O Banco Central Francês informou, neste mês de dezembro, uma vontade que causará muitas discussões e embates no mercado financeiro.

Isto porque a autoridade bancária francesa quer que o centro de negociações da zona do euro se transfira de Londres para Paris.

O grande problema neste pedido da França reside no fato de que Londres é o local onde toda a Europa negocia e possui aproximadamente 40% das negociações de toda a comunidade européia.

Com a mudança muito deste potencial para negociações na economia iriam se perder já quer a França não possui tradição e nem mesmo força neste tipo de mercado como a Inglaterra.

Por isso, diversos especialistas acreditam que a vontade do Banco Central Francês irá demorar muito para se concretizar com a grande tendência desta mudança não ocorrer nunca.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff afirmou em visita à França que é preciso investimento de empresas francesas no mercado brasileiro.

Para a presidente as empresas francesas e brasileiras devem explorar as possibilidades que a crise oferece com as alternativas dos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo que serão realizadas por aqui.

Na contrapartida o ministro da indústria da França, Arnaud Montebourg, sugeriu o uso do país pelas empresas brasileiras para realizar a sua inserção no mercado europeu além da necessidade de proteger as economias contra a economia predatória da Ásia.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa ArcelorMittal indicou, neste sábado dia 01 de dezembro de 2012, que pode estar próxima de fechar mais um bom negócio.

A gigante no mercado do aço informou que obteve um acordo interessante com o governo francês sobre os altos-fornos na região de Florange.

A divergência entre as partes era relacionada com as instalações dos altos-fornos, pois a AecelorMittal queria fechar uma  parte apenas para produzir aço bruto, mas o governo francês não queria e chegou até a ameaçar a nacionalização destas instalações.

Agora, ambas as partes chegaram a um acordo e a empresa líder mundial no ramo irá investir aproximadamente 180 milhões de euros em 5 anos para a produção de aço, mas a ação dos altos-fornos em si ainda podem fechar e devem ser salvas pelo governo francês.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica atinge o mundo todo e, em especial os países europeus que sofrem com pouco crescimento da economia e um sério estado de recessão.

Nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o Insee (Instituto de Estatística da França) apresentou mais um dado decorrente da crise já que os gastos na França com consumo diminuíram em 0,2% no mês de outubro indo de encontro ás expectativas dos analistas do mercado financeiro.

De forma mais específica, houve uma redução de 0,5% nos gastos com energia e diminuição de 0,6% em gastos com fumo e alimentos por parte dos franceses.

Esta diminuição no consumo reflete o momento complicado que o país enfrenta fazendo o aumento dos impostos locais em uma busca para aumentar as receitas e melhorar a economia da França.

Por Ana Camila Neves Morais


O crescimento brasileiro parece não ter sido bem recebido por todos os países do mundo. Nesta semana, representantes do Mercado Comum do Sul (Mercosul) e da União Europeia estabeleceram encontros para o debate de uma grande área de livre comércio entre as duas partes, a ser considerada, caso venha a vigorar, como a maior do mundo.

A França, que já atravessou o caminho do Brasil no futebol (em caso mais recente), parece não estar disposta em levar adiante os acordos. Christian Estrosi, ministra da Indústria francesa, e Bruno Le Maire, ministro da Agricultura, endossam protecionismo econômico ao país, tanto que o segundo em questão assegurou aos produtores rurais da nação luta contra o convênio entre Mercosul e UE.

Após um evento na cidade de Rennes, Le Marie discursou à imprensa que defende uma Europa firme nas negociatas, tanto que acredita na possibilidade de 15 nações deixarem de assinar o acordo. Para ele, conforme o portal de notícias G1, o agricultor não é uma moeda de troca e por isso, negócios com a Organização Mundial do Comércio (OMC) e com o Mercosul não serão levados adiante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dois dos principais favoritos para a conquista da última Copa do Mundo, Inglaterra e França levaram pouco perigo aos adversários, mesma situação vivenciada pela equipe liderada pelo ex-técnico Dunga, que amargou revés contra a Holanda em plena quarta-de-final do mundial. Apesar da derrocada tupiniquim no futebol, nas terras brasileiras algumas situações estão bem diferentes.

A economia, por exemplo, atravessa um momento de arrefecimento após um primeiro trimestre com alta de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB) ante os três últimos meses do ano passado e outros 9% em confronto anual. O ambiente é tão favorável, apesar do desaquecimento econômico, que algumas estimativas extrapolam, inclusive, os empresários e políticos mais otimistas.

Carlos Ivan Simonsen Leal, presidente da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que ainda neste ano a economia do país conseguirá superar o PIB da Inglaterra e da França. A consideração não é proferida ao acaso, pois segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda, os países da zona do euro crescerão somente 1% em 2010, enquanto a expectativa para o Brasil é dilatação de 7 pontos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


O bom relacionamento entre Brasil e França resultou em interesses positivos dos franceses para com os brasileiros. Recentemente, a Câmara de Comércio entre ambas as nações (CCFB-SP) divulgou que as solicitações de mercado pleiteadas por empresas de origem daquele país ascenderam 5% no ano passado em relação a 2008.

O Canal Executivo do portal UOL relata que das mais de 670 companhias que entraram em contato com a entidade na finalidade de adquirir dados e informações sobre inúmeros setores da indústria brasileira, 455 são de procedência francesa.

O levantamento indicou, sobretudo, que o segmento que melhor tem atraído os franceses é o agronegócios, seguido proximamente pelos bens industriais, bens de consumo e tecnologia da informação. Sueli Lartigue, diretora-executiva da CCFB, pondera que além da França, as nações Argentina, Estados Unidos, Marrocos, Nigéria, Paraguai, entre outras, também pretendem aplicar suas atividades em nosso território.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Conforme anunciado na semana passada, a concorrência na compra de jatos pela Força Aérea Brasileira (FAB) tornou-se acirrada. Porém, a sueca Saab, uma das participantes, contradisse que tenha solicitado um prazo maior para a entrega de propostas melhores deste processo.

Ake Svensson, principal executivo da Saab, afirmou que a companhia efetivará a proposta dentro do prazo estipulado inicialmente. Para esclarecer, no entanto, a FAB afirmou que pediu um tempo mais prolongado devido a solicitações das outras duas concorrentes, a Rafale, da França, e a Boeing, dos Estados Unidos.

De qualquer maneira, tudo indica que a Rafale seja a grande vencedora dessa disputa, pois, conforme asseguram os muitos veículos de comunicação, a visita pretensiosa e simpática de Nicolas Sarkozy, presidente francês, parece ter contribuído nas negociações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a recessão da economia mundial se aproximando de muitos países, o primeiro-ministro da França, François Fillon, disse que o país começará a rever as previsões econômicas para 2009 e 2010.

O anúncio foi proferido após novas estimativas recém-feitas, que apontam para uma queda de 2,25% no atual momento, ante inclinação de 3% pressagiada durante o ápice da crise financeira. Para 2010, porém, o crescimento previsto cerceará 0,75%, diferentemente do que se calculou, 0,5%.

Segundo dados gerais de mercado, a França impressionou no segundo trimestre de 2009, pois o crescimento apontado girou na casa de 0,3%, diferentemente dos três primeiros meses do ano, quando houve retração de 1,3%.


Não é somente a França que ambiciona vender aviões para o Brasil – isto é, se tal comercialização for efetivada. Nosso país provavelmente deverá comercializar de 10 a 15 aeronaves de transporte, a KC-390, de fabricação da Embraer, com custo entre 50 e 60 milhões de euros cada as franceses.

Entretanto, Herve Morin, ministro da Defesa daquele país, acredita que o intento não afetará o projeto europeu que apetece a produção do cargueiro A400M. A confecção desse modelo será de responsabilidade de uma das gigantes do setor, a Airbus.

De qualquer maneira, é possível prever que a negociação para a venda dos KC-390 à França acontecerá, pois, no sentido oposto, os franceses cobiçam vender 36 jatos de caça Rafale, de produção da empresa Dassult Aviation, para o Brasil.


Diferente do que se notou nos meios de comunicação nesta semana, Nelson Jobim, ministro da Defesa, anunciou, em nota, que a possível aquisição brasileira de 36 caças de fabricação francesa ainda não está concluída.

Para o ministro, há, ainda, outras duas concorrentes para a então preterida Rafale, da Dassault. São elas a norte-americana Boeing, com seus caças F-18 Super Hornet, e a sueca Saab, com os Gripen NG.

A intenção de Luiz Inácio Lula da Silva era de firmar acordo imediato com a fabricante da França, pois Nicolas Sarkozy, presidente daquele país, afirmou que conseguiria para o Brasil aviões com preços razoáveis, competitivos e similares aos pagos pelas Forças Armadas francesas.

Resta, por enquanto, aguardar que as negociações permeiem para o melhor custo benefício entre as três empresas citadas. Se depender de Sarkozy, a Dassault tem muitos pontos na frente das concorrentes.


A nação que comemora seu ano em nosso país tem mais motivos para comemorar. O Brasil anunciou, na última segunda-feira, o interesse em adquirir aviões de uso militar da França. Alguns especialistas, pois, afirmam que as terras tupiniquins pretendem reforçar sua posição estratégica no continente sul-americano.

Nicolas Sarkozy, presidente francês, aproveitou sua passagem pelo território brasileiro para negociar os caças de combate Rafale entre a sua fabricante, a Dassault, e o Brasil. O representante da França, então, pretende conquistar condições a uma possível permuta tecnológica para nosso território.

Especialistas creem que, com tal decisão, o Brasil pode provocar uma corrida armamentista neste lado do Oceano. Daniel Flemes, um dos especialistas em política de segurança do Instituto Alemão de Estudos Mundiais e Regionais, afirma que essa busca brasileira pode desencadear uma cooperação entre a nação e os países vizinhos no setor de Defesa.


A Agência Oficial de Estatísticas da França (Insee) divulgou nesta semana uma pesquisa que revela um aumento gradativo nos índices de desemprego do país. O primeiro trimestre do ano registrou aumento de 8,9% na taxa de desemprego, subindo para 9,5% nos três meses seguintes.

Segundo os dados, esse é o maior índice alcançado desde março de 2006, período em que o desemprego apresentou igualmente 9,5%. A expectativa do governo francês não é muito otimista frente à lenta recuperação econômica. Segundo a ministra da Economia, Christine Lagarde, a tendência é que os níveis de desemprego aumentem ainda durante os próximos trimestres, até que a melhora na economia atinja o mercado de trabalho.





CONTINUE NAVEGANDO: