O Brasil importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O número foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo dados do Ministério, nas segunda e terceira semanas do mês o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior. Por causa do período de Carnaval, a estatística da segunda semana de fevereiro ainda não havia sido divulgada. Com o desempenho nas últimas duas semanas, a balança comercial acumula déficit de US$ 4,953 bilhões.  

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Assim, a balança comercial registra as importações e as exportações de bens e serviços entre países. Em resumo, a balança comercial é a diferença entre as exportações e importações de um país.  

Apesar do resultado ruim, o saldo é 26,7% menor que o resultado negativo de US$ 6,755 bilhões registrados em 2014 até a terceira semana de fevereiro. Isso se deve ao fato das importações estarem caindo mais que as exportações no país. No acumulado do ano, as importações totalizam US$ 27,665 bilhões, com queda de 10,1% pela média diária. Já as exportações somam US$ 22,712 milhões, uma retração de 8,1% também pela média diária.  

A queda no número das exportações afeta todas as categorias de mercadorias. Os produtos básicos acumulam retração de 19,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Soja em grão, minério de ferro e carne bovina e suína tiveram queda nas exportações.

Em relação às vendas de semimanufaturados o recuo foi de 1,3% principalmente por causa do açúcar bruto, ferro e de aço e ferro-liga. As exportações de manufaturas caíram 8,1% tendo destaque neste número os polímeros plásticos, motores e geradores, além das máquinas de terraplanagem.  

No que diz respeito às importações, as maiores reduções nas três primeiras semanas do mês em relação a fevereiro do ano passado ocorrem com produtos farmacêuticos (-24,8%), borracha para obras (-18,4%), veículos automóveis e partes (-16,9%) e instrumentos de ótica e precisão (-16,6%).

Por William Nascimento

Balan?a Comercial


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


A segunda semana de abril foi positiva para a balança comercial brasileira, que mede a diferença de volume das exportações e importações. O saldo ficou US$ 12 milhões positivo entre os dias 9 e 15 de abril, sendo que a média foi de US$ 2,4 milhões por dia. Já a soma das importações e exportações, a chamada corrente de comércio, somou US$ 9,684 bilhões. A média diária (avaliando-se dias úteis) da corrente de comércio foi de US$ 1,936 bilhão.

No período analisado, as exportações totalizaram US$ 4,848 bilhões, sendo uma média diária de US$ 969,6 milhões. O resultado obtido ficou 14,8% acima do registrado na primeira semana do mês. Os fatores que impulsionaram o crescimento foram o crescimento nas vendas de produtos básicos, que tiveram alta de 38,2%. Os principais destaques deste quesito são o petróleo, a soja em grão, o minério de ferro, a carne suína e o farelo de soja.

Já as importações somaram US$ 4,836 bilhões, com média diária de US$ 967,2 milhões. De acordo com o MDIC, o crescimento foi de 5,4% se comparado à primeira semana do mês, quando foram registrados US$ 917,5 milhões. O resultado das importações foi impulsionado pela alta nos custos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, siderúrgicos, farmacêuticos e plásticos e obras.

Por Matheus Camargo

Fonte: MDIC


A balança comercial brasileira registrou saldo positivo nos primeiros dias úteis do mês de março. Ao todo, as exportações brasileiras contabilizaram um valor superior a US$ 6 bilhões, o que representa um aumento médio de 1,4% quando comparado ao mesmo período de 2011.

Três grupos de produtos apresentaram bons resultados nas vendas, sendo que o grupo referente aos produtos básicos foi o mais importante, ele sozinho obteve um aumento de 5,7%. O algodão foi o produto que mais se destacou nesse segmento, acompanhado do petróleo, fumo, carne de frango, carne de porco, além do minério de ferro.

Mesmo com esses números, quando comparado ao mês de fevereiro, houve uma ligeira queda de 1,9%, devido ao baixo resultado dos produtos semimanufaturados e manufaturados. De acordo com a pesquisa, a baixa foi de 12,8% para os produtos semimanufaturados e de 12,5% para os produtos manufaturados.

Entre os produtos que tiveram um aumento no valor médio das compras estão: adubos e fertilizantes, instrumentos farmacêuticos e de ótica, produtos químicos (orgânicos e inorgânicos), borracha e equipamentos mecânicos.

Por Joyce Silva


Os problemas relacionados à falta de competitividade da indústria nacional são salientados há meses. A invasão de produtos chineses, por exemplo, preocupa inúmeras associações, tanto que por diversas vezes uma delas, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq), levou ao conhecimento do ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva e de sua equipe econômica as principais dificuldades enfrentadas pelo setor, bem como os prejuízos e as possíveis soluções.

O dólar em baixa só favorece os importadores. Entretanto, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) promete liderar um grupo de trabalho constituído basicamente pelo setor empresarial e pelo governo no intuito de estimular avanços na política de defesa comercial das mercadorias nacionais.

Satisfeito com as primeiras deliberações, Robson Braga de Andrade, presidente da CNI, enxerga a iniciativa como crucial componente de competitividade ao segmento industrial, pois uma sugestão, de se adotar dumping provisório, abrevia consideravelmente o tempo de denúncia de práticas desleais, análise e penalização. Atualmente, ressalta, esse processo demora cerca de dois anos, período em que a concorrência pode muito bem empregar para aumentar o volume de exportações.

Assim como é pedido aos fabricantes de produtos nacionais, Andrade almeja que a Receita Federal e o Instituto Nacional de Metrologia, Normalização e Qualidade Industrial (Inmetro) fiscalizem as mercadorias estrangeiras, atentando-se para as especificações técnicas de cada artigo.

Enfim, uma boa notícia à indústria brasileira: após muitos meses de poucas resoluções e deslealdades, o governo decide se aplicar mais no assunto. O empresariado deve ficar bastante atento para que o tema não “escorregue” e fuja entre os dedos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações gera preocupação para vários dos segmentos no país. Algumas justificativas têm por base a desvalorização do dólar diante do real, embora outras características relacionadas sejam passíveis de análise e relação ao fluxo maior de produtos importados em território nacional.

Cálculos feitos por Paulo Levy, economista do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), revela que esse crescimento apanhou três pontos percentuais do Produto Interno Bruto (PIB) do terceiro trimestre de 2010. No período, de acordo com o Estadão, o crescimento da demanda interna chegou a 10,1% em comparação aos mesmos três meses de 2009.

Segundo Levy, as exportações líquidas responderam com 3,3% do resultado da demanda, que agrega, por sua vez, o consumo do governo, investimentos e da família, além da variação de estoques existente na indústria. Em sua concepção, o câmbio é, sim, o principal motivador da alta nas importações, mas não o único.

Entre julho e setembro, a alta nas importações abraçou percentagem de 40,9% ante os mesmos três meses de 2009. O dólar, nesse período, valia R$ 1,87 e na ocasião comparativa de 2010, cerca de R$ 1,75.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados referentes a novembro revelaram que na terceira semana (15 a 21) do período houve importação em maior volume (US$ 3,268 bilhões) em comparação a exportações (US$ 3,931 bilhões), porém durante todo mês fora constatado superávit (saldo positivo, grosso modo) de US$ 312 milhões, o menor nível em dez meses.

Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelaram que a balança comercial brasileira adentrou este mês com superávit de US$ 580 milhões na primeira semana, acarretando, portanto, saldo positivo acumulado de US$ 15,513 bilhões desde janeiro.

De 1º a 5 de dezembro, de acordo com a Reuters, o país destinou R$ 2,670 bilhões ao exterior e observou o ingresso de US$ 2,090 bilhões. O superávit anual está 34% abaixo do saldo de US$ 23,482 bilhões acumulado entre janeiro e novembro do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento das importações ante exportações preocupa diversos segmentos que exercem atividades de venda pelo Brasil, seja ao mercado externo como ao interno. A Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) avalia que essa tendência tem acarretado prejuízos à própria indústria nacional. A Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) assinala que uma em cada duas empresas já tem nos produtos estrangeiros grande fonte de economia.

Preocupado em fornecer soluções, Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), assevera que o governo avalia medidas para barrar a expansão das importações no Brasil. A autoridade atesta que o Ministério da Fazenda já aumentou o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros, mas ainda existem outras possibilidades, entre as quais regulatórios, operações a futuro e compulsórios.

Matéria veiculada pela Folha UOL aponta que a alíquota de câmbio na nação brasileira é a principal reclamação do setor industrial, pois empresários reportam, atualmente, falta de competitividade de produtos daqui perante importados. O segmento pede intercessão no ingresso de capitais estrangeiros como maneira de brecar a valorização da moeda tupiniquim.

No intuito de acalmar a indústria, Coutinho assegura existir um plano, porém em processo de finalização, com previsão de entrega para o início de 2011. Entre as medidas situam-se adequação tributária para beneficiar a exportação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 01 de dezembro, pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), no último mês de novembro as exportações brasileiras superaram os valores obtidos com as importações.

Enquanto a primeira ficou registrada em R$30,13 bilhões, a segunda chegou a um total de R$ 29,6 bilhões. Considerando a média diária, o valor das compras ficou em R$1,48 bilhões, superando o recorde obtido em setembro deste ano, que chegou a R$1,44 bilhões.

A explicação para este aumento inclui a diminuição do valor do dólar, bem como o crescimento da economia brasileira. De janeiro a novembro deste ano, o resultado da balança comercial brasileira foi menor do que o mesmo período do ano anterior em 35,4%.

Confira no vídeo abaixo alguns comentários do empresário Joseph Tutundjan sobre o crescimento das exportações brasileiras (entrevista para o programa Conta Corrente do dia 16/11/2010):

Por Elizabeth Preático


Informações divulgadas na terça-feira, 30 de novembro, pela Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) indicaram que a atividade industrial paulista mostrou suave recuperação no mês passado, porém as expectativas para os próximos períodos assinalam piora devido a receios relacionados ao impacto do aumento das importações.

Para Paulo Francini, diretor do Departamento Econômico da entidade, a questão da desindustrialização da economia, já debatida anteriormente, permanece em vigência. De acordo com a agência de notícias Reuters, o índice medidor do humor do investimento no mês em questão recuou para 51,2 contra 52,6 de outubro. Mesmo assim, a pontuação permanece acima de 50 pontos, o que indica otimismo.

Francini avalia que a renda do trabalhador e o emprego estão bem, mas a temática importação preocupa, tanto que a demanda é atendida por terceiros, e não pela produção doméstica.

A variante de mercado do Sensor caiu para 46,7 em novembro, contra 52,1 em outubro, ao mesmo instante em que a de vendas passou de 51,8 para 48,3 no intervalo dos dois meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A questão cambial preocupa não somente as autoridades brasileiras, mas o mundo todo. Os Estados Unidos e a China são os dois países mais criticados na guerra do câmbio, principalmente o primeiro, pois contou recentemente com a injeção de US$ 600 bilhões por meio de seu banco central, o Federal Reserve (Fed), em sua economia. A valorização da moeda brasileira em relação ao dólar continua a gerir preocupação entre empresários e investidores – dependendo do segmento de atuação, obviamente.

Informações apregoadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento assinalaram que o real robusto tem contribuído, porém, para uma das mais amplas renovações do parque industrial do país. Entre 2007 e o mês passado, de acordo com o R7, o país importou pouco mais de R$ 212 bilhões em bens de capital, mais que o dobro do período imediatamente anterior (2003 a 2006), quando se agregou R$ 87,5 bilhões.

O segmento de bens de capital representa a produção de um abstruso conjunto de equipamentos e máquinas voltados à produção de outros bens, entre fresas, prensas, tornos e demais aparelhos. Com foco na elevação da capacidade produtiva, a cadeia contribuiu para o setor solidificar avanço superior em 7% anuais.

A queda do dólar, portanto, tem favorecido a importação de equipamentos. Para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, essa disposição tende a elevar a qualidade da indústria no Brasil, pois são várias as empresas que se aproveitam do real valorizado para adquirirem produtos em conta.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Intrigada com a suposta concessão de subsídios à importação realizada por Santa Catarina e Paraná, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) por meio de Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, entraram com uma ação direta de inconstitucionalidade contra os dois Estados no Supremo Tribunal Federal. O objetivo é interromper essa situação, que se confirmada poderá realmente ser cortada caso o juiz relator do caso assim decida.

Em meio a essa reclamação, eis que a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) informou neste início de semana que os Estados Unidos autorizaram a importação de carne bovina in natura e suína de Santa Catarina. Pedro de Camargo Neto, presidente da associação, assegura que a liberação foi publicada em 16 de novembro, terça-feira, no Diário Oficial estadunidense.

De acordo com o portal de Economia UOL, Santa Catarina é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal como imune de febre aftosa sem qualquer tipo de vacinação. Mesmo assim, a exportação de produtos do Estado aos EUA não é automático.

Além desse fato, Camargo prevê que outras liberações e aberturas de mercados provenientes da Coreia do Sul e Japão poderão acontecer devido ao reconhecimento global do serviço de inspeção norte-americano.

Enquanto uns segmentos se contraem, outros se retraem.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Empresários de segmentos distintos têm reportado o amplo aumento das importações no país em comparação às exportações realizadas. Entidades como a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) desejam incentivo do governo favorável aos produtos manufaturados.

O Brasil apresenta números curiosos. Para se ter ideia, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 50 municípios do país, ou seja, menos de 1% entre todos, responderam por cerca de 60% das exportações entre janeiro e outubro de 2010.

O montante angariado com a comercialização ao exterior chegou a US$ 163,309 bilhões no período, aproximadamente US$ 96,1 bilhões oriundo desses locais. Angra dos Reis, situado no Rio de Janeiro, foi responsável por quase US$ 6,9 bilhões do total.

O Estado de São Paulo representou o maior volume exportado nos primeiros dez meses deste ano, com cifra de US$ 42,4 bilhões, acompanhado por Minas Gerais, com US$ 24,9 bilhões, Rio de Janeiro, com US$ 14,8 bilhões, Rio Grande do Sul, com US$ 12,9 bilhões, e Paraná, com US$ 11,8 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no início desta semana assinalaram registro de US$ 429 milhões no superávit comercial na primeira semana deste mês.

Segundo informações mensuradas pela agência de notícias Reuters, entre os dias 1º e 7 de novembro (quatro dias úteis, pois no dia 2 houve feriado de Finados), as exportações aglomeraram US$ 3,205 bilhões, contra US$ 2,776 bilhões em importações.

Desde o início de 2010 até o presente momento a balança comercial brasileira amontoa superávit de US$ 15,050 bilhões, situação inferior em 32,7% quando considerada a média diária observada no período similar do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao relacionar os números pelo setor, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) passou a expressar preocupação com a invasão de produtos oriundos do exterior, prejudicando em bom número e grau a demanda e comércio internos.

Leia mais: Indústrias de Equipamentos e Máquinas – Queda no Faturamento Real – Setembro de 2010

No intuito de diminuir essa tendência, a associação pede que o governo brasileiro abrace uma política de valor mínimo relacionado à importação, que levaria em consideração, deste modo, a pertinência entre o peso e o custo médio do equipamento no mercado global.

Para Fernando Bueno, diretor de Competitividade da Abimaq, qualquer importação além do preço médio internacional terá um controle rigoroso por parte do governo. Os impostos passam a versar como se o produto tivesse custo de US$ 25 por quilo (preço médio internacional) e não os US$ 6 (preço médio no Brasil).

Conforme veiculado pelo Canal Executivo UOL, há algum tempo a Abimaq recorreu ao governo para que este incrementasse alíquota de 35% no Imposto de Importação de equipamentos e máquinas, bem acima dos 14% atuais. Bueno assegura que esse pedido foi uma maneira de emitir um alerta – tanto que a proposta não prosseguiu.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abalizaram que a balança comercial do país conglomera superávit de US$ 14,463 bilhões desde janeiro até a quarta semana deste mês. Os dados são decorrentes de US$ 158,779 bilhões envolvendo exportações e outros US$ 144,316 bilhões em importações.

O ministério pondera que o único mês de déficit constatado em todo o ano ocorreu em janeiro (US$ 177 milhões). No acumulado de 2009 até a quarta semana de outubro, o superávit comercial alcançou US$ 22,419 bilhões em virtude de US$ 122,798 bilhões em exportações e US$ 100,379 bilhões em importações.

Além desses dados, o ministério decidiu revisar a meta de exportação deste ano para US$ 195 bilhões, montante superior em quase 10% ao escopo designado anteriormente, de US$ 180 bilhões. De acordo com a Folha UOL, para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, a alta se deve ao avanço das commodities e ao aumento das exportações para a América Latina, sobretudo em relação a produtos manufaturados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O atual governo endossa o poderio da economia como um representante fidedigno das boas ações adotadas nos últimos oito anos. A oposição, encabeçada pelo candidato do Partido da Social Democracia Brasileira à sucessão presidencial, José Serra, prega que o país está como está devido às medidas adotadas durante o mandato do ex-presidente Fernando Henrique Cardoso.

A capacidade de crescimento voltado à demanda interna e em partes, à interna, possui lá suas especificidades. A indústria brasileira, com certa velocidade, tem perdido espaço para as importações, que representam, atualmente, 20% de todo o consumo da nação. Segundo o Estadão, a nova tendência se amplificou nos últimos anos.

A participação direta dos importados no consumo tupiniquim pulou dos anteriores 15,7%, no princípio de 2009, para 17,7% entre janeiro e março de 2010. O já mencionado percentual de 20%, segundo cálculos feitos pela LCA Consultores, foi constatado no terceiro bimestre passado.

No início do governo de Luiz Inácio Lula da Silva, ou seja, em 2002, o crescimento beirava o índice de 1,1%, observado, então, até 2008. Os Estados Unidos não são exclusivos nas importações, como se possa supor. A China parece ser a grande expoente, juntamente a outros países ditos emergentes.

A desvalorização da moeda norte-americana ante o real tem estimulado o ingresso de produtos importados, porém como consequência, prejudicado a concorrência interna.

Por Luiz Felipe T. Erde


Contando com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro deste ano, o setor de materiais de construção tem conseguido assinalar boas altas em suas vendas nos últimos meses. A tendência até o término de 2010 deverá ser de incremento ainda mais prolixo, justamente pelo anúncio não ter qualquer sinal de modificação e o consumidor, optar pela antecipação.

Apesar de as empresas nacionais oferecem produtos de qualidade a preços baixos, a importação de materiais de construção tem crescido, tanto em produtos para acabamento como para a edificação de residências (aço, por exemplo). Até 2007 a balança comercial mostrava-se positiva, com mais de R$ 1 bilhão constatados.

Com a expansão robusta do segmento da construção civil nos últimos dois anos, a tendência se inverteu, pois as importações superaram em aproximadamente R$ 1,1 bilhão as receitas das exportações. De acordo com a FGV Projetos em matéria veiculada pelo Estadão, os valores de 2010 poderão dobrar e chegar à casa de R$ 2,3 bilhões.

Para Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da FGV Projetos, existe um fator denominado custo Brasil, correspondente à falta de infraestrutura pelo território, a alta carga tributária e a desvalorização do dólar perante o real. Com essa tríade, os produtos nacionais perdem competitividade devido ao encarecimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Considerada uma das maiores economias do planeta, a China apresenta altos índices em vários setores, tais como o empregatício. É impossível, nesta conjuntura, deixar de relacionar os números do Produto Interno Bruto (PIB) chinês, que no terceiro trimestre deste ano apresentou avanço de 11,9% em comparação ao período descrito entre abril e junho.

Mesmo com tais discursos otimistas sobre a China, para Larry Brainard, economista-chefe e diretor de pesquisa da consultoria Trusted Sources, a agricultura é o ponto mais delicado da asiática, principalmente após o adiamento das reformas do trabalho e das terras rurais, permitindo, portanto, ofertas na potencial demanda urbana do país superiores às rurais.

Em sua avaliação, Brainard acredita que cada vez mais a China será conhecida como primordial importadora de alimentos, principalmente nas culturas do milho e da soja, amplamente utilizadas pela nação para a fabricação de ração animal. De acordo com o Estadão, além dessa constatação o economista pondera que o baixo nível dos estoques globais e o desenvolvimento da produção etanol deverão favorecer o Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De dias em dias, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, discursa a empresários, políticos e ao restante da população sobre assuntos pertinentes do mundo econômico. No inicio desta semana teve apoio de Benjamin Steinbruch, presidente interino da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), embora este não concorde com alguns movimentos que vêm acontecendo no país, entre os quais aumento das importações.

Na última segunda-feira, 27 de setembro, Mantega negou que a ampliação da aquisição de produtos estrangeiros esteja, atualmente, lesando a indústria brasileira. Para ele, a realidade é que a indústria do país se solidificou e o que ocorre em todo o globo é o aumento da participação do segmento de serviços no Produto Interno Bruto (PIB), portanto, sem qualquer diagnóstico de desindustrialização para cá.

No intuito de justificar os últimos resultados – de 1992 a 2009 a participação dos resultados industriais no PIB decresceram de 41,6% para 24,5% –, Mantega afirmou que o segmento voltou a encorpar de maneira sustentável, puxado pelo avanço do consumo da população brasileira, tal qual ocorreu nos primeiros seis meses de 2010, quando o desenvolvimento industrial extrapolou 14%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


Os discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem sempre são contra os opositores de Dilma Rousseff (PT), candidata à sucessão presidencial. Parte deles, o que depende do assunto, destina-se a outros países que, por um ou outro motivo, contrariam os interesses brasileiros. Valendo-se novamente da informalidade, o ex-sindicalista atacou um rival de seu colega Hugo Chávez: Estados Unidos.

Durante cerimônia de inauguração de oito usinas termelétricas à biomassa de cana-de-açúcar em 27 de setembro, segunda-feira, Lula afirmou que a realidade forçará os norte-americanos a abrirem mão da tarifa de US$ 0,54 por galão do etanol produzido no Brasil – a conjuntura atual é de término da taxa no último dia de 2010, porém, o Congresso estadunidense avalia possibilidades de manutenção.

Ao comparar a cultura da cana com a do milho (utilizada pelos EUA para a produção de álcool), Lula mostrou mais uma vez a sagacidade (depende da concepção) de suas palavras. Em tom completamente irônico, afirmou que o milho é dado, no Brasil, para a galinha se alimentar e depois fornecer ovinhos.

A tão almejada expansão dos mercados europeu e norte-americano para o etanol, na visão do presidente, possibilitará a ampliação do parque de usinas no Brasil e, consequentemente, incentivará a criação de empregos no segmento. Neste sentido, segundo o portal R7, endossou requalificação dos cortadores de cana, que serão substituídas por maquinários, para outras atividades, no intuito de assegurar continuidade de suas forças.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário atual do país é de otimismo e por vezes euforia. O crescimento contabilizado por meio de números, sobretudo pelo Produto Interno Bruto (PIB), tem propiciado novos ares à nação, a qual, diagnosticada como emergente, tem aproveitado para atrair mensalmente novos investidores. O dólar em baixa ante o real, o aumento do número de empregos e o acesso ao crédito em evidência são outros fatores que, somados a uma série de outras diretrizes, encorajam empresários.

No último dia 14, terça-feira, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) anunciou redução das alíquotas para 116 itens de autopeças não fabricadas no Brasil, dos anteriores 14% a 18% para novos 2%. As regras recém-acordadas são voltadas a componentes destinados à produção e dentro de considerações acertadas com a Argentina em relação à Política Automotiva Comum (PAC).

Paulo Butori, presidente do Sindicato Nacional da Indústria de Componentes para Veículos Automotores (Sindipeças), parece ter recebido bem a redução da alíquota de importação. Segundo ele, o arrefecimento das taxas melhora, inclusive, a competitividade do veículo produzido no Brasil, principalmente se considerados os modelos que aportam no país inteiramente desmembrados.

Mesmo assim, de acordo com o portal de notícias G1, Butori avalia que a medida adotada pela Camex é um pequeno passo no intuito de conferir proteção à indústria automobilística do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Cálculos emitidos pela Fundação Centro de Estudos de Comércio Exterior (Funcex) admitem que o volume de bens adquiridos de outras nações pela economia brasileira atingirá a marca mais acentuada neste ano em mais de três décadas. A contabilização apreciada pelo órgão chega a US$ 175 bilhões, superior em pouco mais de US$ 2 bilhões do recorde assinalado em 2008 e acima em US$ 48 bilhões do diagnosticado em 2009 (quando a crise financeira mundial prejudicou as atividades econômicas).

No acumulado anual o volume importado chegou a R$ 114,423 bilhões, quase 46% adiante do montante percebido entre janeiro e agosto do ano passado, segundo informações transmitidas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC). Fernando Ribeiro, economista-chefe da Funcex, afirma que a dilatação foi notabilizada em vários dos segmentos.

Lubrificantes e combustíveis, segundo o portal de notícias G1, foram os produtos com os maiores índices de crescimento por meio da ascensão de 62,2% na comparação anual. Bens de consumo, por sua vez, responderam com aumento de quase 51% no mesmo período de análise. Em seguida apareceram produtos intermediários e matérias-primas, com alçamento de 42,7% no acumulado de 2010 em comparação entre janeiro e agosto de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira global pôs em xeque a real situação interna de vários países. Os Estados Unidos, que praticamente principiaram o colapso, custam voltar aos anos de grande desenvolvimento, prova disso é o crescente percentual de desempregados. Brasil e China, na contramão da situação norte-americana, conseguem se sobressair em relação à nação dirigida por Barack Obama e outras mais.

No primeiro trimestre deste ano o Produto Interno Brasileiro (PIB) obteve elevação de 2,7% em comparação aos três meses anteriores. Entre abril e junho queda foi constatada, embora tenha contribuído, mais amenamente, à manutenção do aquecimento da atividade econômica.

Rebeca Palis, gerente de coordenação de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), avalia que os maiores responsáveis pelo aumento dos investimentos no Brasil foram a importação de equipamentos e máquinas e a produção nacional.

Em reportagem do portal Economia UOL, indica que a construção civil se comportou positivamente nesse ínterim por ter assinalado avanço de 34% no crédito com recursos direcionados e aumento da ocupação na atividade de quase 10% no segundo trimestre de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia do país conseguiu frutos rentabilíssimos no princípio deste ano, impulsionada por várias medidas do governo federal e do otimismo dos cidadãos tupiniquins e dos empresários. No primeiro trimestre, por exemplo, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atingiu o índice de 2,7% em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% no confronto anual.

Assim como os demais setores de atividade econômica que almejavam exportar mais do que importar, a Associação Brasileira da Indústria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq) também acreditava nisso, contudo, não foi exatamente o acontecido. Segundo dados obtidos pela entidade, houve aumento em 52,6% no volume importado de equipamentos do segmento no mês passado em comparação ao período similar de 2009, o maior nível mensal das últimas sete décadas.

Por causa dessa constatação, Luiz Aubert Neto, presidente da Abimaq, pretende apresentar uma proposta ao governo para aumentar o percentual do Imposto de Importação (II), dos atuais 14% para 35%, às máquinas e equipamentos estrangeiros semelhantes aos de produção nacional.

Para Aubert Neto, de acordo com o portal de notícias G1, a indústria brasileira do setor perde em competitividade, pois as taxas de câmbio e tributos oferecidos às outras nações são mais rentáveis em detrimento às empresas brasileiras. Aos que pensam num pedido fora de cogitação, o presidente da entidade diz que o percentual de 35% está dentro das normas cerceadas pela Organização Mundial do Comércio (OMC).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Devido a ocorrência de incêndios nas lavouras de trigo da Rússia, os preços de pães e massas, produtos feitos com a farinha, podem sofrer uma elevação de até 20%. Os estragos na safra russa levaram o preço do produto a inflacionar no mundo todo.

De acordo com o analista da Companhia Nacional de Abastecimento, o Brasil tem um estoque grande do trigo. Mas, segundo o Sindicato da Indústria do Trigo, o produto armazenado no país não é suficiente para atender a demanda, além de grande parte do que foi importado não ser de boa qualidade.

O Brasil produz menos da metade do trigo que consome, sendo um dos países do mundo que mais importam o produto.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário Comércio Indústria & Serviços


Os preços do leite nos supermercados estão apresentando queda. Isto por causa do aumento das importações do produto, o que vem preocupando os produtores nacionais, especialmente neste período de entressafra, onde a oferta diminui.

Neste ano, a importação do leite aumentou em sessenta por cento em relação ao ano de 2009, representando um valor total de quatro milhões de reais investidos na sua aquisição. O principal local de importação é o Uruguai, por causa de um acordo feito em troca do mercado de aves.

Os maiores produtores de leite do país, que são os Estados de Minas Gerais, Santa Catarina, Goiás, Paraná e Rio Grande do Sul, elaboraram um documento destinado ao Ministério da Agricultura, relatando os prejuízos obtidos e solicitando incentivos. Juntos, estes Estados respondem por sessenta e oito por cento da produção nacional.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Tô Sabendo


Parece cultural no Brasil, mas o consumo de bebidas alcoólicas, tais como cerveja, combina perfeitamente com futebol. Nos jogos da Copa do Mundo, provavelmente parte dos trabalhadores se reunirá em bares para acompanhar as partidas da seleção (aquelas iniciadas às 15h30, claro!).

A demanda, estima o setor, será bem maior nas datas em que o Brasil enfrentará seus adversários. Em virtude desse fato, a Câmara de Comércio Exterior (Camex) pretende diminuir as tarifas de importação de latinhas e rótulos da cevada – como também é conhecida popularmente a cerveja – para abastecer as empresas fabricantes da bebida.

Lytha Spindola, secretária-executiva da entidade, assegura que o abatimento no percentual dos rótulos de cerveja será dos atuais 14% para 2%, bem como as latas de alumínio, dos 16% de hoje para 2%. De acordo com o portal de economia Terra, o prazo estipulado que entrará em vigor perdurará até meados de novembro.

Anamélia Soccal Seyffarth, assessora especial da câmara, relatou na mesma reportagem que a produtora no país afirmou que não conseguirá suprir a quantidade a ser feita nos dias da Copa. Com essa medida, assevera, o aumento do processamento de latinhas será de, aproximadamente, 15% nos seis primeiros seis meses de 2010.

Fonte: Terra


Apoiado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil impôs retaliações contra diversos produtos de origem norte-americana há algumas semanas. Quando o fez, o governo brasileiro aguardava que os Estados Unidos adotassem medidas para “impedir” o intento, o que foi feito somente agora.

Segundo o portal de notícias G1, as represálias por parte do Brasil entrariam em atividade em 6 de abril, quarta-feira, mas foi estendida até 22 de abril, visto que os EUA começaram a negociar algumas ofertas, tais como a instituição de um fundo no montante aproximado de US$ 260 milhões para o financiamento de projetos atrelados à produção tupiniquim de algodão.

A Câmara de Comércio Exterior, então vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior sugere que alguns pareceres iniciais estão em tramitação e que se o Brasil os aceitar até dia 21 de abril, poderá estender, novamente, o prazo para a vigência das medidas de retaliação.

Num futuro próximo, caso o país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva concorde com as propostas, as restrições aos Estados Unidos poderão ser modificadas desde que, principalmente, mudanças na legislação para extirpar os subsídios ao algodão aconteçam.

Leia a reportagem base deste artigo, na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Agora é fato: Brasil e Argentina não duelam somente dentro das quatro linhas que margeiam campos de futebol. O governo brasileiro passou a exigir licenças de importação para algumas autopeças originadas dos nossos vizinhos. Na prática, conforme veiculado pela Agência Estado, isso significa barrar a entrada do setor automotivo nas terras tupiniquins.

O segmento automotivo, que concebe 40% do comércio entre as duas nações, é algo muito delicado. Na lista elaborada pelo Brasil, há partes de aparelhos de ar condicionado, baterias e partes de dispositivos elétricos de ignição, caixas de marchas e filtros de óleo e de motores.

De acordo com mais algumas informações, o Brasil começou a aumentar a lista de mercadorias vindas da Argentina e sujeitas a barreiras. Isto provoca, pois, uma fila de veículos de carga na fronteiras entre os dois países. A relação de produtos começou a ser lançada a partir de 15 de outubro, com produtos como vinho, frutas e farinha de trigo.

É esperado, pois, que isso não aumente a rivalidade entre ambas as nações, pois, se isso acontecer, não sobrará jogadores para compor o plantel de cada equipe em seus clássicos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Não é somente no futebol que se nota a rivalidade entre Argentina e Brasil. A presidente Cristina Kirchner avaliou de forma inadmissível a decisão do governo de Luiz Inácio Lula da Silva em requerer licenças consideradas não automáticas para a importação de maçãs, alho, farinha de trigo, peras etc., todos perecíveis.

O embaixador Alfredo Chiaradia, secretário daquele país em Relações Econômicas Internacionais, solicitou ao embaixador brasileiro, Mauro Vieira, a liberação das quatro centenas de caminhões repletos de produtos frescos, barrados, então, na fronteira brasileira.

Comparada à represália argentina em relação a algumas mercadorias de nossas terras tupiniquins, o governo vizinho afirmou que essa é uma medida retaliativa desproporcional, pois a iniciativa dos hermanos não inclui produtos frescos. Portanto, segundo um funcionário argentino, a falta de um aviso prévio para barrar a entrada de mercadorias perecíveis no Brasil é descomunal. Afinal, tais produtos não podem regressar à Argentina.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após três anos sem importar um produto sequer, a Ponto Frio, que há poucos meses foi comprado pelo Grupo Pão de Açúcar, retornou suas atividades neste tipo de comercialização. Hugo Bethlem, vice-presidente do grupo, informou que o primeiro lote de mercadorias já está a caminho.

Segundo o executivo, que alastrou seu discurso durante o 12º Fórum de Varejo da América Latina, ocorrido em São Paulo, a maior parte dos produtos é de origem chinesa.

Assim, afirmou Bethlem, o Grupo Pão de Açúcar, que adquiriu as lojas Ponto Frio para atingir outros nichos interessantes no mercado, começou a se favorecer das sinergias desse investimento, que, por enquanto, alcançam somente renegociações com diversos fornecedores de tempos atrás.

Por Luiz Felipe T. Erdei




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