A Infraero divulgou recentemente que irá passar por sérios problemas financeiros em virtude da privatização de aeroportos que estavam sob seu controle.

Mas nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, esta situação apresentou uma importante melhoria já que foram publicados no Diário Oficial da União dois decretos da presidente Dilma Rousseff que concede um aumento no capital da empresa.

De acordo com as publicações aproximadamente R$400 milhões se referem à abertura no Orçamento durante o ano de 2012 e os R$30 milhões restantes serão concedidos por meio de créditos vindos diretamente da União.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff afirmou em entrevista concedida neste domingo, dia 30 de dezembro de 2012, ao jornal “Folha de São Paulo” que 2013 terá um novo ciclo de investimento produtivo no país.

De acordo com a presidente, esta expectativa se deve às diversas medidas tomadas por seu governo durante o ano de 2012 que terão seu maior efeito no próximo ano trazendo muitos investimentos e melhorias na economia nacional.

Para Dilma ações como a redução de carga tributária, diminuição da tarifa na conta de luz, concessões de portos, aeroportos, rodovias e ferrovias além de desonerações na folha de pagamento para diversos setores permitirão este aumento nos investimentos presentes no Brasil e que vão possibilitar, ainda, um aumento na competitividade do país.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A presidente Dilma Rousseff aprovou neste mês um decreto que faz determinações importantes para as usinas elétricas.

De acordo com a nova lei, estas usinas tem o prazo até dezembro de 2013 para informar os investimentos e melhorias feitos para compensar a redução na tarifa de luz.

Deste modo, esta medida tem validade apenas para as usinas elétricas que aderiram ao plano do governo federal de reduzir o preço da conta de luz.

O motivo deste pedido reside no fato de que o projeto básico destas empresas foi o utilizado pelo governo para determinar o direito de indenização das concessionárias de energia elétrica do país.

Assim, a partir destas informações vindas das usinas elétricas será possível o cálculo de eventuais compensações que sejam necessárias podendo estas ser pagas por tarifas – com reajuste nas contas de luz – ou por indenizações.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana, o Ibope divulgou pesquisa que indicou uma alta taxa de satisfação da população com o governo da presidente Dilma Rousseff e Renato Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria afirmou que este resultado se deve à manutenção do otimismo da população.

Além disso, para o analista a população ainda não está sentindo os efeitos da crise já que o consumo continua crescendo, as alternativas de crédito continuam sendo muitas e variadas e o desemprego se mantêm em níveis baixos.

Além disso, os 72% de satisfeitos com o atual governo federal não relacionam os escândalos de corrupção como o do Mensalão com a imagem da presidente Dilma mantendo a sua boa avaliação perante o povo brasileiro de modo geral.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Foi divulgada nesta última semana pesquisa realizada pelo Ibope/CNI que mostrou os últimos dados sobre a avaliação da população com relação ao governo de Dilma Rousseff.

Esta pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 06 e 09 de dezembro em cerca de 142 municípios de todo o país.

Segundo o estudo, cerca de 62% dos brasileiros consideram o governo atual como ótimo e bom e a aprovação pessoal de Dilma na chefia do Poder Executivo está em 78% sendo este o maior valor desde o início de seu mandato.

Com isso, é perceptível que as denúncias de corrupção e o fraco desempenho da economia do Brasil no ano de 2012 não afetaram a população ao considerar a avaliação da condução do país feita pelo governo federal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Na semana passada a presidente Dilma Rousseff causou muitos comentários em todo o país com o veto ao projeto dos royalties do petróleo que irá ser votado no Congresso com a possibilidade de ser derrubado.

Ao se questionada sobre o assunto nesta quinta-feira – dia 13 de dezembro de 2012 – Dilma afirmou que não pode fazer mais nada para impedir essa ação do legislativo nacional que pode tomar a decisão que considerar mais adequada.

Segundo a presidente sua maior ação com relação a este assunto foi o veto, mas que não irá impedir que cada um vote de acordo com a sua consciência já que vivemos em uma democracia com independência e autonomia dos poderes.

Apesar disso, Dilma mantêm a sua defesa com relação ao veto que foi tomado para não descumprir contratos vigentes e acredita, ainda, ser muito importante manter o destino dos lucros com royalties para a educação.

Por Ana Camila Neves Morais


A grande notícia durante o mês de novembro no mercado financeiro foi o fraco crescimento do PIB brasileiro no terceiro trimestre de 2012.

Este desempenho causou frustração no Palácio do Planalto o qual esperava um efeito maior das diversas medidas realizadas pelo governo no período para estimular a economia do país.

Dentre as medidas realizadas pelo governo estão a redução de impostos como o IPI, corte na taxa básica de juros e desoneração da folha de pagamento em diversas áreas.

Segundo a presidente Dilma Rousseff as ações do governo ainda não tiveram seus efeitos amplos e espera a sua difusão no mercado econômico do Brasil; além disso, a presidente quer acelerar o processo de recuperação da economia para voltar a um crescimento adequado e acredita que os incentivos oferecidos terão seus efeitos sentidos apenas em longo prazo.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O grande problema do baixo crescimento do PIB brasileiro no 3o trimestre foi o baixo nível de investimentos no país.

Para melhorar esta situação, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta semana que o Brasil precisa aumentar os investimentos no setor de infra-estrutura e tecnologia.

Segundo Dilma, estas ações são essenciais para melhorar a competitividade do país e voltar ao crescimento econômico com um aumento de até 2 vezes a renda per capita do Brasil em até 20 anos.

De forma mais específica, a presidente afirmou que serão feitos investimentos nos aeroportos regionais, nas ferrovias e a criação de um trem com alta velocidade ligando as cidades de Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo.

Além disso, Dilma disse que o governo irá realizar a redução nos custos de produção bem como buscará resolver gargalos sistêmicos no setor de infra-estrutura e indústria nacional que são setores estratégicos para a volta ao crescimento e prosperidade econômica.

Fonte: BBC

Por Ana Camila Neves Morais


Uma notícia movimentou o mercado financeiro nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – quando a chefe da Casa Civil Glesi Hoffmann divulgou a sanção pela presidente Dilma do polêmico projeto que regula a distribuição de royalties do petróleo brasileiro.

A lei sancionada conta com seis vetos presidenciais ao projeto aprovado no Congresso Nacional, sendo que o mais relevante refere-se à manutenção dos contratos de áreas já licitadas.

Segundo Hoffman os vetos de Dilma Rousseff buscam garantir o respeito aos contratos já firmados e determinar regras claras para o uso do petróleo presente no pré-sal.

Outra mudança relevante com os vetos ocorridos é a diminuição para apenas 2% da participação dos municípios afetados pela camada de pré-sal.

Além disso, Dilma mudou a distribuição dos recursos vindos dos royalties do petróleo que serão destinados totalmente para a educação brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Confederação Nacional da Indústria (CNI) informou na quinta-feira (22/03) que a presidente Dilma Rousseff pretende implantar medidas que deverão incentivar a produção industrial. A expectativa é que o anúncio das iniciativas seja feito já nos próximos dias.

A informação foi obtida pela CNI durante uma reunião realizada entre 28 representantes de grandes empresas e a presidente. O encontro aconteceu na quinta-feira (22). De acordo com o presidente da Confederação, Robson Braga de Andrade, Dilma Rousseff também pediu para que os empresários continuem investindo. Para Andrade, o ideal seria aumentar os investimentos para 25% do Produto Interno Bruto (PIB).

Além disso, a presidente prometeu que o Governo continuará tentando equilibrar a relação entre taxa de juros e câmbio. “Tais medidas darão maiores condições às empresas brasileiras para competir com os produtos importados. O câmbio é hoje um obstáculo à competição das empresas brasileiras”, comentou Andrade.

Outro assunto discutido durante o encontro foi o custo da produção brasileira, conhecido por Custo Brasil. Andrade comentou este assunto, dizendo que há vários entraves para a redução do custo de produção, entre eles a guerra fiscal entre os Estados, alta carga tributária, elevados encargos trabalhistas e problemas nos setores de transporte e logística.

Por Matheus Camargo

Fonte: CNI


Tema em alta nos últimos dias, a Contribuição Provisória sobre Movimentação Financeira (CPMF) gera controversas opiniões desde que a possibilidade de vigorar, mais uma vez, passou a ser considerada. Alguns endossam sua volta, porém boa parte da população, letrada ou não, critica mais outro e possível imposto para os bolsos.

No final da semana passada, a Federação do Comércio do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP) e a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp) teceram críticas à probabilidade de sua recriação.

Paulo Skaf, presidente da Fiesp, avalia que a sociedade não admite aumento da carga de tributos, ou melhor, almeja que eles sejam baixados ao mesmo tempo em que a qualidade nos serviços públicos é aperfeiçoada. Em sua opinião, avalia que devem ser originadas as devidas reformas no início do governo de Dilma Rousseff (PT), presidente eleita, entre as quais a tributária – tema extremamente discorrido durante as últimas campanhas presidenciais.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Economia UOL


Passada a euforia das eleições com os discursos dos derrotados e principalmente dos vencedores começa agora o momento de se delinear o perfil do próximo governo. Entre especulações sobre o novo ministério, rumores da criação de mais impostos um aspecto fundamental é o orçamento com o qual o governo irá trabalhar em seu primeiro ano no poder.

Com uma campanha calcada na continuação dos programas sociais do governo Lula, o PT alavancou a candidatura da presidenta Dilma Rousseff, mas para mantê-los e ampliá-los, inclusive com reajustes dos valores destes programas sociais, a projeção do orçamento da união deverá permitir um volume de receitas que dêem margem para o governo trabalhar.

E de acordo com matéria do site Economia IG esta margem de trabalho irá existir. Desde o último dia 03 de Novembro a estimativa do orçamento para 2011, do deputado Bruno Araújo (PSDB) está em discussão na Comissão Mista de Orçamento foi revisado e agora contempla um acréscimo de cerca de quase R$ 18 bilhões na receita estimada, o que permitiria certa folga ao novo governo para implementar suas políticas e projetos.

Com a revisão a projeção das receitas da união chegou a R$ 985,3 bilhões baseada principalmente na expectativa de uma arrecadação maior com o imposto sobre operações financeiras (IOF), o REFIS 4, programa de recuperação de receitas tributárias e a decisão da justiça de cobrar a CSLL sobre as exportações.

De acordo com o relator das receitas do orçamento existe espaço até para o novo governo pensar em reduzir a carga tributária, o que poderia impactar positivamente na economia brasileira.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Após passada a definição das eleições começa agora o burburinho das especulações sobre os mais variados temas sobre as posições que o novo governo irá adotar em relação a vários temas de relevância para o país. E um deles que já vai tomando um vulto especial é a discussão sobre a volta ou não da CPMF. Imposto até bem pouco tempo válido que cobrava de toda movimentação financeira no país percentual sobre as mesmas. Na época com percentual determinado em 0,38% sobre o valor movimentado, que incluía qualquer movimentação mesmo o simples saque de contas salários.

Conforme matéria do site Notícias Terra, em sua primeira entrevista coletiva depois da eleição, a presidenta Dilma afirmou que pessoalmente é contra a volta deste imposto para ser utilizado na saúde pública, no entanto deixou claro que esta parece ser a vontade de alguns governadores e que, mesmo em princípio sendo contra, o tema será discutido com os governadores que pleiteiam a volta do imposto.

Seguindo a linha da presidenta, em um país que já tem uma altíssima carga tributária, que por si só necessita de uma ampla reforma para tornar o sistema menos asfixiante tanto para o setor produtivo quanto para o cidadão comum, deveria ser criados outros mecanismos para financiar e sustentar setor tão básico como a saúde e que conforme declarações da presidenta, assim como a segurança pública, terá grande atenção do seu governo.

Como já ocorreu em outras ocasiões a simples criação de impostos não resolve magicamente o crônico problema da saúde pública no Brasil. Até porque a CPMF foi cobrada por um bom tempo e a melhora no setor foi mínima ou quase nenhuma. Talvez administrar melhor, com mais competência os atuais recursos, fiscalizar com severidade gastos e investimentos, racionalizar serviços e processos produzissem um melhor resultado.

Resta aguardar, pois a discussão promete ser grande e a mobilização pela volta do novo velho imposto parece se desenhar bastante intensa. Afinal já vimos este filme antes.

Por Mauro Câmara


Engajada em manter suas promessas de campanha e alentar os mais desconfiados quanto à sua capacidade de administrar o país pelos próximos quatro anos, Dilma Rousseff, presidente eleita, afirmou que a edificação do Ministério do Microempreendedor poderá tirar aproximadamente 15 milhões de pequenas empresas da ilegitimidade.

Sua intenção é valorizar o setor por meio de várias ações, como é o caso de uma possível ampliação do Supersimples. De acordo com a Band Online, atualmente os sete milhões de pequenos empresários representam cerca de 25% do Produto Interno Bruto (PIB) do país, além de responderem por 60% dos postos de trabalho diretos.

Para Joseph Couri, presidente do Sindicato das Micro e Pequenas Indústrias do Estado de São Paulo (SIMPI), a quantidade de companhias que abandonará a condição tida como ilegal estará sujeita à carga tributária necessária. Marcos Hashimoto, coordenador do Centro de Empreendedorismo do Insper-IBMEC, avalia que a desburocratização para o intento tem de ser a prioridade do novo governo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das preocupações capitais para o futuro, o debate sobre a economia a partir de Dilma Rousseff, presidente eleita, e José Serra, candidato derrotado, foram pouco aprovisionados nas oportunidades em que tiveram à frente dos eleitores, tanto em cadeia nacional como por meio de seus discursos inflamados nos jornais – obviamente, em relação às denúncias envolvendo Erenice Guerra e Paulo “Preto”, são bem amenos.

Dilma afirmou durante entrevista a um canal de televisão, nas últimas horas, que a diminuição da dívida pública deve colaborar para a redução do juro ao consumidor final. Para ela, quanto mais esse movimento de queda do PIB com a dívida acontecer, maiores serão as possibilidades de redução dos juros.

A ex-ministra, pupila de Luiz Inácio Lula da Silva na campanha presidencial, assentiu que há uma grande distância, na atualidade, entre a alíquota cobrada pelas instituições financeiras ao tomador final e a Selic, a taxa básica de juros da economia. Por outro lado, crê na tendência de diminuição, cujo objetivo é que ocorra de maneira sustentável.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


Ao projetar a situação do Brasil pelos próximos quatro anos, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, avaliou que o debate será de como o país deve majorar a eficácia do Estado e aperfeiçoar a qualidade de seus investimentos, principalmente na esfera social. Para ele, a necessidade de adequação do superávit primário (lucro, num sentido simplificado) será, possivelmente, tema do passado.

Apesar de esse discurso ter ocorrido antes da confirmação da vitória de Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno da eleição presidencial, Bernardo pondera que a petista pegará a economia brasileira destravada, tanto que existem pessoas inquietadas com possibilidade de excesso do crescimento, algo que não considera como problema.

Conforme reportagem emitida pelo Estadão, Bernardo prevê que o Brasil tem condições de, daqui quatro anos, obter crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4,5% e 5% anuais, com juros abaixo dos praticados nos dias atuais e inflação sob controle. Para ele, o Brasil é uma democracia do ponto de vista político, contudo, salienta ser necessário findá-la com trabalhos nas áreas sociais e econômicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das personagens mais importantes da política nacional, Dilma Roussef, ministra-chefe da Casa Civil, enalteceu o momento econômico e político brasileiro em discurso inicial do congresso “O pré-sal e o futuro do Brasil”, este, acontecido em Brasília, DF.

Dilma afirmou, na ocasião, que as reservas do pré-sal fazem parte de uma nação, no caso a nossa, com níveis extremamente propícios e positivos. Afinal, para ela, a pátria brasileira possui estabilidade social, econômica e política muito significativas.

Cabe, aqui, porém, uma observação. Ela, Dilma, se refere aos últimos dados de vários institutos em relação ao plano econômico, ou, então, não conhece a realidade do Brasil? Basta ir às ruas, por fim, fazer uma mediana – e não média – salarial dos brasileiros e rever suas opiniões. Grande parte da população se encontra em estado de miséria, trabalhando, somente, para sobreviver, ao invés de ocupar postos de trabalhos para viver com dignidade.

Por Luiz Felipe T. Erdei




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