Na última sexta-feira, a BOVESPA (Bolsa de Valores do Estado de São Paulo) demonstrou recorde na perda dos pontos ao atingir valor menor do que 45 mil pontos, fato que não acontecia desde o mês de abril do ano de 2009. Há especialistas que apontam queda do índice em sete por cento no primeiro semestre de 2014.

Na sexta-feira, dia 14 de março, a BOVESPA encerrou o dia com 44.995 pontos, queda de 1,5%. No passado já havia sinais de que o índice poderia cair para valores inferiores a 45 mil pontos. Por exemplo, em 5 de julho de 2013, a pontuação estava em 44.107 durante o intraday, mas o mercado encerrou em mais do que 56 mil.

No mesmo dia de 2013 aconteceu o fim da tendência de queda, visto que investidores aproveitaram a baixa geral da BOVESPA para comprar e apostar à venda na alta no futuro. Aconteceram sequências de valorização até outubro, quando o valor chegou aos 57 mil pontos.

Nos dias de hoje existem especialistas que não acreditam na alta em curto prazo dos pontos na BOVESPA – é o que afirma a matéria publicada no site da Info Money.

Leandro Ruschel, conhecido blogueiro da Info Money, indica que a fraca média da BOVESPA acontece pelo menos desde o mês de fevereiro de 2014. O especialista indica que foi durante esse período que houve uma grande queda, quando os pontos caíram de 48.600 para 46.200.

Vale ressaltar que as principais médias da Bolsa demonstraram quedas. Conforme a opinião de Ruschel, os valores na BOVESPA devem encerrar o primeiro semestre em 44 mil pontos. Porém, há quem indique o valor na casa dos 42 mil pontos, no final dos seis primeiros meses de 2014, ao passo que também existem especialistas que apostam em baixas maiores, para 32 mil pontos, por exemplo.

Por Renato Duarte Plantier

Economia1

Foto: Divulgação


A Fundação Getúlio Vargas anunciou recentemente dados referentes ao setor comercial do Brasil.

De acordo com a pesquisa realizada o Icom (Índice de Confiança no Comércio) apresentou uma elevação de 1,4% durante o terceiro trimestre de 2012 que corresponde a um melhor desempenho em comparação ao período anterior que teve queda de 0,7% neste mesmo indicador.

Ao considerar informações mais específicas, no Varejo Ampliado houve o crescimento de 0,5% no Icom em setores como peças, motos e veículos; já no Varejo Restrito a alta registrada foi de 0,4% no terceiro trimestre.

Outro aspecto avaliado pela FGV foi o ISA-COM que verifica a percepção de setores específicos com relação à demanda por produtos e serviços na economia.

Segundo as avaliações, este indicador teve um aumento de 2,4% durante o período analisado com 24,8% das empresas considerando o nível de demanda forte.

Com isso, é possível verificar um início de crescimento do setor comercial no país, mas de forma muito discreta e pequena.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


As notícias do mercado financeiro nem sempre são negativas e nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o Banco central informou que o setor público do Brasil apresentou um superávit primário de 12,398 bilhões de reais no mês de outubro.

Ao considerar o ano de 2012 até o momento, o setor público obteve R$88,214 bilhões sendo que deste global devem ser descontados cerca de R$25,6 bilhões utilizados para os investimentos com o PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Agora, para o governo atingir a meta de R4139,8 bilhões até o final de 2012, será preciso que nos dois últimos meses do ano se obtenha um superávit de R$13 bilhões de reais.

Outra informação do Banco central veiculada nesta semana foi com relação à dívida pública que corresponde a 35,2% do PIB nacional e o déficit nominal que está em um valor total de R44,607 bilhões no mês de outubro.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o governo do Japão anunciou um pacote no valor de 10,7 bilhões de dólares para estimular a economia do país.

O objetivo desta nova medida econômica é oferecer suporte para as finanças dos empresários e à seguridade social bem como proporcionar a criação de 80.000 novos empregos e aumentar o PIB japonês em 0,2%.

Este montante de recursos será financiado por fundos de reserva que já constam no orçamento de 2012 do Japão.

A crise econômica vivida pelo Japão foi ocasionada por diversos fatores como a desvalorização da moeda local – o iene -, a ocorrência do tsunami em 2011 e a crise econômica mundial.

Todos estes fatores causaram uma diminuição de 3,5% no PIB do terceiro trimestre do Japão que precisa ser restabelecido no próximo período para evitar uma recessão ainda maior no país.

Por isto, o pacote econômico anunciado irá fazer melhorias na infraestrutura nacional para diminuir o impacto de desastres da natureza e irá financiar o surgimento de pequenas e médias empresas.

E, segundo a agência japonesa Kyodo, após o dia 16 de dezembro de 2012 quando ocorrem eleições gerais no país, o governo do Japão irá anunciar mais um pacote para melhorar a economia.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Índice de Preços ao Produtor (IPP) variou 1,05% em março se comparado a fevereiro, quando o indicador fechou em -0,42%. O nível do IPP foi o segundo mais alto desde dezembro de 2010. Os dados foram divulgados na sexta-feira (dia 27 de abril) pelo IBGE.

Se relacionado ao mês de março do ano passado, o IPP variou 1,37% em março deste ano. Já quando se leva em consideração apenas os três primeiros meses do ano, a variação foi de 0,19%.

O resultado foi impulsionado por 18 das 23 atividades analisadas pela pesquisa. As maiores altas foram sofridas pelos setores de equipamentos de transporte (2,56%), papel e celulose (3,82%), fumo (4,28%) e equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (4,7%).

Já em relação ao acumulado do ano, a variação de 0,19% foi influenciada principalmente pelos segmentos de fabricação de máquinas e equipamentos (2,41%), de confecção de artigos de vestuário e acessórios (2,56%), de papel e celulose (3,07%) e de equipamentos de informática, produtos eletrônicos e ópticos (6,11%).

Comparando-se com o mês de março do ano passado, a alta de 1,37% ocorreu devido às variações dos seguintes setores: fumo (6,43%), têxtil (-7,07%), bebidas (8,86%) e calçados e artigos de couro (16,4%).

Fonte: IBGE

Por Matheus Camargo


De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), o Índice de Confiança do Consumidor (ICC) cresceu 4,9% em abril, quando comparado a março. A taxa passou de 122,7 pontos para 128,7 pontos, registrando, então, um recorde da série do indicador, iniciada em setembro de 2005. Os dados foram divulgados na quarta-feira (dia 25 de abril).

O aumento da confiança do consumidor indica que houve melhora na percepção tanto do momento atual quanto dos próximos meses.

O Índice da Situação Atual teve crescimento de 3,8%, saindo de 142,7 pontos para 148,1 pontos. Este indicador também registrou o maior nível da série histórica. Já o Índice de Expectativas teve alta de 5,4%, saindo de 112,2 para 118,3 pontos, nível mais alto desde dezembro de 2007.

Dos itens analisados pelo ICC, o ponto que mede as expectativas dos consumidores quanto à situação econômica local para os próximos seis meses teve o maior destaque positivo. Este item sofreu alta de 8,3%, saindo de 116,6 pontos para 126,3, o mais alto da série histórica. A porcentagem de consumidores que acreditam que o cenário irá melhorar nos próximos meses foi de 30,4% para 37,5%.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


O Índice de Confiança da Indústria (ICI) registrou alta de 0,3% em abril, segundo dados divulgados na quinta-feira (dia 26 de abril) pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). O valor do ICI passou de 103 para 103,3 pontos, sendo a quinta alta consecutiva.

O ICI está se recuperando lentamente. Entre dezembro de 2010 e outubro do ano passado, o indicador sofreu uma queda de 12,1%. A partir daí, a taxa foi aumentando, chegando a acumular 2,6% de alta, mas ainda ficando abaixo da média de 106,2 pontos.

Já o Índice da Situação Atual (ISA) apresentou alta de 0,2% em abril, alcançando o patamar de 104 pontos. Este nível é o maior desde julho do ano passado, quando ficou em 107,4 pontos. Na mesma proporção aumentou o Índice de Expectativas (IE), chegando a 102,5 pontos, o mais alto dos últimos nove meses.

O resultado do ISA foi principalmente influenciado pelo item que avalia os estoques na indústria. Já o Nível de Utilização da Capacidade Instalada (NUCI) fechou o mês de abril em 83,9%, o mais alto desde julho do ano passado.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


A Fundação Getúlio Vargas (FGV) constatou que o Índice Geral de Preços-Mercado (IGP-M) sofreu alta de 0,5% no primeiro decêndio de abril. No mesmo período do mês anterior a variação tinha sido de 0,23%.

Além disso, o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA) também registrou crescimento, sendo de 0,47% nos primeiros 10 dias de abril. A variação tinha sido de 0,21% no mesmo período do mês anterior.

Os Bens Finais passaram de 0,09% para 0,58%. O grupo que mais contribuiu para a elevação foi o dos alimentos processados, que passou de -0,84% para 1,33%.

Já a taxa das Matérias Brutas teve alta de 0,39%. Neste quesito, o item que mais cresceu foi a soja, que passou de 2,23% para 7,59%.

Já o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) sofreu variação de 0,47%. Na análise anterior, o índice tinha sido de 0,25%. No IPC, sete dos oito itens avaliados tiveram crescimento. O principal grupo foi o da alimentação, que passou de 0,06% para 0,46%.

Por último, o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) teve variação de 0,76% no primeiro decêndio de abril. O setor de Materiais, Equipamentos e Serviços teve alta de 0,43%. Somente o índice da Mão da Obra teve variação de 1,08%.

Fonte: FGV

Por Matheus Camargo


De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising, ABF, o mercado de franquias cresceu 16,9% em 2011. O número representa uma alta acima do crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, que foi de apenas 2,7%.

Segundo o estudo, no ano passado o número de novas franquias foi de seis mil, o que representou a criação de 60 mil postos de trabalho. 

A ABF divulgou que a participação do setor no PIB foi de 2,3%. Em 2012 os especialistas preveem que esse crescimento continue acentuado e atinja o patamar de 15%, sendo que o segmento de alimentação foi o que mais se destacou e atingiu um faturamento de 14,5%.  Ao todo foram consultados mais de duas mil marcas que atuam no setor de franquias no Brasil.

Para a entidade, esse crescimento segue a tendência da economia nacional.  A abertura de novos shoppings irá contribuir para esse crescimento, mas os custos elevados desses espaços fazem com que os empreendedores se sintam intimidados em investir em novos pontos de venda. De acordo com o estudo, esse gasto cresceu entre 2% a 4% em 2011. 

Dentro do setor de Franchising, cresceu o número de microfranquias que exigem um investimento inicial menor, em 2010 elas somavam 213 unidades, sendo que 2011 fechou o ano com 336 lojas. 

Por Joyce Silva


O Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), divulgado semanalmente pelo Instituto Brasileiro de Economia da FGV, apresentou aumento de 0,06% em sua segunda prévia do mês de março. Com isso, o índice atingiu o patamar de 0,47%, o primeiro resultado foi de 0,41%.

O principal grupo influenciador do resultado foi o da habitação, nesse setor o IPC-S fechou o mês em 0,89%. Entre as despesas com maiores altas neste grupo estão: o pagamento das empregadas domésticas (que fechou a semana com alta de 4,10%), a mão de obra contratada para reparos de imóveis (com alta de 0,33%) e o aluguel residencial (com alta de 0,74%).

Além da habitação, outros grupos também apresentaram alta, como a alimentação (cujo principal aumento foi percebido nas frutas), o vestuário e os produtos para cuidados pessoais e de saúde.

Porém, alguns grupos apresentaram queda, foi o caso do de comunicação, que fechou a semana com baixa de 0,19%. Outros grupos que tiveram queda foram: transportes, educação, leitura e recreação.

De acordo com os especialistas da instituição, os grupos formados pelos salários de empregada doméstica, aluguel, condomínio e a fruta mamão papaia foram os que mais pressionaram o resultado do IPC-S.

Por Joyce Silva


O ICS (Índice de Confiança de Serviços) apresentou queda de 3,2% no mês de fevereiro, as informações foram divulgadas pela FVG (Fundação Getúlio Vargas). Vale ressaltar que em janeiro o índice já havia apresentado queda de 1%.

Um dos fatores que influenciou essa redução foi o subíndice da Situação Atual, que teve queda de 8,1% no período de 12 meses, sendo que a demanda atual foi o motivo principal para essa queda.

Ao todo foram pesquisadas mais de duas mil empresas, sendo que do valor total 20,8% consideraram forte a demanda atual (no mesmo mês do ano passado esse índice foi de 25,9%). O percentual das empresas que avaliaram a demanda como fraca foi de 18,2%.

Com relação às expectativas no setor de serviços, o subíndice apresentou um aumento de 0,7%, confirmando a tendência apresentada no mês anterior, quando e elevação foi de 1,5%.

A maioria das empresas que foram consultadas acredita em um aumento da demanda. Do total, 53,7% confiam que haverá crescimento, enquanto 4,5% esperam uma possível queda. No mesmo período em 2011, esse número foi de 50,3% e 4,8%, respectivamente.

Por Joyce Silva


O setor industrial brasileiro é habitualmente relatado nos principais portais de comunicação por meio de dados estatísticos, perspectivas futuras e toda a cadeia que o envolve. A indústria do país tem sofrido um pouco quanto à competitividade em relação a outras nações, gerando inquietação entre os compreendidos no segmento, como é o caso do ramo de máquinas e equipamentos, que comumente cobra do governo soluções para melhorar a competição.

No último mês de 2010, a produção do setor arrefeceu 0,7% sobre os 30 dias imediatamente anteriores após apresentar estabilidade nos quatro períodos antecessores (agosto a novembro). Contudo, na comparação com dezembro de 2009 ocorreu progresso de 2,7%, mas inferior aos 5,3% no mesmo sistema de confronto de novembro.

De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), 2010 terminou com índice 10,5% no quesito produção industrial, abaixo, porém, do crescimento médio registrado entre janeiro e novembro, de 11,2%.

O IBGE revela que a produção no segmento, no 4º trimestre do ano passado, foi maior em 3,3% que o período igual de 2009, porém apresentou basicamente estabilidade em relação aos três meses imediatamente anteriores ao contabilizar índice negativo de 0,1%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: IBGE


Sondagem recente divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abaliza que a produção industrial do país cresceu em outubro, porém abaixo do esperado. Em setembro, a contagem registrou 53 pontos, já no mês seguinte avançou para 53,6 pontos. Toda vez que esse indicador ultrapassa 50 pontos elucida crescimento.

O levantamento assoalha que a utilização da capacidade instalada (UCI) do setor industrial recuou de 50,4 pontos para 48,9 pontos entre setembro e outubro. Marcelo Azevedo, economista da CNI, assevera, porém, que as fábricas estavam aparelhadas para uma produção mais ampla.

Por portes, as pequenas empresas produziram menos em outubro, de anteriores 52,5 pontos para novos 51,2 pontos. Por outro lado, as grandes companhias aumentaram o ritmo, de 53,6 pontos para 56,1 pontos.

Realizada com base em dados de quase 1,5 mil empresas entre 29 de outubro e 19 de novembro, a pesquisa assinala que o otimismo industrial sobre a demanda do mercado continua superior a 50 pontos apesar do baque mensal, de 59,8 pontos para 57 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Dados divulgados pelo Banco Central indicaram que o nível de atividade da economia voltou a crescer em setembro de 2010 após minutar estabilidade entre julho e agosto. O Índice de Atividade Econômica da entidade, o IBC-Br, sintetizou 140,15 pontos, avanço de 0,68%, o maior aumento assistido desde março ultimo.

Informações do BC também apontaram expansão do IBC-Br no terceiro trimestre de 2010, de 0,33% em comparação ao período imediatamente anterior. Segundo o portal de notícias G1, no confronto anual ante julho e setembro do ano passado o progresso chegou ao índice de 6,79%.

Apesar desses números interessantes, o Banco Central brasileiro indica diminuição no ritmo de crescimento no transcorrer deste ano. No acumulado anual até setembro o avanço da economia abraçou 8,84% ante período análogo de 2009. No aglomerado entre janeiro e agosto, porém, a expansão abarcava o índice de 9,2%, ante 9,65% observado até julho e 10,29% até maio.

Conforme citação veiculada pelo G1, o IBC-Br é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para antecipar o índice do Produto Interno Bruto (PIB) e auxiliar a autoridade a definir a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas ontem, 17 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicaram avanço de 0,87% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na segunda quadrissemana deste mês sobre a alta de 0,97% abalizada na primeira leitura de novembro.

A entidade avalia que os preços do grupo Alimentação cresceram 2,15% na leitura atual, ante 2,50% constatada na antecedente. Os custos do grupo de Transportes também contraíram alta mais baixa, de 0,73% atuais contra 0,85% de antes.

Artigo veiculado pela Reuters aponta que os custos do grupo Habitação registraram avanço mais ameno na segunda quadrissemana em relação à primeira, de 0,39% sobre 0,50%. Os preços praticados no grupo de Saúde mantiveram a tendência dos demais ao registrar elevação de 0,34% em comparação a 0,43% da análise anterior.

O grupo de Despesas Pessoais também subiu, mais especificamente em 0,74% no relatório mais recente sobre 0,58% visto na primeira quadrissemana do mês. Os preços vistos em Vestuário progrediram significativamente, de 0,37% atuais sobre 0,03% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Boletim Focus,documento divulgado periodicamente pelo Banco Central, contendo as previsões, expectativas e estimativas dos analistas financeiros do mercado nacional para o ritmo dos índices inflacionários, pela nona semana consecutiva apresenta estimativas de alta para a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto no relatório anterior os analistas haviam estimado um aumento do IPCA em 5,31%, no relatório divulgado no inicio desta semana, esta estimativa foi revista para cima, ficando na casa dos 5,48% para este ano de 2010. Já para 2011 a expectativa sentida pelo mercado é também de alta, pois enquanto anteriormente o mercado previra o IPCA de 2011 em 4,99%, agora a previsão deste índice para o ano que vem é de 5,05%.

Assim como o IPCA, as previsões para os demais índices inflacionários foram aumentadas. O IGP-DI passou da estimativa de 9,94% neste ano para 10,36%. Segundo os analistas consultados pelo BC o IGP-M, índice base que reajusta a grande maioria dos contratos de aluguéis, na previsão atual deve chegar em 2010 a 10,59%, enquanto no boletim passado havia sido estimado em 10,05%. Para 2011 a estimativa do relatório Focus para o IGP-DI é de 5,26%, e para o IGP-M é de 5,35%.

Para os próximos meses as estimativas também contemplam altas. O IPCA para Novembro deve ficar em 0,55%. Estimativa aumentada em relação à estimativa anterior que era de 0,51%. E para Dezembro a expectativa é que o IPCA fique na casa dos 0,50%.

As previsões confirmam a tendência de alta dos índices inflacionários que vem ocorrendo principalmente pela alta dos preços dos alimentos e que deve se acentuar ainda mais com a chegada do fim de ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


A espiral inflacionária parece realmente ter tomado impulso neste final de ano e todos os mais variados índices utilizados no país para medir a evolução dos preços vem registrando aumentos mês a mês. E não foi diferente com o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) que mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, medida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que para o mês de Outubro registrou elevação de 0,80%. Em Setembro a taxa ficara na casa de 0,42%. No acumulado do ano a alta registrada encontra-se na casa de 5,02% e nos últimos doze meses a elevação foi de 5,43%.

O indicador é composto por sete classes de despesas e quatro delas apresentaram elevação. O grupo alimentação que vem puxando a fila em quase todos os índices medidos no Brasil, e que deverá continuar a empurrar a inflação para cima os próximos meses, apresentou a maior elevação indo para a casa dos 1,72% (0,56% em Setembro). Educação, leitura e recreação pulou 0,54% (0,00% no mês anterior). Despesas diversas teve acréscimo de 0,21% (0,10 em Setembro) e transportes que foi de 0,00% para 0,02% em Outubro.

O IPC-C1 registrou diminuição nas taxas de variação de preços apenas nos grupos de despesas habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Em relação aos itens que compõem o grupo de despesas responsáveis pelas maiores altas foram hortaliças e legumes, material escolar, cerveja e gasolina.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O crescimento da economia brasileira foi largamente vislumbrado no início deste ano, quando, no primeiro trimestre, houve avanço de 2,7% em comparação aos três meses imediatamente anteriores. Como o país conseguiu manter bons índices no transcorrer de 2010, o Banco Central voltou a manter a percentagem estimada anteriormente nesse quesito.

Por meio do boletim Focus, o BC acredita que a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) chegará a 7,6% em 2010 e 4,5% no ano que vem, o último índice, em especial, nutrido no mesmo patamar há 48 semanas.

Além desses dados, o boletim Focus contempla, de acordo com a Band Online, a perspectiva para o crescimento da produção do setor industrial, que apresentou contração de 11,22% para 11,12%, caso diferente do prognosticado para 2011, com estimado avanço de 5,20% para 5,25%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como já é costumeiro e aguardado por analistas, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta segunda-feira, 8 de novembro, o percentual de inflação medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que acelerou no início deste mês pressionado por maiores cotações nos grupos de Transporte, Alimentos e Vestuário.

Segundo a FGV, o indicador cresceu 0,67% na primeira prévia do mês após o avanço de 0,57% em outubro. Os custos na Alimentação aumentaram 1,54% sobre o índice de 1,38% anterior. As carnes bovinas, que muito têm participado dos principais noticiários do país, impactaram com robustez o assinalador, uma vez que contraiu alta próxima de 5%.

Os preços de Vestuário cresceram 0,76% na primeira leitura de novembro, pouco acima do índice de outubro (0,58%). Os custos de Transportes avançaram 0,66%, ante 0,45% de antes. Conforme menção aludida pela agência de notícias Reuters, a alta na gasolina foi o principal componente de variação na última situação em questão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com um feriado no início desta semana, coube à Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgar informações sobre o Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S) em 3 de novembro, quarta-feira. De acordo com a instituição, houve aumento de 0,56% em outubro ante avanço de 0,46% no mês imediatamente anterior e 0,66% abaixo da terceira prévia de setembro.

Matéria expelida pela agência de notícias Reuters assinala incremento nos custos do grupo Alimentação de 1,38%, bem acima do 0,84% diagnosticado em setembro, porém inferior ao 1,51% abalizado na terceira prévia de outubro.

Os valores praticados no grupo de Transportes cresceram 0,45% em outubro. Em relação aos curtos na Habitação houve arrefecimento do avanço de 0,20% no mês passado ante 0,32% do período anterior.

Os maiores incrementos foram assinalados, individualmente, no feijão carioquinha, leite longa vida, pão francês, batata-inglesa e álcool combustível.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor industrial brasileiro apresenta, atualmente, alguns fantasmas que têm incidido direta e negativamente sobre a opinião de especialistas, entre os quais Paulo Francini, diretor do Departamento de Pesquisas e Estudos Econômicos da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp). Apesar de alegar efeito de desindustrialização, houve boas notícias na última sexta-feira, 29 de outubro.

De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a confiança na indústria do país avançou 0,5% em outubro ante setembro, mantendo pelo segundo mês seguido tendência de alta. Outro ponto informado pela entidade foi a capacidade do setor, que chegou a 114 pontos já com ajuste sazonal.

Em nota veiculada à imprensa pela FGV, a melhora do cenário só foi possível, em especial, devido às perspectivas mais otimistas referentes aos meses subsequentes. Segundo a agência de notícias Reuters, o componente de expectativa cresceu 0,7% entre um período e outro, para 112,9 pontos, o maior patamar sentido em 2010. Por outro lado, o elemento de situação atual angariou aumento de 0,3%, para 115,1 pontos, atravancando, portanto, uma série de baques iniciados em junho passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Sinalizador muito utilizado na correção de tratados de aluguel, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M) enunciado nesta semana pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) recuou a alta para 1,01% neste mês, pouco abaixo da percentagem de 1,15% diagnosticada em setembro. Particularmente a 2010, o indicador aglomera inflação de 8,98% e nos últimos 12 meses, 8,81%.

A FGV informa, ainda, que o Índice Geral de Preços ao Consumidor Amplo (IPA) caiu para 1,3% em outubro, 0,3% inferior ao 1,6% do mês passado. Algodão (em caroço) arrefeceu de 30,97% para 2,40%, minério de ferro dos anteriores 0,28% para novos -3,83%, além de bovinos, de 5,85% para 4,28%. Por outro lado, os itens soja, mandioca e leite in natura representaram movimento contrário.

Outro referencial, o Índice Nacional de Preços ao Consumidor (IPC) cresceu 0,56% em outubro depois da variação de 0,34% no mês passado. O grupo Alimentação apresentou avanço de 0,56% para 1,23%, porém arroz & feijão, hortaliças & legumes e laticínios contraíram os crescimentos mais significativos, abarcando, respectiva e atualmente, 7,04%, -1,70% e 1,56%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Num ambiente sadio em alguns pontos, é verdade, os brasileiros têm procurado se valer do bom posicionamento da economia brasileira. Os últimos dados referentes a empregos, crédito e renda continuam a refletir, singularmente, o índice de confiança, que em outubro chegou a 121,8 pontos, já com ajuste sazonal.

Para Aloísio Campelo, economista da Fundação Getúlio Vargas (FGV), mesmo com o ameno incremento de 0,1%, a confiança do consumidor voltou a atingir recorde, o quarto consecutivo dentro do oitavo mês seguido de crescimento. Segundo ele, matematicamente constata-se avanço, porém entre outubro e o mês passado, estabilidade.

Em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters Campelo avalia que o consumidor está confiante com base em alguns fatores significativos, entre os quais a evolução do mercado de trabalho, a oferta mais ampla de crédito, os juros e a inflação.

O elemento da situação atual, porém, decresceu 0,1% em outubro, para 140,7 pontos, ao mesmo tempo em que o componente de expectativas abarcou acréscimo de 0,2%, para 111,8 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A construção civil é um dos segmentos que conta, parcialmente, com estímulos fiscais, mais especificamente sobre os materiais necessários para a edificação e decoração de novas (ou já usadas) moradias – algo aplicado há bons meses por meio da exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI).

Na última terça-feira, 26 de outubro, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou que o Índice Nacional de Custo da Construção-M (INCC-M) avançou 0,15% neste mês, pouco abaixo da alta de setembro, quando o indicador atingiu a casa de 0,20%. Somente em 2010, revela o portal de Economia Terra, o apontador acumula crescimento de 6,56%.

Materiais, equipamentos e serviços tiveram avanço de 0,27% ante 0,35% do mês passado. O componente mão de obra, por sua vez, pouco oscilou, do 0,03% em outubro ante 0,04% de setembro.

O Índice em questão faz parte de um dos três indicadores do Índice Geral de Preços do Mercado (IGP-M), o qual, singularmente, contribui por 10% desse referencial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que tem crescido amplamente pelo país é o de Turismo, decorrente em grande parte do maior acesso ao crédito e do aumento do poder de compra dos consumidores, estritamente relacionados, pois, ao crescimento das vagas formais de trabalho nos últimos meses.

Embora distante da atualidade, informações divulgadas pelo Ministério do Turismo em parceria com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), na semana passada, indicaram que as atividades de turismo, entre as quais serviços de fotografia e hotéis, contraíram aumento de 22% entre 2003 e 2007. Segundo o portal de Economia Terra, o percentual é superior ao conjunto de todos os segmentos da economia brasileira, que ascendeu 19,3% no mesmo período citado.

Apesar do resultado, a geração de empregos observada no segmento não comboiou o ritmo geral, com incremento de 9,6% ante 12% constatado na média adjacente. O Produto Interno Bruto (PIB) contou com 3,6% de contribuição proveniente do setor de turismo.

Por outro lado, entre 2006 e 2007 o valor somado pelas atividades do segmento passou de R$ 73,9 bilhões para R$ 82,7 bilhões, crescimento de 4,8%, já com desconto inflacionário, porém inferior à taxa geral de 5,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mês a mês políticos, empresários e entidades avaliam positivamente o crescimento da economia brasileira. Ontem, 21 de outubro, o Ministério da Fazenda voltou a estimar novos índices, desta vez de 7,5% no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB), superior em relação ao relatório anterior divulgado em agosto, o qual abarcava previsão de 6,5%.

O documento enunciado, “Economia Brasileira em Perspectiva”, considera que a média de avanço do PIB pela próxima meia década, agregando 2010, deverá chegar num percentual de 5,9%. Segundo a agência de notícias Reuters, a expectativa do ministério é de que a demanda nacional cresça 10,3% mesmo em meio ao desempenho ameno observado pelo mundo.

A Fazenda avalia que o índice de inflação também está dentro da trajetória harmonizável com o atual desempenho da economia brasileira. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá subir 5,1% em 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br) divulgado na última quarta-feira, 20 de outubro, indicou que a atividade econômica do país apresentou estabilidade no mês de agosto em comparação a julho. Dos anteriores 139,13 pontos, a nova contabilização chegou a 139,12 pontos, porém, na comparação anual houve alta de 6,43%.

O IBC-Br, maneira de examinar o progresso da atividade econômica e antecipar a tendência do Produto Interno Bruto (PIB), de acordo com a Folha Online, atingiu o percentual de 9,11% no acumulado dos oito primeiros meses de 2010 em comparação ao período análogo do ano passado. Segundo a Band Online, o indicador é utilizado pelo BC para cálculos deliberativos sobre a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Além desse ponto abalizado, o índice congrega dados sobre atividades dos vários segmentos econômicos, tais como provenientes do setor de serviços, industrial e agropecuário.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados na última quarta-feira, 20 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que a inflação abalizada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA) cresceu com grande vigor no atual mês devido aos preços maiores dos alimentos.

No mês vigente o indicador avançou 0,62% após ter subido 0,31% em setembro. O percentual é superior em relação ao estimado por analistas questionados pela Reuters, que previam incremento de 0,54%. O grupo de Bebidas e Alimentação ascendeu 1,70% entre um período e outro, bem acima dos anteriores 0,30% do último levantamento.

Em nota, o IBGE aponta que as carnes foram as que mais contribuíram para o acréscimo do IPCA-15 em outubro, de 0,11%, com alta de 4,93%. O Frango também acompanhou a elevação, seguido do pão francês e do biscoito.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters sopesa que outras esferas também contribuíram significativamente para o avanço do IPCA-15, tais como Habitação, com aceleração de 0,49% em outubro sobre os 0,32% anteriores, e Artigos de Residência, para 0,70% contra o índice precedente de 0,18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas na última terça-feira, 19 de outubro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) assinalaram que a inflação ao consumidor, em São Paulo, avançou acima do aguardado, puxada principalmente por preços maiores em todos os grupos pesquisados.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou aumento de 0,96% na segunda quadrissemana deste mês, superior ao 0,76% da primeira quadrissemana. O percentual está aquém da expectativa de analistas sondados pela agência de notícias Reuters, que acreditavam num índice de 0,86% com base em medianas de respostas variantes entre 0,80% e 0,91%.

O destaque ficou por conta do grupo de Alimentação, com incremento de 2,79% no atual levantamento e acima dos 2,24% anteriores. A esfera de Transportes, por sua vez, avançou 0,51% ante 0,24% abalizado na primeira quadrissemana. Vestuário, assim como os anteriores, cresceu dos anteriores 0,31% para 0,42%, mesmo caso da camada de Saúde, que aumentou para 0,30% sobre os antecedentes 0,19%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma tendência que tem se repetido novamente foi constatada. Informações divulgadas por meio do relatório Focus, do Banco Central, assinalaram incremento nas previsões de inflação para 2010 e 2011, porém, sustentou as estimativas para a Selic, a taxa básica de juros da economia.

O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2010 aumentou pela quinta semana consecutiva, para 5,20%, um pouco acima do percentual de 5,15% emitido no último levantamento. Ao ano que vem a percentagem avançou para 4,99%, sucintamente superior aos 4,98% de antes.

O centro da meta para este e o próximo ano permanece: 4,50%, com tolerância de dois pontos percentuais, para mais ou para menos. O prognóstico para a inflação de outubro deste ano até setembro do próximo continua em 5,16%, assim como a Selic 2010 e 2011 de 10,75% e 11,75%, respectivamente.

Segundo a agência de notícias Reuters, o Produto Interno Bruto (PIB) deste ano foi conservado em 7,55% e para 2011 em 4,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta na renda da população, o aumento do número de empregos pelo país desde o início deste ano e a desvalorização do dólar ante o real impulsionaram as vendas no varejo. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a ascensão chegou a 2% entre agosto e julho e 10,4% em relação ao oitavo mês do ano passado.

Coordenadas enunciadas pelo IBGE em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters apontam que a comercialização no varejo brasileiro conquistou, com a percentagem, o melhor resultado para um mês de agosto desde 2000, ano em que a série histórica foi iniciada. Para Reinaldo Pereira, economista do Instituto, a desvalorização da moeda norte-americana é importante, pois por meio dos importados mais rentáveis, o equilíbrio de preços tem considerável contribuição.

Outro ponto positivo observado por Pereira são as variáveis emprego e massa salarial, que permanecem como cruciais motivadores para o aumento das vendas. Como exemplificador, o economista observa o efeito do dólar em hipermercados e supermercados, eletrodomésticos e móveis, tornando cada item importado mais barato.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A FGV (Fundação Getúlio Vargas) realiza a pesquisa de diversos índices e indicadores inflacionários do país e entre eles o IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor – Semanal) que é pesquisado em sete das principais capitais do país e na apuração da primeira semana de Outubro este índice indicou alta em todas as sete capitais confirmando a tendência de subida da inflação que vem se verificando nas últimas apurações.

Na apuração geral o IPC-S teve uma aceleração de preços da ordem de 0,66%. Na comparação com a última medição divulgada houve um acréscimo de 0,20 ponto percentual, muito determinado pela inflação que está se verificando no grupo alimentação e que vem empurrando a inflação para cima.

Por capitais os aumentos são consideráveis e a maior taxa apurada foi em São Paulo cuja variação ficou em 0,98% contra os 0,83% da última medição com aumento em todas as classes de despesas que compõem o índice. A seguir vem o Rio de Janeiro com aumento de 0,55% contra 0,33% da última verificação. Dos sete grupos de despesas no Rio de Janeiro cinco apresentaram aumentos, os maiores foram alimentação e vestuário. Seguindo o ranking vem Belo Horizonte com a taxa nesta primeira semana de Outubro do IPC-S na casa de 0,42%, enquanto na última apuração o índice ficou em 0,23% com seis grupos de despesas apresentando aumentos.

Salvador com 0,37%, Brasília com 0,36%, Recife com 0,29% e Porto Alegre com 0,17% foram às outras capitais onde este índice indicou aumentos confirmando a subida da inflação, embora ainda dentro da meta estipulada pelo governo, a espiral de subida indica dever haver uma maior atenção na economia nos próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta quinta-feira, 14 de outubro de 2010, o Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), que é utilizado para correção dos valores de aluguel, foi registrado em 0,75% na primeira prévia do mês de outubro deste ano.

Este valor é menor do que o verificado há um mês atrás, que foi registrado em 0,99%. Destacam-se como contribuintes para a diminuição do índice atual os preços do setor de atacado, que sofreram recuo. Ao contrário, os preços ao consumidor tiveram aumento, especialmente os produtos de alimentação e vestuário.

Sofreu diminuição também o Índice de Preços ao Produtor Amplo (IPA), que mede as variações dos preços do setor de atacado. Já o Índice Nacional de Custo da Construção (INCC) ficou em 0,12%, valor acima do medido no mês anterior, que foi registrado em 0,08%.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


Relatório Focus emitido pelo Banco Central neste início de semana ilustrou alta na previsão inflacionária para este ano, de 5,07% para 5,15%, e 2011, de 4,92% para 4,98%, com manutenção dos prognósticos à Selic, a taxa básica de juros da economia, estipulada em 10,75% a 2010.

Por outro lado, a expectativa para a inflação aos próximos 12 meses manteve o índice de 5,16% depois de seis semanas consecutivas de avanço. Segundo a agência de notícias Reuters, levando-se em consideração somente a mediana das projeções da meia dezena de instituições que mais previram com acerto, a estimativa do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de 2011 cedeu de 5,73% para 5,54%.

Voltando ao tema da Selic, para 2011 o mercado acredita que chegará ao patamar de 11,75% e o percentual do Produto Interno Bruto (PIB), diferentemente, continua em 7,55% em 2010 e 4,5% para o ano que vem.

Além dos dados enunciados anteriormente, as projeções para o câmbio estimadas pelo BC é de dólar a R$ 1,75 no final de 2010 e R$ 1,80 em 2011.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O que parece ser uma tendência constante nos índices inflacionários manteve-se também na apuração do INCC (Índice Nacional da Construção Civil) para o mês de Setembro sustentando a alta do indicador que já vem se verificando há alguns meses.

Desta vez o aumento foi registrado na casa de 0,36%, contra um aumento de 0,31% no mês anterior, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com Setembro de 2009 também houve aumento. No mesmo período do ano passado os preços da construção civil subiram 0,20%.

Nos nove primeiros meses do ano a taxa já acumula um aumento de 5,80%, enquanto no mesmo período do ano passado o acumulado ficou em 4,58%. E quando a comparação é feita com o período dos últimos doze meses o aumento ainda é maior. Enquanto nos últimos doze meses imediatamente anteriores a taxa acumulada ficou em 6,92%, no acumulado dos últimos doze meses já alcançou a casa dos 7,08%.

Em termos de valores o custo da construção por metro quadrado passou de R$ 755,21 no mês de Agosto para R$ 757,86 no mês de Setembro, sendo que R$ 329,79 deste total é referente ao item mão de obra e os R$ 428,07 restante referente aos custos dos materiais.

Cabe lembrar que o INCC é item integrante de outro índice inflacionário que pesa sobremaneira no bolso do consumidor, o IGP-M (Índice geral de Preços – Mercado) que regula o cálculo dos reajustes dos aluguéis, e que assim como os demais índices vem apresentando uma escalada de alta nos últimos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


No universo da economia brasileira existem “N” índices e indicadores que apuram os mais variados números para traçar as bases e os perfis da economia nacional. Desde os inúmeros índices inflacionários até os indicadores de tendência e comportamento que visam definir as tendências de administração de cada setor. E dentre os inúmeros indicadores existentes está o ICSÍndice de Confiança de Serviços – pesquisado e calculado pela Fundação Getúlio Vargas e que dá uma amostragem do nível de confiança dos empresários do setor de serviços.

Utilizando-se de uma escala que vai de 0 a 200 pontos e baseando-se em pesquisas feitas diretamente com empresas do setor e sendo composto por dois subindicadores, o ICS pretende dar uma amostra do nível de confiança do setor na economia e nos negócios e na apuração realizada para o mês de Setembro apresentou uma queda de 1,1% na confiança e bom humor dos empresários. De acordo com a metodologia utilizada resultados apurados abaixo dos 100 pontos são considerados negativos e resultados próximos dos 200 pontos são positivos. Em Agosto o resultado atingiu os 134,8 pontos e no mês de Setembro caiu para 133,3 pontos.

A pesquisa abrangeu 2.165 empresas que avaliaram a demanda atual da seguinte forma: 22,9% avaliaram a demanda de negócios forte e 12,1% a consideraram fraca. Outro dado interessante foi à perspectiva para o futuro nos próximos seis meses. Aqueles que acreditavam na melhora dos negócios neste período caíram de 52,1% para 49,7%.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Costumeiramente, este espaço a vós dirigido ressalta inúmeros pontos para relacionar o atual ambiente econômico brasileiro, tais como maior poder de compra da população, acesso ao crédito menos restrito e demanda interna em crescente avanço a partir de inúmeros setores. Certamente, cada qual possui seu grau de responsabilidade, mas todos, de alguma maneira, acabam por influenciar o otimismo das pessoas.

Levantamento realizado em conjunto entre a Associação Comercial de São Paulo (ACSP) e o Ipsos revelou que a confiança do consumidor caiu serenamente no mês passado, para 153 pontos, abaixo em dois pontos do cálculo realizado em agosto, porém bem acima dos 135 pontos vistos em setembro de 2009.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP, o comércio está satisfeito com o resultado, ilustrando, mais uma vez, que o nível de confiança dos brasileiros cresceu saudavelmente em comparação a 2009, algo que continuará, acredita, em 2010. Segundo ele, o Natal deverá ser um dos melhores da atual década.

A população do Centro Oeste e do Norte, de acordo com o Estadão, são as mais otimistas, com 181 pontos numa escala entre zero e 200. A classe C, representante de 50,5% da população do ano passado, atingiu 164 em setembro, mesmo resultado percebido em agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após quatro meses de sucessivos aumentos, o Índice Nacional de Expectativa do Consumidor (Inec) continua alto mas, apresentou uma queda de 0,8% no último mês de setembro, em comparação com o mês anterior, de acordo com dados da Confederação Nacional da Indústria (CNI) informados nesta quarta-feira, 06 de outubro de 2010.

O Inec no mês de setembro chegou a 118,3 pontos, contra 119,3 pontos no mês de agosto deste ano. Valores acima de 100 pontos indicam otimismo por parte dos consumidores.

Segundo a CNI, a queda na pontuação aconteceu em função de um declínio nas expectativas em relação à inflação e ao emprego. Já com relação a renda pessoal, a expectativa dos consumidores permanece estável em setembro, em relação a agosto.

Por Elizabeth Preático

Fonte: Folha UOL


O ambiente econômico do Brasil tem-se mostrado propenso a melhorar ainda mais caso muitos prognósticos se confirmem. É estimado, por exemplo, crescimento próximo de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 e 4,5% para 2011. O número de empregos, outro fator relevante, deverá chegar a 2,5 milhões ainda neste ano, com probabilidade de alcançar 3 milhões no ano que vem.

Com dados positivos, invariavelmente outros setores de análise viriam a apresentar ascensão, como é o caso do comércio, que terminou o mês passado com atividade 10% maior no acumulado entre janeiro e julho de 2010 em confronto ao período igual do ano passado.

De acordo com apontador divulgado pela Serasa Experian em 4 de outubro, segunda-feira, o setor de material de construção e de imóveis obteve alta de 16,8% em setembro, à frente do segmento de móveis, eletrônicos e informática (15,9%).

Mesmo com esse bom desenvolvimento, em comparação a agosto passado a atividade comercial assinalou equilíbrio, confirmando, segundo a Band Online, a retomada do desenvolvimento no terceiro trimestre depois dos três meses anteriores mais brandos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Responsável por gerir diversos levantamentos no país, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou na última sexta-feira, 1º de outubro, baque de 0,10% na produção industrial em agosto perante julho, o qual foi tracionado principalmente pelos bens de consumo intermediários, que arrefeceram 1,5% nesse período.

Para André Macedo, técnico da coordenação de indústria do instituto, as paralisações ocorridas no setor petrolífero e a atuação negativa no setor de metalurgia básica incidiram na contração. Em números, a produção do refino de álcool e petróleo reduziu 3,6% entre julho e agosto depois de conseguir, na base de comparação mensal anterior, avanço de 2,6%. O segundo ponto em questão registrou aperto de 5,8% na mesma base de confronto.

Em reportagem veiculada pelo Estadão, Macedo pondera que esse setor ilustra estoque superiores aos níveis almejados e, inclusive, da própria média histórica. Com o resultado em mãos, sopesa que o quadro industrial de agosto ratifica que o terceiro trimestre deste ano vem apresentando um ambiente melhor em comparação aos três meses anteriores, embora num ritmo mais ameno ao observado entre janeiro e março.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com período de coleta entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, o INCC-M (Índice Nacional do Custo da Construção Civil – Mercado) que aponta a inflação referente à construção civil no país registrou no mês de Setembro uma alta menor em comparação com o índice registrado no mês anterior. Em Setembro este indicador teve alta de 0,20%, ficando abaixo do que foi apurado no mês de Agosto quando a aceleração dos preços foi de 0,22%. O resultado para os nove primeiros meses do ano já registra 6,40% e o acumulado nos últimos doze meses está na faixa de 6,94%.

Este indicador faz parte do conjunto de índices que formam um outro indicador de inflação igualmente importante no cenário da economia nacional, o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) que calcula o reajuste dos aluguéis e o INCC-M representa no universo do IGP-M 10% do total. Mesmo tendo apresentado um recuo no mês de Setembro isto não foi o suficiente para desacelerar o IGP-M, pois a inflação do aluguel avançou se constituindo na maior para o mês de Setembro desde a apuração do mesmo mês em 2007.

Conforme a FGV (Fundação Getúlio Vargas) os materiais que apresentaram maiores quedas foram vergalhões e arames (decresceram 0,76%), tinta a base de PVA (menos 2,10%) e massa corrida PVA (preços 0,87% menores). Já os que mais subiram no período foram: tijolo/telha (1,52%), condutores elétricos (4,06%) e tubos e conexões PVC (2,33%).      

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Um dos dados mais consistentes para se comprovar o aquecimento de uma economia sem dúvida nenhuma é a geração de empregos. Em uma equação óbvia e lógica para se aumentar a atividade econômica é preciso investimento e geração de mais postos de trabalho, assim se produz mais, se vende mais, a demanda aumenta o que acaba obrigando o aumento da produção e de serviços e assim voltamos à outra ponta, necessitando-se de mais pessoas trabalhando e que terão mais renda alimentando o giro da roda. E este dado altamente importante no cenário atual do momento da economia brasileira é altamente positivo confirmando que o Brasil passa realmente por um momento de crescimento sustentável.

E isto é comprovado na apuração da taxa de desocupação divulgada no último dia 23 de Setembro pelo IBGE, que foi a menor já registrada na série histórica desde o seu inicio de apuração no ano de 2002. Segundo o IBGE no mês de Agosto a taxa de desocupação registrada nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou na faixa de 6,7%. O recorde anterior pertencia ao mês de Dezembro de 2009 quando a taxa de desocupação ficou em 6,7% e era até então o menor resultado já apurado.

De Janeiro a Agosto a média desta taxa foi estimada pelo IBGE em 7,2%, decaindo 1,3 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado, conforme matéria do site economia.ig.com.br.

Diante de um quadro tão favorável de crescimento da geração de empregos o governo acredita, através do ministro do trabalho, que serão criados em 2011 mais três milhões de empregos formais, o que com certeza confirmará o desenvolvimento pelo qual o Brasil está passando.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


São Paulo é com toda certeza o coração financeiro do Brasil e sua pulsação, de uma forma ou de outra, acaba ditando o ritmo da vida brasileira em muitos setores e aspectos, principalmente no que se refere à economia. E como não poderia deixar de ser neste momento em que todos os indicadores apontam para uma tendência de aceleração dos preços, por enquanto ainda dentro das margens de meta oficial inflacionária, a inflação da cidade de São Paulo parece ditar este ritmo apresentando uma subida no IPC-FIPE (Índice de Preços ao Consumidor da Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas), o índice que mede a inflação na cidade de São Paulo.

O índice apurado na terceira quadrissemana do mês de Setembro chegou a 0,35%, quando na segunda quadrissemana havia ficado na faixa de 0,21%. O IPC-FIPE é composto por sete grupos de itens dos quais são pesquisadas as variações de preços dentro dos períodos do mês. Neste universo apenas os grupos transportes e educação registraram diminuição no ritmo dos preços. Os cinco grupos restantes registraram aumento de preço, sendo que o grupo que mais contribuiu para que o índice atingisse este patamar, foi o grupo alimentação tendo sua alta nesta terceira prévia ficado na casa de 1%, quando na prévia semanal anterior o aumento registrado foi de 0,42%. Os outros itens que contribuíram com seus aumentos para a elevação do IPC-FIPE foram: habitação (0,31%), despesas pessoais (-0,08%), saúde (0,23%) e vestuário (0,44%).

Resta agora aguardar para verificar se esta subida de preços é algo eventual ou reflete realmente uma tendência que persistirá para os próximos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Já não é qualquer tipo de novidade enumerar alguns pontos que conseguem atribuir ao Brasil bons prognósticos, principalmente se o assunto em questão for a economia. Aumento das vagas formais, ampliação no acesso ao crédito e diminuição da inadimplência (dependendo da base avaliativa), poder aquisitivo em alta e projeções do Produto Interno Bruto (PIB) são os tópicos de grande relevância.

O otimismo, algo que até resume certos pontos, pode ser observado também nos gastos feitos com cartões. Em setembro, o cidadão do país gastou, em média, R$ 77 a cada compra realizada por meio desse sistema. Segundo a Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços (Abecs), o tíquete médio foi 2,67% acima dos R$ 75 observados no mês passado.

Os cartões de crédito lideram os gastos, de acordo com a Band Online, com média por operação de R$ 107. Os de débito, por outro lado, quase metade do valor, exatamente R$ 56. Já os cartões próprios das redes de lojas por todo o país tiveram contabilização de gastos de R$ 54 por compra.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Atual terreno fértil para empresários, o Brasil comporta condições favoráveis para ampliação e novos negócios, mesmo com a desvalorização da moeda norte-americana, o dólar, ante o real. O anúncio quase semanal de novos investimentos parte de vários cantos, desde o empresariado nacional até o estrangeiro.

O Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI) emitido pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) enuncia que o indicador apresentou leve queda em setembro, dos anteriores 64 pontos no mês passado para atuais 63,4 pontos. Mesmo assim, revela a entidade, o resultado está acima da média histórica, que é de 59,5 pontos.

Para Renato da Fonseca, gerente-executivo da Unidade de Pesquisa da CNI, o otimismo supino assinala que os industriais deverão continuar a investir em suas companhias, seja contraindo novos trabalhadores ou adquirindo matéria-prima.

Dos 26 segmentos da indústria de transformação questionados, segundo o portal de notícias G1, 16 contabilizaram arrefecimento no índice entre setembro e agosto, entre os quais pertencentes aos setores de couros, metalurgia básica e de madeira, diferentemente do relacionado entre as esferas de equipamentos de transportes, farmacêutica e de limpeza e perfumaria, ainda otimistas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ambiente correspondente aos demais emergentes, o Brasil tem abiscoitado números positivos em várias áreas, sobretudo na econômica, que atualmente, embora a um já aguardado desaquecimento, deverá se manter suficientemente bem até o final do ano devido às atividades festivas, ao maior acesso ao crédito pela pessoa física e em virtude do aumento do número de empregos.

Os consumidores parecem continuar confiantes, tal como ilustra a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio de seu estudo sobre a confiança. Em setembro, de acordo com a entidade, o índice avançou 0,7% em comparação a agosto, atingindo 121,7 pontos já com ajuste sazonal.

De acordo com a agência de notícias Reuters o componente de circunstância atual obteve crescimento de 3,5%, contabilizando o mais amplo registro da série histórica, para 140,8 pontos neste mês. Por outro lado, o de expectativas arrefeceu 1,1%, para 111,6 pontos.

Para a FGV em conformidade ao Índice de Confiança do Consumidor, o indicador de satisfação em relação à conjuntura da economia foi o que melhor cooperou para o progresso do índice, com elevação de 6,5% em setembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Termômetro das previsões do mercado financeiro a respeito da economia nacional e informado pelo Banco Central, o Relatório de Mercado Focus, divulgado no último dia 20 de Setembro, antevendo a tendência do aumento da taxa inflacionária medida pelo IPCA, que no indicador IPCA-15 na prévia de Setembro já registrou uma aceleração de preços na ordem de 0,31%, trouxe a análise dos especialistas que acreditam em um aumento do IPCA tanto para este ano quanto para o ano que vem. No relatório anterior a expectativa em relação ao IPCA era de que ele fechasse 2010 em 4,97%. Neste novo relatório esta previsão foi revista para cima. Segundo os analistas o IPCA neste ano deverá chegar a 5,01%. Para o ano que vem a previsão aumentou de 4,90% para 4,95% ao ano, conforme matéria do site G1.

O governo brasileiro trabalha com uma meta de inflação, na qual o Banco Central para atingi-la, necessita ajustar a taxa de juros. Atualmente esta meta de inflação gira em torno de 4,5%, podendo ter um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Esta flexibilização permite uma variação na taxa sem que a meta seja descumprida. Pelas previsões desta semana do relatório Focus a taxa inflacionária irá se situar acima da meta central, mas ainda dentro do intervalo determinado.

Quanto aos juros a previsão é de que permaneça na faixa de 10,75% ao ano, mas com a tendência de subida da inflação, os economistas acreditam que a política de aumento das taxas de juros para conter o fluxo inflacionário seja mantida e a expectativa é que em Dezembro de 2011 a taxa esteja em 11,75% ao ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – que calcula o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) a prévia da inflação oficial, com base em preços coletados no período compreendido entre 14 de Agosto e 13 de Setembro, com referência no universo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrangendo as principais regiões metropolitanas do país, este indicador apresentou aceleração inflacionária nesta prévia do mês de Setembro.

A variação positiva ficou na faixa de 0,31%, bem acima do que foi registrado em Agosto (-0,05%). A variação acumulada no ano chegou a 3,53% e a taxa dos últimos doze meses chegou a 4,57%. Todos estes números aumentaram em relação aos cálculos realizados em iguais períodos do ano passado. Por exemplo: em Setembro de 2009 o IPCA-15 havia sido calculado em 0,19%.

O resultado desta prévia de Setembro demonstra uma inversão na tendência que havia se verificado nos últimos dois meses, quando as variações foram negativas (Julho -0,09% e Agosto -0,05%). A grande maioria dos grupos de preços que compõem o cálculo do índice apresentou elevação em relação ao mês passado e o grupo alimentos, que durante algum tempo puxou a inflação para baixo, desta vez foi o responsável pela subida dos preços, pulando de -0,68% no mês de Agosto para 0,30% nesta prévia. E entre os alimentos, a carne, que já vinha apresentando uma tendência de alta, novamente puxou a fila para cima, ficando no geral 3,40% mais cara.

Outros indicadores também apresentaram elevação como o IGP-M, puxado pelos preços no atacado, que subiu 1,03%. Este indicador é usado para o cálculo dos reajustes dos aluguéis. O IGP-10 também teve elevação de 1,12% em Setembro, assim como o IPC-FIPE, que subiu 0,21% na segunda prévia do mês. Talvez indicando uma tendência inflacionária que se explique pela proximidade do final do ano, mas que deve ser mantida sob controle.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


O otimismo dos brasileiros, tanto do consumidor como dos empresários, é veementemente ressaltado pela imprensa brasileira e, em especial, por agentes especialistas. A Associação Comercial de São Paulo (ACSP), responsável por medir a confiança do consumidor brasileiro, contabilizou valor recorde de 155 pontos no mês passado, marca superior ao registrado em abril e maio passados, quando 150 pontos foram diagnosticados.

A ACSP abaliza, ainda, que o resultado está situado 27 pontos acima do notabilizado no mês similar do ano passado, quando a entidade conjeturou 144 pontos. Alencar Burti, presidente da Associação Comercial, pondera que o saldo aponta a boa comercialização exercida pelo comércio nos quatro últimos meses.

O maior otimismo observado, segundo o portal de notícias G1, ocorreu no Centro-Oeste e Norte do país, locais em que a marca atingiu a pontuação máxima de 200 pontos. A região Sul do país, por sua vez, aparece em seguida com 163, enquanto o Sudeste figura com 159 pontos.

Dividido por classes, o levantamento ilustra que o otimismo da classe média saltou de 151 para 164 pontos entre julho e agosto, situação na qual essa esfera passa a ser apresentada como a mais confiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou no último dia 09 de Setembro a taxa de inflação oficial referente ao mês de Agosto, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) registrou 0,04% e em comparação com as taxas registradas em meses de Agosto é a menor apurada desde o ano de 1998, quando a taxa foi de -0,51%.

No acumulado do ano a taxa inflacionária está em 3,14%, superior ao registrado no mesmo período de 2009, que foi de 2,97%. Levando-se em conta o período dos últimos doze meses a taxa do IPCA encontra-se em 4,49%.

O grupo alimentação que vinha contribuindo com quedas seguidas em seus preços, desta vez apresentou na composição do índice em Agosto, tendência de queda menor. Enquanto em Julho foi verificado uma variação negativa na casa de -0,76% nos preços, no último mês apurado essa variação caiu para -0,24%. Conforme relatório da Consultoria LCA, citado na matéria do site Economia IG, o grupo alimentação e bebidas deverá a partir de agora apresentar tendência de elevação de preços, como aliás já se verificou na primeira prévia do IPC-S referente à primeira semana de Setembro, o que é normal nos últimos meses do ano, mas sem contudo apresentar o mesmo ritmo de aceleração verificado no primeiro quadrimestre do ano. A consultoria também cita que a alta esperada para o IPCA neste ano de 2010 não deve chegar à casa dos 5 %.

Por Mauro Câmara


De acordo com dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas nesta terça-feira, 31 de agosto de 2010, a confiança da indústria diminuiu no mês de agosto deste ano.

Esta é a terceira vez seguida em que o Índice de Confiança da Indústria (ICI) tem um decréscimo, passando de 113,6 pontos para 112,9 em agosto, o que corresponde a uma queda de 0,6%. A metodologia da pesquisa indica que um índice acima de cem deve ser considerado com otimismo mas, o declínio vem se apresentando já desde o último mês de março, onde foram obtidos 116,5 pontos, chegando em agosto deste ano ao menor valor desde novembro do ano passado.

Os resultados mostram que os empresários já não estão mais tão esperançosos diante da situação econômica do país, além de terem níveis de estoques preocupantes.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


A primeira semana de Agosto, conforme o IPC (índice de preços ao consumidor) apurado pela FIPE (Federação Instituto de Pesquisas Econômicas) mostrou aceleração da alta de preços na cidade de São Paulo, uma das principais cidades do país em termos econômicos e um termômetro da economia brasileira. No período citado a taxa acelerou para 0,20%. 0,03% a mais do que o índice apurado na última semana de Julho e em comparação com igual período do mês de Julho, houve avanço também. Na primeira semana de Julho a taxa havia alcançado 0,10%.

No universo dos sete grupos que compõem este índice, quatro apresentaram aumento entre a última semana de Julho e a primeira de Agosto, sendo que o grupo que apresentou a maior alta foi o grupo vestuário que passou de uma deflação de 0,25% para uma desaceleração de somente 0,04%. Em seguida veio o grupo transportes que teve alta de 0,16% passando de 0,25% para um aumento de 0,41% no índice apurado na primeira semana de Agosto.

Nos grupos que apresentaram uma redução de preços a maior diminuição ocorreu no grupo alimentação, tendência que vem se mantendo, que registrou uma passagem de queda de 0,40% para -0,46% e grupo habitação que passou de 0,37% para 0,36%.

Estes números refletem certa tendência de alta que vem se mantendo nos últimos meses, mas que ainda se encontra dentro de níveis de controle, mesmo estando um pouco acima do centro da meta de inflação determinada pelo governo.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


A economia brasileira vive um momento considerado bom com crescimento efetivo, sustentável, controle razoável da inflação que se mantém dentro das expectativas, embora um pouco acima da meta do governo, considerável geração de empregos e pelas projeções de diversos órgãos e índices apurados parece caminhar para um momento de acomodação em níveis satisfatórios.

O Relatório Focus, do Banco Central, que trás as projeções e expectativas do mercado financeiro revelou nesta semana que as projeções recuaram um pouco em diversos indicadores demonstrando esta acomodação da economia.

Por exemplo: a projeção para o PIB (Produto Interno Bruto), que é a soma de serviços e tudo o que e produzido no país, para 2010 caiu de 7,20% para 7,12%. Para 2011 a projeção foi mantida na taxa de 4,50%. Taxa essa que segundo o Ministério da Fazenda está acima de países ricos e também de alguns emergentes economicamente, como Rússia (4%), México (3,5%) e Estados Unidos (2,8%). Este crescimento projetado para 2011, se confirmado ficará atrás de emergentes como China (8,3%) e Índia (8,1%), que juntamente com Brasil e Rússia formam o BRIC, grupo das economias emergentes do mundo.

Para a Selic (Taxa Básica de Juros) também o relatório Focus apresentou uma redução a ocorrer no final deste ano, passando de 11,50% para 11% ao ano. Em 2011, conforme as projeções essa tendência de redução deve prosseguir, com a economia estável, projetando-se para o fim de 2011 uma diminuição, passando de 11,75% para 11,63% ao ano.

Para a inflação, a pesquisa indica que o mercado financeiro projeta também uma redução do Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano de 2010, caindo à taxa projetada de 5,27% para 5,19%, mas mantendo-se acima do centro da meta do ano que é de 4,50%. Para a inflação de curto prazo o mercado prevê para o mês de Agosto uma taxa em torno de 0,30% e para Setembro algo em torno de 0,36%.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


Nesta segunda-feira, 09 de agosto de 2010, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou a primeira prévia do mês de agosto deste ano do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado para reajuste dos valores de aluguéis de imóveis.

Neste período, o valor sofreu alta de 0,42%, sendo que no mesmo período do mês anterior a taxa registrada foi de 0,14%. Nos últimos doze meses, o IGP-M teve alta de 6,62%.

A maior parte deste índice é representada pelo IPA (Índice de Preços ao Atacado), que teve uma taxa de 0,75% na primeira prévia de agosto, sendo que no mesmo período de julho o valor ficou em 0,19%. Este aumento teve influência da elevação no preço das matérias-primas.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, O Estadão, O Globo


A medida que os índices gerais da economia brasileira sejam apurados mês a mês, vão oferecendo um retrato da atividade econômica atual, que indicam uma razoável estabilidade da economia, embora nos últimos três meses a produção industrial venha apresentando uma tendência de queda. E esta estabilidade permite projeções otimistas como a da FEBRABAN (Federação Brasileira dos Bancos) que elevou a estimativa para o Produto Interno Bruto Brasileiro para este ano.

Segundo a Pesquisa de Projeções Macroeconômicas e Expectativas de Mercados o crescimento estimado para o PIB deverá ser de 7,2%. A última estimativa da FEBRARAN, em pesquisa com os bancos, havia projetado um crescimento na faixa de 7,1%.

Quanto à inflação, a estimativa da Federação dos Bancos indica que haverá uma redução do índice inflacionário, devendo, segundo a pesquisa, ocorrer uma variação de 5,3% do IPCA contra os 5,5% de alta previstos anteriormente. Também a projeção do IGPM sofreu uma redução. Antes projetado em 8,9%, agora foi estimado em 8,4%.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


O IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) que mede a inflação oficial no país, conforme apuração do IBGE, Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, registrou um índice de apenas 0,01% no mês de Julho, confirmando o que a economia vinha indicando nos meses anteriores. Uma tendência se não de queda total dos índices inflacionários, pelo menos uma estabilização em patamares mais baixos.

O índice de 0.01% de Julho é a taxa mais baixa registrada para este mês desde 1998 quando houve uma deflação de 0,12% nos preços apurados naquela época e também o índice que mede a inflação da faixa de baixa renda também registrou seu menor patamar em dois anos.

Esses índices indicam uma estabilização da inflação em um nível razoável e que permite o desenvolvimento da economia como vem se verificando. A inflação acumulada ao ano chegou a 3,10%, ficando acima do índice que foi registrado no mesmo mês em 2009. Levando-se em consideração o período de um ano, os últimos doze meses o índice do IPCA atingiu 4,60%, ficando abaixo do índice do período de um ano anterior, que foi de 4,84%.

Embora com uma queda menor em relação ao mês anterior, o grupo alimentação contribuiu para este índice baixo do IPCA, pois apresentou uma variação -0,76%. Já entre os grupos que apresentaram elevação de seus índices neste período encontram-se habitação e transporte.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


De acordo com dados publicados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) nesta terça-feira, 27 de julho de 2010, os preços relacionados à construção civil diminuíram no mês de julho deste ano em relação ao mês anterior.

O índice medido foi o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) que enquanto no mês de junho foi de 1,77%, em julho apresentou-se em 0,62%. A pesquisa foi realizada no período de 21 de junho a 20 de julho de 2010.

Esta diminuição nos preços foi verificada tanto no segmento de materiais de construção, equipamentos e serviços, onde foi registrado um índice de 0,48% frente a 1,02% do mês anterior, quanto nos custos relacionados à mão-de-obra, que passaram de uma aceleração de 2,59% em junho, para apenas 0,77% no mês de julho.

Por Elizabeth Preático

Fontes: R7, Veja Abril


O iBovespa subiu 0,25 por cento nesta terça-feira, impulsionado pela melhora da situação em Wall Street e pela alta do setor de metais. O índice chegou a 70.792 pontos e o giro financeiro ficou em 5,57 bilhões de reais. O resultado positivo veio depois de duas baixas consecutivas.

Segundo especialistas, os investidores preferiram esperar dados econômicos importantes de Estados Unidos e China – ainda a serem lançados – e assim evitaram apostas mais agressivas, o que deixou o índice próximo do zero, ainda que positivo.

“Enquanto os grandes números não vêm, o investidor se apoia em pretextos para tentar justificar suas posições”, afirmou o economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Newton Rosa.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto


Uma sequência de treze variações mensais positivas mantinha o varejo em evidência. No entanto, em janeiro de 2010, um recuo de 0,8% em relação a dezembro de 2009 foi constatado pelo Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio.

O principal precursor dessa queda foi o segmento de Combustíveis e Lubrificantes, que assinalou baque de 0,5% no mesmo período analisado devido às recentes elevações do preço do etanol no varejo nacional. Por conta disso, constata-se o segundo mês seguido de queda no setor.

Por outro lado, Materiais de Construção, Hipermercados, Supermercados, Alimentos e Bebidas conquistaram dados positivos. O primeiro segmento mencionado neste parágrafo conquistou destaque em detrimento aos demais ramos, com avanço de 10%.

As medidas de estímulos fiscais fizeram com que o setor de Veículos, Moto e Peças ascendesse 20,8%, seguido por Móveis, Eletroeletrônicos e Informática, com expansão de 20,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma previsão proferida por José Sérgio Gabrielli, presidente da Petrobras, aponta que São Paulo será o vice-líder na produção de petróleo até o ano de 2020, atrás apenas do Rio de Janeiro. Seu discurso tem por base a futura exploração do pré-sal. Atualmente, São Paulo ocupa o último lugar da lista dos dez Estados em que a companhia trabalha com a matéria-prima.

No mês de agosto, a produção de petróleo da Petrobrás assinalou, em média, 527 barris diários, isso sem contar o Gás Natural. No mesmo mês, o Estado do Rio de Janeiro obteve produção média diária de 1,6 milhão de barris, seguido por Espírito Santo, com mais de 90 mil.

Entretanto, Gabrielli não soube dizer qual será o nível alcançado pela produção paulista em 2020. O presidente da Petrobras aproveitou a ocasião para afastar qualquer hipótese de concorrer a algum mandato nas eleições de 2010, ano em que o Governo Lula chegará ao fim.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O assunto mais fomentado e disseminado no momento, a recente recessão financeira no Brasil, continua conquistando mais páginas na biografia recente do mundo econômico. Dados da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) revelam que a confiabilidade dos industriais brasileiros ascendeu a 56,5 pontos somente nos primeiros quinze dias de setembro.

Para se ter uma idéia, na segunda quinzena do mês de agosto, o Sensor – indicador desse levante – apresentou a pontuação de 53,8 pontos. De qualquer maneira, a ascensão é relevante, pois este é o segundo maior nível da história já concebido, suplantado somente por um resultado conquistado em abril do ano passado, com exatos 57,5 pontos.

Além destas informações, outros setores apresentaram patamares acima de 50 pontos. Isto só indica uma concepção: os empresários estão otimistas quanto ao futuro! Tudo leva a crer, afinal, que o Brasil é, realmente, um ótimo país para se investir.


Entre os altos e baixos dos muitos setores que integram a Economia, o de Alimentos tem apresentado variação insatisfatória no início deste mês, alta de 1,71% já na primeira semana, contra 0,40% no encerramento de agosto, conforme dados da Fundação Getúlio Vargas.

Essa subida dos preços dos gêneros alimentícios provocou aumento na taxa de inflação que subiu e ficou na casa dos 0,56% na primeira semana de setembro/2009. Se comparada com o fechamento de agosto, 0,20% a diferença é muito significativa.

O IPC-S (Índice de Preços ao Consumidor Semanal), que inclui no seu cálculo o preço dos alimentos, foi puxado para cima e quando ele sobe, a inflação o acompanha.


por Lindomar Vieira

Com a estabilidade da economia, embora vivamos em meio a uma forte crise mundial, o ministro da Fazenda, Guido Mantega está otimista e acredita em crescimento.

De acordo com a verificada retomada da produção industrial e do crescimento do PIB no segundo trimestre deste ano na ordem de 2%, é esperado um avanço ainda maior.

Serão mantidas as medidas adotadas para combater a crise, pois estão surtindo um efeito positivo. Contudo, medidas mais ousadas estão descartadas no momento, é mais seguro acompanhar muito de perto a evolução do mercado mundial, isso é certo.

Se para este ano Guido Mantega espera crescimento de 1% para o PIB, para o próximo ano, 2010, aposta em ambiciosos 5%, contudo sempre mantendo a cautela.

“Estamos no rumo certo, sem necessidade de correção.”, disse o ministro.


O Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) divulgou nesta semana um levantamento sobre o valor da cesta básica em diversas regiões do país. Foram pesquisadas 17 capitais brasileiras, identificando uma redução no custo da cesta básica em nove cidades.

A campeã na queda dos preços foi a capital do Rio Grande do Norte, Natal, com uma redução de 3,22%. Aracaju e Fortaleza também apresentaram baixa nos valores dos produtos. Na avaliação do menor preço, Aracaju fica em primeiro lugar com um valor de R$ 168,06.

Por outro lado, as capitais Curitiba e Manaus foram as que apresentaram maior alta nos preços, chegando a 2,30%. Já a cesta básica mais cara do país foi cotada em Porto Alegre, com valor de R$ 238,67, seguido por São Paulo e Vitória, que também apresentaram valores elevados.

Análse: a deflação continua.


O mês de agosto encerrou com deflação pelo sexto mês seguido de acordo com o Índice Geral de Preços do Mercado (IPG-M). Os dados, divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), indicam uma queda de 0,36% neste mês, após a queda de 0,43% registrada em julho. Este indicador é usado para calcular o reajuste de contratos de aluguel.

O Índice de Preços por Atacado – Mercado (IPA-M) também apresentaram queda de 0,61%, seguido pela queda de julho, de 0,85%. Já o Índice de Preços ao Consumidor – Mercado (IPC-M) aumentou 0,16%, registrando uma desaceleração de 0,34% em relação a julho. A FGV também informa que, de janeiro até agosto, a deflação do IGP-M chega a 2,02%.


Apesar de apresentar alta de 1,7% no mês de junho, o varejo fecha o semestre com uma alta de apenas 4,4% indicando o pior índice semestral desde o ano de 2004. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A recuperação do setor no acumulo de vendas é lenta, porém o quadro é positivo diante do cenário econômico atual.

O comércio varejista ampliado, que engloba a venda de materiais de construção e veículos, foi o que apresentou os melhores índices de crescimento com um volume de vendas fechando em alta de 6,5% e receita com alta 7,4%.





CONTINUE NAVEGANDO: