A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior divulgou o balanço das exportações do Brasil referente ao período de 16 a 22 de abril.

De acordo com a instituição, o volume de exportações no país fechou a semana com um valor de US$ 5,084 bilhões. Com esse resultado, a média diária das transações foi de US$ 1,017 bilhão nesse período, o que representa um aumento de mais de 11% quando comparado à semana anterior. Já as importações fecharam o período com um volume de US$ 4,981 bilhões, um aumento de 5,4%.

Esse resultado contribuiu para que o superávit do Brasil atingisse o patamar de US$ 103 milhões. Vale lembrar que para esse cálculo são levados em consideração as compras e vendas externas realizadas pelo mercado brasileiro.

Mesmo com esse bom resultado, a balança comercial permanece com um saldo negativo de US$ 117 milhões. Segundo o Ministério, esse fraco desempenho foi influenciado pelos embarques externos realizados nas primeiras semanas do mês. Os melhores resultados foram apresentados nos produtos básicos e semimanufaturados.

Ao levar em consideração o acumulado para o mês de abril, as importações somaram até o momento US$ 13,487 bilhões e as exportações somaram US$ 13,310 bilhões.

Por Joyce Silva


A segunda semana de abril foi positiva para a balança comercial brasileira, que mede a diferença de volume das exportações e importações. O saldo ficou US$ 12 milhões positivo entre os dias 9 e 15 de abril, sendo que a média foi de US$ 2,4 milhões por dia. Já a soma das importações e exportações, a chamada corrente de comércio, somou US$ 9,684 bilhões. A média diária (avaliando-se dias úteis) da corrente de comércio foi de US$ 1,936 bilhão.

No período analisado, as exportações totalizaram US$ 4,848 bilhões, sendo uma média diária de US$ 969,6 milhões. O resultado obtido ficou 14,8% acima do registrado na primeira semana do mês. Os fatores que impulsionaram o crescimento foram o crescimento nas vendas de produtos básicos, que tiveram alta de 38,2%. Os principais destaques deste quesito são o petróleo, a soja em grão, o minério de ferro, a carne suína e o farelo de soja.

Já as importações somaram US$ 4,836 bilhões, com média diária de US$ 967,2 milhões. De acordo com o MDIC, o crescimento foi de 5,4% se comparado à primeira semana do mês, quando foram registrados US$ 917,5 milhões. O resultado das importações foi impulsionado pela alta nos custos com combustíveis e lubrificantes, aparelhos eletroeletrônicos, equipamentos mecânicos, siderúrgicos, farmacêuticos e plásticos e obras.

Por Matheus Camargo

Fonte: MDIC


Brasil e Rússia negociam para a comercialização de carne brasileira para o país europeu. A ideia do governo brasileiro é retirar o embargo russo, que já dura nove meses. Por isso, na sexta-feira (dia 30 de março), uma comitiva brasileira se reuniu com líderes russos em Moscou, capital do país, e apresentou as propostas para a reativação de plantas exportadoras no comércio entre as duas nações.

Além disso, o encontro também serviu para que a ministra russa Elena Skrynnik pedisse a comercialização de trigo russo ao Brasil.

Quanto à carne suína, o objetivo foi resolver as divergências técnicas existentes entre os dois países.

O ministro da Agricultura, Pecuária e Abastecimento, Mendes Ribeiro Filho, comprometeu-se a enviar a documentação necessária que comprova a adequação das empresas brasileiras às exigências russas. Para reforçar o compromisso com a Rússia, Mendes Ribeiro ainda ofereceu garantias sanitárias da carne brasileira.

De acordo com o Ministério, somente no ano passado foram exportados 124 mil toneladas de carne suína brasileira, sendo que em todo o mundo o total comercializado foi de 426 mil toneladas.

Fonte: Ministério da Agricultura

Por Matheus Camargo


Embora a produção cafeeira no Brasil tenha caído, as exportações atingiram uma receita de US$ 7,01 bilhões nos últimos dez meses. Os dados são do CeCafé (Conselho dos Exportadores de Café do Brasil) e foram divulgados na última terça-feira (8/11). O montante representa um crescimento de 61% em relação ao mesmo período do ano passado. 

O volume exportado nos quatro primeiros meses da safra 2011/12, que iniciou em julho, é inferior ao registrado na safra 2010/11 em 9%. Entretanto, a alta nos preços internacionais fez com que os três milhões de sacas embarcadas em outubro atingissem um montante de US$ 870,988 milhões, 32,8% superior ao registrado um ano antes. 

Aproximadamente, 27,35 milhões de sacas de café brasileiro foram exportados no acumulado do ano, o que representa um aumento de 4% em relação ao mesmo período de 2010. 

O Brasil é o maior produtor e exportador de café do mundo. Na safra 2008/09, foi responsável por 36% da produção mundial.

Produzido em quatorze Estados, o café está presente em quase dois mil municípios, empregando mais de oito milhões de pessoas. Essa diversificação na ocupação geográfica permite que o país produza diferentes tipos e espécies do produto, tornando-o um diferencial no exterior.

Para mais informações, clique aqui.

Por Lorena Matuziro


A temática importação versus exportação tem surgido com certa recorrência nas últimas semanas por meio de diversos segmentos, entre os quais o representado pela Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Embora a ansiedade venha à tona e emita sinal amarelo para o país quanto à verificação de perda de competitividade das empresas nacionais, de acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as exportações do Brasil para os Estados Unidos devem crescer aproximadamente 20% neste ano, algo em torno de US$ 17 bilhões emitidos para o norte.

Apesar de assegurar aumento da participação brasileira no mercado norte-americano, Barral indica que as vendas para lá ainda não regressaram ao patamar de antes da crise econômica, pois o país ainda pena com problemas relacionados à infraestrutura e com o sistema tributário. Entre 2007 e 2008, de acordo com o UOL, as exportações provenientes do país passaram de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões, sem o devido comboio de desenvolvimento das estradas, portos e aeroportos.

Em relação ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), Barral prevê incremento de vendas com origem brasileira em 50% e para o mercado asiático pouco menos, aproximadamente 40%. De acordo com o secretário, o câmbio tem surtido efeito nas negociações comerciais com outras nações, mas o impacto não seria tão intenso se questões logísticas fossem mais bem resolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com dados divulgados nesta quarta-feira, 01 de dezembro, pelo MDIC (Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior), no último mês de novembro as exportações brasileiras superaram os valores obtidos com as importações.

Enquanto a primeira ficou registrada em R$30,13 bilhões, a segunda chegou a um total de R$ 29,6 bilhões. Considerando a média diária, o valor das compras ficou em R$1,48 bilhões, superando o recorde obtido em setembro deste ano, que chegou a R$1,44 bilhões.

A explicação para este aumento inclui a diminuição do valor do dólar, bem como o crescimento da economia brasileira. De janeiro a novembro deste ano, o resultado da balança comercial brasileira foi menor do que o mesmo período do ano anterior em 35,4%.

Confira no vídeo abaixo alguns comentários do empresário Joseph Tutundjan sobre o crescimento das exportações brasileiras (entrevista para o programa Conta Corrente do dia 16/11/2010):

Por Elizabeth Preático


Inúmeros segmentos de atuação significativa no mercado brasileiro têm apontado uma tendência nada favorável ao país: aumento das importações em detrimento às exportações. Embora benéfico em alguns pontos para o consumidor tupiniquim e parte dos empresários por aqui instalados, o movimento passa a prejudicar a competitividade de diversos produtos, que começaram a perder fôlego, por exemplo, ante mercadorias chinesas.

Um fato relevante foi constatado recentemente pela Comissão Europeia. De acordo com informações divulgadas pela entidade, este ano o Brasil foi a economia que contabilizou a maior expansão de produtos importados provenientes da Europa em todo o mundo. Entre janeiro e agosto a alta chegou a 54%, circunstância que suscita desconfianças sobre a capacidade de a economia do país nutrir seu resultado positivo nas transações comerciais com o continente em questão nos próximos anos.

A União Europeia acredita que a valorização da moeda brasileira e a demanda interna do país, atualmente presidido por Luiz Inácio Lula da Silva, são as principais causas, mesmo que a UE assinale obstáculos comerciais em dados mais recentes. A diplomacia tupiniquim, por sua vez, avalia os números são uma espécie de resposta às incriminações de que o Brasil sustenta mercado restrito.

Mesmo com as conflitantes opiniões anteriormente citadas, de acordo com o portal R7, há um superávit de R$ 3,6 bilhões no acumulado de 2010 até setembro, montante inferior ao constatado em todo ano passado, de R$ 7,4 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Empresários de segmentos distintos têm reportado o amplo aumento das importações no país em comparação às exportações realizadas. Entidades como a Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea) desejam incentivo do governo favorável aos produtos manufaturados.

O Brasil apresenta números curiosos. Para se ter ideia, segundo informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior 50 municípios do país, ou seja, menos de 1% entre todos, responderam por cerca de 60% das exportações entre janeiro e outubro de 2010.

O montante angariado com a comercialização ao exterior chegou a US$ 163,309 bilhões no período, aproximadamente US$ 96,1 bilhões oriundo desses locais. Angra dos Reis, situado no Rio de Janeiro, foi responsável por quase US$ 6,9 bilhões do total.

O Estado de São Paulo representou o maior volume exportado nos primeiros dez meses deste ano, com cifra de US$ 42,4 bilhões, acompanhado por Minas Gerais, com US$ 24,9 bilhões, Rio de Janeiro, com US$ 14,8 bilhões, Rio Grande do Sul, com US$ 12,9 bilhões, e Paraná, com US$ 11,8 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Folha UOL


A Comissão Europeia pediu ao Brasil e Argentina eliminarem as barreiras comerciais impostas por ambas desde o início da crise financeira mundial, em 2008. Pelos números, foram 330 restrições, algo que segundo o órgão tem se solidificado e aos poucos se transformam em características do comércio mundial.

Essa reclamação não é a única, certamente, e muito se tem de fazer para extirpá-las. Um órgão que pode intervir nessa tendência é a Organização Mundial do Comércio (OMC), porém para Pascal Lamy, seu diretor-geral, a entidade ainda não está totalmente aparelhada para afrontar as restrições à exportação.

Durante as duas últimas décadas, pondera, a organização se aplicou amplamente nas contenções à importação, e as regras referentes à exportação são pouco sólidas. Para enfrentá-las, acredita Lamy, é necessário que membros da OMC lutem contra elas.

Um dos setores que mais sofre com imposições, de acordo com o diretor-geral em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, é o de matérias-primas, que em alguns casos abarca até o dobro de restrições à exportação em comparação a outros segmentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) abalizaram que a balança comercial do país conglomera superávit de US$ 14,463 bilhões desde janeiro até a quarta semana deste mês. Os dados são decorrentes de US$ 158,779 bilhões envolvendo exportações e outros US$ 144,316 bilhões em importações.

O ministério pondera que o único mês de déficit constatado em todo o ano ocorreu em janeiro (US$ 177 milhões). No acumulado de 2009 até a quarta semana de outubro, o superávit comercial alcançou US$ 22,419 bilhões em virtude de US$ 122,798 bilhões em exportações e US$ 100,379 bilhões em importações.

Além desses dados, o ministério decidiu revisar a meta de exportação deste ano para US$ 195 bilhões, montante superior em quase 10% ao escopo designado anteriormente, de US$ 180 bilhões. De acordo com a Folha UOL, para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, a alta se deve ao avanço das commodities e ao aumento das exportações para a América Latina, sobretudo em relação a produtos manufaturados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira, 13 de outubro, que houve um aumento nas exportações do agronegócio brasileiro.

Considerando os últimos doze meses até o mês de setembro deste ano, houve um total de US$ 72,360 bilhões em exportações do setor, o que representa uma alta de 9,8% em relação ao período compreendido entre outubro de 2008 e setembro de 2009. O valor atual é maior em US$ 550 milhões o último recorde atingido em 2008.

Com relação a setembro deste ano, as exportações no agronegócio do país somaram US$ 7,363 bilhões, o que representa um valor 28,1% maior que em setembro do ano anterior e um número recorde para todos os meses de setembro já contabilizados.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


Um dos setores econômicos mais importantes do Brasil é o agropecuário, que movimenta todos os anos cifras sobre cifras. As exportações do complexo de soja, que engloba farelo, grão e óleo, deverão conquistar montante de US$ 16,75 bilhões na temporada 2010/2011, superior em US$ 450 milhões ao mês passado.

Para a Associação Brasileira das Indústrias de Óleos Vegetais (Abiove), o aumento da perspectiva mensal aconteceu devido ao acréscimo da projeção de valores médios do farelo e grão ante setembro, que na atual temporada foram apreciados, respectivamente, em US$ 330 e US$ 370 por tonelada, acima dos US$ 320 e US$ 360 , também respectivamente, em setembro. O preço praticado no óleo de soja foi conservado em US$ 825 por tonelada.

Para Rodrigo Feix, economista da associação, em matéria veiculada pelo portal de Economia Terra, a alta das commodities incidiu no preço da soja, primeiro à cultura do trigo e em seguida, à do milho. Embora exista o avanço da receita, a soma deverá se situar abaixo dos US$ 17 bilhões assinalados na temporada passada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao finalizar o ensino médio, como rege a lei natural da vida, os cidadãos precisam ter em mente a área que pretendem estudar, seguir, ou então uma oportunidade de trabalho que apeteça suas competências. O Brasil apresenta uma série de atividades disponíveis, do setor primário ao terciário.

Uma área de atuação significativa é a leiteira, uma vez que o Brasil é considerado o sexto maior produtor global de leite. Contudo, as alíquotas praticadas na exportação são baixas, correspondentes, consecutivamente, à qualidade de produção inferior aos padrões estabelecidos pelos Estados Unidos e pelas nações europeias.

Para tentar modificar o atual e negativo ambiente nesse sentido, as indústrias poderão pagar aos produtores por produtos de melhor qualidade. Adil Knackfuss Vaz, imunologista veterinário, assevera que esse sistema é atualmente implementado e gera boa repercussão aos dois lados – à indústria, que passa a reter leite de qualidade, e aos produtores, incitados a aperfeiçoarem os processos produtivos.

Reportagem emitida pelo portal de Economia Terra assinala que grande fatia do 1,6 bilhão de litros de leite por aqui produzido é comercializada no mercado externo e o restante, ao externo, principalmente a nações latinoamericanas e africanas.

Apesar de um suposto alarde, Adil garante segurança no consumo do leite. Existem, sim, bactérias em níveis confiáveis; o problema é que não atendem os padrões internacionais. Para ele é necessária a conscientização e a capacitação dos pequenos produtores, algo já feito pela Empresa Brasileira de Pesquisa Agropecuária (Embrapa) e pelo Ministério da Agricultura, mas ainda em abrangência insuficiente.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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