Caso negócio seja concretizado teremos a criação de uma nova gigante no comércio eletrônico.

Segundo uma notícia que foi veiculada por meio do site Exame, a gigante Netshoes está processo de negociação para adquirir a sua principal concorrente no mercado, no segmento de comércio eletrônico no Brasil, a Dafiti.

Logo depois de três meses que o capital foi aberto na bolsa de valores de New York, a grande empresa varejista Netshoes tenta realizar o que diversos especialistas apontam como sendo o seu mais ousado movimento.

O fundador da Netshoes, conhecido como Marcio Kumruian, deu início ao processo de negociações para que fosse realizada a compra da grande concorrente, a Dafiti, a qual é o fundo alemão Rocket que controla.

Se esta fusão vier a se concretizar de fato, uma gigante do comércio eletrônico seria criada, que logo de início iria contar com faturamento de aproximadamente 4 bilhões de reais.

A gigante empresa de comércio eletrônico Netshoes teve sua fundação concretizada ainda no ano de 2000, por dois sócios: Hagop Chabab e o próprio Marcio Kumruian, que agora realiza o processo de negociação com a Dafiti. No último ano, 2016, a empresa conseguiu registrar uma receita líquida que alcançou a incrível cifra de R$ 1,74 bilhão, diante R$ 1,51 bilhão conquistada no ano de 2015.

Ambas as competidoras, Dafiti e Netshoes, do atual comércio eletrônico dentro do mercado brasileiro são rivais ferrenhas e desde sempre acabam perdendo dinheiro e não é pouco não, o prejuízo acumulado chegou a atingir a impressionante marca de R$ 151,9 milhões no último ano (2016), por outro lado, há dois anos, em 2015, o valor chegou aos R$ 99,5 milhões.

Entretanto, a companhia teve a capacidade de conseguir concluir o ano de 2016 com uma quantidade de 5,6 milhões de usuários ativos, o que representa uma elevação de 18,9% se comparado com o ano de 2015.

Embora muitos veículos de comunicação tenham falado e criado diversos rumores sobre a aquisição da Dafiti por parte da Netshoes, a empresa informou que não tem o costume de comentar os rumores que ocorrem no mercado atual, em suas próprias palavras.

Se a Dafiti será comprada ou não ainda não é possível dar uma certeza, é preciso esperar.

FILIPE R SILVA


Saiba mais sobre a fusão dos sites Bom Negócio.com e OLX.

Bom, Bom, Bom! Négocio.com! Desapega, desapega: OLX!

O trecho do comercial do site de classificados bomnegocio.com ficou marcado na memória de todos. Quem não se lembra das propagandas criativas e até dos escândalos envolvendo as analogias propagandistas do site de vendas colaborativas bomnegocio.com? Um sucesso de marketing nacional, um nome intuitivo e uma explosão de adeptos. Claro que nenhuma empresa ganha notoriedade em vão e logo vieram propostas de venda e fusão. Consequência do sucesso, não um problema! O método funcionava, os anúncios eram gerados de forma democrática e autônoma, o contato e a possibilidade de negociar com o anunciante era um diferencial do líder no mercado naquele tempo, o site sul-americano que não permitia essa elasticidade na negociação. Ao invés de anunciar em sites aleatórios e com pouca visibilidade, o bomnegocio.com listava o país inteiro ao fim de um clique.

Para compreendermos melhor o que houve é preciso esclarecer que tanto a OLX quanto a bomnegócio.com são produtos de empresas estrangeiras, sendo representados respectivamente pela sul-africana Naspers (gestora da OLX) e empresa norueguesa Schibsted (gestora do bomnegocio.com). O que houve de fato não foi uma venda, foi uma fusão!

Vale lembrar a diferença ade aquisição e fusão de empresas: na aquisição, um prepondera sobre a outra, tornando-a extinta e absorvendo capital, ações, patrimônio e identidade. Fusão é quando duas empresas de porte parecido se complementam e geram uma terceira, deixando de haver as anteriores e sem prevalência de nenhuma delas ou ainda quando se incorporam. No processo de fusão as ações e o capital combinam-se em prol de uma nova identidade jurídica, com mais força e poder de atuação e podendo até manter inalterado o poder administrativo das anteriores. Além disso, na fusão a moeda é acionária, através de permuta de ações.

Com esse processo de fusão, que teve início no fim de 2014 e concluiu-se no início de 2015, a bomnegócio.com passa a ser veiculada como OLX e os usuários foram automaticamente transferidos.

O mercado de comércio colaborativo online movimenta milhões. A movimentação diária de usuários faz do site de classificados um excelente painel de propagandas e produtos com anúncios "premium". No fim, todos ganham: o usuário que deseja vender, conta um site poderoso e abrangente, o visitante que deseja comprar tem a certeza de que ali ele encontrará o que precisa reunido em um lugar só e com chances de comparação, os anunciantes ganham com a visibilidade e a empresa ganha em popularidade! Não há desvantagem, continua sendo um BOM NEGÓCIO!

Gracieli Borges Ferreira


O mercado financeiro teve mais uma notícia importante neste mês de novembro, pois a KPMG publicou a última edição da Pesquisa de Fusões e Aquisições no Brasil realizada a cada três meses com aproximadamente 43 setores diferentes que integram a economia do país no período compreendido entre 1º de janeiro a 30 de setembro de 2012.

De acordo com esta avaliação, que considera apenas as fusões e aquisições totalmente concluídas e divulgadas na mídia envolvendo empresas presentes no Brasil, o primeiro lugar ficou com o setor de mineração que teve nove fusões e aquisições superando em até duas vezes mais a quantidade deste tipo de negociação no setor no ano anterior; sendo que ao considerar os nove meses do ano de 2012 a indústria mineradora teve 19 negócios que ocasionaram fusões e aquisições de empresas superando as 17 negociações neste sentido que aconteceram no ano de 2011.

De forma mais específica, as fusões e aquisições aconteceram em maior proporção na área da mineração por meio de transações domésticas que consistem em empresas que possuem capital basicamente brasileiro.

Ocorreram também negociações com relação a empresas de capital majoritário estrangeiro e empresas de capital majoritário brasileiro adquirindo capital de empresas de mineração localizadas tanto no Brasil como no exterior.

Este forte momento de uniões de organizações do ramo da indústria mineradora se deve, segundo Guilherme Coimbra sócio da KPMG, a diversos fatores como a diminuição no preço do minério, dificuldades financeiras de pequenas empresas mineradoras, redução do interesse da China pelos minérios brasileiros, dentre outros.

Fonte Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Ricardo Eletro e a Insinuante, em meados de março, uniram suas atividades e formaram a holding Máquina de Vendas. Além deste exemplo existem outros plausíveis de serem transcritos que ilustram, em comum, o bom cenário desenvolvido pela economia do país em 2010.

Levantamento realizado pela KPMG enuncia que o número de operações entre aquisições e fusões com empresas brasileiras atingiram novo recorde neste ano, mesmo a poucos dias de ele acabar. A pesquisa indica que no acumulado anual até 20 de dezembro, 707 recorrências dessas foram constatadas, superior, pois, aos 699 negócios observados em 2007 e muito acima de 2009 (454).

De acordo com Luis Motta, sócio responsável pelo estudo, o ponto definitivo para esse recorde foi a disposição das companhias estrangeiras por aquisições em território brasileiro. A consultoria revela que desde janeiro até a data em questão as transações conduzidas por empresas do país responderam por 60% do total.

As companhias dos Estados Unidos lideram as operações no Brasil, com 113 transações, bem acima das 22 transações realizadas pela França e 21 pela China. Os setores de tecnologia e informação, bebidas e fumo, alimentos e energia & óleo conduzem as operações pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Já está quase tudo acertado para ocorrer mais uma grande fusão entre duas grandes empresas, ECODIESEL e MAEDA. O acordo está previsto para ocorrer dentre a primeira quinzena do mês de novembro de 2010, em Hong Kong, e a operação criará uma nova empresa, que ocupará um belo lugar juntando-se ao quadro das maiores empresas agrícolas do mundo.

A fusão ocorrerá através de uma troca de ações, onde o capital será dividido da seguinte maneira 70 por cento para a Brasil Ecodiesel e 30 por cento para a Maeda, empresa que desde maio deste ano faz parte do fundo Arion Capital.

Por Bruna Coradete


Convergindo com a nova situação do país, redes e empresas procuram se fundir para ampliar seus horizontes e atuarem de forma mais ampla. Recentemente, observou-se a junção de atividades entre a baiana Insinuante e a mineira Ricardo Eletro, dando origem à Máquina de Vendas.

Casos como esse, que aumentaram 68% entre janeiro e setembro deste ano em comparação ao período igual do ano passado – quando a crise financeira mundial se fazia presente –,  deverão continuar pelo restante de 2010. Pesquisa confeccionada pela KPMG acredita que os números poderão superar, inclusive, os de 2007, quando 699 fusões foram registradas.

De acordo com Luis Motta, sócio da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, para a quebra do recorde anteriormente descrito serão necessários quase 170 negócios, número abaixo do acurado no terceiro semestre (180 fusões). Do total verificado entre julho e setembro, 57% foram edificados por empresas brasileiras.

Para as previsões serem cumpridas, revela Motta em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra, o apetite das companhias estrangeiras por aquisições na nação brasileira deverão continuar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos meses, o número de empresas que anunciaram fusões cresceu amplamente no Brasil. Parte desse sucesso, por assim dizer, provém do abundante acesso a capital estrangeiro pelas grandes empresas domésticas devido à crescente instância de estrangeiros pelo Brasil e pela concretização observada em inúmeros segmentos econômicos.

Estudo confeccionado pela Thomson Reuters sopesa que o giro financeiro de transações abarcando empresas brasileiras entre janeiro e setembro deste ano inteirou US$ 88,8 bilhões, pulo de 81,9% em comparação à contabilização examinada no período igual de 2009.

Ao lado da China e do México entre os emergentes, o Brasil ocupou posição de destaque nesse ponto de análise. De acordo com a agência de notícias Reuters, as aquisições e fusões expressadas nas nações em desenvolvimento chegaram a US$ 480 bilhões nos primeiros nove meses de 2010, incremento de 63% ante o andamento similar do ano passado, correspondente na atual conjuntura a um quarto de todas as operações pelo mundo.

Para Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions da BTG Pactual, o planeta está mirando o Brasil como importante mercado. Especialistas endossam que o movimento anteriormente citado espelha ambiente positivo, sobretudo se relacionadas as expectativas de crescimento da economia tupiniquim acima da média internacional durante bons e próximos anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Realizar fusões pelo Brasil já não é, sem sombra de dúvidas, qualquer novidade, embora o termo compreenda vasta gama de peculiaridades em conformidade ao negócio estabelecido. O Grupo Pão de Açúcar, que recentemente adquiriu a Casas Bahia e o Ponto Frio, dando origem à Nova Globex, estima vendas superiores a R$ 20 bilhões neste ano por meio da companhia.

Com formação prevista para daqui dois meses, a Nova Globex agregará todos os ativos de eletrodomésticos da Casas Bahia, do Extra Eletro e do próprio Ponto Frio. Somente no primeiro semestre deste ano, de acordo com a agência de notícias Reuters, as vendas brutas das redes citadas chegaram próximas a R$ 9 bilhões, dos quais R$ 6,562 foram efetuadas pela varejista de Samuel Klein.

Com mais de mil lojas em 12 estados do país, 67,4 mil trabalhadores e 9,2 milhões de consumidores ativos, a empresa estima a inauguração de outras 15 unidades no ano que vem, acarretando investimentos previstos em R$ 40 milhões, os quais também abarcarão conversões e reformas de estabelecimentos.

O procedimento de conexão da Nova Globex deverá ser finalizado em um ano e seis meses. O Grupo Pão de Açúcar possui 53% de participação, enquanto a família Klein, os demais 47%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A rede de varejo Magazine Luiza anunciou nesta segunda-feira, 19 de julho a aquisição das lojas Maia. Presente no nordeste, com sede em João Pessoa (PB),  a rede de lojas Maia tem 141 unidades e 2,3 mil funcionários.

O Magazine Luiza pretende faturar R$ 6 bilhões neste ano. A presidente do Magazine Luiza, Luiza Helena Trajano, afirmou que não está negociando com nenhuma outra rede de lojas e que apenas com a consolidação das lojas no nordeste é que novas aquisições no Centro-oeste poderão ser pensadas.

 No ramo de materiais de construção, a rede Casa Show e TendTudo, anunciaram fusão na semana passada, criando a BR Home Centers, se tornando a 5ª maior empresa do ramo. O faturamento da nova empresa deverá ser por volta de R$ 500 milhões ao ano.

Por Fernanda Peixoto


A Casas Bahia, uma das maiores varejistas do país, firmou fusão em dezembro do ano passado com o Grupo Pão de Açúcar, consolidando, então, um promissor acordo no comércio brasileiro. Entretanto, há poucas semanas, um problema de relacionamento entre ambos motivou a revisão da união.

Parece que, finalmente, alguns pontos relevantes em torno do tratado já parecem estar encaminhados. É o que indica Abílio Diniz, presidente do conselho de administração da empresa. Segundo ele, alguns assuntos cruciais já foram tratados e o processo de conexão entre a Casas Bahia e o Pão de Açúcar teve combinados importantes, embora a velocidade de crescimento não é como se esperava.

Em reportagem administrada pela agência de notícias Reuters, Diniz realça que nesse novo acerto não existem divergências, tanto que um lado e outro deverão ficar contentes com as soluções conquistadas.

Embora o discurso seja motivador, Diniz avalia que o processo de revisão ainda não tem data para ser finalizada.

Leia mais informações sobre o volume de vendas da Casas Bahia na agência Reuters.

Por: Luiz Felipe Erdei


A fusão entre o grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia sofreu abalos após alguns problemas acionários ocorridos há algumas semanas. Na ocasião, ambas as partes revelaram interesse em rever a “sociedade”, visto que para a família Klein, por exemplo, houve subavaliação de valores para com sua rede.

Reportagem confeccionada pelo portal de Economia do Estadão anunciou em 28 de abril, quarta-feira, que os dois varejistas continuam negociando termos de acordo da fusão. Da parte de Abílio Diniz, por enquanto, não existe nenhuma determinação final ou prazo para o término das negociatas.

É interessante que ambas se acertem, independente do resultado. A Máquina de Vendas, originária da fusão de outras concorrentes, promete fazer ferver o segmento varejista do país.

Fonte: Estadão


Fusão é uma iniciativa adotada por duas ou mais empresas na finalidade de união de forças e o possível crescimento de todas, em conjunto, numa outra nova companhia. Inúmeras são os empreendimentos que obtém sucesso, principalmente no que se refere a lucro.

Por outro lado, o insucesso poder vir à tona na mesma intensidade da concretização das negociatas. No princípio desta semana, o Grupo Pão de Açúcar e a Casas Bahia, que há poucos meses executaram esse tipo de intento, revelaram que poderão, em breve, cancelar a fusão devido a problemas entre ambas.

Samuel Klein, fundador da Casas Bahia, decidiu, por conta dos riscos, assumir as negociações entre sua rede e o Pão de Açúcar. Com isso, ficará ao lado de Michael, seu filho, que ocuparia a função de presidente da nova empresa.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, para Klein, o Pão de Açúcar subavaliou sua empresa e restringiu o poder de autonomia na tomada de decisões.

Daqui a alguns dias, quem sabe, novos resultados sobre o assunto deverão ser divulgados entre a imprensa. Quem sairá prejudica ninguém sabe, mas o consumidor, por fim, tem de ser o maior beneficiário.

Fonte: Portal Terra

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fusão entre empresas já é uma realidade latente em inúmeros países do mundo, como também no Brasil, na finalidade de que possam aumentar suas áreas de alcance e conferirem maiores lucros. O caso mais recente é o ocorrido entre a mineira Ricardo Eletro e a baiana Insinuante.

Quando a sociedade das duas for estabelecida em sua totalidade, conforme mencionado em 29 de março, segunda-feira, por variados veículos de comunicação, a rede varejista comportará aproximadamente 500 lojas, especializadas, então, na venda de eletrodomésticos e móveis.

A junção tentará fazer frente às grandes redes do mercado, tais como as geridas pelo Grupo Pão de Açúcar, que detém, por exemplo, a gigante Casas Bahia. Por enquanto o valor dessa ligação ainda não foi divulgado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Buscando atingir a parcela de mercado emergente da classe C, que teve seu poder de consumo aumentado nos últimos tempos, principalmente na região Nordeste e talvez barrar o avanço do Grupo Pão de Açúcar aliado a Casas Bahia, as Rede Insinuante (Bahia) e Ricardo Eletro (Minas Gerais) irão se fundir, formando a segunda maior rede varejista do país.

Com uma gestão compartilhada, em que cada grupo ficará com 50% do controle, o novo grupo terá um total de 480 lojas em 17 estados com faturamento devendo alcançar anualmente a casa de R$ 4,6 bilhões de Reais, conforme informações do Jornal Folha de São Paulo.

O acordo foi anunciado hoje (29/03/2010), por volta do meio dia em coletiva em um hotel de São Paulo.

Fonte : www.ig.com.br/economia.ig.com..br

Agência Estado


A assembléia marcada para quinta-feira desta semana, com acionistas que dariam procedimento à ratificação da anexação da Santelisa Vale pela Louis Dreyfus Commodities, foi adiada para 16 de outubro. Mesmo assim, Bruno Melcher foi confirmado como novo presidente executivo da companhia – atualmente é diretor executivo da Louis Dreyfus Bionergia.

De acordo com fontes ligadas à negociata, a congregação foi prolongada porque o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico (BNDES) ainda precisa sancionar a incorporação, esta, a ser realizada na próxima reunião de diretoria.

Mesmo que o BNDES tenha optado por não realizar o aporte de R$ 400 milhões conjeturados inicialmente, permanece como considerável sócio da empresa, com participação de 6,4%. Após a anexação, a Louis Dreyfus Commodities ficará com 62% a 72% da Santelisa Vale.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em uma transição bilionária, a Unilever anunciou a aquisição da unidade norte-americana de cuidados pessoais da Sara Lee, em valor que alcança a cifra de 1,28 bilhão de euros (atualmente 1,88 bilhão de dólares).

O investimento tem por finalidade fortalecer as operações da Unilever na Ásia e na Europa Ocidental. A aquisição é a primeira fusão da Sara Lee desde que Paul Polman assumiu o cargo de executivo-chefe da companhia. Com o pacto, a Unilever acrescentará ao seu catálogo o segmento de produtos de limpeza para o corpo, desodorantes e outros já bem conhecidos do público, entre eles Rexona, Dove e Axe.

Com isso, a Unilever conquista maior notoriedade no mercado, pois os produtos da Sara Lee possuem reconhecimento inegável ante o público. Assim, o investimento passa a oferecer um crescimento potencial para a companhia.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Em um acordo firmado recentemente, a JBS, empresa do setor de carne, se associou à Bertin, do mesmo segmento. Isto reforça a situação de a primeira ser considerada, então e mais ainda, a maior do setor no mundo.

O negócio entre as duas tem por fim unir suas operações e gerir, entre outras palavras, uma nova companhia, que será comandada, obviamente, pela JBS e pela Bertin. O anúncio foi executado na mesma ocasião em que a líder noticiou a compra da norte-americana Pilgrim’s Pride, pertencente ao setor de frangos.

Com 38 anos de existência, a Bertin é uma das maiores fabricantes de produtos de carne bovina in natura e processada, couros e lácteos, originados nos países latino-americanos.





CONTINUE NAVEGANDO: