No relatório de setembro de 2011, o FMI (Fundo Monetário Internacional) estimava um aumento de 3,6% no PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro para o ano de 2012. Porém, essa estimativa de crescimento para a economia brasileira foi reduzida para 3%.

Vários outros países emergentes tiveram cortes nas suas previsões. O principal motivo para isso é a crise econômica da zona do euro, que está crescendo e afetando cada vez mais a economia global.

O credor internacional estimou também que as atividades econômicas no Brasil cresceram cerca de 2,9% no ano de 2011, bem menos do que a previsão anterior de 3,8%.

Em uma perspectiva global, o Fundo também reduziu a previsão do crescimento econômico em 2012 de 4% para 3,3%, com o argumento de que as perspectivas pioraram nas maiores regiões.

Além disso, o FMI também informou que a atividade econômica mundial está desacelerando e as 17 nações da zona do euro enfim devem entrar em uma pequena recessão em 2012, desde a erupção da crise.

As previsões para 2013 são boas: um avanço de 4% para a economia do Brasil e de 3,9% para a mundial.

Por Thiago Polido.


A economia brasileira, embora passe por um momento estável, não recebeu uma boa notícia. O  Fundo Monetário Internacional (FMI) reavaliou a projeção para o crescimento econômico do país e o índice caiu de 3,6% em 2011 para 3% em 2012.

A expectativa é que o cenário melhore no ano que vem, quando o crescimento esperado é de 4%.

As estimativas foram divulgadas nesta terça-feira (24/01) através da versão atualizada do Panorama Econômico Mundial, documento oficial do FMI que faz a análise da evolução econômica das nações.  

As projeções do FMI são mais pessimistas do que o mercado financeiro no Brasil. O Banco Central realizou uma pesquisa com analistas econômicos privados e segundo o resultado, a economia brasileira vai apresentar um crescimento de 3,3% em 2012 e de 4,25% em 2013.

O fato é que, se as projeções do FMI forem confirmadas, o Brasil que apresentava um futuro econômico promissor, voltará a crescer abaixo da média global. Uma decepção até mesmo para os especialistas, já que surpreendentemente registrou em 2010 um desempenho bem superior à média mundial. Nesse ano, o país atingiu o crescimento de 7,5%, enquanto a média de avanço econômico global foi de 5,2%.  

Por Larissa Mendes de Oliveira


Relatório divulgado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica haver, atualmente, crescimento da economia global, mas ressalta serem necessárias inúmeras medidas para combater problemas relacionados à questão empregatícia, bem como entraves em bancos situados nas nações desenvolvidas.

Um mote específico às economias emergentes também está descrito no World Economic Outlook (WEO), ou Perspectivas da Economia Mundial. Nos países que abrangem a concepção ‘emergente’, o FMI indica existir perigos de superaquecimento. No relatório, o fundo expressa crescimento global em 4,4%, 0,2% acima do prognosticado em outubro do ano passado. Para 2012, por outro lado, acredita num índice de 4,5%.

Ao Brasil, o FMI prevê alta de 4,5% para 2011, 0,4% superior em relação ao documento anterior. Deste modo, as projeções do Banco Central (BC) por meio do relatório Focus acabam por convergir com as do fundo. Para 2012, porém, o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) brasileiro averiguado pela entidade é de 4,1%, inalterado ante a perspectiva anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: FMI


As economias emergentes conseguem, aos poucos, maiores espaços em meio às nações desenvolvidas. A crise financeira global foi superada por vários desses países, como é o caso de Brasil, Rússia, Índia e China, tanto que as atividades econômicas nesses locais ilustram índices positivos trimestre pós-trimestre, com leve desaceleração no caso brasileiro ao final deste ano.

Devido a essa e outras questões, inclusive mais amplas, o Fundo Monetário Internacional (FMI) afirmou na última quinta-feira, 16 de dezembro, que seu conselho consagrou reformas que transferirão poder de voto mais amplo a nações emergentes, cerca de 6% das fatias de voto.

De acordo com a agência de notícias Reuters, ter poder de voto no FMI é importante por conferir aos emergentes a chance de influenciar determinações sobre como utilizar o capital do Fundo, constituído de apoios de seus membros. Em nota, o FMI afirma que no futuro os 10 integrantes com maior parcela de voto serão Japão e Estados Unidos, além dos emergentes contemplados pelo BRIC, bem como Alemanha, França, Grã-Bretanha e Itália.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As nações emergentes, preocupadas com as medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), já começaram a confabular maneiras de evitar grande fluxo especulativo de capital em algumas regiões. O Brasil, que ganhou voz por meio de Guido Mantega, ministro da Fazenda, porta-se bem atento, ao mesmo tempo em que tece severas críticas com as deliberações do norte.

Apesar de toda a expectativa estadunidense, na concepção de Caroline Atkinson, porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), os efeitos das medidas sobre o crescimento da economia dos EUA poderá ser moderado. Para ela, a iniciativa ilustra a decisão do Fed em alimentar a economia, a reativação e, singularmente, em atalhar o risco de uma deflação num período extenso ou uma redução das perspectivas inflacionárias.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 e embora tenha proferido todo esse discurso, avalia que a compra de US$ 600 bilhões em títulos da dívida do Tesouro do país gerará, sim, efeitos positivos para a economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial atravessa exatamente neste momento um ambiente de incertezas. Além de a desaceleração do crescimento funcionar como espécie de nuvem negra sobre os países, o anúncio da injeção de US$ 600 bilhões em títulos do governo a partir do Federal Reserve, o banco central norte-americano, nos Estados Unidos, só aumentou as preocupações.

Segundo Olivier Blanchard, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento global será entre 3% e 4% em 2010, prognóstico similar a ser constatado no ano que vem. Com essa declaração, de acordo com a Band Online, a entidade revisa para baixo as estimativas apregoadas há cerca de um mês.

Para detalhar de maneira mais abrangente suas expectativas, Blanchard prevê progressão nas nações desenvolvidas de 1% a 2%, enquanto nos países emergentes entre 6% e 8% (podendo estes últimos, inclusive, alçarem percentagens maiores).

Nos cálculos anteriores a entidade monetária acreditava em crescimento na casa de 4,8% para 2010 e outros 4,2% para o próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países emergentes “servem”, atualmente, como base referencial para nações desenvolvidas, não por uma simples questão de conveniência, mas porque são eles (emergentes) que, aos poucos, conseguem superar a crise financeira mundial e ao mesmo tempo crescer em vários quesitos, como é o caso do Produto Interno Bruto (PIB) e do número de empregos.

Ao endossar mais uma questão otimista, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, avaliou nas últimas horas que os líderes mundiais fizeram avanços ao discutir sobre os desequilíbrios mundiais e motes cambiais. Aproveitou seu discurso, segundo o portal R7, para endossar que as nações emergentes tenham maior poder de voz no cenário global.

Ratificando falas anteriores, Meirelles afirmou não existirem equívocos e que uma influência mais ampla da economia dos mercados emergentes no Fundo Monetário Internacional (FMI) é estritamente necessária para dar a legitimidade a necessárias melhorias do ponto de vista econômico e empregatício.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um dia de levantamentos variados (6 de outubro), porém díspares, o Fundo Monetário Internacional (FMI) contabilizou inúmeros dados que, somados, ilustraram que as economias emergentes deverão ascender quase três vezes mais rapidamente, neste ano, em comparação aos países mais ricos.

Confirmando prognósticos divulgados nos últimos meses, para o FMI a China será um motor de desenvolvimento para inúmeras economias, sobretudo aos países exportadores de commodities, como é o caso do Brasil nas culturas do milho e da soja. Mesmo assim, o cenário enfrentado pelas nações desenvolvidas não favorecem tanto assim a asiática.

Com base em dados a perderem de vista, o FMI revela em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters que a necessidade de as nações ricas finalizarem o apoio aos segmentos financeiros e iniciarem o controle dos orçamentos inflados dos governos incidirá, em 2011, sobre o crescimento dos emergentes que terão, por sua vez, de estimular a própria demanda doméstica.

Ao finalizar parte de suas análises, o Fundo retalhou o crescimento global a 2011 dos anteriores 4,3% de julho para recentes 4,2%. Para 2010 a previsão é de dilatação de 4,8%, superior à estimativa antecedente de 4,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países desenvolvidos têm enfrentado dificuldades para lidar com o atual momento econômico mundial. As nações emergentes, na contramão, mostram maior eficiência em alguns conjuntos de análise, denotando, portanto, preocupação de superaquecimento e perda de competitividade no âmbito externo.

Avaliação emitida na quarta-feira passada, 6 de outubro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o bloco latinoamericano precisa assumir mais medidas para enfrentar o aumento dos ingressos de dólar. No mesmo relatório divulgado pelo órgão, a estimativa de crescimento brasileiro voltou a subir, desta vez para 7,5%, similar ao diagnosticado por outras autoridades do Brasil.

O FMI pondera que os recentes controles de capital ostentados em muitas nações da América Latina podem ter contribuído para modificar a composição, porém não o volume dos dólares ingressantes na economia. De acordo com a agência de notícias Reuters, a possível utilização desses domínios deve ser lidado por meio de outras medidas, tais como a ininterrupção da flexibilidade cambial para desencorajar fluxos especulativos, monitoração do setor de finanças e a solidificação fiscal.

A América Latina, na visão do FMI, deverá crescer 5,7% em 2010 e outros 4% em 2011, com destaque ao Brasil e a Argentina, o segundo, que deverá também apresentar avanço de 7,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira global do biênio anterior a 2010 deverá deixar aprendizados ainda maiores se comparados os estragos feitos no último colapso de grande relevância (1929, na Bolsa de Nova Iorque). Os países desenvolvidos ainda penam para oferecer sobrevida a muitos setores e, em especial, robustez econômica e volta para índices de empregos razoáveis antes do entrave passado.

O Brasil, diferentemente de alguns países europeus e dos Estados Unidos, aproveitou bem o momento ruim para crescer; Luiz Inácio Lula da Silva, presidente tupiniquim, afirmou que o país surfou perante o colapso. Discursos particulares à parte, como o filme do Homem-Aranha bem retrata, “quanto maior o poder, maior é a responsabilidade”, parece que à nação brasileira tais palavrinhas acarretaram em novas decisões. Externas.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) decidiu incluir o Brasil numa lista composta por 25 países cuja saúde financeira terá de passar por exames profundos do órgão a cada cinco anos, com o objetivo de se preservar a estabilidade financeira pelo globo. Juntamente à nação figuram Reino Unido, Turquia, Suécia, Suíça, Rússia, México, Luxemburgo, Japão, Índia, Hong Kong, Holanda, Itália, Irlanda, França, Estados Unidos, Espanha, Coreia do Sul, China, Cingapura, Canadá, Bélgica, Áustria e Austrália.

Matéria veiculada pelo portal de notícias G1 revela que a intenção do FMI é fortalecer a fiscalização integrada das nações que fazem parte do fundo, já que, anteriormente, os exames eram realizados de maneira voluntária.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial servirá às próximas gerações como uma lição a ser tomada, retomada, vista e revista, pois um ato praticamente isolado num determinado país gerou ao resto do mundo consequências desastrosas, levando empresas a falências, desestabilização econômica e delonga, em alguns locais, para superar os principais efeitos da problemática.

Recentemente, a União Europeia enfrenta outro embate complexo, com a Grécia percussora principal em virtude de suas altas dívidas. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), avalia que a situação é séria, porém, assegura que os europeus possuem poder de reação eficaz para obter sucesso ante a crise. Segundo ele, conforme atestado por reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, o que resta, agora, é canalizar e pôr em prática aquilo que compete à zona do euro.

Entre especulações positivas e negativas, Strauss-Kahn repele alguns discursos e afirma que algumas pessoas têm imposto à Europa uma pressão exagerada; disse não temer, por exemplo, a atual taxa de câmbio, que já até atinge médias históricas, mas sim a depreciação da moeda local, o euro.

Fonte G1.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crise é a palavra da moda. Crise nos aeroportos, crise financeira mundial, crise no sistema de segurança de vários países, crise na comunidade europeia. No último caso, em específico, o mundo assiste uma série de especulações, ora contribuindo para arranque positivo nas bolsas de valores de todo o globo terrestre, ora puxando-as para baixo.

O pacote bilionário conferido à Grécia, em especial, serviu para acalmar momentaneamente os mercados europeus, apesar de existir muita oscilação, percebida pelos brasileiros de outra forma: valorização/desvalorização do dólar ante o real. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), endossou a ideia de que parcela do pacote de ajuda à União Europeia seja destinada ao incentivo de desenvolvimento.

Segundo ele, que esteve reunido nas últimas horas com Guido Mantega, ministro da Fazenda, uma das saídas para a zona do euro é a resolução dos problemas relacionados ao sistema fiscal – de forma a assegurar crescimento, mesmo a médio prazo.

Strauss-Kahn parece ponderar bastante e tomar o Brasil como exemplo, tanto que destacou as políticas econômicas adotadas no país e relatou, no início desta semana, que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva se diferenciará ante as economias mais desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


O governo brasileiro, que tem na imagem de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, seu principal trunfo, vem conferindo à imprensa nacional e estrangeira informações sobre o crescimento do Brasil, principalmente no que se refere ao Produto Interno Bruto (PIB) e o famigerado desenvolvimento sustentável.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou que embora os Estados Unidos e a Europa sejam o foco da economia mundial, o Brasil é a nação que melhor obterá índices positivos nos próximos anos. Segundo ele, os emergentes estão em ascensão.

Por outro lado, Strauss-Kahn adverte que a demasiada entrada de capitais pode acarretar problemas ao país. O economista admite, em contrapartida, que a medida de taxar o ingresso de fundos adotada pela nação é uma fuga a se avaliar positivamente.

Em reportagem divulgada pelo portal de economia Terra, Strauss-Kahn relata, por fim, que a economia global, como um todo, se comportou bem após a crise do biênio 2008-2009, inclusive com investidores aplicando seu capital nos emergentes, entre eles o Brasil.

Confira mais informações aqui.


O Brasil continua como um dos grandes destaques no cenário internacional, embora a crise europeia estampe, 24 horas diárias, as manchetes dos principais jornais do mundo. O Fundo Monetário Internacional (FMI) revelou em 18 de maio, terça-feira, que o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB), atualmente em 5,5%, poderá ser revisto, para mais.

Murilo Portugal, vice-diretor-gerente do Fundo, indica possibilidades de a nação brasileira conquistar um índice ainda maior, percentual que ultrapassará com amplitude as estimativas à economia mundial, que é de 4,2% para 2010. Segundo ele, que teve voz emitida pelo portal de notícias G1, números iniciais em relação ao segundo trimestre assinalam o cumprimento da previsão.

Portugal avalia existir uma discrepância entre o desenvolvimento administrado pelos países desenvolvidos, atualmente fracos, e os emergentes, que têm obtido números expressivos, tidos como norteadores para investimentos.

Para o Brasil, Murilo assinala que a nação deve aumentar seus investimentos na finalidade de manter seu crescimento sustentado, bem como gerar de reformas estruturais, mesma dica dada por várias autoridades e veículos de comunicação estrangeiros nas últimas semanas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


A Europa tem enfrentado um ambiente turbulento devido aos problemas econômicos e financeiros procedentes da Grécia, pois esses têm causado, por exemplo, instabilidade no mercado, em bolsas de valores do mundo e incerteza entre especialistas e investidores de vários locais do planeta.

A Espanha anunciou nas primeiras horas de 12 de maio, quarta-feira, medidas na finalidade de se resguardar dos entraves, dentre elas a redução de 5% da remuneração aos funcionários públicos e seu congelamento para o ano que vem, bem como a interrupção da revalorização de pensões em 2010.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que as medidas divulgadas pelo governo espanhol por meio de José Luis Rodríguez Zapatero, presidente do país, são interessantes e positivas para alentar a confiança dos mercados internacionais.

Segundo o portal de notícias UOL, a iniciativa integra um pacote de equilíbrio financeiro gerado pelos ministros da União Europeia para amparar as nações mais frágeis da zona do euro e solidificar o sistema financeiro do continente.

Leia mais informações diretamente no UOL.

Por: Luiz Felipe Erdei


A América Latina é um dos continentes que a imprensa internacional mais tem focado previsões otimistas em relação a crescimento e perspectivas futuras na esfera econômica. Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) julga que o bloco latino-americano e o Caribe se recuperaram da crise mais rapidamente do que se podia imaginar, tanto que a região pode finalizar o ano com desenvolvimento de 4%. Entretanto, avalia a entidade, entre um país e outro há contrastes substanciais.

Entre os principais fatores mencionados pelo instituto em relação ao crescimento estão a melhoria das condições financeiras externas à América Latina e o consumo privado de sua população. Segundo o FMI, as características vigentes na região poderão ajudar os países exportadores que traçam comércio no local a obterem ganhos robustos.

Segundo o portal dinheiro do Folha UOL, apesar das nações desenvolvidas apresentarem fragilidade econômica e serem dependentes de incentivos, acabam por estimular os preços de comercialização das matérias-primas, que tendem a beneficiar o continente Latino-Americano.

Leia mais dados sobre o tema e informações de políticas macroeconômicas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O jornal de origem britânica Financial Times avalia que o Fundo Monetário Internacional (FMI) passou a desafiar sua costumeira ortodoxia ao sugerir mudanças em alguns pontos-chave que defendia, veementemente, antes da crise financeira global.

De acordo com o Portal Radar Econômico do Estadão, entre as propostas mencionadas pelo FMI está o aumento das metas inflacionárias que a entidade apóia para os países, de aproximadamente 2% anuais para 4%, para que a política monetária possa se contrapor melhor à crise mundial.

Além da proposta acima citada, há outra destinada a famílias pobres. O Estadão indica que essa casta social receberá pagamentos fixos quando a taxa de desemprego nas nações alcançarem patamares elevadíssimos.

Um dos principais pontos abordados pelo FMI é a criação de diversas ferramentas regulatórias aos Bancos Centrais de todo o planeta para que estes consigam melhorar os rumos da economia.

Leia mais sobre o assunto em http://blogs.estadao.com.br.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novamente, a crise financeira mundial vem à tona. Desta vez, a menção a ela foi feita por Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Segundo ele, as lideranças de cada país precisam priorizar a criação de empregos para reduzir o número de pessoas sem trabalho e, consequentemente, a fome.

Sob outro prisma, é perceptível avaliar que Strauss-Kahn almeja melhorar a economia em todo o globo para que uma nova crise não aconteça. O Haiti, que comporta atualmente uma população que quase em sua totalidade não tem onde trabalhar e muito menos o que comer é de grande exemplo, porém, lá funciona diferente, pois o recente desastre (terremoto) é natural, mas com problemas históricos de longa data.

Portanto, segundo reportagem veiculada pelo Yahoo! Notícias com base na agência AFP, o FMI tem por prioridade a melhoria nos índices de emprego e desemprego, independentemente se as medidas a serem adotadas ou as que já estão em curso sejam de curto, médio e longo prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Fórum Econômico Mundial, ocorrido em Davos, na Suíça, levantou questões abrangentes a um variado número de nações pelo mundo. Um dos assuntos comentados foi o Fundo Verde, proposto, então, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI), que estima levantar um montante de até US$ 100 bilhões.

Dominique Strauss-Kahn, gerente do FMI, revela que esse fundo tem por finalidade financiar trabalhos que envolvam baixa emissão de carbono. Em poucas semanas, segundo ele, a proposta final será acordada.

De acordo com a Agência Estado, a autoridade internacional afirma que os países em desenvolvimento não possuem recursos para o financiamento de medidas necessárias para o tratamento da questão climáticas, ao mesmo tempo em que os já desenvolvidos passam por um momento de grande dívida pública, contraídas, pois, durante a crise econômica global.

Com base nisso, o Fundo Verde possibilitaria o avanço de um modelo de crescimento econômico com baixas emissões de carbono enquanto as nações se recuperam de seus problemas financeiros.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Fundo Monetário Internacional (FMI) é um dos maiores referenciais mundiais quando o assunto é economia. Recentemente, o órgão avaliou que o momento econômico brasileiro apresentará, ainda durante este ano, um crescimento de 4,7%, o que contribuirá para a América Latina ter desenvolvimento nos 12 meses de 2010 melhor do que se esperava.

Segundo a Reuters, a recuperação econômica mundial é mais forte do que anteriormente fora previsto, pois os países emergentes saíram-se bem a partir de seus estímulos, e farão, inclusive, que o PIB global ascenda 3,9%.

Os Estados Unidos, por outro lado, crescerão abaixo do percentual brasileiro, em 2,7% de acordo com o FMI. A zona do euro, por sua vez, terá um desenvolvimento ainda mais tímido, algo em torno de 1% para 2010 e 1,6% para 2011.

A Agência EFE, que teve reportagem veiculada pelo portal de Economia UOL, resume que a retomada das nações ricas é mais frágil, enquanto que dos emergentes é robusta, sobretudo por conta do dinamismo presente na demanda interna de cada nação.

Leia a reportagem ilustrada pelo Portal UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Fortalecido principalmente pela crise, o Fundo Monetário Internacional (FMI) começou a se reinventar, exatamente após 65 anos de sua criação. Os intentos iniciais cerceiam a conversão do fundo em uma espécie de banco central, além de ter de cumprir uma nova função, que é a de supervisionar inúmeros mercados financeiros.

Como um banco central, terá a possibilidade de administrar um caixa comum de reservas, bem como livrar as nações integrantes do FMI da acumulação de grandes volumes de dólares e outras moedas igualmente importantes.

O conceito de constituir essas reservas, segundo Dominique Strauss-Kahn, diretor gerente do Fundo Monetário Internacional, denota um passo considerável de mecanismos de financiamento testados com sucesso durante a crise. Entre eles existe a nova linha de financiamento flexível ao México, Colômbia e Polônia, até acordos de acesso amplo e preventivo, estes, consolidados com economias em desenvolvimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou que a reunião anual na Turquia, acontecida há pouco, assinalou novas configurações ao órgão. Para ele, o fundo terá por função indispensável a correção dos desequilíbrios pelo planeta ao operar como acumulador de reservas das nações.

As novas medidas se baseiam, principalmente, nas crises ocorridas no continente asiático na década de 1990. Na ocasião, muitos países compreenderam que era necessário manter níveis elevados de reservas a fim de evitar desordens.

Com isso, as deliberações adotadas na última reunião do grupo das 20 maiores economias mundiais (G-20) permitiram ao Fundo Monetário Internacional novas delegações, bem como serviram de estímulo em relação à sua legitimidade, ao outorgar maior participação no órgão a economias emergentes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com base nas últimas notícias veiculadas pela imprensa mundial, parece que o Brasil foi um dos primeiros países a dar sinais de recuperação diante da crise financeira. O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou, diante disso, suas projeções de crescimento para a América Latina.

Para o órgão, esse bloco continental terá o Brasil como seu líder e será estimulado, pois, a partir de medidas governamentais perfilhadas no momento certo. Em seu relatório de Perspectivas Econômicas Mundiais, o FMI ressalta existir indícios apontando que a recuperação teve princípio no segundo trimestre deste ano, mas que deve adotar ritmo atenuado no segundo semestre de 2009.

O Fundo Monetário Internacional, por meio de suas estimativas, crê que a economia no grupo latino-americano apresente retração de 2,5% em 2009 e dilatação de 2,9% no próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Para o governo alemão, o encontro do G-20 – grupo dos 20 países industrializados e em desenvolvimento – acontecido nesta semana deveria ter tido como meta realizar debates em favor de regras para o mercado financeiro, e não como aconteceu, com debates em torno de um novo sistema de direção global.

Entretanto, para Gordon Brown, primeiro-ministro britânico, tal pleito é pensado para um longuíssimo prazo, e afirmou que a reunião do G-20 teve a regulação do mercado de finanças como tópico central. Na verdade, a Alemanha não almeja que esse seja o foco.

Segundo Christine Lagarde, ministra de Finanças da França, as nações emergentes não estão tão preocupadas com assuntos em torno de uma regulamentação financeira, mas enfocados em reformas no Fundo Monetário Internacional (FMI). É difícil pensar quem está certo e errado nesta história, isto é, se houver essa condição. É importante a utilização desses encontros para o bem-estar de todos os envolvidos, e não na evolução de opiniões contraditórias.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O Fundo Monetário Internacional (FMI) teve seus conselhos seguidos pelos Estados Unidos, Europa e China. A recomendação para que estes três citados modifiquem suas políticas econômicas surtiu efeito, pois segundo o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, o frágil sistema financeiro global precisa ser retificado.

Trichet, na mesma ocasião em que anunciou tal diretriz, aproveitou para cortejar o acordo feito pelos países integrantes do G-20 em relação a uma reforma financeira, visto que muitas nações começaram a dar sinais de melhoras no plano econômico.

Entretanto, Jean-Claude não tem certeza se EUA, China e Europa estão prontos para modificar suas economias. Talvez, por assim dizer, esse trio econômico possua certo receio no ato de alterar seus esquemas financeiros, possivelmente porque podem dar vazão a novos e promissores emergentes.

De qualquer maneira, a nação de Obama quer uma nova e ampla estrutura econômica. Disso, podemos nos perguntar: provocarão os estadunidenses, no futuro, uma nova crise, ou querem se beneficiar desta?

Por Luiz Felipe T. Erdei




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