A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) divulgou nesta última semana que as agências de comunicação devem obter um faturamento de 2,34 bilhões de reais os quais representam um aumento de 17% no faturamento durante o ano de 2012.

Apesar do aumento expressivo, o crescimento do setor ficou abaixo dos 25% esperados no início do ano por fatores como a crise mundial, eleições municipais e outros.

Apesar disso, analistas do setor afirmam que é preciso comemorar este importante aumento nos rendimentos das agências de comunicação em virtude do complexo momento econômico pelo qual o Brasil e o mundo estão passando.

Por Ana Camila Neves Morais


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Unisys Brasil (empresa especializada no ramo de tecnologia da informação), divulgou suas demonstrações contábeis.

A empresa controla as unidades Unisys Informática, Unisys Tecnologia e Datamec presentes no Brasil.

Segundo informações apresentadas, a empresa teve uma receita no ano de 2011 no valor de R$504,6 milhões – com queda de 6% -, seus custos com serviços e produtos ficaram 9% menores permitindo, assim, uma margem bruta de 38% e um lucro 2% maior no valor total de R$66,6 milhões.

Outras informações relevantes publicadas foi o seu lucro operacional 35% maior com R$87,1 milhões e um superávit em dezembro de 2011 no valor de R$79,8 milhões.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica que atinge a Europa está fazendo mais uma vítima: a imprensa alemã.

A grave situação do país está causando demissões e fechamentos de jornais conceituados da Alemanha.

O primeiro veículo de comunicação a parar suas atividades será o Financial Times Deutschland que irá circular pela última vez no dia 07 de dezembro de 2012 e o próximo da lista deve ser o Frankfurt Rundschau que dá sinais de incapacidade financeira.

Com esses fechamentos devem ser demitidas cerca de 560 pessoas, mas o estrago para a imprensa alemã não deve terminar por aí, pois outros jornais do país vivem demissões em massa numa crise sem precedentes.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Diversos indicadores financeiros anunciaram os seus fechamentos com o final do mês de novembro.

Dentre os resultados estão o da Nasdaq que recuou 0,06% com 3,010,24 pontos, a bolsa de valores de Nova York que fechou com alta e de certa forma estável.

Já o Standard & Poor´s 500 teve crescimento de 0,02% com 1.414,06 pontos e o Dow Jones Industrial Average fechou o mês com alta de 0,02% e um total de 13.025,04 pontos.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


Uma parceria importante foi desfeita nesta última semana, pois a empresa Tokyo Electron divulgou nota no dia 31 de novembro de 2012 informando que irá dissolver a joint venture feita com a Sharp.

Esta parceria foi firmada no ano de 2008 para a produção de equipamentos que funcionam à base de energia solar, mas a pouca demanda por estes produtos fez a Tokyo Electron desistir do negócio.

Com isso, a Sharp terá no mercado japonês um prejuízo aproximado de mais de 5 milhões de dólares com a necessidade de realizar cortes de custos para recuperar este valor perdido.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


De acordo com um estudo feito pela Associação Brasileira de Supermercados (Abras), o faturamento das empresas do setor fechou o ano passado em R$ 224,3 bilhões. No mesmo período, o lucro líquido teve média de 1,7% sobre o faturamento. Já o número de supermercados em todo o país alcançou 82 mil unidades, crescimento de 1% em relação a 2010.

Avaliando-se o critério de concentração de mercado, as três maiores redes supermercadistas totalizam 47% do faturamento total do segmento. Este índice foi sete pontos percentuais mais alto do que o registrado no ano imediatamente anterior. Por outro lado, se verificar somente os dados dos varejistas do segmento de autosserviço, as três maiores redes do setor somaram 22,2% do total, registrando retração de 3,6% se comparado a 2010.

Apesar dos resultados positivos, as perdas do setor chegaram a 1,9%.

Os consumidores continuam comprando mais em dinheiro, totalizando 36,8% do faturamento. Os cartões de crédito chegaram a 33,7% do total e o de débito somou 16,9%.

Além disso, excluindo-se as três maiores redes supermercadistas, o montante de investimentos no setor fechou o ano em R$ 2,4 bilhões.

Fonte: Abras

Por Matheus Camargo


As micro e pequenas empresas situadas no Estado de São Paulo tiveram alta de 8,2% em seu faturamento no mês de fevereiro quando comparado ao mesmo período do ano passado. Esse percentual representa uma ampliação de R$ 2,1 bilhões em suas receitas. Os dados foram divulgados pelo Sebrae – Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas.

De acordo com a pesquisa do Sebrae, os setores que mais se destacaram foram os da indústria, com alta de 1,9%, do comércio, com 13,5% e de serviços, com 3,4%. O bom resultado apresentado pelo comércio foi influenciado pelo aumento do salário mínimo que teve reajuste de 14% no final do mês de janeiro.

O estudo também fez uma comparação entre os meses de janeiro e fevereiro deste ano, e nesse caso o resultado foi de – 3,5% no faturamento. Para o consultor do Sebrae, Pedro Gonçalves, essa queda é normal e é um efeito do calendário brasileiro, já que fevereiro teve três dias úteis a menos que o mês anterior, devido ao carnaval.

Com relação ao primeiro bimestre do ano, as empresas paulistas fecharam o período com aumento de 8,5% quando comparado ao primeiro bimestre de 2011.

Por Joyce Silva


A Editora Abril divulgou os números referentes ao seu faturamento no ano de 2011.Dde acordo com os dados fornecidos pela empresa, a instituição apresentou lucro de mais de R$ 2 bilhões, o que representa um crescimento de 9,5% quando comparado ao ano anterior.

Algumas das publicações desenvolvidas pela editora apresentaram aumento na circulação, como por exemplo, as revistas Alfa, Máxima e Contigo que tiveram aumento de 39,9%, 13,7% e 7,8%, respectivamente.

Com relação à receita vinda de anúncios publicitários o aumento foi de 4,6% quando comparado a 2010. Um dos grandes investimentos da editora foi com relação às mídias digitais, nesse setor o crescimento apresentado foi de 56,9%, sendo que 23 revistas passaram também a ser disponibilizadas em versões online para tablets, foi o caso da Gloss, Superinteressante e Claudia.

Vale lembrar que a Editora Abril é uma das mais importantes do país, sendo que desde a sua fundação passou por diversas reestruturações, algumas publicações foram deixadas de lado e outras foram criadas.

Atualmente um dos maiores investimentos da empresa é com relação aos meios digitais, seguindo assim uma tendência mundial. 

Por Joyce Silva

Fonte: Portal Comunique-se


O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), divulgou uma pesquisa que apresentou crescimento no faturamento das micro e pequenas empresas na cidade de São Paulo. De acordo com a instituição, o mês de janeiro fechou com um faturamento de R$ 28,3 bilhões, o que representa um aumento de 8,8% quando comparado ao mês anterior.

Os que mais contribuíram para esse resultado foram os setores de comércio e serviço, que apresentaram crescimento de 11,5% e 11,2%, respectivamente. Já a indústria, de acordo com o estudo, teve baixo desempenho e fechou o mês com uma queda de 3,2%. De acordo com o Sebrae, esse baixo desempenho da indústria é resultado do aumento da taxa Selic que aconteceu em 2011 e também pela entrada de produtos importados no Brasil.

Porém a previsão é que a Indústria do país volte a apresentar bons resultados nos próximos meses devido às diversas medidas tomadas em meses anteriores, como a redução nos juros básicos. Essa resolução foi estabelecida em duas reuniões realizadas pelo Comitê de Política Monetária no ano passado.

Já ao comparar o mês de janeiro desse ano com o mês de dezembro do ano passado, o faturamento apresentou queda de 12,6%. Para o Sebrae esse número já era esperado devido às compras de natal feitas no mês de dezembro.

Por Joyce Silva


O sonho de negócio próprio é tanto quanto ou até mais alto que o anseio por um imóvel próprio. Uma das possibilidades para realizar o primeiro desejo citado é se valer de franquias, setor que em 2010 observou crescimento expressivo de 20% em seu faturamento ante 2009.

Essa tendência corresponde à inauguração de grandes shoppings e outros estabelecimentos por todo o país, acompanhando, deste modo, o crescimento da economia brasileira.

Para Ricardo Camargo, diretor-executivo da Associação Brasileira de Franquias (ABF), o setor deve registrar faturamento de R$ 75 bilhões em 2011, R$ 12 bilhões a mais em relação a 2009.

Dados da ABF assinalam que o número de franquias também cresceu entre 2009 e 2010, de 80 mil estabelecidas para 90 mil. Ao todo, revela a associação, são aproximadamente 1,6 mil redes pelo Brasil, com destaque no último triênio aos segmentos de acessórios pessoais, roupas, turismo, sapatos, serviços e alimentação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia brasileira tem propiciado investimentos oriundos de empresas situadas em outras nações, que miram o mercado interno como fonte motivadora para tal – além, é claro, da desvalorização do dólar diante do real. As companhias brasileiras não ficam atrás, como é o caso da Tigre, fabricante de tubos e conexões em PVC.

De acordo com Evaldo Dreher, presidente da Tigre, a companhia pretende investir R$ 250 milhões em 2011 para diversos fins, entre os quais expansão para além das fronteiras tupiniquins por meio de fusões, aquisições e introdução de novas unidades, dentro e fora do país.

Somente em 2010, a empresa investiu R$ 200 milhões em inúmeros projetos, como é o caso da compra da Isariego, do Equador, e da expansão de sua capacidade de produção em 25%. Entretanto, assoalha Dreher, o ingresso no mercado mexicano, um dos mais amplos de toda a América Latina, ainda não está acertado.

Para finalizar seu discurso, Dreher ratificou o crescimento de 17% na comercialização de produtos da Tigre em 2010, propiciando, pois, faturamento de R$ 2,7 bilhões no ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Cálculos levantados pela Associação Brasileira da Indústria Química (Abiquim) apontam que o faturamento líquido da indústria química do país deve terminar 2010 com a soma de US$ 130,2 bilhões, aumento de 29% em comparação ao ano passado, ocasião na qual fora escriturado US$ 100,9 bilhões.

Quase 50% do faturamento total se refere ao setor de produtos químicos de utilização industrial, mais exatamente US$ 63,8 bilhões, incremento de 38% em comparação a 2009. No comboio dessa esfera, de acordo com o portal de notícias G1, figuram produtos farmacêuticos, com faturamento de US$ 19,9 bilhões.

A associação indica que a balança comercial tupiniquim de produtos químicos deve encerrar 2010 com déficit (saldo negativo) aproximado de US$ 20,6 bilhões, acima do abiscoitado em 2009, de US$ 15,7 bilhões. As importações, alvo de reclamação de vários segmentos, poderão compor montante de US$ 33,7 bilhões e as exportações, diferentemente, US$ 13,1 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas nesta quinta-feira, 4 de novembro, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) assinalaram que pelo segundo mês consecutivo o uso da capacidade instalada na indústria brasileira arrefeceu. Em setembro, de acordo com o portal de Economia Terra, o índice abarcou 81,9%, ante 82,2% constatado em agosto.

Apesar dessa queda, o faturamento real do segmento cresceu 1,9% entre um mês e outro, saltando exatos 10% no confronto anual. Segundo a Band Online, no acumulado anual até setembro houve avanço de 11,3% em comparação ao período análogo do ano passado.

O número de vagas criadas entre janeiro e setembro deste ano sofreu alta de 5,3% em relação aos mesmos meses de 2009. Segundo Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da CNI, o resultado pode ser examinado como uma perspectiva de prosseguimento do crescimento para os próximos meses.

Aliás, entre julho e setembro a indústria operou com 76% de sua capacidade, percentagem 1% abaixo da constatada entre abril e junho, porém 2% acima do diagnosticado no período similar de 2008.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Presente na vida de muitos brasileiros – e brasileiras, para criar um caso singular de referência –, o setor estético pouco foi afetado pelo colapso financeiro do biênio 2008 e 2009. De acordo com Lucy Onodera, diretora da rede de clínicas especializada em estética, a crise não embaraçou o crescimento de 25% no faturamento da empresa no ano passado.

Lucy aguarda para este ano aumento de 30% no faturamento. Em sua opinião, o público feminino não deixa de recorrer aos tratamentos estéticos, tanto que cada uma das clientes emprega, em média, R$ 1,3 mil em tratamentos de combate à gordura localizada, celulite e estrias.

A atuação da franquia, composta por 523 unidades, gera grande desafio para a empresária, principalmente porque se tem de manter o mesmo padrão dos tratamentos em toda a rede. Algumas das medidas adotadas para o sucesso são treinamentos virtuais e presenciais de seus funcionários.

Para conferir mais disposição ante a concorrência, Lucy confessa, de acordo com o Estadão, existir investimentos por meio de um centro de tecnologia e pesquisa, onde são realizados testes sobre os tratamentos dispostos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A confiança e o otimismo da população e dos empresários são considerados reflexos do atual ambiente econômico do país. Emprego em abundância, dizem fontes oficiais, acesso facilitado ao crédito e maior poder aquisitivo compõem uma das tríades mais mensuradas nas últimas semanas.

Mônica Bergamo, colunista da BandNews FM, acredita que neste ano o varejo terá um dos melhores resultados em toda sua história. Buscando anteceder informações a serem veiculadas pela Federação do Comércio de Bens, Serviços  e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) possivelmente neste semana, assinala que o faturamento do comércio extrapolou a barreira de R$ 8 bilhões em agosto passado. Se confirmado, incremento de 6% em comparação ao mês igual de 2009.

O lucro entre janeiro e agosto de 2010, revela a Band Online, poderá ultrapassar o índice de 6% em confronto aos oito meses iniciais do ano passado. Por enquanto, faz-se necessário aguardar dados oficiais. A tendência converge para essa previsão, uma vez que o resultado, além de outros fatores, poderá ter ajuda das férias escolares no caso de pagamentos parcelados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O empresariado e os consumidores brasileiros procuram expandir, respectivamente, tanto suas áreas de atuação como suas compras. O cenário do país reflete os atuais números e as projeções futuras, proferidas inclusive ao número empregatício.

Boas prerrogativas também se estendem a outras áreas, como é o caso do varejo, que deve apresentar expansão em seu faturamento real de 7,4% em setembro em comparação ao nono mês do ano passado – com desconto inflacionário. De acordo com o Índice Antecedente de Vendas (IAV) enunciado pelo Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV), um motivador é o aquecimento do mercado de trabalho, algo que incide na ampliação da renda do brasileiro.

O IDV acredita que no acumulado anual entre janeiro e setembro em confronto aos nove meses iniciais do ano passado o faturamento real das vendas deverá abalizar expansão de 6,7% puxada pelo setor de bens duráveis, o mais otimista para com o futuro, pois prevê avanço médio mensal de 13% entre o mês em questão (setembro) e novembro.

O IDV tem por base, de acordo com o Estadão, as previsões das mais de três dezenas de varejistas sondadas (Riachuelo, Livraria Cultura, Lojas Renner entre outras), que por sua vez acreditam na continuidade de crescimento oriundo de produtos de telefonia, imóveis, materiais de construção, informática e eletrodomésticos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com documento da Associação Brasileira da Indústria Elétrica e Eletrônica (Abinee) divulgado nesta quinta-feira, 05 de agosto de 2010, há uma expectativa de que o setor de eletroeletrônicos no país tenha um faturamento de R$ 125,643 bilhões neste ano de 2010. Este valor é maior do que o faturado no ano de 2009, onde foram contabilizados R$ 111,839 bilhões.

A maior área responsável pelos resultados positivos continua sendo a de informática, que deverá crescer de R$35,27 bilhões no ano de 2009 para R$40,4 bilhões em 2010. A informática e as áreas de equipamentos industriais e utilidades domésticas, foram responsáveis por um crescimento de 15% no faturamento.

De acordo com a Abinee há uma meta de que o setor de eletroeletrônicos passe de um faturamento de 5% para 7% do PIB até o ano de 2020.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Band, Abril


A cultura empírica afirma que São Paulo é o centro financeiro e comercial do Brasil, devido às grandes empresas instaladas no estado, bem como o poder aquisitivo geral da região. Há oportunidades para todo mundo, dizem alguns, mas a realidade não é bem essa.

Ideias à parte, um levantamento conferido pelo Sebrae-SP indica que as micro e pequenas empresas situadas dentro de São Paulo concluíram os primeiros meses de 2010 com crescimento em seus faturamentos de 10,2% em relação ao período igual de 2009. Em março, por exemplo, a ascensão foi superior em mais de 11% se comparada ao mesmo mês do ano passado.

De acordo com a entidade, conforme relata o portal de notícias G1, o setor de maior destaque foi o industrial, com desenvolvimento superior a 24%, seguido pelo segmento de serviços, com 14%, e à frente do comércio, que obteve crescimento de 5%.

O Sebrea assinala que somente em São Paulo mais de 1,3 milhão de micro e pequenas empresas atuam, respondendo por 67% dos postos de trabalho no âmbito privado e 28% da receita bruta do setor com registro em carteira de trabalho.

Fonte: G1

Por: Luiz Felipe Erdei


O Grupo Pão de Açúcar (ações são negociadas sob o ticker PCAR5) divulgaram neste início de mês resultados operacionais e financeiros referentes ao quarto trimestre de 2009 e também ao acumulado do ano.

O lucro no período de outubro a dezembro de 2009 cresceu 47,9% se comparado ao mesmo período do ano de 2009, atingindo a marca de R$161 milhões. Se considerarmos a aquisição da rede Ponto Frio pelo grupo Pão de Açúcar, os números são mais altos ainda e atingem R$193,9 milhões.

O Grupo espera a aprovação da compra das Casas Bahia pelo CADE, Conselho Administrativo de Defesa Econômica. A compra foi anunciada em dezembro de 2009 e em junho do mesmo ano o grupo passou a ter controle da Globez Utilidades, dona do Ponto Frio.

Se a compra for aprovada, o Grupo Pão de Açúcar vai se tornar o líder do varejo no país, ficando à frente da multinacional francesa Carrefour.

Fonte: web.infomoney.com.br

Por Cris Keller


A Serasa Experian, entidade especializada em análise de crédito, afirmou, por meio de dados, que apesar dos esforços do governo para diminuir os efeitos da crise no Brasil, o faturamento das empresas nacionais apresentou uma queda de 6,3% nos primeiros seis meses deste ano em relação ao mesmo período do ano passado, já com desconto inflacionário.

Segundo os técnicos da Serasa, os indicadores ilustram que o comércio foi o único setor a apresentar um real desenvolvimento no faturamento, com 2,7%. Os bens de consumo não duráveis, em particular os alimentos, puxaram esse desempenho, pois são mais independentes do crédito.

O segmento de serviços descreveu um retrocesso de 4,1% em seu faturamento também no primeiro semestre deste ano, e o setor de energia elétrica denotou uma contração de 7,6%. Ainda de acordo com a Serasa, devido ao agravamento da crise em nosso território, o arrefecimento da produção industrial acarretou na queda do consumo de energia elétrica, o que prejudicou o comportamento das prestadoras de serviços.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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