A maior economia da Europa é a da Alemanha, no entanto os dados e notícias recentes vêm assustando o resto do mundo, principalmente pelo fato de o governo alemão ter reduzido as projeções de crescimento para o corrente ano e também para 2015. Por ter derrapado em agosto desse ano, a produção industrial fez com que o índice de confiança econômica do país registrasse sua primeira leitura negativa desde novembro de 2012.

Na data de 14 de outubro de 2014, o ministro da economia alemã reduziu as projeções de crescimento no corrente ano para 1,2% e 1,3% para 2015. Os motivos seriam a crise vivida no exterior, principalmente aquela pela qual a Rússia passa no momento, e o crescimento mundial estar moderado.

Em abril deste ano as projeções para a forte economia do país europeu eram diferentes, tanto é que o mesmo Ministério da Economia acreditava na expansão de 1,8% para 2,0%. De acordo com Sigmar Gabriel, para que o desenvolvimento econômico seja dinâmico é necessário que tenham investimentos, haja vista este ser crucial.

Apesar da situação não ser das melhores, Sigmar tem rejeitado qualquer tipo de distanciamento do objetivo da "Grande Coalização" de Angela Merkel, a chanceler, entre esquerda e direita de trazer equilíbrio no orçamento financeiro pela primeira vez desde o ano de 1969.

Conforme apontou Gabriel, por mais que Berlim tomasse empréstimos para modernizar suas ferrovias e estradas, redes de transmissão de energia e redes de banda larga, não seria o suficiente para o crescimento em países fracos da Europa, muito menos da Itália, Espanha ou França.

Na Ásia e na Europa as ações caíram e os títulos de uma década na "Germânia" atingiram um recorde mínimo depois do acompanhamento do indicador ZEW da confiança de analistas e investidores ter recuado para menos de zero pela primeira vez nos últimos 24 meses.

Em síntese, a Alemanha passa pela dificuldade devido às crises geopolíticas em outros países, a zona de euro estar fraca e a debilidade na demanda "intramuros".

Por Vinicius Cunha


A Europa está passando por momentos difíceis com a crise econômica vivenciada na zona do Euro e, segundo, a chanceler alemã Ângela Merkel, este momento problemático está longe de ser resolvido.

Segundo Merkel, durante o discurso de Ano Novo, é preciso o alcance de um equilíbrio correto e as reformas feitas no país estão começando a ter seus efeitos sentidos pela economia alemã.

Além disso, a chanceler pediu paciência para o povo da Alemanha argumentando que a crise está longe de acabar e que a solução dos problemas do país significam a solução da crise em toda a União Européia.

Esta afirmação se deve ao fato de que a Alemanha se tornou a grande financiadora de países durante esta crise na zona do euro que causa estranheza em muitos alemães.

Mas, apesar disso, Merkel disse em seu discurso que o desemprego registrou índices baixos no país ao passo que o nível de empregos está em seu melhor momento; no entanto, ocorreu uma desaceleração na economia alemã que fez a chanceler pedir cautela aos seus cidadãos e esperar por um 2013 em condições mais duras do que 2012.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica na Europa continua arrasando o velho continente e para tentar evitar efeitos mais severos para os países o Banco Central europeu informou que pode parar de comprar títulos soberanos.

Segundo a autoridade do BCE Jorge Asmussen esta ação será tomada se o programa de Transações Monetárias Diretas for criado e se algum país descumprir as suas normas.

Esta reação da autoridade bancária vem depois de experiência na compra de títulos italianos por meio do Programa de Mercados de Ativos cujas regras não foram seguidas pelo governo local.

Nesta situação o país mais beneficiado poderá ser a Espanha que espera integrar o programa de conta de títulos para reformas e cumprimento de metas orçamentárias.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Os países que utilizam o euro como moeda pode ter o seu número aumentando em alguns anos, pois o governo da Polônia deu indícios nesta última semana de que o país pode adotar o euro a partir do ano de 2016.

 Esta decisão da Polônia se deve, principalmente, a um temor de o país ficar fora do núcleo da Europa formado pelos países com esta moeda comum e, para o governo local, quanto mais tempo esta entrada demorar os critérios ficarão mais severos com a melhoria da crise econômica na zona do euro.

A Polônia é o único país da União Européia que não aderiu ao euro e com isso ficou de fora da recessão vivenciada pelos outros países e aliado a isso outros fatores dificultam a sua entrada na zona do euro como a baixa aprovação da população polonesa para esta medida e a alta taxa de exportações.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última quinta-feira, dia 13 de dezembro de 2012, os países integrantes da eurozona aceitaram o desbloqueio de mais 493,1 bilhões de euros para ajudar a crise financeira da Grécia.

Este dinheiro será liberado em parcelas para permitir a recapitalização dos bancos gregos e o financiamento das contas públicas deste país.

Para a obtenção deste novo recurso foi preciso anteriormente a realização de recompra da dívida grega e o Eurogrupo espera que, a partir de agora, com as reformas estruturais feitas na Grécia o país volte a criar empregos e ter um crescimento econômico.

Por Ana Camila Neves Morais


A crise econômica atinge o mundo todo e, em especial os países europeus que sofrem com pouco crescimento da economia e um sério estado de recessão.

Nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – o Insee (Instituto de Estatística da França) apresentou mais um dado decorrente da crise já que os gastos na França com consumo diminuíram em 0,2% no mês de outubro indo de encontro ás expectativas dos analistas do mercado financeiro.

De forma mais específica, houve uma redução de 0,5% nos gastos com energia e diminuição de 0,6% em gastos com fumo e alimentos por parte dos franceses.

Esta diminuição no consumo reflete o momento complicado que o país enfrenta fazendo o aumento dos impostos locais em uma busca para aumentar as receitas e melhorar a economia da França.

Por Ana Camila Neves Morais


A crise na Europa se alastra a cada dia por uma maior quantidade de países e a nação em grave situação econômica do momento é a Espanha.

Segundo o INE (Instituto Nacional de Estatística) a Espanha teve uma diminuição de 0,3% em sua economia no 3º trimestre do ano (julho a setembro de 2012) com relação ao período anterior analisado.

Apesar de manter os problemas econômicos existente, esta queda identificada na Espanha foi menor do que as anteriores sendo, portanto, um sinal de uma possível recuperação da economia deste país ocasionada, principalmente, pela redução no consumo da população, aumento das exportações do país em 4,8% além da diminuição das perdas no setor industrial e de construção deste país.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


Davos, na Suíça, foi o cenário escolhido por diversos líderes econômicos e políticos para a realização do Fórum Econômico Mundial de 2012.

Este ano, o evento propiciou a discussão sobre a atual situação econômica dos países, bem como levantou prováveis soluções para a crise.

Durante o encontro, houve um assunto recorrente: foi pedido incisivamente que os países na Zona do Euro resolvam os seus problemas financeiros antes de investirem o seu dinheiro no resgate de outras nações.

Em síntese, as grandes economias como o Japão e Estados Unidos sinalizaram sua preocupação afirmando que a Europa precisa urgentemente “arrumar a casa”. Até mesmo os países emergentes temem que o endividamento europeu possa ter algum impacto negativo em outras economias, o que de fato pode ocorrer.

Segundo a francesa Cristine Lagarde, diretora-gerente do FMI (Fundo Monetário Internacional), "nenhum país está imune na situação atual". Com essa afirmação alarmante, Lagarde chamou a atenção para a importância de uma atuação mais efetiva por parte das nações e aproveitou o momento para pedir apoio e contribuições financeiras maiores para minimizar os reflexos da crise.

A declaração da representante do FMI dividiu opiniões nesse sábado (dia 28 de janeiro) e boa parte dos países se mostraram indispostos a ampliar os recursos destinados ao FMI, pelo menos enquanto a Zona do Euro não se estabilizar.

Por Larissa Mendes de Oliveira


A agência de classificação de riscos Fitch ameaçou hoje (16/12/2011) rebaixar as notas da França, Espanha, Itália, Bélgica, Irlanda, Eslovênia e Chipre. De todos esses países, França, Espanha e Itália são os casos mais sérios sobre o ponto de vista macroeconômico, visto serem economias com maior peso.

As agências de classificação tem sido alvo de duras críticas devido à ação aparentemente muito mais política do que propriamente ligada aos interesses econômicos, mas mesmo assim continuam sendo capazes de abalar o mercado com suas análises e revisões na classificação de empresas e países.

A questão é que a Europa vive um momento delicado, tentando encontrar soluções para problemas de grandes proporções, e principalmente tentando encontrar meios de reverter, ou pelos menos minimizar, o movimento de queda dos mercados, o que poderá levar a uma recessão ao longo de 2012.

Seja como for, as agências de classificação de risco lançam suas ameaças de rebaixamento ao mesmo tempo em que observam a movimentação dos chefes de governo e ministros da economia, todos empenhados no projeto de resgate do Euro, a moeda comum europeia, que passa por um momento de incertezas.

Por Luiz Moreira


Desde 2009, ano de início da primeira fase da crise econômica mundial, os investimentos em ações permanecem como uma aposta incerta.

Quem aplica em ações sabe muito bem que este é um investimento de risco, pois os ganhos tanto podem ser grandes como nulos, e em certos casos pode-se perder todo o investimento.

O sobe e desce das bolsas acontece a todo momento em função do fluxo de compra e venda das ações, e dos preços envolvidos nessas negociações, mas ultimamente estão ocorrendo mais quedas do que altas, e isso se deve principalmente aos problemas no continente europeu, onde muito se discute mas pouco se faz com relação à crise das dividas soberanas que atinge países como Grécia e Portugal, e ameaçam outros como a Itália.

Os grandes investidores, em certos casos, retiram seu dinheiro das bolsas de ações por todo o mundo e deslocam o capital para outros investimento mais seguros, embora menos rentáveis. Fazem isso porque embora estejam acostumados a uma certa exposição ao risco, sabem que em situações como a atual o risco se torna muito maior do que poderia ser tolerado por qualquer apostador.

Para o pequeno investidor que viu seu dinheiro encolher durante as últimas movimentações da bolsa, resta retirar o dinheiro com perdas, para talvez não perder mais, ou manter o capital onde está, aguardando as coisas voltarem ao normal. A decisão deve ser tomada por cada um em função do risco que está disposto a aceitar.

Por Luiz Moreira


O BCE (Banco Central Europeu) anunciou hoje um novo mecanismo para proteger os bancos europeus dos possíveis desdobramentos da crise econômica iniciada na Grécia. São medidas que garantirão a oferta de recursos a preços e prazos bastante acessíveis, mesmo para as instituições financeiras que eventualmente estejam em maior dificuldade.

Os recursos poderão ser tomados na forma de empréstimos, com prazo de pagamento para 36 meses, mais 1 ano de carência (1 ano para começar a pagar a primeira parcela). Isso é tempo suficiente para que um banco em dificuldade reestruture suas operações e se erga novamente.

Como medida adicional e visando aumentar o giro de capital dos bancos, o BCE reduziu o Reserve Ratio (mecanismo similar ao depósito compulsório aplicado pelo Banco Central do Brasil às instituições bancárias que operam no país) de 2% para 1%.

Com essas medidas a expectativa é que as instituições bancárias possam manter-se firmes, suportando efeitos como a fuga de capitais e a elevação no número de saques das contas de seus clientes.

 

Por Luiz Moreira


A crise financeira mundial do último biênio continua a alastrar em quase todos os cantos do planeta seus efeitos. Com dificuldades em se recuperar, os Estados Unidos esperam adotar, em breve, novas medidas para o estímulo à sua economia. Os países emergentes, até então otimistas, já começam a se preocupar com os últimos movimentos do mercado, tais como o próprio Brasil, tanto que Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou existir efeitos colaterais ao país a partir de iniciativas norte-americanas.

Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), alertou nas últimas horas para as implicações desestabilizadoras dos fluxos de capital, além de ter citado a importância da implementação de controles de capital para atalhar um futuro colapso financeiro. Para ele, as nações possuem inúmeras medidas para tal fim, tais como taxas de juros mais amenas, política fiscal mais acabrunhada e acumulação de reservas.

No intuito de elucidar suas ideias, utilizou o exemplo de uma bolha imobiliária nutrida pelo crédito, que por meio de instrumentos de prudência é possível evitar sua formação. Contudo, se o impasse for envolto nos fluxos de dívida sustentando grande alta nos empréstimos com moeda estrangeira para empréstimos desprotegidos, a saída pode abarcar, inclusive, o mencionado controle de capital.

A Ásia voltou a ser o foco das atenções. Em reportagem veiculada pelo Estadão Strauss-Kahn saudou o continente como condutor da recuperação econômica mundial.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Políticos de grande peso da atual economia brasileira, entre eles Guido Mantega, ministro da Fazenda, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e o próprio Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil, acreditam que os reflexos da crise europeia não serão sentidos amplamente por aqui, talvez nas exportações, uma vez que a Europa é grande consumidora de vários produtos do país.

Na contramão do discurso parafraseado entre um e outro, o Banco Mundial (BM) advertiu que o entrave europeu surtirá efeito impactante na América Latina – e consequentemente no Brasil, claro! – caso algum dos países com maior endividamento (Espanha, Grécia, Irlanda, Itália e Portugal) alegue descumprimento de pagamentos.

Conforme atestado durante reportagem do portal mercado UOL, a recuperação econômica global continua em andamento, mas o problema europeu impôs novas barreiras a um crescimento sustentável. Como exemplificação, o estudo levantado pelo Banco Mundial lembra que algumas instituições financeiras vigentes no Chile, México e Peru provém da Espanha.

Além desse fato, inquietante aos empresários e políticos brasileiros, mais de 10% dos investimentos diretos no país, durante o ano passado, tiveram origem em Espanha e Portugal.

Fonte UOL

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após alguns meses dos maiores entraves gerados pela crise financeira mundial, o Brasil apresenta ao mundo e à população local bons números em vários setores, principalmente o próprio Produto Interno Bruto (PIB) do 1º trimestre de 2010, com elevação de 2,7% em relação aos três meses finais do ano passado e 9% em comparação anual. Além desse ponto mensurado, há perspectivas de crescimento da economia em torno de 5,5% a 6% na atualidade.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), admitiu em 10 de junho, quinta-feira, que o país trabalhou muito e já está preparado para as negativas consequências da crise europeia, embora aguarde melhor ambiente ao mundo.

Uma das personalidades em maior evidência nos dias atuais, Meirelles afirma que o Brasil é peça importante no sistema financeiro mundial, pois conseguiu bons resultados nos últimos meses, segundo ele, a partir de lições das crise anteriores. Como citação referencial, então espelhada pelo portal de economia do Estadão, o presidente do BC relacionou as medidas anticíclicas ostentadas pelo Brasil, como é o caso da exoneração do Produto Interno Bruto (PIB) a vários setores.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise europeia teve origem na dívida grega, problema que se arrasta há semanas por todo o bloco Europeu. As bolsas de todo o mundo sofrem oscilações diárias, ora denotando princípios positivos, ora negativos. O Brasil, emergente de grande referência da atualidade, parece preparado para enfrentar essa complicação, segundo as principais autoridades do país, embora alguns, entre eles Henrique Meirelles, acreditem na possibilidade de dificuldades na exportação.

Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), avalia que o Brasil não passará incólume pela crise, sobretudo no já mencionado setor de exportações, correspondente, ao Brasil à Europa, por 33% do comércio exterior.

Coutinho ressalta que o colapso europeu é inquietante e que já dá sinais negativos ao mundo. Juntamente a esse fator, o presidente do BNDES crê que outro, também já mencionado por especialistas nacionais e estrangeiros, tem de ser levado em consideração: desenvolvimento acelerado do país, que poderá acarretar superaquecimento e geração de bolhas econômicas.

Aparentemente, um discurso pauta outro. Chegará um momento em que as análises serão tão completas que uma solução ideal para o Brasil, inclusive nas exportações, virá à tona. Agora, é só aguardar o comportamento do mercado europeu e como a nação brasileira se comportará.

Leia mais no UOL.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva certamente ficará marcado na história do país como um dos que melhor contribui, por meio de dados concretos, à sociedade local. A seu dispor estão nomes de peso entre várias lideranças globais, dentre eles Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, e Guido Mantega, Ministro da Fazenda.

O último mencionado acima, que em 26 de maio, quarta-feira, esteve reunido com Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), abordou diversas pautas, entre elas problemas de âmbito internacional e outras específicas do país. Mantega, na ocasião, afirmou à autoridade que a crise na Europa, apesar de restrita ao continente, tem gerado reflexos negativos para o mundo, mas que isso não afeta o Brasil com força, somente na diminuição do fluxo cambial.

Sagazmente, Mantega mencionou ao diretor-gerente do FMI que em ambientes turbulentos como o atual, é comum aos investidores procurarem voltar seus capitais a aplicações tradicionais, geralmente feitas com dólar. Em reportagem divulgada pelo portal de notícias Estadão, o ministro da Fazenda disse que após adotadas e concretizadas as medidas europeias, a fluidez voltará ao normal.

Convergindo a uma das ideias de Strauss-Kahn, Mantega recomenda aos europeus crescimento econômico para que a crise seja vencida de vez.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


Crise é a palavra da moda. Crise nos aeroportos, crise financeira mundial, crise no sistema de segurança de vários países, crise na comunidade europeia. No último caso, em específico, o mundo assiste uma série de especulações, ora contribuindo para arranque positivo nas bolsas de valores de todo o globo terrestre, ora puxando-as para baixo.

O pacote bilionário conferido à Grécia, em especial, serviu para acalmar momentaneamente os mercados europeus, apesar de existir muita oscilação, percebida pelos brasileiros de outra forma: valorização/desvalorização do dólar ante o real. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), endossou a ideia de que parcela do pacote de ajuda à União Europeia seja destinada ao incentivo de desenvolvimento.

Segundo ele, que esteve reunido nas últimas horas com Guido Mantega, ministro da Fazenda, uma das saídas para a zona do euro é a resolução dos problemas relacionados ao sistema fiscal – de forma a assegurar crescimento, mesmo a médio prazo.

Strauss-Kahn parece ponderar bastante e tomar o Brasil como exemplo, tanto que destacou as políticas econômicas adotadas no país e relatou, no início desta semana, que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva se diferenciará ante as economias mais desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


O mercado tem oscilado indiscretamente nos últimos dias em virtude das problemáticas percebidas na zona do euro, principalmente em relação à dívida grega. A bolsa de valores de São Paulo, por exemplo, apresenta queda dia após dia e o dólar já atinge níveis próximos, para mais ou para menos, de R$ 1,90. Mesmo assim, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, líder do Banco Central, afirmam que o Brasil não sentirá os efeitos do entrave europeu com força.

O bom ambiente visto no Brasil, não somente por meio dos discursos dos líderes, como também através de números, fez o instituto suíço IMD indicar que a competitividade da nação fez a pátria subir duas posições no ranking mundial envolto ao tema. De acordo com o levantamento, a eficiência nos negócios, a robusta criação de postos de empregos e o desenvolvimento econômico foram fatores analisados e indicados à ascensão.

No atual momento, de acordo com o portal de notícias G1, o país ocupa o 38º lugar nesse ranking, mas poderia ter sido melhor se não fossem os problemas de infraestrutura e a eficiência do governo, uma vez que o estudo assinala, para o primeiro caso, queda, e para o segundo caso, nenhum tipo de elevação. Os temas educação e saúde, de acordo com o IMD, também foram determinantes negativamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As diversas crises da história deram uma lição a vários países – principalmente aquela ocorrida em 1929, com a quebra da bolsa de valores de Nova York, e a recente iniciada também nos Estados Unidos devido ao colapso do Lehman Brothers, em 2008. O Brasil, assim como outras – e poucas – nações, conseguiu superar o abalo e hoje é considerada uma das pátrias com maiores atrativos para investimentos.

Mal terminada a crise do biênio 2008-2009, o globo tem enfrentado outra, desta vez, na Europa, devido às altas dívidas gregas. Henrique Meirelles, presidente do Banco Central (BC), afirmou que a entidade por ele liderada está preparada para adotar os mesmos parâmetros utilizados após o problema iniciado nos Estados Unidos, assegurando proteção econômica.

Em reportagem apregoada pelo portal de notícias G1, Meirelles afirmou que o Brasil está de olho em qualquer sinal indicativo de pioras na zona do euro. Como segurança, o presidente do BC garantiu que as reservas internacionais da nação atingiram US$ 250 bilhões e que os depósitos compulsórios, por sua vez, ascenderam ao nível constatado antes da quebra do banco norte-americano.

Conheça mais informações sobre o assunto debatido por Meirelles e outros temas de interesse nacional aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise europeia iniciada no endividamento grego tem feito oscilar as bolsas de valores do mundo todo, sobretudo na própria zona do euro, embora a moeda do bloco tenha conseguido se valorizar acentuadamente, nas últimas semanas, ante o dólar. O empréstimo concedido à Grécia efetuado há pouco, porém, não tem conseguido acalmar o mercado.

Carlos Alonso Zaldívar, embaixador espanhol, afirmou recentemente que a crise por lá não deverá abalar o fluxo de capitais da Espanha para com o país de Luiz Inácio Lula da Silva, revelando, com ênfase, que a empreitada entre ambos permanece interessante para investimentos.

Como exemplificação, Zaldívar relatou que em plena crise global, entre 2008 e 2009, a aplicação financeira originária da Espanha ao Brasil foi de, aproximadamente, 1 bilhão de euros por ano. Segundo ele, conforme mencionado em reportagem do portal dinheiro UOL, caso o comércio entre o Mercado Comum do Sul (Mercosul) e a União Europeia for estabelecido, as cifras poderão ser ainda maiores.

Leia mais informações proferidas pelo embaixador espanhol aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A nova crise financeira que tem assolado a Europa nas últimas semanas ainda não foi sentida no Brasil. Guido Mantega, ministro da Fazenda, acredita que o país não será afetado por ela, embora admita existir a possibilidade de diminuição no crescimento da nação.

Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, avalia que a nação liderada pelo petista Luiz Inácio Lula da Silva está preparada para encarar o problema europeu, apesar de os efeitos no continente latino-americano ainda não se figurarem claramente. Portanto, relata a autoridade, não é necessária qualquer mudança nas metas inflacionárias, que desde 1999 são utilizadas pelo Brasil.

Para ele, o importante no atual momento é olhar o ambiente a partir de um conjunto de políticas, sem, necessariamente, se fixar em um único ponto. Em discurso espelhado pelo portal de economia UOL, Meirelles assegurou que o Banco Central europeu tem se pautado na cartilha utilizada pelo Brasil em 2008, a mesma concebida para o país se distanciar do entrave global, para se sobressair.

Leia mais aqui.

Por Luiz Felipe Erdei


O Brasil, juntamente a outras nações de igual importância econômica e financeira da atualidade, já indicavam o que o Banco Central Europeu (BCE), por meio de Jean-Claude Trichet, seu líder, assinalou recentemente. A entidade, apenas em confirmação, relacionou que a recuperação referente à crise de 2008/2009 não só já é evidente como, também, está acelerada.

Para ele, por meio de diversas análises, principalmente nos considerados países emergentes, dados estatísticos apontam que o desenvolvimento é acima do que se pôde prever anteriormente. Apesar disso, diz que permanece ponderado em relação ao crescimento do sistema econômico no âmbito global.

Para o ambiente conturbado originado na Grécia, caso que tem despertado cautela, sobretudo na própria Europa, Trichet assegura que as medidas para conter os entraves foram lançadas há poucas horas, sem pressão alguma.

Fonte: UOL

Por Luiz Felipe Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, certamente um dos personagens centrais no governo de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente da nação, avalia que a crise fiscal em alguns países da Europa, sobretudo a Grécia, é séria e pode piorar. No entanto, assegura, não se compara aos abalos sofridos pela economia norte-americana desde 2008, após a falência do Lehman Brothers.

Em artigo relatado pelo portal de notícias do Estadão, Meirelles pondera sobre as contas públicas de algumas nações localizadas na zona do euro e, embora ruins, acredita que os obstáculos serão superados com o passar dos tempos pelos Estados situados na região.

Resta saber quando isso acontecerá, principalmente em assuntos relacionados ao desemprego, pois na Espanha, por exemplo, o último índice constatado aponta percentual superior a 20%. Caberá aos países mais “seguros” da atualidade ajudar na reconstrução financeira europeia?

Fonte: Portal de Economia Estadão

Por Luiz Felipe T. Erdei

 





CONTINUE NAVEGANDO: