Saiba aqui quais são as diferenças entre o Dólar Comercial, Turismo e Paralelo.

O manuseio relacionado com moedas estrangeiras exige de seus interessados um cuidado grande em relação às suas aplicações econômicas, bem como quanto às pretensões de cada investidor.

Neste caso, uma das análises iniciais que devem ser feitas quando se pretende atuar no mercado de câmbio refere-se às diferenças entre dólar comercial, dólar turismo e paralelo, que serão apresentadas em seguida neste artigo.

Aspectos básicos relacionados com dólar comercial

O dólar comercial é considerado como uma referência no mercado nacional sendo adotada como parâmetro para que bancos e empresas diversas determinem suas posições no mercado externo.

Este tipo de câmbio também é praticado por organizações públicas e, também, privadas para determinar as regras e as quantidades de remessa de capitais a serem enviados ou retirados de determinado local.

Mas o dólar comercial também é utilizado em transações efetuadas por pessoas físicas quanto a pagamentos relacionados com serviços variados, envios de recursos para manutenção de quem reside no exterior e outras transações a ele vinculadas.

Em decorrência da sua grande utilidade, as taxas vinculadas com dólar comercial variam de forma intensa sendo a sua média calculada ao final de cada dia de acordo com a média de todas as operações a ele relacionadas que foram feitas no mercado neste período analisado.

Devido a isso, ocorre a utilização da chamada Ptax, a qual fixa a cotação do dólar comercial para determinado dia sendo formada pelos valores apurados das seguintes negociações:

· Importação e exportação

· Compra e venda realizada entre os bancos

· Compra e venda realizada pelo setor financeiro das empresas

Nesta situação, a cotação relacionada com o dólar comercial é determinada pelo mercado em geral, mas o Banco Central do Brasil tem capacidade de intervenção como a execução de compra ou venda de determinada moeda para manter uma situação estável de seu valor.

Itens delimitados quanto ao dólar turismo

O dólar turismo é conceituado como aquele adotado em operações voltadas para compra e venda desta moeda com foco para viagens destinadas ao exterior, além de despesas em geral vinculadas com atividades turísticas diversas.

Em geral, a taxa do dólar turismo é maior que aquela praticada no dólar comercial, porque ocorre a inclusão dos custos relacionados com sua emissão desde a importação do papel-moeda até taxas vinculadas com sua colocação em corretoras de câmbio especializadas.

Um ponto relevante quanto ao dólar turismo diz respeito às moedas exóticas as quais pela sua menor negociação no mercado tem sua taxa de câmbio com uma diferença ainda maior quando comparada com o dólar comercial encontrado.

Por isso, a manutenção de uma moeda do tipo exótica em estoque pelos bancos tem um risco maior pela reduzida demanda em sua procura com oscilações maiores entre sua compra e a aquisição pelos clientes levando, assim, a um aumento de sua cotação para superar estes perigos identificados.

Considerações importantes funcionamento dólar paralelo

Por último, o dólar paralelo é considerado como um mercado de câmbio do tipo não oficial considerado ilegal porque ocorre sem a supervisão do Banco Central do Brasil.

As transações relacionadas com este tipo de câmbio para dólar movimentam uma quantidade elevada de dinheiro sempre em meios não oficiais, sendo considerado, por isso, como uma atividade clandestina e perigosa que pode sujeitar os seus responsáveis a penalidades previstas na lei.

Por isso, as negociações em dólar paralelo geralmente dizem respeito a atividade como tráfico de drogas, sonegação de impostos e lavagem de dinheiro, sendo preciso sempre buscar corretoras de câmbio credenciadas devidamente pelo Banco Central do Brasil.

Conclusão

Assim, ao conhecer de forma detalhada as diferenças entre dólar comercial, dólar turismo e paralelo os investimentos relacionados com esta modalidade de moeda podem ser efetuados com uma consciência maior e tendo resultados mais eficientes.

Ana Camila Neves Morais


Dólar dispara e tem maior alta dos últimos 8 anos. Moeda subiu 4,73% em um único dia, fechando em R$ 3,361.

No dia 10/11, quinta-feira, o dólar fechou com a maior alta dos últimos 8 anos. Em porcentagem, a moeda norte-americana subiu 4,73% em um único dia, fechando em R$ 3,361. A disparada do dólar nessa quinta-feira foi atribuída a pelo menos três fatores: incertezas quanto ao governo de Michel Temer no Brasil, eleição de Donald Trump e ausência do Banco Central no mercado de câmbio.

Somente no dia 22/10/2008, mais de 8 anos atrás, o dólar tinha registrado uma alta tão considerável: 6,39%. Dentre os fatores que disparam o dólar estão as incertezas do governo Temer, a incógnita Trump, a saída de recursos do Brasil (o que enfraquece a moeda) e a ausência do Banco Central nas negociações de câmbio.

Dentre as notícias que aumentaram o clima de instabilidade no governo Temer consta a apresentação de documentos que comprovariam doação de um milhão de reais feita pela empreenteira Andrade Gutierrez ao candidato à vice-presidência Michel Temer. Os documentos foram apresentados pela defesa da ex-presidente, Dilma Rouseff.

Outro fator relevante para disparada do dólar foi a eleição inesperada de Donald Trump. O mercado financeiro recebeu a notícia com surpresa e o Banco Central interrompeu as negociações de câmbios futuros para observar qual será o comportamente do mercado.

A tendência de alta do dólar une um cenário político frágil no Brasil, o que desvaloriza o valor do real, com as incertezas quanto ao modo que o republicano Donald Trump irá governar. Se as promessas feitas na campanha eleitoral forem seguidas, podemos esperar o fortalecimento da moeda americana e a redução nas importações por parte dos EUA. Donald Trump bateu constantemente na tecla de apelo ao nacionalismo ufanista e medidas que restrinjam a entrada de imigrantes.

Boa parte do mercado está receosa com o comportamento da bolsa e das moedas. Vale frisar que o momento é de bastante incerteza e um mercado volátil e pouco horizontal. No dia da eleição de Trump, bolsa como a da China registram quedas consideráveis. Os reflexos no Brasil ainda dependem de fatores políticos que envolvem o futuro do governo Michel Temer.

Por Matheus Griebeler

Dólar


Dólar disparou e Bolsa de Valores caiu com a possibilidade de Lula ser nomeado ministro no governo de Dilma Rousseff.

Nos últimos dias um verdadeiro vendaval passou por Brasília, no Governo de Dilma Rousseff, graças à delação de Delcídio do Amaral, os protestos contra o governo, a possível prisão do ex-presidente Lula, além da crise econômica já sabida por todos. Para tentar amenizar os problemas e evitar a prisão de Lula, Dilma deve nomear nos próximas dias o ex-presidente como Ministro de seu governo, o que gerou uma péssima recepção do mercado econômico.

O dólar disparou na terça-feira, 15, com a notícia da possível nomeação de Lula a um Ministério, o que barraria as investigações da Lava Jato, comandadas por Sergio Moro, que pode até mesmo declarar prisão preventiva a Lula nos próximos dias, exatamente pelas investigações em que Lula está envolvido, no caso do Tríplex, graças ao foro privilegiado.

O dólar que já vinha em queda, acabou tentando alta recorde para os últimos meses. Em Março, principalmente após os primeiros dias, quando Lula foi interrogado pela Polícia Federal, a moeda norte-americana sofreu com uma desvalorização de 6,01%, o que acabou caindo por terra nesta terça-feira.

A moeda teve alta de 3,03% em relação ao real, fechando com o preço de R$ 3,7600 no caso de compra e R$ 3,7630 nos casos de venda de dólar. A moeda oscilou durante o dia com alguns períodos de baixa e outros de alta, e nem mesmo a notícia da delação de Delcídio, que revelou que Aloizio Mercadante tentou barrar sua delação com ajuda política e financeira, bem como sua declaração, de que Dilma teria escolhido Lula para barrar a Lava Jato, foram capazes de conter a alta do dólar. Desde 13 de Outubro do ano passado, o dólar não sofria uma valorização tão grande em relação ao real, quando bateu uma alta de 3,58%.

Bem como o dólar, o Banco Central sofreu uma grande desvalorização com a possível nomeação de Lula, apenas na terça-feira, a perca foi estimada em 13,5 bilhões de reais em relação ao seu valor de mercado. O Ibovespa também sofreu com quedas, fechando com uma queda de 3,56%, sendo a sua segunda queda seguida, gerando também uma redução nos valores no mês de Março em relação aos números de Fevereiro, em 10,13%.

Por Paulo Henrique

 

Economia


Valor foi a maior alta diária que dólar teve nos últimos anos, com valorização de aproximadamente 3,6%.

A baixa do dólar que ocorreu no dia 9 de outubro de 2015, na sexta-feira, fez com que a moeda fechasse o dia com o seu menor valor registrado nas últimas semanas, sendo cotado em R$ 3,75. Durante a semana passada houve uma queda de 4,87% e durante o mês essa redução foi de 5,61%, o que não foi suficiente para tranquilizar a população nesse período de instabilidade e crise financeira.

O motivo da diminuição desse valor foi uma possibilidade do Banco Central de postergar o ajuste monetário Norte Americano, já que dessa forma previne que os países emergentes retirem seus investimentos do Tesouro Americano. Para haver decisão de aumento dos juros básicos nos Estados Unidos será preciso esperar os efeitos da desaceleração da China.

A alegria não durou muito tempo, pois no dia 13 de outubro de 2015, mais uma vez o dinheiro americano comercial encerrou o dia valendo R$ 3,89. Novamente com o valor nas alturas, essa foi a maior alta diária que dólar teve, ou seja, uma valorização de aproximadamente 3,6%, desde setembro do ano de 2011, quando a porcentagem chegou a ser de 3,75%.

Algumas situações que podem contribuir para a desvalorização do real é o atual cenário político brasileiro, inclusive com a mobilização feita pela oposição para que haja o impeachment da Presidente Dilma. Entretanto essa possibilidade, por ora, já foi excluída pelos Ministros do STF que votaram contra o prosseguimento do feito. Todos esses acontecimentos deixam os investidores em alerta, mais temerosos e inseguros com o mercado financeiro nacional.

Além disso, existem diversos outros fatores que contribuem para inconstância do mercado econômico deixando-o mais frágil como, por exemplo, o anúncio feito pelo governo chinês sobre a queda no percentual de importações que foi registrada em 18%, se comparado com o mesmo período do ano passado.

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


No mês de outubro o dólar registra uma perda de 5,61%.

Durante os últimos meses a supervalorização do dinheiro americano vem acarretando uma série de preocupações financeiras para os brasileiros. Frente à crise política e econômica instalada no País, muitos setores do mercado enfrentam dificuldades e por esse motivo os preços dos produtos aumentaram drasticamente. A grande maioria das pessoas está sofrendo com toda essa situação e a melhor maneira de contornar esse cenário é cortando gastos, ou seja, aplicar com urgência a redução de custos.

Para muitas pessoas que estavam esperando a baixa do dólar, em 9 de outubro de 2015 a moeda encerrou o dia com o seu valor reduzido para R$ 3,75. Esse foi o menor valor que o dólar chegou a ter nos últimos 40 dias, isto é, desde o dia 1º de setembro de 2015 e a queda foi de R$ 0,034 ou 0,9%. A cotação durante o dia variou entre R$ 3,77 (valor máximo) e R$ 3,72 (valor mínimo). Durante a semana que se passou a baixa do dólar acumulou uma perda de 4,87% e no mês a perda foi de 5,61%.

A justificativa para esse acontecimento foi que na última reunião do Fed, Federal Reserve – Banco Central Americano, a ata, publicada no dia 8 de outubro de 2015, trazia um sinal de que o ajuste monetário nos Estados Unidos ocorrerá num futuro longínquo.

A probabilidade de prorrogar o aumento do valor dos juros da maior economia do mundo é grande, pois assim evita a retirada de investimentos de países emergentes, como, por exemplo, o Brasil, do Tesouro Americano que é apontado como o mais estável e seguro.

Ainda, foi informado pelos componentes desse órgão que será fundamental aguardar quais serão os reflexos da desaceleração da China antes de decidir sobre o juros básicos dos EUA, que hoje em dia está entre 0% e 0,25% ao ano, até o momento o mais baixo da história. 

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 4,0591, sendo uma cotação histórica.

Impressionantemente a notícia mais comentada do momento chegou ao Brasil como um gol de bicicleta no ângulo, o dólar no dia 29 de setembro fez com que muitos brasileiros ficassem preocupados com a economia do país, pois a moeda americana subiu muito, encerrando o dia em R$ 4,0591.

O Governo, de olho em toda a situação, no momento tem como meta reequilibrar as contas públicas de forma inteligente e rápida, isso para evitar que o Brasil fique com má fama.

A cotação é a maior da história, nunca vista anteriormente. Muitos comerciantes, empregados e empregadores ficam balançados com a situação e comentam que depois desta situação, pode-se esperar qualquer coisa nos próximos noticiários.

O atual comentário, que com maior frequência está sendo dito no momento, é que agentes do mercado estariam testando a capacidade de atuação do Banco Central, a notícia presente nos diz que na quinta-feira a moeda mais valiosa do momento chegou a renovar o recorde intradia, a aproximadamente R$ 4,24,porém a operação de avanço simplesmente ficou completamente anulada depois do BC elevar as suas intervenções no mercado de câmbio.

Além de tudo isso o resultado fiscal do mês de agosto superou o seu padrão comum e muita coisa mudou surpreendendo o povo brasileiro. As cotações ao longo do dia mostram como o dólar ficou no topo, e oscilando por várias vezes, porém não saindo do nível atual de R$ 4.

Muitas pessoas comentam se existe um lado bom nessa história toda, e sim existe, na verdade a alta do dólar acaba sendo bom para as exportações e o turismo nacional é um ponto pouco abordado devido à situação econômica estar sendo alvo de grande preocupação.

O economista Gesner Oliveira afirma que entre perdedores e vencedores a alta do dólar não é uma arma fatal contra a economia brasileira, pelo contrário, isso ajuda e muito o estado crítico momentâneo da economia do país. Afirma também que é muito importante melhorar o consumo e a balança comercial brasileira. As empresas exportadoras comemoram o momento, pois agora é uma boa hora para faturar um lucro maior.

Por Cristiano Moreno Nascimento

Dólar


Há pouco mais de 1 mês as previsões indicavam o câmbio à vista em R$ 3,50, mas nova estimativa aponta o valor de R$ 3,95

O mercado financeiro brasileiro está em uma fase de ser quase que impossível prever o que pode vir pela frente. Apenas no ano de 2015 a alta quase bateu nos 50% e junto com isso temos as projeções em relação a moeda americana que andam crescendo de forma descomunal segundo informações divulgadas recentemente pelo Relatório de Mercado Focus. E como bem se sabe as expectativas deixaram de ser esperançosas há muito tempo. Ainda para 2015 não haverá nada de novo: a cotação atual considerando o câmbio à vista continua com as projeções puxadas para baixo.

E como diz o velho ditado “notícia ruim quando é pouca é milagre”  tem mais coisa pela frente. De acordo com o documento revisado e atualizado pelo Banco Central nesta última segunda, 28, as notícias são desanimadoras: a média das estimativas levantadas até então mudaram novamente. O avanço agora passou de R$ 3,86 para R$ 3,95. É interessante observarmos que há pouco mais de um mês as pesquisas apontavam R$ 3,50.

Voltando aos dados da pesquisa feita pela Focus temos outra informação relevante: no decorrer do ano a cotação média também sofreu diversas alterações. Para relembrar passou de R$ 3,98 para R$ 3,39 e há apenas quatro semanas marcava R$ 3,23.

Um ponto crucial levantado pela Focus é o fato de que para 2016 a mediana para o câmbio (em relação ao final do período) ficou estabilizada (ao menos por enquanto) na faixa dos R$ 4,00.

Curiosamente e meio que para comprovar a gravidade da situação já faziam quatro edições nas quais a Focus apontava uma taxa que não ultrapassa os R$ 3,60.

Em 2016 as alterações sobre a cotação média se devem principalmente a um ajuste que, neste caso, saiu dos R$ 3,91 para os R$ 3,96. E isso considerando que a cotação há quatro semanas estava em R$ 3,56.

E para quem acha que isso já acabou, tem muito mais. Os analistas do mercado que mantinham as esperanças que a redução da Selic aconteceria em abril de 2016 já esticaram esse “prazo” para junho do mesmo ano. Espera-se que nesse período a taxa caia de 14,25% para 13,25%.

Por Denisson Soares

Câmbio


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 4,1095, com alta de 3,37%.

Num ritmo de crescimento consecutivo, o dólar fechou o dia acima de R$ 4,00. O ocorrido se deu nesta segunda-feira, 28 de setembro de 2015. Vale ressaltar que a moeda norte-americana vem registrando sucessivos aumentos em relação à moeda brasileira neste ano de 2015. O fato se deve principalmente ao atual cenário econômico do Brasil bem como a real chance de novos rebaixamentos em relação à classificação de risco de nosso país.

A segunda-feira não foi positiva para o real, haja vista o dólar ter registrado o encerramento do dia a R$ 4,1095, o que representa uma alta de 3,37%. Trata-se da maior alta para a moeda norte-americana desde 21 de setembro de 2011 quando registrou aumento de 3,75%.

Enquanto o dólar avança a Bovespa recua. A mesma viu uma queda que já dura sete dias consecutivos e que representa o menor nível em mais de 6 anos.

É importante destacar que o grande aumento do dólar no final do pregão foi logo após o diretor geral da Fitch no Brasil, Rafael Guedes, comunicar que existe a possibilidade de 50% de o país ser rebaixado nos próximos 12 a 18 meses. O resultado desse novo rebaixamento seria a perspectiva negativa quando o assunto é a nota de crédito do Brasil.

A boa notícia é que Rafael Guedes deixou claro que a Fitch não pretende retirar o selo de bom pagador do Brasil.

Além disso, a expectativa negativa em relação ao risco em mercados externos, principalmente os emergentes, também foi um fato que influenciou na alta do dólar. O grande resultado dessa preocupação seria a possibilidade de o Federal Reserve, o banco central estadunidense, elevar a carga de juros em 2015. Outro detalhe importante está na preocupação geral com o crescimento econômico mundial, principalmente quando o assunto é a economia chinesa, haja vista a mesma estar atravessando momentos difíceis.

Antes mesmo dessa alta em 28 de setembro, a presidente Dilma Rousseff já havia manifestado o fato de o governo estar preocupado com a existência de empresas com dívidas na moeda americana.

Por Bruno Henrique

Dólar


Valor do dólar atingiu seu recorde desde a criação do Real, fechando o dia 22 de setembro de 2015 em R$ 4,054. Neste ano de 2015, o percentual de alta da moeda norte-americana já acumula 52,47%.

É  de conhecimento geral que a economia brasileira está passando por um momento de muitas dificuldades e foi neste contexto que no dia 22 de setembro de 2015, pela primeira vez, desde a criação do Real, o dólar fechou o dia com valor superior a R$ 4, sendo que ele estava sendo vendido a R$ 4,054, valor este que representa um novo recorde, tendo em vista que o recorde anterior ocorreu no dia 10 de outubro do ano de 2002, ocasião em que a moeda norte-americana teve o fechamento da sua cotação em R$ 3,99.

O dólar ficou acima de 4 reais durante toda a sessão. A cotação máxima do dia ocorreu por volta das 14h30, momento no qual a moeda chegou a ser comercializada por R$ 4,061. Apenas neste mês de setembro a divisa acumula uma alta de 11,76%, já no ano de 2015 o percentual mensurado é de 52,47%.

O contrário do ocorrido no dia 21 em que o Banco Central realizou uma intervenção no mercado de câmbio, no dia 22, a instituição preferiu não intervir, sendo que o órgão apenas continuou com a renovação dos leilões de swaps cambiais, os quais correspondem à comercialização de dólares no mercado futuro.

Com a rolagem de US$ 6,74 bilhões de um lote que possui o total de US$ 9,46 bilhões, valor que corresponde a 71% do total, o Banco Central, até o presente momento, só está conseguindo fazer o adiamento do vencimento de contratos que foram leiloados nos meses anteriores.

Outro fator que também contribuiu sobremaneira para o aumento do dólar foi o atual cenário internacional. E como se não bastasse, ainda nesta terça-feira, os integrantes do Federal Reserve (FED), denominação do Banco Central dos Estados Unidos, já deixaram algumas pistas de que a instituição poderá aumentar os juros dos Estados Unidos até o final do ano, reajuste este que faz um pressionamento na cotação do dólar em todo o planeta.

Então, na atual conjuntura, as expectativas não serão das melhores nos próximos meses.

Por Adriano Oliveira

Dólar


Moeda norte-americana chegou à marca de R$ 3,9964 durante o dia 21 de setembro e encerrou o dia em R$ 3,9809.

Nesta segunda-feira (21/09) a moeda norte-americana subiu 0,57% e foi a R$ 3,9809 para venda, sendo esse o segundo maior valor em toda a história! O motivo do dólar chegar a quase R$ 4,00 é por causa da reação do mercado em relação ao cenário fiscal no País e tem ainda a questão dos Estados Unidos optarem por uma alta de juros o que iria atrair mais investidores.

Mesmo sem ter muito sucesso, o Banco Central continuou com os leilões e ofereceu até US$ 3 bilhões e com a certeza de recompra para tentar barrar a disparada da moeda americana.

Desde outubro de 2002 que não se via o dólar tão alto assim, pois no dia 10 daquele mês ele chegou a R$ 3,99.

No decorrer do dia 21, esta última segunda-feira, o dólar chegou a custar R$ 3,9964. Logo no início da manhã estava custando R$ 3,9773. No início da tarde caiu um pouco indo para R$ 3,9964. Quase no final da tarde estava a R$ 3,9975 e no final do dia ficou em R$ 3,9809.

O dólar turismo que custa mais caro, nas casas de câmbio estava sendo vendido quase que a R$ 4,50 já incluso o IOF.

No início de uma semana complicada para o Governo brasileiro, os investidores estão apostando no mercado americano que está melhorando e ainda poderá ter juros mais atrativos.

Nesta terça-feira (22) o dólar comercial continuou subindo e logo pela manhã já ultrapassava os R$ 4,00. Exatamente às 11h40 a moeda norte-americana estava valendo R$ 4,0462. É a primeira vez que o dólar ultrapassa o valor de R$ 4,00.

Os economistas estão apostando que o dólar vai ultrapassar os R$ 4,50 porque o País não consegue resolver a sua crise.

Brasileiros que precisam viajar para o exterior terão que adiar sua viagem, se for possível, para não ter um gasto muito acima do planejado.

A tendência para os próximos meses é que o dólar continue subindo, só não se sabe quanto ele estará valendo em dezembro, pois os mais pessimistas acreditam que chegará a R$ 4,50 já em dezembro e os mais otimistas acham que até o fim do ano a moeda vai chegar a R$ 4,20.

Por Russel

Dólar


Após o banco central americano divulgar a permanência da taxa de juros, a moeda norte-americana encerrou o dia valendo R$ 3,9582.

A economia no Brasil vive um momento de grande apreensão, mas uma das informações mais preocupantes é com relação à moeda norte-americana, o Dólar, pois ele conseguiu fechar na Bolsa de Valores do dia 18 de setembro de 2015 na marca de R$ 3,95, sendo esse valor maior que o do mês de outubro de 2002, precisamente no dia 10 de outubro de 2002.

Nessa data o Federal Reserve, que é conhecido como o banco central dos EUA, tomou a decisão de manter inalterada a taxa de juros, pois logo no começo do dia, no horário das 09h49 a moeda já estava na marca de R$ 3,8716 com uma queda de 0,237% em relação ao dia anterior, mas depois de muitos altos e baixos ao longo do dia, no horário após as 16h15, o Dólar subiu 1,95% e ficou cotado na marca de R$ 3,9582. Outros dados interessantes é que o Dólar teve uma alta nesses 9 primeiros meses do ano de 2015 em 48,88%, enquanto que nesse último mês de setembro a alta acumulada fica em 9,13% e na semana em 2,09%.

O Brasil passa por tudo isso imerso em vários processos que nos próximos dias devem ser determinantes para o Governo Federal mudar a situação política e econômica da nação, pois uns dos fatores mais preocupantes é a falta de investimento que pode surgir nos próximos meses, principalmente depois que a Standard and Poor’s (conhecida como S&P) colocou o país em um nível de rebaixamento.

Preocupações desse tipo influenciaram na última sexta-feira, dia 18 de setembro, a queda da Bovespa em 2,56%, chegando em 47.264 pontos, mas com um saldo positivo na semana de 1,86%.

A situação é incerta, mas o Bacen (Banco Central) vem realizando várias interferências no câmbio e ainda nas rolagens dos swaps cambiais, que já têm vencimento para o próximo mês de outubro, com uma oferta total de até 9,45 mil contratos.

O que isso significa?

Significa que já foi disponibilizado US$ 5,860 bilhões, que valem 62% do total do lote ou precisamente US$ 9,458 bilhões com todas as atualizações. 

Por Fernanda de Godoi

Dólar


Com a notícia do Brasil ter sua nota de crédito rebaixada, o dólar disparou e chegou a R$ 3,90 no dia 10 de setembro.

Assim que a agência de risco Standard & Poor's mudou a classificação do Brasil, tirando do país o selo de "bom pagador", como era de se esperar, o dólar disparou e foi acima dos R$ 3,90 sendo preciso que o Banco Central anunciasse leilões da moeda americana para que a alta fosse contida e não ultrapassasse os R$ 4,00.

Outro fator que ajudou a segurar o dólar foi o fato de que uma outra agência de risco, a Fitch, deu sinais de que irá manter, pelo menos por enquanto, o mesmo grau de investimento no Brasil.

Logo que o dia começou (10/09), a moeda americana teve a maior alta desde outubro de 2002, aumentando 3,1% e chegando a R$ 3,9173. Ainda na parte da manhã o Dólar teve uma pequena queda e por volta das 11h estava em R$ 3,85, mas no período da tarde começou a subir novamente, depois teve uma queda chegando a R$ 3,83 e pouco depois das 16h estava a R$ 3,8603.

Nesta semana, o dólar teve uma queda acumulada de 0,26% só que se levarmos em consideração o ano de 2015 a valorização já chega a 44,82% e no mês de setembro a valorização já chega a 6,16%.

Um fator que tem contribuído para a valorização do dólar comercial é justamente o dólar turismo que tem sido vendido nas casas de câmbio por valores bem elevados. O dólar turismo nesta quinta-feira (10) chegou bem perto de R$ 4,30.

E o futuro favorece a alta do dólar, basta levar em consideração o conjunto de fatores que tendem a fazer com que isso aconteça, entre eles os problemas interno do Brasil tanto no que diz respeito à política como também a economia, além da valorização do dólar no mercado estrangeiro.

Tem ainda a questão da reação do mercado diante da ação tomada pela S&P e ainda a entrevista de Joaquim Levy, ministro da Fazenda, que não trouxe nada de concreto para o mercado e só deixou ainda mais claro o quanto o Governo está despreparado para resolver os problemas que tem enfrentado.

Por Russel

Dólar


Superávit do fluxo cambial foi de US$ 2,122 bilhões no mês de agosto deste ano.

Que o valor do dólar sofreu sucessivas variações nos últimos meses como não acontecia há anos não é novidade. No entanto, a alta de 6% na moeda no mês agosto, ao contrário do que muitos pensaram, pode não ter nada a ver com o saldo final de entradas e saídas de moeda no país, como mostram dados publicados pelo Banco Central.

Segundo dados referentes ao fluxo cambial, o mês de agosto alcançou o maior superávit para um mês em 18 anos da economia brasileira. Não bastante, ainda foi classificado como o melhor agosto em 4 anos no quesito.    

Porém, nem tudo são flores e tudo indica que essa maré de boa sorte logo pode acabar: dados do início de setembro já mostram que a conta financeira sofreu um declínio, ficando negativa em US$ 255 milhões nos primeiros 4 dias do mês. Assim, os US$ 598 milhões de saldo positivo relativos às operações comerciais realizadas foram decisivos para manter o fluxo geral fora do vermelho, resultando em uma entrada líquida de US$ 343 milhões.

Por outro lado, o já citado superávit de 31 de agosto foi de US$ 1,469 bilhão e teve influência direta sobre o resultado positivo no fluxo cambial que ficou em US$ 1,812 bilhão, o melhor para uma semana desde o fim do mês de abril.

O mês de agosto, portanto, alcançou números extremamente satisfatórios no fluxo, principalmente no que diz respeito ao saldo de dólares que inclui, inclusive, os investimentos em carteira.

Concluindo, houve um superávit final de US$ 2,122 bilhões, o melhor para um agosto desde 1997. No âmbito comercial, o fluxo positivo de US$ 1,989 bilhão foi o mais elevado do mês desde 2011. Tudo isso resultou num valor de US$ 4,111 bilhões de sobra de dólares, também o melhor para agosto desde o ano de 2011.

Por Raquel Maciel

Fluxo cambial


A moeda norte-americana registrou na sexta-feira, dia 4 de setembro, sua maior cotação desde o mês de outubro de 2002. Vários fatores influenciaram para esta alta.

O dólar fechou a semana passada em R$ 3,86 ficando com a maior cotação desde o mês de outubro de 2002. A alta ficou acima dos 2,5% e um dos motivos continua sendo as incertezas no cenário político e econômico do Brasil.

Outro fator que contribuiu diretamente para a contínua elevação do dólar foram os dados sobre o mercado de trabalho americano, que apontam para uma alta nos juros ainda este ano e assim a maior economia do mundo, mais uma vez, contribui para o aumento do dólar aqui no Brasil.

No final desta última sexta-feira, dia 4, o dólar subiu 2,68%, chegando a R$ 3,8605 só perdendo para a cotação do dia 23 de outubro de 2002, pois nesta época a moeda americana estava custando R$ 3,915. Durante a semana, a alta do dólar foi de 7,68%.

Uma das dificuldades encontradas para controlar a alta do dólar é o fato do País estar com o cenário interno bastante bagunçado e a isto junto o mercado externo favorecendo a alta americana. O Brasil não está preparado para tal situação. A China dá sinais de queda e a economia dos Estados Unidos não para de melhorar.

Quando os negócios foram abertos na sexta-feira, até pensou em uma possível queda da moeda americana, mesmo que fosse uma redução mínima, afinal os indicadores estavam apontando que houve uma ligeira desaceleração no crescimento do número de vagas de emprego nos Estados Unidos, só que os dados dos meses de junho e julho indicaram um crescimento acima do esperado e o banco central americano, o Federal Reserve, optou pela elevação da taxa de juros ainda para este ano, atraindo assim um maior número de investidores e imediatamente foi constatada uma alta retirada de dólar do Brasil para serem investidos nos Estados Unidos, resultado na alta do dólar.

Só que o problema não está apenas no crescimento americano. O cenário brasileiro está um verdadeiro caos, político e econômico, sem perspectivas de melhora e os planos do Governo não conseguem convencer os investidos que a situação irá melhorar.

O brasileiro vai ter que conviver com a disparada da moeda americana por mais um bom tempo, até que nossa economia comece a dar sinais de melhora, só espera-se que isso não demore a acontecer.

Por Russel

Dólar


Real desvalorizou 53% frente ao Dólar nos últimos 12 meses, atrás somente de moedas de Países como Rússia e Colômbia,

A desvalorização da moeda brasileira continua a assustar nas pesquisas. Somente nos últimos 12 meses foi de cerca de 53%, ficando atrás somente de dois países: Rússia e Colômbia. O estudo foi realizado pela TOV Corretora. O levantamento analisou um total de 27 moedas.

A queda da Rússia foi de 80,34% e da Colômbia de 59,42%. Do outro lado da análise estão moedas como o Euro, que desvalorizou somente 20,87% e a moeda de Hong Kong, que quase não sofreu desvalorização: somente 0,05%.

Juros altos nos EUA:

O estudo dá destaque para a sistematização da desaceleração da economia global e também para a expectativa do mundo frente a elevação dos juros nos Estados Unidos. A expectativa se dá, pois juros maiores atrairiam recursos que são atualmente aplicados em outros países como, por exemplo, o próprio Brasil. A alta de juros nos EUA motivaria a alta da valorização do dólar em relação a nossa moeda, o que seria altamente preocupante, já que a diferença atualmente já se encontra elevada.

Existe a tese de que alguns países emergentes seriam mais prejudicados com uma alta de juros dos EUA. Os cinco mais frágeis seriam África do Sul, Brasil, Índia Indonésia e Turquia, que enfrentariam um forte fluxo de saída de capital de seus cofres, podendo enfrentar sérias dificuldades.

A corretora analisa que se houver uma alta de juros ainda este ano nos EUA, a valorização do dólar seria uma consequência, e a economia global, que já anda a passos lentos, poderia sofrer uma queda ainda maior, levando inclusive os EUA a uma nova queda do PIB.

Medidas extremas na China:

Segundo o estudo, a China teve uma desvalorização de 4,01% no último período de 12 meses, ocupando a 26ª posição. O país inclusive teve espaço nos noticiários na última semana, pois usou a estratégia de desvalorizar sua moeda frente ao dólar, como forma de manter a sua competitividade no mercado internacional. Algumas estratégias utilizadas pelo país conseguiram fazer a moeda cair 4,5% no acumulado, entre terça e quinta-feira passadas (11 a 13/08).

Segundo a corretora, quando um país depende de suas exportações, acaba por ter riscos maiores, pois fica muito mais vulnerável à medida que a economia global mexe com seus saldos externos já em queda e as suas moedas sofrem desvalorização frente ao dólar.

Por Patrícia Generoso

Real e Dólar


Alta do Dólar comercial alavancou a alta do Dólar turismo e do Euro turismo do dia 13 de agosto. Dólar comercial registrou o valor de R$ 3,529, maior alta em 12 anos.

O Real vem perdendo seu valor constantemente com a atual crise econômica do País. Como consequência, o Dólar comercial vem tomando força perante a moeda nacional. A alta do Dólar é uma resposta às ações do governo brasileiro para alcançar a tão falada redução da meta fiscal e os cortes de orçamento necessários. A moeda americana também acompanha o terceiro dia seguido de desvalorização do yuan na China. A alta da moeda americana foi de 1,06% em relação à brasileira e chegou ao valor de R$ 3,529 na última quinta-feira (dia 13). A alta é a maior em 12 anos.

A alta da moeda americana acabou alavancando a alta do Dólar turismo, que chegou ao patamar de R$ 3,90 e também do Euro turismo, que chegou ao índice incrível de R$ 4,40 nas diversas casas de câmbio do Rio de Janeiro. Acompanhe a cotação ao final do pregão em algumas casas de câmbio conhecidas pelo Rio de Janeiro:

Nas agências de câmbio do Banco Bradesco, o dólar americano chegou a uma cotação de R$ 3,92, para o cartão pré-pago. O dólar em papel estava custando R$ 3,73. Já o Euro teve uma cotação menor em espécie, R$ 3,14, mas para cartão pré-pago manteve a alta e chegou ao índice de R$ 4,34. Sobre esses valores descritos ainda incidem impostos como o IOF (Imposto sobre Operações Financeiras), de 0,38% sobre o papel e de 6,38% para o cartão pré-pago.

O Dólar espécie registrou R$ 3,75 na Casa de Câmbio Cotação e para trocas em cartão pré-pago registrou o valor de R$ 3,93. O Euro em espécie encerrou o dia a R$ 4,18 e a R$ 4,40 no cartão pré-pago.

Na agência Ultramar Viagens a cotação para o dólar e o euro em cartão foi de R$ 3,88 e R$ 4,32 respectivamente, já com o IOF incluído. Já o dinheiro em espécie encerrou o dia em R$ 3,65 para o dólar e R$ 4,07 para o euro.

Por Patrícia Generoso

Dólar e Euro


Valor do dólar turismo atingiu a cifra de R$ 3,94 em diversas casa de câmbio no dia 6 de agosto, , ficando acima até mesmo do valor do Euro em várias agências.

A alta do dólar já bateu todos os recordes dos últimos 12 anos e nesta quinta-feira (06), ultrapassou os R$ 3,57 o que só fez aumentar ainda mais a preocupação com a atual situação econômica do Brasil.

É a 6ª vez que o dólar avança em sessão seguida, chegando a subir 1,39% e quando chegou a ser cotada a R$ 3,5374 chegou ao maior patamar, algo que não acontecia desde 2003.

E a esta alta do dólar logo refletiu na cotação de todas as casas de câmbio pelo Brasil que trabalham com a comercialização do dólar turismo, que é em um valor sempre maior do que a moeda americana no câmbio comercial.

O dólar turismo é mais caro que o comercial porque é a moeda utilizada pelos brasileiros interessados em fazer compras no exterior, ainda que seja através das importações de produtos. O dólar comercial é mais utilizado pelos bancos e empresas em transações no mercado de câmbio, transferências financeiras, etc.

O Banco Central informou que a taxa de câmbio varia de acordo com vários fatores, por exemplo, a natureza da operação que será realizada, a forma como a moeda estrangeira é entregue e vários outros fatores, podendo ser citados o valor referente a operação, o cliente e até mesmo o prazo de liquidação.
E aí está a diferença dos valores, pois os consumidores compram muito menos que as empresas e os bancos, sendo assim, os custos consequentemente serão bem maiores.

Nesta quinta-feira, o câmbio turismo chegou a R$ 3,94 em diversas casas de câmbio, ficando acima até mesmo do valor do Euro em várias agências. Nas agências de câmbio do Bradesco o valor foi constatado no decorrer do dia.

A corretora Cotação esteve com o dólar em nota com o valor de R$ 3,74 e no fechamento subiu ainda mais, indo para R$ 3,76. E para o crédito no cartão pré-pago o valor era de R$ 3,92 no período da manhã, fechando a R$ 3,94.

A Ultramar Viagens cobrou R$ 3,88 pela moeda americana no cartão e R$ 3,65 em espécie, já com o IOF. Nas agências de câmbio do Banco do Brasil, o dólar ficou em R$ 3,83 no cartão e R$ 3,64 em espécie.

Por Russel

Dólar turismo


A saída de dólares em julho superou a entrada de investimentos em nosso País em US$ 8,4 bilhões, sendo o pior resultado do fluxo cambial em 2015.

O atual cenário econômico ao qual estamos inseridos traz consigo um grande número de consequências negativas que agravam ainda mais esse cenário. Um grande exemplo disso é que pelo terceiro mês consecutivo, o mercado financeiro brasileiro acabou registrando grande saída de dólar de nosso País. O resultado em julho, por exemplo, foi bastante desagradável. A saída de dólares em julho superou a entrada de investimentos em nosso País em US$ 8,4 bilhões.

Esse é um resultado bastante preocupante, pois quando a saída de dinheiro é maior que a entrada de investimentos fica evidente que estamos perdendo recursos e, sobretudo, investimentos. Vale ressaltar que essa quantia de US$ 8,4 bilhões citada é número oficial do Banco Central. Além disso, o BC também destacou que esse grande volume de dinheiro que acaba saindo do país é consequência não apenas do cenário internacional que é turbulento. A entidade afirma que o cenário interno também é um grande vilão, haja vista a crise econômica e política além dos rumos da Operação Lava-Jato.

É importante destacar que os US$ 8,4 bilhões que saíram do país em julho tratam-se do pior resultado do fluxo cambial em 2015. Em contrapartida, o dólar vem registrando grandes aumentos, o que traz um impacto positivo nas exportações, pois os exportadores brasileiros acabam trazendo mais dólares para o país. Com isso, o resultado poderia ter sido ainda pior se não fossem os US$ 4,4 bilhões que entraram em julho.

O grande número registrado pelas entradas das importações ajudou na amenização de um resultado que poderia ser ainda mais desastroso. Julho de 2015 apresentou saldo negativo de US$ 3,9 bilhões no fluxo cambial geral. Tal resultado é 17% abaixo quando comparamos com a saída líquida de junho.

Apesar do resultado negativo em julho, o acumulado do ano do fluxo cambial ainda está positivo em US$ 7,2 bilhões. Vale destacar que este é um resultado bastante superior aos US$ 2,4 bilhões de saldo nos primeiros sete meses de 2014.

Por Bruno Henrique

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o mês de julho em R$ 3,4247, registrando a maior alta desde 2003.

O dólar no último dia 31/07 conseguiu fechar na Bolsa de Valores em alta e ainda por cima em um valor maior do registrado nos últimos 12 anos, se compararmos com a maior cotação que ocorreu na data de 20/03/2003, que foi no valor de R$ 3,478 e também nesse mesmo mês de março de 2003 foi a última vez que o dólar ficou acima do valor de R$ 3,40.

Nessa última sexta-feira de julho de 2015, o dólar fechou exatamente no valor de R$ 3,4247, que significa uma alta de 1,59% em relação ao valor anterior conseguido na mesma semana. Nesse período notamos um valor de subida que chegou a 2,32% e no mesmo mês ficou em 10,16%, onde temos a maior alta mensal desde o mês de março, época com um aumento de 11,46%, segundo informações da Economatica.

Agora por que estão ocorrendo tantos aumentos nessa moeda?

Primeiro podemos notar que esses aumentos registrados sempre levam em consideração a Ptax (taxa calculada diretamente pelo Banco Central e que aponta a média do preço do dólar em relação à moeda brasileira), que no ano já acumulava uma alta de 28,81% e depois devemos levar em consideração que esse aumento teve a alta pressão em relação à preocupação com a situação fiscal e as questões políticas do Brasil, fora as incertezas que norteiam a intervenção do Banco Central diretamente com o câmbio.

Outra informação bastante considerável é a repercussão com relação ao déficit primário que chegou à cifra de R$ 9,2 bilhões no setor público e que ao mesmo tempo tem o registro de ser o pior da história.

Especula-se no mercado financeiro que da forma que a situação está sendo conduzida é provável que o dólar chegue facilmente na cifra de R$ 3,60 nos próximos meses, fora que os investidores acreditam que o Programa de Interferência do Banco Central vai realizar a rolagem dos swaps cambiais, ou em outras palavras, esses contratos que equivalem diretamente na venda futura de dólares, vão vencer agora no mês de setembro e em um valor estimado de US$ 10,027 bilhões.

Fora tudo isso ainda temos a Bolsa de Valores encerrando o mês do vermelho ao mesmo tempo em que o índice do Ibovespa subiu a marca de 1,94% com 50.609 pontos, mesmo com toda a alta do dólar.

Por Fernanda de Godoi

Dólar


Moeda norte-americana fechou em alta de 0,63%, a R$ 3,0365 na compra e R$ 3,039 na venda.

Após algumas especulações, o dólar confirmou as expectativas e fechou a quarta-feira, dia 13 de maio, em alta. O resultado decorre do receio relacionado ao possível avanço do ajuste fiscal no congresso, bem como as dúvidas que pairam a respeito da intervenção ou não do BC (Banco Central) no câmbio.

O aumento registrou um percentual de 0,63%. O dólar está cotado no momento em R$ 3,0365 para compra e exatos R$ 3,039 para venda.

Apesar de ruim, a cotação atual da moeda americana, principalmente para o consumidor que enfrenta certa dificuldade para a aquisição de produtos importados, as altas sucessivas decorrem de medidas naturais de uma economia em recessão. A médio e longo prazo o objetivo é a estabilização da economia e a retomada do crescimento, o que definitivamente não ocorre neste ano.

No início do dia a moeda operava em baixa, principalmente após as divulgações pouco animadoras da economia norte-americana. Contudo, expectativas de intervenção no câmbio por parte do BC reverteu o quadro e fez com que o dólar fechasse com alta expressiva.

As medidas tornam a moeda nacional desvalorizada diante da moeda norte americana, contudo existem alguns aspectos que não podem ser negligenciados. Uma delas é o fato de que a desvalorização do dólar impulsiona o consumo de produtos importados e o turismo, sendo assim parte da receita nacional vão para fora. Quando o contrário ocorre, parte desse montante que sairia do país continua circulando em território brasileiro, o que é melhor para a nossa economia.

Outro aspecto a ser considerado nesse pacote de ajustes é o aumento sucessivo dos juros. Este é outro ponto que faz com que o consumidor perca poder de compra, mas que em uma perspectiva de médio e longo prazo pode contribuir para uma estabilização da economia, que se encontra em processo de recessão gradual.

Para os próximos meses a economia mantém a tendência atual. A estabilidade econômica, segundo especialistas, é prevista para o final de 2016.

Por André César

Dólar

Foto: Divulgção


Nova medida poderá favorecer a desvalorização do real e a consequente alta do dólar.

O Banco Central sinalizou que haverá menor intervenção no câmbio. Essa medida afetará diretamente na possível desvalorização do real e, consequentemente, na alta do dólar, além de acarretar em uma alta dos juros. Em contrapartida, a ação do BC pode, a médio ou longo prazo, proporcionar uma estabilidade do câmbio e também em juros menores.

Caso o mercado econômico mantenha as novas tendências, haverá menos alívio para o real e uma consequente pressão de alta para o dólar.

Essa redução anunciada pelo BC não ocorreu repentinamente, pois o mercado vem cobrando essa medida, pois considera que a desvalorização do real é uma medida necessária para a redução do déficit em conta corrente e pode estimular o crescimento.

Alberto Ramos, economista – chefe, disse para o América Latina do Goldman Sachs, na cidade de Nova York, que o dólar precisaria subir ainda mais, para valores que ficariam em torno de R$ 3,40 e R$ 3,60, para que pudesse ajudar a economia, mesmo que para isso, o BC efetuasse uma intervenção para a alta dos juros para que o dólar não afete a inflação, que já não está com índices baixos.

Ramos ainda fez uma previsão de alta para a Selic de 0,25% no Copom de junho. O economista considera essas mudanças como positivas para o mercado, uma vez que a médio e longo prazo acarretaria na estabilidade econômica do país.

O economista esclarece ainda que o contrassenso do aumento de juros para a estabilidade da economia é uma medida necessária para uma economia em recessão, pois as medidas ajudam também a controlar a inflação.

A inflação tem sido o grande vilão da economia, pois é um dos responsáveis pela não reação da economia após a alta do dólar nos últimos anos. O motivo seria a elevação de custos, que anula uma parte dos ganhos da competitividade que foram gerados pela alta da moeda americana.

O Banco Central sinalizou que haverá menor intervenção no câmbio. Essa medida afetará diretamente na possível desvalorização do real e consequentemente na alta do dólar, além de acarretar em uma alta dos juros. Em contrapartida, a ação do BC pode, a médio ou longo prazo, proporcionar uma estabilidade do câmbio e também em juros menores.

Caso o mercado econômico mantenha as novas tendências, haverá menos alívio para o real e uma consequente pressão de alta para o dólar.

Essa redução anunciada pelo BC não ocorreu repentinamente, pois o mercado vem cobrando essa medida, pois considera que a desvalorização do real é uma medida necessária para a redução do déficit em conta corrente e pode estimular o crescimento.

Podemos aguardar para os próximos meses, portanto, alta do dólar e dos juros. A nebulosidade econômica do país ainda paira sob as nossas cabeças.

Por André César

Dólar

Foto: Divulgação


Moeda norte-americana encerrou o dia em R$ 3,01, atingindo queda de 0,58%

Após um período histórico de alta da moeda norte-americana, em que chegou a ser cotada em R$ 3,29, a quinta-feira, 16 de abril, foi de queda do dólar. Pelo terceiro dia consecutivo desta semana, a moeda, que já chegou a ultrapassar a cotação do euro, fechou o dia em R$ 3,01, recuando 0,58%.

Desde o dia 5 de março que a moeda não atinge valores maiores, fechando a quinzena de abril no menor valor desde então. Acredita-se que a queda tenha ocorrido em decorrência da divulgação de alguns dados sobre trabalho nos Estados Unidos. Conforme um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho do país americano, na primeira semana de abril o número de pedidos de auxílio desemprego aumentou em cerca de 12 mil, valor considerado altíssimo por significar que o desemprego, ao invés de diminuir, está subindo, o que acaba influenciando no valor da moeda.

O fato do dólar estar oscilando tanto no Brasil é devido às instabilidades, sejam elas políticas ou econômicas. Ou seja, quando maior a instabilidade no país, mais a moeda vai oscilar, para mais ou menos. Caso ela volte a aumentar, quem ganha são os investidores, que compram a moeda por um determinado valor do que está registrado durante a venda e, assim, ele fica com a diferença. Já se a moeda continuar sendo desvalorizada, quem ganha é o turista, que poderá viajar por um preço bem menor do que se a moeda estiver em alta. Ainda, além do preço das passagens, ele ganha com a compra do dólar, afinal, poderá comprar mais da moeda norte-americana por menos valor.

A última vez que o dólar ficou abaixo dos R$ 3,00 foi no início de março deste ano. Após a queda, reergueu-se e atingiu a maior cotação em doze anos, ou seja, R$ 3,29. Ainda, a quinta-feira também foi de declínio na bolsa de valores.

A brasileira Bovespa, afetada pela queda no valor das ações da Petrobras, encerrou o dia com 54.674 pontos.

Por Andréa Corneli Ortis

Dólar


Março registrou fluxo cambial positivo em US$ 2,003 bilhões

Logo após o resultado negativo obtido no mês de fevereiro, o mês posterior a este encerrou com um fluxo cambial positivo em US$ 2,003 bilhões. Este resultado foi obtido por conta de uma entrada na conta financeira no valor de US$ 2,074 bi e um déficit da conta comercial em US$ 75 milhões. Os dados informados neste texto foram registrados pelo Banco Central.  

Já em abril, mais precisamente no dia 2 deste mês, este fluxo estava negativo em US$ 807 milhões. Este valor foi o resultado de uma saída da conta comercial de US$ 167 milhões e de US$ 640 milhões da conta financeira. O resultado obtido na semana passada foi positivo, fechando o período em US$ 7 milhões positivos.  

Ao longo deste ano, tem se registrado um saldo cambial de US$ 3,957 bilhões. O resultado positivo neste tipo de saldo é provocado pela entrada líquida contabilizando US$ 3,842 bilhões na conta financeira, já a conta comercial registrou um superávit de US$ 115 milhões. Este fechamento positivo em março no que se refere ao fluxo cambial, as instituições bancárias diminuíram a posição vendida da moeda americana partindo de US$ 25,868 bilhões no mês de fevereiro e chegando a US$ 23,830 bilhões em março de 2015.  

No mês passado, o Banco Central fez a recompra de vários leilões de linha de dólar, o valor recomprado foi de US$ 1,3 bilhão, o negócio foi feito por meio de um compromisso de recompra. Já no mês de abril (2) o Banco Central liquidou leilões de linha de dólar a US$ 200 milhões.  

Na última quarta-feira, 8 de abril, o dólar fechou com uma queda de 2,5% perante o real, este é um valor bem menor do que vinha apresentando ao longo deste ano, provocando um alívio político no país. A cotação registrada no dia foi de R$ 3,0563, melhorando a percepção de risco político no país.  

Por Melina Menezes

Fluxo cambial

Foto: Divulgação


Moeda norte-americana fechou no vermelho no último dia do mês de março, mas teve um aumento de 11,7% no acumulado mensal

No dia 31 de março, o dólar fechou no vermelho, mas no período todo, março foi um dos meses em que o dólar apresentou maior alta. No dia 31, a moeda americana apresentou um recuo de 1,26%, mas em todo o mês de março, o aumento foi de 11,7%.

O dólar iniciou a terça-feira em alta e todos já esperavam que fosse mais um dia de valorização da moeda norte-americana, mas o quadro foi mudando no decorrer do dia, fazendo com que o dólar terminasse em baixa.
Se analisarmos o primeiro trimestre de 2015, iremos constatar que o dólar teve uma alta acumulada de 20% em relação à moeda brasileira, o real. Esta valorização do dólar foi a maior de um primeiro trimestre, desde o ano de 1999. Foi nesta época que o Brasil optou pela desvalorização do real e passou a adotar o regime de "Câmbio Flutuante".

Um dos motivos que fez o dólar cair no último dia de março foi o depoimento de Joaquim Levy, Ministro da Fazenda, que informou sobre os dados fiscais do Governo, apresentando um déficit acima dos R$ 7 bilhões, sendo este o pior de todos os resultados para um mês de fevereiro, desde 1997. E pouco depois, foi a vez do Banco Central informar que o setor público contou em fevereiro com um déficit primário acima dos R$ 2,3 bilhões.

E, principalmente, por causa destas duas notícias, o dólar sofreu uma desvalorização no dia 31 e se a moeda começou em alta, acabou fechando o dia 31 de março com uma queda de 1,26% frente ao real, sendo cotada a R$ 3,1909 na venda.

Com o avanço de 11,7% em março, a moeda norte-americana já acumula uma valorização de 20% neste primeiro trimestre de 2015.

Especialistas no assunto garantem que o mercado está vendo a atuação do ministro Levy, de forma positiva, pelas mudanças feitas para a economia. O ministro afirmou no Senado que para a economia brasileira se recuperar, todos precisarão colaborar, principalmente os estados e os municípios.

Por Russel

Dólar


Dólar ficou instável durante o dia, oscilando entre R$ 3,18 e R$ 3,21

Após uma forte alta na quarta-feira (25), nesta quinta-feira (26) o dólar voltou a operar instável. Na véspera da quinta-feira o dólar fechou com uma alta muito elevada, de 2,42%, mas levando em consideração a semana houve uma queda de 2,82%. Porém, no comparativo de meses, março apresentou uma valorização da moeda norte-americana de 12%.

Na quinta-feira (26) o dólar começou o dia em queda e depois ficou oscilando entre os valores de R$ 3,18 e R$ 3,21. Um dos motivos para tanta oscilação foram os fluxos da moeda, tanto para a entrada quanto também a saída e teve um outro agravante que foram os rendimentos dos títulos do Tesouro Americano.
Exatamente às 16h42, o dólar recuou 0,64% sendo vendido a R$ 3,1828 e isso depois de subir 2,42% na véspera.

No início da quinta-feira, o que mais provocou a oscilação da moeda norte-americana pela parte da manhã foram as operações cambiais relevantes, mas especialistas concordaram sobre o exagero destas transações que foram muito rápidas.

E tem o fato do crescimento da economia dos Estados Unidos estar melhorando, o que tem atraído os investidores, fazendo o dólar subir não somente em relação ao real, mas também a várias outras moedas, inclusive o Euro.

Os investidores não estão sentindo segurança para investimentos a longo prazo e isso está deixando o mercado mais volátil. O resultado é este mercado imprevisível e na quinta-feira a oscilação do dólar mostrou justamente este cenário.

O Banco Central chegou a ofertar 2 mil swaps cambiais, referente à venda futura de dólar, sendo que o vencimento seria para 1º de dezembro de 2015 e também para 1º de março de 2015. E até um leilão foi feito pelo Banco Central, com vencimento para o próximo dia 1º de abril, equivalente a US$ 9,964 bilhões para até 7,4 mil contratos.

E mais uma semana vai chegando ao fim com a moeda norte-americana deixando o futuro totalmente imprevisto, pois nem os especialistas souberam dizer se para a próxima semana, o dólar poderá manter a alta ou se apresentará nova queda. Tudo vai depender do mercado mundial e principalmente do mercado norte-americano, na segunda-feira, dia 30.

Por Russel

Dólar


Dólar encerrou o dia em R$ 3,2035, com alta de 2,42%

O dólar chegou a ter 3 quedas consecutivas, mas com o fim do programa cambial, teve uma forte alta nesta quarta-feira (25/03), fechando a R$ 3,20. No período da manhã, o dólar até que chegou a oscilar um pouco, mas logo voltou à sua trajetória, encerrando o dia com forte alta.

Um dos motivos para a parada brusca na queda, foi a reação do mercado ao anúncio do Banco Central de que não vai mais renovar o programa de oferta diária de swaps cambiais, indo só até o dia 31 de março. Mas o Banco Central garantiu que vai renovar de forma integral, todos os contratos que vencerem a partir do dia 1º de maio.

Assim, o dólar fechou em R$ 3,2035 com uma alta de 2,42% frente ao real. Para a semana passada, o resultado é uma queda de 2,82%, mas se formos analisar o mês de março, teremos uma valorização do dólar em 12%.

No período da manhã, frente aos fracos resultados da economia norte-americana, o dólar oscilou e deu a entender que teria baixa pelo quarto dia consecutivo, mas ainda pela manhã esta baixa deu lugar a uma alta contínua, devido ao mercado ter os resultados dos rendimentos dos títulos do Tesouro dos Estados Unidos que devolveram as perdas.

Com o fim do programa cambial, o Banco Central deixará de injetar no mercado, cerca de US$ 2 bilhões por mês. O Banco Central já tinha informado que o estoque de swaps cambiais, que atualmente são de US$ 115 bilhões, atende perfeitamente a procura por proteção da economia no Brasil. E os agentes financeiros até que receberam bem esta notícia, o que leva a entender que a alta do dólar nesta quarta-feira foi mais pelas informações vindas dos Estados Unidos do que pelo fim do programa cambial.

Em outros países, que contam com moeda forte, o dólar recuou um pouco, assim que os investidores souberam que as encomendas de bens duráveis nos Estados Unidos, tiveram um recuo no mês de fevereiro.

Mas o fim do programa cambial significa maior pressão de alta sobre o dólar e para o restante desta semana espera-se novamente que o dólar volte a subir.

Por Russel

Dólar


Moeda norte-americana encerrou o dia cotada a R$ 3,127

 

E o dólar continua subindo e fechou em alta de 0,77% no último dia 11 de março. O dia foi de alta volatilidade com o dólar comercial variando entre R$ 3,08 a R$ 3,14 encerrando a quarta-feira valendo R$ 3,127.

Durante as variações do dólar no dia 11 de março, a mínima registrada no dia marcou uma queda de 0,67% e foi logo no início da tarde, mas quase que imediatamente voltou a subir, assim como ocorreu logo no início do dia.

E neste ano de 2015 a alta acumulada atinge a casa dos 17,64%. Só neste mês de março o dólar já sofreu uma valorização de 9,52%. Na terça-feira, dia 10, o dólar passou por uma sequência de altas como há muito não se via e depois caiu 0,82%, ficando a moeda americana cotada a R$ 3,104. Esta foi a primeira queda da moeda norte americana, frente ao real, desde o dia 27 de fevereiro.

E após esta queda de 0,82% o dia 11 foi marcado pelo sobre e desce da moeda com o dólar comercial chegando ao final do dia em alta, atingindo uma valorização de 0,77% com venda a R$ 3,128.
E a alta da moeda americana mais uma vez foi justificada pela preocupação apresentada pelos investidores em relação ao quadro político e econômico no Brasil. Um fato que repercutiu muito foi o Governo ter acertado, na noite anterior, com líderes do Congresso Nacional, a nova correção para o Imposto de Renda de Pessoa Física, o que levou a abrir mão de mais de R$ 6 bilhões.

Há um temor muito grande no mercado de que o Governo brasileiro não consiga ajustar as contas públicas e assim a economia brasileira volte a crescer como era esperado. Pesou no aumento do dólar também a preocupação com as investigações que vêm sendo realizadas quanto ao escândalo da Petrobras. A Controladoria-Geral da União já determinou que serão abertos novos processos contra 10 novas empresas e que estas poderão ser impedidas até de fecharem novos contratos.

E a previsão para esta quinta-feira (12) é de um pouco de instabilidade na moeda-americana no correr do dia, mas fechando novamente em alta.

Por Russel

Dolar em alta


Seguindo a alta que vinha apresentando, o dólar fechou a semana na sexta-feira (06/03) acima dos R$ 3,00. Só nesta semana o dólar subiu 7,02% e no dia 6 de março fechou a R$ 3,0565. Este valor foi o maior desde agosto de 2004!

Logo pela manhã o dólar começou em baixa, mas rapidamente apresentou uma forte alta. Nos Estados Unidos a expectativa de alta nos juros influenciou para o aumento do dólar na sexta-feira, assim como os sinais do mercado de que o Governo brasileiro está preocupado com a desvalorização do real, sendo que o Banco Central poderá, inclusive, reduzir o suporte dado à taxa de câmbio para tentar amenizar a situação.

Quando foram divulgados os dados de que o desemprego nos Estados Unidos caiu 5,5% em fevereiro, o mercado logo apostou que os juros vão subir novamente por lá e o resultado disto é a saída de dólares do Brasil, resultando em mais aumento.

Outro fator que tem contribuído para o aumento do dólar no Brasil é a preocupação com o plano de ajuste das contas públicas, pois muitos investidores estão evitando ao máximo os ativos brasileiros, pois estes investidores temem que o Governo brasileiro não consiga resgatar a credibilidade perdida. A América Latina inteira está enfrentando o problema da alta do dólar, mas o Brasil é o país mais vulnerável devido ao fato do país enfrentar sérios problemas fiscais.

Na parte da manhã o dólar se manteve em baixa só pelo fato do mercado estar especulando que o Banco Central tinha a intenção de aumentar a oferta de Swaps cambiais, disponibilizando todo o lote que ainda vence em abril. Mas com as notícias que foram chegando a partir do início da tarde, foi impossível segurar a alta do dólar.

No mês de fevereiro foram criados nos Estados Unidos mais de 295 mil vagas de emprego, quando a expectativa era de serem criadas 240 mil vagas. Com o mercado americano mostrando que está forte, em junho a taxa de juros de referência já poderá iniciar um ciclo de alta e esta notícia jogou o dólar nas alturas fazendo com que ele fechasse dia em R$ 3,0565.

Por Russel

D?lar


Nesta quarta-feira, 04 de março, o dólar subiu e alcançou a marca dos R$ 3,00. Em mais de dez anos, este comportamento não aparecia. Uma das razões para este comportamento fora dos últimos padrões estabelecidos foi a rejeição da Medida Provisória de desonerações tributárias. Esta medida foi vetada pelo Presidente do Senado.

Desde agosto de 2004, o dólar vinha se mantendo em um patamar inferior aos R$ 3, no entanto, ontem a moeda alcançou R$ 3,0010, maior média registrada desde 18 de agosto de 2004. A moeda fechou com uma alta de 1,8% e sendo cotado a R$ 2,9807.

A rejeição da Medida Provisória 669 ocorreu na sessão de terça-feira, quando o Presidente do Senado, Renan Calheiros, afirmou que não poderia adotá-la, pois esta não cumpria os preceitos da Constituição. Após a negativa, o Governo substituiu a medida com uma Lei de urgência assinada pela Presidente Dilma Rousseff. Com o resultado negativo da Medida Provisória, fica ainda mais difícil o ajuste das contas do Governo.

A alta do dólar era quase uma certeza, visto as complicações em termos econômicos que o país está vivendo, agora, com as divergências dentro do âmbito político, será uma tarefa bastante árdua colocar a moeda estrangeira no patamar adequado para a realidade brasileira.

O cenário é bem complexo. Com as contas públicas em desordem, a situação crítica da economia, o nível do dólar subindo e uma inflação chegando a níveis superiores de 7% já neste ano, está cada vez mais complicado conseguir colocar a situação econômica brasileira nos eixos novamente.

Os problemas não se resumem às meras formalidades do mercado financeiro, este crescimento da moeda norte-americana interfere diretamente na vida do povo brasileiro. Além de colaborar com o aumento da inflação, este comportamento do dólar diminui o poder de compra da população. Se antes, este poder já vinha manifestando uma queda preocupante devido ao aumento das tarifas de energia, combustíveis, água e demais, agora, ele está mais baixo ainda por causa da alta da moeda estrangeira. Isso se explica ao ver que com o aumento dos níveis do dólar, o preço de produtos importados irá subir, um deles é o trigo. Com certeza, a chegada desta moeda aos R$ 3, causará a elevação dos preços dos derivados do trigo. Além do cereal, os produtos fabricados no exterior também terão os seus preços reajustados assim como os preços dos itens de supermercados, sendo repassado para os seus clientes o ônus pelo aumento do dólar.

Pode-se perceber que o comportamento da moeda americana, influência diretamente os aspectos econômicos do nosso país, e reflete-se, principalmente, na nossa população.

Por Melina Menezes

D?lar


O dólar segue em ritmo de subida desde o final de fevereiro de 2015. E mais uma notícia nada agradável para a economia brasileira veio à tona nesta terça-feira, 3 de março: o dólar fechou em alta. Com isso, a moeda norte-americana conseguiu ficar acima de R$ 2,90 pela primeira vez em 10 anos. É importante destacar que este é um resultado direto do quadro de preocupações com os fundamentos econômicos brasileiros. Vale ressaltar que a tendência é de que o aumento continue.

Para aqueles que ainda não sabem, a tradicional moeda americana conseguiu fechar em alta de 1,14% nesta terça-feira, 3 de março. Dessa forma, a moeda chegou ao valor de R$ 2,928 na venda. Esse é um resultado que representa a máxima da sessão, bem como o maio nível de fechamento desde 2 de setembro de 2004, haja vista nesta ocasião a moeda norte-americana ter registrado o valor de R$ 2,940.

Além disso, saiba que segundo a Reuters, maior agência de notícias britânica, no final desta sessão o dólar conseguiu ampliar seus ganhos. Um detalhe muito importante é que esta ampliação se deu ao fato das especulações sobre a lista preparada pela Procuradoria-Geral da República com os políticos envolvidos na operação Lava-Jato. Tal lista deve ser enviada muito em breve para o Supremo Tribunal Federal e deve causar um grande rebuliço político-econômico em todo o país, haja vista a operação estar em busca dos culpados por desvios bilionários de dinheiro público.

Uma das causas dos recentes aumentos do dólar é justamente a desconfiança dos investidores quando o assunto são os ativos brasileiros. Essa desconfiança é resultado direto da perspectiva de que a inflação no Brasil deve fechar o ano de 2015 acima de 7%, mesmo se o ajuste fiscal for bem sucedido. Com esse cenário é possível que o Brasil entre em contratação econômica, caso a expectativa de inflação feche acima de 7%. Caso não saiba, esse ajuste tem por objetivo recuperar a credibilidade da política fiscal.

Por Bruno Henrique 

D?lar em alta


Na última quinta-feira, 26 de fevereiro de 2015, o dólar conseguiu duas altas seguidas. Dessa forma, a moeda americana chegou ao seu maior valor desde setembro de 2004. A moeda americana tinha começado a quinta-feira operando em queda. No entanto, a mesma conseguiu duas altas sucessivas que acabou fechando uma valorização de 0,6% com R$ 2,885 na venda. Vale ressaltar que em setembro de 2004 o dólar havia fechado o dia a R$ 2,903.

Um dos principais motivos que levaram o dólar a este aumento recorde foi justamente os dados sobre os Estados Unidos. Tais dados sugerem que a Federal Reserve, o banco central norte-americano, deverá começar a elevar a taxa de juros no meio do ano. A notícia acabou causando um grande impacto na economia mundial, como mostrou a subida do dólar.

"Na margem, eu diria que os dados mantêm o Fed em vias de elevar os juros entre junho e setembro", destacou o economista da 4Cast Pedro Tuesta, agência de notícias Reuters.

É importante ressaltar que uma possível alta dos juros nos Estados Unidos preocupa bastante os investidores. Tal ação pode atrair para os Estados Unidos vários recursos onde, atualmente, os rendimentos são maiores, um exemplo disso é o Brasil. Por isso, tal aumento pode significar influências negativas em várias economias em todo o mundo.

Já no Brasil, o Banco Central ainda manteve seu programa de intervenções no mercado de câmbio, no entanto, o mesmo conta com apenas metade da oferta neste momento. Dessa forma, foram vendidos 2.000 contratos de swap cambial tradicional, sendo 500 deles com vencimentos em 1º de dezembro deste ano e 1.500 com vencimento em 1º de fevereiro de 2016.

As operações citadas acima, bem como as demais vendas de contratados movimentaram a quantia de US$ 631,4 milhões. Caso o banco Central mantenha a estratégia dos últimos meses e não faça leilão para rolagem na ultima sessão do mês, o BC terá rolado US$ 10,085 bilhões, o que significa algo em torno de 97% do lote total.

Por Bruno Henrique

D?lar


E o dólar não para de subir e chegou a ter uma valorização de 0,02%, superando os R$ 2,90. O acordo entre Grécia e União Europeia foi uma das causas apontadas para mais uma alta da moeda norte-americana.

Há mais de 1 década que o dólar não superava os R$ 2,90 mas no final da tarde desta segunda-feira (23), a moeda acabou perdendo um pouco da força e fechou o dia mais estável.

O dólar chegou a ter sua venda negociada a R$ 2,8792 e chegou a R$ 2,9046 sendo este o maior valor desde o mês de setembro de 2004! De acordo com as informações fornecidas pela BM&F, ficou em mais de US$ 859 milhões o giro financeiro!

As preocupações nos mercados financeiros de todo o mundo estão sendo pressionados e a preocupação maior é com o que poderá acontecer entre a Grécia e países da Europa que até então, eram parceiros daquele país. Atenas poderá, ou não, deixar a Zona do Euro e isso está mexendo com a economia de vários países.

Foi proposto um programa para prorrogar a ajuda à Grécia por um período de mais 4 meses, mas para isso a Grécia precisaria mostrar o que tem feito para melhorar e essas metas da Grécia precisam ser aprovadas pelos credores, o que seria uma espécie de "garantia".

A entrega desta "garantia" era para ser feita nessa segunda-feira (23), mas o Governo da Grécia avisou que só iria entregar o documento na terça-feira (24) e há rumores que nem na terça-feira seja entregue, o que deixa o mercado ainda mais agitado.

Mas a preocupação não é só com a crise lá fora. Os investidores também estão de olho nos problemas internos do Brasil e até as projeções para o PIB – Produto Interno Bruto – apontam para uma queda de 0,50%. Semana passada a projeção era de uma contração de 0,42%.

Como a crise da Grécia com a Europa tende a continuar mais alguns dias e os problemas internos do Brasil não vão se resolver a curto prazo, espera-se uma semana nervosa no setor financeiro e o dólar respondendo com altos recordes.

Por Russel

D?lar


No dia 20 de fevereiro foi constatado que dólar estava em baixa se for comparado ao real. Esta verificação de queda sucedeu antes que os ministros das Finanças da zona do euro se encontrassem para debaterem a dificuldade de negociação da dívida dos europeus com a Grécia. No período da manhã, em torno de 9h20, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,861, com uma queda de 0,15%.

O Banco Central permanece intervindo nas negociações do mercado de câmbio, oferecendo um valor máximo de 2 mil swaps cambiais, que é referente à negociação da moeda norte-americana futuramente. O prazo de vencimento será no dia 1º de dezembro deste ano de 2015 e no dia 1º de fevereiro do ano que vem, em 2016.

O Banco Central também está realizando um leilão de rolagem dos swaps, os quais terão vencimento no dia 2 de março de 2015. Este leilão tem um valor de US$ 10,438 bilhões, sendo oferecido um número máximo de 13 mil acordos. Até o momento já foram geradas uma porcentagem em torno de 66% do lote pela autoridade monetária. No dia 19 de fevereiro, a moeda americana havia encerrado o dia em alta com uma porcentagem de 0,82%, equivalente ao valor de R$ 2,8657.

No dia 5 de fevereiro de 2015, o dólar também apresentou uma queda. No dia anterior (4), ele havia mostrado uma alta de 1,5%. Esta elevação foi um ponto vantajoso, em meio às turbulências da diretoria da Petrobras e a insegurança quanto ao destino da Grécia na zona do euro.

Em torno de 11h50 do dia 5 de fevereiro, o dólar era comercializado no valor de R$ 2,736, com uma queda de 0,2%. Devido ao problema que vem sucedendo na Petrobras, sucedeu um choque nas perspectivas de negociações, uma vez que a estatal apresenta um débito alto no mercado exterior. 

Por Felipe Couto de Oliveira

D?lar


O número de brasileiros viajando para o exterior caiu drasticamente e a tendência é que esta queda continue, uma vez que o dólar está cada vez mais alto e não há previsão para que a moeda norte-americana apresente queda, pelo menos até o final deste ano.

Quem está pensando em viajar para o exterior, é bom refazer todos os cálculos, pois o preço pode sair bem mais alto do que foi calculado anteriormente.

O Dólar Turismo chega a ser vendido por mais de R$ 3 e quem está com viagem marcada para o exterior precisará fazer novamente os cálculos para ver se compensa e se for possível, adiar a viagem.
Quem está pretendendo viajar de férias, lua de mel ou a passeio, está trocando o destino no exterior por um no Brasil e para isto o que não faltam são opções, pois o Brasil oferece lugares para todos os gostos e estilos.

Os litorais do Nordeste e Sul do Brasil estão entre os mais procurados e ambos oferecem lindas praias!
As companhias de turismo estão oferecendo pacotes para o exterior com descontos que chegam a 70% mas nem isso tem atraído os brasileiros que acabam viajando aqui mesmo pelo Brasil e conhecendo suas belezas!

Quem precisar viajar para o exterior, ou não quiser abrir mão de conhecer outro país, pode até adiar sua viagem, mas dificilmente vai conseguir gastar o que seria gasto anteriormente. A curto prazo, não há expectativa que o dólar volte ao patamar que estava, por exemplo, no ano passado.

E a pessoa precisa levar em consideração que o gasto não é apenas na compra da passagem, com a desvalorização do Real diante da moeda norte-americana, é preciso ter em mente que o gasto será maior na reserva do hotel, na compra das lembrancinhas, nas refeições, enfim, o aumento no gasto é geral, por isso é importante calcular bem para não ter uma desagradável surpresa!

A Europa é um destino que continua atraindo os brasileiros, mesmo com o Euro sendo mais caro que o dólar, porém, a oscilação não é tanta. Mas quem desejar viajar, gastando menos para ter mais dinheiro para aproveitar melhor a viagem, o melhor a ser feito é optar por um destino aqui mesmo no Brasil.
O litoral de Santa Catarina oferece lindos lugares, como a região do Balneário Camboriú. Mas há as lindas e quentes praias do nordeste brasileiro, as cidades histórias do interior de Minas Gerais, o Pantanal, as lindas cidades do Sul do Brasil, enfim, é só pesquisar bem que existem ótimos pacotes para os destinos brasileiros, com preço bem mais em conta!

Por Russel

D?lar


Embora o dólar comercial tenha fechado a última terça-feira, 10, nas casas de câmbio ao valor de R$ 2,8310 para os consumidores, o dólar turismo estava com preço ainda mais elevado – ultrapassou os R$ 3. Essa alta gigantesca é motivo de preocupação entre as pessoas que planejam viajar ou já estão com viagem agendada para fora do país.

O dólar em espécie chegou a ser comercializado a R$ 3,04 na Cotação Corretora e na Confidence Corretora. Nesse valor já está incluso o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF). No cartão pré-pago (o qual possui taxa de IOF maior) a moeda chegou a R$ 3,20 em algumas corretoras. Lembrando que em dezembro de 2013 o IOF que era de 0,38% passou para 6,38% em gastos realizados com cheque de viagem, cartões de débito e pré-pagos e saques em moeda estrangeira.

Há divergências entre os especialistas a respeito do melhor momento para comprar dólar. Alguns orientam que os viajantes comprem aos poucos, devido à volatilidade do câmbio. Afirmam que uma alternativa é programar a viagem e comprar um pouco de moeda a cada mês. O comprador não conseguirá o menor preço, devido à oscilação constante, mas também não corre risco de comprar tudo com o preço mais alto. Porém, outros lembram que em julho de 2014 o dólar estava em R$ 2,20 e em dezembro já em R$ 2,60, portanto, para quem já possui viagem marcada, o ideal seria comprar tudo agora.

As recomendações se estendem também ao tipo de produto, recomenda-se reservar um valor no cartão pré-pago, independentemente de haver incidência maior do IOF, pois cartão pré-pago é sinônimo de segurança e comodidade. Havendo qualquer situação que fuja do que estava previsto, é possível efetuar uma recarga à distância.

Para quem não pensa em viajar, mas cogita a possibilidade de investir em câmbio, especialistas aconselham a fazer essa escolha, devido ao alto risco da operação, pois o dólar tem valorizado e desvalorizado constantemente. 

Por Rafaela Fusieger

D?lar e Real


As ações para frear a alta do dólar continuam, mesmo assim a moeda norte-americana continua em alta e subindo mais, na última sexta-feira (06), o dólar fechou com o maior valor dos últimos 10 anos.
E uma das formas de segurar a cotação do dólar foram as vendas de dólares no mercado futuro, mas isso fez com que a dívida interna, que está vinculada ao câmbio, terminasse o ano passado com maior nível de todos os tempos.

A dívida mobiliária, por exemplo, que é corrigida por moedas estrangeiras, chegou à casa dos R$ 297,21 bilhões no final de 2014. Mas apesar desta alta em valores absolutos, houve uma ligeira queda na fatia do câmbio, que caiu de 13,74% em novembro, para 13,64% no início deste ano.

A questão é que as Operações de Swap Cambial Tradicional interferem em uma parte da Dívida Pública Federal, mesmo envolvendo emissões de títulos. A Swap Cambial é relativa à venda de dólares no mercado futuro. Todavia, o Tesouro Nacional não leva em consideração as operações da Swap e por isto a dívida mobiliária ficou estável, de acordo com o Tesouro Nacional, em 0,59% entre os meses de novembro e dezembro de 2014.

O Banco Central decidiu estender até o mês de junho o programa que para a venda de dólares no mercado futuro e, com isso, a tendência é que a proporção do câmbio na dívida mobiliária interna aumente bastante nos próximos meses. O Banco Central já investiu mais de 500 milhões de dólares desde agosto de 2013, nos leilões de Swap, mas no início de 2014 este investimento foi reduzido para 200 milhões de dólares diários e agora no mês de janeiro de 2015, houve outra redução, caindo para 100 milhões de dólares.

O Tesouro Nacional tem preferência pelos títulos prefixados porque estes garantem uma melhor previsão da dívida pública, pois é possível saber com precisão quanto terá que pagar futuramente, porém, estes papéis vinculados à SELIC oferecem um risco muito maior, já que a tendência é fazer com que a dívida aumente no caso do Banco Central reajustar os juros básicos, já que a inflação está de volta e com toda força.

Por Russel

D?lar subindo


O dólar à vista não para de se valorizar, tanto é que em dez sessões teve o seu sétimo aumento, aliado à instabilidade da economia brasileira. Em relação ao dólar futuro, a moeda à vista terminou a semana passada com uma alta bem mais significativa, sendo que essa alta ocorreu, principalmente, no momento final, quando já se havia encerrado os negócios de balcão.

Já nessa última segunda-feira, 9 de fevereiro, o dólar à vista fechou em R$ 2,7800, sendo o maior patamar desde dezembro de 2004, quando, na época, fechou em R$ 2,7810; às 16h30 o volume à vista no mercado não passava dos US$ 418 milhões.

Quanto às ações, a Bovespa não foi intimidada pela queda das bolsas internacionais, terminando a sessão nas alturas, principalmente pelo fato dos ganhos das siderúrgicas e da Vale; assim, terminou a sessão aos 49.382,58 pontos e com alta de 1,21%. Sobre o giro financeiro chegou ao total de R$ 7,600 bilhões, sendo que R$ 1,577 bilhão faz referência ao exercício de opções sobre as ações.

A alta da sessão não foi explicada pelos profissionais da área, os quais atribuíram a ela um perfil técnico. Siderúrgicas e Vale, no entanto, tiveram como que um "empurrãozinho" da China, onde a expectativa por medidas de estímulo no país cresceram em virtude do despontamento da balança comercial.

A maior valorização da Ibovespa foi a Usiminas, a qual subiu 8,76%, seguida de perto por CSN, Vale ON, Gerdau PN e Vale PNA. Quem surpreendeu foi a Petrobras, que terminou o dia com ganho de 1,75% na PN e 1,88% na ON. Declaração à parte, Mark Mobius, executivo-chefe da Templenton Emerging Markets, disse que o novo presidente da Petrobras é bom no relacionamento com os governantes, mas não tem um histórico com exemplos que o faça confiável no comando da petroleira.

Quanto ao cenário internacional, Alexis Tsipras, primeiro-ministro da Grécia, revelou que tem planos para desfazer as várias medidas de austeridade que foram impostas por credores da Europa. Já a supracitada China, divulgou um superávit comercial de US$ 60 bilhões no primeiro mês de 2015, apesar de ter tido queda nas exportações.

Por Vinícius Cunha

D?lar


A nova equipe econômica do Governo Dilma tomou posse sob um clima de confiança, embora o atual ciclo econômico interno seja de aperto monetário. Contudo, o cenário mundial atual é de liquidez internacional fazendo com que o Brasil volte a ser novamente um mercado atrativo para novos investimentos produtivos e especulativos. Isso foi observado no primeiro mês do ano em curso.

O fluxo cambial em janeiro de 2015 ficou positivo e registrou saldo de US$ 3,903 bilhões. No mesmo mês de 2014 esse saldo registrou US$ 1,610 bilhão. O volume de recursos que saiu do País no ano passado ficou em US$ 9,287 bilhões, valor esse maior que os recursos que entraram no Brasil. No mês de dezembro de 2014, o ingresso de dólares por esse segmento superou o envio em US$ 4,118 bilhões, diferença entre entradas de US$ 51,459 bilhões e saídas de US$ 47,341 bilhões.

Os investimentos estrangeiros diretos e em carteira, remessa de lucro e pagamento de juros, entre outras operações compõem os fluxos decapitais da área financeira. Segundo especialistas da área econômica, essa foi a primeira vez no acumulado de um mês que as operações financeiras saíram do vermelho, desde outubro de 2014. Esses dados foram observados pelo BC – Banco Central do Brasil – em janeiro de 2015.

Ainda no ano passado a balança comercial brasileira registrou saldo negativo de US$ 215 milhões, com exportações de US$ 15,389 bilhões e importações de US$ 15,604 bilhões. Nas exportações, estão incluídos US$ 3,630 bilhões em Adiantamento de Contrato de Câmbio (ACC), US$ 3,059 bilhões em Pagamento Antecipado (PA) e US$ 8,700 bilhões em outras entradas.

Segundo o Banco Central, as perspectivas de melhoras na economia estão sendo sentidas. Entre 26/01/2015 e 30/01/2015 houve uma entrada de dólares no Brasil maior que a saída, ficando positiva em US$ 3,241 bilhões. O comércio exterior, no mesmo período, contabilizou saldo positivo em US$ 817 milhões, com importações de US$ 3,743 bilhões e exportações de US$ 4,560 bilhões. Na conta de exportações, estão incluídos US$ 1,095 bilhão em ACC, US$ 1,040 bilhão em PA e US$ 2,424 bilhões em outras entradas.

Com relação ao fluxo cambial semanal de 26 a 30 de janeiro foi o maior do mês até agora. Na primeira semana completa de janeiro (de 5 a 9) houve uma saída líquida de US$ 1,318 bilhão. O período entre os dias 12 a 16 de janeiro registrou um volume de entradas, já descontadas as retiradas, que foi de US$ 2,310 bilhões e, de 19 a 23 de janeiro de 2015, de US$ 756 milhões.

Por Alexandre de Sá

D?lar


Pelo quarto pregão consecutivo o dólar comercial fechou em R$ 2,71, nesta segunda-feira (2), o que significa uma alta de 3%, se comparado aos índices das semanas anteriores. Trata-se da quarta alta consecutiva e o maior índice desde dezembro de 2014.

O aumento registrado nesta segunda foi motivado pela procura pela moeda, por parte de investidores, os quais não estiveram dentro das negociações realizadas na última sexta-feira (30), de acordo com reportagem publicada no portal UOL.

O Ministro da Fazenda, Joaquim Levy, afirmou na semana passada que o governo não tem a intenção em manter o real valorizado de forma “artificial”. A declaração, de fato, teve grande impacto no aumento do dólar na sexta.

No Twitter, o jornalista André Trigueiro alfinetou a cobertura e espaço dado pela mídia nacional em relação ao aumento do dólar e índice da Bolsa de Valores: “Enquanto a variação do dólar, juros, bolsa, etc, for mais importante que medir estoques de água, biodiversidade, emissão de CO2, etc, pereceremos”, afirma.

Maiores investimentos do mercado:

O dólar e o ouro foram os investimentos com mais rentabilidade em janeiro deste ano, segundo informação da Rádio Estadão. O ouro teve valorização de 7,5% e o dólar comercial obteve 1,3%.  Já o índice da Bolsa de Valores de São Paulo (Ibovespa) ficou em último lugar no ranking pelo terceiro mês seguido, foram registradas perdas 6,2% no primeiro de 2015.

Governo fala em ajustes:

No último dia 21 de janeiro, o ministro Joaquim Levy afirmou em Davos (Suíça), durante o Fórum Econômico, que o governo brasileiro “deverá continuar a fazer ajustes na economia para que o país possa retomar o caminho do crescimento”.  Sobre investimentos internacionais, na ocasião, o ministro ainda afirmou que para o investidor é importante saber que “não trabalhamos no curtíssimo prazo”. Ele ainda reiterou que o governo não busca fazer “remendos”, mas a intenção é “arrumar a casa”. A declaração foi feita a jornalistas que estavam presentes no evento internacional.

Por Letícia Veloso

D?lar


O corte de gastos imposto pelo novo ministro da Fazenda Joaquim Levy, com o objetivo de fazer caixa para alcançar o superávit primário esperado pelo mercado, parece já surtir efeito no câmbio, pois o dólar está se desvalorizando e o real começa a subir de preço. Especialistas dizem que até o final do ano poderá chegar a R$ 3,00.

Com o objetivo de ganhar confiança do mercado financeiro – há quem leia-o como investidores, outros como especuladores – a equipe econômica do governo, isto é, o presidente do Banco Central (BC), o Ministro do Planejamento e, principalmente, o Ministro da Fazenda, tentam “arrumar” as finanças públicas para garantir o pagamento dos juros da dívida e, com isso, a credibilidade do país frente ao capital externo.

Na projeção do Goldman Sachs (www.infomoney.com.br) para fazer frente à valorização da moeda americana que deve ficar entre R$ 2,90 e R$ 3,00 até o final do ano é necessário que a Selic chegue a 15% para poder “controlar” a inflação e conduzi-la ao centro da meta do governo de 4,5% em 2016.

Para tanto, a Instituição prevê que nas próximas reuniões, o Comitê de Política Monetária (COPOM) deverá aumentar progressivamente a taxa básica de juros (Selic) em 0,5 ponto percentual, fechando 2015 com até 13%.

O que os analistas e o Joaquim Levy não contabilizaram ainda é que o custo de perseguir um superávit para agradar ao mercado, num momento em que o mundo sofre crise e desaceleração, tendo que introduzir políticas dequantitative easy (QEs), é caro demais para o Brasil.

Os juros altos inibem diretamente investidores diretos (empresários da produção, por exemplo) e consumidores reduzem os empréstimos. Mas, a maior preocupação é de fato com a indústria especificamente. O real valorizado estimula o aumento de importados por parte dos consumidores. Ao mesmo tempo, prejudica a exportação que se torna mais cara por causa da moeda.

Como resultado, a indústria brasileira que já não anda bem pode ficar em situação pior. E outros setores, além do automobilístico, podem sofrer consequências e demissões que afetarão a renda, o consumo e em geral a economia.

Por Roberta Lima

D?lar


E mais uma vez o dólar fechou em alta e todos aguardam quais serão os próximos passos do Governo. A alta do dólar afeta a todos, desde os investidores, importadores e exportadores, população em geral, comércio, indústria e o dólar continua subindo e teve uma alta de 0,2% nesta terça-feira (04/11), sendo vendido a R$ 2,5054. E na parte da tarde a moeda norte-americana apontava uma alta ainda maior, atingindo um aumento de 0,42% mas até o fim do dia, recuou um pouco.

E o mercado está muito instável principalmente por causa da indefinição do Governo que não anuncia qual será a sua equipe econômica, mas o Ministério que mais tem agitado o mercado é o da Fazenda, pois os investidores, principalmente, querem saber quem irá assumir a Fazenda, para saber se de fato o Governo pretende trazer mudanças para a política econômica do Brasil. Há vários nomes sendo cogitados para o cargo, mas Dilma Rousseff não deu nem sinal de qual será a sua escolha.

O mercado está na torcida de que o Ministro escolhido seja alguém mais "amigável" e que ao substituir Guido Mantega, traga mudanças na economia do país que favoreçam a todos. Entre os nomes mais cotados para o Ministério da Fazenda, estão: Henrique Meirelles, ex-presidente do Banco Central;
Luiz Carlos Trabuco, presidente do Bradesco; Nelson Barbosa, ex-secretário executivo do Ministério da Fazenda.

Mas o que está deixando o mercado tão agitado nos últimos dias é a indefinição de Dilma, reeleita nas últimas eleições. Se Dilma Rousseff anunciasse um nome ainda esta semana, certamente o mercado iria se acalmar e até a confiança dos investidores estrangeiros iria aumentar e certamente o dólar iria recuar um pouco, mas como não há nem sinal do nome do novo Ministro da Fazenda ser anunciado, até semana que vem o mercado continuará nervoso.

No início da manhã desta quinta-feira (06/11), o dólar começou em R$ 2,505 e pode até aumentar um pouco mais.

Por Russel

D?lar em alta

Foto: Divulgação


O Dólar fechou a última segunda-feira, dia 6 de outubro, com queda de 3%, enquanto a Ibovespa obteve alta de 7%, tudo isso em apenas 20 minutos de sessão. A justificativa para as mudanças é a ida de Aécio Neves para o segundo turno, o que proporcionou certa segurança aos mercados.

O Dólar fechou com a cota de R$ 2,38, após sucessivas altas nas sessões anteriores. A Ibovespa, principal índice brasileiro da bolsa, abriu o dia com alta de 0,38% (54.748 pontos), mas assim que passou 20 minutos já havia aumento para mais de 58 mil pontos, cerca de 7,64% (58.706 pontos). Os resultados foram um reflexo do primeiro turno e a disputa em segundo turno no próximo dia 26 de outubro entre a candidata do PT e atual presidente, Dilma Rousseff, e o candidato em ascensão do PSDB, Aécio Neves.

Das instituições que obtiveram alta no dia, destaca-se a Petrobras, que atingiu ao fim da sessão a marca de quase 17%, o que definitivamente surpreende após um longo período de desvalorização e baixa na bolsa de valores. As ações do Banco do Brasil (ações ON) subiram mais de 18%, já a Eletrobras (também ações ON) chegou em determinado momento a subir mais de 10%.

Está evidente que existe uma relação direta entre a candidatura da atual presidente com os resultados da bolsa de valores. Exemplo disso foi a reação negativa do mercado na última semana decorrente de uma alavancada de Dilma nas pesquisas, o que não reflete exatamente o momento dos candidatos, uma vez que os resultados nas urnas apresentou certa discrepância entre as pesquisas recentes.

Os resultados do primeiro turno revelaram Dilma com 41,6% dos votos válidos (cerca de 43,3 milhões) e Aécio com 33,6% (34,9 milhões). As pesquisas apontavam Aécio Neves com aproximadamente 30% dos votos válidos, os resultados ficaram acima da margem de erro esperada pelas pesquisas.

Por André César

D?lar

Foto: Divulgação


Desde o final do ano de 2008 não se via uma alta tão considerável do dólar, a moeda disparou e a vantagem foi de 2% sobre a moeda brasileira, o real. Esse aumento foi registrado na última segunda-feira, 29 de setembro.

Segundo a pesquisa realizada pela Datafolha, a atual Presidente do Brasil e candidata à reeleição, Dilma Rousseff, está tomando a dianteira na corrida presidencial. Isso provavelmente causa a reação do mercado e por consequência o aumento do dólar.

No final de sexta-feira, 26 de setembro, a Datafolha registrou que a candidata Dilma Rousseff estava obtendo uma vantagem significativa já no primeiro turno, conquistando praticamente o dobro das intenções de voto de Marina Silva, candidata do PSB. A mesma situação foi encontrada na pesquisa para as intenções de voto no segundo turno, Dilma novamente possui uma boa vantagem sobre Marina Silva. Como a Presidente está desacreditada nos mercados financeiros internacionais, a tendência é que se ela continuar aumentando a sua margem de votos, a moeda americana continue aumentando o seu valor e que alcance níveis bem altos. No mesmo dia, ouve um boato de que uma revista de grande circulação revelaria detalhes sobre um suposto escândalo cujas consequências seriam desastrosas para uma possível reeleição. Essa reportagem iminente resultou na queda do dólar perante o real. Entretanto, como essa matéria não chegou a ser publicada, o mercado se decepcionou e a moeda do Tio Sam voltou a subir.

A alta no dólar, além de causar incerteza econômica a nível mundial, afeta diretamente o mercado brasileiro, caso seja necessário, o Banco Central poderá intervir para que o impacto sobre a inflação seja controlado. Essa intervenção, obviamente, é vista com cautela pelo mercado, entretanto, sabe-se que essa intervenção no mercado não será suficiente para que o dólar volte a operar em baixa como estava antes no patamar de R$ 2,20 ou R$ 2,25.

Por Melina Menezes

D?lar em alta

Foto: Divulgação


No dia 20 de fevereiro o dólar fechou em queda. Isso aconteceu devido ao anúncio das metas fiscais do governo, que foi elogiado por investidores e especialistas. A meta fiscal foi de aproximadamente 1,90% do Produto Interno Bruto (PIB) ou R$ 99 bilhões. Já o mercado estipulava um valor entre 1,8% e 2,0% do PIB. Alguns ministros dizem que a consolidação fiscal irá contribuir para o crescimento e a queda significativa da inflação. As metas estão baseadas em projeções e parâmetros realistas e conservadores.

A chefe de ratings soberanos para América Latina da Fitch, Shelly Shetty, afirmou em nota que o governo deve cortar gastos públicos. “O governo está buscando ancorar melhor as expectativas no que diz respeito à política fiscal”. “A meta fiscal do Orçamento está baseada em uma projeção mais realista, embora levemente otimista para o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) este ano”, disse.

Muitos analistas alertam sobre as metas, que podem não ser alcançadas no período. “O número integral não será entregue. As despesas deverão ser contadas em R$ 30 bilhões e o resultado primário fechará 2014 entre 1,3% do PIB. Se descontarmos as receitas não recorrentes (concessões) e os dividendos previstos, chegaremos a um primário previsto da ordem de 0,6% a 0,8% do PIB para 2014, igual ou superior ao obtido em 2013 (0,6% do PIB)”, segundo a consultoria Tendências, em uma matéria publicada em seu site.

Já a diretora de ratings soberanos da Standard & Poor’s Lisa Schineller, em entrevista a uma agência internacional de notícias, disse que quaisquer metas seriam importantes para um superávit primário. A S&P não olharia somente para um número, e sim para a capacidade do governo atingi-la. No final do dia, o dólar recuou 0,75%, cotado a R$ 2,3740. Segundo dados da clearing de câmbio da BM&FBovespa, o valor do giro financeiro à vista era de US$ 1,059 bilhão. 

Por Danilo Gonçalves

D?lar em queda

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As taxas de juros subiram logo na primeira metade dos negócios, no dia 11 de fevereiro. Elas encerraram com avanço e estavam distantes das máximas, desacelerando a alta no período vespertino. Ao término da negociação na BM&FBovespa, o contrato de DI, que se vence em abril de 2014, tinha taxa de 10,572%. Tudo isso foi influenciado pelo comportamento do dólar diante do real, que provocou os juros constantes ao longo do dia.

Durante as palavras da presidente Janet Yellen do Federal Reserve, o dólar se aproximou de R$ 2,42, logo após a oscilação entre quedas e altas. Com a tentativa de se igualar ao comportamento de outros países do exterior, a moeda foi se acomodando durante o período da tarde aqui no Brasil. No fim das negociações no BM&FBovespa, o sinal de baixa prevaleceu, como já esperado por muitos investidores e especialistas. A moeda apresentou desvalorização de 0,17% no mercado e cotado a R$ 2,4030, à vista de balcão.

O contrato de DI, ao término da negociação regular, tinha taxa de 10,572%, com 119.559 contratos. No ajuste anterior, ele possuía 10,559%. O DI com   vencimento em 2015, com 231.325 contratos, permanecia em 11,33%, comparado ao ajuste do dia anterior de 11,31%. Para janeiro de 2017, com 176.970 contratos, ele marcava 12,77%, com 12,68% na véspera. Já em 2021, com 8.070 contratos, ele marcava 13,25%, ajustando em 13,17% na véspera.

Segundo o presidente do Fed, em um discurso à Câmara, “ultrapassar o gatilho do desemprego de 6,5% não significa aumento automático dos juros. A taxa de juros ficará perto de zero até bem depois de o desemprego cair abaixo de 6,5%”. É provável que o BC dos EUA corte as compras de bônus em passos comedidos, caso os dados venham como o aguardado. Mesmo com a taxa de desemprego caindo, os juros não deverão permanecer em alta. 

Por Danilo Gonçalves

Economia

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Entre segunda-feira (20/01/2014) e terça-feira (21/01/2014) o dólar subiu um por cento e ficou acima de R$ 2,35. Interessante notar que na segunda-feira (20) o dia fechou com R$ 2,33 para cada dólar; fato que trouxe imagem positiva aos investidores doleiros que querem comprar, de forma principal porque não existiu fechamento baixo entre dólar e real como o de segunda-feira (20) desde o dia 17 de dezembro de 2013.

Em anos anteriores a moeda norte-americana diminuiu de valor cambial no primeiro mês do ano para aumentar o consumo entre as pessoas que viajaram aos Estados Unidos. Porém, no ano de 2014, acontece movimento contrário no qual o dólar aumenta ao comparar com o real e outras moedas do mundo, por consequência freando o ciclo do consumo.

No final do ano passado os Estados Unidos anunciaram o programa de venda dos títulos públicos, com disposição de negociar US$ 10 bilhões no mercado. A notícia elevou a expectativa entre investidores que queriam comprar o dólar desvalorizado, visto que de forma teórica iria existir maior oferta de moeda norte-americana.

No entanto, os números não seguem a tendência de baixa em janeiro de 2014. Começaram os boatos de que no final do mês o governo norte-americano vai diminuir a oferta de compras dos papéis públicos, ou seja, anunciará a queda na disposição do dólar no mercado, fato que faz o investidor não vender ou consumir, mas guardar e esperar maior valorização. Por consequência, diminui o valor da oferta de dólares no mercado nacional, aumentando a taxa em termos cambiais no comparativo com o real.

Com os boatos de que o valor disponível no programa público dos EUA deve diminuir, os investidores ficam com receio de acontecerem problemas na oferta da moeda norte-americana no mercado mundial e retêm o dólar nas mãos, diminuindo a disponibilidade e fazendo com que aconteça desvalorização do real (R$) e de outras moedas nacionais na Bolsa de Valores em termos cambiais.

Por Renato Duarte Plantier

Dólar

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A economia brasileira não anda nada bem. E, por causa disso, os investidores estão com receio  de apostar na bolsa de valores. Com isso, em todo o caso, o valor do dólar subiu e a Bolsa teve uma queda de mais de 2% no dia 10/01/2014. Só para termos um balanço geral de todo o processo, o fato é que o IBOVESVA terminou com uma queda de 2,48%, a 49.321 pontos. Essa foi a maior baixa desde a data de 13 de setembro do ano passado onde, na realidade, a queda foi de 2,61%. 

Essa desvalorização ocorre por conta dos entraves econômicos que o Brasil está tendo de atravessar atualmente.  Seja lá como for, o dólar é que está tendo uma melhor cotação. A moeda americana, por sua vez está tendo, de acordo com seu valor comercial, um avanço de 0,29%, a R$ 2,397. Já no que tange ao câmbio, o dólar à vista está cotado no valor de  R$ 2,395 em relação ao real.

Reginaldo Siaca, superintendente de câmbio da Advanced Corretora, afirmou que o Brasil teve o maior êxodo de dólares desde o ano de 2002.  O Banco Central, buscando melhorias, adotou um programa de intervenções que tenta, a todo custo, conter a chamada escalada da cotação.  O grande problema, no entanto, é que especialistas não conseguem enxergar uma mudança a curto prazo para o quadro da economia nacional, sobretudo porque com a eleição, carnaval e com o grande evento que é a Copa do Mundo, o crescimento econômico será bem mais que comprometido.

O governo não pode fazer nada, afinal está de recesso. Assim, com esse cenário complexo, precisamos esperar os próximos capítulos para vermos como as coisas vão acontecer daqui para frente. Aliás, mesmo com a intervenção do Banco Central no mercado por meio de vendas de contratos, a alta do dólar ainda ocorreu.

Por Juan Wihelm

Dolar subiu em 10/01

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Nesta sexta-feira, dia 28 de dezembro de 2012, o dólar comercial fechou as cotações do ano sendo vendido por R$2,045.

A moeda norte-americana iniciou o ano com valor de R$1,869 e chegou a R$2,14 no mês de novembro.

Esta oscilação representou uma valorização acumulada de 9,43% no ano e o dólar fechou o ano com uma cotação 0,05% mais alta.

A redução no valor inicial do dólar foi possível graças a diversas medidas tomadas pelo Banco Central para manter esta moeda entre R$2,00 e R$2,10 conseguindo com isso um recuo de sua alta em 4,04%.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, houve um aumento de 0,09% na cotação do dólar com relação ao valor do real indo a R$2,080.

Com isso, os especialistas esperam que o mercado tenha obtido um ponto de equilíbrio com a oscilação do dólar entre R$2,10 e R$2,08 que terá como conseqüência a redução de sua volatilidade.

Com relação a isso, o Banco Central afirmou que é preciso cuidar para os riscos de inflação com uma alta inesperada do dólar indicando, assim, que deve continuar atuando para diminuir pressões sobre a moeda americana.

Comprovando esta expectativa nesta semana o Banco Central realizou dois leilões para a venda e recompra de dólares para oferecer maior liquidez ao mercado financeiro.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o mercado financeiro se movimentou bastante, já que o dólar fechou com alta fechando a cotação a R$2,13.

Este valor foi o maior desde maio de 2009 significando um aumento de 1,6% e ocorreu principlamente depois do anúncio de que o PIB brasileiro fechou o terceiro trimestre com um crescimento menor do que o esperado.

A alta do dólar vem ocorrendo há alguns dias, sendo que no dia 23 de novembro de 2012 quando o dólar chegou a R$2,12 o Banco Central realizou um leilão de swap cambial para a venda de dólares no mercado futuro.

nesta transação o Banco Central ofereceu 62.800 contratos que vencem no dia 03 de dezembro de 2012 e conseguiu vender apenas 32.500 do total oferecido.

Assim, este fechamento em alta do dólar pode indicar um real com menos valor e a necessidade de se adotar juros mais baixos para buscar uma melhor recuperação da economia nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


No dia 27 de fevereiro o dólar acabou fechando em queda  mesmo após ter oscilado com leves altas em comparação ao real. Ainda que o Banco Central tenha aberto mercado para compras à vista, o dólar comercial não resistiu e fechou o dia com um leve decrescimento em seu valor.

A bolsa registrou valores em queda de apenas 0,06%, apesar do bom movimento dentro do mercado internacional e nas taxas de câmbio. A moeda ficou cotada em R$ 1,7054 para venda, representando a porcentagem recém registrada. Ao longo do mês de fevereiro não foi diferente, já que o acúmulo de queda foi de quase 3%.  Valores referentes ao ano apontam quase 8% de decréscimo da moeda norte-americana.

Porém, alguns economistas acreditam que em breve, este cenário está para mudar frente a acontecimentos que vêm agilizando a movimentação do dólar no Brasil. O consultor financeiro da Previbank  afirma que existem muitas empresas que captam bastante dinheiro, alimentando ainda mais a emissão externa.

O Bradesco, por exemplo, captou um valor de US$ 1,1 bilhão através de uma emissão externa, sendo que já não é a primeira vez que a empresa está presente nestes assuntos. Ela já foi considerada uma grande esperança para que o valor do dólar volte a operar em alta.

Por Jéssica Monteiro

Fonte: G1


As oscilações constantes do dólar estão dando o que falar na bolsa de valores. Seu valor permaneceu em queda por todo o dia, porém, nesta quarta-feira (15/02), acabou fechando com uma leve alta. Sua trajetória ao longo da semana, mês e ano não foi diferente.

Enquanto se registravam valores baixos e que decresciam vagarosamente, no final sempre surpreendia e dava uma guinada para cima, mesmo que em valores ainda não tão significantes.

A moeda norte-americana só conseguiu avançar o equivalente a 0,1% e passou a ser vendida a R$ 1,7232. Tomando esta semana inteira como referência, o dólar tem registrado queda no geral e no valor de 0,2% até o presente momento. Durante todo o mês de fevereiro foram divulgados valores de quedas ainda maiores, chegando aos 1,37% até agora. Porém, analisando números equivalentes ao ano, foi registrado um recuo de 7,78%, formando uma escala crescente de valores.

Mas não foi somente o dólar que operou em queda. De uns tempos para cá, os índices da bolsa europeia também mostraram números menores do que o esperado o que, na verdade, não é o caso de um colapso econômico.

Por Jéssica Monteiro 

Fonte: G1


A questão cambial preocupa não somente as autoridades brasileiras, mas o mundo todo. Os Estados Unidos e a China são os dois países mais criticados na guerra do câmbio, principalmente o primeiro, pois contou recentemente com a injeção de US$ 600 bilhões por meio de seu banco central, o Federal Reserve (Fed), em sua economia. A valorização da moeda brasileira em relação ao dólar continua a gerir preocupação entre empresários e investidores – dependendo do segmento de atuação, obviamente.

Informações apregoadas pela Secretaria de Comércio Exterior (Secex) do Ministério do Desenvolvimento assinalaram que o real robusto tem contribuído, porém, para uma das mais amplas renovações do parque industrial do país. Entre 2007 e o mês passado, de acordo com o R7, o país importou pouco mais de R$ 212 bilhões em bens de capital, mais que o dobro do período imediatamente anterior (2003 a 2006), quando se agregou R$ 87,5 bilhões.

O segmento de bens de capital representa a produção de um abstruso conjunto de equipamentos e máquinas voltados à produção de outros bens, entre fresas, prensas, tornos e demais aparelhos. Com foco na elevação da capacidade produtiva, a cadeia contribuiu para o setor solidificar avanço superior em 7% anuais.

A queda do dólar, portanto, tem favorecido a importação de equipamentos. Para Welber Barral, secretário de Comércio Exterior, essa disposição tende a elevar a qualidade da indústria no Brasil, pois são várias as empresas que se aproveitam do real valorizado para adquirirem produtos em conta.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A guerra cambial travada entre diversos países é o mote do momento na boca de jornalistas especializados e economistas. Opiniões são proferidas de todas as partes no intuito de elucidar ao mercado os riscos recorrentes de uma possível mudança de ares, deixando simplesmente de tratar do câmbio para atingir, em cheio, o próprio comércio.

Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, as medidas adotadas pelo governo brasileiro no intuito de diminuir a diferença entre o real e a moeda norte-americana têm surtido certo sucesso. A recente valorização do dólar, para mais de R$ 1,70 nas primeiras horas de 16 de novembro, terça-feira, são alguns dos indícios, mas para a autoridade, o resultado não é a única implicação das iniciativas.

O posicionamento do governo brasileiro é parte dos temas que foram tratados durante a cúpula do G20 da semana passada. Alguns dos discursos abordaram justamente a ideia de que toda nação precisa adotar iniciativas para fortalecer a economia interna sem, no entanto, afetar o equilíbrio mundial.

É interessante o Brasil aguardar a ocasião de transição entre o governo de Luiz Inácio Lula da Silva e o de sua sucessora, a presidente eleita Dilma Rousseff. O mercado parece ter recebido bem sua vitória, mas quando o assunto é economia, toda atenção é importante.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


A poucos dias do término de seu segundo mandato à frente do país, Luiz Inácio Lula da Silva endossou na quinta-feira, 11 de novembro, debates em torno de alternativas à moeda norte-americana como ponte nas transações comerciais. Em seu ver, a principal peleja do Brasil é com China e com os Estados Unidos.

Já em Seul, Coreia do Sul, onde participa da reunião do G20 (grupo das 20 maiores economias do planeta), Lula relacionou que a situação atual, de guerra cambial, não pode continuar. Ao defender a ideia de outra moeda para o comércio, Lula salientou que o debate já ocorre entre o país, Rússia, Índia e China, todos integrantes do BRIC.

Conforme menção à agência de notícias Reuters, o ex-sindicalista afirma que desde 2009 convoca o BRIC para elaborar uma maneira de trocar o dólar nas transações. Para ele, é um trabalho de persuasão.

No objetivo de melhorar um pouco o cenário atual, por fim, Lula pondera que os produtos brasileiros têm de ser exportados por meio de aumentos no comércio exterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A cotação do dólar comercial terminou o dia em queda de 0,64% nesta sexta-feira, cotado a R$ 1,703 para venda. No acumulado do mês, no entanto, o aumento é o maior desde o mês de maio.

A alta acumulada da moeda norte-americana no mês de outubro foi de 0,65%. Na última semana do mês, no entanto, o dólar apresentou desvalorização de 0,35%. Apesar da alta no mês, a moeda ainda acumula perdas no ano que somam 2,29%.

Para evitar a queda acentuada do dólar frente o real o Banco Central (BC) fez dois novos leilões de compra de dólar durante o dia. Na primeira operação a moeda foi vendida por R$ 1,699. Na segunda intervenção do BC o dólar foi comercializado por R$ 1,70.

Por Luana Neves


A desvalorização da moeda norte-americana perante o real é o grande assunto do momento, equiparado, inclusive, aos temas abordados em relação às eleições. Novamente, Guido Mantega, ministro da Fazenda, voltou a mensurar o dólar entre as pautas ao afirmar que é necessário observar se o mercado se estabilizará após as iniciativas já abordadas para frear a alta.

Em discurso emitido a jornalistas na portaria do Ministério da Fazenda, Mantega disse que se por acaso a desvalorização não for contida, novas medidas poderão ser ostentadas. Relembrando o breve histórico recente, no início de outubro o governo aumentou de 2% para 4% o Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) para investimentos estrangeiros em renda fixa.

Além dessa adoção, o governo içou o volume de dólares que o Tesouro pode adquirir no mercado para amortizar vencimentos futuros de dívida. Em matéria veiculada pela agência de notícias Reuters, Mantega relacionou que o principal motivo para a valorização deveu-se a forte entrada da moeda norte-americana em virtude da venda de ações da estatal Petrobras.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países desenvolvidos têm enfrentado dificuldades para lidar com o atual momento econômico mundial. As nações emergentes, na contramão, mostram maior eficiência em alguns conjuntos de análise, denotando, portanto, preocupação de superaquecimento e perda de competitividade no âmbito externo.

Avaliação emitida na quarta-feira passada, 6 de outubro, pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) indica que o bloco latinoamericano precisa assumir mais medidas para enfrentar o aumento dos ingressos de dólar. No mesmo relatório divulgado pelo órgão, a estimativa de crescimento brasileiro voltou a subir, desta vez para 7,5%, similar ao diagnosticado por outras autoridades do Brasil.

O FMI pondera que os recentes controles de capital ostentados em muitas nações da América Latina podem ter contribuído para modificar a composição, porém não o volume dos dólares ingressantes na economia. De acordo com a agência de notícias Reuters, a possível utilização desses domínios deve ser lidado por meio de outras medidas, tais como a ininterrupção da flexibilidade cambial para desencorajar fluxos especulativos, monitoração do setor de finanças e a solidificação fiscal.

A América Latina, na visão do FMI, deverá crescer 5,7% em 2010 e outros 4% em 2011, com destaque ao Brasil e a Argentina, o segundo, que deverá também apresentar avanço de 7,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A desvalorização do dólar ante o real é motivo de preocupação de políticos, autoridades e especialistas. Alguns afirmam possibilidades de surgimento de bolhas econômicas, embora Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirme que o país possui todas as ferramentas necessárias para conter excessos.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), indica que a nação precisa fazer sua parte para atalhar os exageros na valorização do câmbio. Para ele, o robustecimento do real é proveniente do atual cenário de desenvolvimento e captação de capitais estrangeiros, algo que tem de ser aparelhado por meio de instrumentos clássicos, entre os quais a aquisição de reservas.

Segundo Coutinho, apesar de existir a deterioração da conta corrente, a tendência descrita anteriormente pode acarretar numa valorização do câmbio durante um período extenso. Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, afirma que a situação internacional também tem contribuído para o ambiente, pois existem expectativas de que os juros norte-americanos permaneçam em níveis baixos e a moeda chinesa, por outro lado, continuidade no exercício de pressões ante as nações de câmbio maleável.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Semana passada foi marcada pelo rompimento da barreira de R$ 1,70 da moeda norte-americana em relação ao real. O enfraquecimento do dólar tem preocupado políticos e autoridades brasileiras, tanto que Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, já admitiu que o Brasil possui ferramentas necessárias para conter a tendência, caso seja realmente preciso.

Para o economista Joseph Stiglitz, vencedor do Prêmio Nobel de Economia de 2001, ao endossar a viabilidade de novos incentivos econômicos dos EUA, as grandes nações emergentes mostram-se competitivas o suficiente para combater um dólar anêmico, algo que, segundo ele, deve-se à afrouxada política monetária do país do norte.

Segundo o economista, Índia, China e Brasil são fortes o necessário para enfrentar essa política, embora existam temores de ameaças às exportações dos emergentes. A preocupação é tão evidente que Guido Mantega, ministro da Fazenda, avaliou existir, na atualidade, uma guerra cambial de nível internacional.

Ainda sobre a economia norte-americana, Stiglitz afirmou, conforme menção expelida pelo portal de Economia Terra, que o incentivo monetário não foi competente para estimular os empréstimos, uma vez que as empresas não mais investem por causa da ausência de demanda dos consumidores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário econômico atualmente enfrentado pelo Brasil ilustra uma nação cada vez mais crescente, base considerável nesse sentido o Produto Interno Bruto (PIB) revisado recentemente pelo Boletim Focus para 7,42% neste ano. Outro fator próximo é a desvalorização do dólar ante a moeda brasileira, situação pela qual o país pode apresentar algumas perdas referentes a incentivos estrangeiros, preveem alguns especialistas.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, assegurou na última quarta-feira, 15 de setembro, que a autoridade está prontamente alerta na observação de sinais de desequilíbrios na esfera econômica, discurso proferido em função da moeda norte-americana e sua perda de valor em comparação ao real.

Somente neste mês, segundo a agência de notícias Reuters, o dólar acumula baque de 2,8%, podendo inclusive aumentar devido à capitalização da Petrobrás e possível ingresso de recursos estrangeiros no Brasil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os incentivos fiscais observados pelos brasileiros até março último explicam boa parte  do crescimento do país, tanto em números como em expectativas. O Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre foi um dos mais altos em todo o mundo, perdendo para as economias chinesa e indiana, que juntamente ao Brasil, mais a Rússia, integram o bloco BRIC.

Os investimentos na nação brasileira, apesar de alguns conservadores tentarem abafar, é algo ainda recorrente nos dias atuais. O Banco Central e o próprio governo conseguiram içar atrativos altamente rentáveis para a aplicação financeira de estrangeiros, tais como baixas taxas de juros e promessas de lucros em várias atividades.

Gustavo Loyola, ex-presidente do Banco Central e sócio da Tendências Consultoria Integrada, avalia que a cotação do dólar (em meados de R$ 1,75 neste princípio de semana) e os fatores descritos no parágrafo anterior têm favorecido o ingresso de capitais de investimentos, pois enquanto a economia brasileira se beneficia do período pós-crise, algumas nações ainda tentam se restabelecer.

Para Loyola, em reportagem exprimida pelo portal de notícias G1, o ambiente é tão propício que os investimentos indexados ao dólar, tempos atrás, são feitos com base na moeda brasileira, portanto lucro em reais, o que estimula melhorias na qualidade de aplicações monetárias dentro do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Banco Central simplificou as normas cambiais com o objetivo de reduzir a burocratização.

Segundo Victor Meirelles, presidente do banco, este processo só não foi concluído anteriormente devido à crise mundial.

Com as novas regras, companhias residentes do país emissoras e/ou emissoras de Depositary Receipts podem manter no exterior o produto de sua alienação.

De acordo com a medida, o prazo para a liquidação dos contratos celebrados pelo Tesouro Nacional passam de 360 para 750 dias, equiparando-se as aos das operações cambiais efetuadas no mercado intercambiário. Além disso, serão revogadas diversas regras que não se aplicam mais a realidade brasileira.

Fonte: Reuters


Graças à tecnologia, hoje temos acesso a todo tipo de informação e isso facilita muito a vida de quem está antenado eminvestimentos.

São diversos sites dando dicas e falando do assunto. Um tipo de investimento que se torna cada vez mais popular é o dólar.

A regra básica é comprar a moeda quando ela estiver mais desvalorizada, sempre ligado nos notíciários, você pode com o tempo tirar esse “momento certo de letra” e a previsão é de que a moeda chegue aos R$2,00 nos próximos dois meses, ou seja, não é hora de comprar dólares.

Mas como a valorização da moeda tem variado é bom ficar sempre ligado, porque com tanta oscilação ultimamente, pode ser que a previsão mude.


Quem ainda estiver pensando em viajar, é melhor começar a entrar em ação, para aproveitar a queda do dólar. A moeda americana tem a menor cotação em meses e há três dias vem caindo. Uma chance também de aproveitar a frente fria que chegou em algumas regiões do Brasil, e usar como desculpa para explorar novos horizontes fora daqui.

Em algumas casas de câmbio, o dólar turismo foi cotado a R$ 1,890, decrescendo 1,04%. Para especialistas do setor financeiro, há uma expectativa que as taxas de câmbio oscilem entre R$ 1,80 e R$ 1,85. Em 30 dias, o dólar já foi desvalorizado em 2,6%. Há uma tendência, mesmo com oscilação, de que se mantenha por essa faixa, havendo chances apenas de alta. Por isso, para os que aguardam a hora certa para viajar, ela chegou.


A valorização do real diante do dólar começou a surtir efeitos para os fornecedores do segmento automotivo, considerado, um setor sensível para a economia devido ao grande número de empregos com qualificação por ele gerado. De acordo com José Rubens de La Rosa, diretor-geral da Marcopolo, esse câmbio coopera para a desindustrialização brasileira, pois muitas peças são feitas sob encomenda, com relacionamentos de longo prazo.

Por conta disso, autopeças importadas passaram a ser o principal foco das montadoras nacionais. A Marcopolo já tomou decisões: interrompeu o fornecimento de peças para suas filiais no exterior e passou a buscar alternativas logísticas com a finalidade de aumentar a participação de peças estrangeiras para suas fábricas no Brasil.

A Agrale, fabricante de tratores, deu início a uma revisão de todo o seu leque de fornecedores. Edson Martins, diretor de suprimentos da companhia, afirmou que o objetivo da empresa é reduzir o número de parceiros em 25% até o final do próximo ano. Dados indicam que os fornecedores estrangeiros respondem por 10% das compras da Agrale, porém, a propensão é de que ganhem mais participação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fim de conter a valorização do real diante do dólar, Guido Mantega, ministro da Fazenda, consentiu que medidas complementares e adicionais à tributação do Imposto sobre Operações Financeiras (IOF) sobre o capital estrangeiro poderão ser ostentadas pelo governo brasileiro.

Mantega afirmou que está receptivo para a discussão de propostas e sugestões, bem como disponível para raciocinar em medidas complementares e adicionais. Questionado sobre uma proposta de Edemir Pinto, presidente da BM&FBovespa, em relação à tributação do capital, o ministro destacou que o governo pretende adotar somente na entrada do fundo externo, pois na saída é mais complicado.

Mantega afirma que o governo não pretende recuar na medida, pois é necessário observar a repercussão que isto dará. De qualquer maneira, acredita que nada impede de novas medidas adicionais e complementares.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O fluxo cambial, saldo de saída e entrada de dólares no Brasíl, através de investimentos em títulos, remessas de lucros e dividendos ao exterior e investimentos estrangeiros diretos, entre outras operações financeiras e comerciais, como contratos de exportações e importações, ficou no mês de agosto, até o dia 28, com saldo positivo em US$ 2,826 bilhões, sendo que no mesmo período em 2008, o valor ficou muito abaixo do registrado neste ano, com US$ 788 milhões.

Já nos últimos oito meses, contabilizados até o dia 28 de agsoto, o fluxo ficou positivo em US$ 6,762 bilhões, contra US$ 13,229 bilhões registrados no mesmo período do ano passado. Ainda segundo dados referente apenas ao mês anterior, o fluxo financeiro ficou positivo em US$ 1,904 bilhão e o comercial é de US$ 923 milhões, mas no acumulado do ano até o momento, o fluxo financeiro ficou negativo em US$ 4,156 bilhões e o comercial positivo em US$ 10,918 bilhões.


A desvalorização da moeda americana atingiu a marca dos 18,52% desde janeiro deste ano.

Apenas em 2003, o dólar teve uma retração semelhante frente ao Real. A moeda chegou a cair 18,23% naquele ano. Na quarta-feira (22/07) o dólar fechou mais uma vez em queda. A porcentagem de hoje foi de 0,20%, ficando o valor da moeda em R$ 1,904 ao final do dia.

Com essa redução da moeda americana quem ganha é o consumidor. Muitos brasileiros podem aproveitar essa desvalorização para investir em viagens e produtos eletrônicos que comercializam mercadorias em dólar.

Porém, o reflexo no mercado financeiro no país não é favorável aos investimentos norte-americanos e até a sexta-feira (17/07), R$ 750 milhões foram retirados da economia brasileira.





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