Alguns especialistas em economia e carteira de investimentos indicam quais as melhores ações para se investir neste mês de fevereiro. Muitas empresas que possuem ações no mercado estão em baixa e as opções de recomendações são poucas.

A maior comprovação desse fato é que em janeiro todas as corretoras de valores tiveram um desempenho negativo, juntamente com a bolsa brasileira Ibovespa, que teve uma piora de 6,20% somente no mês passado.

Neste cenário de instabilidades principalmente por causa dos escândalos da Petrobras, as recomendações ficam para as ações do Itaú Unibanco em primeiro lugar, com sugestão de 16 das 22 carteiras mais recomendadas por especialistas. Logo após, empatadas, vêm a BRF e BB Seguridade com 11 recomendações.

Investir em ações de bancos é a recomendação mais segura ao longo do ano. O Itaú Unibanco (ITUB4) tem rumores de aumento considerável de lucro, o que valoriza ainda mais as ações. Além disso, o aumento da taxa básica de juros, a Selic, para controlar a inflação, faz com que os bancos aumentem seus spreads (diferença entre a taxa de captação de capital entre investidores da taxa pedida pelas instituições financeiras para seus empréstimos para clientes). E a tendência, de acordo com o mercado, é de que o governo faça mais reajustes da taxa de juros este ano.

E não é só isso. Especialistas também afirmam que não basta apenas investir em ações de bancos, é preciso saber qual das instituições está mais preparada para lidar com a expectativa negativa de desaceleração de crescimento do país e consequentemente do maior número de inadimplentes no mercado. Segundo relatório da Citi Corretora, o Itaú Unibanco é o mais preparado para enfrentar esse cenário econômico atual e futuro.

A segunda empresa mais recomendada, a BRF (BRFS3), surgiu após a fusão da Perdigão com a Sadia no ano de 2009 e tem a sugestão de crescimento para os estudiosos no assunto. Por a empresa realizar muitos negócios internacionais a tendência é que as exportações da companhia aumentem neste cenário de desvalorização cambial, ou seja, com o real fraco a exportação de produtos sai mais barata. Segundo relatório da Um Investimentos, a BRF é a terceira exportadora do Brasil e 45% do seu retorno financeiro é obtido no mercado internacional.

A também segunda indicação de compra de ações de investimentos tem uma grande tendência de crescimento no mercado. A BB Seguridade (BBSE3) é uma das diretorias do Banco do Brasil e agrega muito valor pela grandiosa potência que o mercado de seguros tem para crescer e desenvolver, já que o Brasil ainda tem uma baixa penetração neste setor em comparação com outros países desenvolvidos e em desenvolvimento.

A BB Seguridade, especificamente, foi a escolhida dentre outras famosas instituições de seguros pela sua condição de ampliação da base de clientes, afinal a empresa aumentou consideravelmente a sua proporção de agências e existe expectativas de mais crescimento.

Por fim, dez corretoras também indicam para fevereiro o investimento nas ações do Bradesco (BBDC4) e da Suzano (SUZB5).

Por Carolina Costa

A?es para investir

Foto: Divulgação


Em setembro o dólar foi o campeão de valorização para aplicação. Com o aumento de 9,33%, liderou o ranking como principal investimento. Foi seguido pelo ouro, bem menos expressivo no período, com seus 2,7% e em terceiro lugar pelas Notas do Tesouro Nacional série B principal NTN-B Principal (vencimento 15/05/2015) que subiu 1,04%.

Ao consultarmos o desempenho anual desses investimentos temos revelada uma espécie de inversão da pirâmide: as NTN-B principal estão com 9,03%, o Ouro com 4,97% e o dólar com aumento de 4,68%.

A expectativa inicial da vitória da presidente Dilma Rousseff pode ser considerada a principal responsável pela alta do câmbio no último mês. Porém, a votação no candidato Aécio Neves promete reverter a situação até o segundo turno, além de gerar certo aquecimento na economia.

Após a eleição, a Ibovespa começou o dia com valorização de 8% e desacelerou até 4,7% com destaques nos setores financeiros e estatais. Nessa brincadeira de eleições o dólar terminou em queda de 1,43%.

O que podemos depreender é a preferência do mercado pelo candidato Aécio Neves, que prega uma economia mais liberal e com menos intervencionismo estatal em detrimento da candidata Dilma Rousseff.

Os economistas alertam que essa queda do câmbio devido ao resultado das eleições é um fenômeno temporário e de curto prazo e que o dólar deve continuar em alta até o próximo ano. Segundo especialistas, portanto, mesmo diante da queda atual, o investimento ainda se mostra seguro.  

O aumento das intenções de voto na atual presidente ao longo do mês passado alimentou nos investidores preocupações com a inflação e consequente aumento dos preços dos produtos importados. Essa situação foi responsável pelo maior aumento mensal do dólar no país nos últimos três anos segundo a revista Reuters.

Os três piores investimentos mensais foram: NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) com déficit de 14,82%, Ibovespa com défcit mensal de 11,70% e NTN-B (vencimento 15/05/2050) com déficit de 10,48%.

Os desempenhos anuais dos NTN-B Principal (vencimento 15/05/2035) e NTN-B (vencimento 15/05/2050) apresentam desempenho anual 11,93% e 13,48%.

Por João Flávio Gomes Faria


Investir com responsabilidade é tendência no mercado e não se limita à escolha de instituições idôneas e éticas. A maneira como o operador age no mercado também é fundamental para que o investimento permita, de fato, o desenvolvimento econômico da sociedade.

Sobre isso, Maria José Pereira, ex-diretora do Banco de Investimentos Brown Brothers Harritman, afirma que o trading (comprar e vender aproveitando-se de uma anomalia do sistema) é uma postura tóxica. Assim, ela defende que não se deve buscar o lucro rápido e fácil, mas montar carteiras baseadas em operações de longo prazo, pois no investimento deve-se levar em conta uma responsabilidade moral.

Nesse sentido, a ONU propõe desde 2006 seis princípios para o Investimento Responsável, que podem ser lidos na íntegra aqui. Essa preocupação tem em vista o fato de que esses investimentos responsáveis podem deixar de ser alternativos e se tornarem o negócio principal das grandes corporações.

A estimativa da consultoria Robeco and Booz & Company é de que até 2015 esse tipo de aplicação deva acumular US$ 26,5 trilhões.

Por Christiane Suplicy Curioni


Pauta muito utilizada pela candidata do Partido dos Trabalhadores à sucessão presidencial, Dilma Rousseff, a Petrobras realizou recentemente uma das maiores ofertas pública de toda a história do país, segundo fontes oficiais. Seu oponente, o postulante José Serra, do Partido da Social Democracia Brasileira, alegou durante os últimos debates e em horário eleitoral gratuito que seu bom posicionamento ante o eleitor conferiu valorização de ações à estatal.

Armínio Fraga, ex-presidente do Banco Central brasileiro e dono da Gávea Investimentos, avaliou nesta semana que o investidor estrangeiro tem se postado mais crítico para com o país depois de ocorrida a capitalização da Petrobras, bem como pelo uso mais amplo dos bancos públicos pelo governo.

Para ele, por ter se configurado uma operação entre partes relacionadas, a capitalização da estatal deixou na cabeça dos investidores internacionais um mal estar generalizado. De acordo com Armínio em reportagem apregoada pelo portal de Economia Terra, esse sentimento sofreu piora exatamente num momento em que o padrão contábil do governo brasileiro vem sofrendo flexibilizações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os incentivos fiscais observados pelos brasileiros até março último explicam boa parte  do crescimento do país, tanto em números como em expectativas. O Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre foi um dos mais altos em todo o mundo, perdendo para as economias chinesa e indiana, que juntamente ao Brasil, mais a Rússia, integram o bloco BRIC.

Os investimentos na nação brasileira, apesar de alguns conservadores tentarem abafar, é algo ainda recorrente nos dias atuais. O Banco Central e o próprio governo conseguiram içar atrativos altamente rentáveis para a aplicação financeira de estrangeiros, tais como baixas taxas de juros e promessas de lucros em várias atividades.

Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria Integrada, avalia que a cotação do dólar (em meados de R$ 1,75 neste princípio de semana) e os fatores descritos no parágrafo anterior têm favorecido o ingresso de capitais de investimentos, pois enquanto a economia brasileira se beneficia do período pós-crise, algumas nações ainda tentam se restabelecer.

Para Loyola, em reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, o ambiente é tão propício que os investimentos indexados ao dólar, tempos atrás, são feitos com base na moeda brasileira, portanto lucro em reais, o que estimula melhorias na qualidade de aplicações monetárias dentro do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um mundo claramente arriscado como o da economia mundial, onde os mercados são extremamente arriscados se faz necessário a criação de índices e mecanismos de proteção aos grandes investidores que precisam saber onde estão investindo seus recursos. E um desses mecanismos de proteção, que é usado para mensurar a capacidade que os países têm de honrar seus compromissos financeiros é o EMBI+, que indica onde os investidores podem aplicar com um risco menor.

O EMBI+ (Emerging Markets Bond Index) tem um índice específico para cada país e o referente ao Brasil no último dia dezessete de Agosto, em comparação com o fechamento do dia anterior apresentou queda de 4,33%, marcando 199 pontos. Este índice é calculado pelo Banco JP Morgan Chase e acompanha a evolução dos títulos da dívida externa brasileira, correspondendo a média ponderada dos prêmios pagos em comparação aos títulos de prazo igual do tesouro norte-americano, considerado o país de risco praticamente nulo na economia mundial, conforme matéria do Portal UOL.

Na comparação entre os dois papéis o EMBI+ Brasil mede o excedente pago em relação à rentabilidade garantida pelos bônus do governo dos Estados Unidos. E a cada 100 pontos expressos pelo risco Brasil, os papéis da divida brasileira pagam uma sobretaxa de 1% em relação aos títulos do tesouro norte-americano.

Desta forma quanto maior for a pontuação deste índice, para os investidores, fica mais perigoso fazer investimentos neste país. E como o capital estrangeiro é necessário para impulsionar os investimentos e a economia, o governo que tem como saída oferecer altas taxas de juros para tornar atraente ao capital estrangeiro o financiamento de sua dívida, o prêmio pelo risco de investir em uma economia que é classificada como de alto risco para honrar seus compromissos.

Por Mauro Câmara


Em mais uma iniciativa para prover o crescimento econômico nacional, Luiz Inácio Lula da Silva assinou um decreto que permite aos investidores estrangeiros investirem e participarem mais avidamente no Banco do Brasil. A medida tem por fim aumentar tal atividade dos atuais 12,5% para futuros 20% desses beneficiários.

Na mesma ocasião, o Governo anuiu a instituição a exprimir os American Depositary Receipts (ADRs), disseminados em ações triviais de sua emissão. O ajuste, na verdade, teve seu início no final de julho, ocasião na qual o Conselho Monetário Internacional havia aprovado esse mecanismo.

Com isso, a norma vigente desde 1996 foi modificada, pois naquele momento era permitida somente a emissão de recibos de atos no exterior sem direito algum a preferenciais ou votos.


O país finalmente, conforme veiculado em muitos meios de comunicação, começa a sair da crise com o pé direito. E com o pé direito, ainda, pretende permanecer no crescimento contínuo e eficaz. Porém, o Governo quer mais, muito mais.

Para tanto, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva pediu às empresas privadas que ajudem a nação a obter um êxito econômico auto-sustentável, ou seja, um ciclo em que seja possível um crescimento cada vez mais seguro, confiável. Segundo ele, quem parou seus investimentos por causa da crise deve recomeçar neste momento, com resultados que serão obtidos somente daqui a três anos, pois a Europa e os Estados Unidos, segundo ele, só devem se recuperar nesse prazo estipulado.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, seguiu o discurso de Lula. Para ele, o Governo agiu com habilidade nas medidas contra a crise, tais como a tão comentada diminuição dos Impostos sobre Produtos Industrializados (IPI). As declarações de ambos merecem atenção na atual conjuntura. O Brasil ainda dará muito a falar pelo mundo!


Embora os altos e baixos do mercado financeiro, pelo cenário de crise mundial que se arrasta, a BOVESPA tem apresentado resultados equilibrados. Embora isso, ainda é cedo para se falar em uma retomada definitiva do crescimento econômico.

Na última sexta-feira, 04/09, o pregão fechou com alta significativa de 1,70%, com soma de 56.652 pontos. Crescimento importante que afastou o fantasma de queda consecutiva nas últimas três semanas.

Mesmo com boas expectativas para a próxima semana, é bom prestar atenção no mercado externo que não anda muito estável e pode influenciar os resultados aqui.

Vale salientar que os bons resultados do pregão de sexta-feira não impediram que no fechamento da semana se contabilizasse uma queda de 1,82%.

É bom ficar com os olhos bem abertos na hora de investir o seu dinheiro!


O campo de investimentos vem ganhando um papel importante no planejamento financeiro pessoal e familiar. Por isso, a empresa cearense Fastjob Treinamentos desenvolveu um curso específico sobre investimentos na Bolsa de Valores para leigos no assunto.

O curso é destinado a pessoas não especialistas em economia e finanças, profissionais e estudantes em geral. As aulas abordarão conceitos de economia e do mercado financeiro, especificando os tipos de ações, seus resultados e impostos para compreensão da negociação.

O objetivo é oferecer condições para que o aluno interprete as variações da Bolsa a partir da composição das carteiras e do noticiário macroeconômico e empresarial.

Carga horária: 15 horas/aula

Datas: 14 a 18 de Setembro de 2009.

Horário: 18h30 às 21h30

Valor: R$ 198 (até 31/08) e R$ 220 (após 31/08)

Informações: www.fastjob.com.br


Poupar. Desde 2007 que uma das formas mais simples de investimento do país não obtinha uma alta tão significativa quanto este ano. O valor de R$ 6,67 bilhões atingidos em julho de 2009, só não foi maior que o R$ 9,13 bilhões investidos em dezembro de 2007, sendo que neste mês as entradas de recursos são maiores devido ao 13º salário.

Segundo o Banco Central, em dezembro é o período que a poupança registra os maiores valores desta modalidade de investimento.

Isso quer dizer que, desde 1995, exceto o mês de dezembro, que o BC não contabiliza um valor tão alto para a poupança quanto os R$ 6,67 bilhões registrados em julho 2009.


China, Estados Unidos, Índia e Brasil. Este é o ranking de preferência de investidores divulgado em relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU). Entre 2009 e 2011, o Brasil poderá receber investimentos diretos de empresas internacionais.

País como a Rússia apareceu abaixo do Brasil, que com essa posição divulgada na quarta-feira (22/07), pode respirar mais aliviado e esperar um crescimento na economia com os futuros investimentos estrangeiros.

Porém, apesar dessa boa notícia, por causa da crise econômica mundial, 58% das grandes multinacionais foram obrigadas a reduzir os investimentos diretos no país. Além disso, 85% das empresas foram afetadas pela desaceleração econômica.


Todos os dias os jornais comentam que o Dow Jones caiu x%, que o Índice Bovespa subiu y% ou então que as ações VALE5 e PETR4 podem ter uma boa lucrativade acumulada no próximo semestre. Mas o que realmente há por trás desses símbolos, gráficos, códigos e preços? 

Ao se motivar em operar nos mercados, algum dia você já se perguntou qual é a origem do dinheiro que você espera ganhar? Você acha que é resultado do aumento do lucro das empresas? Errado. Decorre basicamente de outros investidores que injetam dinheiro no mercado, e que por acaso não tem a mínima intenção de lhe dar dinheiro. 

O mercado pode ser definido como um aglomerado de pessoas, onde cada um tenta tirar dinheiro dos outros, usando a inteligência como sua principal arma. Acostume-se com a idéia de que no mercado de ações todos serão seus adversários, e que você terá de lutar a fim de obter o lucro almejado. 

As operações de mercado oferecem a oportunidade de se ganhar muito dinheiro em pouco tempo, e por isso, atraem as pessoas que gostam de arriscar e afugentam as que evitam riscos. Porém, se você não souber para onde está indo, certamente irá terminar em algum lugar que não gostaria de estar. Estude, mantenha-se informado e esteja sempre aberto a novas idéias – o mercado é extremamente oscilante e recheado de novas notícias todos os dias. 

Para iniciar suas atividades na bolsa você pode seguir dois caminhos. O primeiro (e mais curto) é procurar uma corretora, definir quanto se quer “apostar”, e deixar o trabalho árduo na mão dos corretores – eles definirão o mix de empresas que farão parte de sua carteira. A segunda possibilidade, e para mim a mais interessante, é investir de forma individual, utilizando estudos de análise técnica e fundamentalista associados a uma ferramenta de Home Broker.


Para se tornar um investidor bem sucedido, antes de mais nada, é necessário disciplinar a mente de tal forma que se possa agir com calma e tranqüilidade, mesmo em momentos difíceis. De nada será útil conhecer várias técnicas de estudo de ações, sem conseguir dominar a ansiedade que muitas vezes é responsável por enormes perdas e até mesmo pela ruína financeira. 

Vejo a importância de citar um pensamento de John Davison Rockefeller, fundador da primeira companhia petrolífera dos Estados Unidos (Standard Oil Company), que mais tarde deu origem a grandes empresas como a Shell, Mobil, Exxon, Chevron, e mais outras 29 empresas no ramo de combustíveis. 

“The road to happiness lies in two simple principles: find what it is that interests you and that

 you can do well, and when you find it, put your whole soul into it — every bit of energy

 and ambition and natural ability you have.” 

“O caminho para a felicidade recai em dois simples princípios: encontre o que lhe interessa e

aquilo que você faz bem, e quando você encontrar, ponha toda a sua alma nisso – cada

pedacinho de energia, ambição e habilidade natural que você tiver.”

Quando se investe em ações é necessário pensar de uma forma similar e também acreditar firmemente que os seus estudos surtirão o efeito esperado na prática. 

Muitas pessoas consideram a bolsa um tipo de “jogo”, mas tome cuidado para que isso não vire um vício perigoso. Os amadores buscam dinheiro e perdem. Tentam novamente, e perdem ainda mais. Por quê? Porque não sabem jogar. Há dois pontos fundamentais para se evitar a derrota no mercado acionário: disciplina (controle das emoções) e conhecimento (manter-se informado sobre o mercado, realizar estudos técnicos e se orientar pela experiência anterior). 

Se você deseja investir em ações baseado em palpites, sugiro que pare a sua leitura agora, pense em seis números, e compre alguns bilhetes de loteria. 

O seu sucesso ocorrerá naturalmente a partir do momento que considerar essa atividade um empreendimento intelectual sério. Se você usar a emoção ao invés da razão, fatalmente encontrará o fracasso.

O bom investidor é aquele que administra as suas reservas financeiras da mesma forma que um pára-quedista faz a checagem minuciosa de seu equipamento. Se o pára-quedas não abrir, a morte é certa. Se a administração financeira de suas ações é ruim, a falência será uma questão de tempo.





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