Saiba aqui quais são as novas regras e o que vai mudar com relação ao Crédito Rotativo do Cartão.

O cartão de crédito pode, muitas vezes, facilitar a vida de quem precisa comprar algo com preço elevado de modo parcelado. Porém, quando usado de maneira descontrolada, pode representar o perigo de uma dívida difícil de ser paga. Isso acontece porque quando não se pode liquidar todo o valor da fatura, as pessoas recorrem ao seu pagamento mínimo (ou crédito rotativo), que a cada mês tem um acréscimo de juros, tornando-se uma verdadeira “bola de neve”.

Para evitar que isso ocorra, o Banco Central divulgou em janeiro de 2017 algumas mudanças, que serão adotadas pelos bancos brasileiros na segunda-feira (3 de abril). A ideia é que os clientes possam ter opções mais viáveis para pagar esse tipo de dívida.

Como funcionará a cobrança de crédito rotativo?

A partir de agora, o cliente que não conseguir pagar o valor total da fatura do cartão de crédito só poderá recorrer ao crédito rotativo durante apenas um mês (30 dias) e não mais de maneira sucessiva. Depois disso, se ele ainda não puder liquidá-la de modo integral, o banco será obrigado a oferecer o parcelamento da dívida a juros menores. Caso o consumidor ainda não tenha dinheiro para poder pagar a dívida nem de forma à vista nem parcelada, passará a ser inadimplente.

Quais taxas de juros serão aplicadas?

Com as mudanças propostas pelo Banco Central, grandes bancos, como Itaú, Santander, Banco do Brasil e Bradesco, já estão aplicando taxas de juros que variam entre 0,99% a 9,99% ao mês. Ou seja, bem menores das que vinham sendo utilizadas (uma média de 15% ao mês). Até o ano de 2016, o percentual médio anual de juros desse tipo de transação financeira chegou a 484,6%.

O que acontecia antes?

Dessa forma, o cliente ficava com uma dívida praticamente impagável, pois a cada mês ela ficava bem maior do que o valor original. Segundo informações do Portal Brasil, se o cliente ficasse seis meses utilizando o crédito rotativo, sua dívida teria valor total dobrado.

Embora seja uma solução que deve reduzir consideravelmente as taxas de juros de faturas de cartão de crédito, ainda é importante que o consumidor em geral tenha maior controle de gastos. Afinal, esse tipo de recurso ainda pode gerar dívidas, principalmente em tempos de crise. Então, é necessário ter cada despesa “na ponta do lápis”.

Camilla Silva


Evento do Serasa Consumidor promete renegociar as dívidas atrasadas dos consumidores brasileiros.

Manter as contas em dias não está nada fácil com o Brasil em crise econômica. Porém, quem está com as dívidas atrasadas tem uma opção para que o seu nome saia do vermelho, é o Super Feirão Limpa Nome que será realizado pelo Serasa Consumidor no modo online em todo o país e também em São Paulo e no Rio de Janeiro, presencialmente.

Na capital carioca, o evento acontecerá entre os dias 03 e 07 de novembro. Em São Paulo, o feirão ocorrerá entre os dias 24 e 28 do mesmo mês. O horário em ambos será das 08 horas até às 18 horas. No modo online, pessoas de qualquer cidade poderão renegociar as dívidas na internet entre os dias 03 e 14 de novembro.

Foram quatro edições realizadas do feirão do Serasa Consumidor e os descontos das dívidas chegaram a ficar em até 95%. Atualmente, segundo dados do órgão, são mais de 57 milhões de pessoas que contam com dívidas atrasadas no Brasil.

Como fazer?

Um consumidor qualquer que apresente uma dívida poderá fazer parte do Super Feirão Limpa Nome. As pessoas de São Paulo e Rio de Janeiro que vão ao evento presencialmente deverão levar ao evento o CPF ou um documento que conte com alguma foto da pessoa para que saibam em qual pé está a dívida. Para aqueles que têm uma noção de como estão, podem se dirigir diretamente ao estande da empresa credora.

Para fazer a renegociação via internet, os consumidores deverão acessar o site do Serasa Consumidor (serasaconsumidor.com.br/superfeirao) e fazer o cadastro como está sendo requerido na página. Depois deste passo, você vai para a página do feirão, no qual estarão listadas as empresas que fazem parte deste evento.

Você poderá fazer o contato diretamente com a empresa quando clicar no nome da mesma. Vai ser apresentada a dívida que consta em aberto e todos os meios de comunicação que possam ser utilizados para a renegociação.


Registrando a 1ª queda em quatro meses, o endividamento das famílias ficou em 62% em junho de 2015.

O endividamento das famílias chegou ao patamar de 62% em junho, registrando a primeira queda em quatro meses. A pesquisa que revelou o dado foi feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, que avalia o percentual de endividamento e inadimplência dos consumidores brasileiros. O resultado da pesquisa foi divulgado na última terça-feira, dia 30 de junho.

Segundo a pesquisa, o principal fator de endividamento apontado pelos respondentes foi o cartão de crédito, responsável por 77,2% das dívidas no núcleo familiar. O segundo fator apontado foram os carnês de financiamento responsáveis por 16,3% das dívidas e em terceiro foi o financiamento de veículos que causa 13,4% das dívidas familiares.

Em contrapartida, o percentual de famílias com dívidas em atraso e sem condições de pagar seus débitos aumentou, passando de 21,3% em junho, contra os 21,1% registrados em maio. As famílias que continuarão inadimplentes registraram 7,9% em junho, contra 6,6% do mesmo mês no ano passado. A CNC afirma que esses foram os maiores patamares alcançados desde o mês de outubro de 2011.

Ainda segundo a CNC, as condições mais duras tanto para a aquisição de empréstimos quanto para as renegociações de dívidas, somadas com o rendimento mais baixo dos trabalhadores, têm contribuído para a piora do endividamento familiar, reduzindo a  percepção da família quanto a sua real situação financeira.

O percentual das famílias que se consideram muito endividadas continua estável entre os meses de maio e junho deste ano. A CNC afirma que o percentual é de 12,5%, demonstrando, contudo, um crescimento em relação  ao ano passado em que atingia  11,9%.

A pesquisa continuou investigando o perfil econômico da família brasileira e segundo os dados recebidos, as contas andam sendo adiadas em média por 59,6 dias durante o mês de junho. Um pouco menos do que o número registrado no mesmo mês do ano passado, onde as contas eram atrasadas por cerca de 60,8 dias. Isso mostra que embora o brasileiro esteja endividado, o malabarismo para pagar as contas está um pouco menor e estas estão se tornando de certa forma uma prioridade no orçamento familiar.

O período gasto com o pagamento de dívidas também foi investigado pela pesquisa: em junho deste ano, o tempo chega a 7,1 meses e 33,1% dos pesquisados alegam que o prazo de pagamento de dívidas será superior a um ano.

Por Patrícia Generoso

Endividamento das famílias

Foto: Divulgação


No mês de maio, o movimento de empresas com dívidas em atraso foi 2,2% menor se comparado com o mês de abril, a redução vai para 3,4% se comparada com o mesmo período do ano passado. Em abril, a inadimplência subiu 1,7% comparada ao mês de março.

Os dados retirados da pesquisa Indicador Serasa Experian de Inadimplência de Empresas, mostraram que no período a insolvência foi a mais baixa da última década para o mês de maio.

O melhor desempenho das empresas está associado ao comportamento conservador e cauteloso. Segundo Carlos Henrique de Almeida, economista da Serasa Experian, a economia brasileira tem crescido de forma mais lenta devido à elevação dos juros, a incerteza gerada pelo cenário político, a inflação e a desvalorização cambial, assim as empresas tem menor demanda por crédito.

Contando janeiro, fevereiro, março, abril e maio, a inadimplência subiu 0,9%. A inadimplência com dívidas não bancarias (água, energia elétrica, telefonia, lojas e cartões de crédito) tiveram alta de 3,4% no acumulado se comparado ao mesmo período do ano passado.

As dívidas com banco atingiram o valor médio de R$ 5.212,82 ocorrendo recuo de 1,1% comparado aos números obtidos no ano passado.

Por Jéssica Posenato


Nesta terça-feira, dia 01 de janeiro de 2013, o secretário do Tesouro dos Estados Unidos (Timothy Geithner) informou ao Congresso que o país ultrapassou o limite de US$ 16,39 trilhões de endividamento estipulado pelo poder legislativo.

Para tentar controlar a situação de falta de orçamento, o secretário informou que estão sendo tomadas diversas medidas para economizar cerca de US$ 200 bilhões, possibilitando assim a realização de pagamentos pelo Governo Federal.

Esta situação faz parte de uma questão mais abrangente como o abismo fiscal, que é resultado de uma proposta de aumento no limite de endividamento dos Estados Unidos ocorrida no ano de 2011.

No entanto, o Congresso não aceitou a proposta de Obama e solicitou em troca a redução de despesas do governo, como as praticadas em serviços sociais no país.

Em virtude dos impasses, no final das contas o Congresso permitiu a alta no endividamento nacional e deixou a decisão sobre as dívidas do governo para 2013, que se não houvesse um compromisso entre Democratas e Republicanos iria colocar em prática a redução de gastos e de benefícios para a população mais carente.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A busca por combustíveis alternativos como o etanol nos Estados Unidos está fazendo com que os seus produtores busquem outros mercados para garantir o faturamento de suas produções.

Para isso eles estão tentando vender o produto para outros países bem como estão fazendo produtos variados com o milho como alimentos e insumos para a indústria.

Esta situação se deve ao fato de que o E85 (com 85% de etanol e 15% de gasolina) não caiu no gosto dos motoristas norte-americanos ficando, assim, em um preço mais elevado.

Por isso, é esperado que o uso do etanol enquanto combustível tenha um crescimento de menos de 1% em 2012 fazendo os agricultores do milho se voltarem novamente para o seu setor de origem: a alimentação.

Por Ana Camila Neves Morais


A Petrobrás irá registrar neste ano de 2012 o seu maior nível de déficit comercial desde o ano de 1995.

Na análise da Secretaria de Comércio Exterior do Ministério do Desenvolvimento, a variação entre suas importações e exportações era 30% maior do que em novembro do ano anterior com 9,8 bilhões de dólares.

Deste modo, houveram mais importações de petróleo, diesel e gasolina do que exportações de óleo combustível e petróleo.

Esta situação ocorre pelo aumento do consumo de combustível pelos brasileiros que deve continuar aumentando em 2013.

Para melhorar esta situação é preciso, segundo Walter de Vitto analista da Tendências Consultoria aumentar a capacidade de refino no país para diminuir as importações, pois o Brasil exporta petróleo pesado e importa o petróleo leve por não ter as tecnologias necessárias para a sua melhoria.

Diante deste panorama, não é esperada uma recuperação na capacidade de refino antes de 2015 com a abertura da refinaria de Abreu e Lima em Pernambuco.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) divulgou dados de uma pesquisa feita com relação aos hábitos de consumo dos brasileiros.

De acordo com o estudo feito cerca de 60% dos consumidores entrevistados irão reduzir os gastos por causa do endividamento em que se encontram e da crise econômica mundial.

Esta situação se justifica pelo fato de que 41% dos participantes possuem dívidas ou algum tipo de financiamento chegando ao nível máximo de comprometimento da renda.

Por Ana Camila Neves Morais


As privatizações em bancos são muito normais e em médio prazo mais uma instituição bancária deve se tornar privada.

Estamos falando do Royal Bank of Scotland o qual, segundo informação veiculada no jornal New York Times, irá demorar cerca de 10 anos para ser totalmente privado.

Atualmente, este banco tem uma participação do governo britânico o qual injetou no RBS em 2008 aproximadamente 45,5 bilhões de libras esterlinas e possui na atualidade 82% do comando do banco.

Mas, segundo fontes ligadas ao banco, a dívida com o governo inglês deve ser paga pelo banco até o fim de 2014 e, depois disso, os executivos do Royal Bank of Scotland acreditam que a instituição poderá voltar a ser totalmente privado com ofertas ao longo de 10 anos com valores de 10 bilhões de libras esterlinas cada uma.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O ano de 2012 está sendo um dos períodos com grande nível de dívidas dos brasileiros. Apesar desta questão, o número de pessoas que regularizam seus débitos está aumentando.

De acordo com avaliação do instituto Serasa Experian houve um número recorde de brasileiros que procuraram limpar seus nomes com um total de 16 milhões de consumidores que representou um aumento de 16,3% em relação ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, esta melhoria se deve ao bom momento do setor de trabalho no país com baixos índices de desemprego e ganhos salariais acima da inflação que permitem, assim, a negociação e quitação de dívidas em atraso.

Além disso, outras iniciativas permitem a volta da credibilidade dos brasileiros endividados como feirões Limpa Nome e o serviço online da Serasa Experian chamado de Limpa Nome.

Esta facilidade pode ser utilizada desde o mês de outubro de 2012 e cria uma comunicação entre as empresas e consumidores com pendências financeiras possibilitando descontos e negociações para a quitação dos débitos existentes.

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional do Comércio divulgou dados importantes sobre a Pesquisa Nacional de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (Peic).

De acordo com as análises realizadas, aproximadamente 59% das famílias brasileiras possuem dívidas, sendo este valor 0,2% menor do que o registrado em novembro de 2011.

Apesar desta queda, o montante de famílias com contas atrasadas aumentou para 21% em novembro ficando 0,5% maior do que o valor registrado no mês de outubro.

Outro dado relevante apontado por este estudo indica que dentre as famílias endividadas 6,8% delas não possuem condições financeiras de quitar seus débitos e aquelas que se consideram muito endividadas foi de 12,1%.

As principais ocorrências de débitos dos brasileiros são em cheque especial, empréstimo pessoal, financiamento de veículos, cartão de crédito e carnê de lojas.

Fonte: Agência Brasil

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Moody´s (agência classificadora de risco econômico) elevou ao máximo a nota da dívida da Suécia que agora possui um AAA.

Segundo a agência, sua decisão foi tomada pela tendência de estabilidade da economia sueca além da boa situação das finanças públicas do país garantidas por meio de políticas monetárias efetivas e diminuição progressiva no valor da dívida.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


A Portugal Parpública, agência estatal em processo de privatização, recebeu quatro propostas para a operadora de aeroportos ANA.

Esta demanda surgiu depois que um dos ofertantes iniciais saiu da disputa nesse processo que pode render para o governo português cerca de 2,5 bilhões de euros para diminuir a dívida da empresa para realizar um resgate de 78 bilhões de euros.

As propostas feitas foram divulgadas nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, e consistem na operadora de aeroportos da Suíça Flughafen Zurich, a alemã Fraport, o grupo argentino Corporacion América e a empresa de construção francesa Vinci.

Com a definição dos participantes, espera-se que as ofertas sejam feitas com valores superiores a 2,5 bilhões de euros para o controle da rede de aeroportos que cobre as cidades do sul de Portugal além de Lisboa e Porto.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Na última semana, a Eletrobrás informou que irá realizar a execução da dívida que a empresa Eletropaaulo possui com ela.

A decisão foi tomada pela 5ª Vara da Comarca do Rio de Janeiro que determinou a obrigação da Eletropaulo pagar cerca de R$1,3 bilhões para a Eletrobrás em um prazo de duas semanas com início nesta segunda-feira, dia 17 de dezembro de 2012.

Este montante de recurso corresponde à diferença de correção de saldo referente a um contrato de financiamento entre as empresas celebrado no ano de 1986.

De acordo com a Eletrobrás, houve uma decisão judicial em 1999 reconhecendo o seu direito de receber o valor referente a este financiamento, mas a Eletropaulo e CTEEP iniciaram, então, uma discussão sobre quem teria a responsabilidade pelo pagamento que agora foi definido.

A Eletropaulo possui um prazo de duas semanas para recorrer da decisão judicial.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A inadimplência no Brasil teve um importante aumento durante o ano de 2012 que teve um reflexo na cidade de Piracicaba.

Isto ocorre porque no período de 17 de novembro e 10 de dezembro foram registrados no SCPC (Serviço Central de Proteção ao Crédito) da cidade um montante de R$852,3 mil referentes a dívidas de consumidores locais.

Este valor consiste em um aumento de 53,5% em comparação com o mesmo período de 2011.

Esta situação de aumento da inadimplência esta ocorrendo, segundo a Acipi (Associação Comercial e Industrial de Piracicaba) desde o mês de agosto e está se acelerando no final do ano devido ao volume maior de consumo.

No acumulado do ano houve um aumento nos calotes na cidade de Piracicaba de 27% com um total de 23.179 inclusões nos órgãos de proteção ao crédito; enquanto isso, as exclusões cresceram apenas 7% neste mesmo período analisado com 9.876 exclusões entre janeiro e outubro de 2012.

Para tentar resolver esta situação a Acipi realizou a Campanha “Acertando suas Contas” que realizou a renegociação dos débitos e que teve um saldo positivo com 1.458 exclusões de devedores e a obtenção de 349,3 mil reais em pagamentos de contas atrasadas.

Por Ana Camila Neves Morais


A CNI (Confederação Nacional da Indústria) divulgou nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – os resultados de uma pesquisa sobre o consumo dos brasileiros.

Este estudo foi conduzido pelo Ibope e apresentou uma realidade de redução do nível de consumo no país.

Os dados foram obtidos com 2.002 pessoas em 141 município no mês de junho de 2012 e mostrou que 60% dos participantes desejam reduzir o nível de consumo.

Esta situação se justifica por diversos fatores como a crise econômica e o alto nível de dívidas dos brasileiros com 42% das pessoas estando em um limite de comprometimento das contas mensais.

Com relação a isso, cerca de 38% daqueles que possuem dívidas estão com valores atrasados e mais da metade destes consumidores estão com um volume de dívidas maior do que no ano anterior.

Ao considerar as empresas para as quais os brasileiros possuem parcelamentos ou empréstimos, a maioria (41%) são de bancos, 31% para lojas comerciais e 29% para cartões de crédito.

Outra questão interessante mostrada pela pesquisa da CNI é a pretensão de 63% dos entrevistados comprar um bem durável e que se ganhasse mais iriam aumentar seu nível de consumo.

Por Ana Camila Neves Morais


O mundo da economia obteve mais uma notícia importante, pois o governo federal informou que houve a inscrição em Dívida Ativa de aproximadamente 96 mil empresas que estão com débitos pendentes referentes ao pagamento do imposto Simples Nacional.

O Simples Nacional consiste em um regime mais simples de pagamento de impostos que é concedido para empresas com faturamento de até R$2,4 milhões de reais anuais as quais realizam o pagamento uma única vez de diversos tributos como ICMS e ISS com alíquotas e valores reduzidos.

Esta inclusão das empresas aconteceu no mês de outubro de 2012 e foi publicada no Diário Oficial da União, sendo que a Procuradoria Geral da Fazenda Nacional com base na Lei 10.522 de 2002 informou que os empresários podem solicitar o parcelamento em até 60 parcelas dos valores da dívida que corresponde ao ano de 2007 quando o Simples Nacional entrou em vigor no país.

Para os anos subsequentes ao de 2007 ainda não houve a inclusão dos débitos empresariais em dívida ativa e por isso não há, ainda, a possibilidade de parcelamento pelos empresários.

Por Ana Camila Neves Morais


A Dívida Pública Federal, composta por endividamentos internos e externos, teve um aumento de 1,08% em março de 2012 ou, em reais, um aumento de R$ 19 bilhões, totalizando R$ 1,85 trilhão.

De acordo com as informações divulgadas pela Secretaria do Tesouro Nacional, nesta segunda-feira (dia 23 de abril), em fevereiro deste ano a dívida estava em R$ 1,83 trilhão.

Segundo o Governo Federal, o fato da dívida ter subido no mês passado se deu, principalmente, por causa das despesas com juros, que foram de R$ 17 bilhões no período. Tudo isso porque, em março, foi registrado um resgate líquido, ou seja, vencimentos maiores do que emissões, no valor de R$ 1,98 bilhão.

Com relação à dívida interna, foi divulgado um avanço de 0,89% em março deste ano, um aumento de R$ 15 bilhões com relação a fevereiro.

Agora, para o Tesouro Nacional, é esperado que em 2012 a dívida pública avance entre R$ 83,6 bilhões e R$ 183,6 bilhões, totalizando entre R$ 1,95 trilhão e R$ 2,05 trilhões.

Com isso, o crescimento ficará entre 4,48% e 9,84%. Trata-se de uma previsão que consta no Plano Anual de Financiamento (PAF) de 2012.

Por Anne A. Matioli Dias


Uma pesquisa da Serasa Experian revela que as micros e pequenas empresas continuam sendo pontuais no pagamento.

No indicativo da entidade, a pontualidade chegou a 95,2% em fevereiro deste ano, o que significa que, a cada mil pagamentos feitos, 952 tiveram quitação à vista ou com atraso de sete dias, no máximo. Com relação a fevereiro do ano passado, houve alta de 0,4 ponto percentual no indicador. Esta já é a terceira alta consecutiva na pontualidade de pagamento das micro e pequenas empresas.

O nível positivo demonstra que a situação das empresas enquadradas neste segmento está melhorando depois da queda apresentada em comparação anual entre março e novembro de 2011. Além disso, o levantamento apontou que vários fatores estão contribuindo para o resultado obtido nos últimos três meses, como a redução da taxa Selic, a reativação do crescimento da economia brasileira e a tendência de normalização da inadimplência dos consumidores.

O setor de micro e pequenas empresas que teve a maior pontualidade de pagamento foi o comercial, com 95,6%. Já os segmentos de serviços chegaram a 94,8%, enquanto o industrial ficou em 94,3%.

O estudo ainda demonstrou que o valor médio dos pagamentos pontuais sofreu alta de 20,2% se comparado a fevereiro do ano passado, passando de R$ 1.416,00 a R$ 1.703,00.

Por Matheus Camargo

Fonte: Serasa Experian


Uma das preocupações capitais para o futuro, o debate sobre a economia a partir de Dilma Rousseff, presidente eleita, e José Serra, candidato derrotado, foram pouco aprovisionados nas oportunidades em que tiveram à frente dos eleitores, tanto em cadeia nacional como por meio de seus discursos inflamados nos jornais – obviamente, em relação às denúncias envolvendo Erenice Guerra e Paulo “Preto”, são bem amenos.

Dilma afirmou durante entrevista a um canal de televisão, nas últimas horas, que a diminuição da dívida pública deve colaborar para a redução do juro ao consumidor final. Para ela, quanto mais esse movimento de queda do PIB com a dívida acontecer, maiores serão as possibilidades de redução dos juros.

A ex-ministra, pupila de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial, assentiu que há uma grande distância, na atualidade, entre a alíquota cobrada pelas instituições financeiras ao tomador final e a Selic, a taxa básica de juros da economia. Por outro lado, crê na tendência de diminuição, cujo objetivo é que ocorra de maneira sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


O consumidor brasileiro está propenso, atualmente, em contrair novas dívidas, tendência observada ao longo deste ano. Para Guido Mantega, ministro da Fazenda, a população tem a possibilidade de se endividar ainda mais, não que deseje isso, mas porque existe possibilidade de, por exemplo, contração de imóveis, tipo de investimento que rende mais do que a própria poupança.

Leia mais: Economia Brasileira está propícia para Consumidores contraírem novas Dívidas

Dados divulgados pela Serasa Experian indicaram que no mês passado a inadimplência do consumidor avançou 1,6% em comparação a agosto. O índice, ressalta a entidade, é o maior para setembro desde 2000, quando o indicador começou a ser diagnosticado. Além desse fator, esta foi a quinta marca seguida de crescimento mensal.

Para a Serasa o movimento reflete o endividamento da população por meio de compras parceladas em datas festivas e em feriados estendidos. Um porém, singularmente, poderá acontecer: manutenção de alta nos próximos meses. Apesar disso, a entidade sopesa que o aumento do emprego com carteira de trabalho assinada e a elevação da renda têm contribuído para evitar um crescimento ainda mais acelerado.

A comparação anual, de acordo com o portal de Economia Terra, também não é das mais felizes, uma vez que o índice saltou 15,3%, o maior resultado desde março de 2009, período em que o colapso financeiro global já afetava as atividades pelo país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário econômico brasileiro é considerado por muitos, inclusive pela equipe do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, como um dos melhores do mundo. Com base em informações do Produto Interno Bruto (PIB), do número de vagas formais criadas ao longo de 2010 e também do maior poder aquisitivo da população, cada discurso visa elucidar à população o quanto ela pode se manter otimista.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, consentiu nas últimas horas que existe vazão para as famílias tupiniquins se endividarem, pois os consumidores estão entre aqueles com os menores índices de endividamento em todo o mundo. Apesar dessas palavras, afirmou que não aguarda, sinceramente, aumento na contração de dívidas, mas que essa condição ilustra existir potencial para incremento, com segurança e responsabilidade.

Para afastar qualquer ideia pessimista, de acordo com o portal de notícias G1 Mantega asseverou não endossar ampliação do endividamento, mas que as famílias do Brasil têm em seu favor espaço suficiente para, por exemplo, endividar-se ao adquirir um imóvel. Mesmo assim, não crê na formação de bolha imobiliária no país, diferentemente do ocorrido nos Estados Unidos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A corrida pela sucessão presidencial aponta a candidata do Partido dos Trabalhadores, Dilma Rousseff, bem à frente de seus adversários, o peessedebista José Serra, a pevista Marina Silva e o psolista Plínio de Arruda Sampaio, além, é claro, dos demais postulantes, geralmente não relacionados pela imprensa em eventos de grande magnitude, como é o caso dos debates em TV aberta.

Enquanto Dilma, Serra, Marina e Plínio aguardam ansiosamente o resultado do próximo domingo (ter ou não segundo turno?), Carlos Hamilton, diretor de Política Econômica do Banco Central, avalia que a próxima gestão terá de enfrentar riscos de um ambiente externo mais complicado, com implicações negativas sobre a economia e inflação brasileiras.

Para Hamilton, o crescimento mundial será ameno nos próximos anos e existe, sim, possibilidades de uma nova crise, sobretudo se considerar a anêmica atuação dos Estados Unidos e o desgaste anunciado de algumas das economias europeias. Para sustentar seu discurso, recitou opiniões de especialistas que conjeturam probabilidade de 75% em haver novo colapso mundial.

Atualmente, segundo o portal de notícias G1, existem previsões de avanço do déficit em conta corrente para US$ 60 milhões antes os anteriores R$ US$ 49 milhões ainda para 2010. Segundo Hamilton, as fontes de financiamento brasileiras estão asseguradas, mesmo com as incertezas sobre a economia global.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os lucros dos pequenos, médios e grandes empresários tendem a aumentar caso todas as especulações em torno da atual economia, ao futuro, venham a vigorar. As companhias em atividade no país surpreenderam neste inicio de semana, conforme dados divulgados pela Serasa Experian, empresa de análise de crédito.

No mês passado, revela a Serasa, o pagamento feito pelas micro e pequenas empresas atingiu o índice de 95,7%, ou seja, pontualidade quase total. De acordo com a entidade, este é o maior nível já constatado desde janeiro de 2006, ocasião na qual a série histórica teve inicio.

O segmento de serviços é aquele que no mês passado melhor respondeu aos pagamentos, com 95,9% do total, seguido pelas micro e pequenas empresas comerciais, com 95,6%. As indústrias, não muito distantes, aparecem representadas com o percentual de 95,2%. De acordo com a Serasa em reportagem enunciada pelo portal R7, mesmo com esse percentual o câmbio valorizado e o singelo dinamismo da economia global ainda dificultam o pagamento de alguns dos setores industriais.

Durante os próximos meses, avalia a entidade, a pontualidade nos pagamentos feitos pelas micro e pequenas empresas deverá manter a tendência atual, pois a atividade econômica nos seis últimos meses do ano é mais impetuosa em comparação ao semestre anterior.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o Brasil superar a crise financeira mundial, governo e empresas conseguiram se restabelecer em muitos quesitos, tanto que os consumidores, por exemplo, começaram a adquirir produtos de vários segmentos, desde os ofertados com valores baixos até outros mais custosos, como é o caso de veículos automotores, linha branca, eletroeletrônicos e residências novas. O final de 2009 foi marcado por grande avanço, estendido ao primeiro trimestre de 2010 quando o Produto Interno Bruto (PIB) saltou 9% em comparação ao período de janeiro e março do ano passado.

As medidas de estímulos, entre elas a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) finalizada em março último a segmentos de grande relevância, contribuíram para o desaquecimento da atividade. O Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), relacionado a tais informações anteriormente versadas, constatou percentual de 55% das famílias do país com dívidas. De acordo com a entidade, 37,8% dos lares não têm como quitá-las, enquanto 36,7% deverão optar pelo parcelamento. Outros 22,8% pretendem pagar dívidas de maneira integral.

Embora os valores possam assustar, Márcio Pochman, presidente do Ipea, avalia que de um modo geral o endividamento da nação brasileira é muito baixa, mesmo existindo um grupo com certa dificuldade em abrandar suas dívidas. Para esse, conforme relatado à agência de notícias Reuters, tem-se de ter um cuidado especial, tais como a promoção no aumento do número de empregos.

A região Nordeste, segundo o Ipea, é a região com mais dificuldades em quitar seu endividamento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O brasileiro, num âmbito geral e até positivo, tem conseguido pagar suas contas em dia, embora dados divulgados recentemente assinalem um percentual ainda persistente e incômodo desfavorável. As pessoas jurídicas, principalmente as micro e pequenas empresas, também enfrentam dificuldades em honrar suas dívidas.

Pesquisa divulgada pela Serasa Experian na última quinta-feira, 19 de agosto, apontou que a pontualidade dessa comunidade chegou a 95,3% em julho, percentual um pouco abaixo do mês imediatamente anterior, de 95,4%. O segmento industrial, conforme relacionado pelo portal R7, foi aquele com as maiores dificuldades, pois o rigor em seus pagamentos cedeu 0,5%, chegando ao índice de 94,8%.

Economistas da Serasa avaliam o fator Copa do Mundo como predominante para essas constatações, pois nos dias em que houve jogos da seleção canarinho as atividades dentro das fábricas cessaram por algumas horas. Contudo, não foi somente o mundial de futebol o responsável por esse diagnóstico, pois as férias escolares também afetaram o caixa de boa parte das empresas.

Até o final deste ano, porém, a Serasa admite melhorias nos percentuais, uma vez que o Natal e o pagamento da última parcela do tão esperado 13º salário devem promover a retomada do aquecimento da atividade econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Até bem pouco tempo atrás, quando se falava em crise econômica, dívida pública e problemas econômicos em geral, era certo que se tratava de países do terceiro mundo. Esta realidade hoje está no passado. A crise dos últimos anos atingiu muito mais fortemente os países europeus, Japão e EUA.

Segundo pesquisa do McKinsey Global Institute publicada na revista The Economist, os países com as maiores dívidas em % do PIB são a Grã-Bretanha (466%) e Japão (471%). O Brasil, por sua vez, tem uma dívida equivalente a 142% do PIB.

Num ranking elaborado pela revista, analisando a sustentabilidade da dívida dos países, quem aparece na pior situação é a Espanha, seguida da Grã-Bretanha, Japão, Portugal e Irlanda.

Por Guilherme Carnevalli


Iniciar o ano com dinheiro em caixa é realidade somente para uma parcela restrita da sociedade, geralmente a casta com maior poder aquisitivo (classes A e B). Segundo a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio), 44,4% das famílias do município de SP encontram-se endividadas, enquanto outras 14% têm algum tipo de contas atrasadas.

O levantamento, divulgado durante esta semana, constatou, também, que 5% dos lares em maio estão inadimplentes. Em relação a abril, o nível de endividados recuou 1,2%, enquanto que em comparação a maio do ano passado, o recuo foi de 8%. Adelaide Reis, assessora econômica da entidade, pondera que a diminuição de pessoas com dívida representa 43 mil cidadãos quitando suas dívidas.

Adelaide indica, segundo retrata o Canal Executivo do UOL, que o aumento da oferta de crédito, com índices de juros mais baixos e prazos mais extensos foi o fator peremptório para o novo percentual. A Fecomercio considera que a Pesquisa de Endividamento e Inadimplência do Consumidor (PEIC), cerceadora do estudo, apontou que o índice conquistado em maio é o menor registrado para o mês, desde 2004.

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A política realizada na Argentina parece ser bem feroz e burocrática em alguns sentidos, pois, assim como no Brasil e em outras nações do mundo, existem partidos e políticos de opiniões contrárias. Cristina Kirchner, presidente do país, tenta, há muitos meses, direcionar reservas internacionais do banco central para o pagamento de dívidas.

Pois é, ao que tudo indica, o constante pedido da presidente surtiu efeito. Por 41 votos a 29, o Senado argentino aprovou projeto de lei que possibilita ao governo utilizar US$ 4,3 bilhões de dólares para o fim já mencionado no primeiro parágrafo.

O portal de notícias G1 avalia que o resultado pode ser considerado uma vitória para Cristina, possibilitando à presidente dar continuidade ao aumento de gastos governamentais em um ambiente de financiamento limitado.

O G1 pondera que Cristina poderá concorrer novamente à presidência no ano que vem. Recentemente, Nestor Kirchner, seu marido e ex-presidente do país, conquistou a função de secretário-geral da Unasul, importante elo a ser fincado entre as nações integrantes à entidade, entre elas o Brasil.

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Por: Luiz Felipe Erdei





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