Entre segunda-feira (20/01/2014) e terça-feira (21/01/2014) o dólar subiu um por cento e ficou acima de R$ 2,35. Interessante notar que na segunda-feira (20) o dia fechou com R$ 2,33 para cada dólar; fato que trouxe imagem positiva aos investidores doleiros que querem comprar, de forma principal porque não existiu fechamento baixo entre dólar e real como o de segunda-feira (20) desde o dia 17 de dezembro de 2013.

Em anos anteriores a moeda norte-americana diminuiu de valor cambial no primeiro mês do ano para aumentar o consumo entre as pessoas que viajaram aos Estados Unidos. Porém, no ano de 2014, acontece movimento contrário no qual o dólar aumenta ao comparar com o real e outras moedas do mundo, por consequência freando o ciclo do consumo.

No final do ano passado os Estados Unidos anunciaram o programa de venda dos títulos públicos, com disposição de negociar US$ 10 bilhões no mercado. A notícia elevou a expectativa entre investidores que queriam comprar o dólar desvalorizado, visto que de forma teórica iria existir maior oferta de moeda norte-americana.

No entanto, os números não seguem a tendência de baixa em janeiro de 2014. Começaram os boatos de que no final do mês o governo norte-americano vai diminuir a oferta de compras dos papéis públicos, ou seja, anunciará a queda na disposição do dólar no mercado, fato que faz o investidor não vender ou consumir, mas guardar e esperar maior valorização. Por consequência, diminui o valor da oferta de dólares no mercado nacional, aumentando a taxa em termos cambiais no comparativo com o real.

Com os boatos de que o valor disponível no programa público dos EUA deve diminuir, os investidores ficam com receio de acontecerem problemas na oferta da moeda norte-americana no mercado mundial e retêm o dólar nas mãos, diminuindo a disponibilidade e fazendo com que aconteça desvalorização do real (R$) e de outras moedas nacionais na Bolsa de Valores em termos cambiais.

Por Renato Duarte Plantier

Dólar

Foto: Divulgação


Bolsa de Valores.Operantes de diversas bolsas americanas, a Nasdaq e o CME, incluindo a Bolsa de Valores de NY, divulgaram que estão desenvolvendo um sistema que deve acelerar mais a transmissão de preços de ações e derivativos entre Chicago e Nova York.

Esta empreitada tem como meta atender os operadores de alta frequência que precisam obter o máximo de velocidade no recebimento de informações para conseguir vantagem sobre os seus concorrentes.

Essa transmissão deverá ser feita por uma série de antenas transmissoras, que devem ligar os sinais de micro-ondas entre o servidor da Nasdaq, em Nova Jersey, e da CME, que fica em Illinois.

O sistema deve ser o primeiro a usar a conexão sem fio para transmitir informações das bolsas de valores. Atualmente, grande parte das corretoras utiliza o sistema de fibra óptica para enviar e receber mensagens.

Segundo as duas operadoras, tal sistema será 35% mais rápido do que a fibra óptica, o que reduz a latência das mensagens em 8,5 milissegundos.

Tais sinais ganharão milissegundos importantes, pois viajam praticamente em linha reta, diferente dos fios de fibra óptica, que precisam fazer curvas para que fiquem nivelados com o terreno.

O lançamento deste novo sistema, que tem um custo em torno de 20 mil dólares ao mês para as empresas, acontecerá, provavelmente neste mês de maio. 


Nesta terça-feira, dia 01 de janeiro de 2013, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos (Timothy Geithner) informou ao Congresso que o país ultrapassou o limite de US$ 16,39 trilhões de endividamento estipulado pelo poder legislativo.

Para tentar controlar a situação de falta de orçamento, o secretário informou que estão sendo tomadas diversas medidas para economizar cerca de US$ 200 bilhões, possibilitando assim a realização de pagamentos pelo Governo Federal.

Esta situação faz parte de uma questão mais abrangente como o abismo fiscal, que é resultado de uma proposta de aumento no limite de endividamento dos Estados Unidos ocorrida no ano de 2011.

No entanto, o Congresso não aceitou a proposta de Obama e solicitou em troca a redução de despesas do governo, como as praticadas em serviços sociais no país.

Em virtude dos impasses, no final das contas o Congresso permitiu a alta no endividamento nacional e deixou a decisão sobre as dívidas do governo para 2013, que se não houvesse um compromisso entre Democratas e Republicanos iria colocar em prática a redução de gastos e de benefícios para a população mais carente.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo norte-americano está tentando de todas as maneiras evitar o temido “abismo fiscal” no país em decorrência da crise econômica.

Para isso, os líderes do Senado nos Estados Unidos tiveram neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, uma reunião fechada para tentar prorrogar cortes tributários no país.

O grande objetivo de republicanos e democratas é conseguir um acordo entre os partidos que impeça o aumento dos impostos para os cidadãos e mantenha os benefícios concedidos na atualidade para os desempregados.

Caso os integrantes do Senado não entrem em um acordo os norte-americanos terão em 2013 que pagar maiores valores de imposto de renda, sobre lucros e patrimônios além dos órgãos federais que terão de enfrentar duros cortes em seus orçamentos.

A grande divergência entre os políticos consiste no fato de que os republicanos querem a isenção de impostos para todos os norte-americanos enquanto os democratas pretendem manter este benefício apenas para quem ganha até 250 mil dólares por ano

Mas se as negociações não forem finalizadas com um acordo, Barack Obama já determinou ao líder democrata no Senado, Harry Reid, que apresente um projeto de prorrogação no aumento de impostos para janeiro de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Os consumidores dos Estados Unidos estão preocupados com a crise financeira do país e a iminência de um possível abismo fiscal.

Por isso, estão menos confiantes causando, assim, uma queda nos movimentos de vendas de produtos para o Natal.

Toda esta preocupação dos norte-americanos tem fundamento em virtude dos impasses entre republicanos e o presidente Barack Obama na definição das medidas a serem utilizadas para evitar esta situação.

Com isso, os consumidores estão comprando menos e poupando para enfrentar possíveis tempos difíceis em 2013 com aumento dos impostos e no preço dos produtos em geral.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Kodak, empresa tradicional no ramo da fotografia e produtos eletrônicos vive uma situação financeira muito difícil que causou o seu pedido de concordata no início de 2012.

Em decorrência disso, a empresa ofereceu o seu portfólio de patentes ao mercado para ser vendido.

A realização desta venda foi durante esta semana quando um consórcio de empresas – composto pela Apple, Facebook, Google, Samsung, Amazon e Microsoft – comprar todas as patentes da Kodak por um valor total de 525 milhões de dólares.

Este dinheiro será utilizado pela Kodak para quitar suas dívidas em decorrência do pedido de falência junto à justiça dos Estados Unidos.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia, 13 de dezembro de 2012, ocorreu o recuo de ações européias devido a diversas incertezas orçamentárias nos Estados Unidos além da fraqueza no setor de saúde norte-americano.

Dentre as bolsas de valores do mundo, Frankfurt fechou com queda de 0,43% indo a 7.581 pontos, Londres teve baixa de 0,27% com 5.929 pontos e Paris perdeu 0,1% com 3.643 pontos.

No entanto, diversas bolsas operaram em alta como a de Lisboa com um avanço de 0,97% para 5.615 pontos e a de Milão com alta de 0,64% para 15.866 pontos.

Esta situação se deveu pelo receio dos investidores tendo em vista a possibilidade do abismo fiscal nos Estados Unidos sem previsão para resolução e a queda de 3% nas ações da AstraZeneca.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – foi feita a reunião do FED (banco Central dos Estados Unidos) para discussão sobre os rumos da política monetária no país.

Com isso, é esperado o anúncio de um novo aumento da massa monetária norte-americana além de um novo plano de compra de obrigações do estado com valores entre 25 e 40 bilhões de dólares.

Todas estas ações do FED buscam impulsionar a economia que está em uma atividade extremamente fraca.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica enfrentada pelos Estados Unidos continuam tendo reflexos no país, pois foi divulgados nesta semana novos dados sobre a economia norte-americana.

Segundo as informações apresentadas pelo Departamento de Trabalho, os preços de produtos importados tiveram uma queda de 0,9% no mês de novembro que representou a maior queda nos últimos cinco meses divergindo da expectativa dos economistas de uma redução de apenas 0,5%.

Esta situação representa uma diminuição nos preços de alimentos e combustíveis com um controle da inflação no país mas a manutenção de uma economia fraca.

Com este resultado, o Banco Central dos Estados Unidos (FED) deve manter a política monetária de afrouxamento para buscar uma maior recuperação da economia norte-americana.

Fonte: Reuters


Os Estados Unidos estão passando por uma crise econômica que é, no mínimo, considerável e esta situação já está se refletindo nos hábitos dos consumidores americanos.

De acordo com o Departamento de Comércio, os gastos pessoais dos norte-americanos no mês de outubro diminuíram 0,2% enquanto que a taxa de poupança subiu para 3,4% no mesmo período; além disso, a renda pessoal dos americanos se manteve igual e o índice de preços – que é usado para gastos com consumo pessoal – teve um aumento de 1,7% em outubro.

Esta situação se deve principalmente à cautela em realizar despesas pela população do país devido à instabilidade econômica que eles estão vivenciando.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O brasileiro Eduardo Saverin, cofundador do Facebook, foi alvo de críticas quando anunciou sua renúncia como cidadão americano, em janeiro de 2011. Na época, Saverin afirmou durante uma entrevista para o jornal The New York Times que ele se considerava um cidadão global, por isso poderia pedir a renúncia sem problemas. Mas, segundo a mídia dos EUA, Saverin teria feito uma jogada para driblar o pagamento de impostos no país.

Agora, após a abertura de capital da rede social, o brasileiro é novamente assunto da imprensa. Com a entrada do Facebook na bolsa de valores, estima-se que Saverin poderá lucrar até US$ 3 bilhões.

Além disso, no dia 17 de maio, o brasileiro foi alvo de críticas por dois senadores americanos. Um deles, o senador Charles Schumer, declarou que é enfurecedor ver alguém vender o país que o recebeu de braços abertos e ajudou-o a enriquecer.

Saverin, que reside em Cingapura desde 2009 (local cuja legislação não inclui impostos sobre ganhos de capital), afirmou que pagará diversos impostos para o governo americano. Além disso, parabenizou Zuckerberg por tornar o mundo um lugar mais conectado.

Fonte: Comunique-se

Por Camila Caetano


A partir do mês de maio, o correio norte-americano começará a demitir parte de seus funcionários para reduzir os custos em até US$ 20 bilhões.

Ao que tudo indica, serão mais de 200 centros de processamento de correspondências fechados por causa dos tais custos operacionais. Dessa forma, a instituição vai cortar o equivalente a 35 mil postos de trabalho.

A principal meta é que até 2015 o segmento volte a gerar lucros significativos, já que nos últimos anos os custos operacionais deram muita dor de cabeça para a empresa.

Não se sabe ainda o prejuízo que isso irá causar para milhares de famílias americanas. Além disso, outra dúvida que paira no ar é sobre quais setores que irão abrigar estes futuros desempregados.

O USPS (sigla do correio dos Estados Unidos) lamenta o ocorrido, mas justifica os cortes. Em prol de uma melhora na expectativa global de todo um segmento empresarial, no caso, do próprio correio, sacrifícios devem ser feitos. Só o fechamento destas instalações deve significar para a empresa uma economia de mais de US$ 2 bilhões.

Por Jéssica Monteiro 


O Governo dos Estados Unidos anunciou nesta semana uma medida que deve alavancar as exportações da já bem sucedida indústria do etanol no Brasil.

A legislação norte-americana que prevê o pagamento de subsídios para os produtores de cana-de-açúcar locais, deixará de valer no dia 31 de dezembro. Isso acarreta no corte do imposto de US$ 0,54 cobrado sobre cada 3,78 litros de etanol importado. As informações foram divulgadas na sexta-feira (23/12) em nota publicada no site da União da Indústria de Cana-de-Açúcar (Unica).

Foram três décadas de rigorosas leis protecionistas criadas para fortalecer a indústria doméstica de etanol, tarifando a entrada do produto importado e, dessa forma, dificultando sua competitividade.

Agora, o maior mercado de combustíveis do mundo está aberto para os produtores brasileiros.

“A indústria doméstica de etanol evoluiu, políticas progrediram e o mercado mudou, fazendo com que este seja o momento certo para o fim dos incentivos”, comentou a organização americana Renewable Fuels Association (Associação de Combustíveis Renováveis) em comunicado oficial.

Para o presidente da Unica, Marcos Jank, este é um momento em que Brasil e Estados Unidos devem trabalhar juntos para a criação de um mercado global de etanol e incentivar o resto do mundo para que produza e utilize mais o combustível, que polui menos do que o petróleo e é considerado uma fonte renovável de energia.

Nos Estados Unidos, a principal matéria prima para a produção do etanol é o milho. Já no Brasil, a cana-de-açúcar é a principal matéria prima para produção do combustível. Juntos, os dois países correspondem por 80% da produção mundial.

Ainda segundo Jank, com o fim dos obstáculos criados pelas tarifas nos EUA, será possível investir em outras fontes de biocombustível e fortalecer ainda mais o setor sucroenergético nacional.

Por Gabriel Spenassatto


Os olhos de todo o mundo estão voltados neste momento para as demonstrações de crise na economia de diversos países desenvolvidos. Não há como negar que a instabilidade e a queda nas cotações das bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos, bem como o aumento da provável incapacidade de pagamento da dívida norte-americana tem assustado alguns países (e alguns analistas), pois tudo isso irá refletir, mais cedo ou mais tarde, em todas as nações.

Para se ter uma ideia, somente no começo desta semana já foram registradas quedas tanto no índice Dow Jones (de 5,6%) quanto no índice da Standard & Poor's (6,7%). Além disso, houve queda no preço do petróleo e uma outra acentuada desvalorizações no dólar. Tudo isso – e o que ainda está por vir – levou o próprio presidente do Banco Central Europeu a afirmar que, no conjunto, esta parece ser uma das turbulências econômicas mais graves que a Europa já teve, desde a 2ª Guerra Mundial.

A queda do 'rating” de crédito dos Estados Unidos, antes considerada intocável, é mais um sinal de que nada no mundo da economia anda a passos constantes por tanto tempo. Esse fenômeno certamente levará aquele país a um corte massivo nos seus gastos, pois as perspectivas são de que os EUA trabalhem cada vez mais no sentido de tornar os seus, aproximadamente, 14,3 trilhões de dívida como algo passível de pagamento.

Quando se fala em redução de gastos em qualquer governo, isto pode significar que a economia do ano em curso também sinta o trauma e cresça em menor proporção, o que pode prejudicar a muita gente, desde o trabalhador médio até o executivo de alto escalão. E o Brasil, como será que tem reagido a essas preocupações internacionais?

De acordo com o Ministério da Fazenda, apesar de não sermos imunes (afinal, nenhum país é) à crise, o Brasil está preparado para amenizar seus efeitos. Essa injeção de ânimo foi dada em meio a uma queda nos índices da Bovespa, que naturalmente sentiu os péssimos indicadores europeus, mas de acordo com Guido Mantega, “estamos mais preparados porque temos muito mais reservas do que tínhamos em 2008”. Ou seja, “haverá consequências, mas elas serão minimizadas", concluiu o ministro.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Agência BrasilNY Times


Depois de superados os principais efeitos da crise econômica global, os países emergentes passaram a ser o centro das atenções, situação diferente de anos atrás, quando as nações desenvolvidas exerciam papéis cada vez mais influentes. A América Latina, que tem o Brasil como integrante, continua com seu clima econômico estável.

Segundo a Fundação Getúlio Vargas (FGV) em sociedade com o Instituto Ifo, da Alemanha, o Índice de Clima Econômico da América Latina chegou a 5,8 pontos em janeiro deste ano, similar, portanto, ao índice relacionado no último levantamento de outubro de 2010.

A FGV distingue que o Índice da Situação Atual do continente latinoamericano cresceu 0,1% enquanto o Índice de Expectativa recuou de para 5,7 pontos.

Mais abrangente, o ISA mundial cresceu para 5,5 pontos no mês janeiro. O IE global, por sua vez, saltou 0,5 ponto, para 6,3 pontos no mês.

Após muito patinar, a economia norte-americana mostrou grande progresso em sua recuperação ao ter a si o ISA avançando para 4,8 pontos no mês passado, contra 2,9 pontos de outubro de 2010, assim como o IE, que foi para 7,9 pontos.

Será que os Estados Unidos finalmente poderão ilustrar ao mundo que seus piores dias econômicos estão passando? Terá Barack Obama conseguido, mesmo que inicialmente, por a nação nos trilhos?

Por Luiz Felipe T. Erdei


A temática importação versus exportação tem surgido com certa recorrência nas últimas semanas por meio de diversos segmentos, entre os quais o representado pela Associação Brasileira da Industria de Máquinas e Equipamentos (Abimaq).

Embora a ansiedade venha à tona e emita sinal amarelo para o país quanto à verificação de perda de competitividade das empresas nacionais, de acordo com Welber Barral, secretário de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio (MDIC), as exportações do Brasil para os Estados Unidos devem crescer aproximadamente 20% neste ano, algo em torno de US$ 17 bilhões emitidos para o norte.

Apesar de assegurar aumento da participação brasileira no mercado norte-americano, Barral indica que as vendas para lá ainda não regressaram ao patamar de antes da crise econômica, pois o país ainda pena com problemas relacionados à infraestrutura e com o sistema tributário. Entre 2007 e 2008, de acordo com o UOL, as exportações provenientes do país passaram de US$ 100 bilhões para US$ 200 bilhões, sem o devido comboio de desenvolvimento das estradas, portos e aeroportos.

Em relação ao Mercado Comum do Sul (Mercosul), Barral prevê incremento de vendas com origem brasileira em 50% e para o mercado asiático pouco menos, aproximadamente 40%. De acordo com o secretário, o câmbio tem surtido efeito nas negociações comerciais com outras nações, mas o impacto não seria tão intenso se questões logísticas fossem mais bem resolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Intrigada com a suposta concessão de subsídios à importação realizada por Santa Catarina e Paraná, a Confederação Nacional dos Trabalhadores Metalúrgicos (CNTM) por meio de Paulo Pereira da Silva, presidente da Força Sindical, entraram com uma ação direta de inconstitucionalidade contra os dois Estados no Supremo Tribunal Federal. O objetivo é interromper essa situação, que se confirmada poderá realmente ser cortada caso o juiz relator do caso assim decida.

Em meio a essa reclamação, eis que a Associação Brasileira da Indústria Produtora e Exportadora de Carne Suína (Abipecs) informou neste início de semana que os Estados Unidos autorizaram a importação de carne bovina in natura e suína de Santa Catarina. Pedro de Camargo Neto, presidente da associação, assegura que a liberação foi publicada em 16 de novembro, terça-feira, no Diário Oficial estadunidense.

De acordo com o portal de Economia UOL, Santa Catarina é reconhecida pela Organização Mundial de Saúde Animal como imune de febre aftosa sem qualquer tipo de vacinação. Mesmo assim, a exportação de produtos do Estado aos EUA não é automático.

Além desse fato, Camargo prevê que outras liberações e aberturas de mercados provenientes da Coreia do Sul e Japão poderão acontecer devido ao reconhecimento global do serviço de inspeção norte-americano.

Enquanto uns segmentos se contraem, outros se retraem.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A polêmica medida adotada pelo banco central dos Estados Unidos (Federal Reserve, ou simplesmente Fed) de injetar US$ 600 bilhões na economia do país continua a repercutir pelo mundo. Vale ressaltar que durante o encontro das maiores potências econômicas do mundo de alguns dias atrás (G20), esse tópico foi um dos pontos mais quentes e contraditórios entre os participantes.

Para Janet Yellen, vice-presidente do Fed, a instituição não quer suscitar desvalorização da moeda norte-americana. Em sua visão durante entrevista concedida ao veículo de comunicação Wall Street Journal, a medida não deve ser observada como um novo assunto na guerra cambial.

Apesar desse discurso a repercussão continua. Inúmeras nações acusam os EUA de buscarem a todo custo baixar a cotação do dólar no intuito de ganhar competitividade. Yellen avalia em matéria veiculada pelo portal de Economia Terra que o escopo é o de nutrir recuperação da economia estadunidense de maneira mais robusta.

Muitos especialistas, contudo, examinaram que desde o ano passado o dólar sofreu desvalorização próxima de 40% em comparação ao real. É necessário aguardar semanas e alguns meses para buscar e avaliar novos resultados entre moedas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As nações emergentes, preocupadas com as medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), já começaram a confabular maneiras de evitar grande fluxo especulativo de capital em algumas regiões. O Brasil, que ganhou voz por meio de Guido Mantega, ministro da Fazenda, porta-se bem atento, ao mesmo tempo em que tece severas críticas com as deliberações do norte.

Apesar de toda a expectativa estadunidense, na concepção de Caroline Atkinson, porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), os efeitos das medidas sobre o crescimento da economia dos EUA poderá ser moderado. Para ela, a iniciativa ilustra a decisão do Fed em alimentar a economia, a reativação e, singularmente, em atalhar o risco de uma deflação num período extenso ou uma redução das perspectivas inflacionárias.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 e embora tenha proferido todo esse discurso, avalia que a compra de US$ 600 bilhões em títulos da dívida do Tesouro do país gerará, sim, efeitos positivos para a economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Diferentemente de Brasil, China e Índia, os Estados Unidos enfrentam inúmeros impasses para conseguir restabelecer suas atividades nos mesmos níveis assistidos antes da crise financeira mundial de 2008 e 2009. O governo de Barack Obama não tem sido bem avaliado pela própria população justamente por questões intrínsecas à economia, como é o caso do emprego.

No intuito de conferir novos ares ao país, o Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) anunciou em 3 de novembro uma nova e controversa política, pois assinalou empenho a adquirir mais de US$ 600 bilhões em títulos do governo até a metade do ano que vem.

Matéria veiculada pelo portal de notícias G1 assinala que a deliberação tem por intuito diminuir ainda mais as despesas dos empréstimos para as empresas e consumidores, que ainda sentem os efeitos oriundos do colapso financeiro global. Além dessa decisão, o Fed ratificou o compromisso de manter a taxa de juros baixa durante bom tempo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo às expectativas de especialistas, a economia norte-americana avançou dentro do aguardado no terceiro trimestre, porém, ainda insuficiente para diminuir o alto patamar de desemprego observado na nação ou modificar a intuição de que o Banco Central local (Federal Reserve, ou Fed) assumirá mais estímulos econômicos nos próximos dias.

Segundo dados divulgados pelo Departamento do Comércio, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense avançou ao índice anual de 2% em virtude dos gastos mais evidentes dos consumidores nos maiores níveis desde 2006 e as empresas mantendo a tendência de reconstrução de seus estoques. No trimestre anterior a economia sofreu ampliação de 1,7%, com o desenvolvimento entre julho e setembro correspondendo às perspectivas de economistas.

Para Scott Brow, economista-chefe da Raymond Hames & Associates, a expansão ainda é positiva, mas mesmo assim um pouco desapontador. Para ele, o patamar atual não figura em conformidade ao realmente almejado no sentido de recuperação.

Em reportagem veiculada pelo portal de Economia Terra, economistas ponderam que para diminuir o índice de desemprego faz-se viável desenvolvimento econômico de, ao menos, 3,5%, incitado por uma demanda doméstica robusta e exportações intensas durante bom tempo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O homem mais endinheirado do Brasil, Eike Batista, encabeça a lista como o oitavo mais rico do mundo. À sua frente aparecem figuras extremamente conhecidas, tais como Bill Gates, criador da Microsoft, e Warrem Buffett, industrialista, filantropo e investidor dos EUA. Contudo, o mais poderoso é o mexicano Carlos Slim Helú, empresário de origem libanesa.

Um dos temas mais recorrentes das últimas semanas, a desvalorização do dólar, possui diversas faces, uma delas a questão travada entre a China e os Estados Unidos sobre o câmbio. Para Slim, a discussão entre ambos seria mais bem resolvida se o governo asiático elevasse a remuneração dos trabalhadores.

Para Slim, ao invés de cada uma das partes tentar deixar sua moeda com a cotação mais amena, dar riqueza ao povo para melhoria de vida incidiria mais positivamente, sobretudo em relação ao maior poder de compra, com mercado interno mais positivo. Não somente neste caso, o mexicano avalia que as nações desenvolvidas devem evitar a guerra cambial.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


Os Estados Unidos tentam semanalmente melhorar as próprias condições econômicas por meio de inúmeras medidas. Para Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, as iniciativas estão causando efeitos colaterais no Brasil, embora admita que a nação estadunidense atravesse uma situação complicada.

Meirelles acredita, segundo o portal de Economia Terra, que as políticas monetárias superafrouxadas são, sim, uma medida viável, porém, emitem refluxos colaterais profundos e efeitos transversais que são percebidos em várias regiões do mundo, especialmente no Brasil.

Nos últimos dias o Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA) acenou que poderá injetar mais liquidez na economia local, afetando diretamente os mercados emergentes, uma vez que os investidores fazem uso dos dólares detidos a baixos custos em outras nações para concentrá-los em investimentos de maiores ganhos, porém de riscos mais amplos.

Preocupado com a possível formação de bolhas quando menos se espera, ou seja, abruptamente, o presidente do BC prevê que o tema cambial deve ser um dos principais motes na reunião das 20 economias mais fortes do planeta (G20).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os Estados Unidos atravessam um momento singular na história recente do mundo, principalmente entre 2008 e 2009, período em que a crise financeira global, por lá iniciada, atravancou números de várias origens. Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed, o Banco Central do país), afirmou no final da semana passada que o desemprego em alta e a inflação amena acarretam em necessidade de afrouxamento mais amplo da política monetária da nação.

Embora tenha emitido tal ideia, não detalhou quais seriam as possíveis medidas. Para Bernanke, um período dilatado de desemprego elevado pode representar um risco à sustentabilidade da necessária recuperação, além de o nível ameno inflacionário indicar que a possibilidade de um arrefecimento perigoso nos preços é mais ampla que o almejado.

Desde que o recobramento econômico dos Estados Unidos apresentou sinais de vagarosidade ao longo de 2010, as perspectivas de o Fed restaurar a aquisição de ativos de ampla escala para estimular o crescimento é aguardada. Grande parte dos economistas, segundo a agência de notícias Reuters, esperam incentivo próximo de US$ 500 bilhões para até o final deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das nações que mais tem sofrido com a crise financeira mundial, os Estados Unidos voltou a sentir o peso dos efeitos do colapso. Economistas estadunidenses depreciaram as previsões para a expansão da economia do país em 2010 e 2011 e acreditam, ainda, que o índice de desemprego deverá permanecer em crescimento.

Conforme pesquisa da National Association of Business Economics (Nabe), o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano crescerá 2,6% neste ano, 0,6% abaixo do levantamento de maio (3,2%), mesma estimativa respectiva para 2011. Em relação às compras para o Natal e datas festivas próximas, os economistas sopesam que poderão ser efetivamente fracas, com gastos dos consumidores aumentando 2,5% no confronto com 2009.

Para Richard Wobbekind, novo presidente da instituição, a confiabilidade na duração do crescimento apresenta-se ileso, porém a extenuação econômica recente fez com que vários participantes do estudo rebaixassem seus diagnósticos para ano que vem. Além desse ponto, crê que a desaceleração observada neste verão revelou a sensibilidade da economia a diminuições de riqueza, ao arrefecimento do estímulo econômico e a contenção de dívidas.

A pesquisa também revela, de acordo com o Estadão, que os economistas acreditam que o número médio de oportunidades de trabalho gerados mensalmente alcance o valor de 150 mil entre julho e dezembro do ano que vem, para depois ascender entre 170 mil e 175 por mês. A taxa de desemprego, atualmente em 9,6%, poderá chegar a 9,5% no princípio de 2011 e 9,2% em seu final.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A desvalorização do dólar ante o real é motivo de preocupação de políticos, autoridades e especialistas. Alguns afirmam possibilidades de surgimento de bolhas econômicas, embora Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirme que o país possui todas as ferramentas necessárias para conter excessos.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), indica que a nação precisa fazer sua parte para atalhar os exageros na valorização do câmbio. Para ele, o robustecimento do real é proveniente do atual cenário de desenvolvimento e captação de capitais estrangeiros, algo que tem de ser aparelhado por meio de instrumentos clássicos, entre os quais a aquisição de reservas.

Segundo Coutinho, apesar de existir a deterioração da conta corrente, a tendência descrita anteriormente pode acarretar numa valorização do câmbio durante um período extenso. Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, afirma que a situação internacional também tem contribuído para o ambiente, pois existem expectativas de que os juros norte-americanos permaneçam em níveis baixos e a moeda chinesa, por outro lado, continuidade no exercício de pressões ante as nações de câmbio maleável.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia norte-americana ainda atravessa uma fase complicada em meio aos principais efeitos gerados pela crise financeira mundial. Muitos pontos levam a crer que medidas de incentivo adicionais emitidas por aquele país serão adotadas, algo que não foi visto com bons olhos por Henrique Meirelles, presidente do Banco Central brasileiro.

Para a autoridade, o intento deverá intensificar o ingresso de capital que muitos emergentes já tentam dominar e embora seja benéfica à economia estadunidense, essa segunda rodada de estímulos, ainda em consideração pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos EUA), poderia acerar a liquidez e os excessos de entradas num nível mundial. Segundo Meirelles, não é possível permitir desequilíbrio econômico para alguns enquanto é consentido equilíbrio a outras nações.

Em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters o presidente do BC endossou que os encontros do G20 (grupos das 20 maiores potências mundiais) precisam abordar o tema, pois os desequilíbrios impedem que a economia global ostente atuação num ótimo patamar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os discursos do presidente Luiz Inácio Lula da Silva nem sempre são contra os opositores de Dilma Rousseff (PT), candidata à sucessão presidencial. Parte deles, o que depende do assunto, destina-se a outros países que, por um ou outro motivo, contrariam os interesses brasileiros. Valendo-se novamente da informalidade, o ex-sindicalista atacou um rival de seu colega Hugo Chávez: Estados Unidos.

Durante cerimônia de inauguração de oito usinas termelétricas à biomassa de cana-de-açúcar em 27 de setembro, segunda-feira, Lula afirmou que a realidade forçará os norte-americanos a abrirem mão da tarifa de US$ 0,54 por galão do etanol produzido no Brasil – a conjuntura atual é de término da taxa no último dia de 2010, porém, o Congresso estadunidense avalia possibilidades de manutenção.

Ao comparar a cultura da cana com a do milho (utilizada pelos EUA para a produção de álcool), Lula mostrou mais uma vez a sagacidade (depende da concepção) de suas palavras. Em tom completamente irônico, afirmou que o milho é dado, no Brasil, para a galinha se alimentar e depois fornecer ovinhos.

A tão almejada expansão dos mercados europeu e norte-americano para o etanol, na visão do presidente, possibilitará a ampliação do parque de usinas no Brasil e, consequentemente, incentivará a criação de empregos no segmento. Neste sentido, segundo o portal R7, endossou requalificação dos cortadores de cana, que serão substituídas por maquinários, para outras atividades, no intuito de assegurar continuidade de suas forças.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das mais poderosas ferramentas de trabalho e troca de informações em todo o globo, se não a maior, a rede mundial de computadores é utilizada por dezenas de pessoas e em especial, no Brasil, o alcance deverá ser mais abrangente se o Plano Nacional de Banda Larga for consolidado como se espera.

Mark Zuckerberg, fundador e diretor-executivo do Facebook (uma das redes sociais de maior alcance nos lares de todos os recônditos do globo terrestre), conseguiu com poucos anos de vida o que muitas pessoas não conseguiram: rendimento financeiro altíssimo. Valendo-se de sagacidade, lançou um poderoso sistema de convívio virtual, porém, aos que pensam em ego próprio e, grosso modo, insensibilidade para com o próximo, engana-se.

Nesta semana, Zuckerberg anunciou a pretensão em doar US$ 100 milhões para a melhoria do sistema público de ensino em Newark, situado no estado de Nova Jersey, nos Estados Unidos. Segundo o portal de notícias G1, o intuito é a criação de uma fundação para aperfeiçoar a educação pelo país.

O montante a ser doado pelo fundador do Facebook poderá ser somado a outros US$ 100 milhões que Cory Booker, prefeito da referida cidade, tenta levantar juntamente a fundações de cunho privado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As ações das bolsas européias, calculadas pelo índice FTSEurofirst 300, deram sinais de alta nesta semana. No final da última sessão desta sexta-feira, 24, o índice registrou alta de 1,14%, totalizando 1,078 pontos, uma valorização de 0,5 ponto percentual no registro semanal.

Os dados animadores apresentados na economia americana foi o motor propulsor da valorização da economia européia. "O cenário para bens duráveis é razoável, mas olhando nos detalhes vários setores mostraram força, o que é um bom sinal", disse Jean-Marc Lucas, economista do BNP Paribas, em Paris.

Os EUA apresentaram alta no comércio de bens duráveis, gastos empresariais e baixo nível de estoque de moradias, o que aponta um vigoroso processo de recuperação econômica.

Por Diego Diniz


A crise financeira mundial estancou algumas atividades em todo o mundo e caiu como uma pedra nos índices de emprego, transformando crescimentos anteriores ao ano de 2008 em arrefecimento econômico. O Brasil juntamente a China e a Índia, por exemplo, parecem ter varrido em partes o problema, situação que pode ser constatada por meio do Produto Interno Bruto (PIB) e a criação acentuada de postos de trabalho nos últimos meses.

Empenhado em melhorar a situação econômica nos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed) afirmou na última terça-feira, 21 de setembro, continuar preparado para aprovisionar incentivos adicionais à singela recuperação da economia. Segundo o portal de notícias G1, a arenga indica que a instituição pode estar se aparelhando para impedir alta nos índices de desemprego e baque nos preços.

Mesmo com a ideia emitida, o banco central estadunidense não exprimiu qualquer mudança política monetária, embora tenha se expressado mais profundamente com relação ao ritmo do desenvolvimento econômico e com a inflação declinada no encontro ocorrido há cerca de um mês.

Em comunicado emitido à imprensa, o Fed assevera que o comitê continuará a monitoria das perspectivas da economia e os desenvolvimentos nas finanças como suporte à recuperação econômica e à volta da – temida para alguns – inflação em coeficientes estáveis.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Estopim da crise financeira mundial no biênio 2008-2009, os Estados Unidos ainda enfrentam severas consequências por causa do colapso global. Economia instável, índices de desemprego altos se considerado como país desenvolvido, além de entraves comerciais com, por exemplo, o Brasil, são as novas realidades para os norte-americanos.

Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou na última sexta-feira, 2 de julho, que a economia do país está figurada numa boa direção, porém, ainda sem crescimento rápido. Segundo o portal de notícias G1, nem para ele o desenvolvimento está veloz o suficiente.

Embora exista a criação de 600 mil empregos formais neste ano segundo Obama, o mês de junho foi um dos piores para o país, com 125 mil postos de trabalho eliminados, atingindo, pois, a primeira grande perda para a nação estadunidense depois de cinco meses consecutivos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi reflexo de atitudes inconsequentes iniciadas nos Estados Unidos, quando o banco Lehman Brothers decretou concordata. Os reflexos, distribuídos durante mais de um ano, tornaram o mundo um local instável na esfera econômica, tanto que os próprios norte-americanos ainda sofrem duras perdas.

Paul Volcker, assessor econômico de Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou durante esta semana que a recuperação da economia estadunidense demorará um tempo para ser concretizada, obrigando àquele país a trabalhar durante bons meses para enxergar resultados positivos.

Segundo ele, conforme retratado pelo portal mercado do UOL, a recessão não foi algo muito comum, tanto que há quase um ano o país tenta se recuperar. Os índices econômicos, por exemplo, é um dos fatores que levam os Estados Unidos a tentar, quase diariamente, retomar suas atividades e garantir melhor valorização do dólar no mercado global.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Apoiado pela Organização Mundial do Comércio (OMC), o Brasil impôs retaliações contra diversos produtos de origem norte-americana há algumas semanas. Quando o fez, o governo brasileiro aguardava que os Estados Unidos adotassem medidas para “impedir” o intento, o que foi feito somente agora.

Segundo o portal de notícias G1, as represálias por parte do Brasil entrariam em atividade em 6 de abril, quarta-feira, mas foi estendida até 22 de abril, visto que os EUA começaram a negociar algumas ofertas, tais como a instituição de um fundo no montante aproximado de US$ 260 milhões para o financiamento de projetos atrelados à produção tupiniquim de algodão.

A Câmara de Comércio Exterior, então vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior sugere que alguns pareceres iniciais estão em tramitação e que se o Brasil os aceitar até dia 21 de abril, poderá estender, novamente, o prazo para a vigência das medidas de retaliação.

Num futuro próximo, caso o país liderado por Luiz Inácio Lula da Silva concorde com as propostas, as restrições aos Estados Unidos poderão ser modificadas desde que, principalmente, mudanças na legislação para extirpar os subsídios ao algodão aconteçam.

Leia a reportagem base deste artigo, na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma opinião levantada por Jim O’Neill, economista-chefe do Goldman Sachs, promete balançar a principal economia do mundo: Estados Unidos. Segundo ele, a China superou os States como principal mercado mundial, desde 2007, quando as vendas varejistas do asiático passaram a crescer mais em virtude da queda de consumo dos norte-americanos.

Embora seu discurso seja baseado em algumas pesquisas confiáveis, o próprio O’Neill admite que sua apreciação é controversa. Para ele, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, a forma de observar esse desenvolvimento asiático está sujeita em como os cálculos de moeda em detrimento ao poder aquisitivo de ambos os países é analisado.

Em relação ao Brasil, o economista revelou que existe um diferencial sumariamente notável e a favor ao país latino-americano, que é o crescimento atrelado à sustentabilidade – o que não acontece com tanta intensidade nos norte-americanos e nos chineses.

Observe mais análises de O’Neill aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.

Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.

Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.

Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com a finalidade de obter efeitos positivos na economia do país, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, apresentou um pacote de medidas focadas às famílias de classe média. Dentro deste “embrulho” há a expansão do crédito tributário para assistência infantil e iniciativas de apoio a aposentadoria.

Segundo a Agência Reuters, Obama mudou seu discurso com esse intento, pois havia prometido ser mais rígido em relação a Wall Street para batalhar pelo futuro da classe média do país. Afinal, o apoio dessa massa popular tem-se tornado cada vez menos constante.

Algumas das propostas apresentadas, segundo a Reuters, são, por exemplo, o aumento do crédito tributário para poupança previdenciária, que abrangem famílias que ganham até US$ 85 mil, e o direcionamento de valores monetários em contas de depósito direto para a aposentadoria a funcionários de empresas que não oferecem planos de previdência.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com o passar dos dias percebe-se que o Brasil adota medidas mais ousadas e planejamentos mais maduros. Desta vez, a nação recorreu à Organização Mundial do Comércio (OMC) em virtude de uma possível retaliação aos Estados Unidos. O órgão, ao que parece, pode estender a bandeira branca, já no próximo dia 19, para que o país, de fato, siga em frente com sua idéia.

Por enquanto, o país do presidente Luiz Inácio Lula da Silva não conta com dados essenciais para concluir suas estimativas de quanto poderá empregar em sanções. Estas, que serão distribuídas em uma lista de aproximados 100 itens, inclui produtos têxteis, algodão e eletroeletrônicos, farmacêuticos e cosméticos.

A lista, que pode chegar a um valor comercial prezado em US$ 2 bilhões, tem por finalidade agregar interesses norte-americanos, bem como evitar surgimento de problemas ao próprio Brasil. Segundo alguns envolvidos, essa retaliação cerceará setores em que o país possui outros fornecedores.

Além disso, o objetivo é dissuadir o apoio de alguns segmentos da economia estadunidense a Barack Obama, presidente daquele país. Para muito além desse nível, poderia levar a Casa Branca a modificar seus subsídios ao algodão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As últimas notícias divulgadas pela imprensa de todo o mundo denotam que os Estados Unidos, a maior potência econômica – por enquanto –,  passaram a apresentar altos índices de desemprego, os maiores já constatados em 26 anos. Para tanto, Barack Obama, daquele país, sancionou uma lei que prolonga benefícios federais aos desempregados em até 20 semanas.

Dados – no papel – apontam que a taxa de desemprego saltou de 9,8%, em setembro, para 10,2%, em outubro. Em outras palavras, a economia perdeu, aproximadamente 190 mil vagas. Especialistas afirmam que a nação norte-americana ainda tem um tortuoso caminho a percorrer até chegar “seu” ao momento ideal.

A lei sancionada para os desempregados de todos os estados americanos indica que cada um receberá uma assistência federal suplementar de 14 semanas. Aos desempregados nos estados com taxa de desemprego em 8,5%, em média, em três meses receberão um benefício acessório de seis semanas. No entanto, essa medida afetará, estritamente, às pessoas que já tiveram seus benefícios consumidos ou que serão esgotados até o final de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em uma reunião com o Painel de Conselheiros da Presidência para a Recuperação Econômica, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, garantiu que a nação norte-americana ainda está distante de seu ideal no campo econômico. O líder daquele país taxou de perturbadora a fraqueza constatada no mercado de trabalho.

De acordo com dados divulgados há poucos dias, a economia estadunidense apresentou crescimento a uma taxa atualizada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano, após um ano de contração. Mesmo assim, a taxa de desemprego é a maior registrada em 25 anos, com 9,8%.

Obama, no entanto, asseverou que há pautas muito boas para auxiliar o crescimento econômico dos EUA. Dentre as medidas, citou cortes de créditos fiscais e impostos, mas nada concreto. De qualquer maneira, resfolegou que mudanças desse porte não acontecem de uma hora para a outra. Sua preocupação principal é, conforme seu próprio discurso, garantir trabalho e seu conseqüente sustento às famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Pela primeira vez em mais de um ano, a economia norte-americana apresentou crescimento no terceiro trimestre de 2009. Esse desenvolvimento deve-se à retomada nos gastos de consumo, porém, pode proporcionar uma recuperação lenta devido ao fraco mercado de trabalho daquele país.

De acordo com o Departamento do Comércio dos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense subiu acima do que se esperava e chegou a uma taxa anual convencionada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano. Os economistas previam um crescimento de 3,2% para o mesmo período.

Para os especialistas da área, estes índices indicam que a mais extensa e marcante recessão desde a vista na denominada “Grande Depressão” cessou. Porém, isto é apenas um desenho não oficial do momento norte-americano. Para os Estados Unidos, isto será confirmado, de fato, quando o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER) indicar sua posição.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As duas das mais poderosas nações do globo, Estados Unidos e China, entraram em um consenso em relação ao aumento na segurança de produtos fabricados no país asiático. Isto porque a nação chinesa foi acusada, tempos atrás, de produzir mercadorias consideradas perigosas.

A oficialização dessa consonância, que acontece três semanas antes da ida de Barack Obama, presidente estadunidense, à China, visa como principais mercadorias focadas dentro dessa nova medida produtos elétricos, isqueiros, fogos de artifício, veículos e brinquedos.

Os dois órgãos envolvidos, o Departamento Geral de Supervisão e Inspeção de Qualidade da China e a Comissão de Segurança dos Produtos ao Consumidor dos EUA, também afirmaram que investigarão cientificamente, de maneira cooperativa e com base em fatos concretos, as importações de drywall chinês, uma construção à base de gesso – utilizada em tetos, paredes e revestimentos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O último verão norte-americano deixou perspectivas poucos estimulantes em relação ao crescimento econômico dos Estados Unidos. Os gastos de consumo, na ocasião, estavam fracos em muitas regiões, porém, o mais atualizado relatório do Federal Reserve (Fed), o banco central daquele país, divulgou que os 12 distritos regionais apresentaram estabilização e melhorias modestas em muitos setores da economia.

O Livro Bege, nome do relatório expedido pelo Fed, informou que os gastos de consumo estavam insensíveis em muitas províncias, com vendas mais pausadas em decorrência do vencimento do projeto de desconto do governo federal, batizado de “dinheiro por sucata”.

Esse relatório é um resumo da atividade econômica designado para a utilização na próxima reunião de política monetária do Comitê Federal de Mercado Aberto (Fomc), assinalado para os dias 3 e 4 de novembro deste ano. O Livro Bege foi preparado pelo Fed, de Richmond, e ecoa dados colhidos em setembro e início de outubro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Fundo Monetário Internacional (FMI) teve seus conselhos seguidos pelos Estados Unidos, Europa e China. A recomendação para que estes três citados modifiquem suas políticas econômicas surtiu efeito, pois segundo o presidente do Banco Central Europeu (BCE), Jean-Claude Trichet, o frágil sistema financeiro global precisa ser retificado.

Trichet, na mesma ocasião em que anunciou tal diretriz, aproveitou para cortejar o acordo feito pelos países integrantes do G-20 em relação a uma reforma financeira, visto que muitas nações começaram a dar sinais de melhoras no plano econômico.

Entretanto, Jean-Claude não tem certeza se EUA, China e Europa estão prontos para modificar suas economias. Talvez, por assim dizer, esse trio econômico possua certo receio no ato de alterar seus esquemas financeiros, possivelmente porque podem dar vazão a novos e promissores emergentes.

De qualquer maneira, a nação de Obama quer uma nova e ampla estrutura econômica. Disso, podemos nos perguntar: provocarão os estadunidenses, no futuro, uma nova crise, ou querem se beneficiar desta?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Os tigres asiáticos parecem, literalmente, devorar cada vez mais seus concorrentes. Dados levantados, recentemente, revelam que as exportações brasileiras para os Estados Unidos despencaram 43,7% somente nos primeiros seis meses de 2009, derrocada para os então emergentes Indonésia e Vietnã.

Para se ter uma idéia, as vendas no setor de calçados nacionais para os EUA retrocederam 29,5%, enquanto que Vietnã apresentou aumento de 20,1% e a Indonésia 14,4%. Na indústria têxtil os números foram diferentes, mas negativos, novamente, para a nação brasileira, com queda na casa de 31,90%, enquanto que os asiáticos Indonésia e Vietnã tiveram declínio de 5,5% e 1%, respectivamente.

A realidade existente sob a luz dos holofotes revela que há, realmente, motivos para essa diferença entre Brasil e tigres asiáticos. Primeiramente o preço dos produtos, pois nos países da Ásia a mão de obra é mais barata, e em segundo lugar, porque a carga tributária naqueles países é menor. No entanto, há outro encalço: o poder aquisitivos dos estadunidenses caiu!


Parece que o Brasil realmente conseguiu bons frutos em seu crescimento econômico. A maior potência mundial, os Estados Unidos, pretende selar novos acordos bilaterais com nossa pátria. O intermediário dessa intenção inicial é o novo representante comercial daquele país, Ronald Kirk.

Em encontro com empresários brasileiros em São Paulo, Kirk não adiantou idéias do preterido pelo governo estadunidense, mas nas entrelinhas mencionou acordos de investimentos e a probabilidade de ressuscitar negociações em torno de livre comércio entre ambas as partes.

Entretanto, Kirk tem um grande objetivo: evitar que o Brasil quebre patentes de inúmeros medicamentos da poderosa indústria farmacêutica norte-americana, pois os EUA ameaçaram retirar subsídios de empresas algodoeiras de nosso país. A Organização Mundial de Comércio (OMC), então, autorizou essa retaliação brasileira.


As coisas continuam difíceis na Terra do Tio Sam. O ano de 2009 tem sido de muita quebradeira no mercado financeiro norte-americano e já são contadas 89 instituições financeiras que não suportaram a pressão e entregaram os pontos.

Somente no mês de setembro, que se iniciou a pouco, mais cinco bancos foram à bancarrota, segundo o Federal Deposit Insurance Company (FDIC). Se o quadro for mantido, as expectativas não são nada animadoras, pois somente mo mês de agosto, 15 bancos faliram nos EUA.

Pelo menos, para atenuar, os clientes desses bancos não pagarão as contas das quebras, já que o FDIC garantirá todos os depósitos referentes às contas, de modo que os clientes não sairão prejudicados.

É mais um triste capítulo da crise econômica, iniciada nos EUA, que traz conseqüências para todo o mundo.

Lindomar Vieira

Está desligado, a partir de hoje, o painel eletrônico americano que difundia críticas ao regime político de Cuba. O painel foi instalado em janeiro de 2006, no quinto andar do edifício da Seção de Comércio de Washington em Havana, sob a contrariedade do então presidente Fidel Castro.

O painel servia unicamente para espalhar mensagens, notícias e posicionamentos políticos contra o regime cubano. O desligamento é parte de uma política diplomática americana que visa restabelecer relações com Cuba, praticamente inexistentes desde a Revolução Cubana, em1959.





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