Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


O ministro da fazenda, Guido Mantega, afirmou nesta quarta-feira – dia 19 de dezembro de 2012 – afirmou que a volta do IPI aos níveis anteriores será feita de forma gradual durante o ano de 2013.

Com isso, vai ocorrer mais uma prorrogação do IPI para veículos que pode se estender também aos produtos de linha branca.

Além destas medidas, Mantega anunciou que o governo irá promover desonerações em um valor total de 40 bilhões de reais em diversos setores da economia com tendência a aumentar durante o próximo ano.

A partir desta medida haverá uma modificação na cobrança do PIS/Cofins gerando, então, créditos tributários que significação cerca de 9 bilhões a menos na arrecadação de tributos no país.

Por Ana Camila Neves Morais


A reunião do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta) determinou, por enquanto, que as nações de todo o globo devem se comprometer em adotar medidas internas para valorizar sua economia sem que qualquer iniciativa interfira e cause problemas aos demais países. Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, observou o encontro como positivo e maduro, principalmente pela possibilidade de novos debates em torno da Rodada de Doha do ponto em que estacionaram.

Abrangendo outros temas mais além dos citados acima, Guido Mantega, ministro da Fazenda, afiançou na quarta-feira, 17 de novembro, que por enquanto não existe a necessidade de adoção de novas medidas na área cambial. Sua proposta, falando em nome do governo, é continuar a assistir o comportamento do mercado.

Embora seu discurso até forneça alguma ideia despreocupada, na verdade não é bem essa a intenção. Mantega assegura em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra que a qualquer momento, quando for preciso, novas ações poderão ser adotadas, mas por enquanto é primordial esperar a acomodação dos números.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Guido Mantega, ministro da Fazenda, que participou da reunião do G20 (20 maiores economias do planeta), endossou mais uma vez a substituição do dólar por um pacote de moedas como novo referencial ao mundo, justamente pela moeda estadunidense se mostrar, nos dias atuais, frágil.

Em sua avaliação, Mantega crê que a disposição natural é que na medida em que outras economias apareçam, um sistema múltiplo de moedas se faça necessário, mesmo com dificuldades de se levar o projeto adiante num primeiro instante.

Conforme discurso divulgado pela agência de notícias Reuters, Mantega assevera a diversidade de moedas como algo possível, mas a habituação do comércio sobre o dólar torna essa mudança um pouco mais complicada. Tempos atrás, assinala, quem ordenava a economia global eram somente duas ou três nações, mas atualmente a configuração está diferente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O avanço de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre de 2010 em comparação ao último e igual período do ano passado e outros 9% em confronto anual superaram as expectativas de economistas e analistas financeiros. Embora uma euforia sempre venha à tona, especialistas divergem sobre os números e temem riscos de superaquecimento da economia, bem como o aparecimento de bolhas econômicas.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, reafirmou – mais uma vez – que desses riscos o Brasil não corre, declaração justificada por futuros percentuais já ao segundo trimestre deste ano. Segundo ele, o que existe, na verdade, é um crescimento sustentável, tanto que haverá ritmo mais baixo de desenvolvimento entre abril e junho, algo em torno de 1%, bem inferior aos 2,7% assinalados nos primeiros três meses de 2010.

Durante reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, Mantega fez asseverações sobre outro tema, o inflacionário. Para ele, a inflação tem sido puxada para baixo, atualmente, em virtude do arrefecimento nos preços dos alimentos, parte disso devido à retomada da produção após um início de ano com muitas chuvas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Inspirado, Guido Mantega, ministro da Fazenda, voltou a conferir discursos otimistas durante seminário ocorrido na Central Única dos Trabalhadores (CUT), em 12 de maio, quarta-feira. Segundo ele, atualmente o país apresenta crescimento intenso, com investimento na casa de 18% a 20% em 2010 ante o ano passado.

Na mesma ocasião de suas palavras, o ministro afirmou que a economia já se apresenta aquecida e que um progresso real da atividade além de 5,5% em 2010 é aguardado prontamente, embora existam especialistas que acreditem num percentual demasiadamente maior, entre 6% e 7%.

De acordo com ele, a criação de empregos e inclusão social com melhor distribuição remuneratória foi um dos principais fatores vistos durante os anos em que Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, governa o país.

Além desse ponto, frente à plateia da CUT, Mantega ressaltou que as iniciativas federais possibilitaram a rápida saída do país diante da crise financeira global – algo que muitos países ainda nem sonham.

Leia mais informações proferidas pelo ministro da Fazenda aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Uol Economia


Veículos de comunicação de origem estrangeira, dentre eles o britânico Financial Times, afirmaram que o Brasil precisa tomar cuidado com o seu bom momento, pois o excesso de euforia poderá levar o país a enfrentar dificuldades econômicas. Além disso, é relatado para a nação que problemas de infraestrutura não permitem a obtenção de um futuro melhor.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, talvez pautado nesses discursos, assegurou que não existirá qualquer tipo de bolha na economia do país ou os denominados gargalos, embora admita que a mencionada infraestrutura precisa ser melhor estudada.

Mesmo assim, pondera que na atual circunstância o Brasil vem se saindo bem, pois os governos anteriores deixaram inúmeros prejuízos. Segundo ele, conforme menção feita pela agência de notícias Reuters, é necessária a construção de novas estradas e mais hidrelétricas, além de a modernização de aeroportos e portos ser de vital importância.

Fonte: Reuters

Por Luiz Felipe Erdei


O Ministro da Fazenda, Guido Mantega, está bastante otimista com relação à economia do país. Enquanto o governo havia feito uma previsão de um crescimento para este ano de 5,2%, o ministro já pensa num valor entre 5,5% e 6%, onde ressaltou ainda que, caso não ocorresse a crise financeira de 2008, o Brasil teria obtido um déficit zerado entre os anos de 2009 e 2010.

A previsão do ministro ocorreu em uma reunião da direção nacional da CUT (Central Única dos Trabalhadores), onde ele ainda fez uma comparação entre o governo do presidente Lula e o anterior, colocando que antes de Lula, a economia tinha um crescimento baixo de 2,5%, o que não permitia uma melhor renda para os trabalhadores, nem uma boa oferta de empregos.

Fonte: Portal R7 e Estadão

Por Elizabeth Preático


Sempre evidente nos principais noticiários do país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a moeda nacional está, atualmente, sobrevalorizada. Em seu discurso, que ocorreu durante o 2º Fórum Econômico Brasil Itália, declarou que a intensa atração da economia do Brasil conduziu a nação a estabelecer uma tarifa pequena com o objetivo de restringir a apreciação de câmbio e atalhar uma bolha na Bolsa de Valores.

Para Mantega, essa valorização é fruto das boas perspectivas criadas em torno do Brasil. Considera, ainda, que o Produto Interno Bruto (PIB) deve finalizar 2010 com um crescimento em 5%, mesmo percentual que poderá ser sentido nos anos decorrentes, segundo ele. Para 2016, o mesmo discurso de Luiz Inácio Lula da Silva e Dilma Roussef: o país será a quinta maior economia do globo.

Na ocasião do Fórum, Mantega enfatizou aos empresários italianos que há boas oportunidades de investimento nas terras tupiniquins, principalmente na área de infra-estrutura. A Copa do Mundo, por exemplo, é um bom foco para que todos se saiam e ganhem bem, principalmente o setor turístico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com base em um pedido feito por Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, Guido Mantega, ministro da Fazenda, deve remover a tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) nas primeiras ofertas de ações de uma companhia na Bolsa de Valores, estas, denominadas IPOs.

Segundo apuração da Agência Estado, o governo brasileiro pode, ainda, acrescer a alíquota do IOF sobre outras aplicações financeiras caso a moeda norte-americana continue sua gradativa e interminável desvalorização ante o real. O principal objetivo da taxação desse imposto, em seu início, se deveu justamente para que o dólar não fosse “encoberto” pela moeda brasileira.

Esse novo pensamento em torno dos IPOs tem por finalidade evitar que inúmeras companhias deixem de conquistar uma primordial fonte de recursos para seus investimentos. Cautela e estratégia são as duas palavras-chave do momento; usá-las exigirá disciplina e tentativas. Algumas dão certo, outras, errado. Vamos torcer para que qualquer uma delas não pegue o bolso dos brasileiros de surpresa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Foi anunciada no dia 29 de outubro, por meio de discurso de Guido Mantega, ministro da Fazenda, a prorrogação por mais três meses do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) para mercadorias da linha branca, ou seja, geladeiras, fogões e máquinas de lavar.

Segundo o ministro, o alcance do benefício seguirá de acordo ao consumo de energia de cada eletrodoméstico. Em outras palavras, Mantega afirma que a desoneração tributária será renovada com base em um novo discernimento, que é o ambiental.

As geladeiras que possuem Selo A em termos de consumo energético, por exemplo, permanecerão com o mesmo amparo anterior, de 15% da alíquota para 5%. Isto foi concedido através de uma reunião entre o ministro da Fazenda, Luiza Trajano, presidente do Instituto de Desenvolvimento do Varejo (IDV), e Lourival Kiçula, presidente da Eletros.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fim de conter a valorização do real diante do dólar, Guido Mantega, ministro da Fazenda, consentiu que medidas complementares e adicionais à tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro poderão ser ostentadas pelo governo brasileiro.

Mantega afirmou que está receptivo para a discussão de propostas e sugestões, bem como disponível para raciocinar em medidas complementares e adicionais. Questionado sobre uma proposta de Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, em relação à tributação do capital, o ministro destacou que o governo pretende adotar somente na entrada do fundo externo, pois na saída é mais complicado.

Mantega afirma que o governo não pretende recuar na medida, pois é necessário observar a repercussão que isto dará. De qualquer maneira, acredita que nada impede de novas medidas adicionais e complementares.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Cada vez mais otimista, Guido Mantega, ministro da Fazenda, articulou que aguarda um crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) deste terceiro trimestre entre 2% e 2,2% ante os três meses anteriores. Para ele, o governo tem alcançado um novo padrão de desenvolvimento.

Seu discurso se refere a uma avaliação macroeconômica do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), que em 2007 apresentava uma previsão de crescimento de 4,5%, mas que em 2010 deve aportar dados entre 4,5% e 5%.

Na mesma linha, o ministro destacou a recuperação da produção industrial do Brasil, bem como a geração de 700 mil empregos em 2009. Assim, acredita que até o final deste ano o número de novos empregados chegará à marca de 1 milhão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Guido Mantega, ministro da Fazenda, enfatizou o bom prestígio adquirido pelo Brasil em relação a outros países. O discurso foi mencionado durante apresentação do balanço do Programa de Aceleração do Crescimento (PAC).

A autoridade afirmou, na mesma ocasião, que muitos investidores estão interessados em fazer negócios no Brasil. Esse clima eufórico foi sentido por Mantega durante as reuniões do Banco Mundial e do Fundo Monetário Internacional (FMI), acontecidos em Istambul, na Turquia. O ambiente foi favorecido, ainda, pela escolha da cidade do Rio de Janeira como sede para as Olimpíadas de 2016.

Mantega assegurou que a nação brasileira manterá os programas sociais e aumentará seus investimentos, sem, no entanto, afetar contas públicas. Mesmo assim, declarou, a arrecadação apresentou declínio porque o governo teve de dar incentivos fiscais à economia, o que acarretará na redução do superávit fiscal deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Guido Mantega, ministro da Fazenda, declarou que a economia brasileira se desenvolverá em passos mais largos nos meses que compreendem julho a setembro. A estimativa, para ele, é que os números sejam avaliados com segurança, na teoria, entre 2 e 3%.

O progresso de 1,9% do Produto Interno Bruto (PIB), anunciado há pouco pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), é um sinal verde para que especialistas e outros envolvidos no setor presumam um crescimento vertiginoso para a questão econômica nacional.

Mantega exalta as medidas adotadas pelo Governo em relação à crise financeira. Para ele, em momento algum a população deixou de consumir, mesmo que em determinados departamentos, por assim dizer, sejam perceptíveis leves declínios.


Com informações ditas pelo próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, a economia do país registrou alta de 4% em julho deste ano. O número representa o início da superação da crise econômica mundial que prejudicou o desempenho das potências e dos países em transição, favorecendo países como Índia, Brasil e China, que registraram essa superação mais cedo do que outras grandes economias.

Mantega ainda falou sobre o ano de 2010, que será de disputa eleitoral presidencial, em que as políticas atuais vão permanecer da mesma forma como vem acontecendo. Com o ritmo do país e o otimismo do ministro, o Brasil não vai sofrer tantos reflexos da crise econômica após o ápice da mesma tempos atrás.





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