A Europa está passando por momentos difíceis com a crise econômica vivenciada na zona do Euro e, segundo, a chanceler alemã Ângela Merkel, este momento problemático está longe de ser resolvido.

Segundo Merkel, durante o discurso de Ano Novo, é preciso o alcance de um equilíbrio correto e as reformas feitas no país estão começando a ter seus efeitos sentidos pela economia alemã.

Além disso, a chanceler pediu paciência para o povo da Alemanha argumentando que a crise está longe de acabar e que a solução dos problemas do país significam a solução da crise em toda a União Européia.

Esta afirmação se deve ao fato de que a Alemanha se tornou a grande financiadora de países durante esta crise na zona do euro que causa estranheza em muitos alemães.

Mas, apesar disso, Merkel disse em seu discurso que o desemprego registrou índices baixos no país ao passo que o nível de empregos está em seu melhor momento; no entanto, ocorreu uma desaceleração na economia alemã que fez a chanceler pedir cautela aos seus cidadãos e esperar por um 2013 em condições mais duras do que 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O governo norte-americano está tentando de todas as maneiras evitar o temido “abismo fiscal” no país em decorrência da crise econômica.

Para isso, os líderes do Senado nos Estados Unidos tiveram neste sábado, dia 29 de dezembro de 2012, uma reunião fechada para tentar prorrogar cortes tributários no país.

O grande objetivo de republicanos e democratas é conseguir um acordo entre os partidos que impeça o aumento dos impostos para os cidadãos e mantenha os benefícios concedidos na atualidade para os desempregados.

Caso os integrantes do Senado não entrem em um acordo os norte-americanos terão em 2013 que pagar maiores valores de imposto de renda, sobre lucros e patrimônios além dos órgãos federais que terão de enfrentar duros cortes em seus orçamentos.

A grande divergência entre os políticos consiste no fato de que os republicanos querem a isenção de impostos para todos os norte-americanos enquanto os democratas pretendem manter este benefício apenas para quem ganha até 250 mil dólares por ano

Mas se as negociações não forem finalizadas com um acordo, Barack Obama já determinou ao líder democrata no Senado, Harry Reid, que apresente um projeto de prorrogação no aumento de impostos para janeiro de 2013.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana, o Ibope divulgou pesquisa que indicou uma alta taxa de satisfação da população com o governo da presidente Dilma Rousseff e Renato Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria afirmou que este resultado se deve à manutenção do otimismo da população.

Além disso, para o analista a população ainda não está sentindo os efeitos da crise já que o consumo continua crescendo, as alternativas de crédito continuam sendo muitas e variadas e o desemprego se mantêm em níveis baixos.

Além disso, os 72% de satisfeitos com o atual governo federal não relacionam os escândalos de corrupção como o do Mensalão com a imagem da presidente Dilma mantendo a sua boa avaliação perante o povo brasileiro de modo geral.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A situação econômica e social da Itália está muito preocupante e um novo dado que confirma a recessão no país foi dado pelo Istat (Instituto Italiano de Estatística) nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o qual apresentou uma taxa de desemprego de 11,1% em outubro de 2012.

Este valor representa um crescimento de 0,3% com relação a este mesmo indicador no mês de setembro de 2012.

Além disso, o mês de outubro registrou um aumento de 3,3% na quantidade de pessoas desempregadas que agora somam 2,87 milhões de italianos.

Todo este problema é decorrente da crise mundial que causou uma crise na economia da Itália com o aumento dos impostos que, por consequência, diminuíram o consumo do país reduzindo os empregos além de elevar o custo da dívida nacional.

Por Ana Camila Neves Morais


Um dos dados mais consistentes para se comprovar o aquecimento de uma economia sem dúvida nenhuma é a geração de empregos. Em uma equação óbvia e lógica para se aumentar a atividade econômica é preciso investimento e geração de mais postos de trabalho, assim se produz mais, se vende mais, a demanda aumenta o que acaba obrigando o aumento da produção e de serviços e assim voltamos à outra ponta, necessitando-se de mais pessoas trabalhando e que terão mais renda alimentando o giro da roda. E este dado altamente importante no cenário atual do momento da economia brasileira é altamente positivo confirmando que o Brasil passa realmente por um momento de crescimento sustentável.

E isto é comprovado na apuração da taxa de desocupação divulgada no último dia 23 de Setembro pelo IBGE, que foi a menor já registrada na série histórica desde o seu inicio de apuração no ano de 2002. Segundo o IBGE no mês de Agosto a taxa de desocupação registrada nas seis principais regiões metropolitanas do país ficou na faixa de 6,7%. O recorde anterior pertencia ao mês de Dezembro de 2009 quando a taxa de desocupação ficou em 6,7% e era até então o menor resultado já apurado.

De Janeiro a Agosto a média desta taxa foi estimada pelo IBGE em 7,2%, decaindo 1,3 ponto percentual em comparação com o mesmo período do ano passado, conforme matéria do site economia.ig.com.br.

Diante de um quadro tão favorável de crescimento da geração de empregos o governo acredita, através do ministro do trabalho, que serão criados em 2011 mais três milhões de empregos formais, o que com certeza confirmará o desenvolvimento pelo qual o Brasil está passando.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Motivos para o decreto de falências são vários, desde má administração, oscilação do mercado financeiro, desvios de verbas entre outros, numa lista sem fim. A Indústria de Alimentos Nilza, empresa que atravessa momento ruim, anunciou, recentemente, a demissão de 135 funcionários de suas unidades localizadas em Itamonte, Minas Gerais, e Ribeirão Preto, São Paulo.

Lucas Terra Gonçalves, advogado do Sindicato da Alimentação de Ribeirão Preto, assegura que Nilza fez o pagamento do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço e efetuou, normalmente, as rescisões para os trabalhadores conseguirem dar entrada no seguro desemprego. Já a multa de 40% do FGTS, porém, nada feito, situação que pretende resolver por meio de uma ação.

O portal de economia do Estadão indica que Nilza está com suas atividades estacionadas desde abril, momento no qual a captação e processamento de leite foram interrompidos. A empresa, até o momento, aguarda interessadas em adquirir seus ativos num espaço de tempo entre 30 e 90 dias.

Somente funcionários para atuar na vigilância e maquinário da indústria foram mantidos, informação que nada adiciona aos que perderam seus empregos e estão sem os 40% do FGTS.

Fonte Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei


De acordo com pesquisa realizada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE, a taxa de desemprego no Brasil caiu dos 7,6% registrados em março para 7,3% no mês de abril. A queda é maior se levarmos em conta o mesmo período do ano de 2009, quando a taxa de desemprego foi de 8,9%.

A quantidade de pessoas sem ocupação continuou de 1,7 milhão, mesmo índice de março, mas caiu 16,4% em relação a abril do ano passado. O número de pessoas com ocupação permaneceu o mesmo do mês anterior, 21,8 milhões, mas subiu 4,3% em relação ao mesmo período de 2009, foram geradas cerca de 900 mil postos de trabalho.

O emprego formal continuou na marca de 10,1 milhões, 7,5% maior em relação a abril de 2009. A renda média dos trabalhadores brasileiros continuou de R$ 1.424,10, subindo 2,3% se comparado ao mesmo período de 2009.

Por Mauro Tavares

Fonte: Uol Economia


A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.

Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.

Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.

Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, realmente passou a se preocupar com a complicada situação empregatícia daquele país. Para tanto, afirmou que será um anfitrião de um fórum que visa debater a criação de emprego e o promissor crescimento econômico.

O líder norte-americano declarou que os dados em torno de pedidos de auxílio-desemprego divulgados em 12 de novembro denotam um sinal animador, mas que ainda é necessário considerar alguns e primordiais passos para a recolocação dos desempregados e suas voltas aos postos de trabalho.

Além disso, Obama assegurou que o governo possui seus limites do que pode e não pode fazer, mas que medidas estimulantes ao mercado de trabalho são primordiais neste momento. Afinal, há cerca de uma semana, dados ilustraram que a taxa de desemprego naquele país subiu para 10,2% no mês de outubro, o percentual mais alto já anotado em 26 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As últimas notícias divulgadas pela imprensa de todo o mundo denotam que os Estados Unidos, a maior potência econômica – por enquanto –,  passaram a apresentar altos índices de desemprego, os maiores já constatados em 26 anos. Para tanto, Barack Obama, daquele país, sancionou uma lei que prolonga benefícios federais aos desempregados em até 20 semanas.

Dados – no papel – apontam que a taxa de desemprego saltou de 9,8%, em setembro, para 10,2%, em outubro. Em outras palavras, a economia perdeu, aproximadamente 190 mil vagas. Especialistas afirmam que a nação norte-americana ainda tem um tortuoso caminho a percorrer até chegar “seu” ao momento ideal.

A lei sancionada para os desempregados de todos os estados americanos indica que cada um receberá uma assistência federal suplementar de 14 semanas. Aos desempregados nos estados com taxa de desemprego em 8,5%, em média, em três meses receberão um benefício acessório de seis semanas. No entanto, essa medida afetará, estritamente, às pessoas que já tiveram seus benefícios consumidos ou que serão esgotados até o final de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Seguindo o fluxo das grandes companhias do globo, a Nokia Siemens Network, uma organização entre a Nokia, da Finlândia, e a Siemens, da Alemanha, noticiou que pode cortar até 9% do seu quadro de funcionários no âmbito mundial, com base em uma reorganização interna.

Esse dado representa aproximadamente 64 mil funcionários sem emprego. Em termos financeiros, a empresa pretende reduzir gastos com produção e despesas operacionais, por ano, em cerca de 730 milhões de dólares até o final de 2011. Além disso, a NSN almeja diminuir seus custos na aquisição de serviços e produtos.

Para este ano, a Nokia Siemens estipula uma reorganização em suas operações para três unidades de negócios, diferentemente das cinco atuais, a ser efetivado já em 1º de janeiro. Parcerias e aquisições futuras também serão reforçadas, de modo que, ao competir com as concorrentes, a diminuição de custos é de vital importância. Claro, mesmo que milhares de indivíduos sejam sacrificados.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Alguns países ainda encontram dificuldades para alavancar a economia e, consequentemente, gerar empregos para a maior parte da população. Um destes casos é a Alemanha, pois segundo o Escritório do Trabalho Federal, este fator – de desemprego – acontece, atualmente, devido à queda sazonal de dados atrelados ao fim das férias de verão no Hemisfério Norte do globo.

Mesmo após alguns ajustes adotados por aquele país, o número de desempregados cedeu, aproximadamente, em 12 mil, o que resulta em umataxa de desemprego em 8,2%. Os dados pegaram os economistas de surpresa, pois estes acreditavam que haveria um aumento de destituídos em 25 mil, com taxa sazonal estabelecida em 8,3%.

Para Frank-Juergen Weise, presidente do Escritório do Trabalho, os efeitos da crise econômica, que ainda assolam o mundo, em relação ao mercado de trabalho continuam complacentes, o que não proporciona, afinal, mudanças de tendências.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Eis uma notícia que interessa a todas as pessoas deste mundo. Segundo estimativas proferidas pelo diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia, as iniciativas adotadas pelo G-20, grupo que engloba as 20 maiores economias do globo, irão colaborar para criar – ou até salvar! – até 11 milhões de empregos em 2009.

Somavia, entretanto, avalia que tais medidas não podem ser removidas do cenário internacional rapidamente, pois se algo dessa natureza acontecer ou for empertigada, a crise do desemprego só tenderá a piorar.

A fim de afagar tais declarações, Juan disse que se não fossem seguidas tais medidas, provavelmente o desemprego alcançaria índices escabrosos no primeiro semestre de 2009, principalmente nos países integrantes do G-20, algo entre 29% e 43%. De qualquer maneira, mesmo com o otimismo perseguido por essas medidas, o número de pessoas sem ocupação no mundo abarcará recordes neste ano, entre 219 e 241 milhões de cidadãos.


A Agência Oficial de Estatísticas da França (Insee) divulgou nesta semana uma pesquisa que revela um aumento gradativo nos índices de desemprego do país. O primeiro trimestre do ano registrou aumento de 8,9% na taxa de desemprego, subindo para 9,5% nos três meses seguintes.

Segundo os dados, esse é o maior índice alcançado desde março de 2006, período em que o desemprego apresentou igualmente 9,5%. A expectativa do governo francês não é muito otimista frente à lenta recuperação econômica. Segundo a ministra da Economia, Christine Lagarde, a tendência é que os níveis de desemprego aumentem ainda durante os próximos trimestres, até que a melhora na economia atinja o mercado de trabalho.





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