O mês de julho de 2015 teve recorde em número de investidores registrados no Tesouro Direto. 15.095 novos cadastrados foram realizados no mês.

Julho de 2015foi um mês bastante memorável para o Tesouro Direto, haja vista o programa ter alcançado um grande número de investidores. Para aqueles que não conhecem esse programa, saibam que o Tesouro Direto foi criado em janeiro de 2002 e através dele é possível que investidores do tipo pessoa física adquiram títulos públicos de forma simples e fácil. Portanto, é possível comprar títulos públicos por meio da internet, banco ou corretora, sem que seja necessária a aplicação em um fundo de investimentos.

O grande destaque do mês de julho se deu pelos 15.095 novos cadastrados que o programa registrou no sétimo mês de 2015. Esse resultado representa nada menos que o maior volume mensal desde a sua criação em 2002. Com o volume de novos cadastrados o programa chegou a 536.979 investidores no total.

Além do grande resultado em relação aos novos investidores, o mês de julho também foi positivo quando o assunto são as vendas de títulos públicos utilizando o Tesouro Direto. Com isso, o volume total de vendas em julho chegou a R$ 1,21 bilhão, enquanto que as vendas líquidas chegaram a R$ 922,9 milhões. Vale ressaltar que ambos os resultados citados são as segundas melhores marcas da série.

Já o estoque de títulos vendidos através do Tesouro Direto, o volume total de mercado, chegou a incrível marca de R$ 19,47 bilhões no mês de julho. Tal resultado representa um aumento de nada menos que 6,1% em relação a junho de 2015 que registrou R$ 18,35 bilhões. E quando a comparação é feita com julho de 2014, o resultado é ainda melhor: aumento de 41,8%, haja vista os R$ 13,73 bilhões registrados na ocasião.

Em relação a este resultado, os títulos remunerados através de índices de preços são os responsáveis pelo grande volume atual, pois tais títulos representam o maior volume do estoque: 60,6%. Logo em seguida temos os títulos prefixados que representam um volume total de 21,1% do estoque. Já os títulos que são indexados com a Selic representam volume de 18,3%.

Por Bruno Henrique

Tesouro Direto


Alguns especialistas em economia e carteira de investimentos indicam quais as melhores ações para se investir neste mês de fevereiro. Muitas empresas que possuem ações no mercado estão em baixa e as opções de recomendações são poucas.

A maior comprovação desse fato é que em janeiro todas as corretoras de valores tiveram um desempenho negativo, juntamente com a bolsa brasileira Ibovespa, que teve uma piora de 6,20% somente no mês passado.

Neste cenário de instabilidades principalmente por causa dos escândalos da Petrobras, as recomendações ficam para as ações do Itaú Unibanco em primeiro lugar, com sugestão de 16 das 22 carteiras mais recomendadas por especialistas. Logo após, empatadas, vêm a BRF e BB Seguridade com 11 recomendações.

Investir em ações de bancos é a recomendação mais segura ao longo do ano. O Itaú Unibanco (ITUB4) tem rumores de aumento considerável de lucro, o que valoriza ainda mais as ações. Além disso, o aumento da taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação, faz com que os bancos aumentem seus spreads (diferença entre a taxa de captação de capital entre investidores da taxa pedida pelas instituições financeiras para seus empréstimos para clientes). E a tendência, de acordo com o mercado, é de que o governo faça mais reajustes da taxa de juros este ano.

E não é só isso. Especialistas também afirmam que não basta apenas investir em ações de bancos, é preciso saber qual das instituições está mais preparada para lidar com a expectativa negativa de desaceleração de crescimento do país e consequentemente do maior número de inadimplentes no mercado. Segundo relatório da Citi Corretora, o Itaú Unibanco é o mais preparado para enfrentar esse cenário econômico atual e futuro.

A segunda empresa mais recomendada, a BRF (BRFS3), surgiu após a fusão da Perdigão com a Sadia no ano de 2009 e tem a sugestão de crescimento para os estudiosos no assunto. Por a empresa realizar muitos negócios internacionais a tendência é que as exportações da companhia aumentem neste cenário de desvalorização cambial, ou seja, com o real fraco a exportação de produtos sai mais barata. Segundo relatório da Um Investimentos, a BRF é a terceira exportadora do Brasil e 45% do seu retorno financeiro é obtido no mercado internacional.

A também segunda indicação de compra de ações de investimentos tem uma grande tendência de crescimento no mercado. A BB Seguridade (BBSE3) é uma das diretorias do Banco do Brasil e agrega muito valor pela grandiosa potência que o mercado de seguros tem para crescer e desenvolver, já que o Brasil ainda tem uma baixa penetração neste setor em comparação com outros países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A BB Seguridade, especificamente, foi a escolhida dentre outras famosas instituições de seguros pela sua condição de ampliação da base de clientes, afinal a empresa aumentou consideravelmente a sua proporção de agências e existe expectativas de mais crescimento.

Por fim, dez corretoras também indicam para fevereiro o investimento nas ações do Bradesco (BBDC4) e da Suzano (SUZB5).

Por Carolina Costa

A?es para investir

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E mais uma vez o dólar fechou em alta e todos aguardam quais serão os próximos passos do Governo. A alta do dólar afeta a todos, desde os investidores, importadores e exportadores, população em geral, comércio, indústria e o dólar continua subindo e teve uma alta de 0,2% nesta terça-feira (04/11), sendo vendido a R$ 2,5054. E na parte da tarde a moeda norte-americana apontava uma alta ainda maior, atingindo um aumento de 0,42% mas até o fim do dia, recuou um pouco.

E o mercado está muito instável principalmente por causa da indefinição do Governo que não anuncia qual será a sua equipe econômica, mas o Ministério que mais tem agitado o mercado é o da Fazenda, pois os investidores, principalmente, querem saber quem irá assumir a Fazenda, para saber se de fato o Governo pretende trazer mudanças para a política econômica do Brasil. Há vários nomes sendo cogitados para o cargo, mas Dilma Rousseff não deu nem sinal de qual será a sua escolha.

O mercado está na torcida de que o Ministro escolhido seja alguém mais "amigável" e que ao substituir Guido Mantega, traga mudanças na economia do país que favoreçam a todos. Entre os nomes mais cotados para o Ministério da Fazenda, estão: Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central;
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco; Nelson Barbosa, ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda.

Mas o que está deixando o mercado tão agitado nos últimos dias é a indefinição de Dilma, reeleita nas últimas eleições. Se Dilma Rousseff anunciasse um nome ainda esta semana, certamente o mercado iria se acalmar e até a confiança dos investidores estrangeiros iria aumentar e certamente o dólar iria recuar um pouco, mas como não há nem sinal do nome do novo Ministro da Fazenda ser anunciado, até semana que vem o mercado continuará nervoso.

No início da manhã desta quinta-feira (06/11), o dólar começou em R$ 2,505 e pode até aumentar um pouco mais.

Por Russel

D?lar em alta

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Em setembro o dólar foi o campeão de valorização para aplicação. Com o aumento de 9,33%, liderou o ranking como principal investimento. Foi seguido pelo ouro, bem menos expressivo no período, com seus 2,7% e em terceiro lugar pelas Notas do Tesouro Nacional série B principal NTN-B Principal (vencimento 15/05/2015) que subiu 1,04%.

Ao consultarmos o desempenho anual desses investimentos temos revelada uma espécie de inversão da pirâmide: as NTN-B principal estão com 9,03%, o Ouro com 4,97% e o dólar com aumento de 4,68%.

A expectativa inicial da vitória da presidente Dilma Rousseff pode ser considerada a principal responsável pela alta do câmbio no último mês. Porém, a votação no candidato Aécio Neves promete reverter a situação até o segundo turno, além de gerar certo aquecimento na economia.

Após a eleição, a Ibovespa começou o dia com valorização de 8% e desacelerou até 4,7% com destaques nos setores financeiros e estatais. Nessa brincadeira de eleições o dólar terminou em queda de 1,43%.

O que podemos depreender é a preferência do mercado pelo candidato Aécio Neves, que prega uma economia mais liberal e com menos intervencionismo estatal em detrimento da candidata Dilma Rousseff.

Os economistas alertam que essa queda do câmbio devido ao resultado das eleições é um fenômeno temporário e de curto prazo e que o dólar deve continuar em alta até o próximo ano. Segundo especialistas, portanto, mesmo diante da queda atual, o investimento ainda se mostra seguro.  

O aumento das intenções de voto na atual presidente ao longo do mês passado alimentou nos investidores preocupações com a inflação e consequente aumento dos preços dos produtos importados. Essa situação foi responsável pelo maior aumento mensal do dólar no país nos últimos três anos segundo a revista Reuters.

Os três piores investimentos mensais foram: NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) com déficit de 14,82%, Ibovespa com défcit mensal de 11,70% e NTN-B (vencimento 15/05/2050) com déficit de 10,48%.

Os desempenhos anuais dos NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) e NTN-B (vencimento 15/05/2050) apresentam desempenho anual 11,93% e 13,48%.

Por João Flávio Gomes Faria


A Assembleia Legislativa do Paraná (ALEP) aprovou no dia 19 de março, o Projeto de Lei que tinha como objetivo o aumento do capital social da Companhia de Saneamento do Paraná, conhecida popularmente como Sanepar. O objetivo era justamente um maior lançamento de ações na Bolsa de Valores, Mercadoria e Futuros. É importante destacar que o autor do projeto foi o próprio atual governo do Paraná, onde o mesmo utilizou manobras que visaram acelerar a votação e garantir a aprovação do Projeto de Lei.

Caso ainda não saiba muito a respeito do assunto em questão é importante destacar que o Projeto de Lei aprovado autoriza o Governo Estadual do Paraná a negociar R$ 4 bilhões em ações, um valor bastante superior aos R$ 2,6 bilhões atuais. Outro detalhe importante é que não se devem ter limitações para a aquisição de ações, no entanto, o Governo do Paraná é quem irá continuar com o controle da empresa. Um dos argumentos para a aprovação do Projeto de Lei por parte do governo local é que a medida busca valorizar ativos do estado do Paraná, visando assim manter a qualidade dos serviços ofertados pela Sanepar, bem como assegurar investimentos com a mesma.

Em meio às promessas e garantias do atual governo em relação ao projeto de lei, a proposta sofreu grande resistência por parte da oposição. Na primeira votação foram 32 votos a favor e 15 contra e, na segunda 31 votos a favor contra 16. Dentre os argumentos dos deputados de oposição a aprovação do projeto é quando a crítica de que as manobras do governo com a Sanepar serão apenas para equilibrar as contas do governo atual. Abaixo segue declaração de deputados de oposição ao projeto:

“Hoje as ações estão em torno de R$ 5,00 a R$ 6,00. A gente está suspeitando que possa estar havendo uma transação para não acontecer, para desovar recursos em consultoria, que é uma forma de fazer caixa para outros fins”.

Por Bruno Henrique


Especialistas indicam vantagens para quem usa o Canal Eletrônico do Investidor (CEI) da BM&FBOVESPA para conhecer via internet informações sobre as transações eletrônicas na Bolsa de Valores de São Paulo.

Entre as principais vantagens está o aumento no nível de segurança. Representantes da BOVESPA dizem que o sistema conta com tecnologia de ponta para defender com máxima eficácia os dados dos investidores.

Ao fazer o acesso na rede mundial de computadores (internet) é possível diminuir as chances dos dados ficarem disponíveis para outras pessoas, assim como acontece com a divulgação em papéis impressos, por exemplo.

Não se pode ignorar outra vantagem fundamental aos dias de hoje em que tempo é dinheiro. O CEI permite com que investidores acessem informações de maneira rápida. Quem usa esse serviço pode economizar em tempo, ou com o Correio, para estabelecer comunicação ao sistema da BOVESPA.

Comodidade também representa ponto positivo do CEI. Em qualquer local que tenha internet investidores podem acessar as movimentações que aconteceram nos últimos dezoito meses. O extrato se encontra disponível em formato PDF no qual internautas podem salvar ou fazer a consulta online.

Vale ressaltar que ao usar o CEI os investidores colaboram de forma direta com maior preservação do meio ambiente em terras nacionais, indica o site oficial da Bovespa. Papéis possuem como matéria-prima principal as árvores que servem de abrigos aos animais, dispõem alimentos, regulam o clima e trazem equilíbrio ao meio ambiente.

Depois de fazer acesso ao sistema, o investidor pode escolher em que forma deseja receber o conteúdo informativo do CEI: e-mail, impresso ou ambas as opções. Caso não exista movimento de operação no mercado, quem investe deve acessar o sistema a cada noventa dias, e assim evitar que aconteçam problemas de acesso no futuro.

Conheça mais vantagens do CEI ao acessar a matéria publicada no site BM&FBOVESPA.

Por Renato Duarte Plantier


Alguns investidores têm retirado seu dinheiro de países emergentes devido ao temor do Fed – Banco Central norte-americano (Federal Reserve) de reduzir os incentivos para dinamizar a economia. A coisa não anda muito bem. Os países emergentes perderam 5% do mercado acionário.

O principal fator que desencadeou a ação do Fed foram os temores quanto aos mercados. Assim não só o Fed mas também o Banco Central do Japão modificaram suas políticas referentes à compra de ativos estatais, aumentando assim o dinheiro circulante.

Muitos países emergentes passaram a valorizar sua moeda após os investimentos estrangeiros, o que prejudicou as exportações. Para não haver muitos problemas, o Brasil reduziu a tarifa sobre operações em dólar de 1% para zero, nos mercados futuros.

Isso se deve, entre outras coisas, aos temores de que tanto o Fed quanto o Banco Central do Japão modificarão suas políticas de compra de ativos estatais para aumentar o dinheiro circulante.

Nos últimos 12 meses, o real teve desvalorização de 24% em relação ao dólar. Essa desvalorização aumentou os produtos importados e a inflação. Outros países com Indonésia e Índia tomaram medidas semelhantes. 

Por Robson Quirino de Moraes


Thiago Borges, no artigo "Posturas Sustentáveis" da Revista Cidade Nova, afirma que a Bolsa de Valores foi eleita uma das principais responsáveis pela falência de várias corporações financeiras, que são paliativas as medidas tomadas pelas grandes potências para lutar contra essa crise global que já dura quatro anos.

Assim, está se consolidando no mercado um novo modo de conceber operações financeiras: são os chamados Investimentos Responsáveis.

Segundo Thiago Borges, tais investimentos apresentaram uma rentabilidade maior que os convencionais. Os números confirmam, o Ibovespa registrou alta de 4,5% em um ano, já a valorização dos papéis de empresas socialmente responsáveis foi de 10,54% durante o mesmo período.

Pode-se dizer, portanto, que há uma mudança dos critérios na hora de investir, sugerindo uma mudança no perfil de quem investe.

Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que conhecer a forma como a instituição utiliza seus recursos naturais e acompanhar a sua conduta ética são critérios importantíssimos na hora de escolher em quem investir.

Para isso, o investidor pode consultar um dos quatro indicadores de compromisso social oferecidos pela Bovespa: o ISE (Índice de Sustentabilidade da Empresa), o ICO2 (Carbono Eficiente), IGC (Governança Corporativa) e IGTC (Governança Corporativa Trade).

Por Christiane Suplicy Curioni


Investir com responsabilidade é tendência no mercado e não se limita à escolha de instituições idôneas e éticas. A maneira como o operador age no mercado também é fundamental para que o investimento permita, de fato, o desenvolvimento econômico da sociedade.

Sobre isso, Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que o trading (comprar e vender aproveitando-se de uma anomalia do sistema) é uma postura tóxica. Assim, ela defende que não se deve buscar o lucro rápido e fácil, mas montar carteiras baseadas em operações de longo prazo, pois no investimento deve-se levar em conta uma responsabilidade moral.

Nesse sentido, a ONU propõe desde 2006 seis princípios para o Investimento Responsável, que podem ser lidos na íntegra aqui. Essa preocupação tem em vista o fato de que esses investimentos responsáveis podem deixar de ser alternativos e se tornarem o negócio principal das grandes corporações.

A estimativa da consultoria Robeco and Booz & Company é de que até 2015 esse tipo de aplicação deva acumular US$ 26,5 trilhões.

Por Christiane Suplicy Curioni


A IBOVESPA teve uma variação de + 35,1% até às 15h52 do dia 28/12 enquanto o dólar caiu + 0,26% passando a valer R$ 1,869. 

De acordo com uma pesquisa, a maioria dos brasileiros não entende sobre a Bolsa de Valores sendo que nos Estados Unidos (o país mais rico do mundo) 90% das pessoas investem na bolsa e acompanham os números como um placar de futebol. Mas será que é importante mesmo entender sobre a Bolsa de Valores?

Veja alguns motivos que o site da IBOVESPA apresenta:

A Bolsa de valores é uma oportunidade para investidores formarem seu patrimônio e ao mesmo tempo fornecer recursos para o desenvolvimento de outras empresas. Aumentado os recursos, a empresa disponibiliza mais oportunidades de emprego e contribui para o ciclo da economia. Colabora para o aumento da produtividade econômica em escala global e contribui para o crescimento de países que precisam de poupança externa para a necessidade de sua bolsa.

Basicamente, ao investir na Bolsa de Valores, o dinheiro percorre por um ciclo, se a empresa investida tiver um aumento em suas ações durante um curto ou longo prazo, o lucro é dividido com os investidores, se as ações da empresa caírem, ou seja, a produtividade diminuir, todo o dinheiro que foi investido é perdido. Algumas pessoas comparam a um cassino, mas não é bem assim. No mundo dos negócios os riscos não são como em apostas, onde a probabilidade de ganho diminui e se torna escassa, eles ficam associados à probabilidade de ganho ou perda na média do mercado.

Quanto ao dólar, uma básica explicação é a seguinte: a maioria dos países desvaloriza suas moedas para que fiquem abaixo do dólar, assim o preço da exportação é menor e ganha competitividade. Em 2003 o real valia R$ 3,5258 por dólar, hoje vale R$ 1,86 significa que houve uma valorização de quase 50%. Isso representa que os produtos brasileiros estão quase 50% mais caros e assim se perdem exportações e empregos.

Portanto, é importante acompanhar e investir na Bolsa de Valores, pois isso contribui para a economia brasileira e mundial. 

Por Ana Lorena Teixeira


Assunto mais que mensurado pela imprensa nacional e estrangeira, a guerra cambial é debatida por várias autoridades e políticos. Alguns avaliam a necessidade de se instituir uma moeda alternativa ao invés de o comércio se pautar somente no dólar. Outros endossam que cada nação adote medidas conjuntas ao invés de atitudes isoladas.

Embora existam convergências em muitos pontos, divergências em outros, na visão de Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, o Brasil vem sendo respeitado por ter adotado medidas pujantes ante a guerra cambial. Ao escutar a opinião de investidores estrangeiros, observa certo respeito quando se menciona o nome do país.

Uma das iniciativas adotadas pela nação tupiniquim, de acordo com o portal de notícias G1, foi o aumento da taxação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para aplicações em renda fixa provenientes de estrangeiros, de 2% para 4% e depois para 6%, além da margem para operações no mercado futuro, também no mesmo índice de 6%, sobre à anteriormente vislumbrado (de 0,38%).

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil foi considerado pelo Banco Mundial como o 127º país (de um total de 183 nações) com maior facilidade de execução de negócios. Apesar dessa constatação, uma cidade brasileira, em específico, foi considerada como a terceira do mundo preferida por empresários europeus para suas atividades.

De acordo com estudo realizado pela consultoria americana Cushman & Wakefield, a cidade de São Paulo é a mais almejada para a abertura de escritórios na próxima meia década. Xangai e Nova Déli, situadas, respectivamente, na China e na Índia, aparecem à frente da localidade brasileira. Até Tóquio (Japão) e Nova Iorque (Estados Unidos), tradicionalmente interessantes, estão atrás (nesse ranking) das regiões emergentes.

Artigo veiculado pela Folha UOL indica que a Cushman consultou as 500 maiores companhias em nove países europeus, abordando, entre vários questionamentos, o interesse de expansão para além do continente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os habitantes da cidade de São Paulo têm a seu dispor um dos meios de transporte mais eficientes de todo o Brasil no quesito qualidade e custo vs. benefício: Metrô. Apesar de alguns impasses terem surgido há pouco (paralisação das atividades durante vários minutos) e escândalos envolvendo licitações dos lotes 3 a 8 da linha 5 (Lilás), geralmente os usuários conferem boa avaliação ao sistema.

José Serra (PSDB), candidato à presidência da República, se utiliza [ao dirigir palavras aos eleitores] da Companhia do Metropolitano de São Paulo quando o tema é transporte público. No sentido oposto, Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Rousseff (PT) levantam a bandeira do pretendido Trem de Alta Velocidade (TAV), que tem por escopo interligar Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo. O tema, que estava um pouco fora de foco, voltou à tona.

Provavelmente, a Agência Nacional de Transportes Terrestre (ANTT) prorrogará por duas semanas o prazo para que os investidores, preocupados em disputar o leilão do trem bala, possam solicitar maiores esclarecimentos. Em princípio, o limite se encerraria no dia 1º de novembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Pauta muito utilizada pela candidata do Partido dos Trabalhadores à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, a Petrobras realizou recentemente uma das maiores ofertas pública de toda a história do país, segundo fontes oficiais. Seu oponente, o postulante José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira, alegou durante os últimos debates e em horário eleitoral gratuito que seu bom posicionamento ante o eleitor conferiu valorização de ações à estatal.

Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central brasileiro e dono da Gávea Investimentos, avaliou nesta semana que o investidor estrangeiro tem se postado mais crítico para com o país depois de ocorrida a capitalização da Petrobras, bem como pelo uso mais amplo dos bancos públicos pelo governo.

Para ele, por ter se configurado uma operação entre partes relacionadas, a capitalização da estatal deixou na cabeça dos investidores internacionais um mal estar generalizado. De acordo com Armínio em reportagem apregoada pelo portal de Economia Terra, esse sentimento sofreu piora exatamente num momento em que o padrão contábil do governo brasileiro vem sofrendo flexibilizações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ascendente ampliação pelo Brasil, a rede mundial de computadores poderá ser mais vislumbrada a partir do momento em que o famigerado Plano Nacional de Banda Larga for, finalmente, implementado. Se cumpridos todos os objetivos iniciais, praticamente toda população do país, daqui a alguns anos, terá acesso às ferramentas dispostas na internet.

Uma das empresas mais conhecidas no segmento de hospedagem dentro do país é a Locaweb. Visando bons negócios e a já citada expansão do meio no Brasil, o Silver Lake, grupo de private equity (investidor em empresas que não participam de Bolsas de Valores), pretende anunciar a compra de uma participação minoritária da empresa brasileira.

Por enquanto maiores detalhes, inclusive financeiros, ainda não foram revelados. Segundo o portal de notícias G1, o investimento na Locaweb foi levado adiante devido a esse a ser, para a Silver Lake, o melhor veículo disponível na expansão da rede mundial de computadores no Brasil (quinto maior mercado do segmento em todo o planeta).

Especializada também no sistema de armazenamento de programas e arquivos na própria internet, a Locaweb é uma jovem empresa, com 12 anos de atuação. De acordo com Gilberto Mautner, seu presidente-executivo, a intenção é da companhia aumentar alguns números atuais desde que as condições do mercado permitam.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os investimentos no Brasil se devem tanto às intenções e feitos das empresas brasileiras como, também, das estrangeiras. Companhias francesas, por exemplo, deverão experimentar novo relacionamento no país durante os próximos anos, pois após três décadas, atestam, finalmente a nação tupiniquim propicia condições favoráveis.

Dados divulgados pela Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Comércio e Desenvolvimento (Unctad) revelam que o Brasil é o terceiro local preferido pelas multinacionais até 2012. As informações, divulgadas pelo portal de notícias G1 assinalam, pois, que a Europa e os Estados Unidos ficaram atrás do país.

Realizado por meio de levantamento entre mais de 110 agências de promoção de investimentos pelo globo e outras mais 236 multinacionais, o estudo diagnosticou que nove das 15 nações preferenciais pelos dois próximos anos estão situadas nas regiões designadas emergentes.

Ponto alto da pesquisa, pelo menos ao Brasil, é a constatação de que o mercado doméstico nacional e o setor de commodities têm atraído o maior interesse. Contudo, a China ainda é o país preferido pelas empresas, seguida pela Índia, depois pelos Estados Unidos e na quinta posição, Rússia – curiosidade: quatro das citadas integram BRIC.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os investimentos das empresas estrangeiras no Brasil têm por base alguns princípios que, sobretudo no atual momento, valem à pena: ambiente econômico rentável, perspectivas futuras de crescimento e ampliação nos negócios. Recentemente, companhias francesas relataram interesse em reatar negócios no país sob tais motes.

Vince Cable, ministro de Empresas britânico, asseverou na última sexta-feira, 3 de setembro, que o Reino Unido precisa priorizar as relações comerciais na nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva em virtude do aumento do Produto Interno Bruto (PIB) constatado nos últimos meses e do potencial brasileiro. A intenção principal é levar companhias brasileiras ao outro continente.

O objetivo de Cable, ao que tudo indica, não são quaisquer setores. Dois deles, em especial, chamam a atenção: biocombustíveis e petróleo, ambos do segmento energético. A delegação que acompanhou o ministro, segundo a Folha UOL, estimulou acordo de cunho bilateral em engenharia avançada, por meio da utilização de novas tecnologias, e de cooperação industrial no domínio de defesa, em auxílio à Marinha do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os resultados divulgados no final desta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam dois responsáveis pelo crescimento do país: o setor agropecuário em alta e o aumento no número de investimentos. As empresas estrangeiras têm buscado e encontrado no país uma série de alternativas para obterem expansão, independentemente do setor pelo qual atuam.

As grandes companhias da França, seguindo a tendência que atualmente se configura, começaram a reconquistar o mercado brasileiro por este oferecer um ambiente propício em relação ao crescimento econômico e também pelo amplo número de habitantes, atualmente próximos de 200 milhões.

Bruno Vanier, diretor de gestão em Edmond da Rothschild Asset Management, ajuíza que no princípio deste século o Brasil atravessava uma crise financeira e econômica dentro de um intervalo de até quatro anos, porém, na última década a nação passou a oferecer novos horizontes.

Exemplo das novas pretensões é o da cooperativa de açúcar Tereos, segundo o portal de notícias G1, que adquiriu nova usina no país em maio último, bem como a CNP Assurances, que observa a nação atualmente governada por Luiz Inácio Lula da Silva como um local onde não se veem problemas constatados em outros continentes.

Aos mais atentos e ousados, os dois eventos esportivos de 2014 e 2016, respectivamente Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, poderão oferecer novos atrativos. Algumas empresas já começam a se movimentar, sobretudo no caso do Trem de Alta Velocidade (TAV) – que tem relação quase direta com o segundo acontecimento citado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros acabam se adaptando ao meio em que vivem. Alguns, mais ambiciosos e com os pés no chão, conseguem sustento de maneira segura sem, no entanto, deixarem de mentalizar danos futuros e probabilidades do presente. Caso este, por exemplo, é o de Marco Rodotá, aposentado de 66 anos, que por meio do dinheiro conquistado com sua rescisão contratual decidiu energizar seus investimentos anteriores em ações para abarcar novos ganhos à aposentadoria.

Os principais setores mencionados por Rodotá em sua carteira de ações, segundo o Estadão, são o petróleo, a energia, a mineração e a siderurgia. Contudo, aos que imaginam imprudência, Marco revela ter adotado segmentos concretizados, com companhias robustas.

Para elucidar um pouco mais seus investimentos, o aposentado relata que tem papéis em empresas como CSN, Petrobrás e Vale, que além de apresentarem bons pagamentos no concernente a dividendos, possuem liquidez. Antes de pagar os R$ 2,5 atuais referentes a taxas de corretagem para compra e venda de ações, Rodotá disse que buscou corretoras que traziam preços mais rentáveis e presteza em seus serviços.

Eis uma boa sugestão, a dada por Marco. A ideia pode ser aplicável a jovens, pois num mundo com tantas, mas ao mesmo tempo poucas oportunidades, ações compõem uma opção palpável, se bem analisadas, claro!

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ingressar no mundo dos negócios sempre gera expectativa aos intencionados, tais como a ausência de um superior para dizer o que fazer ou deixar de fazer e, além disso, prosperidade financeira. Há duas modalidades amplamente analisadas pelos especialistas referentes à abertura de um empreendimento, que são por oportunidade (indicada) e por necessidade.

Contudo, nem sempre tudo sai como planejado. Segundo o Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), no Estado de São Paulo uma média de 84 mil empresas, por ano, decretam falência, situação que gera custos aproximados de R$ 1,4 bilhão, atinentes ao capital investido nas negociatas, aos empreendedores.

Estudo amplo feito pela entidade com base em informações recolhidas em 2008 abaliza que 27% dos empreendimentos com um ano de vivência deixam de existir e 58% do total não consegue atuar durante cinco anos. Apesar desses dados negativos, segundo o portal de Economia Terra, existe certa tendência de longevidade das companhias em comparação às informações obtidas em 1998, ocasião na qual 32% das empresas não ultrapassaram 365 dias de atividades e outras 71% não conseguiram estabelecimento em meia década.

O levantamento diagnosticou que são vários os motivos diagnosticados com relação ao fechamento dos empreendimentos, o principal, segundo os próprios gestores, é a falta de clientes, seguido por ausência de capital e por último, impasses na administração do negócio e planejamento ineficaz.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a proximidade da Copa do Mundo de 2014 e dos Jogos Olímpicos de 2016, temas relacionados à infraestrutura ganharam status de prioridade entre os principais presidenciáveis das eleições de outubro. Gargalos nos aeroportos, problemas em portos, estradas e rodovias, bem como questões intrínsecas à segurança, são os temas mais recorrentes, inclusive pela própria população.

Logicamente, os investimentos a cada uma das áreas não devem ser pensados e focados nos dois eventos esportivos. Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), estima que para a infraestrutura a previdência privada e os fundos de pensão são imprescindíveis para financiamentos de longo prazo no Brasil, seja para garantir alta competitividade da nação como também do próprio desenvolvimento da economia.

Estendendo o assunto a casos mais particulares, Coutinho avaliou durante reportagem emitida pelo Portal de Economia UOL que a previdência privada, singularmente, é importante na vida dos trabalhadores e contribuintes por assegurarem uma renda segura futuramente. Atesta ser esse um componente crucial para o bem-estar da sociedade brasileira. O presidente do BNDES, para desfechar o assunto, defende a ampliação no número de participantes nesses fundos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os incentivos fiscais observados pelos brasileiros até março último explicam boa parte  do crescimento do país, tanto em números como em expectativas. O Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre foi um dos mais altos em todo o mundo, perdendo para as economias chinesa e indiana, que juntamente ao Brasil, mais a Rússia, integram o bloco BRIC.

Os investimentos na nação brasileira, apesar de alguns conservadores tentarem abafar, é algo ainda recorrente nos dias atuais. O Banco Central e o próprio governo conseguiram içar atrativos altamente rentáveis para a aplicação financeira de estrangeiros, tais como baixas taxas de juros e promessas de lucros em várias atividades.

Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria Integrada, avalia que a cotação do dólar (em meados de R$ 1,75 neste princípio de semana) e os fatores descritos no parágrafo anterior têm favorecido o ingresso de capitais de investimentos, pois enquanto a economia brasileira se beneficia do período pós-crise, algumas nações ainda tentam se restabelecer.

Para Loyola, em reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, o ambiente é tão propício que os investimentos indexados ao dólar, tempos atrás, são feitos com base na moeda brasileira, portanto lucro em reais, o que estimula melhorias na qualidade de aplicações monetárias dentro do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um mundo claramente arriscado como o da economia mundial, onde os mercados são extremamente arriscados se faz necessário a criação de índices e mecanismos de proteção aos grandes investidores que precisam saber onde estão investindo seus recursos. E um desses mecanismos de proteção, que é usado para mensurar a capacidade que os países têm de honrar seus compromissos financeiros é o EMBI+, que indica onde os investidores podem aplicar com um risco menor.

O EMBI+ (Emerging Markets Bond Index) tem um índice específico para cada país e o referente ao Brasil no último dia dezessete de Agosto, em comparação com o fechamento do dia anterior apresentou queda de 4,33%, marcando 199 pontos. Este índice é calculado pelo Banco JP Morgan Chase e acompanha a evolução dos títulos da dívida externa brasileira, correspondendo a média ponderada dos prêmios pagos em comparação aos títulos de prazo igual do tesouro norte-americano, considerado o país de risco praticamente nulo na economia mundial, conforme matéria do Portal UOL.

Na comparação entre os dois papéis o EMBI+ Brasil mede o excedente pago em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo dos Estados Unidos. E a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os papéis da divida brasileira pagam uma sobretaxa de 1% em relação aos títulos do tesouro norte-americano.

Desta forma quanto maior for a pontuação deste índice, para os investidores, fica mais perigoso fazer investimentos neste país. E como o capital estrangeiro é necessário para impulsionar os investimentos e a economia, o governo que tem como saída oferecer altas taxas de juros para tornar atraente ao capital estrangeiro o financiamento de sua dívida, o prêmio pelo risco de investir em uma economia que é classificada como de alto risco para honrar seus compromissos.

Por Mauro Câmara


O empresário americano Sam Zell, veio ao Brasil esta semana com o objetivo de aumentar os investimentos do grupo Equity International, considerando o país como um dos lugares mais atraentes do mundo para os negócios e atribuindo isto ao presidente Lula.

O grupo Equity já possui investimentos no país, através de cinco empresas brasileiras, como a Gafisa e a BR Malls e Zell destaca que o governo conseguiu promover o crescimento da economia mantendo a estabilidade fiscal, evitando a ocorrência de uma superinflação.

O empresário disse que não teme o superaquecimento da está acontecendo na economia brasileira, pois a considera muito boa na atualidade e diz preferir investir em um país “quente demais” do que em um que tenha uma economia “fria”. A economia brasileira, sem dúvida, agradece.

Fonte: Uol

Por Elizabeth Preático


O ambiente brasileiro é propício para o investimento de empresas estrangeiras, principalmente nas áreas mais promissoras para esta década, como é o caso da construção civil e da infraestrutura. Outros setores não ficam atrás, uma vez que Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, tem atraído a atenção do mundo para o alçamento de negócios em território tupiniquim.

Maurício dos Santos Neves, diretor da divisão de eletroeletrônicos do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), e Sergio Rezende, ministro da Ciência e Tecnologia, se encaminharam recentemente ao Vale do Silício, nos Estados Unidos, atrás de interessados em aplicar seu dinheiro no Brasil.

Reportagem confeccionada pelo portal de informática UOL relata que, juntamente a eles, representantes do setor privado do país percorrerão companhias e investidores de biotecnologia, design de aplicativos e tecnologia. Segundo o veículo de comunicação, a intenção é incentivar a indústria do segmento no Brasil, pois, atualmente, o setor precisa importar componentes para confeccionar seus próprios equipamentos.

Leia mais no UOL.

Por: Luiz Felipe Erdei


O Brasil tem atraído atenção de investidores estrangeiros desde que os números sobre sua economia passaram a ser positivos depois de superada, teoricamente, a crise financeira. A MAN Latin America anunciou, recentemente, que empregará R$ 250 milhões em sua unidade localizada em Resende (RJ) e contratará, para felicidade de muitos, 800 novos trabalhadores (próprios e de fornecedores).

O portal Dinheiro do UOL indica que desse total, 60% será voltado à produção e lançamento de veículos pesados da MAN já para o próximo ano. Atualmente, a companhia só comercializa caminhões da Volkswagen, pois adquiriu a unidade de produção no Brasil no ano passado.

A Randon, a ArvinMeritor e a Maxion foram seduzidas ao intento pela MAN. As três serão as responsáveis por fornecer carrocerias e auto-peças nessa empreitada; juntas, colaborarão com os demais 40% de investimentos para a linha de produção.

Confira as justificativas do presidente da MAN Latin America em relação aos investimentos aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O bom relacionamento entre Brasil e França resultou em interesses positivos dos franceses para com os brasileiros. Recentemente, a Câmara de Comércio entre ambas as nações (CCFB-SP) divulgou que as solicitações de mercado pleiteadas por empresas de origem daquele país ascenderam 5% no ano passado em relação a 2008.

O Canal Executivo do portal UOL relata que das mais de 670 companhias que entraram em contato com a entidade na finalidade de adquirir dados e informações sobre inúmeros setores da indústria brasileira, 455 são de procedência francesa.

O levantamento indicou, sobretudo, que o segmento que melhor tem atraído os franceses é o agronegócios, seguido proximamente pelos bens industriais, bens de consumo e tecnologia da informação. Sueli Lartigue, diretora-executiva da CCFB, pondera que além da França, as nações Argentina, Estados Unidos, Marrocos, Nigéria, Paraguai, entre outras, também pretendem aplicar suas atividades em nosso território.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil realmente é um dos focos do mundo em 2010. Investidores estrangeiros almejam ingressar na nação para angariar maiores lucros e estender o nome de suas companhias ao continente Sul-Americano. Por outro lado, existem autoridades mundiais que simplesmente pedem ajuda para determinadas especialidades.

Recentemente, o Afeganistão afirmou interesse em obter apoio do Brasil para que possa desenvolver, de maneira segura e rentável, sua agricultura. Conforme relatou a Agência Estado, a finalidade é proporcionar alternativas de trabalho a jovens recrutados pela guerrilha do Taleban.

Said Jawad, embaixador afegão em Washington e representante não-presente da nação no Brasil, Argentina, México e Colômbia, reuniu-se com trabalhadores da Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) para discutir o ingresso de técnicos do país tupiniquim no Afeganistão, para melhorias no cultivo de trigo, uvas, damasco e romãs.

Fonte: Agência Estado

Por Luiz Felipe T. Erdei





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