Governo deve anunciar mudanças na próxima semana.

Novas mudanças deverão ser anunciadas pelo governo dentro do programa Minha Casa Minha Vida (MCMV), lançado ainda na gestão da ex-presidente Dilma. As alterações deverão fazer parte já da nova regra que estabelece um valor do Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS) para a aquisição de imóveis com um teto de até R$ 1,5 milhão. Isto satisfaz de forma parcial às necessidades do ramo da construção civil, que foi afetada em cheio pela atual recessão da economia brasileira.

Na próxima segunda-feira, dia 6, o conselho curador do FGTS deverá estar se reunindo para que sejam acertados os detalhes das novas mudanças. A expectativa é que depois deste encontro, sejam definidos os valores para a composição de uma reserva de fundo no valor de R$ 500 milhões. Ele deverá ser suficiente para que se possa financiar imóveis acima do limite estabelecido atualmente, que é em torno de R$ 950 mil.

Este valor, por exemplo, é o utilizado em estados como Minas Gerais, Rio de Janeiro, São Paulo e o Distrito Federal. As declarações a respeito dos detalhes do fundo foram dadas por José Carlos Martins, que é atualmente presidente da Câmara Brasileira da Indústria da Construção (CBIC) e que considera que as alterações deverão ajudar tanto aos brasileiros que queiram adquirir seu imóvel próprio quanto às construtoras que terão a oportunidade de fazer caixa, visto que poderão utilizar os imóveis parados em seus ‘estoques’.

Além das alterações das regras do fundo para o financiamento, o governo vai mudar os limites de renda e valor do imóvel em algumas faixas como a 3. Elas deverão acompanhar as mudanças em relação ao estabelecimento do novo fundo. Paralelo a tudo isto, deverá haver a abertura de uma linha de crédito adicional. Este medida deverá ser adotada exclusivamente para grupos familiares que se sustentam com um rendimento mensal de até R$ 9 mil. O valor da taxa de juros deverá ser baixo e ficará em torno dos 9% ao ano, segundo as declarações do próprio presidente da CBIC.

Maiores detalhes a respeito do encontro que deverão definir os novos valores, inclusive do fundo de financiamento, ainda não foram repassados por órgãos oficiais do governo como o Ministério das Cidades, a própria Caixa Econômica e o Conselho curador do FGTS.

Emmanoel Freire Gomes


O momento vivido por todo o mundo é de crise econômica e no Brasil o governo federal busca realizar investimentos em setores importantes para melhorar o desempenho financeiro local.

Uma destas áreas é o setor imobiliário que teve um bom crescimento em 2012, mas que pode ter diversos limitadores ao seu desenvolvimento durante o ano de 213.

Estes problemas podem surgir em decorrência dos elevados preços de imóveis que fazem com que as pessoas pensem antes de realizar a compra e esperem um momento de maior estabilidade financeira para isso.

Outro problema para um aumento nas vendas de imóveis é o alto grau de inadimplência e de endividamento vivenciado pelos brasileiros que impede a obtenção de créditos para a aquisição deste tipo de bem durável.

Para tentar manter o crescimento do setor imobiliário, o governo lançou uma série de medidas como a desoneração da folha de pagamentos além da redução de impostos e taxas de juros na construção civil.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Itaú está realizando ações financeiras em diversos ramos como ferrovia e exploração de óleo e gás para aumentar o seu capital econômico.

E agora o seu rol de investimentos deve aumentar, pois a instituição financeira divulgou que irá investir em 2013 de forma maciça no setor de construção civil o qual deve manter o seu ritmo de crescimento no próximo ano.

Além disso, o Itaú Unibanco pretende ainda aumentar o montante de financiamento imobiliário disponível para seus clientes em decorrência do grande sucesso desta linha de crédito durante este ano que está terminando.

Por Ana Camila Neves Morais


O segmento imobiliário brasileiro sofreu grande expansão nos últimos anos. Lançamentos, entregas e novas obras são observados em várias regiões do país, tanto em meio às classes A e B como nas C, D e E. Apesar de todo o otimismo, empresários do setor apontam alguns problemas, entre os quais mão de obra qualificada em número insuficiente.

Constatações à parte, estudo realizado pela Associação de Investidores Estrangeiros em Mercado Imobiliário (Afire, na sigla em língua inglesa) constatou que o país foi mais bem visto pelos investidores estrangeiros em relação à China, a grande potência emergente da atualidade.

Matéria veiculada pelo Estadão revela que o Brasil não foi considerado somente como o mercado emergente mais propício e interessante para investimentos, como, também, o quarto entre os demais com maiores possibilidades de valorização. Mesmo com alguns entraves em sua economia, os estadunidenses lideram o topo do ranking.

Na concepção de Ian Hawksworth, presidente da Afire, a situação que trouxe benefícios aos emergentes foi a melhor disposição entre os investidores para 2011 e a perspectiva de os investimentos serem mais bem diversificados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor habitacional brasileiro vive um momento diferenciado. Fontes oficiais e de representantes do segmento indicam altas vendas, ratificando, deste modo, o acesso ao crédito mais amplo do consumidor, o aumento do número de empregos e, por que não, da renda do trabalhador.

Mesmo com o ritmo forte, em agosto a comercialização de imóveis residenciais novos na cidade de São Paulo caiu 48,4% em comparação a julho. De acordo com o Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foram vendidas 1.638 unidades.

Para Celso Petrucci, economista-chefe do sindicato, os resultados de agosto ocorreram devido a impasses para a viabilidade de projetos, acarretando em diminuição da participação de São Paulo no total de lançamentos para 34,1% do total. Em nota, ressalta que a cidade representava parcela acima de 83% no princípio de 2004.

Em contrapartida, segundo a agência de notícias Reuters, no acumulado anual mais de 21,8 mil unidades foram comercializadas, número superior em 8,9% às vendas realizadas no período análogo do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores de maior crescimento e produtividade no pós-crise financeira dentro do Brasil, o ramo imobiliário tem conjeturado novas tendências, pois a classe C, que até pouco tempo não possuía com tanta veemência condições de adquirir imóveis, agora tem. O programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” tem prestado sua participação, mas o poder de compra e o acesso mais próximo ao crédito surtem como outros dois indicadores potenciais.

Enquanto o cenário brasileiro é otimista, em termos globais isso parece estar longe de acontecer. Segundo relatório emitido pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), as expectativas para o segmento imobiliário são nebulosas e a depressão pode durar em torno de oito anos, sobretudo se considerados como base de análise Irlanda, Espanha, Estados Unidos e alguns países em situação de recuperação, como é o caso dos situados na região Ásia-Pacífico e países escandinavos.

Reportagem do Estadão assinala que nos States os investimentos no segmento residencial permanecem amplamente deprimidos em comparação a ciclos anteriores (pré-crise). A dívida imobiliária em circulação e em alguns Estados, o aumento do desemprego, são fatores que incidem atual e negativamente.

Para o FMI, há riscos de uma dupla recessão se a geração de empregos permanecer baixa no Reino Unido e nos EUA.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A oferta de imóveis e a viabilidade para a aquisição por parte dos brasileiros são um dos motores que têm contribuído para o crescimento da economia. Embora os cidadãos tenham se aproximado do imóvel próprio, as taxas de juros dos empréstimos imobiliários do país se apresentam como um dos mais altos em todo o globo terrestre.

Estudo emitido pela consultoria ATKearney revela que o percentual, no Brasil, chega a 11,3%, inferior ao praticado nos Estados Unidos, 14,5%, porém superior aos 5% observados na Espanha, 4,9% na Rússia e outros 3,4% no Chile. Como adendo à pesquisa, dados do Banco Central relacionam que os empréstimos aumentaram 51% nos 12 últimos meses (encerrados em agosto) versus 19% do crédito total da economia.

Informações veiculada pelo portal R7 com base em dados divulgados pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) ilustram que poderá faltar dinheiro para a habitação no ano da Copa no Brasil, em 2014, se o nível atual dos negócios continuar, sobretudo com maiores investimentos em confronto a captação de recursos, ou spread (diferença entre a taxa paga pelos bancos para deter o dinheiro no mercado e o valor que estipulam ao transmiti-los ao cliente).

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente econômico do Brasil tem-se mostrado propenso a melhorar ainda mais caso muitos prognósticos se confirmem. É estimado, por exemplo, crescimento próximo de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 e 4,5% para 2011. O número de empregos, outro fator relevante, deverá chegar a 2,5 milhões ainda neste ano, com probabilidade de alcançar 3 milhões no ano que vem.

Com dados positivos, invariavelmente outros setores de análise viriam a apresentar ascensão, como é o caso do comércio, que terminou o mês passado com atividade 10% maior no acumulado entre janeiro e julho de 2010 em confronto ao período igual do ano passado.

De acordo com apontador divulgado pela Serasa Experian em 4 de outubro, segunda-feira, o setor de material de construção e de imóveis obteve alta de 16,8% em setembro, à frente do segmento de móveis, eletrônicos e informática (15,9%).

Mesmo com esse bom desenvolvimento, em comparação a agosto passado a atividade comercial assinalou equilíbrio, confirmando, segundo a Band Online, a retomada do desenvolvimento no terceiro trimestre depois dos três meses anteriores mais brandos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário econômico brasileiro tem possibilitado o cidadão sonhar alto, seja num curto, médio ou longo prazo. Há pessoas que investem suas remunerações em bens materiais, outras em passeios e viagens pelo mundo afora, enquanto outras, ainda, planejam de maneira mais minuciosa o que fazer com cada centavo conquistado.

Ao adquirir um imóvel, geralmente o agente imobiliário, ou corretor – como preferir –, questiona se a intenção é para fazer desse um novo lar ou, então, tê-lo como investimento. Eis uma opção rentável, investimento! Em São Paulo, há meia década, os imóveis obtiveram valorização de 50%, bem acima, inclusive, da poupança, que rendeu 47%.

Estudo edificado pelo Laboratório de Mercado de Capitais do Ibmec Minas Gerais assinala que investimentos em imóveis do padrão popular foram os mais lucrativos em 2009, tanto que aqueles que optaram por esse meio conquistaram mais dinheiro em relação aos que preferiram o Certificado de Depósito Interbancário (CDI), poupança, dólar e, acredite, o Ibovespa.

Reportagem veiculada pelo portal R7 assevera que na capital mineira os apartamentos de três dormitórios conseguiram valorização superior a 296% entre 1998 e 2008. Apesar disso, profissionais do segmento imobiliário pedem atenção aos investidores, pois comprar imóvel na planta tem seus riscos, entre os quais atrasos e o não recebimento da habitação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Quem precisou alugar um imóvel em São Paulo em Agosto, gerando um contrato novo de locação, teve que fechá-lo com um aumento em média de 1,3% se comparado com o mês de Julho. Foi este o aumento dos valores de contratos novos registrados em São Paulo no mês passado conforme divulgado pelo SECOVI-SP (Sindicato da Habitação) no último dia 20 de Setembro representando o segundo maior índice de aumento mensal do ano, ficando atrás apenas do índice do mês de Abril, que teve um aumento de 1,7%.

Em grande parte, segundo os diretores do SECOVI-SP, este aumento deveu-se a pouca oferta de imóveis para locação aliada a uma alta da procura no período, o que fez com que os valores cobrados subissem apertando ainda mais quem necessitou alugar um imóvel. Ainda mais se for levado em consideração que para os contratos já em vigor o IGP-M, índice geral de preços – mercado, que calcula o valor dos reajustes também vem apresentando aceleração nos últimos meses, assim como já apresentou alta na primeira prévia do mês de Setembro. Resumindo: está caro tanto contratar um novo aluguel, quanto pagar os reajustes daqueles contratos já assinados há um ano.

No acumulado dos aumentos nos últimos doze meses a alta dos valores dos contratos novos na capital paulista fechou em 11,4%. O IGP-M no mesmo período subiu 5,79%, valores acima da meta oficial do governo para a inflação oficial.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Para quem tem reajuste de aluguel determinado pelo IGP-M (Índice geral de Preços – Mercado) do mês de Agosto uma notícia não muito boa. Segundo a FGV (Fundação Getúlio Vargas) divulgou o IGP-M do mês teve aumento de 0,77%. Este índice é o maior para o mês de Agosto desde 2007, quando a taxa ficou em 0,98%. Em comparação com o mês de Julho o salto foi bem maior que a taxa daquele mês, onde houve uma apuração de aumento de 0,15%.

Conforme matéria do site IG o que mais impulsionou o índice para cima foi o aumento do minério de ferro no atacado, que de Julho para Agosto aumentou de 2,48% para 15,08%. Já o INCC (Índice Nacional de Custo da Construção) registrou uma variação de 0,22%. Em Julho o índice apurado foi de 0,62%.

O cálculo do IGP-M é feito com os preços coletados no período compreendido entre o dia 21 do mês anterior e o dia 20 do mês de referência, e sua taxa acumulada é utilizada para calcular o reajuste dos valores dos aluguéis. Em 2010 este índice já atingiu uma alta de 6,66% e no percentual dos últimos doze meses a alta é de 6,99%. Uma taxa bem elevada, mas uma boa negociação direta do reajuste sempre pode ser tentada em busca de um valor que possa ser bom tanto para o inquilino quanto para o proprietário. A negociação sempre é um bom caminho.

Por Mauro Câmara


O ponto de vista econômico é altamente favorável ao Brasil, capaz de situar o país em um dos locais mais rentáveis para investimentos. O mercado interno, que abarca a mesma positividade, observou crescimento ascendente principalmente nos primeiros meses de 2010, pois atualmente, queda em algumas das atividades é considerada normal após a forte expansão inicial.

Um dos setores que melhor se posicionou nesse ínterim foi o habitacional, em partes pelo famigeradíssimo programa do governo “Minha Casa, Minha Vida”. A cidade de São Paulo, uma das regiões mais beneficiadas em toda a nação devido a possibilidades de alocação de novas residências e poder de consumo da população apresentou alta nas vendas de imóveis novos em 18,4% nos primeiros seis meses deste ano em confronto anual totalizando 17 mil unidades.

O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP) diagnosticou as residências de dois quartos como as maiores representantes dessa ascensão, correspondente a 35,3% de todo o crescimento, bem pouco à frente dos lares com três dormitórios, que chegaram a 35,1% da parcela comercializada.

Somente em junho, segundo a agência de notícias Reuters, foram vendidas 3,4 mil residências na cidade paulistana, arrefecimento de 5,6% em comparação ao período igual do ano passado, porém superior em 79% ao constatado em maio último.

Por outro lado, o portal de notícias G1 salientou que as vendas de novos lares em São Paulo caíram 10,4% no segundo trimestre de 2010 em comparação ao intervalo similar de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com informações divulgadas pela Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) nesta quarta-feira, 11 de agosto de 2010, neste primeiro semestre de 2010 o mercado imobiliário apresentou a maior taxa de investimentos com uso da poupança, desde o início da série histórica no ano de 1967, totalizando R$ 23,8 bilhões.

Este valor supera em setenta e sete por cento os números registrados no ano de 2009. Além do valor total investido, também houve aumento no número de imóveis financiados, com uma elevação em 51,5% em relação ao ano anterior, totalizando 187,6 mil unidades neste primeiro semestre.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Diário do Grande ABC


Os brasileiros começaram a se mexer, em termos gerais, para adquirem imóveis novos. O setor tem atravessado amplo momento de crescimento, impulsionado, pelo menos às classes mais baixas, pelo programa do governo federal “Minha Casa, Minha Vida”, com benefícios (descontos) de até R$ 23 mil – em conformidade com a remuneração mensal de cada cidadão.

Especula-se, atualmente, o surgimento de bolhas no segmento imobiliário em virtude dos altos volumes de crédito e preços de residências em ascensão. No entanto, breve estudo feito pela MB Associados a pedido da Associação Brasileira das Entidades de Crédito Imobiliário e Poupança (Abecip) relacionou que essa possibilidade não existe.

José Roberto Mendonça de Barros, economista da MB, asseverou que não há características preliminares que desvirtuem o surgimento das tão temidas bolhas; não foi constatado qualquer tipo de descomedimento no endividamento, alega, tal qual a acontecida nos últimos anos nos Estados Unidos – o que ocasionou a famosa crise financeira mundial.

A classe social C, que tem utilizado sua força adquirida ao longo dos últimos meses no que se refere a potencial de compra e maior poder aquisitivo gera, por outro lado, conforme retratação emitida pelo Portal Terra, sinal de alerta, pois até 2016 (ano das Olimpíadas no Rio de Janeiro) essa casta obrigará o mercado a atender uma demanda média anual de 1,5 milhões de residências disponíveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta segunda-feira, 09 de agosto de 2010, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou a primeira prévia do mês de agosto deste ano do Índice Geral de Preços – Mercado (IGP-M), utilizado para reajuste dos valores de aluguéis de imóveis.

Neste período, o valor sofreu alta de 0,42%, sendo que no mesmo período do mês anterior a taxa registrada foi de 0,14%. Nos últimos doze meses, o IGP-M teve alta de 6,62%.

A maior parte deste índice é representada pelo IPA (Índice de Preços ao Atacado), que teve uma taxa de 0,75% na primeira prévia de agosto, sendo que no mesmo período de julho o valor ficou em 0,19%. Este aumento teve influência da elevação no preço das matérias-primas.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, O Estadão, O Globo


Há cerca de três anos o mercado de imóveis está mais atento a um público da faixa etária de 25 a 35 anos.

Como exemplo pode-se citar que dos financiamentos realizados pela Caixa Econômica Federal, mais da metade deles são feitos por pessoas com no máximo 35 anos. E o que está facilitando o acesso deste público no mercado imobiliário é a grande oferta de financiamentos, bem como as melhores taxas de juros, conforme relatado por Romeu Braga, diretor de incorporação da Living construtora.

Esta é especialista no atendimento ao público jovem, tendo oitenta por cento de sua clientela nesta faixa etária. A Living está investindo atualmente em propagandas via internet como principal meio de comunicação com seus possíveis clientes, como forma de atrair ainda mais o público jovem.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band


O Sindicato das Empresas de Compra, Locação e Administração de Imóveis Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), por meio do Departamento de Economia e Estatística do sindicato, realizou uma pesquisa sobre a venda de imóveis na região metropolitana de São Paulo durante o mês de abril.

De acordo com o levantamento, divulgado nesta sexta-feira, o número de imóveis residenciais novos vendidos no mês foi 46,3% menor em relação ao volume registrado em maio.

Do total de residências vendidas no período, cerca de 47% foram comercializadas na região metropolitana. Com o número menor de unidades vendidas no período, o Indicador Vendas sobre Oferta, que mede a relação existente entre unidades vendidas e a oferta de imóveis no mercado, caiu de 26,2% no mês de abril para 15,7% no mês seguinte.

Os imóveis com dois quartos foram os mais procurados pelos compradores e representou 39,9% do total de residências vendidas no mês de maio. Os imóveis com três dormitórios representaram 34,2% das vendas.

Por Luana Neves


De acordo com o Creci-SP (Conselho Regional de Corretores de Imóveis do Estado de São Paulo), o número de aluguéis contratados para imóveis usados no estado aumentou no mês de maio deste ano em 14,26% em relação ao mês anterior.

No total foram quatro mil e cinquenta e quatro novos contratos firmados em maio deste ano, com um resultado positivo tanto na capital paulista, quanto no interior, litoral e na Grande São Paulo. Com relação à preferência da população, as casas tiveram mais procura do que os apartamentos, atingindo 57,84%.

Os aluguéis firmados no interior, bem como em Osasco, Guarulhos e no Grande ABC foram em sua maioria de valores até R$600,00. Já no litoral e na capital paulista, a maior parte dos valores dos aluguéis ficou na faixa de até R$800,00.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


De acordo com pesquisa realizada pelo Sindicato das Empresas de Compra, Venda, Locação e Administração de Imóveis Residenciais e Comerciais de São Paulo (Secovi-SP), foi verificado que o mês de junho de 2010 apresentou um aumento de 11% nos preços dos aluguéis em São Paulo, em relação ao mesmo mês do ano anterior.

A pesquisa que avalia os aluguéis mensais tanto de apartamentos quanto de casas residenciais foi divulgada nesta terça-feira, 20 de julho de 2010. A pesquisa avaliou ainda que o índice de velocidade de locação (IVL), que verifica o tempo em dias em que o imóvel fica vago até ser locado, foi menor quando se tratava de casas e sobrados, com média de 11 e 27 dias. Já os apartamentos tiveram um tempo maior de locação, avaliado entre 17 e 35 dias.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Abril, O Estadão





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