O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional do Comércio divulgou dados importantes sobre a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

De acordo com as análises realizadas, aproximadamente 59% das famílias brasileiras possuem dívidas, sendo este valor 0,2% menor do que o registrado em novembro de 2011.

Apesar desta queda, o montante de famílias com contas atrasadas aumentou para 21% em novembro ficando 0,5% maior do que o valor registrado no mês de outubro.

Outro dado relevante apontado por este estudo indica que dentre as famílias endividadas 6,8% delas não possuem condições financeiras de quitar seus débitos e aquelas que se consideram muito endividadas foi de 12,1%.

As principais ocorrências de débitos dos brasileiros são em cheque especial, empréstimo pessoal, financiamento de veículos, cartão de crédito e carnê de lojas.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central informou neste mês de dezembro de 2012 que irá realizar uma intervenção na Credialves (Cooperativa de Crédito Rural do Litoral Vale do Itajaí e Norte Catarinense).

Esta atuação da autoridade bancária se deve à indícios de má administração da cooperativa que gerou a ausência de liquidez para honrar com seus compromissos e sem uma solução adequada para os problema vivenciados.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O nível de inadimplência das empresas aumentou 0,2% em fevereiro, segundo dados da Serasa Experian apresentados na quarta-feira (18/04). Com a alta, o indicador atingiu o nível de 103,3 pontos. Os especialistas da empresa acreditam que, como o patamar ainda está acima dos 100 pontos, a inadimplência deve continuar crescendo até fechar os primeiros seis meses do ano.

Os fatores que deverão impulsionar esse resultado negativo são a crise internacional, o custo financeiro elevado das empresas, a alta inadimplência dos consumidores e a reativação lenta do processo econômico brasileiro. Além disso, as quedas na taxa Selic devem contribuir para manter o nível de inadimplência elevado.

Já o oposto foi registrado no levantamento feito sobre o nível de inadimplência do consumidor. O indicador sofreu retração de 1,3% no mesmo período analisado, sendo esta a oitava redução consecutiva. O patamar do índice ficou em 95,8 pontos, o que significa que o nível de inadimplência relativa aos consumidores deve continuar diminuindo, mas terá um ritmo maior a partir de agora.

Os fatores que impulsionaram o resultado foram o aumento do salário mínimo, a retração da inflação, o nível baixo de desemprego, a redução contínua das taxas de juros e a alta mais moderado do endividamento do consumidor.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


Efetuar pagamentos em dia traz alívio não somente ao consumidor, mas também para as pessoas que dele dependem, de alguma forma. O mesmo acontece entre as empresas, uma vez que estão sujeitas a outras para exercerem suas atividades, desde uma simples aquisição de pregos até maquinários altamente valiosos para, assim, adentrarem e permanecerem no mercado.

De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas, a inadimplência das pessoas jurídicas encerrou o ano passado com recuo de 5,3% em comparação a 2009, o maior decréscimo já constatado em seis anos.

Apesar desse bom dado, na variação mensal entre novembro e dezembro de 2010 a inadimplência nos negócios aumentou 3%. No confronto anual com dezembro de 2009, por outro lado, ocorreu avanço de 1,6%.

Economistas da entidade ponderam que a inadimplência das empresas diminuiu em 2010 sobre 2009 devido à normalização da oferta de crédito, bem como pela robusta expansão da atividade econômica. Para este ano, prevê a Serasa, as empresas não enfrentarão dificuldades semelhantes como as observadas em 2009, mesmo com a elevação nas taxas de juros e outras diretrizes adotadas pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


Dados recentes divulgados pela Serasa Experian apontaram que o número de empresas inadimplentes apresentou o maior arrefecimento entre dois meses nos últimos três anos, abraçando, portanto, queda de 5,8% no mês passado segundo o Indicador de Inadimplência.

Entre janeiro e o mês passado o percentual também ilustrou contração, porém de 6,5% em comparação ao mesmo período de 2009. Por outro lado, se confrontados os meses de setembro deste e de um ano atrás, houve avanço de 0,4%. Para a Serasa os principais agentes do recuo da inadimplência foram o reaquecimento sazonal da atividade econômica e do comércio e a interrupção do ciclo de incrementos da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Segundo matéria emitida pelo portal de Economia Terra, a maior queda da taxa da inadimplência foi contabilizada nas companhias de médio porte, as quais representaram baixa de 10,4% entre agosto e setembro e 11,9% no acumulado de 2010. As grandes companhias, por sua vez, abalizaram recuo de 6,5% e 6,0%, respectivamente, enquanto as pequenas empresas contabilizaram índice negativo de 5,5% no mês, porém crescimento de 1% no acumulado anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na última terça-feira, 26 de outubro, assinalaram que o crédito total no país avançou em setembro, enquanto o índice de inadimplência arrefeceu para o menor patamar desde janeiro de 2009. O crescimento do estoque total disposto pelo sistema financeiro, o qual inclui recursos direcionados e livres, alçou alta de 1,8%, para R$ 1,6 trilhão.

Para Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico da instituição, o crédito ascende num percentual bem plausível e concernente à própria dinâmica sentida na economia. Segundo ele, como alguns indicadores abalizam, o terceiro trimestre ilustra certa manutenção no nível da atividade e ao crédito não poderia soar diferenciado.

A analogia entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o crédito avançou para 46,7% no mês passado, superior aos 46,2% contabilizados em agosto deste ano. A inadimplência, por sua vez, tombou para 4,7%, ou seja, 0,1% abaixo do percentual diagnosticado anteriormente.

A alíquota média de juros cobrada pelos bancos decresceu em setembro ante o mês imediatamente anterior, para 35,1% sobre os antecedentes 35,2%. De acordo com a agência de notícias Reuters, em pessoas físicas o juro aumentou 0,1%, para 29% em setembro, diferentemente do observado nas empresas, as quais tiveram taxa elevada em 0,5%, para 39,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O consumidor brasileiro está propenso, atualmente, em contrair novas dívidas, tendência observada ao longo deste ano. Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, a população tem a possibilidade de se endividar ainda mais, não que deseje isso, mas porque existe possibilidade de, por exemplo, contração de imóveis, tipo de investimento que rende mais do que a própria poupança.

Leia mais: Economia Brasileira está propícia para Consumidores contraírem novas Dívidas

Dados divulgados pela Serasa Experian indicaram que no mês passado a inadimplência do consumidor avançou 1,6% em comparação a agosto. O índice, ressalta a entidade, é o maior para setembro desde 2000, quando o indicador começou a ser diagnosticado. Além desse fator, esta foi a quinta marca seguida de crescimento mensal.

Para a Serasa o movimento reflete o endividamento da população por meio de compras parceladas em datas festivas e em feriados estendidos. Um porém, singularmente, poderá acontecer: manutenção de alta nos próximos meses. Apesar disso, a entidade sopesa que o aumento do emprego com carteira de trabalho assinada e a elevação da renda têm contribuído para evitar um crescimento ainda mais acelerado.

A comparação anual, de acordo com o portal de Economia Terra, também não é das mais felizes, uma vez que o índice saltou 15,3%, o maior resultado desde março de 2009, período em que o colapso financeiro global já afetava as atividades pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As ações político-econômicas brasileiras nos períodos das últimas crises mundiais aliado a produção industrial em expansão fez com que o país além de suportar grandes oscilações vindas de fora, ainda conseguisse ampliar o crédito ao consumo.

Um economia que produz e mantém seu ritmo de demanda consegue com a confirmação positiva dos ciclos econômicos ampliar sua força. Amplia-se também a inadimplência?

Há riscos neste momento de aumento de inadimplência com o aumento do crédito?

Para Alex Agostini, economista-chefe da Austing Ratings, existe espaço para uma margem a mais de evolução na disponibilização de crédito sem risco grave de aumento de inadimplência. Que soturnos episódios não permeiem tão cedo o bom momento econômico.

Por Victor Gonçalves


A inadimplência dos consumidores apresentou queda de 0,3% em julho deste ano sobre seu mês imediatamente anterior. A tendência, avaliam especialistas, deverá perdurar até o final de 2010 em virtude de vários fatores colaborativos. A mesma convergência deverá acontecer às empresas, segundo a Serasa Experian.

Pelo índice de expectativas enunciada pela empresa de análise de crédito, o número de inadimplentes entre as companhias baqueou 2,2% em julho ante junho, assinalando, pois, o 15º arrefecimento mensal seguido. Até o início de 2011, diz a Serasa, isso continuará a acontecer.

A retomada de um nível de crescimento mais ligeiro da economia do país depois da desaceleração observada entre abril e junho e a intervenção do avanço da Selic (taxa básica de juros da economia) proposta pelo Banco Central deverão propiciar bons benefícios às empresas pelos próximos meses.

Somente no primeiro semestre de 2010, indica o portal R7, a inadimplência entre as empresas da nação conquistaram o menor coeficiente para os seis meses iniciais desde 2004, ocasião em que o recuo chegou em 9% ante o período similar de 2009.

De acordo com a Serasa, os dados ressonaram as melhores condições de crédito à pessoa jurídica e à procura de financiamento por meio do mercado de capitais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O incentivo às compras tem vários momentos todos os anos, sobretudo se relacionado às principais datas comemorativas, entre elas Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. O consumidor brasileiro geralmente quer conferir a parentes e amigos mimos e presentes que satisfaçam o presenteado.

Outro evento neste ano fez a população tupiniquim, bem como a mundial, gastar mais um pouquinho: Copa do Mundo. A inadimplência, consequentemente, conseguiu se armar e registrou alta de 11,5% em agosto ante o mês igual de 2009. De acordo com a Serasa Experian, essa é a maior elevação diagnosticada a esses 31 dias desde 2005.

Para a empresa, com o advento da Copa na África no Sul o brasileiro aproveitou para adquirir produtos de valores mais elevados que, somados a outras dívidas já contraídas, teve dificuldades em honrar seus compromissos.

Em confronto a julho deste ano a inadimplência registrou ascensão de 1,8% e outros 0,2% se considerado o acumulado anual ante o período similar de 2009.

Apesar dessa constatação, indicam economistas da Serasa por meio da agência de notícias Reuters, o reaquecimento econômico no terceiro trimestre deste ano, a ininterrupção da criação de empregos e o aumento da massa salarial contribuirão para a diminuição da inadimplência.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Serasa Experian divulgou nesta última segunda-feira, 30 de agosto de 2010, que no mês de julho deste ano houve um aumento na inadimplência das empresas em 8,5%. Mas, considerando-se o mesmo mês do ano anterior, a inadimplência de julho deste ano foi menor em 5,5%.

Grande parte do resultado do último mês de julho se deve a títulos protestados. O número de cheques sem fundo também cresceu em 1% e as dívidas em aberto junto aos bancos tiveram um incremento de 1,7%.

Fatores contribuintes para a elevação da inadimplência em julho deste ano foram a desaceleração da economia e a elevação dos juros, além do aumento dos estoques.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, O Globo


A inadimplência no Brasil subiu 3,9% no mês passado em relação ao mês de julho de 2009, de acordo com informações divulgada pela Serasa Experian.

A expectativa da Serasa é que a inadimplência do consumidor brasileiro continue aumentando até dezembro. Apesar da projeção de aumento das dívidas no mercado varejista, os primeiros sete meses do ano apresentaram queda de 1,4% na inadimplência em relação ao ano passado.

O crédito oferecido aos consumidores foi a modalidade com maior aumento de inadimplência em julho, com crescimento de 7,4%, seguido do cartão de crédito, que subiu 4,4% em relação à inadimplência. A falta de pagamento sobre os cheque teve queda, de acordo com a Serasa, com inadimplência 1,4 ponto percentual abaixo da registrada no mês de junho.

Por Luana Neves


Um entre os principais focos do mundo, o Brasil tem assinalado boas perspectivas futuras para investimentos de empresários estrangeiros e, por que não dizer, dos próprios brasileiros? O país vive um momento curioso, sobretudo em relação ao crescimento da economia, que somente no primeiro trimestre de 2010 obteve elevação de 2,7% em seu Produto Interno Bruto (PIB) em comparação aos últimos três meses do ano passado.

Esse ambiente propicia maior confiança das companhias que, com mais possibilidades, têm conseguido elevar sua atuação para atender à demanda dos consumidores com poder aquisitivo em ascensão. Nesse ínterim, aparece outro fator levantado durante a semana pela Serasa Experian. De acordo com o órgão, a inadimplência das empresas brasileiras cedeu 10,9% no mês passado em relação a maio de 2009, maior baque assinalado desde 2004 nessa base comparativa.

Mesmo assim, o índice percebido em maio é superior em 1,6% em confronto a abril de 2010, situação justificada pela Serasa como alta proveniente pelo dia útil a mais no mês passado e pelo apontador não ter sido dessazonalizado. Reportagem do portal de economia Terra indica, também, arrefecimento acumulado de 9,3% nos primeiros cinco meses de 2010 ante período similar de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O momento positivo da economia brasileira, inúmeras vezes mencionado neste veículo comunicador, seduz os cidadãos do país a adquirir novos produtos, investir mais dinheiro em viagens e arriscarem, quando possível, a aquisição de veículo automotor ou residência própria. O crédito facilitado e o maior poder de compra da população fizeram os índices de inadimplência caírem gradualmente, denotando maior rotatividade de capital a partir de empresários e dos trabalhadores.

A Serasa Experian, entidade responsável por conferir levantamentos relacionados à atividade econômica do país, revela que nos próximos meses, principalmente no segundo semestre deste ano, a queda da inadimplência sofrerá reviravolta, situação justificada sob diversas maneiras, uma delas a extinção da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a automóveis e produtos da linha branca.

Economistas do órgão avaliam, por meio de reportagem emitida pelo portal mercado UOL, que o maior endividamento da população nos últimos meses – principalmente a partir de janeiro – e o atual ciclo de ajustes monetários, como é o caso do aumento da Selic, deverão ser fatores determinantes ao aumento do número de inadimplentes.

Mesmo assim, o percentual a ser alcançado não será nem próximo do visto durante a crise financeira mundial. O Fundo Monetário Internacional (FMI) ponderou a possibilidade de superaquecimento e bolhas econômicas ao país caso o crescimento continue em plena expansão, lógica que poderá não ser vista em virtude da diminuição do poder de compra dos cidadãos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente otimista produzido e sentido pelo Brasil têm surpreendido até as pessoas mais pessimistas de várias áreas, proporcionando boa visualização do país ante outras nações desenvolvidas. A questão empregatícia, por exemplo, ilustra empresários mais focados em contratar novos funcionários para um aumento presumível da demanda em virtude da expectativa do crescimento do Produto Interno Bruto (PIB).

Convergindo ao descrito anteriormente, dados divulgados pela Serasa Experian no início desta semana assinalaram baixa de 15,3% no número de empresas inadimplentes em abril em comparação março, o maior tombo indicado de um mês para com seu anterior desde 2004. Segundo a entidade, o menor volume de títulos protestados foi o mote preponderante para o arrefecimento.

Reportagem do portal de economia Terra pondera às empresas de médio porte as maiores contribuintes para a queda, com 18,7%. Em seguida figuram as companhias de pequeno portal, com índice de 15,3%, e por último as grandes, com baque de 7,9%.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


O Serasa Experian, divulgou nesta quinta-feira, 13 de maio de 2010, um estudo que apontou uma redução da inadimplência dos consumidores nos primeiros quatro meses deste ano, com um resultado maior durante os dez anos de realização da pesquisa. Especialistas conferem a causa desta queda ao crescimento atual da economia brasileira, com uma maior renda e ofertas de emprego para a população, além de uma maior motivação para renegociação de dívidas.

As que tiveram maior destaque na redução da inadimplência foram as dívidas por protesto e feitas através de cheques. Já o segundo semestre deste ano pode sofrer influência do aumento da Selic, taxa básica de juros, que deverá sofrer aumento neste período.

Fonte: Estadão e O Globo

Por Elizabeth Preático


O Indicador Serasa revelou que a inadimplência das empresas em 2009 foi a mais acentuada desde a assinalada em 2001. A intensa volatilidade dos mercados em virtude da crise financeira mundial levou as companhias brasileiras a atravessarem um período de grandes perdas. Consequentemente a isso, segundo a Agência Estado, o descumprimento das pessoas jurídicas com seus pagamentos teve uma elevação de quase 19% no ano passado em comparação a 2008.

O real forte, a perda na taxa de crescimento econômico e o pouco desenvolvimento das economias mundiais fizeram com que as empresas de exportação presenciassem os efeitos da crise mais veementemente.

Por conta do descrito acima e de mais outros fatores, as companhias tiveram de adotar medidas para não falirem, dentre elas a diminuição na folha de pagamento e o inevitável adiamento de possíveis investimentos. No entanto, o atual momento econômico atrelado aos investimentos futuros, no Brasil, prometem melhorar a condição das empresas.

Confira mais informações diretamente no site da Agência Estado aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Banco Central indicam que a inadimplência média das empresas no crédito livre ascendeu pelo 10º mês seguido, em setembro, e atingiu o patamar de 4% das operações.

Em agosto deste ano, os atrasos superiores a 90 dias era de 3,9%, mais que o dobro do mesmo período de 2008, quando o número cerceava 1,7%. Esses dados apontam que a inadimplência percebida em pessoas jurídicas se mantém no pior índice desde maio de 2001, quando alcançou 4,2%.

No sentido contrário, os empréstimos voltados a pessoas físicas proporcionaram uma queda significativa de 8,4% para 8,2% entre os meses de agosto e setembro, mesmo patamar de janeiro de 2009. De acordo com o BC, esse foi o 3º baque consecutivo de inadimplência notada entre as famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Indicador Serasa Experian de Cheque Sem Fundos anunciou que a recuperação econômica brasileira suscitou uma queda de 1,94% na inadimplência de cheques em setembro, o menor índice constatado desde outubro do ano passado. O percentual de inadimplência considera como sem fundo cheques aqueles devolvidos duas vezes.

Analistas do órgão crêem numa tendência de queda nesse indicador em virtude da probabilidade de crescimento gradativo da economia após a crise financeira instaurada há alguns meses. Num comparativo entre setembro e agosto deste ano, a inadimplência apresentou baque de exatos 1%.

De acordo com os técnicos envolvidos nesse levantamento, esse ponto positivo se deve à recuperação diagnosticada no mercado de trabalho, que possibilitou um aumento na renda da população, bem como a produção, o consumo e a retomada da oferta de crédito.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma pesquisa realizada pela Confederação Nacional de Dirigentes de Lojistas (CNDL) revela que a taxa de inadimplência está diminuindo no varejo, apesar dos indicativos do Banco Central apresentarem o contrário em razão dos efeitos da crise econômica.

De acordo com o Serviço Nacional de Proteção ao Crédito (SPC), o índice de devedores com registro no banco da entidade reduziu em 13,16% no mês de agosto em relação a julho e 1,38% em comparação ao mesmo período do ano passado.

De acordo com o presidente do SPC, Roberto Alfeu Pena Gomes, os principais fatores dessa queda são a restituição do Imposto de Renda, a antecipação do 13º salário e a queda da taxa básica dos juros (Selic). A previsão para este mês é que a inadimplência continue caindo, fator que beneficia o varejo e gera aumento de empregos formais e temporários.


Os índices de inadimplência reduziram 6,9% no mês de julho em relação ao mesmo período do ano passado apesar do aumento de 2,8% em relação a junho, é o que informam os dados do Indicador Serasa Experian de Inadimplência do Consumidor. Segundo o Serasa, essa desaceleração se deve a uma melhora nas atividades econômicas e à redução das taxas de juros.

A perspectiva dos economistas para os próximos meses é de que haja uma queda gradual, fator que indica um resgate da confiança do consumidor, após um significativo aumento da inadimplência registrado especialmente no primeiro trimestre do ano em decorrência da crise econômica.

De qualquer forma, o ano de 2009 deve fechar com um acréscimo em relação a 2008, quando a economia vivia um período de crescimento.





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