Entenda como o processo inflacionário funciona.

É comum ouvirmos falar do impacto da inflação nos preços de nossos serviços e produtos, mas é incomum que saibamos a origem dessa relação.

Quando se trata de abordar o cenário econômico de uma região ou país, a palavra “inflação” é sempre citada como um fator negativo, que inibe o poder de compra dos consumidores e dispara os preços da mercadoria, desvalorizando a moeda local e tornando assim a vida do trabalhador mais complicado, já que o salário dele não é reajustado de acordo com os índices de subida de inflação. Claro que parece muito mais simples apenas realizar esse ajuste, mas isso exigiria movimentação monetária tamanha. A pergunta aqui é: o que causa a subida da inflação? Quais são os fatores que desvalorizam nosso dinheiro e nos fazem comprar menos que ontem com a mesma quantidade de dinheiro?

Um aumento da emissão de papel-moeda realizada pelo Governo, seja para realizar a cobertura de gastos do Estado ou por qualquer outra razão, é uma causa de aumento de inflação. Nesse caso, existe maior volume de moeda em circulação, mas não acontece nenhum aumento de riqueza ou de produção, assim é exigida uma maior quantidade de dinheiro para consumir a mesma quantidade de produtos.

Outra causa de inflação é a demanda por produtos, isto é, quando o consumo aumenta de tal forma que se torna maior que a capacidade de produção da região. Acontece da seguinte forma: o consumidor tem poder de compra muito maior do que há disponível para vender, portanto aumentam-se os preços para que se compre a quantidade que há disponível.

A inflação também pode acontecer quando o custo da produção sobe muito, causando o mesmo efeito de desequilíbrio, porque é necessário elevar o preço dos produtos para que compense o processo produtivo.

Quanto menor o índice de inflação, maior é a estabilidade da moeda, portanto, se a inflação está medida em zero, entende-se que existe equilíbrio estabelecendo o valor da moeda, fazendo com que os preços não flutuem de maneira drástica, afetando a vida de milhões de trabalhadores.

Por Carolina B.

Inflação


A inflação é um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo.

O processo de inflação influencia diretamente em nossas vidas. Embora seja um conceito vago para muitos de nós, é sumamente importante que tenhamos a compreensão do que ele simboliza e qual é o impacto desse fenômeno em nossas finanças.

A palavra inflação é muito usada por especialistas em políticas, economistas, jornalistas e outras pessoas envolvidas em áreas parlamentares principalmente, mas a verdade é que não é nenhum bicho de sete cabeças entender do que se trata.

O processo inflacionário, a inflação é simplesmente um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo. Por exemplo, se uma determinada cesta de produtos, em janeiro, custa 50 reais e no mês seguinte, em fevereiro, a mesmíssima cesta passa a custar 100 reais, significa que existe uma inflação de 50% no mês. Esse aumento do valor também caracteriza a perda de poder aquisitivo, porque você vai consumir a mesmíssima cesta de produtos pelo custo de mais dinheiro, ou seja, o poder de compra do dinheiro diminui e ele passa a valer menos. Isso caracteriza uma desvalorização da moeda. Seguindo essa lógica, quando a inflação está baixa ou iguala a zero, os preços estabilizam-se, não ocorrendo mais o aumento no custo dos produtos e serviços.

Dos anos 1994 em diante, com a implantação do Plano Real, o processo inflacionário foi controlado. Desde os anos 80, diversos planos não obtiveram sucesso nesse objetivo, visto que a economia brasileira ficou em choque por conta do crescimento elevado da inflação antes do Plano Real. Em 2008, por exemplo, o índice de inflação registrado pelo IPCA no Brasil foi de 5,9%.

A inflação pode ter algumas causas, entre elas, a demanda, os custos e a monetária. Na demanda, o consumo de produtos aumenta e se torna maior do que a capacidade produtiva da região, causando o desequilíbrio. No caso da inflação de custos, a matéria-prima, a mão-de-obra ou as máquinas de produção tornam-se de alguma forma mais caras, tornando a produção do produto mais cara. Já na inflação monetária ocorre uma emissão de dinheiro em grande volume por parte do governo.

Por Carolina B.

Inflação


Previsão do governo para economia brasileira baixou de 1,6% para 1% em 2017 com alta do PIB.

O Ministério da Fazenda anunciou há bem pouco tempo que sua equipe econômica prevê um crescimento rebaixado da economia do Brasil em 2017, de 1,6% foi para 1%. No ano de 2016 o encolhimento da economia só cresceu, a previsão era de 3% e passou para 3,5%.

De acordo com o governo as estimativas da inflação oficial foram revisadas pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), do IBGE. Essa é a terceira vez que a equipe econômica do governo Temer divulga uma estimativa de crescimento para o ano de 2017.

O projeto de Lei e Diretrizes Orçamentárias (LDO), a projeção foi fixada em 1%, contudo em agosto bem próximo de enviar o Orçamento ao Congresso a equipe econômica mudou de ideia e anunciou o aumento da projeção para 1,6%, sob a alegação que o mercado brasileiro sus avaliações.

De acordo com Boletim Focus houve uma queda na estimativa de crescimento para 2017, de 1,13% para 1,00 %. O Ministro da Fazendo fez menção a respeito da alta ser de apenas 1% no PIB (Produto Interno Brasileiro) no próximo ano. O que seria de grande negatividade para a arrecadação de 2017, afirmou o ministro.

Impacto no orçamento:

Se a economia crescer menos que a previsão do governo os danos são logo aparecem, pois o governo arrecada bem menos impostos trazendo prejuízos incalculáveis à economia brasileira. A mudança na projeção para o desempenho do PIB deve influenciar os cálculos governamentais para a receita do próximo ano.

O Brasil mostra uma situação bem complicada com seu déficit fiscal ou despesas acima da arrecadação, cada vez mais presentes.

A proposta do governo Temer para o próximo ano será que os gastos do governo sejam maior que a arrecadação com impostos, num montante de até R$ 139 bilhões. Caso esse valor seja confirmado, será o segundo maior rombo fiscal, levando-se em crescimento de 1,6% o PIB para o próximo ano.

Meta fiscal:

O governo comprometeu-se com a meta fiscal, independente da revisão do PIB e para 2016 essa meta foi um déficit de R$ 170,5 bilhões, contra o déficit do ano de 2017 que é déficit de R$139 bilhões.

Por Ruth Galvão

Economia brasileira


Mês registrou novo aumento e o acumulado no ano chega a 4,96%.

Passando de 0,35%, em junho, para 0,52%, em julho, a inflação oficial do Brasil fez o acumulado do ano subir para 4,96%. Um valor até baixo, se comparado com o mesmo período de 2015, que foi de 6,83%.

A inflação é medida pelo IPCA, que significa Índice de Preços ao Consumidor Amplo, e o IBGE foi o responsável pelas informações fornecidas no dia de hoje, 10/08.

Se baseando nessas informações, temos os 8 (oito) produtos que tiveram aumentou no seu valor e outros 8 (oito) que ficaram mais baratos. Como sempre, o feijão foi o vilão dessa história. Nas 3 (três) primeiras posições, respectivamente está o feijão preto (41,59%), o feijão carioca (32,42%) e o feijão mulatinho (18,89%).

O leite longa vida ficou em quarto lugar com aumento de 17,58% e em seguida outro tipo de feijão, o fradinho, teve um acréscimo de 14,72%. Os 3 (três) últimos produtos dessa lista estão abaixo dos 10%, sendo o leite condensado, com alta de 9,87%, o fubá de milho, com 7,11% e a manteiga, com 5,72%.

Entre os produtos que tiveram os seus preços reduzidos, encontramos a cebola. Com uma queda de 28,37%, ela é a campeã nas quedas e está na frente da batata inglesa, que teve uma redução de preço em 20%. Logo abaixo vem a cenoura, com queda de 13,4%.

Da quarta posição até a oitava, 5 (cinco) produtos ficaram com a inflação abaixo dos 6%. As hortaliças caíram 5,65%, as frutas -3,28%, o óleo de soja -2,06%, as carnes -0,69% e os pescados com -0,63%.

Já o leite em pó vem na 9ª (nona) posição com alta de 5,26%, em seguida vem o arroz com alta de 4,68%, o bolo com 3,97%, os ovos aumentaram 3,87% e o alho subiu 3,54% no preço. Chocolate em barra e bombom tiveram aumento de 3,48% e o açúcar subiu 3,38%.

Ficando abaixo dos 3%, temos o cafezinho (2,52% de aumento), o queijo (2,34%), o café da manhã (2,32%), chocolate e achocolatado em pó (1,92%), Açúcar cristal (1,69%), margarina (1,44%), refrigerante (1,29%), pão francês (1,18%), macarrão (1,05%) e a farinha de trigo (1%).

Frango inteiro, café moído, iogurte, farinha de mandioca, carnes industrializadas, lanche fora e biscoito fazem parte da lista que sofreram aumento de preço, mas todos esses ficaram abaixo de 1%.

Por: Fernando Dias


Previsões indicam que a inflação poderá ficar mais elevada do que 10% no final deste ano, e que em 2016, varie entre 5,2% e 7,2%.

O Brasil, que está inserido em uma crise financeira e política, não terá uma melhora da situação rapidamente. Diante de tudo que vem acontecendo, a previsão é que aumente a inflação para o próximo ano.

Após a publicação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo do último mês, em outubro, a AE Projeções, da Agência Estado, após pesquisa realizada com diversos analistas de mercado constatou que a estimativa para o próximo ano será de crescimento do percentual da taxa de inflação.  

Os estudos indicam que a inflação irá variar entre 5,2% e 7,2% no ano de 2016. As indicações anteriores eram de uma taxa mais baixa, entre 4,5% a 6,7%. Frente a esses dados é possível que a inflação atinja ou ultrapasse a porcentagem que o Governo havia estipulado que era 6,5%.

Para o ano corrente a expectativa é ainda pior, pois existe chance da inflação ficar mais elevada do que 10%, devido ao aumento do combustível, energia elétrica, alimentos, matrículas escolares, plano de saúde, entre outros.

Ainda vale ressaltar que a desvalorização da moeda brasileira mexe muito com a economia do País e do mercado financeiro em geral. O dólar, apesar de ter tido uma pequena queda nesses últimos dias, permanece em alta e sua cotação fechou na sexta-feira, dia 06 de novembro, em R$ 3,76. Esse é um dos motivos para grande elevação dos preços. Tudo fica mais caro e quem está sofrendo com o cenário atual são todos os brasileiros, que estão tendo bastante dificuldade de pagar as contas. Sem contar também que a taxa de desemprego aumentou consideravelmente e sem emprego a situação piora ainda mais e a consequência disso é a diminuição do consumo, uma desaceleração nos gastos. A tendência das pessoas que ainda estão empregadas é de solicitar aumento de salário aos seus empregadores mesmo que esta não seja a melhor época.

O que resta aos cidadãos é aguardar se em 2016 haverá uma melhora no quadro financeiro e tentar evitar os gastos desnecessários.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


Segundo o IBGE, o Índice de Preços ao Consumidor Amplo deverá encerrar este ano abaixo dos 10%, influenciado por diversos aspectos.

Recentemente, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou novas informações sobre suas expectativas relacionadas à inflação do país. De acordo com o IBGE o instituto está trabalhando e considerando seriamente o fato de que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo, o chamado IPCA, deverá fechar o ano de 2015 abaixo dos 10%.

A conta feita pelo IBGE leva em consideração diversos aspectos. Um deles é a questão de que a inflação fechou o último mês com alta de 9,49% quando considerado o acumulado dos doze últimos meses. Além disso, considera também que os aumentos referentes à gasolina e ao etanol irão contribuir para que a inflação tenha uma subida em outubro.

O IBGE, por meio de sua gerente, também comentou sobre os números divulgados em relação ao mês de setembro. É importante lembrar que obteve-se uma variação positiva na faixa dos 0,54%. Isso é praticamente mais do que o dobro registrado em agosto com 0,22%. Para ser mais exato esses números apontam um crescimento de 0,32%.

Ainda sobre a alta do mês de setembro o IPCA diz que houve uma grande influência vinda do aumento das passagens aéreas devido à realização do Rock in Rio. A participação do aumento do gás de cozinha bem como de tarifas sobre a água e o esgoto em regiões específicas do país também foram consideradas.

De acordo com o IPCA, convém também lembrar o fato de que mesmo tendo pela frente a perspectiva do aumento de preços os últimos três meses de 2014 acabaram sendo encerrados com taxas altas sendo 0,42%, 0,51% e 0,78% sendo cada uma dessas representadas por outubro, novembro e dezembro, respectivamente.

Outro ponto a ser considerado ainda sobre esses fatos é a questão de que 2015 começou com uma alta de 1,24% e que teve como principal alavanca o aumento dos preços das contas de luz. Na sequência, o IPCA fechou com 1,22% e depois subiu para 1,32% e somente depois que começou a cair para ficar na faixa dos 0,7%.

Por Denisson Soares

IPCA


Economistas preveem que no encerramento do ano o IPCA registrará 9,53%.

O Índice de Preços ao Consumidor Amplo, conhecido também como IPCA, é o meio oficial de medir a inflação. Este índice é avaliado por meio de uma consulta feita às famílias que tenham remuneração de um a quarenta salários mínimos.

O recolhimento de informações até dezembro de 2013 era realizado nas Regiões Metropolitanas de Salvador, Fortaleza, Recife, Belém, Porto Alegre, Belo Horizonte, Curitiba, São Paulo, Rio de Janeiro, Goiânia e Brasília. A partir do mês de janeiro de 2015, a comarca de Campo Grande e a Região Metropolitana de Vitória também foram incluídas no Índice Nacional de Preços ao Consumidor, chamado de INPC, e também no IPCA.

De acordo com a informação divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, no ano corrente este índice atingiu o seu apogeu com a taxa mais elevada desde 2003, quando chegou a alcançar 8,05%. Os preços dos produtos, nos meses de janeiro a setembro de 2015, têm alta de 7,64%.

Não é a toa que todos os brasileiros estão sentindo muitas dificuldades na hora de pagarem suas contas. A conta de gás, água, luz, transporte (incluindo passagens aéreas e ônibus), alimentos, bebidas, vestuários, calçados e saúde aumentaram de forma acelerada, afetando assim a economia em geral.

Dentre as cidades citadas, em Brasília houve a inflação mais alta, de 1,25%. Isso foi justificado pelo aumento da conta de luz que foi de aproximadamente 12%. Em contrapartida, o município de Campo Grande registrou uma queda da inflação ou deflação de 0,28%. A explicação para essa baixa é em decorrência do valor da energia elétrica.

A previsão dos economistas é que no encerramento deste ano o IPCA seja de 9,53%. Se isso ocorrer, será o índice máximo desde 2002 em que a porcentagem foi de 12,53%. Há pouco tempo, o Banco Central informou que prevê um IPCA para 2015 de 9,5%.

Por Paula Barretto Guerra

Inflação


IGP-DI, que se refere à inflação de preços, teve um aumento de 0,40% em agosto. Alta do dólar teve grande influência nesse resultado, já que deixa os produtos bem mais caros.

O IGP-DI obteve aumento de 0,40% no mês passado, informa a agência de notícias “Reuters”, segundo dados obtidos pela FGV. O IGP-DI se refere à inflação de preços, o índice é mensurado pela FGV.

Uma reportagem publicada pelo portal do jornal “O Estado de Minas” aponta que o aumento do dólar deixa importados mais caros, incluindo itens como remédios e também alimentos. Vinhos e chocolates importados, por exemplo, sofreram com a alta dos preços.

De acordo com a reportagem, o dólar obteve valorização de 71,87% nos últimos meses. Em entrevista ao site, Luiz Eugênio, dono da empresa AA Wine Experience – especializada em vinhos importados – afirma que um dos vinhos chilenos mais requisitados na loja custava em torno de R$ 60 no final de 2014 e hoje chega a cerca de R$ 80.

Ele destaca que não há outra alternativa para as importadoras a não ser subir os preços, em meio a esse contexto de alta do dólar. Eugênio ainda destaca que a consequência principal, por parte do consumidor, é recorrer aos produtos com preços mais baratos.

Neste caso, a reportagem cita que os vinhos produzidos no Brasil conseguem, de fato, manter melhores valores de compras. De certa forma, isso ocorre, pois os vinhos nacionais – ao contrário dos importados – não são atingidos pelos impactos relacionados à alta dos preços da moeda norte-americana.

Comparar preços:

A dona de casa Lucia Silva Veloso, 40, afirma que teve de fazer alguns ajustes para economizar com a lista de compras semanais, tudo isso com base na comparação de preços. Ela conta que passou a comprar produtos de marcas menos conhecidas, mas com valores bem menores do que os praticados pelas empresas mais populares.

“Eu costumo listar todos os produtos indispensáveis para as compras e comparo os preços. Por exemplo, costumava comprar café solúvel de uma marca conhecida e notei que uma outra opção estava bem mais barata, tipo R$ 3 de diferença, era uma boa alternativa para economizar. No final das contas, eu achei que a qualidade do produto mais barato não deixou a desejar”, afirma.

Por Letícia Veloso

IGP-DI


Inflação já ultrapassou o teto da meta neste ano, e em 2016 a previsão é de que chegue a 5,4%.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor – já ultrapassou o teto da meta que era de 6,5% para este ano de 2015, agora já tem previsão de alcançar 5,4% em 2016, de acordo com os dados disponíveis na proposta enviada pelo Governo, sobre o Orçamento para 2016, que já foi enviado na última segunda-feira, dia 31 de agosto, para o Congresso Nacional.

De acordo com a equipe econômica do Governo, os trabalhos estão sendo feitos baseados nas estimativas do mercado e nos indicadores da economia, como, por exemplo, o PIB – Produto Interno Bruto. Desta forma, a equipe espera conseguir maior credibilidade. E o Banco Central tenta controlar os juros, para que eles fiquem dentro das metas antes estipuladas e, para isso, vem utilizando o sistema de metas de inflação.

Tanto para este ano, como também para o ano que vem, a meta da inflação é de 4,5%, só que o IPCA, que é referência, acaba oscilando e tem um limite de tolerância que vai de 2,5% e 6,5% e, por isso, a meta estipulada acaba não sendo descumprida, pelo menos de maneira formal, mas na realidade, o que pode-se ver é que a inflação vai superar sim, pelo menos o centro da meta, já que em 2016 poderá alcançar 5,4%.

A previsão do Banco Central para 2016 é que o centro da meta para o IPCA fique em 4,5%, mas a previsão do Governo ficou bem acima deste centro da meta e para o Governo a previsão para o ano que vem é de 5,4% para o IPCA e é a meta que consta no Orçamento.  

O Banco Central vem subindo os juros básicos da economia como forma de alcançar a meta central da previsão e por 7 vezes seguidas subiu os juros que foram para 14,25% ao ano, sendo este o maior patamar já alcançado nos últimos 9 anos.

Só que, deixando o crédito e o investimento mais caros, os juros ficam elevados e isso prejudica não só a economia brasileira como também o mercado de trabalho que não consegue gerar tantos empregos como gostaria.

Por Russel

Inflação


A estimativa para o fechamento da inflação neste ano está em torno de 9,32%, maior índice já registrado nos últimos 13 anos.

O ano de 2015 ainda não chegou ao fim e vários especialistas do mercado já chegaram à conclusão que estamos passando pela maior inflação em 13 anos.

Com base nas informações de conceituados economistas do mercado financeiro, este ano está marcado com uma inflação em alta, com a estimativa no fechamento em torno de 9,32%. Esses dados foram colhidos no boletim Focus, uma fonte de muito prestígio, responsável pela coleta de dados perante mais de 100 instituições e recentemente divulgada pelo Banco Central do Brasil (Bacen).

Esse dado é muito crítico, principalmente pelo fato de ser a 17ª alta consecutiva da estimativa desse tipo de taxa, desde a última alta que ocorreu no ano de 2002, no valor de 12,53%. Na semana passada, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) era previsto para chegar à marca de 9,25%, um valor enorme, perto da variação de 9,3%, que foi a maior ocorrida e registrada em 2003.

Quais foram os fatores que contribuíram para que isso acontecesse na economia brasileira?

O que podemos notar significantemente foi:

  • A alta do dólar;
  • Os preços administrados, como por exemplo, telefonia, energia, combustíveis, água, tarifa de ônibus, etc.;
  • A Inflação de serviços, devido a ganhos reais de salários e seguindo em caráter elevado.

Para 2016 especula-se que a inflação de mercado passe de 5,40% para a marca de 5,43%, um valor bem diferente das expectativas para o próximo ano de 4,5% e com um IPCA oscilando entre 2,5% e 6,5%.

Já no campo do PIB (Produto Interno Bruto), ou seja, a soma de todos os bens e serviços feitos dentro do Brasil, independente do tipo de nacionalidade do produtor, é estimada a quarta queda seguida este ano, com um recuo de 1,80%, o pior em 25 anos (em 1.990 ficou na marca de 4,35%) e com isso temos um próximo ano com uma economia estagnada, pois os especialistas chegaram à conclusão que a alta de exatamente 0,20% passou para o próximo ano na marca de queda, ou seja, ficando na posição 0%.

O Instituo Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) no fim do mês de maio já apresentou um registro que o primeiro trimestre de 2015 foi marcado com uma queda na economia de 0,2%, por causa dos setores de serviços e da indústria, só não sendo maior por causa da agropecuária.

Por Fernanda de Godoi

Inflação


Inflação teve recuo de 0,53% em julho, porém no acumulado de 2015 a alta registrada é de 6,98%.

O mês de julho foi bastante positivo quando o assunto é a inflação. Vale destacar que o sétimo mês de 2015 conseguiu registrar um recuo de 0,53% na inflação. No entanto, o acumulado de 2015 ainda é bastante preocupante e se mantém acima do teto previsto pelo governo. Dessa forma, foi registrado que o acumulado de 2015 já registra alta de 6,98%. O resultado é ainda pior quando consideramos a inflação dos últimos dozes meses, pois dessa forma o acúmulo é de 9,61%. Os dados aqui destacados fazem parte do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal, o IPC-S.

Além disso, é importante ressaltar que o acúmulo de 9,61% também se encontra acima do que os próprios economistas do mercado financeiro já previam para a inflação oficial de 2015: 9,23%.

Como muitos já sabem, o aumento do índice da inflação pesa bastante no bolso do consumidor brasileiro, pois a cada aumento o consumidor terá menos poder aquisitivo.

Mesmo com a alta taxa acumulada nos últimos doze meses e em 2015, saiba que de junho para julho houve algumas baixas nas taxas relacionadas às classes de despesa. Ao todo nada menos que oito categorias conseguiram registrar baixa em sua taxa. O grande destaque ficou por conta da categoria de alimentação, haja vista o recuo de 0,95% para 0,79%. O grande impulso nesta categoria se deu através da alimentação fora, pois a mesma passou de 0,60% para 0,42%.

Outros destaques quanto ao recuo nas taxas de variação foram: categoria de transportes; vestuário; educação, leitura e recreação; comunicação; e despesas em geral.

Porém, também tivemos o aumento da taxa de variação em algumas categorias. A tarifa de eletricidade residencial, por exemplo, registrou aumento de 2,54% para 3,62%, um dos maiores para o período considerado. O grupo de habitação também registrou aumento, passando de 0,95% para 1,03%. Artigos de higiene e cuidado pessoal registraram aumento de 0,28% para 0,37%.

Por Bruno Henrique

IPC-S


Pela 16ª semana seguida, a estimativa do mercado para a inflação de 2015 foi negativa, sendo que o índice subiu para 9,25%.

Na primeira semana de agosto de 2015 tivemos registrado a expectativa do mercado financeiro para a inflação de 2015. O resultado é negativo pela décima sexta semana consecutiva. Saiba que a previsão do Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, a inflação oficial do Brasil, saltou de 9,23% para 9,25%. O resultado é bastante preocupante, haja vista o grande número de semanas que já vêm acumulando aumentos sucessivos. A atual previsão está bastante acima do teto previsto pelo Governo Federal.

Além disso, é importante destacar que se a atual previsão for confirmada teremos nada menos que a maior inflação desde o ano de 2003. Na ocasião a inflação atingiu o patamar de 9,30%. Apesar do novo aumento quanto a previsão da inflação para 2015, o índice de 2016 conseguiu se manter em equilíbrio no patamar de 5,40%. Esse é um índice bastante importante e muito confiável, haja vista ser resultado do relatório de mercado do Banco Central e em conjunto com pesquisa que conta com mais de 100 instituições financeiras.

Dentre os principais vilões para o aumento da inflação está o aumento do dólar, segundo destacam os economistas do mercado financeiro. Além disso, tarifas de telefonia, água, energia elétrica, combustíveis e passagem de ônibus também contribuíram bastante para o aumento da previsão da inflação para 2015.

Um detalhe bastante interessante é que levando em consideração as atuais regras vigentes no país, a meta central para a inflação de 2015 e 2016 seria de 4,5%, algo bastante abaixo da realidade. No entanto, temos que destacar o intervalo de tolerância que permite uma oscilação de 2,5% a 6,5%. Portanto, esse intervalo permite que a meta destacada não seja descumprida, formalmente falando. De qualquer forma é esperado que 2015 registre inflação acima da meta, algo inédito desde 2003.

Enquanto o índice da inflação aumenta, a expectativa do PIB decresce a cada mês. Com isso, os economistas do mercado financeiro preveem uma retração no Produto Interno bruto de 1,80%. Com essa nova expectativa, tivemos registrada a terceira queda sucessiva.

Por Bruno Henrique

Inflação


Previsão da inflação sofreu novamente uma alta para o ano de 2015, devendo atingir 9,04%. Para 2016, a previsão é de que chegue a 5,45%.

Diversas instituições financeiras já elevaram a projeção da inflação para este ano de 2015 a 9,04% e este aumento acontece pela 12ª semana, mostrando que as manobras do Governo para conter o aumento dos preços não estão surtindo resultados satisfatórios, pelo menos a curto prazo.

O IPCA – Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo – subiu sua estimativa para cerca de 9% a 9,04%, sendo que há 4 semanas atrás, esta mesma projeção era de 8,46%.

A boa notícia é que para o próximo ano a estimativa já dá sinais de queda, sendo que para 2016, caiu de 5,50% para 5,45% e mesmo sendo uma queda bem pequena, já é motivo de comemoração não só pelo fato da estimativa para 2016 ser menor do que a deste ano como também por estar apontando queda na projeção realizada.

Para este ano até o Banco Central já projetou sua inflação, estimando que fique em  9% o que a deixará bem acima da meta que era de no máximo 6,5%. O centro desta meta, que é de 4,5%, de acordo com o Banco Central será atingido no decorrer de 2016.

O Copom – Comitê de Política Monetária – do Banco Central, mais uma vez utiliza o aumento da taxa básica de juros, a SELIC, para conseguir frear o aumento dos preços.

A SELIC já teve sua taxa elevada por 6 vezes consecutivas e mesmo assim continua sendo constatado pelo BC este ciclo de alta nos preços. Agora o Copom marcou uma reunião para os dias 28 e 29 de julho para ver o que deverá ser feito.

Hoje, o SELIC encontra-se em 13,75% ao ano e a expectativa é que esta taxa chegue, até o final de 2015, a 14,5%.

Para o final de 2015, a estimativa para o SELIC é que a taxa fique em 12,06% ao ano, sendo desconsiderados os extremos nas projeções.

Elevando a taxa da SELIC, o Banco Central espera conter a grande procura que é um dos principais motivos do aumento de preço.

Por Russel

Inflação


Previsões indicam que inflação e juros irão subir e PIB baixar em 2015.

Nesta semana, o Copom (Comitê de Política Monetária do Banco Central) manteve as projeções relacionadas a uma nova alta dos juros básicos. Uma pesquisa realizada pelo órgão monetário brasileiro na semana passada, mostrou que o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo, o IPCA 2015, sofreu alterações em sua previsão, passando de 8,37% para 8,39%. O órgão ouviu mais de 100 instituições.   

A inflação de 2015, se confirmada a pesquisa, atingirá o maior patamar desde 2003, quando a economia registrou uma inflação de 9,3%. Com isso em mente, os economistas do mercado ajustaram suas previsões para a inflação e o PIB neste ano. De acordo com eles, a forte alta do dólar e dos preços administrados, que compreende água, energia, telefonia, tarifas de ônibus, entre outros, pressionam significativamente os preços em 2015.

Impulsionada pelos ganhos reais de salários, a inflação de serviços também segue elevada.  Com base nos dados econômicos divulgados, os economistas reduziram suas previsões em relação ao PIB, na semana passada. Agora, eles acreditam que haverá um recuo de 1,27% na economia brasileira. Antes, a estimativa do mercado era de uma retração de 1,24%. O resultado é preocupante, visto que é o pior em 25 anos, quando o país obteve uma queda de 4,35% da soma de todos os bens e serviços. 

Para o próximo ano, a previsão do PIB também não é muito otimista. O mercado manteve sua estimativa em uma alta de apenas 1%.   

Semana passada, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, o IBGE, divulgou uma queda de 0,2% da economia brasileira no primeiro trimestre deste ano. Tal desempenho foi puxado pela negativa econômica nos setores de serviços e da indústria. Além disso, os recuos dos investimentos e do consumo das famílias impactaram no número.

A agropecuária foi o setor com melhor desempenho neste ano, o que evitou uma queda ainda maior do PIB.   

O mercado brasileiro conseguiu manter a previsão de que os juros avançarão para 13,75% ao ano ainda esta semana, quando o Copom se reunirá para a possível elevação da taxa. Para o final do ano, os economistas subiram a estimativa de 13,75% para 14% ao ano. Isso denota que o mercado financeiro espera que os juros continuem a subir após a reunião do Copom. A projeção para o próximo ano é que a taxa fique estável, em 12% ao ano

A variação da taxa básica de juros é o principal meio que o Banco Central utiliza para tentar conter as pressões da inflação. O órgão monetário tem de calibrar a taxa de juros para que consiga atingir objetivos pré-determinados. Com taxas elevadas, para a contribuição do controle de preços, há uma redução significativa no consumo e no crédito.

Por William Nascimento

Previsão da economia


Indicador desacelerou, mas acumulou alta de 5,30% no ano.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) informou que diante do menor reajuste da energia do mês de março para abril a inflação da baixa renda sofreu desaceleração.

Foram divulgados também alguns índices do IPC-C1 – Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1. O índice fechou com avanço de 0,74%, contra 1,64% no mês atual. O indicador acumulou uma alta de 5,30% no ano. Nos últimos 12 meses a alta representa 8,57%.

Para esclarecer, vamos expor algumas características do IPC-S para que seja possível entender mais sobre esse índice.

A Fundação Getúlio Vargas (FGV) esclarece que o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) indica a variação de preços dos produtos e serviços que são comercializados em sete capitais do país. O índice é calculado pela Fundação Getúlio Vargas e o início do índice ocorreu no ano de 2003.

O IPC-S é calculado a partir da evolução dos preços em um período quadrissemanal. Os fechamentos ocorrem nos dias 7, 15, 22 e 30 de cada mês.

A taxa registrada para a baixa renda fechou acima da taxa registrada para o conjunto da população: Índice de Preços ao Consumidor – Brasil, representada pela sigla IPC-BR. O índice atingiu 8,41% no mês de abril, comparado a março. Houve uma variação de 0,61%.

Dentre oito classes avaliadas de despesa que completam o cálculo do referido indicador, abaixaram as seguintes classes: despesas diversas (0,56% para 0,36%), educação, leitura e recreação (0,52% para 0,22%), transportes (0,72% para 0,18%), alimentação (1,12% para 0,82%) e taxas de  habitação (4,14% para 0,64%).

Contudo, fizeram o caminho inverso as seguintes classes: comunicação (-0,44% para -0,24%), vestuário (-0,27% para 0,99%) e saúde e cuidados pessoais (0,64% para 1,80%).

Destacam-se também as variações dos seguintes itens:

– Serviço religioso e funerário (1,17% para 0,52%);

– Passagem aérea (de 12,24% para -1,73%);

– Roupas (de -0,48% para 1,32%);

– Tarifa de eletricidade residencial (de 21,13% para 1,26%);

– Gasolina (de 1,72% para -0,75%);

– Tarifa de telefone residencial (de -1,13% para -0,64%);

– Medicamentos em geral (de 0,01% para 3,59%);

– Hortaliças e legumes (de 4,08% para 1,39%).

Por André César

IPC-S

Foto: Divulgação


O Banco Central divulgou o resultado de uma pesquisa com mais de 100 instituições financeiras onde informa que a estimativa de encolhimento do PIB aumentou, bem como a estimativa da inflação. Vale ressaltar que os dados desse relatório foram levantados na semana passada e divulgados nesta segunda-feira, 09 de março.

Através da pesquisa realizada pelo Banco Central com mais de 100 instituições foi apurado que a previsão de encolhimento do PIB passou de 0,58% para 0,66%, ou seja, o PIB brasileiro deve sofrer a maior contratação da economia desde 1990. Vale ressaltar que esses resultados vão confirmando o que já é esperado por muitos especialistas: saldo negativo. Essa é nada menos que a décima piora na projeção do PIB projetada pelo mercado.

Além disso, os dados divulgados pelo Banco Central também informam que um cenário de recessão econômica no fim de 2014 e início de 2015 pode ser considerado uma realidade. Para aqueles que não sabem, a chamada recessão técnica é resultado de dois trimestres consecutivos de contração do PIB.

Dessa forma, é evidente que o Brasil está em um cenário econômico extremamente complicado. É importante destacar que enquanto a projeção do PIB diminui para 2015 a projeção da inflação aumenta.

Caso ainda não saiba, a expectativa dos analistas é que a inflação feche o ano acima de 7%. Neste último relatório os analistas subiram a projeção da inflação para 7,77%. Vale destacar que na semana retrasada essa projeção era de 7,47%. É importante destacar que esta foi nada menos que a décima alta consecutiva para a inflação de 2015. Essa pode ser a maior taxa desde 2003, quando a inflação fechou em 9,3%.

Um detalhe muito importante é que esta atual projeção da inflação, 7,77%, é um valor acima do teto de metas do governo. A meta central de inflação para 2015 e 2016 é de 4,5%, sendo a tolerância de dois pontos para mais ou para menos. Com isso, o teto da inflação é de 6,5%, sendo assim, o atual cenário inflacionário é bastante preocupante.

Por Bruno Henrique

Infla??o e PIB


De acordo com os dados divulgados pelo Boletim Focus desta semana, a previsão ficou ainda mais negativa para uma série de índices importantes na nossa economia. Em clima de recessão e de muita desconfiança, o relatório trouxe a confirmação de notícias que ninguém queria ouvir. As projeções para a inflação e para o crescimento econômico do nosso país pioraram, nada foi diferente com a taxa de juros, esta também aumentou. Outro indicador que teve uma projeção negativa foi o Produto Interno Bruto, a diferença entre a semana passada é esta é de -0,08%.

Os analistas financeiros mais conceituados no país parecem ter entrado no consenso de que a nossa economia está passando por uma etapa crítica. Os juros estão subindo, o crescimento do país está numa fase de estagnação, a inflação continua imprudente e o PIB sofreu cortes, todos estes indicadores podem ser traduzidos na constatação da desaceleração do crescimento e em dias difíceis para toda a população brasileira.

A taxa Selic, que é a taxa básica de juros, tinha previsão de fechar o ano em 12,75% na semana passada. Nesta semana, o valor aumentou para 13%. Mesmo sem saber o valor que a taxa de juros do Banco Central ainda não tenha sido definida, espera-se que ela não tenha comportamento diferente dos índices apresentados pelo Boletim Focus, já que a taxa básica aumentou nesta semana. Na semana anterior ela fechou em 12,25%.

O PIB tinha registrado uma queda de -0,5% na semana anterior, nesta ele marcou uma queda de 0,08%, ficando em -0,58%.

No que se refere à inflação, na semana passada ela tinha sido registrada em 7,33%, neste período mais atual ela fechou em 7,47%.

Outro dado divulgado pelo Boletim Focus desta semana foi o aumento do Dólar. A moeda americana estava em R$ 2,90, agora ela assumiu o valor R$ 2,91.

Muito se fala sobre os índices do Boletim Focus, no entanto, grande parte da população não tem conhecimento sobre o que é este relatório. O Boletim é realizado e divulgado pelo Banco Central, ele é resultado de um estudo configurado pelo BC para prever de forma bastante transparente os principais indicadores economistas do país. Ele é elaborado pelos principais economistas e analistas financeiros do Brasil. Ao todo, o BC ouve 100 instituições, aproximadamente, e após, o BC descarta os valores extremos e faz a mediana das perspectivas para diversos índices.

Por Melina Menezes

Economia


As projeções do PIB e da inflação vão continuar a ser questões problemáticas para a economia brasileira em 2015. Economistas de instituições financeiras voltaram a fazer projeções assustadoras, reafirmando o triste cenário para a política monetária para este ano.

Uma pesquisa realizada pelo Focus do Banco Central divulgada no dia 23 de fevereiro, segunda-feira, mostrou que a estimativa para o Produto Interno Bruto (PIB) em 2015 diminuiu pela oitava semana seguida, chegando a uma contração de 0,50%, afirmando uma queda de 0,42% ante ao levantamento anterior.

Com um grande peso em relação à atividade, a indústria terá uma perspectiva de recuo, passando de 0,35% para 0,43%. Outros fatores determinantes para o resultado do estudo são os preços cada vez mais altos de bens de consumo e alimentos, além do risco de racionamento de energia elétrica e água.

A inflação também mostra que o país tem dificuldade em mostrar uma recuperação, gerando um panorama de confiança abalado. A projeção no Focus é de alta de 10,4%, sendo este 0,4% superior ao estudo realizado na semana anterior. Levando em consideração à alta do IPCA neste ano, a pesquisa também mostrou a oitava piora seguida neste ano. O estudo projeta um avanço de 7,33% ante 7,27% na semana anterior.

Com este cenário, os especialistas sustentaram que a Selic encerrará 2015 a 12,75%. A projeção é de alta de 0,5% referente à taxa básica de juros, que está cravada atualmente em 12,25%. Os dados são do Comitê de Política Monetária (Copom).

Apesar da notícia, em 2016 a projeção para o PIB permanece com o aumento de 1,5%. Contudo a expectativa de avanço do IPCA será de 5,6%, representando uma alta de 5,5% dos preços administrados. Até o momento a projeção permanece a mesma. Já a Selic se mostrou mediana de acordo com as projeções para o ano que vem, podendo encerrar o ano 11,50%. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

PIB e Infla??o


De acordo com nota oficial divulgada no site BM&FBOVESPA aconteceu venda em torno de 53,7% de títulos públicos indexados à inflação, em dezembro de 2013, maior valor de compras no setor de Tesouro Direto durante o período. O aumento da inflação registrado ao final do ano apontado por analistas e instituições públicas ajudou para que acontecesse crescimento na aquisição dos papéis do gênero.

Importante ressaltar que os papéis NTN-F e LTN, cujos valores possuem preços prefixados no momento em que investidores realizam a aquisição, ficaram na segunda posição entre a maior investida de títulos públicos, com aproximadamente 33% das vendas em geral. Na terceira colocação, com treze por cento das compras no último mês do ano de 2013, ficaram os LTF: “Títulos indexados à taxa Selic”.

Interessante notar que ao comparar os meses de dezembro entre 2012 e 2013 houve aumento de quinze por cento entre o total de investidores que realizaram cadastro para investir, com total de quase 379 mil e aproximados 4.700 dentro do setor de Tesouro Direto.

Estudos da BM&FBOVESPA indicam que setenta por cento dos investidores do tesouro direto em dezembro de 2013 residem na região Sudeste do Brasil, visto que grande parte é de homens (quase 79%). Público masculino entre 26-35 anos tem valor de quase 34% entre o total de investidores no setor.

A média de operação ficou na casa dos R$ 15.318. Há valor além do que sessenta por cento de investidores que buscaram títulos que valem menos de cinco mil reais, fato que demonstra a preferência dos pequenos compradores buscarem o Tesouro Direto como forma de diversificar os investimentos e ter riscos menores de perda.

Quase 27% dos valores totais das vendas que aconteceram em dezembro de 2013 se referem aos papéis do Tesouro Direto, com validade de resgate além do que dez anos. Na segunda posição se encontram os títulos que vencem entre cinco a dez anos (aproximados 32%). Em primeiro lugar estão as compras com vencimentos entre um a cinco anos (40,5%).

Por Renato Duarte Plantier

            Fonte: Bmfbovespa.com.br


2014 promete ser um ano com a inflação acima do previsto. A meta de 6,5%, estipulada pelo Banco Central, certamente terá seu teto superado. Essa previsão é tida com base em situações como: a aceleração dos preços administrativos (os quais estavam em baixa no ano passado devido a medidas utilizadas pelo governo, mas que não devem permanecer em 2014), a alta de preços em decorrência da Copa e a desvalorização do câmbio provocada possivelmente pelas eleições. Analistas acreditam que esses fatores levem o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) a desandar em 2014.

Na última sexta-feira, 10 de janeiro, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou a inflação oficial de 2013, que ficou em 5,91%. Embora o governo tenha adotado medidas para conter a inflação, essa porcentagem ficou abaixo do esperado. O governo possuía como meta encerrar o ano com o IPCA abaixo do obtido em 2012, que foi de 5,84%.

Especialistas afirmam que o Índice de Preços ao Consumidor (IPCA) em 2013 deve ser visto como preocupando para a inflação, pois este ano (2014) improvavelmente a alta de preços será inferior que a registrada em 2013.

Porém, para o ministro da Fazenda em exercício, Dyogo Henrique de Oliveira, o índice de inflação no Brasil em 2013 não é motivo de pânico, ele salienta que a situação está controlada, sem risco algum de um futuro descontrole em relação aos preços no Brasil. Conforme ele, o IPCA pode ficar entre 2,5% e 6,5%, por isso ele afirma que o índice de 5,91% está dentro da meta.

A mesma pesquisa do IBGE apontou que no mês de dezembro de 2013 o IPCA atingiu 0,92% de alta em relação a novembro, a maior variação desde abril de 2003. Conforme o ministro, isso já era previsto devido ao aumento da gasolina, bem como pelo período de férias e pelas passagens aéreas.

Por Rafaela Fusieger


Economistas do Banco Central lançaram na última segunda-feira, 11 de novembro de 2013, suas previsões sobre o futuro da economia brasileira, pelo menos no ano seguinte, no boletim “Focus”, um relatório de mercado. O documento é proveniente de pesquisas junto a mais de 100 instituições financeiras e aponta que nosso país deverá ter inflação maior e crescimento econômico menor em 2014.

A previsão de mercado para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2013 ficou estável nos 5,85% até esta semana, o que, caso sejam confirmadas as expectativas, será notado como um aumento na inflação frente ao ano de 2012 (5,84%).

O PIB (Produto Interno Bruto) segue com crescimento médio de 2,5% para este ano, porém, para o crescimento econômico em 2014, analistas apontam que haverá uma queda de 2,13% para 2,11% nesse índice.

Há uma estimativa de que também seja aumentado o valor da taxa básica de juros. Essa, que sofreu cinco aumentos consecutivos durante 2013, encontrando-se atualmente em 9,5%, deve ter esse número aumentado para 10% na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central a ser realizada neste ano. A estimativa para o final de 2014 é de que essa taxa esteja em 10,25%.

O relatório “Focus” ainda aponta que no fim de 2013 o dólar deve manter-se na taxa de R$ 2,25, enquanto que para o encerramento do ano seguinte, essa taxa deverá se encontrar em R$ 2,40.

Houve também um registro na queda do superávit para o final deste ano na semana passada, de US$ 1,90 bilhão para US$ 1,55 bilhão. Já, para o ano seguinte, a previsão avançou de um superávit de US$ 9,25 bilhões para US$ 10 bilhões.

Também se manteve sem alterações a entrada de investimentos no Brasil, em US$ 60 bilhões, valor que, segundo os analistas, deverá se repetir em 2014 no que diz respeito a investimentos estrangeiros.

Por Mikhael Costa

Relatório Focus

Foto: Divulgação


O IBGE informou no início de dezembro de que a inflação do país está sendo contida por ações importantes do estado de São Paulo.

Segundo o instituto a decisão deste estado de não mudar o preço das passagens de ônibus e de reduzir em 1,45% as tarifas de energia elétrica está mantendo o indicador inflacionário abaixo do normal.

Apesar destes auxílios houve vilões que geraram o aumento da inflação como o setor de alimentos (arroz ficou 35,06% mais caro e as carnes subiram em 11,73% ao ano) e de bebidas.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana foi divulgado um levantamento da Secretaria Municipal de Planejamento Estratégico, Ciência, Inovação e Tecnologia de São José do Rio Preto no estado de São Paulo com os valores da inflação na cidade para o mês de novembro.

A pesquisa foi feita com base nos preços de 20 mil produtos tendo como base o IPC Geral (Índice de Preços ao Consumidor).

Segundo o estudo, a inflação na cidade de São José do Rio Preto está em 3,818% que é um valor 76% mais alto do que no mês de outubro e há a tendência de que este indicador econômico feche o ano com 4,3%.

Os principais responsáveis por esta alta na inflação foram os aparelhos eletrodomésticos – correspondendo a 0,286% da inflação – e os alimentos.

Por isso, analistas econômicos alertam a população a realizar uma pesquisa de preços e programar as compras, pois com a proximidade do Natal os valores dos produtos irão subir.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central divulgou uma pesquisa sobre o mercado financeiro que prevê uma redução na inflação em 2012.

Segundo os dados do levantamento Focus, o IPCA desse ano ficará em 5,27%. Vale lembrar que esse é o primeiro estudo apresentado após a divulgação do Relatório Trimestral de Inflação.

Alguns analistas do mercado, no entanto, esperam uma inflação maior que a estimativa divulgada no mês anterior, que foi de 5,24%.

Segundo as informações do relatório, o índice do IPCA continuará em alta em 2013 e fechará o período com 5,50%. Vale ressaltar que semanas antes o indicador apresentado foi de 5,20%.

A pesquisa também analisou as previsões para o PIB brasileiro. De acordo com os dados, haverá um recuo no crescimento econômico do Brasil, que passará de 3,23% para 3,20% em 2012. Em 2013 a previsão passou de 4,29% para 4,20%, sendo que em pesquisa divulgada um mês antes, a expectativa era de aumento.

A produção industrial do país também passará por mudanças. De acordo com o estudo, a projeção para 2012 ficou em 2%, uma queda de 0,03%. Em 2013 a tendência de crescimento é de 4%.

Por Joyce Silva


Indexador utilizado como base para diversos segmentos de atividade, o Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M) divulgado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) desacelerou para a alta de 0,45% em abril, 0,17% abaixo da taxa de variação de março (0,62%).

Um dos itens que integram o indicador é o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), cuja taxa também decresceu entre março e abril, de 0,65% para 0,29%. O índice atinente aos Bens Finais cedeu de 0,77% para 0,71% na mesma base comparativa. O índice relativo ao grupo Bens Intermediários manteve certa estabilidade, pois no período a variação passou de 0,57% para 0,58%.

Ainda contemplando o IGP-M, o Índice de Matérias-Primas Brutas arrefeceu bruscamente. De março a abril, a taxa positiva de 0,61% passou para 0,57% negativo. O elemento que contribuiu com maior severidade ao decréscimo foi algodão em caroço, cuja variação baixou de 8,81% para -3,96%.

Segundo a FGV, o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) delineou crescimento de um mês para o outro. A taxa registrada em março, de 0,62%, subiu para 0,78% em abril. Dos sete grupos sondados, cinco contraíram avanço em suas taxas, com destaque para a categoria Transportes, de 1,15% para 1,75%.

Ainda dentro do processo de incremento, a taxa do grupo Alimentação descreveu elevação de 0,69% para 0,87%, enquanto em Vestuário o índice saltou de 0,78% para 1,02%. Na categoria Saúde & Cuidados Gerais, a FGV constatou alta de 0,62% para 0,86% e em Educação, Leitura & Recreação de 0,18% para 0,39%.

Diferentemente dos demais grupos, a taxa em Habitação recuou de 0,47% para 0,37% entre março e abril, mesma circunstância descrita em Despesas Diversas, cujo índice cedeu de 0,49% para 0,45%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Tema sempre polêmico, independente do ponto de vista, a taxa básica de juros da economia, a Selic, ganha novos contornos. Na última semana o Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) elevou o índice para 12,00% ao ano, ou seja, mais 0,25% em comparação à demarcação anterior.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI) não encarou bem a decisão, praticamente da mesma maneira que a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e o Centro das Indústrias do Estado de São Paulo (Ciesp) enxergaram: com ressalvas.

Leia mais: Elevação da taxa Selic é criticada pela CNI

Na ideia de Paulo Skaf, presidente da federação, o incremento de 0,25% na taxa é insustentável, pois a medida não diminuirá os preços globais de commodities que incidem nos valores internos. Além dessa teoria, o ex-candidato ao governo de São Paulo avalia que a iniciativa elevará ainda mais o gasto público, excedente o qual poderia ser revertido em áreas como educação, infraestrutura e saúde.

Para o leitor ter uma base da recheada taxa de juros brasileira, nos Estados Unidos ela é de apenas 0,25% ao ano, enquanto na Europa chega a 1,25%, na Malásia 2,75% e no Chile 3,78%. A competitividade, termo tão salientado antes mesmo de o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixar o poder, pode ser bastante comprometida, pois a desvalorização do dólar perante o real já acontece há meses.

Cada parte endossa sua teoria. O governo quer, com isso, controlar uma provável alta da inflação, enquanto entidades como as citadas neste artigo acreditam que a iniciativa só atende uma minoria. A população brasileira é a grande prejudicada, pois ao analisar essa questão sob um prisma mais distante pode-se chegar à conclusão de que é possível diminuir gastos públicos e atrelar essa medida em investimentos para a própria indústria e outros setores. O país precisa dar um breque em alguns motes para investir em outros. Os eventos esportivos nos próximos anos surgem como um chamariz para medidas menos paliativas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Até meados dos anos 90 o brasileiro estava acostumado com uma palavra assustadora: inflação. Havia épocas em que era preciso estocar alimentos em casa porque a cada hora os preços dos produtos aumentavam. Os economistas surgiam então com diversos planos econômicos e mudanças de moeda.

Até que o economista Fernando Henrique Cardoso e sua equipe planejaram o Real. A transição foi difícil, mas valeu a pena: a inflação enfim estagnou. A moeda fortaleceu e o país cresceu. Tanto cresceu que agora o Real tornou-se quase mais forte que as moedas estrangeiras como o dólar.

A indústria e o comércio deslancharam no país, o que causou uma demanda muito grande por produtos e empregados. Em 2011, vivemos uma das consequências desse desenvolvimento: a volta da inflação. Em números bem menores, com certeza, porém, o brasileiro sente no bolso o seu retorno, principalmente quando se trata de transporte e alimentação. 

Por Flávia Yoshitani


Parcela dos brasileiros não se atenta a questões mais específicas sobre a economia. Contudo, muitas das informações que envolvem índices, siglas e outros mais afetam diretamente o dia a dia de um lar, de uma pessoa, de toda uma cadeia envolvida.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) cresceu mais uma vez, de acordo com o último levantamento do Banco Central (BC), para 5,64%, contra 5,53% de antes. Na concepção de Evaldo Alves, professor de economia da Escola de Administração de Empresas de São Paulo da Fundação Getúlio Vargas (FGV), as altas são oriundas, em maior instância, pelo avanço nos valores das commodities no mercado global e o crescimento do mercado interno do Brasil.

Evaldo considera que para frear a pressão inflacionária o Banco Central (BC) se utiliza da taxa básica de juros da economia, a Selic. Em sua visão, ela, a Selic, deverá continuar a crescer.

Como o dólar transita em várias pautas econômicas, Alves prevê que a taxa cambial no final do ano chegará em R$ 1,75, pouco acima dos números atuais, devido ao aumento mais presente das importações de equipamentos e máquinas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Insight Comunicação


Relatório Focus divulgado recentemente pelo Banco Central (BC), assinala que o mercado brasileiro majorou as perspectivas para a inflação deste ano e de 2012, mantendo, com isso, os índices fora do centro da meta.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) saltou de 5,42% calculado na semana passada para 5,53% no atual relatório. A estimativa para o ano que vem cresceu de 4,50% para 4,54%.

Apesar de afastados do centro da meta, de 4,50%, ambos permanecem próximos ao almejado pelo governo, uma vez que existe tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Com relação à taxa básica de juros da economia, Selic, o relatório nutriu a perspectiva de 12,25% ao ano para 2011, e de 11%, também ao ano, para 2012.

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o BC prevê expansão de 4,50%, índice calculado neste patamar há semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A reunião do Comitê de Política Monetária (Copom) foi a eventualidade mais aguardada nesta semana por economistas e especialistas. Ao final do ato, anunciou-se alta em meio ponto percentual à Selic, taxa básica de juros da economia. Com isso, o índice anterior de 10,75% passou para 11,25%.

Esse acréscimo tem por base a ideia de frear o crescimento da inflação para, deste modo, se conquistar convergências com as metas do Banco Central. Com esse alçamento, a taxa acordada já é a maior constatada desde abril de 2009.

Dois grandes órgãos não receberam bem a notícia: a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) e a Confederação Nacional da Indústria (CNI). Por outro lado, na concepção de Cristiano Souza, economista do Santander Brasil, essa convenção em torno da Selic é o primeiro ponto de ciclo de ajuste em meio a um ambiente de agravamento da inflação, denotando mudanças.

O Copom, no comunicado, assinalou possibilidade de medidas macroprudenciais em consonância à alta da Selic. Para Otávio de Barros, economista-chefe do Bradesco, é sinal de que poderão ocorrer mais apertos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


O Boletim Focus,documento divulgado periodicamente pelo Banco Central, contendo as previsões, expectativas e estimativas dos analistas financeiros do mercado nacional para o ritmo dos índices inflacionários, pela nona semana consecutiva apresenta estimativas de alta para a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto no relatório anterior os analistas haviam estimado um aumento do IPCA em 5,31%, no relatório divulgado no inicio desta semana, esta estimativa foi revista para cima, ficando na casa dos 5,48% para este ano de 2010. Já para 2011 a expectativa sentida pelo mercado é também de alta, pois enquanto anteriormente o mercado previra o IPCA de 2011 em 4,99%, agora a previsão deste índice para o ano que vem é de 5,05%.

Assim como o IPCA, as previsões para os demais índices inflacionários foram aumentadas. O IGP-DI passou da estimativa de 9,94% neste ano para 10,36%. Segundo os analistas consultados pelo BC o IGP-M, índice base que reajusta a grande maioria dos contratos de aluguéis, na previsão atual deve chegar em 2010 a 10,59%, enquanto no boletim passado havia sido estimado em 10,05%. Para 2011 a estimativa do relatório Focus para o IGP-DI é de 5,26%, e para o IGP-M é de 5,35%.

Para os próximos meses as estimativas também contemplam altas. O IPCA para Novembro deve ficar em 0,55%. Estimativa aumentada em relação à estimativa anterior que era de 0,51%. E para Dezembro a expectativa é que o IPCA fique na casa dos 0,50%.

As previsões confirmam a tendência de alta dos índices inflacionários que vem ocorrendo principalmente pela alta dos preços dos alimentos e que deve se acentuar ainda mais com a chegada do fim de ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


A espiral inflacionária parece realmente ter tomado impulso neste final de ano e todos os mais variados índices utilizados no país para medir a evolução dos preços vem registrando aumentos mês a mês. E não foi diferente com o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) que mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, medida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que para o mês de Outubro registrou elevação de 0,80%. Em Setembro a taxa ficara na casa de 0,42%. No acumulado do ano a alta registrada encontra-se na casa de 5,02% e nos últimos doze meses a elevação foi de 5,43%.

O indicador é composto por sete classes de despesas e quatro delas apresentaram elevação. O grupo alimentação que vem puxando a fila em quase todos os índices medidos no Brasil, e que deverá continuar a empurrar a inflação para cima os próximos meses, apresentou a maior elevação indo para a casa dos 1,72% (0,56% em Setembro). Educação, leitura e recreação pulou 0,54% (0,00% no mês anterior). Despesas diversas teve acréscimo de 0,21% (0,10 em Setembro) e transportes que foi de 0,00% para 0,02% em Outubro.

O IPC-C1 registrou diminuição nas taxas de variação de preços apenas nos grupos de despesas habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Em relação aos itens que compõem o grupo de despesas responsáveis pelas maiores altas foram hortaliças e legumes, material escolar, cerveja e gasolina.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Ainda no campo das especulações e com a transição em ritmo lento e sem muitas definições a respeito dos ministérios, o atual ministro do planejamento, Paulo Bernardo, em matéria do site Economia IG, em conversa com jornalistas em Brasília, disse que a meta de inflação estabelecida pelo governo federal poderá ser revista no governo da presidenta Dilma Rousseff.

Atualmente o governo usa um sistema de meta inflacionária com taxa pré-definida em 4,5% ao ano com margem de dois pontos percentuais para mais ou para menos, e em cima desta meta a política de combate a inflação é traçada e executada, principalmente com a manutenção da Taxa Básica de Juros (Selic) mantida em patamares elevados.

Conforme a matéria citada o ministro disse que é intenção do futuro governo reduzir a Taxa de Juros Real, hoje uma das mais altas do mundo se não a mais alta, para 2% em 2014. Portanto o governo deveria já traçar planos para reduzir a meta de inflação para o patamar de 2% a 3%, e que isto seria possível no governo Dilma, sem especificar um ano em si, pois isto necessitaria ser feito dentro de um processo conjunto da economia brasileira.

Realmente uma meta de inflação menor, e também uma política de juros reais e da taxa básica de juros menores seria, em principio benéfico para a economia brasileira oxigenando investimentos e alimentando o crescimento. No entanto o futuro governo já deve começar a trabalhar com a perspectiva do aumento da inflação que vem se mantendo nos últimos meses, inclusive com o índice oficial superando o acumulado do ano passado e com o preocupante problema da taxa de câmbio, para que o atual equilíbrio da economia brasileira se mantenha.

Por Mauro Câmara


Depois de um dia muito comemorado pelo Partido dos Trabalhadores devido à vitória de Dilma Rousseff, ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno das eleições presidenciais, o mercado aumentou delicadamente, em 1º de novembro, a estimativa para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste ano, porém, manteve o mesmo percentual para 2011.

Segundo o Banco Central por meio do relatório Focus, o índice da economia sofreu elevação para 7,60% ante os 7,55% anteriores, enquanto ao ano que vem a percentagem de 4,5% permaneceu.

Em relação ao Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o BC incrementou, pela sétima semana seguida, para novos 5,29%, pouco acima dos 5,27% relacionados no relatório anterior. Para 2011 a tendência de alta foi nutrida, de 4,99% contra 4,98% de sete dias atrás.

O prognóstico para a inflação dos próximos 12 meses, de acordo com a agência de notícias Reuters, foi baixado para 5,16%, contra 5,17% precedente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A construção civil é um dos segmentos que conta, parcialmente, com estímulos fiscais, mais especificamente sobre os materiais necessários para a edificação e decoração de novas (ou já usadas) moradias – algo aplicado há bons meses por meio da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Na última terça-feira, 26 de outubro, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M) avançou 0,15% neste mês, pouco abaixo da alta de setembro, quando o indicador atingiu a casa de 0,20%. Somente em 2010, revela o portal de Economia Terra, o apontador acumula crescimento de 6,56%.

Materiais, equipamentos e serviços tiveram avanço de 0,27% ante 0,35% do mês passado. O componente mão de obra, por sua vez, pouco oscilou, do 0,03% em outubro ante 0,04% de setembro.

O Índice em questão faz parte de um dos três indicadores do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), o qual, singularmente, contribui por 10% desse referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Componente responsável por calcular a variação de preços de produtos e serviços em sete capitais do país, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) avançou 0,01% na terceira semana de outubro, para 0,66%, em comparação ao registro relacionado na última operação. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a variação que desempenhou o maior reforço foi a do grupo de Transportes, dos anteriores 0,05% para novos 0,30%.

Na mesma tendência, porém menos significativo dentro do IPC-S, o grupo de Alimentação sofreu avanço de 1,45% para 1,51% e Despesas Diversas, de 0,17% para 0,23%. As maiores intervenções foram percebidas nos preços do álcool combustível devido à alta de 3,14% para 5,42%, bem como hortaliças e legumes, dos negativos 2,51% para positivos 0,03%, e cerveja, de 0,66% para 1,85%.

Na outra ponta da balança, Habitação, Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Educação, Leitura & Recreação assinalaram queda nos índices de variação. A taxa de água e esgoto residencial foi o grande destaque ao ter passado de 1,66% para 1,20%, seguido por Roupas (0,98% para 0,71%), Artigos de Higiene e Cuidado Pessoal (1,02% para 0,60%) e Passagem Aérea (5,29% para 2,23%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) realiza a pesquisa de diversos índices e indicadores inflacionários do país e entre eles o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) que é pesquisado em sete das principais capitais do país e na apuração da primeira semana de Outubro este índice indicou alta em todas as sete capitais confirmando a tendência de subida da inflação que vem se verificando nas últimas apurações.

Na apuração geral o IPC-S teve uma aceleração de preços da ordem de 0,66%. Na comparação com a última medição divulgada houve um acréscimo de 0,20 ponto percentual, muito determinado pela inflação que está se verificando no grupo alimentação e que vem empurrando a inflação para cima.

Por capitais os aumentos são consideráveis e a maior taxa apurada foi em São Paulo cuja variação ficou em 0,98% contra os 0,83% da última medição com aumento em todas as classes de despesas que compõem o índice. A seguir vem o Rio de Janeiro com aumento de 0,55% contra 0,33% da última verificação. Dos sete grupos de despesas no Rio de Janeiro cinco apresentaram aumentos, os maiores foram alimentação e vestuário. Seguindo o ranking vem Belo Horizonte com a taxa nesta primeira semana de Outubro do IPC-S na casa de 0,42%, enquanto na última apuração o índice ficou em 0,23% com seis grupos de despesas apresentando aumentos.

Salvador com 0,37%, Brasília com 0,36%, Recife com 0,29% e Porto Alegre com 0,17% foram às outras capitais onde este índice indicou aumentos confirmando a subida da inflação, embora ainda dentro da meta estipulada pelo governo, a espiral de subida indica dever haver uma maior atenção na economia nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Relatório Focus emitido pelo Banco Central neste início de semana ilustrou alta na previsão inflacionária para este ano, de 5,07% para 5,15%, e 2011, de 4,92% para 4,98%, com manutenção dos prognósticos à Selic, a taxa básica de juros da economia, estipulada em 10,75% a 2010.

Por outro lado, a expectativa para a inflação aos próximos 12 meses manteve o índice de 5,16% depois de seis semanas consecutivas de avanço. Segundo a agência de notícias Reuters, levando-se em consideração somente a mediana das projeções da meia dezena de instituições que mais previram com acerto, a estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 cedeu de 5,73% para 5,54%.

Voltando ao tema da Selic, para 2011 o mercado acredita que chegará ao patamar de 11,75% e o percentual do Produto Interno Bruto (PIB), diferentemente, continua em 7,55% em 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Além dos dados enunciados anteriormente, as projeções para o câmbio estimadas pelo BC é de dólar a R$ 1,75 no final de 2010 e R$ 1,80 em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), usado para medir a inflação, apresentou alta de 0,45% em setembro, registrando o maior crescimento desde abril, quando atingiu 0,57%.

De acordo com dados divulgados nesta quinta-feira (7) pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), em agosto, o índice teve alta de 0,04%. Já em setembro do ano passado, houve variação positiva de 0,24%.

Nos últimos 12 meses, o IPCA acumula alta de 4,7%, número acima da meta do governo para a inflação, de 4,5%.

O crescimento do índice em setembro foi puxado, principalmente, pelo avanço de 1,08% nos produtos alimentícios, principalmente a carne, que subiu 5,09%.

Por BFF


Em mais uma ocasião, o mercado brasileiro decidiu elevar a estimativa para a inflação deste ano. De acordo com relatório Focus emitido nesta segunda-feira pelo Banco Central, o índice de 5,05% foi suplantado para 5,07%. Para o ano que vem houve outro ajuste, mas para baixo, dos anteriores 4,94% para 4,92%.

Esta é a terceira semana consecutiva de adequações. Segundo a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária dos dois anos possui centro em 4,5%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

Outro ajuste foi o concernente ao prognóstico para a inflação nos próximos 12 meses, de 5,15% para 5,16%. Para 2010 e 2011 a Selic, taxa básica de juros da economia, permaneceu inalterada em, respectivamente, 10,75% e 11,75%.

A estimativa para o crescimento econômico brasileiro, ou seja, o Produto Interno Bruto (PIB), saltou de 7,53% abalizado na semana passada para novos 7,55%. Para 2011 o índice foi mantido em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão empregatícia deverá seguir a mesma tendência no segundo bimestre, embora em menor volume, como aquela que ocorreu nos seis primeiros meses de 2010. A alta registrada no salário médio da população também tem crescido, porém, Carlos Hamilton de Araújo, diretor de política econômica do Banco Central, asseverou que elevações abrasadoras de remunerações podem implicar riscos de aumento nos preços.

Segundo Araújo, é importante que os reajustem aconteçam no mesmo patamar dos ganhos de produtividade. Mesmo com essa advertência, deixou de afirmar se esse fato já se configura na atualidade e disse que o BC não possui medidas para balizar os rendimentos produtivos.

Embora tenha indicado essa possibilidade, ponderou ser importante o aumento salarial para a economia do país e para o bem-estar de cada cidadão. Em reportagem veiculada pelo Estadão, sopesou que existe risco de alta inflacionária no curto prazo, sobretudo se relacionados os preços dos alimentos.

O diretor avaliou que a respeito de haver inúmeras dúvidas nos cenários doméstico e externo, o ambiente do Banco Central é de compatibilização da inflação para o índice capital da meta. Caso não haja convergência, alega que a política monetária precisa agir para assegurar o objetivo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com período de coleta entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção Civil – Mercado) que aponta a inflação referente à construção civil no país registrou no mês de Setembro uma alta menor em comparação com o índice registrado no mês anterior. Em Setembro este indicador teve alta de 0,20%, ficando abaixo do que foi apurado no mês de Agosto quando a aceleração dos preços foi de 0,22%. O resultado para os nove primeiros meses do ano já registra 6,40% e o acumulado nos últimos doze meses está na faixa de 6,94%.

Este indicador faz parte do conjunto de índices que formam um outro indicador de inflação igualmente importante no cenário da economia nacional, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) que calcula o reajuste dos aluguéis e o INCC-M representa no universo do IGP-M 10% do total. Mesmo tendo apresentado um recuo no mês de Setembro isto não foi o suficiente para desacelerar o IGP-M, pois a inflação do aluguel avançou se constituindo na maior para o mês de Setembro desde a apuração do mesmo mês em 2007.

Conforme a FGV (Fundação Getúlio Vargas) os materiais que apresentaram maiores quedas foram vergalhões e arames (decresceram 0,76%), tinta a base de PVA (menos 2,10%) e massa corrida PVA (preços 0,87% menores). Já os que mais subiram no período foram: tijolo/telha (1,52%), condutores elétricos (4,06%) e tubos e conexões PVC (2,33%).      

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Apesar da tendência que vem se verificando nas últimas semanas de aceleração de alguns índices inflacionários, principalmente puxados pelo preço dos alimentos, o Banco Central reduziu a previsão de inflação para o ano de 2010 em seu Relatório Trimestral de Inflação. Pelas projeções do BC o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve sua estimativa para este ano reduzida de 5,4% para 5%.

O Relatório Trimestral do BC contempla uma série de projeções sobre a inflação para os próximos dois anos levando em conta a manutenção da taxa de câmbio na faixa de R$ 1,75. Atualmente esta é uma grande preocupação do governo em face da queda de valor do dólar que vem ocorrendo nos últimos dias e também da permanência da taxa de juros básicos da economia (taxa Selic) em 10,75% ao ano.

Com o centro da meta inflacionária prevista para os anos de 2010, 2011 e 2012 em 4,50%, podendo ocorrer à variação tanto para cima ou para baixo de dois pontos, as previsões para o acumulado de doze meses para o primeiro trimestre de 2011 ficou em 4,4% assim como para os doze meses a se encerrarem no segundo trimestre. Já para ao terceiro trimestre de 2011 a projeção ficou em 4,7%. Para o ano de 2011 a estimativa do IPCA caiu da faixa de 5% para 4,6%.

Projeções feitas dentro de um cenário favorável de controle dos níveis inflacionários que deverão manter a atual tendência de aceleração em patamares razoáveis dentro da meta oficial estabelecida e que com certeza dependerá também da evolução do câmbio nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Economistas e empresários estão sempre atentos aos movimentos do mercado para, assim, poderem analisar dados e investir com bases em prognósticos concretos. Relatório Focus enunciado pelo Banco Central no primeiro dia útil desta semana propalou breve ajuste à inflação do país para 2010, bem como ao ambiente do ano que vem.

A estimativa calculada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) avançou dos anteriores 5,01%, constatado na semana passada, para novos, 5,05% a este ano. A 2011, por outro lado, a perspectiva recuou de 4,95% para 4,94%. De acordo com a agência de notícias Reuters, a meta inflacionária tem centro de 4,50% e margem de dois pontos percentuais, para mais ou para menos.

A estimativa para a Selic, taxa básica de juros da economia, manteve-se estável para 2010 em 10,75% e para 2011 em 11,75%. A avaliação de crescimento econômico avançou novamente. Na semana passada o índice conjeturado foi de 7,47%, agora, diferentemente, 7,53%. Para o ano que vem, entretanto, a expectativa manteve-se a mesma, com expansão de 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


São Paulo é com toda certeza o coração financeiro do Brasil e sua pulsação, de uma forma ou de outra, acaba ditando o ritmo da vida brasileira em muitos setores e aspectos, principalmente no que se refere à economia. E como não poderia deixar de ser neste momento em que todos os indicadores apontam para uma tendência de aceleração dos preços, por enquanto ainda dentro das margens de meta oficial inflacionária, a inflação da cidade de São Paulo parece ditar este ritmo apresentando uma subida no IPC-FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o índice que mede a inflação na cidade de São Paulo.

O índice apurado na terceira quadrissemana do mês de Setembro chegou a 0,35%, quando na segunda quadrissemana havia ficado na faixa de 0,21%. O IPC-FIPE é composto por sete grupos de itens dos quais são pesquisadas as variações de preços dentro dos períodos do mês. Neste universo apenas os grupos transportes e educação registraram diminuição no ritmo dos preços. Os cinco grupos restantes registraram aumento de preço, sendo que o grupo que mais contribuiu para que o índice atingisse este patamar, foi o grupo alimentação tendo sua alta nesta terceira prévia ficado na casa de 1%, quando na prévia semanal anterior o aumento registrado foi de 0,42%. Os outros itens que contribuíram com seus aumentos para a elevação do IPC-FIPE foram: habitação (0,31%), despesas pessoais (-0,08%), saúde (0,23%) e vestuário (0,44%).

Resta agora aguardar para verificar se esta subida de preços é algo eventual ou reflete realmente uma tendência que persistirá para os próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – que calcula o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) a prévia da inflação oficial, com base em preços coletados no período compreendido entre 14 de Agosto e 13 de Setembro, com referência no universo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrangendo as principais regiões metropolitanas do país, este indicador apresentou aceleração inflacionária nesta prévia do mês de Setembro.

A variação positiva ficou na faixa de 0,31%, bem acima do que foi registrado em Agosto (-0,05%). A variação acumulada no ano chegou a 3,53% e a taxa dos últimos doze meses chegou a 4,57%. Todos estes números aumentaram em relação aos cálculos realizados em iguais períodos do ano passado. Por exemplo: em Setembro de 2009 o IPCA-15 havia sido calculado em 0,19%.

O resultado desta prévia de Setembro demonstra uma inversão na tendência que havia se verificado nos últimos dois meses, quando as variações foram negativas (Julho -0,09% e Agosto -0,05%). A grande maioria dos grupos de preços que compõem o cálculo do índice apresentou elevação em relação ao mês passado e o grupo alimentos, que durante algum tempo puxou a inflação para baixo, desta vez foi o responsável pela subida dos preços, pulando de -0,68% no mês de Agosto para 0,30% nesta prévia. E entre os alimentos, a carne, que já vinha apresentando uma tendência de alta, novamente puxou a fila para cima, ficando no geral 3,40% mais cara.

Outros indicadores também apresentaram elevação como o IGP-M, puxado pelos preços no atacado, que subiu 1,03%. Este indicador é usado para o cálculo dos reajustes dos aluguéis. O IGP-10 também teve elevação de 1,12% em Setembro, assim como o IPC-FIPE, que subiu 0,21% na segunda prévia do mês. Talvez indicando uma tendência inflacionária que se explique pela proximidade do final do ano, mas que deve ser mantida sob controle.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Boas notícias para a economia brasileira. O IBGE divulgou os números do IPCA, o índice oficial que mede a inflação no país. O índice permanece estável em apenas 0,04%, e no acumulado anual chega a 3,4%. Enquanto isso o acumulado para os últimos 12 meses chega a 4,49%, quase cravando a meta do governo, de 4,5%.

No geral, itens como carne e educação foram os que mais subiram. A variação do grupo Educação chegou à -0,03% em Julho terminou o mês seguinte em 0,44%. Alta no setor de carnes foi de 2,11%. Ou seja, nada de alarmante. A economia segue estável, apesar de uma leve alta em relação à Julho quando o índice foi de 0,15%.

Por outro lado, a inflação de Agosto de 2010 foi menor que a do mesmo mês no ano passado.

Por Maximiliano da Rosa


De acordo com a matéria do site Economia UOL o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, considera que o atual cenário de estabilidade econômica e controle inflacionário permitirá ao Brasil crescer em média a uma taxa de 53,8% nos próximos anos. E embora o Brasil já tenha atingido certo bem estar social ainda existem distorções que devem ser combatidas, como a citada pelo Ministro, de que a renda per capita do brasileiro ainda é em torno de quatro vezes menos do que a dos países desenvolvidos. O que indica que o país ainda necessita evoluir muito para uma melhora substancial desta distorção.

Ainda conforme a matéria citada o Ministro confirmou as estimativas oficiais para a taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que poderá se situar entre 7% e 7,5%. A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deverá ficar em torno de 5%.

Com relação aos próximos anos uma das preocupações do Ministro em relação ao crescimento do país diz respeito a uma possível falta de mão de obra qualificada para atender as necessidades do Brasil. Conforme lembrou o Ministro o país está tendo que importar mão de obra qualificada e este deverá ser um dos principais problemas a ser resolvido para que o Brasil possa continuar crescendo.

Por Mauro Câmara


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no último dia 09 de Setembro a taxa de inflação oficial referente ao mês de Agosto, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou 0,04% e em comparação com as taxas registradas em meses de Agosto é a menor apurada desde o ano de 1998, quando a taxa foi de -0,51%.

No acumulado do ano a taxa inflacionária está em 3,14%, superior ao registrado no mesmo período de 2009, que foi de 2,97%. Levando-se em conta o período dos últimos doze meses a taxa do IPCA encontra-se em 4,49%.

O grupo alimentação que vinha contribuindo com quedas seguidas em seus preços, desta vez apresentou na composição do índice em Agosto, tendência de queda menor. Enquanto em Julho foi verificado uma variação negativa na casa de -0,76% nos preços, no último mês apurado essa variação caiu para -0,24%. Conforme relatório da Consultoria LCA, citado na matéria do site Economia IG, o grupo alimentação e bebidas deverá a partir de agora apresentar tendência de elevação de preços, como aliás já se verificou na primeira prévia do IPC-S referente à primeira semana de Setembro, o que é normal nos últimos meses do ano, mas sem contudo apresentar o mesmo ritmo de aceleração verificado no primeiro quadrimestre do ano. A consultoria também cita que a alta esperada para o IPCA neste ano de 2010 não deve chegar à casa dos 5 %.

Por Mauro Câmara


O relatório FOCUS, boletim semanal divulgado pelo Banco Central, que traduz a expectativa do mercado com os principais índices da economia brasileira, entre elas a expectativa da taxa de inflação e a projeção do crescimento da economia, que foi divulgado no último dia 06 de Setembro contém uma previsão de crescimento maior do que a prevista no último relatório FOCUS da semana passada.

Conforme a avaliação do mercado houve uma elevação da última estimativa, que foi de 7,09% para uma estimativa de crescimento da economia em torno de 7,34% para o ano de 2010, de acordo com o relatório deste dia 06 de Setembro. Já para a inflação, apurada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a previsão anterior foi mantida, se mantendo nos mesmos 5,07% para este ano, verificada na edição anterior do relatório. Projetando o índice inflacionário para o ano de 2011 houve uma queda em relação à projeção da semana anterior. O mercado tem a expectativa que a inflação do IPCA no ano que vem ficará em torno de 4,85%.

As expectativas em relação às taxas de crescimento e inflação para o ano de 2010 indicam que se mantém o quadro de bom desempenho dos diversos setores da economia nacional, inclusive com o crescimento industrial indicando recuperação e a taxa inflacionária próxima do centro da meta determinada pelo governo federal. O que mostra que o crescimento sustentado deverá se manter até o final deste ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


Devido a ocorrência de incêndios nas lavouras de trigo da Rússia, os preços de pães e massas, produtos feitos com a farinha, podem sofrer uma elevação de até 20%. Os estragos na safra russa levaram o preço do produto a inflacionar no mundo todo.

De acordo com o analista da Companhia Nacional de Abastecimento, o Brasil tem um estoque grande do trigo. Mas, segundo o Sindicato da Indústria do Trigo, o produto armazenado no país não é suficiente para atender a demanda, além de grande parte do que foi importado não ser de boa qualidade.

O Brasil produz menos da metade do trigo que consome, sendo um dos países do mundo que mais importam o produto.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) liberou os índices apurados do IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal) referente a segunda semana de Agosto e esta apuração confirmou uma tendência de queda que vem se repetindo já há oito semanas seguidas: houve deflação no índice apurado mesmo com um ritmo menor na queda dos preços do grupo alimentação, assim como houve queda do grupo vestuário e diminuição de alta de preços em diversos outros grupos.

Na primeira prévia da primeira semana do mês o índice apurado demonstrou queda de 0,18%. Nesta segunda semana, de acordo com a FGV, a redução foi em torno de 0,19% com o grupo habitação demonstrando mais uma vez queda nesta pesquisa, pois há primeira semana havia atingido o patamar de 0,27% e nesta segunda semana foi registrado em 0,20%.

Comparando as duas prévias o grupo despesas pessoais teve um decréscimo de alta passando de 0,91% para 0,73%. Já o grupo saúde e cuidados pessoais passou da primeira semana de 0,49% para 0,35% nesta segunda semana. Os preços dos alimentos, importante na composição do índice, tiveram uma redução menor de uma prévia para outra, principalmente em função das altas dos itens laticínios e carnes bovinas. Na primeira semana foi registrada uma queda de 1,09% e nesta segunda semana a queda ficou no patamar de 1,20%.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


A medida que os índices gerais da economia brasileira sejam apurados mês a mês, vão oferecendo um retrato da atividade econômica atual, que indicam uma razoável estabilidade da economia, embora nos últimos três meses a produção industrial venha apresentando uma tendência de queda. E esta estabilidade permite projeções otimistas como a da FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos) que elevou a estimativa para o Produto Interno Bruto Brasileiro para este ano.

Segundo a Pesquisa de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercados o crescimento estimado para o PIB deverá ser de 7,2%. A última estimativa da FEBRARAN, em pesquisa com os bancos, havia projetado um crescimento na faixa de 7,1%.

Quanto à inflação, a estimativa da Federação dos Bancos indica que haverá uma redução do índice inflacionário, devendo, segundo a pesquisa, ocorrer uma variação de 5,3% do IPCA contra os 5,5% de alta previstos anteriormente. Também a projeção do IGPM sofreu uma redução. Antes projetado em 8,9%, agora foi estimado em 8,4%.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) que mede a inflação oficial no país, conforme apuração do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, registrou um índice de apenas 0,01% no mês de Julho, confirmando o que a economia vinha indicando nos meses anteriores. Uma tendência se não de queda total dos índices inflacionários, pelo menos uma estabilização em patamares mais baixos.

O índice de 0.01% de Julho é a taxa mais baixa registrada para este mês desde 1998 quando houve uma deflação de 0,12% nos preços apurados naquela época e também o índice que mede a inflação da faixa de baixa renda também registrou seu menor patamar em dois anos.

Esses índices indicam uma estabilização da inflação em um nível razoável e que permite o desenvolvimento da economia como vem se verificando. A inflação acumulada ao ano chegou a 3,10%, ficando acima do índice que foi registrado no mesmo mês em 2009. Levando-se em consideração o período de um ano, os últimos doze meses o índice do IPCA atingiu 4,60%, ficando abaixo do índice do período de um ano anterior, que foi de 4,84%.

Embora com uma queda menor em relação ao mês anterior, o grupo alimentação contribuiu para este índice baixo do IPCA, pois apresentou uma variação -0,76%. Já entre os grupos que apresentaram elevação de seus índices neste período encontram-se habitação e transporte.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 06 de agosto, que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pelo qual se mede a inflação oficial do país, ficou estável durante último mês de julho, apresentando uma variação de 0,01% apenas.

No mês anterior o índice já se apresentava em estabilidade, com 0,00%. No mês de julho de 2009 o índice foi de 0,24% e nos últimos doze meses o IPCA praticamente atingiu a meta do governo de alta de 4,5%, registrando uma taxa de 4,6%.

Os produtos alimentícios apresentaram deflação neste último índice medido pelo IBGE e já os não alimentícios tiveram uma diminuição na taxa, que passou de 0,27% em junho para 0,24% em julho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, O Globo


De acordo com dados informados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira, 07 de julho de 2010, o mês de junho apresentou estabilidade na inflação oficial do país, indicada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

No mês de maio, o valor registrado foi um aumento de 0,43%. A estabilidade adquirida no momento deve-se à deflação apresentada pelo setor de bebidas e alimentos, que havia sido o responsável pelos maiores índices da inflação nos primeiros meses de 2010, onde destacou-se a batata-inglesa, que teve um diminuição de preço de 23,97%.

Além disto, a diminuição do preço do álcool e da gasolina levou a um valor negativo na inflação do setor de transportes, que fechou em -0,21% no mês de junho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


Alexandre Teixeira, editor-executivo da revista Época, em seu blog Finanças de Bolso, alerta para a piora das expectativas de inflação. Ele explica: que a maior ameaça de acordo com o Banco Central, está na grande demanda interna, e não na crise europeia.

No país, as indústrias estão tendo um crescimento de 20% nas vendas apenas no primeiro quadrimestre, em relação a 2009. Nesse cenário, destaca-se a construção civil que, de acordo com o jornalista, vive um boom extraordinário.

Essa “demanda robusta” forçou a subida da Selic. A expectativa é que a taxa fique em 11% em julho. Trata-se, portanto, de uma tentativa de deter que o cenário inflacionário se concretize.


A indústria, comerciantes e centrais sindicais não ficaram nada satisfeitos com a decisão do Copom (Conselho de Política Monetária) de aumentar a taxa Selic (taxa básica de juros) em 9,5% ao ano. A decisão foi tomada para Banco Central exercer controle da inflação, em função do crescimento da economia do país.

O último aumento da taxa de juros havia ocorrido em setembro de 2008. A taxa anterior era de 8,75% ao ano, considerado o menor valor da história, havendo portanto, a partir de agora, um aumento de 0,75%. Grande parte dos economistas já esperavam uma elevação na taxa Selic mas, esperava-se por um valor de 0,5 ponto percentual.

Fonte: Folha Uol e Correio Braziliense

Por Elizabeth Preático


O presidente do Banco Central (BC), Henrique Meirelles, afirmou na última terça-feira que seu objetivo continua sendo o de manter a inlação brasileira na meta. Ele lembrou que muita gente vem dizendo que se a Selic subir o crescimento do País vai entrar em colapso, mas não anunciou nenhuma decisão em relação à taxa de juros.

Ele afirmou que fatores como maior abertura do mercado e desoneração de investimentos podem ajudar a reduzir a inflação e os considerou desejáveis. “O problema é quando nós nos fixamos nessas questões ideais e deixamos de controlar pelo instrumento que tem resposta rápida, de curto prazo e que funciona bem, que é a taxa de juros”, completou.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Fabrício Fuzimoto


De acordo com a pesquisa semanal Focus, divulgada nesta segunda-feira pelo Banco Central (BC), a expectativa para a inflação no ano de 2010 sofreu elevação de 5,18% para 5,29%. Esta é a décima segunda semana de alta.

Com isso, o índice distancia-se ainda mais do centro da meta do governo para a inflação no ano, que é de 4,50%. A pesquisa revelou ainda que a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) em 2011 subiu de 4,74% para 4,80%.

Os analistas mantêm também a previsão de que o juro básico da economia (Selic) deve começar a subir já no encontro que acontece no fim deste mês, nos dias 27 e 28. A pesquisa Focus prevê alta de 0,50 ponto porcentual em abril, o que levaria a taxa para 9,25%.

Fonte: O Estado de São Paulo

Por Fabrício Fuzimoto


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva disse em evento no Sindicato dos Metalúrgicos do ABC, em São Bernardo do Campo, que o Governo Federal fará qualquer coisa para frear a volta da inflação no País.

Segundo ele, o fato de ela estar um pouco alta agora não é motivo para alarme, já que estamos ainda no primeiro trimestre, período em que normalmente observa-se esse crescimento.

O presidente afirmou ainda que – além dos esperados reajustes de ônibus, escolas e material escolar – este ano apresenta um agravante: a enorme quantidade de chuvas, que elevou o preço dos alimentos.

Reiterou, no entanto, que o tema continua sendo uma preocupação para o governo.

Fonte: Correio Braziliense

Por Fabrício Fuzimoto


É primordial que cada pessoa do país acompanhe com grande atenção os movimentos financeiros da atualidade, mesmo que nada do que é veiculado interesse ou desperte grande afinidade. Atento a especulações futuras, recentemente Arno Augustin, secretário do Tesouro Nacional, assegurou que, para o Ministério da Fazenda, não existe risco inflacionário proeminente neste ano à economia do Brasil.

A “resposta” do secretário foi rápida, pois em 23 de fevereiro, terça-feira, o IBGE informou que o Índice de Preços ao Consumidor Amplo-15, que segundo o Portal de Economia UOL denota uma prévia da inflação oficial do Brasil, apresentou ascensão de 0,94% em fevereiro, quase o dobro da constatada em janeiro (0,52%).

A meta oficial do governo para este ano é de 4,5%, que pode ser conduzido para dois pontos a mais ou a menos (entre 2,5% e 6,5%). Com isso, de acordo com o UOL, alguns analistas presumiram que o Banco Central tomaria medidas, tais como elevar a taxa básica de juros para abafar a inflação.

Augustin, no entanto, tenta acalmar os ânimos e diz que a inflação está controlada e dentro da meta do governo. Por isso, apazigua: o governo contribuirá com os gastos públicos para que inexistam quaisquer pressões.

Leia outros pontos abordados pelo secretário do Tesouro aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O jornal de origem britânica Financial Times avalia que o Fundo Monetário Internacional (FMI) passou a desafiar sua costumeira ortodoxia ao sugerir mudanças em alguns pontos-chave que defendia, veementemente, antes da crise financeira global.

De acordo com o Portal Radar Econômico do Estadão, entre as propostas mencionadas pelo FMI está o aumento das metas inflacionárias que a entidade apóia para os países, de aproximadamente 2% anuais para 4%, para que a política monetária possa se contrapor melhor à crise mundial.

Além da proposta acima citada, há outra destinada a famílias pobres. O Estadão indica que essa casta social receberá pagamentos fixos quando a taxa de desemprego nas nações alcançarem patamares elevadíssimos.

Um dos principais pontos abordados pelo FMI é a criação de diversas ferramentas regulatórias aos Bancos Centrais de todo o planeta para que estes consigam melhorar os rumos da economia.

Leia mais sobre o assunto em http://blogs.estadao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei


São Paulo ganha em disparada na apuração do Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S). Na abertura do mês de setembro, a capital paulistana aponta alta de 0,91% após os índices já em alta de 0,38% no fechamento do mês de agosto. Os dados foram levantados pela Fundação Getulio Vargas em pesquisa realizada com sete capitais brasileiras.

Brasília ficou com a segunda posição. Apesar de indicar um recuo em relação ao fim de agosto, abriu o mês com alta de 0,48%. Outra elevação expressiva ocorreu em Belo Horizonte que, após fechar agosto com alta de 0,16% inicia setembro com 0,47%. Já a capital gaúcha Porto Alegre, que seguia o mês anterior com deflação de 0,11%, também apresentou alta, porém os índices continuam negativos em 0,1%.

Análise: a tendência deflacionária que vinha dominando o cenário da crise até agora tem uma forte inversão. Embora o mês de agosto tenha apresentado deflação no Brasil todo, em São Paulo houve alta. Essa alta expressiva de quase 1% no estado tende a puxar os índices de inflação brasileiros para cima para o resto do ano.


Contrariando a expectativa do ministro Guido Mantega, que aposta num crescimento de 1% para o PIB em 2009, estudos apresentados no Boletim Focus do Banco Central não são assim tão otimistas.

A verdade é que a retração do Produto Interno Bruto está em torno de 0,16% e a Inflação experimenta uma ligeira alta, mas não chega a assustar.

Em relação ao IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), não surpreende no momento. A meta estabelecida pelo governo é de 4,5% e não foi alcançada, ainda e, como a taxa básica de juros ficou mantida em 8,75% ao ano, houve equilíbrio com a taxa SELIC (Sistema Especial de Liquidação e Custódia).


Entre os altos e baixos dos muitos setores que integram a Economia, o de Alimentos tem apresentado variação insatisfatória no início deste mês, alta de 1,71% já na primeira semana, contra 0,40% no encerramento de agosto, conforme dados da Fundação Getúlio Vargas.

Essa subida dos preços dos gêneros alimentícios provocou aumento na taxa de inflação que subiu e ficou na casa dos 0,56% na primeira semana de setembro/2009. Se comparada com o fechamento de agosto, 0,20% a diferença é muito significativa.

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que inclui no seu cálculo o preço dos alimentos, foi puxado para cima e quando ele sobe, a inflação o acompanha.


O mês de agosto encerrou com deflação pelo sexto mês seguido de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IPG-M). Os dados, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam uma queda de 0,36% neste mês, após a queda de 0,43% registrada em julho. Este indicador é usado para calcular o reajuste de contratos de aluguel.

O Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) também apresentaram queda de 0,61%, seguido pela queda de julho, de 0,85%. Já o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) aumentou 0,16%, registrando uma desaceleração de 0,34% em relação a julho. A FGV também informa que, de janeiro até agosto, a deflação do IGP-M chega a 2,02%.


A estimativa do Banco Central para os índices de inflação apresenta queda pela terceira semana consecutiva, segundo as análises do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA). Do último percentual indicado de 4,40%, a taxa caiu para 4,37%. A previsão para o próximo ano é atingir 4,32%.

O percentual médio indicativo para a meta de inflação de 2009 e 2010 é de 4,5% com margem de dois pontos percentuais para menos ou para mais. Essa meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, se define pelo Banco Central, que utiliza a taxa Selic para controlar a inflação. Já a projeção analisada pelo Instituto de Pesquisas Econômicas para este ano ficou em 4,11% e, no próximo ano, a expectativa é de um aumento para 4,5%.





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