De acordo com a MP têm direito ao saque do PIS mulheres com idade igual ou superior a 62 anos, homens com idade igual ou superior a 65 anos e aposentados devidamente cadastrados no PIS até o início de outubro de 1988, que não sacaram o saldo do PIS.

O PIS (Programa de Integração Social) é um dos vários direitos do trabalhador registrado em carteira de trabalho e que a cada ano, milhões de brasileiros têm o direito de sacar o mesmo.

Criado na década de 70 para beneficiar os trabalhadores de empresas privadas, esse benefício é liberado sempre de acordo com a data de nascimento em um calendário divulgado anualmente pelo governo. Pode ser sacado tanto nas casas lotéricas através do cartão cidadão, quanto nas agências da CAIXA. Porém, muitos trabalhadores não sabem quanto tem direito de sacar deste fundo que é administrado pela CAIXA.

Tem direito a sacar o PIS, o trabalhador que tem vínculo com o programa há cinco anos ou mais, a média dos salários do ano anterior não pode ultrapassar a margem de dois salários mínimos e esse tempo de cinco anos deve ter sido cumprido em empresa que entregue em dia o RAISS ao Ministério do Trabalho e Emprego. A partir de agora, de acordo com Medida Provisória assinada pelo Presidente Temer, tem direito também a sacar as mulheres com idade igual ou superior a 62 anos, homens com idade igual ou superior a 65 anos e aposentados devidamente cadastrados no PIS até o início de outubro de 1988 e que de acordo com o texto sancionado não sacaram o saldo do PIS. Estes que são clientes da CAIXA vão poder receber o dinheiro direto em suas contas.

Felizmente, existem meios para consultar os saldos. Uma delas é se dirigir a qualquer agência da CAIXA e levar tanto o CPF quanto a data de nascimento e o número do NIS e buscar as informações já que quem administra todo esse montante do setor privado é a CAIXA. Outra opção é entrar neste endereço: https://servicossociais.caixa.gov.br/internet.do?segmento=CIDADAO01, inserindo o número do NIS que pode ser encontrado tanto no cartão cidadão ou na carteira de trabalho e cadastrar uma senha internet para acessar utilizando a senha do cartão cidadão. A consulta também pode ser feita pelo 08007260207 de segunda a sexta-feira das 08h às 22h e no sábado das 10h às 16h.

Já aos cidadãos que querem consultar se foram beneficiados pela MP 797/2017 podem acessar o seguinte endereço: https://cotasidade.caixa.gov.br/sipab_quotas/pages/#!/home, inserindo o CPF ou o número do NIS, data de nascimento e escolhe a opção se é aposentado ou não. Caso tenha direito, uma tela irá informar se o benefício estará disponível.

Para os que consultaram e verificaram que têm direito ao saque do PIS pela MP (mulheres com idade igual ou superior a 62 anos, homens com idade igual ou superior a 65 anos e aposentados devidamente cadastrados no PIS até o início de outubro de 1988 e que de acordo com o texto sancionado não sacaram o saldo do PIS) é importante prestar atenção ao calendário de pagamento: 70 anos ou mais recebem a partir do dia 19 de outubro de 2017, já os aposentados recebem a partir do dia 17 de novembro de 2017 e os homens a partir de 65 anos e as mulheres a partir de 62 anos recebem o benefício a partir do dia 14 de dezembro de 2017.

Hoje o PIS é um complemento de renda para muitos trabalhadores. O rendimento do valor do PIS gira em torno de 3 por cento ao ano, ficando abaixo da inflação, mas sendo um programa de transferência de renda. Essa atualização dos valores é feita sempre quando se termina o período do exercício financeiro com base nos índices estabelecidos pelo conselho do PIS. Lembrando que se o trabalhador não saca este benefício na data estabelecida pelo calendário do governo este dinheiro é destinado ao Fundo do Amparo ao Trabalhador (FAT).

Por Leandrinho de Souza

Saque do Pis


Saiba aqui mais detalhes sobre o Saque do Lucro do FGTS.

Uma boa notícia para quem está precisando de um dinheiro extra. O governo brasileiro anunciou que o trabalhador brasileiro que sacou o seu FGTS inativo também poderá receber parte do lucro atingido no fundo. A decisão de distribuir este lucro entre os trabalhadores faz parte da mesma MP (Medida Provisória), que determinou o saque das contas inativas e que permitiu a retirada de aproximadamente 44 bilhões entre os contribuintes brasileiros até o mês de julho, conforme divulgou a Caixa Econômica.

A distribuição do lucro tem o objetivo de aumentar a rendibilidade do fundo do FGTS. Esta medida será inclusa nas regras comuns do Fundo de Garantia a partir de 2017. Confira abaixo todas as informações necessárias para saber quem e quando é possível fazer o saque o lucro do FGTS:

Como funciona a distribuição do lucro FGTS

O dinheiro referente ao lucro do FGTS será depositado até o dia 31 de agosto. Porém, é importante ressaltar que o saque só pode ser feito em casos específicos, ou seja, não são todos os trabalhadores brasileiros que serão beneficiados por esta distribuição. Estima-se que 240 milhões de contas do FGTS, tanto ativas quanto inativas, que tenham saldo em 31 de dezembro, irão receber um valor que é proporcional à metade do lucro líquido obtido pelo fundo por meio de investimentos no ano passado.

Segundo o governo, a distribuição do lucro será realizada de forma proporcional ao saldo disponível em cada conta do FGTS. Portanto, mesmo que o dinheiro da conta tenha sido sacado anteriormente, ainda assim o valor será depositado na mesma conta.

O valor do lucro do FGTS ainda não foi divulgado oficialmente, mas entende-se que o lucro obtido em 2016 tenha atingido em torno de R$ 14,5 bilhões, possibilitando que R$ 7 bilhões sejam distribuídos nas contas dos trabalhadores brasileiros.

Quem pode sacar o lucro FGTS

O lucro do FGTS não pode ser sacado sem justificativa. O saque do dinheiro pode ser realizado nos seguintes casos:

· Quando há demissão sem justa causa;

· Quando a rescisão do contrato é feita devido à extinção total da empresa: fechamento dos seus estabelecimentos, agências ou filiais, supressão de parte dos seus serviços, por falecimento do empregador individual ou decreto de nulidade do contrato de trabalho, conforme o II do art.37 da Constituição Federal, se mantido o direito ao salário;

· Quando há o término do contrato por prazo determinado;

· Quando há a rescisão do contrato por força maior ou culpa recíproca;

· Na aposentadoria;

· Quando o Trabalho Avulso é suspenso pelo prazo igual ou acima de 90 dias;

· Quando há a necessidade pessoal, grave e urgente, proveniente de desastre natural, que tenha afetado o trabalhador, além dos casos de emergência e situação de calamidade, devidamente reconhecida pelo Governo Federal;

· No falecimento do trabalhador;

· Quando ou trabalhador ou o seu dependente é comprovadamente portador do vírus HIV;

· Quando o titular da conta do FGTS tiver 70 anos ou mais;

· Quando o trabalhador ou seu dependente tem câncer;

· Quando o trabalhador ou seu dependente está em estágio terminal, por conta de uma doença grave;

· Quando o trabalhador está há 3 anos consecutivos fora do regime FGTS, onde o afastamento deve ter acontecido a partir de 14/07/90. Neste caso, o saque pode ser feito no mês de aniversário do dono na conta;

· Quando a conta vinculada não recebe depósito por 3 anos consecutivos, devendo o afastamento ter acontecido até 13/09/90;

· Para a compra da moradia própria, para o pagamento de parte das prestações, amortização ou liquidação do financiamento habitacional feito no SFH;

· Para a liquidação, amortização de saldo devedor ou pagamento de parte das prestações adquiridas por meio de sistemas imobiliários de consórcio;

Quando você pode sacar

Conforme já foi dito, o dinheiro do lucro do fundo do FGTS será depositado no dia 31 de agosto de 2017. A partir desta data, se você tem direito a receber o benefício, é preciso procurar uma agência da Caixa Econômica Federal e fazer a sua solicitação.

Simone de Paula Leal


Saiba como funciona o Tesouro Direto, os rendimentos e como investir.

Em tempos de crise, muitas pessoas estão começando a repensar a forma de usar seu dinheiro. Grande parte da população não sabe investir o seu dinheiro e por conta disso acaba se enrolando e entrando em muitas dívidas.

Porém, outras pessoas, que aprenderam e tem o hábito de guardar o dinheiro que sobra no final do mês, depositam em uma poupança.

Para aqueles que buscam por mais informações sobre educação financeira ousam um pouco mais, investem seu capital em ações e chegam até ter bons rendimentos e um retorno bem maior do que a poupança, onde os rendimentos são bem pequenos.

No entanto, existe uma outra forma de guardar seu dinheiro e que os rendimentos podem ser até 50% maiores que o de uma poupança convencional. Quer entender um pouco mais sobre este investimento? Continue lendo este texto que você vai ter uma nova alternativa de como aplicar seu dinheiro de forma mais rentável.

O que é o Tesouro Direto? É uma poupança?

Alguém já deve ter escutado que o Tesouro Direto é a nova poupança que o governo quer que as pessoas apliquem seus rendimentos.

Você fica na dúvida e se pergunta: Tesouro Direto? Uma nova poupança?

A poupança todos já entendem e conhecem como funciona por ser mais simples, não tem cobrança de imposto, não existe qualquer custo. E muita gente gosta de guardar suas economias nela.

Muitos pensam a poupança é a melhor forma de guardar dinheiro! Será mesmo?

Estudar um pouco de educação financeira é muito importante, porque você vai encontrar novas alternativas para rentabilizar seu capital e também vai ter mais clareza em relação a este assunto.

Mas, o que é o Tesouro Direto?

O Tesouro Direto foi desenvolvido em parceria com o BMF&F, é um Programa criado pelo Tesouro Nacional que utiliza a internet para venda de títulos públicos para pessoas físicas.

Para que você possa entender melhor, o Tesouro Direto é uma ferramenta que o governo criou para que qualquer pessoa possa comprar títulos públicos pela internet sem precisar contratar um especialista em investimentos.

Seria mais ou menos assim, você empresta dinheiro para o governo e recebe juros por este empréstimo.

O que é um Título Público?

É uma forma que o governo criou para financiar atividades como investimento em educação, saúde e infraestrutura. São opções de renda que são fixas e elas são usadas para captar estes recursos para custear a dívida pública com os investimentos que foram citados acima.

Quais são os títulos?

São 3 tipos: o Tesouro Selic, o Tesouro Prefixado e o Tesouro IPCA. O Selic você ganha de acordo com a variação da taxa, por exemplo, se estiver em 15% a taxa, seu rendimento será sobre esta porcentagem.

O Prefixado você já sabe quanto é a sua rentabilidade e quando será o resgate. Esta é uma opção para quem quer ter mais segurança e uma rentabilidade mais sólida é uma boa opção.

O IPCA é de acordo com a variação da inflação e mais uma taxa que é prefixada. Quem quer garantir o poder de compra e não que perder dinheiro para inflação em longo prazo, este tipo é uma boa opção.

Investimento mínimo

Com apenas R$ 30,00 você já pode começar a investir no Tesouro Direto, ou seja, na compra de títulos públicos. A rentabilidade é bem maior que a poupança e chega ser em média 50% maior.

Como investir?

A primeira exigência é ter um CPF e uma conta corrente em uma instituição financeira. Em seguida, escolha o banco ou uma corretora que vai intermediar suas transações com o Tesouro Direto.

No site do tesouro direto www.tesouro.fazenda.gov.br você vai encontrar todas as informações necessárias e uma lista das instituições que são autorizadas para trabalhar com os títulos federais.

Entre em contato com o banco que você escolheu e se cadastre. A partir daí você deverá enviar todas as documentações necessárias para que o seu banco possa abrir uma conta em seu nome para o Tesouro Direto.

Uma senha provisória será enviada da BM&FBovespa para acessar a área restrita do Tesouro Direto, onde poderá visualizar todas as transações e consultar extratos e saldos.

Troque a senha por outra com pelo menos 8 à 16 caracteres com letras e números e alguns caracteres especiais. A partir deste momento você já é um investidor do Tesouro Direto.

Como você já sabe quais são os títulos, agora é só verificar qual é o que encaixa em seu objetivo e começar as aplicações.

Por Marcio Ferraz

Tesouro Direto


Banco ainda não informou data de lançamento da função.

Clientes que possuem conta no Banco do Brasil muito em breve irão contar com uma funcionalidade para que se possa realizar uma transferência de recursos e fazer divisão de contas por meio do aplicativo de mensagens instantânea WhatsApp. Esta nova solução, a qual recebeu o nome de “Pagar ou Receber”, irá fazer uso de um QR Code e também das mensagens trocadas por meio do aplicativo para que assim possa realizar as suas transações.

Esta solução desenvolvida pelo Banco do Brasil é destinada principalmente para os grupos de indivíduos que desejam realizar a divisão ao pagar as contas. O recurso irá estar disponível para os usuários na tela inicial do aplicativo do Banco do Brasil. No momento em que o cliente realizar o acesso, o mesmo irá receber o QR Code com informações que contém o número de sua conta corrente e de sua agência.

De acordo com informações publicadas pelo próprio Banco do Brasil, a partir deste momento, o indivíduo que for responsável por realizar a transferência poderá fazer a leitura da imagem no display do seu aparelho ou então receber a mensagem contendo as informações, diretamente no seu aparelho smartphone. Feito isso, o aplicativo do BB novamente será ativado para que a transação seja confirmada com segurança.

O Banco do Brasil ainda concluiu que além de facilitar a transferência, tornando a mesma ainda mais prática e rápida, o recurso Pagar ou Receber consegue fazer a eliminação de um problema bem frequente, que é a devolução de valores que foram transferidos devido a inconsistências ao preencher de forma errada os dados bancários como agência e conta.

A tecnologia atual de smartphone e aparelhos como tablet tem facilitado muito a utilização de serviços e recursos online e o Banco do Brasil tem investido alto no uso de recursos para seus clientes e o Pagar ou Receber é mais uma comodidade para os utilizadores do Banco.

Embora o BB tenha divulgado a noticia, ainda não foi informado nada com relação a data em que o app será lançado.

FILIPE R SILVA


Conheça aqui as principais vantagens e desvantagens com relação ao real e dólar.

O que é este boom que está nas mídias das moedas virtuais? Porque muitas pessoas estão falando sobre elas? E porque também os hackers estão tão interessados nestas moedas?

Você já deve ter escutado sobre o Bitcoin e também deve estar acompanhando as diversas notícias que está praticamente todos os dias em diversos canais que abordam o assunto de finanças e economia.

Diante de tanta mídia sobre estas moedas criptografadas, algumas dúvidas aparecem em relação a sua segurança e também aos riscos que este tipo de moeda pode oferecer.

E por conta desta nova "moda" ou "tendência" que ainda existe muitas incertezas, por isso neste post vamos falar um pouco sobre as vantagens e desvantagens das moedas virtuais em relação ao dinheiro físico.

As moedas virtuais são uma moda, futuro da economia ou um alto risco para os negócios?

O Bitcoin é um termo que está sendo visto como o mais utilizado na internet no momento. Todos os dias aparecem novas notícias sobre estas moedas digitais, entre essas notícias, encontramos sobre a abertura de lojas virtuais que trabalham exclusivamente como forma de pagamento o Bitcoin.

Esta moeda tão famosa pode trazer alguns danos para as pessoas. Algumas entidades financeiras elaboraram alguns relatórios que afirmam que o Bitcoin possui algumas semelhanças com os esquemas de pirâmides, aqui no Brasil é muito conhecido como “Marketing Multinível”.

Moeda sem controle

É importante ressaltar que não citamos sobre as compras de Bitcoin, mas que é preciso ter a consciência dos riscos que esta moeda ainda em desenvolvimento possui, já que não tem qualquer controle dos governos.

Por conta disso, é importante ficar ciente dos riscos e vários problemas que podem ocorrer, principalmente roubos ou por que não a desvalorização brusca dessas moedas virtuais.

Para quem usou ou pensa em usar estas moedas como forma de investimento, perdas financeiras podem ser iminentes.

A forma como são desenvolvidas estas moedas é baseado em processamento de máquinas (pc´s) que são usadas para “minerar”, com algoritmos complexos. A analogia feita é como se o Banco Central estivesse dentro da sua casa.

Para minerar alguns centavos de Bitcoin, alguns usuários relatam que é preciso pelo menos 12 horas de mineração. Alguns vlogueiros especialistas no assunto afirmam que é um péssimo investimento.

Muitas pessoas são influenciadas pelo sonho do dinheiro grátis, onde fazem altos investimentos em maquinários e não obtém o retorno de seus capitais.

Vantagens e Desvantagens

Já citamos algumas desvantagens desta moeda virtual, principalmente pela forma como é disponibilizada, não sendo centralizada e controlada por uma entidade financeira, portanto, é uma moeda totalmente “descentralizada”.

A criptomoeda, como também é conhecida por utilizar de criptografia em seu desenvolvimento contra fraudes e falsificações, é uma das vantagens em relação ao dinheiro físico que é utilizado pelos bancos.

No Brasil, por exemplo, existe um alto índice de falsificações das cédulas todos os anos, um fato que não existe controle.

Outra vantagem é que o Bitcoin permite realizar muitas transações de forma rápida e fácil através dos smartphones usando apenas um aplicativo e também qualquer pessoa pode fazer uso dele e transferir quantias de forma anônima.

Não há necessidade do uso de cartões de crédito ou senhas. Transferências e pagamentos são feitos rapidamente por conta da criptografia e porque seu sistema é descentralizado, independente dos bancos.

Perigos da moeda virtual

Os pagamentos que são feitos em Bitcoin são irreversíveis, ou seja, uma vez realizada a transação não existe a possibilidade de estornos, que é comumente feita pelas instituições com os cartões de crédito.

Não existem muitos locais que aceitam este tipo de moeda, por conta dos riscos e também dos roubos das carteiras de Bitcoin.

O uso ilegal nas transações anônimas é também muito utilizado no mercado negro para a compra de drogas ou armas.

Os roubos das carteiras podem ser feitas por hackers e uma vez roubadas não há restituição ou reversão dos valores subtraídos, justamente por não ter controle por um banco.

Dados importantes

Em 2014, uma das maiores casas de intercâmbio de Bitcoin informou que cerca de mais de 450 milhões de dólares que foram investidos em moeda virtual estavam faltando e que possivelmente foram roubados.

Agora fica a pergunta: assumir o risco? Sim ou não? Faça pesquisas antes de entrar neste novo modelo de investimento.

Marcio Ferraz


Preço do Bitcoin agora: [stock_quote symbol=”CURRENCY:BTCBRL” show=”name” decimals=”2″ number_format=”” template=”BITCOIN %price% %changep%” nolink=”0″ class=””]

Atualização – setembro de 2017

 

Desde que publicamos este artigo, muita coisa mudou no mercado de criptomoedas. A China baniu as ofertas iniciais de moedas (ICOs) e várias casas de câmbio (exchanges) de Bitcoin anunciaram seu fechamento. Isso fez com que o preço do Bitcoin desabasse em 30%.

Mas não antes de ter atingido US$ 5 mil em mercados internacionais e R$ 18 mil no Brasil (que continua tendo um Bitcoin mais caro que a média mundial). Ou seja, os números que colocamos aqui, em junho, há três meses, são mais baixos que os atuais. Neste momento, o Bitcoin é negociado a cerca de US$ 3,600 nos mercados internacionais. E o Bitcoin é negociado acima de R$ 13.000,00 no Brasil, seu pico de junho.

Por outro lado, o Ethereum, que parecia ameaçar a hegemonia do Bitcoin, perdeu um pouco do seu apelo com as regulamentações chinesas (como é uma moeda que se beneficia, essencialmente, de ICOs, acaba sendo particularmente atingida). Seguiremos acompanhando.

No entanto, o que não muda são nossas ressalvas. Bitcoin é um ativo com muito potencial, mas também muito risco e, principalmente, não pode ser precificado como uma ação que gera dividendos e renda, ainda que variável, para seus detentores. Seu potencial valor é inferido, por nós, a partir de comparação com outros ativos que também se comportam como moeda.

Deixaremos o texto original, de junho, abaixo, na íntegra, para você acompanhar tudo o que dissemos sobre a criptomoeda.

Conheça aqui um pouco mais sobre o Bitcoin e seu valor potencial

Se você esteve ligado às notícias ou à timeline do seu Facebook nos últimos meses, é bem provável que tenha ouvido falar sobre esse tal de Bitcoin.

Mais do que isso, é possível que você tenha ficado interessado em destinar parte do seu dinheiro para investir nele.

Afinal, você só ouviu falar bem e os números mostram como ganhos estratosféricos foram obtidos a partir dessa moeda digital.

Toda a beleza do Bitcoin está ligada ao fato de ele não existir fisicamente. Por isso é chamado de moeda digital.

Sua estrutura de rede, o Blockchain, permite que em questão de minutos Bitcoins sejam transferidos entre usuários e, melhor, de forma completamente anônima e com um alto nível de segurança. O que reduz drasticamente os custos de transação, principalmente em transferências internacionais. A Accenture, por exemplo, afirma que o uso de criptomoedas baseadas em blockchain pode gerar uma economia de US$ 8 a 12 bilhões anuais em infra-estrutura para os maiores bancos de investimento do mundo. Muita coisa.

O anonimato nas transações chamou a atenção do mercado negro e da deep web (o submundo da internet) anos atrás e, por isso, o Bitcoin teve seus primeiros anos com uma imagem negativa, sendo considerado algo que só hackers usariam (nota do editor: o usuário de Bitcoin deve se atentar, no entanto, que todas as transações, desde o início, são salvas no Blockchain. Ao revelar informações pessoais junto de um endereço de Bitcoin, a identificação do usuário pode ser possível).

Ao longo dos anos, o Blockchain, a tal rede, foi ganhando força e relevância e o Bitcoin, junto com outras moedas digitais (como Litecoin e Ethereum), ganhou relevância. Independência de governos e bancos (o valor investido não rende juros ou dividendos, como em aplicações de renda fixa ou ações, mas em compensação está seguro contra inflação), facilidade e segurança nas transações e forma de proteção contra crises foram aspectos que começaram a ser debatidos.

Como você pode esperar, isso fez com que muito mais gente começasse a se interessar pela moeda digital. E hoje quero falar sobre os efeitos disso.

O Bitcoin começa a ser considerado um tipo de investimento, apesar de para mim não ser um investimento como os que você conhece, mas sim um elemento mais especulativo (inclusive pelo fato de não render juros e dividendos). Nem por isso é algo ruim. Pelo contrário.

Conforme vai ganhando mais espaço e aderência mundialmente (há inclusive governos começando a adotar o Bitcoin como forma de pagamento regularizada, como é o caso do Japão), a atenção se volta para seu potencial de valorização.

Se olhamos para seu preço há exato um ano, é assustador. Naquela época, 1 Bitcoin valia cerca de 500 dólares ou 1700 reais. Hoje vemos algo completamente diferente: aproximadamente 2500 dólares ou 9500 reais. Note que os valores não são uma conversão exata. Como é negociado em várias plataformas, cada uma tem um preço diferente para o bitcoin. Na Coreia do Sul, por exemplo, o bitcoin, atualmente, custa cerca de US$ 1,000 a mais que nos EUA.

Até aí, tudo bem. Quem comprou 1 Bitcoin há um ano está felizão, vendo seu dinheiro se multiplicar por mais de 5 vezes.

Porém, muita atenção!

Eu penso que nada garante que isso vai continuar assim.

Vamos pensar no seguinte: ninguém sabe quanto vale o Bitcoin.

Como assim? Bom, constantemente ele supera seu maior valor histórico. Quando isso ocorre, ninguém sabe ao certo qual o novo patamar onde se pode chegar. O que existe são apenas especulações.

E essa é a graça toda do jogo. Como qualquer inovação, o futuro do Bitcoin é extremamente incerto. Se todos nós já soubéssemos seu valor justo ou o que vai acontecer com a moeda daqui seis meses, deixaria de ser uma inovação, por definição.

Ou seja, se você decide comprar Bitcoins para buscar a valorização, ótimo. Mas lembre-se que você está apostando em uma inovação e nem todas elas dão certo.

Por isso, a única coisa que eu te peço é um pouquinho de atenção. Se você compra Bitcoins, faça isso com a cabeça tranquila de que você pode perder tudo. Ou ganhar muito. É parte do jogo.

Mas evite se deixar levar pela manada, como no caso da semana passada. A moeda atingiu seu maior pico em 13.000 reais e geral saiu comprando. Dois dias depois, a inevitável correção: Bitcoin a menos de 10.000. Mais de 25 por cento de queda.

Nessas horas, o cara que comprou no pico se desespera, vende e perde grana.

E esse comportamento se repete, dia após dia, com todos os tipos de investimentos.

Mas você, que está aqui para montar uma mentalidade financeira forte já sabe: não tente acertar no curto prazo.

Se for para jogar, entre para jogar o jogo inteiro e não só para bater o pênalti. E se for pra comprar Bitcoins, leia sobre ele, se interesse, saiba seus riscos e potenciais. Tenha em mente de que é um tipo de moeda ao portador, de uma maneira parecida com as fotos que você tem em seu celular. É necessário fazer backup para não perdê-las para sempre e ter cuidado para que hackers não tenham acesso à sua carteira (leia mais sobre uso de bitcoin com segurança).

O valor potencial

Após nossa introdução e enfatizado seu caráter especulativo, vamos a alguns fatos que podem nos dar uma luz quanto ao valor potencial de um bitcoin.

Se a criptomoeda se tornar um meio de pagamento amplamente aceito (há quem aposte que, em 2030, será uma das seis mais usadas do mundo) e, mais que isso, continuar a ser vista como uma reserva para momentos de crise, rivalizando com metais como ouro e prata, é um tanto quanto consenso que seu valor está muito baixo. Não se deixe levar pelo valor de face acima de R$ 9.000,00 no momento. Não é isso que determinará o preço. No lugar disso, considere que há apenas 21 milhões de bitcoins que podem ser emitidos (“mineirados”), que há pouco mais de 16 milhões de bitcoins em circulação e que o valor total dos bitcoins hoje soma menos de US$ 40 bilhões. Para uma moeda digital, é pouco.

A título de comparação, se juntarmos todos os bitcoins do mundo ao preço atual, não dá para comprar sequer uma empresa como o Paypal, a líder de pagamentos online, que vale US$ 65 bilhões hoje. Uma Apple então nem se fala. A fabricante dos iPhones vale incríveis US$ 810 bilhões, mais de 20 vezes o valor somado dos bitcoins.

Ou seja, para uma moeda, ainda mais uma de alcance mundial, o Bitcoin ainda vale muito pouco. Tanto que o Saxo Bank considera que o preço unitário da moeda pode passar dos US$ 100 mil em 10 anos. E ainda pode ser uma estimativa conservadora. Quem lê em inglês pode ver essas previsões, onde o preço potencial fica acima de US$ 1 milhão.

Como também estudamos e investimos em criptomoedas, cabe, no entanto, algumas ressalvas. No momento, podemos vislumbrar alguns fatores que podem fazer com que o Bitcoin possa ser menos utilizado em alguns anos, perdendo valor potencial:

  • o primeiro é o limite de transações por segundo. Pelo próprio desenho da rede, o Bitcoin suporta, atualmente, cerca de 300 mil transações por dia, algo que já está perto do limite. Para título de comparação, a Visa processa cerca de 2 mil transações por segundo (fonte em inglês).
  • o segundo é que a criptografia utilizada, embora bastante robusta para os padrões atuais, é relativamente fácil de ser quebrada pelos computadores quânticos que começam a surgir, o que pode levar a problemas de confiabilidade.
  • o terceiro, e até mesmo em decorrência dos dois primeiros, é o risco do Bitcoin ser suplantado por outra criptomoeda. No momento, a Ethereum tem crescido até mais rapidamente que o Bitcoin, e já ultrapassa metade do valor de mercado da primeira. Com uma tecnologia de Blockchain mais robusta, que permite melhor integração e desenvolvimento de aplicativos que suportam carregamento de informações, a nova criptomoeda tem ganho adeptos do peso da Intel, Microsoft, Accenture e JP Morgan e, no momento, revela-se a grande rival do bitcoin para tornar-se uma criptomoeda de padrão mundial.

 

Por fim

Para começar a entender bem sobre o bitcoin, seu potencial e seus riscos, é interessante assistir a este vídeo do Inversa Pub, uma discussão entre um dos grandes expoentes e entusiastas de Bitcoin no Brasil, o economista Fernando Ulrich, e o também economista Ricardo Schweitzer, ex-analista da Empiricus:

Baseado no texto de Jean Carlos Weber Andrades


Saiba aqui algumas dicas para usar o Bitcoin com segurança.

A carteira digital é um sistema, um software onde são armazenadas chaves públicas e privadas. Elas permitem que o usuário envie e receba uma moeda digital. Para utilizar a moeda digital Bitcoin ou qualquer outra moeda digital é necessário ter uma carteira digital. Será com a carteira digital que o usuário poderá checar o seu saldo, enviar e receber fundos, além de realizar operações financeiras. Assim como você protege sua carteira em dinheiro fazendo com que fique pouco dinheiro em espécie, o mesmo deve ocorrer para a carteira digital, deixar pouca quantidade de Bitcoin armazenado em seu computador ou outro aparelho digital.

Nossa dica é usar o Electrum, que armazenará sua carteira como um arquivo em seu computador, mas permitindo fazer cópias. Caso você tenha uma grande quantia, o uso de uma carteira em hardware, como Ledger Nano S ou Trezor são recomendados.

Para você entender como funciona, o sistema Bitcoin (assim como a maioria das outras moedas digitais, como Ethereum), funciona com base em criptografia, onde há uma chave pública (o seu endereço, que você divulga para receber pagamentos) e uma privada, que é como se fosse a chave do seu cofre, e que deve ser mantida com a máxima segurança.

Se você perder ou “esquecer” a chave privada (a chave do cofre), você nem ninguém mais conseguirá ter acesso aos seus fundos. Se alguém conseguir ter acesso a ela, esta pessoa poderá roubar seus fundos. Portanto, mantenha tudo sob a máxima segurança.

Sempre faça backup de sua carteira

Copie sempre os dados de sua carteira em um disco externo, com o backup ficará protegido de alguma falha no sistema ou humana. Ao salvar os dados é possível recuperar seu wallet, em caso de ter seu celular ou computador roubado. Uma boa prática é criptografar os backups, para caso ocorra de ser infectado por algum software malicioso. Use diferentes armazenamentos como pendrives, documentos ou mídias. Também vale guardar sua senha e frase de recuperação em documentos em papel, mantidos fora dos computadores.

Isso vale inclusive para carteiras em hardware, como Ledger e Trezor.

Faça do backup um costume

É necessário sempre salvar os dados da sua carteira e organizar os armazenamentos, sempre quando houver alguma mudança de endereços de Bitcoin. Verifique se todos os endereços criados estão inclusos no armazenamento.

Escolha uma senha forte

Faça uso de senhas que contenham letras maiúsculas e minúsculas, números e símbolos (ex.: kstGvWz20AE_AF00&), também pode ser usado senha de várias palavras, podendo ser em outros idiomas, porém, não esqueça dos caracteres. Senhas simples demais podem ser vulneráveis de serem descobertas. É necessário que sua senha tenha no mínimo de 12 a 16 caracteres. Lembrando que existem programas criados especificamente para criar senha. É importante que a senha seja difícil. É fundamental que anote sua senha em um local seguro, caso venha esquecer a sequência, seu saldo será perdido permanentemente. Existe limite para recuperação de senha com Bitcoin, sendo diferente dos bancos.

Atualize sempre o seu software

Atualizar o software Bitcoin possibilitará receber as correções estáveis, as atualizações são importantes pelo fato de prevenir alguns problemas, também irá incluir novas funcionalidades que ajudaram em manter a carteira protegida.

Gisele Alves de Brito


Confira aqui uma lista com os melhores sites para comprar Bitcoin no Brasil.

Com o avanço das tecnologias surgiram os comércios eletrônicos fazendo a diferença no relacionamento de compradores e vendedores, isso é possível graças as moedas digitais, como é o caso do bitcoin, que é uma criptomoeda gerada pela internet através de um processo que podemos denominar “mineração”.

O bitcoin funciona como uma moeda virtual, a diferença é que não ocorrem intermediações de bancos ou autarquias financeiras, é um sistema aberto, não possui um dono. Mesmo que o bitcoin seja associado a uma moeda digital, seu valor é real, podendo ser convertido em valores reais. Podendo ser usado como investimento ou pagamentos de produtos e serviços. O Bitcoin já é aceito por milhares de lojas no mundo, segundo uma pesquisa da BitPay, a porcentagem de comerciantes que aceitam a moeda virtual aumentou significativamente nos últimos anos, podendo destacar que as transações feitas com bitcoin tiveram um grande avanço.

Caso queira investir em bitcoins no Brasil, conheça as exchanges mais conhecidas para realizar essa transação. Podemos definir Exchanges como sites onde os usuários se cadastram para a venda e compra de bitcoins, na maioria delas é necessário preencher um cadastro e ao finalizar e emitir documentos, alguns não são necessários a emissão de documentos, principalmente as de fora do Brasil. Sendo assim, conheça quais são as exchanges brasileiras que trabalham com essa transação:

1 –Mercado Bitcoin – A empresa de moedas digitais foi criada em 2011,é uma das primeiras exchanges, possui grande visualização na mídia brasileira e internacional, no ano de 2015 superou a marca de 35 milhões de reais negociados.

2 – FOXBIT – Fundada em 2014,a FOXBIT é uma bolsa de bitcoins, possui mais de 10 mil clientes e nós últimos 18 meses movimentou mais de 90 milhões de reais em transações de bitcoins, é referência na plataforma de bitcoins e blockchain no país.

3- Bitcointoyou – Fundada em 2010, a Bitcointoyou começou a trabalhar com a transação de bitcoins em 2013, a empresa destaca como credenciais segurança e agilidade.

Essas plataformas são os mais populares, porém, existem outros sites que realizam essas transações de compra e venda de bitcoins, principalmente no Brasil. Existe hoje ferramentas online que facilitam na compra de bitcoins, ranqueando os sites com Bitcoins mais barato.

Gisele Alves de Brito


Saiba aqui o que é e como comprar Ethereum.

Depois dos cyberataques ransomware, em que os hackers sequestram os dados dos equipamentos e devolvem apenas mediante pagamento, o valor das criptomoedas foi às alturas.

O Bitcoin foi a moeda preferida e escolhida pelos hackers para liberar o acesso aos dados roubados da pessoa que sofreu este atentado.

Para se ter uma ideia, hoje o valor de 1 bitcoin está variando entre R$ 9.000,00 e R$ 9.400,00. Será que deu para entender o motivo dos hackers começarem os ataques?

Neste artigo vamos falar sobre uma outra moeda digital, o Ethereum. E que como consequência desta nova tendência, está com os valores cada vez mais altos. Continue lendo este texto e entenda o que é este “concorrente” do Bitcoin.

Ether é a moeda do Ethereum

O Ethereum é basicamente uma plataforma open-source que usa de recursos de computação distribuída que faz uso de blockchain e executa contratos inteligentes.

O blockchain é uma espécie de livro-razão de forma estruturada que registra todas as entradas financeiras ou registros de transações em Bitcoins. E estas transações são assindadas digitalmente (criptografadas), na qual garante a autenticidade e evita a adulteração das mesmas.

É definido também como um computador de escala global e com proteções contra censura, que dá o poder aos seus usuários de usar a plataforma de um forma segura e totalmente distribuída em suas aplicações.

O Ether é a moeda que circula na rede Ethereum e são utilizados como forma de pagamento por usar os recursos dessa rede e também por intermédio das transações que ocorrem na plataforma.

Ethereum x Bitcoin

Para que você entenda o poder e a diferença do Ethereum e o Bitcoin, vamos por analogia. Imagine que o Bitcoin é uma calculadora que é usada no Blockchain e o Ethereum seria um smartphone que qualquer pessoa pode criar e escrever códigos para que se transformem em aplicativos e o detalhe é que um desses aplicativos seria uma calculadora.

Para você ter a real noção do que é o Ethereum, ele usa o blockchain em um nível muito além do que o Bitcoin utiliza atualmente.

A tendência é que em um futuro bem próximo, o blockchain será uma revolução tão grande quanto a internet foi e um dos projetos que está mais a frente em relação ao blockchain é o Ethereum.

Como comprar a moeda do Ethereum?

Ainda não existe corretoras para que seja comprado Ether aqui no Brasil. É possível que este texto possa ficar ultrapassado em pouco tempo e acredito que irá, porque a evolução do Ethereum está em uma crescente que logo já haverá outras formas de aquisição.

Para que seja entendido, embora ainda não tenha uma corretora no país, não é ilegal comprar Ether. É possível comprar qualquer moeda, desde que se declare o Imposto de Renda da compra.

Para comprar Ether, você terá que comprar Bitcoins e converter os Bitcoins em Ether.

Os passos para isso são: primeiro criar uma carteira de forma segura do Ether, depois comprar os Bitcoins em reais e por fim converter os Bitcoins em Ether.

O site que é recomendado para que seja criado a carteira Ether é o https://www.myetherwallet.com/. No entanto, antes de começar suas transações, faça um estudo sobre esta nova plataforma e veja os passos corretos para a criação e como proceder.

Depois de criar a carteira, você poderá trocar seus Bitcoins e para isso você terá que buscar as casas de câmbio que trabalham com criptomoedas e fazer a transação. Como as criptomoedas não tem regulação de instituições financeiras, existe sempre um risco, portanto, pesquise muito bem antes de começar a trabalhar com estes modelos de transações.

Gostou deste artigo? Compartilhe para outras pessoas que possam se interessar por este assunto que está em uma crescente.

Quer conhecer um pouco mais sobre a Ethereum? Então confira o vídeo abaixo e confira mais detalhes.

Marcio Ferraz


Entenda aqui o que é e como funciona as criptomoedas.

Uma revolução virtual que foi criada para abalar o mercado financeiro a nível mundial. Neste artigo vamos abordar um assunto que está abalando diversos mercados e já está sendo considerada como a mais nova tendência mundial e que pode definir o futuro da comercialização de produtos, serviços e investimentos.

Qual é a origem da criptomoeda?

Este modelo de moeda foi criada no ano de 2009, por um programador, cuja identidade é desconhecida, porém, é identificado por Satoshi Nakamoto, criador da chamada “moeda virtual bitcoin”.

Existem muitas especulações sobre o criador da moeda virtual, porém, ainda há muitas incertezas em relação a sua real identidade. Vários repórteres investigativos buscam informações sobre quem é o criador, entrentanto, ele foi o responsável por este boom no mercado mundial.

A primeira moeda virtual se popularizou e hoje já é chamada como a moeda do futuro, dinheiro da internet e dinheiro virtual. Independente da nomenclatura, a sua popularidade aumentou ao redor do mundo devido aos benefícios e diferenciais que ela possuí em relação as moedas tradicionais.

Quais são os benefícios da moeda virtual?

O dinheiro da internet, como é conhecido, já é muito utilizado para comprar diversos produtos e vendê-los com taxas menores e com muito mais rapidez.

Por ser uma moeda descentralizada, ou seja, não há o controle de nenhuma instituição financeira para que haja a circulação no mercado, o Bitcoin (moeda virtual) se transformou na primeira rede onde os próprios usuários controlam esse sistema financeiro.

Como funciona?

Para entender como funciona o processo de captação de moedas virtuais, ele é comparado ao sistema do ouro, ou seja, os bitcoins são mineirados.

Para mineirar alguns bitcoins é preciso ter um computador com bom desempenho, ter programas adequados instalados específicos para a captação de bitcoins e estar integrado à uma rede de computadores.

A estratégia é que quanto mais difícil for para conseguir um bitcoin, mais valorizado esta moeda virtual será no mercado financeiro. Existem flutuações de mercado, por isso é importante entender que quanto maior for a procura pela criptomoeda, maior será sua cotação.

Para quem pretende adquirir esta moeda, deve acompanhar muito bem esta variação de mercado para que seja usada como forma de investimento e ganhos capitais.

Existe um dado que no ano de 2013 1 bitcoin estava variando entre 13 e 1000 dólares. Hoje o bitcoin estimado em reais está chegando na casa dos R$ 9.300,00.

Riscos do Bitcoin

Por ser uma moeda com muitas variações e coberta de incertezas sobre o futuro, é muito comum que estas variações sejam bem frequentes e também até abruptas.

Você deve estar atento em qual sistema que trabalha com Bitcoin e se possui a segurança contra hackers e invasores, já que está virando moda o pedido de resgate pelos hackers para desbloquear computadores e sequestro até de pessoas.

Comprar bitcoins

É possível comprar bitcoins das casas de câmbio de Bitcoin. As chamadas exchanges permitem fazer transferências bancárias e logo a compra dos bitcoins.

No Brasil as exchanges mais conhecidas são: Mercado Bitcoin e Foxibit.

Confira mais detalhes sobre as criptomoedas e como elas funcionam no vídeo abaixo:

Marcio Ferraz


Saiba aqui mais informações sobre o Bitcoin.

Já pensou em fazer compras online usando uma moeda específica para o meio digital? Embora pareça algo estranho ou fora da realidade, saiba que isso já é possível desde 2009, graças ao Bitcoin. Mas o que de fato ele é e por que tem sido uma alternativa de pagamento viável para muitas pessoas.

O que é Bitcoin?

O Bitcoin (BTC) é uma moeda virtual desenvolvida em 2009 por uma pessoa ainda desconhecida, sob o pseudônimo de “Satoshi Nakamoto”. Funciona como um meio de realizar transferências e pagamentos digitais, semelhante ao dinheiro que usamos em nosso dia a dia.

Entretanto, a diferença é que o Bitcoin não existe fisicamente e é uma moeda descentralizada, ou seja, não existe instituição responsável por sua administração, como ocorre no caso de bancos e instituições financeiras.

Como funciona seu uso?

Não é preciso dominar termos técnicos para usar o Bitcoin. Porém, é necessário instalar em um computador e/ou dispositivo móvel um aplicativo de carteira de Bitcoin (“Bitcoin Wallet”), para poder fazer operações usando a moeda virtual.

Dessa forma, por meio do recurso, será possível receber e realizar pagamentos, como uma conta bancária. Nesse sentido, informações privadas e transações estarão protegidas por criptografia.

Vale a pena investir e usar Bitcoins?

Alguns e-commerces e sites já usam Bitcoins como forma de recebimento. Aliás, neste link é possível visualizar uma lista desses estabelecimentos.

Por outro lado, afirmar que vale a pena investir e usar a moeda é algo bastante relativo, pois se trata de uma unidade monetária muito recente, sem regulação e que passa por diversas flutuações de mercado. Aqui é possível visualizar a taxa de câmbio do Bitcoin em qualquer momento.

No entanto, pode-se dizer que é bastante fácil e prática de ser usada. Afinal, é livre de burocracias e impostos justamente por ser descentralizada.

Qual será o futuro da moeda virtual?

Ainda é cedo para dizer qual será o destino do Bitcoin, mas é possível apostar que ele tem trazido uma nova forma de se usar e investir dinheiro de maneira livre.

Além disso, é certo que com a expansão da internet, e-commerces e tecnologias, os conceitos de facilidade e praticidade têm sido dois grandes atrativos para grande parte dos consumidores. Por essa razão, talvez o Bitcoin possa vir a reinar e mais moedas semelhantes surgirão e alimentarão esse tipo de ideia.

Assim, o Bitcoin se mostra como uma alternativa interessante para quem deseja investir e usar dinheiro de maneira descomplicada. Mas, devido a alguns fatores, vale a pena pesquisar bastante e se inteirar sobre o seu uso, para não ter que lidar com surpresas.

O que acha do Bitcoin? É uma moeda interessante em sua opinião?

Camilla Silva


Caixa autorizou a utilização do FGTS para realização de empréstimos consignados como forma de garantia.

A Caixa Econômica Federal divulgou na terça-feira (4 de abril) que trabalhadores poderão realizar empréstimo consignado utilizando o Fundo de Garantia por Tempo de Serviço (FGTS). Nesse caso, as parcelas do valor obtido serão descontadas em folha de pagamento.

A liberação do FGTS para esse tipo de transação financeira já havia sido promulgada pelo congresso em julho ano passado (2016) através de uma lei. Porém, para que de fato fosse colocada em prática, faltava a regulamentação da Caixa.

Como funcionará o empréstimo com base no FGTS?

Caso algum empregado do setor privado opte por esse tipo de empréstimo, ele poderá oferecer até 10% do saldo do fundo como garantia. Além disso, o empregador também poderá assegurar até 100% do valor da multa de 40%, quando ocorrer demissão sem justa causa. Esse tipo de empréstimo só poderá ser solicitado em apenas um contrato por trabalhador.

Qual será o prazo para pagamento?

Nessa nova opção, o prazo para pagamento será de até 48 meses, com taxas de até 3,5% ao mês. O valor total a ser adquirido dependerá do quanto o solicitante possui depositado em conta do FGTS. Em caso de não haver mais vínculo empregatício, esse saldo poderá inclusive ser retido pelo banco, para que a dívida seja paga. Se o valor retido for menor do que o total emprestado, o restante ficará à disposição do trabalhador, para que ele possa sacá-lo.

Essa nova modalidade de empréstimo é uma boa opção?

A alternativa de empréstimo tem dividido opiniões. Alguns especialistas acreditam que ela poderá prejudicar os trabalhadores em caso de desligamento da empresa. Afinal, eles não poderão ter acesso ao valor total do FGTS, principalmente da multa de 40% sobre esse montante, que é depositada em casos de demissão sem justa causa. Também acreditam que isso possa estimular criação de dívidas em um momento de crise como o atual.

Por outro lado, o governo acredita que isso poderá trazer uma nova possibilidade de empréstimo para os trabalhadores. Também seria uma forma de obter dinheiro a juros menores, se comparados aos que são atualmente oferecidos pelos bancos ou instituições financeiras em geral. No Brasil, a taxa média de juros para transações, como uso de cheque especial e cartão de crédito, é acima de 300% ao ano. Dessa forma, é um valor bastante alto.

Por Camilla Silva

Dinheiro


Saiba quais investimentos do Tesouro Direto podem combinar com você.

Todas as pessoas que tem algum dinheiro guardado, geralmente ficam na dúvida sobre qual investimento aplicar a grana. Poupança? Fundos de Renda Fixa? Ações? São muitas dúvidas e pouca rentabilidade do dinheiro quando são aplicados em alguns desses investimentos.

O que a maioria das pessoas não sabe é que um dos sistemas que mais faz o dinheiro render é o investimento nos Títulos do Tesouro Direto do governo federal, que gera uma boa rentabilidade e tem um risco relativamente baixo. Esse investimento nada mais é que uma venda de títulos públicos que tem uma renda fixa para pessoas físicas, ou seja, é uma espécie de empréstimo feito ao governo que tem como objetivo da captação de recursos públicos para o financiamento da enorme dívida pública. Em troca disso, a pessoa recebe todos os rendimentos que podem variar de acordo com o título escolhido, mas para isso é necessário um cadastro simples em uma corretora.

A escolha do título vai de acordo com a necessidade financeira de cada pessoa, podendo variar muito. Para quem deseja ter rendimentos de forma mais periódica, o ideal é comprar títulos que pagam cupom, ou seja, títulos NTN-F e NTN-B que tem pagamento semestral.

Outra dica bacana são para aqueles que querem aumentar de forma exponencial os seus rendimentos. Eles devem ficar de olho na taxa Selic e comprar os títulos LTF que variam de acordo com essa taxa, com baixo risco de perda.

Mais uma dica ótima dica é se a pessoa deseja fazer um investimento a longo prazo o ideal é investir em títulos com a rentabilidade mais alta, mas que vão dar um retorno daqui alguns anos. Esse tipo de investimento é ideal para jovens que desejam uma aposentadoria um pouco mais gorda e uma tranquilidade a mais na vida.

Independente da escolha, a forma de como aplicar o dinheiro vai depender muito da necessidade imediata de cada pessoa. Se você tem um dinheirinho extra guardado na conta e deseja uma rentabilidade segura e alta, não deixe de investir nos títulos de tesouro direto do governo federal.

Boa sorte na escolha.

Por Rodrigo Souza de Jesus

Tesouro Direto


Entenda como o processo inflacionário funciona.

É comum ouvirmos falar do impacto da inflação nos preços de nossos serviços e produtos, mas é incomum que saibamos a origem dessa relação.

Quando se trata de abordar o cenário econômico de uma região ou país, a palavra “inflação” é sempre citada como um fator negativo, que inibe o poder de compra dos consumidores e dispara os preços da mercadoria, desvalorizando a moeda local e tornando assim a vida do trabalhador mais complicado, já que o salário dele não é reajustado de acordo com os índices de subida de inflação. Claro que parece muito mais simples apenas realizar esse ajuste, mas isso exigiria movimentação monetária tamanha. A pergunta aqui é: o que causa a subida da inflação? Quais são os fatores que desvalorizam nosso dinheiro e nos fazem comprar menos que ontem com a mesma quantidade de dinheiro?

Um aumento da emissão de papel-moeda realizada pelo Governo, seja para realizar a cobertura de gastos do Estado ou por qualquer outra razão, é uma causa de aumento de inflação. Nesse caso, existe maior volume de moeda em circulação, mas não acontece nenhum aumento de riqueza ou de produção, assim é exigida uma maior quantidade de dinheiro para consumir a mesma quantidade de produtos.

Outra causa de inflação é a demanda por produtos, isto é, quando o consumo aumenta de tal forma que se torna maior que a capacidade de produção da região. Acontece da seguinte forma: o consumidor tem poder de compra muito maior do que há disponível para vender, portanto aumentam-se os preços para que se compre a quantidade que há disponível.

A inflação também pode acontecer quando o custo da produção sobe muito, causando o mesmo efeito de desequilíbrio, porque é necessário elevar o preço dos produtos para que compense o processo produtivo.

Quanto menor o índice de inflação, maior é a estabilidade da moeda, portanto, se a inflação está medida em zero, entende-se que existe equilíbrio estabelecendo o valor da moeda, fazendo com que os preços não flutuem de maneira drástica, afetando a vida de milhões de trabalhadores.

Por Carolina B.

Inflação


A inflação é um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo.

O processo de inflação influencia diretamente em nossas vidas. Embora seja um conceito vago para muitos de nós, é sumamente importante que tenhamos a compreensão do que ele simboliza e qual é o impacto desse fenômeno em nossas finanças.

A palavra inflação é muito usada por especialistas em políticas, economistas, jornalistas e outras pessoas envolvidas em áreas parlamentares principalmente, mas a verdade é que não é nenhum bicho de sete cabeças entender do que se trata.

O processo inflacionário, a inflação é simplesmente um conceito econômico que aplica o aumento generalizado e persistente do preço de determinados produtos de uma região ou país por determinado período de tempo. Por exemplo, se uma determinada cesta de produtos, em janeiro, custa 50 reais e no mês seguinte, em fevereiro, a mesmíssima cesta passa a custar 100 reais, significa que existe uma inflação de 50% no mês. Esse aumento do valor também caracteriza a perda de poder aquisitivo, porque você vai consumir a mesmíssima cesta de produtos pelo custo de mais dinheiro, ou seja, o poder de compra do dinheiro diminui e ele passa a valer menos. Isso caracteriza uma desvalorização da moeda. Seguindo essa lógica, quando a inflação está baixa ou iguala a zero, os preços estabilizam-se, não ocorrendo mais o aumento no custo dos produtos e serviços.

Dos anos 1994 em diante, com a implantação do Plano Real, o processo inflacionário foi controlado. Desde os anos 80, diversos planos não obtiveram sucesso nesse objetivo, visto que a economia brasileira ficou em choque por conta do crescimento elevado da inflação antes do Plano Real. Em 2008, por exemplo, o índice de inflação registrado pelo IPCA no Brasil foi de 5,9%.

A inflação pode ter algumas causas, entre elas, a demanda, os custos e a monetária. Na demanda, o consumo de produtos aumenta e se torna maior do que a capacidade produtiva da região, causando o desequilíbrio. No caso da inflação de custos, a matéria-prima, a mão-de-obra ou as máquinas de produção tornam-se de alguma forma mais caras, tornando a produção do produto mais cara. Já na inflação monetária ocorre uma emissão de dinheiro em grande volume por parte do governo.

Por Carolina B.

Inflação


Conheça aqui o Aplicativo da Caixa para consultar o saldo do FGTS no celular/tablet.

Todos as pessoas que tenham conta no Fundo de Garantia, inativo desde 31 de Dezembro de 2015, poderão retirar o saldo dessas contas, depois do dia 13 de Março. O conhecido Saque do FGTS Inativo foi um projeto gerado pelo presidente da República Michel Temer para estimular a economia, que satisfez muitas pessoas com saldo retido na conta do FGTS. No entanto, é imprescindível saber se a pessoa tem realmente saldo inativo e a melhor e mais eficaz maneira de ver o saldo do fundo é pelo aplicativo FGTS da Caixa.

Aplicativo FGTS Caixa

O aplicativo viabiliza a consulta do Fundo de Garantia, a Caixa Econômica Federal disponibiliza gratuitamente para os 3 melhores sistemas de dispositivos móveis: Android, Windows Phone e iOS. Lembrando que o aplicativo oficial do FGTS é o fornecido pela Caixa Econômica Federal.

Veja abaixo um passo-a-passo de como conseguir o aplicativo:

1º Passo – Baixar o Aplicativo FGTS

A pessoa pode baixar o aplicativo gratuitamente pelo celular, na loja de aplicativos. Ao realizar o download, tenha certeza que é o aplicativo fornecido pela Caixa Econômica Federal.

Além de verificar o saldo do Fundo de Garantia, a pessoa pode ainda verificar o local de saque mais perto, como Caixa Eletrônico, Agências da Caixa e lotéricas.

2º Passo – Aceite os Termos de Contrato

Logo depois de realizar o download e instalar, abra o aplicativo que estará na tela do seu celular. Sendo a primeira vez que é utilizado, poderá ser pedido que Aceite dos Termos de Contrato. É importante ler as cláusulas antes de aceitar os termos.

3º Passo – Informar seu número do NIS

Ao aceitar os termos do contrato, selecione a opção “primeiro acesso”. Para utilizar o aplicativo pela primeira vez, será preciso informar o número do NIS e a senha da internet – caso não tenha, pode ser registrada pelo portal do Cidadão Caixa, no link https://servicossociais.caixa.gov.br/.

4º Passo – Atualizar o seu endereço

Depois de informar os dados do NIS e da senha da internet, será exigido que informe seu endereço residencial pelo aplicativo. A Caixa utiliza seu endereço para enviar o saldo anual do seu Fundo de Garantia.

5º Passo – Conferir o Saldo do FGTS

Somente clique em “Minhas Contas” e poderá ver o saldo de todas as suas contas de FGTS, cada empresa em que foi trabalhador cria uma nova conta do fundo de garantia. Caso uma dessas contas apresenta-se inativa desde Dezembro de 2015, é permitido sacar o saldo.

Lucineia Fatima Campos


Confira as principais informações sobre o saque das contas inativas do FGTS.

Você está com dúvidas sobre o FGTS?

Leia este artigo e saiba tudo o que envolve o FGTS, inclusive o FGTS de contas inativas.

O que significa FGTS, o que ele é?

FGTS significa Fundo Garantidor por Tempo de Serviço. Como o próprio nome diz ele é um fundo criado para garantir ao trabalhador de carteira registrada um auxílio financeiro em casos de demissão sem justa causa.

Para que o trabalhador nesses casos tenha esse direito, os empregadores mensalmente devem fazer depósitos em contas abertas nos nomes de seus funcionários, correspondendo a 8% do salário registrado na carteira.

E o que é Conta Inativa do FGTS?

Quando o funcionário que possui a carteira de trabalho assinada é demitido por justa causa ou pedi demissão, ele não possui o direito do FGTS. Dessa forma, esse dinheiro fica “parado” em sua conta que passa a ficar “inativa”, pois não recebe mais depósitos. Contudo esse saldo pertence ao trabalhador dono da conta e quando ele se aposenta tem o direito de sacá-lo.

Mas como saber quem tem algum saldo de FGTS inativo?

Terão direito a esse saldo, cidadãos que tenham trabalhado com carteira de trabalho devidamente assinada e que tenham pedido demissão ou foram demitidos com justa causa até o período de 31 de dezembro do ano de 2015, ou ainda, que estejam há mais de três anos sem registro em carteira.

Para quem tem esse direito, quando o saque poderá ser feito?

A Caixa Econômica Federal para organizar e otimizar o processo de pagamentos desenvolveu um calendário que organiza os vencimentos considerando a data de nascimento dos mesmos. Os saques serão liberados a partir do dia 10 de março, para aqueles que nasceram nos meses de janeiro, fevereiro e março. Já os outros recebem de acordo com essa sequência.

Quando chegar a data para o saque, onde e que documentos levar?

Na data determinada pelo calendário, o beneficiado pode procurar agências da Caixa, casas lotéricas ou postos de autoatendimento. Os documentos necessários são: documento com foto, carteira de trabalho e cartão cidadão.

Como fazer para obter informações pelo Celular?

Para acompanhar o andamento do FGTS, como valores atuais e juros, é preciso baixar em aparelhos smartphone o aplicativo da Caixa. Acesse www.caixa.gov.br/atendimento/aplicativos/fgts/Paginas/default.aspx#como-acessar.

Como atualizar seu endereço?

Caso ocorra alguma modificação em seu cadastro pessoal ou endereço, acesse a página https://servicossociais.caixa.gov.br/internet.do?segmento=CIDADAO01&produto=FGTS, preencha os campos vazios com o número do NIS ( PIS/PASEP) informe a senha do cartão cidadão.

Em casos de dúvidas acesse www.caixa.gov.br/contasinativas.

Por Sirlene Montes

FGTS


Governo divulgou o calendário dos saques das contas inativas do FGTS. Confira.

O governo já divulgou nesta terça-feira, dia 14 do mês de fevereiro, as datas em que os trabalhadores poderão realizar seus saques em suas contas inativadas do FGTS. A estratégia de pagamento realizada pelo governo foi disponibilizar o valor monetário no mês de aniversário.

No próximo mês, março, a partir do dia 10, terão direito a receberem todos aqueles nascidos em janeiro ou fevereiro.

Já aqueles que nasceram nos outros três próximos meses, como junho, julho e agosto, poderão sacar os valores ainda no dia 12 do mês de maio.

Os que fazem aniversários nos seguintes meses: junho, julho e agosto, estão aptos a retirar a quantia monetária, já a parir do dia 12 do mês de maio.

Aqueles que fazem aniversário nos meses de outubro, novembro e dezembro, vão poder sacar os valores do dia 16 do mês de junho a diante.

E, por fim, aqueles que nasceram em dezembro podem sacar a partir do dia 14 do mês de julho.

Segundo as estimativas do governo, são aproximadamente R$ 45 bilhões que estão estagnados nessas contas. Dessa forma, o governo está calculando que, desse montante, quase R$ 35 bilhões vão ser retirados das contas pelos trabalhadores.

Os trabalhadores vão poder consultar os seus saldos, por meio do aplicativo da Caixa Econômica ou mesmo, através de outro aplicativo, o do FGTS. Ambos podem ser baixados por aparelhos Android ou iOS e será exigida do trabalhador a realização de um cadastro.

Segundo estimativas e especulações, a grande maioria dos trabalhadores vai sacar, no máximo, até cerca de R$500,00. Uma parcela mediana tem para receber quase R$2.000,00 e uma pequena parcela pode receber a partir de tal quantia.

Até pouco tempo atrás, podiam ter acesso ao FGTS depositado em uma conta inativa apenas quem estivesse desempregado. E não é só isso, a exigência era que fosse no mínimo 3 anos sem carteira assinada.

Os saques poderão ser realizados todos de uma vez. Isto é, não haverá parcelamento da dívida. Apenas se o trabalhador receber mais de R$3.000,00 é que haverá de ter algum parcelamento.

Aqueles que por algum motivo, tiverem mais de uma conta inativa, terão acesso ao recebimento vindo de todas as contas.

Por Sirlene Montes

Saque do FGTS


Saiba aqui como funciona e como investir no Tesouro Direto.

O Tesouro Direto, é um meio elaborado pelo Tesouro Nacional pra que o cidadão consiga adquirir Títulos Públicos pela Internet com ou sem o assessoria de um profissional. O investidor entrega um determinado valor ao governo, que o gratifica pelo empréstimo. É permitido aplicar a partir de R$ 30,00.

Títulos públicos são uma ótima opção de aplicação em renda fixa, utilizados para angariar recursos para saldar a dívida pública e custear ações do Governo Federal.

Segue um passo-a-passo para quem deseja começar a investir no Tesouro Direto e não tem noção de como fazê-lo.

Passo1 – Registre-se numa Instituição Financeira

O seu banco pode aplicar o seu dinheiro, mas vai lhe cobrar altos valores. As mínimas taxas ou sem cobrança de taxas, estão em Instituições financeiras direcionadas aos investimentos, denominadas também como corretoras de valores ou agentes de custódia.

O investidor localiza todas as instituições com habilitação para investir no Tesouro Nacional e as taxas cobradas para aplicar o seu dinheiro neste site http://www3.tesouro.gov.br/.

Após definir, o investidor deve realizar o cadastro pelo site da corretora escolhida, encaminhar a documentação solicitada e esperar a aprovação do cadastro, para conseguir ter acesso ao home broker da instituição e assim estar apto a comprar e vender títulos públicos.

Passo 2 – Conhecer o Títulos

Os Títulos do Tesouro Direto são:

  • Tesouro SELIC – O investidor recebe conforme a alteração da Taxa Selic. O título mais recomendado para quem pretende ter a disponibilidade de retirar o valor aplicado a qualquer momento.
  • Tesouro Prefixado – O Investidor sabe precisamente qual será os rendimentos no momento do resgate.
  • Tesouro IPCA+ – Recebe de acordo com a alteração da Inflação mais uma taxa prefixada.

Os investimentos podem ser a curto, médio e longo prazo.

No programa de negociação online existe uma lista de vários títulos públicos disponíveis, cada qual com a sua forma de rendimento.

Passo 3 – Risco dos Títulos

Verifique quais títulos estão com disponibilidade para compra naquele instante e defina aquele que melhor se enquadre com seu propósito, prazo de investimento e perfil de risco.

É de suma importância conhecer os riscos dos títulos. Ao passo que títulos pós-fixados, como o Tesouro Selic, não apresentam riscos de perdas ao serem negociados antes do vencimento, os títulos que apresentam taxa prefixada, como o Tesouro IPCA+ e o Tesouro Prefixado, podem apresentar grandes prejuízos se forem negociados antes do prazo.

Passo 4 – Compra do Título

Após definir um dos títulos o investidor pode escolher pela aquisição tradicional ou a programada. A quantia mínima para aquisição é 1% do título, mas precisa considerar o valor mínimo de aplicação que é de R$ 30,00.

Passo 5 – Após a Confirmação da Compra

Depois de confirmada a compra, o Tesouro Direto comunicará a data limite na qual o dinheiro deve ser colocado na conta da corretora. O investidor precisará se comunicar com a Instituição Financeira para solicitar os dados bancários no qual deverá realizar o depósito.

Lucineia Fatima Campos


Reajuste do novo salário mínimo foi de R$ 57,00, indo para R$ 937,00 em 2017.

Já é quase uma tradição para os brasileiros, quando ao fim do ano é anunciado o valor do salário mínimo do próximo ano. Muitos brasileiros temiam que esse reajuste não fosse feito, em razão da forte crise financeira que o Brasil enfrentou em 2016 e deve continuar enfrentando em 2017. Mas o janeiro valor do novo salário mínimo foi anunciado e a partir do dia 1º de janeiro, ele já é uma realidade.

Trabalhadores de todo o Brasil, que recebem salário mínimo, já estão trabalhando sob o novo valor do salário mínimo brasileiro. O reajuste foi anunciado oficialmente pelo presidente da República Michel Temer, na última semana do ano de 2016 e em seguida o valor foi publicado no “Diário Oficial da União”.

O salário mínimo brasileiro teve um reajuste de 6,5 % que significa em reais o valor de R$57,00. Dessa forma o valor total passa para R$937,00.

O valor anunciado surpreendeu muitos brasileiros, uma vez que no mês de agosto do ano passado, o próprio governo federal havia anunciado a previsão de que o valor do salário mínimo em 2017 seria R$945,80.

Porém, conforme um cálculo utilizado há mais de 20 anos, não foi possível que o reajuste alcançasse esse valor, ficando assim R$8,80 abaixo do anunciado em agosto. Aliás, há muitos anos isso não acontecia, pois, todos os anos passados, o valor do reajuste sempre foi maior que o valor da inflação, exceto no ano de 1997 quando o reajuste também não consegui superar.

O histórico dos salários mínimos brasileiros é bem positivo, pois em um período de 20 anos, os reajustes mantiveram uma crescendo, fazendo com que o salário partisse de R$ 200,00 até o valor atual de R$937,00.

De qualquer modo, embora o reajuste não tenha sido tão alto, ou simplesmente não tenha atingido o valor previsto em agosto, com certeza ele deve ajudar o trabalhador brasileiro, que vem enfrentando desde o ano passado uma forte crise econômica.

Além disso, todos os benefícios do Governo Federal também são reajustados, baseado no aumento do salário mínimo, o que também é um ponto positivo, uma vez que auxilia as pessoas e famílias de baixa renda.

Dessa forma, o salário mínimo vigente no Brasil é de R$937,00.

Por Sirlene Montes


Confira aqui algumas dicas de como ganhar uma renda extra no final do mês.

Se com a crise econômica no Brasil, suas dívidas aumentaram e você não está conseguindo pagar todas as suas contas em dia. Você procura realizar todos os meios de economia possíveis, gasta dinheiro apenas com as coisas essenciais, evita utilizar o cartão de crédito, começou a sair menos e mesmo assim o número de dívidas não diminui. Que tal aplicar as táticas para obter rendas extras?

Existem diversos sites e aplicativos que contribuem para as pessoas conquistarem uma renda extra no final do mês, o Uber e o Airbnb são dois exemplos. O aplicativo Uber foi criado em São Francisco – Califórnia, através dele os motoristas podem cadastrar seus automóveis para locomover os usuários que estão necessitando de um táxi. Já no Airbnb, os proprietários de residências podem realizar um cadastro no site ou aplicativo e alugar suas residências para diversas pessoas, hoje em dia apenas a página da Airbnb no Facebook tem mais de 3 milhões de curtidas.

A seguir estão mais sugestões sobre como obter renda extra no final do mês. Quem não gostaria de um dinheiro a mais na conta? Todos, não é mesmo? Então não perca essas dicas:

1. Aluguel de Imóvel:

Não é de hoje que existe a alternativa de aluguel de imóvel. Pessoas sempre alugaram o imóvel através de imobiliárias ou até mesmo boca a boca para obter renda extra.

Porém, com a criação da empresa Airbnb o aluguel ficou muito mais fácil, as pessoas conseguem alugar seu imóvel sem sair de casa, apenas com um computador ou celular e uma boa internet.

2. Transporte de Pessoas:

Antigamente as pessoas tinham que ficar em pontos específicos ou telefonar em um número para solicitar um táxi, agora não. Com o Uber a solicitação pode ser feitar através de um dispositivo móvel, apenas com o uso de uma boa internet.

Quando o dono do carro realiza o cadastro no Uber, seus dados criminais são puxados. Se o candidato tiver a ficha limpa é aceito, caso contrário não.

3. Ofereça o Trabalho através de um site de Freelancer:

Existem diversos sites para oferecer um trabalho, Workana, Guru, Upwork, entre outros. Os interessados devem realizar um cadastro no site e enviar propostas para os clientes.

Os cadastros geralmente são gratuitos, os sites apenas cobram um taxa sobre o projeto conquistado, sendo essa taxa de 10% em cima do valor cobrado pelo Freelancer.

4. Teste de Sites e Aplicativos:

Para as pessoas que tem noção de informática e como testar um aplicativo e um site, existe o site Testa Isso. O site agrupa companhias que realizam um pagamento para um cliente oculto que testar seus aplicativos ou sites.

Para se cadastrar, o candidato precisa apenas de um computador, boa internet, microfone, idade a partir de 16 anos e estar disponível para gravar a tela do computador. Para cada teste realizado é pago R$ 20,00.

Aline Aparecida Feitosa Dias


No mês de outubro o dólar registra uma perda de 5,61%.

Durante os últimos meses a supervalorização do dinheiro americano vem acarretando uma série de preocupações financeiras para os brasileiros. Frente à crise política e econômica instalada no País, muitos setores do mercado enfrentam dificuldades e por esse motivo os preços dos produtos aumentaram drasticamente. A grande maioria das pessoas está sofrendo com toda essa situação e a melhor maneira de contornar esse cenário é cortando gastos, ou seja, aplicar com urgência a redução de custos.

Para muitas pessoas que estavam esperando a baixa do dólar, em 9 de outubro de 2015 a moeda encerrou o dia com o seu valor reduzido para R$ 3,75. Esse foi o menor valor que o dólar chegou a ter nos últimos 40 dias, isto é, desde o dia 1º de setembro de 2015 e a queda foi de R$ 0,034 ou 0,9%. A cotação durante o dia variou entre R$ 3,77 (valor máximo) e R$ 3,72 (valor mínimo). Durante a semana que se passou a baixa do dólar acumulou uma perda de 4,87% e no mês a perda foi de 5,61%.

A justificativa para esse acontecimento foi que na última reunião do Fed, Federal Reserve – Banco Central Americano, a ata, publicada no dia 8 de outubro de 2015, trazia um sinal de que o ajuste monetário nos Estados Unidos ocorrerá num futuro longínquo.

A probabilidade de prorrogar o aumento do valor dos juros da maior economia do mundo é grande, pois assim evita a retirada de investimentos de países emergentes, como, por exemplo, o Brasil, do Tesouro Americano que é apontado como o mais estável e seguro.

Ainda, foi informado pelos componentes desse órgão que será fundamental aguardar quais serão os reflexos da desaceleração da China antes de decidir sobre o juros básicos dos EUA, que hoje em dia está entre 0% e 0,25% ao ano, até o momento o mais baixo da história. 

Por Paula Barretto Guerra

Dólar


Moeda norte-americana chegou à marca de R$ 3,9964 durante o dia 21 de setembro e encerrou o dia em R$ 3,9809.

Nesta segunda-feira (21/09) a moeda norte-americana subiu 0,57% e foi a R$ 3,9809 para venda, sendo esse o segundo maior valor em toda a história! O motivo do dólar chegar a quase R$ 4,00 é por causa da reação do mercado em relação ao cenário fiscal no País e tem ainda a questão dos Estados Unidos optarem por uma alta de juros o que iria atrair mais investidores.

Mesmo sem ter muito sucesso, o Banco Central continuou com os leilões e ofereceu até US$ 3 bilhões e com a certeza de recompra para tentar barrar a disparada da moeda americana.

Desde outubro de 2002 que não se via o dólar tão alto assim, pois no dia 10 daquele mês ele chegou a R$ 3,99.

No decorrer do dia 21, esta última segunda-feira, o dólar chegou a custar R$ 3,9964. Logo no início da manhã estava custando R$ 3,9773. No início da tarde caiu um pouco indo para R$ 3,9964. Quase no final da tarde estava a R$ 3,9975 e no final do dia ficou em R$ 3,9809.

O dólar turismo que custa mais caro, nas casas de câmbio estava sendo vendido quase que a R$ 4,50 já incluso o IOF.

No início de uma semana complicada para o Governo brasileiro, os investidores estão apostando no mercado americano que está melhorando e ainda poderá ter juros mais atrativos.

Nesta terça-feira (22) o dólar comercial continuou subindo e logo pela manhã já ultrapassava os R$ 4,00. Exatamente às 11h40 a moeda norte-americana estava valendo R$ 4,0462. É a primeira vez que o dólar ultrapassa o valor de R$ 4,00.

Os economistas estão apostando que o dólar vai ultrapassar os R$ 4,50 porque o País não consegue resolver a sua crise.

Brasileiros que precisam viajar para o exterior terão que adiar sua viagem, se for possível, para não ter um gasto muito acima do planejado.

A tendência para os próximos meses é que o dólar continue subindo, só não se sabe quanto ele estará valendo em dezembro, pois os mais pessimistas acreditam que chegará a R$ 4,50 já em dezembro e os mais otimistas acham que até o fim do ano a moeda vai chegar a R$ 4,20.

Por Russel

Dólar


Com a crise financeira do Brasil e a alta dos juros, a Renda Fixa está sendo o melhor investimento atualmente.

O brasileiro continua com o péssimo hábito de investir seu dinheiro na poupança. Apesar das vantagens oferecidas, os juros da poupança não conseguem nem mesmo manter o valor do dinheiro depositado e hoje, quem tem investido na poupança, na verdade está perdendo dinheiro.

O Copom – Comitê de Política Monetária, do Banco Central vai manter a mesma taxa básica de juros, a Selic, em 14,25% ao ano e, assim, com os juros mais altos é preciso fazer uma reavaliação para saber onde é melhor aplicar seu dinheiro.

E com juros altos, a melhor opção de investimento está sendo mesmo a Renda Fixa, mas atenção: colocar todo seu dinheiro em um só lugar é um grande erro.

Atualmente as pessoas estão muito interessadas em investir principalmente no dólar, que não para de subir, mas com os juros nas alturas, o melhor é não optar por um investimento de risco, a não ser que o investidor tenha muito dinheiro e poderá se manter com tranquilidade, caso seu investimento não dê o resultado esperado. Imagine que você pegue seu dinheiro, compre dólar e de repente o dólar começa a cair.
Se você investe em uma LCI que está pagando 97% do CDI em apenas 1 ano, já terá uma rentabilidade líquida de quase 14%.

Para fazer um bom investimento no dólar ou mesmo na Bolsa, seria preciso ter uma certeza muito grande de que conseguiria um rendimento maior que 14% no período de 1 ano, e ninguém pode lhe dar esta certeza.

Vale lembrar ainda que, com um rendimento de 13% ao ano, em um período de 6 anos o seu capital passa a ter o dobro do valor.

Um dos melhores investimentos no momento é o Tesouro Direto, justamente por causa da alta taxa de juros, mas o bom mesmo é diversificar suas aplicações, por exemplo, o Tesouro Selic pode ser um bom início para quem está começando agora, tem o Tesouro IPCA e o Prefixado, sendo que neste caso é importante o investidor saber quando vai precisar de dinheiro para optar pelos títulos que estarão vencendo justamente neste período.

Esqueça a poupança, pois ela está dando é prejuízo! Invista seu dinheiro na Renda Fixa, fazendo todos os cálculos e verá que o rendimento será bem melhor.

Por Russel

Investimentos


Alta nos juros bancários em operações de Pessoa Física bateu recorde da série registrada pelo Bacen.

A crise econômica parece ter se instalado confortavelmente e sem previsão de ir embora. O brasileiro já sente no bolso há alguns meses que chegou aquele momento em que o caminho mais seguro é "apertar os cintos". Para coroar esse momento de instabilidade, os juros bancários em operações de pessoa física continuam a subir e em julho bateram um recorde da série registrada pelo Banco Central

A elevação das taxas de juros para pessoas físicas tem a sua sétima alta consecutiva e o juro bancário subiu mais que a taxa básica, a taxa Selic – que é um índice que o Banco Central fixa a cada 45 dias, com o objetivo de tentar conter a inflação. 

A taxa de juros do rotativo do cartão de crédito também subiu em relação a junho – o crédito rotativo é aquele saldo que fica quando o cliente paga somente parte da fatura e o restante volta no próximo mês, recalculado. O crédito rotativo é o que forma a famosa 'bola de neve' e que muitas vezes acaba se transformando em inadimplência, uma vez que a fatura seguinte vem como se pagamento nenhum tivesse sido feito. Considera também crédito rotativo o saque na função crédito

A taxa de juros do cheque especial – outro vilão das finanças pessoais – subiu 5,6% de junho para julho. Compras parceladas com juros tiveram uma alta de 1,3 ponto percentual. A taxa de empréstimos subiu 1,1 ponto percentual e a taxa de juros para o empréstimo consignado subiu 0,50 ponto percentual. 

Com os bancos elevando suas taxas ao consumidor de maneira mais intensa, o consumidor deve organizar-se e frear um pouco o uso de limites de cheque especial, cartão de crédito e operações com juros. O índice de inadimplência teve um leve aumento de junho para julho, mas com os juros aumentando e se o consumidor não se conscientizar de que esse é o momento em que precisa controlar a sua vida financeira, a situação só tende a piorar. 

Por Elia Macedo

Juros bancários


Real desvalorizou 53% frente ao Dólar nos últimos 12 meses, atrás somente de moedas de Países como Rússia e Colômbia,

A desvalorização da moeda brasileira continua a assustar nas pesquisas. Somente nos últimos 12 meses foi de cerca de 53%, ficando atrás somente de dois países: Rússia e Colômbia. O estudo foi realizado pela TOV Corretora. O levantamento analisou um total de 27 moedas.

A queda da Rússia foi de 80,34% e da Colômbia de 59,42%. Do outro lado da análise estão moedas como o Euro, que desvalorizou somente 20,87% e a moeda de Hong Kong, que quase não sofreu desvalorização: somente 0,05%.

Juros altos nos EUA:

O estudo dá destaque para a sistematização da desaceleração da economia global e também para a expectativa do mundo frente a elevação dos juros nos Estados Unidos. A expectativa se dá, pois juros maiores atrairiam recursos que são atualmente aplicados em outros países como, por exemplo, o próprio Brasil. A alta de juros nos EUA motivaria a alta da valorização do dólar em relação a nossa moeda, o que seria altamente preocupante, já que a diferença atualmente já se encontra elevada.

Existe a tese de que alguns países emergentes seriam mais prejudicados com uma alta de juros dos EUA. Os cinco mais frágeis seriam África do Sul, Brasil, Índia Indonésia e Turquia, que enfrentariam um forte fluxo de saída de capital de seus cofres, podendo enfrentar sérias dificuldades.

A corretora analisa que se houver uma alta de juros ainda este ano nos EUA, a valorização do dólar seria uma consequência, e a economia global, que já anda a passos lentos, poderia sofrer uma queda ainda maior, levando inclusive os EUA a uma nova queda do PIB.

Medidas extremas na China:

Segundo o estudo, a China teve uma desvalorização de 4,01% no último período de 12 meses, ocupando a 26ª posição. O país inclusive teve espaço nos noticiários na última semana, pois usou a estratégia de desvalorizar sua moeda frente ao dólar, como forma de manter a sua competitividade no mercado internacional. Algumas estratégias utilizadas pelo país conseguiram fazer a moeda cair 4,5% no acumulado, entre terça e quinta-feira passadas (11 a 13/08).

Segundo a corretora, quando um país depende de suas exportações, acaba por ter riscos maiores, pois fica muito mais vulnerável à medida que a economia global mexe com seus saldos externos já em queda e as suas moedas sofrem desvalorização frente ao dólar.

Por Patrícia Generoso

Real e Dólar


Rentabilidade da poupança é menor que a inflação pelo 7º mês seguido, o que faz dela o pior investimento deste ano.

A poupança conseguiu pelo sétimo mês seguido render menos que a inflação e, com isso, amarga a marca do pior investimento neste ano de 2015.

A poupança sempre foi uma forma considerada pela população simples e segura para guardar o dinheiro e com isso garantir o futuro através dos juros e sem ter que pagar o Imposto de Renda, mas atualmente ela apresenta um rendimento de 6% ao ano mais a TR (Taxa Referencial), enquanto que a inflação em 12 meses tem acumulado uma alta que chegou a 8,89% somente no mês de junho e com isso temos uma população que a cada dia tem o seu poder de compra diminuindo significantemente.

Esses dados foram levantados pela consultoria Economatica e ela ressalta que esse tipo de cálculo de rendimento negativo é muito preocupante e não pode ser resolvido em um piscar de olhos, realizando simplesmente a subtração das porcentagens para chegar ao tão esperado resultado final.

A poupança, infelizmente, é considerada o pior investimento neste ano, pois o seu rendimento mensal, menos a inflação do período, é negativo desde o último mês de dezembro.

Em junho de 2015 ela teve uma perda de 0,11% e, com isso, manteve-se bem distante dos outros tipos de investimentos, onde podemos destacar que o Ouro chegou a ficar em 10,43%, o Dólar Ptax Venda na marca de 10,02%, o Ibovespa em -0,02%, o CDI em -0,23% e a Poupança somente registrou -2,26%.

A Poupança é um dos piores investimentos atualmente, ela conseguiu este ano uma diferença negativa quando se trata de depósitos e saques, pois realizada a retirada de R$ 6,261 bilhões a mais do que foi depositado no último mês de junho.

Quais os motivos levaram a toda essa retirada do dinheiro da poupança?

Podemos classificar que a população fez tudo isso diante dos seguintes fatos:

  • Aumento do desemprego;
  • Alta do endividamento;
  • Taxas de juros mais altas, direcionando para outros investimentos.

Agora devemos investir em outros meios como o CDB, os Fundos de Renda Fixa, as Letras de Crédito Imobiliário (LCI) e Letras de Crédito do Agronegócio (LCA), a Previdência Privada e o Tesouro Direto para garantir um futuro bem mais tranquilo.

Por Fernanda de Godoi

Poupança


Bancos cobram até 14,24% ao mês pela utilização do cheque especial. Santander foi o banco que apresentou a maior taxa de juros do País.

A Fundação Procon – SP divulgou na última quinta-feira, dia 6 de agosto, a informação que os bancos estão chegando a cobrar até 14,24% ao mês pelo serviço de crédito extra, ou mais popularmente conhecido cheque especial.

Essa pesquisa foi realizada no dia 03/08 coletando dados no Banco do Brasil, no Banco Bradesco, na Caixa Econômica Federal, no HSBC, no Banco Itaú, no Banco Safra e ainda no Banco Santander.

A taxa média do cheque especial é considerada para o período de 30 dias e entre os bancos pesquisados teve uma elevação para a marca de 11,67% ao mês para agosto, ou simplesmente 257,87% ao ano, bem maior que o valor de 11,49% do mês de julho.

Abaixo temos uma listagem do valor cobrado no cheque especial, para os seguintes bancos:

  • Santander apresenta a maior taxa de juros no país, passando de 13,74% para 14,24% ao mês no período, que significa um aumento real de 0,50 pontos percentuais;
  • HSBC conseguiu apresentar um valor de 13,21%, idêntico ao mês passado;
  • Itaú vem na sequência com um registro que passou de 11,29% para 11,63%, que representa um aumento real de exatamente 0,34 pontos percentuais;
  • Bradesco foi outro que realizou a alteração na sua taxa do cheque especial e passou de 11,26% para 11,30%, com um acréscimo de 0,04 pontos percentuais;
  • Banco do Brasil registrou uma taxa de 10,53%, mesmo valor cobrado no mês anterior;
  • Caixa Econômica Federal é a que apresenta as melhores condições, mas também teve uma alteração de 9,99% para 10,53%, que representa um acréscimo real de 0,36 pontos percentuais.

Já que temos a taxa cobrada pelo cheque especial não podemos esquecer-nos de mencionar a taxa para a realização do empréstimo pessoal, que é cobrada com base no período de 12 meses e com os seguintes valores:

  • Santander apresenta um valor de 7,99%;
  • Banco do Brasil que passou de 5,46% para 5,50%;
  • Caixa Econômica Federal registrou o menor valor de todos com a marca de 4,6%;
  • E ainda temos uma média geral que foi inalterada em justamente 6,23%.

Para cada uma dessas informações foram considerados os dados que se baseiam nas taxas máximas que são cobradas para clientes que não são preferenciais, mas que não apresentam um especifico tipo de canal para realizar a contratação do serviço.

Por Fernanda de Godoi

Juros do cheque especial


A queda foi de 2,3% na procura por crédito em junho, comparando com maio de 2015.

De acordo com o Serasa, o número de brasileiros em busca de crédito teve uma baixa de 2,3% no mês de junho, se comparado com o mês de maio e se a comparação for realizada com o mesmo mês, só que de 2014, houve uma alta de 10,1%.

Já para o acumulado do ano, de acordo ainda com o Serasa, houve um acréscimo, até o momento de 4,8%.

De acordo com vários economistas, inclusive da própria entidade, esta queda na busca por crédito já era esperada e um dos principais motivos foi o Dia das Mães, quando o mercado tem uma procura maior por crédito, para que os consumidores possam fazer suas compras, já no mês de junho, como não houve nenhuma data que alavancasse as vendas, a demanda por crédito não foi nenhuma surpresa.

Já a causa do aumento da procura por crédito há 1 ano atrás está ligada à realização da Copa do Mundo, em junho, quando também houve uma busca muito grande do consumidor por crédito.

E a queda na busca por crédito neste mês de junho, foi em todas as faixas de rendas, sendo mais intensa naquelas camadas de rendas que são mais baixas, onde a queda registrada chegou a 2,8% para quem tem uma renda mensal de até R$ 500,00.

Para quem tem renda entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 mensal, a queda foi de 2,5%. Para os consumidores que recebem de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 mensais, a queda registrada foi de 2,2%.  Consumidores com renda mensal entre R$ 2.000,00 a R$ 5.000,00 apresentou queda de 2,1%. E aqueles que possuem uma renda mensal entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00 a queda foi de 2,2%. Para quem recebe mais de R$ 10.000,00 mensal, a queda na busca por crédito registrada em junho foi de 1,9%.

Todas as regiões do Brasil registraram queda na demanda por crédito, sendo que a maior delas foi no Norte do país, onde a queda chegou a 3,3%. Na região Sudeste, a queda na busca por crédito foi de 3% e na região Centro-Oeste chegou a 2,3% que ficou um pouco acima da queda no Nordeste que foi de 2,1%.

Por Russel

Busca por crédito


Alguns fundos de investimentos foram os que mais renderam em junho. Já a poupança e Títulos Públicos com prazos mais longos foram considerados maus investimentos.

Quem está em busca de bons investimentos deve ficar atento às variações no cenário financeiro do país. Uma forma disso é acompanhar os melhores e piores investimentos dos meses anteriores.

Confira os dados coletados no mês de junho:

Os fundos que registraram maior alta no último mês de junho foram os referenciados DI. Segundo pesquisas, esses fundos registraram rentabilidade de 1,07%. Quem investe nesse tipo de fundo investe pelo menos 95% de seu patrimônio em títulos de renda fixa ou em operações que variam de acordo com a taxa de juros CDI ou Selic.

O segundo tipo de fundo que mais rendeu foi o de renda fixa, que tiveram alta de 1,05% no último mês. Os consumidores que optam pela renda fixa investem 80% de seus investimentos em títulos públicos e ativos de menor risco no mercado.

Os títulos Multimercados, Juros e Moedas renderam 1% em junho e ocupam o terceiro lugar no balanço mensal de aplicações. Esse tipo de produto tem o investimento voltado a ativos de renda fixa.

Todos os dados referem-se à data de 29 de junho. Os fundos citados acima registraram os melhores rendimentos, por serem consideradas mais conservadoras e serem beneficiadas pela alta taxa de juros. Em sua grande maioria, os investimentos citados acompanham o crescimento da Taxa Selic.

Já a poupança anda perdendo espaço na preferência dos consumidores, e já é considerada pela maioria deles um mau investimento, pois sua a elevação da taxa básica dos juros foi de 0,50 ponto percentual no começo desse mês, chegando a 13,75%. A poupança segue a Taxa Referencial do mês mais 0,5%, deixando seu rendimento bem menos atrativo do que os outros investimentos que acompanham a alta da taxa Selic, que rende mais que 8,5% ao ano. 

Outro tipo de investimento que está em queda no gosto dos consumidores são os Títulos Públicos com prazos mais longos, que no último mês ocuparam a lanterna na preferência dos investidores. A rentabilidade do título IPCA+2035 caiu cerca de 3,7% no último mês e o IPCA+com juros semestrais 2050 teve queda de 2,32%. Como a taxa Selic tende a aumentar até o final do ano, segundo uma projeção de mercado, esses títulos registraram altas quedas no mês passado.      

Por Patrícia Generoso

Investimentos


Registrando a 1ª queda em quatro meses, o endividamento das famílias ficou em 62% em junho de 2015.

O endividamento das famílias chegou ao patamar de 62% em junho, registrando a primeira queda em quatro meses. A pesquisa que revelou o dado foi feita pela Confederação Nacional do Comércio de Bens, que avalia o percentual de endividamento e inadimplência dos consumidores brasileiros. O resultado da pesquisa foi divulgado na última terça-feira, dia 30 de junho.

Segundo a pesquisa, o principal fator de endividamento apontado pelos respondentes foi o cartão de crédito, responsável por 77,2% das dívidas no núcleo familiar. O segundo fator apontado foram os carnês de financiamento responsáveis por 16,3% das dívidas e em terceiro foi o financiamento de veículos que causa 13,4% das dívidas familiares.

Em contrapartida, o percentual de famílias com dívidas em atraso e sem condições de pagar seus débitos aumentou, passando de 21,3% em junho, contra os 21,1% registrados em maio. As famílias que continuarão inadimplentes registraram 7,9% em junho, contra 6,6% do mesmo mês no ano passado. A CNC afirma que esses foram os maiores patamares alcançados desde o mês de outubro de 2011.

Ainda segundo a CNC, as condições mais duras tanto para a aquisição de empréstimos quanto para as renegociações de dívidas, somadas com o rendimento mais baixo dos trabalhadores, têm contribuído para a piora do endividamento familiar, reduzindo a  percepção da família quanto a sua real situação financeira.

O percentual das famílias que se consideram muito endividadas continua estável entre os meses de maio e junho deste ano. A CNC afirma que o percentual é de 12,5%, demonstrando, contudo, um crescimento em relação  ao ano passado em que atingia  11,9%.

A pesquisa continuou investigando o perfil econômico da família brasileira e segundo os dados recebidos, as contas andam sendo adiadas em média por 59,6 dias durante o mês de junho. Um pouco menos do que o número registrado no mesmo mês do ano passado, onde as contas eram atrasadas por cerca de 60,8 dias. Isso mostra que embora o brasileiro esteja endividado, o malabarismo para pagar as contas está um pouco menor e estas estão se tornando de certa forma uma prioridade no orçamento familiar.

O período gasto com o pagamento de dívidas também foi investigado pela pesquisa: em junho deste ano, o tempo chega a 7,1 meses e 33,1% dos pesquisados alegam que o prazo de pagamento de dívidas será superior a um ano.

Por Patrícia Generoso

Endividamento das famílias

Foto: Divulgação


O clima da economia brasileira encontra-se em péssimo momento. Há diversos indicadores que mostram que o ano de 2015 será bastante difícil para os brasileiros. Alta do dólar, inflação acima da meta do governo e recessão do PIB, mostram que há muito para ser feito para que a economia do país volte a trilhar bons rumos.

Outro indicador nada animador é o aumento das taxas de juros. Neste mês de março elas voltaram a subir.  

As taxas de juros cobradas pelos bancos que atuam no Brasil referentes a cheque especial e empréstimo pessoal obtiveram aumento no terceiro mês do ano, segundo informa uma pesquisa da Fundação Procon do Estado de São Paulo. Dos sete bancos pesquisados pelo órgão, um aumentou a taxa de empréstimo pessoal e outros dois a do cheque especial.  

No empréstimo pessoal, a taxa média dos bancos estudados na pesquisa foi de 6,02% ao mês, superior ao mês anterior, onde se encontrou em 6,01% ao mês. Nesta linha de crédito para pessoas físicas, a única alteração foi promovida pelo Bradesco, que elevou a taxa de 6,53% para 6,57% ao mês. O que significa variação positiva de 0,61% em relação ao mês de fevereiro.  

Já no cheque especial, a taxa média praticada pelos bancos pesquisados foi de 10,55% ao mês, acima dos 10,5% do mês de fevereiro. A alta mais expressiva foi verificada no Banco Santander que alterou de 12,99% para 13,24% ao mês. Isso representa uma variação positiva de 1,92% em relação à taxa do mês anterior. 

A seguir você pode conferir as taxas de juros praticadas pelos principais bancos em relação ao empréstimo pessoal:

– Santander: 7,49%;

– HSBC: 7,3%;

– Bradesco: 6,57%;

– Itaú: 6,22%;

– Safra: 5,40%;

– Banco do Brasil: 5,11%;

– Caixa Econômica Federal: 4,04%.

Por causa da alta dos juros, a Fundação Procon/SP alerta os consumidores para terem cautela antes de contratar alguma linha de crédito. Avaliar bem a real necessidade do empréstimo também é algo a ser levado em conta. Caso precise fazer um empréstimo, é importante comparar as taxas cobradas pelos bancos que atuam em sua localidade.

Por William Nascimento

Juros


A caderneta de poupança continua sendo o maior investimento escolhido pelas pessoas, outra forma de investimento é o chamado Tesouro Direto que significa compra e venda de títulos públicos federais pela internet. Esse investimento, apesar de não ser o mais escolhido, está crescendo e já soma 420 mil pessoas.

Aparentemente as pessoas não conhecem como funciona o Tesouro Direto e por isso não investem nele, segundo o diretor da Easynvest Corretora, Amerson Magalhães, o programa ganha novos investidores apenas quando eles adquirem conhecimento sobre o Tesouro Direto.

O rendimento da poupança este ano foi de 6,99% em 12 meses, o título público federal que é considerado o mais seguro de oscilações de mercado permaneceu com rentabilidade bruta de 10,42% no mesmo período, possuindo um ganho liquido de 8,60% ao ano.

Para uma pessoa querer investir no título federal basta apenas possui um valor mínimo de R$ 70 e ter cadastro em qualquer banco a sua escolha. Existem taxas de administração em alguns bancos que variam entre 0,40% e 0,50% ao ano. Outra taxa que todos cobram é a de custodia da BM&FBovespa, de 0,3% ao ano, sendo cobrada na venda do título, no pagamento dos juros, no vencimento do título, ou semestralmente nas datas de 1º de janeiro e 1º de julho do ano corrente e o investidor deve possuir ainda os papeis.

Passo-a-passo de como investir no Tesouro Direto:

1.     Após o cadastro e com sua senha provisória do banco ou da corretora, é realizada transferência de recursos para esta conta;

2.    O investidor deve acessar o site pelo link www.tesouro.fazenda.gov.br/tesouro-direto procurar o ícone chamado “Invista Agora” e acessar;

3.    Conectar com seu CPF e senha provisória (poderá ser efetuada a troca de senha caso o investidor desejar);

4.    Verificar quais são os títulos públicos federais que estão disponíveis para compra. São identificados por tipo, data de vencimento, indexador e taxa de juros ao ano. Existem três tipos em cinco papéis diferentes, o de juros pós-fixados [LFT], os de juros pré-fixados, em que o investidor já conhece o quanto vai receber [LTN e NTN-F], e os de inflação [NTN-B e NTN-B Principal], que pagam juros reais mais a variação do Índice de Preços ao Consumidor Amplo [IPCA];

5.    Na página do Tesouro Direto resume-se em agendar a compra selecionando o item "agendar" ou comprar diretamente selecionado o item "comprar";

6.    Identificar o agente de custodia;

7.    Escolha da quantidade a ser comprada, sendo o mínimo 10% de um título;

8. Confirmação da compra do título, terá todas as informações e terá a opção de cancelamento ou adicionar títulos.

9. E por ultimo, caso queira vender o título basta acessar sua conta no site e procurar o item “vender”.

Por Igor Teixeira

Dicas de investimento

Foto: Divulgação


Você gostaria de aprender a investir na bolsa de valores e não sabe como começar?

O primeiro passo é aplicar seu dinheiro e gerar lucros, mas, para isso, é preciso se informar muito a respeito do assunto, por meio de cursos, treinamentos ou mesmo pesquisando em sites especializados.

Uma notícia boa sobre isso, é que a própria BM&Bovespa, instituição financeira brasileira que faz intermediações de operações no mercado de capitais, oferece cursos e treinamentos presenciais e online para pessoas amadoras que queiram se aprofundar no assunto. Há também muito material disponível na internet para os autodidatas.

Os cursos da Bovespa vão do nível básico ao intermediário, e são realizados periodicamente em diferentes estados.

Primeiramente, os cursos de nível básico são gratuitos e não exigem nenhum pré-requisito. Já os cursos de nível intermediário são todos presenciais e possuem um custo que pode variar entre R$ 120 e R$ 980.

Para poder participar, é necessário ter o Ensino Médio completo.

Os principais assuntos abordados são “Como investir em ações”, “Conceitos básicos do mercado de ações”, “Finanças pessoais e mercado de ações”, “Guia do mercado de ações”, entre outros. Você pode conferir a lista completa no link: www.bmfbovespa.com.br.

Outros sites especializados em educação e formação de investidores disponibilizam também muita informação de qualidade sobre como investir bem no mercado de ações. Confira abaixo alguns endereços para se preparar antes de começar a aplicar seus investimentos:

– Portal Como Investir – Iniciativa da Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais (ANBIMA), o portal não só ensina o investidor leigo a investir em ações, mas também oferece muitas informações a respeito de finanças pessoais, fundos, títulos públicos, entre outras;

– Win Trade – A página da corretora conta com um canal forte em educação financeira. Através de palestras online, os interessados no assunto terão a chance de aprender mais sobre a história financeira no país, o perfil do mercado brasileiro e também de como começar um investimento na bolsa de valores;

– Guia de Investimento – A plataforma é especializada em oferecer aprendizado financeiro, além disso, o site possui um canal com informações básicas para investidores iniciantes aprender a investir na bolsa. É possível também ter acesso a apostiladas gratuitas com cursos sobre bolsa de valores e assuntos relacionados a controle financeiro.

Por Daniela Almeida da Silva


Quem está passando por dificuldades financeiras e por mais que já tenha tentado controlar melhor as contas domésticas não tenha conseguido, acaba muitas vezes recorrendo ao empréstimo.

Há diversas modalidades, com os mais variados juros, e por isso, antes de optar por um deles, é indicado que a pessoa se informe muito bem e veja qual é o mais vantajoso para as suas necessidades. Uma boa opção é fazer um empréstimo consignado, que têm taxas de juros mais baixas.

O empréstimo consignado é aquele cujas parcelas são descontadas diretamente do salário. Como o risco da pessoa não pagar a prestação é menor, o juro do empréstimo consignado cai muito.

Empréstimo consignado

Foto: Divulgação

Para poder optar por ele, é necessário que a pessoa tenha carteira assinada ou se enquadre no grupo de aposentados ou pensionistas do INSS. Os funcionários públicos estaduais, federais ou municipais, também podem usufruir dessa modalidade.

Para fazer a solicitação, é necessário se dirigir a uma agência bancária, preferencialmente a que a pessoa recebe o salário e levar o RG, CPF, comprovante de residência e contracheque. O valor das parcelas varia, mas é de no máximo 30% do valor do salário da pessoa. As taxas de juros são calculadas de acordo com a data de contratação. 

Por Milena Godoy


A Europa está passando por momentos difíceis com a crise econômica vivenciada na zona do Euro e, segundo, a chanceler alemã Ângela Merkel, este momento problemático está longe de ser resolvido.

Segundo Merkel, durante o discurso de Ano Novo, é preciso o alcance de um equilíbrio correto e as reformas feitas no país estão começando a ter seus efeitos sentidos pela economia alemã.

Além disso, a chanceler pediu paciência para o povo da Alemanha argumentando que a crise está longe de acabar e que a solução dos problemas do país significam a solução da crise em toda a União Européia.

Esta afirmação se deve ao fato de que a Alemanha se tornou a grande financiadora de países durante esta crise na zona do euro que causa estranheza em muitos alemães.

Mas, apesar disso, Merkel disse em seu discurso que o desemprego registrou índices baixos no país ao passo que o nível de empregos está em seu melhor momento; no entanto, ocorreu uma desaceleração na economia alemã que fez a chanceler pedir cautela aos seus cidadãos e esperar por um 2013 em condições mais duras do que 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central por meio do seu boletim Focus divulgou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, que a mediana das projeções para o câmbio no ano de 2013 foi modificada de R$2,08 para R$2,09.

Outras estimativas para 2013 divulgadas foram a do déficit em conta corrente de US$63 bilhões e um IED (Investimento Estrangeiro Direto) de US$60 bilhões.

Com relação ao superávit da balança comercial, o seu valor esperado para 2013 é de US$15,22 bilhões enquanto que a projeção para a dívida líquida do setor público para o próximo ano é de 34% do valor global do PIB.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero divulgou recentemente que irá passar por sérios problemas financeiros em virtude da privatização de aeroportos que estavam sob seu controle.

Mas nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, esta situação apresentou uma importante melhoria já que foram publicados no Diário Oficial da União dois decretos da presidente Dilma Rousseff que concede um aumento no capital da empresa.

De acordo com as publicações aproximadamente R$400 milhões se referem à abertura no Orçamento durante o ano de 2012 e os R$30 milhões restantes serão concedidos por meio de créditos vindos diretamente da União.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Anbima (Associação Brasileira das Entidades dos Mercados Financeiros e de Capitais) divulgou nesta semana que diminuiu as suas expectativas para o IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) para o início do ano de 2013.

Segundo a organização, em janeiro este indicador deve ficar em 0,58% e em fevereiro no valor de 0,47% que são valores , respectivamente, 0,02% e 0,11% mais baixos do que os esperados antes pela Anbima.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


As inovações do ramo da tecnologia estão presentes também no mercado de pagamentos e a mais recente notícia neste ramo está chegando ao Brasil.

Estamos falando da carteira digital! Esta novidade está sendo desenvolvida pela empresa PayPal e por outras.

Uma das opções é o Google Wallet no qual basta um celular e a sua senha e o pagamento já é realizado sem a presença física de dinheiro ou cartões.

Para conseguir realizar isso é preciso possuir celular com tecnologia NFC (Near Field Communication), pois o sistema de carteira eletrônica funciona por radiofreqüência.

Para se inserir nessa tecnologia, os interessados devem usar um aplicativo com o armazenamento de dados dos cartões de crédito e utilizam uma senha para realizar as operações financeiras.

Outra possibilidade de uso da carteira digital é a inserção de uma peça no celular que já possui os dados do cartão de crédito do usuário.

Com isso, fica muito difícil a ocorrência de roubos já que é preciso uma grande proximidade entre os aparelhos para que a transação comercial seja efetuada com sucesso.

Esta novidade está apenas começando no Brasil e deve demorar ainda algum tempo para se tornar uma realidade na vida financeira dos brasileiros.

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero terá uma difícil questão financeira para administrar no ano de 2013, pois em decorrência da privatização de aeroportos em Guarulhos, Campinas e Brasília a empresa terá uma diminuição em suas receitas no valor de R$700 milhões no próximo ano.

Essa perda poderá significar, ainda, um prejuízo operacional de 120 milhões de reais para a empresa de aviação e pode aumentar já que mais dois aeroportos comandados pela Infraero – Confins e Galeão – também passarão a ser explorados pelo setor privado.

Apesar desta situação, a Infraero está confiante principalmente pela criação de uma subsidiária pelo governo federal – a Infraero Serviços – que terá 49% de participação em todos os aeroportos privatizados além de firmar parceria com operadora internacional do setor.

Deste modo, é esperado que a Infraero volte a ter lucros em cerca de 5 anos com a obtenção de lucros vindos dos aeroportos privatizados.

No entanto, até chegar neste momento a empresa que controla o setor aeroportuário público irá conter gastos e buscar novos recursos como os vindos do Fundo Nacional de Aviação Civil.

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff aprovou neste mês um decreto que faz determinações importantes para as usinas elétricas.

De acordo com a nova lei, estas usinas tem o prazo até dezembro de 2013 para informar os investimentos e melhorias feitos para compensar a redução na tarifa de luz.

Deste modo, esta medida tem validade apenas para as usinas elétricas que aderiram ao plano do governo federal de reduzir o preço da conta de luz.

O motivo deste pedido reside no fato de que o projeto básico destas empresas foi o utilizado pelo governo para determinar o direito de indenização das concessionárias de energia elétrica do país.

Assim, a partir destas informações vindas das usinas elétricas será possível o cálculo de eventuais compensações que sejam necessárias podendo estas ser pagas por tarifas – com reajuste nas contas de luz – ou por indenizações.

Por Ana Camila Neves Morais


Uma decisão diferente foi tomada pelo poder judiciário no Brasil nesta semana, pois o desembargador Celso Ferreira Filho determinou que a companhia aérea Gol pagasse uma indenização no valor de 5.000 reais para um menino de oito anos.

O motivo da indenização é pelo fato de que a criança perdeu um dia de viagem para o parque temático “Beto Carreiro World” porque o seu vôo que deveria ter durado 3 horas gastou na verdade 24 horas para terminar.

A causa do atraso foi a colisão da aeronave com um pássaro e que foi considerada pelo magistrado como um descumprimento do contrato de transporte da empresa com o passageiro.

Por Ana Camila Neves Morais


Os medicamentos genéricos consistem em uma opção interessante e acessível para grande parte da população brasileira e segundo a PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) o terceiro trimestre de 2012 apresentou um crescimento de 16,6% na venda deste tipo de medicamento.

De forma geral foram vendidos medicamentos no valor de R$2,8 bilhões entre os meses de julho e setembro de 2012 em um global de 179,7 milhões de unidades; além disso, entre os meses de janeiro e setembro de 2012 o mercado de genéricos teve um crescimento de 19,8% nas unidades comercializadas que, no entanto, foi menor do que a evolução do mercado de genéricos neste mesmo período nos anos de 2010 e 2011 quando o crescimento oscilou entre 30%.

Apesar dos valores de 2012 serem contundentes eles mostram uma redução no crescimento das vendas deste tipo de remédio que pode indicar um desaquecimento da economia nacional ou uma redução na renda dos brasileiros.

Mesmo com esta tendência negativa, a PróGenéricos espera obter um aumento de 30% nas vendas destes medicamentos no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, 06 de agosto de 2010, foi inaugurada na Casa da Moeda de Santa Cruz, localizada na zona oeste do Rio de Janeiro, uma das duas linhas de produção previstas para as novas cédulas do Real.

As primeiras notas renovadas serão as de 50 e 100 reais e deverão começar a circular ainda em novembro deste ano. Já as notas de 10 e 20 reais deverão ser impressas apenas no ano que vem, e as de 5 e 2 reais estão previstas para serem produzidas apenas no ano de 2012.

De acordo com o governo as novas notas são mais seguras, no intuito de evitar falsificações. Além disso, seus tamanhos diferenciados facilitarão a identificação das mesmas pelos deficientes visuais. A retirada das cédulas antigas será feita de forma gradativa, conforme a ocorrência de desgaste das mesmas, de acordo com o Banco Central.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Portal Exame Abril, O Reporter, Revista Inclusiva


Na semana passada foi assinado um convênio entre o Banco Central, seu sindicato de servidores, a Universidade Federal Rural da Amazônia (UFRA) e o governo do Pará, para a realização de um projeto que prevê a reutilização do dinheiro jogado fora pelo Banco Central como adubo na Amazônia. A idéia partiu de um funcionário do banco que é estudante de Agronomia da UFRA.

As notas trituradas pelo banco na Região Norte numa quantidade mensal de onze toneladas contém metais pesados e, ao invés de irem para os lixões ou serem queimadas, como era feito anteriormente, passarão a incorporar um adubo juntamente com outros vegetais reaproveitados.

Um projeto criativo, econômico e que ainda preserva os recursos ambientais.

Por Elizabeth Preático

Fontes: Folha de São Paulo, Jornal Dia Dia





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