Reforma Trabalhista agora depende apenas da sanção do presidente Michel Temer para passar a valer.

Nesta terça-feira, dia 11 de julho, foi à votação no Senado questões acerca da reforma trabalhista. O texto que traduz as novas formas de acordar o trabalho entre empregadores e empregados, foi aprovado, sendo assim, agora a aplicação depende do presidente Michel Temer, ou seja, está nas mãos dele sancionar ou não as novas normas.

Essa reforma, chamada trabalhista, vem com novas definições no que diz respeito a questões contratuais, alterando alguns textos da CLT, sugerindo novas configurações para jornada de trabalho, férias, entre outros assuntos.

Modificações na nova lei trabalhista poderão ser feitas através de medidas provisórias. Acionar medidas provisórias foi uma opção muito visada e negociada, prometida para os opositores, a fim de tentar aprovar a proposta no Congresso de forma mais rápida.

O que muda?

O primeiro item que vamos abordar são as férias: antes eram 30 dias, que podiam ser divididos em dois períodos não inferiores a 10 dias, sendo possível também receber ⅓ do pagamento proporcional ao período, no formato de abono.

Agora, as férias podem ser divididas em até 3 períodos, desde que acordado entre as duas partes interessadas, sendo que um deles deve ser de pelo menos 15 dias corridos.

A questão jornada de trabalho é uma das mais discutidas. Na lei trabalhista vigente atualmente, o limite da jornada de trabalho é de 8 horas por dia, sendo no formato de 44 horas por semana, somando 220 horas por mês, sendo permitidas também 2 horas extras num período diário.

Agora, as 220 horas semanais continuam, sendo que a jornada pode ser de 12 horas, com 36 horas de descanso. O limite semanal é de 44 horas por semana. No caso de horas extras, esse número sobe para 48.

A questão de tempo na empresa também foi alterada, não contando momentos em que o trabalhador está na empresa, executando uma tarefa que não seja a função dele, ou seja, momentos em que o trabalhador descansa, estuda, se alimenta ou troca de trajes para vestir o uniforme, não contam como tempo de jornada.

Regras acerca da remuneração, descanso, transportes, regras de planos de carreira, entre outros, também foram modificadas. O texto começa a valer 4 meses depois de publicado no Diário Oficial.

Carolina B.


Presidente da Abeeólica afirma que Brasil deverá ter um investimento de R$ 20 bilhões na construção de novos parques eólicos.

Como é sabido, o desemprego vem crescendo com uma força incrível, porém, o segmento de energia eólica irá gerar cerca de 50 mil postos de empregos neste ano de 2016. No ano de 2015, essa cifra chegou a 40 mil, de acordo com os dados da Abeeólica, a Associação Brasileira de Energia Eólica.

Segundo Élbia Gannoum, presidente da associação, um estudo que envolve toda a cadeia produtiva revela que a cada Megawatt ou MW instalado, são gerados 15 novos postos de trabalho. De acordo com a presidente, o investimento para esse ano será de R$ 20 bilhões, para que sejam construídos 175 novos parques eólicos, com a finalidade de gerar mais de 3 Gigawatts (GW) de energia.

Atualmente o Brasil conta com 349 parques eólicos, onde 324 estão em funcionamento, de acordo com a Aneel (Agência Nacional de Energia Elétrica). Élbia afirma que foram construídos, no ano passado, 111 parques e em 2014 foram 95. No ano de 2015, completou 8,7 GW de potência instalada, a mesma quantidade gerada pela usina de Belo Monte.

A participação da energia eólica no SIN, Sistema Integrado Nacional de energia elétrica, cresceu em 35% somente no último ano, se comparado com o ano 2014, sendo que neste ano deverá ter um crescimento de 36% em relação a 2015. No ano que passou, a energia eólica gerou uma cifra de 2,7 GW no SIN, que atualmente é de 140 GW. Gannoum afirmou que no nordeste se encontra a maior parte dos parques eólicos do Brasil, pelo grande potencial em toda a costa, porém, o Rio Grande do Sul também possui grande força.

Até dezembro de 2015, o segmento de energia eólica era responsável por cerca de 5,53% da energia de todo o Brasil. Nos próximos anos esse valor deverá atingir o número de 12%, isso é o que a associação prevê, para assim se tornar segunda maior fonte de energia, perdendo somente para a hidrelétrica.

Nádia Neves


De acordo com a Pesquisa Industrial Mensal de Emprego e Salário (PIMES), que foi divulgada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o emprego no setor industrial recuou bem no Brasil e no Paraná.

As maiores contribuições para a diminuição nos empregos regionais do país foram as máquinas e aparelhos elétricos e eletrônicos (-38,0%), metalurgia (-11,1%), coque, refino, petróleo e álcool (-8,4%), vestuário (7,1%), entre outros. Além disso, tirando o índice de inflação, o valor da folha real de pagamento do Paraná teve um avanço de 0,8% em comparação com o mês de maio do ano anterior. Na região, as áreas que mais influenciaram para que o estado conseguisse o desempenho foram: coque, refino de petróleo e óleo, papel e gráfica, metalurgia, meios de transporte e também a participação da indústria têxtil.

No ano de 2014, nos meses de janeiro até maio, o emprego no setor industrial do Paraná teve uma queda de 3,2%. Mas, no Brasil a queda foi de 2,2%. Que teve taxas negativas em 11 dos 14 locais que foram investigados. As maiores perdas foram nos setores de máquinas e aparelhos eletrônicos, vestuário, metal, borracha e plástico, e também metalurgia.

Mas, no acúmulo de doze meses, que foram encerrados em maio deste ano, o estado do Paraná teve uma retração que atingiu 1,7%. Além disso, as únicas variações positivas foram encontradas no estado de Santa Catarina, região norte e também centro-oeste do Brasil.

Mas, por que toda essa incerteza? De acordo com a opinião do economista José Gouveia de Castro do Instituto Paranaense de Desenvolvimento Econômico Social, todo esse recuo foi devido às incertezas dos empresários em relação ao futuro da política econômica. Essas dúvidas foram nas áreas de instabilidade como, por exemplo, a aceleração da inflação. Déficit público e também dos desequilíbrios das contas externas. Desta forma, muitos empresários tomam uma postura defensiva e isso acaba interferindo de forma negativa no mercado. 

Por Babi


Mais um empreendimento importante será feito no Brasil por meio de recursos vindos do BNDES.

Desta vez, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá fornecer um empréstimo no valor de R$1,2 bilhões para a reforma do Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas.

Com este recurso, a administradora do local irá realizar diversas obras para ampliar e modernizar o aeroporto gerando um aumento duas vezes maior da sua capacidade permitindo o atendimento de até 14 milhões de passageiros.

Para a execução deste projeto estarão envolvidos cerca de 7.000 novos empregos diretos e terceirizados e deverá estar finalizado em maio de 2014 para iniciar o seu uso na Copa do Mundo que acontece neste mesmo ano.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A partir do mês de maio, o correio norte-americano começará a demitir parte de seus funcionários para reduzir os custos em até US$ 20 bilhões.

Ao que tudo indica, serão mais de 200 centros de processamento de correspondências fechados por causa dos tais custos operacionais. Dessa forma, a instituição vai cortar o equivalente a 35 mil postos de trabalho.

A principal meta é que até 2015 o segmento volte a gerar lucros significativos, já que nos últimos anos os custos operacionais deram muita dor de cabeça para a empresa.

Não se sabe ainda o prejuízo que isso irá causar para milhares de famílias americanas. Além disso, outra dúvida que paira no ar é sobre quais setores que irão abrigar estes futuros desempregados.

O USPS (sigla do correio dos Estados Unidos) lamenta o ocorrido, mas justifica os cortes. Em prol de uma melhora na expectativa global de todo um segmento empresarial, no caso, do próprio correio, sacrifícios devem ser feitos. Só o fechamento destas instalações deve significar para a empresa uma economia de mais de US$ 2 bilhões.

Por Jéssica Monteiro 


As redes sociais de convívio virtual são a mais nova tendência desta década pelo mundo e, principalmente, pelos brasileiros. Boa parte se utiliza dessas ferramentas para estabelecer contato com amigos e parentes, enquanto outra parcela dedica tempo para questões corporativas, além de obtenção de novas oportunidades de emprego.

Estudo realizado pela McAfee, fabricante de aplicativos, revela que o Brasil está entre as nações mundiais que mais aproveitam as redes, tais como Twitter e Facebook. A cada quatro empresas em todo o globo terrestre, em média, três fazem uso desses sistemas para conseguir remunerações e mais especificamente ainda, no caso brasileiro, nove em cada dez delas obtêm lucros.

Matéria emitida pela Band Online indica resultados similares em outros países, como Emirados Árabes Unidos, Índia e México. Para Charlene Li, analista de tecnologia consultada pela McAfee, o uso empresarial do Web 2.0 espelha a infiltração das redes sociais pelos países.

Apesar de levantamento positivo, as tecnologias também acarretam problemas, prejuízos, para ser mais específico. De acordo com o estudo, cada empresa do Brasil perde R$ 4,3 milhões, em média, devido a problemas relativos a seguranças online.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Associação Brasileira de Supermercados (Abras) divulgou nesta quinta-feira, 29 de julho de 2010, que no mês de junho deste ano as vendas nos supermercados aumentaram em relação ao mesmo mês do ano anterior, numa porcentagem de 4,92%. Com isto, o lucro destas empresas aumentou, o que gerou a contratação de novos funcionários.

Um dos responsáveis pelo crescimento nas vendas do setor foi a Copa do Mundo deste ano, que promoveu uma maior saída das bebidas em geral, em especial as alcoólicas, cujo aumento foi de 15%. Já com relação ao mês anterior, o mês de junho deste ano apresentou uma maior elevação nos preços da mandioca, seguido por xampu e queijo prato.

Ainda no primeiro semestre deste ano houve uma contratação recorde de novos funcionários, num total de 1.473 milhão, em relação às 299.506 vagas oferecidas no mesmo período de 2009.

Por Elizabeth Preático

Fonte: R7


De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a taxa de desemprego no Brasil caiu dos 7,6% registrados em março para 7,3% no mês de abril. A queda é maior se levarmos em conta o mesmo período do ano de 2009, quando a taxa de desemprego foi de 8,9%.

A quantidade de pessoas sem ocupação continuou de 1,7 milhão, mesmo índice de março, mas caiu 16,4% em relação a abril do ano passado. O número de pessoas com ocupação permaneceu o mesmo do mês anterior, 21,8 milhões, mas subiu 4,3% em relação ao mesmo período de 2009, foram geradas cerca de 900 mil postos de trabalho.

O emprego formal continuou na marca de 10,1 milhões, 7,5% maior em relação a abril de 2009. A renda média dos trabalhadores brasileiros continuou de R$ 1.424,10, subindo 2,3% se comparado ao mesmo período de 2009.

Por Mauro Tavares

Fonte: Uol Economia


O estudo mensal divulgado pelo Sindicato da Indústria da Construção Civil do Estado de São Paulo (SindusCon-SP) em parceria com a Fundação Getúlio Vargas (FGV) revela que o nível empregatício para o segmento de construção civil, pelo Brasil, conquistou alta de 1,55% em fevereiro ante o primeiro mês deste ano.

Com a inserção de 39.058 empregados, passaram a figurar no setor quase 2,56 milhões de trabalhadores formais, isto é, aqueles atuantes com carteira de trabalho assinada. De acordo com o portal de notícias G1, o percentual alcança o mais alto nível da série histórica.

No primeiro bimestre deste ano o índice de contratações para o segmento teve elevação de 4,14% – em números, quase 102 mil trabalhadores formais. Sergio Watanabe, presidente do SindusCon-SP, avalia que o resultado ratifica a estimativa de que a construção civil pelo Brasil alcançará o mesmo nível de crescimento da China (9%).

Verifique mais informações sobre o setor aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.

Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.

Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.

Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um debate fervoroso circunda aqueles que almejam diminuir a carga semanal de trabalho de 44 para 40 horas. Em 19 de novembro, uma reunião entre o setor empresarial e as centrais sindicais do setor, juntamente a Michel Temer, presidente da câmara, terminou “positivamente”.

O encontro, de acordo com o deputado Vicente Paulo da Silva, conhecido popularmente por Vicentinho, teve encerramento além do que se esperava. Para ele, antes mal se cogitava começar um processo de negociação, mas agora houve, até mesmo, um início de conversa.

Armando Monteiro Neto, presidente da Confederação Nacional das Indústrias (CNI), afirmou que está disponível para diálogos. Para ele, o momento em que o pedido foi pleiteado não era o mais indicado, pois aconteceu em pleno auge da crise financeira mundial. Mesmo assim, ressalta, todas as soluções no parlamento são obtidas por meios de negociação – e isto suscita uma grande esperança!

Por Luiz Felipe T. Erdei


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, realmente passou a se preocupar com a complicada situação empregatícia daquele país. Para tanto, afirmou que será um anfitrião de um fórum que visa debater a criação de emprego e o promissor crescimento econômico.

O líder norte-americano declarou que os dados em torno de pedidos de auxílio-desemprego divulgados em 12 de novembro denotam um sinal animador, mas que ainda é necessário considerar alguns e primordiais passos para a recolocação dos desempregados e suas voltas aos postos de trabalho.

Além disso, Obama assegurou que o governo possui seus limites do que pode e não pode fazer, mas que medidas estimulantes ao mercado de trabalho são primordiais neste momento. Afinal, há cerca de uma semana, dados ilustraram que a taxa de desemprego naquele país subiu para 10,2% no mês de outubro, o percentual mais alto já anotado em 26 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mais outra – e importantíssima – empresa almeja diminuir seu quadro de funcionários. Desta vez, a gigante é a montadora alemã Daimler, que pretende cortar, aproximadamente, mil empregos nas suas operações de veículos de passageiros Mercedes-Benz.

Por meio de uma medida intitulada “pacote de compensações”, a montadora assegura que uma redução das horas de trabalho e licença de até três anos serão oferecidas. Portanto, a dimensão da reestruturação da companhia dependerá de quantos empregados aceitarão esse acordo. Mesmo assim, o acerto trabalhista que descarta demissões nas operações alemãs da Daimler até o fim de 2011 continuará vigente.

Curiosamente, há uma semana, a Daimler disse estar bem disposta no mercado e com confiança suficiente para gerar bons números no próximo ano. De qualquer maneira, isso pode ter sido algo meramente especulativo, pois a montadora também foi atingida pela crise financeira mundial, bem como a conseqüente desaceleração industrial.

Por Luiz Felipe T. Erdei.


Com o objetivo de evitar que as complicadíssimas condições de trabalho no Japão encaminhem o país ao fracasso diante da frágil recuperação da economia, o governo daquele país anunciou, no dia 23 de outubro, um pacote emergencial voltado à criação de 100 mil empregos até março de 2010, ocasião na qual será encerrado seu ano fiscal.

Um pouco abaixo do recorde negativo de 5,7% constatado em julho, o índice de desempregados no Japão atingiu, em agosto, a marca de 5,5%. No total, mais de 3,5 milhões de nipônicos estavam sem trabalho no mês de agosto. Infelizmente, inúmeros analistas acreditam que a situação pode se agravar nos próximos meses, caso as empresas refreiem novas contratações em virtude dos alarmes no campo da economia.

Medidas como auxiliar as pessoas a buscarem vagas nos setores do meio ambiente e da agricultura, bem como melhorias na seguridade social para desempregados, fazem parte do pacote. O governo promete, também, facilitar o acesso ao seguro-desemprego.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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