A maior economia da Europa é a da Alemanha, no entanto os dados e notícias recentes vêm assustando o resto do mundo, principalmente pelo fato de o governo alemão ter reduzido as projeções de crescimento para o corrente ano e também para 2015. Por ter derrapado em agosto desse ano, a produção industrial fez com que o índice de confiança econômica do país registrasse sua primeira leitura negativa desde novembro de 2012.

Na data de 14 de outubro de 2014, o ministro da economia alemã reduziu as projeções de crescimento no corrente ano para 1,2% e 1,3% para 2015. Os motivos seriam a crise vivida no exterior, principalmente aquela pela qual a Rússia passa no momento, e o crescimento mundial estar moderado.

Em abril deste ano as projeções para a forte economia do país europeu eram diferentes, tanto é que o mesmo Ministério da Economia acreditava na expansão de 1,8% para 2,0%. De acordo com Sigmar Gabriel, para que o desenvolvimento econômico seja dinâmico é necessário que tenham investimentos, haja vista este ser crucial.

Apesar da situação não ser das melhores, Sigmar tem rejeitado qualquer tipo de distanciamento do objetivo da "Grande Coalização" de Angela Merkel, a chanceler, entre esquerda e direita de trazer equilíbrio no orçamento financeiro pela primeira vez desde o ano de 1969.

Conforme apontou Gabriel, por mais que Berlim tomasse empréstimos para modernizar suas ferrovias e estradas, redes de transmissão de energia e redes de banda larga, não seria o suficiente para o crescimento em países fracos da Europa, muito menos da Itália, Espanha ou França.

Na Ásia e na Europa as ações caíram e os títulos de uma década na "Germânia" atingiram um recorde mínimo depois do acompanhamento do indicador ZEW da confiança de analistas e investidores ter recuado para menos de zero pela primeira vez nos últimos 24 meses.

Em síntese, a Alemanha passa pela dificuldade devido às crises geopolíticas em outros países, a zona de euro estar fraca e a debilidade na demanda "intramuros".

Por Vinicius Cunha


Os olhos de todo o mundo estão voltados neste momento para as demonstrações de crise na economia de diversos países desenvolvidos. Não há como negar que a instabilidade e a queda nas cotações das bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos, bem como o aumento da provável incapacidade de pagamento da dívida norte-americana tem assustado alguns países (e alguns analistas), pois tudo isso irá refletir, mais cedo ou mais tarde, em todas as nações.

Para se ter uma ideia, somente no começo desta semana já foram registradas quedas tanto no índice Dow Jones (de 5,6%) quanto no índice da Standard & Poor's (6,7%). Além disso, houve queda no preço do petróleo e uma outra acentuada desvalorizações no dólar. Tudo isso – e o que ainda está por vir – levou o próprio presidente do Banco Central Europeu a afirmar que, no conjunto, esta parece ser uma das turbulências econômicas mais graves que a Europa já teve, desde a 2ª Guerra Mundial.

A queda do 'rating” de crédito dos Estados Unidos, antes considerada intocável, é mais um sinal de que nada no mundo da economia anda a passos constantes por tanto tempo. Esse fenômeno certamente levará aquele país a um corte massivo nos seus gastos, pois as perspectivas são de que os EUA trabalhem cada vez mais no sentido de tornar os seus, aproximadamente, 14,3 trilhões de dívida como algo passível de pagamento.

Quando se fala em redução de gastos em qualquer governo, isto pode significar que a economia do ano em curso também sinta o trauma e cresça em menor proporção, o que pode prejudicar a muita gente, desde o trabalhador médio até o executivo de alto escalão. E o Brasil, como será que tem reagido a essas preocupações internacionais?

De acordo com o Ministério da Fazenda, apesar de não sermos imunes (afinal, nenhum país é) à crise, o Brasil está preparado para amenizar seus efeitos. Essa injeção de ânimo foi dada em meio a uma queda nos índices da Bovespa, que naturalmente sentiu os péssimos indicadores europeus, mas de acordo com Guido Mantega, “estamos mais preparados porque temos muito mais reservas do que tínhamos em 2008”. Ou seja, “haverá consequências, mas elas serão minimizadas", concluiu o ministro.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Agência BrasilNY Times


A crise financeira mundial ainda deixa diversas sequelas pelo mundo. Algumas economias custam a retomar os trilhos de desenvolvimento costumeiros, como é o caso dos Estados Unidos da América e de algumas nações situadas no continente europeu. Por outro lado, Brasil, China e Índia, somente para efeito exemplificativo, continuam a comemorar crescimento significativo.

Relatório publicado na última quarta-feira, 3 de novembro, afirma que o ritmo da recuperação econômica global perante o colapso financeiro ficou mais brando desde o início de 2010, principalmente devido à desaceleração mais acentuada que o prognosticado nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE).

Embora encaminhada, revela reportagem da Band Online, a recuperação continua delicada. O crescimento do comércio e da atividade industrial, singularmente, sofreu diminuição devido à redução dos incentivos fiscais, tal como a mesma observada dentro do Brasil com relação aos segmentos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países emergentes “servem”, atualmente, como base referencial para nações desenvolvidas, não por uma simples questão de conveniência, mas porque são eles (emergentes) que, aos poucos, conseguem superar a crise financeira mundial e ao mesmo tempo crescer em vários quesitos, como é o caso do Produto Interno Bruto (PIB) e do número de empregos.

Ao endossar mais uma questão otimista, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, avaliou nas últimas horas que os líderes mundiais fizeram avanços ao discutir sobre os desequilíbrios mundiais e motes cambiais. Aproveitou seu discurso, segundo o portal R7, para endossar que as nações emergentes tenham maior poder de voz no cenário global.

Ratificando falas anteriores, Meirelles afirmou não existirem equívocos e que uma influência mais ampla da economia dos mercados emergentes no Fundo Monetário Internacional (FMI) é estritamente necessária para dar a legitimidade a necessárias melhorias do ponto de vista econômico e empregatício.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O colapso financeiro mundial continua nublando as expectativas de institutos e economistas em todo o globo. Mohamed El-Erian, diretor-executivo da Pimco – administradora de fundos de investimento – acredita que para superar em sua totalidade os efeitos da crise, três a cinco anos serão necessários.

Para El-Erian, a guerra – em citação à crise – foi vencida, porém, o mesmo não ocorreu em relação à tão almejada paz. Acredita que a reorientação dos ingressos de capitais das economias centrais para os países emergentes, como é o caso do Brasil e da China, tendem a gerar um efeito negativo sobre a valorização demasiada das moedas, tendo de ser circundada por meio de intervenções fiscais e monetárias.

Em matéria veiculada pelo Estadão, o diretor-executivo acredita que as nações avançadas estão perdendo o momento ideal para o reconhecimento de problemas permanentes. Com isso, correrão riscos de adentrarem numa década perdida de crescimento ameno, desemprego elevado e a consequente deterioração do bem-estar social. Neste ínterim, El-Erian sopesa que se complica ainda mais o desafio de alguns emergentes administrarem a atual fase de crescimento de suas economias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial ainda é pauta de inúmeros assuntos, principalmente aos países emergentes, que obtiveram bons resultados após o período – superiores, inclusive, aos assinalados nas nações desenvolvidas, onde ainda são encontrados alguns dos principais efeitos do colapso, tais como altos índices de desemprego.

De acordo com o Centro para Pesquisa de Política Econômica (CEPR), a recessão que atingiu os 16 países que abraçam a moeda comum europeia (zona do euro) perdurou 15 meses, mais exatamente entre janeiro de 2008 e abril do ano passado. Em reportagem emitida pelo portal R7, a entidade reflete que o embate na Europa foi mais ameno que o observado nos Estados Unidos (18 meses).

Para Harald Uhlig, presidente do CEPR e professor de economia da Universidade de Chicago, o principal responsável pela crise foi o comércio global. Atualmente, há vários impasses nesse ínterim, tais como dificuldades em retomada da criação de empregos – na zona do euro o desemprego atinge dois dígitos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia global atravessou fortes turbulências entre 2008 e 2009 após o decreto de falência do banco norte-americano de investimentos Lehman Brothers, situação que para muitos lembrou o colapso ocorrido também nos Estados Unidos, em 1929, quando houve quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Enquanto os países emergentes estão situados entre as economias com maior sagacidade no enfrentamento do embate – já superado por alguns, inclusive –, as nações desenvolvidas ainda tentam retomar a normalidade observada até antes de 2007. A desaceleração da recuperação econômica deve continuar em 2011, possivelmente até com crescimento inferior do projetado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) no segundo semestre.

De acordo com John Lipsky, vice-diretor-executivo do Fundo, a expansão deverá permanecer em 3,7%, abaixo do índice anual prognosticado anteriormente. Nos primeiros seis meses de 2010, por outro lado, o percentual conquistado foi de 4,7%. Nesta quarta-feira, segundo o portal de Economia Terra, o FMI deverá anunciar novas previsões ao mundo.

Para 2010 o FMI previu crescimento de 4,6% e para o ano que vem, 4,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países emergentes, entre os quais Brasil e China, conseguiram bons feitos no período denominado “pós-crise”. Atualmente, ambas enfrentam situações semelhantes de criação de empregos, cada qual com seu movimento, e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Por outro lado, os países desenvolvidos enfrentam complicações, sobretudo Estados Unidos e nações da zona do euro.

Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, tirou proveito durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para criticar a atuação dos países desenvolvidos após o colapso financeiro. Para ele, essas nações não têm mostrado comprometimento com o alcance da estabilidade da economia em todo o mundo.

Retomando a temática Rodada de Doha, que teve paralisadas negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), o chanceler ponderou que o G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) conseguiu obter revolução, porém, deve passar por ajustes para assegurar maior participação africana.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Enfatizada em vários meios de comunicação como um mal em evidência, a crise financeira mundial ainda é sentida e observada em inúmeras nações pelo globo terrestre. Apesar de Brasil, China e Índia, integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), por exemplo, proferirem ambiente positivo, nações desenvolvidas enfrentam sérios impasses envoltos em questões primordiais, como é o caso do alto índice de desemprego.

Para Axel Weber, membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu, o colapso econômico ainda não teve seu fim e as necessidades de aperfeiçoamentos regulatórios precisam inibir que as instituições bancárias sejam grandes o suficiente para quebrar. Em breve matéria descrita pelo portal Economia Terra, pondera que na verdade 2010 não é o primeiro ano pós-crise, mas o quarto período dela.

Um pouco mais pessimista em comparação a inúmeras autoridades políticas brasileiras e outras estrangeiras, Weber afirma que o risco moral está atuante no sistema financeiro, na atualidade. Mesmo assim, acredita que os bancos até podem falir, mas esse fato precisa ocorrer de maneira organizada – provavelmente para essa falência não incidir tão negativamente como o ocorrido com o Lehman Brothers, em 2008?

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros menos atentos acreditam pertencer a um dos poucos países em que a economia se comporta relativamente bem, apesar de a China e a Índia apresentarem desenvolvimento mais amplo (com base no Produto Interno Bruto de cada um). Mesmo assim, existem outras nações também avaliadas positivamente, como é o caso do México.

Para Emilio Botín, presidente do grupo financeiro Santander, tanto Brasil quanto o país mexicano retêm destaque no atual cenário de recuperação após a crise financeira. Embora endosse boas prerrogativas aos emergentes, pondera que os governos das nações desenvolvidas têm assentado as devidas bases no intuito de ampliar o crescimento potencial e beneficiar o recobramento econômico.

A emissão desse discurso, segundo o portal R7, ocorre num momento em que a Moody’s, agência de classificação de risco, avaliou a estimativa de o Brasil, em breve e se mantiver seu crescimento num ritmo constante e célere, contribuir para as nações latinoamericanas se valerem da representatividade para juntas, crescerem.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mencionada quase diariamente, a crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009 ainda é sentida em vários pontos do globo, como nos Estados Unidos e em muitas nações cerceadas pela União Europeia. Brasil, China, Índia e Rússia, pertencentes ao bloco BRIC, já deixaram para trás os efeitos mais devastadores e se valem de artifícios cruciais para a manutenção e crescimento da economia dentro e fora de suas fronteiras.

O Brasil tem comportado dados significativos nos últimos meses, num contexto geral ou dividido por setores. A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer), atuante no setor da aviação, previu nos últimos dias paulatino recobramento de sua receita, apesar de ainda ser necessário maior prazo para que a companhia volte aos patamares anteriores à crise econômica.

Matéria confeccionada pelo Estadão ressalta projeção de US$ 5,25 emitida pela Embraer somente a 2010, montante inferior às vendas líquidas realizadas pela companhia no ano passado (US$ 5,47 bilhões) e em 2008 (US$ 6,33 bilhões). Segundo Luiz Carlos Aguiar, vice-presidente Financeiro e de Relações com os Investidores da companhia, recentemente houve acordo de US$ 1 bilhão para o restante deste ano à Embraer com 25 bancos estrangeiros, pois esse valor, afirma, é o suficiente para atender as reais e atuais necessidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil, segundo o alto escalão do governo, foi um dos últimos países a fazer parte da nebulosa crise financeira mundial e o primeiro a sair. Os números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), otimismo da população e dos empresários, bem como cálculos ao futuro da economia, correspondem bem a algumas teorias.

A crise, por sinal, afetou bastante o Brasil, pois entre as nações integradas no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a indústria do país foi a segunda mais comprometida, com arrefecimento de 2,5% entre setembro de 2008 e junho de 2010, porém, menos prejudicada em relação à russa, que observou seu produto industrial encolher mais de 32% no mesmo período de análise.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento, China e Índia fizeram percurso diferenciado, pois obtiveram aumento nas suas produções em 14,7% e 24,3%, respectivamente. Em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, Marcelo de Ávila, economista da entidade, avalia que os efeitos da crise não danificaram as exportações dos asiáticos, exatamente pela taxa de câmbio declinada.

Apesar dessa constatação negativa, Brasil, China e Índia retomam a atividade industrial dentro do BRIC e em relação aos países desenvolvidos, que singularmente enxergam e sentem uma maré difícil de ser superada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O temor em relação à crise financeira mundial parece ter ficado restrito a países que antes tinham para si bom momento econômico. Devido as medidas de estímulo a diversos setores, entre eles veículos automotores, habitação e linha branca, bem como boa atuação do Banco Central, o Brasil conseguiu superar com certa astúcia o impasse global. O próprio Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre é um indicativo, pois conseguiu superar em 2,7% os dados dos três meses finais do ano passado.

A Espanha, por outro lado, enfrenta inúmeros problemas, como por exemplo, o percentual altíssimo de desemprego. Por esse e outros motivos, a nação gerida por Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu ultrapassar a economia espanhola há alguns meses, chegando na 8ª colocação do ranking global entre as maiores potências.

O jornal espanhol Expansion, especializado em economia, admite que o entrave por todo o planeta modificou acentuadamente a colocação de alguns país. De acordo com o portal de notícias G1, a emergente China conseguiu suplantar o Japão, now, e se consolidar como a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Informações emitidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) com base em dados aparelhados pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, assinalam que a transposição brasileira ante a Espanha ocorreu no ano passado, mas já em 2010 a disparidade se acentuou ainda mais.

E em 2011, como ficará? Mais alguns anos, se o crescimento sustentável do país vigorar, possivelmente o Brasil conseguirá ser uma das cinco maiores economias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para um país ser considerado emergente ou desenvolvido, uma série de fatores é levado em consideração, tais como o potencial econômico, os índices de desigualdade e outras questões que os brasileiros ultimamente ouvem da boca dos candidatos à presidência da República: infraestrutura, educação, saúde e sistema de transportes.

Os últimos meses de 2009 marcaram uma nova tendência para o Brasil, remetendo o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este afirmou ser a crise financeira mundial somente uma "marolinha". A nação tupiniquim, uma das últimas a fazer parte desse contexto econômico e uma das primeiras a sair, conquistou tal feito por meio de inúmeras medidas adotadas pelo governo e toda sua equipe.

Benefícios fiscais, certamente parte dos brasileiros não sabe do que se trata na teoria, mas na prática sabem sim. A exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (geladeira, fogões e máquinas de lavar) e materiais de construção possibilitou o alcance de inúmeros bens, portanto, confirmando tais estímulos.

Por essas e outras características, a intenção de consumo da população do país cresceu mais uma vez, pela quarta oportunidade seguida. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC) em reportagem expedida pelo portal de notícias G1, o Índice medidor de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) saltou de 133,6 pontos para 134,4 pontos entre julho e agosto, representando consequentemente, acrescimento de 0,7%.

Os lares mais endinheirados, segundo a entidade, foram os principais responsáveis por essa elevação, que tiveram em seu favor a melhoria na renda per capita e uma maior satisfação para com o mercado de trabalho.

Contudo, nem tudo é positivo. A CNC revelou que a intenção de compras a prazo cedeu um pouco, de 145,9 pontos para 144,1 pontos do mês de julho para agosto – representando recuo aproximado de 1,2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta quinta-feira, 07 de julho, o presidente Luís Inácio Lula da Silva disse que os problemas financeiros pelos quais passam os países considerados ricos, servem de exemplo para que os países do hemisfério sul, onde enquadra-se o Brasil, não repitam o mesmo que fizeram no século vinte, onde acreditava-se que os países desenvolvidos é quem iriam resolver os problemas dos mais pobres.

Agora, para Lula, ficou claro que são eles mesmos que precisam resolver seus próprios problemas. O presidente também ressaltou a posição do FMI e do Banco Mundial diante da crise, especialmente a européia, em que se mantêm calados e sem ação, coisa que não acontecia quando a crise era com os menos desenvolvidos, onde eles sempre interviam e ditavam soluções.

Lula ainda destacou que a crise financeira poderia ter sido deixada de lado se os países envolvidos colocassem em prática o que foi discutido no G20.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


A crise financeira mundial ocorrida, com grande ênfase, entre 2008 e 2009, ainda deixa marcas profundas em vários países, principalmente nos desenvolvidos, que têm encontrado dificuldades para se reajustarem à nova realidade, na qual os emergentes, em especial China, Índia e Brasil, passaram a liderar o novo momento da economia.

Após meses de decretado o fim do colapso a essas nações, a recuperação da economia global deverá continuar, segundo avaliação de Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Embora sua visão traga fôlego diferenciado, a autoridade relaciona, porém, crescimento desigual entre as nações.

Para o órgão, em reportagem veiculada pelo Portal de Economia UOL, os países asiáticos e latinoamericanos se encarregarão de puxar o desenvolvimento, com os Estados Unidos logo em seguida e, por último, até por questões óbvias, a Europa.

Aliás, a zona do euro ainda enfrenta certos percalços na atualidade, principalmente se mencionada a Grécia, estopim da atual crise econômica da região. Mesmo assim, Strauss-Kahn não acredita em uma dupla crise, embora possibilidades não sejam descartadas

Segundo o FMI, haverá aumento de 4,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do globo terrestre ainda em 2010, com provável acréscimo no ano que vem em, aproximadamente, um décimo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Políticos de grande peso da atual economia brasileira, entre eles Guido Mantega, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil, acreditam que os reflexos da crise europeia não serão sentidos amplamente por aqui, talvez nas exportações, uma vez que a Europa é grande consumidora de vários produtos do país.

Na contramão do discurso parafraseado entre um e outro, o Banco Mundial (BM) advertiu que o entrave europeu surtirá efeito impactante na América Latina – e consequentemente no Brasil, claro! – caso algum dos países com maior endividamento (Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal) alegue descumprimento de pagamentos.

Conforme atestado durante reportagem do portal mercado UOL, a recuperação econômica global continua em andamento, mas o problema europeu impôs novas barreiras a um crescimento sustentável. Como exemplificação, o estudo levantado pelo Banco Mundial lembra que algumas instituições financeiras vigentes no Chile, México e Peru provém da Espanha.

Além desse fato, inquietante aos empresários e políticos brasileiros, mais de 10% dos investimentos diretos no país, durante o ano passado, tiveram origem em Espanha e Portugal.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


O grupo das 20 economias mais desenvolvidas do planeta, ou G-20, informou em comunicado oficial que solicitará às nações mundiais a adoção de estratégias verossímeis para a retirada dos estímulos utilizados durante a crise financeira global, na medida em que cada um dos países se recupera e obtém números mais positivos ante os sentidos entre 2008 e 2009.

Uma autoridade que não teve nome revelado pelo portal de economia UOL descartou qualquer hipótese de existir uma tarifa bancária universal a ser adotada.por todas as nações.

O G-20 ainda irá anunciar as medidas em comunicado futuro. Nesse estará incluso, provavelmente, a necessidade de os países manterem ou iniciarem suas reformas financeiras, com o abarcamento de estratégias mais ríspidas para o capital dos bancos.

Outro fator mencionado pelo G-20 é que se aguarda dos países em desenvolvimento, principalmente a China, planos de reequilíbrio, com consumo maior e moedas mais flexíveis, enquanto nações com alto endividamento, entre elas os Estados Unidos, devem diminuir seus gastos e equacionarem com mais firmeza sua economia interna.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


O afamado grupo dos 20 países com as maiores economias do mundo, dentre eles Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos e Reino Unido, afirmaram, recentemente, que as medidas adotadas por esse bloco contribuíram para que o sistema financeiro global não fosse prejudicado em maior escala entre 2008 e 2009. Apesar disso, alguns líderes dessas nações asseveram que a recuperação ainda é delicada, tanto que endossam cooperação ainda mais unida para evitar novos obstáculos.

Um anúncio feito pelo G-20 descreve que seu trabalho será contínuo para o estabelecimento de crescimento auto-sustentável, principalmente preparado para enfrentar novos riscos e saber lidar com os países emergentes, que atualmente vêm conseguindo melhores resultados ante as nações desenvolvidas.

O portal de notícias G1, que teve acesso à carta do grupo, relata que o G-20 precisará operar para assegurar o bom funcionamento das políticas cambial, estrutural, fiscal e monetária. Caso isso não venha a ser feito, problemas diferenciados poderão acontecer a qualquer momento e durante qualquer abalo econômico.

Confira informações mais aprofundadas sobre o artigo aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Embora a Europa esteja enfrentando uma grave crise econômica em diversos de seus países, tais como Espanha e Grécia, a Organização Mundial do Comércio (OMC) acredita que o comércio mundial apresentará crescimento de 9,5% neste ano, muito além do tombo de 12% constatado em 2009.

Pascal Lamy, diretor-geral da OMC, avalia que o comércio vigente nos países industrializados ascenderá aproximadamente 7,5%, enquanto nos países em desenvolvimento o percentual será de 11%. Caso as previsões sejam acertadas, a economia global certamente fará com que 2011 seja um ano mais promissor, um ano em que a recuperação passará a acontecer num contexto geral.

Além dessa estimativa, relata o Portal de Notícias G1, a Organização Mundial do Comércio assegurou que a China sobrepujou a Alemanha, no ano passado, como o primeiro exportador global, com vendas para as demais nações em um valor estimado de US$ 1,2 trilhão, enquanto os alemães obtiveram US$ 1,12 trilhão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Karl Max acreditava que, algum dia, o capitalismo sucumbiria ao seu próprio poder; não teria condições de, por exemplo, estender-se durante muito tempo, pois em alguma ocasião haveria uma crise sem precedentes.

Em 1929 isso quase foi uma realidade, se não fosse a participação do Estado para “salvar” o sistema financeiro.

Provavelmente, com base na mesma análise, Samuel Guimarães, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégico, afirmou que as nações que tiveram mais instrumentos participativos do Estado conseguiram maior sucesso em relação à crise financeira de 2008/2009.

Segundo o Portal de Economia do Estadão, Guimarães crê que as iniciativas comandadas pelas lideranças políticas de diversos países, dentre eles o Brasil, foram o suporte necessário para que cada qual, à sua maneira, saísse da recessão.

Além dessa análise, Guimarães afirmou que um dos principais desafios globais, se não o mais importante, é obter crescimento e atender às normas ambientais. Felizmente, a nação brasileira tem conseguido êxito neste sentido. Se tudo se mantiver, realmente, o Brasil será a quinta potencial mundial daqui a poucos anos.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Alguns países europeus enfrentam um momento inseguro em relação a recente crise financeira. Entre semana passada e esta, bolsas de valores tiveram quedas significativas, o que aumenta, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, as incertezas de os investidores aplicarem suas ações em ativos menos garantidos – como a própria bolsa de valores.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, disse que embora as incertezas europeias possam afetar o restante do mundo, um efeito negativo não ocorrerá sobre a economia brasileira, pois o país atravessa um momento sólido, baseado, sobretudo, na dilatação do mercado interno.

Em relação à crise do outro continente, Meirelles avalia que isso já era esperado devido ao excesso de euforia, que em inúmeras ocasiões pode ocasionar excesso (também) de correção. Para ele, entrevistado pelo Estadão, a Europa deverá alcançar um crescimento pouco abaixo de 1% e os Estados Unidos, por sua vez, um pouco melhor que isso.

Leia a matéria-fonte na íntegra aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A queda na taxa de desemprego para 9,7%, em janeiro, nos Estados Unidos, indica uma substancial recuperação da nação norte-americana ante o estado de precaução e preocupação notado no final do ano passado. Cristina Romer, que faz parte do Conselho de Assessores Econômicos da Casa Branca, relata que esses sinais são animadores, mas que ainda existem obstáculos a serem transpassados.

Para Cristina, segundo a agência Yahoo! de notícias, os números mensais veiculados por diversos órgãos e parafraseados pela imprensa são instáveis e estão sempre sujeitos a novas revisões. Portanto, ressalta a fonte, é preciso cautela no sentido de manter as recuperações dessa questão.

Em contrapartida, um relatório divulgado pelo Departamento de Trabalho estadunidense indica que em janeiro deste ano, uma perda líquida de 20 mil postos de trabalho foi contabilizada, que se somam, pois, às 600 mil vagas deterioradas ao longo de 2009.

Para Cristina, faz-se necessário, sobretudo, um pacote de fomento ao mercado de trabalho norte-americano pleiteado, recentemente, por Barack Obama, líder do país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Conforme veiculado neste espaço desde o começo da semana, a Cosan e a Shell estabeleceram uma parceria voltada ao mercado de biocombustíveis e a inicial pretensão de se tornarem liderança global no segmento de energia limpa. Mesmo assim, a petrolífera acredita que os rumos para 2010 são incertos – como foram no ano passado.

Em 2009, por exemplo, a Shell cortou aproximadamente 5 mil empregados dentro de suas dependências, o que lhe permitiu reduzir custos operacionais em quase US$ 2 bilhões. Para este ano, o número previsto é de mil trabalhadores dispensados e uma redução de, pelo menos, US$ 1 bilhão em despesas.

Em matéria veiculada pelo Portal G1, problemas decorrentes da crise financeira mundial para a Shell fizeram com que ela tomasse medidas drásticas. Um dos entraves encontrados foi a alta nos preços do petróleo, mas que foram levemente equacionados devido aos preços do gás e as margens de refino, que tiveram baque saliente.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Embora a crise financeira mundial tenha feito diversas vítimas, um dos setores de suma importância não correu riscos. Produtos, equipamentos e suprimentos para a área de medicina, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed), finalizaram 2009 positivamente.

O Estudo, que levantou informações até outubro do ano passado, revelou que o segmento continha mais de 10 mil empresas e gerava aproximadamente 100 mil empregos diretos e outros 200 mil indiretos. Os dados se aproximam dos revelados pelo Ministério do Trabalho, que divulgou um crescimento de 6% no setor, em empregos diretos, ante 2008

Além desses pontos positivos, as vendas em todo o segmento, tais como artigos médicos, ortopédicos, farmacêuticos e de perfumaria ascenderam quase 12%, conforme levantamento executado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um montante de US$ 2 bilhões nos dez primeiros meses do ano passado foi movimentado por importadoras de produtos e equipamentos médico-hospitalares no território brasileiro, o que comprova o potencial do setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Desde 1929, quando o mundo conheceu uma de suas principais crises de âmbito global, o capitalismo provou ser um sistema eficaz devido às inúmeras possibilidades de se auto-sustentar – o Estado foi um dos principais precursores naquela época para que o planeta não conhecesse a total falência.

Teorias a parte, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, refletiu que a crise financeira mundial recente esteve muito perto de se transformar em uma depressão. Para ele, conforme reportagem veiculada pela Yahoo! Notícias, com base na agência EFE, a ajuda pública e a atuação dos bancos centrais permitiram que nada pior do que se configurava em 2008/2009 acontecesse.

Trichet afirma, também, que se as nações almejam melhorar os índices de desemprego, dentre elas os Estados Unidos, será necessário ter confiança, algo que, segundo ele, os BC’s ainda tentam recobrar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A pauta “recuperação econômica global” é a mais difundida no atual momento, pois quaisquer medidas e quaisquer especulações podem alterar as concepções do mercado financeiro. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), pondera que o ritmo de reconstrução deverá superar a estimativa de 3%, no âmbito mundial.

Embora essa suposição seja positiva, Kahn confessa que a recuperação por todos os continentes não acontece igualmente; cada país tem seu passo. De acordo com a Reuters, que parafraseou o discurso de Dominique, em matéria, a perspectiva analisada para as economias consideradas emergentes é notavelmente melhor que as demais.

Muito confiante na região asiática, o diretor acredita que a recuperação extrapolará o percentual de 7%, com exceção do Japão, que atualmente enfrenta dificuldades para voltar aos trilhos.

Segundo a autoridade, na medida em que os países emergentes se recuperarem, retirarão, gradualmente, as iniciativas de auxílio adotadas nos últimos meses. Em contrapartida, recentemente alertou que se essas retiradas ocorrerem abruptamente, a economia voltará a correr riscos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Segunda Guerra Mundial foi um dos capítulos mais sangrentos já ocorridos no planeta Terra. Diversos países sofreram prejuízos inestimáveis, dentre eles o asiático Japão, que teve sob seus ares o lançamento de duas bombas atômicas.

A crise financeira mundial, ocorrida no final de 2008 e no decorrer de 2009, também foi uma das mais violentas, na qual o país asiático ainda não conseguiu, efetivamente, superar. Kazuo Monma, economista-chefe do Banco Central da nação, acredita que a recuperação econômica japonesa desacelerará nos primeiros três meses de 2010, mas que não existe, mesmo assim, risco de uma grande recessão.

Para a autoridade, conforme veiculou a Reuters, as fortes exportações, em algum momento, passarão a ajudar os demais setores da economia.

Monma aproveitou para reforçar, então, que a deflação perderá sua força em virtude desse segmento, pois a demanda doméstica permanece fraca e existe, para “colaborar”, uma queda nos salários dos trabalhadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, enfatizou, novamente, a agilidade da autoridade monetária brasileira no diagnóstico e na tomada de decisões em favor do combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema de finanças doméstico. De acordo com ele, quando foi apregoada a quebra do Lehman Brothers, nos Estados Unidos, o Banco Central divulgou, diretamente de Nova York, que daria início ao empréstimo de suas reservas.

Além disso, segundo ele, enquanto os bancos internacionais apenas começaram a encurtar créditos, o Brasil tinha a seu dispor recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro brasileiro possuía capital, e o setor público, uma situação financeira suficientemente adequada.

Para ele, a ação correta do Banco Central obteve um efeito multiplicador no mercado, que possibilitou um reequilíbrio das condições econômicas. Por isso, a oferta de crédito doméstica teve a sua retomada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, realmente passou a se preocupar com a complicada situação empregatícia daquele país. Para tanto, afirmou que será um anfitrião de um fórum que visa debater a criação de emprego e o promissor crescimento econômico.

O líder norte-americano declarou que os dados em torno de pedidos de auxílio-desemprego divulgados em 12 de novembro denotam um sinal animador, mas que ainda é necessário considerar alguns e primordiais passos para a recolocação dos desempregados e suas voltas aos postos de trabalho.

Além disso, Obama assegurou que o governo possui seus limites do que pode e não pode fazer, mas que medidas estimulantes ao mercado de trabalho são primordiais neste momento. Afinal, há cerca de uma semana, dados ilustraram que a taxa de desemprego naquele país subiu para 10,2% no mês de outubro, o percentual mais alto já anotado em 26 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um encontro realizado na Basiléia entre os maiores Banco Centrais do globo atestou que a economia mundial já apresenta ótimos indícios de estabilização. Um relato dos representantes presentes na reunião concluiu que os esforços executados pelos governos do mundo inteiro atalharam uma possível depressão.

Presente nos debates, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central Brasileiro, e Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve, Fed (Banco Central norte-americano), estimaram que os entraves ainda não foram, em sua totalidade, ultrapassados, apesar de haver conclusões positivas.

Jean Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, afirma que a queda livre das economias já é certa, pois a melhoria nos mercados e uma sequência de informações confirmam a recuperação e o afastamento da tão temida depressão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em uma reunião com o Painel de Conselheiros da Presidência para a Recuperação Econômica, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, garantiu que a nação norte-americana ainda está distante de seu ideal no campo econômico. O líder daquele país taxou de perturbadora a fraqueza constatada no mercado de trabalho.

De acordo com dados divulgados há poucos dias, a economia estadunidense apresentou crescimento a uma taxa atualizada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano, após um ano de contração. Mesmo assim, a taxa de desemprego é a maior registrada em 25 anos, com 9,8%.

Obama, no entanto, asseverou que há pautas muito boas para auxiliar o crescimento econômico dos EUA. Dentre as medidas, citou cortes de créditos fiscais e impostos, mas nada concreto. De qualquer maneira, resfolegou que mudanças desse porte não acontecem de uma hora para a outra. Sua preocupação principal é, conforme seu próprio discurso, garantir trabalho e seu conseqüente sustento às famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Pela primeira vez em mais de um ano, a economia norte-americana apresentou crescimento no terceiro trimestre de 2009. Esse desenvolvimento deve-se à retomada nos gastos de consumo, porém, pode proporcionar uma recuperação lenta devido ao fraco mercado de trabalho daquele país.

De acordo com o Departamento do Comércio dos Estados Unidos, o Produto Interno Bruto (PIB) estadunidense subiu acima do que se esperava e chegou a uma taxa anual convencionada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano. Os economistas previam um crescimento de 3,2% para o mesmo período.

Para os especialistas da área, estes índices indicam que a mais extensa e marcante recessão desde a vista na denominada “Grande Depressão” cessou. Porém, isto é apenas um desenho não oficial do momento norte-americano. Para os Estados Unidos, isto será confirmado, de fato, quando o Escritório Nacional de Pesquisa Econômica (NBER) indicar sua posição.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou que a produção da indústria adentrou num processo de recuperação econômica, vigente, para ele, há oito meses. Entretanto, mesmo com esse dado otimista, apresenta níveis abaixo daqueles constatados antes da crise financeira, o que permite, então, espaço para um melhor desenvolvimento do país.

Para Meirelles, o grande diferencial entre a nação brasileira e os demais países do globo é justamente o fato de que a recuperação interna se baseia no crescente número de postos de trabalho e, também, no crédito. Segundo ele, essa retomada promete fazer o PIB e o mesmo nível de atividade pré-crise crescer.

Segundo Henrique, o êxito se deve porque o país saiu da crise com solidez – preservou a criação de empregos e o colapso se restringiu ao setor industrial. Além disso, outra consideração do presidente do BC é a de que as demais nações ficaram subordinadas à taxa básica de juros e estímulos fiscais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Inúmeras crises já assolaram o mundo, principalmente à vista em 1929. A última, com início há poucos meses, porém, ilustra que nada é para sempre. Por isso, Kevin Warsh, diretor do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, afirma que é relevante aos formuladores de política e economistas um preparo para quando a próxima crise global chegar.

Suas palavras foram articuladas durante o segundo dia de conferência econômica sobre a Ásia. Na mesma ocasião, Ben Bernanke, presidente do Fed, assegurou que os Estados Unidos precisam cortar o déficit orçamentário, no mesmo instante em que os asiáticos devem impulsionar os gastos de seus consumidores a fim de evitar desequilíbrios econômicos.

Warsh afirmou, juntamente à maioria dos participantes do evento, que os benefícios dos mercados globais integrados precisam de melhorias, mas não devem ser ignorados ou rejeitados por causa dos últimos 18 meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Centro de Políticas Sociais (CPS) revela que a região metropolitana de São Paulo, um dos pólos financeiras mais importantes do mundo, foi a que mais sofreu com os efeitos gerados pela crise econômica mundial entre as seis principais regiões do Brasil.

O relatório declara, ainda, que a região foi a única que apresentou aumento na miséria em agosto ante o mesmo período do ano passado, com expansão da classe E em 5,91%. Para Marcelo Neri, economista chefe do Centro de Políticas Sociais, isto acontece porque em São Paulo estão situadas inúmeras indústrias, bem como um importante sistema financeiro.

A observação é fundamentada em apreciação de dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ilustra, também, que São Paulo apresentou o menor crescimento em detrimento às demais regiões de pessoas relacionadas às classes A, B e C em 0,19% no mês de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou que a reunião anual na Turquia, acontecida há pouco, assinalou novas configurações ao órgão. Para ele, o fundo terá por função indispensável a correção dos desequilíbrios pelo planeta ao operar como acumulador de reservas das nações.

As novas medidas se baseiam, principalmente, nas crises ocorridas no continente asiático na década de 1990. Na ocasião, muitos países compreenderam que era necessário manter níveis elevados de reservas a fim de evitar desordens.

Com isso, as deliberações adotadas na última reunião do grupo das 20 maiores economias mundiais (G-20) permitiram ao Fundo Monetário Internacional novas delegações, bem como serviram de estímulo em relação à sua legitimidade, ao outorgar maior participação no órgão a economias emergentes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Alguns países ainda encontram dificuldades para alavancar a economia e, consequentemente, gerar empregos para a maior parte da população. Um destes casos é a Alemanha, pois segundo o Escritório do Trabalho Federal, este fator – de desemprego – acontece, atualmente, devido à queda sazonal de dados atrelados ao fim das férias de verão no Hemisfério Norte do globo.

Mesmo após alguns ajustes adotados por aquele país, o número de desempregados cedeu, aproximadamente, em 12 mil, o que resulta em umataxa de desemprego em 8,2%. Os dados pegaram os economistas de surpresa, pois estes acreditavam que haveria um aumento de destituídos em 25 mil, com taxa sazonal estabelecida em 8,3%.

Para Frank-Juergen Weise, presidente do Escritório do Trabalho, os efeitos da crise econômica, que ainda assolam o mundo, em relação ao mercado de trabalho continuam complacentes, o que não proporciona, afinal, mudanças de tendências.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Diferentemente do que vem ocorrendo no Brasil, conforme anuncia inúmeras pesquisas, a Europa terá o ressurgimento seguro de sua economia bem lentamente, segundo afirma Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE). Para ele, de qualquer maneira, ainda é precoce cessar a injeção de liquidez no campo econômico ou alçar a taxa de juro.

Em discurso muito parecido com outros percebidos nos demais continentes, Trichet acredita que não se deve sair das políticas de estímulos adotadas nos últimos meses, mas afirma que estratégias de retirada, em breve, terão de ser adotadas.

Entretanto, os preços ao consumidor estão iniciando sua elevação na Europa, após declinarem nos últimos meses, ainda que a inflação permaneça por bom tempo inserida na agenda econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Nas duas últimas semanas, o furor causado pelas notícias de que o Brasil, aos poucos, deixou a crise financeira para trás, causou novos questionamentos. Segundo avaliação do Relatório Trimestral de Inflação divulgado há pouco pelo Banco Central, a velocidade de recuperação ainda não está nítida.

Como se sabe, o mundo financeiro é um mar de incógnitas, pois a qualquer momento, sob qualquer medida, cenários internacionais em torno do plano Econômico podem ser alterados. Por isso, diante da crise financeira supostamente superada – aos poucos, claro! – pelo Brasil, os diretores do BC dizem ainda haver incertezas comportamentais dos investimentos.

De todo jeito, os mesmos representantes exaltam que medidas como a diminuição do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) funcionam tão somente como amortecedores. Para os mais pessimistas do mercado, provavelmente a idéia já tenha passado pela cabeça.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Durante festividade no Waldorf Astoria, localizado em Nova York, o presidente Luiz Inácio Lula da Silva salientou os últimos sucessos obtidos pelo Brasil em relação ao plano político e econômico diante da crise mundial.

Para ele, a estabilidade da economia brasileira foi uma conquista fundamental para a população do país, pois os menos favorecidos socialmente passaram a conquistar maior poder aquisitivo, tornando-se consumidores potenciais.

Lula enfatiza que a pátria, provavelmente, não voltará aos mesmos momentos presenciados durante os altos índices inflacionários, que impeliam o povo brasileiro de viver dignamente, sem ter seu poder aquisitivo abafado. Ainda, para ele, há mais de duas décadas o Brasil não apresentava um investimento tão significativo em sua própria infraestrutura.

O povo brasileiro, presidente, agradece!

Por Luiz Felipe T. Erdei

Antecipando as comemorações do sexagésimo aniversário da República Popular da China – que acontecerá no 1º dia de outubro –, Hu Jintao, presidente daquele país, manifestou preocupação em torno de um conjunto de situações e obstáculos que podem impedir o rápido crescimento econômico e a manutenção da estabilidade na sociedade.

Para ele, que articulou essa idéia durante o também sexagésimo aniversário da Conferência Consultiva Política do Povo Chinês, um órgão do Partido Comunista da China, o modelo ocidental democrático não é, de forma alguma, opção à sua nação.

Jintao aproveitou o ensejo para informar ao mundo que seu país está comprometido em marchar fortemente ao crescimento econômico, mesmo sob as sombras da atual crise financeira global. Resta saber, logicamente, se a questão ambiental está inserida na ideologia do presidente, pois se não estiver e todas as nações “decidirem” pelo desenvolvimento desenfreado, o que restará do mundo? Cinzas?

Por Luiz Felipe T. Erdei

Eis uma notícia que interessa a todas as pessoas deste mundo. Segundo estimativas proferidas pelo diretor-geral da Organização Internacional do Trabalho (OIT), Juan Somavia, as iniciativas adotadas pelo G-20, grupo que engloba as 20 maiores economias do globo, irão colaborar para criar – ou até salvar! – até 11 milhões de empregos em 2009.

Somavia, entretanto, avalia que tais medidas não podem ser removidas do cenário internacional rapidamente, pois se algo dessa natureza acontecer ou for empertigada, a crise do desemprego só tenderá a piorar.

A fim de afagar tais declarações, Juan disse que se não fossem seguidas tais medidas, provavelmente o desemprego alcançaria índices escabrosos no primeiro semestre de 2009, principalmente nos países integrantes do G-20, algo entre 29% e 43%. De qualquer maneira, mesmo com o otimismo perseguido por essas medidas, o número de pessoas sem ocupação no mundo abarcará recordes neste ano, entre 219 e 241 milhões de cidadãos.


Participante do Comitê de Política Monetária do Banco da Inglaterra, David Miles afirmou que a Grã Bretanha possivelmente saia da recessão entre seis e nove meses. No entanto, para ele a jornada até esse fim poderá ser longa e pausada.

Miles disse, também, poder haver alguns aumentos do Produto Interno Bruto (PIB) e que, com isso, essa recuperação possa acontecer dentro desse prazo citado. De todo jeito, crê que a saída da crise financeira pela Grã-Bretanha ocorra naturalmente.

O discurso de David, pode-se dizer, foi parafraseado pelo destacado por Mervyn King, presidente do BoE, que na ocasião assegurou que a economia por lá demoraria um pouco para crescer, mas que se desenvolveria forte o suficiente para interromper o aumento do desemprego.


Com a recessão da economia mundial se aproximando de muitos países, o primeiro-ministro da França, François Fillon, disse que o país começará a rever as previsões econômicas para 2009 e 2010.

O anúncio foi proferido após novas estimativas recém-feitas, que apontam para uma queda de 2,25% no atual momento, ante inclinação de 3% pressagiada durante o ápice da crise financeira. Para 2010, porém, o crescimento previsto cerceará 0,75%, diferentemente do que se calculou, 0,5%.

Segundo dados gerais de mercado, a França impressionou no segundo trimestre de 2009, pois o crescimento apontado girou na casa de 0,3%, diferentemente dos três primeiros meses do ano, quando houve retração de 1,3%.


A recessão parece realmente ter conquistado países ricos e emergentes, segundo os últimos dados veiculados por diversos institutos de pesquisas. No entanto, o Banco Mundial apelou às nações que já apresentam essa, digamos, característica, que não deixem os países pobres para trás.

Um relatório divulgado nesta semana pelo Banco Mundial afirmou que a recuperação econômica deve ser estendida, sim, a esses países, porque o profundo declínio percebido há décadas por essas nações desfavorecidas pode, de fato, aumentar, tornando-os fatalmente mais pobres.

No entanto, será que essa posição do Banco Mundial tem a intenção supracitada na íntegra, em seu sentido mais literal? É perceptível que poucas lideranças poderosas se importam com os países menos favorecidos, a não ser pelo fato da exploração da mão-de-obra tornar viável um vínculo entre um lado e outro. Do fundo do coração, é importante acreditar na afirmativa do BM! Quem sabe a mentalidade dos grandes líderes do globo não se modificou?


Realmente, as inúmeras informações a respeito da saída técnica do Brasil da crise financeira parecem ter surtido efeito. Isto porque Jackson Schneider, presidente da Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores (Anfavea), alegou que a venda de veículos no mercado interno baterá recordes ainda neste ano.

Tal declaração já era de se esperar por parte dos grandes empresários envolvidos no setor. Muitas fontes veicularam dados importantes para a economia brasileira, tais como o crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) atrelado à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), bem como a criação de postos de trabalho em vários segmentos.

Pelo que se sabe, até por seus discursos proferidos nos últimos dias, Guido Mantega, ministro da Fazenda, não é muito fã da prorrogação do IPI. De qualquer maneira, enquanto esta medida permanecer, os números poderão continuar otimistas. Até Luiza Trajano, presidente do Magazine Luiza, aprovou o que o governo tem feito. Aliás, ela tem agradecido devido à expansão de sua rede de lojas.

O importante, neste ínterim, é o progresso do Brasil e o fortalecimento do poderio econômico. Quem sabe, um dia, a nação figurará entre as mais fortes do globo?


A economia brasileira conquistou um importante progresso rumo à recessão em relação à crise financeira mundial. Segundo os últimos dados veiculados, o percentual positivo obtido no segundo semestre chegou a 1,9%, atestando que o Brasil se afastou tecnicamente da estagnação nas finanças.

Os principais trunfos para tal sucesso, até o momento, se devem a fatores como as exportações e, principalmente, à redução do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), que alavancou a venda de veículos, eletrodomésticos e outros segmentos do mercado nacional.

No entanto, em relação ao mesmo período consultado no ano passado, o Produto Interno Bruto (PIB) teve queda de 1,2%, conforme dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Para os especialistas, apesar desse aspecto aparentemente negativo, muito tem a se comemorar, pois o mesmo número representa, para 2009, uma recuperação consideravelmente otimista em relação à crise.


Com a crise econômica, o Brasil passou a exportar mais produtos básicos, como commodities, por exemplo, que não passam por nenhum processo industrial durante sua fase de produção, tais como metais, petróleo e produtos agrícolas, em detrimento de vender produtos manufaturados, fato que não acontecia desde 1978.

No acumulado de 2009, por exemplo, os produtos básicos representam cerca de 41% do total exportado, contra 40% dos manufaturados, evidenciando o forte impacto da crise econômica de 2008, que afetou fortemente o comércio internacional, fazendo com que tanto o volume quanto o preço dos produtos tipo exportação caíssem em praticamente todo o mundo, fato que não acontecia há 40 anos.

O Brasil foi fortemente atingido, já que grande parte das suas exportações de produtos manufaturados é encaminhada a países da América Latina e aos Estados Unidos, que reduziram fortemente suas importações devido à crise econômica.


Para a população mais pobre do Brasil, a crise foi duplamente perversa: se por um lado houve grande corte de empregos, por outro houve uma severa redução nos investimentos, fazendo com que as taxas de pobreza e desigualdade do país simplesmente estagnassem: estão hoje nos mesmos níveis de antes da crise de 2008, há 1 ano atrás.

Isso quer dizer que a redução da pobreza foi freada: contrariando o ritmo dos anos anteriores, onde cerca de 5 milhões de brasileiros deixavam a região da pobreza por ano, nesse período poucos conseguiram fazer essa suada travessia: a classe E (dos mais pobres) se reduziu de junho de 2008 a junho de 2009 apenas 0,4%, contra quase 40% da redução observada entre junho de 2003 e junho de 2008.

Mesmo para as classes mais abastadas (A e B) a situação também preocupa: entre junho de 2003 a junho de 2008 essas classes cresceram 34%. Já entre junho de 2008 a junho de 2009 houve redução de 2%. A crise interrompeu tudo, tornando nossa pirâmide social cada vez mais achatada. Para baixo.


As coisas continuam difíceis na Terra do Tio Sam. O ano de 2009 tem sido de muita quebradeira no mercado financeiro norte-americano e já são contadas 89 instituições financeiras que não suportaram a pressão e entregaram os pontos.

Somente no mês de setembro, que se iniciou a pouco, mais cinco bancos foram à bancarrota, segundo o Federal Deposit Insurance Company (FDIC). Se o quadro for mantido, as expectativas não são nada animadoras, pois somente mo mês de agosto, 15 bancos faliram nos EUA.

Pelo menos, para atenuar, os clientes desses bancos não pagarão as contas das quebras, já que o FDIC garantirá todos os depósitos referentes às contas, de modo que os clientes não sairão prejudicados.

É mais um triste capítulo da crise econômica, iniciada nos EUA, que traz conseqüências para todo o mundo.

Lindomar Vieira

O presidente da Confederação Nacional da Indústria (CNI), Armando Monteiro Neto, prevê o recuo do valor do PIB em até 6% até o final deste ano. No entanto, há também uma perspectiva de melhora no quadro econômico nacional a partir de janeiro de 2010, mantendo índices de crescimento durante os dois primeiros trimestres.

A análise foi apresentada nesta semana durante o 27º Encontro Econômico Brasil-Alemanha que aconteceu na capital do Espírito Santo, Vitória. A expectativa é otimista e, segundo ele, a maior parte do crescimento da economia brasileira se dará através dos investimentos que totalizam R$ 60 bilhões ao ano que beneficiarão principalmente os setores de petróleo e gás.

O desempenho econômico do país foi elogiado pelo Ministro da Economia e Tecnologia da Alemanha, Karl-Theodor zu Guttenberg, que prevê que o Brasil será um dos primeiros países a sair da crise.


Em reunião dos países integrantes do G20, que acontecerá esta semana, o assunto em pauta estará a cerca da evolução do quadro econômico mundial. O objetivo desses encontros é buscar maneiras para garantir a recuperação da economia no mundo e, de acordo com o ministro de Finanças da Grã-Bretanha, Alistair Darling, há um consenso entre os representantes de que a economia está se estabilizando.

Segundo o ministro, dados de pesquisas mais recentes indicam que os países da zona do euro promoveram essa estabilização, mas ainda não se pode afirmar que a crise acabou. As medidas adotadas ainda no ano passado para a superação desse quadro serão mantidas até que a situação atual seja definida.


No Brasil os efeitos da crise financeira foram sentidos, mais em alguns setores e menos em outros, a população no geral sentiu a diferença no bolso, mas em relação aos outros países – principalmente os europeus e os Estados Unidos-, a proporção foi muito maior com forte recessão, crescimento desacelerado do desemprego, além das inúmeras falências de empresas de todos os portes.

Mas será que a crise financeira já se foi?

O jornal francês Le Monde afirma que, “a crise chegou a uma solução instável, mas sem oferecer alternativas”, o que é um fato, não se vê soluções sólidas para a saída definitiva da crise. Como estamos em um mundo globalizado os efeitos causados em um país ou conjunto de países que tenham sua base econômica mais firme que outros podem desestabilizar todo um sistema e, nota-se que as economias mais desenvolvidas não estão totalmente recuperadas deste grande choque econômico.

A possibilidade de tentar resolver a crise soltando mais crédito para a recuperação de setores da economia já é previsível, porém, não se pode esquecer que foi devido à exagerada liberação de créditos foi que a atual crise começou.


Segundo os ministros de Finanças pertencentes aos países que integram o G20, a economia mundial está se firmando. Em uma reunião marcada para o próximo final de semana, em Londres, dados recentes os levam a acreditar nisto.

De todo jeito, uma das fontes que proferiu esse parecer acredita ser cedo para que os países do mundo suspendam as medidas adotadas até o momento contra a crise.

Para Alistair Darling, ministro de Finanças da Grã-Bretanha, o encontro na cidade inglesa tem por fim focar diálogos em torno da recuperação econômica mundial. Neste sentido, também, registrou que os especuladores de políticas necessitam dialogar sobre remunerações no setor bancário.


Apesar de apresentar alta de 1,7% no mês de junho, o varejo fecha o semestre com uma alta de apenas 4,4% indicando o pior índice semestral desde o ano de 2004. Os dados são do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

A recuperação do setor no acumulo de vendas é lenta, porém o quadro é positivo diante do cenário econômico atual.

O comércio varejista ampliado, que engloba a venda de materiais de construção e veículos, foi o que apresentou os melhores índices de crescimento com um volume de vendas fechando em alta de 6,5% e receita com alta 7,4%.


Durante uma cerimônia na sede da Federação das Indústrias do Rio de Janeiro, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, disse confiar que o volume de crédito concedido voltará brevemente ao mesmo patamar do volume que era praticado antes da crise.

Ele destacou que, mesmo com o consumidor reclamando das taxas de juros, o empréstimos em bancos públicos aumentaram em 25,2% de setembro a junho, e nos privados, 9,8%.


Com informações ditas pelo próprio ministro da Fazenda, Guido Mantega, a economia do país registrou alta de 4% em julho deste ano. O número representa o início da superação da crise econômica mundial que prejudicou o desempenho das potências e dos países em transição, favorecendo países como Índia, Brasil e China, que registraram essa superação mais cedo do que outras grandes economias.

Mantega ainda falou sobre o ano de 2010, que será de disputa eleitoral presidencial, em que as políticas atuais vão permanecer da mesma forma como vem acontecendo. Com o ritmo do país e o otimismo do ministro, o Brasil não vai sofrer tantos reflexos da crise econômica após o ápice da mesma tempos atrás.


O Governador José Serra deu a partida na Agência Nossa Caixa Desenvolvimento. A Agência foi desenvolvida com o propósito de combater a crise econômica e fomentar o estado de São Paulo. Os serviços da Nossa Caixa Desenvolvimento começaram muito rapidamente, cerca de quatro meses e meio após sua instalação, em 11 de março deste ano.

A Nossa Caixa Desenvolvimento disponibilizará linhas de financiamento com juros reduzidos a pequenas e médias empresas. E para somar aos recursos que a Agência oferecerá, na data de inauguração também foram assinados convênios de cooperação com nove entidades empresariais, a fim oferecer os produtos da agência a seus associados.

A meta ser atingida com a criação da Nossa Caixa Desenvolvimento é o desenvolvimento econômico e social de São Paulo por meio de financiamento de projetos produtivos que irão gerar empregos e renda. A crise que se cuide.


Segundo dados fornecidos por economistas de grandes corporações financeiras do Brasil, como o Itaú Unibanco e o Bradesco, a economia brasileira voltou a se expandir após dois trimestres seguidos de retração, o que caracterizava recessão técnica no Brasil.

De acordo com o IBGE, a economia brasileira havia encolhido 3,6% no último trimestre de 2008. Dados do Itaú já revelam uma recuperação vigorosa da economia, com o PIB crescendo em torno de 2% em relação ao primeiro trimestre de 2009, mas apesar da retomada do cresimento, o país ainda deve fechar o ano com o PIB em ligeira queda, algo em torno de 0,5%.

A pesquisa revelou que o os principais fatores relacionados a esse avanço estão relacionados ao setor automobilístico – que recebeu redução das alíquotas de IPI.


China, Estados Unidos, Índia e Brasil. Este é o ranking de preferência de investidores divulgado em relatório das Organizações das Nações Unidas (ONU). Entre 2009 e 2011, o Brasil poderá receber investimentos diretos de empresas internacionais.

País como a Rússia apareceu abaixo do Brasil, que com essa posição divulgada na quarta-feira (22/07), pode respirar mais aliviado e esperar um crescimento na economia com os futuros investimentos estrangeiros.

Porém, apesar dessa boa notícia, por causa da crise econômica mundial, 58% das grandes multinacionais foram obrigadas a reduzir os investimentos diretos no país. Além disso, 85% das empresas foram afetadas pela desaceleração econômica.


A Rússia está ainda sentido forte os problemas associados a crise econômica mundial. Comparando com o mesmo período do ano de 2008, a Rússia teve queda de 10,5% em seu Produto Interno Bruto – PIB.

As previsões também não são nada boas, uma vez que o PIB russo deve sofrer retração entre 6 e 8% em 2009.


É notório que o teste de estresse dos bancos tem apresentado resultados positivos.

No dia 04/05, quase todas as ações de bancos nos EUA subiram, apesar de cerca de 10 bancos ainda precisarem de ajudas do governo americano. E não foi uma queda pequena não. Exceto o Morgan Stanley (que subiu apenas 4,7%), o restante subiu mais de 10%.

Três bancos que eram apontados como os que mais precisavam de recursos (Birmingham, Fifth Third Bank’s Cincinnati e SunTrust Financeiro) observaram suas ações subirem mais de 25%.

Esse aumento vertiginoso é até explicável, uma vez que no começo do ano essas ações foram vendidas muito abaixo do preço que realmente valiam.

Os bancos ainda podem vender mais ações ordinárias para investidores, o que poderia diluir o valor das ações detidas pelos acionistas atuais. 

O fato é que com o teste de estresse os bancos estão recebendo um pré-aviso para caso a situação financeira mundial fique ainda pior (esperemos que não). Ainda assim, é um pouco ingénuo pensar que os bancos estão sossegados e tranquilos agora. 

“Basicamente, você tem um sistema financeiro quebrado. Isso não tem como ser corrigido em apenas seis meses.”, disse Rick Bensignor, estrategista-chefe do mercado com Execution LLC.

Nem todos os bancos estão fracos. Mas nem todos os bancos são fortes também. Porém, se Wall Street continuar teimosamente a acreditar que o pior já passou para todos os bancos, as coisas podem ser mais feias quando tardiamente os investidores perceberem que alguns bancos ainda estão em apuros.



A bolsa de valores de Tóquio (índice Nikkei) teve o pior desempenho da história em 2008.

A perda anual foi de mais de 40%, e 2009 não deve ser nada fácil, tendo que viver na dependência de pacotes de estímulo econômico.

Pior que isso tem a China cuja bolsa (Shangai) teve perda de mais de 60% em 2008.





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