorização. Mesmo com alguns entraves em sua economia, os estadunidenses lideram o topo do ranking.

Na concepção de Ian Hawksworth, presidente da Afire, a situação que trouxe benefícios aos emergentes foi a melhor disposição entre os investidores para 2011 e a perspectiva de os investimentos serem mais bem diversificados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os investimentos no Brasil parecem, realmente, não cessar. Não bastassem inúmeras empresas terem confiado no país para a expansão de suas atividades, a LG Electronics, da Coreia do Sul, anunciou na segunda-feira (20/12) que abrirá outra unidade na nação no intuito de elevar a confecção de componentes eletrônicos por aqui.

Sem citar valores, Cho Joong-kwon, porta-voz da LG, afirma que a companhia deve utilizar terras fornecidas gratuitamente por uma das cidades brasileiras para o intento. Possivelmente, o local contemplado será Paulínia, situada no interior de São Paulo, que será responsável, de acordo com informações preliminares, para a produção de fogões, refrigeradores e outros produtos.

Com início de atividade estimado para outubro de 2011, o grupo sul-coreano afiançou que elevará seus investimentos em 12% nesse ano, ao mesmo tempo em que arriscará fortificar as operações de celulares da LG Electronics, atualmente deficitárias.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Dados divulgados pelo Banco Central na segunda-feira (20/12) nutriram as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) elevado para 2010, porém mais ameno para o ano que vem. Mesmo com essa disposição, alguns setores mostram-se confiantes quanto ao comportamento econômico do país.

Um desses casos é o setor industrial. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio da pesquisa Sondagem de Investimentos, mais da metade dos empresários industriais (55%) almejam, nesse ínterim, realizar investimentos maiores em 2011 perante 2010.

Na contramão do descrito anteriormente, para 15% das 829 empresas consultadas haverá arrefecimento no volume de investimentos, o mais humilde desde 2008, quando o índice foi de 13%.

No atinente a vendas, a parcela das empresas que estimam aumento passou de 69% para 72% a 2011, o segundo patamar mais elevado da série histórica, abaixo apenas do prognóstico relacionado em 2005, de 79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


Além de compor, atualmente, bom cenário no âmbito econômico, o Brasil atraiu a atenção de todo o mundo ao ser designado para sediar a Copa do Mundo de 2014 e os Jogos Olímpicos de 2016, no Rio de Janeiro. Apesar da euforia, muito ainda precisa ser feito, cabendo às instituições de financiamento prover algumas bases.

Nesta semana, o governo anunciou isenções para aplicações em títulos privados, medida que visa amenizar a participação do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no financiamento do investimento. Esta, porém, não se designa única e exclusivamente aos eventos, podendo ser estendida, deste modo, a outros projetos.

Segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, a intenção do governo é oferecer condições para o segmento privado financiar o longo prazo no Brasil e partilhar, assim, a responsabilidade com o banco. Matéria do G1 assinala que o governo comprimiu a taxação sobre rendimentos de aplicações em debêntures atrelados a projetos infraestruturais, com exoneração sobre aplicações realizadas por pessoas físicas e estrangeiras e arrefecendo amplamente os índices para pessoas jurídicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das principais bandeiras do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) encerrará o período 2007 a 2010 com investimento de R$ 619 bilhões, 94,1% do total previsto para o intervalo, de R$ 657,4 bilhões.

Artigo relacionado pela agência de notícias Reuters assinala que os empreendimentos efetivamente terminados do programa totalizarão pouco menos do montante acima citado, R$ 444 bilhões. Para Miriam Belchior, coordenadora-geral do PAC, o total aplicado concebe 82% da despesa calculada no cronograma original para obras que necessitariam estar concluídas até dezembro deste ano.

A eclusa da usina hidrelétrica de Tucuruí, situada no Pará, é uma das concluídas, que contou, pois, com investimento no patamar de R$ 965,5 milhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O rendimento da caderneta de poupança foi o pior desde 2003, por causa do impacto da inflação. O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve variação de 0,83% no último mês, representando a maior taxa mensal desde abril de 2005. A poupança, no mesmo mês, obteve um rendimento mensal de 0,53%. Portanto, o rendimento da poupança foi negativo de 0,29%.

Essa é a pior taxa de retorno desde janeiro de 2003, onde o rendimento mensal foi negativo 1,23%. Por exemplo, quem depositou R$ 1000 no mês de outubro, em novembro teria apenas R$ 1005,35. Nesse mesmo período, uma cesta básica que valia R$ 1000 no começo de outubro passou a valer R$ 1008,30 em novembro.

Fonte: Folha de S. Paulo

Por Luana Costa


Os investimentos no território brasileiro já não são mais novidade. Diversas empresas estrangeiras têm procurado expandir seus negócios por aqui, principalmente nos últimos meses devido, entre outros motivos, à desvalorização do dólar diante da moeda tupiniquim.

O Femsa, grupo mexicano considerado o maior engarrafador mundial dos refrescos Coca-Cola, divulgou recentemente investimentos de US$ 13 milhões na edificação de uma fábrica de geladeiras no país, com capacidade estimada para produzir 80 mil unidades anuais.

De acordo com Mariano Monteiro, diretor-executivo do Femsa, a usina é operada pela subsidiária Imbera, fabricante especializada de refrigerados para seu uso no varejo.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL


O setor brasileiro de telecomunicações cresce vertiginosamente. Em novembro a quantidade de aparelhos celulares no mercado ultrapassou o número de habitantes. Em meses, se tudo transcorrer bem, o Programa Nacional de Banda Larga (PNBL) possibilitará acesso à rede mundial de computadores para milhares de pessoas.

O desenvolvimento, porém, ainda dá vazão a uma série de problemas ao consumidor e às próprias empresas, e em algumas situações multas são aplicadas. Para tentar reverter o quadro, operadoras de telefonia móvel e fixa estão sugerindo à Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) trocar as penas consagradas até o momento por investimentos.

Uma das operadoras, por exemplo, almeja o cancelamento de R$ 5 bilhões em autuações por investimentos de até R$ 1,3 bilhão em programas de qualidade de serviço. Até o momento, a Anatel parece estar sem qualquer interesse de acatar a essa possibilidade.

Para contrajustificar, a agência afirma existir orientações do Tribunal de Contas da União (TCU) no atinente à aplicação de penas com valores que não sejam irrisórios e vantajosos às companhias.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


A indústria brasileira tem reportado quase diariamente insatisfação com o aumento das importações ante as exportações. Constatações assinalam que várias foram as empresas que começaram a adquirir produtos estrangeiros, significando, portanto, perda de competitividade nacional.

Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio do estudo Investimentos na Indústria assinalam que 89,6% das companhias situadas no país investiram neste ano e 92%, de acordo com o Estadão, pretendem investir em 2011.

Das 454 empresas consultadas, em média cada uma aplicou R$ 6,344 milhões, alta de 80% em comparação aos R$ 3,526 milhões do ano passado. A perspectiva é que 2011 perpetue valor próximo de R$ 6,8 milhões.

A intenção para 77,8% das indústrias ao ano que vem são investimentos focados exclusiva ou singularmente para o mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores apostas brasileiras para o presente e um futuro não muito distante é o etanol, que chegou há alguns anos com força suficiente para impulsionar a fabricação de veículos automotores movidos tanto por esse combustível como pela gasolina, ou seja, carros flex.

A cana-de-açúcar, matriz energética do etanol brasileiro, é mais rentável do ponto de vista “potência” em comparação ao milho, cultura utilizada pelos Estados Unidos para a fabricação do combustível. Recentemente, a Glencore, multinacional de commodities suíça, adquiriu 70% da usina Rio Vermelho, situada em Junqueirópolis, no interior de São Paulo.

Breve matéria veiculada pelo Terra indica que a empresa despendeu aproximadamente US$ 80 milhões pela parcela de controle da companhia à família Garieri. Dados atestam que a Rio Vermelho mói 1,3 milhão de toneladas de cana anualmente.

Estritamente produtora de etanol, a Rio Vermelho poderá, com essa aquisição por parte da Glencore, produzir açúcar, pois a trading da Suíça atua nesse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado brasileiro tem ostentado bons investimentos oriundos do exterior. O dólar em baixa ante o real tem colaborado para o aumento das importações, situação, porém, que preocupa inúmeros segmentos, mas por outro lado ajuda nas atividades dentro do território, uma vez que as empresas têm seu maquinário capacitado e, consequentemente, a própria mão de obra.

A portuguesa Cimpor, do segmento de cimentos e que tem a Votorantim como um dos sócios, aprovou recentemente plano de investimentos de 240 bilhões de euros no país nos próximos três anos. O desígnio é ampliar em 35% a capacidade produtiva da matéria foco da companhia no Brasil.

Em comunicado, a Cimpor assegura que a perspectiva de continuidade do cenário econômico brasileiro e os prognósticos de aumento do consumo de cimento no Brasil contribuíram para a empresa confirmar esse programa de investimentos.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters indica que o grande percentual do dinheiro será destinado a uma nova linha na unidade de Cezarina, situada em Goiás, e outra em Caxitu, na Paraíba, voltada para produção.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo deste ano o Brasil observou dezenas de investimentos provenientes de empresas estrangeiras. Inúmeros são os benefícios ao país, entre os quais emprego para grande número de pessoas, possibilidade de transferência de tecnologia – dependendo da companhia e sua atuação – e consumo da produção pela própria população.

Em 24 de novembro, quarta-feira, a General Motors do Brasil anunciou, de maneira oficial, novo aumento do Centro Distribuidor de Peças situado em Sorocaba, no interior de São Paulo. O investimento previsto para essa expansão é de R$ 15 milhões, com início das obras em meados de janeiro próximo e término estimado para junho de 2011.

Os ganhos brutos dessa unidade são, segundo o G1, de R$ 1,3 bilhão anuais, podendo alcançar R$ 1,6 bilhão após as obras. A perspectiva da GM é que as 32 milhões de peças produzidas por ano em Sorocaba aumentem para 43 milhões, voltadas tanto ao mercado interno como a países da América do Norte, América Latina e América do Sul.

Para Isela Costantini, diretora-geral de Pós-Vendas da GM do Brasil, o intuito por meio dessa expansão é abranger o crescimento do segmento automobilístico do país, o que inclui novos lançamentos da Chevrolet, além dos veículos para exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil recebeu, neste ano, grandes investimentos de vários países e a inúmeros setores de atividades. O dólar em baixa perante a moeda brasileira tem surtido efeito significativo no ingresso de capitais, mesmo após o aumento da taxa do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) de 2% para 4%, depois para 6%, para aplicações de estrangeiros em renda fixa, além de 0,38% para 6% sobre a denominada margem de segurança das operações com derivativos.

Mesmo com a injeção de investimentos provenientes de fora das fronteiras tupiniquins, aplicações financeiras são feitas das companhias nacionais para inúmeros cantos de todo o globo. A Embraer noticiou recentemente a primeira etapa do projeto de edificação de uma unidade produtiva em Portugal, na cidade de Évora.

Com investimento total calculado em 48 milhões de euros, a unidade fabril de componentes e estruturas em materiais compósitos terá mais de 30 mil metros quadrados e previsão de finalização de obra para o final do ano que vem, com início de produção em 2013.

Segundo Luiz Fuchs, presidente da Embraer Aviation Europe (EAE), em reportagem veiculada pelo Estadão, a construção de outra unidade, focada na produção de estruturas metálicas, deverá começar em breve, pois a tramitação atual está cerceada na escolha de fornecedores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil tem procurado investir em várias modalidades de energia, principalmente as limpas. Atualmente, instituições de ensino em todo o país promovem cursos para qualificar profissionais no intuito de lançar ao mercado mão de obra preparada para lidar com a complexidade do segmento.

Outra forma de obtenção de energia, até certo ponto polêmica caso seja relacionado o Irã, é pretendida pelo Brasil: edificação de quatro usinas nucleares até 2025, bem como a construção da Angra 3. Segundo estudo da Comissão Nacional de Energia Nuclear (Cnem), os dois pontos deverão movimentar R$ 40 bilhões em investimentos durante a próxima década e meia.

O levantamento da Cnem relaciona a inclusão de insumos, matérias-primas e a necessidade de serviços para a finalização de Angra 3, com capacidade para geração de 1.350 megawatts (MW) e previsão para início operacional comercial no final de 2015. De acordo com a agência de notícias Reuters, a expectativa é que a usina tenha todos os serviços e materiais licitados em aproximadamente 18 meses.

Para Francisco Rondinelli Júnior, coordenador-geral de planejamento e avaliação da Cnem, a perspectiva é que 70% do fornecimento para Angra 3 seja oriundo de produtos feitos dentro do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia brasileira tem atraído investidores de todos os locais do mundo. Com a pretensão de causar efeito reverso, ou seja, investimentos provenientes de empresários brasileiros além das fronteiras, nos últimos dias uma comitiva paraguaia reuniu-se com um grupo de executivos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) no intuito de apresentar propostas.

Para atrair interesse os paraguaios relacionaram custo de mão de obra baixo, isenções fiscais e energia barata. Entre eles estavam representantes da trading de soja Bunge, da cimenteira Loma Negra e do fundo de Cingapura Temasek, bem como companhias dos setores de logística e engenharia.

De acordo com Manuel Cáceres, vice-ministro de relações econômicas do Paraguai, o objetivo do grupo é que o Brasil vislumbre empresas intensivas no agronegócio ou em energia, sob a afirmação de que o país, o Paraguai, propicia uma das maiores energias livres de todo o globo.

Conforme reportagem apregoada pelo portal R7, o empenho do vizinho brasileiro ganhou estímulo por meio da edificação de uma linha de transmissão de 500 kW de energia, que tem por escopo conectar a Villa Hayes, cidade localizada próxima a Assunção, com Itaipu. Com custo estimado em US$ 400 milhões, será financiada pelo Fundo de Convergência Estrutural do Mercado Comum do Sul (Focem), o qual tem o Brasil como capital investidor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As notícias sobre investimentos não param de aportar no Brasil. Recentemente, a General Eletric anunciou aplicação financeira de US$ 500 milhões no país, montante voltado, pois, à expansão de suas operações e a um novo centro de estudos, o qual contará com parcela de US$ 100 bilhões somente à Ilha do Fundão, no Rio de Janeiro.

Segundo relata a agência de notícias Reuters, o centro de pesquisas será voltado a tecnologias para indústria de energia renovável, petróleo e gás, transporte ferroviário e aéreo e mineração. O intento deverá ser construído a partir do ano que vem e terminado em 2012.

O restante do valor (US$ 400 milhões) será investido em desenvolvimento e tecnologia de novas mercadorias e novas linhas produtivas pelos próximos três anos. Para Ferdinando Beccalli-Falco, presidente-executivo da General Eletric Internacional, nas últimas nove décadas fortes laços foram construídos entre a empresa e o Brasil, tanto que o futuro é promissor pela nação oferecer alguns dos mais estratégicos e requintados clientes de todo o globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a vitória de Dilma Rousseff (PT) no segundo turno das eleições presidenciais 2010 – tornando-se, portanto, a primeira mulher presidente do Brasil  –, autoridades, políticos, empresários e a própria população já estão cientes de que a sua escolha deveu-se à possibilidade de continuidade das políticas adotadas nos quase oito anos pela gestão de Luiz Inácio Lula da Silva.

Embora alguns meios de comunicação avaliassem o candidato tucano (José Serra) como o mais eficaz em alguns pontos, o sentimento de nova mudança pode ter afastado a tendência de alternância de ideologias e ideais, do PT para o PSDB. As empresas, por sua vez, continuam a sentir ambiente propício para investimentos, mesmo com a desvalorização do dólar perante o real.

A fabricante italiana de pneus Pirelli anunciou recentemente que investirá US$ 300 milhões para expandir a capacidade de suas cinco unidades situadas no país pelos próximos três anos. De acordo com a empresa, a aplicação financeira engloba a expansão de sua produção destinada a carros de passeio, ônibus e caminhões em 30%, além de outros 20% para o setor de agronegócios.

O intento envolve um plano de investimentos da ordem de US$ 600 milhões prognosticados para todo o continente latinoamericano. México, outro exemplo importante, receberá US$ 210 milhões para a edificação de uma nova fábrica da Pirelli.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


O Brasil foi considerado pelo Banco Mundial como o 127º país (de um total de 183 nações) com maior facilidade de execução de negócios. Apesar dessa constatação, uma cidade brasileira, em específico, foi considerada como a terceira do mundo preferida por empresários europeus para suas atividades.

De acordo com estudo realizado pela consultoria americana Cushman & Wakefield, a cidade de São Paulo é a mais almejada para a abertura de escritórios na próxima meia década. Xangai e Nova Déli, situadas, respectivamente, na China e na Índia, aparecem à frente da localidade brasileira. Até Tóquio (Japão) e Nova Iorque (Estados Unidos), tradicionalmente interessantes, estão atrás (nesse ranking) das regiões emergentes.

Artigo veiculado pela Folha UOL indica que a Cushman consultou as 500 maiores companhias em nove países europeus, abordando, entre vários questionamentos, o interesse de expansão para além do continente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Especialistas acreditam que para o Brasil sanar suas principais deficiências no campo das tecnologias de comunicação e informação (TICs) maiores investimentos precisam ser adotados. Porém, despesas majoradas e riscos econômicos abrasadores foram os principais obstáculos salientados pelas empresas do país para a inovação no setor, assim como a ausência da mão de obra qualificada.

Para o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) por meio da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), problemas relacionados a custos elevados são indicados por 73,2% das companhias, a temeridades econômicas demasiadas por 65,9% delas e a falta de profissionais qualificados para 57,8%.

Segundo Fernanda Vilhena, gerente do estudo, os apontamentos figuraram tanto em serviços como na indústria. Esse assinalador já abrolhava em pesquisas anteriores, mas no levantamento mais recente, em especial, os percentuais ilustraram avanço, demonstrando, deste modo, a importância maior desse elemento como percalço.

No sentido inverso, de acordo com Fernanda em reportagem apregoada pelo portal de Economia Terra, os índices atinentes à carência de fontes de financiamento apareceram em menor nível, embora alguns endossem que esse componente seja um dos principais entraves.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mundo altamente competitivo clama por profissionais cada vez mais qualificados em que uma graduação não é o bastante. Atualmente, pós-graduação, cursos de especialização, domínio de dois ou mais idiomas, entre outros, são algumas das características mais exigidas por empresas de médio e grande porte e em alguns casos, até nas micro e pequenas.

Correspondendo a tais cobranças, as companhias também têm procurado aumentar sua própria qualificação. Documento denominado “Sondagem de Inovação Tecnológica” firma que mais de 70% das grandes empresas do país passaram a investir em inovação para amplificar a competitividade de suas mercadorias.

Divulgado nesta semana pela Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), agência do governo vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, do total das mais de 1,6 mil empresas com mais de 500 profissionais consultadas, 71,5% asseguraram terem atravessado, no segundo trimestre, inovação em algum processo ou em algum produto, percentagem praticamente imutável em relação ao período imediatamente anterior (71,4%).

O estudo revela que 27% das empresas pesquisadas aumentaram os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e 47%, de acordo com a Folha UOL, sustentaram o mesmo patamar de investimento notado no primeiro trimestre nessa área.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A palavra da ordem no Brasil parece ser investimentos. Ao longo dos últimos meses, várias foram as aplicações financeiras e expansões de empresas nacionais e estrangeiras. A mais nova a atuar relativamente igual é a CSN, que planeja dispensar US$ 2 bilhões para edificar três fábricas de cimento no país e em outras nações latinoamericanas pelos próximos três anos.

Benjamin Steinbruch, presidente-executivo da companhia, afirma que o Brasil será o primeiro a receber investimentos por meio de quase metade do valor acima citado. A intenção da CSN é conferir capacidade produtiva no país de 10 milhões de toneladas de cimento anuais, além focar Colômbia, bem como Argentina, Paraguai ou Uruguai.

Conforme menção emitida pela agência de notícias Reuters, a empresa ingressou no mercado de cimento no ano passado com a abertura de uma unidade em seu complexo siderúrgico situado no Rio de Janeiro. Steinbruch revela que a fábrica produzirá aproximadamente 250 mil toneladas da mercadoria mensais até o final de 2010.

Ampliando o horizonte para além do Brasil, o executivo afirma que a CSN procura, nos dias atuais, possíveis aquisições no segmento siderúrgico da América Latina, mas apenas seguirá adiante se topar com uma boa oportunidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A demanda atual de veículos automotores pelo país possui vários e recentes fatores, tais como o conferido pelo governo até março passado, quando foi estabelecido isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o qual possibilitou ampla comercialização de carros em todo território nacional. Não restrito somente a este ponto, o poder de compra do brasileiro e a geração de empregos em todo o ano, até o momento, também assinalaram potencial contribuição.

Estritamente relacionada ao setor e nutrindo o cenário visto em inúmeros segmentos, a Continental, fabricante alemã de pneus, carimbou a pretensão de investir mais de US$ 696 milhões em novas unidades no Brasil, no intuito, pois, de ampliar sua capacidade produtiva.

Pelo que é possível entender, para Elmar Degenhart, diretor-executivo da empresa, o tempo é de correr atrás do prejuízo, pois os investimentos em pneus dentro do país deveriam ter sido levados adiante durante a última meia década. Se na atualidade há pretensão de ampliar a capacidade no país, em 2011, de acordo com o portal de Economia Terra, a empresa prevê o aumento de atividades na China e mais à frente, Rússia e Índia – curiosamente, todas pertencentes ao grupo BRIC.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma longa reestruturação tem marcado a “recente” história da fabricante de bicicletas Caloi. Depois de duas décadas penando para retomar saudavelmente suas atividades, a empresa deverá encerrar este ano com lucro líquido de R$ 10 milhões, avanço de 50% sobre a constatação de 2009. Com situação a ser confirmada, será este o segundo ano consecutivo dessa tendência.

Eduardo Musa, presidente da Caloi, revela que o lucro antes de juros, impostos, depreciação e amortização, ou Ladija, deverá abiscoitar R$ 30 milhões, 35% de incremento. Em relação à cadeia produtiva, a empresa poderá terminar 2010 com a confecção de 800 mil bicicletas, 15% acima dos dados de 2009.

Os números poderiam ser ainda melhores se a capacidade de produção não estivesse no limite. Para suprir essa carência, segundo o portal de Economia UOL, a Caloi iniciou um plano de investimento de R$ 30 milhões para modernizar e expandir sua capacidade de produção pelos próximos três anos.

Os bons ventos não param por aí. Em janeiro próximo a Caloi inaugurará uma filial em Xangai, na China, no intuito de apertar o relacionamento com os fornecedores daquele país. Não à toa, a asiática é o maior mercado consumidor do mundo e o maior fabricante de componentes do setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novos investimentos foram anunciados no país nesta semana. Desta vez, a NC2, joint-venture entre a maior produtora de equipamentos pesados em todo o globo e a maior montadora de caminhões dos Estados Unidos, anunciou planos para edificar uma fábrica de caminhões no Brasil no intuito de ser uma das cinco maiores do segmento dentro da nação até 2015.

Em um mercado imperado por marcas provenientes da Europa, a joint-venture indica o investimento de US$ 200 milhões como parte de um montante total de US$ 340 milhões que almeja planejado para o lançamento de suas operações em todo o mundo. Segundo Al Saltiel, presidente-executivo da NC2, os dois eventos esportivos – Copa do Mundo de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016 – configuram o momento como ideal para o início das atividades.

Formada entre a Caterpillar e a Navistar, a nova empresa passará a reunir as operações com caminhões de ambas as partes com o objetivo de criar uma fábrica própria em 2012, que deverá receber mais cifras além dos US$ 200 milhões iniciais.

De acordo com a agência de notícias Reuters, na atualidade a Navistar produz seus veículos em uma unidade da Agrale situada em Caxias do Sul, no Rio Grande do Sul.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A semana começou movimentada em diversos aspectos. Primeiramente, o governo decidiu aumentar a fixação do índice do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) dos recém-acordados 4% para novos 6%. Em seguida, vários anúncios de investimentos – sem desprezar outros assuntos de igual importância.

Volkswagen e Fiat, por exemplo, apregoaram aplicações financeiras para os próximos anos, cada qual com seu desígnio. A General Motors, ou GM, não ficou para trás, tanto que prometeu acelerar a execução do programa de investimentos no país por meio da cifra de R$ 5 bilhões ao período compreendido entre 2008 e 2012. Segundo Jaime Ardila, presidente da montadora na América do Sul, os desembolsos estimados para 2011 são de aproximadamente R$ 2 bilhões.

Matéria veiculada pelo portal de notícias G1 aponta que a intenção da GM é investir amplamente na unidade de Gravataí, situada no Rio Grande do Sul, a qual poderá comportar, além de R$ 2 bilhões, o lançamento de uma linha de novos veículos automotores. A companhia também deverá focar R$ 1,35 milhão para modernizar e ampliar a fábrica localizada em São Caetano do Sul, na região metropolitana de São Paulo, possivelmente para a produção de dois novos modelos já a partir de 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Enquanto a Volkswagen do Brasil prepara o lançamento de um veículo automotor de até R$ 23 mil para apalpar as classes sociais menos privilegiadas, a italiana Fiat anunciou que investirá R$ 10 bilhões no país entre o ano que vem e 2015, valor que abarca operações com máquinas agrícolas, autopeças e automóveis.

Sem maiores detalhes de como será fatiado o montante, o anúncio feito pelos executivos da empresa ocorre justamente no instante em que a fábrica de automóveis situada em Betim, Minas Gerais, opera dentro de sua limitação de 800 mil unidades anuais, algo colaborado pela forte expansão do mercado interno.

Da cifra total, assinala o portal de Economia Terra, 70% serão reservados à área automotiva, a qual poderá abranger o lançamento de 20 modelos e novas versões já no ano que vem. Além do mercado nacional, a Fiat acredita que nos próximos dois anos serão exportados aproximadamente 1,2 mil veículos diariamente à Argentina.

Até o final de 2010, assegura a assessoria de imprensa da companhia, os devidos investimentos serão mais bem detalhados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores redes mundiais do setor de varejo, o Walmart anunciou na sexta-feira passada, 15 de outubro, que aumentou o volume de investimentos estimados para 2011 e 2012, além de assinalar que deverá ampliar suas unidades situadas no Brasil, na China e no México.

Para o ano fiscal deste ano, com encerramento ditado em 30 de janeiro próximo, a quantia de investimentos chega a US$ 12,2 bilhões, dos quais US$ 6,6 bilhões aos Estados Unidos e outros US$ 3,8 bilhões ao restante do mundo. Apesar dessas estimativas, a rede pode aumentar o valor para até US$ 14 bilhões no ano fiscal 2011.

Segundo Doug McMillon, presidente da Walmart International, o investimento de capital para 2011 será focado para novas lojas, com destaque singular nos mercados emergentes, entre eles Brasil, México e China. Apesar desse indicativo, números específicos não foram mencionados.

Matéria veiculada pela Folha UOL relaciona que o lucro da companhia atingiu a marca de US$ 6,89 bilhões no primeiro semestre fiscal, alta de 6,6% no confronto anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos últimos a entrar na crise financeira mundial e o primeiro a sair, segundo palavras do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, o Brasil tem propiciado terreno produtivo para empresas estrangeiras de diversos segmentos. Balasubramanian Muthuraman, vice-presidente da Tata Steel, do setor de metalurgia, pondera que o país é sócio natural da Índia no bloco latinoamericano.

Ao avaliar tal vigência, reflete que a região ainda não é explorada suficientemente pelas companhias indiadas. Segundo Muthuraman, nos últimos sete ou oito anos o Brasil ampliou seus horizontes muito mais do que qualquer outra nação da América Latina.

Em reportagem da Folha UOL, avalia existir inúmeras oportunidades e afinidades que conjeturam os dois países serem sócios naturais. Para Muthuraman, o continente latinoamericano será uma das regiões na qual a Índia mais buscará recursos naturais à medida que o desenvolvimento populacional da nação esgote as próprias fontes de energia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nação brasileira apresenta certas peculiaridades em sua economia. Estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que a alta carga de tributos sobre o investimento produtivo acarreta em custos de 24,3% do total de um projeto, algo que soa punitivamente às empresas.

Para exemplificar, a Fiesp cita um caso de investimento no valor de R$ 75,7 milhões, que com a tributação aumenta para R$ 100 milhões. A diferença desse montante é intrínseca aos impostos pagos e juros para o pagamento das contribuições recuperáveis, ou seja, aquelas em que uma determina empresa confere e recebe de volta num prazo estipulado.

Segundo o coordenador do estudo, José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec), ao invés de os empresários investirem veementemente, adquirem produtos já prontos, obtidos no exterior. A situação, de acordo com o Estadão, enfraquece a indústria brasileira tornando-a, portanto, menos competitiva, pois somado a todos os fatores já descritos existe a desvalorização do dólar ante o real e a Selic, de 10,75% anuais.

Coelho adverte que para manter uma taxa de desenvolvimento sustentável superior a 5% ao ano, é necessário extinguir os entraves que atalham os investimentos no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As últimas semanas foram bem agitadas para a Petrobrás devido à capitalização de suas ações, com representação pelo governo de 49% do capital social. Solidificando-se cada vez mais como asseguram autoridades brasileiras, inclusive Luiz Inácio Lula da Silva e a candidata do Partido dos Trabalhadores à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, a empresa já é considerada uma das marcas mais fortes do Brasil.

Apesar dessas descrições sobre um mesmo mote, José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, avaliou que a estatal terá de erguer US$ 60 bilhões nos mercados de capitais na próxima meia década para conseguir financiar seu programa de investimentos. Dando sequência às suas palavras, assegurou que as recentes flutuações das já citadas ações são naturais para uma companhia que realizou a maior oferta pública da história.

Em breve artigo descrito pelo Estadão, Gabrielli assinalou que houve ajuste de preço-alvo – em relação ao rebaixamento de recomendação oriundo de relatórios bancários –, perfeitamente normal para uma empresa que semeia R$ 120 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Assunto de vários meios de comunicação nacional e estrangeiro além de autoridades de dentro e fora do país, o Brasil consegue manter o tema economia em alta, porém nem sempre num sentido positivo. Para Augusto de la Torre, economista-chefe do Banco Mundial para a América Latina, a nação encara o desafio de converter os recursos ingressantes no sistema econômico em investimentos de longo prazo.

De la Torre pondera em reportagem emitida pelo Estadão que o mercado financeiro brasileiro é trajado por contratos de curto prazo, porém, os já citados investimentos de longo prazo são necessários inclusive para a melhoria de sua infraestrutura – mote recorrente e altamente criticado, principalmente se inserido no contexto os aeroportos, portos e sistema urbano de transportes.

O economista avalia que além desse desafio surge outro, que é como realizar readequação da expansão de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) no futuro. O assunto debatido por de la Torre remete a levantamentos recentes que apontam o país como um dos que menos sofreu, juntamente à América Latina, os impactos do colapso financeiro mundial, recuperando-se melhor que as economias desenvolvidas.

Por isso, capital estrangeiro tem aportado com mais frequência no país, suscitando, consequentemente, valorização do real.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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