As coisas estão indo bem na Europa, sobretudo na Zona do Euro, cujas perspectivas econômicas são mais animadoras, tendo em vista a baixa no preço do petróleo. Além do valor mais baixo, o Euro mais fraco e o programa de estímulo do Banco Central Europeu (BCE) foram determinantes para a boa notícia, informada pela Comissão Europeia, na quinta-feira, dia 5 de fevereiro de 2015.

Os executivos da EU – União Europeia – elevaram as projeções em relação ao crescimento da economia nos 19 países que adotaram o Euro como moeda. O crescimento do PIB dos membros será de 1,3% em 2015, frente à estimativa anterior de 1,1% em novembro. Além disso, a perspectiva também é maior para 2016, quando a expansão esperada será de 1,7%. Ano passado o crescimento desses países foi de 0,8%, segundo dados da Comissão.

O comissário para Assuntos Financeiros e Econômicos, Pierre Moscovici, afirmou: “A perspectiva econômica da Europa é um pouco melhor hoje do que quando apresentamos nossas previsões anteriores”, referindo-se às expectativas divulgadas em novembro do ano passado.

Outro fator determinante para o crescimento é a recuperação nos investimentos, que devem crescer 2,0% em 2015 em relação ao ano anterior. Em 2016, a perspectiva é de 4,4%, ocasionadas pelos estímulos do BCE e pelo plano de investimento que totaliza o valor de 315 bilhões de euros (358 bilhões de dólares) da UE. Lembrando que em 2014, o investimento cresceu somente 0,9%.

“A queda nos preços do petróleo e o euro mais barato estão fornecendo um bem-vindo impulso para a economia da UE. Ao mesmo tempo, o plano de investimento para a Europa e as recentes decisões importantes do BCE vão ajudar a criar um cenário mais favorável a reformas e políticas fiscais inteligentes”, completou Pierre Moscovici.

Resta esperar se as estimativas irão mesmo se tornar realidade. Uma vez que seria uma notícia favorável também aos brasileiros.

Por Ana Rosa Martins Rocha

Zona do Euro


O conflito entre grupos rebeldes pró-Rússia contra as forças ucranianas estão refletindo na economia europeia. Algumas das bolsas de valores da Europa tiveram uma queda devido ao conflito entre Rússia e Ucrânia. Ocorrido do dia 28 de agosto (quinta-feira), esse fato se deve à análise das atitudes dos rebeldes pró-Rússia que reforçaram os ataques contra as forças ucranianas. 

Após Redburn Ltd. aconcelhar os investidores a retirar as ações da loja online Ocado Group PLC, essa pode ser considerada uma das maiores quedas das principais bolsas de valores da Europa no período de dois anos.

Após a discussão sobre a venda da unidade da Telefónica SA no Brasil à GVT, a Telecom Itália SpA teve um aumento de 1,3%.

O aumento no desemprego na Alemanha também motivou a queda das ações. O número de desemprego alemão em agosto subiu de 2 mil para 2,902 milhões, após uma redução de 12 mil em julho.

Na Itália as lojas de vendas a varejo também foram afetadas, a variação de vendas foi nula, tendo uma queda de 0,6% no final do mês anterior. Na Espanha o índice de preços ao consumidor também teve uma queda para 0,5% no mês de agosto, refletindo assim na baixa dos valores de combustíveis e lubrificantes.

Porém, já no dia 29 (sexta-feira), as bolsas de valores da Europa fecham em alta, mas sem muitas variações.
Como já era esperado pelos investidores a inflação na zona do euro teve uma queda, mas dizem acreditar que o BCE não tomará uma providência imediata para esta semana.

Acordos estão sendo feitos entre rebeldes pró-Rússia e Forças Ucranianas, talvez o cessar fogo assinado seja um começo para a reestabilização da economia e a volta das bolsas de valores que haviam fechado em baixa, isso pode criar uma expectativa para os investidores e incentivá-los a investir. 

Por Ingrid Oliveira

Bolsa de Valores

Foto: Divulgação


Nesta quinta-feira (28), as principais bolsas de valores da Europa recuaram. Tal resultado se deve aos investidores analisarem as ações dos rebeldes pró-Rússia, que ampliaram seus ataques contra as forças ucranianas.  

Uma das quedas significantes foi das ações do Ocado (OCDO) Group PLC, as maiores em dois anos, depois que o Redburn (Europe) Ltd. aconselhou os investidores a se desfazerem das ações da loja online.

A Telecom Itália SpA ganhou 1,3%, após a Vivendi SA discutir com a Telefónica SA a venda de sua unidade no Brasil, a GVT

Em Londres, o índice Stoxx Europe 600 caiu 0,7%, atingindo 341.05 pontos, após receber péssimas notícias dos dados de desemprego na Alemanha, que subiu inesperadamente em agosto, aumentando em 2 mil, para 2,902 milhões de desempregados, após queda de 12 mil em julho. De acordo com Ben Kumar, que ajuda a gerenciar US$ 10 milhões no Seven Investment Management LLP, "o índice teve um aumento muito bom ao longo das últimas semanas e os investidores estavam levando algum dinheiro, mesmo com os dados econômicos dos Estados Unidos não corresponderem às expectativas". “Talvez os investidores tenham considerado também que as recentes notícias da economia fraca na zona do euro – como o aumento do desemprego alemão – não seriam muito ruins para motivar a ação do BCE", acrescenta Kumar.  

No final do dia o índice FTSE-MIB, em Milão, recuou 2,16% aos 20.315 pontos. Já na capital espanhola, Madrid, o índice Ibex 35 ficou com queda de 1,06% aos 10.722 pontos. Em Frankfurt, o índice DAX 30 recuou 1,12% aos 9.462 pontos, e em Paris, o índice CAC-40 caiu 0,66% aos 4.366 pontos. Na capital portuguesa, Lisboa, o índice PSI-20 perdeu 1,05% aos 5.907 pontos.   

Na Itália, as vendas de varejo tiveram uma variação nula em junho, após um recuo de 0,6% no mês anterior. Na Espanha, o índice de preços ao consumidor caiu 0,5% em agosto, na comparação anual, reflexo na baixa nos valores de lubrificantes e combustíveis.

Por William Nascimento

Queda das bolsas de valores europeias

Foto: Divulgação


As ações europeias fecharam estáveis no dia 20 de fevereiro. A confiança nos Estados Unidos era frágil, mesmo após altos índices de manufatura. Já o setor de mineração teve quedas significativas devido aos dados negativos da China.

O índice que reúne os principais papéis da Europa, o FTSEurofirst 300, teve uma 1.338 pontos com oscilação positiva de 0,01%. A manufatura dos EUA acelerou bastante no mês de fevereiro, o que levou investidores na Europa a comprarem ações no fim do dia. Desse modo, as bolsas de Wall Street subiram.

Logo após a China, França e região do meio-atlântico apresentarem dados negativos, a confiança nos EUA permaneceu estável. Os investidores continuaram a divulgar a última reunião do Federal Reserve, onde o Banco Central dos Estados Unidos continua promovendo a redução de estímulos.

Segundo Henk Potts, o estrategista de ações do Barclays Wealth, em uma entrevista a uma agência internacional de notícias, “embora esperemos que a recuperação continue ao longo do ano, o mercado permanece volátil no curto prazo, uma vez que investidores estão nervosos devido à redução do estímulo nos EUA”.

“Os dados do PMI da China foram decepcionantes, mas… os fundamentos de longo prazo da China continuam bons e ainda estamos falando de crescimento de cerca de 7 a 8 por cento ao ano nos próximos cinco anos”, afirma o estrategista. O índice europeu registrou o pior desempenho entre os diversos setores, com perda de 1,1%. Isso aconteceu logo após o índice Gerente de Compras (PMI) da China recuar à mínima em sete meses, sugerindo a contração da manufatura na China.

Em Paris, o índice CAC – 40 teve um acréscimo de 0,33%, para 4.355 pontos. Já em Londres, o índice Financial Times teve uma alta de 0,24%, com 6.812 pontos. Em Milão, o índice Ftse/Miv ganhou 0,07%, com 20,452 pontos. Em Lisboa, o índice PSI20 teve queda de 0,30%, com pontuação de 7.175. Em Madri, o índice Ibex-35 aumentou 0,08%, para 10,062 pontos.

Por Danilo Gonçalves

Ações europeias


A Europa está passando por momentos difíceis com a crise econômica vivenciada na zona do Euro e, segundo, a chanceler alemã Ângela Merkel, este momento problemático está longe de ser resolvido.

Segundo Merkel, durante o discurso de Ano Novo, é preciso o alcance de um equilíbrio correto e as reformas feitas no país estão começando a ter seus efeitos sentidos pela economia alemã.

Além disso, a chanceler pediu paciência para o povo da Alemanha argumentando que a crise está longe de acabar e que a solução dos problemas do país significam a solução da crise em toda a União Européia.

Esta afirmação se deve ao fato de que a Alemanha se tornou a grande financiadora de países durante esta crise na zona do euro que causa estranheza em muitos alemães.

Mas, apesar disso, Merkel disse em seu discurso que o desemprego registrou índices baixos no país ao passo que o nível de empregos está em seu melhor momento; no entanto, ocorreu uma desaceleração na economia alemã que fez a chanceler pedir cautela aos seus cidadãos e esperar por um 2013 em condições mais duras do que 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central Francês informou, neste mês de dezembro, uma vontade que causará muitas discussões e embates no mercado financeiro.

Isto porque a autoridade bancária francesa quer que o centro de negociações da zona do euro se transfira de Londres para Paris.

O grande problema neste pedido da França reside no fato de que Londres é o local onde toda a Europa negocia e possui aproximadamente 40% das negociações de toda a comunidade européia.

Com a mudança muito deste potencial para negociações na economia iriam se perder já quer a França não possui tradição e nem mesmo força neste tipo de mercado como a Inglaterra.

Por isso, diversos especialistas acreditam que a vontade do Banco Central Francês irá demorar muito para se concretizar com a grande tendência desta mudança não ocorrer nunca.

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica na Europa continua arrasando o velho continente e para tentar evitar efeitos mais severos para os países o Banco Central europeu informou que pode parar de comprar títulos soberanos.

Segundo a autoridade do BCE Jorge Asmussen esta ação será tomada se o programa de Transações Monetárias Diretas for criado e se algum país descumprir as suas normas.

Esta reação da autoridade bancária vem depois de experiência na compra de títulos italianos por meio do Programa de Mercados de Ativos cujas regras não foram seguidas pelo governo local.

Nesta situação o país mais beneficiado poderá ser a Espanha que espera integrar o programa de conta de títulos para reformas e cumprimento de metas orçamentárias.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Moody´s (agência classificadora de risco econômico) elevou ao máximo a nota da dívida da Suécia que agora possui um AAA.

Segundo a agência, sua decisão foi tomada pela tendência de estabilidade da economia sueca além da boa situação das finanças públicas do país garantidas por meio de políticas monetárias efetivas e diminuição progressiva no valor da dívida.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


Os países que utilizam o euro como moeda pode ter o seu número aumentando em alguns anos, pois o governo da Polônia deu indícios nesta última semana de que o país pode adotar o euro a partir do ano de 2016.

 Esta decisão da Polônia se deve, principalmente, a um temor de o país ficar fora do núcleo da Europa formado pelos países com esta moeda comum e, para o governo local, quanto mais tempo esta entrada demorar os critérios ficarão mais severos com a melhoria da crise econômica na zona do euro.

A Polônia é o único país da União Européia que não aderiu ao euro e com isso ficou de fora da recessão vivenciada pelos outros países e aliado a isso outros fatores dificultam a sua entrada na zona do euro como a baixa aprovação da população polonesa para esta medida e a alta taxa de exportações.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A agência de classificação de riscos Standard & Poor's afirmou que probabilidade de recessão na zona do euro é de 40 %.

Durante uma teleconferência, o analista de crédito Moritz Kraemer afirmou que o risco de recessão está aumentando e que isso poderia levar a zona do euro a registrar uma contração de aproximadamente 1,5%.

A afirmação ocorre após a agência anunciar o rebaixamento dos ratings da dívida soberana de 9 dos 17 países membros da zona do euro.

A Standard & Poor's também fez uma crítica à atuação do Banco Central Europeu em relação à falta de ação da instituição em relação aos títulos de dívida do bloco. Tiveram sua nota rebaixada França, Áustria, Chipre, Itália, Portugal, Espanha, Malta, Eslováquia e Eslovênia.

O rating da agência indica a situação econômica das contas públicas do governo, e quanto menor o índice, maior o risco do país não ter condições de cumprir com o pagamento de suas dívidas. Isso eleva a taxa de juros cobrada por credores ao comprar títulos da dívida pública do país, dificultando o orçamento dos governos.

As novas notícias em relação à crise econômica da zona do euro levaram as principais bolsas mundiais a fecharem em queda nesta sexta-feira (dia 13 de janeiro). O Ibovespa caiu 1,29%, o índice Dow Jones caiu 0,39% e o Nasdaq sofreu uma queda de 0,51%.

Por Lucas Ferreira


Os países europeus estão fazendo grandes esforços para diminuir seu déficit público após reafirmarem o Tratado de Maastrich, que passará a estabelecer punição automática aos países cujo déficit exceda 3% do PIB (Produto Interno Bruto) ou 60% da dívida. Cortes de gastos, demissões de funcionários públicos e diminuição dos benefícios sociais serão alguns instrumentos utilizados para que os países se ajustem à meta.

Enquanto a área do euro deve finalizar o ano de 2011 com déficit médio de 6% e dívida pública de 88% do PIB, o Brasil apresenta um déficit nominal de 2,56%, considerando todas as contas do setor público, incluindo Governo Federal, Governos Estaduais e Municipais, além de todas as empresas estatais. Já a dívida bruta brasileira totaliza 55,4% do PIB.

O economista Fernando Montero, da Corretora Convenção, declarou que a situação atual do Brasil é muito melhor que a europeia. “Nós temos uma foto muito melhor, e temos um filme também melhor. A foto, que é a dívida/PIB, o déficit nominal, e o resultado primário deste momento, é muito melhor do que a Europa. E pode incluir outros países, como os Estados Unidos. E o filme, que é a dinâmica, olhando para frente, também é muito melhor”, afirmou ele.

Manter níveis adequados de dívida pública, défcit nominal e superávit primário, permite ao Brasil abaixar as taxas de juros, o que provoca uma aceleração no crescimento econômico.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1


A agência de classificação de riscos Fitch ameaçou hoje (16/12/2011) rebaixar as notas da França, Espanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Eslovênia e Chipre. De todos esses países, França, Espanha e Itália são os casos mais sérios sobre o ponto de vista macroeconômico, visto serem economias com maior peso.

As agências de classificação tem sido alvo de duras críticas devido à ação aparentemente muito mais política do que propriamente ligada aos interesses econômicos, mas mesmo assim continuam sendo capazes de abalar o mercado com suas análises e revisões na classificação de empresas e países.

A questão é que a Europa vive um momento delicado, tentando encontrar soluções para problemas de grandes proporções, e principalmente tentando encontrar meios de reverter, ou pelos menos minimizar, o movimento de queda dos mercados, o que poderá levar a uma recessão ao longo de 2012.

Seja como for, as agências de classificação de risco lançam suas ameaças de rebaixamento ao mesmo tempo em que observam a movimentação dos chefes de governo e ministros da economia, todos empenhados no projeto de resgate do Euro, a moeda comum europeia, que passa por um momento de incertezas.

Por Luiz Moreira


O Reino Unido está sendo duramente criticado por comentaristas no mundo todo pelo fato de não querer assumir qualquer compromisso que envolva auxilio a estabilização do Euro, moeda comum praticada pela União Europeia, mas não adotada pelo Reino Unido.

Nesse momento, em que as economias enfrentam sérias dificuldades devido às elevadas dívidas de alguns governos associadas à falta de crescimento econômico e à alta no desemprego, os países do bloco buscam união e principalmente consenso em torno de medidas que poderão reverter o viés de queda, minimizando os impactos de uma provável recessão já em 2012.  

O Reino Unido, que não adotou o Euro como moeda, está se mantendo alheio às discussões e prefere focar em seus próprios problemas internos, que também são bastante graves, já que as economias estão todas interligadas.

As divergências se acentuaram bastante nos últimos meses, especialmente porque ninguém quer pagar a conta que vai sobrar, seja qual for o acordo. Grécia e Portugal não têm dinheiro em caixa, e alguém vai ter que pagar essa conta, e mais outras que certamente aparecerão conforme a crise se desdobrar.

Por Luiz Moreira


No dia 09 de dezembro de 2011 a Europa deu um grande passo e se manteve firme na proposta de ir adiante com seu projeto de união fiscal em prol da preservação do euro.  A reunião ocorreu em Bruxelas, onde os lideres da União Europeia assentiram em procurar uma fusão maior, com regras orçamentárias mais ríspidas para a zona do euro.

Nem todos concordam com os novos rumos, a Grã-Bretanha recusou-se a participar do bloco, pois exige abonação documentada de que haverá proteção a sua indústria de serviços financeiros. O presidente da França, Nicolas Sarkozy, manifestou-se alegando que a exigência de David Cameron, primeiro-ministro-britânico, é inadmissível.

O objetivo principal dessa união é seguir um mecanismo mais ríspido em relação ao déficit e assegurar a economia em relação crise financeira. Mario Draghi, atual presidente do Banco Central Europeu, afirmou ser uma decisão ímpar e que realmente são necessárias regras orçamentárias mais rígidas, caso os 17 países participantes do bloco almejem superar e ganhar força após os dois anos de agitação do mercado.

Angela Merkel, atual chanceler da Alemanha, afirma que está contente com o rumo das negociações em relação à nova união fiscal e que ainda espera que a Grã-Bretanha volte atrás em sua decisão de não participar do bloco. O acordo foi intitulado de ESM – Mecanismo Europeu de Estabilidade e vigorará a partir de julho de 2012

Por Aline Gomes


Desde 2009, ano de início da primeira fase da crise econômica mundial, os investimentos em ações permanecem como uma aposta incerta.

Quem aplica em ações sabe muito bem que este é um investimento de risco, pois os ganhos tanto podem ser grandes como nulos, e em certos casos pode-se perder todo o investimento.

O sobe e desce das bolsas acontece a todo momento em função do fluxo de compra e venda das ações, e dos preços envolvidos nessas negociações, mas ultimamente estão ocorrendo mais quedas do que altas, e isso se deve principalmente aos problemas no continente europeu, onde muito se discute mas pouco se faz com relação à crise das dividas soberanas que atinge países como Grécia e Portugal, e ameaçam outros como a Itália.

Os grandes investidores, em certos casos, retiram seu dinheiro das bolsas de ações por todo o mundo e deslocam o capital para outros investimento mais seguros, embora menos rentáveis. Fazem isso porque embora estejam acostumados a uma certa exposição ao risco, sabem que em situações como a atual o risco se torna muito maior do que poderia ser tolerado por qualquer apostador.

Para o pequeno investidor que viu seu dinheiro encolher durante as últimas movimentações da bolsa, resta retirar o dinheiro com perdas, para talvez não perder mais, ou manter o capital onde está, aguardando as coisas voltarem ao normal. A decisão deve ser tomada por cada um em função do risco que está disposto a aceitar.

Por Luiz Moreira


O dia 12 de setembro (segunda-feira) não foi animador para os investidores europeus. A baixa em praticamente todos os índices de ações da Europa fez com que a iminência de um calote da Grécia se tornasse algo ainda mais preocupante.

Com o sinal de alerta vindo da Europa, outras bolsas acompanharam o susto. Exemplo disso foi a  bolsa de São Paulo, que chegou a registrar uma queda de 2,42%. Mas o fato é que os primeiros a sentir os efeitos alarmantes foram os parisienses, que na última segunda tiveram uma queda de índice da ordem de 4,03% (algo visível em seus bancos: o Société Generalecaiu, 10,8%; o BNP Paribas,12,4%; e o Crédit Agricole, 10,6%, por exemplo).

Em Londres, o FTSE 100 desceu 2%, seguido por Frankfurt, que registrou queda de 2,8% no DAX. Acrescente-se ao quadro desalentador, o caso da Itália que, para se ter uma ideia, registrou queda na Unicrédito (uma instituição financeira) de 7,3%, enquanto que na Intesa Sanpaolo, a marca chegou a 4,6%.

Como se mencionou antes, o foco do abalo está mesmo ligado à política econômica da Grécia. Lá, ministro das Finanças, Evangelos Venizelos, chegou a afirmar que o governo iria criar uma nova contribuição – um imposto imobiliário de cerca de 4 euros por metro quadrado – para controlar o orçamento do país e assim conseguir mais empréstimos.

Segundo o ministro, a situação é delicada, já que a Grécia tem hoje um déficit de € 2 bilhões nesse orçamento e precisa chegar a um controle prudencial. Ainda esta semana está prevista a visita de organismos financeiros internacionais ao país, como o Fundo Monetário Internacional (FMI) e o Banco Central Europeu. Após essa visita, a Europa e o resto do mundo esperam que boas notícias apareçam.

Por Alberto Vicente Silva

Fonte: Estadão


Os olhos de todo o mundo estão voltados neste momento para as demonstrações de crise na economia de diversos países desenvolvidos. Não há como negar que a instabilidade e a queda nas cotações das bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos, bem como o aumento da provável incapacidade de pagamento da dívida norte-americana tem assustado alguns países (e alguns analistas), pois tudo isso irá refletir, mais cedo ou mais tarde, em todas as nações.

Para se ter uma ideia, somente no começo desta semana já foram registradas quedas tanto no índice Dow Jones (de 5,6%) quanto no índice da Standard & Poor's (6,7%). Além disso, houve queda no preço do petróleo e uma outra acentuada desvalorizações no dólar. Tudo isso – e o que ainda está por vir – levou o próprio presidente do Banco Central Europeu a afirmar que, no conjunto, esta parece ser uma das turbulências econômicas mais graves que a Europa já teve, desde a 2ª Guerra Mundial.

A queda do 'rating” de crédito dos Estados Unidos, antes considerada intocável, é mais um sinal de que nada no mundo da economia anda a passos constantes por tanto tempo. Esse fenômeno certamente levará aquele país a um corte massivo nos seus gastos, pois as perspectivas são de que os EUA trabalhem cada vez mais no sentido de tornar os seus, aproximadamente, 14,3 trilhões de dívida como algo passível de pagamento.

Quando se fala em redução de gastos em qualquer governo, isto pode significar que a economia do ano em curso também sinta o trauma e cresça em menor proporção, o que pode prejudicar a muita gente, desde o trabalhador médio até o executivo de alto escalão. E o Brasil, como será que tem reagido a essas preocupações internacionais?

De acordo com o Ministério da Fazenda, apesar de não sermos imunes (afinal, nenhum país é) à crise, o Brasil está preparado para amenizar seus efeitos. Essa injeção de ânimo foi dada em meio a uma queda nos índices da Bovespa, que naturalmente sentiu os péssimos indicadores europeus, mas de acordo com Guido Mantega, “estamos mais preparados porque temos muito mais reservas do que tínhamos em 2008”. Ou seja, “haverá consequências, mas elas serão minimizadas", concluiu o ministro.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Agência BrasilNY Times


O Brasil foi considerado pelo Banco Mundial como o 127º país (de um total de 183 nações) com maior facilidade de execução de negócios. Apesar dessa constatação, uma cidade brasileira, em específico, foi considerada como a terceira do mundo preferida por empresários europeus para suas atividades.

De acordo com estudo realizado pela consultoria americana Cushman & Wakefield, a cidade de São Paulo é a mais almejada para a abertura de escritórios na próxima meia década. Xangai e Nova Déli, situadas, respectivamente, na China e na Índia, aparecem à frente da localidade brasileira. Até Tóquio (Japão) e Nova Iorque (Estados Unidos), tradicionalmente interessantes, estão atrás (nesse ranking) das regiões emergentes.

Artigo veiculado pela Folha UOL indica que a Cushman consultou as 500 maiores companhias em nove países europeus, abordando, entre vários questionamentos, o interesse de expansão para além do continente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial ainda é pauta de inúmeros assuntos, principalmente aos países emergentes, que obtiveram bons resultados após o período – superiores, inclusive, aos assinalados nas nações desenvolvidas, onde ainda são encontrados alguns dos principais efeitos do colapso, tais como altos índices de desemprego.

De acordo com o Centro para Pesquisa de Política Econômica (CEPR), a recessão que atingiu os 16 países que abraçam a moeda comum europeia (zona do euro) perdurou 15 meses, mais exatamente entre janeiro de 2008 e abril do ano passado. Em reportagem emitida pelo portal R7, a entidade reflete que o embate na Europa foi mais ameno que o observado nos Estados Unidos (18 meses).

Para Harald Uhlig, presidente do CEPR e professor de economia da Universidade de Chicago, o principal responsável pela crise foi o comércio global. Atualmente, há vários impasses nesse ínterim, tais como dificuldades em retomada da criação de empregos – na zona do euro o desemprego atinge dois dígitos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As ações das bolsas européias, calculadas pelo índice FTSEurofirst 300, deram sinais de alta nesta semana. No final da última sessão desta sexta-feira, 24, o índice registrou alta de 1,14%, totalizando 1,078 pontos, uma valorização de 0,5 ponto percentual no registro semanal.

Os dados animadores apresentados na economia americana foi o motor propulsor da valorização da economia européia. "O cenário para bens duráveis é razoável, mas olhando nos detalhes vários setores mostraram força, o que é um bom sinal", disse Jean-Marc Lucas, economista do BNP Paribas, em Paris.

Os EUA apresentaram alta no comércio de bens duráveis, gastos empresariais e baixo nível de estoque de moradias, o que aponta um vigoroso processo de recuperação econômica.

Por Diego Diniz


Nesta quinta-feira, 16, as Bolsas de Valores da Europa, através do indicador FTSEurofirst, apresentou queda de 0,76%, o que representa 1.076.35 pontos,  menor fechamento desta semana. Os resultados preocupam investidores, especialmente pela drástica queda do total de vendas no Reino Unido.

"O momento é difícil devido à combinação de elevado desemprego, bancos ainda não emprestando e os governos começando a implementar medidas de austeridade. Todos esses fatores não vão ser resolvidos do dia para a noite", lamenta Franz Weis, gestor de fundos do grupo francês de gestão de ativos Comgest.

As varejistas britânicas foram as principais causas da baixa de 0,28% da bolsa londrina, indicando um possível  retrocesso no esforço de recuperação da economia na Europa.

Por Diego Diniz


A China pode ser considerada, atualmente, um dos maiores mercados em diversos setores econômicos. O Brasil, por exemplo, tem perdido terrenos para os asiáticos na Argentina, porém, somente em alguns setores específicos de atuação.

Empresários tupiniquins temem alguns efeitos para suas empresas, algo totalmente compreensível. Contudo, a esfera de carne nacional é uma das mais extensas em todo o globo terrestre, principalmente quando o assunto diz respeito a exportações à Europa. Wagner Rossi, ministro da Agricultura, pediu no princípio desta semana a John Dalli, comissário de Saúde da União Europeia, ajuste que liberem a ampliação da saída da mercadoria do Brasil à Europa.

Reportagem veiculada pelo portal de economia Terra assinala que o Brasil, líder na exportação de carne ante às demais nações, pretende elevar as vendas de produtos do setor aos níveis anteriores à crise financeira mundial, pois, revelaram fontes do próprio governo, a demanda de mercadorias do segmento sofreu baque de 85% durante 2009.

Rossi, durante passagem em Bruxelas, Bélgica, encaminhou relatório técnico de acordo com especificidades da Comissão Europeia para o aumento das exportações, sobretudo relacionadas ao envio de carne de porco.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise europeia teve origem na dívida grega, problema que se arrasta há semanas por todo o bloco Europeu. As bolsas de todo o mundo sofrem oscilações diárias, ora denotando princípios positivos, ora negativos. O Brasil, emergente de grande referência da atualidade, parece preparado para enfrentar essa complicação, segundo as principais autoridades do país, embora alguns, entre eles Henrique Meirelles, acreditem na possibilidade de dificuldades na exportação.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), avalia que o Brasil não passará incólume pela crise, sobretudo no já mencionado setor de exportações, correspondente, ao Brasil à Europa, por 33% do comércio exterior.

Coutinho ressalta que o colapso europeu é inquietante e que já dá sinais negativos ao mundo. Juntamente a esse fator, o presidente do BNDES crê que outro, também já mencionado por especialistas nacionais e estrangeiros, tem de ser levado em consideração: desenvolvimento acelerado do país, que poderá acarretar superaquecimento e geração de bolhas econômicas.

Aparentemente, um discurso pauta outro. Chegará um momento em que as análises serão tão completas que uma solução ideal para o Brasil, inclusive nas exportações, virá à tona. Agora, é só aguardar o comportamento do mercado europeu e como a nação brasileira se comportará.

Leia mais no UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O governo brasileiro, que tem na imagem de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, seu principal trunfo, vem conferindo à imprensa nacional e estrangeira informações sobre o crescimento do Brasil, principalmente no que se refere ao Produto Interno Bruto (PIB) e o famigerado desenvolvimento sustentável.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-geral do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou que embora os Estados Unidos e a Europa sejam o foco da economia mundial, o Brasil é a nação que melhor obterá índices positivos nos próximos anos. Segundo ele, os emergentes estão em ascensão.

Por outro lado, Strauss-Kahn adverte que a demasiada entrada de capitais pode acarretar problemas ao país. O economista admite, em contrapartida, que a medida de taxar o ingresso de fundos adotada pela nação é uma fuga a se avaliar positivamente.

Em reportagem divulgada pelo portal de economia Terra, Strauss-Kahn relata, por fim, que a economia global, como um todo, se comportou bem após a crise do biênio 2008-2009, inclusive com investidores aplicando seu capital nos emergentes, entre eles o Brasil.

Confira mais informações aqui.


As diversas crises da história deram uma lição a vários países – principalmente aquela ocorrida em 1929, com a quebra da bolsa de valores de Nova York, e a recente iniciada também nos Estados Unidos devido ao colapso do Lehman Brothers, em 2008. O Brasil, assim como outras – e poucas – nações, conseguiu superar o abalo e hoje é considerada uma das pátrias com maiores atrativos para investimentos.

Mal terminada a crise do biênio 2008-2009, o globo tem enfrentado outra, desta vez, na Europa, devido às altas dívidas gregas. Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), afirmou que a entidade por ele liderada está preparada para adotar os mesmos parâmetros utilizados após o problema iniciado nos Estados Unidos, assegurando proteção econômica.

Em reportagem apregoada pelo portal de notícias G1, Meirelles afirmou que o Brasil está de olho em qualquer sinal indicativo de pioras na zona do euro. Como segurança, o presidente do BC garantiu que as reservas internacionais da nação atingiram US$ 250 bilhões e que os depósitos compulsórios, por sua vez, ascenderam ao nível constatado antes da quebra do banco norte-americano.

Conheça mais informações sobre o assunto debatido por Meirelles e outros temas de interesse nacional aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Europa tem enfrentado um ambiente turbulento devido aos problemas econômicos e financeiros procedentes da Grécia, pois esses têm causado, por exemplo, instabilidade no mercado, em bolsas de valores do mundo e incerteza entre especialistas e investidores de vários locais do planeta.

A Espanha anunciou nas primeiras horas de 12 de maio, quarta-feira, medidas na finalidade de se resguardar dos entraves, dentre elas a redução de 5% da remuneração aos funcionários públicos e seu congelamento para o ano que vem, bem como a interrupção da revalorização de pensões em 2010.

O Fundo Monetário Internacional (FMI) avaliou que as medidas divulgadas pelo governo espanhol por meio de José Luis Rodríguez Zapatero, presidente do país, são interessantes e positivas para alentar a confiança dos mercados internacionais.

Segundo o portal de notícias UOL, a iniciativa integra um pacote de equilíbrio financeiro gerado pelos ministros da União Europeia para amparar as nações mais frágeis da zona do euro e solidificar o sistema financeiro do continente.

Leia mais informações diretamente no UOL.

Por: Luiz Felipe Erdei


Conforme estatísticas da agência Eurostat, as vendas no varejo na denominada zona do euro, conjunto dos 16 países que adotam a cédula euro como moeda oficial, desabaram 0,2% em agosto diante julho deste ano, além de retroceder 2,6% em detrimento ao mesmo período de 2008.

Para os economistas, porém, os dados não foram positivos. Eles esperavam um tombo menor, de 0,5% em comparação mensal, bem como 2,4% em base anual. O mês de julho revelou, ainda, que as vendas declinaram 0,2% ante junho de 2008, e 1,9% diante de julho do ano passado.

Alguns segmentos apresentaram, no entanto, ascendências notáveis, entre eles os setores de bebidas, alimentos e tabacos, com exatos 0,5% em agosto em detrimento a seu antecessor, isto após três meses seguidos de queda. Entretanto, a comercialização de produtos não-alimentícios declinaram 0,6% no período, a mais notável queda desde fevereiro de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Diferentemente do que vem ocorrendo no Brasil, conforme anuncia inúmeras pesquisas, a Europa terá o ressurgimento seguro de sua economia bem lentamente, segundo afirma Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE). Para ele, de qualquer maneira, ainda é precoce cessar a injeção de liquidez no campo econômico ou alçar a taxa de juro.

Em discurso muito parecido com outros percebidos nos demais continentes, Trichet acredita que não se deve sair das políticas de estímulos adotadas nos últimos meses, mas afirma que estratégias de retirada, em breve, terão de ser adotadas.

Entretanto, os preços ao consumidor estão iniciando sua elevação na Europa, após declinarem nos últimos meses, ainda que a inflação permaneça por bom tempo inserida na agenda econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

O Fundo Monetário Internacional (FMI) teve seus conselhos seguidos pelos Estados Unidos, Europa e China. A recomendação para que estes três citados modifiquem suas políticas econômicas surtiu efeito, pois segundo o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, o frágil sistema financeiro global precisa ser retificado.

Trichet, na mesma ocasião em que anunciou tal diretriz, aproveitou para cortejar o acordo feito pelos países integrantes do G-20 em relação a uma reforma financeira, visto que muitas nações começaram a dar sinais de melhoras no plano econômico.

Entretanto, Jean-Claude não tem certeza se EUA, China e Europa estão prontos para modificar suas economias. Talvez, por assim dizer, esse trio econômico possua certo receio no ato de alterar seus esquemas financeiros, possivelmente porque podem dar vazão a novos e promissores emergentes.

De qualquer maneira, a nação de Obama quer uma nova e ampla estrutura econômica. Disso, podemos nos perguntar: provocarão os estadunidenses, no futuro, uma nova crise, ou querem se beneficiar desta?

Por Luiz Felipe T. Erdei




CONTINUE NAVEGANDO: