A crise econômica que está arrasando a Europa e os Estados Unidos está passando longe da China que registrou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, um índice PMI para o setor de compras de 51,5 pontos.

Este valor indica um crescimento da economia chinesa e representa o maior aumento da produção industrial do país nos últimos 19 meses reforçando, assim, a confiança do mercado financeiro na recuperação da segunda maior economia no mundo atual.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma notícia relevante chegou ao mundo neste dia 01 de dezembro de 2012 sobre a economia da China e a novidade do momento é que o Índice Geral de Compras deste país chegou a 50,6 no mês de novembro.

Este dado se refere ao crescimento da indústria chinesa e é o valor máximo obtido nos últimos sete meses.

Este indicador acima de 50 mostra uma aceleração no crescimento da indústria chinesa com uma forte tendência de obter uma recuperação ainda maior durante o ano de 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou, nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012, uma redução no valor de venda do seu minério de ferro; sendo que esta foi a primeira queda deste produto no país asiático desde agosto de 2012.

Esta diminuição foi acompanhada por menores cotações do aço no mercado financeiro causado por um menor ritmo de construção local devido ao rigoroso inverno chinês.

De forma mais específica, o vergalhão para construção teve uma queda de 3,7% enquanto o aço com 625 de ferro foi vendido com US$115,60 a tonelada com uma diminuição de US$1,30 sendo este o menor valor desde o dia 19 de outubro de 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma parceria importante foi firmada no Brasil, pois as empresas Solazyme e Bunge fecharam neste mês de novembro um acordo para aumentar as instalações de uma unidade de óleos renováveis que está em fase de desenvolvimento no Brasil.

Os óleos renováveis são elaborados a partir da cana de açúcar e podem substituir os derivados do petróleo, de plantas e de gorduras animais com riscos de extinção ou de contaminação do meio ambiente.

Esta união feita pelas empresas do tipo joint venture fará com que a unidade de óleos renováveis, que será localizada na cidade de Oriundiuva no estado de São Paulo, comece as suas atividades no ano de 2013 com uma capacidade até 2016 de produzir 300 mil toneladas métricas.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou alta de 0,3% em abril, segundo dados divulgados na quinta-feira (dia 26 de abril) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O valor do ICI passou de 103 para 103,3 pontos, sendo a quinta alta consecutiva.

O ICI está se recuperando lentamente. Entre dezembro de 2010 e outubro do ano passado, o indicador sofreu uma queda de 12,1%. A partir daí, a taxa foi aumentando, chegando a acumular 2,6% de alta, mas ainda ficando abaixo da média de 106,2 pontos.

Já o Índice da Situação Atual (ISA) apresentou alta de 0,2% em abril, alcançando o patamar de 104 pontos. Este nível é o maior desde julho do ano passado, quando ficou em 107,4 pontos. Na mesma proporção aumentou o Índice de Expectativas (IE), chegando a 102,5 pontos, o mais alto dos últimos nove meses.

O resultado do ISA foi principalmente influenciado pelo item que avalia os estoques na indústria. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) fechou o mês de abril em 83,9%, o mais alto desde julho do ano passado.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


De acordo com um estudo realizado pelo BNDES – Banco Nacional de Desenvolvimento Social e Econômico, os investimentos na indústria brasileira irão alcançar um patamar de R$ 597 bilhões até 2015.

Esse volume representa um aumento de 29,75% quando comparado às projeções realizadas pela instituição para o período 2007 a 2010. Para esse período o investimento foi de R$ 461 bilhões. 

Os investimentos mais significativos foram apresentados na área industrial, mais especificamente nos segmentos de petróleo e gás, que abrange as atividades de refino e extração, somente nesse setor serão investidos um montante de aproximadamente R$ 354 bilhões, o que representa uma fatia de 59% de todo o investimento da indústria do país. A participação desse segmento no estudo realizado anteriormente foi de 52%. 

Na avaliação de Luciano Coutinho, presidente do BNDES, a tendência é que os investimentos em infraetrutura também acompanhem esse bom resultado. 

Segundo Nelson Siffert, superintendente da Área de Infraestrutura e Insumos Básicos do banco, espera-se que os setores de logística e energia recebam mais de R$ 30 bilhões em recursos para serem investidos em infraestrutura, o que representa um crescimento de 26% quando comparado ao estudo anterior.    

Por Joyce Silva


O governo brasileiro anunciou a desoneração da folha de pagamento de pelo menos 15 setores da indústria, a resolução passará a valer a partir de julho desse ano. 

As medidas fazem parte do Plano Brasil Maior, que tem como principal objetivo estimular a competitividade da indústria brasileira.

A previsão é que o total da desoneração chegue a R$ 7,2 bilhões por ano. Para 2012, a previsão é que esse valor fique próximo aos R$ 5 bilhões, já que as regras só passarão a valer no segundo semestre.

Os setores beneficiados com as novas regras são os seguintes: Confecções, Têxtil, Calçados e Couro, Plástico, Móveis, Material Elétrico, Ônibus, Autopeças, de Bens de Capital Mecânica, Aéreo, Hotelaria, Equipamentos para Call Center, Tecnologia de Informação e Comunicação, Naval e Design House.

Alguns setores que serão beneficiados já faziam parte do Plano Brasil Maior, é o caso da área de Tecnologia de Informação e Comunicação, Confecções e de Calçados e Couro, nesse caso as alíquotas serão novamente reduzidas.

Segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, essa foi a forma encontrada pelo governo para impulsionar a indústria local.

Por Joyce Silva


Um estudo do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getúlio Vargas (IBRE-FGV) mostrou que os empresários da indústria estão otimistas com este ano e deverão investir mais. No levantamento, foram pesquisadas 779 empresas, que foram responsáveis por vender R$ 492 bilhões em 2010.

Baseando-se nos dados de planejamento ou em decisões de investimentos, o índice médio de aumento da capacidade instalada é de 21,7% para o triênio 2012-2014. A taxa, no entanto, ficou abaixo do triênio anterior, quando a previsão era de 21,7%. Mesmo assim, os analistas avaliam que a projeção é positiva e equivale a uma alta anual média de 6,8%.

De todos os setores da indústria, o que tem previsão de maior expansão é o de bens não duráveis, alcançando 24,5%. Em seguida está o segmento de bens duráveis, com 23%. A maior alta, no entanto, foi registrada entre os materiais de construção, com aumento da capacidade prevista de 19,7% para 22,3%.

Entre os fatores que influenciam positivamente o resultado está o nível da demanda interna, considerado por 70% dos empresários. Já o nível de demanda externa foi considerado positivo para 27% das empresas.

O ambiente macroeconômico foi positivo para 53%, enquanto a taxa de câmbio é influência positiva para 28% das empresas. O único segmento avaliado com negativo pela maioria foi o fato situação econômica, que teve alta de 22% para 33%.

Por Matheus Camargo

Fonte: Portal IBRE – FGV


Dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) demonstram que, pelo sexto mês consecutivo, a produção industrial caiu no Brasil. O índice chegou a 46,5 pontos. Além disso, o uso da capacidade instalada também teve baixa e ficou abaixo do costumeiro, ficando em 42,9 pontos. A taxa da CNI varia de zero a 100, sendo que índices acima de 50 indicam aumento da produção industrial e da capacidade econômica.

O levantamento da Confederação também mostrou que foi utilizado, em média, 71% da capacidade instalada da indústria brasileira. Em março, o índice reduziu para 69%, demonstrando que, apesar da melhora suave, as atividades das indústrias continuam desaquecidas.

Outro ponto negativo relacionado à pesquisa foi o índice de evolução de emprego, que atingiu 46,5 pontos em fevereiro, indicando que houve retração de vagas no setor.

Um dos motivos para o desaquecimento da produção foi o fato de a indústria não estar conseguindo diminuir o volume de estoques, que estão acima do previsto desde o mês de março do ano passado.

Apesar deste cenário negativo, outro levantamento da CNI demonstrou que os empresários continuam otimistas e esperam uma melhora.

Fonte: Confederação Nacional da Indústria

Por Matheus Camargo


Em reunião com representantes do setor têxtil (ABIT), de móveis (Abimovel), de componentes para veículos (Sindipeças) e aeroespaciais (AIAB), o ministro da Fazenda, Guido Mantega, disse que novas medidas deverão ser tomadas no sentido de melhorar a competitividade da indústria. Dentre as ações está a desoneração da folha de pagamento de vários segmentos da indústria, diminuindo o custo do funcionário para a fábrica.

A princípio, o ministro informou que pretende diminuir a alíquota de contribuição sobre o faturamento bruto das empresas para menos de 1,5%, como uma maneira de troca da desoneração da folha de pagamento. Apesar de ter citado uma porcentagem, Mantega também disse que não há nenhum valor especificado.

Já no ano passado, os setores de Tecnologia da Informação, calçados, vestuário e acessórios tiveram a contribuição patrimonial reduzida para zero. Como retorno, os empresários passaram a pagar 1,5% sobre o faturamento bruto, dependendo do setor.

Segundo Mantega, o objetivo é permitir que a indústria brasileira possa competir com a de outros países, que também estão reduzindo o custo do trabalho. De qualquer forma, o ministro afirmou que a medida não trará nenhum prejuízo aos trabalhadores.

Fonte: Ministério da Fazenda

Por Matheus Camargo


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou o seu balanço sobre os indicadores industriais brasileiros. De acordo com o documento, o faturamento real das indústrias do país em janeiro desse ano apresentou uma queda de 1,4% quando comparada ao mês anterior.

Apesar desses resultados, o estudo também comprovou que houve uma leve expansão no setor, o que representa para a CNI uma certa ambiguidade no segmento.

Já com relação às horas trabalhadas, o aumento foi de 0,3%.

Ainda de acordo com o relatório da Confederação Nacional da Indústria, o segmento operou com mais de 81% da capacidade no primeiro mês do ano.

Outro ponto abordado pela pesquisa foi com relação aos postos de trabalho, que tiveram um crescimento de 0,5%, sendo que em dezembro a expansão foi de 0,4%, um aumento de 0,1%.

Os salários apresentaram um crescimento intensificado de 9,7%, bem como o rendimento real médio que foi de 8,8%.

A pesquisa realizada pela CNI sobre o mercado industrial serve de base para vários outros estudos, além de ser consultada constantemente por profissionais do setor em busca de informações mais especializadas.

Por Joyce Silva


Dados divulgados pelo Banco Central na segunda-feira (20/12) nutriram as perspectivas de crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) elevado para 2010, porém mais ameno para o ano que vem. Mesmo com essa disposição, alguns setores mostram-se confiantes quanto ao comportamento econômico do país.

Um desses casos é o setor industrial. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio da pesquisa Sondagem de Investimentos, mais da metade dos empresários industriais (55%) almejam, nesse ínterim, realizar investimentos maiores em 2011 perante 2010.

Na contramão do descrito anteriormente, para 15% das 829 empresas consultadas haverá arrefecimento no volume de investimentos, o mais humilde desde 2008, quando o índice foi de 13%.

No atinente a vendas, a parcela das empresas que estimam aumento passou de 69% para 72% a 2011, o segundo patamar mais elevado da série histórica, abaixo apenas do prognóstico relacionado em 2005, de 79%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


Cálculos levantados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) apontam que o faturamento líquido da indústria química do país deve terminar 2010 com a soma de US$ 130,2 bilhões, aumento de 29% em comparação ao ano passado, ocasião na qual fora escriturado US$ 100,9 bilhões.

Quase 50% do faturamento total se refere ao setor de produtos químicos de utilização industrial, mais exatamente US$ 63,8 bilhões, incremento de 38% em comparação a 2009. No comboio dessa esfera, de acordo com o portal de notícias G1, figuram produtos farmacêuticos, com faturamento de US$ 19,9 bilhões.

A associação indica que a balança comercial tupiniquim de produtos químicos deve encerrar 2010 com déficit (saldo negativo) aproximado de US$ 20,6 bilhões, acima do abiscoitado em 2009, de US$ 15,7 bilhões. As importações, alvo de reclamação de vários segmentos, poderão compor montante de US$ 33,7 bilhões e as exportações, diferentemente, US$ 13,1 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria brasileira tem reportado quase diariamente insatisfação com o aumento das importações ante as exportações. Constatações assinalam que várias foram as empresas que começaram a adquirir produtos estrangeiros, significando, portanto, perda de competitividade nacional.

Dados divulgados pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) por meio do estudo Investimentos na Indústria assinalam que 89,6% das companhias situadas no país investiram neste ano e 92%, de acordo com o Estadão, pretendem investir em 2011.

Das 454 empresas consultadas, em média cada uma aplicou R$ 6,344 milhões, alta de 80% em comparação aos R$ 3,526 milhões do ano passado. A perspectiva é que 2011 perpetue valor próximo de R$ 6,8 milhões.

A intenção para 77,8% das indústrias ao ano que vem são investimentos focados exclusiva ou singularmente para o mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações ante exportações preocupa diversos segmentos que exercem atividades de venda pelo Brasil, seja ao mercado externo como ao interno. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) avalia que essa tendência tem acarretado prejuízos à própria indústria nacional. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assinala que uma em cada duas empresas já tem nos produtos estrangeiros grande fonte de economia.

Preocupado em fornecer soluções, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assevera que o governo avalia medidas para barrar a expansão das importações no Brasil. A autoridade atesta que o Ministério da Fazenda já aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros, mas ainda existem outras possibilidades, entre as quais regulatórios, operações a futuro e compulsórios.

Matéria veiculada pela Folha UOL aponta que a alíquota de câmbio na nação brasileira é a principal reclamação do setor industrial, pois empresários reportam, atualmente, falta de competitividade de produtos daqui perante importados. O segmento pede intercessão no ingresso de capitais estrangeiros como maneira de brecar a valorização da moeda tupiniquim.

No intuito de acalmar a indústria, Coutinho assegura existir um plano, porém em processo de finalização, com previsão de entrega para o início de 2011. Entre as medidas situam-se adequação tributária para beneficiar a exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas na terça-feira, 30 de novembro, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) indicaram que a atividade industrial paulista mostrou suave recuperação no mês passado, porém as expectativas para os próximos períodos assinalam piora devido a receios relacionados ao impacto do aumento das importações.

Para Paulo Francini, diretor do Departamento Econômico da entidade, a questão da desindustrialização da economia, já debatida anteriormente, permanece em vigência. De acordo com a agência de notícias Reuters, o índice medidor do humor do investimento no mês em questão recuou para 51,2 contra 52,6 de outubro. Mesmo assim, a pontuação permanece acima de 50 pontos, o que indica otimismo.

Francini avalia que a renda do trabalhador e o emprego estão bem, mas a temática importação preocupa, tanto que a demanda é atendida por terceiros, e não pela produção doméstica.

A variante de mercado do Sensor caiu para 46,7 em novembro, contra 52,1 em outubro, ao mesmo instante em que a de vendas passou de 51,8 para 48,3 no intervalo dos dois meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sondagem recente divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abaliza que a produção industrial do país cresceu em outubro, porém abaixo do esperado. Em setembro, a contagem registrou 53 pontos, já no mês seguinte avançou para 53,6 pontos. Toda vez que esse indicador ultrapassa 50 pontos elucida crescimento.

O levantamento assoalha que a utilização da capacidade instalada (UCI) do setor industrial recuou de 50,4 pontos para 48,9 pontos entre setembro e outubro. Marcelo Azevedo, economista da CNI, assevera, porém, que as fábricas estavam aparelhadas para uma produção mais ampla.

Por portes, as pequenas empresas produziram menos em outubro, de anteriores 52,5 pontos para novos 51,2 pontos. Por outro lado, as grandes companhias aumentaram o ritmo, de 53,6 pontos para 56,1 pontos.

Realizada com base em dados de quase 1,5 mil empresas entre 29 de outubro e 19 de novembro, a pesquisa assinala que o otimismo industrial sobre a demanda do mercado continua superior a 50 pontos apesar do baque mensal, de 59,8 pontos para 57 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Crescimento, crescimento, crescimento. A repetição desse termo condiz bem ao atual cenário positivo sentido no Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB), que em 2009 encolheu a -0,2%, será de 7,5% segundo o Banco Central, pensamento similar ao emitido por instituições financeiras. O número de empregos criados, também em alta, é outro parâmetro dentro das palavras deste início de parágrafo.

Mantendo a mesma linha de ideia, Evaldo Alves, professor de economia internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que a indústria brasileira deve continuar a crescer no ano que vem, embora endosse que são necessárias resoluções dos gargalos infraestruturais no país. Para ele, os empresários do segmento estão se municiando para um estágio de expansão ininterrupto.

Breve artigo expelido pela Band Online assinala que a indústria no país atravessa o maior faturamento de toda a história. Em setembro, para elucidação, o indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarcou 120,3 pontos e no acumulado anual até o mês em questão ante período simular de 2009, avanço de 11,3%.

Na opinião de Marcelo Ávila, economista da CNI, o emprego no segmento já está totalmente recuperado do colapso do biênio 2008-2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 4 de novembro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinalaram que pelo segundo mês consecutivo o uso da capacidade instalada na indústria brasileira arrefeceu. Em setembro, de acordo com o portal de Economia Terra, o índice abarcou 81,9%, ante 82,2% constatado em agosto.

Apesar dessa queda, o faturamento real do segmento cresceu 1,9% entre um mês e outro, saltando exatos 10% no confronto anual. Segundo a Band Online, no acumulado anual até setembro houve avanço de 11,3% em comparação ao período análogo do ano passado.

O número de vagas criadas entre janeiro e setembro deste ano sofreu alta de 5,3% em relação aos mesmos meses de 2009. Segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI, o resultado pode ser examinado como uma perspectiva de prosseguimento do crescimento para os próximos meses.

Aliás, entre julho e setembro a indústria operou com 76% de sua capacidade, percentagem 1% abaixo da constatada entre abril e junho, porém 2% acima do diagnosticado no período similar de 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor industrial brasileiro apresenta, atualmente, alguns fantasmas que têm incidido direta e negativamente sobre a opinião de especialistas, entre os quais Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Apesar de alegar efeito de desindustrialização, houve boas notícias na última sexta-feira, 29 de outubro.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança na indústria do país avançou 0,5% em outubro ante setembro, mantendo pelo segundo mês seguido tendência de alta. Outro ponto informado pela entidade foi a capacidade do setor, que chegou a 114 pontos já com ajuste sazonal.

Em nota veiculada à imprensa pela FGV, a melhora do cenário só foi possível, em especial, devido às perspectivas mais otimistas referentes aos meses subsequentes. Segundo a agência de notícias Reuters, o componente de expectativa cresceu 0,7% entre um período e outro, para 112,9 pontos, o maior patamar sentido em 2010. Por outro lado, o elemento de situação atual angariou aumento de 0,3%, para 115,1 pontos, atravancando, portanto, uma série de baques iniciados em junho passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Entidades e especialistas têm expressado preocupação em torno do segmento industrial brasileiro. Alguns acreditam, tais como Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), em algo chamado desindustrialização devido ao setor operar com capacidade folgada, mesmo em condições de acolher amplamente a robusta demanda interna, a qual é abastecida, porém, por grande quantidade de produtos importados.

Dados divulgados na última quinta-feira, 28 de outubro, pela Fiesp assinalaram que a atividade da indústria paulista recuou 0,1% em setembro em comparação ao mês imediatamente anterior, já com ajuste sazonal. Sem o devido acerto, o Índice de Nível de Atividade (INA) arrefeceu 0,4% na mesma base. Conforme veiculado pela agência de notícias Reuters, no confronto anual, o indicador, diferentemente, apresentou progressão de 7,3%.

Outra queda perceptível ocorreu no nível de utilização da capacidade instalada na indústria, que chegou em 81,9% no mês passado, com ajuste sazonal, ante 82,5% em agosto e outros 81,3% em comparação a setembro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com o Dia das Crianças já ultrapassado e o Natal próximo, crianças em todo o país já comemoraram e devem comemorar ainda mais os possíveis presentes a receber, desde os mais baratos até os mais caros. Recentemente, dirigentes da Associação Brasileira da Indústria de Brinquedos (Abrinq) receberam a visita de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, para, juntos, comemorarem a produção de um bilhão de brinquedos desde 2003.

Synésio Batista da Costa, presidente da associação, aproveitou o ensejo para entregar ao ex-sindicalista um carrinho de plástico, momento oportuno em que avisou a Lula a pretensão de a indústria nacional faturar R$ 5 bilhões em 2010. A ocasião também foi marcada, segundo o Estadão, pela reclamação de concorrência desleal dos produtos chineses, mesma queixa já observada em outros setores.

O segmento, que emprega 26 mil trabalhadores, segundo Synésio, conta com bonecos e bonecas como principal fonte de faturamento, cerca de 41% do total. Lula, por sua vez, disse que a nação brasileira continuará a abrir sua economia, porém, fará todo o necessário para assegurar concorrência franca entre fabricantes nacionais e estrangeiros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário atual é de especulação sobre especulação. O mundo, dizem especialistas e economistas, vive numa guerra cambial, algo que tem levado Estados Unidos, Brasil e outras nações a recorrerem a medidas e discursos para conter maiores prejuízos e evitar que a economia global ingresse numa nova recessão.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), asseverou na semana passada que no contexto vivenciado o Brasil precisa aumentar sua atenção para impedir um movimento de desindustrialização. Durante conferência realizada na Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), pediu para o país não admitir esvaziamento de cadeias produtivas, bem como evitar consentir o atual ingresso de produtos importados.

No último caso acima citado, o presidente do BNDES realçou que aparecem, atualmente, indicativos de crescimento de importação proveniente duma possível concorrência desleal, principalmente em relação a componentes industriais. Para Coutinho em reportagem emitida pelo Estadão, isso obsecra iniciativas de defesa comercial comuns, sobretudo com ação proveniente do segmento privado.

Caso sejam constatadas concorrências desleais, Coutinho indica que as empresas brasileiras devem recorrer aos mecanismos de defesa antidumping abarcados pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nação brasileira apresenta certas peculiaridades em sua economia. Estudo divulgado pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelou que a alta carga de tributos sobre o investimento produtivo acarreta em custos de 24,3% do total de um projeto, algo que soa punitivamente às empresas.

Para exemplificar, a Fiesp cita um caso de investimento no valor de R$ 75,7 milhões, que com a tributação aumenta para R$ 100 milhões. A diferença desse montante é intrínseca aos impostos pagos e juros para o pagamento das contribuições recuperáveis, ou seja, aquelas em que uma determina empresa confere e recebe de volta num prazo estipulado.

Segundo o coordenador do estudo, José Ricardo Roriz Coelho, diretor do Departamento de Competitividade e Tecnologia (Decomtec), ao invés de os empresários investirem veementemente, adquirem produtos já prontos, obtidos no exterior. A situação, de acordo com o Estadão, enfraquece a indústria brasileira tornando-a, portanto, menos competitiva, pois somado a todos os fatores já descritos existe a desvalorização do dólar ante o real e a Selic, de 10,75% anuais.

Coelho adverte que para manter uma taxa de desenvolvimento sustentável superior a 5% ao ano, é necessário extinguir os entraves que atalham os investimentos no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado brasileiro apresentou-se bastante movimentado na última terça-feira devido aos ajustes emitidos pelo país sobre as taxas de ingresso de capitais, ou seja, Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) – de 2% para 4%. Na medida em que a iniciativa pouco surtiu efeito – o dólar voltou a cair –, outros temas vieram à tona, pelo menos referente ao Brasil.

A Confederação Nacional da Indústria (CNI ) revelou que a utilização da capacidade instalada na indústria arrefeceu 0,2%, para 82,3% entre julho e agosto (com dados dessazonalizados), configurando, portanto, o quarto mês consecutivo de queda. Além dessa contração, houve diminuição no faturamento real das empresas de um mês para o outro, de 0,3%.

Diferentemente dessa tendência, segundo a agência de notícias Reuters o emprego pelo setor aumento 0,8% em agosto, o quarto mês consecutivo de avanço. Mesmo com esse diagnóstico em mãos, a CNI pondera que a massa salarial apresentou contração de 3%, ilustrando que apesar do ambiente de forte dinamismo no mercado de trabalho, não há pressões salariais na indústria.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou nesta terça-feira (5) que o faturamento da indústria brasileira caiu 0,3% no mês de agosto em relação com o mês de julho deste ano.

Apesar do resultado negativo em agosto, o faturamento acumulado nos primeiros 8 meses do ano foi de 11,5%, segundo a CNI, o que representa um recorde desde o início da série histórica, em 2005.

O emprego industrial em agosto teve bons resultados, avançando 0,8% no mês de agosto em relação ao mês anterior, de acordo com a pesquisa. Este é o décimo terceiro resultado positivo consecutivo no setor de emprego industrial do país.

Por Luana Neves


Atual terreno fértil para empresários, o Brasil comporta condições favoráveis para ampliação e novos negócios, mesmo com a desvalorização da moeda norte-americana, o dólar, ante o real. O anúncio quase semanal de novos investimentos parte de vários cantos, desde o empresariado nacional até o estrangeiro.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) emitido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) enuncia que o indicador apresentou leve queda em setembro, dos anteriores 64 pontos no mês passado para atuais 63,4 pontos. Mesmo assim, revela a entidade, o resultado está acima da média histórica, que é de 59,5 pontos.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, o otimismo supino assinala que os industriais deverão continuar a investir em suas companhias, seja contraindo novos trabalhadores ou adquirindo matéria-prima.

Dos 26 segmentos da indústria de transformação questionados, segundo o portal de notícias G1, 16 contabilizaram arrefecimento no índice entre setembro e agosto, entre os quais pertencentes aos setores de couros, metalurgia básica e de madeira, diferentemente do relacionado entre as esferas de equipamentos de transportes, farmacêutica e de limpeza e perfumaria, ainda otimistas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Gerir uma micro, pequena ou média empresa acarreta altos custos num primeiro momento. Parcela dos negócios não ultrapassa um ano de existência e outra fatia, dos cinco anos. Um dos meios pelo qual os empresários podem obter recursos é o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), que nesta semana decidiu aumentar o desígnio de seu cartão.

As novas diretrizes cercearão o financiamento de partes, componentes e peças empregadas no desenvolvimento, mantimento e modernização de equipamentos de informática e bens de capital e automação da indústria. Segundo o BNDES, essa ampliação abrangerá toda a cadeira de produção.

Na esfera de peças e componentes para bens de capital de utilização industrial, por exemplo, novos itens nacionais serão financiados. Para componentes eletrônicos a automação, bem como bens de informática, serão apreciados componentes de informática, placas montadas e partes de monitores, além de alguns outros abarcados pela Nomenclatura Comum do Mercado Comum do Sul (NCM).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


A seleção argentina de basquete, já derrotada no mundial do esporte em partida contra a Lituânia, porém, venceu a equipe brasileira há poucos dias, restando aos jogadores do Brasil retorno amargo ao país. A rivalidade, mais acentuada no futebol, não tem sido veementemente observada no relativo à economia entre ambas as nações.

Débora Giorgi, ministra argentina da Indústria, e Miguel Jorge, ministro brasileiro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, voltaram a ressaltar a propensão dos países estabelecerem integração produtiva em segmentos estratégicos, sobretudo na indústria automobilística.

A reunião a qual ambos estiveram presentes (Integração Produtiva no Mercosul), segundo o portal de notícias G1, foi crucial para o endosse de maior ação dos governos na permissão de financiamentos voltados ao segmento automotivo, defesa mais abrangente do mercado regional ante produtos semelhantes importados além das fronteiras do Mercado Comum do Sul e a elevação de inovações tecnológicas em autopeças.

Miguel Jorge acastelou a linha de crédito do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) de US$ 200 milhões para impulsionar o setor, com previsão de operação – acredita – até o final de 2010, bem como inclusão de financiamentos voltados a fábricas hermanas de autopeças que venham a aportar no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quando uma pessoa encontra outra e não tem o que falar, mas deseja iniciar uma conversa, geralmente assuntos relacionados a “que calor” ou “que frio” são mensuradas. Nos últimos dias, provavelmente este seja, de fato, o tema mais comentado nas ruas.

O clima seco tem ocasionado problemas respiratórios infindáveis e outros tantos mais. Contudo, alguns setores observam alguma vantagem, como é o caso da cana-de-açúcar. Segundo José Carlos Gruibisich, presidente da ETH Bioenergia, as atuais temperaturas deverão favorecer a colheita da commodity na safra em vigência, mas poderá prejudicar a próxima.

Apesar dessa constatação, Grubisich indica que haverá manutenção do plano de plantio, em hectares, para a próxima safra, mesmo que o sistema de irrigação tenha de ser utilizado. Técnicos da Companhia Nacional de Abastecimento (Conab) ponderam ideias semelhantes.

De todo jeito, o prognóstico não tem intimidado a ETH. Na semana passada a empresa inaugurou nova unidade em Goiás e até o final de 2010 outra deverá ser lançada em Mato Grosso (MT). Provavelmente, conforme mencionado ao portal de notícias G1, nos seis primeiros meses do ano que vem outras duas usinas integrarão o rol de lançamentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A indústria brasileira continua aquecida. Entre junho e julho deste ano a atuação do segmento reteve crescimento de 0,4%, motivada em grande parte pelo setor paulista, que sozinho conseguiu expansão de 0,5% no período de análise. Informações veiculadas pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) por meio da Pesquisa Industrial Mensal – Produção Física Regional diagnosticam que as divisões com melhor comportamento foram os de veículos automotores e outros veículos, refino de petróleo, farmacêutica e outros produtos químicos.

André Macedo, gerente de análise e estatísticas derivadas da entidade, relaciona que o panorama do sétimo mês deste ano alvitra recuperação do segmento, porém num ritmo ameno, pois em outras sete regiões pesquisadas pelo IBGE houve crescimento, com outras sete ilustrando arrefecimento.

Goiás foi o Estado que melhor se valeu de suas atividades, uma vez que conseguiu desenvolvimento de 10,3% no período em virtude da retomada da operação de uma ampla produtora de alimentos em suas fronteiras. Paraná e Santa Catarina, na contramão dos goianos, arrefeceram 2,9% por causa da linha branca, que desde o fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) não propiciou melhores resultados.

No acumulado dos últimos doze meses, segundo o portal de notícias G1, a produção industrial inventaria elevação de 8,3% nas 14 regiões estudadas pelo IBGE ante os doze meses antecedentes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil, segundo o alto escalão do governo, foi um dos últimos países a fazer parte da nebulosa crise financeira mundial e o primeiro a sair. Os números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), otimismo da população e dos empresários, bem como cálculos ao futuro da economia, correspondem bem a algumas teorias.

A crise, por sinal, afetou bastante o Brasil, pois entre as nações integradas no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a indústria do país foi a segunda mais comprometida, com arrefecimento de 2,5% entre setembro de 2008 e junho de 2010, porém, menos prejudicada em relação à russa, que observou seu produto industrial encolher mais de 32% no mesmo período de análise.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento, China e Índia fizeram percurso diferenciado, pois obtiveram aumento nas suas produções em 14,7% e 24,3%, respectivamente. Em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, Marcelo de Ávila, economista da entidade, avalia que os efeitos da crise não danificaram as exportações dos asiáticos, exatamente pela taxa de câmbio declinada.

Apesar dessa constatação negativa, Brasil, China e Índia retomam a atividade industrial dentro do BRIC e em relação aos países desenvolvidos, que singularmente enxergam e sentem uma maré difícil de ser superada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), divulgados nesta terça-feira, 31 de agosto, no mês de julho deste ano a indústria teve um crescimento de 0,4% na sua produção, após três meses anteriores consecutivos  em queda.

Com relação ao mês de julho do ano passado, o crescimento registrado foi de 8,7%. Nos sete primeiros meses deste ano a produção sofreu uma elevação de 15%. Os setores responsáveis pelo resultado positivo de julho foram o farmacêutico, de veículos automotores, outros equipamentos de transportes e outros produtos químicos.

Dos 76 subsetores analisados, constatou-se que 56 deles aumentaram sua produção em julho deste ano, em comparação com o mesmo mês do ano anterior.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, G1


De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta terça-feira, 31 de agosto de 2010, a confiança da indústria diminuiu no mês de agosto deste ano.

Esta é a terceira vez seguida em que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) tem um decréscimo, passando de 113,6 pontos para 112,9 em agosto, o que corresponde a uma queda de 0,6%. A metodologia da pesquisa indica que um índice acima de cem deve ser considerado com otimismo mas, o declínio vem se apresentando já desde o último mês de março, onde foram obtidos 116,5 pontos, chegando em agosto deste ano ao menor valor desde novembro do ano passado.

Os resultados mostram que os empresários já não estão mais tão esperançosos diante da situação econômica do país, além de terem níveis de estoques preocupantes.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


O desenvolvimento crescente da economia brasileira é fruto de inúmeras conquistas das últimas gestões, sobretudo a de Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu suportar a crise financeira global do biênio passado e ingressar 2010 com ampliação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) ante os últimos três meses de 2009. Integram-se a esse fato as perspectivas futuras, tanto aos empresários como aos trabalhadores, que enxergam, respectivamente, ambiente propício para investimentos e maior renda.

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, avaliou na quinta-feira passada, 26 de agosto, ser necessário a nação brasileira criar um plano de desenvolvimento que abranja motes de médio e longos prazos, pois admite que se isso não for prescrito, as políticas setoriais não conseguirão suplantar os impasses à ampliação da competitividade no setor econômico.

Uma das sugestões do ministro é a retomada de uma política ativa na indústria que aumente a capacidade de ofertas para o enfrentamento da demanda aquecida e as possibilidades de pressões inflacionárias. Para Miguel Jorge, em reportagem descrita pelo portal R7, somente um plano de desenvolvimento de alcance nacional, abarcando políticas por setores, poderá dar conta das limitações ao crescimento do país mais a frente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao setor industrial paulista foi estimado crescimento de 15% para 2010, avaliado com base inicial em acordo com o desenvolvimento positivo da economia. Entretanto, Paulo Francine, diretor do Departamento de Pesquisa e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), anunciou nas últimas horas que o Indicador do Nível de Atividade (INA) deverá se aproximar de 11%, algo que técnicos da entidade ponderam como consequência da compressão da esfera econômica entre abril e junho.

Em termos percentuais, o Produto Interno Bruto (PIB) no segundo trimestre deste ano incidiu negativamente à indústria paulista, que em junho decresceu 0,6% em confronto direto a maio, com ajuste sazonal, e 0,3%, sem o devido tratado. Segundo Francine em reportagem divulgada pelo Estadão, mesmo se a economia brasileira melhorar seu ritmo de crescimento dificilmente o indicador conseguirá ultrapassar o percentual recentemente revisado.

A atividade da economia, de acordo com prerrogativas emitidas pelo Ministério da Fazenda, deverá contribuir para crescimento do PIB a aproximados 6,5% em 2010. Mesmo assim, Francine indica que o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (Nuci) no Estado de São Paulo chega a níveis cômodos, pois entre junho e julho o percentual caiu 0,3%, conquistando na atual avaliação 81,5% com ajuste sazonal.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A produção industrial brasileira caiu 1% em junho, na comparação com maio, segundo dados divulgados nesta terça-feira pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística). O recuo é o maior desde dezembro de 2008, quando o índice apresentou retração de 12,2% ante o mês anterior.

Na avaliação trimestral, a produção industrial acumulou perda de 2%, o que reforça os indícios de que a economia do país está em processo de desaquecimento. A queda foi puxada pelo setor de bens duráveis, influenciado pela redução da produção automobilística.

Apesar dos números negativos nos últimos meses, a produção indústria encerrou o primeiro semestre do ano com alta de 16,2%, em relação ao mesmo período de 2009.

Por Beatriz Farrugia


A crise financeira mundial deixou marcas profundas para inúmeros países do globo, exceto alguns, em particular, que conseguiram obter êxito perante os principais resquícios, como, por exemplo, Brasil, China e Índia. No caso brasileiro, o crescimento da economia foi um dos bons resultados, entre eles a elevação do Produto Interno Bruto (PIB) em 2,7% no primeiro trimestre deste ano.

Fatores devem ser considerados, como é o caso da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, materiais de construção e linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar). A indústria brasileira também foi um dos setores beneficiados devido ao otimismo dos consumidores. Reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 relatou que a produção do segmento teve elevação em maio de 3,9 pontos percentuais perante os 51 obtidos em abril.

Em março, o resultado, porém, foi bem superior aos últimos dois meses analisados, de 62,9 pontos. Embora abaixo desse mês, a constatação de maio indica crescimento da produção para índices superiores a 50 pontos.

Renato Fonseca, gerente executivo da unidade de pesquisa da Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pela Sondagem Industrial acima diagnostica, avalia que a economia brasileira tem crescido sem, com isso, colocar em xeque o equilíbrio de preços.

Para Fonseca, o mercado interno é o grande percussor pelo desenvolvimento econômico deste ano, tanto que empresários admitem aumento da demanda dentro da nação no próximo semestre.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um estudo levantado pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), divulgado no início desta semana, revela que a confiança da indústria brasileira apresentou alta de 0,7% em maio ante abril, acarretando, pois, o terceiro maior nível desde 1995, quando houve início da série histórica.

Com a elevação constatada, ajustada sazonalmente, são 116,1 os pontos alcançados pelo setor, o que, segundo a entidade, indica que o mercado interno permanece aquecido. Reportagem da agência de notícias Reuters relata que a FGV analisa positivamente os números, pois nos dois meses anteriores quedas foram constatadas.

Das quase 1,2 mil companhias pesquisadas, mais de 40% delas estimam ampliar a produção deste mês até julho, índice superior a abril, quando o número constatado era de 38,4%.

Informações da Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ascensão pelo país, o setor industrial tem estimativas positivas proferidas por Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Para ele, no período entre 2011 e 2014 o segmento terá investimento focado em R$ 850 bilhões, conforme estudo feito pela entidade.

Um adendo relacionado por ele indicado pondera que a carteira de financiamento do órgão aplicará recursos em projetos atuais, ou seja, em curso, e em outros que terão início nos próximos anos.

De acordo com o presidente do BNDES, grande fatia dos investimentos mencionados inicialmente serão executados pela denominada indústria de transferência e aproximadamente R$ 330 bilhões à área de infraestrutura, que tanto se cobra do Brasil, inclusive a entidade máxima do futebol, Fifa, para a copa do Mundo de 2014.

Anteriormente, ainda em 2008, outro estudo emitido pelo BNDES indicou que para o período compreendido entre 2010 e 2013 os investimentos chegariam à casa de R$ 777 bilhões.

Confira mais detalhes aqui.

Por: Luiz Felipe Erdei


Dados do IBGE mostram que entre fevereiro e março, a indústria brasileira teve um avanço em 12 dos 14 locais pesquisados. Os estados que obtiveram uma porcentagem maior de crescimento foram o Paraná com 18,6%, o Amazonas com 10,1%, Pernambuco com 4,4%, Rio Grande do Sul com 4,1% e Santa Catarina com seus 3,8%. A média nacional de avanço foi de 2,8%. Ceará e Goiás tiveram um decréscimo, com 0,3% e 6,8% o último.

Essas variações são resultado da comparação com o mesmo período do ano passado, onde a economia sofreu com a crise econômica. O resultado mostra a recuperação da indústria no pós período de retração econômica.

 Fonte:IBGE

Por: Alessandra Costa Araujo.


Um levantamento publicado em 30 de março, terça-feira, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (FIESP) assinala que o Indicador de Nível de Atividade (INA) da indústria de São Paulo ascendeu 1,1% no mês passado, já com ajuste sazonal, em comparação a janeiro deste ano. A Fiesp relatou que o comparativo entre fevereiro de 2010 ante o mês igual de 2009 teve crescimento de 16,2%.

Embora esses dados tenham sido conquistados com veemência, o grau de utilização da capacidade instalada decresceu 0,4% em fevereiro, também com ajuste sazonal; passou a conceber, pois, 78,5%.

O portal de economia do Estadão indica outro mote: a alta na confiança dos empresários, que subiu de 54,7 pontos no segundo mês deste ano para 57,7 pontos em março. O indicador Sensor, medidor dessa análise, aprecia 50 pontos como equilíbrio.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A pesquisa mensal prestada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) indica que o otimismo dos industriais se conserva 8,9 pontos adiante da média histórica. Os empresários atuantes nos segmentos de bebidas e madeiras são aqueles que continuam mais confiantes quanto às condições atuais da economia do país.

Segundo o Portal de Notícias G1, dos 27 setores estudados, 10 deles registraram  67,7 pontos no Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) em março, 0,1 abaixo do constatado no segundo mês deste ano. O indicador verificado (que vai de 0 a 100) revela bons ares entre os homens de negócios.

O setor de bebidas subiu de 62,4 pontos para 70,2 pontos entre fevereiro e março, enquanto o segmento de madeira apresentou ascensão de 54,2 pontos para atuais 61,8 pontos no mesmo período. Couros e Borracha, campos que antes cresciam, principalmente na região Sul do país, tiveram baixa de 67,4 pontos para 60,1 pontos e de 69,3 pontos para 62,8 pontos, respectivamente.

A CNI assegura, por outro lado, que não há relatos de qualquer setor em que a confiança é menor a 60 pontos.

Para saber mais sobre o indicador e verificar outros setores avaliados, acesse aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em pesquisa, a Confederação Nacional das Indústrias (CNI) mostrou que o otimismo do empresário industrial sofreu uma leve diminuição durante o mês de fevereiro de 2010, recuando de 68,7 para 67,8 pontos, em relação à janeiro do mesmo ano.

Tal recuo pode ser considerado como uma tendência natural do período, já que os índices de janeiro tendem a ser mais elevados, devido ao maior otimismo com o começo de um novo ano.

De acordo com a CNI, há uma divisão entre 27 setores industriais. E, dentro destes 27 setores, 21 registraram queda no mês de fevereiro, porém todos ainda registram confiança, exceto pelo setor madeireiro, que teve índice de 54,2 pontos, registrando uma queda de 9 pontos, em relação à janeiro. Já o setor de metalurgia básica, registrou um aumento de 2,8 pontos, sendo o maior aumento do mês.


Uma sequência de treze variações mensais positivas mantinha o varejo em evidência. No entanto, em janeiro de 2010, um recuo de 0,8% em relação a dezembro de 2009 foi constatado pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

O principal precursor dessa queda foi o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que assinalou baque de 0,5% no mesmo período analisado devido às recentes elevações do preço do etanol no varejo nacional. Por conta disso, constata-se o segundo mês seguido de queda no setor.

Por outro lado, Materiais de Construção, Hipermercados, Supermercados, Alimentos e Bebidas conquistaram dados positivos. O primeiro segmento mencionado neste parágrafo conquistou destaque em detrimento aos demais ramos, com avanço de 10%.

As medidas de estímulos fiscais fizeram com que o setor de Veículos, Moto e Peças ascendesse 20,8%, seguido por Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, com expansão de 20,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em todas as redes de comunicação e aqui mesmo, neste espaço, a crise financeira mundial é fortemente mencionada, seja pelas perdas registradas por pequenas e grandes empresas, seja pela superação de muitos países no já denominado pós-crise. Entretanto, durante esse período de grande apreensão, não houve somente prejuízos.

Os consumidores brasileiros, independente se por hábito ou para esquecerem problemas, passaram a bebericar uma das bebidas mais preferidas dos adultos: a cerveja. Registros apontam, segundo a Agência Estado, que o mercado cervejeiro cresceu mais de 5% em 2009 e ultrapassou, acreditem, a Alemanha, conforme ranking mundial do setor.

Novamente, o consumo da Classe C é uma das justificativas apontadas por especialistas. Não somente isso, mas o marketing registrado e visualizado nas embalagens e a comercialização de unidades com 1 litro e 260 mililitros impulsionaram as vendas.

O faturamento das empresas, com essa ascensão, apresentou aumento de 11% somente entre janeiro e novembro de 2009 em relação ao mesmo período de 2008. Isto porque, o acréscimo médio do valor por litro chegou ao percentual de 7,3%.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O renascimento da economia brasileira possui muitas origens e fatores, tanto que Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da Confederação Nacional da Indústria (CNI), crê que a indústria brasileira é quem alavancará o crescimento previsto para este ano.

Por outro lado, Branco avalia que nem todos os efeitos da crise financeira mundial foram suplantados. Mesmo assim, para ele o setor industrial ainda apresentará alguns dados negativos, mas que informações de novembro do ano passado ilustram uma consolidação mais efetiva na retomada de suas atividades.

Os segmentos voltados ao mercado interno serão uma das pontes à economia brasileira para que esta possa se reerguer, pois a demanda externa, segundo ele, ainda não apresentou recuperação total. O câmbio, por exemplo, é um dos motivos pelos quais essa modalidade ainda não se refez completamente.

O discurso do político, apresentado, então, pela Agência Estado, revela uma preocupação com medidas a serem tomadas pelo governo. Para ele, o Brasil precisa adotar iniciativas de estímulo para que a competitividade da indústria nacional supere o câmbio desfavorável às exportações.

Clique aqui e leia a matéria na íntegra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com alicerce nas informações propagadas em outubro é que será possível determinar um novo e primordial cenário para a produção industrial. É o que afirma Isabella Nunes, gerente de análise da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Além dessas palavras iniciais, Isabella prevê, ainda, que as informações de setembro perante o ano de 2008 podem denotar dados ilusórios. Portanto, aguardar mais um pouco será essencial para modelar o quanto a produção industrial se desenvolveu entre outubro e seu mês anterior.

De acordo com André Macedo, economista da coordenação de indústria do IBGE, as regiões com melhor comportamento na produção industrial, no mês de setembro, em comparação com agosto, foram aquelas envoltas em eletrodomésticos e metalurgia, máquinas e equipamentos.

Os Estados de Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e Santa Catarina respondem, vinculados, por 70% da produção existente no país; deram, pois, o principal reforço para o desempenho positivo da produção nacional no mês de setembro ante agosto. É esperado, claro, que isso se repita em outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou que a produção da indústria adentrou num processo de recuperação econômica, vigente, para ele, há oito meses. Entretanto, mesmo com esse dado otimista, apresenta níveis abaixo daqueles constatados antes da crise financeira, o que permite, então, espaço para um melhor desenvolvimento do país.

Para Meirelles, o grande diferencial entre a nação brasileira e os demais países do globo é justamente o fato de que a recuperação interna se baseia no crescente número de postos de trabalho e, também, no crédito. Segundo ele, essa retomada promete fazer o PIB e o mesmo nível de atividade pré-crise crescer.

Segundo Henrique, o êxito se deve porque o país saiu da crise com solidez – preservou a criação de empregos e o colapso se restringiu ao setor industrial. Além disso, outra consideração do presidente do BC é a de que as demais nações ficaram subordinadas à taxa básica de juros e estímulos fiscais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em avaliação feita por Isabella Nunes, economista da coordenação de indústria do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a indústria no Brasil continua sua recuperação, mas os efeitos da crise financeira diante do setor só passarão quando houver a retomada do patamar percebido em setembro do ano passado.

Para Isabella, o baque acumulado de 12,1% na produção, entre janeiro e agosto, é o maior para a temporada desde o início da série considerada histórica, que aconteceu há 18 anos, em 1991.

O resultado, porém, foi tracionado, principalmente, pelos bens duráveis, de acordo com a economista, pois, para ela, os benefícios propostos pelo governo, tais como a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para veículos e eletrodomésticos –fogões, lavadoras e geladeiras – contribuíram para o saldo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fim de expandir ainda mais seus negócios pela Ásia, a Ford Motor apregoou a pretensão de construir uma nova unidade de suas fábricas na cidade chinesa Chongquing, então, a terceira no país. A medida tem por finalidade fazer frente à concorrência existente na China.

O investimento estimado para a construção da fábrica é de 490 milhões de dólares, esta, que será operada em conjunto com a consorte chinesa da Ford, a Chonqing Changan Automobile, e a Mazda Motor, de origem japonesa.

Quando entrar em produção, em 2012, essa terceira unidade da Ford fabricará aproximadamente 150 mil veículos anuais, mas o enfoque, provavelmente, girará em torno do Focus, modelo bem popular pelo Brasil. Ao final das contas, com a abertura desse novo local, a produção total da empresa passará dos atuais 447 mil carros em cada ano para 600 mil.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O ministro da Agricultura, Reinhold Stephanes, recebeu uma importante notícia por parte dos líderes da gigante Unilever. Segundo Kees Kruythoss e Luiz Carlos Dutra, respectivamente presidente e vice-presidente de Assuntos Corporativos da empresa no Brasil, os investimentos na nação devem continuar até 2012.

A visita dos dois teve por fim apresentar o novo presidente da companhia no país, bem como reafirmar o comprometimento e estratégias da Unilever para com nossas terras tupiniquins.

Mesmo assim, os executivos não informaram, ao certo, qual o montante, em valores, será empregado pelo grupo no Brasil. Mas lembraram que no final do ano passado, quase 90 milhões de reais foram concentrados para a expansão da unidade localizada em Pernambuco, exatamente no ápice da crise econômica alastrada pelo mundo.


O assunto mais fomentado e disseminado no momento, a recente recessão financeira no Brasil, continua conquistando mais páginas na biografia recente do mundo econômico. Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam que a confiabilidade dos industriais brasileiros ascendeu a 56,5 pontos somente nos primeiros quinze dias de setembro.

Para se ter uma idéia, na segunda quinzena do mês de agosto, o Sensor – indicador desse levante – apresentou a pontuação de 53,8 pontos. De qualquer maneira, a ascensão é relevante, pois este é o segundo maior nível da história já concebido, suplantado somente por um resultado conquistado em abril do ano passado, com exatos 57,5 pontos.

Além destas informações, outros setores apresentaram patamares acima de 50 pontos. Isto só indica uma concepção: os empresários estão otimistas quanto ao futuro! Tudo leva a crer, afinal, que o Brasil é, realmente, um ótimo país para se investir.





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