A crise econômica que está arrasando a Europa e os Estados Unidos está passando longe da China que registrou nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, um índice PMI para o setor de compras de 51,5 pontos.

Este valor indica um crescimento da economia chinesa e representa o maior aumento da produção industrial do país nos últimos 19 meses reforçando, assim, a confiança do mercado financeiro na recuperação da segunda maior economia no mundo atual.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


A Infraero divulgou recentemente que irá passar por sérios problemas financeiros em virtude da privatização de aeroportos que estavam sob seu controle.

Mas nesta segunda-feira, dia 31 de dezembro de 2012, esta situação apresentou uma importante melhoria já que foram publicados no Diário Oficial da União dois decretos da presidente Dilma Rousseff que concede um aumento no capital da empresa.

De acordo com as publicações aproximadamente R$400 milhões se referem à abertura no Orçamento durante o ano de 2012 e os R$30 milhões restantes serão concedidos por meio de créditos vindos diretamente da União.
Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, o ministro Guido Mantega concedeu entrevista ao Portal G1 e abordou as principais questões para a economia brasileira no ano de 2013.

O ministro informou que espera um crescimento de 4% na economia do país para o próximo ano já que 2013 começará com melhores condições em virtude das medidas feitas pelo governo federal como desonerações, redução da tarifa de luz, melhor situação do câmbio e outras.

Além disso, Guido Mantega informou que o Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal terão novas reduções nas taxas de juros para 2013 com relação às operações de crédito.

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


A Abracom (Associação Brasileira das Agências de Comunicação) divulgou nesta última semana que as agências de comunicação devem obter um faturamento de 2,34 bilhões de reais os quais representam um aumento de 17% no faturamento durante o ano de 2012.

Apesar do aumento expressivo, o crescimento do setor ficou abaixo dos 25% esperados no início do ano por fatores como a crise mundial, eleições municipais e outros.

Apesar disso, analistas do setor afirmam que é preciso comemorar este importante aumento nos rendimentos das agências de comunicação em virtude do complexo momento econômico pelo qual o Brasil e o mundo estão passando.

Por Ana Camila Neves Morais


A Isolux irá receber um crédito no valores de 100 milhões de dólares do Banco Interamericano de Desenvolvimento.

Este recurso será usado pela empresa de engenharia da Espanha para criar projetos voltados à energia renovável no Peru e no Brasil.

Com este financiamento será construída uma nova linha de transmissão entre Taubaté e Nova Iguaçu com capacidade de 500 kV e a construção de novas usinas de energia solar nas cidades peruanas de Majes e Repartición com 40 MW de capacidade de energia

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Itaú está realizando ações financeiras em diversos ramos como ferrovia e exploração de óleo e gás para aumentar o seu capital econômico.

E agora o seu rol de investimentos deve aumentar, pois a instituição financeira divulgou que irá investir em 2013 de forma maciça no setor de construção civil o qual deve manter o seu ritmo de crescimento no próximo ano.

Além disso, o Itaú Unibanco pretende ainda aumentar o montante de financiamento imobiliário disponível para seus clientes em decorrência do grande sucesso desta linha de crédito durante este ano que está terminando.

Por Ana Camila Neves Morais


A Associação de Grãos da Ucrânia informou recentemente que o país exportou em 2012 cerca de 11,76 milhões de toneladas de grãos que corresponde a um aumento de 71,3% no volume embarcado no ano anterior.

Deste volume global 5,48 milhões de toneladas foram de trigo, 4,36 milhões de toneladas continham milho e cerca de 1,76 milhões de toneladas eram de cevada.

Esta alta da exportação se deve, principalmente, a uma corrida dos comerciantes locais para enviar grãos ao exterior antes de possíveis embargos aos produtos e em especial ao trigo em decorrência da menor oferta de grãos em 2012 pelo grave período de seca que ocorreu no país.

Para o ano de 2013, Associação de Grãos da Ucrânia informou que o Ministério da Agricultura local garantiu autorização para exportar 5,8 milhões de toneladas de trigo sem nenhum tipo de restrição.

Por Ana Camila Neves Morais


No mês de dezembro de 2012 foi divulgada uma pesquisa realizada na ESALQ (Escola Superior de Agricultura Luiz de Queiroz) da USP, em Piracicaba, que avaliou a oferta de alimentos orgânicos nas casas brasileiras.

Este estudo foi baseado na Pesquisa de Orçamentos Familiares do IBGE entre maio de 2008 e maio de 2009 e abordou 55.970 domicílios em todo o Brasil.

Segundo a pesquisa há uma relação direta e importante entre o aumento da renda familiar e o consumo de alimentos orgânicos.

O uso de alimentos orgânicos está aumentando cada vez mais tanto para garantir uma melhoria na qualidade de vida tanto para auxiliar na preservação do meio ambiente.

O estudo mostrou um maior consumo de produtos orgânicos de origem animal, como laticínios, em detrimento de alternativas mais baratas como frutas, verduras e legumes.

Ao analisar o Valor Energético Total que avalia a presença de macronutrientes energéticos como vitaminas, fibras e carotenóides vindos dos alimentos orgânicos consumidos foi percebido um valor baixo para todas as regiões.

Enquanto isso, a energia média diária obtida por meio destes alimentos tem uma tendência crescente que se eleva à medida que a renda familiar também aumenta.

Sobre o perfil da população que consome alimentos orgânicos ela se constitui, na maioria das vezes, em pessoas acima de 60 anos, em domicílios com poucos moradores e em um aumento na disponibilidade à medida que a renda se eleva.

Diante destas questões, a pesquisa sugere a criação de ações voltadas para fortalecer a agricultura orgânica bem como para realizar mudança de hábitos alimentares na população brasileira.

Por Ana Camila Neves Morais


A empresa de informática Dell realizou um projeto chamado The Evolving WorkForce (Força de Trabalho em Evolução) que realizou uma pesquisa com cerca de 8.360 profissionais de 11 países diferentes sobre as mudanças ocasionadas nas organizações a partir do uso de tecnologias.

E neste mês de dezembro a Dell divulgou os resultados finais desta avaliação a qual mostrou que a consumerização da tecnologia da informação permite um aumento na produtividade empresarial, mas ainda existem diversos receios com relação à segurança da informação nestas atividades.

Além disso, o estudo demonstrou que é preciso mudar o ambiente de trabalho para adequá-los à mobilidade necessária para a chegada de computadores, smartphones e tablets em nuvem.

Outra questão importante demandada pelo projeto da Dell refere-se ao fato de que é preciso realizar a transparência nas decisões em tecnologia da informação com os funcionários para evitar problemas futuros e estabelecer uma relação de confiança no ambiente de trabalho.

Por todas estas questões encontradas, Raymundo Peixoto – presidente da Dell Brasil – afirmou que esta pesquisa mostra um impacto direto da tecnologia na forma de realização do trabalho e que isto exige mudanças estruturais nas empresas para atender às novas demandas e garantir a segurança das informações geradas.

Por Ana Camila Neves Morais


A China divulgou que espera manter a meta de crescimento de sua economia para o ano de 2013 em 7,5% possibilitando, com isso, maiores investimentos em ativos fixos que irão compensar a baixa demanda por exportações no país durante o ano.

O crescimento da China viveu um processo de redução e os analistas financeiros esperam que em 2013 a China tenha um aumento de sua economia considerável.

Esta projeção é menor do que os 8% ao ano que foram utilizadas pelo governo chinês durante muito tempo e permite um equilíbrio nas contas deste país para a implantação das reformas estruturais que o país necessita sem deixar o desenvolvimento de lado.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana foi registrado mais um importante dado financeiro foi divulgado pelo Banco Central, pois a entidade divulgou que o crédito total disponível no país subiu em 1,5% no mês de novembro de 2012.

Com isto o valor de crédito chegou a R$2,304 bilhões correspondendo a aproximadamente 52,6% do PIB nacional.

Os analistas econômicos consideram que esta expansão na oferta de crédito foi causada pelos bancos públicos cujo estoque cresceu cerca de 2,2% além do aumento de 1,1% das instituições bancárias estrangeiras.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 14 de dezembro de 2012, a Moody´s (agência classificadora de risco econômico) elevou ao máximo a nota da dívida da Suécia que agora possui um AAA.

Segundo a agência, sua decisão foi tomada pela tendência de estabilidade da economia sueca além da boa situação das finanças públicas do país garantidas por meio de políticas monetárias efetivas e diminuição progressiva no valor da dívida.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


Foi divulgada nesta última semana pesquisa realizada pelo Ibope/CNI que mostrou os últimos dados sobre a avaliação da população com relação ao governo de Dilma Rousseff.

Esta pesquisa ouviu 2.002 pessoas entre os dias 06 e 09 de dezembro em cerca de 142 municípios de todo o país.

Segundo o estudo, cerca de 62% dos brasileiros consideram o governo atual como ótimo e bom e a aprovação pessoal de Dilma na chefia do Poder Executivo está em 78% sendo este o maior valor desde o início de seu mandato.

Com isso, é perceptível que as denúncias de corrupção e o fraco desempenho da economia do Brasil no ano de 2012 não afetaram a população ao considerar a avaliação da condução do país feita pelo governo federal.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Apesar do fraco desempenho da economia brasileira em 2012, alguns setores tiveram bons desempenhos neste ano como o de crédito imobiliário.

Segundo a Abecip, as concessões de crédito imobiliário deve terminar o ano com aumento de 6% equivalendo a cerca de 85 bilhões de reais que representa um valor menor do que o esperado anteriormente no montante de 103,9 bilhões de reais mas que será maior do que o volume de recursos disponibilizados em 2011 no valor de 79,9 bilhões de reais.

Este crescimento menor do que o esperado se deve à economia com um crescimento pequeno que demandou, por sua vez, uma quantidade menor de lançamentos imobiliários pelas construtoras.

Já em 2013 é esperado que as concessões de crédito imobiliário cresçam até 20% dependendo, apenas, das condições do mercado no próximo ano.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira – dia 12 de dezembro de 2012 – foi feita a reunião do FED (banco Central dos Estados Unidos) para discussão sobre os rumos da política monetária no país.

Com isso, é esperado o anúncio de um novo aumento da massa monetária norte-americana além de um novo plano de compra de obrigações do estado com valores entre 25 e 40 bilhões de dólares.

Todas estas ações do FED buscam impulsionar a economia que está em uma atividade extremamente fraca.

Fonte: AFP

Por Ana Camila Neves Morais


O setor de aviação brasileiro está em constante modernização e a notícia do momento neste mercado vem da Embraer.

A empresa de aviação comercial do Brasil está aguardando para o início do processo de licitação destinado à compra de jatos regionais com a American Airlines.

Segundo Paulo César de Souza e Silva, presidente da Embraer Aviação Comercial, a licitação deve ser iniciada já nas próximas semanas; no entanto, mesmo que a negociação não ocorra a empresa brasileira não irá reduzir a sua produção para o ano de 2013.

A crise na Europa está pressionando o setor de aviação comercial, mas a Embraer espera fechar o negócio com a American Airlines e espera também uma manutenção do crescimento das suas receitas no próximo ano.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta quarta-feira, dia 12 de dezembro de 2012, a Opep (Organização dos Países Exportadores de Petróleo) informou que não irá alterar a cota conjunta de produção de petróleo.

Com isso, os países que exportam petróleo e seus derivados continuam com o compromisso de produzir, de forma conjunta, 30 milhões de barris diários destes produtos.

Esta decisão ocorreu pela satisfação dos integrantes da Opep com a estabilidade e o valor do barril de petróleo acima de US$110,00.

Segundo o presidente da organização Abdul-Kareem Luaibi Bahedh o mercado do petróleo está estável, mas com um grau de incerteza pela falta de uma visão clara do futuro econômico mundial em virtude da crise na zona do euro.

Fonte: Agência EFE

Por Ana Camila Neves Morais


A Conab (Companhia Nacional de Abastecimento) divulgou nesta semana dados sobre o comércio da cana-de-açúcar no país.

Segundo a pesquisa, o Brasil irá processar aproximadamente 595,12 milhões de toneladas deste produto durante a temporada 2012/2013.

Este valor representa um aumento de 6,2% em comparação com o período anterior que teve apenas 560,36 milhões de toneladas de cana-de-açúcar sendo processadas.

Além disso, o estudo divulgou a produção de açúcar para a temporada 2012/2013 em um valor de 37,66 milhões de toneladas distribuídas em 8,52 milhões de hectares que são 2% a mais do que no ciclo precedente.

De acordo com os analistas, esta melhoria no mercado aconteceu principalmente pela melhorias das condições climáticas no centro-sul do país oferecendo, assim, um maior volume de cana para a moagem.

Aliado aos dados da cana-de-açúcar processada, a Conab divulgou ainda informações sobre a produção de etanol que está prevista para 23,62 bilhões de litros com um leve aumento em relação ao ano de 2011.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A população está buscando cada vez mais alimentos naturais e sem agrotóxicos conhecidos, de forma geral, como orgânicos.

E esta demanda tem feito surgir um mercado promissor com a oferta de restaurantes, supermercados e outros tipos de estabelecimentos que oferecem apenas opções com produtos totalmente orgânicos.

Fonte: A Nutricionista

Por isso, espera-se que este setor cresça 465 até o ano de 2014 com um aumento da oferta em seus produtos e a redução dos preços para gerar a atração de uma maior quantidade de clientes.

Por Ana Camila Neves Morais


Os medicamentos genéricos consistem em uma opção interessante e acessível para grande parte da população brasileira e segundo a PróGenéricos (Associação Brasileira das Indústrias de Medicamentos Genéricos) o terceiro trimestre de 2012 apresentou um crescimento de 16,6% na venda deste tipo de medicamento.

De forma geral foram vendidos medicamentos no valor de R$2,8 bilhões entre os meses de julho e setembro de 2012 em um global de 179,7 milhões de unidades; além disso, entre os meses de janeiro e setembro de 2012 o mercado de genéricos teve um crescimento de 19,8% nas unidades comercializadas que, no entanto, foi menor do que a evolução do mercado de genéricos neste mesmo período nos anos de 2010 e 2011 quando o crescimento oscilou entre 30%.

Apesar dos valores de 2012 serem contundentes eles mostram uma redução no crescimento das vendas deste tipo de remédio que pode indicar um desaquecimento da economia nacional ou uma redução na renda dos brasileiros.

Mesmo com esta tendência negativa, a PróGenéricos espera obter um aumento de 30% nas vendas destes medicamentos no ano de 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta sexta-feira, dia 30 de novembro de 2012, o Ministério do Planejamento divulgou dados sobre a atuação das empresas estatais do governo brasileiro.

Segundo o anúncio feito, estas estatais já gastaram R$73,1 bilhões até o mês de outubro em um orçamento global de R$107 bilhões.

Deste modo já foram gastos 68,3% do total de recursos possíveis com um aumento de 17,5% no desembolso de valores para aplicar em investimentos.

Este desempenho foi considerado recorde pelo Ministério do Planejamento sendo que taxa semelhante tinha sido obtida apenas em 2018 com 65,8% da execução.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


Uma notícia animadora chegou ao mercado financeiro, pois a Abic (Associação Brasileira da Indústria do Café) anunciou um aumento de 3,5% na expectativa de sacas comercializadas pelo setor de café torrado em 2012.

Este aumento representa um total de 20,4 milhões de sacas e para o ano de 2013 espera-se a manutenção do crescimento da indústria entre 3,5 e 4%.

Ao considerar o faturamento, a Abic divulgou uma estimativa de crescimento de 15,7% para o ano de 2012 que equivalem a R$8,1 bilhões negociados em café.

Outro dado importante da pesquisa na indústria do café mostrou um aumento no preço médio do produto em cerca de 20% indo de R$10,50 para R$13,50 o quilo.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


A Abdib (Associação Brasileira de Infraestrutura e Indústrias de Base) anunciou nesta sexta-feira – dia 30 de novembro de 2012 – que espera um crescimento de 10% em 2013 e de 6% em 2012 nos investimentos em infraestrutura no Brasil.

Este setor compreende as áreas de energia elétrica, petróleo, telecomunicações, gás natural, saneamento básico e transporte.

A estimativa da Abdib vem em um momento de certa incredulidade com o setor de investimentos em queda constante no país, mas para Paulo Godoy presidente da organização os investimentos em infraestrutura terão este super desempenho graças à contratos de parceria público-privada e concessões para a construção de portos, ferrovias, aeroportos e rodovias no país.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O valor do PIB para o terceiro trimestre com crescimento de apenas 0,6% decepcionou a todos os setores da economia brasileira e a Sobratema (empresa vinculada ao setor de máquinas do ramo de construção civil) informou que irá rever as expectativas de vendas para o ano de 2013.

Esta revisão se justifica porque o crescimento do país ficou muito abaixo do esperado anteriormente indicando, assim, um ritmo menor na recuperação da economia brasileira.

A situação mostrada pelos dados do PIB vai diminuir a confiança dos empresários que irão repensar antes de fazer investimentos e irão, por conseqüência, aguardar para ter maior clareza dos riscos no mercado do país.

Por isso, a Sobratema pretende rever a projeção feita para 2013 com uma expectativa de crescimento nas vendas de equipamentos para construção civil em 13% de modo que ela se adeque ás novas configurações da economia brasileira.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O Ibope divulgou mais uma pesquisa com relação ao mercado brasileiro e a notícia do momento está relacionada com produtos de beleza os quais irão corresponder a aproximadamente R$36,24 bilhões de reais gastos pelos brasileiros até o final do ano de 2012.

Este valor, segundo a ferramenta Pyxis Consumo utilizada pelo Ibope para realizar este estudo, representa um aumento de 15% nas vendas deste setor com relação ao ano de 2011.

Os produtos de beleza mais comprados foram os seguintes: creme hidratante, perfume, desodorante, filtro solar, colônia, tinta para o cabelo, maquiagem e esmalte.

Outro dado desta pesquisa foi a divisão deste consumo pelas regiões do Brasil e o resultado obtido demonstrou que o gasto com produtos de beleza está concentrado em 50% na Região Sudeste, 18% na região Nordeste, de 16% na região Sul e 16% nas regiões Norte e Centro-Oeste.

Com relação às classes que mais compraram produtos de beleza neste ano de 2012 a Classe B corresponde a 41,52% deste consumo (R$ 15,05 bilhões) enquanto a Classe C comprou cerca de 42,6% (R$15,43 bilhões) deste tipo de mercadoria.

Um outro dado interessante desta avaliação revela que, apesar da região Sudeste possuir a maior quantidade de consumo global em produtos de beleza ao se considerar os gastos por habitante a Região Sul possui um valor de R$252,83, a região Centro-Oeste tem um gasto de R$245,86 e a região Sudeste apresenta um valor de R$239,45 por pessoa.

Por Ana Camila Neves Morais


De acordo com um levantamento feito pela empresa Vtex, os celulares, smartphones e tablets são responsáveis por cerca de 10% a 15% dos visitantes de sites especializados em comércio eletrônico. Em 2009 esses dispositivos eram responsáveis por apenas 1% da audiência.

Segundo Geraldo Thomaz, CEO da Vtex, a previsão é que até dezembro deste ano esse percentual cresça ainda mais e alcance os 20%. Um dos responsáveis por esse crescimento será os novos sites móveis que ainda estão sendo criados pelas empresas, sendo que caso esse continue acentuado, em 2013 todos os clientes da Vtex já terão o seu e-commerce para dispositivos móveis.

Outro dado levantado pela empresa foi com relação ao número de conversões. De acordo com Thomaz, o número médio de compras realizadas por smartphones, celulares e tablets são, na maioria das vezes, 30% maior que a média nacional.

A Vtex pretende dobrar o faturamento anual. Em 2011 a sua receita foi de R$ 14 milhões, sendo que para 2012 espera-se um faturamento de R$ 28 milhões. Entre os clientes da empresa estão importantes companhias de comércio eletrônico, como Polishop, Trip Linhas Aéreas, Walmart (único a possuir plataforma mobile), entre outras.

Por Joyce Silva


De acordo com uma pesquisa realizada pela Associação Brasileira de Franchising, ABF, o mercado de franquias cresceu 16,9% em 2011. O número representa uma alta acima do crescimento do Produto Interno Bruto do Brasil, que foi de apenas 2,7%.

Segundo o estudo, no ano passado o número de novas franquias foi de seis mil, o que representou a criação de 60 mil postos de trabalho. 

A ABF divulgou que a participação do setor no PIB foi de 2,3%. Em 2012 os especialistas preveem que esse crescimento continue acentuado e atinja o patamar de 15%, sendo que o segmento de alimentação foi o que mais se destacou e atingiu um faturamento de 14,5%.  Ao todo foram consultados mais de duas mil marcas que atuam no setor de franquias no Brasil.

Para a entidade, esse crescimento segue a tendência da economia nacional.  A abertura de novos shoppings irá contribuir para esse crescimento, mas os custos elevados desses espaços fazem com que os empreendedores se sintam intimidados em investir em novos pontos de venda. De acordo com o estudo, esse gasto cresceu entre 2% a 4% em 2011. 

Dentro do setor de Franchising, cresceu o número de microfranquias que exigem um investimento inicial menor, em 2010 elas somavam 213 unidades, sendo que 2011 fechou o ano com 336 lojas. 

Por Joyce Silva


Sondagem recente divulgada pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) abaliza que a produção industrial do país cresceu em outubro, porém abaixo do esperado. Em setembro, a contagem registrou 53 pontos, já no mês seguinte avançou para 53,6 pontos. Toda vez que esse indicador ultrapassa 50 pontos elucida crescimento.

O levantamento assoalha que a utilização da capacidade instalada (UCI) do setor industrial recuou de 50,4 pontos para 48,9 pontos entre setembro e outubro. Marcelo Azevedo, economista da CNI, assevera, porém, que as fábricas estavam aparelhadas para uma produção mais ampla.

Por portes, as pequenas empresas produziram menos em outubro, de anteriores 52,5 pontos para novos 51,2 pontos. Por outro lado, as grandes companhias aumentaram o ritmo, de 53,6 pontos para 56,1 pontos.

Realizada com base em dados de quase 1,5 mil empresas entre 29 de outubro e 19 de novembro, a pesquisa assinala que o otimismo industrial sobre a demanda do mercado continua superior a 50 pontos apesar do baque mensal, de 59,8 pontos para 57 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Terra


Dados divulgados pelo Banco Central indicaram que o nível de atividade da economia voltou a crescer em setembro de 2010 após minutar estabilidade entre julho e agosto. O Índice de Atividade Econômica da entidade, o IBC-Br, sintetizou 140,15 pontos, avanço de 0,68%, o maior aumento assistido desde março ultimo.

Informações do BC também apontaram expansão do IBC-Br no terceiro trimestre de 2010, de 0,33% em comparação ao período imediatamente anterior. Segundo o portal de notícias G1, no confronto anual ante julho e setembro do ano passado o progresso chegou ao índice de 6,79%.

Apesar desses números interessantes, o Banco Central brasileiro indica diminuição no ritmo de crescimento no transcorrer deste ano. No acumulado anual até setembro o avanço da economia abraçou 8,84% ante período análogo de 2009. No aglomerado entre janeiro e agosto, porém, a expansão abarcava o índice de 9,2%, ante 9,65% observado até julho e 10,29% até maio.

Conforme citação veiculada pelo G1, o IBC-Br é um dos instrumentos utilizados pelo Banco Central para antecipar o índice do Produto Interno Bruto (PIB) e auxiliar a autoridade a definir a Selic, a taxa básica de juros da economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas ontem, 17 de novembro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) indicaram avanço de 0,87% do Índice de Preços ao Consumidor (IPC) na segunda quadrissemana deste mês sobre a alta de 0,97% abalizada na primeira leitura de novembro.

A entidade avalia que os preços do grupo Alimentação cresceram 2,15% na leitura atual, ante 2,50% constatada na antecedente. Os custos do grupo de Transportes também contraíram alta mais baixa, de 0,73% atuais contra 0,85% de antes.

Artigo veiculado pela Reuters aponta que os custos do grupo Habitação registraram avanço mais ameno na segunda quadrissemana em relação à primeira, de 0,39% sobre 0,50%. Os preços praticados no grupo de Saúde mantiveram a tendência dos demais ao registrar elevação de 0,34% em comparação a 0,43% da análise anterior.

O grupo de Despesas Pessoais também subiu, mais especificamente em 0,74% no relatório mais recente sobre 0,58% visto na primeira quadrissemana do mês. Os preços vistos em Vestuário progrediram significativamente, de 0,37% atuais sobre 0,03% de antes.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Reportagens em canais de televisão assinalam ampla expansão de lançamentos de imóveis pelo Brasil nos últimos meses. Algumas obras chegam a atrasar até sete meses, por exemplo, situação justificada pelas construtoras como movimento inesperado, portanto, muito além da própria capacidade de mão de obra em concomitância ao número de novos edifícios.

Um indicador desse curso é a expansão de 90% constatada na carteira de crédito do Banco do Brasil entre julho e setembro deste ano em relação ao terceiro trimestre de 2009. De acordo com o Estadão, o crédito imobiliário nessa instituição financeira obteve saldo de R$ 2,5 bilhões, bem superior ante linhas para pessoas físicas, entre os quais crédito consignado, que obteve incremento de 24%, amparado pelas operações realizadas pelo Nossa Caixa a partir do BB.

Por outro lado, na carteira de micros, pequenas e médias empresas foi diagnosticado aumento de 17,8% em 12 meses, inferior à média de crescimento de 30% observado em concorrentes do setor privado do Banco do Brasil.

No segmento de agronegócios a alta de 8,7% foi significativa pelo montante em questão (R$ 74 bilhões), pois de acordo com o BB suas operações respondem por 62% de todo o crédito bancário ao segmento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Inúmeros segmentos de atuação significativa no mercado brasileiro têm apontado uma tendência nada favorável ao país: aumento das importações em detrimento às exportações. Embora benéfico em alguns pontos para o consumidor tupiniquim e parte dos empresários por aqui instalados, o movimento passa a prejudicar a competitividade de diversos produtos, que começaram a perder fôlego, por exemplo, ante mercadorias chinesas.

Um fato relevante foi constatado recentemente pela Comissão Europeia. De acordo com informações divulgadas pela entidade, este ano o Brasil foi a economia que contabilizou a maior expansão de produtos importados provenientes da Europa em todo o mundo. Entre janeiro e agosto a alta chegou a 54%, circunstância que suscita desconfianças sobre a capacidade de a economia do país nutrir seu resultado positivo nas transações comerciais com o continente em questão nos próximos anos.

A União Europeia acredita que a valorização da moeda brasileira e a demanda interna do país, atualmente presidido por Luiz Inácio Lula da Silva, são as principais causas, mesmo que a UE assinale obstáculos comerciais em dados mais recentes. A diplomacia tupiniquim, por sua vez, avalia os números são uma espécie de resposta às incriminações de que o Brasil sustenta mercado restrito.

Mesmo com as conflitantes opiniões anteriormente citadas, de acordo com o portal R7, há um superávit de R$ 3,6 bilhões no acumulado de 2010 até setembro, montante inferior ao constatado em todo ano passado, de R$ 7,4 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Todo início de semana é sempre aguardado pelo mercado econômico por ser justamente essa a ocasião em que alguns números relativos aos cinco dias úteis anteriores são divulgados. Dados mensurados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV) revelaram aumento na inflação calculada pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S).

Em nota, a entidade elevou o IPC-S de 0,67% da primeira leitura de novembro para 0,72% da segunda prévia do mês. De acordo com a FGV, esse foi o maior resultado constatado desde a primeira semana de maio deste ano, quando o percentual abalizado chegou a 0,78%.

Os custos do grupo Alimentação foram os principais responsáveis pelo crescimento do indicador, uma vez que progrediram de 1,54% da leitura anterior para 1,63% da atual. Os preços de Vestuário também representaram alta considerável, de 0,76% para 0,86% na mesma base comparativa. Transportes também sofreram incremento, para 0,77% ante 0,66% de antes.

A carne bovina e as frutas, de acordo com a FGV em reportagem da Reuters, sofreram considerável elevação, de 4,98% para 6,97% e tombo de 0,64% para alta de 0,61%, respectivamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Boletim Focus,documento divulgado periodicamente pelo Banco Central, contendo as previsões, expectativas e estimativas dos analistas financeiros do mercado nacional para o ritmo dos índices inflacionários, pela nona semana consecutiva apresenta estimativas de alta para a inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo). Enquanto no relatório anterior os analistas haviam estimado um aumento do IPCA em 5,31%, no relatório divulgado no inicio desta semana, esta estimativa foi revista para cima, ficando na casa dos 5,48% para este ano de 2010. Já para 2011 a expectativa sentida pelo mercado é também de alta, pois enquanto anteriormente o mercado previra o IPCA de 2011 em 4,99%, agora a previsão deste índice para o ano que vem é de 5,05%.

Assim como o IPCA, as previsões para os demais índices inflacionários foram aumentadas. O IGP-DI passou da estimativa de 9,94% neste ano para 10,36%. Segundo os analistas consultados pelo BC o IGP-M, índice base que reajusta a grande maioria dos contratos de aluguéis, na previsão atual deve chegar em 2010 a 10,59%, enquanto no boletim passado havia sido estimado em 10,05%. Para 2011 a estimativa do relatório Focus para o IGP-DI é de 5,26%, e para o IGP-M é de 5,35%.

Para os próximos meses as estimativas também contemplam altas. O IPCA para Novembro deve ficar em 0,55%. Estimativa aumentada em relação à estimativa anterior que era de 0,51%. E para Dezembro a expectativa é que o IPCA fique na casa dos 0,50%.

As previsões confirmam a tendência de alta dos índices inflacionários que vem ocorrendo principalmente pela alta dos preços dos alimentos e que deve se acentuar ainda mais com a chegada do fim de ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


As festas empresariais de final de ano estão próximas. O comércio prevê bom cenário para este ano, período que poderá refletir as boas conquistas econômicas desde o primeiro trimestre, quando o Produto Interno Bruto (PIB) avançou 2,7% em comparação aos últimos três meses de 2009.

Informações divulgadas na sexta-feira pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram aumento de 0,4% nas vendas varejistas no mês de setembro em comparação a agosto, ou seja, o quinto período seguido de expansão. A entidade afirma que o dólar desvalorizado contribuiu para o índice.

No confronto anual, mensura o IBGE, a alta constatada chegou a 11,8%, outro recorde para o mês de setembro. Analistas sondados pela agência de notícias Reuters aguardavam resultados inferiores, de 0,15% e 11,1% respectivos.

Para Reinaldo Pereira, economista do IBGE, o câmbio transita por todos os segmentos e aqueles que apresentaram maior crescimento certamente foram favorecidos. Os destaques ficaram para eletrodomésticos e móveis e equipamentos para informática, escritório e comunicação.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A primeira prévia do mês de Novembro do IGP-M (Índice Geral de Preços – Mercado) mantém a tendência de alta que se verifica no aumento em todos os índices inflacionários registrando um aumento de 0,79%, enquanto na mesma prévia do mês de Outubro, a elevação ficou em 0,75%, conforme dados divulgados pela Fundação Getúlio Vargas (FGV). No ano a alta está na faixa de 9,85% e em doze meses em 9,56%. Em comparação com outro indicador, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) a diferença encontra-se em quase 100%, já que o IPCA acumula uma alta no ano de 4,38% e em doze meses até Outubro alta de 4,31%.

De acordo com técnicos esta diferença entre os dois índices é resultado de diferenças entre os períodos de coleta e o peso dos itens de consumo que compõem a análise. O que fica evidente, no entanto, é que ambos indicam uma subida forte da inflação e que parece ser a tendência para o futuro.

Usado como indexador para o cálculo do reajuste dos aluguéis, o IGP-M vem apresentando seguidas altas em suas apurações o que com certeza elevará os preços dos aluguéis com reajuste neste mês bem acima do índice oficial da inflação.

Composto por três indicadores, o IPA (Índice de Preços por Atacado) que apresentou alta de 1,02%, o IPC (Índice de Preços ao Consumidor) alta de 0,39% e INCC (Índice Nacional de Custos da Construção Civil) com alta de 0,22%, o IGP-M teve os dados coletados para esta primeira prévia do mês de Novembro entre os dias 21 e 31 de Outubro.

Por Mauro Câmara

Fonte:  Economia IG


A espiral inflacionária parece realmente ter tomado impulso neste final de ano e todos os mais variados índices utilizados no país para medir a evolução dos preços vem registrando aumentos mês a mês. E não foi diferente com o IPC-C1 (Índice de Preços ao Consumidor – Classe 1) que mede a inflação para famílias com renda entre 1 e 2,5 salários mínimos, medida pela FGV (Fundação Getúlio Vargas), que para o mês de Outubro registrou elevação de 0,80%. Em Setembro a taxa ficara na casa de 0,42%. No acumulado do ano a alta registrada encontra-se na casa de 5,02% e nos últimos doze meses a elevação foi de 5,43%.

O indicador é composto por sete classes de despesas e quatro delas apresentaram elevação. O grupo alimentação que vem puxando a fila em quase todos os índices medidos no Brasil, e que deverá continuar a empurrar a inflação para cima os próximos meses, apresentou a maior elevação indo para a casa dos 1,72% (0,56% em Setembro). Educação, leitura e recreação pulou 0,54% (0,00% no mês anterior). Despesas diversas teve acréscimo de 0,21% (0,10 em Setembro) e transportes que foi de 0,00% para 0,02% em Outubro.

O IPC-C1 registrou diminuição nas taxas de variação de preços apenas nos grupos de despesas habitação, vestuário, saúde e cuidados pessoais.

Em relação aos itens que compõem o grupo de despesas responsáveis pelas maiores altas foram hortaliças e legumes, material escolar, cerveja e gasolina.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Segundo dados divulgados pelo IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) e de acordo com matéria do site Economia IG, o IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) teve forte aceleração no mês de Outubro com a taxa de 0,75% sendo a maior para o mês de Outubro desde o ano de 2005 e a maior deste ano de 2010, desde o mês de Fevereiro quando o índice ficou em 0,78%. A inflação acumulada nos dez meses de 2010 chegou a 4,38%, já superando o resultado de 4,31% que foi registrado em 2009. Na comparação de doze meses o índice de preços ao consumidor amplo teve uma forte variação de 5,20% em comparação à variação registrada de 4,70% verificada nos doze meses imediatamente anteriores.

O principal responsável por esta alta, que já vem se registrando nos últimos dois meses, foi o grupo alimentação, com participação de 57% da variação do IPCA, onde as carnes (com variação de 3,48%) continuaram sendo a vilã do aumento da inflação. Fora do grupo alimentação, os combustíveis apresentaram a maior contribuição para o aumento do índice com alta de 1,56%. O etanol teve reajuste de 7,41% e a gasolina teve seu preço aumentado em 1,13% no mês de Outubro.

E o panorama para os próximos meses parece indicar que o IPCA continuará em alta, mesmo descontando o peso do grupo alimentação que envolve alterações de oferta e a eventualidade do clima, segundo economistas, logo no inicio do ano as pressões inflacionárias continuarão com o aumento das mensalidades escolares, normalmente acima da inflação, aumento de transportes, entre outros itens que sempre apresentam aumentos no inicio de cada ano.

E talvez seja esse o primeiro desafio do governo Dilma a partir de Janeiro, se o aumento atual da inflação, que se afasta do centro da meta pré-definida, não for algo sazonal e persistir e com o governo, que quer trabalhar com juros menores, acreditando em não aumentar os juros em função do câmbio, segundo especialistas, estaria neste primeiro desafio, o governo perdendo uma arma para controlar a inflação.

Por Mauro Câmara


Como já é costumeiro e aguardado por analistas, a Fundação Getúlio Vargas (FGV) divulgou nesta segunda-feira, 8 de novembro, o percentual de inflação medido pelo Índice de Preços ao Consumidor Semanal (IPC-S), que acelerou no início deste mês pressionado por maiores cotações nos grupos de Transporte, Alimentos e Vestuário.

Segundo a FGV, o indicador cresceu 0,67% na primeira prévia do mês após o avanço de 0,57% em outubro. Os custos na Alimentação aumentaram 1,54% sobre o índice de 1,38% anterior. As carnes bovinas, que muito têm participado dos principais noticiários do país, impactaram com robustez o assinalador, uma vez que contraiu alta próxima de 5%.

Os preços de Vestuário cresceram 0,76% na primeira leitura de novembro, pouco acima do índice de outubro (0,58%). Os custos de Transportes avançaram 0,66%, ante 0,45% de antes. Conforme menção aludida pela agência de notícias Reuters, a alta na gasolina foi o principal componente de variação na última situação em questão.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na sexta-feira passada, 5 de novembro, pelo Departamento Intersindical de Estatística e Estudos Socioeconômicos (Dieese) relacionaram que o índice de inflação na capital paulista apresentou robusta celeridade entre setembro e o mês passado.

O Índice de Custo de Vida (ICV) calculado pela instituição contabilizou variação positiva de 0,93% em outubro, ante levantamento de 0,53% assinalado no mês imediatamente anterior. Segundo o Dieese, o principal responsável pelo crescimento desse medidor foi o conjunto Alimentação, que apresentou alta de 2,47% entre um mês e outro.

Delimitado por subgrupos segundo o portal de notícias G1, os produtos in natura contraíram avanço de 4,06%, enquanto mercadorias da indústria alimentícia avançaram 1,62%.

O grupo Transporte também contabilizou aumento significativo, de 1,07%, devido à alta de 2,62% nos preços praticados nos combustíveis, com evidência para o álcool (7,36%). Este último caso, inclusive, já era esperado, uma vez que o término precoce da safra da cana tem empurrado os custos para cima.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crescimento, crescimento, crescimento. A repetição desse termo condiz bem ao atual cenário positivo sentido no Brasil. O Produto Interno Bruto (PIB), que em 2009 encolheu a -0,2%, será de 7,5% segundo o Banco Central, pensamento similar ao emitido por instituições financeiras. O número de empregos criados, também em alta, é outro parâmetro dentro das palavras deste início de parágrafo.

Mantendo a mesma linha de ideia, Evaldo Alves, professor de economia internacional da Fundação Getúlio Vargas (FGV), acredita que a indústria brasileira deve continuar a crescer no ano que vem, embora endosse que são necessárias resoluções dos gargalos infraestruturais no país. Para ele, os empresários do segmento estão se municiando para um estágio de expansão ininterrupto.

Breve artigo expelido pela Band Online assinala que a indústria no país atravessa o maior faturamento de toda a história. Em setembro, para elucidação, o indicador da Confederação Nacional da Indústria (CNI) abarcou 120,3 pontos e no acumulado anual até o mês em questão ante período simular de 2009, avanço de 11,3%.

Na opinião de Marcelo Ávila, economista da CNI, o emprego no segmento já está totalmente recuperado do colapso do biênio 2008-2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As nações emergentes, preocupadas com as medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), já começaram a confabular maneiras de evitar grande fluxo especulativo de capital em algumas regiões. O Brasil, que ganhou voz por meio de Guido Mantega, ministro da Fazenda, porta-se bem atento, ao mesmo tempo em que tece severas críticas com as deliberações do norte.

Apesar de toda a expectativa estadunidense, na concepção de Caroline Atkinson, porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), os efeitos das medidas sobre o crescimento da economia dos EUA poderá ser moderado. Para ela, a iniciativa ilustra a decisão do Fed em alimentar a economia, a reativação e, singularmente, em atalhar o risco de uma deflação num período extenso ou uma redução das perspectivas inflacionárias.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 e embora tenha proferido todo esse discurso, avalia que a compra de US$ 600 bilhões em títulos da dívida do Tesouro do país gerará, sim, efeitos positivos para a economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial atravessa exatamente neste momento um ambiente de incertezas. Além de a desaceleração do crescimento funcionar como espécie de nuvem negra sobre os países, o anúncio da injeção de US$ 600 bilhões em títulos do governo a partir do Federal Reserve, o banco central norte-americano, nos Estados Unidos, só aumentou as preocupações.

Segundo Olivier Blanchard, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento global será entre 3% e 4% em 2010, prognóstico similar a ser constatado no ano que vem. Com essa declaração, de acordo com a Band Online, a entidade revisa para baixo as estimativas apregoadas há cerca de um mês.

Para detalhar de maneira mais abrangente suas expectativas, Blanchard prevê progressão nas nações desenvolvidas de 1% a 2%, enquanto nos países emergentes entre 6% e 8% (podendo estes últimos, inclusive, alçarem percentagens maiores).

Nos cálculos anteriores a entidade monetária acreditava em crescimento na casa de 4,8% para 2010 e outros 4,2% para o próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ressabiado com a injeção de US$ 600 bilhões de dólares por parte do Federal Reserve (Fed, o banco central norte-americano) sobre a economia dos Estados Unidos, Guido Mantega, ministro da Fazenda, se focou em mensurar nas últimas horas, porém, algumas projeções para o Brasil ainda a 2010.

Antes do encontro realizado nesta quinta-feira, 4 de novembro, Mantega avaliou, de acordo com uma fonte próxima, que a economia do país poderá crescer entre 7,5% e 8%. Segundo a agência de notícias Reuters, Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, não pode comparecer devido a uma viagem previamente marcada.

Luiz Inácio Lula da Silva, líder do Brasil e “tutor” de Dilma Rousseff, presidente eleita, mostrou preocupação com o tema assinalado anteriormente (medidas de estímulo dos Estados Unidos), bem como as ações a serem adotadas nos próximos dois meses para uma transição segura entre sua gestão e a da ex-ministra-chefe da Casa Civil.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao projetar a situação do Brasil pelos próximos quatro anos, Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, avaliou que o debate será de como o país deve majorar a eficácia do Estado e aperfeiçoar a qualidade de seus investimentos, principalmente na esfera social. Para ele, a necessidade de adequação do superávit primário (lucro, num sentido simplificado) será, possivelmente, tema do passado.

Apesar de esse discurso ter ocorrido antes da confirmação da vitória de Dilma Rousseff (PT), ex-ministra-chefe da Casa Civil, no segundo turno da eleição presidencial, Bernardo pondera que a petista pegará a economia brasileira destravada, tanto que existem pessoas inquietadas com possibilidade de excesso do crescimento, algo que não considera como problema.

Conforme reportagem emitida pelo Estadão, Bernardo prevê que o Brasil tem condições de, daqui quatro anos, obter crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) entre 4,5% e 5% anuais, com juros abaixo dos praticados nos dias atuais e inflação sob controle. Para ele, o Brasil é uma democracia do ponto de vista político, contudo, salienta ser necessário findá-la com trabalhos nas áreas sociais e econômicas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da economia brasileira é pautado a partir de vários pontos específicos, porém intrínsecos entre si. A criação de empregos nos últimos oito anos, segundo Luiz Inácio Lula da Silva, possibilitou aumento da renda do trabalhador, algo estritamente ligado (como já pincelado) no acesso ao crédito. Cada um possibilitou, por exemplo, que a classe C, ou a nova classe média, começasse a adquirir inúmeros bens antes quase impossíveis, como é o caso de moradias.

Pesquisa divulgada pela Serasa Experian em 1º de novembro prevê que o mercado de crédito deve crescer ainda mais na esfera de crédito imobiliário devido ao incremento na concessão de crédito aos consumidores e às empresas. O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas aumentou 0,2% entre agosto e setembro, para 103,1 pontos, e o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor arrefeceu 1,8% na mesma base comparativa, para 100,5 pontos.

Matéria regida pelo portal R7 sopesa que os percentuais assinalam que as operações de créditos às empresas brasileiras acelerarão nos próximos meses, sentido parecido nos empréstimos às pessoas físicas, que continuará, sim, a crescer, mas num nível bem menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O bom desenvolvimento da economia brasileira teve seu grande momento no início de 2010, mais exatamente entre janeiro e março. Entre o segundo e terceiro trimestres o ritmo foi mais ameno, porém, um reaquecimento pode vir à tona entre outubro de 2010 e março de 2011.

Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica avançou 0,1% em agosto em comparação a julho, cingindo, portanto, nível de 100,5 pontos. De acordo com os economistas da entidade, a confirmação está sujeita às próximas realizações, porém, os dados do oitavo mês deste ano sinalizam chances de acontecer um ciclo de compressão monetária.

Conforme veiculado pelo portal de notícias G1, os Indicadores de Perspectiva Econômica foram cunhados com o desígnio de prever, num período de seis meses, em que estágio do ciclo estarão situadas a inadimplência das empresas e do consumidor, as concessões reais de créditos às empresas e ao consumidor e a atividade econômica.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na última terça-feira, 26 de outubro, assinalaram que o crédito total no país avançou em setembro, enquanto o índice de inadimplência arrefeceu para o menor patamar desde janeiro de 2009. O crescimento do estoque total disposto pelo sistema financeiro, o qual inclui recursos direcionados e livres, alçou alta de 1,8%, para R$ 1,6 trilhão.

Para Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico da instituição, o crédito ascende num percentual bem plausível e concernente à própria dinâmica sentida na economia. Segundo ele, como alguns indicadores abalizam, o terceiro trimestre ilustra certa manutenção no nível da atividade e ao crédito não poderia soar diferenciado.

A analogia entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o crédito avançou para 46,7% no mês passado, superior aos 46,2% contabilizados em agosto deste ano. A inadimplência, por sua vez, tombou para 4,7%, ou seja, 0,1% abaixo do percentual diagnosticado anteriormente.

A alíquota média de juros cobrada pelos bancos decresceu em setembro ante o mês imediatamente anterior, para 35,1% sobre os antecedentes 35,2%. De acordo com a agência de notícias Reuters, em pessoas físicas o juro aumentou 0,1%, para 29% em setembro, diferentemente do observado nas empresas, as quais tiveram taxa elevada em 0,5%, para 39,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Componente responsável por calcular a variação de preços de produtos e serviços em sete capitais do país, o Índice de Preços ao Consumidor – Semanal (IPC-S) avançou 0,01% na terceira semana de outubro, para 0,66%, em comparação ao registro relacionado na última operação. De acordo com a Fundação Getúlio Vargas (FGV), a variação que desempenhou o maior reforço foi a do grupo de Transportes, dos anteriores 0,05% para novos 0,30%.

Na mesma tendência, porém menos significativo dentro do IPC-S, o grupo de Alimentação sofreu avanço de 1,45% para 1,51% e Despesas Diversas, de 0,17% para 0,23%. As maiores intervenções foram percebidas nos preços do álcool combustível devido à alta de 3,14% para 5,42%, bem como hortaliças e legumes, dos negativos 2,51% para positivos 0,03%, e cerveja, de 0,66% para 1,85%.

Na outra ponta da balança, Habitação, Vestuário, Saúde & Cuidados Pessoais, Educação, Leitura & Recreação assinalaram queda nos índices de variação. A taxa de água e esgoto residencial foi o grande destaque ao ter passado de 1,66% para 1,20%, seguido por Roupas (0,98% para 0,71%), Artigos de Higiene e Cuidado Pessoal (1,02% para 0,60%) e Passagem Aérea (5,29% para 2,23%).

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1


O varejo brasileiro tem apresentado bom crescimento neste ano, sobretudo se levada em consideração a baixa taxa comparativa de 2009. Segundo o Instituto para Desenvolvimento do Varejo (IDV) por meio do Índice Antecedente de Vendas (IAV), o avanço nas vendas pelo setor aumentou 7,9% no mês passado em comparação ao período igual de um ano atrás.

Um pouco mais ameno em relação ao percentual acima conferido, para outubro o instituto avalia que o crescimento será de 7,7%, também no confronto anual, podendo subir para 7,9% em novembro, mas decrescendo, mais uma vez, no mês de dezembro. De acordo com o portal R7, pelo Índice a média anual da comercialização realizada pelo comércio abarcará 7,1%, portanto, a maior da série histórica, uma vez quem no ano passado e em 2008 se observou percentagens de 3,9% e 3,6, respectivamente.

Ratificando informações oficiais emitidas por institutos especializados e pelo governo brasileiro, o ingresso de cidadãos na classe média do país (cerca de 50,5% do total de pessoas) explica o aquecimento do consumo.

Por segmento, o de bens duráveis é o que melhor se comportou no período base em questão, com incrementos acima de 10%. No trimestre iniciado em setembro, estima-se que as vendas extrapolem o índice de 13% em relação ao período análogo de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os brasileiros têm a seu dispor momento econômico altamente viável para investimentos e compras, tanto que a Pesquisa Trimestral de Intenção de Compra no Varejo, do Programa de Administração do Varejo (Provar), assinalou que 76,2% das pessoas indagadas no levantamento almejam adquirir ao menos uma mercadoria no último trimestre, período antecedente ao Natal e demais festas de final de ano.

O índice representa alta de 0,6% em comparação ao terceiro trimestre deste ano, porém, arrefecimento de 0,8% ante os últimos três meses de 2009, ocasião em que 77% dos consultados se mostraram propensos em comprar produtos. Para Claudio Felisoni, coordenador-geral do Provar, o baque é leve, mas tem-se de levar em consideração a alta base comparativa do ano passado.

São dez os grupos de bens analisados pelo Provar, segundo o portal de Economia UOL, entre eles eletroeletrônicos, linha branca (fogões, geladeiras e máquinas de lavar), automóveis e motos, material de construção, informática e telefonia e celulares. Os itens compreendidos em Cine e Foto são os destaques, pois 14,2% dos cidadãos entrevistados almejam adquirir pelo menos uma mercadoria da categoria.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mês a mês políticos, empresários e entidades avaliam positivamente o crescimento da economia brasileira. Ontem, 21 de outubro, o Ministério da Fazenda voltou a estimar novos índices, desta vez de 7,5% no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB), superior em relação ao relatório anterior divulgado em agosto, o qual abarcava previsão de 6,5%.

O documento enunciado, “Economia Brasileira em Perspectiva”, considera que a média de avanço do PIB pela próxima meia década, agregando 2010, deverá chegar num percentual de 5,9%. Segundo a agência de notícias Reuters, a expectativa do ministério é de que a demanda nacional cresça 10,3% mesmo em meio ao desempenho ameno observado pelo mundo.

A Fazenda avalia que o índice de inflação também está dentro da trajetória harmonizável com o atual desempenho da economia brasileira. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá subir 5,1% em 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados divulgados na última quarta-feira, 20 de outubro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) assinalaram que a inflação abalizada pelo Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo-15 (IPCA) cresceu com grande vigor no atual mês devido aos preços maiores dos alimentos.

No mês vigente o indicador avançou 0,62% após ter subido 0,31% em setembro. O percentual é superior em relação ao estimado por analistas questionados pela Reuters, que previam incremento de 0,54%. O grupo de Bebidas e Alimentação ascendeu 1,70% entre um período e outro, bem acima dos anteriores 0,30% do último levantamento.

Em nota, o IBGE aponta que as carnes foram as que mais contribuíram para o acréscimo do IPCA-15 em outubro, de 0,11%, com alta de 4,93%. O Frango também acompanhou a elevação, seguido do pão francês e do biscoito.

Matéria veiculada pela agência de notícias Reuters sopesa que outras esferas também contribuíram significativamente para o avanço do IPCA-15, tais como Habitação, com aceleração de 0,49% em outubro sobre os 0,32% anteriores, e Artigos de Residência, para 0,70% contra o índice precedente de 0,18%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil é considerado um dos países com a maior alta carga tributária do planeta. Políticos, em época de eleições, têm endossado reformas em vários setores, tais como esse. Para se ter ideia, a arrecadação de contribuições federais e de impostos, além de outras receitas, contabilizou mais de R$ 63,4 bilhões no mês passado.

Segundo a Receita Federal, além de representar novo patamar histórico para um mês de setembro, este período representa o 12º seguido de recorde, iniciado, pois, em setembro de 2009. No confronto anual, o aumento real da arrecadação, com valores corrigidos pela inflação, atingiu 17,68%.

No acumulado entre janeiro e setembro de 2010, de acordo com a Receita Federal, a arrecadação sintetizou mais de R$ 573 bilhões, incremento real de 13,12% sobre os mesmos nove meses do ano passado. Segundo o portal de notícias G1, por meio desse último fato se tem, também, recorde histórico.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas na última terça-feira, 19 de outubro, pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) assinalaram que a inflação ao consumidor, em São Paulo, avançou acima do aguardado, puxada principalmente por preços maiores em todos os grupos pesquisados.

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC) apresentou aumento de 0,96% na segunda quadrissemana deste mês, superior ao 0,76% da primeira quadrissemana. O percentual está aquém da expectativa de analistas sondados pela agência de notícias Reuters, que acreditavam num índice de 0,86% com base em medianas de respostas variantes entre 0,80% e 0,91%.

O destaque ficou por conta do grupo de Alimentação, com incremento de 2,79% no atual levantamento e acima dos 2,24% anteriores. A esfera de Transportes, por sua vez, avançou 0,51% ante 0,24% abalizado na primeira quadrissemana. Vestuário, assim como os anteriores, cresceu dos anteriores 0,31% para 0,42%, mesmo caso da camada de Saúde, que aumentou para 0,30% sobre os antecedentes 0,19%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento brasileiro tem se configurado como um dos mais notáveis em todo o mundo, embora a China e a Índia tenham conquistado números mais elevados. Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), prevê que os primeiros indicadores da economia do terceiro trimestre deste apontarão para um caminho mais ameno, com alguma probabilidade de celeridade entre outubro e dezembro.

Para Messenberg, apesar de alguns fatores contribuintes no estímulo à economia, tais como isenção do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI), a demanda interna permanece espelhando melhorias nos patamares de confiança – tanto a partir dos empresários como da própria população.

Em matéria veiculada pelo Estadão, o economista considera como triviais o crédito mais facilitado, o emprego em alta e a renda da população cada vez mais elevada, segundo dados oficiais, convergindo, pois, com a criação de postos de trabalho formais ao longo deste ano. Para o Ipea, o Produto Interno Bruto (PIB) encerrará 2010 com expansão entre 5,5% e 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Convergindo com a nova situação do país, redes e empresas procuram se fundir para ampliar seus horizontes e atuarem de forma mais ampla. Recentemente, observou-se a junção de atividades entre a baiana Insinuante e a mineira Ricardo Eletro, dando origem à Máquina de Vendas.

Casos como esse, que aumentaram 68% entre janeiro e setembro deste ano em comparação ao período igual do ano passado – quando a crise financeira mundial se fazia presente –,  deverão continuar pelo restante de 2010. Pesquisa confeccionada pela KPMG acredita que os números poderão superar, inclusive, os de 2007, quando 699 fusões foram registradas.

De acordo com Luis Motta, sócio da área de Fusões e Aquisições da KPMG no Brasil, para a quebra do recorde anteriormente descrito serão necessários quase 170 negócios, número abaixo do acurado no terceiro semestre (180 fusões). Do total verificado entre julho e setembro, 57% foram edificados por empresas brasileiras.

Para as previsões serem cumpridas, revela Motta em reportagem enunciada pelo portal de Economia Terra, o apetite das companhias estrangeiras por aquisições na nação brasileira deverão continuar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após a alta de 1,12% constatada em setembro, o Índice Geral de Preços-10 (IGP-10) voltou a subir em outubro, desta vez em 1,15%. Segundo informações exprimidas pela Fundação Getúlio Vargas (FGV), as futuras leituras, estritamente a partir do mês que vem, deverão ficar abaixo de 1%.

Para Salomão Quadros, economista da entidade, a pretendida desaceleração de novembro em diante já seria considerada razoável. No mês atual, o preço do feijão foi o maior algoz, pois apresentou ascensão de 43,03%, bem diferente do arrefecimento diagnosticado no mês passado, de 7,71%. A mercadoria, por si só, foi responsável por uma fatia de 0,38% da alta no atacado, que chegou a 0,28%.

Quadros pondera que uma avaria na terceira safra de feijão na Bahia obrigou o país a importar o produto da China. Mesmo assim, de acordo com a agência de notícias Reuters, acredita que em toda situação em que existe forte alta, uma desaceleração é igualmente predominante. No acumulado e nos últimos 12 meses o IGP-10 aglomera elevação de 8,51%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos destinos mais vislumbrados pelos brasileiros, Buenos Aires é tido como um local bem atrativo e simpático. O tango, dança amplamente fomentada na Argentina, atrai atenção especial devido à sensualidade e precisão dos passos, tanto que é representada, por exemplo, por meio de competições de danças promovidas em canais de televisão do Brasil.

No mês passado, segundo dados divulgados pela Global Blue, uma das companhias locais responsáveis por operar o sistema de restituição do Imposto sobre Valor Agregado (IVA), as compras de turistas brasileiros, em Buenos Aires, aumentaram 214% em comparação a setembro de 2009.

A alta foi tão considerável, de acordo com o portal de Economia UOL, que uruguaios, chilenos, norte-americanos, venezuelanos e espanhóis não conseguiram chegar a índices semelhantes. Por outro lado, uma estatística nada positiva acompanhou o crescimento de compras feitas pelos brasileiros: foco de quadrilhas especializadas em furtar mochilas, bolsas e carteiras na capital argentina.

Em setembro, por exemplo, mais de 2,1 mil brasileiros buscaram o documento Autorização de Retorno ao Brasil (ARB), fornecido excepcionalmente pelo consulado quando são reportados casos de roubo ou perda de documentos. No período igual do ano passado, foram menos de 1,4 mil autorizações.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As estimativas calculadas para as vendas do comércio ao Dia das Crianças parecem ter sido atendidas e até extrapoladas. De acordo com o Indicador Serasa Experian de Atividade do Comércio, a comercialização de produtos entre 5 e 11 de outubro foram maiores em 12% em comparação à mesma semana do ano passado. Somente nos dias 8 e 10, o percentual abalizado foi superior em 8,5% ao final de semana correspondente de 2009.

O crescimento na cidade de São Paulo, segundo o portal de notícias G1, avançou 7,5% ante a semana similar do ano passado. No final de semana, diferente e positivamente, as vendas realizadas na capital paulista cresceram 11,9% no confronto ao final de semana análogo de um ano atrás.

A Serasa pondera que o crescimento das oportunidades de emprego formais, isto é, com carteira de trabalho assinada, incidirá no número de consumidores que receberão a primeira parcela do 13º salário, possibilitando, portanto, parcelamentos mais extensos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novas medidas para aperfeiçoar o crédito privado de longo prazo no país deverão ser proclamadas em aproximadamente 20 dias, segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda. A fala converge com a alocução enunciada na semana passada por Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para Mantega em reportagem emitida pelo portal de notícias G1, essa possibilidade é um bom sinal para o mercado, pois a ampliação de atuação do banco desde o princípio do colapso financeiro mundial e após o retorno da atividade econômica tem sido indicada como objeto de apreensão por parte de investidores e analistas, sobretudo se Dilma Rousseff, candidata pelo Partido dos Trabalhadores à sucessão presidencial, vencer o segundo turno.

Durante evento promovido na cidade de Nova York entre a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos e o Council of Américas, Mantega ratificou e indicou que o intento possibilitará ao BNDES abrir espaço para o segmento privado, uma mudança, considera, para o novo padrão financeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Contando com a isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI) até 31 de dezembro deste ano, o setor de materiais de construção tem conseguido assinalar boas altas em suas vendas nos últimos meses. A tendência até o término de 2010 deverá ser de incremento ainda mais prolixo, justamente pelo anúncio não ter qualquer sinal de modificação e o consumidor, optar pela antecipação.

Apesar de as empresas nacionais oferecem produtos de qualidade a preços baixos, a importação de materiais de construção tem crescido, tanto em produtos para acabamento como para a edificação de residências (aço, por exemplo). Até 2007 a balança comercial mostrava-se positiva, com mais de R$ 1 bilhão constatados.

Com a expansão robusta do segmento da construção civil nos últimos dois anos, a tendência se inverteu, pois as importações superaram em aproximadamente R$ 1,1 bilhão as receitas das exportações. De acordo com a FGV Projetos em matéria veiculada pelo Estadão, os valores de 2010 poderão dobrar e chegar à casa de R$ 2,3 bilhões.

Para Ana Maria Castelo, coordenadora de Projetos da FGV Projetos, existe um fator denominado custo Brasil, correspondente à falta de infraestrutura pelo território, a alta carga tributária e a desvalorização do dólar perante o real. Com essa tríade, os produtos nacionais perdem competitividade devido ao encarecimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Dados enunciados pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) em 13 de outubro, quarta-feira, abalizaram que o Índice de Preços ao Consumidor (IPC) obteve avanço de 0,76% na primeira quadrissemana de outubro sobre os 0,53% observados em setembro.

As despesas de Alimentação cresceram 2,24%, superior ao percentual de 1,57% diagnosticado no levantamento anterior. Os preços praticados em Transportes também cresceram, desta vez em 0,24% na primeira quadrissemana ante à mutação negativa de 0,02% examinada no mês passado.

Despesas Pessoais não ficaram atrás, pois contabilizam incremento de 0,44% na primeira quadrissemana de outubro ante os 0,19% observados em setembro. Vestuários, por outro lado, ascenderam em menor volume, 0,31% ante os 0,54% constatados no mês passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Reuters


O Ministério da Agricultura informou nesta quarta-feira, 13 de outubro, que houve um aumento nas exportações do agronegócio brasileiro.

Considerando os últimos doze meses até o mês de setembro deste ano, houve um total de US$ 72,360 bilhões em exportações do setor, o que representa uma alta de 9,8% em relação ao período compreendido entre outubro de 2008 e setembro de 2009. O valor atual é maior em US$ 550 milhões o último recorde atingido em 2008.

Com relação a setembro deste ano, as exportações no agronegócio do país somaram US$ 7,363 bilhões, o que representa um valor 28,1% maior que em setembro do ano anterior e um número recorde para todos os meses de setembro já contabilizados.

Por Elizabeth Preático

Fonte: G1


O que parece ser uma tendência constante nos índices inflacionários manteve-se também na apuração do INCC (Índice Nacional da Construção Civil) para o mês de Setembro sustentando a alta do indicador que já vem se verificando há alguns meses.

Desta vez o aumento foi registrado na casa de 0,36%, contra um aumento de 0,31% no mês anterior, conforme dados divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Na comparação com Setembro de 2009 também houve aumento. No mesmo período do ano passado os preços da construção civil subiram 0,20%.

Nos nove primeiros meses do ano a taxa já acumula um aumento de 5,80%, enquanto no mesmo período do ano passado o acumulado ficou em 4,58%. E quando a comparação é feita com o período dos últimos doze meses o aumento ainda é maior. Enquanto nos últimos doze meses imediatamente anteriores a taxa acumulada ficou em 6,92%, no acumulado dos últimos doze meses já alcançou a casa dos 7,08%.

Em termos de valores o custo da construção por metro quadrado passou de R$ 755,21 no mês de Agosto para R$ 757,86 no mês de Setembro, sendo que R$ 329,79 deste total é referente ao item mão de obra e os R$ 428,07 restante referente aos custos dos materiais.

Cabe lembrar que o INCC é item integrante de outro índice inflacionário que pesa sobremaneira no bolso do consumidor, o IGP-M (Índice geral de Preços – Mercado) que regula o cálculo dos reajustes dos aluguéis, e que assim como os demais índices vem apresentando uma escalada de alta nos últimos meses.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Convergindo à estimativa conjeturada pelo Fundo Monetário Internacional (FMI) há poucas horas, a Confederação Nacional da Indústria (CNI) elevou a perspectiva de aumento do Produto Interno Bruto (PIB) para 7,5% ante os 7,2% anteriormente examinados. Segundo o portal de notícias G1, o prognóstico é superior aos cálculos mensurados pelo governo federal, de 7,2%, e pelo Banco Central, de 7,3%.

A entidade sopesa que a economia tupiniquim continua ratificando grande alento, algo proveniente da demanda doméstica de consumo em alta e dos investimentos. De acordo com a CNI, o resultado poderia ser bem melhor se a forte valorização da moeda brasileira sobre o dólar, não viesse à tona.

Mesmo com esse estimado crescimento com base nos movimentos econômicos do inicio do ano até o atual momento, entre julho e setembro a atuação econômica do país foi a mais amena entre os países que integram o BRIC (Brasil, Rússia, Índia e China). Vasta reportagem veiculada pela Folha UOL relaciona que a tendência acontece pelo segundo trimestre seguido e corrobora com a ideia de que os dias mais prósperos de desenvolvimento do país parecem ter acabado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores que movimenta a economia com grande tenacidade é o de materiais de construção, que no mês passado apresentou avanço nas vendas de 1,5% em comparação a setembro de 2009. Segundo a Associação Nacional dos Comerciantes de Materiais de Construção (Anamaco), no acumulado anual até setembro a alta chegou a 10,6% em comparação ao mesmo período de um ano antes.

A Anamaco também pondera que nos 12 meses encerrados em setembro, o crescimento foi de 9,5% sobre o período igual e imediatamente anterior. Dividido por esferas de atuação, fios, cabos, aço e tinta cresceram 2% (cada), diferentemente de tubos, argamassas e conexões, que arrefeceram entre 3,5% e 4%.

Claudio Conz, presidente da Anamaco, examina que a atuação da comercialização a ser realizada em outubro deverá sofrer influência do anunciado fim da isenção do Imposto sobre Produtos Industrializados (IPI), previsto para encerrar no último dia deste ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: Estadão


O varejo brasileiro mantém-se otimista para a contabilização das vendas a serem realizadas neste ano. Segundo Roque Pellizzaro Júnior, presidente da Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas (CNDL), a comercialização do setor deverá crescer a até 11% em comparação aos números constatados em 2009.

A confederação pondera que o crescimento de parcelamentos e a confiança dos consumidores incidirão, especialmente, no Natal. No mês passado, por exemplo, houve contração de 4,65% nas consultas realizadas ao Serviço de Proteção ao Crédito (SPC) entre agosto e setembro, algo que para Pellizaro já era esperado. Para isso resume ser uma queda natural, incidindo, portanto, no resultado abalizado.

Antes do Natal, porém, virá o Dia das Crianças. Para essa eventualidade, a CNDL estima aumento de 8,5% nas vendas deste ano em comparação a 2009. O grande incremento deverá ser sentido nos grandes centros em virtude do maior apelo publicitário, diferentemente do interior, que não conta com os mesmos recursos e necessidades.

Para Pellizaro, de acordo com o Estadão, a compra média para cada criança deverá manter a mesma constatação de 2009, ou seja, de R$ 50.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A crise financeira mundial, que deverá continuar em pauta durante bons anos e cerceará, provavelmente, trabalhos acadêmicos futuros, incidiu negativamente sobre o comércio global em 2009. Após os efeitos mais graves parcialmente superados, Alejandro Jara, diretor-geral adjunto da Organização Mundial do Comércio (OMC), prevê crescimento ao setor de 12% em 2010 ante à queda de 9% no ano anterior.

Embora as estimativas de crescimento sejam positivas, Jara asseverou que para o avanço alcançar o volume observado antes do colapso, dois anos de desenvolvimento iguais aos previstos para 2010 seriam necessários. Segundo matéria veiculada pelo portal R7, para o mercado de trabalho sentir tais efeitos mais tempo será preciso, uma vez que nem sempre os dois pontos aqui descritos se convergem.

Mantendo a tendência dos bons diagnósticos emitidos em favor de Brasil e China, o diretor pondera que essas economias apresentam recuperação mais robusta em detrimento às nações desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um dia de levantamentos variados (6 de outubro), porém díspares, o Fundo Monetário Internacional (FMI) contabilizou inúmeros dados que, somados, ilustraram que as economias emergentes deverão ascender quase três vezes mais rapidamente, neste ano, em comparação aos países mais ricos.

Confirmando prognósticos divulgados nos últimos meses, para o FMI a China será um motor de desenvolvimento para inúmeras economias, sobretudo aos países exportadores de commodities, como é o caso do Brasil nas culturas do milho e da soja. Mesmo assim, o cenário enfrentado pelas nações desenvolvidas não favorecem tanto assim a asiática.

Com base em dados a perderem de vista, o FMI revela em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters que a necessidade de as nações ricas finalizarem o apoio aos segmentos financeiros e iniciarem o controle dos orçamentos inflados dos governos incidirá, em 2011, sobre o crescimento dos emergentes que terão, por sua vez, de estimular a própria demanda doméstica.

Ao finalizar parte de suas análises, o Fundo retalhou o crescimento global a 2011 dos anteriores 4,3% de julho para recentes 4,2%. Para 2010 a previsão é de dilatação de 4,8%, superior à estimativa antecedente de 4,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Nem sempre uma tendência se mantém por muito tempo, visto, por exemplo, o ambiente ruim enfrentado pelo Brasil no biênio 2008-2009 (ocasião em que a crise financeira mundial veio à tona após a quebra do banco de investimentos norte-americano Lehman Brothers, considerado o estopim inicial do colapso) e os atuais números após esse período.

O setor de bens de capital (equipamentos e máquinas) sofreu forte queda no ano passado, porém em agosto deste ano ilustrou atuação bem acima da média da própria indústria. De acordo com a Confederação Nacional da Indústria (CNI), o faturamento real apresentou progressão de 20,7% na comparação anual, acima também do confronto observado entre julho de 2010 e o mês similar de 2009, que foi de 19,7%.

Para Flávio Castelo Branco, gerente-executivo da Unidade de Política Econômica da CNI, o saldo evidencia a forte recuperação do segmento no ano, mas o resultado é decorrente do ano ruim de 2009, ou para alguns, a fraca base comparativa.

Na mesma convergência examinada em relação ao setor de equipamentos e máquinas foi notado no mote do emprego, que em agosto, segundo a Folha UOL, avançou 12,9% sobre o oitavo mês do ano passado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Ao longo dos últimos anos, em especial nos últimos meses, o número de empresas que anunciaram fusões cresceu amplamente no Brasil. Parte desse sucesso, por assim dizer, provém do abundante acesso a capital estrangeiro pelas grandes empresas domésticas devido à crescente instância de estrangeiros pelo Brasil e pela concretização observada em inúmeros segmentos econômicos.

Estudo confeccionado pela Thomson Reuters sopesa que o giro financeiro de transações abarcando empresas brasileiras entre janeiro e setembro deste ano inteirou US$ 88,8 bilhões, pulo de 81,9% em comparação à contabilização examinada no período igual de 2009.

Ao lado da China e do México entre os emergentes, o Brasil ocupou posição de destaque nesse ponto de análise. De acordo com a agência de notícias Reuters, as aquisições e fusões expressadas nas nações em desenvolvimento chegaram a US$ 480 bilhões nos primeiros nove meses de 2010, incremento de 63% ante o andamento similar do ano passado, correspondente na atual conjuntura a um quarto de todas as operações pelo mundo.

Para Marco Gonçalves, chefe da área de Mergers & Aquisitions da BTG Pactual, o planeta está mirando o Brasil como importante mercado. Especialistas endossam que o movimento anteriormente citado espelha ambiente positivo, sobretudo se relacionadas as expectativas de crescimento da economia tupiniquim acima da média internacional durante bons e próximos anos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente econômico do Brasil tem-se mostrado propenso a melhorar ainda mais caso muitos prognósticos se confirmem. É estimado, por exemplo, crescimento próximo de 7,5% do Produto Interno Bruto (PIB) para 2010 e 4,5% para 2011. O número de empregos, outro fator relevante, deverá chegar a 2,5 milhões ainda neste ano, com probabilidade de alcançar 3 milhões no ano que vem.

Com dados positivos, invariavelmente outros setores de análise viriam a apresentar ascensão, como é o caso do comércio, que terminou o mês passado com atividade 10% maior no acumulado entre janeiro e julho de 2010 em confronto ao período igual do ano passado.

De acordo com apontador divulgado pela Serasa Experian em 4 de outubro, segunda-feira, o setor de material de construção e de imóveis obteve alta de 16,8% em setembro, à frente do segmento de móveis, eletrônicos e informática (15,9%).

Mesmo com esse bom desenvolvimento, em comparação a agosto passado a atividade comercial assinalou equilíbrio, confirmando, segundo a Band Online, a retomada do desenvolvimento no terceiro trimestre depois dos três meses anteriores mais brandos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Grande maioria dos políticos brasileiros agrega a si e a seu partido as vitórias obtidas nas mais variadas áreas. O embate de ideologias mais recente ocorreu antes do último dia 3, data em que a população pôs Dilma Rousseff, ex-ministra da Casa Civil, e José Serra, ex-governador de São Paulo, no 2º turno das eleições. O tucano, de um lado, atribui feitos quando atuante no Estado paulista para angariar novos votos, enquanto a petista ressalta as conquistas durante os últimos anos em que fez (e ainda faz) parte do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

O próprio ex-sindicalista, por sinal, eleva o bom ambiente econômico enfrentado pelo Brasil em conformidade aos quase oito anos de sua gestão. Ingressando nesses discursos, Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, realçou não ter dor de cotovelo do governo Lula. Para tal, lembrou a Constituição de 1988 com primordial ao momento, bem como a criação do Plano Real e os avanços conquistados por Lula.

Matéria veiculada pelo Estadão sopesa que entre 1994 e 2002, período em que FHC esteve à frente da nação, a economia contabilizou ascensão de 2,31% na média anual, enquanto na gestão de Lula o percentual poderá saltar para 4% caso o Produto Interno Bruto (PIB) alcance 7% em 2010 – o Banco Central eleva a projeção quase semanalmente.

Na Era de Fernando Henrique Cardoso, a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abarcou média anual de 9,24%; na gestão de Lula, cerca de 5,63% se o índice encerrar 2010 em 4,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os preços aos consumidores brasileiros crescem dum lado, mas cedem d’outro. Neste inicio de semana, a Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe) divulgou aumento na inflação em São Paulo, inclusive além do aguardado para setembro, principalmente em virtude das pressões sobre os preços de vestuário e alimento.

A alta de 0,53% em comparação aos 0,15% do mês de agosto, dentro do Índice de Preços ao Consumidor (IPC), ficou superior aos 0,45% estimado pelos analistas consultados pela agência de notícias Reuters. As despesas do conjunto de Alimentação avançaram 1,57% no mês passado ante baque de 0,15% em agosto. Em contrapartida, o grupo de Vestuário ascendeu 0,54% depois da alta de 0,24% conjeturada anteriormente.

Os preços praticados na Habitação também cresceram, dos atuais 0,34% ante 0,27% do mês antepassado. Os custos de Despesas Pessoais avançaram, dos novos 0,19% em setembro sobre os 0,08% de agosto.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A expansão empregatícia deverá seguir a mesma tendência no segundo bimestre, embora em menor volume, como aquela que ocorreu nos seis primeiros meses de 2010. A alta registrada no salário médio da população também tem crescido, porém, Carlos Hamilton de Araújo, diretor de política econômica do Banco Central, asseverou que elevações abrasadoras de remunerações podem implicar riscos de aumento nos preços.

Segundo Araújo, é importante que os reajustem aconteçam no mesmo patamar dos ganhos de produtividade. Mesmo com essa advertência, deixou de afirmar se esse fato já se configura na atualidade e disse que o BC não possui medidas para balizar os rendimentos produtivos.

Embora tenha indicado essa possibilidade, ponderou ser importante o aumento salarial para a economia do país e para o bem-estar de cada cidadão. Em reportagem veiculada pelo Estadão, sopesou que existe risco de alta inflacionária no curto prazo, sobretudo se relacionados os preços dos alimentos.

O diretor avaliou que a respeito de haver inúmeras dúvidas nos cenários doméstico e externo, o ambiente do Banco Central é de compatibilização da inflação para o índice capital da meta. Caso não haja convergência, alega que a política monetária precisa agir para assegurar o objetivo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil possui setores em amplo desenvolvimento nos dias atuais, como é o caso da indústria brasileira de máquinas e equipamentos. De acordo com a associação representante do segmento, a Abimaq, a comercialização dos produtos do setor cresceu 0,87% no mês passado em confronto anual e 1,92% sobre julho deste ano, com faturamento total superior a R$ 6,2 bilhões.

Segundo o portal de Economia UOL, o faturamento somou quase R$ 46,9 bilhões, 12,8% adiante do total constatado um ano antes. A exportação da indústria brasileira de bens e serviços de capital mecânico também avançou, exatamente 41,3% em agosto ante o oitavo mês do ano passado.

A Abimaq revela que as importações de equipamentos e máquinas no Brasil saltaram 88,8% na mesma base comparativa, com contabilização de US$ 2,627 milhões. No acumulado de 2010 o segmento registra déficit comercial de US$ 9,873 bilhões, justamente pela expansão de aproximadamente 27,7% das importações, que entre janeiro e agosto de 2010 perfizeram cerca de US$ 15,5 bilhões.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crescimento econômico sustentável é um entre os inúmeros objetivos endossados pelos candidatos à presidência deste ano como maneira de ganharam a confiança dos brasileiros e dos empresários. Nos últimos meses a economia brasileira tem se comportado bem, mesmo com as oscilações recentes observadas na zona do euro, especialmente por países como Grécia, Espanha e Portugal.

Perante a essas nações desenvolvidas o Brasil nutre bons números desde o princípio de 2010, quando a crise, de fato, começou a ser deixada para trás. Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica manteve-se estável em julho em comparação a junho, em 100,3 pontos, considerada a segunda estabilidade consecutiva após cinco quedas desde janeiro e até maio deste ano.

Para a Serasa, um desenvolvimento econômico mais balanceado estimado para o atual semestre, o segundo, poupa coações inflacionárias suplementares de demanda, então atinente ao excesso de consumo. Os economistas da entidade, segundo o Estadão, avaliam que o nível atingido no sétimo mês de 2010 sinaliza ritmo de crescimento da economia entre julho e dezembro compatibilizado com a taxa de desenvolvimento de longo prazo da economia do país.

São tomados como base a esse estudo a própria atividade econômica do país, as concessões reais de crédito às companhias e suas inadimplências e o número de consumidores com algum tipo de débito.

Por Luiz Felipe T. Erdei


De dias em dias, Guido Mantega, Ministro da Fazenda, discursa a empresários, políticos e ao restante da população sobre assuntos pertinentes do mundo econômico. No inicio desta semana teve apoio de Benjamin Steinbruch, presidente interino da Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp), embora este não concorde com alguns movimentos que vêm acontecendo no país, entre os quais aumento das importações.

Na última segunda-feira, 27 de setembro, Mantega negou que a ampliação da aquisição de produtos estrangeiros esteja, atualmente, lesando a indústria brasileira. Para ele, a realidade é que a indústria do país se solidificou e o que ocorre em todo o globo é o aumento da participação do segmento de serviços no Produto Interno Bruto (PIB), portanto, sem qualquer diagnóstico de desindustrialização para cá.

No intuito de justificar os últimos resultados – de 1992 a 2009 a participação dos resultados industriais no PIB decresceram de 41,6% para 24,5% –, Mantega afirmou que o segmento voltou a encorpar de maneira sustentável, puxado pelo avanço do consumo da população brasileira, tal qual ocorreu nos primeiros seis meses de 2010, quando o desenvolvimento industrial extrapolou 14%.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: R7


Emergentes. Está aí uma palavra corriqueiramente e muito mencionada pela imprensa mundial e por economistas em todos os recônditos do globo. As nações pertencentes a essa alcunha são até privilegiadas, pois atribuem à elas responsabilidades de guinar o desenvolvimento da economia na atualidade.

Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs) parecem ter o conhecimento disso, algo traduzido em números. Uma camada de economistas, mais exatamente do Banco Mundial (BIRD), parece também se guiar pelas tendências e acreditam que o crescimento econômico global deverá ser puxado pelos países em desenvolvimento.

No inicio desta semana lançaram um livro sobre o tema. Nele, segundo o portal R7, há dizeres afirmativos de que quase metade do crescimento pelo globo é oriundo dos países em desenvolvimento e que tal prerrogativa deve ser confirmada até 2015, quando finalmente ultrapassarão os desenvolvidos.

A obra também atesta que o continente asiático deverá liderar esse movimento. Algumas das justificativas – se é assim possível mensurar – são as classes médias mais amplas, preços mais elevados das matérias-primas e aprendizagem tecnológica mais célere.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Com crescimento amplo nos últimos anos, principalmente nos meses iniciais de 2010, o comércio eletrônico pelo país mantém a tendência pela qual analistas e especialistas têm conjeturado: contínuo desenvolvimento. Entre janeiro e julho o incremento observado pelo setor foi superior em 41,2% ao diagnosticado no período similar do ano passado.

De quebra, avalia reportagem veiculada pelo portal de notícias G1, o faturamento, de R$ 7,8 bilhões, foi mais amplo em relação às vendas realizadas pelos shopping centers da Grande São Paulo, que arrecadou R$ 7,2 bilhões. Segundo pesquisa divulgada pela E-bit em sociedade com a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de São Paulo (Fecomercio-SP), a região metropolitana do Estado foi responsável por R$ 1,25 bilhão, avanço de 29,3% sobre o período similar de 2009.

Para Antonio Carlos Borges, diretor-executivo da Fecomercio-SP, se o crescimento continuar na mesma tendência, certamente as vendas realizadas pela rede mundial de computadores ultrapassarão as realizadas pelas lojas de departamento e de móveis e decoração.

À 2010, crê a E-bit, o comércio online deverá movimentar R$ 14,3 bilhões, cifra superior em 25% à constada em 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A fase de crescimento que tem favorecido o país nos últimos meses é fruto de inúmeras medidas adotadas tanto pelo governo como por meio dos empresários, refletindo, pois, o próprio otimismo da população brasileira. A expansão em diversos setores possibilita projeções futuras positivas, sobretudo se relacionado o Produto Interno Bruto (PIB).

A construção civil, bom segmento de análise, voltou a assinalar pelo sétimo mês seguido, em agosto, robusta elevação, segundo Sondagem emitida pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). O nível de atividade da esfera alcançou 56 pontos dentro duma escala de zero a 100 pontos.

As médias e grandes empresas foram as responsáveis pelo maior avanço, com 57 e 58,9 pontos, respectivamente. Em julho, pela sondagem anterior, o desenvolvimento cerceou a pontuação de 54,8 e 57,4 pontos no confronto similar do registrado ainda neste parágrafo. Entre as pequenas empresas, revela o portal de Economia Terra, o indicador cedeu brevemente, dos anteriores 52,4 pontos para 51,7 pontos.

A edificação de prédios foi um dos setores de atividade que respondeu bem ao crescimento, deixando de figurar 54,7 para 55,1 pontos. As obras de infraestrutura também apresentaram avanço, de 53,5 para 53,9 pontos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Bem ambientada economicamente, a nação brasileira ganha a cada dia novos motivos para comemorar seus últimos feitos, tais como aumento do número de vagas formais (somente no primeiro trimestre foram quase 1,5 milhão), acesso menos restrito ao crédito e poder de compra cada vez maior por parte dos consumidores.

Túlio Maciel, chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), divulgou nas últimas horas que a autoridade monetária aumentou de 20% para 22% a expectativa de ampliação do estoque de crédito na economia do país neste ano. Segundo ele em matéria emitida pelo Estadão, a revisão converge com o crescimento dessa modalidade ao longo de 2010, algo que espelha a atuação da economia real e a concepção positiva dos lares e dos empresários em relação ao ambiente econômico.

Mesmo com essa revisão para cima, o Banco Central deverá continuar seu trabalho com a expectativa de que o estoque de financiamentos terminará 2010 concebendo 48% do Produto Interno Bruto (PIB) em virtude das adequações dos números do desenvolvimento da economia tupiniquim.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em ambiente correspondente aos demais emergentes, o Brasil tem abiscoitado números positivos em várias áreas, sobretudo na econômica, que atualmente, embora a um já aguardado desaquecimento, deverá se manter suficientemente bem até o final do ano devido às atividades festivas, ao maior acesso ao crédito pela pessoa física e em virtude do aumento do número de empregos.

Os consumidores parecem continuar confiantes, tal como ilustra a Fundação Getúlio Vargas (FGV) por meio de seu estudo sobre a confiança. Em setembro, de acordo com a entidade, o índice avançou 0,7% em comparação a agosto, atingindo 121,7 pontos já com ajuste sazonal.

De acordo com a agência de notícias Reuters o componente de circunstância atual obteve crescimento de 3,5%, contabilizando o mais amplo registro da série histórica, para 140,8 pontos neste mês. Por outro lado, o de expectativas arrefeceu 1,1%, para 111,6 pontos.

Para a FGV em conformidade ao Índice de Confiança do Consumidor, o indicador de satisfação em relação à conjuntura da economia foi o que melhor cooperou para o progresso do índice, com elevação de 6,5% em setembro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A demanda interna de consumo está aquecida na economia brasileira, os níveis de produção da indústria, embora com pequenas oscilações, se mantém em um patamar alto, a oferta de empregos formais vem crescendo e se mantendo e o cenário da economia brasileira neste momento é extremamente favorável e uma das alavancas que impulsionam a roda girando, com certeza vêm crescendo e é em grande parte responsável pelo RPM da economia brasileira estar em um nível alto é o crédito. Tanto assim que o Banco Central elevou a sua projeção de crescimento do crédito no Brasil neste ano de 20% para 22%, tendo o estoque acumulado de crédito nos oitos primeiros meses deste ano atingido uma expansão de 19,2%.

Somente no mês de Agosto o total de crédito disponível pelo sistema financeiro cresceu 2,2%, totalizando um volume de R$ 1,583 trilhão injetados na economia, chegando quase a metade do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro (algo em torno de 46,2%). Conforme as informações do BC a inadimplência, o fantasma que assusta um cenário de crédito de fácil acesso, caiu no mês de Agosto ficando em 4,8%, o que não só indica que está se contratando mais crédito, mas se está fazendo isso com mais qualidade, pois o cenário econômico permite honrar os compromissos assumidos.

Os juros apresentaram uma pequena queda. A taxa média caiu de 35,4% para 35,2% assim como a taxa média cobrada das pessoas físicas que ficou em 39,9%. Já para as empresas, as chamadas pessoas jurídicas a taxa média de juros teve um pequeno aumento passando de 28,7% para 28,9%.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia UOL


O setor de construção civil tem conquistado bons frutos nos últimos meses graças ao momento de expansão da economia pelo qual o Brasil atravessa. O programa do governo “Minha Casa, Minha Vida” é um dos responsáveis, avaliam alguns, apesar de várias unidades residenciais não se enquadrarem em suas diretrizes.

No mês passado a comercialização de materiais de construção pela nação cresceu 9,86% em agosto ante o mês similar de 2009. Segundo a Associação Brasileira da Indústria de Materiais de Construção (Abramat), na comparação mensal a ampliação cerceou singulares 2,58%, enquanto no acumulado anual, diferentemente, o índice ultrapassou a barreira de 16,9%.

A Abramat pondera que no mês passado os materiais de acabamento obtiveram resposta mais positiva em comparação aos insumos básicos, com avanço anual de 14,82%. No confronto mensal a tendência se repetiu, com crescimento de apenas 0,29% do segundo e 0,38% do primeiro.

Se as vendas refletem bem o cenário brasileiro, de acordo com a agência de notícias Reuters em paráfrase aos dados emitidos pela Abramat o nível de novas oportunidades no mercado de trabalho também cresce proporcionalmente por meio do índice 12,33% em agosto perante o mês igual de 2009 e 0,63% em relação a julho.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Termômetro das previsões do mercado financeiro a respeito da economia nacional e informado pelo Banco Central, o Relatório de Mercado Focus, divulgado no último dia 20 de Setembro, antevendo a tendência do aumento da taxa inflacionária medida pelo IPCA, que no indicador IPCA-15 na prévia de Setembro já registrou uma aceleração de preços na ordem de 0,31%, trouxe a análise dos especialistas que acreditam em um aumento do IPCA tanto para este ano quanto para o ano que vem. No relatório anterior a expectativa em relação ao IPCA era de que ele fechasse 2010 em 4,97%. Neste novo relatório esta previsão foi revista para cima. Segundo os analistas o IPCA neste ano deverá chegar a 5,01%. Para o ano que vem a previsão aumentou de 4,90% para 4,95% ao ano, conforme matéria do site G1.

O governo brasileiro trabalha com uma meta de inflação, na qual o Banco Central para atingi-la, necessita ajustar a taxa de juros. Atualmente esta meta de inflação gira em torno de 4,5%, podendo ter um intervalo de tolerância de dois pontos percentuais para cima ou para baixo. Esta flexibilização permite uma variação na taxa sem que a meta seja descumprida. Pelas previsões desta semana do relatório Focus a taxa inflacionária irá se situar acima da meta central, mas ainda dentro do intervalo determinado.

Quanto aos juros a previsão é de que permaneça na faixa de 10,75% ao ano, mas com a tendência de subida da inflação, os economistas acreditam que a política de aumento das taxas de juros para conter o fluxo inflacionário seja mantida e a expectativa é que em Dezembro de 2011 a taxa esteja em 11,75% ao ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: G1


Segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística – IBGE – que calcula o IPCA-15 (Índice de Preços ao Consumidor Amplo – 15) a prévia da inflação oficial, com base em preços coletados no período compreendido entre 14 de Agosto e 13 de Setembro, com referência no universo de famílias com rendimento de 1 a 40 salários mínimos e abrangendo as principais regiões metropolitanas do país, este indicador apresentou aceleração inflacionária nesta prévia do mês de Setembro.

A variação positiva ficou na faixa de 0,31%, bem acima do que foi registrado em Agosto (-0,05%). A variação acumulada no ano chegou a 3,53% e a taxa dos últimos doze meses chegou a 4,57%. Todos estes números aumentaram em relação aos cálculos realizados em iguais períodos do ano passado. Por exemplo: em Setembro de 2009 o IPCA-15 havia sido calculado em 0,19%.

O resultado desta prévia de Setembro demonstra uma inversão na tendência que havia se verificado nos últimos dois meses, quando as variações foram negativas (Julho -0,09% e Agosto -0,05%). A grande maioria dos grupos de preços que compõem o cálculo do índice apresentou elevação em relação ao mês passado e o grupo alimentos, que durante algum tempo puxou a inflação para baixo, desta vez foi o responsável pela subida dos preços, pulando de -0,68% no mês de Agosto para 0,30% nesta prévia. E entre os alimentos, a carne, que já vinha apresentando uma tendência de alta, novamente puxou a fila para cima, ficando no geral 3,40% mais cara.

Outros indicadores também apresentaram elevação como o IGP-M, puxado pelos preços no atacado, que subiu 1,03%. Este indicador é usado para o cálculo dos reajustes dos aluguéis. O IGP-10 também teve elevação de 1,12% em Setembro, assim como o IPC-FIPE, que subiu 0,21% na segunda prévia do mês. Talvez indicando uma tendência inflacionária que se explique pela proximidade do final do ano, mas que deve ser mantida sob controle.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia IG


Informações sobre o desenvolvimento da economia brasileira são quase diárias e emitidas a partir de vários setores que, juntos, assinalam dados analisados de modo geral por entidades competentes. Em julho deste ano, conforme indicador do Banco Central (BC), a atividade econômica do país avançou 0,24% em comparação ao mês imediatamente anterior (após ter assinalado estabilidade em junho ante maio).

Em confronto a julho de 2009, segundo o portal Economia Terra, a atividade cresceu 7,9% em conformidade ao Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O apontador chegou em 139,46 pontos no sétimo mês deste ano (dessazonalizado), pouco acima dos 139,13 pontos em junho passado.

O veículo de comunicação fonte deste artigo assinala que o IBC-Br começou a ser expelido mês a mês a partir de março de 2010; é acompanhado pelo mercado, pois, por ser visto como sinalizador do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei


Um dos setores mais importantes do ponto de vista econômico ao Brasil é, claramente, o de agronegócios. A extensão territorial brasileira é bem aproveitada pelos produtores e conduzida de várias maneiras pelas empresas, bem como por pessoas atuantes na exportação do segmento, que em agosto registrou alta nas vendas de 8% sobre o recorde anterior, de 2008.

Informações explanadas pelo Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior assinalam que o montante exportado bateu a marca de mais de R$ 12,5 bilhões, situação que se comparada a agosto do ano passado ultrapassa o percentual em 23%. Por outro lado, as importações somaram R$ 1,88 bilhão, rendendo superávit de R$ 10,67 bilhões.

Dados mais aprofundados, segundo o portal R7, apontam que o segmento sucroalcooleiro teve sua comercialização ao exterior ampliada em 73,8%, percentual acima dos 37,7% representados pelos produtos florestais, mas abaixo de farinhas, cereais e preparações, que conquistou alta de 136,3%.

A quantidade de açúcar emitida ao exterior, diferentemente, foi grande destaque, pois passou das anteriores 2,1 milhões de toneladas em agosto do ano passado para novas 3,2 milhões observadas no oitavo mês de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário enfrentado pelo Brasil é para lá de otimista, decerto. As oportunidades de emprego, o acesso ao crédito – embora aumento da inadimplência na atualidade – e o Produto Interno Bruto (PIB) continuam suas projeções positivas. Aliás, no relativo à economia, estima-se crescimento de 7,42%, conforme enunciação do Boletim Focus desta semana.

Para a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), o Brasil realmente deverá apresentar retração em 2011 ante 2010, período pelo qual figurará crescimento de 4,5% proveniente da redução dos investimentos e da ausência de diminuição dos gastos públicos. Roberto Vertamatti, conselheiro e membro da diretoria de economia da entidade, pondera existir diversos sinais amarelos preocupantes aos próximos anos.

Relacionado mais detalhadamente, Vertamatti cita que os investimentos na economia tupiniquim estão abaixo dos 25% do PIB ideais – se confirmado, existirão dificuldades de o país crescer sustentavelmente. Informações emitidas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo o portal R7, abalizaram a nação como a que menos retém taxa de investimentos entre as 11 maiores economias do planeta.

Uma pauta já vislumbrada à Copa do Mundo de 2014, para alguns, também é relacionada por Vertamatti. Segundo ele, a falta de incentivos do governo em estradas, aeroportos e portos, por exemplo, restringem o crescimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O Brasil poderá surtir positivamente ao longo dos próximos anos para os países latinoamericanos, segundo estudo emitido pela agência Moody’s. Em alguns casos, observado por acadêmicos até como uma espécie de Estados Unidos da região, a nação brasileira tem elevado mês a mês as projeções do Produto Interno Bruto (PIB) a 2010.

Num âmbito mais geral, elucidado pela Conferência da Organização das Nações Unidas (ONU) para o Comércio e o Desenvolvimento (Unctad), o PIB da América Latina crescerá cerca de 5% neste ano, e em alguns países mais específicos o índice tende a superar 6%. Ao Caribe e América Central, porém, a estimativa de desenvolvimento é mais moderada.

Reportagem divulgada pelo portal Economia Terra abaliza que essas estimativas tiveram como parcial ponto de “apoio” a reorientação das políticas macroeconômicas adotadas radicalmente pelo bloco latinoamericano após a crise financeira asiática, ocorrida no final da década de 1990, e a crise da dívida da Argentina, entre 2001 e 2002. A partir desses fatos, os governos situados na América Latida abraçaram políticas monetárias mais ajustadas e políticas de taxas de câmbio norteadas para a manutenção da concorrência global.

Pelo estudo da Unctad, as medidas características voltadas ao mercado de trabalho foram consideráveis, entre elas incremento remuneratório sobre o salário mínimo e a reativação de órgãos responsáveis por negociar interesses coletivos.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num mundo mutável em relação a diversos temas – casamento entre pessoas do mesmo sexo, consideração do aborto por políticos como algo a ser vislumbrado num futuro, etc – são interessantes ao desenvolvimento sociocultural de todo o planeta, embora cada cultura cultue diferente ponto de vista sobre cada mote.

Um caso bem empregado a esta introdução tem por base estudo exprimido na última segunda-feira, 13 de setembro, pelo Banco Mundial. Trata-se da dependência das nações latinoamericanas em relação às exportações de commodities agrícolas e minerais. Pelo que consta no levantamento, essa situação já não é considerada mais uma maldição, como muitos abalizavam.

Por quê?

Segundo o Banco Mundial em matéria divulgada pelo Estadão, há três décadas a alta sujeição das economias desse bloco no quesito exportação de matérias-primas era visualizada como um obstáculo ao desenvolvimento, de acordo com economistas, pois tais produtos possuem baixo valor anexo.

Para o relatório, muitas das atuais nações com elevada renda por cabeça também foram condicionadas às commodities, porém, parecem ter feito bom uso desse recurso para obterem o almejado desenvolvimento.

O Brasil, porém, parece ter perdido um pouco desse apreço entre 1960 e 1990, segundo dados obtidos no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em 1970, por exemplo, produtos básicos concebiam quase 75% do total das exportações do país, mas em 2000 esse mesmo índice arrefeceu para simplórios 23%.

Um novo fôlego, por outro lado, começou a ser observado na última década, pois a exportação das commodities saltou para quase 37% do total.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Poucos duvidam que o Brasil tem conseguido elevar sua economia ao longo dos últimos meses. Obviamente, a imprensa brasileira noticia, sempre que tem acesso a dados oficiais, os resultados obtidos, independente se negativos ou positivos. Ministros de várias áreas estimaram há meses crescimento econômico próximo de 7% em 2010 e 4,5% no próximo ano. Porém, a história ainda não terminou.

Economistas sondados pelo Banco Central (BC) divulgaram por meio do Boletim Focus desta segunda-feira, 13 de setembro, que a economia do país deverá apresentar elevação de 7,42% neste ano, 0,08% superior à expansão estimada anteriormente. Os 4,5% antecipados para 2011, porém, permanecem.

No mesmo instante em que o Produto Interno Bruto (PIB) é revisado (ou estimado) para cima por meio dessas projeções, segundo a Band Online, os especialistas esperam inflação inferior à expressada anteriormente pelo Focus, de 5,07%, para novos 4,97%. A 2011, em contrapartida, aguardam o índice de 4,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O incentivo às compras tem vários momentos todos os anos, sobretudo se relacionado às principais datas comemorativas, entre elas Natal, Páscoa, Dia das Mães, Dia dos Namorados, Dia dos Pais e Dia das Crianças. O consumidor brasileiro geralmente quer conferir a parentes e amigos mimos e presentes que satisfaçam o presenteado.

Outro evento neste ano fez a população tupiniquim, bem como a mundial, gastar mais um pouquinho: Copa do Mundo. A inadimplência, consequentemente, conseguiu se armar e registrou alta de 11,5% em agosto ante o mês igual de 2009. De acordo com a Serasa Experian, essa é a maior elevação diagnosticada a esses 31 dias desde 2005.

Para a empresa, com o advento da Copa na África no Sul o brasileiro aproveitou para adquirir produtos de valores mais elevados que, somados a outras dívidas já contraídas, teve dificuldades em honrar seus compromissos.

Em confronto a julho deste ano a inadimplência registrou ascensão de 1,8% e outros 0,2% se considerado o acumulado anual ante o período similar de 2009.

Apesar dessa constatação, indicam economistas da Serasa por meio da agência de notícias Reuters, o reaquecimento econômico no terceiro trimestre deste ano, a ininterrupção da criação de empregos e o aumento da massa salarial contribuirão para a diminuição da inadimplência.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Comparações à parte dentro do mesmo grupo econômico, Brasil e China se distinguem tanto no número de habitantes e sistema de transporte mais utilizado como, também, pelo crescimento de suas economias, importantes cada qual, é claro, em relação ao atual ambiente e projeções futuras.

Ao afirmar que o Brasil não é, claramente, a China do continente latinoamericano, a agência de classificação de risco Moody’s afirma que se por acaso a economia tupiniquim continuar apresentando crescimento em ritmo veloz, os ratings soberanos de outras nações situadas na região poderão sofrer, num médio prazo, impacto positivo.

Em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, a Moody’s atesta que o crescimento do Brasil impulsiona o interstício de comércio na América Latina, que há duas décadas já elevou o Produto Interno Bruto (PIB) em aproximadamente 40%. Somente entre 2006 e 2009, avalia Sergio Valderrama, analista da agência, a economia conseguiu elevação em 55%, porém bem abaixo dos 110% representados pela Ásia.

Para Valderrama, os impactos diretos exercidos pela nação brasileira para com seus vizinhos cerceiam troca mais ampla de bens e serviços. Indiretamente, avalia, o desempenho abarca o fato de o país conceber um modelo de políticas econômicas conceituadas boas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em artigo da Gazeta do Povo o estado do Paraná mostra crescimento econômico superior aos outros estados.

O destaque está no fortalecimento do comércio, da indústria e da agricultura, que cresceram mais de 10% este ano. O levantamento é feito pelo Banco Central e indica uma elevação de 13,2% apenas no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado.

Alguns destaques do comércio são com respeito à venda de materiais de construção, equipamentos de escritório, informática, comunicação e veículos. No campo da agricultura a safra não poderia estar melhor, que vai render R$ 21,8 bilhões e crescer 19,9%.

Ainda com números positivos definidos pelo IBGE, a indústria paranaense vem crescendo 20% ao ano.

Por Cintia Santoro


De acordo com a matéria do site Economia UOL o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, considera que o atual cenário de estabilidade econômica e controle inflacionário permitirá ao Brasil crescer em média a uma taxa de 53,8% nos próximos anos. E embora o Brasil já tenha atingido certo bem estar social ainda existem distorções que devem ser combatidas, como a citada pelo Ministro, de que a renda per capita do brasileiro ainda é em torno de quatro vezes menos do que a dos países desenvolvidos. O que indica que o país ainda necessita evoluir muito para uma melhora substancial desta distorção.

Ainda conforme a matéria citada o Ministro confirmou as estimativas oficiais para a taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que poderá se situar entre 7% e 7,5%. A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deverá ficar em torno de 5%.

Com relação aos próximos anos uma das preocupações do Ministro em relação ao crescimento do país diz respeito a uma possível falta de mão de obra qualificada para atender as necessidades do Brasil. Conforme lembrou o Ministro o país está tendo que importar mão de obra qualificada e este deverá ser um dos principais problemas a ser resolvido para que o Brasil possa continuar crescendo.

Por Mauro Câmara





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