O Brasil importou US$ 1,779 bilhão a mais do que exportou nas três primeiras semanas de fevereiro. O número foi divulgado nesta segunda-feira (23) pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC).

Segundo dados do Ministério, nas segunda e terceira semanas do mês o país comprou US$ 1,754 bilhão a mais do que vendeu para o exterior. Por causa do período de Carnaval, a estatística da segunda semana de fevereiro ainda não havia sido divulgada. Com o desempenho nas últimas duas semanas, a balança comercial acumula déficit de US$ 4,953 bilhões.  

A balança comercial resulta da agregação da balança de bens e de serviços, ambas componentes da balança corrente. Assim, a balança comercial registra as importações e as exportações de bens e serviços entre países. Em resumo, a balança comercial é a diferença entre as exportações e importações de um país.  

Apesar do resultado ruim, o saldo é 26,7% menor que o resultado negativo de US$ 6,755 bilhões registrados em 2014 até a terceira semana de fevereiro. Isso se deve ao fato das importações estarem caindo mais que as exportações no país. No acumulado do ano, as importações totalizam US$ 27,665 bilhões, com queda de 10,1% pela média diária. Já as exportações somam US$ 22,712 milhões, uma retração de 8,1% também pela média diária.  

A queda no número das exportações afeta todas as categorias de mercadorias. Os produtos básicos acumulam retração de 19,4% em fevereiro na comparação com o mesmo mês do ano passado. Soja em grão, minério de ferro e carne bovina e suína tiveram queda nas exportações.

Em relação às vendas de semimanufaturados o recuo foi de 1,3% principalmente por causa do açúcar bruto, ferro e de aço e ferro-liga. As exportações de manufaturas caíram 8,1% tendo destaque neste número os polímeros plásticos, motores e geradores, além das máquinas de terraplanagem.  

No que diz respeito às importações, as maiores reduções nas três primeiras semanas do mês em relação a fevereiro do ano passado ocorrem com produtos farmacêuticos (-24,8%), borracha para obras (-18,4%), veículos automóveis e partes (-16,9%) e instrumentos de ótica e precisão (-16,6%).

Por William Nascimento

Balan?a Comercial


A Fiesp (Federação das Indústrias do Estado de São Paulo) apresentou os dados de um estudo interessante sobre os países do mundo.

A análise do órgão do setor industrial avaliou o Índice de Competitividade da Fiesp em aproximadamente 43 países em oito setores considerados determinantes para uma boa competitividade nacional.

Segundo os dados deste estudo, o Brasil está na 37ª colocação com 22,5 pontos, sendo o primeiro lugar dos Estados Unidos com 91,8 pontos enquanto a Alemanha possui o 13º lugar com 66,4 pontos e a China fica na 22ª colocação.

Nesta classificação, portanto, o Brasil se enquadra nos países com baixa competitividade ficando depois de países como Tailândia e México.

Apesar disso, o Índice de Competitividade do Brasil avançou no período entre 2000 e 2011 com um aumento de 5,1 pontos de acordo com a Fiesp.

De acordo com analistas da área esta situação do Brasil se deve principalmente à desigualdade na relação entre exportação e importação já que país ainda compra muito do exterior e, em contrapartida, envia uma quantidade pequena de produtos para outros países.

Além disso, esta pesquisa demonstrou uma queda progressiva da participação industrial no PIB brasileiro nos últimos 30 anos que pode chegar a apenas 9,3% no ano de 2029.

Por Ana Camila Neves Morais


O CeCafé (Conselho de Exportadores de Café do Brasil) informou que as exportações do produto no mês de novembro tiveram uma queda de 8% com relação ao mesmo período de 2012 em um total de 2,79 milhões de sacas sendo enviadas para fora do país.

Este total de exportações teve um faturamento geral de 583,5 milhões de dólares que foi, também, cerca de 31,1% menor do que o ano anterior.

Esta retração no mercado externo do café brasileiro se deve, principalmente às dificuldades ocasionadas pelas chuvas durante o ano no Brasil que levou a um processo de desvalorização do grão que precisará ser revertido para o ano de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o balanço das exportações do Brasil referente ao período de 16 a 22 de abril.

De acordo com a instituição, o volume de exportações no país fechou a semana com um valor de US$ 5,084 bilhões. Com esse resultado, a média diária das transações foi de US$ 1,017 bilhão nesse período, o que representa um aumento de mais de 11% quando comparado à semana anterior. Já as importações fecharam o período com um volume de US$ 4,981 bilhões, um aumento de 5,4%.

Esse resultado contribuiu para que o superávit do Brasil atingisse o patamar de US$ 103 milhões. Vale lembrar que para esse cálculo são levados em consideração as compras e vendas externas realizadas pelo mercado brasileiro.

Mesmo com esse bom resultado, a balança comercial permanece com um saldo negativo de US$ 117 milhões. Segundo o Ministério, esse fraco desempenho foi influenciado pelos embarques externos realizados nas primeiras semanas do mês. Os melhores resultados foram apresentados nos produtos básicos e semimanufaturados.

Ao levar em consideração o acumulado para o mês de abril, as importações somaram até o momento US$ 13,487 bilhões e as exportações somaram US$ 13,310 bilhões.

Por Joyce Silva


A balança comercial brasileira registrou saldo positivo nos primeiros dias úteis do mês de março. Ao todo, as exportações brasileiras contabilizaram um valor superior a US$ 6 bilhões, o que representa um aumento médio de 1,4% quando comparado ao mesmo período de 2011.

Três grupos de produtos apresentaram bons resultados nas vendas, sendo que o grupo referente aos produtos básicos foi o mais importante, ele sozinho obteve um aumento de 5,7%. O algodão foi o produto que mais se destacou nesse segmento, acompanhado do petróleo, fumo, carne de frango, carne de porco, além do minério de ferro.

Mesmo com esses números, quando comparado ao mês de fevereiro, houve uma ligeira queda de 1,9%, devido ao baixo resultado dos produtos semimanufaturados e manufaturados. De acordo com a pesquisa, a baixa foi de 12,8% para os produtos semimanufaturados e de 12,5% para os produtos manufaturados.

Entre os produtos que tiveram um aumento no valor médio das compras estão: adubos e fertilizantes, instrumentos farmacêuticos e de ótica, produtos químicos (orgânicos e inorgânicos), borracha e equipamentos mecânicos.

Por Joyce Silva


A Firjan (Federação das Indústrias do Estado do Rio de Janeiro) divulgou o seu boletim Rio Exporta referente ao ano passado. De acordo com o estudo, as exportações do Estado do Rio de Janeiro tiveram um aumento de 47% se comparado ao ano anterior, as transações movimentaram mais de US$ 20 bilhões, um recorde. Com relação às importações, houve um aumento de 14%, o que também foi um recorde.

Em declaração, Guilherme Mercês, gerente de Estudos da Firjan, afirmou que um dos principais influenciadores desse resultado foi a atual posição do Estado no cenário internacional. Para ele, 2011 foi um ano que marcou o crescimento de diversos países, o que fez com que o Brasil, em especial o Rio de Janeiro, aproveitasse mais as oportunidades desse mercado. 

Outro ponto a favor do Rio de Janeiro foi a entrada da Companhia Siderúrgica do Atlântico no Estado, vale lembrar que a produção da empresa é destinada ao mercado internacional, o que faz com as vendas para o exterior aumentem. 

Ainda segundo Guilherme Mercês, a expansão mundial foi de 4%, enquanto no Brasil essa expansão foi de quase 3%.

Por Joyce Silva


Após reunião com a Comissão Sino-Brasileiro de Alto Nível de Concertação e Cooperação (Cosban), o vice-presidente da república, Michel Temer, afirmou o desejo do Brasil em aumentar as exportações para a China nos próximos anos. 

De acordo com Temer um dos principais produtos a serem exportados para o mercado chinês são as carnes de aves, bovina e de porco. Outro assunto discutido durante a reunião foi o crescente aumento de produtos chineses no mercado brasileiro. Para o vice-presidente é necessário que o governo chinês faça um dimensionamento das exportações feitas para o Brasil. 

Outro interesse do governo brasileiro é exportar aviões da Embraer para o país oriental, pois o mercado de aviões executivos é um dos que mais cresce na China. O interesse do Brasil é fornecer o modelo de jatos Legacy

Além das questões comerciais foram abordadas questões relacionadas à troca de experiências de tecnologia, os dois governos estudam um intercâmbio de conhecimentos. O Programa Ciência sem Fronteiras pretende enviar estudantes brasileiros para se especializarem no exterior, o objetivo é enviar 100 estudantes para a China, sendo que o mesmo número de estudantes chineses serão convidados para vir ao Brasil. 

Participou também da reunião o vice-primeiro-ministro da China, Wang Qishan. 

Por Joyce Silva


Uma das principais commodities do mundo, o café é também a segunda bebida mais consumida. As exportações brasileiras da cultura cresceram 57,8% no mês passado em comparação a novembro de 2009, para mais de R$ 1 bilhão. De acordo com o Conselho de Exportadores de Café do Brasil (Cecafé), o volume exportado também aumentou, mas 21,6%, para além de 3 milhões de sacos de 60 quilos.

Matéria exprimida pelo portal R7 certifica que no acumulado do ano até novembro as receitas dos exportadores do país abrangeram R$ 8,32 bilhões, alta de 28% em relação ao período igual de 2009. O volume de café, na mesma base comparativa, aumentou 6%.

Corroborando parcialmente com dados relacionados por Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior – uma vez que se referiu a dados gerais –, os Estados Unidos incrementaram suas compras em quase 11% desde janeiro, para 5,9 milhões de sacos, colocando a nação estadunidense como o principal comprador global do café tupiniquim.

Leia mais: MDIC – Exportações para os EUA – Previsão de Crescimento em 2010

Para Guilherme Braga, diretor da Cecafé, em todo o ano as exportações poderão chegar a 33 milhões de sacos, situação que se confirmada representará alta de 10% ante os 365 dias de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados referentes a novembro revelaram que na terceira semana (15 a 21) do período houve importação em maior volume (US$ 3,268 bilhões) em comparação a exportações (US$ 3,931 bilhões), porém durante todo mês fora constatado superávit (saldo positivo, grosso modo) de US$ 312 milhões, o menor nível em dez meses.

Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior revelaram que a balança comercial brasileira adentrou este mês com superávit de US$ 580 milhões na primeira semana, acarretando, portanto, saldo positivo acumulado de US$ 15,513 bilhões desde janeiro.

De 1º a 5 de dezembro, de acordo com a Reuters, o país destinou R$ 2,670 bilhões ao exterior e observou o ingresso de US$ 2,090 bilhões. O superávit anual está 34% abaixo do saldo de US$ 23,482 bilhões acumulado entre janeiro e novembro do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 01 de dezembro, pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), no último mês de novembro as exportações brasileiras superaram os valores obtidos com as importações.

Enquanto a primeira ficou registrada em R$30,13 bilhões, a segunda chegou a um total de R$ 29,6 bilhões. Considerando a média diária, o valor das compras ficou em R$1,48 bilhões, superando o recorde obtido em setembro deste ano, que chegou a R$1,44 bilhões.

A explicação para este aumento inclui a diminuição do valor do dólar, bem como o crescimento da economia brasileira. De janeiro a novembro deste ano, o resultado da balança comercial brasileira foi menor do que o mesmo período do ano anterior em 35,4%.

Confira no vídeo abaixo alguns comentários do empresário Joseph Tutundjan sobre o crescimento das exportações brasileiras (entrevista para o programa Conta Corrente do dia 16/11/2010):

Por Elizabeth Preático


Dados divulgados pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior no início desta semana assinalaram registro de US$ 429 milhões no superávit comercial na primeira semana deste mês.

Segundo informações mensuradas pela agência de notícias Reuters, entre os dias 1º e 7 de novembro (quatro dias úteis, pois no dia 2 houve feriado de Finados), as exportações aglomeraram US$ 3,205 bilhões, contra US$ 2,776 bilhões em importações.

Desde o início de 2010 até o presente momento a balança comercial brasileira amontoa superávit de US$ 15,050 bilhões, situação inferior em 32,7% quando considerada a média diária observada no período similar do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abalizaram que a balança comercial do país conglomera superávit de US$ 14,463 bilhões desde janeiro até a quarta semana deste mês. Os dados são decorrentes de US$ 158,779 bilhões envolvendo exportações e outros US$ 144,316 bilhões em importações.

O ministério pondera que o único mês de déficit constatado em todo o ano ocorreu em janeiro (US$ 177 milhões). No acumulado de 2009 até a quarta semana de outubro, o superávit comercial alcançou US$ 22,419 bilhões em virtude de US$ 122,798 bilhões em exportações e US$ 100,379 bilhões em importações.

Além desses dados, o ministério decidiu revisar a meta de exportação deste ano para US$ 195 bilhões, montante superior em quase 10% ao escopo designado anteriormente, de US$ 180 bilhões. De acordo com a Folha UOL, para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, a alta se deve ao avanço das commodities e ao aumento das exportações para a América Latina, sobretudo em relação a produtos manufaturados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira, 13 de outubro, que houve um aumento nas exportações do agronegócio brasileiro.

Considerando os últimos doze meses até o mês de setembro deste ano, houve um total de US$ 72,360 bilhões em exportações do setor, o que representa uma alta de 9,8% em relação ao período compreendido entre outubro de 2008 e setembro de 2009. O valor atual é maior em US$ 550 milhões o último recorde atingido em 2008.

Com relação a setembro deste ano, as exportações no agronegócio do país somaram US$ 7,363 bilhões, o que representa um valor 28,1% maior que em setembro do ano anterior e um número recorde para todos os meses de setembro já contabilizados.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


Um dos setores econômicos mais importantes do Brasil é o agropecuário, que movimenta todos os anos cifras sobre cifras. As exportações do complexo de soja, que engloba farelo, grão e óleo, deverão conquistar montante de US$ 16,75 bilhões na temporada 2010/2011, superior em US$ 450 milhões ao mês passado.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o aumento da perspectiva mensal aconteceu devido ao acréscimo da projeção de valores médios do farelo e grão ante setembro, que na atual temporada foram apreciados, respectivamente, em US$ 330 e US$ 370 por tonelada, acima dos US$ 320 e US$ 360 , também respectivamente, em setembro. O preço praticado no óleo de soja foi conservado em US$ 825 por tonelada.

Para Rodrigo Feix, economista da associação, em matéria veiculada pelo portal de Economia Terra, a alta das commodities incidiu no preço da soja, primeiro à cultura do trigo e em seguida, à do milho. Embora exista o avanço da receita, a soma deverá se situar abaixo dos US$ 17 bilhões assinalados na temporada passada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores mais importantes do ponto de vista econômico ao Brasil é, claramente, o de agronegócios. A extensão territorial brasileira é bem aproveitada pelos produtores e conduzida de várias maneiras pelas empresas, bem como por pessoas atuantes na exportação do segmento, que em agosto registrou alta nas vendas de 8% sobre o recorde anterior, de 2008.

Informações explanadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior assinalam que o montante exportado bateu a marca de mais de R$ 12,5 bilhões, situação que se comparada a agosto do ano passado ultrapassa o percentual em 23%. Por outro lado, as importações somaram R$ 1,88 bilhão, rendendo superávit de R$ 10,67 bilhões.

Dados mais aprofundados, segundo o portal R7, apontam que o segmento sucroalcooleiro teve sua comercialização ao exterior ampliada em 73,8%, percentual acima dos 37,7% representados pelos produtos florestais, mas abaixo de farinhas, cereais e preparações, que conquistou alta de 136,3%.

A quantidade de açúcar emitida ao exterior, diferentemente, foi grande destaque, pois passou das anteriores 2,1 milhões de toneladas em agosto do ano passado para novas 3,2 milhões observadas no oitavo mês de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num mundo mutável em relação a diversos temas – casamento entre pessoas do mesmo sexo, consideração do aborto por políticos como algo a ser vislumbrado num futuro, etc – são interessantes ao desenvolvimento sociocultural de todo o planeta, embora cada cultura cultue diferente ponto de vista sobre cada mote.

Um caso bem empregado a esta introdução tem por base estudo exprimido na última segunda-feira, 13 de setembro, pelo Banco Mundial. Trata-se da dependência das nações latinoamericanas em relação às exportações de commodities agrícolas e minerais. Pelo que consta no levantamento, essa situação já não é considerada mais uma maldição, como muitos abalizavam.

Por quê?

Segundo o Banco Mundial em matéria divulgada pelo Estadão, há três décadas a alta sujeição das economias desse bloco no quesito exportação de matérias-primas era visualizada como um obstáculo ao desenvolvimento, de acordo com economistas, pois tais produtos possuem baixo valor anexo.

Para o relatório, muitas das atuais nações com elevada renda por cabeça também foram condicionadas às commodities, porém, parecem ter feito bom uso desse recurso para obterem o almejado desenvolvimento.

O Brasil, porém, parece ter perdido um pouco desse apreço entre 1960 e 1990, segundo dados obtidos no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em 1970, por exemplo, produtos básicos concebiam quase 75% do total das exportações do país, mas em 2000 esse mesmo índice arrefeceu para simplórios 23%.

Um novo fôlego, por outro lado, começou a ser observado na última década, pois a exportação das commodities saltou para quase 37% do total.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial surtiu como novo aprendizado às nações desenvolvidas e, em especial, aos empresários. O ambiente ainda incerto, combinado com os impasses vividos por alguns países da zona do euro, acarreta aos especialistas emissão de prognósticos estatísticos com base em especulações, sem informações 100% certeiras. O Brasil, por exemplo, obteve sucesso após o colapso; há os que dizem que a economia tupiniquim não está tão forte assim.

Emergente, esta é a designação ao Brasil. Receptivo no concernente a investimentos externos, a nação compõe uma expectativa breve e futura para este ano juntamente a outros países. De acordo com a Comissão Econômica para a América Latina e o Caribe (Cepal), as exportações da região deverão terminar 2010 com elevação de 21,4%, bastante superior ao arrefecimento de 22,6% contraído no ano passado devido à crise.

Alicia Bárcema, secretária-executiva da Cepal, assinalou que o recobramento das economias mundiais assinala força acima da conjeturada tempos atrás. Porém, conforme matéria da Folha UOL, relatou existir certa preocupação com a diversidade da recuperação, pois os emergentes tem para si ambiente propício e dessemelhante dos desenvolvidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O segmento de carne bovina tem ampla atuação no Brasil, principalmente se mencionado o JBS, maior do mundo em termos de processamento da mercadoria. No final da semana passada o grupo revelou que analisa diminuir a produção de carne na fronteiriça Argentina ou, então, comercializar algumas unidades produtivas por lá. A justificativa emitida é o ambiente de carência na disposição de gado e depreciação das exportações.

Informações apuradas pela agência de notícias Reuters asseveram para a possibilidade de o JBS vender três frigoríficos situados na terra de Diego Maradona, segundo explanações emitidas por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Interior da Argentina, com base em uma fonte não mencionada.

Embora a Reuters tenha feito o possível para confirmar as especulações, o grupo de processamento de carne bovina, que inclusive atua na educação de crianças e adolescentes por meio de escolas de referência, sem custo algum aos estudantes, assegurou que manterá o mercado – nacional e internacional – ciente sobre qualquer mote relevante.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A China pode ser considerada, atualmente, um dos maiores mercados em diversos setores econômicos. O Brasil, por exemplo, tem perdido terrenos para os asiáticos na Argentina, porém, somente em alguns setores específicos de atuação.

Empresários tupiniquins temem alguns efeitos para suas empresas, algo totalmente compreensível. Contudo, a esfera de carne nacional é uma das mais extensas em todo o globo terrestre, principalmente quando o assunto diz respeito a exportações à Europa. Wagner Rossi, ministro da Agricultura, pediu no princípio desta semana a John Dalli, comissário de Saúde da União Europeia, ajuste que liberem a ampliação da saída da mercadoria do Brasil à Europa.

Reportagem veiculada pelo portal de economia Terra assinala que o Brasil, líder na exportação de carne ante às demais nações, pretende elevar as vendas de produtos do setor aos níveis anteriores à crise financeira mundial, pois, revelaram fontes do próprio governo, a demanda de mercadorias do segmento sofreu baque de 85% durante 2009.

Rossi, durante passagem em Bruxelas, Bélgica, encaminhou relatório técnico de acordo com especificidades da Comissão Europeia para o aumento das exportações, sobretudo relacionadas ao envio de carne de porco.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O país tem observado várias investidas a partir de pequenos, médios e grandes empresários nos mais variados setores, comportamento aceito a partir do crescimento econômico, maior acesso ao crédito e investimentos a diversos fins. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) é uma das entidades preocupadas com o bem-estar da nação, tanto que acredita no potencial daquilo que financia.

Nesta semana, o banco aprovou uma nova iniciativa da Marcopolo e da Scania, que almejam exportar mais de 140 ônibus à África do Sul, sede da Copa do Mundo, uma negociata que deverá alcançar a cifra de US$ 40 milhões. Leonardo Pereira, chefe do Departamento de Exportação de Bens do BNDES, indica que a empreitada integra projetas de infraestrutura da prefeitura de Joanesburgo ao evento esportivo.

Segundo ele, que teve palavras discorridas em entrevista relacionada pelo portal mercado UOL, os riscos a serem assumidos nesse tipo de transação é do importador. Na verdade, os exportadores é que são os beneficiários nos negócios, pois recebem os recursos de comercialização de cada unidade automotora à vista.

O intento faz parte de implementação do sistema de transportes rápidos em Joanesburgo, denominado Bus Rapid Transit (BRT), condição já existente na Colômbia desde 1999, quando o BNDES também contribuiu.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado de carne bovina brasileira é um dos mais notáveis do mundo, embora, recentemente, a Rússia tenha embargado parte do envio de produtos ao seu território devido a problemas encontrados em algumas das empresas do Brasil. Apesar disso, atesta o Canal Executivo UOL, a receita das exportações de mercadorias apresentaram crescimento de 38% em maio em confronto ao mês igual do ano passado.

A Rússia, curiosamente, foi o principal cliente do Brasil no segmento in natura, com importações de 37 mil das 175 mil toneladas exportadas pela nação brasileira. Em seguida, como cliente potencial, aparece o Irã, com volume adquirido de 26 mil toneladas.

Otávio Cançado, diretor da Associação Brasileira das Indústrias Exportadoras de Carne (Abiec), relaciona que a recuperação econômica global, as complicações encontradas nos concorrentes e a maior demanda pela carne a partir dos mercados globais mais importadores são as justificativas para esse crescimento.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial do biênio 2008-2009 deixou muitas lições para as futuras gerações, pois parece que o entrave de 1929, quando a bolsa de valores de Nova York quebrou, foi esquecido parcialmente. Nos poucos meses após o embate global, porém, alguns países não fizeram sua lição de casa, segundo alguns analistas, entre eles a Grécia, que em virtude de sua dívida obrigou a União Europeia a conceder empréstimo bilionário para manter o bloco europeu mais estável, confiável.

Apesar de algumas autoridades brasileiras acreditarem que a crise de lá afetará o Brasil de alguma maneira, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), admite que as exportações do país, sim, poderão ser afetadas, embora o órgão deva elevar a previsão de crescimento a 2010, que atualmente margeia o percentual de 5,8%.

Meirelles assegura que a nação brasileira está mais preparada para enfrentar o percalço europeu, apesar de acreditar, infelizmente, que algum impacto gerado lá deverá ser sentido por aqui – por enquanto, somente nas exportações. Como forma de apaziguar qualquer especulação negativa, o líder do BC garante que a entidade possui as ferramentas cabíveis para um possível enfrentamento.

Questionado sobre um superaquecimento no Brasil, Meirelles assegura já existir comprometimento por parte da nação em manter a meta inflacionária como medida de controlar o crescimento acentuado do país.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Argentina adotou uma medida drástica nos últimos dias: retaliar a importação de alimentos brasileiros não frescos similares aos fabricados dentro de suas fronteiras. O anúncio, que pegou algumas autoridades do Brasil de surpresa, fez com que alguns líderes da nação tupiniquim ameaçassem adotar postura idêntica ante os hermanos.

No início desta semana, porém, o governo administrado por Cristina Kirchner já dá sinais de ter começado a flexibilizar, aos poucos, a medida restritiva, que já entraria em vigor no dia 1º de junho, com aumento de fiscalização 9 dias depois.

O portal de notícias G1 assinala que esse é o primeiro baque sentido por Guillermo Moreno, secretário de Comércio Exterior da Argentina, famoso, avalia a reportagem, por seu estilo ríspido.

Com a iniciativa contrária à emitida anteriormente, a relação comercial entre ambas as nações deverá ficar um pouco mais calma. O que a população brasileira e argentina querem, de verdade, é rivalidade na Copa do Mundo – a menos de um mês de seu início.

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Por Luiz Felipe Erdei


Uma informação divulgada em 30 de abril, sexta-feira, promete ser bastante eficaz aos envolvidos na produção de bens de consumo duráveis para a exportação. O Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) informou que o Programa de Sustentação de Investimento (PIS) terá uma linha de R$ 7 bilhões voltada ao setor.

Segundo o portal de economia Terra, o governo brasileiro terá a possibilidade de começar suas iniciativas de estímulo às vendas para o exterior, atualmente inferior às importações. Vale ressalta que o Conselho Monetário Nacional (CMN) foi o órgão responsável pela aprovação da medida.

O Terra relata que o financiamento da aquisição e produção de bens de capital, exceto o transporte, foi o segmento que mais conquistou recursos, tanto que o limite dessa linha foi para mais de R$ 62 bilhões, superior em R$ 44 bilhões ao teto anterior.

Um dos setores mais comentados do momento, o de hidrelétricas, teve recursos reservados ao financiamento aumentados em R$ 1 bilhão, atingindo, portanto, R$ 8 bilhões.

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Por Luiz Felipe Erdei


Foi aprovado recentemente por Tabaré Aguerre, ministro da Agricultura, segundo informações de Gerardo Fontelles, secretário-executivo do Ministério da Agricultura, Pecuária e Pesca do Uruguai, um certificado que possibilitará a importação de frango in natura de origem brasileira ao país uruguaio.

Na noite de 30 de março, terça-feira, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, e Jose Mujica, líder do Uruguai, se reuniram no Palácio do Itamaraty para conceber novos acordos. Fontelles realçou que as carnes de aves do país tupiniquim são confiáveis, visto que a nação as vende a mais de 150 pátrias sem qualquer restrição.

Segundo o portal de economia do Estadão, o acerto entre Brasil e Uruguai foi consolidado após aval do serviço veterinário daquele país, garantindo, assim, qualidade e origem do produto exportado em conformidade com a legislação sanitária.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


A Associação Brasileira dos Produtores e Exportadores de Frangos (Abef) revelou que as exportações de carne de frango do país tiveram contração de 4,13% nos dois primeiros meses deste ano em comparação ao primeiro bimestre de 2009.

Embora esse fato tenha ocorrido, a receita das empresas teve aumento de 12,2% na mesma base comparativa acima mencionada, abrangendo, então, quase US$ 885 milhões. Segundo comunicado divulgado pela Abef, essa alta deve-se, sobretudo, à recuperação de preços defasados em virtude da crise financeira global.

Francisco Turra, presidente-executivo da entidade, relata que o aumento na receita serve como ânimo para as exportações do segmento no início de 2010, pois em 2009 a queda assinalada foi de 16%.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil, além de outras questões, também é conhecido como um dos maiores exportadores mundiais de carne suína. Durante a crise global, o setor, certamente, não passaria despercebido, mesmo com o bom ambiente registrado nos últimos tempos dentro do país.

Informações divulgadas pela Associação Brasileira Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) assinalam que as exportações do segmento somaram 36,6 mil toneladas em fevereiro deste ano, figurando, pois, um percentual de quase 21,1% abaixo do relacionado no mesmo período de 2009. Em termos financeiros, mesmo com US$ 83,81 milhões de dólares atingidos pelo segmento, a queda foi de aproximadamente 10,6% em comparação a fevereiro de 2009.

Rússia e Hong Kong, neste ínterim, foram dois dos destinos que apresentaram baque notável, de 51,6% e 14,13% em volume, respectivamente.

Embora o tombo seja de considerável amplitude, conforme atesta a agência de notícias Reuters, Pedro de Camargo Neto, presidente da Abipecs, acredita em um pequeno crescimento nas exportações para este ano.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


O setor automotivo do Brasil já tinha pedido, há menos de uma semana, mas ao que tudo aponta, uma reunião entre governo e empresários de diversos ramos acontecerá em 3 de março, quarta-feira, para a discussão de estímulos e competitividade ao segmento de exportação.

Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, revela, de acordo com reportagem apregoada pelo Portal de Economia UOL com base no Valor Econômico, que o encontro é um pedido de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, deverá participar da reunião juntamente com integrantes do Grupo de Acompanhamento da Crise [financeira].

Segundo Barral, existem várias propostas na mesa de negociações, tais como na área tributária e outras em medidas cambiais, estudadas, pois, pelo Banco Central. Para Welber, a intenção é inserir estímulos que ampliem a capacidade do setor exportador do Brasil para que possa concorrer com outros mercados pelo mundo.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Insatisfeita com os últimos resultados no segmento de exportação, a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) foi ao Ministério da Fazenda para cobrar medidas de estímulos que permitam a recuperação de vendas nesse âmbito, pois a queda constatada em 2009 foi de 40%.

O pedido é estritamente às exportações, prejudicadas principalmente em países como Argentina, México e Estados Unidos, porque o mercado interno respondeu bem aos estímulos econômicos concedidos no ano passado, tais como a redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) aos consumidores brasileiros.

O objetivo principal do encontro mencionado no primeiro parágrafo é o de colocar o segmento automotor na pauta de discussões do pacote de medidas para incentivar as exportações, segundo o Portal de Economia do Estadão. A previsão de que isto fique pronto é em março deste ano, com algumas propostas sugeridas, dentre elas a devolução mais acelerada de créditos tributários a exportadores.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Um comunicado do Ministério da Agricultura informa que as exportações do agronegócio brasileiro tiveram retração de 1,8% em janeiro em detrimento ao primeiro mês do ano passado. Com isso, o setor atingiu a cifra de US$ 4 bilhões, diminuição atrelada, então, à queda nas vendas da soja – que apresentou recuo, segundo o Portal de Economia Terra, de 50,5% em valor e 55,3% em volume.

Célio Porto, secretário de Relações Internacionais do Agronegócio, relata que é costumeiro essa queda acontecer em janeiro, pois a nova safra da cultura ainda não foi colhida. A redução em 2010 foi mais latente devido à antecipação das vendas externas da soja, que atingiu status recorde em 2009.

Por outro lado, o segmento de carnes foi o mais notável em vendas internacionais para o agronegócio no mês de janeiro. Informações do Ministério da Agriculta indicam que a alta alcançada foi de 10,7% se comparada ao primeiro mês do ano passado. Somente a carne bovina in natura, de acordo com o Terra, apresentou crescimento de 18,4% no volume e 43,1% no valor embarcado.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


A Associação Nacional dos Exportadores de Sucos Cítricos (CitrusBR) aponta que as exportações nacionais de suco de laranja concentrado e congelado (FCOJ) tiveram uma queda de 19% em 2009 em comparação a 2008. De acordo com a entidade, esse baque abrupto é correlato à crise que se abateu sobre o segmento.

O Brasil, considerado o maior exportador mundial de suco de laranja, exporta aproximadamente 98% do total de sua produção e, por se tratar de uma commodity, o preço é determinado pelo mercado internacional – o que pode ser bom ou ruim, dependendo dos acertos em determinadas épocas.

Entretanto, para 2010 o setor acredita que se recuperará, sobretudo no segundo semestre. Para tal fim, o segmento tem adotado diversas iniciativas, tais como o mapeamento e a quantificação da cadeia produtiva da citricultura e um programa promocional do suco de laranja no mercado internacional – a ser acordado brevemente entre a CitrusBR e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil).

Por Luiz Felipe T. Erdei


As duas das mais poderosas nações do globo, Estados Unidos e China, entraram em um consenso em relação ao aumento na segurança de produtos fabricados no país asiático. Isto porque a nação chinesa foi acusada, tempos atrás, de produzir mercadorias consideradas perigosas.

A oficialização dessa consonância, que acontece três semanas antes da ida de Barack Obama, presidente estadunidense, à China, visa como principais mercadorias focadas dentro dessa nova medida produtos elétricos, isqueiros, fogos de artifício, veículos e brinquedos.

Os dois órgãos envolvidos, o Departamento Geral de Supervisão e Inspeção de Qualidade da China e a Comissão de Segurança dos Produtos ao Consumidor dos EUA, também afirmaram que investigarão cientificamente, de maneira cooperativa e com base em fatos concretos, as importações de drywall chinês, uma construção à base de gesso – utilizada em tetos, paredes e revestimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os tigres asiáticos parecem, literalmente, devorar cada vez mais seus concorrentes. Dados levantados, recentemente, revelam que as exportações brasileiras para os Estados Unidos despencaram 43,7% somente nos primeiros seis meses de 2009, derrocada para os então emergentes Indonésia e Vietnã.

Para se ter uma idéia, as vendas no setor de calçados nacionais para os EUA retrocederam 29,5%, enquanto que Vietnã apresentou aumento de 20,1% e a Indonésia 14,4%. Na indústria têxtil os números foram diferentes, mas negativos, novamente, para a nação brasileira, com queda na casa de 31,90%, enquanto que os asiáticos Indonésia e Vietnã tiveram declínio de 5,5% e 1%, respectivamente.

A realidade existente sob a luz dos holofotes revela que há, realmente, motivos para essa diferença entre Brasil e tigres asiáticos. Primeiramente o preço dos produtos, pois nos países da Ásia a mão de obra é mais barata, e em segundo lugar, porque a carga tributária naqueles países é menor. No entanto, há outro encalço: o poder aquisitivos dos estadunidenses caiu!


Com a crise econômica, o Brasil passou a exportar mais produtos básicos, como commodities, por exemplo, que não passam por nenhum processo industrial durante sua fase de produção, tais como metais, petróleo e produtos agrícolas, em detrimento de vender produtos manufaturados, fato que não acontecia desde 1978.

No acumulado de 2009, por exemplo, os produtos básicos representam cerca de 41% do total exportado, contra 40% dos manufaturados, evidenciando o forte impacto da crise econômica de 2008, que afetou fortemente o comércio internacional, fazendo com que tanto o volume quanto o preço dos produtos tipo exportação caíssem em praticamente todo o mundo, fato que não acontecia há 40 anos.

O Brasil foi fortemente atingido, já que grande parte das suas exportações de produtos manufaturados é encaminhada a países da América Latina e aos Estados Unidos, que reduziram fortemente suas importações devido à crise econômica.


O primeiro semestre de 2009 registrou um crescimento significativo nas exportações de carne suína em Minas Gerais, em comparação com o mesmo período do ano passado. O índice de alta foi de 67%, somando US$ 61,4 milhões e um volume de mais de 27 mil toneladas.

A principal razão desse crescimento se deve a abertura do mercado russo para o Brasil, que acabou se tornando o maior comprador externo. Mais de 74% do volume total de carne suína exportada por Minas Gerais no período de janeiro a julho foi adquirida pela Rússia. Esse quadro atual de exportação representa 90% da receita obtida pelo Estado, que cresce frente a um cenário ainda marcado pela crise econômica internacional.





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