Prazo para envio das declarações ocorre do dia 2 de março até o dia 28 de abril de 2017.

Todos os anos nessa época as pessoas já começam a se preparar para realizar a Declaração do Imposto de Renda de Pessoa Física. Nesse sentido, no dia 23 de fevereiro (última quinta-feira), a Receita Federal divulgou o seu Programa Gerador do imposto, que já se encontra disponível para download em parelhos celulares smartphones e tablets. Dessa forma, os contribuintes terão uma ferramenta muito útil para fazer a declaração que corresponde ano base de 2016.

Para baixar o aplicativo do programa basta acessar o site da Receita Federal. O processo do download é bem simples, bem como o uso do programa.

Depois de ter o programa instalado em seus aparelhos os contribuintes podem dar início ao preenchimento das declarações. A Receita pede que esses documentos sejam preenchidos com atenção e veracidade, para isso os contribuintes terão até o Carnaval para fazer suas declarações com calma, já que o período para o envio das declarações tem início no próximo dia 02 do mês de março, após as festividades do Carnaval.

O prazo de envio das declarações do IRPF termina no dia 28 do mês de abril. Após esse prazo os contribuintes que enviarem a sua declaração ou que não se declararem terão que pagar uma multa cujo valor mínimo é de R$ 165,74 e cujo valor máximo pode representar até 20 % do valor a ser declarado. Dessa forma, fique atento ao prazo determinado pela Receita Federal.

Para os contribuintes que forem mais rápidos e enviarem a documentação no início desse prazo, e estando sem erros, sem omissões e inconsistências, as restituições serão recebidas mais rapidamente também.

A Receita Federal também informa que pessoas portadoras de deficiência mental e física, assim como contribuintes que possuam alguma enfermidade grave, receberão prioridade sobre as restituições do IR.

Para os contribuintes que não caírem na malha fina, a partir do dia 16 do mês de junho iniciam-se os pagamentos de suas restituições.

Se você precisa declarar seu IR, não deixe para a última hora, já comece a preencher suas declarações e faça o envio dentro do prazo previsto. Assim, você fica dentro da lei e ainda não precisará pagar multa.

Em caso de dúvidas informe-se no site da Receita Federal.

Sirlene Montes


Queda registrada foi de 3,13% em relação ao mesmo mês do ano passado. Foram mais de R$ 104 bilhões arrecadados.

A arrecadação de tributos para o Governo Federal caiu cerca de 3,13% no mês passado, se comparado aos dados de julho de 2014, segundo informações do site do jornal “Estado de Minas”. A reportagem menciona que o índice está ligado à desaceleração da economia. No total, foram mais de 104 bilhões de reais arrecadados pelo Governo.

De certa forma, por causa dessa queda, o Planalto deve anunciar que a meta de superávit primário chegará a 0,15% do PIB.  Reportagem de outro site ainda destaca que a inserção de mais tributos, por parte do Governo Federal, não foi suficiente para atingir a meta do superávit primário estabelecido.

Com a crise, houve recuo de arrecadação de cerca de R$ 12,579 milhões, segundo informações publicadas pelo o portal “RBS”. A reportagem ainda menciona que no contexto econômico atual, muitas empresas adotaram “postura defensiva” e, dessa forma, deixaram de pagar tributos. Os primeiros meses do ano tiveram arrecadação de R$ 712,07 bilhões.

Restituição do IR:

A Receita Federal disponibilizou nesta semana em sua página das informações sobre a restituição do IR. Os dados se referem ao terceiro lote. As informações podem ser consultadas no site www.receita.fazenda.gov.br/Aplicacoes/Atrjo/ConsRest/Atual.app/paginas/index.asp. Para acessar os dados, é importante informar o CPF e selecionar o ano-exercício, neste caso, trata-se de 2015. O contribuinte também pode ligar para o número 146 e obter mais informações sobre a restituição do imposto.

E para conferir se a declaração caiu na malha fina, a solução é acessar o site da Receita Federal (cav.receita.fazenda.gov.br/eCAC/publico/login.aspx), para saber se há inconsistência de dados ou erros eventuais. No caso de alguns erros a serem corrigidos, após a regularização dos dados, a pessoa tem o direito de receber a restituição, caso esteja enquadrado nesta modalidade.

A Receita ainda informou que o valor pago relacionado às restituições de 2015 podem chegar a cerca de R$ 2,1 bilhões. São mais de 1 milhão de contribuintes que receberão os valores para a restituição do IR.

Por Letícia Veloso

Arrecadação de tributos


Você sabia que pessoas com determinadas doenças podem ser isentas ou até mesmo dependentes (em qualquer idade) nas Declarações do Imposto de Renda? Se não, confira abaixo a lista de doenças que permitem esta isenção:

  • AIDS (Síndrome da Imunodeficiência Adquirida)
  • Alienação Mental
  • Cardiopatia grave
  • Cegueira
  • Contaminação por radiação
  • Doença de Paget em estados avançados (Osteíte deformante)
  • Doença de Parkinson
  • Esclerose múltipla
  • Espondiloartrose anquilosante
  • Fibrose cística (mucoviscidose)
  • Hanseníase
  • Nefropatia grave
  • Hepatopatia grave (nos casos de hepatopatia grave, somente serão isentos os rendimentos auferidos a partir de 01/01/2005)
  • Neoplasia Maligna
  • Paralisia Irreversível e incapacitante
  • Tuberculose ativa

No caso de um adulto portador de autismo, a mãe ou o pai pode declara-lo como dependente, não importando a sua idade. Além disso, é possível aproveitar as despesas médicas que obteve com ele para abater no Imposto de Renda.

Segundo a Receita Federal, se o portador da doença exerce uma atividade profissional (seja como autônomo ou empregado) e ainda não tenha se aposentado, não tem direito a isenção do imposto.

Caso o contribuinte seja isento pelas regras do fisco, deve-se procurar um serviço médico oficial da União para fazer o laudo pericial que comprove a doença.

Caso o laudo seja emitido pelo INSS (Instituto Nacional de Seguridade Social), o imposto deixa de ser retido na fonte automaticamente, de acordo com a Receita Federal.

Veja bem os prazos para a declaração de Imposto de Tenda, não perca tempo e faça o mais rápido possível o laudo pericial para ficar isento da declaração, pois o atraso da mesma pode acarretar em multa e ninguém quer isso, não é mesmo? Faltam apenas três semanas para o término do prazo para entrega da declaração e quanto mais tempo passa mais lento o site da Receita Federal fica para receber as declarações devido ao grande número de acesso.

Por Antônia Mendes


O governo norte-americano está tentando de todas as maneiras evitar o temido “abismo fiscal” no país em decorrência da crise econômica.

Para isso, os líderes do Senado nos Estados Unidos tiveram neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, uma reunião fechada para tentar prorrogar cortes tributários no país.

O grande objetivo de republicanos e democratas é conseguir um acordo entre os partidos que impeça o aumento dos impostos para os cidadãos e mantenha os benefícios concedidos na atualidade para os desempregados.

Caso os integrantes do Senado não entrem em um acordo os norte-americanos terão em 2013 que pagar maiores valores de imposto de renda, sobre lucros e patrimônios além dos órgãos federais que terão de enfrentar duros cortes em seus orçamentos.

A grande divergência entre os políticos consiste no fato de que os republicanos querem a isenção de impostos para todos os norte-americanos enquanto os democratas pretendem manter este benefício apenas para quem ganha até 250 mil dólares por ano

Mas se as negociações não forem finalizadas com um acordo, Barack Obama já determinou ao líder democrata no Senado, Harry Reid, que apresente um projeto de prorrogação no aumento de impostos para janeiro de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


O ministro da fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira – dia 19 de dezembro de 2012 – afirmou que a volta do IPI aos níveis anteriores será feita de forma gradual durante o ano de 2013.

Com isso, vai ocorrer mais uma prorrogação do IPI para veículos que pode se estender também aos produtos de linha branca.

Além destas medidas, Mantega anunciou que o governo irá promover desonerações em um valor total de 40 bilhões de reais em diversos setores da economia com tendência a aumentar durante o próximo ano.

A partir desta medida haverá uma modificação na cobrança do PIS/Cofins gerando, então, créditos tributários que significação cerca de 9 bilhões a menos na arrecadação de tributos no país.

Por Ana Camila Neves Morais


Criada quase que imediatamente ao fim das eleições presidenciais e a confirmação da vitória da candidata do PT, Dilma Rousseff, a polêmica sobre o renascimento das cinzas da CPMF (Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira) continua em andamento com autoridades e ministros dando suas opiniões sobre o assunto.

Primeiro foi a própria presidenta que disse que em principio é contra a volta do imposto, mas que reconheceu que esta é uma reivindicação de alguns governadores que poderiam levar este pleito até ela. Desta vez foi o Ministro do Planejamento, Paulo Bernardo, que se pronunciou no programa “Bom dia, Ministro”, conforme matéria do site Economia UOL, afirmando que o governo não prevê a criação de mais impostos, mesmo se lamentando pela perda dos R$ 40 bilhões anuais acarretada pelo fim da CPMF e confirmou a disposição da presidenta Dilma de não mandar proposta ao congresso nacional para a volta do imposto.

A justificativa para a criação de uma nova contribuição nos moldes da CPMF seria a necessidade de mais recursos financeiros para aplicação na saúde pública. Solicitação principalmente de alguns governadores, mas o governo federal, em um primeiro momento não parece disposto a ceder à política fácil da criação de novos tributos, mas sim buscar outros mecanismos para atender o setor. Resta saber até onde vai à discussão e qual a força dos argumentos daqueles que são a favor da volta do imposto.

Por Mauro Câmara


Tema em alta nos últimos dias, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) gera controversas opiniões desde que a possibilidade de vigorar, mais uma vez, passou a ser considerada. Alguns endossam sua volta, porém boa parte da população, letrada ou não, critica mais outro e possível imposto para os bolsos.

No final da semana passada, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) teceram críticas à probabilidade de sua recriação.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, avalia que a sociedade não admite aumento da carga de tributos, ou melhor, almeja que eles sejam baixados ao mesmo tempo em que a qualidade nos serviços públicos é aperfeiçoada. Em sua opinião, avalia que devem ser originadas as devidas reformas no início do governo de Dilma Rousseff (PT), presidente eleita, entre as quais a tributária – tema extremamente discorrido durante as últimas campanhas presidenciais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL


Após passada a definição das eleições começa agora o burburinho das especulações sobre os mais variados temas sobre as posições que o novo governo irá adotar em relação a vários temas de relevância para o país. E um deles que já vai tomando um vulto especial é a discussão sobre a volta ou não da CPMF. Imposto até bem pouco tempo válido que cobrava de toda movimentação financeira no país percentual sobre as mesmas. Na época com percentual determinado em 0,38% sobre o valor movimentado, que incluía qualquer movimentação mesmo o simples saque de contas salários.

Conforme matéria do site Notícias Terra, em sua primeira entrevista coletiva depois da eleição, a presidenta Dilma afirmou que pessoalmente é contra a volta deste imposto para ser utilizado na saúde pública, no entanto deixou claro que esta parece ser a vontade de alguns governadores e que, mesmo em princípio sendo contra, o tema será discutido com os governadores que pleiteiam a volta do imposto.

Seguindo a linha da presidenta, em um país que já tem uma altíssima carga tributária, que por si só necessita de uma ampla reforma para tornar o sistema menos asfixiante tanto para o setor produtivo quanto para o cidadão comum, deveria ser criados outros mecanismos para financiar e sustentar setor tão básico como a saúde e que conforme declarações da presidenta, assim como a segurança pública, terá grande atenção do seu governo.

Como já ocorreu em outras ocasiões a simples criação de impostos não resolve magicamente o crônico problema da saúde pública no Brasil. Até porque a CPMF foi cobrada por um bom tempo e a melhora no setor foi mínima ou quase nenhuma. Talvez administrar melhor, com mais competência os atuais recursos, fiscalizar com severidade gastos e investimentos, racionalizar serviços e processos produzissem um melhor resultado.

Resta aguardar, pois a discussão promete ser grande e a mobilização pela volta do novo velho imposto parece se desenhar bastante intensa. Afinal já vimos este filme antes.

Por Mauro Câmara


Ao relacionar os números pelo setor, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) passou a expressar preocupação com a invasão de produtos oriundos do exterior, prejudicando em bom número e grau a demanda e comércio internos.

Leia mais: Indústrias de Equipamentos e Máquinas – Queda no Faturamento Real – Setembro de 2010

No intuito de diminuir essa tendência, a associação pede que o governo brasileiro abrace uma política de valor mínimo relacionado à importação, que levaria em consideração, deste modo, a pertinência entre o peso e o custo médio do equipamento no mercado global.

Para Fernando Bueno, diretor de Competitividade da Abimaq, qualquer importação além do preço médio internacional terá um controle rigoroso por parte do governo. Os impostos passam a versar como se o produto tivesse custo de US$ 25 por quilo (preço médio internacional) e não os US$ 6 (preço médio no Brasil).

Conforme veiculado pelo Canal Executivo UOL, há algum tempo a Abimaq recorreu ao governo para que este incrementasse alíquota de 35% no Imposto de Importação de equipamentos e máquinas, bem acima dos 14% atuais. Bueno assegura que esse pedido foi uma maneira de emitir um alerta – tanto que a proposta não prosseguiu.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Por vezes apelativos e em muitas ocasiões tendenciosos em somente ilustrar propostas dignas de candidatos à sucessão presidencial, Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil, e José Serra (PSDB), ex-governador de São Paulo, procuram salientar diversos pontos de vistas sobre temas distintos, ao mesmo tempo em que destinam parte de suas agendas para contato com eleitores e setores empresariais.

Nos últimos dias, a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat) recorreu a ambos para pedir que a exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), estimada para finalizar em dezembro próximo, continue em 2011. Além desse pedido, a entidade almeja isenção permanente e total da Contribuição para o Financiamento da Seguridade Social (Cofins) e do Programa de Integração Social (PIS) para as mercadorias.

Para Melvyn Fox, presidente da Abramat, não se terá um posicionamento definitivo antes do decisivo 2º turno, porém, entende-se que existe certa sensibilidade por parte do governo vigente – em adotar o pedido.

O requerimento não é elucidado ao acaso. Segundo o portal de notícias G1, o ato de construir é uma atividade esquematizada, com prazo de execução mais extenso, e o consumidor não deve recorrer às lojas nos 45 minutos do segundo tempo para fazer bom proveito dos últimos dias da exoneração do IPI.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Como fora anunciado neste mesmo canal de comunicação, previu-se para o início desta semana que o Impostômetro alcançaria e ultrapassaria a margem de US$ 1 trilhão arrecadado. Pois bem, especificamente ontem, 26 de outubro, o medidor abarcou esse montante.

Instado na sede da Associação Comercial de São Paulo (ACSP), o Impostômetro mede a arrecadação por meio de contribuições e tributos das esferas municipal, estadual e federal. Segundo a Band Online, o episódio (arrecadamento superior a R$ 1 trilhão) já ocorre pelo terceiro ano consecutivo, porém, em 2008 e 2009 o mesmo valor só foi abraçado entre a primeira e segunda quinzena de novembro.

Cálculo realizado pelo Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT) prevê que em 2010 o total de arrecadações se aproximará de R$ 1,27 trilhão, superior em aproximadamente 16,5% ao R$ 1,09 trilhão minutado no ano passado.

Até o momento, cada cidadão conferiu R$ 5.193 ao governo federal somente neste ano, porém, se os cálculos prognosticados se confirmarem, o montante pago pelo brasileiro poderá subir para quase R$ 6,6 mil. Com estes dados em mãos, certamente o país ainda é um dos que mais arrecada impostos entre as demais nações do mundo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é estimado um dos países com a maior arrecadação proveniente de impostos e outros tributos em todo o planeta. Informações divulgadas pela Associação Comercial de São Paulo (ACSP) assinalaram que as contribuições pagas pelo brasileiro já estão próximas de R$ 1 trilhão, algo que deve ser alcançado já nesta próxima terça-feira (26).

A ACSP revela que esse montante só foi alcançado, no ano passado, em 14 de dezembro e em 2008, no dia 15. Na última sexta-feira, de acordo com o portal R7, o Impostômetro atingiu a marca de R$ 984 bilhões e até 31 de dezembro poderá ultrapassar R$ 1,2 trilhão.

No intuito de elucidar os consumidores e conferir um comparativo à altura, o R7 sopesa que a cifra seria suficiente para pagar salários mínimos (R$ 510) para 1,96 bilhão de pessoas, comprar mais de três bilhões de cestas básicas (com valor referencial de R$ 300), além de prover cerca de 40 milhões carros populares de aproximadamente R$ 25 mil.

Segundo João Eloi Olenike, presidente do Instituto Brasileiro de Planejamento Tributário (IBPT), a arrecadação cresce nominalmente 14% por ano, ou 10% caso seja excluída a inflação. O aumento do arrecadamento, alega, é intrínseco às peculiaridades de cobrança de impostos no país.

Para Alencar Burti, presidente da ACSP e da Federação das Associações Comerciais do Estado de São Paulo (Facesp), o valor a mais (R$ 112 bilhões em relação ao ano passado) equivale a quase três arrecadações da Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF), extinta há três anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é considerado um dos países com a maior alta carga tributária do planeta. Políticos, em época de eleições, têm endossado reformas em vários setores, tais como esse. Para se ter ideia, a arrecadação de contribuições federais e de impostos, além de outras receitas, contabilizou mais de R$ 63,4 bilhões no mês passado.

Segundo a Receita Federal, além de representar novo patamar histórico para um mês de setembro, este período representa o 12º seguido de recorde, iniciado, pois, em setembro de 2009. No confronto anual, o aumento real da arrecadação, com valores corrigidos pela inflação, atingiu 17,68%.

No acumulado entre janeiro e setembro de 2010, de acordo com a Receita Federal, a arrecadação sintetizou mais de R$ 573 bilhões, incremento real de 13,12% sobre os mesmos nove meses do ano passado. Segundo o portal de notícias G1, por meio desse último fato se tem, também, recorde histórico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta carga de tributos praticada no país muitas vezes passa despercebida pela população brasileira. Informações emitidas pela imprensa avaliam que quase metade dos impostos conferidos aos cidadãos, no ano passado, fugiu do controle, pois foram (e são) implementados sobre serviços e bens.

Segundo a Receita Federal, mais de 47% das contribuições coletadas em 2009 são taxas derivadas do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS) e do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o último já bem conhecido pela população por ter permitido, quando houve isenção, a compra de veículos automotores e produtos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar).

Em contrapartida, os costumeiros tributos de início de ano, dentre eles o Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA), relacionado a automóveis, e o Imposto Predial e Territorial Urbano (IPTU), atinente a moradias, conceberam participação de 23,2% em 2009. O restante das contribuições (mais de 26%), segundo o portal Economia Terra, foi versado sobre a folha de pagamentos, como é o caso do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) e o reforço à Previdência.

Para Sandro Serpa, subsecretário de Tributação, Previsão e Análise da Receita, o aumento da contribuição a partir da Previdência e do FGTS subiu de 8,3% em 2008 para 8,75% no ano passado devido ao incremento da massa salarial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com o impostômetro da ACSP (Associação Comercial de São Paulo), nesta segunda-feira, 30 de agosto de 2010, os tributos pagos pelos contribuintes no Brasil chegaram a uma marca de R$800 bilhões.

No ano de 2009, este valor foi atingido somente no dia 08 de outubro, o que significa que neste ano houve um aumento na arrecadação de tributos em nível federal, estadual e municipal.

No ano passado a arrecadação total foi de R$1,09 trilhão, o que correspondeu a 35,02% do Produto Interno Bruto (PIB) e para este ano, espera-se chegar a um novo recorde no valor arrecadado.

O impostômetro pode ser verificado através do endereço www.impostometro.org.br

Por Elizabeth Preático

Fonte: Band


A economia do país conseguiu frutos rentabilíssimos no princípio deste ano, impulsionada por várias medidas do governo federal e do otimismo dos cidadãos tupiniquins e dos empresários. No primeiro trimestre, por exemplo, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atingiu o índice de 2,7% em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% no confronto anual.

Assim como os demais setores de atividade econômica que almejavam exportar mais do que importar, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) também acreditava nisso, contudo, não foi exatamente o acontecido. Segundo dados obtidos pela entidade, houve aumento em 52,6% no volume importado de equipamentos do segmento no mês passado em comparação ao período similar de 2009, o maior nível mensal das últimas sete décadas.

Por causa dessa constatação, Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, pretende apresentar uma proposta ao governo para aumentar o percentual do Imposto de Importação (II), dos atuais 14% para 35%, às máquinas e equipamentos estrangeiros semelhantes aos de produção nacional.

Para Aubert Neto, de acordo com o portal de notícias G1, a indústria brasileira do setor perde em competitividade, pois as taxas de câmbio e tributos oferecidos às outras nações são mais rentáveis em detrimento às empresas brasileiras. Aos que pensam num pedido fora de cogitação, o presidente da entidade diz que o percentual de 35% está dentro das normas cerceadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a comodidade proporcionada pela internet, trabalhar com revenda pode ser muito fácil, lucrativo e dispensar altos investimentos. Para isso, compre da China e obtenha grandes lucros.

Quem sabe como importar da China, consegue comercializar produtos adquiridos de forma barata e com redução de impostos de importação a preços de mercado.

Importar da China funciona da seguinte forma: o importador compra de seu fornecedor na China através do sistema de Drop Shipping, ou seja, entrega o produto em outro endereço e para outro destinatário. O importador trabalha como uma espécie de representante comercial. A diferença é que o preço de venda é estipulado por ele e não pelo fabricante. Em resumo, o importador vende ao cliente o produto do fornecedor, que por sua vez recebe o pedido e o pagamento do importador, mas entrega o pedido ao cliente, que pagou para o importador.

Embora pareça fácil e lucrativo, o negócio precisa ser bem administrado, pois mesmo o investimento financeiro sendo quase nulo, o sucesso se dará pela qualidade do serviço prestado, logo, o cliente precisa receber o produto e com certa presteza.

É muito importante não mentir para o cliente. Alguns vendedores oferecem produtos com prazo de entrega muito curto e não conseguem cumprir, perdendo a credibilidade. Nesse tipo de negociação, a entrega do produto pode demorar até 25 dias para acontecer.

Quando alguém resolve comprar da China e vender os produtos aqui no Brasil, deve ter em mente que, se o produto for tarifado na Receita Federal, o lucro pode ficar todo ali, pois em média a cobrança gira em torno de 60% do preço real do produto no nosso país. Por isso, ter boas indicações de fornecedores confiáveis e experientes pode representar a solução para esse problema.

Muitos empreendedores têm conseguido ganhar muito dinheiro com esse tipo de comércio, que não exige, sequer, estoque mínimo, muito menos emissão de nota fiscal, uma vez que não é o vendedor quem realmente fatura o produto, ficando a cargo do fornecedor esta tarefa.

Para aprender mais sobre o assunto, pesquise alguns casos de sucesso e manuais de quem tem experiência e lucro nesse negócio.

Por Juliana Fernandes


Na sexta-feira, 16 de julho de 2010, a Receita Federal disponibilizou aos contribuintes consulta ao lote residual do imposto de renda pessoa física referente ao ano de 2006. A consulta poderá ser efetuada através do endereço www.receita.fazenda.gov.br ou pelo Receita Fone, no número 146.

O lote residual de 2006 irá beneficiar 2.365 de contribuintes, com um valor total de R$5,1 milhões. Os demais terão imposto a pagar totalizando R$22,4 milhões. Os beneficiados terão seus créditos liberados a partir do dia 23 deste mês de julho, com uma correção de 46,84% baseada na taxa Selic. 

Dia 19 de julho a Receita irá liberar a consulta ao lote residual do ano de 2007.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Receita Federal


Segundo a Associação Comercial de São Paulo, os impostos pagos pelos brasileiros chegam à marca de R$ 600 bilhões nesta sexta-feira (2).

Esse valor foi atingido no ano passado somente no dia 28 de julho e a previsão é que a marca anual de 2010 ultrapasse o recorde de 2009, R$ 1,09 trilhão, chegando a aproximadamente R$ 1,2 trilhão. De acordo com a reportagem da Folha de São Paulo, com essa quantia seria possível construir cerca de 30 milhões de casas populares ou ainda o pagamento de R$ 1,4 bilhão de salários mínimos.

Esses dados são obtidos através do chamado Impostômetro, criado em abril de 2005 pela Associação Comercial de São Paulo, que disponibiliza a qualquer pessoa o total de impostos pagos no Brasil e também somente nos Estados e cidades. Além disso, o site faz estimativas dos valores a serem arrecadados no ano seguinte.

Por Camilla Martins ( @camillavogue )


Não é todo dia que palavras de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, são bem recebidas por algumas entidades. A oposição mostra claramente, por vias contrárias, suas insatisfações, mas o motivo, nesse caso, é óbvio. Recentemente, o líder do país mostrou contentamento com os impostos elevados, opinião que desagradou a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio).

Em nota divulgada à imprensa, a entidade afirmou que as declarações do presidente são equivocadas, pois uma das características acentuadas do governo brasileiro, nos últimos anos, é efetuar gastos públicos sem contenções e destinar aos empresários do país taxas tributárias altíssimas para compensar esse método.

Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Fecomercio, relata a ineficiência do Estado brasileiro, tanto que os tributos realizados em território tupiniquim são próximos a países europeus, porém, com serviços no mesmo nível da América Central.

Em reportagem divulgada pelo portal de economia UOL, Paulo Rabello de Castro, presidente do Conselho de Planejamento Estratégico do órgão, pede que Lula compare índice tributário de 40% com outro de 30%. No futuro a qualidade de vida, maior distribuição de renda e melhor desenvolvimento devem ser comparados, segundo ele.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parece cultural no Brasil, mas o consumo de bebidas alcoólicas, tais como cerveja, combina perfeitamente com futebol. Nos jogos da Copa do Mundo, provavelmente parte dos trabalhadores se reunirá em bares para acompanhar as partidas da seleção (aquelas iniciadas às 15h30, claro!).

A demanda, estima o setor, será bem maior nas datas em que o Brasil enfrentará seus adversários. Em virtude desse fato, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) pretende diminuir as tarifas de importação de latinhas e rótulos da cevada – como também é conhecida popularmente a cerveja – para abastecer as empresas fabricantes da bebida.

Lytha Spindola, secretária-executiva da entidade, assegura que o abatimento no percentual dos rótulos de cerveja será dos atuais 14% para 2%, bem como as latas de alumínio, dos 16% de hoje para 2%. De acordo com o portal de economia Terra, o prazo estipulado que entrará em vigor perdurará até meados de novembro.

Anamélia Soccal Seyffarth, assessora especial da câmara, relatou na mesma reportagem que a produtora no país afirmou que não conseguirá suprir a quantidade a ser feita nos dias da Copa. Com essa medida, assevera, o aumento do processamento de latinhas será de, aproximadamente, 15% nos seis primeiros seis meses de 2010.

Fonte: Terra


Com base em um pedido feito por Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, Guido Mantega, ministro da Fazenda, deve remover a tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas primeiras ofertas de ações de uma companhia na Bolsa de Valores, estas, denominadas IPOs.

Segundo apuração da Agência Estado, o governo brasileiro pode, ainda, acrescer a alíquota do IOF sobre outras aplicações financeiras caso a moeda norte-americana continue sua gradativa e interminável desvalorização ante o real. O principal objetivo da taxação desse imposto, em seu início, se deveu justamente para que o dólar não fosse “encoberto” pela moeda brasileira.

Esse novo pensamento em torno dos IPOs tem por finalidade evitar que inúmeras companhias deixem de conquistar uma primordial fonte de recursos para seus investimentos. Cautela e estratégia são as duas palavras-chave do momento; usá-las exigirá disciplina e tentativas. Algumas dão certo, outras, errado. Vamos torcer para que qualquer uma delas não pegue o bolso dos brasileiros de surpresa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Era previsível que algumas medidas do governo brasileiro surtissem, inicialmente, saldos negativos. Atualmente, a entrada de dólares voltados ao investimento financeiro caiu significativamente após o início da cobrança do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital proveniente de fora do país.

Segundo o Banco Central, a média diária percebida de entrada de recursos, que cerceiam investimentos produtivos e transferências executadas na compra de títulos e ações, baqueou 74,9% entre os dias 20 e 30 do mês passado em relação aos primeiros 19 dias de outubro.

Trocando percentuais por dólares, do dia 1º ao dia 19 de outubro, aproximadamente US$ 920 milhões tiverem ingresso no país, enquanto que no período de baixa constatado, as cifras alcançaram somente US$ 231 milhões. Lula e Mantega ainda pretendem manter suas experiências em relação ao IOF?

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com cálculos proferidos por Luiz Inácio Lula da Silva, os investidores estrangeiros passaram a enxergar o Brasil como o foco global do momento. Isto porque, segundo ele, o país passou a adotar uma alíquota de 2% do Imposto sobre Operações Estrangeiras (IOF) sobre o capital externo.

Mesmo assim, avalia o presidente, ainda será necessário aguardar algum tempo para que essa nova medida amadureça. Lula defendeu, também, a taxação sob o ponto de vista das contas estrangeiras, tais como as notadas na aquisição de dólares pelo Banco Central (BC) com a finalidade de equilibrar o câmbio.

Últimos dados revelam que a Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) aglomera uma alta de 63% neste ano, incentivada, pois, a partir de investimentos estrangeiros. Com base nisso, Lula prevê um déficit na balança comercial que pode se estender, inclusive, a contas correntes, o que não é viável para o Brasil, segundo ele.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Foi anunciada no dia 29 de outubro, por meio de discurso de Guido Mantega, ministro da Fazenda, a prorrogação por mais três meses do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para mercadorias da linha branca, ou seja, geladeiras, fogões e máquinas de lavar.

Segundo o ministro, o alcance do benefício seguirá de acordo ao consumo de energia de cada eletrodoméstico. Em outras palavras, Mantega afirma que a desoneração tributária será renovada com base em um novo discernimento, que é o ambiental.

As geladeiras que possuem Selo A em termos de consumo energético, por exemplo, permanecerão com o mesmo amparo anterior, de 15% da alíquota para 5%. Isto foi concedido através de uma reunião entre o ministro da Fazenda, Luiza Trajano, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), e Lourival Kiçula, presidente da Eletros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Por conta da redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), pesquisas apontam que o feriado de Dia das Mães, a melhor ocasião para o comércio depois do Natal, apresentou um crescimento notável em até 35% na comercialização de geladeiras, máquinas de lavar e fogões entre maio e outubro de 2009 ante o mesmo período de 2008.

No princípio da exoneração do imposto, em abril, estudos assinalaram que as redes de lojas focadas no segmento repassaram, em média, somente a metade do benefício ao consumidor final. Antes disso, porém, o comércio de eletrodomésticos apresentava um preço elevado que atingia até 70%.

A exasperação percebida na concorrência dos hipermercados do setor de eletrodomésticos fez os preços despencarem consideravelmente. Os varejistas especializados, então, retransmitiram a redução do IPI em sua totalidade por conta do risco de perdas de clientes aos seus rivais comerciais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com fontes ligadas à equipe econômica de Luiz Inácio Lula da Silva, o governo brasileiro debate a possibilidade de amortizar, permanentemente, a tributação de Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para o segmento de linha branca, que envolve fogões, geladeiras, máquinas de lavar etc.

Segundo o setor, que encontra uma espécie de alicerce no governo Lula, algumas taxas originárias do IPI são altas. O debate, pois, cerceia um arrefecimento inflexível para a linha branca, no mesmo instante em que se discute a renovação, até o final do ano, ou no mais tardar até o primeiro mês de 2010, desse imposto.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, concentrou-se em um debate com representantes do varejo e da linha branca a fim de discutir como ficará essa taxação ao setor. Na mesma reunião, o Banco do Brasil se apresentou como um intermediário financiador para diminuir as taxas de juros ao consumidor final.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mesmo sob pressão, o governo brasileiro manterá a tendência de taxar, até o final deste ano, a entrada de capitais estrangeiros com o percentual de 2% do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). Essa medida é uma diretriz de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil.

Conforme propagado nesta semana, Lula pretende testar a medida por mais algum tempo. Isto foi confirmado por Guido Mantega, ministro da Fazenda, mesmo após a solicitação de Edemir Ponto, presidente da BM&FBovespa, que pediu revisão em algumas particularidades desse novo ajuste do IOF.

O governo pretende, pois, permanecer informalmente na base de R$ 1,70 da valorização do real diante do dólar. A emblemática, neste caso, é tentar diminuir essa desvalorização da moeda norte-americana em relação à brasileira, pois diversas empresas estrangeiras passaram a adotar o Brasil como um local confiável para investimentos pós-crise financeira.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parece que o governo brasileiro quer, realmente, incentivar cada vez mais o acesso da população ao mundo da informática. Para tanto, prorrogará a isenção de Confins e PIS sobre a venda de PCs e seus componentes. Conforme previsto na lei conhecida por “Lei do Bem”, o estímulo terminaria em 31 de dezembro.

Augusto Cesar Gadelha, secretário de Política de Informática do Ministério da Ciência e Tecnologia, disse que a isenção dos impostos deve prevalecer pelos próximo quatro anos. Entretanto, a indústria terá de aumentar os estímulos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D).

Depois de descontado o pagamento dos tão famosos impostos, a obrigatoriedade de investimentos em inovação, no setor, deve ascender de 2% para 3% dentro do faturamento anual das companhias. Gadelha explanou que o percentual ainda se apresenta abaixo do esperado dentro da Lei da Informática, que é de exatos 4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Realmente, as inúmeras informações a respeito da saída técnica do Brasil da crise financeira parecem ter surtido efeito. Isto porque Jackson Schneider, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), alegou que a venda de veículos no mercado interno baterá recordes ainda neste ano.

Tal declaração já era de se esperar por parte dos grandes empresários envolvidos no setor. Muitas fontes veicularam dados importantes para a economia brasileira, tais como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atrelado à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como a criação de postos de trabalho em vários segmentos.

Pelo que se sabe, até por seus discursos proferidos nos últimos dias, Guido Mantega, ministro da Fazenda, não é muito fã da prorrogação do IPI. De qualquer maneira, enquanto esta medida permanecer, os números poderão continuar otimistas. Até Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza, aprovou o que o governo tem feito. Aliás, ela tem agradecido devido à expansão de sua rede de lojas.

O importante, neste ínterim, é o progresso do Brasil e o fortalecimento do poderio econômico. Quem sabe, um dia, a nação figurará entre as mais fortes do globo?


Conforme prévia dos analistas em mercado, o Índice Geral de Preços-Disponibilidade Interna (IGP-DI) subiu no mês passado após dois meses consecutivos de queda. Entretanto, especialistas acreditavam que essas mudanças ocorreriam somente no mês que vem, em setembro.

Isto aconteceu devido à intervenção da queda dos custos nos atacados, em sua maioria refletindo preços de alimentos conhecidos por in natura. Para alusão numérica, segundo dados da Fundação Getúlio Vargas (FGV), o indicador elevou 0,09% em agosto, ante deflação de 0,64% no mês antecessor.

Entre as partes que compõem o IGP-DI, destaca-se o Índice de Preços por Atacado (IPA), que teve alta de 0,07% no mês de agosto, após baixa de 0,23 a 0,05%. Neste, o setor agrícola terminou o mês com alteração positiva de 0,01%, contra baixa minoritária de 2,57%, e o setor industrial avançou 0,1% perante declínio de 0,69% em julho.





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