Saiba mais sobre a fusão dos sites Bom Negócio.com e OLX.

Bom, Bom, Bom! Négocio.com! Desapega, desapega: OLX!

O trecho do comercial do site de classificados bomnegocio.com ficou marcado na memória de todos. Quem não se lembra das propagandas criativas e até dos escândalos envolvendo as analogias propagandistas do site de vendas colaborativas bomnegocio.com? Um sucesso de marketing nacional, um nome intuitivo e uma explosão de adeptos. Claro que nenhuma empresa ganha notoriedade em vão e logo vieram propostas de venda e fusão. Consequência do sucesso, não um problema! O método funcionava, os anúncios eram gerados de forma democrática e autônoma, o contato e a possibilidade de negociar com o anunciante era um diferencial do líder no mercado naquele tempo, o site sul-americano que não permitia essa elasticidade na negociação. Ao invés de anunciar em sites aleatórios e com pouca visibilidade, o bomnegocio.com listava o país inteiro ao fim de um clique.

Para compreendermos melhor o que houve é preciso esclarecer que tanto a OLX quanto a bomnegócio.com são produtos de empresas estrangeiras, sendo representados respectivamente pela sul-africana Naspers (gestora da OLX) e empresa norueguesa Schibsted (gestora do bomnegocio.com). O que houve de fato não foi uma venda, foi uma fusão!

Vale lembrar a diferença ade aquisição e fusão de empresas: na aquisição, um prepondera sobre a outra, tornando-a extinta e absorvendo capital, ações, patrimônio e identidade. Fusão é quando duas empresas de porte parecido se complementam e geram uma terceira, deixando de haver as anteriores e sem prevalência de nenhuma delas ou ainda quando se incorporam. No processo de fusão as ações e o capital combinam-se em prol de uma nova identidade jurídica, com mais força e poder de atuação e podendo até manter inalterado o poder administrativo das anteriores. Além disso, na fusão a moeda é acionária, através de permuta de ações.

Com esse processo de fusão, que teve início no fim de 2014 e concluiu-se no início de 2015, a bomnegócio.com passa a ser veiculada como OLX e os usuários foram automaticamente transferidos.

O mercado de comércio colaborativo online movimenta milhões. A movimentação diária de usuários faz do site de classificados um excelente painel de propagandas e produtos com anúncios "premium". No fim, todos ganham: o usuário que deseja vender, conta um site poderoso e abrangente, o visitante que deseja comprar tem a certeza de que ali ele encontrará o que precisa reunido em um lugar só e com chances de comparação, os anunciantes ganham com a visibilidade e a empresa ganha em popularidade! Não há desvantagem, continua sendo um BOM NEGÓCIO!

Gracieli Borges Ferreira


Mudança nas Regras para Troca de Domicílio de Empresas e faz com que Pfizer desista do negócio.

Atualmente, o ramo farmacêutico apresenta índices de crescimento em todo o mundo, afinal, à medida que a população cresce, aumenta-se a possibilidade de aparecerem distúrbios e doenças que são tratados com drogas medicinais.

Durante alguns meses, boatos e notícias se espalharam sobre o fato de a Pfizer, famosa farmacêutica norte-americana conhecida pela fabricação do viagra, ter comprado a Allergan. A Allergan também possui grande destaque no cenário mundial de medicamentos, haja vista ser a fabricante do Botox, medicamento utilizado para tratamentos medicinais e estéticos.

De acordo com informações, o negócio giraria em torno de US$ 160 bilhões. A união entre essas duas megaempresas originaria a maior farmacêutica do planeta, segundo famosos economistas e jornais especializados no ramo.

Porém, no dia 06 de abril de 2016, terça-feira, a Pfizer desistiu do negócio e cancelou as negociações com a Allergan. Segundo nota expedida pela própria Pfizer, os acordos foram cancelados devido ao fato de mudanças tributárias adversas.

De certa forma, a não ocorrência da união foi um passo importante na gestão presidencial de Barack Obama. Não era de interesse do atual governo essa união, pois assim a Pfizer poderia evitar uma carga tributária significativa para os Estados Unidos da América. Como o contrato não foi finalizado, a farmacêutica norte-americana teve que custear um valor de US$ 150 milhões à Allergan.

A Pfizer pretendia trocar seu domicílio dos Estados Unidos para a Irlanda, haja vista o país europeu exigir uma menor carga de impostos das empresas estrangeiras que se instalam em seu território. Contudo, o tesouro dos Estados Unidos mudou algumas regras, para evitar a “inversão” de impostos.

Essa ação beneficiou a imagem da gestão do Presidente Barack Obama, que dias antes havia discursado para o Congresso com a finalidade de que normas fossem criadas para evitar essa “fuga” de empresas norte-americanas para o exterior com a finalidade de diminuir cargas tributárias pagas aos cofres norte-americanos.

Constata-se que o negócio poderia trazer à tona a criação da maior farmacêutica do mundo, no entanto, esse casamento poderia fazer nascer um grande impedimento à concorrência, o que consequentemente traria aumentos de preços em alguns produtos fabricados por essas empresas.

Raquel Alice Moreira


Negociação entre Oi e LetterOne podem garantir fusão entre Oi e TIM.

Foi confirmada a negociação de investimentos entre a Empresa de Telecomunicações Oi e o fundo russo LetterOne, o objetivo desse acordo é viabilizar a união da Oi com a Empresa TIM.

Estima-se que cerca de 4 milhões de reais serão investidos mensalmente pela LetterOne, durante 7 meses, para que a fusão seja realizada.

A união dessas duas gigantes das telecomunicações, se for confirmada, trará grandes vantagens para o consumidor, pois viabilizará o aperfeiçoamento dos serviços e o desenvolvimento das telecomunicações do país, tornando os serviços mais eficazes e com infra-estrutura mais completa e aprimorada.

Embora  as especulações sobre as negociações sejam grandes, o mercado continua cético quanto a fusão realmente se concretizar, pois existem inúmeras normas que ambas as empresas devem cumprir, como questões regulatórias que os orgãos responsáveis pela telecomunicação no Brasil exigem e também soluções para problemas financeiros, pois muito se especula publicamente sobre um endividamento por parte da Oi.

Quando questionado sobre a possível fusão da Tim com a Oi, o próprio presidente da TIM Rodrigo Abreu comentou: "Para  qualquer movimento de consolidação você tem algumas condições regulatórias e legais do ponto de vista do ambiente de regras para que isso aconteça", como informou o site da Reuters.

Ainda é um pouco cedo para saber se essas negociações irão continuar e se realmente a fusão irá ser concretizada, porém, o que sabemos é que essa possível fusão traria mais benefícios para os consumidores, que muitas vezes reclamam e com razão dos serviços prestados pelas empresas. A inião da Oi e da TIM traria um desenvolvimento em grande escala para as telecomunicações do Brasil, fomentaria mais investimentos na área e deixaria os consumidores dos serviços mais satisfeitos.

Prisca Fontes.


Já está quase tudo acertado para ocorrer mais uma grande fusão entre duas grandes empresas, ECODIESEL e MAEDA. O acordo está previsto para ocorrer dentre a primeira quinzena do mês de novembro de 2010, em Hong Kong, e a operação criará uma nova empresa, que ocupará um belo lugar juntando-se ao quadro das maiores empresas agrícolas do mundo.

A fusão ocorrerá através de uma troca de ações, onde o capital será dividido da seguinte maneira 70 por cento para a Brasil Ecodiesel e 30 por cento para a Maeda, empresa que desde maio deste ano faz parte do fundo Arion Capital.

Por Bruna Coradete


Convergindo com a nova situação do país, redes e empresas procuram se fundir para ampliar seus horizontes e atuarem de forma mais ampla. Recentemente, observou-se a junção de atividades entre a baiana Insinuante e a mineira Ricardo Eletro, dando origem à Máquina de Vendas.

Casos como esse, que aumentaram 68% entre janeiro e setembro deste ano em comparação ao período igual do ano passado – quando a crise financeira mundial se fazia presente –,  deverão continuar pelo restante de 2010. Pesquisa confeccionada pela KPMG acredita que os números poderão superar, inclusive, os de 2007, quando 699 fusões foram registradas.

De acordo com Luis Motta, sócio da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, para a quebra do recorde anteriormente descrito serão necessários quase 170 negócios, número abaixo do acurado no terceiro semestre (180 fusões). Do total verificado entre julho e setembro, 57% foram edificados por empresas brasileiras.

Para as previsões serem cumpridas, revela Motta em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra, o apetite das companhias estrangeiras por aquisições na nação brasileira deverão continuar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos meses, o número de empresas que anunciaram fusões cresceu amplamente no Brasil. Parte desse sucesso, por assim dizer, provém do abundante acesso a capital estrangeiro pelas grandes empresas domésticas devido à crescente instância de estrangeiros pelo Brasil e pela concretização observada em inúmeros segmentos econômicos.

Estudo confeccionado pela Thomson Reuters sopesa que o giro financeiro de transações abarcando empresas brasileiras entre janeiro e setembro deste ano inteirou US$ 88,8 bilhões, pulo de 81,9% em comparação à contabilização examinada no período igual de 2009.

Ao lado da China e do México entre os emergentes, o Brasil ocupou posição de destaque nesse ponto de análise. De acordo com a agência de notícias Reuters, as aquisições e fusões expressadas nas nações em desenvolvimento chegaram a US$ 480 bilhões nos primeiros nove meses de 2010, incremento de 63% ante o andamento similar do ano passado, correspondente na atual conjuntura a um quarto de todas as operações pelo mundo.

Para Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions da BTG Pactual, o planeta está mirando o Brasil como importante mercado. Especialistas endossam que o movimento anteriormente citado espelha ambiente positivo, sobretudo se relacionadas as expectativas de crescimento da economia tupiniquim acima da média internacional durante bons e próximos anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Realizar fusões pelo Brasil já não é, sem sombra de dúvidas, qualquer novidade, embora o termo compreenda vasta gama de peculiaridades em conformidade ao negócio estabelecido. O Grupo Pão de Açúcar, que recentemente adquiriu a Casas Bahia e o Ponto Frio, dando origem à Nova Globex, estima vendas superiores a R$ 20 bilhões neste ano por meio da companhia.

Com formação prevista para daqui dois meses, a Nova Globex agregará todos os ativos de eletrodomésticos da Casas Bahia, do Extra Eletro e do próprio Ponto Frio. Somente no primeiro semestre deste ano, de acordo com a agência de notícias Reuters, as vendas brutas das redes citadas chegaram próximas a R$ 9 bilhões, dos quais R$ 6,562 foram efetuadas pela varejista de Samuel Klein.

Com mais de mil lojas em 12 estados do país, 67,4 mil trabalhadores e 9,2 milhões de consumidores ativos, a empresa estima a inauguração de outras 15 unidades no ano que vem, acarretando investimentos previstos em R$ 40 milhões, os quais também abarcarão conversões e reformas de estabelecimentos.

O procedimento de conexão da Nova Globex deverá ser finalizado em um ano e seis meses. O Grupo Pão de Açúcar possui 53% de participação, enquanto a família Klein, os demais 47%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Conselho Administrativo de Defesa Econômica informou nesta quarta-feira (18) que aprovou a fusão entre as instituições financeiras Itaú e Unibanco, cujo anúncio foi feito no ano passado.

O processo de fusão, divulgado no final do ano passado, foi enviado para o Conselho Administrativo de Defesa Econômica após ser aprovado pela Secretaria de Direito Econômico do Ministério da Justiça e pela Secretaria de Acompanhamento Econômico do Ministério da Fazenda. De acordo com o Conselho, não houve restrições para a fusão.

De acordo com informações da instituição financeira, o lucro do Itaú Unibanco nos primeiros seis meses de 2010 foi de R$ 6,3 bilhões, valor 39,5% superior ao resultado obtido no mesmo período de 2009.

Por Luana Neves


A rede de varejo Magazine Luiza anunciou nesta segunda-feira, 19 de julho a aquisição das lojas Maia. Presente no nordeste, com sede em João Pessoa (PB),  a rede de lojas Maia tem 141 unidades e 2,3 mil funcionários.

O Magazine Luiza pretende faturar R$ 6 bilhões neste ano. A presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, afirmou que não está negociando com nenhuma outra rede de lojas e que apenas com a consolidação das lojas no nordeste é que novas aquisições no Centro-oeste poderão ser pensadas.

 No ramo de materiais de construção, a rede Casa Show e TendTudo, anunciaram fusão na semana passada, criando a BR Home Centers, se tornando a 5ª maior empresa do ramo. O faturamento da nova empresa deverá ser por volta de R$ 500 milhões ao ano.

Por Fernanda Peixoto


A Casas Bahia, uma das maiores varejistas do país, firmou fusão em dezembro do ano passado com o Grupo Pão de Açúcar, consolidando, então, um promissor acordo no comércio brasileiro. Entretanto, há poucas semanas, um problema de relacionamento entre ambos motivou a revisão da união.

Parece que, finalmente, alguns pontos relevantes em torno do tratado já parecem estar encaminhados. É o que indica Abílio Diniz, presidente do conselho de administração da empresa. Segundo ele, alguns assuntos cruciais já foram tratados e o processo de conexão entre a Casas Bahia e o Pão de Açúcar teve combinados importantes, embora a velocidade de crescimento não é como se esperava.

Em reportagem administrada pela agência de notícias Reuters, Diniz realça que nesse novo acerto não existem divergências, tanto que um lado e outro deverão ficar contentes com as soluções conquistadas.

Embora o discurso seja motivador, Diniz avalia que o processo de revisão ainda não tem data para ser finalizada.

Leia mais informações sobre o volume de vendas da Casas Bahia na agência Reuters.

Por: Luiz Felipe Erdei


Fusão é uma iniciativa adotada por duas ou mais empresas na finalidade de união de forças e o possível crescimento de todas, em conjunto, numa outra nova companhia. Inúmeras são os empreendimentos que obtém sucesso, principalmente no que se refere a lucro.

Por outro lado, o insucesso poder vir à tona na mesma intensidade da concretização das negociatas. No princípio desta semana, o Grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia, que há poucos meses executaram esse tipo de intento, revelaram que poderão, em breve, cancelar a fusão devido a problemas entre ambas.

Samuel Klein, fundador da Casas Bahia, decidiu, por conta dos riscos, assumir as negociações entre sua rede e o Pão de Açúcar. Com isso, ficará ao lado de Michael, seu filho, que ocuparia a função de presidente da nova empresa.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, para Klein, o Pão de Açúcar subavaliou sua empresa e restringiu o poder de autonomia na tomada de decisões.

Daqui a alguns dias, quem sabe, novos resultados sobre o assunto deverão ser divulgados entre a imprensa. Quem sairá prejudica ninguém sabe, mas o consumidor, por fim, tem de ser o maior beneficiário.

Fonte: Portal Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fusão entre empresas já é uma realidade latente em inúmeros países do mundo, como também no Brasil, na finalidade de que possam aumentar suas áreas de alcance e conferirem maiores lucros. O caso mais recente é o ocorrido entre a mineira Ricardo Eletro e a baiana Insinuante.

Quando a sociedade das duas for estabelecida em sua totalidade, conforme mencionado em 29 de março, segunda-feira, por variados veículos de comunicação, a rede varejista comportará aproximadamente 500 lojas, especializadas, então, na venda de eletrodomésticos e móveis.

A junção tentará fazer frente às grandes redes do mercado, tais como as geridas pelo Grupo Pão de Açúcar, que detém, por exemplo, a gigante Casas Bahia. Por enquanto o valor dessa ligação ainda não foi divulgado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A partir do dia 01 de maio deste ano, o banco japonês Mitsubishi-UFJ e a empresa Morgan Stanley irão se fundir numa única casa de valores.

A nova empresa irá se chamar Mitsubishi UFJ Morgan Stanley Securities. As duas empresas já haviam se relacionado antes, quando o banco japonês colocou mais de sete bilhões de euros para ajudar a Morgan Stanley ante a crise financeira dos Estados Unidos, tendo uma participação de 21% na empresa americana.

Assim, o banco Mitsubishi terá uma maior participação em relação às operações de investimento mas, o banco americano ainda ficará com a maior parte do controle do comércio de ações.

Fonte: http://www1.folha.uol.com.br




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