O IBGE informou no início de dezembro de que a inflação do país está sendo contida por ações importantes do estado de São Paulo.

Segundo o instituto a decisão deste estado de não mudar o preço das passagens de ônibus e de reduzir em 1,45% as tarifas de energia elétrica está mantendo o indicador inflacionário abaixo do normal.

Apesar destes auxílios houve vilões que geraram o aumento da inflação como o setor de alimentos (arroz ficou 35,06% mais caro e as carnes subiram em 11,73% ao ano) e de bebidas.

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE divulgou nesta última quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – dados atualizados com relação ao comércio de varejo no Brasil.

O estudo foi realizado a partir da análise de dez setores de comércio com sete deles tendo resultados satisfatórios no mês de outubro de 2012.

Segundo as pesquisas houve um aumento nas vendas de 0,8% no mês de outubro e de 9,1% quando comparado com o mesmo período do ano de 2011.

Ao considerar o faturamento das empresas, o comércio de varejo teve um aumento de 1,1% em outubro e de 13,9% na comparação com o ano anterior.

Esta alta no setor de comércio é um bom indicador já que o consumo consiste no pilar da economia do Brasil e o seu crescimento aponta para uma melhora econômica do país como um todo.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana, o IBGE divulgou dados individuais do PIB de todos os municípios do Brasil e a cidade de Fortaleza obteve o maior valor para o nordeste com R$ 37.106.309.000 e ocupou o 9o lugar no Brasil como um todo.

Ainda segundo a pesquisa realizada cerca de 20,8% do PIB de 2010 corresponderam às cidades do Rio de Janeiro, Brasília e São Paulo que corresponde a uma redução de 0,6% neste percentual do ano de 2009.

Além disso, ocorreu uma redução no PIB de São Paulo equivalendo a 12% do PIB nacional principalmente em decorrência do mau desempenho do setor de serviços, comércio e da indústria de transformação.

Ao considerar o PIB per capita, o valor global do Brasil foi de R$19.766,33 no ano de 2010 com cerca de 4.800 cidades com este indicador abaixo da média. Confira a seguir uma tabela com os principais PIB´s do país no ano de 2010.

Por Ana Camila Neves Morais


O Brasil se movimentou com uma notícia veiculada nesta sexta-feira dia 30 de novembro de 2012 pelo IBGE.

Todos os comentários se voltaram para o resultado da pesquisa feita pelo instituto que mostrou um crescimento da economia brasileira de 0,3% no terceiro trimestre de 2012 além do aumento de 0,9% do PIB.

Estes resultados apresentaram um crescimento menor do que o esperado pelo mercado – 1% – e pelo governo – 1,2% -, mas significou a maior taxa de crescimento econômico desde o primeiro trimestre de 2011.

O PIB, segundo o IBGE, teve uma alta acumulada de 0,6% no período de janeiro a setembro de 2012 que foi bem abaixo dos 3,2% obtidos neste mesmo período do ano anterior chegando a um valor corrente de R$1,0983 trilhão.

Ao analisar a contribuição dos setores econômicos para este cenário, o maior aumento foi na agropecuária com o crescimento de 2,5% entre abril e junho, mas que foi inferior aos 6,8% obtidos no último trimestre por este mesmo setor.

No ramo da indústria houve um crescimento de 1,1% ocasionados principalmente pela construção civil e indústria de transformação; enquanto isso, o setor de serviços se manteve do mesmo modo do período anterior sem aumentos nem diminuições, sendo este o pior resultado dos últimos quatro trimestre para esta área.

Além disso, os investimentos no país tiveram uma queda de 2% com um acumulado do ano 3,9% menor; este desempenho foi a quinta queda consecutiva deste setor.

Esta diminuição se deve, principalmente, à queda de investimentos nos bens de capital além da diminuição na importação de máquinas e equipamentos.

Por Ana Camila Neves Morais


O IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) irá divulgar até o final do mês de novembro os resultados de uma pesquisa que indica melhorias importantes na economia brasileira.

Segundo o estudo, a economia nacional teve um crescimento importante no terceiro trimestre de 2012 que foi mais forte desde os três primeiros meses do ano de 2010.

Este crescimento foi no terceiro semestre de 1,15% a mais do que o segundo semestre, mas apesar da sua ocorrência a aceleração da economia brasileira, segundo analistas do mercado financeiro, está abaixo da intensidade esperada.

Além disso, em decorrência desta situação o PIB pode fechar o ano de 2012 com um valor menor do que o 1,5% previstos anteriormente.

O principal fator relacionado com este lento crescimento é a recuperação lenta no setor de investimentos no país no qual, segundo Guido Mantega, o governo irá investir R$25 bilhões apesar de poder gastar até R40,6 bilhões neste setor.

Outro dado relevante com relação ao crescimento da economia brasileira refere-se ao fato de que o setor público não irá alcançar a meta de um superávit primário para o ano de 2012 no valor de R$139,8 bilhões, sendo que deste valor devem ser abatidos aproximadamente R$25 bilhões com obras do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento).

Por Ana Camila Neves Morais


De acordo com o IBGE as vendas do varejo cresceram, em Junho de 2010, 11,3% sobre o mesmo mês do ano passado. Apesar da forte queda nas vendas em abril, a estimativa é positiva, tendo em vista o crescimento consecutivo da receita nominal desde os últimos seis meses apontado pelos indicadores de base fixa

O aumento nas vendas cresceu em cinco das dez atividades pesquisadas que estão a seguir: Equipamentos e material para escritório, informática e comunicação(5,4%); Outros artigos de uso pessoal e doméstico (5,2%); Hipermercados, supermercados, produtos alimentícios, bebidas e fumo (1,5%); Tecidos, vestuário e calçados (1%); Móveis e eletrodomésticos (0,6%); Veículos e motos, partes e peças (-0,6%); Artigos farmacêuticos, médicos, ortopédicos, de perfumaria e cosméticos (-0,9%); Combustíveis e lubrificantes (-1,2%); Livros, jornais, revistas e papelaria (-2,3%) e Material de construção (-3,1%).

Os cinco estados que obtiveram melhor resultado nas vendas do varejo foram, em 1º lugar o TO, 2º RO, 3º AC, 4º RR e 5º MS. Vale ressaltar que desde 2004 quando os índices sobre o comércio passam a ser analisados semestralmente e apresentar resultados positivos, esse foi o melhor percentual  já conseguido.

Para mais informações acesse o site do IBGE.

Por Roberta Lima


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) divulgou nesta sexta-feira, 06 de agosto, que o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), pelo qual se mede a inflação oficial do país, ficou estável durante último mês de julho, apresentando uma variação de 0,01% apenas.

No mês anterior o índice já se apresentava em estabilidade, com 0,00%. No mês de julho de 2009 o índice foi de 0,24% e nos últimos doze meses o IPCA praticamente atingiu a meta do governo de alta de 4,5%, registrando uma taxa de 4,6%.

Os produtos alimentícios apresentaram deflação neste último índice medido pelo IBGE e já os não alimentícios tiveram uma diminuição na taxa, que passou de 0,27% em junho para 0,24% em julho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, O Globo


De acordo com dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o mês de maio deste ano apresentou um aumento nas vendas do comércio varejista em relação ao mês anterior em 1,4%. Já com relação ao mesmo mês do ano anterior a variação é de 10,2%.

O segmento do comércio que mais se destacou no resultado positivo das vendas foi o de material de construção, com elevação de 2,4%, seguido pelos estabelecimentos das áreas de combustíveis e lubrificantes e, em terceiro, ficou o ramo de papelaria e publicações impressas. Em relação ao ano passado, os dois Estados brasileiros que apresentaram maior destaque no volume de vendas foram Rondônia e Tocantins, com alta de mais de quarenta por cento.

Por Elizabeth Preático

Fontes: G1, IG Economia


De acordo com dados informados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) nesta quarta-feira, 07 de julho de 2010, o mês de junho apresentou estabilidade na inflação oficial do país, indicada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo).

No mês de maio, o valor registrado foi um aumento de 0,43%. A estabilidade adquirida no momento deve-se à deflação apresentada pelo setor de bebidas e alimentos, que havia sido o responsável pelos maiores índices da inflação nos primeiros meses de 2010, onde destacou-se a batata-inglesa, que teve um diminuição de preço de 23,97%.

Além disto, a diminuição do preço do álcool e da gasolina levou a um valor negativo na inflação do setor de transportes, que fechou em -0,21% no mês de junho deste ano.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


Apesar dos esforços do governo para equacionar e aplicar o desenvolvimento atual em todos os segmentos do comércio, dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que, das dez atividades do varejo estudadas, três apresentaram quedas nas vendas em setembro ante agosto deste ano.

A pesquisa envolveu atividades de hipermercados, supermercados, bebidas, fumo e produtos alimentícios, nos quais foi percebido um baque de 0,5% no período. Artigos farmacêuticos, medicamentos e perfumaria ilustraram, por sua vez, recuo de 1,1%. No caso dos materiais de construção, 1,5% foi a queda percebida.

Mesmo assim, se se considerar todas as atividades, as vendas no comércio varejista tiveram um desenvolvimento de 0,3% no mês de setembro em detrimento a agosto, na série com os devidos ajustes sazonais. Os destaques de desenvolvimento ficaram por conta de veículos, motos, partes e peças, com avanço de 9,1%, e de materiais de escritório e informática, com alta de 8,8%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a produção de veículos automotores, que engloba automóveis, caminhões e autopeças, apresentou um crescimento de 3,5% no mês de setembro em relação a agosto, na série com acerto sazonal.

Para Isabella Nunes, economista da coordenação de indústria, a alta matutou, principalmente, o bom desempenho figurado em caminhões e autopeças, pois a produção de automóveis, em agosto, foi danificada por interrupções – greves – no setor.

Entretanto, de acordo com o IBGE, em comparação com o mês de setembro de 2008, a produção de veículos apresenta forte queda, com um retrocesso de quase 17%. A economista atentou, pois, que mesmo diante desse resultado negativo, o segmento apresenta uma dilatação acumulada em pouco mais de 82% em setembro de 2009 ante dezembro do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Segundo dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Censo Agropecuário 2006 ilustra que a cultura da soja foi a que mais se desenvolveu em dez anos. O aumento ilustrado representa 88,8%, alçando, em miúdos, mais de 40 milhões de toneladas distribuídas em aproximadamente 15 mil hectares.

Isto representa, pois, um aumento de 69,3% na área colhida, o que, em termos integrais, segundo o IBGE, denota um avanço de 6,4 milhões de hectares de soja, a maior parte disto cerceado na região Centro-Oeste brasileira.

Principal produto da agricultura para as exportações nacionais, a soja é plantada em aproximadamente 216 mil estabelecimentos, o que gera somas para a economia brasileira em aproximados R$ 17,1 bilhões. Ainda em conformidade com os dados do Censo, Mato Grosso é o estado que mais produz essa cultura, com 10,7 milhões de toneladas, ou 26,2% da produção do Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) revelou em análise de contas trimestrais que a indústria e a Formação Bruta de Capital Fixo (FBCF) apresentaram queda de volume e valor absoluto ao fim do mês de junho desse ano em relação aos números obtidos no mesmo período de 2008. Os dados apontam que o índice caiu de R$ 134,961 bi para R$ 118,778 bilhões em investimentos, ao passo que o valor gerado pela indústria teve uma queda de mais de R$ 5 bi, chegando a R$ 163,400 bilhões em 2009.

No entanto, essa baixa indicada pela análise não representa efetivamente a redução nos valores absolutos. No caso da agropecuária, apesar de revelar redução de 4,2% no volume, houve um aumento no índice de valor absoluto, passando de R$ 53,688 bi em 2008 para R$ 56,108 bilhões em 2009.

Análise: essa queda já era conhecida e esperada. Podemos apostar numa taxa de crescimento e recuperação mais baixa, pelo menos até 2012, em consequência disso.


Uma pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), revelou que a produção industrial do país aumentou no mês de julho em relação ao mês anterior. Dez entre 14 áreas pesquisadas apresentaram alta superior à média nacional, entre elas a região do Paraná, do Espírito Santo, de Goiás e do Amazonas.

Os dados também indicaram que houve expansão de 1,8% na produção dos estados do Rio de Janeiro e Minas Gerais, seguidos de perto por São Paulo, com 1,4%; Rio Grande do Sul com 1,1%; Ceará com 0,9% e Santa Catarina com alta de 0,8%.

No entanto, o estudo também revela uma queda generalizada no primeiro semestre do ano em todos os estados brasileiros, com piores registros no Espírito Santo (27,9%) e Minas Gerais (20,5%).


Apesar de apresentar alta de 1,7% no mês de junho, o varejo fecha o semestre com uma alta de apenas 4,4% indicando o pior índice semestral desde o ano de 2004. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A recuperação do setor no acumulo de vendas é lenta, porém o quadro é positivo diante do cenário econômico atual.

O comércio varejista ampliado, que engloba a venda de materiais de construção e veículos, foi o que apresentou os melhores índices de crescimento com um volume de vendas fechando em alta de 6,5% e receita com alta 7,4%.





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