Juros mais altos foram um dos principais motivos para que as operações de crédito apresentassem queda em 2015.

Um fato aceito por todos é que o Brasil atravessa uma difícil crise econômica. Uma das consequências de tal crise foi a queda em relação à expansão do crédito em 2015, cenário que pode continuar em 2016. Além da crise econômica, os juros ainda mais altos também foram decisivos no recuo do crédito em 2015. O Banco Central divulgou um relatório no dia 27 de janeiro de 2016 onde mostra que o saldo das operações de crédito cresceu 6,6% em 2015 contra 11% em 2014.

Túlio Maciel, chefe do Departamento Econômico do Banco Central, enfatizou que as taxas de juros mais altas são um dos principais fatores que contribuem para o recuo da taxa de crédito. Além disso, ele também destaca que em anos anteriores foi registrado um grande número do comprometimento de renda através de dívidas. Sendo assim, 2015 apresentou menos espaço para o crescimento do crédito, haja vista a inviabilidade de tal operação graças aos resultados apresentados em anos anteriores. Maciel acredita que a expansão do crédito voltará a crescer quando a renda também voltar a crescer.

Outro detalhe muito importante é quanto às empresas, pois com a queda da atividade econômica do país as mesmas também diminuem sua demanda por crédito. O crédito para pessoas físicas, por exemplo, conseguiu alcançar nada menos que R$ 831,781 bilhões em dezembro, isso significa uma queda de 0,2% em relação a novembro, porém um aumento de 7,3% no ano.

Já em relação à inadimplência, outro fator determinante na queda ou crescimento do crédito, Maciel destaca que o número de endividados cresce de forma moderada se considerarmos o atual cenário econômico do país. Para se ter uma ideia, a inadimplência total, soma das empresas e pessoas físicas, chegou a 5,3% no último mês de 2015. Tal resultado representa uma alta de 0,1% quando comparado a novembro e 1% na comparação com o mesmo período em 2014.

Como todos sabem, um dos principais meios de conseguir trazer de volta a expansão do crédito é através de programas de incentivo ao crédito por parte do governo. Túlio Maciel evitou falar desse assunto, pois ele destaca que é preciso saber as condições do programa de incentivo para que se analisem seus possíveis efeitos.

Por Bruno Henrique

Crédito


Intenção de empreendedores que pensam em contrair crédito caiu cerca de 8% em junho.

Os micro e pequenos empresários não estão tão interessados assim em obter crédito e a intenção de empreendedores que pensam em contrair crédito nos próximos 90 dias caiu cerca de 8% no mês de junho. Os números são apontados pelo SPC Brasil – Serviço de Proteção ao Crédito, e também pelo CNDL – Confederação Nacional de Dirigentes Lojistas.

O levantamento feito pelo SPC e CNDL mostra um cenário típico de um país em crise econômica como o Brasil, pois o pequeno empresário quase sempre sai em busca de crédito quando a economia vai bem e, no intuito de alavancar as vendas e fazer com que sua empresa cresça, busca recursos para a compra de material, equipamentos e até para melhorar a infraestrutura da empresa.

Mas diante de uma economia estagnada e a falta de perspectiva para que este quadro melhore, os pequenos empresários estão preferindo não se arriscar em arcar com um crédito agora e depois se encontrarem em situação complicada para conseguir manter o pagamento em dia.

Para termos uma ideia de como a situação está crítica, basta analisarmos este levantamento feito pelo SPC/CNDL. De acordo com o levantamento feito, o indicador chegou a apenas 16,36 pontos, sendo que, quando mais próximo estiver de 100, que é o máximo, maior é a intenção dos empresários de procurarem por crédito. Indicando apenas 16,36 pontos, o levantamento aponta que a grande maioria dos pequenos empresários não vai se arriscar agora, adquirindo um crédito que não vai lhe trazer os retornos esperados, já que a economia ainda não deu sinal de melhora.

A pesquisa realizada pelo SPC/CNDL ainda mostrou um dado preocupante, onde 34,25% dos empresários estão achando muito difícil ter crédito aprovado aqui no Brasil, ou seja, os poucos empresários que ainda resolvem investir e contribuir para a melhora da economia, acabam não conseguindo acesso ao crédito.

E o principal motivo para o não acesso ao crédito é a burocracia e as altas taxas de juros que dificultam a tomada de crédito e esta quando é feita, penaliza o pequeno empresário que paga caro pelo empréstimo realizado. Os empresários estão bem mais cautelosos e não querem saber de assumir compromissos a longo prazo, já que, apesar do Governo dizer que não, 2016 promete ser um ano muito difícil.

Por Russel

Intenção de crédito


A queda foi de 2,3% na procura por crédito em junho, comparando com maio de 2015.

De acordo com o Serasa, o número de brasileiros em busca de crédito teve uma baixa de 2,3% no mês de junho, se comparado com o mês de maio e se a comparação for realizada com o mesmo mês, só que de 2014, houve uma alta de 10,1%.

Já para o acumulado do ano, de acordo ainda com o Serasa, houve um acréscimo, até o momento de 4,8%.

De acordo com vários economistas, inclusive da própria entidade, esta queda na busca por crédito já era esperada e um dos principais motivos foi o Dia das Mães, quando o mercado tem uma procura maior por crédito, para que os consumidores possam fazer suas compras, já no mês de junho, como não houve nenhuma data que alavancasse as vendas, a demanda por crédito não foi nenhuma surpresa.

Já a causa do aumento da procura por crédito há 1 ano atrás está ligada à realização da Copa do Mundo, em junho, quando também houve uma busca muito grande do consumidor por crédito.

E a queda na busca por crédito neste mês de junho, foi em todas as faixas de rendas, sendo mais intensa naquelas camadas de rendas que são mais baixas, onde a queda registrada chegou a 2,8% para quem tem uma renda mensal de até R$ 500,00.

Para quem tem renda entre R$ 500,00 e R$ 1.000,00 mensal, a queda foi de 2,5%. Para os consumidores que recebem de R$ 1.000,00 a R$ 2.000,00 mensais, a queda registrada foi de 2,2%.  Consumidores com renda mensal entre R$ 2.000,00 a R$ 5.000,00 apresentou queda de 2,1%. E aqueles que possuem uma renda mensal entre R$ 5.000,00 e R$ 10.000,00 a queda foi de 2,2%. Para quem recebe mais de R$ 10.000,00 mensal, a queda na busca por crédito registrada em junho foi de 1,9%.

Todas as regiões do Brasil registraram queda na demanda por crédito, sendo que a maior delas foi no Norte do país, onde a queda chegou a 3,3%. Na região Sudeste, a queda na busca por crédito foi de 3% e na região Centro-Oeste chegou a 2,3% que ficou um pouco acima da queda no Nordeste que foi de 2,1%.

Por Russel

Busca por crédito


O que levou à baixa procura das empresas por crédito foram os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise.

A demanda das empresas por crédito teve queda de 3,4% em maio, em relação a abril. Os dados são do Indicador Serasa Experian, que ainda mostrou que o recuo em relação ao mesmo período de 2014 foi de 6,5%, sendo esta a maior diferença dos últimos dois anos, quando levado em conta esse critério de comparação. Apesar disso, o Serasa afirmou que a procura por crédito se manteve alta nos cinco primeiros meses de 2015, com crescimento de 4,1% em relação ao mesmo período do ano passado.

Entre os motivos que fizeram com que as empresas buscassem menos o crédito estão os juros altos, a baixa confiança no mercado e o risco eminente de crise, que assola diferentes segmentos. O atual cenário com desvalorização do Real frente ao Dólar também é um fator decisivo para que as empresas buscassem menos o crédito.

A queda na procura foi mais expressiva entre as pequenas empresas, cujo recuo foi de 3,5% na comparação com abril. As empresas de médio porte diminuíram a procura em 2,8% e nas grandes foi de 1,5%. Em contrapartida, de janeiro a maio de 2015, houve elevação da procura por micro empresas, com elevação de 5,5%, se comparado com o mesmo período de 2014. O recuo interanual das médias empresas foi de 15,8%, e nas grandes a queda foi de 9,7%.

Na região Norte houve a maior queda, com redução de 20,4%, mesmo sendo a região que teve a maior procura de crédito nos primeiros cinco meses do ano com elevação de 6,9%, seguida por Sul e Sudeste, cujo recuo foi de 1,3%. A região Centro – Oeste e Nordeste tiveram baixa de 0,5%. A indústria foi quem teve a maior queda na procura de crédito, com 5,5%.

A Serasa Experian ainda afirmou que a retração da procura por crédito mostra que há o declínio das atividades empresariais no país. Isso agrava o atual quadro recessivo da economia do país. 

Por Ana Rosa Martins Rocha

Crédito para empresas

Foto: Divulgação


A busca de empresas  porcrédito teve um aumento significativo no mês  de janeiro de 2015, cerca de 12,3% de acordo com os registros do Serasa. De  acordo com o comparativo realizado do mesmo período de 2014 a procura foi de 6,4%.

Acredita-se que  a procura ocorreu devido às  empresas quererem  fazer a recomposição de  seus estoques  depois das festas de final de ano, fazendo com que a procura por crédito tivesse essa busca elevada.

Esta é a primeira vez que a procura por crédito superou o nível verificado do mesmo mês  do ano passado.

O Serasa  acredita  que o crescimento da  demanda  ocorreu mais intensamente nas micro e  pequenas empresas do que nas médias e grandes.

De  acordo com os  dados, todos os  setores econômicos registraram elevações na demanda por  créditos no primeiro mês do ano. A maior alta ocorreu na  indústria  com cerca de 15,5% em comparação a dezembro.

No comércio chegou a  12,2%  e no setor de  serviços  foi de 11,9% referente a dezembro de 2014.

Fazendo uma  análise por região podemos identificar que os empresários da região Sul  foram os que buscaram mais  crédito  em relação  a  dezembro, onde chegou a 13,8%.

Em seguida vemos a região Sudeste com 12,6% e Nordeste com  12,4%, no Centro-Oeste  o aumento  chegou a 10,5% e no Norte o aumento foi de 8,8%.

O Indicador Serasa Experian da Demanda das Empresas por Créditos é  construído por  cerca de  1,2 milhões de CNPJ consultados na  base de dados do Serasa.

Diante a  maior  seletividade  e  rigor creditício  junto às instituições financeiras, acredita-se que as  micro e pequenas empresas estejam buscando alternativas como o crédito mercantil. Uma  vez que o crédito mercantil facilitaria e  muito a  questão de crédito para  que essas  empresas tenham  condições de  se manterem no mercado, já que  estamos passando por esse momento difícil no mercado nacional.

Por André Escobar

Cr?dito para empresas


Após o anúncio feito nesta semana pelo ministro Guido Mantega de que os bancos públicos – Banco do Brasil e Caixa Econômica Federal – teriam mais recursos em 2013 para a concessão de crédito, a União divulgou nesta sexta-feira – dia 28 de dezembro de 2012 – que a CEF terá mais R$12,4 bilhões em seu capital para o próximo ano.

Para a liberação deste recurso, o governo federal irá liberar para a instituição bancária 7 bilhões de reais por meio de empréstimo e 5,4 bilhões de reais por meio de ações da Petrobrás pertencentes ao Tesouro Nacional.

Com este recurso, a Caixa Econômica Federal poderá aumentar a liberação de crédito aos consumidores brasileiros para buscar um maior crescimento econômico no Brasil em 2013.

Por Ana Camila Neves Morais


O governo federal divulgou nesta quinta-feira, dia 27 de dezembro de 2012, uma medida provisória que determinou a abertura de R$42,5 bilhões em créditos extraordinários destinados a empresas estatais federais e aos ministérios.

Este valor representa aproximadamente 1/3 de todo o Orçamento para o ano de 2013 e, segundo a ministra Mirian Belchior, foi liberado para evitar problemas com os investimentos feitos por estes órgãos em decorrência do atraso na votação do Orçamento para o próximo ano.

Ainda segundo Miriam, a expectativa é de que a votação aconteça já no dia 05 de fevereiro, mas se isso não acontecer a medida provisória garante o recurso que tem como grande função manter os investimentos e impulsionar a economia para 2013.

Fonte: Reuters

Por Ana Camila Neves Morais


Com o fim de 2012, começam as movimentações no governo para a organização da economia do país no ano de 2013.

Pensando nisso, o ministro da fazenda Guido Mantega realizou uma reunião esta semana com as oito maiores instituições bancárias do país informando que o ano de 2012 foi difícil, mas que 2013 teremos uma situação financeira melhor.

Dentre os temas abordados pelo ministro um dos mais importantes foi o pedido feito aos bancos privados para aumentar a concessão de empréstimos no próximo ano.

Este pedido é justificado pelo fato de que o crédito é uma das apostas da presidente Dilma Rousseff para aumentar o crescimento econômico em 2013 e neste ano os bancos privados liberaram uma quantidade reduzida de crédito aos consumidores sobrecarregando as instituições públicas.

Ao abordar as perspectivas para o ano de 2013, Mantega falou dos principais projetos do governo – principalmente na área de infraestrutura, e pediu o apoio dos bancos privados.

Por Ana Camila Neves Morais


Mais um empreendimento importante será feito no Brasil por meio de recursos vindos do BNDES.

Desta vez, o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social irá fornecer um empréstimo no valor de R$1,2 bilhões para a reforma do Aeroporto Internacional de Viracopos na cidade de Campinas.

Com este recurso, a administradora do local irá realizar diversas obras para ampliar e modernizar o aeroporto gerando um aumento duas vezes maior da sua capacidade permitindo o atendimento de até 14 milhões de passageiros.

Para a execução deste projeto estarão envolvidos cerca de 7.000 novos empregos diretos e terceirizados e deverá estar finalizado em maio de 2014 para iniciar o seu uso na Copa do Mundo que acontece neste mesmo ano.

Fonte: EFE

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central realizou neste mês de dezembro a venda de dólares no mercado futuro com o objetivo de melhorar a economia nacional e diminuir aspectos negativos como aumento de juros e inflação.

Para isso, a autoridade bancária fez um leilão com a oferta de 20 mil contratos de swap cambial tradicional que consistem na oferta de dólares no mercado futuro.

Nesta transação foram concretizadas as vendas de todos os títulos ofertados com uma movimentação de 997,2 milhões de dólares.

Deste modo, foram vendidos pelo Banco Central 2,0863 bilhões nos dois leilões realizados permitindo uma liquidez de 211,3 milhões de dólares; sendo assim, a instituição bancária passou a ficar vendida por meio de swaps cambiais em dólares.

A medida surtiu os efeitos desejados pelo BC já que conseguiu manter o dólar com baixa cotação  além de evitar uma alta exagerada dos juros e da inflação no país.

Por Ana Camila Neves Morais


O ano de 2012 está sendo um dos períodos com grande nível de dívidas dos brasileiros. Apesar desta questão, o número de pessoas que regularizam seus débitos está aumentando.

De acordo com avaliação do instituto Serasa Experian houve um número recorde de brasileiros que procuraram limpar seus nomes com um total de 16 milhões de consumidores que representou um aumento de 16,3% em relação ao ano de 2011.

Ainda segundo o estudo, esta melhoria se deve ao bom momento do setor de trabalho no país com baixos índices de desemprego e ganhos salariais acima da inflação que permitem, assim, a negociação e quitação de dívidas em atraso.

Além disso, outras iniciativas permitem a volta da credibilidade dos brasileiros endividados como feirões Limpa Nome e o serviço online da Serasa Experian chamado de Limpa Nome.

Esta facilidade pode ser utilizada desde o mês de outubro de 2012 e cria uma comunicação entre as empresas e consumidores com pendências financeiras possibilitando descontos e negociações para a quitação dos débitos existentes.

Por Ana Camila Neves Morais


O Banco Central do Brasil divulgou nesta quarta-feira, dia 19 de dezembro de 2012, por meio da Nota de Política Monetária e Operações de Crédito que as concessões de crédito ao consumidor tiveram uma alta de 4,6% em comparação com outubro chegando a R$80,579 bilhões.

Este montante representa uma média diária de R$4,02 bilhões de créditos liberados.

A maior parte deste total ficou o cheque especial com 33,65% de todo o crédito concedido e em segundo lugar ficou o cartão de crédito com 28,71%.

Fonte: Infomoney

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta semana foi registrado mais um importante dado financeiro foi divulgado pelo Banco Central, pois a entidade divulgou que o crédito total disponível no país subiu em 1,5% no mês de novembro de 2012.

Com isto o valor de crédito chegou a R$2,304 bilhões correspondendo a aproximadamente 52,6% do PIB nacional.

Os analistas econômicos consideram que esta expansão na oferta de crédito foi causada pelos bancos públicos cujo estoque cresceu cerca de 2,2% além do aumento de 1,1% das instituições bancárias estrangeiras.

Por Ana Camila Neves Morais


Nesta última semana, o Ibope divulgou pesquisa que indicou uma alta taxa de satisfação da população com o governo da presidente Dilma Rousseff e Renato Fonseca, gerente-executivo de Pesquisa da Confederação Nacional da Indústria afirmou que este resultado se deve à manutenção do otimismo da população.

Além disso, para o analista a população ainda não está sentindo os efeitos da crise já que o consumo continua crescendo, as alternativas de crédito continuam sendo muitas e variadas e o desemprego se mantêm em níveis baixos.

Além disso, os 72% de satisfeitos com o atual governo federal não relacionam os escândalos de corrupção como o do Mensalão com a imagem da presidente Dilma mantendo a sua boa avaliação perante o povo brasileiro de modo geral.

Fonte: Valor Online

Por Ana Camila Neves Morais


O nível de crédito oferecido às empresas deverá sofrer alta no segundo semestre do ano. Pelo menos é isso que aponta o indicador de perspectiva de crédito da Serasa Experian, que demonstra que em fevereiro o índice cresceu 0,2%, chegando ao patamar de 97,9 pontos.

Os analistas da entidade acreditam que o resultado aponta que, nos próximos seis meses, o setor de crédito às empresas deverá crescer ainda mais devido aos estímulos da economia brasileira. Por enquanto, o valor atingido em fevereiro foi influenciado pelo aumento dos incentivos fiscais, melhora do cenário internacional e retração da taxa Selic.

Já a projeção de financiamento aos consumidores diminuiu 0,3% em fevereiro, chegando a 100,8 pontos. Esta foi a quinta queda consecutiva, mas o indicador continua superior a 100 pontos, o que demonstra que os financiamentos a pessoas físicas continuarão em alta, mas num ritmo menor do que o registrado no ano passado.

O motivo do crescimento menor do crédito ao consumidor deve-se à alta inadimplência. No entanto, a tendência é que a situação seja revertida no segundo trimestre do ano.

Fonte: Serasa Experian

Por Matheus Camargo


O sonho de ter o próprio negócio torna-se cada vez mais próximo da realidade graças ao crédito concedido pelas instituições financeiras.

Mesmo para quem já possui uma empresa, mas precisa expandir ou impedir a falência, em momentos de crise, recorre ao crédito. Porém, os bancos estão cada vez mais cautelosos no momento de conceder empréstimos, o que deixa como opção o microcrédito.

A conclusão é do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), que divulgou o resultado da pesquisa "Perfil das Instituições de Microfinanças no Brasil", uma parceria com a Associação Brasileira de Entidades Operadoras de Microcrédito e Microfinanças (ABCRED).

O levantamento foi realizado no ano passado e abrangeu 75 das 103 Organizações da Sociedade Civil de Interesse Público (Oscips) cadastradas no Ministério do Trabalho e Emprego.

A pesquisa apontou que a média de valor dos empréstimos é de R$ 2.800, sendo o máximo é de R$ 15 mil. Além disso, revelou que empresários do comércio (55%) e serviços (28%) são os que mais solicitaram esses empréstimos.

De acordo com o Sebrae, o número se justifica na facilidade para contrair esses pequenos empréstimos, em relação aos grandes, concedidos pelos bancos. Para os microcréditos, a garantia pedida são apenas bens e fiadores. O resultado é o crescimento do número de empresas, todos os anos.

Se você tem interesse em abrir a própria empresa, o Sebrae possui programas para fornecer as informações necessárias sobre estas e outras possibilidades.

Por Géssica Valentini


A economia mundial tem apresentado instabilidades em meio à guerra cambial sentida nas últimas semanas, tanto que esse foi um dos temas mais aguardados pelas nações envolvidas na cúpula do G20 (grupos das 20 maiores economias e países emergentes) da semana passada. Enquanto isso, no Brasil, os consumidores e empresas se mantêm otimistas, fruto do bom desempenho da nação no referente a emprego, acesso ao crédito e poder de compra.

Informações divulgadas pela Serasa Experian assinalaram, porém, que a demanda das empresas por crédito recuou pelo segundo mês consecutivo em outubro. Conforme dados apurados, o arrefecimento foi de 4,4% na comparação a setembro deste ano, mas houve avanço de 6,9% no confronto anual e 2,5% em relação ao acumulado de 2010 ante período similar de 2009.

Mesmo com essa nova queda, economistas da entidade não creem numa possível mudança da tendência de maior demanda. Em nota, a Serasa avalia que a menor atividade do setor industrial no trimestre passado foi o responsável pelo resultado, tanto que a expectativa é de crescimento para os últimos três meses do ano.

O maior arrefecimento constatado, segundo o portal Terra, aconteceu entre as micro e pequenas empresas, pois responderam por 4,6% de queda, percentagem amplamente superior em comparação às médias empresas (baixa de 0,4%). Nas grandes companhias, diferentemente, houve aumento de 0,6% na busca por crédito.

De janeiro a outubro deste ano as grandes empresas acumularam maior crescimento em comparação aos mesmos dez meses de 2009, de 9,5%, pouco acima dos 7,8% calculados nas micro e pequenas empresas. As médias, por outro lado, acumulam decréscimo de 8,8% na mesma base comparativa.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O crescimento da economia brasileira é pautado a partir de vários pontos específicos, porém intrínsecos entre si. A criação de empregos nos últimos oito anos, segundo Luiz Inácio Lula da Silva, possibilitou aumento da renda do trabalhador, algo estritamente ligado (como já pincelado) no acesso ao crédito. Cada um possibilitou, por exemplo, que a classe C, ou a nova classe média, começasse a adquirir inúmeros bens antes quase impossíveis, como é o caso de moradias.

Pesquisa divulgada pela Serasa Experian em 1º de novembro prevê que o mercado de crédito deve crescer ainda mais na esfera de crédito imobiliário devido ao incremento na concessão de crédito aos consumidores e às empresas. O Indicador de Perspectiva do Crédito às Empresas aumentou 0,2% entre agosto e setembro, para 103,1 pontos, e o Indicador de Perspectiva do Crédito ao Consumidor arrefeceu 1,8% na mesma base comparativa, para 100,5 pontos.

Matéria regida pelo portal R7 sopesa que os percentuais assinalam que as operações de créditos às empresas brasileiras acelerarão nos próximos meses, sentido parecido nos empréstimos às pessoas físicas, que continuará, sim, a crescer, mas num nível bem menor.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações enunciadas na última terça-feira, 26 de outubro, assinalaram que o crédito total no país avançou em setembro, enquanto o índice de inadimplência arrefeceu para o menor patamar desde janeiro de 2009. O crescimento do estoque total disposto pelo sistema financeiro, o qual inclui recursos direcionados e livres, alçou alta de 1,8%, para R$ 1,6 trilhão.

Para Altamir Lopes, chefe do Departamento Econômico da instituição, o crédito ascende num percentual bem plausível e concernente à própria dinâmica sentida na economia. Segundo ele, como alguns indicadores abalizam, o terceiro trimestre ilustra certa manutenção no nível da atividade e ao crédito não poderia soar diferenciado.

A analogia entre o Produto Interno Bruto (PIB) e o crédito avançou para 46,7% no mês passado, superior aos 46,2% contabilizados em agosto deste ano. A inadimplência, por sua vez, tombou para 4,7%, ou seja, 0,1% abaixo do percentual diagnosticado anteriormente.

A alíquota média de juros cobrada pelos bancos decresceu em setembro ante o mês imediatamente anterior, para 35,1% sobre os antecedentes 35,2%. De acordo com a agência de notícias Reuters, em pessoas físicas o juro aumentou 0,1%, para 29% em setembro, diferentemente do observado nas empresas, as quais tiveram taxa elevada em 0,5%, para 39,9%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O famigerado assunto endossado pelo governo, maior acesso ao crédito, não manteve o mesmo crescimento observado há dois meses. Estudo enunciado em 20 de outubro pela Serasa Experian assinala que a procura por crédito a partir das empresas brasileiras arrefeceu 3,7% em setembro em comparação a agosto.

A instituição avalia que o efeito calendário, ou seja, menos dias úteis no mês passado, foi vital para a queda do indicador, que de outubro em diante não deverá apresentar uma reviravolta na tendência positiva. Apesar desse decréscimo, em comparação a setembro de 2009, a demanda empresarial por crédito alcançou 5,1%, com acumulado anual 7,4% acima da constatação indicada no período igual de um ano antes.

Todas as unidades federativas brasileiras registraram tombo, porém o Norte do país foi a região com o maior percentual, de 8,2%, diferentemente do Sul, que obteve a variação menos ampla, de -3,1%.

As micro e pequenas empresas, de acordo com o portal de Economia Terra, foram as que mais decresceram nessa busca, com percentual negativo de 3,8%, dessemelhante da percentagem diagnosticada entre as grandes empresas, que arrefeceram somente 0,4%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Uma das maiores reclamações da população brasileira é a elevada taxa de juros em vários setores. Mesmo com tal insatisfação, a alíquota média para a pessoa física caiu em setembro, abrangendo 6,74% ao mês. De acordo com a Associação Nacional dos Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac), esta é a quarta queda seguida, com o menor nível já constatado desde 1995.

Mesmo com os incrementos da Selic, entre agosto e setembro a taxa de juro média à pessoa física arrefeceu 0,01% (ou 0,25% ao ano). Segundo o portal de Economia Terra, em relação à pessoa jurídica a diminuição foi de 0,04% no mesmo período comparativo (ou 0,72% ao ano).

Para Miguel Ribeiro de Oliveira, responsável pela pesquisa e conselheiro da Anefac, a contração nos juros deve-se ao bom cenário enfrentado pela economia brasileira, à queda do número de inadimplentes e à normalização do mercado externo e do crédito global depois do colapso mundial nas nações europeias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Novas medidas para aperfeiçoar o crédito privado de longo prazo no país deverão ser proclamadas em aproximadamente 20 dias, segundo Guido Mantega, ministro da Fazenda. A fala converge com a alocução enunciada na semana passada por Luciano Coutinho, presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Para Mantega em reportagem emitida pelo portal de notícias G1, essa possibilidade é um bom sinal para o mercado, pois a ampliação de atuação do banco desde o princípio do colapso financeiro mundial e após o retorno da atividade econômica tem sido indicada como objeto de apreensão por parte de investidores e analistas, sobretudo se Dilma Rousseff, candidata pelo Partido dos Trabalhadores à sucessão presidencial, vencer o segundo turno.

Durante evento promovido na cidade de Nova York entre a Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos e o Council of Américas, Mantega ratificou e indicou que o intento possibilitará ao BNDES abrir espaço para o segmento privado, uma mudança, considera, para o novo padrão financeiro.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Parcela da população gostaria, efetivamente, de gerir próprio negócio, situação que possibilitaria horários próprios de atuação, ganhos mais altos e probabilidades de expansão, principalmente se o empreendimento convier aos gostos pessoais e profissionais. Entretanto, as dificuldades de nutrir o inicio inibem os mais atentos pretendentes.

Para isso – e não somente para tal – existem várias empresas especializadas em conceder créditos, desde valor ínfimos a alta somas. A São Paulo Confia, banco do microcrédito disposto pela Prefeitura de São Paulo, por exemplo, é um dos meios rentáveis e que tem sido amplamente recorrido.

Nos seis meses iniciais deste ano os pedidos de empréstimos de até R$ 7 mil aumentaram 31,8% em comparação ao período igual do ano passado. O intuito do dinheiro outorgado é funcionar como capital de giro pelos pequenos empreendedores. Para adquirir vestuários e revendê-los, de acordo com o portal R7, é necessária uma quantia, justamente essa confiada pela entidade.

O interessante, em todo esse sistema, é a diminuição de 3,63% para 2,67% do número de pessoas com atrasos no pagamento do empréstimo.

Por Luiz Felipe T. Erdei


As ações político-econômicas brasileiras nos períodos das últimas crises mundiais aliado a produção industrial em expansão fez com que o país além de suportar grandes oscilações vindas de fora, ainda conseguisse ampliar o crédito ao consumo.

Um economia que produz e mantém seu ritmo de demanda consegue com a confirmação positiva dos ciclos econômicos ampliar sua força. Amplia-se também a inadimplência?

Há riscos neste momento de aumento de inadimplência com o aumento do crédito?

Para Alex Agostini, economista-chefe da Austing Ratings, existe espaço para uma margem a mais de evolução na disponibilização de crédito sem risco grave de aumento de inadimplência. Que soturnos episódios não permeiem tão cedo o bom momento econômico.

Por Victor Gonçalves


Bem ambientada economicamente, a nação brasileira ganha a cada dia novos motivos para comemorar seus últimos feitos, tais como aumento do número de vagas formais (somente no primeiro trimestre foram quase 1,5 milhão), acesso menos restrito ao crédito e poder de compra cada vez maior por parte dos consumidores.

Túlio Maciel, chefe adjunto do Departamento Econômico do Banco Central (BC), divulgou nas últimas horas que a autoridade monetária aumentou de 20% para 22% a expectativa de ampliação do estoque de crédito na economia do país neste ano. Segundo ele em matéria emitida pelo Estadão, a revisão converge com o crescimento dessa modalidade ao longo de 2010, algo que espelha a atuação da economia real e a concepção positiva dos lares e dos empresários em relação ao ambiente econômico.

Mesmo com essa revisão para cima, o Banco Central deverá continuar seu trabalho com a expectativa de que o estoque de financiamentos terminará 2010 concebendo 48% do Produto Interno Bruto (PIB) em virtude das adequações dos números do desenvolvimento da economia tupiniquim.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A demanda interna de consumo está aquecida na economia brasileira, os níveis de produção da indústria, embora com pequenas oscilações, se mantém em um patamar alto, a oferta de empregos formais vem crescendo e se mantendo e o cenário da economia brasileira neste momento é extremamente favorável e uma das alavancas que impulsionam a roda girando, com certeza vêm crescendo e é em grande parte responsável pelo RPM da economia brasileira estar em um nível alto é o crédito. Tanto assim que o Banco Central elevou a sua projeção de crescimento do crédito no Brasil neste ano de 20% para 22%, tendo o estoque acumulado de crédito nos oitos primeiros meses deste ano atingido uma expansão de 19,2%.

Somente no mês de Agosto o total de crédito disponível pelo sistema financeiro cresceu 2,2%, totalizando um volume de R$ 1,583 trilhão injetados na economia, chegando quase a metade do PIB (Produto Interno Bruto) brasileiro (algo em torno de 46,2%). Conforme as informações do BC a inadimplência, o fantasma que assusta um cenário de crédito de fácil acesso, caiu no mês de Agosto ficando em 4,8%, o que não só indica que está se contratando mais crédito, mas se está fazendo isso com mais qualidade, pois o cenário econômico permite honrar os compromissos assumidos.

Os juros apresentaram uma pequena queda. A taxa média caiu de 35,4% para 35,2% assim como a taxa média cobrada das pessoas físicas que ficou em 39,9%. Já para as empresas, as chamadas pessoas jurídicas a taxa média de juros teve um pequeno aumento passando de 28,7% para 28,9%.

Por Mauro Câmara

Fonte: Economia UOL


O aumento do acesso ao crédito é um dos pontos capitais, na atualidade, para a avaliação do desempenho da economia brasileira. Em agosto, o número de empresas que buscou mais crédito ascendeu 5,5% em comparação a julho, percentual puxado, sobretudo, pelas micro e pequenas empresas, que visam a comercialização de produtos para o feriado de 12 de outubro (Dia das Crianças).

De acordo com a Serasa Experian, empresa de análise de crédito, essas empresas apresentaram aumento na procura por crédito de 5,8% no mês passado em confronto a julho. Além da data comemorativa voltada às crianças, houve o Dia dos Pais, em agosto, que também estimulou a mesma busca.

As empresas atuantes no segmento de serviços obtiveram desempenho acentuado, 6,2% em agosto ante o mês imediatamente anterior, enquanto as empresas industriais, por outro lado, apresentaram acréscimo de 4,1%. Segundo o portal R7, a Serasa assinala que o efeito positivo ratifica a constatação de crescimento mais célere no terceiro trimestre de 2010 depois do arrefecimento contabilizado no período anterior.

No confronto anual o índice chega a ser maior, de 8,2% ante agosto de 2009. No acumulado do ano a procura é superior em 7,7% em comparação ao período similar do ano passado.

As médias empresas conseguiram alta de 0,7% em agosto ante julho na busca pelo já citado crédito, enquanto as grandes empresas, diferentemente, singelos 0,3%, mas 11,1% no acumulado entre janeiro e o mês passado em detrimento ao período igual de 2009.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Acesso ao crédito. Certamente, inclusive neste espaço, essas três palavrinhas combinadas já foram escutadas por boa parte da população antenada aos meios de comunicação, seja TV, rádio, revista ou jornal impressos. A população, aliás, percebe isso na prática, pois são inúmeras as lojas, físicas ou virtuais, com opções de financiamento cada vez mais facilitadas.

Na contramão da tendência dos consumidores, estudo divulgado recentemente pelo Instituto de Ensino e Pesquisa (Insper) revela que pequenas e médias empresas pouco têm se apoiado em linhas de crédito para levar seus negócios adiante, sem maiores entraves.

O levantamento assoalha que somente 26% das 1,2 mil empresas com dificuldades de obter crédito admitem problemas no empreendimento. José Luiz Rossi Júnior, pesquisador do instituto, ressalta existir poucas opções e que nem todos os negócios são qualificados para contraírem benefícios provenientes do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES).

Há instituições financeiras inclinadas em oferecer créditos, segundo a Folha UOL, porém a taxas que em alguns casos extrapolam 2%, sopesadas elevadas. Por outro lado, quando existe bom relacionamento entre os bancos, prazos mais rentáveis e alíquotas de juros são possíveis.

Rossi Júnior acredita que se mais linhas de crédito exclusivas ao setor fossem disponibilizadas em maior número, melhores seriam as oportunidades de crescimento das micro e pequenas empresas.

Por Luiz Felipe T. Erdei


O ambiente positivo gerado pelo crescimento da economia brasileira tem sido suficiente para o aumento do otimismo da população e de empresários, pois o número de investimentos pelo país tem crescido em inúmeras áreas e de maneiras distintas, dentre eles a partir de montadoras estrangeiras.

Algumas ações só são possíveis, porém, por meio de créditos voltados a pessoas jurídicas, sem no entanto haver desprezo de esforços de empresários. Segundo a Serasa Experian, as operações dessa esfera às companhias devem apresentar desenvolvimento ainda neste ano, especialmente entre outubro e dezembro, pois o indicador de perspectiva em julho, por exemplo, reteve alta de 0,3%, a maior dilatação desde abril passado.

Economistas da Serasa, segundo o portal Economia UOL, acreditam que a retomada de uma cadência de desenvolvimento mais apressada deverá estimular o maior número de contratações de crédito, diferentemente do estipulado para o consumidor – porque dele se espera um desempenho mais ameno em comparação ao primeiro semestre deste ano em virtude da retirada dos estímulos fiscais.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A vastidão de terras produtivas beneficia o Brasil em vários pontos, tanto no que diz respeito ao próprio mercado interno como ao externo, além é claro, da economia local. O setor agropecuário agrega uma série de empresas e produtores que impulsionaram as safras brasileiras nos últimos anos, obtendo consequentemente, números rentabilíssimos.

O crédito rural empresarial para a safra 2010/2011, particularmente, atingiu a marca de R$ 8,8 bilhões no mês passado, índice 18% acima do período similar de 2009, segundo informações emitidas pelo Ministério da Agricultura. Edilson Guimarães, secretário de Política Agrícola dessa secretaria, afirmou ser esse resultado oriundo das expectativas positivas para a temporada em acordo com as perspectivas do cenário estrangeiro e nacional.

Reportagem emitida pelo portal de Economia Terra indica que os recursos destinados à safra em andamento atingem o montante de R$ 100 bilhões somente à agricultura de cunho comercial. Outros R$ 16 bilhões, por outro lado, são voltados à agricultura familiar.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A Caixa Econômica terminou a primeira metade do ano com o valor recorde de R$ 34,1 bilhões em crédito imobiliário liberados por meio de quase 6 mil contratos. Em relação a igual período do ano passado, a elevação registrada foi de 95,1%. De acordo com a instituição, R$ 16,48 bilhões foram para o programa Minha Casa Minha Vida, do Governo Federal.

O volume liberado neste ano teria sido maior que o total destinado a moradias em 2008, quando o banco emprestou pouco mais de R$ 23 bilhões. Antes de terminar o ano, a Caixa Econômica espera ter destinado mais de R$ 60 bilhões para o setor imobiliário, montante que também configuraria um recorde para a instituição. A expectativa é de que o crédito imobiliário atinja 10% PIB em 2015.

Marcos Santos


De maio a junho, a demanda das empresas por crédito caiu 0,7%. A análise é da Serasa Experian, que informou ainda que as principais responsáveis foram as micro e pequenas empresas. Segundo a análise, o setor que mais puxou a queda foi o comercial, que registrou recuo de 1,5% em relação ao mês anterior.

A diminuição de junho foi a terceira seguida e, segundo especialistas, uma das causas principais foi a Copa do Mundo.

Já em relação a igual período do ano passado, houve aumento de 3% na procura por crédito. Mas o resultado representa a menor elevação anual dos últimos cinco meses.

Os estados em que houve maior queda de demanda em junho foram o Nordeste e o Sudeste, onde a diminuição foi de 1,9%.

Marcos Santos


Devido à crise financeira econômica global, a busca das empresas por crédito recuou 4,4% em 2009, conforme atestou o Indicador Serasa Experian de Demanda das Empresas por Crédito. Somente no primeiro semestre de 2009, a baixa constatada foi de 6,7% em relação aos seis primeiros meses de 2008.

Embora o Brasil tenha conquistado bons resultados em sua saída ante a crise, os seis últimos meses do ano passado apontaram um baque de 2,1% também em comparação ao mesmo período de 2008. Segundo a Agência Estado, o segmento que apresentou maior declínio foi o industrial, com -5,4% em detrimento a 2008.

Os setores menos expostas à crise foram o comércio e serviços, onde assinalaram reduções menos impactantes nas buscas por créditos, em 4,6% e 4,2%, respectivamente, também em 2009 em comparação a 2008.

Um dos únicos pontos positivos ilustradas no Indicador Serasa, foi a procura de crédito pleiteadas pelas grandes empresas, com alta de 5,2%.

Fonte: Agência Estado.

Por Luiz Felipe


Paulo Bernardo, ministro do Planejamento, afirmou que a liberação de crédito no Brasil deve alcançar mais de 50% do PIB brasileiro no final de 2010. De acordo com ele, esse percentual já foi conjeturado entre os objetivos macroeconômicos apregoados juntamente ao PAC para os últimos dias de 2010.

Para Bernardo, a elaboração do crédito consignado representou um grande progresso, porque colaborou com uma baixa nos juros cobrados pelo mercado. Ainda nesse pensamento, destacou que mais de R$ 100 bilhões foram emprestados por meio do famigerado crédito consignado.

Mesmo assim, o ministro avaliou que o governo dificilmente conseguirá atingir a meta de 21% em investimentos no final de 2010, cravada, também, no dia do lançamento do PAC.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Informações divulgadas pelo Banco Central indicam que a inadimplência média das empresas no crédito livre ascendeu pelo 10º mês seguido, em setembro, e atingiu o patamar de 4% das operações.

Em agosto deste ano, os atrasos superiores a 90 dias era de 3,9%, mais que o dobro do mesmo período de 2008, quando o número cerceava 1,7%. Esses dados apontam que a inadimplência percebida em pessoas jurídicas se mantém no pior índice desde maio de 2001, quando alcançou 4,2%.

No sentido contrário, os empréstimos voltados a pessoas físicas proporcionaram uma queda significativa de 8,4% para 8,2% entre os meses de agosto e setembro, mesmo patamar de janeiro de 2009. De acordo com o BC, esse foi o 3º baque consecutivo de inadimplência notada entre as famílias.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Em medida que visa beneficiar aposentados e servidores do Ministério do Planejamento que arrecadam benefícios pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), o Banco do Brasil majorou em R$ 4 bilhões o limite pré-aprovado de crédito consignado para 2 milhões de clientes.

O resultado é fruto de uma análise feita pelo BB, que afirmou à imprensa ser decorrente de um refinamento dos procedimentos de análises de crédito. O objeto, segundo Ricardo Flores, vice-presidente de Crédito, Controladoria e Risco Global, é ampliar a carteira de crédito com eficiência e qualidade, no intuito de angariar a automatização de técnicas que desonerem a rede de atendimento, bem como a liberação dos funcionários das agências para realizarem negócios.

Nos dias atuais, o Banco do Brasil ostenta R$ 20 bilhões em empréstimos dessa natureza. Considerada líder no segmento, a instituição apresenta 32,6% de participação no mercado nacional.

Por Luiz Felipe T. Erdei


Foi ratificado nesta quarta-feira pelo Conselho Monetário Internacional (CMN) a dilatação do limite que pode ser negociado em empréstimos realizados por entidades e órgãos do setor público. O valor atingido pode chegar até R$ 6 bilhões, com prazo de financiamentos de até 10 anos.

Conforme resolução publicada na ocasião, o novo valor estipulado já entrará em vigor.  Anteriormente, o limite para esse tipo de empréstimos estava situado em R$ 1 bilhão.

Na resolução firmada, o Conselho Monetário Internacional também sancionou o juro dessas operações, a ser determinado, então, pela Taxa de Juro de Longo Prazo, acrescida de 1,1% ao ano quando a intervenção possuir garantias da União. Caso não haja garantias, essa mesma taxa subirá para 2%.

Por Luiz Felipe T. Erdei


A busca por crédito registrou baixa de 0,3% no mês de agosto em relação a julho. Os dados, divulgados pela Serasa, indicam a primeira redução desde o mês de fevereiro, quando houve uma queda de 10%.

A redução ainda é pequena, de acordo com os analistas econômicos, pois os índices representam alta de 4,2% em comparação com o mesmo período no ano passado. A razão dessa retração está na população de baixa renda. Os brasileiros com renda mensal de até R$ 500 são responsáveis pelo recuo de até 1,9% na demanda por crédito.

No acumulado do ano, novamente o recuo é maior entre as camadas mais baixas, com registro de queda de 10,9%, enquanto as outras faixas salariais representam quedas entre 2,7% e 4,6%.

Análise: a recuperação da crise pode estar se enfraquecendo.





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