O Ibovespa respondeu positivamente após a condenação do ex-presidente Lula e encerrou o dia 12 de julho em alta.

Com a notícia de que o ex-presidente do país, Luiz Inácio Lula da Silva, foi condenado a cumprir 9 anos de prisão, pelo juiz Sérgio Moro, o principal índice da bolsa de valores de São Paulo acabou fechando em alta nesta quarta-feira, dia 12 de julho de 2017.

O Ibovespa já estava apresentando uma trajetória positiva neste dia que é posterior à aprovação da reforma trabalhista no país, pelo Senado, aumentando a alta no começo da tarde.

O índice aumentou 1,57%, chegando aos 64.835 pontos. Na semana e neste mês, a bolsa tem, respectivamente, acumulado alta de 4,03% e 3,08%. No ano, existe um avanço de 7,65%. Quanto aos destaques, a Petrobras aparece entre as principais altas, aumentando 3,9% nas ações ordinárias e 4,95% nas ações preferenciais.

O mercado de câmbio também apresentou um efeito parecido. O dólar, que já diminui para cerca de R$ 3,23, fechou em R$ 3,20.

De acordo com especialistas entrevistados pelo site do G1, diante dos desdobramentos da denúncia contra o atual presidente, Michel Temer, os mercados não apresentaram reações com tanta força. A condenação do ex-presidente Lula indica para o mercado que a operação Lava Jato, de fato, possui efeitos reais, caindo por terra as dúvidas sobre a capacidade do juiz Moro de fazer a condenação de uma grande figura pública.

É preciso ter em mente que a decisão do juiz Sérgio Moro traz ainda mais incertezas no que se refere cenário político e econômico do Brasil, de acordo com especialistas, tendo em mente que torna maiores as chances de que demais figuras políticas que estão hoje no poder também possam ser condenadas, o que inclui o atual presidente do Brasil, Michel Temer.

Sobre a Reforma Trabalhista

Antes que fosse divulgada a notícia da condenação do ex-presidente Lula, o mercado já apresentava reflexos da aprovação da reforma trabalhista, que foi feita pelo Senado Federal. Na véspera dessa aprovação, o Ibovespa chegou a 1,28%, alcançando os 63.832 pontos. Por mais que tenha apresentando uma alta maior que 1% pelo segundo dia consecutivo, os operadores afirmam que ainda é muito cedo para dar certezas de que o mercado está ingressando em uma tendência de alta.

Por Iris Gonçalves

Ibovespa em alta


No dia 11 de julho a Ibovespa operou em alta após a aprovação da reforma trabalhista que implica na modificação de mais de 100 pontos da CLT.

Apresentando um tom positivo, com amparo na aprovação da reforma trabalhista na noite de terça-feira, 11 de julho, o principal índice da bolsa paulista operou em alta ao longo do dia, apresentando o terceiro pregão seguido de ganhos.

Constatou-se que às 11h20, o Ibovespa aumentava 0,44 por cento, a 64.111 pontos, após avançar 1 por cento, que foi a máxima da sessão até então. No que se refere ao giro financeiro, constatou-se 1,95 bilhão de reais.

A aprovação da reforma trabalhista implica na modificação de mais de 100 pontos da CLT, tendo sua aprovação no plenário do Senado por 50 votos a favor e 26 votos contra, além de uma abstenção.

Confira alguns destaques da Bolsa de Valores, em especial no que se refere ao Ibovespa, nesse cenário:

· PETROBRAS PN: aumentava 2,84 por cento e PETROBRAS ON subia 2,6 por cento, tendo uma linha que demonstrava ganhos dos preços do petróleo dentro do mercado internacional. Neste mesmo radar constavam os resultados de julgamentos na CVM (Comissão de Valores Mobiliários) favoráveis à empresa, bem como a aprovação do conselho de administração da Petrobras para abrir o capital da BR Distribuidora.

· USIMINAS PNA: aumentava 2 por cento, depois que anunciou o reajuste de 10,7 por cento no valor dos laminados a quente.

· CSN ON apresentava alta de 1,16 por cento, ao passo que a GERDAU PN aumentava 0,73 por cento.

· BRADESCO PN crescia 1,82 por cento, auxiliando no tom positivo do Ibovespa em função do peso na sua composição.

· ITAÚ UNIBANCO PN apresentava uma leve queda de 0,32 por cento, com investidores analisando a decisão da superintendência-geral do Cade (Conselho Administrativo de Defesa Econômica), sobre a recomendação para aprovar a aquisição das operações de varejo oferecidas pelo Citibank.

· GPA PN apresentava uma valorização de 0,42 por cento e depois fez o registro de alta de 9 por cento na receita líquida do segmento de varejo alimentar.

· VALE PNA baixava 0,46 por cento e VALE ON apresentava diminuição de 0,7 por cento, dando de volta os ganhos observados mais cedo e estando na contramão do desempenho dos contratos futuros de mineração de ferro na China.

Por Iris Gonçalves

Ibovespa em alta


As ações da CSN, Hypermarcas e Petrobras foram as que mais valorizaram no dia. O dólar encerrou a R$ 3,7705, com queda de 2,39%.

A Bovespa (Bolsa de Valores de São Paulo) finalizou com alta forte nesta terça-feira, dia 03 de novembro. Após o feriado, os investidores realizaram alguns ajustes e comemoraram com notícias corporativas positivas, o que promoveu uma grande disposição nos estrangeiros para tomar ativos de risco.

O Ibovespa, considerado o principal índice de ações na bolsa, fechou com alta de 4,76%, aos 48.053 pontos. Esta foi a maior alta diária desde 21 de novembro de 2014, quando houve uma subida de 5,02%. Isso ocorreu na mesma época que o Ministro da Fazendo, Joaquim Levy, foi o mais cotado para ocupar o cargo atual.

A alta do Ibovespa de hoje ampliou os ganhos do desempenho positivo dos ADRs (American Depositary Receipts) no feriado.

O mercado ainda espera a votação do projeto da repatriação na Câmara dos Deputados e o envio da defesa do Governo da Presidente Dilma ao senado em relação às “pedaladas fiscais” apuradas.

O dólar fechou a R$ 3,7705 a venda com uma queda de 2,39%, totalizando uma baixa de 8 centavos comparado a última sessão. É a maior queda do dólar comercial desde 24 de setembro do ano corrente.

O pregão foi caracterizado pela disparada das ações da CSN, Hypermarcas e Petrobras.

O volume financeiro do pregão foi notável, somando cerca de R$ 8,9 bilhões.

A ação da Hypermarcas, com uma valorização de 21,14%, liderou as altas desta terça-feira. A valorização foi reflexo do acordo apreçado em R$ 3,8 bilhões para vender a divisão de cosméticos para a Coty.

A CSN ON superou a queda de 11,8% da semana passada e avançou com mais de 16% de aumento.

A Petrobras também finalizou o dia com uma considerável alta. O aumento nos preços do combustível contribui para o momento positivo, mesmo com as notícias sobre a possibilidade de paralisação dos trabalhadores e os consequentes impactos na produção.

Outro destaque do dia foi a alta da BM&FBovespa, que chegou a uma valorização de aproximadamente de 9%, após divulgar que está negociando a fusão das operações com a Cetip.

Outra ação que chegou a subir foi a do Itaú Unibanco, aumentando mais de 6% após informação sobre o lucro líquido de R$ 5,945 bilhões no terceiro trimestre.

Com relação às piores baixas registradas, as ações da JBS  e BRF lideraram com mais de 2% de queda.

Apesar de fechar o dia com forte alta, a bolsa brasileira concentra uma perda de 3,91% no ano.

Por Bruna Rocha Rodrigues

Bovespa


Bolsa de Valores encerrou o dia em alta influenciada pela valorização das ações da Vale. Índice encerrou em alta de 1,95% com 55.617 pontos.

A quinta-feira (23/04) teve um resultado melhor do que muitos na Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa), que fechou em alta de quase de 2%. A alta foi alavancada principalmente pela valorização de mais de 9% dos papéis da Vale, após o aumento do preço do minério de ferro e dos dados de produção da companhia. O Ibovespa subiu 1,95% a 55.617 pontos no fechamento, sendo a primeira vez que opera acima dos 55 mil pontos em 2015.

A Vale, responsável pela alta, divulgou pela manhã, a produção de 74,5 milhões de toneladas de minério de ferro no primeiro trimestre de 2015. O que representa um aumento de 4,9% em relação ao mesmo período do ano passado. Além dela, os bancos também tiveram participação, com destaque para o Itaú que fechou com alta de 2,74% e o Banco do Brasil, com 4,05%.

A Petrobras também fechou em alta, apesar do balanço apresentado com prejuízo de mais de R$ 20 bilhões. Os ADR's (American Depositay Receipts) que correspondem as ações On tiveram ganhos de 5,26% e foram cotados a US$ 9,40. Já os ADR's que correspondem aos papéis preferenciais tiveram uma leve queda de 0,34%, chegando ao valore US$ 8,68.

Após a divulgação do balanço auditado, o presidente da Petrobras, Aldemir Bendine, disse que a gerência da companhia irá se reunir para realizar o que ele chama de "revisitação do seu plano de negócios e uma mudança em sua prática de governança para os próximos cinco anos". A intenção é mudar a forma como são tomadas as decisões e iniciar soluções importantes.

Com os resultados, o Dólar operou em leve queda frente ao Real, 0,89% ao total, sendo cotado a R$ 2,98. Esta foi a primeira vez que a moeda americana ficou com cotação abaixo dos R$ 3 desde o início de março. 

Por Robson Quirino de Moraes

Bovespa


Índice atingiu queda de 0,13%, com 53.661 pontos

Na última quarta-feira, 8 de abril, o indicador do mercado de ações na Bolsa de Valores, o Ibovespa, abriu em 1,22% contando com 53.731,93 pontos. No último pregão realizado o índice Bovespa tinha sido cotado em 53.729,16 pontos. Contudo, o fechamento do índice indicou que ele teve uma queda de 0,13% ficando em 53.661 pontos.  

Este índice da Bolsa de Valores de São Paulo indica o desempenho médio das ações principais que são negociadas na BM&FBovespa. A seleção das ações que compõem o índice é feita de acordo com o volume de títulos negociados nos meses anteriores à cotação, sendo assim, são selecionadas aquelas que conseguiram os maiores volumes negociados.  

Na data citada acima, 76,1% dos  ativos que são negociados na bolsa iniciaram o pregão em alta, as mais importantes ficaram por conta da Viavarejo ON, Eneva ON, Direcional Engenharia, cada uma delas com uma valorização de +0,00%. Os ativos que começaram o pregão em baixa nesta ocasião foram Magazine Luiza (-7,30%), Forja Taurus PN (-3,16%), Gp Invest DR3 (-2,81%). Estes foram as maiores baixas registradas no início das negociações.

Com toda a desconfiança que ronda a movimentação das ações da Petrobras, as ações preferenciais e ordinárias foram cotadas inicialmente em R$ 11,10 (alta de 1,93%) e R$ 11,05 (alta de 2,03%). Já durante o dia, o índice chegou a 1,36% alcançando 54.458 pontos, recuando depois e finalizando o dia com 53.661 pontos. No final do dia o volume financeiro tinha ficado em R$ 8,2 bilhões.  

No que se refere às ações da Petrobras elas finalizaram o dia em queda de 2,66%. Algo especulado durante o dia foram os efeitos da aquisição do BG Group, esta companhia foi adquirida pela Royal Dutch Shell.   

O dólar registrou queda de quase 2,5%, isso permitiu que o cenário político brasileiro fosse visto com mais esperanças, logo, isso pressionou para que as ações de certas empresas que se beneficiam com um real mais baixo como a Embraer, siderúrgicas e fábricas de celulose e papel.  

Por Melina Menezes

Bovespa


Índice avançou 2,29% motivado pelos papéis dos bancos privados

Depois de fechar a semana em baixa, com uma queda de 3 pontos percentuais, a Bovespa iniciou a semana muito bem: atuando em alta e recuperando o patamar dos 51.000 pontos (mais precisamente 51.243). O índice avançou em 2,29%, tendo como principais contribuições positivas os papéis dos bancos privados – 2,10% do Bradesco e 3,37% do Itaú – com suas ações, juntas, correspondendo à quase 20% do índice.

Outros pontos favoráveis e positivos que ajudaram o mercado acionário foram os discursos do ministro da Fazenda, Joaquim Levy e da presidente Dilma Rousseff, nessa segunda-feira (30), que se mostraram muito alinhados, principalmente após uma fala do ministro sobre a presidente ter gerado certo burburinho – mas depois seguiram a mesma linha. 

O que também favoreceu e motivou os negócios no dia foram as expectativas sobre novos estímulos econômicos na China, bem como os papéis da Petrobras, que apesar de ainda se aguardar os resultados da auditoria do balanço da estatal, fecharam em alta de 3,62 pontos percentuais, e as ordinárias tiveram um avanço de 4,01%.

As ações do grupo Gerdau que haviam tido uma queda de aproximadamente 10% na sexta-feira, recuperaram-se, tendo uma alta de 4% – o motivo da queda de sexta-feira foi pela citação da empresa como uma das investigadas pela Polícia Federal e Receita Federal, na operação Zelotes, sob suspeita de manipulação envolvendo bilhões em julgamentos no Carf (Conselho Administrativo de Recursos Fiscais).

Quem também fechou em alta foi a Companhia Energética de São Paulo, com 6,48%, isso depois de ter disparado 11% nos primeiros negócios, devido ao aviso de distribuição de dividendos (R$ 1,58 bi) e repercussão de balanço.

E para finalizar o rol de boas notícias, sob o fato de ter recebido um pedido de 17 E-jets do grupo Air France-KLM, a Embraer também teve uma alta, de 2,55%. Estima-se que o valor dessa negociação seja de 764 milhões de dólares.

Bons ventos sopraram para a Bovespa nesta segunda-feira, vamos ver o que reservam os próximos dias.

Por Elia Macedo

Bovespa

Foto: Divulgação


Ibovespa recuou 2,47%, atingindo 50.579 pontos

Foi preocupante o fechamento da Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) de quinta-feira (26/03). Após ter tido uma leve alta no dia anterior, fechou na quinta com uma forte queda. O seu principal índice de ações, o Ibovespa, recuou 2,47%, aos 50.579 pontos.

Essa queda na bolsa seguiu o que aconteceu nos mercados externos, as perdas, e foi também um reflexo das perdas das ações da Petrobras, que também fecharam em queda. Aponta-se como uma das causas a realização de lucros por investidores, por ocasião da alta da véspera. O que isso significa? Que houve venda de ações por valores mais altos que os da compra. As preferenciais da Petrobras haviam fechado na véspera em aproximadamente 5%, permeadas pelas expectativas da divulgação do balanço da estatal.

Nem o fato do petróleo ter tido uma alta de 4% nos mercados internacionais amenizou a queda de 5% dos papéis da estatal. Outro fator que contribuiu para a queda, segundo a Reuters, foram as expectativas com relação à reunião do Conselho de Administração da Petrobras, no RJ, na quinta-feira, quando o andamento do que está sendo feito para fechamento dos resultados financeiros auditados seria apresentado.

Outro fator que contribuiu para a queda do índice, foi a queda de 6,2% das ações da empresa de educação Kroton, logo que o ministro interino da Educação, Luiz Claudio Costa, afirmou que o governo não garantia que o Fies disponibilizará vagas novas para o segundo semestre. No entanto, as ações da Estácio tiveram uma alta de 0,94%, que reverteu um pouco o quadro.

O Bovespa também sofreu pressão do quadro externo, com o ataque da Arábia Saudita ao Iêmen, o que amparou a realização de lucros no pregão europeu, além da queda em Wall Street.

Os papéis da Telefônica Brasil também recuaram – mais de 3,5%, devido à aprovação de oferta pública primária de ações, em um valor aproximado de R$ 15,8 bi, que será utilizado para a compra da GVT. As preferencias da Oi também recuaram, aproximadamente, 5%, depois da operadora ter proposto à Telemar a conversão das preferencias em ordinárias, para que não houvesse atraso na migração ao Novo Mercado.

Por Elia Macedo

Bovespa


Principal influência para a alta da Bolsa foi o avanço das ações da Petrobras

ABolsa de Valores de São Paulo, Bovespa, principal índice da bolsa brasileira, fechou em alta o dia 25 de março, subindo mais de 1% no início dos negócios. O principal indicador da bolsa, o Ibovespa, chegou a subir 0,68%, atingindo 51.858 pontos.

Acredita-se que a alta seja influência do avanço das ações da Petrobras, pois, há grande expectativa em relação à divulgação do balanço auditado da petroleira. As ações preferenciais da estatal – especificamente, as que não têm direito a voto – avançaram 4,79%, somando R$ 9,84. Já as com direito a voto, ou ordinárias, fecharam com aumento de 5,19%, fechando em R$ 9,72. De acordo com a Agência Estado, a empresa pretende que o resultado financeiro de 2014 seja aprovado nesta quinta-feira, 26, durante uma reunião do Conselho de Administração. 

Ainda no dia 25, o Ibovespa chegou a atingir 52.318 pontos, no entanto, foi perdendo força assim que os papéis dos bancos foram enfraquecendo após a divulgação dos dados sobre crédito, que também aumentaram.

Quanto ao mercado de câmbio, o dólar comercial também fechou o dia em alta, com 2,43%, atingindo R$ 3,203 na venda. Esta alta aconteceu devido ao anúncio do Banco Central de não renovar seu programa de intervenções no mercado de câmbio, que está previsto para terminar no final do mês de março.

Bolsas Internacionais:

O mercado de ações não teve um dia bom na Europa. Na Alemanha, as ações caíram em 1,17%, na França fechou 1,32% e na Inglaterra caiu em 0,41%. Além destas, as bolsas da Itália, Espanha e Portugal também fecharam o dia em queda, sendo desvalorizadas, em média, 0,90%.

Já a Bolsa de Xangai, na China, encerrou o dia com queda de 0,79%. A de Taiwan fechou com 0,66% mais baixa e Seul não teve alta nem baixa significativa. No entanto, as bolsas de Hong Kong, Cingapura e Tóquio tiveram altas de 0,53% e 0,17%, respectivamente.

Por Andréa Corneli Ortis

Bovespa


Após 5 quedas consecutivas, índice atingiu 48.905 pontos

O Ibovespa, principal índice da Bolsa de Valores de São Paulo, registrou uma alta depois de uma série de cinco quedas consecutivas. A subida foi registrada na última quarta-feira, 11 de março. Vale ressaltar que o Ibovespa estava passando por um momento bastante difícil, haja vista a maior sequência negativa desde setembro de 2014 após as cinco quedas consecutivas. Um dos principais motivos para a subida do Ibovespa foi justamente a calma momentânea nas tensões políticas. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

Como já foi citado acima, algumas questões políticas foram importantes para a alta do Ibovespa. Um grande exemplo disso foi o acordo entre o ministro da Fazenda, Joaquim Levy, e o presidente do Senado, Renan Calheiros, em relação ao reajuste da tabela do Imposto de Renda. Além disso, também contribuíram de forma positiva com a alta da Bolsa os índices do exterior.

Em outros cenários, o benchmark fechou 1,27%, dessa forma, foi a 48.905 pontos. Além disso, também foi registrada outra subida comercial do dólar, 0,77% o que levou a moeda americana a R$ 3,1278 na venda. Outro detalhe muito importante é quanto aos juros futuros, pois o contrato do DI para janeiro de 2017 subia 0,09% a 13,09%. O contrato para janeiro de 2021 também sofreu aumento.

Segundo a análise de economistas e analistas, um dos principais motivos para o Ibovespa fechar em alta foi justamente as resoluções de algumas tensões políticas que estavam influenciando de forma negativa no mercado. Segundo Bruno Gonçalves, analistas da WinTrade, o acordo para realizar um reajuste da tabela de Imposto de Renda em 6,5% escalonado influenciou de forma positiva quanto aos riscos nos mercados. Além disso, o analista também destacou que a recuperação dos bancos também foi essencial para a recuperação do Ibovespa.

Quando o assunto é a agenda de indicadores, saiba que na quarta-feira, 11 de março, o maior destaque ficou por conta do fluxo cambial. Após os resultados negativos em janeiro e fevereiro, o mês de março parece ter outros rumos: o fluxo cambial é positivo de US$ 3,019 bilhões em sua primeira semana.

Por Bruno Henrique

Ibovespa

Foto: Divulgação


A atual instabilidade da economia está trazendo vários resultados negativos em diversos aspectos. A Ibovespa, por exemplo, fechou em queda na quinta-feira, 5 de março. A queda foi resultado do atual quadro político brasileiro que é bastante instável, bem como o otimismo em relação às bolsas internacionais também ajudaram a Ibovespa registrar queda.

É importante destacar que a Ibovespa registrou um recuo de 0,20%, ou seja, a mesma foi a 50.365 pontos. O volume negociado na Bovespa atingiu R$ 5,109 bilhões. Um dos grandes pontos negativos é justamente o aumento constante do dólar. A moeda norte-americana fechou ganhos de 1,03%, dessa forma, conseguiu ficar em R$ 3,0100 na compra e R$ 3,0115 na venda. Já a pressão em relação aos ajustes fiscais, bem como as dúvidas em relação às medidas políticas acabou com as expectativas de algum benefício relacionado à alta de juros.

Em contrapartida, as bolsas internacionais acabaram subindo e registrando resultados positivos. Um dos grandes motivos para este fato foi o anúncio do presidente do Banco Central Europeu, Mário Draghi. O anúncio foi nada menos que o programa de compra de ativos de países da zona do euro começará na próxima semana. Além disso, o presidente do BCE também destacou a elevação da previsão do PIB: 1,5% em 2015; 1,9% em 2016 e 2,1% em 2017.

Como já foi destacado nesta matéria, um dos principais aspectos negativos em relação à queda da Ibovespa é sem sombra de dúvidas o cenário político bastante conturbado. Um grande exemplo disso ocorreu nesta quarta-feira, 4 de março, quando Renan Calheiros, presidente do Senado, devolveu a Medida Provisória 669 (referente às desonerações). Tal ato deve impor mais dificuldades ao ajuste fiscal que propõe Joaquim Levy, ministro da Fazenda.

O recuo da Ibovespa também foi bastante influenciado pelas quedas nas ações da Vale. A mineradora presenciou o minério de ferro atingir a mínima em mais de seis anos com o fechamento de algumas siderúrgicas na China. Além disso, também contribuíram de forma negativa as ações da Embraer que obteve recuo de 4%.

Por Bruno Henrique

Ibovespa


Uma notícia pegou muita gente de surpresa no meio econômico: a Petrobras foi rebaixada para o grau especulativo pela Moody’s. Dessa forma, deu-se início a uma grande confusão no mercado acionário. Acompanhando o rebaixamento para a categoria de grau especulativo, as ações da Petrobras despencaram 8%. Com tal notícia e a queda das ações, a IBOVESPA quase perdeu o patamar de 51 mil pontos. Confira mais detalhes na continuação desta matéria.

A principal confusão no mercado acionário teve início na manhã da última quarta-feira, 25 de fevereiro. No entanto, na tarde da quarta-feira o fluxo vendedor diminuiu e a notícia sobre a possibilidade de a estatal brasileira vender ativos fez com que muitos investidores fossem às compras. Com isso, houve um pouco de estabilidade.

Apesar de a IBOVESPA também ter sentido a queda das ações da Petrobras, a mesma terminou a sessão com recuo de apenas 0,12%, com isso, foi para 51.811,02 pontos. Na mínima, a mesma ficou na casa dos 51.051 pontos, já na máxima, registrou 51.863 pontos.

Através de uma entrevista ao Broadcast, serviço em tempo real da Agência Estado, a analista sênior da Moody’s, Nymia Almeida, se posicionou à respeito da decisão de vendas de ativos.

Segundo a analista, cortar investimentos não é o suficiente para preservar o caixa da Petrobras. Para Nymia, essa decisão pode ter resultados negativos na receita fatura da estatal. Para ela, além da venda de ativos outras medidas devem ser tomadas como, por exemplo, a abertura de capital de subsidiárias para gerar caixa.

O Banco do Brasil, empresa estatal, também sofreu com os resultados negativos que o rebaixamento da Petrobras gerou em todo o mercado. Dessa forma, o Banco do Brasil registrou perda de 2,11%.

Um dos principais destaques positivos foi a Eletrobras ter passado muito bem por tudo isso, haja vista a mesma ter obtido os seguintes resultados: ON +1,8%; PNB +1,23%.

Além disso, após o anúncio da Moody’s em relação ao rebaixamento da Petrobras, é esperado que isso favoreça o ajuste fiscal do Governo Federal. Apesar disso, Dilma Rousseff fez questão de minimizar o anúncio da Moody’s, 

Por Bruno Henrique


Pelo quarto pregão consecutivo o dólar comercial fechou em R$ 2,71, nesta segunda-feira (2), o que significa uma alta de 3%, se comparado aos índices das semanas anteriores. Trata-se da quarta alta consecutiva e o maior índice desde dezembro de 2014.

O aumento registrado nesta segunda foi motivado pela procura pela moeda, por parte de investidores, os quais não estiveram dentro das negociações realizadas na última sexta-feira (30), de acordo com reportagem publicada no portal UOL.

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou na semana passada que o governo não tem a intenção em manter o real valorizado de forma “artificial”. A declaração, de fato, teve grande impacto no aumento do dólar na sexta.

No Twitter, o jornalista André Trigueiro alfinetou a cobertura e espaço dado pela mídia nacional em relação ao aumento do dólar e índice da Bolsa de Valores: “Enquanto a variação do dólar, juros, bolsa, etc, for mais importante que medir estoques de água, biodiversidade, emissão de CO2, etc, pereceremos”, afirma.

Maiores investimentos do mercado:

O dólar e o ouro foram os investimentos com mais rentabilidade em janeiro deste ano, segundo informação da Rádio Estadão. O ouro teve valorização de 7,5% e o dólar comercial obteve 1,3%.  Já o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) ficou em último lugar no ranking pelo terceiro mês seguido, foram registradas perdas 6,2% no primeiro de 2015.

Governo fala em ajustes:

No último dia 21 de janeiro, o ministro Joaquim Levy afirmou em Davos (Suíça), durante o Fórum Econômico, que o governo brasileiro “deverá continuar a fazer ajustes na economia para que o país possa retomar o caminho do crescimento”.  Sobre investimentos internacionais, na ocasião, o ministro ainda afirmou que para o investidor é importante saber que “não trabalhamos no curtíssimo prazo”. Ele ainda reiterou que o governo não busca fazer “remendos”, mas a intenção é “arrumar a casa”. A declaração foi feita a jornalistas que estavam presentes no evento internacional.

Por Letícia Veloso

D?lar


O Dólar fechou a última segunda-feira, dia 6 de outubro, com queda de 3%, enquanto a Ibovespa obteve alta de 7%, tudo isso em apenas 20 minutos de sessão. A justificativa para as mudanças é a ida de Aécio Neves para o segundo turno, o que proporcionou certa segurança aos mercados.

O Dólar fechou com a cota de R$ 2,38, após sucessivas altas nas sessões anteriores. A Ibovespa, principal índice brasileiro da bolsa, abriu o dia com alta de 0,38% (54.748 pontos), mas assim que passou 20 minutos já havia aumento para mais de 58 mil pontos, cerca de 7,64% (58.706 pontos). Os resultados foram um reflexo do primeiro turno e a disputa em segundo turno no próximo dia 26 de outubro entre a candidata do PT e atual presidente, Dilma Rousseff, e o candidato em ascensão do PSDB, Aécio Neves.

Das instituições que obtiveram alta no dia, destaca-se a Petrobras, que atingiu ao fim da sessão a marca de quase 17%, o que definitivamente surpreende após um longo período de desvalorização e baixa na bolsa de valores. As ações do Banco do Brasil (ações ON) subiram mais de 18%, já a Eletrobras (também ações ON) chegou em determinado momento a subir mais de 10%.

Está evidente que existe uma relação direta entre a candidatura da atual presidente com os resultados da bolsa de valores. Exemplo disso foi a reação negativa do mercado na última semana decorrente de uma alavancada de Dilma nas pesquisas, o que não reflete exatamente o momento dos candidatos, uma vez que os resultados nas urnas apresentou certa discrepância entre as pesquisas recentes.

Os resultados do primeiro turno revelaram Dilma com 41,6% dos votos válidos (cerca de 43,3 milhões) e Aécio com 33,6% (34,9 milhões). As pesquisas apontavam Aécio Neves com aproximadamente 30% dos votos válidos, os resultados ficaram acima da margem de erro esperada pelas pesquisas.

Por André César

D?lar

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A economia brasileira não anda nada bem. E, por causa disso, os investidores estão com receio  de apostar na bolsa de valores. Com isso, em todo o caso, o valor do dólar subiu e a Bolsa teve uma queda de mais de 2% no dia 10/01/2014. Só para termos um balanço geral de todo o processo, o fato é que o IBOVESVA terminou com uma queda de 2,48%, a 49.321 pontos. Essa foi a maior baixa desde a data de 13 de setembro do ano passado onde, na realidade, a queda foi de 2,61%. 

Essa desvalorização ocorre por conta dos entraves econômicos que o Brasil está tendo de atravessar atualmente.  Seja lá como for, o dólar é que está tendo uma melhor cotação. A moeda americana, por sua vez está tendo, de acordo com seu valor comercial, um avanço de 0,29%, a R$ 2,397. Já no que tange ao câmbio, o dólar à vista está cotado no valor de  R$ 2,395 em relação ao real.

Reginaldo Siaca, superintendente de câmbio da Advanced Corretora, afirmou que o Brasil teve o maior êxodo de dólares desde o ano de 2002.  O Banco Central, buscando melhorias, adotou um programa de intervenções que tenta, a todo custo, conter a chamada escalada da cotação.  O grande problema, no entanto, é que especialistas não conseguem enxergar uma mudança a curto prazo para o quadro da economia nacional, sobretudo porque com a eleição, carnaval e com o grande evento que é a Copa do Mundo, o crescimento econômico será bem mais que comprometido.

O governo não pode fazer nada, afinal está de recesso. Assim, com esse cenário complexo, precisamos esperar os próximos capítulos para vermos como as coisas vão acontecer daqui para frente. Aliás, mesmo com a intervenção do Banco Central no mercado por meio de vendas de contratos, a alta do dólar ainda ocorreu.

Por Juan Wihelm

Dolar subiu em 10/01

Foto: Divulgação


Com o contínuo crescimento da economia da China, a bolsa vem recebendo análise positiva para os próximos dias.

Animados os analistas da SulAmérica, XP Investimentos e SLW exaltam a rotina econômica estabilizada do país, mesmo com os acontecimentos atuais que envolvem a Síria e os Estados Unidos

Na última semana a Bovespa havia registrado alta de 7,5 % em virtude da OGX Petróleo que teve suas ações valorizadas no mercado.

Segundo o representante da equipe de análise do grupo SulAmerica, existe sim o viés de alta para a próxima semana, já que o mercado de ações deverá apresentar ligeira acomodação. A atenção maior será no que possivelmente pode gerar uma ação militar na Síria. Com o conhecimento dos novos números recentemente divulgados pelo governo chinês sobre a inflação, o mercado já se prepara para tais expectativas a partir do início dessa semana.

Para a XP Investimentos, o mercado já refletiu os resultados da recuperação das exportações chinesas que apresentaram consideráveis quedas recentemente. Já a preocupação fica por conta dos possíveis ataques. Com o conhecimento dos fatos envolvendo a  Síria e os EUA, a situação atual foi comparada com um surf na  pipeline: os dois países impactam de forma brusca e inesperada o mercado de câmbio com influência que atinge  inclusive, o mercado brasileiro. Vale quem dropar melhor.

A SLW não deixa de comentar a respeito da evolução de 7% nas exportações e também importações da China que vem mantendo o jogo de cintura conduzindo a economia de forma equilibrada.  Já em relação a crise entre os dois países divergentes os indicadores falam por si sobre a situação atual e os assuntos que ainda serão destaques durante as próximas semanas.

Luciana Ávila


A Bolsa de Valores de São Paulo (Bovespa) atingiu o maior nível dos últimos cinco meses após o fechamento do pregão desta terça-feira (10/01/2012).

Com a alta de 1,22%, o Ibovespa chegou aos 59.805 pontos, o maior nível desde o dia 25 de julho de 2011, quando o índice apresentava pontuação de 59.970 pontos.

O desempenho da bolsa brasileira coincide com o bom momento das bolsas internacionais, especialmente as norte-americanas, que também bateram recordes de pontuação em relação aos últimos cinco meses, tais como os índices Dow Jones e Nasdaq. Vale lembrar que Dow Jones é o principal indicador do movimento do mercado acionário norte-americano, enquanto o Nasdaq representa o desempenho das empresas de tecnologia.

Somente neste início de ano o Ibovespa está apresentando uma valorização acumulada de 5,38%.

Dentre os destaques do pregão desta terça-feira estão: a mineradora MMX (que subiu 1,03%), a CSN (que teve alta de 3,92%), a Gerdau (que subiu 3,75%) e a Usiminas (que teve uma valorização de 3,31%).

Por Lucas Ferreira


O iBovespa subiu 0,25 por cento nesta terça-feira, impulsionado pela melhora da situação em Wall Street e pela alta do setor de metais. O índice chegou a 70.792 pontos e o giro financeiro ficou em 5,57 bilhões de reais. O resultado positivo veio depois de duas baixas consecutivas.

Segundo especialistas, os investidores preferiram esperar dados econômicos importantes de Estados Unidos e China – ainda a serem lançados – e assim evitaram apostas mais agressivas, o que deixou o índice próximo do zero, ainda que positivo.

“Enquanto os grandes números não vêm, o investidor se apoia em pretextos para tentar justificar suas posições”, afirmou o economista-chefe da SulAmerica Investimentos, Newton Rosa.

Fonte: O Globo Online

Por Fabrício Fuzimoto


Embora os altos e baixos do mercado financeiro, pelo cenário de crise mundial que se arrasta, a BOVESPA tem apresentado resultados equilibrados. Embora isso, ainda é cedo para se falar em uma retomada definitiva do crescimento econômico.

Na última sexta-feira, 04/09, o pregão fechou com alta significativa de 1,70%, com soma de 56.652 pontos. Crescimento importante que afastou o fantasma de queda consecutiva nas últimas três semanas.

Mesmo com boas expectativas para a próxima semana, é bom prestar atenção no mercado externo que não anda muito estável e pode influenciar os resultados aqui.

Vale salientar que os bons resultados do pregão de sexta-feira não impediram que no fechamento da semana se contabilizasse uma queda de 1,82%.

É bom ficar com os olhos bem abertos na hora de investir o seu dinheiro!





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