Conheça aqui um pouco mais sobre a operação financeira Hedge.

Hedge são operações que tem como objetivo proteger. A palavra é derivada do inglês (em tradução livre: CERCA). É uma posição contrária daquela que se tem no mercado físico, por exemplo, um produtor de milho necessita da proteção contra a queda nos valores, desta forma, no mercado futuro assume posição vendida, é como se vendesse sua safra de maneira antecipada.

Confira alguns exemplos:

Este produtor confere que a saca do milho no mês de maio é comercializada por R$ 30,00 na BM&F, tendo um custo de produção no valor de R$ 20,00 por saca, o mesmo deseja garantir a margem de lucro de R$ 10,00 por saca, antecipadamente, isso porque ele não sabe o comportamento do mercado e então decide garantir essa margem de lucro. Vamos supor um cenário de baixa e um de alta dos valores:

Primeiro cenário:

O milho, em setembro, está R$ 40,00.

O débito do produtor é de R$ 10,00 a saca na BM&F, porém, no mercado físico ganha R$ 10,00.

Na BM&F, preço Hedge: R$ 30,00.

Em Setembro preço de: R$ 40,00.

O produtor paga um ajuste o valor de R$ 10,00 por saca, mas vende seu o produto por R$ 40,00 no mercado físico, sendo assim, garantiu os R$ 30,00. Ou seja, o que foi perdido na BM&F foi recuperado no mercado físico pela valorização da saca, isto é, pela operação de proteção, onde o mesmo, ao montar sua operação, prevê seu ganho.

Segundo cenário:

O milho em setembro no valor de R$ 20,00. Na BM&F, o produtor tem um crédito no valor de R$ 10,00 a saca, porém, no mercado físico perde R$ 10,00.

Na BM&F preço Hedge: R$ 30,00.

Em Setembro preço de: R$ 20,00.

Produtor tem ajuste no valor de R$ 10,00 a saca, mas no mercado físico vende seu milho por R$ 20,00, garantindo os R$ 30,00 por saca. Isto é o ganho adquirido na BM&F compensou a desvalorização da saca que ocorreu no mercado físico, operação de proteção.

O Hedge não tem como objetivo obter lucros, mas de travar o preço, assim se protegendo em um cenário adverso.

FILIPE R SILVA


Saiba quais investimentos do Tesouro Direto podem combinar com você.

Todas as pessoas que tem algum dinheiro guardado, geralmente ficam na dúvida sobre qual investimento aplicar a grana. Poupança? Fundos de Renda Fixa? Ações? São muitas dúvidas e pouca rentabilidade do dinheiro quando são aplicados em alguns desses investimentos.

O que a maioria das pessoas não sabe é que um dos sistemas que mais faz o dinheiro render é o investimento nos Títulos do Tesouro Direto do governo federal, que gera uma boa rentabilidade e tem um risco relativamente baixo. Esse investimento nada mais é que uma venda de títulos públicos que tem uma renda fixa para pessoas físicas, ou seja, é uma espécie de empréstimo feito ao governo que tem como objetivo da captação de recursos públicos para o financiamento da enorme dívida pública. Em troca disso, a pessoa recebe todos os rendimentos que podem variar de acordo com o título escolhido, mas para isso é necessário um cadastro simples em uma corretora.

A escolha do título vai de acordo com a necessidade financeira de cada pessoa, podendo variar muito. Para quem deseja ter rendimentos de forma mais periódica, o ideal é comprar títulos que pagam cupom, ou seja, títulos NTN-F e NTN-B que tem pagamento semestral.

Outra dica bacana são para aqueles que querem aumentar de forma exponencial os seus rendimentos. Eles devem ficar de olho na taxa Selic e comprar os títulos LTF que variam de acordo com essa taxa, com baixo risco de perda.

Mais uma dica ótima dica é se a pessoa deseja fazer um investimento a longo prazo o ideal é investir em títulos com a rentabilidade mais alta, mas que vão dar um retorno daqui alguns anos. Esse tipo de investimento é ideal para jovens que desejam uma aposentadoria um pouco mais gorda e uma tranquilidade a mais na vida.

Independente da escolha, a forma de como aplicar o dinheiro vai depender muito da necessidade imediata de cada pessoa. Se você tem um dinheirinho extra guardado na conta e deseja uma rentabilidade segura e alta, não deixe de investir nos títulos de tesouro direto do governo federal.

Boa sorte na escolha.

Por Rodrigo Souza de Jesus

Tesouro Direto


Site permite investimentos de pequenos valores no mercado imobiliário.

A Urbe.me é uma instituição brasileira que visa investimento imobiliário, mas o diferencial é que esse investimento não necessariamente acontecerá em altos volumes, uma vez que a empresa coloca em prática o conceito chamado crowdfunding.

O crowdfunding trata-se de um termo inglês que caracteriza investimento coletivo, ou seja, a Urbe.me possibilita que pequenos investidores participem de grandes investimentos. O investimento é à partir de R$1.000,00 e, uma vez confirmado, o investidor recebe um título que confere a ele a participação percentual referente ao investimento, sobre o Valor Geral de Vendas (VGV) do empreendimento. Ao fim de toda a captação, o investidor recebe o título de dívida, acompanhando todos os fluxos financeiros, além de ter acesso ao desenvolvimento das obras. Assim, quando as vendas iniciarem-se, o investidor receberá, dentro dos períodos conferidos de cada projeto, o valor da participação dele no empreendimento. A cada trimestre, a incorporadora fará a apuração do valor das vendas.

Captações em Aberto

A Urbe.me, atualmente, conta com dois projetos já concluídos, um em Porto Alegre e outro em São Paulo. Existe um empreendimento em aberto para captação até fevereiro. Esse projeto em aberto é em Maringá, no estado do Paraná, e está sendo dirigido pela Construtora Lotus. Segundo dados da página InfoMoney, a rentabilidade prevista por ano gira em torno de 13%, visto de forma mais conservadora, mas pode chegar a 17,1%, numa visão mais arrojada.

A cidade Maringá tem um dos melhores índices de desenvolvimento humano (IDH) do Brasil, além de ter seu foco no setor de prestação de serviços. Tudo isso faz com que a cidade tenha o PIB per capita de 35,6 mil reais, dado muito estimulante se comparado ao dos outros municípios. Esses dados são importantes para o mercado imobiliário, uma vez que apontam para a capacidade financeira elevada das famílias da região. Para saber mais sobre possíveis aplicações neste empreendimento, basta clicar aqui.

A intenção da Urbe.me é que 15 projetos sejam ofertados por ano, sendo que pelo menos 10 já estão sendo visados para 2017.

Carolina De Marco Brandenbergher


Nesse período de Páscoa o consumo de chocolates cresce impressionantemente. Chocolates são as guloseimas mais consumidas do mundo e, apesar de crises e outros problemas econômicos, o consumo aumenta anualmente a ponto da demanda por esse tipo de doce superar a produção. Dessa forma, investir em chocolates artesanais é uma opção para quem quer aumentar a renda.

Por que empreender no setor?

O primeiro motivo está na clientela que, obviamente, é grande. A possibilidade de vendas é notável e para os chocolates artesanais ela atinge uma parte bem especial do mercado. Quem busca ovos de páscoa ou qualquer tipo de chocolate artesanal está procurando uma alternativa mais saudável, produtos mais frescos e também de caráter mais pessoal para presentear seus entes queridos. Esse tipo de cliente busca o sabor acima de tudo, portanto está até disposto a pagar um pouco mais caro pelo produto. 

As possibilidades de expandir também são muitas. Muita gente começa o negócio com utensíliossimples e forminhas em casa e com a ajuda da família nos fins de semana, vendendo só para amigos próximos e acaba crescendo e abrindo uma empresa.

Como começar seu negócio

Planejar é preciso. Um bom planejamento dá a noção de custos, previsão de gastos e necessidades ao longo do caminho. Saber todos os materiais que serão necessários: máquina de banho maria, mangas de confeitaria, embalagens, refrigerador, fogão, formas e outros itens, é essencial para o investimento e o controle do orçamento. Existem cursos específicos para fazer e decorar ovos de páscoa que podem ser encontrados com facilidade pela internet.

Depois de ter feito um teste de mercado utilizando utensílios caseiros e com clientes próximos, você conseguirá dimensionar o potencial do seu negócio e ver se isso mesmo é o que você quer investir. Após essas considerações, é necessário realizar um levantamento das formas de financiamento para investir, pois, nesse negócio é preciso correr atrás de capital financeiro porque provavelmente as coisas custarão caro e então é bom ter uma garantia de capital. Quando for decidir se quer utilizar financiamento, de onde ele virá e quanto pegará emprestado é bom lembrar que o negócio pode demorar em trazer retorno financeiro, então tenha certeza de que será capaz de pagar o dinheiro de volta. Também é bom combinar um prazo estendido para o pagamento, assim fica mais fácil de arcar com o valor da dívida.

Matéria-prima

A qualidade dos produtos é muito importante, por isso a matéria-prima deve ser escolhida com cautela. O passo mais importante é decidir por um produto de qualidade já que é isso que seus clientes buscam. 

A Barion oferece uma linha variada para atender às necessidades dos profissionais do ramo dos chocolates. A Loja da Fábrica oferece produtos de qualidade com preços acessíveis. Saiba mais no site.  


Confira aqui algumas dicas de como aplicar o dinheiro para garantir retorno financeiro.

Com o cenário de crise vivenciado no país, o brasileiro procura altenativas de investimento com garantia de lucratividade. Apesar disso, é preciso pensar e pesquisar opções de aplicações que rendam dinheiro momentaneamente como é o caso da renda fixa.

De acordo com o economista-chefe da TOV Corretora, Pedro Paulo Silveira, o cenário está bastante positivo para aplicações em renda e muito incerto para o mercado de ações. Outra alternativa de aplicação, não recomendável por especialistas, é a poupança. Isso porque, essa opção no momento tá gerando lucro de 0,5% ao mês mais TR. A poupança, ainda, só é melhor do que o rendimento gerado pelo dinheiro parado na conta-corrente. 

Outro investimento financeiro comum entre os brasileiros é no dólar, mas mesmo com a alta da moeda, esse tipo de aplicação não é recomendada pelos especialistas financeiros. Porém, há exceção, isso para quem tem investimentos no exterior ou tem viagem planejada pra fora do país este ano. De acordo com o consultor financeiro André Massaro, é arriscado investir em moeda estrangeira, mesmo investidores experientes costumam se "dar mal".

O melhor investimento, neste período de baixa financeira do Brasil, é aplicar no Tesouro Nacional. Pois essa aplicação vai ter a vantagem de acompanhar a alta dos juros e, ainda, não sofre com a marcação do mercado que altera o preço do papel diariamente. Segundo o diretor de operações da FN Capital, uma taxa de juros alta, torna a renda fixa muito atraente, principalmente os títulos do Tesouro que pagam uma remuneração atrelada à taxa Selic. Além de investir em títulos do Tesouro Nacional, é sugerido ainda acompanhar toda a movimentação referente aos juros gerados pela aplicação e comparar em relação a outras aplicações disponíveis. 

De acordo com levantamentos de empresas especialistas em investimentos financeiros, a procura de novos investidores em poupança reduziu muito em relação ao ano de 2014.

Stephanie Rodrigues do Nascimento


Investir na Bolsa é uma tarefa que exige bastante estudo, análise de mercado, conhecimento e, para dizer a verdade, um pouco de sorte. Porém, no geral, o mais importante são as competências de seus investidores. E, por conta disso, vamos ver algumas dicas de investidores que ganharam muito dinheiro nos últimos anos em apostas na bolsa. 

O fato é que, de acordo com o ranking da InfoMoney, o principal fundo de ações que mais rendeu foi o da Equitas e da Quest. A  Quest, por sua vez, gerou um retorno de 56,47% para seus investidores, enquanto que a Equitas, em todo o caso, trouxe um retorno de 66,85% para seu investidor.

O co-gestor da Equitas, Felipe Amaral, apontou que as principais apostas do fundo nesse tempo foram para os setores da educação e para o consumo doméstico. A Gestora, no caso, deu-se muito bem ao investir em empresas como a ABRIL, BRF, Suzano e Eztec que, de acordo como Felipe Amaral, cresceu muito mais desde que a Equitas entrou no negócio.

Outra estratégia interessante para saber onde investir foi dada pelo co-gestor da Quest Investimentos, Welliam Wang. Ele sugeriu que o ideal é apostar em empresas pagadoras de dividendos e geradoras de caixas.  Wang afirmou que exportadoras como a DUFRY, que teve várias aquisições nos últimos anos e nomes como a Grendene, que vem melhorando o consumo do país e a Embraer também são ótimas opções de investimento.

O ideal é ter um olhar amplo e dinâmico sobre o mercado, sabendo que tudo pode mudar. Investir é uma missão que exige bastante atenção e análise de tudo que está em jogo. Amaral, da Equitas, disse que 2014 será um ano de transformações no cenário nacional. A Quest, por seu turno, já pensa em mudanças para a próxima temporada.

Por Juan Wihelm

Investimento na Bolsa de Valores

Foto: Divulgação


Para comemorar os dois anos de atividade, a empresa paulista Shift Mobilidade Corporativa anunciou o investimento de R$ 2 milhões na frota própria. Ela é especializada na logística de transporte para eventos, serviço receptivo e aviação para executivos brasileiros.

A empresa, que investirá em ônibus e micro-ônibus, está entusiasmada com o fato de aumentar a sua frota e assim passar na frente da concorrência, que geralmente usa veículos terceirizados.

As novas aquisições da Shift possuem a bordo: aparelho de DVD, frigobar e internet wi-fi, além de ter capacidade para 46 pessoas (ônibus) ou 26 pessoas (micro-ônibus).

As quatro vans que também compõem a frota são do modelo Ford Transit, este é considerado o mais seguro utilitário fabricado no Brasil, pelo fato de possuir cintos de segurança de três pontos em todos os assentos.

Os seis sedans que completam a frota são do modelo Corolla GLI.

Os executivos da Shift afirmam que para fins de uniformização da qualidade e serviços, eles padronizarão os veículos.

A Shift, além de comemorar os dois anos de funcionamento, também está muito satisfeita com o aumento de 25% no faturamento entre o primeiro e segundo ano de logística corporativa.

Por Melina Menezes.


A ministra-chefe da Casa Civil, Gleisi Hoffmann, informou em entrevista no Palácio do Planalto que o governo federal irá estimar investimentos de até R$5 bilhões para os aeroportos regionais.

Este dinheiro será destinado a aproximadamente 200 aeroportos do país para a melhoria de sua infra-estrutura e melhor estruturação dos serviços para a população que utiliza os mesmos.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o Banco do Brasil divulgou a preparação para emitir cerca de 8 milhões de reais em Letras de Crédito Imobiliário.

Estes papéis públicos serão vendidos para investidores do varejo e possuem como grande objetivo aumentar a capacidade da entidade bancária para oferecer financiamentos voltados para imóveis.

No momento, o Banco do Brasil possui uma carteira de financiamento imobiliário de 12 bilhões de reais apenas no mês de novembro de 2012 que representou um aumento de 38% em relação ao mesmo período do ano anterior.

Com relação à data para esta venda, Ivan Monteiro – executivo do Banco do Brasil – afirmou que será em breve esperando apenas os ajustes finais da Bovespa para realizar a ação.

Por Ana Camila Neves Morais


A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) anunciou nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que espera um crescimento de 10% em 2013 e de 6% em 2012 nos investimentos em infraestrutura no Brasil.

Este setor compreende as áreas de energia elétrica, petróleo, telecomunicações, gás natural, saneamento básico e transporte.

A estimativa da Abdib vem em um momento de certa incredulidade com o setor de investimentos em queda constante no país, mas para Paulo Godoy presidente da organização os investimentos em infraestrutura terão este super desempenho graças à contratos de parceria público-privada e concessões para a construção de portos, ferrovias, aeroportos e rodovias no país.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta segunda-feira – dia 03 de dezembro de 2012 – a companhia Vale informou uma redução no seu montante de investimentos para o ano de 2013.

No ano de 2012 a companhia deve fechar com 17 bilhões de dólares em investimentos os quais irão cair, segundo cálculos dos bancos Credit Suisse e Goldman Sachs, para aproximadamente 15 bilhões de dólares no ano de 2013.

Esta diminuição se deve em especial à diminuição dos preços das commodities bem como à alta inconstância do mercado financeiro que fizeram a empresa mudar a sua alocação de recursos até a chegada de um momento econômico mais favorável.

Para isso, a Vale está priorizando os seus projetos mais importantes como o potássio no rio Colorado da Argentina e a expansão de Carajás e Moatize.

E para evitar possíveis perdas a Vale deve adiar projetos complexos como o níquel em Onça Puma no Pará, o Simandou para ferro na Guiné e o projeto do nível na Oceania.

Fonte: Reuters

Por Ana camila Neves Morais


Os dados do PIB no terceiro trimestre de 2012 mostraram outro dado importante no qual os investimentos na área da educação equivaleram a 5,3% do total do PIB com um valor total de R$219,5 bilhões.

Este valor corresponde a um acréscimo de 0,2% em relação ao mesmo período do ano anterior e foram gastos em diversas ações como assistência estudantil, material didático, alimentação e transporte de alunos, capacitação e remuneração de professores, dentre outros.

Por Ana Camila Neves Morais


O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Luciano Coutinho, disse na segunda-feira (dia 16 de abril) que a instituição pretende investir R$ 58 milhões no setor de infraestrutura. O montante será aplicado neste ano.

De acordo com Coutinho, a aplicação justifica-se pelo crescimento da economia do país, que vem se fortalecendo nos últimos meses e tende a crescer ainda mais no segundo semestre de 2012.

O presidente ainda informou que pode investir até 4% mais neste ano se comparado a 2011.

O BNDES ainda deverá investir R$ 1 bilhão até 2014 para ajudar a desenvolver empresas através dos fundos de private equity, capital semente ou venture capital. Além disso, o banco deverá trazer duas novas opções de private equity neste ano. Atualmente, o BNDES possui 29 fundos de private equity, capital semente e venture capital. O banco ajuda a financiar 199 empresas do país.

Fonte: BNDES

Por Matheus Camargo


Realizada a assembleia geral ordinária de acionistas da Petrobras, novos rumos serão tomados para a economia brasileira. Segundo decisões da própria reunião, foram aprovados investimentos equivalentes a R$ 58,8 bilhões para 2012.

O valor não chegou a incluir companhias relacionadas, como a Transpetro, mas já possui orçamentos gigantes. São R$ 55,5 bilhões investidos em recursos próprios da Petrobras e um valor de R$ 3,3 bilhões colocados para melhorar os recursos de terceiros.

Referindo-se a um total de capital, 59,02% irão se destinar para a área mais importante atualmente: a de exploração e produção do petróleo, gás e pré-sal. Outros 33,10% serão para abastecimento populacional, junto com mais 5,42% para gás e questão energética. O restante (2,46%) será aplicado em outros segmentos da Petrobras.

Os acionistas não se restringiram a investimentos totais para a empresa e trataram de assuntos relacionados às propostas de dividendos, que equivalem a um valor de R$ 12 bilhões. Este número é relativo aos resultados do ano passado, equivalendo a 0,92 real por ação.

Por Jéssica Monteiro 


Com a economia em alta, é cada vez mais comum ouvir pessoas falando em investimento. Porém, não tem como falarmos em investimentos sem falarmos da bolsa de valores. No Brasil, a maior bolsa de valores é a Bovespa, responsável pela maioria das negociações dentro do país.

Atualmente é possível optar por alguns caminhos para os seus investimentos, dentre eles há aqueles que devem ser seguidos apenas por pessoas com mais experiência na área. 

O caminho que exige mais experiência é a compra de ações através de corretoras. Dessa forma você irá escolher em qual empresa investir e será total responsável pela quantidade de dinheiro investido. Nessa forma de investimento você ganhará mais, porém estará mais propício a ter prejuízo, justamente porque uma queda em suas ações resulta em um prejuízo direto e de sua responsabilidade.

Outra forma de investimento é através de grupos ou fundos. O grupo muitas vezes é formado por amigos de trabalho ou família, onde os ganhos são dividos, assim como o prejuízo. Já o fundo de investimento é sempre oferecido por instituições financeiras, elas ficam totalmente responsáveis pelos investimentos, ou seja, elam estudam as empresas e escolhem qual a melhor hora de investir. Essa com certeza é a opção mais segura, porém é a que rende menos.

Você também pode contar com empresas de Home Broker, que cuida das suas negociações e lhe oferece dicas de investimentos.

Fonte: Guia de Investimento

Por Matheus Camargo


Investir com responsabilidade é tendência no mercado e não se limita à escolha de instituições idôneas e éticas. A maneira como o operador age no mercado também é fundamental para que o investimento permita, de fato, o desenvolvimento econômico da sociedade.

Sobre isso, Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que o trading (comprar e vender aproveitando-se de uma anomalia do sistema) é uma postura tóxica. Assim, ela defende que não se deve buscar o lucro rápido e fácil, mas montar carteiras baseadas em operações de longo prazo, pois no investimento deve-se levar em conta uma responsabilidade moral.

Nesse sentido, a ONU propõe desde 2006 seis princípios para o Investimento Responsável, que podem ser lidos na íntegra aqui. Essa preocupação tem em vista o fato de que esses investimentos responsáveis podem deixar de ser alternativos e se tornarem o negócio principal das grandes corporações.

A estimativa da consultoria Robeco and Booz & Company é de que até 2015 esse tipo de aplicação deva acumular US$ 26,5 trilhões.

Por Christiane Suplicy Curioni


O Bradesco é um banco que crê e está investindo em diversidade de investimento. Com esse intuito foi criado o Bradesco Private Bank que tem presença em todos os perfis buscando justamente isso, levar uma possibilidade de investimento ao mais diversificado tipos de perfis.

Contando com serviços como fundos, títulos, renda variável, investimentos no exterior e previdência o Bradesco vem focando nas necessidades de seus clientes e no que exatamente eles esperam conseguir quando o assunto é investimento.

Para inteirar-se mais sobre os planos e tipos de investimento acesse o site: www.bradescoprivatebank.com.br e confira se o que você deseja para seu futuro e para o crescimento de seu dinheiro não se encontra no Bradesco Private Bank.

Por Victor Gonçalves


Os incentivos fiscais observados pelos brasileiros até março último explicam boa parte  do crescimento do país, tanto em números como em expectativas. O Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre foi um dos mais altos em todo o mundo, perdendo para as economias chinesa e indiana, que juntamente ao Brasil, mais a Rússia, integram o bloco BRIC.

Os investimentos na nação brasileira, apesar de alguns conservadores tentarem abafar, é algo ainda recorrente nos dias atuais. O Banco Central e o próprio governo conseguiram içar atrativos altamente rentáveis para a aplicação financeira de estrangeiros, tais como baixas taxas de juros e promessas de lucros em várias atividades.

Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria Integrada, avalia que a cotação do dólar (em meados de R$ 1,75 neste princípio de semana) e os fatores descritos no parágrafo anterior têm favorecido o ingresso de capitais de investimentos, pois enquanto a economia brasileira se beneficia do período pós-crise, algumas nações ainda tentam se restabelecer.

Para Loyola, em reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, o ambiente é tão propício que os investimentos indexados ao dólar, tempos atrás, são feitos com base na moeda brasileira, portanto lucro em reais, o que estimula melhorias na qualidade de aplicações monetárias dentro do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um mundo claramente arriscado como o da economia mundial, onde os mercados são extremamente arriscados se faz necessário a criação de índices e mecanismos de proteção aos grandes investidores que precisam saber onde estão investindo seus recursos. E um desses mecanismos de proteção, que é usado para mensurar a capacidade que os países têm de honrar seus compromissos financeiros é o EMBI+, que indica onde os investidores podem aplicar com um risco menor.

O EMBI+ (Emerging Markets Bond Index) tem um índice específico para cada país e o referente ao Brasil no último dia dezessete de Agosto, em comparação com o fechamento do dia anterior apresentou queda de 4,33%, marcando 199 pontos. Este índice é calculado pelo Banco JP Morgan Chase e acompanha a evolução dos títulos da dívida externa brasileira, correspondendo a média ponderada dos prêmios pagos em comparação aos títulos de prazo igual do tesouro norte-americano, considerado o país de risco praticamente nulo na economia mundial, conforme matéria do Portal UOL.

Na comparação entre os dois papéis o EMBI+ Brasil mede o excedente pago em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo dos Estados Unidos. E a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os papéis da divida brasileira pagam uma sobretaxa de 1% em relação aos títulos do tesouro norte-americano.

Desta forma quanto maior for a pontuação deste índice, para os investidores, fica mais perigoso fazer investimentos neste país. E como o capital estrangeiro é necessário para impulsionar os investimentos e a economia, o governo que tem como saída oferecer altas taxas de juros para tornar atraente ao capital estrangeiro o financiamento de sua dívida, o prêmio pelo risco de investir em uma economia que é classificada como de alto risco para honrar seus compromissos.

Por Mauro Câmara


Empresas instaladas no Brasil parecem estar dispostas a expandir suas atividades para a atual e futura demanda no próprio país e em outras nações. Logicamente, para o intento vigorar lucrativamente aplicações financeiras são necessárias, sobretudo na edificação de novas instalações ou ampliação de maquinários.

O Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), a Copa do Mundo de 2014 em solo brasileiro e as Olimpíadas de 2016, na cidade do Rio de Janeiro, têm estimulado companhias do setor da construção civil, entre elas a Eucatex, especializada no segmento e na esfera moveleira. No princípio desta semana a companhia divulgou investimentos de aproximadamente R$ 35 milhões no município de Ribeirão, em Pernambuco.

O portal de economia Terra relaciona que o intento será voltado à construção da segunda fábrica de tintas imobiliárias da empresa no Brasil, juntamente a dois centros de distribuição. Marcos Nicolino, diretor de Novos Negócios da Eucatex, justifica o Nordeste como a região que em breve apresentará desenvolvimento próximo a dois dígitos, bem próximo às taxas vigoradas na China.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Durante a ditadura militar o Brasil experimentou a sensação de novos investimentos a partir de empresas estrangeiras dentro de seu território. A famigerada abertura econômica propiciou crescimento, mas teve lá seus percalços em meio a um ambiente de incertezas e repressões a grande parte da população esquerdista.

Depois de instituído o término desse período, em 1985, os brasileiros acompanharam a eleição de presidentes escolhidos pelo povo. Depois de 25 anos, a nação governada pelo atual presidente Luiz Inácio Lula da Silva experimenta um novo sentimento, desta vez de perspectivas nunca antes vistas, possibilitando a estimativa de que em poucas décadas o Brasil será a 5ª maior potência mundial. Investimentos, novamente, é a palavra da ordem.

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, ponderou na última terça-feira, 29 de junho, durante evento Brasil-Itália edificado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), que o país engendrará investimentos de, aproximadamente, US$ 735 bilhões em construção civil, indústria e infraestrutura até 2013.

De acordo com Jorge em reportagem emitida pelo portal de notícias G1, o montante será dividido em 69% a obras infraestruturais, 35,1% à construção civil e o restante para intentos relacionados à Copa do Mundo e, também, às Olimpíadas de 2016, no Rio de Janeiro.

Para Jorge, esses valores, que tem por base dados levantados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), ilustram a confiança dos empresários na economia do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Embora vigente num país com pouca tradição futebolística, a Copa do Mundo na África do Sul tem gerado alta rotatividade financeira em inúmeros setores desde antes do próprio início da primeira partida, em 11 de junho, principalmente no segmento hoteleiro, onde torcedores e simpatizantes do esporte tem percorrido incessantemente.

A sensação do evento, as vuvuzelas, elevaram o comércio local e em outras nações, tanto que a demanda no país sul-africano ocasionou a importação desse acessório da China. Agora, imaginem a Copa de 2014, no Brasil? Apesar de todos os problemas na infraestrutura, nosso território promete abrigar o episódio de maneira enfática, afinal, é a pátria conhecida como o berço mundial do futebol.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV), em sociedade com a consultoria Ernest & Young, indicou que a Copa no Brasil deverá injetar mais de R$ 142 bilhões na economia do país até 2014, dos quais quase R$ 30 bi serão voltados a investimentos diretos, R$ 22,46 bilhões em organização e infraestrutura e outros quase R$ 6 bi em despesas com os turistas.

O restante do valor, indicam os institutos responsáveis pelo estudo em reportagem divulgada pelo portal mercado UOL, será angariado entre despesas operacionais, aproximadamente R$ 1,2 bilhão, e mais R$ 112,8 bi por meio da movimentação em virtude do próprio evento.

O Brasil, possuidor das maiores taxas de impostos de mundo, deverá arrecadar um montante extra, por assim dizer, de mais de R$ 18,1 bilhões. Apesar de acontecer durante 30 dias, espera-se aumento do Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nação brasileira passou a atrair a atenção do mundo depois de superada a crise financeira mundial em 2009. No transcorrer das semanas subsequentes aos primeiros anúncios de sucesso, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, conquistou importantes prêmios internacionais, entre eles de Estadista Global e líder no combate à fome e a desnutrição infantil.

Soma-se aos fatores descritos acima o clima econômico, justificado, por exemplo, pelo crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) do primeiro trimestre, acima, inclusive, de índices constatados nos países desenvolvidos. A palavra de ordem à nação brasileira a partir das empresas, em virtude de toda essa atmosfera, é investimentos em cima de investimentos.

A Ernst & Young, consultoria de alcance global, indicou no início desta semana que após consultar mais de 800 executivos de companhias internacionais, o Brasil é tido como o quarto destino mais fascinante para investimentos externos num prazo de três anos, atrás, somente, dos emergentes China e Índia e o Leste Europeu.

Dados do levantamento revelam que 12% dos empresários questionados veem a nação tupiniquim como destino preferencial a aplicações financeiras, percentual inferior aos 53% relacionados àqueles que pretendem investir em três anos.

Com base nessa constatação, o Brasil já pode sonhar mais amplamente em apostar na melhoria de sua infraestrutura e áreas relacionadas. A construção civil, em vista da proximidade da Copa de 2014 e Jogos Olímpicos de 2016, por exemplo, é um setor que deve redobrar suas atenções.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


O primeiro trimestre deste ano foi positivo em vários fatores ao Brasil. O setor de veículos automotores, por exemplo, obteve alta grandiosa em suas vendas, bem como a linha branca, ajudados, então, pela já “extinta” exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI). Além desse ponto, outro foi de importância igual: investimentos.

A Toyota, empresa de origem japonesa, indicou durante esta semana a possibilidade de abrir uma fábrica em Sorocaba, cidade localizada no interior de São Paulo, intento já mencionado pela montadora há dois anos, mas adiado em virtude da crise financeira mundial.

A aplicação monetária estimada pela fabricante é de aproximadamente US$ 600 ou R$ 700 milhões, desembolso que poderá acarretar na geração de 2,5 mil empregos diretos e outros 11 mil de forma indireta.

Caso a unidade venha a ser concebida, de acordo com o portal de economia Terra, será a segunda da Toyota no país, pois, atualmente, Indaiatuba é o único local no país com unidade da montadora.

Fonte Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei


Enquanto o Brasil abraça novos investimentos a partir de empresas nacionais e estrangeiras, companhias por aqui estabelecidas também querem expandir seus negócios longe das fronteiras tupiniquins, situação denotada na Camargo Corrêa, que nos últimos dias empregou US$ 30 milhões na aquisição do controle de uma cimenteira situada em Moçambique.

“Insatisfeita” com o negócio, a empresa brasileira já admite novo anúncio de investimentos, desta vez na Cimentos de Necala (Cinac), da África, com outros US$ 200 milhões, no objetivo de transformar a operação da companhia em algo maior, de cunho estratégico.

Informações divulgadas pelo portal de economia Estadão revelam ser o plano principal a dilatação da capacidade produtiva da africana das atuais 350 mil toneladas anuais para 750 mil toneladas por ano. A fábrica de Moçambique atua na moagem de cimento, com matéria-prima importada.

José Édson Barros Franco, presidente da empresa de cimento da CC, pondera que o continente africano é um local que tem crescido acima da própria média mundial, o que permitirá aos investimentos atuais maior valorização e rentabilidade futuras.

Fonte: Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


Inúmeras empresas têm apostado fichas nas condições propiciadas pelo Brasil e sua economia em ascensão. Não à toa, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) de 2,7% no primeiro trimestre deste ano implica em políticas governamentais de estímulo sustentáveis. Até quando, por enquanto, ninguém sabe.

O Santander Brasil é mais uma que acaba de informar aplicação financeira. De acordo com a agência de notícias Reuters, o valor de investimento é de R$ 450 milhões voltados à edificação de um pólo de tecnologia, pesquisa e processamento de dados em Campinas, cidade localizada no interior de São Paulo.

O término total das obras está estimado para os primeiros três meses de 2012. A reportagem da Reuters revela que o projeto deverá ter uma economia de 30% no consumo de energia elétrica devido às mais altas tecnologias da construção civil.

Fonte: Reuters

Por Luiz Felipe T. Erdei


A elevação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,7% no 1º trimestre deste ano ante os últimos três meses de 2009 teve grande contribuição do setor industrial do país e dos investimentos feitos em território nacional. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, comemorou o feito como algo extraordinário.

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, avalia que os investimentos feitos na indústria do país ascenderam 133% nos três meses iniciais de 2010 em comparação ao período igual do ano passado, fato validado em virtude do pouco crédito no transcorrer da crise econômica global.

Para ele, boa parte dos investimentos aconteceu na esfera tecnológica, conforme levantamento feito pela Agência Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI) nas empresas do ramo com mais de 500 trabalhadores. De janeiro a março, mais de 71% das companhias estudadas afirmaram terem investido em inovação, percentual inferior se cumprida a meta do segmento entre abril e maio, quando mais de 74% dos entrevistados admitiram pretensões em continuar suas inovações.

Reginaldo Braga Arcuri, presidente da ABDI, assegurou, por meio do portal de economia Terra, que quase 50% das empresas diagnosticadas lançaram ao mercado produtos novos à própria companhia e outros 18% para o Brasil, como um todo.

Fonte Terra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado cervejeiro do país é um dos melhores do mundo, embora os brasileiros fiquem atentados quando observam, em estabelecimentos, a bebida estrangeira, geralmente com valores superiores às de origem nacional. Empresas, pelo Brasil, não faltam, entre elas a AmBev, que acaba de anunciar investimentos de R$ 260 milhões na construção de nova unidade da companhia em Pernambuco.

O montante corresponde a apenas uma pequena parcela dos R$ 2 bilhões promulgados no início do ano pela empresa, voltados, pois, à ampliação da capacidade de produção de suas fábricas espalhadas por toda a nação. O portal de economia UOL relaciona ser essa a maior aplicação financeira da AmBev em um único ano desde que foi criada.

Aos trabalhadores, obviamente, a criação da unidade pernambucana será rentável. Serão 200 empregos diretos na primeira etapa operacional da fábrica e outros mil indiretos durante as fases de edificação do projeto.

O UOL prenuncia que a futura fábrica de Pernambuco contará com outros R$ 100 milhões na segunda etapa de expansão, prevista para terminar em 2015.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Entidades mundiais, entre elas o próprio Fundo Monetário Internacional (FMI), alertam para riscos de superaquecimento em países emergentes, tais como o Brasil, que passou a receber atenção de empresários devido a inúmeros fatores, tais como a valorização do real ante o dólar.

O sinal já está dado, mas mesmo assim empresas continuam a ampliar suas intenções para com o país. A Novelis, conhecida por fabricar laminados de alumínio e atuante na reciclagem de latas para bebidas, divulgou em 27 de maio, quinta-feira, investimentos de US$ 300 milhões no interior de São Paulo no objetivo de expandir sua capacidade de laminação.

Phil Martens, vice-presidente de operações da empresa, revela que muitos dos clientes existentes no continente sul-americano, atuantes no mesmo setor, passaram a acelerar seus investimentos.

Em reportagem veiculada pelo portal de economia Terra, Martens ressalta que a ampliação do mercado de trabalho no país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva deve criar mais demanda por produtos que tem no alumínio sua construção, assim como a própria indústria automotiva, sedenta por chapas finas do material.

Confira mais informações sobre o tema aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Agência Nacional de Telecomunicações (Anatel) têm alertado à população, nas últimas semanas, sobre o amplo número de linhas de celulares vigentes em São Paulo, tanto que existem duas propostas para permitir o incremento de mais outras: inserção de um nono dígito ou criação de novo prefixo.

O mercado brasileiro, em sua totalidade, tem obtido crescimento exponencial, gerando ambiente propício a investimentos. A Telefônica, em vista desse e outros fatores, anunciou que aplicará mais R$ 5 bilhões no país ainda em 2010, não somente à telefonia móvel, mas também à fixa.

José Maria Alvárez Pallete, diretor da empresa para a América Latina, relatou que a Telefônica já investiu mais de US$ 110 bilhões no bloco latinoamericano desde a década de 1990. Somente no ano passado, indica o portal de economia do Estadão, foram mais de R$ 3,4 bilhões em todo o Brasil.

Possivelmente, a companhia deverá focar parte do investimento à melhoria na qualidade de seus serviços, pois a empresa figura entre as mais mencionadas em órgãos de defesa ao consumidor.

Leia mais no Estadão.

Por Luiz Felipe Erdei


Em ascensão pelo país, o setor industrial tem estimativas positivas proferidas por Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para ele, no período entre 2011 e 2014 o segmento terá investimento focado em R$ 850 bilhões, conforme estudo feito pela entidade.

Um adendo relacionado por ele indicado pondera que a carteira de financiamento do órgão aplicará recursos em projetos atuais, ou seja, em curso, e em outros que terão início nos próximos anos.

De acordo com o presidente do BNDES, grande fatia dos investimentos mencionados inicialmente serão executados pela denominada indústria de transferência e aproximadamente R$ 330 bilhões à área de infraestrutura, que tanto se cobra do Brasil, inclusive a entidade máxima do futebol, Fifa, para a copa do Mundo de 2014.

Anteriormente, ainda em 2008, outro estudo emitido pelo BNDES indicou que para o período compreendido entre 2010 e 2013 os investimentos chegariam à casa de R$ 777 bilhões.

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Por: Luiz Felipe Erdei


250 bilhões. Esse é o valor divulgado pela Petrobrás no seu Plano de Negócios com vigência 2010 – 2014, referente aos investimentos deste período.

A maior parte desses investimentos ficará na Exploração e Produção, alcançando o montante de 153,6 bilhões de reais acompanhando o sucesso na exploração da campanha do Pré-Sal. Para o planejamento pós 2014, os investimentos totalizam aproximadamente 462 bilhões, valores inclusos no PAC 2.

Na área de RTC, Refino, Transporte e Comercialização, os investimentos visam atender a crescente demanda do mercado doméstico. A empresa ainda aposta na melhoria da qualidade de seus derivados, atendendo aos padrões internacionais além de prever investimentos em novas fábricas de etanol e biodiesel.

Por: Teresa Almeida

Fonte: Agência Brasil


O bom relacionamento entre Brasil e França resultou em interesses positivos dos franceses para com os brasileiros. Recentemente, a Câmara de Comércio entre ambas as nações (CCFB-SP) divulgou que as solicitações de mercado pleiteadas por empresas de origem daquele país ascenderam 5% no ano passado em relação a 2008.

O Canal Executivo do portal UOL relata que das mais de 670 companhias que entraram em contato com a entidade na finalidade de adquirir dados e informações sobre inúmeros setores da indústria brasileira, 455 são de procedência francesa.

O levantamento indicou, sobretudo, que o segmento que melhor tem atraído os franceses é o agronegócios, seguido proximamente pelos bens industriais, bens de consumo e tecnologia da informação. Sueli Lartigue, diretora-executiva da CCFB, pondera que além da França, as nações Argentina, Estados Unidos, Marrocos, Nigéria, Paraguai, entre outras, também pretendem aplicar suas atividades em nosso território.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Graças à tecnologia, hoje temos acesso a todo tipo de informação e isso facilita muito a vida de quem está antenado eminvestimentos.

São diversos sites dando dicas e falando do assunto. Um tipo de investimento que se torna cada vez mais popular é o dólar.

A regra básica é comprar a moeda quando ela estiver mais desvalorizada, sempre ligado nos notíciários, você pode com o tempo tirar esse “momento certo de letra” e a previsão é de que a moeda chegue aos R$2,00 nos próximos dois meses, ou seja, não é hora de comprar dólares.

Mas como a valorização da moeda tem variado é bom ficar sempre ligado, porque com tanta oscilação ultimamente, pode ser que a previsão mude.


Está previsto um investimento de cerca de R$1,4 bilhão, pela General Motors em São Caetano do Sul e Mogi das Cruzes, no Estado de São Paulo, conforme anunciado pela empresa nesta segunda-feira, 22 de março de 2010, no Palácio dos Bandeirantes.

A meta, de acordo com o vice-presidente de operações internacionais da empresa, Tim Lee, é de um investimento de R$5 bilhões nos próximos anos, visando desenvolvimento de novos produtos e aumento de capacidade. O vice-presidente informou que há estudos de pretensão de lançamento do modelo esportivo de luxo Camaro, no Brasil.

Em São Caetano do Sul a GM produz veículos como Corsa, Astra e Vectra. Já em Mogi das Cruzes, a produção é destinada a componentes estampados e conjuntos e subconjuntos dos veículos das linha.


O ambiente brasileiro é um dos mais promissores nas últimas décadas quando o assunto abordado é investimentos estrangeiros, seja em virtude do crescimento do país perante o mundo, seja em relação aos jogos esportivos a serem realizados no Brasil em 2014 e 2016.

No entanto, o Portal de Notícias G1 apregoou que o ingresso de investimentos estrangeiros na nação, de acordo com o Banco Central, foi de US$ 789 milhões no primeiro mês deste ano, o valor mais baixo desde maio de 2007, quando a entrada assinalada margeou US$ 497 milhões.

Para efeito comparativo, em janeiro de 2009, mesmo com a crise financeira em seus estágios iniciais, a entrada de investimentos diretos de fora do país, novamente segundo o Banco Central, foi de US$ 1,93 bilhão. Para Túlio Maciel, chefe-adjunto do Departamento Econômico do BC, a queda aconteceu porque o volume registrado em dezembro foi elevadíssimo. Mesmo assim, acredita que para o atual fevereiro o mesmo ponto de análise alcançará, monetariamente, US$ 2,7 bilhões.

Caso o discurso de Maciel esteja correto, a tendência é que os investimentos de origem exterior ultrapassem, mês a mês, seus antecessores. Até 2014, quem sabe, as cifras estrangeiras e o Produto Interno Bruto (PIB) alcancem dados surpreendentes.

Confira mais informações aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os investimentos no país já passaram a acontecer em definitivo. Foi anunciado há pouco que a Sany Heavy Industry, empresa chinesa de máquinas para construção civil, investirá US$ 100 milhões, com pretensões de chegar a US$ 200 mi, para instalar sua primeira fábrica no país, no Estado de São Paulo.

De acordo com o Portal de Economia do Estadão, a unidade chinesa produzirá maquinário ao mercado do Brasil e da América Latina e deverá gerar, diretamente, emprego para aproximadamente mil pessoas. A expectativa de faturamento da empresa, em meia década, é de meio milhão de dólares.

O Estadão revela que a Sany é a primeira empresa de grande porte do segmento a desembarcar no Estado de São Paulo após a criação do Investe São Paulo, a Agência Paulista de Promoção de Investimentos e Competitividade.

Para dar uma idéia aos brasileiros, o faturamento da Sany, em 2008, foi de pouco mais de US$ 3 bilhões. Desde que a mão de obra seja qualificada e bem paga, a empresa tem mesmo é de ingressar no país.

Leia mais sobre o assunto diretamente no site do Estadão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Telefônica, a principal empresa de telefonia no Brasil, continuará seus investimentos dentro do país. Para este ano, de acordo com o Portal de Economia do Terra, a companhia almeja empregar R$ 2,3 bilhões, 4,5% a mais que no ano passado. Segundo Antônio Carlos Valente, as principais aplicações serão feitas no setor de banda larga.

Valente, inclusive, reforça o bom momento brasileiro e diz que o desenvolvimento da empresa estará seguidamente atrelado à estimativa de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), que para este ano tem a pretensão de figurar entre 5% e 5,5%, segundo convergência de informações de inúmeros especialistas.

Questionado sobre o tão comentado Plano de Banda Larga Brasileira, o presidente da Telefônica acredita que a participação das empresas privadas é de fundamental importância, visto que na atualidade são elas que estão próximas aos consumidores. Por outro lado, Valente não se fixa somente nessa idéia. Para ele, que teve discursos veiculados pelo Portal de Economia do Terra, o governo precisa empregar incentivos fiscais também para existir redução de preços de computadores aos consumidores.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Um levantamento feito pela Fundação Sistema Estadual de Análise de Dados (Seade) por meio da Pesquisa de Investimento Anunciados no Estado (Pies) relata que o investimento produtivo no Estado de São Paulo apresentou um tombo de 37% nos primeiros seis meses do ano passado, ante o semestre inicial de 2008.

Apesar dessa informação negativa, técnicos da Seade afirmam que a região já apresenta sinais de recuperação, pois a justificativa para o efeito inferior é à desaceleração assinalada durante a crise econômica mundial no Brasil – mas que agora tem a possibilidade de melhorar. Em termos monetários e ilustrativos, os investimentos das companhias caíram de quase US$ 16 bilhões para aproximadamente US$ 10 bilhões.

De acordo com reportagem da Agência Estado apregoada no Portal de notícias online do Estadão, o tombo só não foi maior que esse por causa da quantidade de investimentos executados em São Paulo e a própria infra-estrutura vigente no Estado. Por outro lado, ressalta o Estadão, entre abril e maio houve melhorias nesses aspectos, pois o volume de investimentos nesse trimestre foram quase 100% maiores em relação aos meses de janeiro, fevereiro e março.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Para Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, a boa situação brasileira de estabilidade em sua economia abre campo para investimentos preteridos em longo prazo. Segundo ele, o atual momento é o mais correto para que investidores ponderem sobre desafios futuros, ao invés de cogitarem problemas em curtos prazos.

Meirelles voltou a afirmar, durante o 5º Congresso Paulista de Jovens Empreendedores, que os investidores possuem, em nossas terras, certa segurança para efetuar planejamentos. Em meio à crise financeira, para ele, o Brasil foi perspicaz em suas medidas, tais como o avanço do crédito, que somou, em setembro deste ano, 45,7% do Produto Interno Bruto (PIB).

O presidente do BC revigorou seu discurso e utilizou o desempenho da massa salarial como referência, esta, que apresentou ascensão de 2,5% em setembro de 2009 em relação ao mesmo mês do ano passado. Para ele, quando se entende a mudança de crescimento no país, é que se é possível evitar problemas futuros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Era previsível que algumas medidas do governo brasileiro surtissem, inicialmente, saldos negativos. Atualmente, a entrada de dólares voltados ao investimento financeiro caiu significativamente após o início da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital proveniente de fora do país.

Segundo o Banco Central, a média diária percebida de entrada de recursos, que cerceiam investimentos produtivos e transferências executadas na compra de títulos e ações, baqueou 74,9% entre os dias 20 e 30 do mês passado em relação aos primeiros 19 dias de outubro.

Trocando percentuais por dólares, do dia 1º ao dia 19 de outubro, aproximadamente US$ 920 milhões tiverem ingresso no país, enquanto que no período de baixa constatado, as cifras alcançaram somente US$ 231 milhões. Lula e Mantega ainda pretendem manter suas experiências em relação ao IOF?

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) divulgou informações de que os investimentos arquitetados pela indústria naval do Brasil já chegam ao patamar de 55 bilhões de dólares. Estes dados incluem inúmeras consignações de plataformas de petróleo, dois novos estaleiros e navios da estatal Petrobras.

Antonio Carlos de Andrade Tovar, gerente do Departamento de Transportes e Logística do BNDES, afirmou que o pleito é suficiente para validar a construção dos novos estaleiros em terras brasileiras. Ao volume supracitado, outros 15 bilhões de dólares podem ser majorados a partir de empresas petroleiras privadas.

Além desse pressuposto, um valor de 4 bilhões dólares de encomendas da subsidiária Transpetro deve ser aprovado já para o próximo ano, que corresponde, pois, à segunda etapa do plano de renovação da frota. De acordo com Tovar, a Shell, a Statoil e a Exxon devem, também, anunciar novas encomendas.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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