O Brasil vive um momento de crise que afeta quase todos os setores, entre eles a indústria de produção automobilística e o ramo imobiliário. Por outro lado, é em momentos de crise que novas ideias aparecem e com uma probabilidade maior de alcançar o sucesso. Um exemplo claro é a área de alimentação, em que o Food Truck está ganhando espaço e cada vez mais brasileiros investem em seu próprio negócio.

Muito praticado em Nova Iorque e em outras cidades dos Estados Unidos, aqui no Brasil, foi em São Paulo que os primeiros Food Trucks apareceram. O brasileiro está modificando seu ponto de vista e o jeito de gastar dinheiro, sempre pensando em diminuir custos e, é dessa forma, que o Food Truck torna-se uma opção muito requisitada.

O sucesso desse comércio ocorre por ser uma forma de venda de alimentos que podem ser levados para lugares onde esteja localizada uma maior concentração de pessoas, ou seja, um restaurante itinerante, com uma cozinha estruturada com cardápios variados, muitas vezes sofisticados, a um preço acessível. Outra circunstância que ajuda ao negócio é o crescimento da agricultura familiar em todo o país, fazendo com que os preços dos produtos para alimentação mantenham-se estabilizados por mais tempo, aumentando os preços de forma mais lenta e em porcentagens menores que o resto dos produtos.

Por outro lado, para quem quer investir num Food Truck, o custo é bem menor que montar um restaurante ou lanchonete, por exemplo, porém, requer a mesma cautela com planejamento, orçamento e regulamentação. Com isso, o valor investido poderá ser recuperado em menos tempo e de forma mais fácil.

As pessoas gostam de novidades, assim, a tendência é que esse negócio aumente ainda mais nos próximos anos, já que o modo itinerante é uma forma diferente de atrair o público. A vantagem do Food Truck é ir até a população, desta forma, a locomoção torna-se um divertido passeio em família, perto de casa. 


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


Davos, na Suíça, foi o cenário escolhido por diversos líderes econômicos e políticos para a realização do Fórum Econômico Mundial de 2012.

Este ano, o evento propiciou a discussão sobre a atual situação econômica dos países, bem como levantou prováveis soluções para a crise.

Durante o encontro, houve um assunto recorrente: foi pedido incisivamente que os países na Zona do Euro resolvam os seus problemas financeiros antes de investirem o seu dinheiro no resgate de outras nações.

Em síntese, as grandes economias como o Japão e Estados Unidos sinalizaram sua preocupação afirmando que a Europa precisa urgentemente “arrumar a casa”. Até mesmo os países emergentes temem que o endividamento europeu possa ter algum impacto negativo em outras economias, o que de fato pode ocorrer.

Segundo a francesa Cristine Lagarde, diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), "nenhum país está imune na situação atual". Com essa afirmação alarmante, Lagarde chamou a atenção para a importância de uma atuação mais efetiva por parte das nações e aproveitou o momento para pedir apoio e contribuições financeiras maiores para minimizar os reflexos da crise.

A declaração da representante do FMI dividiu opiniões nesse sábado (dia 28 de janeiro) e boa parte dos países se mostraram indispostos a ampliar os recursos destinados ao FMI, pelo menos enquanto a Zona do Euro não se estabilizar.

Por Larissa Mendes de Oliveira


A agência de classificação de riscos Standard & Poor's afirmou que probabilidade de recessão na zona do euro é de 40 %.

Durante uma teleconferência, o analista de crédito Moritz Kraemer afirmou que o risco de recessão está aumentando e que isso poderia levar a zona do euro a registrar uma contração de aproximadamente 1,5%.

A afirmação ocorre após a agência anunciar o rebaixamento dos ratings da dívida soberana de 9 dos 17 países membros da zona do euro.

A Standard & Poor's também fez uma crítica à atuação do Banco Central Europeu em relação à falta de ação da instituição em relação aos títulos de dívida do bloco. Tiveram sua nota rebaixada França, Áustria, Chipre, Itália, Portugal, Espanha, Malta, Eslováquia e Eslovênia.

O rating da agência indica a situação econômica das contas públicas do governo, e quanto menor o índice, maior o risco do país não ter condições de cumprir com o pagamento de suas dívidas. Isso eleva a taxa de juros cobrada por credores ao comprar títulos da dívida pública do país, dificultando o orçamento dos governos.

As novas notícias em relação à crise econômica da zona do euro levaram as principais bolsas mundiais a fecharem em queda nesta sexta-feira (dia 13 de janeiro). O Ibovespa caiu 1,29%, o índice Dow Jones caiu 0,39% e o Nasdaq sofreu uma queda de 0,51%.

Por Lucas Ferreira


Os olhos de todo o mundo estão voltados neste momento para as demonstrações de crise na economia de diversos países desenvolvidos. Não há como negar que a instabilidade e a queda nas cotações das bolsas de valores da Europa e dos Estados Unidos, bem como o aumento da provável incapacidade de pagamento da dívida norte-americana tem assustado alguns países (e alguns analistas), pois tudo isso irá refletir, mais cedo ou mais tarde, em todas as nações.

Para se ter uma ideia, somente no começo desta semana já foram registradas quedas tanto no índice Dow Jones (de 5,6%) quanto no índice da Standard & Poor's (6,7%). Além disso, houve queda no preço do petróleo e uma outra acentuada desvalorizações no dólar. Tudo isso – e o que ainda está por vir – levou o próprio presidente do Banco Central Europeu a afirmar que, no conjunto, esta parece ser uma das turbulências econômicas mais graves que a Europa já teve, desde a 2ª Guerra Mundial.

A queda do 'rating” de crédito dos Estados Unidos, antes considerada intocável, é mais um sinal de que nada no mundo da economia anda a passos constantes por tanto tempo. Esse fenômeno certamente levará aquele país a um corte massivo nos seus gastos, pois as perspectivas são de que os EUA trabalhem cada vez mais no sentido de tornar os seus, aproximadamente, 14,3 trilhões de dívida como algo passível de pagamento.

Quando se fala em redução de gastos em qualquer governo, isto pode significar que a economia do ano em curso também sinta o trauma e cresça em menor proporção, o que pode prejudicar a muita gente, desde o trabalhador médio até o executivo de alto escalão. E o Brasil, como será que tem reagido a essas preocupações internacionais?

De acordo com o Ministério da Fazenda, apesar de não sermos imunes (afinal, nenhum país é) à crise, o Brasil está preparado para amenizar seus efeitos. Essa injeção de ânimo foi dada em meio a uma queda nos índices da Bovespa, que naturalmente sentiu os péssimos indicadores europeus, mas de acordo com Guido Mantega, “estamos mais preparados porque temos muito mais reservas do que tínhamos em 2008”. Ou seja, “haverá consequências, mas elas serão minimizadas", concluiu o ministro.

Por Alberto Vicente Silva

Fontes: Agência BrasilNY Times


A crise financeira mundial ainda deixa diversas sequelas pelo mundo. Algumas economias custam a retomar os trilhos de desenvolvimento costumeiros, como é o caso dos Estados Unidos da América e de algumas nações situadas no continente europeu. Por outro lado, Brasil, China e Índia, somente para efeito exemplificativo, continuam a comemorar crescimento significativo.

Relatório publicado na última quarta-feira, 3 de novembro, afirma que o ritmo da recuperação econômica global perante o colapso financeiro ficou mais brando desde o início de 2010, principalmente devido à desaceleração mais acentuada que o prognosticado nos países da Organização para a Cooperação e o Desenvolvimento Econômicos (OCDE).

Embora encaminhada, revela reportagem da Band Online, a recuperação continua delicada. O crescimento do comércio e da atividade industrial, singularmente, sofreu diminuição devido à redução dos incentivos fiscais, tal como a mesma observada dentro do Brasil com relação aos segmentos da linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar) e de veículos automotores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial do último biênio continua a alastrar em quase todos os cantos do planeta seus efeitos. Com dificuldades em se recuperar, os Estados Unidos esperam adotar, em breve, novas medidas para o estímulo à sua economia. Os países emergentes, até então otimistas, já começam a se preocupar com os últimos movimentos do mercado, tais como o próprio Brasil, tanto que Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou existir efeitos colaterais ao país a partir de iniciativas norte-americanas.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), alertou nas últimas horas para as implicações desestabilizadoras dos fluxos de capital, além de ter citado a importância da implementação de controles de capital para atalhar um futuro colapso financeiro. Para ele, as nações possuem inúmeras medidas para tal fim, tais como taxas de juros mais amenas, política fiscal mais acabrunhada e acumulação de reservas.

No intuito de elucidar suas ideias, utilizou o exemplo de uma bolha imobiliária nutrida pelo crédito, que por meio de instrumentos de prudência é possível evitar sua formação. Contudo, se o impasse for envolto nos fluxos de dívida sustentando grande alta nos empréstimos com moeda estrangeira para empréstimos desprotegidos, a saída pode abarcar, inclusive, o mencionado controle de capital.

A Ásia voltou a ser o foco das atenções. Em reportagem veiculada pelo Estadão Strauss-Kahn saudou o continente como condutor da recuperação econômica mundial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países emergentes “servem”, atualmente, como base referencial para nações desenvolvidas, não por uma simples questão de conveniência, mas porque são eles (emergentes) que, aos poucos, conseguem superar a crise financeira mundial e ao mesmo tempo crescer em vários quesitos, como é o caso do Produto Interno Bruto (PIB) e do número de empregos.

Ao endossar mais uma questão otimista, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, avaliou nas últimas horas que os líderes mundiais fizeram avanços ao discutir sobre os desequilíbrios mundiais e motes cambiais. Aproveitou seu discurso, segundo o portal R7, para endossar que as nações emergentes tenham maior poder de voz no cenário global.

Ratificando falas anteriores, Meirelles afirmou não existirem equívocos e que uma influência mais ampla da economia dos mercados emergentes no Fundo Monetário Internacional (FMI) é estritamente necessária para dar a legitimidade a necessárias melhorias do ponto de vista econômico e empregatício.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O colapso financeiro mundial continua nublando as expectativas de institutos e economistas em todo o globo. Mohamed El-Erian, diretor-executivo da Pimco – administradora de fundos de investimento – acredita que para superar em sua totalidade os efeitos da crise, três a cinco anos serão necessários.

Para El-Erian, a guerra – em citação à crise – foi vencida, porém, o mesmo não ocorreu em relação à tão almejada paz. Acredita que a reorientação dos ingressos de capitais das economias centrais para os países emergentes, como é o caso do Brasil e da China, tendem a gerar um efeito negativo sobre a valorização demasiada das moedas, tendo de ser circundada por meio de intervenções fiscais e monetárias.

Em matéria veiculada pelo Estadão, o diretor-executivo acredita que as nações avançadas estão perdendo o momento ideal para o reconhecimento de problemas permanentes. Com isso, correrão riscos de adentrarem numa década perdida de crescimento ameno, desemprego elevado e a consequente deterioração do bem-estar social. Neste ínterim, El-Erian sopesa que se complica ainda mais o desafio de alguns emergentes administrarem a atual fase de crescimento de suas economias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial ainda é pauta de inúmeros assuntos, principalmente aos países emergentes, que obtiveram bons resultados após o período – superiores, inclusive, aos assinalados nas nações desenvolvidas, onde ainda são encontrados alguns dos principais efeitos do colapso, tais como altos índices de desemprego.

De acordo com o Centro para Pesquisa de Política Econômica (CEPR), a recessão que atingiu os 16 países que abraçam a moeda comum europeia (zona do euro) perdurou 15 meses, mais exatamente entre janeiro de 2008 e abril do ano passado. Em reportagem emitida pelo portal R7, a entidade reflete que o embate na Europa foi mais ameno que o observado nos Estados Unidos (18 meses).

Para Harald Uhlig, presidente do CEPR e professor de economia da Universidade de Chicago, o principal responsável pela crise foi o comércio global. Atualmente, há vários impasses nesse ínterim, tais como dificuldades em retomada da criação de empregos – na zona do euro o desemprego atinge dois dígitos percentuais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia global atravessou fortes turbulências entre 2008 e 2009 após o decreto de falência do banco norte-americano de investimentos Lehman Brothers, situação que para muitos lembrou o colapso ocorrido também nos Estados Unidos, em 1929, quando houve quebra da Bolsa de Valores de Nova Iorque.

Enquanto os países emergentes estão situados entre as economias com maior sagacidade no enfrentamento do embate – já superado por alguns, inclusive –, as nações desenvolvidas ainda tentam retomar a normalidade observada até antes de 2007. A desaceleração da recuperação econômica deve continuar em 2011, possivelmente até com crescimento inferior do projetado pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) no segundo semestre.

De acordo com John Lipsky, vice-diretor-executivo do Fundo, a expansão deverá permanecer em 3,7%, abaixo do índice anual prognosticado anteriormente. Nos primeiros seis meses de 2010, por outro lado, o percentual conquistado foi de 4,7%. Nesta quarta-feira, segundo o portal de Economia Terra, o FMI deverá anunciar novas previsões ao mundo.

Para 2010 o FMI previu crescimento de 4,6% e para o ano que vem, 4,3%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Indicadores econômicos mais recentes e outros relacionados aos setores de atividades têm ratificado o bom momento pelo qual a economia brasileira atravessa. As instituições bancárias do Brasil, por exemplo, conseguiram se sustentar estavelmente mesmo durante a crise financeira mundial.

A Fitch, agência de análises de risco, avalia que a performance dos bancos ecoou a forte recuperação da economia brasileira, tanto que nos próximos trimestres isso deverá continuar. Apesar de duvidar que as operações de crédito voltem ao ritmo de elevação antes do colapso global, em 2008, a entidade acredita que o aquecimento econômico e a abundante liquidez incitarão ambiente positivo ao segmento.

De acordo com a agência, a lucratividade deverá se manter forte, sobretudo se atraída pelo aumento do número de empréstimos, mesmo com margens mais amenas em virtude do fator ‘concorrência mais acirrada’. Em reportagem exprimida pelo portal de Economia UOL, a Fitch credita ao Brasil seu bom posicionamento, inclusive propenso a se recuperar totalmente dos efeitos da crise e mais preparado, sobretudo, para outras anormalidades de liquidez.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os países emergentes, entre os quais Brasil e China, conseguiram bons feitos no período denominado “pós-crise”. Atualmente, ambas enfrentam situações semelhantes de criação de empregos, cada qual com seu movimento, e crescimento do Produto Interno Bruto (PIB). Por outro lado, os países desenvolvidos enfrentam complicações, sobretudo Estados Unidos e nações da zona do euro.

Celso Amorim, ministro das Relações Exteriores, tirou proveito durante a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) para criticar a atuação dos países desenvolvidos após o colapso financeiro. Para ele, essas nações não têm mostrado comprometimento com o alcance da estabilidade da economia em todo o mundo.

Retomando a temática Rodada de Doha, que teve paralisadas negociações na Organização Mundial do Comércio (OMC), o chanceler ponderou que o G20 (grupo das 20 maiores economias mundiais) conseguiu obter revolução, porém, deve passar por ajustes para assegurar maior participação africana.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Enfatizada em vários meios de comunicação como um mal em evidência, a crise financeira mundial ainda é sentida e observada em inúmeras nações pelo globo terrestre. Apesar de Brasil, China e Índia, integrantes do BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), por exemplo, proferirem ambiente positivo, nações desenvolvidas enfrentam sérios impasses envoltos em questões primordiais, como é o caso do alto índice de desemprego.

Para Axel Weber, membro do Conselho Executivo do Banco Central Europeu, o colapso econômico ainda não teve seu fim e as necessidades de aperfeiçoamentos regulatórios precisam inibir que as instituições bancárias sejam grandes o suficiente para quebrar. Em breve matéria descrita pelo portal Economia Terra, pondera que na verdade 2010 não é o primeiro ano pós-crise, mas o quarto período dela.

Um pouco mais pessimista em comparação a inúmeras autoridades políticas brasileiras e outras estrangeiras, Weber afirma que o risco moral está atuante no sistema financeiro, na atualidade. Mesmo assim, acredita que os bancos até podem falir, mas esse fato precisa ocorrer de maneira organizada – provavelmente para essa falência não incidir tão negativamente como o ocorrido com o Lehman Brothers, em 2008?

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros menos atentos acreditam pertencer a um dos poucos países em que a economia se comporta relativamente bem, apesar de a China e a Índia apresentarem desenvolvimento mais amplo (com base no Produto Interno Bruto de cada um). Mesmo assim, existem outras nações também avaliadas positivamente, como é o caso do México.

Para Emilio Botín, presidente do grupo financeiro Santander, tanto Brasil quanto o país mexicano retêm destaque no atual cenário de recuperação após a crise financeira. Embora endosse boas prerrogativas aos emergentes, pondera que os governos das nações desenvolvidas têm assentado as devidas bases no intuito de ampliar o crescimento potencial e beneficiar o recobramento econômico.

A emissão desse discurso, segundo o portal R7, ocorre num momento em que a Moody’s, agência de classificação de risco, avaliou a estimativa de o Brasil, em breve e se mantiver seu crescimento num ritmo constante e célere, contribuir para as nações latinoamericanas se valerem da representatividade para juntas, crescerem.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mencionada quase diariamente, a crise financeira mundial do biênio 2008 e 2009 ainda é sentida em vários pontos do globo, como nos Estados Unidos e em muitas nações cerceadas pela União Europeia. Brasil, China, Índia e Rússia, pertencentes ao bloco BRIC, já deixaram para trás os efeitos mais devastadores e se valem de artifícios cruciais para a manutenção e crescimento da economia dentro e fora de suas fronteiras.

O Brasil tem comportado dados significativos nos últimos meses, num contexto geral ou dividido por setores. A Empresa Brasileira de Aeronáutica S.A. (Embraer), atuante no setor da aviação, previu nos últimos dias paulatino recobramento de sua receita, apesar de ainda ser necessário maior prazo para que a companhia volte aos patamares anteriores à crise econômica.

Matéria confeccionada pelo Estadão ressalta projeção de US$ 5,25 emitida pela Embraer somente a 2010, montante inferior às vendas líquidas realizadas pela companhia no ano passado (US$ 5,47 bilhões) e em 2008 (US$ 6,33 bilhões). Segundo Luiz Carlos Aguiar, vice-presidente Financeiro e de Relações com os Investidores da companhia, recentemente houve acordo de US$ 1 bilhão para o restante deste ano à Embraer com 25 bancos estrangeiros, pois esse valor, afirma, é o suficiente para atender as reais e atuais necessidades.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil, segundo o alto escalão do governo, foi um dos últimos países a fazer parte da nebulosa crise financeira mundial e o primeiro a sair. Os números relacionados ao Produto Interno Bruto (PIB), otimismo da população e dos empresários, bem como cálculos ao futuro da economia, correspondem bem a algumas teorias.

A crise, por sinal, afetou bastante o Brasil, pois entre as nações integradas no BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China), a indústria do país foi a segunda mais comprometida, com arrefecimento de 2,5% entre setembro de 2008 e junho de 2010, porém, menos prejudicada em relação à russa, que observou seu produto industrial encolher mais de 32% no mesmo período de análise.

Segundo a Confederação Nacional da Indústria (CNI), responsável pelo levantamento, China e Índia fizeram percurso diferenciado, pois obtiveram aumento nas suas produções em 14,7% e 24,3%, respectivamente. Em reportagem emitida pelo portal de Economia Terra, Marcelo de Ávila, economista da entidade, avalia que os efeitos da crise não danificaram as exportações dos asiáticos, exatamente pela taxa de câmbio declinada.

Apesar dessa constatação negativa, Brasil, China e Índia retomam a atividade industrial dentro do BRIC e em relação aos países desenvolvidos, que singularmente enxergam e sentem uma maré difícil de ser superada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O temor em relação à crise financeira mundial parece ter ficado restrito a países que antes tinham para si bom momento econômico. Devido as medidas de estímulo a diversos setores, entre eles veículos automotores, habitação e linha branca, bem como boa atuação do Banco Central, o Brasil conseguiu superar com certa astúcia o impasse global. O próprio Produto Interno Bruto (PIB) no primeiro trimestre é um indicativo, pois conseguiu superar em 2,7% os dados dos três meses finais do ano passado.

A Espanha, por outro lado, enfrenta inúmeros problemas, como por exemplo, o percentual altíssimo de desemprego. Por esse e outros motivos, a nação gerida por Luiz Inácio Lula da Silva conseguiu ultrapassar a economia espanhola há alguns meses, chegando na 8ª colocação do ranking global entre as maiores potências.

O jornal espanhol Expansion, especializado em economia, admite que o entrave por todo o planeta modificou acentuadamente a colocação de alguns país. De acordo com o portal de notícias G1, a emergente China conseguiu suplantar o Japão, now, e se consolidar como a segunda maior economia do mundo, atrás apenas dos Estados Unidos.

Informações emitidas pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) com base em dados aparelhados pelo economista-chefe da Austin Rating, Alex Agostini, assinalam que a transposição brasileira ante a Espanha ocorreu no ano passado, mas já em 2010 a disparidade se acentuou ainda mais.

E em 2011, como ficará? Mais alguns anos, se o crescimento sustentável do país vigorar, possivelmente o Brasil conseguirá ser uma das cinco maiores economias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Para um país ser considerado emergente ou desenvolvido, uma série de fatores é levado em consideração, tais como o potencial econômico, os índices de desigualdade e outras questões que os brasileiros ultimamente ouvem da boca dos candidatos à presidência da República: infraestrutura, educação, saúde e sistema de transportes.

Os últimos meses de 2009 marcaram uma nova tendência para o Brasil, remetendo o discurso do presidente Luiz Inácio Lula da Silva, quando este afirmou ser a crise financeira mundial somente uma "marolinha". A nação tupiniquim, uma das últimas a fazer parte desse contexto econômico e uma das primeiras a sair, conquistou tal feito por meio de inúmeras medidas adotadas pelo governo e toda sua equipe.

Benefícios fiscais, certamente parte dos brasileiros não sabe do que se trata na teoria, mas na prática sabem sim. A exoneração do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) a veículos automotores, linha branca (geladeira, fogões e máquinas de lavar) e materiais de construção possibilitou o alcance de inúmeros bens, portanto, confirmando tais estímulos.

Por essas e outras características, a intenção de consumo da população do país cresceu mais uma vez, pela quarta oportunidade seguida. Segundo a Confederação Nacional do Comércio (CNC) em reportagem expedida pelo portal de notícias G1, o Índice medidor de Intenção de Consumo das Famílias (ICF) saltou de 133,6 pontos para 134,4 pontos entre julho e agosto, representando consequentemente, acrescimento de 0,7%.

Os lares mais endinheirados, segundo a entidade, foram os principais responsáveis por essa elevação, que tiveram em seu favor a melhoria na renda per capita e uma maior satisfação para com o mercado de trabalho.

Contudo, nem tudo é positivo. A CNC revelou que a intenção de compras a prazo cedeu um pouco, de 145,9 pontos para 144,1 pontos do mês de julho para agosto – representando recuo aproximado de 1,2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nesta última sexta-feira, 13 de agosto de 2010, o presidente do Banco Central, Henrique Meirelles, colocou que o Brasil atualmente é um país que serve como modelo de como enfrentar a crise financeira, não só pelo pequeno espaço de tempo em que conseguiu superá-la, mas também se destacando pela eficácia técnica com o que o fez.

Assim, o Banco Central brasileiro serve de modelo não só para os demais bancos centrais, mas também consta no relatório do Fundo Monetário Internacional como tal. De acordo com Meirelles, é importante que o sistema financeiro do país conte com um grande volume de reservas internacionais para poder enfrentar uma crise com maior segurança.

Por Elizabeth Preático

Fontes:  Band, O Estadão, Canal Rural


Nesta quinta-feira, 07 de julho, o presidente Luís Inácio Lula da Silva disse que os problemas financeiros pelos quais passam os países considerados ricos, servem de exemplo para que os países do hemisfério sul, onde enquadra-se o Brasil, não repitam o mesmo que fizeram no século vinte, onde acreditava-se que os países desenvolvidos é quem iriam resolver os problemas dos mais pobres.

Agora, para Lula, ficou claro que são eles mesmos que precisam resolver seus próprios problemas. O presidente também ressaltou a posição do FMI e do Banco Mundial diante da crise, especialmente a européia, em que se mantêm calados e sem ação, coisa que não acontecia quando a crise era com os menos desenvolvidos, onde eles sempre interviam e ditavam soluções.

Lula ainda destacou que a crise financeira poderia ter sido deixada de lado se os países envolvidos colocassem em prática o que foi discutido no G20.

Por Elizabeth Preático

Fonte: O Globo


A crise financeira mundial ocorrida, com grande ênfase, entre 2008 e 2009, ainda deixa marcas profundas em vários países, principalmente nos desenvolvidos, que têm encontrado dificuldades para se reajustarem à nova realidade, na qual os emergentes, em especial China, Índia e Brasil, passaram a liderar o novo momento da economia.

Após meses de decretado o fim do colapso a essas nações, a recuperação da economia global deverá continuar, segundo avaliação de Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI). Embora sua visão traga fôlego diferenciado, a autoridade relaciona, porém, crescimento desigual entre as nações.

Para o órgão, em reportagem veiculada pelo Portal de Economia UOL, os países asiáticos e latinoamericanos se encarregarão de puxar o desenvolvimento, com os Estados Unidos logo em seguida e, por último, até por questões óbvias, a Europa.

Aliás, a zona do euro ainda enfrenta certos percalços na atualidade, principalmente se mencionada a Grécia, estopim da atual crise econômica da região. Mesmo assim, Strauss-Kahn não acredita em uma dupla crise, embora possibilidades não sejam descartadas

Segundo o FMI, haverá aumento de 4,2% no Produto Interno Bruto (PIB) do globo terrestre ainda em 2010, com provável acréscimo no ano que vem em, aproximadamente, um décimo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Até bem pouco tempo atrás, quando se falava em crise econômica, dívida pública e problemas econômicos em geral, era certo que se tratava de países do terceiro mundo. Esta realidade hoje está no passado. A crise dos últimos anos atingiu muito mais fortemente os países europeus, Japão e EUA.

Segundo pesquisa do McKinsey Global Institute publicada na revista The Economist, os países com as maiores dívidas em % do PIB são a Grã-Bretanha (466%) e Japão (471%). O Brasil, por sua vez, tem uma dívida equivalente a 142% do PIB.

Num ranking elaborado pela revista, analisando a sustentabilidade da dívida dos países, quem aparece na pior situação é a Espanha, seguida da Grã-Bretanha, Japão, Portugal e Irlanda.

Por Guilherme Carnevalli


Políticos de grande peso da atual economia brasileira, entre eles Guido Mantega, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil, acreditam que os reflexos da crise europeia não serão sentidos amplamente por aqui, talvez nas exportações, uma vez que a Europa é grande consumidora de vários produtos do país.

Na contramão do discurso parafraseado entre um e outro, o Banco Mundial (BM) advertiu que o entrave europeu surtirá efeito impactante na América Latina – e consequentemente no Brasil, claro! – caso algum dos países com maior endividamento (Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal) alegue descumprimento de pagamentos.

Conforme atestado durante reportagem do portal mercado UOL, a recuperação econômica global continua em andamento, mas o problema europeu impôs novas barreiras a um crescimento sustentável. Como exemplificação, o estudo levantado pelo Banco Mundial lembra que algumas instituições financeiras vigentes no Chile, México e Peru provém da Espanha.

Além desse fato, inquietante aos empresários e políticos brasileiros, mais de 10% dos investimentos diretos no país, durante o ano passado, tiveram origem em Espanha e Portugal.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após alguns meses dos maiores entraves gerados pela crise financeira mundial, o Brasil apresenta ao mundo e à população local bons números em vários setores, principalmente o próprio Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre de 2010, com elevação de 2,7% em relação aos três meses finais do ano passado e 9% em comparação anual. Além desse ponto mensurado, há perspectivas de crescimento da economia em torno de 5,5% a 6% na atualidade.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), admitiu em 10 de junho, quinta-feira, que o país trabalhou muito e já está preparado para as negativas consequências da crise europeia, embora aguarde melhor ambiente ao mundo.

Uma das personalidades em maior evidência nos dias atuais, Meirelles afirma que o Brasil é peça importante no sistema financeiro mundial, pois conseguiu bons resultados nos últimos meses, segundo ele, a partir de lições das crise anteriores. Como citação referencial, então espelhada pelo portal de economia do Estadão, o presidente do BC relacionou as medidas anticíclicas ostentadas pelo Brasil, como é o caso da exoneração do Produto Interno Bruto (PIB) a vários setores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial foi reflexo de atitudes inconsequentes iniciadas nos Estados Unidos, quando o banco Lehman Brothers decretou concordata. Os reflexos, distribuídos durante mais de um ano, tornaram o mundo um local instável na esfera econômica, tanto que os próprios norte-americanos ainda sofrem duras perdas.

Paul Volcker, assessor econômico de Barack Obama, presidente dos EUA, afirmou durante esta semana que a recuperação da economia estadunidense demorará um tempo para ser concretizada, obrigando àquele país a trabalhar durante bons meses para enxergar resultados positivos.

Segundo ele, conforme retratado pelo portal mercado do UOL, a recessão não foi algo muito comum, tanto que há quase um ano o país tenta se recuperar. Os índices econômicos, por exemplo, é um dos fatores que levam os Estados Unidos a tentar, quase diariamente, retomar suas atividades e garantir melhor valorização do dólar no mercado global.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial do biênio 2008-2009 deixou muitas lições para as futuras gerações, pois parece que o entrave de 1929, quando a bolsa de valores de Nova York quebrou, foi esquecido parcialmente. Nos poucos meses após o embate global, porém, alguns países não fizeram sua lição de casa, segundo alguns analistas, entre eles a Grécia, que em virtude de sua dívida obrigou a União Europeia a conceder empréstimo bilionário para manter o bloco europeu mais estável, confiável.

Apesar de algumas autoridades brasileiras acreditarem que a crise de lá afetará o Brasil de alguma maneira, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), admite que as exportações do país, sim, poderão ser afetadas, embora o órgão deva elevar a previsão de crescimento a 2010, que atualmente margeia o percentual de 5,8%.

Meirelles assegura que a nação brasileira está mais preparada para enfrentar o percalço europeu, apesar de acreditar, infelizmente, que algum impacto gerado lá deverá ser sentido por aqui – por enquanto, somente nas exportações. Como forma de apaziguar qualquer especulação negativa, o líder do BC garante que a entidade possui as ferramentas cabíveis para um possível enfrentamento.

Questionado sobre um superaquecimento no Brasil, Meirelles assegura já existir comprometimento por parte da nação em manter a meta inflacionária como medida de controlar o crescimento acentuado do país.

Fonte: G1

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nova crise financeira que tem assolado a Europa nas últimas semanas ainda não foi sentida no Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, acredita que o país não será afetado por ela, embora admita existir a possibilidade de diminuição no crescimento da nação.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, avalia que a nação liderada pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva está preparada para encarar o problema europeu, apesar de os efeitos no continente latino-americano ainda não se figurarem claramente. Portanto, relata a autoridade, não é necessária qualquer mudança nas metas inflacionárias, que desde 1999 são utilizadas pelo Brasil.

Para ele, o importante no atual momento é olhar o ambiente a partir de um conjunto de políticas, sem, necessariamente, se fixar em um único ponto. Em discurso espelhado pelo portal de economia UOL, Meirelles assegurou que o Banco Central europeu tem se pautado na cartilha utilizada pelo Brasil em 2008, a mesma concebida para o país se distanciar do entrave global, para se sobressair.

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Por Luiz Felipe Erdei


O Brasil, juntamente a outras nações de igual importância econômica e financeira da atualidade, já indicavam o que o Banco Central Europeu (BCE), por meio de Jean-Claude Trichet, seu líder, assinalou recentemente. A entidade, apenas em confirmação, relacionou que a recuperação referente à crise de 2008/2009 não só já é evidente como, também, está acelerada.

Para ele, por meio de diversas análises, principalmente nos considerados países emergentes, dados estatísticos apontam que o desenvolvimento é acima do que se pôde prever anteriormente. Apesar disso, diz que permanece ponderado em relação ao crescimento do sistema econômico no âmbito global.

Para o ambiente conturbado originado na Grécia, caso que tem despertado cautela, sobretudo na própria Europa, Trichet assegura que as medidas para conter os entraves foram lançadas há poucas horas, sem pressão alguma.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, certamente um dos personagens centrais no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da nação, avalia que a crise fiscal em alguns países da Europa, sobretudo a Grécia, é séria e pode piorar. No entanto, assegura, não se compara aos abalos sofridos pela economia norte-americana desde 2008, após a falência do Lehman Brothers.

Em artigo relatado pelo portal de notícias do Estadão, Meirelles pondera sobre as contas públicas de algumas nações localizadas na zona do euro e, embora ruins, acredita que os obstáculos serão superados com o passar dos tempos pelos Estados situados na região.

Resta saber quando isso acontecerá, principalmente em assuntos relacionados ao desemprego, pois na Espanha, por exemplo, o último índice constatado aponta percentual superior a 20%. Caberá aos países mais “seguros” da atualidade ajudar na reconstrução financeira europeia?

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei

 


O grupo das 20 economias mais desenvolvidas do planeta, ou G-20, informou em comunicado oficial que solicitará às nações mundiais a adoção de estratégias verossímeis para a retirada dos estímulos utilizados durante a crise financeira global, na medida em que cada um dos países se recupera e obtém números mais positivos ante os sentidos entre 2008 e 2009.

Uma autoridade que não teve nome revelado pelo portal de economia UOL descartou qualquer hipótese de existir uma tarifa bancária universal a ser adotada.por todas as nações.

O G-20 ainda irá anunciar as medidas em comunicado futuro. Nesse estará incluso, provavelmente, a necessidade de os países manterem ou iniciarem suas reformas financeiras, com o abarcamento de estratégias mais ríspidas para o capital dos bancos.

Outro fator mencionado pelo G-20 é que se aguarda dos países em desenvolvimento, principalmente a China, planos de reequilíbrio, com consumo maior e moedas mais flexíveis, enquanto nações com alto endividamento, entre elas os Estados Unidos, devem diminuir seus gastos e equacionarem com mais firmeza sua economia interna.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: UOL


O afamado grupo dos 20 países com as maiores economias do mundo, dentre eles Canadá, Coréia do Sul, Estados Unidos e Reino Unido, afirmaram, recentemente, que as medidas adotadas por esse bloco contribuíram para que o sistema financeiro global não fosse prejudicado em maior escala entre 2008 e 2009. Apesar disso, alguns líderes dessas nações asseveram que a recuperação ainda é delicada, tanto que endossam cooperação ainda mais unida para evitar novos obstáculos.

Um anúncio feito pelo G-20 descreve que seu trabalho será contínuo para o estabelecimento de crescimento auto-sustentável, principalmente preparado para enfrentar novos riscos e saber lidar com os países emergentes, que atualmente vêm conseguindo melhores resultados ante as nações desenvolvidas.

O portal de notícias G1, que teve acesso à carta do grupo, relata que o G-20 precisará operar para assegurar o bom funcionamento das políticas cambial, estrutural, fiscal e monetária. Caso isso não venha a ser feito, problemas diferenciados poderão acontecer a qualquer momento e durante qualquer abalo econômico.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Mesmo após o ensaio de uma crise internacional que gerou rumores que se estenderia até o aqui no último ano o Brasil apoiado nas vendas, consumo e arrecadação do mercado interno retoma sem receios aparentes o sistema de crédito.

Isso deve-se ao fato de consumidores alavancarem as vendas de produtos diversos. Não houve rumores, críticas ou medo que impedisse os brasileiros de gastar. E mais cresce progressivamente o consumo de produtos não perecíveis antes destinados quase que exclusivamente a classe A e B.

O povo está comprando mais, melhor e garante assim que a economia interna cresça e continue com o crédito.

Fonte: Conselho Regional de Economia

Notícias sobre a crise financeira global não param de chegar aos ouvidos da população. Há pouco, um auditor responsável pela apuração de informações sobre o Lehman Brothers, instituição financeira considerada o estopim para o problema global, revelou que dirigentes do banco manipularam dados contábeis, pois já previam sua quebra.

Hipotecas sem qualquer recuperação, decisões de investimento equivocadas e a acirrada competição ante as concorrentes conduziram o Lehman a um estado ruim, onde sua falência seria somente uma questão de tempo, à época. De acordo com o Portal G1 de notícias, o auditor revelou que todas as medidas feitas em surdina pelos principais líderes foram simplesmente para disfarçar os entraves.

Em setembro de 2008, o governo norte-americano rejeitou medidas para salvar a instituição, fazendo com que houvesse antecipação do início da crise global.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Karl Max acreditava que, algum dia, o capitalismo sucumbiria ao seu próprio poder; não teria condições de, por exemplo, estender-se durante muito tempo, pois em alguma ocasião haveria uma crise sem precedentes.

Em 1929 isso quase foi uma realidade, se não fosse a participação do Estado para “salvar” o sistema financeiro.

Provavelmente, com base na mesma análise, Samuel Guimarães, ministro-chefe da Secretaria de Assuntos Estratégico, afirmou que as nações que tiveram mais instrumentos participativos do Estado conseguiram maior sucesso em relação à crise financeira de 2008/2009.

Segundo o Portal de Economia do Estadão, Guimarães crê que as iniciativas comandadas pelas lideranças políticas de diversos países, dentre eles o Brasil, foram o suporte necessário para que cada qual, à sua maneira, saísse da recessão.

Além dessa análise, Guimarães afirmou que um dos principais desafios globais, se não o mais importante, é obter crescimento e atender às normas ambientais. Felizmente, a nação brasileira tem conseguido êxito neste sentido. Se tudo se mantiver, realmente, o Brasil será a quinta potencial mundial daqui a poucos anos.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Alguns países europeus enfrentam um momento inseguro em relação a recente crise financeira. Entre semana passada e esta, bolsas de valores tiveram quedas significativas, o que aumenta, de acordo com o Portal de Economia do Estadão, as incertezas de os investidores aplicarem suas ações em ativos menos garantidos – como a própria bolsa de valores.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, disse que embora as incertezas europeias possam afetar o restante do mundo, um efeito negativo não ocorrerá sobre a economia brasileira, pois o país atravessa um momento sólido, baseado, sobretudo, na dilatação do mercado interno.

Em relação à crise do outro continente, Meirelles avalia que isso já era esperado devido ao excesso de euforia, que em inúmeras ocasiões pode ocasionar excesso (também) de correção. Para ele, entrevistado pelo Estadão, a Europa deverá alcançar um crescimento pouco abaixo de 1% e os Estados Unidos, por sua vez, um pouco melhor que isso.

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Por Luiz Felipe T. Erdei


Embora a crise financeira mundial tenha feito diversas vítimas, um dos setores de suma importância não correu riscos. Produtos, equipamentos e suprimentos para a área de medicina, segundo pesquisa da Associação Brasileira de Importadores de Equipamentos, Produtos e Suprimentos Médico-Hospitalares (Abimed), finalizaram 2009 positivamente.

O Estudo, que levantou informações até outubro do ano passado, revelou que o segmento continha mais de 10 mil empresas e gerava aproximadamente 100 mil empregos diretos e outros 200 mil indiretos. Os dados se aproximam dos revelados pelo Ministério do Trabalho, que divulgou um crescimento de 6% no setor, em empregos diretos, ante 2008

Além desses pontos positivos, as vendas em todo o segmento, tais como artigos médicos, ortopédicos, farmacêuticos e de perfumaria ascenderam quase 12%, conforme levantamento executado pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

Um montante de US$ 2 bilhões nos dez primeiros meses do ano passado foi movimentado por importadoras de produtos e equipamentos médico-hospitalares no território brasileiro, o que comprova o potencial do setor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Desde 1929, quando o mundo conheceu uma de suas principais crises de âmbito global, o capitalismo provou ser um sistema eficaz devido às inúmeras possibilidades de se auto-sustentar – o Estado foi um dos principais precursores naquela época para que o planeta não conhecesse a total falência.

Teorias a parte, Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu, refletiu que a crise financeira mundial recente esteve muito perto de se transformar em uma depressão. Para ele, conforme reportagem veiculada pela Yahoo! Notícias, com base na agência EFE, a ajuda pública e a atuação dos bancos centrais permitiram que nada pior do que se configurava em 2008/2009 acontecesse.

Trichet afirma, também, que se as nações almejam melhorar os índices de desemprego, dentre elas os Estados Unidos, será necessário ter confiança, algo que, segundo ele, os BC’s ainda tentam recobrar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um jornal grego, o Kathimerini, divulgou recentemente que o setor público da Grécia possui uma dívida estimada em US$ 421 bilhões. Conforme o veículo, existem obrigações pendentes atreladas a atrasos no pagamento a fornecedores e outros itens.

Segundo o jornal, além dessa dívida monstruosa, o caos fiscal deflagrado na Grécia compreende uma dívida na esfera pública de outros milhares de dólares. As informações são originadas de um comitê independente constituído para o exame de dados fiscais na nação.

Inúmeros ministros de Finanças do conglomerado afirmam que a Grécia não receberá suporte algum no âmbito internacional; terá, por si só, extinguir suas dívidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A pauta “recuperação econômica global” é a mais difundida no atual momento, pois quaisquer medidas e quaisquer especulações podem alterar as concepções do mercado financeiro. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), pondera que o ritmo de reconstrução deverá superar a estimativa de 3%, no âmbito mundial.

Embora essa suposição seja positiva, Kahn confessa que a recuperação por todos os continentes não acontece igualmente; cada país tem seu passo. De acordo com a Reuters, que parafraseou o discurso de Dominique, em matéria, a perspectiva analisada para as economias consideradas emergentes é notavelmente melhor que as demais.

Muito confiante na região asiática, o diretor acredita que a recuperação extrapolará o percentual de 7%, com exceção do Japão, que atualmente enfrenta dificuldades para voltar aos trilhos.

Segundo a autoridade, na medida em que os países emergentes se recuperarem, retirarão, gradualmente, as iniciativas de auxílio adotadas nos últimos meses. Em contrapartida, recentemente alertou que se essas retiradas ocorrerem abruptamente, a economia voltará a correr riscos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Segunda Guerra Mundial foi um dos capítulos mais sangrentos já ocorridos no planeta Terra. Diversos países sofreram prejuízos inestimáveis, dentre eles o asiático Japão, que teve sob seus ares o lançamento de duas bombas atômicas.

A crise financeira mundial, ocorrida no final de 2008 e no decorrer de 2009, também foi uma das mais violentas, na qual o país asiático ainda não conseguiu, efetivamente, superar. Kazuo Monma, economista-chefe do Banco Central da nação, acredita que a recuperação econômica japonesa desacelerará nos primeiros três meses de 2010, mas que não existe, mesmo assim, risco de uma grande recessão.

Para a autoridade, conforme veiculou a Reuters, as fortes exportações, em algum momento, passarão a ajudar os demais setores da economia.

Monma aproveitou para reforçar, então, que a deflação perderá sua força em virtude desse segmento, pois a demanda doméstica permanece fraca e existe, para “colaborar”, uma queda nos salários dos trabalhadores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, enfatizou, novamente, a agilidade da autoridade monetária brasileira no diagnóstico e na tomada de decisões em favor do combate aos efeitos da crise sobre a liquidez do sistema de finanças doméstico. De acordo com ele, quando foi apregoada a quebra do Lehman Brothers, nos Estados Unidos, o Banco Central divulgou, diretamente de Nova York, que daria início ao empréstimo de suas reservas.

Além disso, segundo ele, enquanto os bancos internacionais apenas começaram a encurtar créditos, o Brasil tinha a seu dispor recursos de reservas e de compulsórios, o sistema financeiro brasileiro possuía capital, e o setor público, uma situação financeira suficientemente adequada.

Para ele, a ação correta do Banco Central obteve um efeito multiplicador no mercado, que possibilitou um reequilíbrio das condições econômicas. Por isso, a oferta de crédito doméstica teve a sua retomada.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, realmente passou a se preocupar com a complicada situação empregatícia daquele país. Para tanto, afirmou que será um anfitrião de um fórum que visa debater a criação de emprego e o promissor crescimento econômico.

O líder norte-americano declarou que os dados em torno de pedidos de auxílio-desemprego divulgados em 12 de novembro denotam um sinal animador, mas que ainda é necessário considerar alguns e primordiais passos para a recolocação dos desempregados e suas voltas aos postos de trabalho.

Além disso, Obama assegurou que o governo possui seus limites do que pode e não pode fazer, mas que medidas estimulantes ao mercado de trabalho são primordiais neste momento. Afinal, há cerca de uma semana, dados ilustraram que a taxa de desemprego naquele país subiu para 10,2% no mês de outubro, o percentual mais alto já anotado em 26 anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, deixou para trás a possibilidade de a nação brasileira revisar as novas medidas singulares adotadas para enfrentar a tão temida e especulativa crise financeira mundial. Para ele, inúmeros intentos foram admitidos, que mostram, pois, resultados positivos até o momento.

De acordo com Meirelles, dificilmente o BC anuncia medidas futuras, principalmente em liquidez, política monetária e/ou compulsório. Ele lembra, ainda, que diversas posições no mercado estão revertidas porque, por exemplo, atualmente o Brasil adquire dólares, diferentemente do que ocorria, quando os vendia à vista.

E como sua popularidade está em alta, as “eleições 2010” não poderiam passar despercebidas em torno de sua representatividade para o Brasil. Jornalistas questionam, mas Meirelles se esquiva. Para ele, uma decisão definitiva só ocorrerá em março do próximo ano. Vamos aguardar, obviamente!

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ben Bernanke, presidente do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, solicitou ao Congresso uma atuação direcionada a aprovação de reformas no âmbito financeiro, em paralelo aos trabalhos do banco central para a implementação de um conjunto de normas colaborativas com o sustento do sistema financeiro.

O presidente do Fed enxerga que não se pode perder o panorama com relação à necessidade de reorientar a supervisão e enrijecer a atual estrutura regulatória válida, a fim de que se evite, pois, o ressurgimento de acontecimentos parecidos aos dos últimos dois anos.

Bernanke asseverou que ações legislativas são importantes para a criação de novos mecanismos concretos de supervisão do sistema de finanças. Na ocasião de seu discurso, uma conferência que visa pesquisar os motivos reais da crise financeira, Ben assegurou que as condições atuais no mundo financeiro melhoraram respeitosamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Inúmeras crises já assolaram o mundo, principalmente à vista em 1929. A última, com início há poucos meses, porém, ilustra que nada é para sempre. Por isso, Kevin Warsh, diretor do Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano, afirma que é relevante aos formuladores de política e economistas um preparo para quando a próxima crise global chegar.

Suas palavras foram articuladas durante o segundo dia de conferência econômica sobre a Ásia. Na mesma ocasião, Ben Bernanke, presidente do Fed, assegurou que os Estados Unidos precisam cortar o déficit orçamentário, no mesmo instante em que os asiáticos devem impulsionar os gastos de seus consumidores a fim de evitar desequilíbrios econômicos.

Warsh afirmou, juntamente à maioria dos participantes do evento, que os benefícios dos mercados globais integrados precisam de melhorias, mas não devem ser ignorados ou rejeitados por causa dos últimos 18 meses.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma pesquisa realizada pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) e pelo Centro de Políticas Sociais (CPS) revela que a região metropolitana de São Paulo, um dos pólos financeiras mais importantes do mundo, foi a que mais sofreu com os efeitos gerados pela crise econômica mundial entre as seis principais regiões do Brasil.

O relatório declara, ainda, que a região foi a única que apresentou aumento na miséria em agosto ante o mesmo período do ano passado, com expansão da classe E em 5,91%. Para Marcelo Neri, economista chefe do Centro de Políticas Sociais, isto acontece porque em São Paulo estão situadas inúmeras indústrias, bem como um importante sistema financeiro.

A observação é fundamentada em apreciação de dados da Pesquisa Mensal de Emprego (PME) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística. Ilustra, também, que São Paulo apresentou o menor crescimento em detrimento às demais regiões de pessoas relacionadas às classes A, B e C em 0,19% no mês de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas por Fritz Henderson, executivo chefe da General Motors, apontam que a empresa não tem conseguido alcançar as diversas metas que projetava para até o final deste ano. A companhia ainda tem, aproximadamente, 10 mil funcionários a mais nos Estados Unidos, número que não se especulava. Além disso, a montadora também desperdiçou o prazo (30 de setembro) para concluir um acerto de venda da marca Hummer a uma empresa chinesa.

De qualquer maneira, o mar não é somente de azar à General Motors. Segundo Henderson, o fluxo de caixa e a redução de custos são duas metas que a companhia tem conseguido abiscoitar, porém, sem dados divulgados para a imprensa.

Outras metas conquistadas dentro das previsões estão os planos da GM de diminuição na rede de suas revendedoras nos Estados Unidos, bem como a eliminação de quatro marcas em déficit naquele país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), afirmou que a reunião anual na Turquia, acontecida há pouco, assinalou novas configurações ao órgão. Para ele, o fundo terá por função indispensável a correção dos desequilíbrios pelo planeta ao operar como acumulador de reservas das nações.

As novas medidas se baseiam, principalmente, nas crises ocorridas no continente asiático na década de 1990. Na ocasião, muitos países compreenderam que era necessário manter níveis elevados de reservas a fim de evitar desordens.

Com isso, as deliberações adotadas na última reunião do grupo das 20 maiores economias mundiais (G-20) permitiram ao Fundo Monetário Internacional novas delegações, bem como serviram de estímulo em relação à sua legitimidade, ao outorgar maior participação no órgão a economias emergentes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com base nas últimas notícias veiculadas pela imprensa mundial, parece que o Brasil foi um dos primeiros países a dar sinais de recuperação diante da crise financeira. O Fundo Monetário Internacional (FMI) alçou, diante disso, suas projeções de crescimento para a América Latina.

Para o órgão, esse bloco continental terá o Brasil como seu líder e será estimulado, pois, a partir de medidas governamentais perfilhadas no momento certo. Em seu relatório de Perspectivas Econômicas Mundiais, o FMI ressalta existir indícios apontando que a recuperação teve princípio no segundo trimestre deste ano, mas que deve adotar ritmo atenuado no segundo semestre de 2009.

O Fundo Monetário Internacional, por meio de suas estimativas, crê que a economia no grupo latino-americano apresente retração de 2,5% em 2009 e dilatação de 2,9% no próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Alguns países ainda encontram dificuldades para alavancar a economia e, consequentemente, gerar empregos para a maior parte da população. Um destes casos é a Alemanha, pois segundo o Escritório do Trabalho Federal, este fator – de desemprego – acontece, atualmente, devido à queda sazonal de dados atrelados ao fim das férias de verão no Hemisfério Norte do globo.

Mesmo após alguns ajustes adotados por aquele país, o número de desempregados cedeu, aproximadamente, em 12 mil, o que resulta em umataxa de desemprego em 8,2%. Os dados pegaram os economistas de surpresa, pois estes acreditavam que haveria um aumento de destituídos em 25 mil, com taxa sazonal estabelecida em 8,3%.

Para Frank-Juergen Weise, presidente do Escritório do Trabalho, os efeitos da crise econômica, que ainda assolam o mundo, em relação ao mercado de trabalho continuam complacentes, o que não proporciona, afinal, mudanças de tendências.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Diferentemente do que vem ocorrendo no Brasil, conforme anuncia inúmeras pesquisas, a Europa terá o ressurgimento seguro de sua economia bem lentamente, segundo afirma Jean-Claude Trichet, presidente do Banco Central Europeu (BCE). Para ele, de qualquer maneira, ainda é precoce cessar a injeção de liquidez no campo econômico ou alçar a taxa de juro.

Em discurso muito parecido com outros percebidos nos demais continentes, Trichet acredita que não se deve sair das políticas de estímulos adotadas nos últimos meses, mas afirma que estratégias de retirada, em breve, terão de ser adotadas.

Entretanto, os preços ao consumidor estão iniciando sua elevação na Europa, após declinarem nos últimos meses, ainda que a inflação permaneça por bom tempo inserida na agenda econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei




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