Processo de venda deverá ser finalizado nas próximas semanas.

Foi anunciado nesta quarta-feira, dia 19 de julho de 2017, pela varejista francesa de música e livros Fnac Darty, um acordo que fará a venda de suas operações no país para a Livraria Cultura.

De acordo com as informações apresentadas pela Fnac Darty, será realizada a licenciatura da marca da Fnac para essa nova empresa e será feita uma recapitalização para auxiliar a companhia a tornar melhor sua posição dentro do mercado.

Todavia, o grupo francês, porém, não deixou público o tamanho da recapitalização e também não deu demais detalhes acerca do acordo feito com a Livraria Cultura.

De acordo com informações disponíveis no site do G1, ao serem procuradas pelas equipes de reportagem no Brasil, as duas empresas optaram por não se manifestar acerca do assunto, ao menos não de imediato. A conclusão a que se chega é de que o processo de venda deverá acontecer nas próximas semanas.

Sabe-se que a operação da Fnac no Brasil engloba 12 lojas distribuídas por 7 estados do território nacional, além das atividades de comércio eletrônico. A companhia francesa está operando no país desde o ano de 1999 e atualmente está empregando cerca de 550 colaboradores. De acordo com a varejista francesa, as operações que acontecem no Brasil acabam sendo responsáveis por menos 2 por cento das vendas do grupo por ano (que são de 7,4 bilhões de euros).

A unidade da Fnac do Brasil estava no grupo de empresas do setor de varejo (de eletrodomésticos e eletrônicos) colocadas à venda após o modelo de negócios de lojas amplas e pequeno giro de estoque passou a ser cada dia mais insustentável dentro do pior período de recessão vivido no país.

Já no que se refere à Livraria Cultura, sua fundação ocorreu há mais de 70 anos e hoje em dia possui 18 lojas físicas, além da operação realizada por meio de comércio eletrônico. Em comunicado à imprensa, a companhia fez a afirmação de que a união entre esses dois grupos irá criar sinergias e valores, a partir do compartilhamento de suas culturas similares e permitirá que a Livraria Cultura possa diversificar seus negócios, somando a eles novas linhas de serviços e também de produtos.

Iris Gonçalves


Caso negócio seja concretizado teremos a criação de uma nova gigante no comércio eletrônico.

Segundo uma notícia que foi veiculada por meio do site Exame, a gigante Netshoes está processo de negociação para adquirir a sua principal concorrente no mercado, no segmento de comércio eletrônico no Brasil, a Dafiti.

Logo depois de três meses que o capital foi aberto na bolsa de valores de New York, a grande empresa varejista Netshoes tenta realizar o que diversos especialistas apontam como sendo o seu mais ousado movimento.

O fundador da Netshoes, conhecido como Marcio Kumruian, deu início ao processo de negociações para que fosse realizada a compra da grande concorrente, a Dafiti, a qual é o fundo alemão Rocket que controla.

Se esta fusão vier a se concretizar de fato, uma gigante do comércio eletrônico seria criada, que logo de início iria contar com faturamento de aproximadamente 4 bilhões de reais.

A gigante empresa de comércio eletrônico Netshoes teve sua fundação concretizada ainda no ano de 2000, por dois sócios: Hagop Chabab e o próprio Marcio Kumruian, que agora realiza o processo de negociação com a Dafiti. No último ano, 2016, a empresa conseguiu registrar uma receita líquida que alcançou a incrível cifra de R$ 1,74 bilhão, diante R$ 1,51 bilhão conquistada no ano de 2015.

Ambas as competidoras, Dafiti e Netshoes, do atual comércio eletrônico dentro do mercado brasileiro são rivais ferrenhas e desde sempre acabam perdendo dinheiro e não é pouco não, o prejuízo acumulado chegou a atingir a impressionante marca de R$ 151,9 milhões no último ano (2016), por outro lado, há dois anos, em 2015, o valor chegou aos R$ 99,5 milhões.

Entretanto, a companhia teve a capacidade de conseguir concluir o ano de 2016 com uma quantidade de 5,6 milhões de usuários ativos, o que representa uma elevação de 18,9% se comparado com o ano de 2015.

Embora muitos veículos de comunicação tenham falado e criado diversos rumores sobre a aquisição da Dafiti por parte da Netshoes, a empresa informou que não tem o costume de comentar os rumores que ocorrem no mercado atual, em suas próprias palavras.

Se a Dafiti será comprada ou não ainda não é possível dar uma certeza, é preciso esperar.

FILIPE R SILVA


Reforma Trabalhista agora depende apenas da sanção do presidente Michel Temer para passar a valer.

Nesta terça-feira, dia 11 de julho, foi à votação no Senado questões acerca da reforma trabalhista. O texto que traduz as novas formas de acordar o trabalho entre empregadores e empregados, foi aprovado, sendo assim, agora a aplicação depende do presidente Michel Temer, ou seja, está nas mãos dele sancionar ou não as novas normas.

Essa reforma, chamada trabalhista, vem com novas definições no que diz respeito a questões contratuais, alterando alguns textos da CLT, sugerindo novas configurações para jornada de trabalho, férias, entre outros assuntos.

Modificações na nova lei trabalhista poderão ser feitas através de medidas provisórias. Acionar medidas provisórias foi uma opção muito visada e negociada, prometida para os opositores, a fim de tentar aprovar a proposta no Congresso de forma mais rápida.

O que muda?

O primeiro item que vamos abordar são as férias: antes eram 30 dias, que podiam ser divididos em dois períodos não inferiores a 10 dias, sendo possível também receber ⅓ do pagamento proporcional ao período, no formato de abono.

Agora, as férias podem ser divididas em até 3 períodos, desde que acordado entre as duas partes interessadas, sendo que um deles deve ser de pelo menos 15 dias corridos.

A questão jornada de trabalho é uma das mais discutidas. Na lei trabalhista vigente atualmente, o limite da jornada de trabalho é de 8 horas por dia, sendo no formato de 44 horas por semana, somando 220 horas por mês, sendo permitidas também 2 horas extras num período diário.

Agora, as 220 horas semanais continuam, sendo que a jornada pode ser de 12 horas, com 36 horas de descanso. O limite semanal é de 44 horas por semana. No caso de horas extras, esse número sobe para 48.

A questão de tempo na empresa também foi alterada, não contando momentos em que o trabalhador está na empresa, executando uma tarefa que não seja a função dele, ou seja, momentos em que o trabalhador descansa, estuda, se alimenta ou troca de trajes para vestir o uniforme, não contam como tempo de jornada.

Regras acerca da remuneração, descanso, transportes, regras de planos de carreira, entre outros, também foram modificadas. O texto começa a valer 4 meses depois de publicado no Diário Oficial.

Carolina B.


Saiba aqui quais são as marcas que fazem parte do Grupo JBS.

O Brasil há muitos anos é cenário para grandes empresas nacionais e internacionais. Devido a sua extensão territorial, economia que cresce a cada ano e o número de pessoas que podem vir a ser uma boa quantidade de mão de obra, o país se tornou o local para muitas empresas atuarem. E uma dos maiores grupos empresariais do país é a JBS.

Fundada nos anos 50, no estado de Goiás, a instituição detém o título de maior empresa de alimentos de todo o mundo. A empresa foi criada por José Batista Sobrinho e começou com um pequeno açougue na cidade de Anápolis. Com o passar dos anos, a organização foi aumentando a sua produtividade e consequentemente aumentando seus domínios empresariais e tendo mais lucro. Dois momentos importantes ajudaram mais ainda a expandir os números da JBS. O primeiro aconteceu em 2007, quando as ações da empresa ingressaram na bolsa de valores e o segundo foi quando o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social, o BNDES, comprou algumas ações da empresa e colocou muito dinheiro na empresa, o que fez com que ela atingisse o patamar que possui hoje.

Atualmente, a companhia atua no mercado nacional e internacional. São mais de 20 países nos quais os seus produtos são comercializados. Além disso, a JBS possui em seu portfólio mais de 40 marcas dos mais variados produtos do gênero alimentício.

As marcas que fazem parte do grupo são:

– América do Sul:

Brasil, Paraguai, Argentina e Uruguai: Seara Gourmet, Pena Branca, Tekitos, Wilson, Excelsior, LeBon, Delicata, Macedo, Confiança, Rezende, Doriana, Seara, Canelones, Hans – Frigor, Frangosul, Do Chef Friboi, Big Frango, Anglo, Reserva Friboi, Angus Friboi, Maturatta Friboi, Massa Leve, Plate, Amour, Cabaña las Ilas, Swift Black, Swift e Friboi.

– América do Norte:

Canadá, Estados Unidos, México e Porto Rico: Country Pride, Gold Kist Farms, Wing Dings, Pierce Chicken, Pilgrim’s Pride, King Island, Swift Australia, Great Southern, Beehive, Primo, Swift Premium, Swift, Cedar River Farms, 5 Star, 1855, Aspen Ridge, La Herencia, Swift 1855 e Swift Premium.

– Europa:

Reino Unido, Itália, Holanda, França e Irlanda: Moy Park, O’Kane e Rigamonti.

– Oceania:

Austrália: King Island, Swift Australia, Great Southern, Beehive, Primo, Swift Premium, Swift, Cedar River Farms, 5 Star, 1855 e Aspen Ridge.

Todas essas marcas representam uma receita anual de mais de 150 bilhões de reais e com lucro de mais de 350 milhões por ano.

Isabela Castro.


Negociação deve envolver cerca de 664 milhões de euros. Objetivo da Heineken é se tornar a segunda maior fabricante de cervejas do Brasil.

A gigante holandesa Heineken divulgou nessa segunda-feira (13) um acordo feito com a empresa japonesa Kirin Holdings Company que vai permitir a compra da fabricante de refrigerantes e cervejas o mais breve possível.

O maior intuito da Heineken é se tornar a segunda maior fabricante de cervejas do Brasil e pretende expandir seus negócios em 2017 por aqui.

Segundo fontes oficiais, o valor da negociação gira em torno de 664 milhões de euros, mas a transação ainda precisa da aprovação de alguns órgãos fiscalizadores e a previsão é que tudo seja acertado até o meio do ano.

As marcas da bebida do grupo Brasil Kirin incluem a famosa marca Schin, Baden Baden e Eisenbahn, que também são conhecidas por um público mais seleto. O grupo japonês, perante comunicado oficial, informou que devido à crise econômica e os altos riscos para investimentos, além da acirrada concorrência da indústria da cerveja, tornavam o Brasil inviável para investimentos, do ponto de vista econômico. A Heineken espera que esse novo investimento aumente muito as vendas de seus produtos no Brasil, inclusive da cerveja, que já é bastante apreciada pelo seu paladar por muitos brasileiros, além de fortalecer ainda mais o nome e as marcas do grupo.

A Brasil Kirin fez um investimento total de 3 bilhões de dólares em 2011, na compra da marca Schincariol, que na época era considera a segunda maior fabricantes de cerveja do Brasil, tendo o seu nome mudado, posteriormente, para Kirin Brasil. O grupo japonês terminou o ano de 2015 amargando perdas na casa de 1 bilhão de dólares e se viu obrigado a se desfazer de uma das suas fábricas no estado do Rio de Janeiro para um poderoso grupo alemão do mesmo ramo. Em setembro do ano passado, começava as negociações com prováveis sócios investidores para tentar aumentar todas as operações na quase falida Schin e a Heineken se ofereceu para comprar o império e o martelo foi batido.

O Brasil é considerado o terceiro país em comércio de cerveja do mundo e só perde para China e Estados Unidos.

Rodrigo Souza de Jesus


Negociação entre a Dona da Maguary e a Bela Ischia pode chegar a R$ 218 milhões.

Uma importante notícia para o mercado brasileiro. A Britvic, um importante grupo britânico que é detentor da tradicional marca de sucos Maguary, fez uma oferta quase que irrecusável para uma fabricante no Brasil de sucos, a marca Bela Ischia Alimentos.

A britânica ofereceu o equivalente a R$ 218 milhões para comprar a brasileira, como forma de expansão de sua presença em todo o mercado mundial referente a sucos concentrados. A oferta acompanha um ciclo de investimentos da Britvic no País, uma vez que foi em 2015 que a mesma adquiriu a Empresa Brasileira de Bebidas e Alimentos, a Ebba, que até então comercializava o suco Maguary. A negociação, na época, foi fechada por R$ 580 milhões.

Em comunicado oficial divulgado na última terça-feira, dia 3 de janeiro, a britânica anunciou que a união com a Bela Ischia irá garantir a participação do grupo em terras brasileiras, em áreas como Minas Gerais e Rio de Janeiro. Até então, a empresa atuava fortemente somente na região Nordeste e em São Paulo.

Anteriormente, segundo fontes da Reuters, houve interesse da Britvic com a fabricante dos sucos Natural One, sob comando do empresário Ricardo Ermírio de Moraes. Todavia, não houve acerto nas negociações, fato esse que desencadeou na venda da participação minoritária da Natural One para a Gávea Investimentos.

A Bela Ischia

Presente no mercado do Brasil desde o ano de 1967, a Bela Ischia começou os seus trabalhos comercializando frutas frescas no Rio de Janeiro. Porém, após esse período, a mesma fez uma forte aposta no mercado de polpas, começando a produzir sucos com o verdadeiro sabor da fruta, levando à inauguração de uma unidade de produção em Astolfo Dutra, em Minas Gerais.

E a expansão foi tão grande que, somente no ano de 2016, a empresa teve faturamento de aproximadamente R$ 160 milhões, com lucro bruto de R$ 18,5 milhões. Garantindo a qualidade de seus produtos, a Bela Ischia aposta em pomares próprios e possui mão de obra especializada, com rigoroso controle nas frutas selecionadas.

Para o grupo britânico Britvic, há expectativas que, ainda, até o final do mês de março a empresa consiga adquirir a brasileira. Isso ocorrerá após a análise de números da organização e processo de auditoria. Resta-nos aguardar o desfecho.

Kellen Kunz


Compra da Monsanto foi aceita após Bayer oferecer US$ 128 por ação da Monsanto.

A Bayer anunciou nesta semana a compra da multinacional norte-americana Monsanto, que atua no ramo de agricultura e biotecnologia. O acordo do negócio divulgado pela Bayer envolve o montante de US$ 66 bilhões pela aquisição, que possibilitará à empresa alemã reforçar sua posição no ramo do agronegócio.

A compra da Monsanto pela Bayer estava sendo esperada já há algum tempo pelo mercado mundial, uma vez que a companhia alemã já havia feito diversas propostas pela compra da multinacional com sede nos Estados Unidos. A primeira oferta feita pela Bayer pela Monsanto foi em 9 de maio, quando ofereceu o valor de US$ 122 por ação, que acabou sendo recusada pela Monsanto. Desta vez, o valor oferecido de US$ 128 por ação da Monsanto foi aceita, e corresponde a um incremento de 44% no valor de fechamento das ações da companhia no dia 9 de maio.

A Bayer deve levantar US$ 19 bilhões em emissões de títulos de dívidas conversíveis e angariar cerca de US$ 57 bilhões através de empréstimos em diversos bancos para pagar pela transação de compra da Monsanto. Juntas, as duas companhias tiveram receita de US$ 23 bilhões no ano passado. Os investimentos de ambas somam 2,5 bilhões de euros anuais em pesquisa e desenvolvimento nas áreas em que atuam.

A aquisição permitirá que a Bayer incremente seu portfólio, já que o principal negócio da alemã está na área de produtos voltados à saúde. Com a Monsanto, a companhia aumentará sua presença no mercado do agronegócio e biotecnologia, direcionando esforços, pesquisas e produtos, inclusive para o desenvolvimento de soluções sustentáveis para cultivo e plantações em todo o mundo.

Sobre as Empresas:

A Bayer é uma empresa alemã fundada em 1863, por Friedrich Bayer, e atua principalmente na área farmacêutica e da saúde. De acordo com dados divulgados pela companhia em 2013, o grupo emprega mais de 113 mil pessoas e possui um volume de negócios superior a 40 bilhões de euros.

Já a companhia Monsanto foi fundada em 1901 e está sediada nos Estados Unidos desde sua fundação. A empresa é líder mundial na produção de pesticida e agrotóxico, além de ser uma das principais companhias a produzir sementes geneticamente modificadas em todo o mundo. Sua intensa atuação na área de agricultura e biotecnologia é alvo de protestos periódicos de ativistas ambientais, principalmente por conta da produção de sementes transgênicas.

Por Luana Neves


Saiba aqui o que é e como calcular o EBITDA.

Quanto vale a minha empresa? Essa é uma dúvida muito comum tanto aos empresários com seus negócios já consolidados, como aos aspirantes a empresários e suas ideias inovadoras. O conceito é complexo e não há fórmula pronta, o que há são alguns métodos de se medir e alguns critérios a serem levados em conta na hora de saber qual é o valor de uma empresa, por quanto ela seria vendida.

A sigla EBITDA vem do inglês “earnings before interests, taxes, depreciation and amortization” e significa literalmente “lucros antes de juros, impostos, depreciação e amortização”. É uma das fórmulas mais eficazes de se medir a real capacidade que uma empresa tem de ser lucrativa.

O índice é obtido quando se excluem as despesas operacionais – como é o caso da contabilização a amortização de pagamento de empréstimos ou dívidas e os juros que deles advêm; a depreciação de máquinas, equipamentos e instalações que são utilizados; imposto de renda, por exemplo – do lucro bruto da empresa.

Exemplifiquemos: se uma empresa fatura 5 milhões e tem 100 mil de EBITDA e outra empresa fatura o mesmo tanto, mas tem 700 mil de EBITDA, isso quer dizer que a segunda empresa tem mais capacidade de gerar lucro do que a primeira, ou seja, têm valores diferentes.

Ao multiplicarmos o EBITDA pelo múltiplo da indústria – ou seja, o valor pelo qual a empresa foi comprada sobre o EBITDA, não somente chegamos ao seu valor atual de mercado, mas à lógica do mercado, o que vem sendo mais valorizado em números, um indicador financeiro muito eficaz.

O EBITDA é um dos índices mais usados na administração financeira de um modo geral. Aplicá-lo junto a outros indicadores importantes não apenas traz uma análise mais completa da real situação de uma empresa, mas serve para averiguar seu horizonte financeiro. Pode ser também utilizado na análise da origem dos resultados das empresas, sendo, pois, mais preciso no cálculo de sua produtividade e eficiência de seu negócio. No quesito percentual de vendas, o EBITDA serve para comparar as empresas com relação a sua eficiência em certo segmento do mercado.

As variações que ocorrem do EBITDA de um ano para outro deixa claro para os seus investidores se uma empresa conseguiu ou não ser mais eficiente ou produtiva, fazendo com que ela valha mais ou menos aos olhos de seus possíveis compradores, seus investidores.

Flávia Figueirêdo


Lista é liderada pela Amazon. Apple acabou de fora da lista das 50 empresas.

Recentemente a MIT Technology Review divulgou sua lista anual chamada de 50 Smartest Companies. No documento constam as escolhas dos editores da revista em relação as companhias que apresentam uma melhor combinação de tecnologia inovadora com modelos de negócios eficazes.

Segundo as informações da publicação, todos os anos são analisadas 50 companhias que se enquadram como “inteligentes”, principalmente no que diz respeito a maneira de como fazem para criarem novas oportunidades.

Na lista divulgada pelo MIT este ano a primeira posição foi ocupada pela Amazon. A empresa deu um salto do 13° lugar no ano anterior para o primeiro neste ano. De acordo com a publicação, a empresa que se tornou uma gigante do varejo online e que teve como fundador Jeff Bezos conseguiu obter destaque esse ano devido ao grande sucesso obtido pela sua assistente pessoal virtual, a Alexa. O crescimento dos dispositivos que a oferecem também ajudou como, por exemplo, o Echo Dot e Tap e o Amazon Echo. A publicação do MIT ainda destaca que um crescimento de uma divisão da Amazon, a Web Services, que atua para oferecer soluções em serviços de computação em nuvem, foi decisivo na escolha.

Mas não foi só a Amazon a conseguir um “lugar ao sol” na lista apresentada. Outras grandes companhias também figuraram por lá. Entre elas vamos encontrar a Intel, IBM, Microsoft, Tencent, Facebook, Nvidia, Huawei e claro, o Google.

De acordo com a opinião dos editores, essas empresas tem feito uso da tecnologia digital para provocar uma espécie de redefinição da indústria. É interessante ressaltar que a Apple ficou com o 16° lugar como empresa mais inteligente na lista de 2015 e nesse ano não conseguiu entrar para a gama das 50 empresas.

E não são apenas as grandes empresas que estão marcando presença. Startups que além de novas focam suas atuações com base digital aparecem na publicação. Uma delas é a 23andME. Ela foi criada por Anne E. Wojcicki. A empresa atua quase que especificamente no setor de biotecnologia e oferece às pessoas testes rápidos de DNA que possuem um preço bem mais acessível aos consumidores. Até agora já foram sequenciadas pela empresa mais de 1 milhão de códigos DNA de pessoas que querem saber mais sobre seu histórico genético ou ainda de possíveis riscos de doenças nessa área.

Pelo visto foi o tempo em que o mercado era dominado apenas pelas companhias mais tradicionais. As novas, que estão saindo do forno agora, têm mostrado uma grande competência para brigar até com quem é mais poderoso.

Por Denisson Soares


Você sabe da importância dos cuidados com os motores náuticos ou de popa? Muitos preservam muito bem as instalações de uma embarcação, por exemplo, mas relaxam neste outro quesito, o que é um erro muito grande.

Para que seja evitado que o equipamento tenha algum tipo de dano,  é de suma importância que seja realizada uma manutenção de forma periódica. O motor de popa deverá ser levado para uma revisão ao menos duas vezes ao ano. O proprietário da embarcação deve atentar para qualquer indício de que há um problema no mesmo (ruído ou queda de potência).

Um dos erros mais comuns, é que a pessoa  espere para encaminhar o equipamento para a revisão quando ele já apresenta algum problema. Algumas dicas podem lhe ajudar para que o motor tenha uma vida útil maior e acidentes também possam ser evitados:

       1) O manual de instruções deve ser lido atentamente, pois assim, o dono da embarcação poderá ficar familiarizado com todas as características do equipamento.

       2) Antes que você faça o reabastecimento do motor, desligue o mesmo e não encha demais o reservatório, pois, depois que fechar o equipamento, o combustível poderá expandir e o motor ter algum problema;

        3) Antes de sair para fazer um passeio com o barco, por exemplo, faça uma verificação das condições das hélices. Elas deverão ser trocadas, caso já não estejam em boas condições. Outro ponto importante a se observar é o cordão de partida. Uma boa dica é sempre levar um extra para o caso de uma emergência.

       4) Coloque todas as ferramentas necessárias a bordo, além de combustível e óleo reserva na embarcação. A qualidade do óleo dever ser verificada com cuidado. O produto deve ser o indicado pela fabricante.

       Seguindo essas dicas, a vida útil de seu motor de popa pode ser melhorada. Porém, a manutenção do equipamento deve ser realizada nas épocas corretas para evitar problemas desnecessários.


ERP é um software de gerenciamento geral em tempo real. Ele observa tudo o que acontece com todos os recursos e auxilia na decisão de plano de uso dos mesmos e estratégia do empreendimento.

O ERP – sigla para enterprise resource planning, planejamento de recursos empresariais – é um software de gerenciamento geral em tempo real. Ele, além de observar tudo o que acontece com todos os recursos, auxilia na decisão de plano de uso dos mesmos e estratégia do empreendimento.

É possível controlar através do programa desde o fluxo de caixa diário e cartão-ponto dos funcionários até o fechamento do balanço contábil e o recolhimento de impostos sobre o faturamento. Com a otimização de processos, elimina-se tempo e dinheiro gastos neles.

Com a ferramenta, é possível ainda aumentar a rentabilidade da empresa. O sistema permite o acompanhamento das movimentações de venda da empresa em loja matriz e nas filiais, para o controle total do faturamento. Com o mecanismo de controle de estoque, é mais difícil acontecer perdas e economiza-se tempo de conferência por funcionários – livres para outras funções necessárias. O ERP pode ainda auxiliar na escolha de fornecedores, buscando o melhor preço e levando em conta a qualidade.

O aplicativo divide-se em três funcionalidades e dois módulos de ação.

Na função de aplicação estão os cadastros de processos, recursos, despesas e investimentos. No banco de dados, o armazenamento geral de todos os registros. E framework encarrega-se de configurar e criar parâmetros de pesquisas internas e relatórios.

O módulo de visão de departamento gerencia e trabalha todas as operações financeiras da empresa – compras, vendas, contabilidade, folha de pagamento. Cada área ou operação fica disponível apenas para as pessoas autorizadas a determinado assunto. E a segmentação avalia e auxilia a visão departamental na execução das rotinas padrões empresariais como contabilidade, folha de pagamento e área fiscal.

O ERP funciona basicamente como um integrador e facilitador de processos dentro de uma só ferramenta. E suas consequências de ação se dão com agilidade, economia e controle preciso sobre ativos e passivos. Ainda fez-se possível a mudança de estratégia da empresa por demonstrativos mais específicos de vendas ou produtos.

Por Bruno Klein


Com a crise econômica pela qual o Brasil está passando, os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre de 2015. No mês de julho, por exemplo, o recuo foi de cerca de 37%.

Os reflexos da crise política e econômica sofrida pelo Brasil em 2015 são sentidos em quase todos os dados econômicos do País. De acordo com números do Banco Central (BC), os investimentos estrangeiros em empresas nacionais sofreram queda acentuada no terceiro trimestre deste ano.

No mês de julho, o órgão monetário afirmou que os investimentos diretos recuaram cerca de 37%, para US$ 6 bilhões.   

A expectativa é que os números continuem apresentando quedas. Para agosto, o BC espera uma entrada de US$ 3 bilhões, número bem inferior ao do mesmo período do ano passado, quando registrou US$ 10 bilhões. Até o final dos três primeiros meses do ano, o recuo acumulado estava em 33%

Segundo Tulio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, a redução da chegada de capital internacional é comparada ao que tem acontecido em relação aos investimentos com recursos nacionais no País. Ele acredita que há um recuo significativo dos investimentos, independente de ser externo ou nacional. O comportamento dos investidores estrangeiros é reflexo do que se tem observado em dados das contas nacionais.   

O chefe do departamento ainda afirma que o recuo no investimento direto não afeta o financiamento do déficit brasileiro em suas transações envolvendo serviços, bens e rendas com o exterior.    

O BC também divulgou dados do mercado de viagens internacionais. Como era de se esperar, os destinos fora do Brasil recuaram cerca de 30% levando em conta os meses de janeiro a julho. O valor atingido foi o menor desde o ano de 2010. Maciel afirma que os dados do BC refletem um aprofundamento dessa tendência, projetando que a queda nas despesas líquidas chegará a 46%.   Certamente a taxa do câmbio tem influenciado diretamente a queda da procura por viagens internacionais. A fraca atividade econômica do País também colabora para a queda acentuada nesse índice, visto que os consumidores tendem a escolher destinos nacionais ou até mesmo não viajarem.

Por William Nascimento

Investimentos estrangeiros


Intenção de empreendedores que pensam em contrair crédito caiu cerca de 8% em junho.

Os micro e pequenos empresários não estão tão interessados assim em obter crédito e a intenção de empreendedores que pensam em contrair crédito nos próximos 90 dias caiu cerca de 8% no mês de junho. Os números são apontados pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito, e também pelo CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

O levantamento feito pelo SPC e CNDL mostra um cenário típico de um país em crise econômica como o Brasil, pois o pequeno empresário quase sempre sai em busca de crédito quando a economia vai bem e, no intuito de alavancar as vendas e fazer com que sua empresa cresça, busca recursos para a compra de material, equipamentos e até para melhorar a infraestrutura da empresa.

Mas diante de uma economia estagnada e a falta de perspectiva para que este quadro melhore, os pequenos empresários estão preferindo não se arriscar em arcar com um crédito agora e depois se encontrarem em situação complicada para conseguir manter o pagamento em dia.

Para termos uma ideia de como a situação está crítica, basta analisarmos este levantamento feito pelo SPC/CNDL. De acordo com o levantamento feito, o indicador chegou a apenas 16,36 pontos, sendo que, quando mais próximo estiver de 100, que é o máximo, maior é a intenção dos empresários de procurarem por crédito. Indicando apenas 16,36 pontos, o levantamento aponta que a grande maioria dos pequenos empresários não vai se arriscar agora, adquirindo um crédito que não vai lhe trazer os retornos esperados, já que a economia ainda não deu sinal de melhora.

A pesquisa realizada pelo SPC/CNDL ainda mostrou um dado preocupante, onde 34,25% dos empresários estão achando muito difícil ter crédito aprovado aqui no Brasil, ou seja, os poucos empresários que ainda resolvem investir e contribuir para a melhora da economia, acabam não conseguindo acesso ao crédito.

E o principal motivo para o não acesso ao crédito é a burocracia e as altas taxas de juros que dificultam a tomada de crédito e esta quando é feita, penaliza o pequeno empresário que paga caro pelo empréstimo realizado. Os empresários estão bem mais cautelosos e não querem saber de assumir compromissos a longo prazo, já que, apesar do Governo dizer que não, 2016 promete ser um ano muito difícil.

Por Russel

Intenção de crédito


O que levou à baixa procura das empresas por crédito foram os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise.

A demanda das empresas por crédito teve queda de 3,4% em maio, em relação a abril. Os dados são do Indicador Serasa Experian, que ainda mostrou que o recuo em relação ao mesmo período de 2014 foi de 6,5%, sendo esta a maior diferença dos últimos dois anos, quando levado em conta esse critério de comparação. Apesar disso, o Serasa afirmou que a procura por crédito se manteve alta nos cinco primeiros meses de 2015, com crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os motivos que fizeram com que as empresas buscassem menos o crédito estão os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise, que assola diferentes segmentos. O atual cenário com desvalorização do Real frente ao Dólar também é um fator decisivo para que as empresas buscassem menos o crédito.

A queda na procura foi mais expressiva entre as pequenas empresas, cujo recuo foi de 3,5% na comparação com abril. As empresas de médio porte diminuíram a procura em 2,8% e nas grandes foi de 1,5%. Em contrapartida, de janeiro a maio de 2015, houve elevação da procura por micro empresas, com elevação de 5,5%, se comparado com o mesmo período de 2014. O recuo interanual das médias empresas foi de 15,8%, e nas grandes a queda foi de 9,7%.

Na região Norte houve a maior queda, com redução de 20,4%, mesmo sendo a região que teve a maior procura de crédito nos primeiros cinco meses do ano com elevação de 6,9%, seguida por Sul e Sudeste, cujo recuo foi de 1,3%. A região Centro – Oeste e Nordeste tiveram baixa de 0,5%. A indústria foi quem teve a maior queda na procura de crédito, com 5,5%.

A Serasa Experian ainda afirmou que a retração da procura por crédito mostra que há o declínio das atividades empresariais no país. Isso agrava o atual quadro recessivo da economia do país. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Crédito para empresas

Foto: Divulgação


Fraco desempenho da economia afetou a alta na inadimplência das empresas.

Mais uma notícia que mostra que não estamos nos nossos melhores dias em matéria de economia.

A crise que estamos enfrentando tem causado sérios danos ao mercado financeiro, atingindo não somente o trabalhador, mas  também as  empresas.

De acordo com a Serasa Experian, o número de empresas inadimplentes aumentou no primeiro trimestre de 2015.

O crescimento das empresas inadimplentes teve um aumento de 12,1% comparado ao mesmo período no ano de 2014, é o maior percentual nessa comparação com 2012 onde o índice foi de 21,1% no mesmo período.

Os economistas acreditam que essa alta tem a ver com o fraco desempenho da economia que está  prejudicando grandemente a  geração de  caixa nas empresas,  dificultando principalmente as  micro empresas, fazendo com que elas  tenham muitas  dificuldades e assim provocando  a elevação dos  índices de inadimplência.

Tudo isso vem de uma série de investimentos realizados ainda no final de  2014, onde os micro empresários investiram na  compra  de matéria prima para iniciar o ano de  2015 com seus estoques  cheios visando um bom início de ano.

Mas como todo início de ano, os brasileiros entram em férias, fazendo suas viagens, e logo em seguida tem o carnaval, que fez com  que os investimentos realizados  não gerassem o lucro esperado, fazendo  com que as micro empresas amargassem com suas  dívidas, gerando assim a  inadimplência tão elevada que  estamos  vendo nesse primeiro trimestre do ano.

O Serasa Experian afirma que  todas as modalidades  da inadimplência tiveram alta, as  dívidas não bancárias, como cartões de créditos, financeiras, lojas em geral, e prestadoras de  serviços como telefonia,  energia  elétrica e água.

Os bancos tiveram um crescimento de 2,7% e 3,5% na inadimplência e contribuições 1,1 ponto percentual e 0,7 ponto percentual, respectivamente.

Título protestado e cheque sem fundos apresentaram um alta  de 29,5% e 20,6% no qual contribuíram para a elevação do índice de  março de  2015.

Por André Escobar

Inadimplência das empresas

Foto: Divulgação


A busca de empresas  porcrédito teve um aumento significativo no mês  de janeiro de 2015, cerca de 12,3% de acordo com os registros do Serasa. De  acordo com o comparativo realizado do mesmo período de 2014 a procura foi de 6,4%.

Acredita-se que  a procura ocorreu devido às  empresas quererem  fazer a recomposição de  seus estoques  depois das festas de final de ano, fazendo com que a procura por crédito tivesse essa busca elevada.

Esta é a primeira vez que a procura por crédito superou o nível verificado do mesmo mês  do ano passado.

O Serasa  acredita  que o crescimento da  demanda  ocorreu mais intensamente nas micro e  pequenas empresas do que nas médias e grandes.

De  acordo com os  dados, todos os  setores econômicos registraram elevações na demanda por  créditos no primeiro mês do ano. A maior alta ocorreu na  indústria  com cerca de 15,5% em comparação a dezembro.

No comércio chegou a  12,2%  e no setor de  serviços  foi de 11,9% referente a dezembro de 2014.

Fazendo uma  análise por região podemos identificar que os empresários da região Sul  foram os que buscaram mais  crédito  em relação  a  dezembro, onde chegou a 13,8%.

Em seguida vemos a região Sudeste com 12,6% e Nordeste com  12,4%, no Centro-Oeste  o aumento  chegou a 10,5% e no Norte o aumento foi de 8,8%.

O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Créditos é  construído por  cerca de  1,2 milhões de CNPJ consultados na  base de dados do Serasa.

Diante a  maior  seletividade  e  rigor creditício  junto às instituições financeiras, acredita-se que as  micro e pequenas empresas estejam buscando alternativas como o crédito mercantil. Uma  vez que o crédito mercantil facilitaria e  muito a  questão de crédito para  que essas  empresas tenham  condições de  se manterem no mercado, já que  estamos passando por esse momento difícil no mercado nacional.

Por André Escobar

Cr?dito para empresas


Investir na Bolsa é uma tarefa que exige bastante estudo, análise de mercado, conhecimento e, para dizer a verdade, um pouco de sorte. Porém, no geral, o mais importante são as competências de seus investidores. E, por conta disso, vamos ver algumas dicas de investidores que ganharam muito dinheiro nos últimos anos em apostas na bolsa. 

O fato é que, de acordo com o ranking da InfoMoney, o principal fundo de ações que mais rendeu foi o da Equitas e da Quest. A  Quest, por sua vez, gerou um retorno de 56,47% para seus investidores, enquanto que a Equitas, em todo o caso, trouxe um retorno de 66,85% para seu investidor.

O co-gestor da Equitas, Felipe Amaral, apontou que as principais apostas do fundo nesse tempo foram para os setores da educação e para o consumo doméstico. A Gestora, no caso, deu-se muito bem ao investir em empresas como a ABRIL, BRF, Suzano e Eztec que, de acordo como Felipe Amaral, cresceu muito mais desde que a Equitas entrou no negócio.

Outra estratégia interessante para saber onde investir foi dada pelo co-gestor da Quest Investimentos, Welliam Wang. Ele sugeriu que o ideal é apostar em empresas pagadoras de dividendos e geradoras de caixas.  Wang afirmou que exportadoras como a DUFRY, que teve várias aquisições nos últimos anos e nomes como a Grendene, que vem melhorando o consumo do país e a Embraer também são ótimas opções de investimento.

O ideal é ter um olhar amplo e dinâmico sobre o mercado, sabendo que tudo pode mudar. Investir é uma missão que exige bastante atenção e análise de tudo que está em jogo. Amaral, da Equitas, disse que 2014 será um ano de transformações no cenário nacional. A Quest, por seu turno, já pensa em mudanças para a próxima temporada.

Por Juan Wihelm

Investimento na Bolsa de Valores

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No mês de maio, o movimento de empresas com dívidas em atraso foi 2,2% menor se comparado com o mês de abril, a redução vai para 3,4% se comparada com o mesmo período do ano passado. Em abril, a inadimplência subiu 1,7% comparada ao mês de março.

Os dados retirados da pesquisa Indicador Serasa Experian de Inadimplência de Empresas, mostraram que no período a insolvência foi a mais baixa da última década para o mês de maio.

O melhor desempenho das empresas está associado ao comportamento conservador e cauteloso. Segundo Carlos Henrique de Almeida, economista da Serasa Experian, a economia brasileira tem crescido de forma mais lenta devido à elevação dos juros, a incerteza gerada pelo cenário político, a inflação e a desvalorização cambial, assim as empresas tem menor demanda por crédito.

Contando janeiro, fevereiro, março, abril e maio, a inadimplência subiu 0,9%. A inadimplência com dívidas não bancarias (água, energia elétrica, telefonia, lojas e cartões de crédito) tiveram alta de 3,4% no acumulado se comparado ao mesmo período do ano passado.

As dívidas com banco atingiram o valor médio de R$ 5.212,82 ocorrendo recuo de 1,1% comparado aos números obtidos no ano passado.

Por Jéssica Posenato


Nos últimos meses, muitas empresas do setor de telecomunicações tiveram uma certa perda de capital na Bolsa.

O Brasil vem apresentando uma economia sólida, porém muitas empresas, principalmente em setores onde existe bastante concorrência vêm perdendo muito se analisarmos o mesmo período do ano passado.

A queda no setor de comunicação (celulares, telefonia e etc) sofreu uma queda de 2,16% até o último dia 10 de maio. A média de empresas com capital aberto de outras áreas foi de apenas 1,44%.
Segundo uma pesquisa realizada pela Economática com 300 empresas, a Oi é a segunda que mais sofreu com essa queda percentual, com 44%. O valor da empresa em dezembro de 2012 era de R$ 14,077 bilhões e nestes últimos meses caiu para R$ 7,884 bilhões.

Mesmo com a queda na Bolsa, muitas empresas ainda vivem um momento muito favorável aqui no Brasil, principalmente com relação aos consumidores.

Em contra partida, os principais fornecedores dessas empresas (setor eletroeletrônico) sofreram grandes aumentos atualmente e conseguiram chegar a uma valorização de seus ativos de até 22,13%, algo bem maior do que víamos nos anos anteriores.

Por Henrique Nicolau


Nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, a empresa americana Acacia Research Corporation informou por meio de seu presidente-executivo Paul Ryan que comprou patentes da Nokia Siemens Networks.

Esta aquisição se refere ao licenciamento para uso de tecnologia voltada para rede wireless e de conexão para telefonia móvel 2G, 3G e 4G.

Apesar da Acacia Research Corporation não ter revelado o valor total desta negociação com sua mais nova aquisição, a empresa dos Estados Unidos passa a controlas mais de 250 portfólios de patentes e pretende aumentar em breve este número se tornando líder no mercado de licenciamento de tecnologias.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma movimentação financeira importante aconteceu nesta semana, pois a Lojas Americanas informou nesta segunda-feira – dia 31 de dezembro de 2012 – que o seu conselho de administração aprovou a realização do pagamento de juros sobre seu capital.

Este pagamento complementar será no valor total de R$11 milhões que será descontado dos dividendos mínimos da empresa que devem ser pagos.

Com isso, a ação ordinária terá um valor de R$0,011 e será paga no dia 01 de abril de 2013, sendo que após esta data as ações serão negociadas como ex-dividendos; sendo que este valor a ser pago de juros poderá ter retenção de Imposto de Renda na fonte.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um negócio importante foi realizado no mercado brasileiro, pois a WEG – especializada na produção de motores elétricos – informou que comprou a Paumar que fabrica tintas e vernizes.

Com esta aquisição, a WEG passa a ser proprietária da fábrica da Paumar em Mauá no estado de São Paulo em um terreno de 37,5 mil metros quadrados.

Apesar desta compra, a WEG informou que não terá nenhum tipo de direito com relação aos acionistas da empresa já que o valor da compra não irá interferir nesta questão.

Por Ana Camila Neves Morais


A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) divulgou nesta última semana que as agências de comunicação devem obter um faturamento de 2,34 bilhões de reais os quais representam um aumento de 17% no faturamento durante o ano de 2012.

Apesar do aumento expressivo, o crescimento do setor ficou abaixo dos 25% esperados no início do ano por fatores como a crise mundial, eleições municipais e outros.

Apesar disso, analistas do setor afirmam que é preciso comemorar este importante aumento nos rendimentos das agências de comunicação em virtude do complexo momento econômico pelo qual o Brasil e o mundo estão passando.

Por Ana Camila Neves Morais


A TIM Participações informou nesta última sexta-feira, dia 21 de dezembro de 2012, que finalizou o acordo entre acionistas que possuía com a empresa JVCO Participações.

A JVCO era a controladora indireta da antiga Intelig que foi comprada pela TIM em 2009.

No segundo semestre deste ano, as duas empresas começaram uma disputa judicial na qual a JVCO solicitava uma indenização da TIM por supostos abusos de poder de sua controladora que ocasionaram prejuízos à organização brasileira.

Agora, a Tim Participações finaliza a relação entre as empresas justificando que como a JVCO possuía menos de 1,5% de participação na empresa e, por isso, a controladora tem o direito de rescindir de forma unilateral o acordo firmado anteriormente.

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero terá uma difícil questão financeira para administrar no ano de 2013, pois em decorrência da privatização de aeroportos em Guarulhos, Campinas e Brasília a empresa terá uma diminuição em suas receitas no valor de R$700 milhões no próximo ano.

Essa perda poderá significar, ainda, um prejuízo operacional de 120 milhões de reais para a empresa de aviação e pode aumentar já que mais dois aeroportos comandados pela Infraero – Confins e Galeão – também passarão a ser explorados pelo setor privado.

Apesar desta situação, a Infraero está confiante principalmente pela criação de uma subsidiária pelo governo federal – a Infraero Serviços – que terá 49% de participação em todos os aeroportos privatizados além de firmar parceria com operadora internacional do setor.

Deste modo, é esperado que a Infraero volte a ter lucros em cerca de 5 anos com a obtenção de lucros vindos dos aeroportos privatizados.

No entanto, até chegar neste momento a empresa que controla o setor aeroportuário público irá conter gastos e buscar novos recursos como os vindos do Fundo Nacional de Aviação Civil.

Por Ana Camila Neves Morais


As empresas General Electric e Renova Energia fecharam um acordo milionário neste mês de dezembro.

A transação comercial, no valor de 394 milhões de dólares, foi referente à compra de 230 turbinas eólicas do tipo 1.68-82.5.

Esta negociação integra um plano da empresa Renova Energia para o complexo do Alto Sertão II que irá criar na Bahia cerca de 15 parques eólicos com capacidade instalada de 386 megawatts.

Com o acordo firmado junto à General Electric, a Renova Energia pretende obter a energia adicional que precisa para ativar o completo de Alto Sertão II.

O contrato fechado terá duração de 10 anos e a empresa americana irá operar as turbinas eólicas diretamente de seu centro de controles sem a necessidade de vir ao Brasil.

Por Ana Camila Neves Morais


O setor industrial brasileiro viveu um ano com muitas dificuldades tendo quedas constantes de lucros e produção.

Mas o final do ano de 2012 está sendo alegre para os empresários do setor, pois de acordo com a pesquisa Índice de Gerentes de Compras (PMI em inglês) houve uma expansão do setor industrial no Brasil.

A partir disso, as indústrias brasileiras chegaram a 52,2 no PMI indicando uma melhora com aumento de produção e aumento no número de pedidos feitos ao setor no país.

Esta evolução do setor industrial se comprova por dados do IBGE que mostraram um crescimento de 1,1% na participação da indústria no PIB nacional, sendo que no período anterior houve queda de 1% nesta mesma área.

Além do aumento de produção e pedidos, a indústria brasileira registrou também um aumento nos pedidos de produtos para exportação.

Esta situação beneficia a economia brasileira como um todo e reflete o início dos efeitos das diversas medidas de incentivo ao setor industrial feitas pelo governo federal possibilitando a espera de lucros e crescimento maior para o ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff aprovou neste mês um decreto que faz determinações importantes para as usinas elétricas.

De acordo com a nova lei, estas usinas tem o prazo até dezembro de 2013 para informar os investimentos e melhorias feitos para compensar a redução na tarifa de luz.

Deste modo, esta medida tem validade apenas para as usinas elétricas que aderiram ao plano do governo federal de reduzir o preço da conta de luz.

O motivo deste pedido reside no fato de que o projeto básico destas empresas foi o utilizado pelo governo para determinar o direito de indenização das concessionárias de energia elétrica do país.

Assim, a partir destas informações vindas das usinas elétricas será possível o cálculo de eventuais compensações que sejam necessárias podendo estas ser pagas por tarifas – com reajuste nas contas de luz – ou por indenizações.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma empresa européia fará mudanças em sua estrutura acionária e desta vez a alteração irá ocorrer na EADS a qual confirmou discussões de seus acionistas sobre as mudanças a serem feitas.

Segundo informações extra-oficiais, os acionistas da EADS estariam querendo reduzir a participação dos governos para menos de 30% causando, assim, a retirada da empresa de acionistas que representam o executivo como a alemã Daimler e a francesa Lagardère.

Não foram divulgados maiores detalhes sobre esta negociação sendo preciso aguardar para conferir os resultados destas discussões e sua transformação em efetivas mudanças para os acionistas da EADS.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os cartões eletrônicos são cada vez mais utilizados pela população brasileira para a compra dos mais variados tipos de produtos e serviços.Mas o seu uso foi expandido neste ano de 2012.

Isso é o que conta a pesquisa feita pela Abecs (Associação Brasileira das Empresas de Cartões de Crédito e Serviços) a qual mostra o uso nacional de cartões de débito e crédito em segmentos pouco tradicionais como em farmácias e drogarias (53%), restaurantes e lanchonetes (48%) e em atividades de lazer (34%).

A inovação causada pelo uso do cartão magnético nestas áreas comerciais reside no fato de que elas tradicionalmente usavam como forma de pagamento o dinheiro em espécie e agora estão se rendendo à atração do cartão de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central informou neste mês de dezembro de 2012 que irá realizar uma intervenção na Credialves (Cooperativa de Crédito Rural do Litoral Vale do Itajaí e Norte Catarinense).

Esta atuação da autoridade bancária se deve à indícios de má administração da cooperativa que gerou a ausência de liquidez para honrar com seus compromissos e sem uma solução adequada para os problema vivenciados.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A Kodak, empresa tradicional no ramo da fotografia e produtos eletrônicos vive uma situação financeira muito difícil que causou o seu pedido de concordata no início de 2012.

Em decorrência disso, a empresa ofereceu o seu portfólio de patentes ao mercado para ser vendido.

A realização desta venda foi durante esta semana quando um consórcio de empresas – composto pela Apple, Facebook, Google, Samsung, Amazon e Microsoft – comprar todas as patentes da Kodak por um valor total de 525 milhões de dólares.

Este dinheiro será utilizado pela Kodak para quitar suas dívidas em decorrência do pedido de falência junto à justiça dos Estados Unidos.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo de São Paulo realizou recentemente uma reunião com as concessionárias de energia elétrica do estado.

O motivo da convocação foi para que as empresas tomem providências para garantir a qualidade dos serviços de energia elétrica durante o Verão 2012/2013.

Esta questão foi suscitada depois de mais de 2.000 reclamações no último verão junto ao Procon-SP com relação às empresas de energia elétrica paulistas.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


 O mercado da música está perto de concretizar mais um importante negócio, pois nesta sexta-feira – dia 14 de dezembro de 2012 – foram divulgados indícios de que a Audiogalaxy foi comprada pelo grupo criado do Dropbox.

A Audiogalaxy, empresa especializada em streaming de música teria sido comprada para que o grupo Dropbox obtivesse a recepção de informações e tivesse acesso á tecnologia usada para a criação de um serviço de streaming de mídia.

A partir desta obtenção, tudo indica que os membros do Dropbox pretendem criar serviços de streaming para concorrer com outros presentes no mercado como Google Music, iTunes Match e Amazon Cloud Player.

 O Dropbox não confirmou de forma oficial a efetivação desta compra, mas a Audiogalaxy já divulgou que irá interromper suas atividades em 2013 e que irá oferecer aos 100 milhões de usuários do Dropbox experiências novas em músicas.

Por Ana Camila Neves Morais


Os bancos europeus Credit Suisse e Goldman Sachs irão oferecer crédito no valor de 1,6 bilhões de euros para a empresa Alcatel-Lucent com vencimentos entre três e seis anos de duração.

Esta organização é especializada na fabricação de equipamentos para o ramo de telecomunicações que possui uma previsão de crescimento entre 35 e 37% até o ano de 2015.

A garantia solicitada pelos bancos para realizar o empréstimo foi o portfólio de patentes da Alcatel-Lucent bem como outros ativos presentes na empresa beneficiada.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Unisys Brasil (empresa especializada no ramo de tecnologia da informação), divulgou suas demonstrações contábeis.

A empresa controla as unidades Unisys Informática, Unisys Tecnologia e Datamec presentes no Brasil.

Segundo informações apresentadas, a empresa teve uma receita no ano de 2011 no valor de R$504,6 milhões – com queda de 6% -, seus custos com serviços e produtos ficaram 9% menores permitindo, assim, uma margem bruta de 38% e um lucro 2% maior no valor total de R$66,6 milhões.

Outras informações relevantes publicadas foi o seu lucro operacional 35% maior com R$87,1 milhões e um superávit em dezembro de 2011 no valor de R$79,8 milhões.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A CVM (Comissão de Valores Mobiliários) aprovou nesta semana a unificação de ofertas publicas para aquisição de ações da NET e ainda concordou com a saída da empresa do Nível dois de governança da BM&FBovespa.

Estas solicitações foram feitas em junho de 2012 pelos controladores da empresa (Embratel, Itaú BBA, GB Empreendimentos e Participações e Embrapar).

No entanto, as ações foram questionadas pelos acionistas minoritários da NET (Mainstay, Nest e UV) que queriam revisão dos preços formulados sob a argumentação de protestos dos acionistas para a unificação das ofertas destinadas ao fechamento de capital.

Diante deste impasse, a CVM foi consultada e o colegiado do órgão confirmou que não há a necessidade de realizar uma revisão de preços para a retirada de segmentos especiais de governança corporativa como o Nível dois mantendo as decisões do grupo controlador da NET.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O BNDES (Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social) divulgou nesta semana mais um investimento importante no país.

Desta vez, o banco irá financiar a construção da Usina Hidrelétrica Santo Antônio de Jarí com um aporte de R$736,8 milhões.

Esta usina com localização entre Almeirim no Pará e Laranjal do Jarí no Amapá irá iniciar suas atividades no ano de 2014 com capacidade de 374,4 MW.

Este projeto faz parte do PAC (Programa de Aceleração do Crescimento) e irá permitir um reforço no fornecimento de energia elétrica para o Norte do Brasil.

O valor disponibilizado pelo BNDES será utilizado para construir a usina bem como para investimentos como redes de esgoto e água tratada, equipamentos de lazer e iluminação pública em locais próximos a ela.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a presidente Dilma Rousseff afirmou em visita à França que é preciso investimento de empresas francesas no mercado brasileiro.

Para a presidente as empresas francesas e brasileiras devem explorar as possibilidades que a crise oferece com as alternativas dos Jogos Olímpicos e Copa do Mundo que serão realizadas por aqui.

Na contrapartida o ministro da indústria da França, Arnaud Montebourg, sugeriu o uso do país pelas empresas brasileiras para realizar a sua inserção no mercado europeu além da necessidade de proteger as economias contra a economia predatória da Ásia.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


A 3M anunciou nesta semana que espera obter um aumento de 8% no lucro comercial para o ano de 2013 e que os lucros de suas ações fiquem no próximo ano entre 6,70 e 6,95 dólares por unidade.

Esta expectativa positiva da empresa se deve a um plano de crescimento em longo prazo que ela iniciou com estimativas de crescimento de aproximadamente 10% anuais até 2017.

Outra esperança da 3M está na manutenção da recuperação da economia dos Estados Unidos que teve início neste final de ano mesmo que em um ritmo bem lento.

Para isso, a organização pretende reestruturar o seu portfólio de produtos para ajustes e melhorias para alcançar o lucro e crescimento pretendidos no próximo ano.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa ArcelorMittal indicou, neste sábado dia 01 de dezembro de 2012, que pode estar próxima de fechar mais um bom negócio.

A gigante no mercado do aço informou que obteve um acordo interessante com o governo francês sobre os altos-fornos na região de Florange.

A divergência entre as partes era relacionada com as instalações dos altos-fornos, pois a AecelorMittal queria fechar uma  parte apenas para produzir aço bruto, mas o governo francês não queria e chegou até a ameaçar a nacionalização destas instalações.

Agora, ambas as partes chegaram a um acordo e a empresa líder mundial no ramo irá investir aproximadamente 180 milhões de euros em 5 anos para a produção de aço, mas a ação dos altos-fornos em si ainda podem fechar e devem ser salvas pelo governo francês.

Fonte: France Presse

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 30 de novembro de 2012, a ALL (empresa do ramo de logística) anunciou que a criação da Vetria Mineração deve ser efetivada já na primeira semana de dezembro com o cumprimento de todas as condições suspensivas presentes no contrato da Vettorial e da Triunfo Participações.

O início das negociações para a criação da Vetria foram iniciadas em 19 de dezembro de 2011 e ela será constituída um ano depois se tornando, assim, um sistema integrado na produção de ferro.

Com isto, a ALL terá a propriedade de 50,38% da Vetria enquanto a Vetorial terá 33,83% e a Triunfo possuirá apenas 15,79% da nova organização.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 30 de novembro de 2012, o Ministério do Planejamento divulgou dados sobre a atuação das empresas estatais do governo brasileiro.

Segundo o anúncio feito, estas estatais já gastaram R$73,1 bilhões até o mês de outubro em um orçamento global de R$107 bilhões.

Deste modo já foram gastos 68,3% do total de recursos possíveis com um aumento de 17,5% no desembolso de valores para aplicar em investimentos.

Este desempenho foi considerado recorde pelo Ministério do Planejamento sendo que taxa semelhante tinha sido obtida apenas em 2018 com 65,8% da execução.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – os acionistas da Celes (Centrais Elétricas de Santa Catarina) decidiram não renovar de forma antecipada as concessões de suas usinas hidrelétricas por mais 30 anos com o governo federal.

Com esta ação, a Celesc terá que devolver estes empreendimentos para que seja feita uma nova licitação pela União. Mas apesar da recusa, a decisão da Celesc não preocupa o secretário-executivo do Ministério de Minas e Energia Mário Zimmermann.

Segundo Márcio esta ausência terá um impacto pequeno no plano de tornar a energia elétrica no ano de 2013 mais barata em até 28% no Brasil.

A nova estratégia do governo para o setor de energia teve algumas alterações como o aumento de indenização para as usinas que renovarem suas concessões de forma antecipada.

Com isso, o governo irá pagar mais R$870,3 milhões às empresas integrantes do plano de energia.

Além disso, as empresas de transmissão de energia terão cerca de R$10 bilhões a mais em decorrência do incentivo federal para investimentos feitos antes do ano 2000.

As concessionárias do ramo de energia elétrica têm até o dia 04 de dezembro de 2012 para confirmar ou não a sua adesão ao plano do governo federal.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Na última sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – foi publicada uma emenda à Medida Provisória 579 que permite a indenização por ativos de transmissão mediante constatação da Aneel.

Dentre as empresas que podem solicitar esta indenização estão a Cteep e eletrobrás cujos ativos de transmissão – no valor de mais de R$10,8 bilhões – são anteriores ao ano de 2000 e ainda não foram amortizados.

Com relação à Eletrobrás, a empresa possui o registro de cerca de R$5,2 bilhões pré-2000 para a Chesf, enquanto que Furnas, Eletrosul e Eletronorte possuem ativos que totalizam cerca de R$7,85 bilhões.

Ao considerar a Cteep, esta empresa possui ativos não amortizados no valor de R$5,893 bilhões dos quais R$3,02 bilhões são de ativos pré-2000.

Até o momento o governo havia oferecido para a Eletrobrás uma indenização de R$1,56 bilhões e de R42,89 bilhões para a Cteep sem considerar, para esta última, nenhum valor para os ativos pré-2000.

Além dessas empresas existem outras companhias de energia que podem ser indenizadas como Copel, Celg, Cemig e CEEE.

O governo irá realizar a avaliação dos registros destes ativos de transmissão e se considerar os mais antigos terá que desembolsar mais de R$10 bilhões para a indenização das companhias de energia.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais uma parceria importante foi firmada no Brasil, pois as empresas Solazyme e Bunge fecharam neste mês de novembro um acordo para aumentar as instalações de uma unidade de óleos renováveis que está em fase de desenvolvimento no Brasil.

Os óleos renováveis são elaborados a partir da cana de açúcar e podem substituir os derivados do petróleo, de plantas e de gorduras animais com riscos de extinção ou de contaminação do meio ambiente.

Esta união feita pelas empresas do tipo joint venture fará com que a unidade de óleos renováveis, que será localizada na cidade de Oriundiuva no estado de São Paulo, comece as suas atividades no ano de 2013 com uma capacidade até 2016 de produzir 300 mil toneladas métricas.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O mundo da economia obteve mais uma notícia importante, pois o governo federal informou que houve a inscrição em Dívida Ativa de aproximadamente 96 mil empresas que estão com débitos pendentes referentes ao pagamento do imposto Simples Nacional.

O Simples Nacional consiste em um regime mais simples de pagamento de impostos que é concedido para empresas com faturamento de até R$2,4 milhões de reais anuais as quais realizam o pagamento uma única vez de diversos tributos como ICMS e ISS com alíquotas e valores reduzidos.

Esta inclusão das empresas aconteceu no mês de outubro de 2012 e foi publicada no Diário Oficial da União, sendo que a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional com base na Lei 10.522 de 2002 informou que os empresários podem solicitar o parcelamento em até 60 parcelas dos valores da dívida que corresponde ao ano de 2007 quando o Simples Nacional entrou em vigor no país.

Para os anos subsequentes ao de 2007 ainda não houve a inclusão dos débitos empresariais em dívida ativa e por isso não há, ainda, a possibilidade de parcelamento pelos empresários.

Por Ana Camila Neves Morais


O mercado financeiro teve mais uma notícia importante neste mês de novembro, pois a KPMG publicou a última edição da Pesquisa de Fusões e Aquisições no Brasil realizada a cada três meses com aproximadamente 43 setores diferentes que integram a economia do país no período compreendido entre 1º de janeiro a 30 de setembro de 2012.

De acordo com esta avaliação, que considera apenas as fusões e aquisições totalmente concluídas e divulgadas na mídia envolvendo empresas presentes no Brasil, o primeiro lugar ficou com o setor de mineração que teve nove fusões e aquisições superando em até duas vezes mais a quantidade deste tipo de negociação no setor no ano anterior; sendo que ao considerar os nove meses do ano de 2012 a indústria mineradora teve 19 negócios que ocasionaram fusões e aquisições de empresas superando as 17 negociações neste sentido que aconteceram no ano de 2011.

De forma mais específica, as fusões e aquisições aconteceram em maior proporção na área da mineração por meio de transações domésticas que consistem em empresas que possuem capital basicamente brasileiro.

Ocorreram também negociações com relação a empresas de capital majoritário estrangeiro e empresas de capital majoritário brasileiro adquirindo capital de empresas de mineração localizadas tanto no Brasil como no exterior.

Este forte momento de uniões de organizações do ramo da indústria mineradora se deve, segundo Guilherme Coimbra sócio da KPMG, a diversos fatores como a diminuição no preço do minério, dificuldades financeiras de pequenas empresas mineradoras, redução do interesse da China pelos minérios brasileiros, dentre outros.

Fonte Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A noite de ontem, 28 de junho, marcou o lançamento do Anuário Melhores do Brasil, organizado pelo jornal Brasil Econômico. O evento ocorreu no Espaço Rosa Rosarum, na capital paulista. Estiveram presentes representantes das 500 maiores companhias do país e os líderes das 21 premiadas que se destacaram em seus setores de atuação.

A publicação, além de trazer ranking contendo as 500 maiores companhias do país em receita líquida, conta com matérias inerentes a cada setor, entrevistas com os representantes das companhias vencedoras, tabelas contendo informações relativas às 10 primeiras da lista, incluindo os indicadores utilizados para a seleção.

A relação foi obtida com base nos dados compilados pela Austin Rating, considerada uma das maiores agências de classificação de crédito do País.

Para Joaquim Castanheira, diretor de redação do Brasil Econômico, este ranking empresarial veio para reconhecer o trabalho realizado pelas companhias no País, destacando-se as melhores.

“Temos certeza que esta primeira edição será um grande sucesso e servirá como um material de consulta permanente”, disse Castanheira.

Confira a lista dos vencedores, de acordo com a categoria:

  • Bebidas e Fumo: Arosuco.
  • Agronegócios e Alimentos: Cargill.
  • Comércio: Lojas Cem.
  • Bancos: Bradesco.
  • Eletrônico e Tecnologia: Lorenzetti.
  • Construção e Engenharia: Odebrecht.
  • Farmacêutico, Higiene e Limpeza: EMS.
  • Energia Elétrica: AES Eletropaulo.
  • Máquinas e Equipamentos: Weg Equipamentos.
  • Indústria de Transporte: Facchini.
  • Química e Petroquímica: Vale Fertilizantes.
  • Mineração: Vale.
  • Petróleo e Gás: Petrobras.
  • Papel e Celulose: Suzano.
  • Serviços Especializados: Ticket.
  • Serviços de Transporte e Logística: Transpetro.
  • Telecomunicações: Vivo.
  • Serviços Públicos: Correios.
  • Saúde: São Luiz.
  • Têxtil, Confecções e Calçados: Hering.
  • Metalurgia e Siderurgia: Tenaris Confab.

Fonte: Comunique-se

Por Rafaela Fusieger


O número de empresas que pediram falência no Brasil foi menor em abril quando comparado ao mês de março. De acordo com a Serasa Experian, o total de falências requeridas em abril foi de 165, enquanto que em março foram registrados 173 pedidos. No entanto, o dado de abril deste ano é maior do que o verificado no mesmo mês do ano passado, quando foram feitos 133 pedidos de falência no país.

O levantamento ainda apontou que, de janeiro a abril deste ano, já houve 614 pedidos de falência, resultado maior do que o registrado no mesmo período do ano passado, quando foram feitos 570 requerimentos.

O setor que mais efetuou pedidos de falência foi o de micro e pequenas empresas (MPEs). Do total registrado no mês de abril, 89 eram MPEs. Ainda houve o requerimento por parte de 51 médias empresas e 25 grandes companhias.

Segundo os economistas da Serasa Experian, o que motivou o resultado de abril foi a redução dos juros e também o número menor de dias úteis em abril se comparado a março. Além disso, o número de empresas que decretaram falência também foi menor em abril. Neste mês, foi decretada falência de 64 empresas, enquanto que em março houve 70 companhias que fecharam as portas nesta condição.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


O nível de inadimplência das empresas aumentou 0,2% em fevereiro, segundo dados da Serasa Experian apresentados na quarta-feira (18/04). Com a alta, o indicador atingiu o nível de 103,3 pontos. Os especialistas da empresa acreditam que, como o patamar ainda está acima dos 100 pontos, a inadimplência deve continuar crescendo até fechar os primeiros seis meses do ano.

Os fatores que deverão impulsionar esse resultado negativo são a crise internacional, o custo financeiro elevado das empresas, a alta inadimplência dos consumidores e a reativação lenta do processo econômico brasileiro. Além disso, as quedas na taxa Selic devem contribuir para manter o nível de inadimplência elevado.

Já o oposto foi registrado no levantamento feito sobre o nível de inadimplência do consumidor. O indicador sofreu retração de 1,3% no mesmo período analisado, sendo esta a oitava redução consecutiva. O patamar do índice ficou em 95,8 pontos, o que significa que o nível de inadimplência relativa aos consumidores deve continuar diminuindo, mas terá um ritmo maior a partir de agora.

Os fatores que impulsionaram o resultado foram o aumento do salário mínimo, a retração da inflação, o nível baixo de desemprego, a redução contínua das taxas de juros e a alta mais moderado do endividamento do consumidor.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


Nos três primeiros meses deste ano, o número de empresas que pediram falência no Brasil aumentou, afirma a Serasa Experian. De acordo com a instituição, foram feitos 449 pedidos de falência no país nos primeiros três meses do ano. No mesmo período de 2011, o total de falências requeridas tinha sido de 437.

O maior índice de empresas que pediram falência ficou com o setor das micro e pequenas. Do total, 253 foram neste segmento. Já as médias foram responsáveis por 116 destes pedidos e as grandes tiveram 80 pedidos de falência.

Quando comparado março com fevereiro, foi registrado aumento nos pedidos de falência, nas falências decretadas e também nas recuperações judiciais. O motivo para este aumento e ampliação da estatística em março foi o carnaval em fevereiro, o que fez com que o mês tivesse menos dias e muitos pedidos fossem registrados em março.

Os analistas da Serasa Experian chegaram à conclusão que o aumento no índice de pedidos de falência é resultado das taxas de juros altas, do nível alto de inadimplência dos consumidores, além da atividade econômica em oscilação.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


A empresa Yahoo passa por um momento delicado em suas finanças. De acordo com a própria companhia, cerca de dois mil funcionários serão demitidos, o objetivo é realizar uma economia de US$ 375 milhões.

A iniciativa já era aguardada pelo mercado e faz parte do plano de demissões da empresa. Alguns especialistas analisaram a medida como uma forma desesperada da instituição para manter a sua rentabilidade. O número de demissões equivale a 14% do total de empregados.

De acordo com Scott Thompson, CEO da companhia, esse foi um importante passo dado para a criação de um novo Yahoo, o objetivo é torná-lo mais ágil, lucrativo e melhor equipado, mesmo com uma estrutura menor.

De acordo com Thompson, todos os executivos estão envolvidos no assunto e os esforços para definir as prioridades que sejam mais urgentes estão entre as principais preocupações. O objetivo é sempre colocar os anunciantes e os usuários em primeiro lugar, e para isso estão sendo tomadas medidas agressivas.

O processo de reestruturação do Yahoo começou há algum tempo, outras informações sobre o assunto só devem ser divulgadas no dia 17 de abril, quando a empresa irá divulgar o balanço do primeiro trimestre.

Em 2011, o lucro líquido do Yahoo foi de US$ 1,04 bilhão, uma queda de 14,5% quando comparado ao ano anterior. 

Por Joyce Silva


O nível de crédito oferecido às empresas deverá sofrer alta no segundo semestre do ano. Pelo menos é isso que aponta o indicador de perspectiva de crédito da Serasa Experian, que demonstra que em fevereiro o índice cresceu 0,2%, chegando ao patamar de 97,9 pontos.

Os analistas da entidade acreditam que o resultado aponta que, nos próximos seis meses, o setor de crédito às empresas deverá crescer ainda mais devido aos estímulos da economia brasileira. Por enquanto, o valor atingido em fevereiro foi influenciado pelo aumento dos incentivos fiscais, melhora do cenário internacional e retração da taxa Selic.

Já a projeção de financiamento aos consumidores diminuiu 0,3% em fevereiro, chegando a 100,8 pontos. Esta foi a quinta queda consecutiva, mas o indicador continua superior a 100 pontos, o que demonstra que os financiamentos a pessoas físicas continuarão em alta, mas num ritmo menor do que o registrado no ano passado.

O motivo do crescimento menor do crédito ao consumidor deve-se à alta inadimplência. No entanto, a tendência é que a situação seja revertida no segundo trimestre do ano.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


A divulgação do Índice de Confiança de Pequenos e Médios Negócios (IC-PMN) apresentou que pequenos e médios empreendedores do setor de serviços estão um pouco menos otimistas se comparado ao último levantamento, em setembro do ano passado.

Nos três primeiros meses deste ano, o índice ficou em 73,3 pontos, numa avaliação que varia de zero a 100 pontos. Em setembro, a taxa tinha ficado em 73,7 pontos. O indicador é feito a cada trimestre.

Apesar da suave queda, os empreendedores continuam com perspectivas positivas nos quesitos lucro (que passou de 76,2 para 76,4 pontos) e na possibilidade dos empresários em investir (que passou de 70,5 para 70,9 pontos). Além disso, as previsões quanto às contratações ficaram estáveis (variando apenas 0,1 ponto). Já o faturamento sofreu redução de 78,4 para 76,8 pontos.

O setor mais otimista é o de serviços, registrando 73,5 pontos. A indústria e o comércio ficaram praticamente estáveis.

Quanto às regiões, a maior queda no IC-PMN foi registrada no Centro Oeste, sendo que o indicador passou de 77,3 para 72,6 pontos. Também foi apresentada queda nas regiões Sul e Nordeste.

O IC-PMN avalia mais de 1.200 empresas de todo o país, sendo que são abrangidos empresários dos setores de serviços, comércio e indústria.

Fonte: Insper

Por Matheus Camargo


O sonho de ter o próprio negócio torna-se cada vez mais próximo da realidade graças ao crédito concedido pelas instituições financeiras.

Mesmo para quem já possui uma empresa, mas precisa expandir ou impedir a falência, em momentos de crise, recorre ao crédito. Porém, os bancos estão cada vez mais cautelosos no momento de conceder empréstimos, o que deixa como opção o microcrédito.

A conclusão é do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que divulgou o resultado da pesquisa "Perfil das Instituições de Microfinanças no Brasil", uma parceria com a Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED).

O levantamento foi realizado no ano passado e abrangeu 75 das 103 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego.

A pesquisa apontou que a média de valor dos empréstimos é de R$ 2.800, sendo o máximo é de R$ 15 mil. Além disso, revelou que empresários do comércio (55%) e serviços (28%) são os que mais solicitaram esses empréstimos.

De acordo com o Sebrae, o número se justifica na facilidade para contrair esses pequenos empréstimos, em relação aos grandes, concedidos pelos bancos. Para os microcréditos, a garantia pedida são apenas bens e fiadores. O resultado é o crescimento do número de empresas, todos os anos.

Se você tem interesse em abrir a própria empresa, o Sebrae possui programas para fornecer as informações necessárias sobre estas e outras possibilidades.

Por Géssica Valentini


A empresa Foxconn International, que é nada menos que a maior fabricante terceirizada de dispositivos móveis do mundo, conseguiu reverter seu enorme prejuízo de 2010 a um lucro significativo em 2011.

Isso foi possível pelo motivo de clientes como a Huawei e a Nokia terem migrado para a fabricação de smartphones mais sofisticados, saindo de aparelhos celulares mais simples, com menos recursos e mais baratos. A controladora da Foxconn International é a taiwanesa Foxconn Technology Group que monta iPhones e iPads da gigante Apple.

A fabricante global se beneficiará cada vez mais da migração de seus principais clientes para o mercado de aparelhos mais sofisticados e com recursos mais evoluídos, como os smartphones. Além da Nokia e Huawei, a companhia também é montadora de dispositivos das marcas Sony e Motorola Mobility.

O resultado do ano passado foi estimulante para a fabricante terceirizada, com um lucro líquido de cerca de US$ 72,84 milhões, divulgados no dia 21 de março, quinta-feira. No ano anterior, 2010, a empresa fechou com prejuízo líquido de cerca de US$ 218,3 milhões, principalmente tendo em vista que vários de seus clientes acabaram perdendo participação de mercado com relação a dispositivos móveis.

Por Guilherme Marcon


O Sebrae (Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas), divulgou uma pesquisa que apresentou crescimento no faturamento das micro e pequenas empresas na cidade de São Paulo. De acordo com a instituição, o mês de janeiro fechou com um faturamento de R$ 28,3 bilhões, o que representa um aumento de 8,8% quando comparado ao mês anterior.

Os que mais contribuíram para esse resultado foram os setores de comércio e serviço, que apresentaram crescimento de 11,5% e 11,2%, respectivamente. Já a indústria, de acordo com o estudo, teve baixo desempenho e fechou o mês com uma queda de 3,2%. De acordo com o Sebrae, esse baixo desempenho da indústria é resultado do aumento da taxa Selic que aconteceu em 2011 e também pela entrada de produtos importados no Brasil.

Porém a previsão é que a Indústria do país volte a apresentar bons resultados nos próximos meses devido às diversas medidas tomadas em meses anteriores, como a redução nos juros básicos. Essa resolução foi estabelecida em duas reuniões realizadas pelo Comitê de Política Monetária no ano passado.

Já ao comparar o mês de janeiro desse ano com o mês de dezembro do ano passado, o faturamento apresentou queda de 12,6%. Para o Sebrae esse número já era esperado devido às compras de natal feitas no mês de dezembro.

Por Joyce Silva


As Demonstrações Financeiras ou, de forma mais simples, as divulgações financeiras e operacionais da CCR S.A. do quarto trimestre de 2011 e do ano de 2011 foram apresentadas.

A empresa que é considerada uma das maiores em termos de recuperação, melhoria, manutenção e expansão da malha rodoviária nacional, divulgou, de acordo com a IFRS (Normas Internacionais de Relatório Financeiro) e com as práticas contábeis do Brasil, sua folha de receita que alcançou um Valor Liquido de R$ 1.225,4 milhões no quarto trimestre e R$ 4.577,6 milhões em 2011. Os resultados apresentados mostram um acréscimo de mais de 15% comparados com o anterior.

Outros números importantes a serem notados são o do tráfego consolidado que cresceu 3.2% no 4º trimestre e 5,4% em 2011, o do EBIT que atingiu valores de R$ 659,6 milhões no 4º trimestre e R$ 2.277,0 milhões em 2011 e também o do número de usuários da arrecadação eletrônica que atingiu 3.244 mil tag’s ativos.

O Presidente, Renato Alves Vale, comentou que os resultados foram expostos com orgulho e satisfação. Ele também disse que 2011 foi um ano de grandes sucessos para a companhia, pois foi concluída a primeira fase do projeto 4-Amarelo do Metro de São Paulo, estendeu-se o prazo do contrato da CCR-ViaLagos e ocorreu a entrada da CCR no setor de infraestrutura de aeroportos.

Por Thiago Polido

Fonte: Marketwire


Uma quantia equivalente a R$ 37,814 bilhões. Esse foi o lucro de uma das maiores empresas de capital aberto do Brasil. A Vale já tem muitos anos de estrada e mostrou seu maior crescimento no ano de 2011.

Segundo levantamento da consultoria Economatica houve comparações dos lucros nominais de muitas empresas do Brasil e todas seriam de livre capital. Depois de testes e análises, o valor de lucros atribuídos a Vale constou nas notas como o maior já registrado em todos esses anos de trabalho.

Além da Vale, o lucro do ano passado de outras quatro empresas brasileiras também ficaram entre os 20 maiores da história no país.

Fábricas como as da Petrobras conquistaram a 3ª colocação, com R$ 33,313 bilhões. O Itaú Unibanco ficou em 14º lugar, com R$ 14,621 bilhões e o Banco do Brasil em 16º lugar, com R$ 12,126 bilhões. Já o Bradesco conseguiu alcançar o 19º lugar, com R$ 11,028 bilhões. 

Dentre os 20 maiores lucros registrados, o setor bancário é um dos que mais se destaca e fica bem na frente do setor industrial. 

A Petrobras passa a acumular 9 dos 20 maiores lucros e a Vale, 6.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: Uol


Realidade na rotina das empresas, o SPED (Sistema Público de Escrituração Digital), juntamente com seus múltiplos módulos, impacta não somente corporações, mas também os contribuintes – mesmo aqueles que desacreditam terem sido alcançados por eles (pois com certeza, também estarão relacionados aos arquivos de outras corporações).

E não é somente em relação à emissão das informações que as empresas com o SPED devem se preocupar. De acordo com os órgãos comprometidos com o SPED, “tornar mais célere a identificação de ilícitos tributários”  é um dos seus objetivos. Assim, o trabalho da fiscalização (que buscará identificar as irregularidades do tributário) inicia onde finda a obrigação do contribuinte.

Dentre as vantagens esperadas com o SPED, estão: “aumento da produtividade do auditor”, “rapidez no acesso às informações”, “redução do tempo despendido com a presença de auditores fiscais nas instalações do contribuinte” e o “aperfeiçoamento do combate à sonegação”.

Devido a isso, o contribuinte deverá dar uma atenção redobrada ao que estará sendo enviado ao SPED, pois obter a regularização de um arquivo significa apenas que o contribuinte ficou (na melhor das hipóteses) livre da punição por sua não entrega.

Segundo Fabio Rodrigues de Oliveira (diretor de Projetos Especiais da FISCOSoft), a intenção principal de qualquer projeto do SPED deveria ser a qualidade da informação a ser transmitida, pois quando os dados enviados estão em desacordo com a legislação ou em desarmonia com a realidade da empresa, o investimento em recursos tecnológicos para o envio de informações acaba se tornando improfícuo.

Fábio Rodrigues ainda aponta que certas dúvidas que surgem no tributário, como por exemplo, qual CST a ser utilizado para a escrituração de documento na EFD-PIS/COFINS, deveriam ser esclarecidas exclusivamente no período de emissão da NF-e (Nota Fiscal eletrônica), e não na ocasião da escrituração.

O fisco já está trabalhando em cima das informações auferidas, e também acionando os tributários para que estes prestem as devidas informações sobre as discrepâncias encontradas. Por isso, a “melhoria da qualidade da informação” (um dos desígnios do SPED) deve se tornar prioridade na transferência dos arquivos ao SPED, pois dessa forma, riscos desnecessários serão evitados, e as corporações estarão contribuindo para a desburocratização tributária do fisco.

Por Rachel Bressan

Fonte: Jus Navigandi


Apesar de ter finalizado o ano de 2011 com volume financeiro negociado recorde, o valor de mercado das empresas listadas na BM&FBovespa caiu 10,5% ano passado. O valor total das empresas é de R$ 2,29 trilhões, segundo informações do balanço de operações divulgado no dia 6 de janeiro.

Dentre as 373 empresas com ações negociadas na bolsa, as que registraram maior giro financeiro no ano de 2011 foram: Vale PNA (R$ 174,33 bilhões); Petrobras PN, (R$ 125,81 bilhões); OGX Petróleo ON (R$ 73,22 bilhões); Itaú Unibanco PN (R$ 67,73 bilhões); e Vale ON (R$ 45,05 bilhões).

O balanço divulgado pela BM&F apresentou também outros dados, tais como o número total de investidores individuais. Ao todo, 583.202 pessoas físicas possuem conta no mercado de capitais, um número 4,5% menor do que o apresentado em 2010 (610.915). Estes investidores representam 21,44% das movimentações financeiras, ficando em terceiro lugar, enquanto os investidores estrangeiros movimentaram 34,74%, e os investidores institucionais 21,44%.

O Ibovespa apresentou queda de 18,1% no ano passado, sendo este o pior desempenho desde o ano de 2008. O índice é utilizado para representar o desempenho médio do mercado de ações brasileiro.

Por Lucas Ferreira

Fonte: G1


A implantação do SPED (Sistema Público de Escrituração Fiscal) está exigindo das empresas mais investimentos em infraestrutura e mão de obra. Tudo isso para garantir que atenderá às demandas do Fisco dentro do prazo estabelecido. Isso envolve gastos com treinamento para preparar os funcionários e consequentemente aumento nos salários.

As empresas do segmento contábil, por exemplo, estão tendo de investir fortemente em sistemas de gestão empresarial. Somente com tecnologias de ponta elas conseguirão suportar o tráfego de informações em seus ambientes computacionais.

Já a empresa Prosoft Tecnologia, empresa de softwares, está renegociando diversos contratos com os clientes por conta disto. Uma pesquisa realizada pela Fiscosoft revelou que o mesmo sentimento tem passado as demais empresas.

Dos 1181 executivos ouvidos, 96,3% afirmou que o SPED trouxe mais custos com horas extras dos funcionários, implantação e serviços de consultoria.

Outro índice interessante da pesquisa revelou que 59,7% acreditam que mesmo quando for finalizada a transição e implantação de todas as etapas, ainda assim não será possível cumprir todas as obrigações que estão sendo exigidas.

Quem se adequar às mudanças, trazendo novas possibilidades aos clientes e se antecipando a todo o processo, certamente terá excelentes oportunidades de negócios.

 

Por Natali Alencar


No mesmo estudo em que a consultoria Economatica anunciou que o volume de negociações na Bovespa em 2011 foi o maior da história, houve o anúncio de que as ações da empresa Cielo, responsável pelo precessamento financeiro no Brasil das maiores bandeiras de cartão de crédito do mundo, como Visa e Mastercard, foram as mais rentáveis neste ano de 2011 dentre todas as ações negociadas na América Latina.

O estudo levou em consideração as 82 ações com volume financeiro médio diário superior a US$ 10 milhões.

No tarde do dia 27 de dezembro as ações da empresa estavam valendo R$ 47,60, apresentando leve alta de 0,21%.

A Cielo (CIEL3) apresentou rentabilidade anual de 51,1%, seguida pela empresa mexicana Fomento Econômico do México (FEMSA UBD), com 50,7%, e da Redecard do Brasil, com retorno de 46,2%. Do total das 82 ações analisadas pelo estudo, 65 delas são brasileiras, 10 são mexicanas, cinco chilenas e duas da Colômbia.

As ações com maior queda, porém, foram também de empresas brasileiras. A HrT Petróleo (HRTP3) apresentou um recuo de 64,6%, e a Gafisa (GFSA3), do ramo de construção civil, apresentou queda de 63,3%.

Por Lucas Ferreira

Fontes: G1Uol


O Governador Eduardo Campos anunciou no dia 16/11/2011 que o novo teto para que um negócio receba a classificação de micro ou pequena empresa será 3,6 milhões anuais. O que fará com que as pequenas e as microempresas de Pernambuco comemorem, e invistam, no ano de 2012.

A decisão foi anunciada no Fórum Permanente, que visa discutir propostas políticas que venham colaborar com o crescimento do setor, que hoje gera 74% dos empregos de Pernambuco, como informa o site www.pernambuco.com.

Conforme a decisão, espelhada em definições dos estados de São Paulo e Rio de Janeiro, os negócios que arrecadam valor abaixo de 30 mil/mês serão classificados como microempresas, já as empresas que arrecadam um valor menor que 300 mil/mês serão classificadas como pequenas empresas.

Campos afirmou que a ousadia está sendo colocada em prática, pois o objetivo é o de fazer a promoção e distribuição de renda e oportunidade.

O foco do Fórum Permanente da Micro e Pequena Empresa é especificamente este, o de proporcionar o equilíbrio entre a possibilidade de gerar o crescimento destes negócios com o desenvolvimento do estado.

Por Mônica Palácio


Por um acordo de R$ 83 milhões, a rede de lojas de varejo Magazine Luiza comprou as lojas do Baú da Felicidade (Grupo Sílvio Santos). A partir de agora, quem comandará as 121 lojas espalhadas pelos Estados de São Paulo, Minas Gerais e Paraná será uma das empresas que mais tem crescido nos últimos anos, atrás apenas dos três grupos mais poderosos do ramo, que são o Carrefour, o Pão de Açúcar e o Walmart.  

O acordo foi fechado no último dia 10 de junho, mas o Magazine Luiza terá um prazo até 31 de julho para fechar o pagamento integral dessa aquisição.

As lojas do Baú deixaram de ser as mesmas há um bom tempo, fato que se agravou principalmente após o desfalque descoberto nas contas do Banco Panamericano (hoje de propriedade do BGT Pactual, que o comprou por cerca de 450 milhões de reais).

De acordo com um dos executivos da empresa, Frederico Trajano, a incorporação das lojas do Baú trará ao Magazine Luiza um reforço nos “mercados onde já atua” e aumentará significativamente a cartela de clientes da rede, favorecendo inclusive a expansão do seu e-commerce (lojas virtuais) nos Estados em que o Baú atuava.

Por Alberto Vicente

Fonte: R7


Cheio de dívidas, o grupo Schincariol deverá ser vendido nos próximos dias. Há fortes rumores de que a empresa brasileira  teve os números reais do seu último balanço (realizado em abril), digamos, atenuados, para amenizar a crise. Porém a matemática financeira é uma ciência exata e contra fatos não há argumentos.

Há, em princípio, quatro interessados pela compra, todos eles grandes empresas globais: Heineken, SAB Miller, Diageo e Kirin. Estima-se que a transação seja concretizada assim que a dona da marca Nova Schin conseguir uma oferta que varie entre 7 e 8 bilhões de reais já somadas as dívidas. O que ainda não se sabe é que grupo internacional poderá ter cacife para concluir essa aquisição. No entanto, analistas apontam que a negociação não passe de cerca de 4,5 bilhões de reais, considerando o valor do seu índice Ebitda, que mede os lucros de uma empresa, antes de deduzidos os juros, os impostos, as depreciações e as amortizações.

No ano passado, o Ebitda da Schincariol chegou a 434 milhões e é provável que ela seja vendida, portanto, a um valor que chegue a ser 10 vezes esse montante.

Por Alberto Vicente

Fonte: Estadão


A Apple se encaminha para se tornar não só a empresa mais valiosa do mundo, mas também a tem marca mais valiosa. De acordo com o estudo realizado pela empresa WPP intitulado “BrandZ Top 100 Most Valuable Global Brands” ou algo como “As 100 marcas mais valiosas do mundo”, a Apple superou o Google e se tornou a marca número 1 no ranking.

É, a Apple desbancou a gigante Google que, até então, reinava totalmente soberana. Para tanto, a fabricante do iPhone e do iPad contou com um crescimento expressivo no valor da sua marca: 84%. Ao mesmo tempo a empresa comandada por Larry Page perdeu 2% do seu valor em relação a 2010 e vale quase 112 milhões de dólares contra pouco mais de 153 milhões da Apple.

O que chama a atenção nesse ranking, não é a decadência do Google, mas sim, o crescimento da Apple. Há muitos anos a empresa quase faliu e contou com a ajuda (financeira) da Microsoft para se reerguer. Ironicamente, hoje a marca “Apple” vale o dobro da “Microsoft”.

Por Maximiliano da Rosa

Fonte: BGR


As micro e pequenas empresas brasileiras acabam de ganhar novo instrumento de suporte, oriundo do governo federal. Na segunda-feira (21), Dilma Rousseff, presidente do Brasil, confirmou a criação de um novo ministério exclusivo às companhias desses portes.

A notícia, então, foi bem recebida pela Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), que prestou apoio à ex-ministra-chefe da Casa Civil em dar prioridade a investimentos voltados aos micro e pequenos empresários brasileiros.

Atualmente, enfatiza Roberto Feldmann, presidente do Conselho das Pequenas Empresas da federação, as micro e pequenas empresas significam cerca de 20% do Produto Interno Bruto (PIB) nacional, enquanto na Espanha e na Itália os índices sobem para 55% e 60%, respectivamente.

Os benefícios à própria sociedade são amplos. Com a alta competitividade de mão-de-obra nas médias e grandes empresas, as pessoas sem ocupação passam a ganhar novas possibilidades de chegar ao mercado de trabalho por intermédio das micro e pequenas empresas. Isto não significa, porém, que elas não exijam bons funcionários, mas as probabilidades e oportunidades tendem a aumentar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Abrir um empreendimento significa muito suor e trabalho. Capital de início também contribui amplamente, mas dinheiro sem ideia não denota tantos frutos. O número de negócios no Brasil tem crescido ano a ano, desde uma pequena franquia a pequenas e médias empresas de nichos específicos.

Em princípio, é preciso que o empreendedor crie uma marca que identifique sua empresa como atuante num determinado ramo, porém, cada vez mais tem sido difícil encontrar marcas disponíveis no mercado, grosso modo.

De acordo com Emerson Hofart, sócio da Cia da Marca, empresa especializada em registro de patentes e marcas, o volume de abertura, um tanto quanto positivo, acaba por diminuir as possibilidades de o empresário utilizar a marca que tanto anseia.

Em 2009, para se ter ideia da problemática, 130 mil processos de registros de marcas foram julgados pelo Instituto Nacional de Propriedade Industrial (INPI), com pouco menos da metade concedidos favoravelmente e o restante, arquivado.

A Cia da Marca, para tanto, disponibiliza um serviço denominado balcão de marcas, em que marcas registradas são vendidas no intuito de assegurar ao empresário segurança no ato de abrir sua empresa, desde que a aquisição seja relacionada ao campo almejado.

Informações sobre os serviços da empresa podem ser conhecidas em seu site virtual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das características mais constadas nos últimos meses, pelo Brasil, foi o índice de confiança de consumidores e empresários em meio à economia do país, que desde 2009 apresenta índices positivos. Com a mudança do governo, novas medidas restritivas a partir do Banco Central (BC), entre outros, estima-se que 2011 venha a ser um período mais ameno para praticamente todos os ramos de atividades.

Os primeiros sinais de desaceleração já começaram a aparecer. De acordo com o Índice de Confiança do Empresário Industrial (ICEI), calculado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI), o otimismo dos empresários cedeu 6 pontos em fevereiro de 2011 em relação ao período análogo de um ano antes, para 61,8 pontos.

Para Marcelo Azevedo, economista da confederação, a diminuição do otimismo tem por base o abrandamento da atividade econômica nos últimos meses. Mesmo assim, o empresariado se mantém otimista, pois calculado numa escala de zero a 100 pontos, o ICEI constata otimismo quando a pontuação ultrapassa o valor 50.

A CNI revela que a diminuição no otimismo deste mês ocorreu em todos os portes de empresa, com destaque à região Sul, que registrou baixa de 7,3 pontos no índice.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Manter um negócio acarreta em decisões que podem, ou não, vigorar positivamente ao empresário. Deliberações certas em meio ao atual cenário econômico brasileiro nutrem as atividades das empresas. Determinações errôneas ou outros motivos atrelados levam as companhias a decretarem falências ou atravessarem longos períodos de turbulência.

Segundo o Indicador Serasa Experian de Falências e Recuperações, janeiro de 2011 foi o mês com o menor número de falências decretadas para o período desde 2005. A instituição revela que 41 decretos foram realizados no período, 35 a partir de micro e pequenas empresas, quatro entre as grandes empresas e duas pelas médias.

O panorama econômico do país em 2010, de acordo com economistas da Serasa, foi o fator determinante para o mês passado ter atingido o menor número de falências estabelecidas. Em comparação a dezembro, as falências solicitadas aumentaram, porém no confronto anual, recuaram.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


Efetuar pagamentos em dia traz alívio não somente ao consumidor, mas também para as pessoas que dele dependem, de alguma forma. O mesmo acontece entre as empresas, uma vez que estão sujeitas a outras para exercerem suas atividades, desde uma simples aquisição de pregos até maquinários altamente valiosos para, assim, adentrarem e permanecerem no mercado.

De acordo com a Serasa Experian por meio do Indicador de Inadimplência das Empresas, a inadimplência das pessoas jurídicas encerrou o ano passado com recuo de 5,3% em comparação a 2009, o maior decréscimo já constatado em seis anos.

Apesar desse bom dado, na variação mensal entre novembro e dezembro de 2010 a inadimplência nos negócios aumentou 3%. No confronto anual com dezembro de 2009, por outro lado, ocorreu avanço de 1,6%.

Economistas da entidade ponderam que a inadimplência das empresas diminuiu em 2010 sobre 2009 devido à normalização da oferta de crédito, bem como pela robusta expansão da atividade econômica. Para este ano, prevê a Serasa, as empresas não enfrentarão dificuldades semelhantes como as observadas em 2009, mesmo com a elevação nas taxas de juros e outras diretrizes adotadas pelo Banco Central (BC).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Serasa Experian


A Ricardo Eletro e a Insinuante, em meados de março, uniram suas atividades e formaram a holding Máquina de Vendas. Além deste exemplo existem outros plausíveis de serem transcritos que ilustram, em comum, o bom cenário desenvolvido pela economia do país em 2010.

Levantamento realizado pela KPMG enuncia que o número de operações entre aquisições e fusões com empresas brasileiras atingiram novo recorde neste ano, mesmo a poucos dias de ele acabar. A pesquisa indica que no acumulado anual até 20 de dezembro, 707 recorrências dessas foram constatadas, superior, pois, aos 699 negócios observados em 2007 e muito acima de 2009 (454).

De acordo com Luis Motta, sócio responsável pelo estudo, o ponto definitivo para esse recorde foi a disposição das companhias estrangeiras por aquisições em território brasileiro. A consultoria revela que desde janeiro até a data em questão as transações conduzidas por empresas do país responderam por 60% do total.

As companhias dos Estados Unidos lideram as operações no Brasil, com 113 transações, bem acima das 22 transações realizadas pela França e 21 pela China. Os setores de tecnologia e informação, bebidas e fumo, alimentos e energia & óleo conduzem as operações pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores apostas brasileiras para o presente e um futuro não muito distante é o etanol, que chegou há alguns anos com força suficiente para impulsionar a fabricação de veículos automotores movidos tanto por esse combustível como pela gasolina, ou seja, carros flex.

A cana-de-açúcar, matriz energética do etanol brasileiro, é mais rentável do ponto de vista “potência” em comparação ao milho, cultura utilizada pelos Estados Unidos para a fabricação do combustível. Recentemente, a Glencore, multinacional de commodities suíça, adquiriu 70% da usina Rio Vermelho, situada em Junqueirópolis, no interior de São Paulo.

Breve matéria veiculada pelo Terra indica que a empresa despendeu aproximadamente US$ 80 milhões pela parcela de controle da companhia à família Garieri. Dados atestam que a Rio Vermelho mói 1,3 milhão de toneladas de cana anualmente.

Estritamente produtora de etanol, a Rio Vermelho poderá, com essa aquisição por parte da Glencore, produzir açúcar, pois a trading da Suíça atua nesse setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado brasileiro tem ostentado bons investimentos oriundos do exterior. O dólar em baixa ante o real tem colaborado para o aumento das importações, situação, porém, que preocupa inúmeros segmentos, mas por outro lado ajuda nas atividades dentro do território, uma vez que as empresas têm seu maquinário capacitado e, consequentemente, a própria mão de obra.

A portuguesa Cimpor, do segmento de cimentos e que tem a Votorantim como um dos sócios, aprovou recentemente plano de investimentos de 240 bilhões de euros no país nos próximos três anos. O desígnio é ampliar em 35% a capacidade produtiva da matéria foco da companhia no Brasil.

Em comunicado, a Cimpor assegura que a perspectiva de continuidade do cenário econômico brasileiro e os prognósticos de aumento do consumo de cimento no Brasil contribuíram para a empresa confirmar esse programa de investimentos.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters indica que o grande percentual do dinheiro será destinado a uma nova linha na unidade de Cezarina, situada em Goiás, e outra em Caxitu, na Paraíba, voltada para produção.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário econômico do país é favorável tanto para os consumidores como para as empresas. A população brasileira, grande parcela situada na classe C (cerca de 50,5% do total), passou a adquirir produtos na medida em que incentivos fiscais foram adotados e também devido ao aumento da massa salarial e dos postos de trabalho preenchidos no decorrer dos últimos meses.

As empresas de capital aberto obtiveram lucro considerável entre julho e setembro em comparação ao terceiro trimestre do ano passado. De acordo com levantamento edificado pela consultoria Economatica, as companhias do país contraíram avanço de 48,5% no quesito, ou seja, dos anteriores R$ 37,08 bilhões de 2009 para novos R$ 55,08 bilhões.

O segmento de mineração foi o mais lucrativo dentre os demais de acordo com o portal de Economia Terra, pois os ganhos saltaram de R$ 3,7 bilhões para R$ 12,5 bilhões na base comparativa elucidada no parágrafo acima, ou seja, um incremento de 238%. Em seguida figurou o setor financeiro, de R$ 7,09 bilhões para R$ 9,98 bilhões (aumento de 40%).

A esfera de petróleo e gás apareceu logo depois, pois cresceu R$ 8,6 bilhões, ante R$ 7,4 bilhões. A Economativa avalia que o fator predominante para a alta, neste caso, foi a Petrobras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial tem apresentado instabilidades em meio à guerra cambial sentida nas últimas semanas, tanto que esse foi um dos temas mais aguardados pelas nações envolvidas na cúpula do G20 (grupos das 20 maiores economias e países emergentes) da semana passada. Enquanto isso, no Brasil, os consumidores e empresas se mantêm otimistas, fruto do bom desempenho da nação no referente a emprego, acesso ao crédito e poder de compra.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram, porém, que a demanda das empresas por crédito recuou pelo segundo mês consecutivo em outubro. Conforme dados apurados, o arrefecimento foi de 4,4% na comparação a setembro deste ano, mas houve avanço de 6,9% no confronto anual e 2,5% em relação ao acumulado de 2010 ante período similar de 2009.

Mesmo com essa nova queda, economistas da entidade não creem numa possível mudança da tendência de maior demanda. Em nota, a Serasa avalia que a menor atividade do setor industrial no trimestre passado foi o responsável pelo resultado, tanto que a expectativa é de crescimento para os últimos três meses do ano.

O maior arrefecimento constatado, segundo o portal Terra, aconteceu entre as micro e pequenas empresas, pois responderam por 4,6% de queda, percentagem amplamente superior em comparação às médias empresas (baixa de 0,4%). Nas grandes companhias, diferentemente, houve aumento de 0,6% na busca por crédito.

De janeiro a outubro deste ano as grandes empresas acumularam maior crescimento em comparação aos mesmos dez meses de 2009, de 9,5%, pouco acima dos 7,8% calculados nas micro e pequenas empresas. As médias, por outro lado, acumulam decréscimo de 8,8% na mesma base comparativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Acompanhando o crescimento do comércio eletrônico no país este ano, a empresa francesa L' Occitane entra nesta semana em operação com a sua loja virtual.

O foco inicial será no Estado de São Paulo, com previsão de ampliação para outras localidades a partir do mês de fevereiro do próximo ano.

O público-alvo da L' Occitane é de pessoas na faixa de 25 a 35 anos, com gastos entre R$150 e R$200 em média.

Com a loja virtual como uma das formas de alavancar suas vendas, a empresa francesa pretende atingir um faturamento três vezes maior até 2012.

No Brasil, a L' Occitane possui atualmente um faturamento anual de R$ 102 milhões, sendo o quinto país do mundo com maior faturamento da empresa. Além da ampliação das vendas on-line, a L' Occitane pretende ainda instalar mais 60 lojas no Brasil até o ano de 2012.

Por Elizabeth Preático


O Brasil foi considerado pelo Banco Mundial como o 127º país (de um total de 183 nações) com maior facilidade de execução de negócios. Apesar dessa constatação, uma cidade brasileira, em específico, foi considerada como a terceira do mundo preferida por empresários europeus para suas atividades.

De acordo com estudo realizado pela consultoria americana Cushman & Wakefield, a cidade de São Paulo é a mais almejada para a abertura de escritórios na próxima meia década. Xangai e Nova Déli, situadas, respectivamente, na China e na Índia, aparecem à frente da localidade brasileira. Até Tóquio (Japão) e Nova Iorque (Estados Unidos), tradicionalmente interessantes, estão atrás (nesse ranking) das regiões emergentes.

Artigo veiculado pela Folha UOL indica que a Cushman consultou as 500 maiores companhias em nove países europeus, abordando, entre vários questionamentos, o interesse de expansão para além do continente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos mais significativos em todo o mundo, o cenário econômico brasileiro acumula bons números, mesmo após a medida adotada pelo Federal Reserve (banco central dos Estados Unidos) recentemente. A confiança dos consumidores e das empresas reflete bem o ambiente, ocasionando, por exemplo, baixa nos endividamentos.

Informações divulgadas pela Serasa Experian na última sexta-feira, 5 de novembro, indicaram que o número de micro e pequenas empresas que faliram no mês passado foi o mais baixo deste ano, pois foram estabelecidas 46 falências nessa modalidade.

Dados emitidos pelo portal de notícias R7 sopesa que ao todo, em outubro, 53 companhias quebraram. Além das 46 já citadas, houve falência de cinco empresas de médio porte e outras duas de grande porte. Em setembro, não tão distante desse anúncio, 57 decretos haviam sido contabilizados, cinco dezenas provenientes das micro e pequenas empresas.

Como já mensurado anteriormente, a Serasa examina que a queda no número de falências espelha o momento econômico brasileiro em 2010, beneficiando, singularmente, empresas com escopo de atuação no mercado doméstico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Engajada em manter suas promessas de campanha e alentar os mais desconfiados quanto à sua capacidade de administrar o país pelos próximos quatro anos, Dilma Rousseff, presidente eleita, afirmou que a edificação do Ministério do Microempreendedor poderá tirar aproximadamente 15 milhões de pequenas empresas da ilegitimidade.

Sua intenção é valorizar o setor por meio de várias ações, como é o caso de uma possível ampliação do Supersimples. De acordo com a Band Online, atualmente os sete milhões de pequenos empresários representam cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, além de responderem por 60% dos postos de trabalho diretos.

Para Joseph Couri, presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (SIMPI), a quantidade de companhias que abandonará a condição tida como ilegal estará sujeita à carga tributária necessária. Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper-IBMEC, avalia que a desburocratização para o intento tem de ser a prioridade do novo governo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da economia brasileira é pautado a partir de vários pontos específicos, porém intrínsecos entre si. A criação de empregos nos últimos oito anos, segundo Luiz Inácio Lula da Silva, possibilitou aumento da renda do trabalhador, algo estritamente ligado (como já pincelado) no acesso ao crédito. Cada um possibilitou, por exemplo, que a classe C, ou a nova classe média, começasse a adquirir inúmeros bens antes quase impossíveis, como é o caso de moradias.

Pesquisa divulgada pela Serasa Experian em 1º de novembro prevê que o mercado de crédito deve crescer ainda mais na esfera de crédito imobiliário devido ao incremento na concessão de crédito aos consumidores e às empresas. O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas aumentou 0,2% entre agosto e setembro, para 103,1 pontos, e o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor arrefeceu 1,8% na mesma base comparativa, para 100,5 pontos.

Matéria regida pelo portal R7 sopesa que os percentuais assinalam que as operações de créditos às empresas brasileiras acelerarão nos próximos meses, sentido parecido nos empréstimos às pessoas físicas, que continuará, sim, a crescer, mas num nível bem menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados recentes divulgados pela Serasa Experian apontaram que o número de empresas inadimplentes apresentou o maior arrefecimento entre dois meses nos últimos três anos, abraçando, portanto, queda de 5,8% no mês passado segundo o Indicador de Inadimplência.

Entre janeiro e o mês passado o percentual também ilustrou contração, porém de 6,5% em comparação ao mesmo período de 2009. Por outro lado, se confrontados os meses de setembro deste e de um ano atrás, houve avanço de 0,4%. Para a Serasa os principais agentes do recuo da inadimplência foram o reaquecimento sazonal da atividade econômica e do comércio e a interrupção do ciclo de incrementos da taxa básica de juros da economia, a Selic.

Segundo matéria emitida pelo portal de Economia Terra, a maior queda da taxa da inadimplência foi contabilizada nas companhias de médio porte, as quais representaram baixa de 10,4% entre agosto e setembro e 11,9% no acumulado de 2010. As grandes companhias, por sua vez, abalizaram recuo de 6,5% e 6,0%, respectivamente, enquanto as pequenas empresas contabilizaram índice negativo de 5,5% no mês, porém crescimento de 1% no acumulado anual.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Especialistas acreditam que para o Brasil sanar suas principais deficiências no campo das tecnologias de comunicação e informação (TICs) maiores investimentos precisam ser adotados. Porém, despesas majoradas e riscos econômicos abrasadores foram os principais obstáculos salientados pelas empresas do país para a inovação no setor, assim como a ausência da mão de obra qualificada.

Para o Instituto Brasileiro de Geografia (IBGE) por meio da Pesquisa de Inovação Tecnológica (Pintec), problemas relacionados a custos elevados são indicados por 73,2% das companhias, a temeridades econômicas demasiadas por 65,9% delas e a falta de profissionais qualificados para 57,8%.

Segundo Fernanda Vilhena, gerente do estudo, os apontamentos figuraram tanto em serviços como na indústria. Esse assinalador já abrolhava em pesquisas anteriores, mas no levantamento mais recente, em especial, os percentuais ilustraram avanço, demonstrando, deste modo, a importância maior desse elemento como percalço.

No sentido inverso, de acordo com Fernanda em reportagem apregoada pelo portal de Economia Terra, os índices atinentes à carência de fontes de financiamento apareceram em menor nível, embora alguns endossem que esse componente seja um dos principais entraves.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A alta competitividade do mundo contemporâneo é visualizada tanto de empresa para empresa como de profissional para profissional. Cada vez mais são exigidos diferenciais dentro de cada campo; um “quê” a mais é capaz de causar boa vantagem, independente da área de atuação.

Antônio Batista, professor de estratégia empresarial da Fundação Dom Cabral, avalia que o alto índice de falência das empresas do país ainda em seu primeiro ano de atuação está conexa à ausência de preparo dos empresários em levar o intento adiante. De acordo com estudo do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), de cada 100 empresas abertas em 2007, duas dúzias terminaram suas atividades no ano posterior.

Apesar de avaliar como falta de preparo, de acordo com matéria apregoada pela Band Online, Batista acredita que eles, os empresários, não são os principais responsáveis por essa situação. A falta de políticas públicas para o aparelhamento de empreendedores é um ponto alto.

Temas fundamentais, entre eles acesso a linhas de crédito, são desconhecidos pelos novatos executivos. Mesmo assim, o índice de empreendedorismo no país cresce anualmente, chegando a ser superior em 75% no confronto com outras nações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mundo altamente competitivo clama por profissionais cada vez mais qualificados em que uma graduação não é o bastante. Atualmente, pós-graduação, cursos de especialização, domínio de dois ou mais idiomas, entre outros, são algumas das características mais exigidas por empresas de médio e grande porte e em alguns casos, até nas micro e pequenas.

Correspondendo a tais cobranças, as companhias também têm procurado aumentar sua própria qualificação. Documento denominado “Sondagem de Inovação Tecnológica” firma que mais de 70% das grandes empresas do país passaram a investir em inovação para amplificar a competitividade de suas mercadorias.

Divulgado nesta semana pela Associação Brasileira de Desenvolvimento Industrial (ABDI), agência do governo vinculada ao Ministério do Desenvolvimento, do total das mais de 1,6 mil empresas com mais de 500 profissionais consultadas, 71,5% asseguraram terem atravessado, no segundo trimestre, inovação em algum processo ou em algum produto, percentagem praticamente imutável em relação ao período imediatamente anterior (71,4%).

O estudo revela que 27% das empresas pesquisadas aumentaram os investimentos em Pesquisa e Desenvolvimento (P&D) e 47%, de acordo com a Folha UOL, sustentaram o mesmo patamar de investimento notado no primeiro trimestre nessa área.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário positivo da economia brasileira, quase sempre alimentado por notícias envolvendo maior poder de compra da população, aumento do número de empregos e crédito com acesso mais facilitado ao consumidor, apresenta diversos reflexos explicativos, de norte a sul, leste a oeste.

Na semana passada, a Junta Comercial do Rio de Janeiro (Jucerja), corroborando com a introdução acima, afirmou que até o final de dezembro 40 mil empresas serão abertas somente no Estado do RJ. Carlos De La Rocque, presidente da entidade, assinala que a estimativa, caso seja confirmada, representará incremento de 10% em comparação ao total de empresas abertas no ano passado.

Vinculada à Secretaria Estadual de Desenvolvimento Econômico (Sedeis) de acordo com o portal de Economia Terra, informações enunciadas pela Jucerja mostram que o número de novas companhias observadas no Rio de Janeiro atingiu o montante de quase 30,7 mil até setembro. Se a média de três mil mensais permanecer, pondera De La Rocque, seguramente de outubro a dezembro as 40 mil serão alcançadas.

Pelo levantamento, os setores mais almejados pelos cariocas são acessórios e vestuário, bares, restaurante e similares, além de informática, perfumaria e cosméticos. Para o presente da Jucerja, as perspectivas envolvendo negócios são bem interessantes, tanto que renda média avançou mais do que a própria média constatada em todo o país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A demanda atual de veículos automotores pelo país possui vários e recentes fatores, tais como o conferido pelo governo até março passado, quando foi estabelecido isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), o qual possibilitou ampla comercialização de carros em todo território nacional. Não restrito somente a este ponto, o poder de compra do brasileiro e a geração de empregos em todo o ano, até o momento, também assinalaram potencial contribuição.

Estritamente relacionada ao setor e nutrindo o cenário visto em inúmeros segmentos, a Continental, fabricante alemã de pneus, carimbou a pretensão de investir mais de US$ 696 milhões em novas unidades no Brasil, no intuito, pois, de ampliar sua capacidade produtiva.

Pelo que é possível entender, para Elmar Degenhart, diretor-executivo da empresa, o tempo é de correr atrás do prejuízo, pois os investimentos em pneus dentro do país deveriam ter sido levados adiante durante a última meia década. Se na atualidade há pretensão de ampliar a capacidade no país, em 2011, de acordo com o portal de Economia Terra, a empresa prevê o aumento de atividades na China e mais à frente, Rússia e Índia – curiosamente, todas pertencentes ao grupo BRIC.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Sistema Jornal do Commercio de Comunicação (SJCC), junto com a Prefeitura da Cidade do Recife, presta homenagem as 50 maiores empresas que mais contribuíram com o Imposto Sobre Serviço (ISS) para o município, em 2009.

Entre os contribuintes homenageados, está a Policlínica Santa Clara, da rede preferencial Santa Clara Planos de Saúde – uma empresa do Sistema Hapvida. Em sua 13ª edição, a festa que marcará a entrega de Certificado para cada empresa homenageada, será nesta quarta-feira, dia 27, às 18h30, no Auditório do SJCC, localizado na Rua Capitão Lima, 250 – Santo Amaro/Recife/Pernambuco.

No evento, a Santa Clara Planos de Saúde será representada por Cláudio de Simone, superintendente da Rede Preferencial.

Por: Alexandre de Souza Acioli


Primeiramente tenha um CNPJ. Qualquer escritório de contabilidade poderá lhe auxiliar.

Após 30 dias de CNPJ aberto, você terá “ao seu lado” o Banco do Brasil. Dentre os produtos oferecidos pelo banco você poderá obter recursos para, Capital de giro, Desconto de Cheques, Cartão de Crédito, Proger etc.

Dentre destes produtos, o Proger é realmente interessante. Simplesmente é um recurso liberado para que você possa investir na sua empresa seja em maquinário, estrutura, veículos utilitários etc. O banco financiará parte deste investimento lhe dando um período de até 1 ano para começar a devolver o dinheiro a juros realmente baixos. No caso do Banco do Brasil seria 80% do valor investido, ficando assim os 20% a seu encargo.

Uma outra dica, seria buscar a Caixa Econômica Federal após um ano de movimentação financeira em sua empresa. Pois esta mesma movimentação é que será a base para liberação de limites e valores para sua empresa. Além de em alguns casos este banco oferecer juros menores, o Proger também é diferenciado, fornecendo 90% do capital para investimento e você desembolsará apenas 10%.

Saliento que todos os bancos oferecem estes produtos, mas muitos deles só lhe concederam quantidades substanciais para investir após 6 meses ou 1 ano de movimentação financeira, Consulte seu banco.

Por Marcos Tegon


O famigerado assunto endossado pelo governo, maior acesso ao crédito, não manteve o mesmo crescimento observado há dois meses. Estudo enunciado em 20 de outubro pela Serasa Experian assinala que a procura por crédito a partir das empresas brasileiras arrefeceu 3,7% em setembro em comparação a agosto.

A instituição avalia que o efeito calendário, ou seja, menos dias úteis no mês passado, foi vital para a queda do indicador, que de outubro em diante não deverá apresentar uma reviravolta na tendência positiva. Apesar desse decréscimo, em comparação a setembro de 2009, a demanda empresarial por crédito alcançou 5,1%, com acumulado anual 7,4% acima da constatação indicada no período igual de um ano antes.

Todas as unidades federativas brasileiras registraram tombo, porém o Norte do país foi a região com o maior percentual, de 8,2%, diferentemente do Sul, que obteve a variação menos ampla, de -3,1%.

As micro e pequenas empresas, de acordo com o portal de Economia Terra, foram as que mais decresceram nessa busca, com percentual negativo de 3,8%, dessemelhante da percentagem diagnosticada entre as grandes empresas, que arrefeceram somente 0,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo com a nova situação do país, redes e empresas procuram se fundir para ampliar seus horizontes e atuarem de forma mais ampla. Recentemente, observou-se a junção de atividades entre a baiana Insinuante e a mineira Ricardo Eletro, dando origem à Máquina de Vendas.

Casos como esse, que aumentaram 68% entre janeiro e setembro deste ano em comparação ao período igual do ano passado – quando a crise financeira mundial se fazia presente –,  deverão continuar pelo restante de 2010. Pesquisa confeccionada pela KPMG acredita que os números poderão superar, inclusive, os de 2007, quando 699 fusões foram registradas.

De acordo com Luis Motta, sócio da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, para a quebra do recorde anteriormente descrito serão necessários quase 170 negócios, número abaixo do acurado no terceiro semestre (180 fusões). Do total verificado entre julho e setembro, 57% foram edificados por empresas brasileiras.

Para as previsões serem cumpridas, revela Motta em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra, o apetite das companhias estrangeiras por aquisições na nação brasileira deverão continuar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos meses, o número de empresas que anunciaram fusões cresceu amplamente no Brasil. Parte desse sucesso, por assim dizer, provém do abundante acesso a capital estrangeiro pelas grandes empresas domésticas devido à crescente instância de estrangeiros pelo Brasil e pela concretização observada em inúmeros segmentos econômicos.

Estudo confeccionado pela Thomson Reuters sopesa que o giro financeiro de transações abarcando empresas brasileiras entre janeiro e setembro deste ano inteirou US$ 88,8 bilhões, pulo de 81,9% em comparação à contabilização examinada no período igual de 2009.

Ao lado da China e do México entre os emergentes, o Brasil ocupou posição de destaque nesse ponto de análise. De acordo com a agência de notícias Reuters, as aquisições e fusões expressadas nas nações em desenvolvimento chegaram a US$ 480 bilhões nos primeiros nove meses de 2010, incremento de 63% ante o andamento similar do ano passado, correspondente na atual conjuntura a um quarto de todas as operações pelo mundo.

Para Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions da BTG Pactual, o planeta está mirando o Brasil como importante mercado. Especialistas endossam que o movimento anteriormente citado espelha ambiente positivo, sobretudo se relacionadas as expectativas de crescimento da economia tupiniquim acima da média internacional durante bons e próximos anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parcela da população gostaria, efetivamente, de gerir próprio negócio, situação que possibilitaria horários próprios de atuação, ganhos mais altos e probabilidades de expansão, principalmente se o empreendimento convier aos gostos pessoais e profissionais. Entretanto, as dificuldades de nutrir o inicio inibem os mais atentos pretendentes.

Para isso – e não somente para tal – existem várias empresas especializadas em conceder créditos, desde valor ínfimos a alta somas. A São Paulo Confia, banco do microcrédito disposto pela Prefeitura de São Paulo, por exemplo, é um dos meios rentáveis e que tem sido amplamente recorrido.

Nos seis meses iniciais deste ano os pedidos de empréstimos de até R$ 7 mil aumentaram 31,8% em comparação ao período igual do ano passado. O intuito do dinheiro outorgado é funcionar como capital de giro pelos pequenos empreendedores. Para adquirir vestuários e revendê-los, de acordo com o portal R7, é necessária uma quantia, justamente essa confiada pela entidade.

O interessante, em todo esse sistema, é a diminuição de 3,63% para 2,67% do número de pessoas com atrasos no pagamento do empréstimo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A multinacional de franquia de locadoras de vídeos Blockbuster entrou com pedido de concordata para descontar parte de sua dívida ativa que já alcança o patamar de US$ 1 bilhão. Com a concordata, restaria US$ 100 milhões da dívida.

A razão mais evidente da falência das tradicionais locadoras de filmes é a mudança no hábito do público que, atualmente, tem optado por serviços online preterindo as empresas de locação.

Apesar de já ter fechado 10% de suas filiais, a Blockbuster afirma ainda insistir no funcionamento – "Atualmente, todas as 3 mil lojas da companhia nos Estados Unidos continuarão abertas", afirmou a assessoria de comunicação da empresa.

Em maio a principal concorrente da Blockbuster, a Movie Gallery, encerrou completamente suas atividades.

Por Diego Diniz


Foi divulgado este mês uma lista com as dez empresas líderes  em iniciativas e campanhas ecológicas que visem diminuir o impacto no meio ambiente.

Essa é uma lista que tem de ser divulgada para gerar cada vez mais adeptos. São justamente estas empresas e instituições que também são líderes no mercado e mantém a economia mundial, que possuem capacidade de conscientizar outras empresas. Segue a lista:

Banco Bradesco, Bunge Brasil, CNEC WORLEYPARSONS, HSBC Bank Brasil, Itaú Unibanco, Votorantim Cimentos Brasil, Natura, Souza Cruz, Telefônica São Paulo e Moto Honda.

Estamos falando de laboratórios, pesquisas, projetos que reduzem a emissão de gases tóxicos a atmosfera, reservas ecológicas, aterros sanitários entre outras louváveis saídas. Mais do que dinheiro, estamos falando de qualidade de vida!

Por Teresa Almeida


O mercado de carne bovina pelo mundo move altas cifras todos os anos. O Brasil tem bons representantes no setor, algo que deverá ser ampliado em breve após a sanção de um órgão regular da União Europeia que concedeu a aquisição da Keystone Foods pela companhia brasileira de alimentos Marfrig, tida como a segunda maior produtora de carne suína, bovina e de frangos do país. 

Contabilizações iniciais indicam que o negócio chegou ao montante de US$ 1,26 bilhão, algo que já fora acordado há dois meses, mas que entrará em fase conclusiva em 1º de outubro. Segundo a agência de notícias Reuters, a aquisição faz parte da estratégia da Marfrig de vir a ser fornecedora de produtos às maiores redes de restaurante do globo terrestre, tais como Subway, Chipotle Mexican Grill e McDonald’s.

A Comissão Europeia avalia que a negociata não deverá desvirtuar a competitividade entre as demais empresas, pois o mercado de carnes possui número suficiente de companhias para todas se manterem ativas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Responsabilidade ambiental e sustentabilidade viraram pré requisitos das boas e grandes empresas. Além de lucrativas, as empresas tem que prestar essa atenção e essa preocupação com o impacto que produzem ao mundo.

Este é o caso da Vale. Uma mineradora global e que pensa de forma global. A Vale investe na preservação das áreas verdes, em fontes de reciclagem, reaproveitamento da água e afirma proporcionar o desenvolvimento tanto da região em que atua como das pessoas desta região.

Para saber mais e inspirar-se entre no www.vale.com.

Aprenda que economia e sustentabilidade caminham de mãos dadas. É o que mostra as grandes empresas mundiais.

Por Teresa Almeida





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