Economistas do Banco Central lançaram na última segunda-feira, 11 de novembro de 2013, suas previsões sobre o futuro da economia brasileira, pelo menos no ano seguinte, no boletim “Focus”, um relatório de mercado. O documento é proveniente de pesquisas junto a mais de 100 instituições financeiras e aponta que nosso país deverá ter inflação maior e crescimento econômico menor em 2014.

A previsão de mercado para o IPCA (Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo) de 2013 ficou estável nos 5,85% até esta semana, o que, caso sejam confirmadas as expectativas, será notado como um aumento na inflação frente ao ano de 2012 (5,84%).

O PIB (Produto Interno Bruto) segue com crescimento médio de 2,5% para este ano, porém, para o crescimento econômico em 2014, analistas apontam que haverá uma queda de 2,13% para 2,11% nesse índice.

Há uma estimativa de que também seja aumentado o valor da taxa básica de juros. Essa, que sofreu cinco aumentos consecutivos durante 2013, encontrando-se atualmente em 9,5%, deve ter esse número aumentado para 10% na última reunião do Comitê de Política Monetária do Banco Central a ser realizada neste ano. A estimativa para o final de 2014 é de que essa taxa esteja em 10,25%.

O relatório “Focus” ainda aponta que no fim de 2013 o dólar deve manter-se na taxa de R$ 2,25, enquanto que para o encerramento do ano seguinte, essa taxa deverá se encontrar em R$ 2,40.

Houve também um registro na queda do superávit para o final deste ano na semana passada, de US$ 1,90 bilhão para US$ 1,55 bilhão. Já, para o ano seguinte, a previsão avançou de um superávit de US$ 9,25 bilhões para US$ 10 bilhões.

Também se manteve sem alterações a entrada de investimentos no Brasil, em US$ 60 bilhões, valor que, segundo os analistas, deverá se repetir em 2014 no que diz respeito a investimentos estrangeiros.

Por Mikhael Costa

Relatório Focus

Foto: Divulgação


O governo federal divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, uma medida provisória que determinou a abertura de R$42,5 bilhões em créditos extraordinários destinados a empresas estatais federais e aos ministérios.

Este valor representa aproximadamente 1/3 de todo o Orçamento para o ano de 2013 e, segundo a ministra Mirian Belchior, foi liberado para evitar problemas com os investimentos feitos por estes órgãos em decorrência do atraso na votação do Orçamento para o próximo ano.

Ainda segundo Miriam, a expectativa é de que a votação aconteça já no dia 05 de fevereiro, mas se isso não acontecer a medida provisória garante o recurso que tem como grande função manter os investimentos e impulsionar a economia para 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


A 3M anunciou nesta semana que espera obter um aumento de 8% no lucro comercial para o ano de 2013 e que os lucros de suas ações fiquem no próximo ano entre 6,70 e 6,95 dólares por unidade.

Esta expectativa positiva da empresa se deve a um plano de crescimento em longo prazo que ela iniciou com estimativas de crescimento de aproximadamente 10% anuais até 2017.

Outra esperança da 3M está na manutenção da recuperação da economia dos Estados Unidos que teve início neste final de ano mesmo que em um ritmo bem lento.

Para isso, a organização pretende reestruturar o seu portfólio de produtos para ajustes e melhorias para alcançar o lucro e crescimento pretendidos no próximo ano.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


O grande problema do baixo crescimento do PIB brasileiro no 3o trimestre foi o baixo nível de investimentos no país.

Para melhorar esta situação, a presidente Dilma Rousseff afirmou nesta semana que o Brasil precisa aumentar os investimentos no setor de infra-estrutura e tecnologia.

Segundo Dilma, estas ações são essenciais para melhorar a competitividade do país e voltar ao crescimento econômico com um aumento de até 2 vezes a renda per capita do Brasil em até 20 anos.

De forma mais específica, a presidente afirmou que serão feitos investimentos nos aeroportos regionais, nas ferrovias e a criação de um trem com alta velocidade ligando as cidades de Campinas, Rio de Janeiro e São Paulo.

Além disso, Dilma disse que o governo irá realizar a redução nos custos de produção bem como buscará resolver gargalos sistêmicos no setor de infra-estrutura e indústria nacional que são setores estratégicos para a volta ao crescimento e prosperidade econômica.

Fonte: BBC

Por Ana Camila Neves Morais


O anúncio feito pelo IBGE de que o PIB brasileiro cresceu apenas 0,6% no terceiro trimestre de 2012 ocasionou um pronunciamento de Guido Mantega, Ministro da Fazenda no Brasil.

Em suas palavras, Mantega informou que novas medidas serão tomadas pelo governo federal para aumentar o setor de investimentos no país.

Esta informação específica se justifica porque o grande vilão no  PIB foi o baixo nível do setor de investimentos com a formação bruta de capital fixo tendo uma queda de 2% no último trimestre de 2012.

Sobre este assunto, Mantega informou que o governo irá fornecer novas maneiras para financiar investimentos no país e acredita que, com isso, haverá melhorias e crescimento deste setor já no próximo trimestre.

O ministro justificou também a situação econômica afirmando que inicialmente era preciso obter uma recuperação das indústrias, que tiveram crescimento neste trimestre, para depois haver a demanda para o setor de investimentos que, segundo ele, terá um aumento já no quarto trimestre de 2012.

Por Ana Camila Neves Morais


A economia brasileira, embora passe por um momento estável, não recebeu uma boa notícia. O  Fundo Monetário Internacional (FMI) reavaliou a projeção para o crescimento econômico do país e o índice caiu de 3,6% em 2011 para 3% em 2012.

A expectativa é que o cenário melhore no ano que vem, quando o crescimento esperado é de 4%.

As estimativas foram divulgadas nesta terça-feira (24/01) através da versão atualizada do Panorama Econômico Mundial, documento oficial do FMI que faz a análise da evolução econômica das nações.  

As projeções do FMI são mais pessimistas do que o mercado financeiro no Brasil. O Banco Central realizou uma pesquisa com analistas econômicos privados e segundo o resultado, a economia brasileira vai apresentar um crescimento de 3,3% em 2012 e de 4,25% em 2013.

O fato é que, se as projeções do FMI forem confirmadas, o Brasil que apresentava um futuro econômico promissor, voltará a crescer abaixo da média global. Uma decepção até mesmo para os especialistas, já que surpreendentemente registrou em 2010 um desempenho bem superior à média mundial. Nesse ano, o país atingiu o crescimento de 7,5%, enquanto a média de avanço econômico global foi de 5,2%.  

Por Larissa Mendes de Oliveira


Ao contrário do que pensava muita gente, a crise econômica que atinge a Europa, especialmente Grécia, Portugal e Espanha, com ameaças pairando sobre a Itália também, contribuiu para a estagnação no ritmo de crescimento do Brasil no último 3º trimestre.

Outro fator impactante foi a redução no ritmo do consumo das famílias, o que está ligado em parte à crise econômica europeia, e em parte à política de juros do Banco Central.

Esse movimento já era esperado pelo Governo Federal, de forma que quase simultaneamente ao anúncio da estagnação no crescimento econômico, foram anunciadas medidas de incentivo com a redução do IPI que incide sobre produtos da chamada "linha branca" que inclui geladeiras, fogões, microondas e máquinas de lavar.

Essa medida se soma à outra já anunciada pelo Governo Federal, com a redução do IPI para carros até 2016.

Com essas duas medidas e mais o recente movimento de queda na taxa de juros, orquestrada pelo Banco Central, o Governo espera reativar a economia e manter o ritmo de crescimento que o país vinha tendo, o que será fundamental para que o Brasil possa ser menos impactado pelos possíveis desdobramentos da crise europeia.

Por Luiz Moreira


As nações emergentes, preocupadas com as medidas anunciadas pelo Federal Reserve (Fed, o banco central dos Estados Unidos), já começaram a confabular maneiras de evitar grande fluxo especulativo de capital em algumas regiões. O Brasil, que ganhou voz por meio de Guido Mantega, ministro da Fazenda, porta-se bem atento, ao mesmo tempo em que tece severas críticas com as deliberações do norte.

Apesar de toda a expectativa estadunidense, na concepção de Caroline Atkinson, porta-voz do Fundo Monetário Internacional (FMI), os efeitos das medidas sobre o crescimento da economia dos EUA poderá ser moderado. Para ela, a iniciativa ilustra a decisão do Fed em alimentar a economia, a reativação e, singularmente, em atalhar o risco de uma deflação num período extenso ou uma redução das perspectivas inflacionárias.

Em reportagem veiculada pelo portal de notícias G1 e embora tenha proferido todo esse discurso, avalia que a compra de US$ 600 bilhões em títulos da dívida do Tesouro do país gerará, sim, efeitos positivos para a economia.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A economia mundial atravessa exatamente neste momento um ambiente de incertezas. Além de a desaceleração do crescimento funcionar como espécie de nuvem negra sobre os países, o anúncio da injeção de US$ 600 bilhões em títulos do governo a partir do Federal Reserve, o banco central norte-americano, nos Estados Unidos, só aumentou as preocupações.

Segundo Olivier Blanchard, economista-chefe do Fundo Monetário Internacional (FMI), o crescimento global será entre 3% e 4% em 2010, prognóstico similar a ser constatado no ano que vem. Com essa declaração, de acordo com a Band Online, a entidade revisa para baixo as estimativas apregoadas há cerca de um mês.

Para detalhar de maneira mais abrangente suas expectativas, Blanchard prevê progressão nas nações desenvolvidas de 1% a 2%, enquanto nos países emergentes entre 6% e 8% (podendo estes últimos, inclusive, alçarem percentagens maiores).

Nos cálculos anteriores a entidade monetária acreditava em crescimento na casa de 4,8% para 2010 e outros 4,2% para o próximo ano.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mês a mês políticos, empresários e entidades avaliam positivamente o crescimento da economia brasileira. Ontem, 21 de outubro, o Ministério da Fazenda voltou a estimar novos índices, desta vez de 7,5% no desenvolvimento do Produto Interno Bruto (PIB), superior em relação ao relatório anterior divulgado em agosto, o qual abarcava previsão de 6,5%.

O documento enunciado, “Economia Brasileira em Perspectiva”, considera que a média de avanço do PIB pela próxima meia década, agregando 2010, deverá chegar num percentual de 5,9%. Segundo a agência de notícias Reuters, a expectativa do ministério é de que a demanda nacional cresça 10,3% mesmo em meio ao desempenho ameno observado pelo mundo.

A Fazenda avalia que o índice de inflação também está dentro da trajetória harmonizável com o atual desempenho da economia brasileira. O Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) deverá subir 5,1% em 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento brasileiro tem se configurado como um dos mais notáveis em todo o mundo, embora a China e a Índia tenham conquistado números mais elevados. Roberto Messenberg, coordenador do Grupo de Conjuntura do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea), prevê que os primeiros indicadores da economia do terceiro trimestre deste apontarão para um caminho mais ameno, com alguma probabilidade de celeridade entre outubro e dezembro.

Para Messenberg, apesar de alguns fatores contribuintes no estímulo à economia, tais como isenção do Imposto sobre Produtos Industrializado (IPI), a demanda interna permanece espelhando melhorias nos patamares de confiança – tanto a partir dos empresários como da própria população.

Em matéria veiculada pelo Estadão, o economista considera como triviais o crédito mais facilitado, o emprego em alta e a renda da população cada vez mais elevada, segundo dados oficiais, convergindo, pois, com a criação de postos de trabalho formais ao longo deste ano. Para o Ipea, o Produto Interno Bruto (PIB) encerrará 2010 com expansão entre 5,5% e 6,5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das nações que mais tem sofrido com a crise financeira mundial, os Estados Unidos voltou a sentir o peso dos efeitos do colapso. Economistas estadunidenses depreciaram as previsões para a expansão da economia do país em 2010 e 2011 e acreditam, ainda, que o índice de desemprego deverá permanecer em crescimento.

Conforme pesquisa da National Association of Business Economics (Nabe), o Produto Interno Bruto (PIB) norte-americano crescerá 2,6% neste ano, 0,6% abaixo do levantamento de maio (3,2%), mesma estimativa respectiva para 2011. Em relação às compras para o Natal e datas festivas próximas, os economistas sopesam que poderão ser efetivamente fracas, com gastos dos consumidores aumentando 2,5% no confronto com 2009.

Para Richard Wobbekind, novo presidente da instituição, a confiabilidade na duração do crescimento apresenta-se ileso, porém a extenuação econômica recente fez com que vários participantes do estudo rebaixassem seus diagnósticos para ano que vem. Além desse ponto, crê que a desaceleração observada neste verão revelou a sensibilidade da economia a diminuições de riqueza, ao arrefecimento do estímulo econômico e a contenção de dívidas.

A pesquisa também revela, de acordo com o Estadão, que os economistas acreditam que o número médio de oportunidades de trabalho gerados mensalmente alcance o valor de 150 mil entre julho e dezembro do ano que vem, para depois ascender entre 170 mil e 175 por mês. A taxa de desemprego, atualmente em 9,6%, poderá chegar a 9,5% no princípio de 2011 e 9,2% em seu final.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em um dia de levantamentos variados (6 de outubro), porém díspares, o Fundo Monetário Internacional (FMI) contabilizou inúmeros dados que, somados, ilustraram que as economias emergentes deverão ascender quase três vezes mais rapidamente, neste ano, em comparação aos países mais ricos.

Confirmando prognósticos divulgados nos últimos meses, para o FMI a China será um motor de desenvolvimento para inúmeras economias, sobretudo aos países exportadores de commodities, como é o caso do Brasil nas culturas do milho e da soja. Mesmo assim, o cenário enfrentado pelas nações desenvolvidas não favorecem tanto assim a asiática.

Com base em dados a perderem de vista, o FMI revela em reportagem veiculada pela agência de notícias Reuters que a necessidade de as nações ricas finalizarem o apoio aos segmentos financeiros e iniciarem o controle dos orçamentos inflados dos governos incidirá, em 2011, sobre o crescimento dos emergentes que terão, por sua vez, de estimular a própria demanda doméstica.

Ao finalizar parte de suas análises, o Fundo retalhou o crescimento global a 2011 dos anteriores 4,3% de julho para recentes 4,2%. Para 2010 a previsão é de dilatação de 4,8%, superior à estimativa antecedente de 4,6%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Grande maioria dos políticos brasileiros agrega a si e a seu partido as vitórias obtidas nas mais variadas áreas. O embate de ideologias mais recente ocorreu antes do último dia 3, data em que a população pôs Dilma Rousseff, ex-ministra da Casa Civil, e José Serra, ex-governador de São Paulo, no 2º turno das eleições. O tucano, de um lado, atribui feitos quando atuante no Estado paulista para angariar novos votos, enquanto a petista ressalta as conquistas durante os últimos anos em que fez (e ainda faz) parte do governo de Luiz Inácio Lula da Silva.

O próprio ex-sindicalista, por sinal, eleva o bom ambiente econômico enfrentado pelo Brasil em conformidade aos quase oito anos de sua gestão. Ingressando nesses discursos, Fernando Henrique Cardoso, ex-presidente do Brasil, realçou não ter dor de cotovelo do governo Lula. Para tal, lembrou a Constituição de 1988 com primordial ao momento, bem como a criação do Plano Real e os avanços conquistados por Lula.

Matéria veiculada pelo Estadão sopesa que entre 1994 e 2002, período em que FHC esteve à frente da nação, a economia contabilizou ascensão de 2,31% na média anual, enquanto na gestão de Lula o percentual poderá saltar para 4% caso o Produto Interno Bruto (PIB) alcance 7% em 2010 – o Banco Central eleva a projeção quase semanalmente.

Na Era de Fernando Henrique Cardoso, a inflação oficial medida pelo Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) abarcou média anual de 9,24%; na gestão de Lula, cerca de 5,63% se o índice encerrar 2010 em 4,7%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crescimento econômico sustentável é um entre os inúmeros objetivos endossados pelos candidatos à presidência deste ano como maneira de ganharam a confiança dos brasileiros e dos empresários. Nos últimos meses a economia brasileira tem se comportado bem, mesmo com as oscilações recentes observadas na zona do euro, especialmente por países como Grécia, Espanha e Portugal.

Perante a essas nações desenvolvidas o Brasil nutre bons números desde o princípio de 2010, quando a crise, de fato, começou a ser deixada para trás. Segundo a Serasa Experian, o Indicador de Perspectiva Econômica manteve-se estável em julho em comparação a junho, em 100,3 pontos, considerada a segunda estabilidade consecutiva após cinco quedas desde janeiro e até maio deste ano.

Para a Serasa, um desenvolvimento econômico mais balanceado estimado para o atual semestre, o segundo, poupa coações inflacionárias suplementares de demanda, então atinente ao excesso de consumo. Os economistas da entidade, segundo o Estadão, avaliam que o nível atingido no sétimo mês de 2010 sinaliza ritmo de crescimento da economia entre julho e dezembro compatibilizado com a taxa de desenvolvimento de longo prazo da economia do país.

São tomados como base a esse estudo a própria atividade econômica do país, as concessões reais de crédito às companhias e suas inadimplências e o número de consumidores com algum tipo de débito.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Emergentes. Está aí uma palavra corriqueiramente e muito mencionada pela imprensa mundial e por economistas em todos os recônditos do globo. As nações pertencentes a essa alcunha são até privilegiadas, pois atribuem à elas responsabilidades de guinar o desenvolvimento da economia na atualidade.

Brasil, Rússia, Índia e China (BRICs) parecem ter o conhecimento disso, algo traduzido em números. Uma camada de economistas, mais exatamente do Banco Mundial (BIRD), parece também se guiar pelas tendências e acreditam que o crescimento econômico global deverá ser puxado pelos países em desenvolvimento.

No inicio desta semana lançaram um livro sobre o tema. Nele, segundo o portal R7, há dizeres afirmativos de que quase metade do crescimento pelo globo é oriundo dos países em desenvolvimento e que tal prerrogativa deve ser confirmada até 2015, quando finalmente ultrapassarão os desenvolvidos.

A obra também atesta que o continente asiático deverá liderar esse movimento. Algumas das justificativas – se é assim possível mensurar – são as classes médias mais amplas, preços mais elevados das matérias-primas e aprendizagem tecnológica mais célere.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações sobre o desenvolvimento da economia brasileira são quase diárias e emitidas a partir de vários setores que, juntos, assinalam dados analisados de modo geral por entidades competentes. Em julho deste ano, conforme indicador do Banco Central (BC), a atividade econômica do país avançou 0,24% em comparação ao mês imediatamente anterior (após ter assinalado estabilidade em junho ante maio).

Em confronto a julho de 2009, segundo o portal Economia Terra, a atividade cresceu 7,9% em conformidade ao Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br). O apontador chegou em 139,46 pontos no sétimo mês deste ano (dessazonalizado), pouco acima dos 139,13 pontos em junho passado.

O veículo de comunicação fonte deste artigo assinala que o IBC-Br começou a ser expelido mês a mês a partir de março de 2010; é acompanhado pelo mercado, pois, por ser visto como sinalizador do desempenho do Produto Interno Bruto (PIB).

Por Luiz Felipe T. Erdei


O cenário enfrentado pelo Brasil é para lá de otimista, decerto. As oportunidades de emprego, o acesso ao crédito – embora aumento da inadimplência na atualidade – e o Produto Interno Bruto (PIB) continuam suas projeções positivas. Aliás, no relativo à economia, estima-se crescimento de 7,42%, conforme enunciação do Boletim Focus desta semana.

Para a Associação Nacional dos Executivos de Finanças (Anefac), o Brasil realmente deverá apresentar retração em 2011 ante 2010, período pelo qual figurará crescimento de 4,5% proveniente da redução dos investimentos e da ausência de diminuição dos gastos públicos. Roberto Vertamatti, conselheiro e membro da diretoria de economia da entidade, pondera existir diversos sinais amarelos preocupantes aos próximos anos.

Relacionado mais detalhadamente, Vertamatti cita que os investimentos na economia tupiniquim estão abaixo dos 25% do PIB ideais – se confirmado, existirão dificuldades de o país crescer sustentavelmente. Informações emitidas pela Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), segundo o portal R7, abalizaram a nação como a que menos retém taxa de investimentos entre as 11 maiores economias do planeta.

Uma pauta já vislumbrada à Copa do Mundo de 2014, para alguns, também é relacionada por Vertamatti. Segundo ele, a falta de incentivos do governo em estradas, aeroportos e portos, por exemplo, restringem o crescimento.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Num mundo mutável em relação a diversos temas – casamento entre pessoas do mesmo sexo, consideração do aborto por políticos como algo a ser vislumbrado num futuro, etc – são interessantes ao desenvolvimento sociocultural de todo o planeta, embora cada cultura cultue diferente ponto de vista sobre cada mote.

Um caso bem empregado a esta introdução tem por base estudo exprimido na última segunda-feira, 13 de setembro, pelo Banco Mundial. Trata-se da dependência das nações latinoamericanas em relação às exportações de commodities agrícolas e minerais. Pelo que consta no levantamento, essa situação já não é considerada mais uma maldição, como muitos abalizavam.

Por quê?

Segundo o Banco Mundial em matéria divulgada pelo Estadão, há três décadas a alta sujeição das economias desse bloco no quesito exportação de matérias-primas era visualizada como um obstáculo ao desenvolvimento, de acordo com economistas, pois tais produtos possuem baixo valor anexo.

Para o relatório, muitas das atuais nações com elevada renda por cabeça também foram condicionadas às commodities, porém, parecem ter feito bom uso desse recurso para obterem o almejado desenvolvimento.

O Brasil, porém, parece ter perdido um pouco desse apreço entre 1960 e 1990, segundo dados obtidos no Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior. Em 1970, por exemplo, produtos básicos concebiam quase 75% do total das exportações do país, mas em 2000 esse mesmo índice arrefeceu para simplórios 23%.

Um novo fôlego, por outro lado, começou a ser observado na última década, pois a exportação das commodities saltou para quase 37% do total.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Poucos duvidam que o Brasil tem conseguido elevar sua economia ao longo dos últimos meses. Obviamente, a imprensa brasileira noticia, sempre que tem acesso a dados oficiais, os resultados obtidos, independente se negativos ou positivos. Ministros de várias áreas estimaram há meses crescimento econômico próximo de 7% em 2010 e 4,5% no próximo ano. Porém, a história ainda não terminou.

Economistas sondados pelo Banco Central (BC) divulgaram por meio do Boletim Focus desta segunda-feira, 13 de setembro, que a economia do país deverá apresentar elevação de 7,42% neste ano, 0,08% superior à expansão estimada anteriormente. Os 4,5% antecipados para 2011, porém, permanecem.

No mesmo instante em que o Produto Interno Bruto (PIB) é revisado (ou estimado) para cima por meio dessas projeções, segundo a Band Online, os especialistas esperam inflação inferior à expressada anteriormente pelo Focus, de 5,07%, para novos 4,97%. A 2011, em contrapartida, aguardam o índice de 4,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Comparações à parte dentro do mesmo grupo econômico, Brasil e China se distinguem tanto no número de habitantes e sistema de transporte mais utilizado como, também, pelo crescimento de suas economias, importantes cada qual, é claro, em relação ao atual ambiente e projeções futuras.

Ao afirmar que o Brasil não é, claramente, a China do continente latinoamericano, a agência de classificação de risco Moody’s afirma que se por acaso a economia tupiniquim continuar apresentando crescimento em ritmo veloz, os ratings soberanos de outras nações situadas na região poderão sofrer, num médio prazo, impacto positivo.

Em reportagem enunciada pela agência de notícias Reuters, a Moody’s atesta que o crescimento do Brasil impulsiona o interstício de comércio na América Latina, que há duas décadas já elevou o Produto Interno Bruto (PIB) em aproximadamente 40%. Somente entre 2006 e 2009, avalia Sergio Valderrama, analista da agência, a economia conseguiu elevação em 55%, porém bem abaixo dos 110% representados pela Ásia.

Para Valderrama, os impactos diretos exercidos pela nação brasileira para com seus vizinhos cerceiam troca mais ampla de bens e serviços. Indiretamente, avalia, o desempenho abarca o fato de o país conceber um modelo de políticas econômicas conceituadas boas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em artigo da Gazeta do Povo o estado do Paraná mostra crescimento econômico superior aos outros estados.

O destaque está no fortalecimento do comércio, da indústria e da agricultura, que cresceram mais de 10% este ano. O levantamento é feito pelo Banco Central e indica uma elevação de 13,2% apenas no primeiro semestre, em relação ao mesmo período do ano passado.

Alguns destaques do comércio são com respeito à venda de materiais de construção, equipamentos de escritório, informática, comunicação e veículos. No campo da agricultura a safra não poderia estar melhor, que vai render R$ 21,8 bilhões e crescer 19,9%.

Ainda com números positivos definidos pelo IBGE, a indústria paranaense vem crescendo 20% ao ano.

Por Cintia Santoro


De acordo com a matéria do site Economia UOL o Ministro da Fazenda, Guido Mantega, considera que o atual cenário de estabilidade econômica e controle inflacionário permitirá ao Brasil crescer em média a uma taxa de 53,8% nos próximos anos. E embora o Brasil já tenha atingido certo bem estar social ainda existem distorções que devem ser combatidas, como a citada pelo Ministro, de que a renda per capita do brasileiro ainda é em torno de quatro vezes menos do que a dos países desenvolvidos. O que indica que o país ainda necessita evoluir muito para uma melhora substancial desta distorção.

Ainda conforme a matéria citada o Ministro confirmou as estimativas oficiais para a taxa de crescimento do PIB (Produto Interno Bruto), que poderá se situar entre 7% e 7,5%. A inflação medida pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo) deverá ficar em torno de 5%.

Com relação aos próximos anos uma das preocupações do Ministro em relação ao crescimento do país diz respeito a uma possível falta de mão de obra qualificada para atender as necessidades do Brasil. Conforme lembrou o Ministro o país está tendo que importar mão de obra qualificada e este deverá ser um dos principais problemas a ser resolvido para que o Brasil possa continuar crescendo.

Por Mauro Câmara


O relatório FOCUS, boletim semanal divulgado pelo Banco Central, que traduz a expectativa do mercado com os principais índices da economia brasileira, entre elas a expectativa da taxa de inflação e a projeção do crescimento da economia, que foi divulgado no último dia 06 de Setembro contém uma previsão de crescimento maior do que a prevista no último relatório FOCUS da semana passada.

Conforme a avaliação do mercado houve uma elevação da última estimativa, que foi de 7,09% para uma estimativa de crescimento da economia em torno de 7,34% para o ano de 2010, de acordo com o relatório deste dia 06 de Setembro. Já para a inflação, apurada pelo IPCA (Índice de Preços ao Consumidor Amplo), a previsão anterior foi mantida, se mantendo nos mesmos 5,07% para este ano, verificada na edição anterior do relatório. Projetando o índice inflacionário para o ano de 2011 houve uma queda em relação à projeção da semana anterior. O mercado tem a expectativa que a inflação do IPCA no ano que vem ficará em torno de 4,85%.

As expectativas em relação às taxas de crescimento e inflação para o ano de 2010 indicam que se mantém o quadro de bom desempenho dos diversos setores da economia nacional, inclusive com o crescimento industrial indicando recuperação e a taxa inflacionária próxima do centro da meta determinada pelo governo federal. O que mostra que o crescimento sustentado deverá se manter até o final deste ano.

Por Mauro Câmara

Fonte: IG


A crise financeira global pôs em xeque a real situação interna de vários países. Os Estados Unidos, que praticamente principiaram o colapso, custam voltar aos anos de grande desenvolvimento, prova disso é o crescente percentual de desempregados. Brasil e China, na contramão da situação norte-americana, conseguem se sobressair em relação à nação dirigida por Barack Obama e outras mais.

No primeiro trimestre deste ano o Produto Interno Brasileiro (PIB) obteve elevação de 2,7% em comparação aos três meses anteriores. Entre abril e junho queda foi constatada, embora tenha contribuído, mais amenamente, à manutenção do aquecimento da atividade econômica.

Rebeca Palis, gerente de coordenação de Contas Nacionais do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), avalia que os maiores responsáveis pelo aumento dos investimentos no Brasil foram a importação de equipamentos e máquinas e a produção nacional.

Em reportagem do portal Economia UOL, indica que a construção civil se comportou positivamente nesse ínterim por ter assinalado avanço de 34% no crédito com recursos direcionados e aumento da ocupação na atividade de quase 10% no segundo trimestre de 2010.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Durante alguns bons dias os recentes números divulgados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) serão mencionados e fomentados pela imprensa brasileira. No segundo trimestre de 2010 o Produto Interno Bruto (PIB) abocanhou alta de 1,2% em confronto aos primeiros três meses e 8,8% em confronto anual.

Guido Mantega, ministro da Fazenda, prognosticou que neste ano a economia brasileira impetrará crescimento de 7%, índice similar porém abaixo do estimado por Henrique Meirelles, presidente do Banco Central. Apesar de constatar ligeira acomodação no período, acredita que a taxa de expansão do país chegará no percentual de 7,3%.

Segundo Meirelles em reportagem proclamada pelo portal de notícias G1, o índice de desenvolvimento de 1,2% espelha, em partes, a consequência de carga da alta percentagem observada entre janeiro e março. Devido a essa e outras características, o presidente do BC pondera que a economia do Brasil se move a um caminho mais harmônico, com prudência de longo prazo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Os resultados divulgados no final desta semana pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indicam dois responsáveis pelo crescimento do país: o setor agropecuário em alta e o aumento no número de investimentos. As empresas estrangeiras têm buscado e encontrado no país uma série de alternativas para obterem expansão, independentemente do setor pelo qual atuam.

As grandes companhias da França, seguindo a tendência que atualmente se configura, começaram a reconquistar o mercado brasileiro por este oferecer um ambiente propício em relação ao crescimento econômico e também pelo amplo número de habitantes, atualmente próximos de 200 milhões.

Bruno Vanier, diretor de gestão em Edmond da Rothschild Asset Management, ajuíza que no princípio deste século o Brasil atravessava uma crise financeira e econômica dentro de um intervalo de até quatro anos, porém, na última década a nação passou a oferecer novos horizontes.

Exemplo das novas pretensões é o da cooperativa de açúcar Tereos, segundo o portal de notícias G1, que adquiriu nova usina no país em maio último, bem como a CNP Assurances, que observa a nação atualmente governada por Luiz Inácio Lula da Silva como um local onde não se veem problemas constatados em outros continentes.

Aos mais atentos e ousados, os dois eventos esportivos de 2014 e 2016, respectivamente Copa do Mundo e Jogos Olímpicos, poderão oferecer novos atrativos. Algumas empresas já começam a se movimentar, sobretudo no caso do Trem de Alta Velocidade (TAV) – que tem relação quase direta com o segundo acontecimento citado.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Após o primeiro trimestre de este ano contrair alta de 2,7% no Produto Interno Bruto (PIB) em comparação aos três meses finais de 2009 e outros 9% em confronto anual, especialistas acreditavam, à época, que a economia brasileira reteria manutenção, porém amena.

Contrariando expectativas, a economia brasileira cresceu 1,2% entre abril e junho ante o primeiro trimestre de 2010 e mais 8,8% na comparação anual. Segundo a agência de notícias Reuters, o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) indica o segmento agropecuário do país e o número de investimentos como os responsáveis pelo resultado.

Mesmo com as informações significativas, o IBGE assinala que o crescimento do Brasil ficou abaixo da expansão observada no Chile, no México e na Alemanha, porém, acima da União Europeia, dos Estados Unidos e do Japão. Relacionado ao BRIC, o país tupiniquim foi considerado o segundo de melhor resultado, atrás somente da China, que abiscoitou dilatação de 10,3%.

A ascensão do segmento agrário, segundo Rebeca Palis, economista do IBGE, só foi possível e mais bem posicionada em detrimento a 2009 porque a crise financeira mundial ainda assolava o globo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O desenvolvimento crescente da economia brasileira é fruto de inúmeras conquistas das últimas gestões, sobretudo a de Luiz Inácio Lula da Silva, que conseguiu suportar a crise financeira global do biênio passado e ingressar 2010 com ampliação de 2,7% do Produto Interno Bruto (PIB) ante os últimos três meses de 2009. Integram-se a esse fato as perspectivas futuras, tanto aos empresários como aos trabalhadores, que enxergam, respectivamente, ambiente propício para investimentos e maior renda.

Miguel Jorge, ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, avaliou na quinta-feira passada, 26 de agosto, ser necessário a nação brasileira criar um plano de desenvolvimento que abranja motes de médio e longos prazos, pois admite que se isso não for prescrito, as políticas setoriais não conseguirão suplantar os impasses à ampliação da competitividade no setor econômico.

Uma das sugestões do ministro é a retomada de uma política ativa na indústria que aumente a capacidade de ofertas para o enfrentamento da demanda aquecida e as possibilidades de pressões inflacionárias. Para Miguel Jorge, em reportagem descrita pelo portal R7, somente um plano de desenvolvimento de alcance nacional, abarcando políticas por setores, poderá dar conta das limitações ao crescimento do país mais a frente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A população parece estar cansada de tanto escutar e ler sobre o tema “crescimento econômico do Brasil”. Sim, isso pode até soar verdadeiro a uma parcela da sociedade, mas conhecer a origem de cada situação, de cada evento, pode fazer uma diferença gritante no futuro, tanto numa entrevista de emprego como numa conversa informal.

A equipe econômica do presidente Luiz Inácio Lula da Silva ressaltou nos últimos meses como medidas justificantes do desenvolvimento do país em meio à crise financeira os benefícios fiscais e créditos outorgados pelo Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES). Braços-direito do ex-sindicalista atestam semelhantes discursos.

Uma exceção discursiva se fez nesta semana. Maílson da Nóbrega, ex-ministro da Fazenda e sócio-diretor da Tendências Consultoria Integrada, sopesa como agente direito para o Brasil se sair bem do colapso global o Banco Central (BC). Para ilustrar aos mais desavisados, atestou que a condução da política monetária foi eficaz o suficiente para manter o equilíbrio dos preços, estendendo-se, por exemplo, a própria população e as empresas, que tiveram condições de se organizarem.

Mesmo assim, conforme prescrito pelo Estadão, Nóbrega pondera existir falta de maiores ações que visam robustecer as conquistas econômicas brasileiras, entre elas reformas política, tributária e previdenciária, bem como marcos institucionais para o incentivo de investimentos no país.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente brasileiro de especulações positivas pode ser traduzido por números infindáveis, desde as taxas de emprego em ascensão até o Produto Interno Bruto (PIB), que segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) ao último caso, apresentou elevação de 2,7% no primeiro trimestre deste ano em relação aos últimos três meses de 2009.

Além desse comparativo, a agência de notícias Reuters indica aumento de 9% do PIB em relação ao trimestre inicial do ano passado. O IBGE atesta destaque para o crescimento a grande contribuição dos investimentos feitos dentro do país e o desempenho do setor industrial.

Rebeca Palis, economista da entidade, assegura que o desenvolvimento do Brasil foi similar ao indiano e um pouco inferior ao chinês. Apesar disso, revela, a fraca base comparativa gerida pelo período citado do ano passado foi o percussor do alto índice.

A indústria obteve expansão de 4,2% no período em análise ante o último trimestre do ano passado e 14,6% ante os três meses iniciais de 2009. Os investimentos, por sua vez, suplantaram o percentual de 7,4% na comparação trimestral e 26% na base comparativa anual.

Leia mais na Reuters.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Crise é a palavra da moda. Crise nos aeroportos, crise financeira mundial, crise no sistema de segurança de vários países, crise na comunidade europeia. No último caso, em específico, o mundo assiste uma série de especulações, ora contribuindo para arranque positivo nas bolsas de valores de todo o globo terrestre, ora puxando-as para baixo.

O pacote bilionário conferido à Grécia, em especial, serviu para acalmar momentaneamente os mercados europeus, apesar de existir muita oscilação, percebida pelos brasileiros de outra forma: valorização/desvalorização do dólar ante o real. Dominique Strauss-Kahn, diretor-gerente do Fundo Monetário Internacional (FMI), endossou a ideia de que parcela do pacote de ajuda à União Europeia seja destinada ao incentivo de desenvolvimento.

Segundo ele, que esteve reunido nas últimas horas com Guido Mantega, ministro da Fazenda, uma das saídas para a zona do euro é a resolução dos problemas relacionados ao sistema fiscal – de forma a assegurar crescimento, mesmo a médio prazo.

Strauss-Kahn parece ponderar bastante e tomar o Brasil como exemplo, tanto que destacou as políticas econômicas adotadas no país e relatou, no início desta semana, que a nação liderada por Luiz Inácio Lula da Silva se diferenciará ante as economias mais desenvolvidas.

Por Luiz Felipe T. Erdei

Fonte: G1.


Os BRICs (Brasil, Rússia, Índia e China) apresentam crescimento considerável em meio aos países mais desenvolvidos do planeta, como é o caso dos Estados Unidos, e, em especial, algumas nações europeias. De acordo com a Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico (OCDE), os quatro emergentes têm destaque e são referências.

A entidade avalia que no Brasil, por exemplo, os investimentos voltados à infraestrutura deverão contribuir para um maior desenvolvimento, embora a política monetária restrita e, sobretudo, o princípio de cortes de gastos executados há poucos dias, tenha acontecido.

Reportagem direcionada pela agência de notícias Reuters relaciona que a OCDE aguarda uma dilatação da economia brasileira em 6,5% ainda em 2010, superior em 1,7% ante estimativas anteriores. A entidade avalia, ainda, que a expectativa para o ano que vem cerceia a margem de 5%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O mercado tem oscilado indiscretamente nos últimos dias em virtude das problemáticas percebidas na zona do euro, principalmente em relação à dívida grega. A bolsa de valores de São Paulo, por exemplo, apresenta queda dia após dia e o dólar já atinge níveis próximos, para mais ou para menos, de R$ 1,90. Mesmo assim, Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do país, Guido Mantega, ministro da Fazenda, e Henrique Meirelles, líder do Banco Central, afirmam que o Brasil não sentirá os efeitos do entrave europeu com força.

O bom ambiente visto no Brasil, não somente por meio dos discursos dos líderes, como também através de números, fez o instituto suíço IMD indicar que a competitividade da nação fez a pátria subir duas posições no ranking mundial envolto ao tema. De acordo com o levantamento, a eficiência nos negócios, a robusta criação de postos de empregos e o desenvolvimento econômico foram fatores analisados e indicados à ascensão.

No atual momento, de acordo com o portal de notícias G1, o país ocupa o 38º lugar nesse ranking, mas poderia ter sido melhor se não fossem os problemas de infraestrutura e a eficiência do governo, uma vez que o estudo assinala, para o primeiro caso, queda, e para o segundo caso, nenhum tipo de elevação. Os temas educação e saúde, de acordo com o IMD, também foram determinantes negativamente.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A América Latina é um dos continentes que a imprensa internacional mais tem focado previsões otimistas em relação a crescimento e perspectivas futuras na esfera econômica. Um relatório do Fundo Monetário Internacional (FMI) julga que o bloco latino-americano e o Caribe se recuperaram da crise mais rapidamente do que se podia imaginar, tanto que a região pode finalizar o ano com desenvolvimento de 4%. Entretanto, avalia a entidade, entre um país e outro há contrastes substanciais.

Entre os principais fatores mencionados pelo instituto em relação ao crescimento estão a melhoria das condições financeiras externas à América Latina e o consumo privado de sua população. Segundo o FMI, as características vigentes na região poderão ajudar os países exportadores que traçam comércio no local a obterem ganhos robustos.

Segundo o portal dinheiro do Folha UOL, apesar das nações desenvolvidas apresentarem fragilidade econômica e serem dependentes de incentivos, acabam por estimular os preços de comercialização das matérias-primas, que tendem a beneficiar o continente Latino-Americano.

Leia mais dados sobre o tema e informações de políticas macroeconômicas aqui.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O governo de Luiz Inácio Lula da Silva, presidente do Brasil, ostenta números positivos depois da crise financeira mundial e, sobretudo, poucos meses antes do término de seu mandato. Um dos destaques mais comentados pela autoridade brasileira é o Programa de Aceleração do Crescimento (PAC), com anúncio de início de sua segunda fase já na próxima semana.

De acordo com o Portal de Notícias G1 com informações da Agência Estado, a projeção de crescimento médio anual com o PAC será de 5,5% entre 2011 e 2014. O governo indica que deverá conservar a meta de 3,33% do Produto Interno Bruto (PIB) ao superávit primário.

Com o segundo capítulo do plano, o Brasil almeja içar o percentual de investimentos da economia em 18% do PIB neste ano e outros 20% em 2013. Para a equipe econômica do país, a partir dessa iniciativa o potencial de desenvolvimento do país subirá dos atuais 4,5% a 5% ao ano para, aproximadamente, 5,5%, índice praticamente igual ao proferido anteriormente por inúmeras autoridades do país, tais como o otimista Carlos Lupi, ministro do Trabalho e Emprego.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Mesmo após o ensaio de uma crise internacional que gerou rumores que se estenderia até o aqui no último ano o Brasil apoiado nas vendas, consumo e arrecadação do mercado interno retoma sem receios aparentes o sistema de crédito.

Isso deve-se ao fato de consumidores alavancarem as vendas de produtos diversos. Não houve rumores, críticas ou medo que impedisse os brasileiros de gastar. E mais cresce progressivamente o consumo de produtos não perecíveis antes destinados quase que exclusivamente a classe A e B.

O povo está comprando mais, melhor e garante assim que a economia interna cresça e continue com o crédito.

Fonte: Conselho Regional de Economia

Em uma reunião com o Painel de Conselheiros da Presidência para a Recuperação Econômica, Barack Obama, presidente dos Estados Unidos, garantiu que a nação norte-americana ainda está distante de seu ideal no campo econômico. O líder daquele país taxou de perturbadora a fraqueza constatada no mercado de trabalho.

De acordo com dados divulgados há poucos dias, a economia estadunidense apresentou crescimento a uma taxa atualizada de 3,5% entre os meses de julho e setembro deste ano, após um ano de contração. Mesmo assim, a taxa de desemprego é a maior registrada em 25 anos, com 9,8%.

Obama, no entanto, asseverou que há pautas muito boas para auxiliar o crescimento econômico dos EUA. Dentre as medidas, citou cortes de créditos fiscais e impostos, mas nada concreto. De qualquer maneira, resfolegou que mudanças desse porte não acontecem de uma hora para a outra. Sua preocupação principal é, conforme seu próprio discurso, garantir trabalho e seu conseqüente sustento às famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Henrique Meirelles, presidente do Banco Central, afirmou que a produção da indústria adentrou num processo de recuperação econômica, vigente, para ele, há oito meses. Entretanto, mesmo com esse dado otimista, apresenta níveis abaixo daqueles constatados antes da crise financeira, o que permite, então, espaço para um melhor desenvolvimento do país.

Para Meirelles, o grande diferencial entre a nação brasileira e os demais países do globo é justamente o fato de que a recuperação interna se baseia no crescente número de postos de trabalho e, também, no crédito. Segundo ele, essa retomada promete fazer o PIB e o mesmo nível de atividade pré-crise crescer.

Segundo Henrique, o êxito se deve porque o país saiu da crise com solidez – preservou a criação de empregos e o colapso se restringiu ao setor industrial. Além disso, outra consideração do presidente do BC é a de que as demais nações ficaram subordinadas à taxa básica de juros e estímulos fiscais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O presidente Luiz Inácio Lula da Silva manteve seu discurso otimista em relação ao crescimento do Brasil. Para ele, a nação deve ascender 5% no plano econômico em 2010, principalmente porque o país está preparado para criar mais postos de trabalho, bem como melhor distribuir sua renda.

Conforme dados do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados (Caged), o Brasil abriu, em setembro deste ano, mais de 250 mil vagas de trabalho com carteira assinada. Portanto, Lula acredita que em 2009 mais de um milhão de postos formais devem ser criados.

Na mesma ocasião de seu discurso otimista, o presidente brasileiro afirmou que as obras de transposição do Rio São Francisco, visitado por ele há pouco, é um feito admirável e de extrema importância à nação. Isto porque o objetivo do projeto é melhorar o acesso à água ao Ceará, Rio Grande do Norte, Pernambuco e Paraíba, bem como dar qualidade de vida às pessoas em virtude de obras de saneamento básico e coleta de esgoto.

Por Luiz Felipe T. Erdei





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